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‘Away’: Hilary Swank é uma astronauta no cartaz oficial da série da Netflix; Confira!

A Netflix divulgou o cartaz oficial de Away, sua nova série espacial estrelada por ninguém menos que Hilary Swank, que já venceu o Oscar duas vezes.

Confira, junto ao teaser:

No futuro próximo, uma nave tripulada por astronautas de elite dos Estados Unidos, Rússia, China, Índia e Reino Unido é enviada a Marte em uma missão de três anos. Longe de casa e das pessoas que amam, suas relações na Terra e no espaço são colocadas à prova. Enquanto tentam sobreviver, continuam em busca do objetivo mais importante da humanidade. E tudo sob os olhos atentos do mundo.

Swank ganhou bastante aclame internacional por sua interpretação no drama Meninos Não Choram, filme de 1999 pelo qual recebeu sua primeira estatueta de Melhor Atriz. A segunda viria cinco anos depois com Menina de Ouro, dirigido por Clint Eastwood.

O show, que contará dez episódios em sua primeira temporada, trará Swank como produtora executiva. Jason KatimsMatt Reeves são os criadores. Jessica Goldberg, por sua vez, entra como showrunner e principal roteirista.

A estreia acontece dia 4 de Setembro.

‘Gangs of London’: Nova série de Gareth Evans ganha cartaz OFICIAL; Confira!

Gangs of London, nova série de Gareth Evans (Operação Invasão), ganhou seu primeiro cartaz oficial.

Confira, junto ao trailer:

No Brasil, a primeira temporada foi lançada pelo Starz e já está disponível no serviço de streaming.

Quando o chefe de uma organização criminosa é assassinado, o poder súbito que se esvai com sua morte cria ameaças que fragilizam a paz entre a intrincada rede de gangues que opera nas ruas de londres. Agora, o volátil e impulsivo Sean Wallace tenta restaurar o controle e encontrar os responsáveis por matar seu pai.

Colm MeaneyJoe Cole, Sope DirisuLucian MsamatiMichelle FarleyMark Lewis Jones e Valene Kane fazem parte do elenco.

Crítica | Dylan O’Brien brilha na divertida comédia pós-apocalíptica ‘Amor e Monstros’

Quando pensamos no gênero cinematográfico pós-apocalíptico, é bem comum que associemos tais narrativas ou a desastres naturais ou a criaturas demoníacas que representam uma ameaça ao planeta e aos últimos sobreviventes da raça humana. Entretanto, enquanto esse panorama é o que normalmente rege enredos datados e previsíveis, é necessário lembrar que histórias que seguem esse padrão são apenas um emplastro para explorar os limites da capacidade e da empatia humanas frente a perigos desconhecidos – servindo até mesmo como base para análises antropológicas do embate entre a vida em comunidade e a tirania desmedida.

É claro que, com o passar dos anos, a indústria do entretenimento resolveu se afastar dessa alegórica essência, misturando tramas conhecidas a incursões divertidas, puxando um pouco da comicidade trágica – como visto na franquia Zumbilândia’, por exemplo, que recentemente chegou ao fim com um inesperado e divertido segundo capítulo. Ou então a promissora Daybreak’, cuja estética coming-of-age transformou uma luta pela sobrevivência em uma irreverente rom-com com um final surpreendente (que não terá continuação, visto que a Netflix a cancelou após uma sólida temporada). De qualquer forma, a “confortável” ação vista em Resident Evil’ (uma das franquias mais famosas do gênero) ou o drama tour-de-force de obras como O Impossível’ já parece não nos comover como antes – e, bem, reinvenção é a palavra-chave para se afastar de fórmulas datadas e surpreender espectadores que já estão cansados da mesmice.

E apesar do nome de Michael Matthews não ter o reconhecimento que merecia ter, devemos ficar atentos no momento em que ele resolver voltar à ativa – como fez este ano com a espantosa grandiosidade de ‘Amor e Monstros’. Matthews já havia ficado responsável pelo drama western Cinco Dedos por Marselha’, que levou para casa inúmeros prêmios e que o colocou no centro dos holofotes; porém, imaginar que o cineasta viria a comandar um profundo retrato de um mundo assolado por criaturas mutantes à medida que construía uma épica jornada de amadurecimento e de amor seria impossível. Eventualmente, o longa-metragem em questão insurge como um dos melhores de 2020, um escape mais denso do que parece e mais crítico do que soa, afastando-se do pedantismo novelesco de obras similares e guiado por performances irretocáveis e enigmáticas.

Matthews faz um ótimo uso de clichês, cautelosamente pincelando-os com um classicismo que há muito não se vê no cenário fílmico, sem deixar que o óbvio transpareça. Em outras palavras, é possível premeditar cada passo do protagonista vivido por Dylan O’Brien, Joel Dawson. Isolando-se com um grupo de sobreviventes em um bunker por sete anos, Joel entra em contato com uma antiga paixão, Aimee (Jessica Henwick), e decide deixar sua família para trás e cruzar dezenas de quilômetros para encontrá-la. Por quê? Honestamente, o motivo não importa: nós compramos e aceitamos tudo o que está por vir – e sabemos, desde o momento em que ele pisa para fora de seu refúgio que seu arco será perscrutado por aliados, antagonistas, uma reviravolta marcante e monstros gigantes prontos para te rasgarem ao meio.

Às vezes, jogar com as cartas que conhecemos é o melhor a se fazer – e Matthews tem plena ciência disso. O diretor pega algumas páginas emprestadas da bíblia de Joseph Campbell e transforma as divindades inalcançáveis e os guerreiros partidários em seres monumentais que o enxergam como um pedaço de carne e em uma dupla hilária formada por Michael Rooker e Ariana Greenblatt como Clyde e Minnow. Todavia, os arquétipos de obras clássicas (sejam literárias ou cinematográficas) ganham uma camada interessante e bastante contemporânea, que não perde suas linhas nostálgicas à medida que cultiva reflexões originais e envolventes. Não é surpresa que cada um dos personagens carregue consigo uma backstory fúnebre, repleta de perdas infelizes e de um prospecto que os abrigou a amadurecer antes do tempo ou diferente do que esperavam. Clyde perdeu o filho; Minnow, seu pai; Joel, por sua vez, foi o único a escapar de uma batida de carro, observando impotente seus pais serem esmagados impiedosamente.

É com essas breves explicações que a imagética rom-com ganha um evocativo flerte com as tragédias familiares, sem perder mão do fio condutor que une cada um dos atos. E, enquanto o afiado roteiro mostra-se como um dos melhores dos últimos anos, seja por seu ritmo, seja pelo equilíbrio de seus diálogos, é notável a preocupação estética da equipe artística em acrescentar elementos sutis e práticos ao caminho percorrido pelo personagem principal. A vibrante paleta de cores da redescoberta do mundo por Joel se transforma numa obscura realização de que tudo o que ele conhece ainda permanece ali, mas agora está tomado pelo perigo e pela inospitalidade, culminando em uma sóbria reflexão de que o melhor caminho é seguir em frente. Mesmo o previsível embate final entre ele e seus algozes – e sua reunião com Aimee – é acompanhado de uma organização técnica soberba.

Emergindo como uma interessante análise sobre paixão e coragem, ‘Amor e Monstros’ revitaliza o gênero pós-apocalíptico assim como seus conterrâneos supracitados fizeram algum tempo atrás. Convidativo e fascinante do começo ao fim, é impossível desviar o olhar das cativantes performances e da explosiva química de seu elenco – e não torcer para que, de alguma forma, tudo dê certo no final.

‘MALIGNO’: Terror de James Wan ganha novo teaser ARREPIANTE; Confira!

O terror ‘Maligno‘, filme dirigido pelo lendário James Wan (‘Invocação do Mal’), ganhou um novo teaser arrepiante oficial.

Confira, junto às mais recentes imagens promocionais:

Lembrando que o filme estreia nos cinemas nacionais em 9 de setembro.

Com roteiro de Wan, Ingrid Bisu e Akela Cooper, a história gira em torno de Madison (Annabelle Wallis), uma mulher que continua tendo visões terríveis de assassinatos que estão realmente acontecendo. Mais do que isso, tudo indica que os crimes foram cometidos por seu amigo imaginário de infância.

O terror irá se afastar da temática sobrenatural e dará lugar a uma trama de investigação e suspense, aos moldes do subgênero Giallo Film, que surgiram na Itália e serviram de modelo para slashers como ‘Pânico‘ e ‘Halloween‘.

O elenco ainda conta com Maddie HassonMckenna Grace, Jake AbelGeorge YoungIngrid BisuMichole Briana White e Jacqueline McKenzie.

‘Severance’: Série de suspense dirigida por Ben Stiller ganha novo trailer instigante; Confira!

A Apple TV+ divulgou o novo trailer oficial da série de suspense sci-fi ‘Severance‘.

Os dois primeiros episódios serão lançados no dia 18 de fevereiro na plataforam da Apple TV+.

Confira:

Criada por Dan Erickson, a série é dirigida por Ben Stiller (‘Trovão Tropical’), que também serve como produtor executivo do projeto.

“Mark Scout (Adam Scott) lidera uma equipe nas Indústrias Lumon, cujos funcionários foram submetidos a um procedimento de separação, que divide cirurgicamente suas memórias entre o trabalho e a vida pessoal. Essa experiência ousada de ‘equilíbrio entre trabalho e vida pessoal’ é questionada quando Mark se encontra no centro de um mistério que o forçará a confrontar a verdadeira natureza de seu trabalho… e de si mesmo.”

O elenco também conta com Patricia Arquette, Christopher Walken e John Turturro.

Julia Garner é a principal cotada para estrelar a cinebiografia sobre Madonna

Segundo a Variety, a vencedora do Emmy Julia Garner (‘Ozark’, ‘Inventando Anna’) se tornou a principal cotada para interpretar a rainha do pop Madonna na cinebiografia escrita por ela e por Erin Cressida Wilson (‘A Garota no Trem’).

As informações indicam que Garner tem grandes chances de aceitar a oferta.

Outras atrizes que também foram consideradas para interpretar a cantora e compositora incluíram Florence Pugh (‘Adoráveis Mulheres’), Alexa Demie (‘Euphoria’), Odessa Young (Mothering Sunday) e Emma Laird (‘O Dono de Kingstown’).

Ainda sem título oficial, o projeto está em desenvolvimento pela Universal Pictures e não se sabe muito sobre a trama, mas há rumores de que ela vai terminar com a turnê ‘Blonde Ambition‘, de 1990.

Em entrevista ao The Tonight Show com Jimmy Fallon, Madonna revelou que “a razão pela qual estou fazendo isso é porque muitas pessoas tentaram escrever filmes sobre mim, mas sempre foram homens”.

Em outro comunicado, ela disse que:

“Quero transmitir a incrível jornada que a vida me levou como artista, musicista, dançarina – um ser humano, tentando fazer meu caminho neste mundo. O foco deste filme sempre será a música. A música me manteve em movimento e a arte me manteve viva. Há tantas histórias não contadas e inspiradoras e quem melhor para contar do que eu? É essencial compartilhar a montanha-russa da minha vida com a minha própria voz e visão.”

Essa não é a primeira vez que a rainha do pop se envolve com a esfera cinematográfica, visto que trabalhou em diversos projetos como EvitaUma Equipe Muito EspecialProcura-se Susan Desesperadamente. Ela também assinou o roteiro e dirigiu o drama romântico histórico ‘W.E.’, que garantiu à artista um Globo de Ouro de Melhor Canção Original.

Tendo lançado catorze álbuns de estúdio e vendido mais de 300 milhões de cópias, Madonna continua, até hoje, como um titã da música e uma das mulheres mais influentes da história. Ela já levou para casa sete estatuetas do Grammy20 VMAs.

‘Star Wars: The Acolyte’: Revelado o elenco completo da série derivada; Confira!

Pouco depois das gravações iniciarem, a Lucasfilm revelou o elenco completo de Star Wars: The Acolyte, série derivada do panteão intergaláctico.

A produção é estrelada por Amandla StenbergLee Jung-jaeManny JacintoDafne KeenJodie Turner-SmithRebecca HendersonCharlie BarnettDean-Charles ChapmanCarrie-Anne Moss.

A série ainda não tem data de estreia confirmada.

Além de ‘The Acolyte‘, a Disney prepara ainda a terceira temporada de ‘The Mandalorian‘ e o derivado ‘Ahsoka‘.

Vale lembrar que ‘The Acolyte‘ vai se passar no passado da saga ‘Star Wars‘, aproximadamente 200 anos antes do ‘Episódio I: A Ameaça Fantasma‘. Criada por Leslye Headland (‘Boneca Russa’), a série vai acompanhar uma aprendiz do Lado Sombrio da Força no período em que os Sith eram tidos como extintos.

Leslye Headland (‘Boneca Russa’) entra como showrunner.

‘Blood & Gold’: Nova ação de guerra da Netflix ganha trailer OFICIAL e data de estreia; Confira!

Netflix divulgou o trailer oficial de Blood & Gold, seu novo filme alemão ambientado na II Guerra Mundial.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 26 de maio.

Confira:

O longa é comandado por Peter Thorwarth. Stefan Barth assina o roteiro.

A caminho de encontrar sua filha, o desertor Henrich é parado pelas tropas da SS e enforcado em uma árvore. A corajosa agricultora Elsa o salva bem a tempo. Unidos por seu inimigo comum, os dois lutam por justiça e por suas famílias. Uma emocionante e sangrenta busca por tesouros roubados começa, revelando segredos amargos.

Alexander ScheerRobert MaaserRoy McCrereyFlorian SchmidtkePetra ZieserMarie HackeStephan GrossmanJuri Senft e outros estrelam.

‘Heartstopper’: Assista aos HILÁRIOS erros de gravação da 2ª temporada!

A 2ª temporada de Heartstopper já está disponível na Netflix e, agora, para promover a série, a gigante do streaming divulgou um vídeo compilando os hilários erros de gravação do novo ciclo.

Confira:

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 3ª temporada.

Baseada na graphic novel LGBTQ+ da autora Alice Oseman, que também atua como roteirista, a produção alcançou o TOP 10 da plataforma de streaming em mais de 50 países.

Na trama, o meigo Charlie e o fã de rúgbi Nick se conhecem no colégio. Mas logo essa amizade improvável começa a se transformar em romance. Agora, Charlie, Nick e seu círculo de amigos precisam encarar essa jornada de autodescoberta e aceitação, apoiando uns aos outros e aprendendo a ser eles mesmos.

Heartstopper‘ é sobre amor, amizade, lealdade e saúde mental. O enredo abrange todas as pequenas histórias das vidas de Nick e Charlie que, juntos, formam algo maior.

William Gao, Yasmin Finney, Corinna BrownKizzy Edgell também fazem parte do elenco.

Série documental que está PERTURBANDO assinantes da Netflix alcança 88% de APROVAÇÃO no RT!

Nos últimos dias, foi lançada na Netflix uma série documental intitulada ‘American Conspiracy: The Octopus Murders’ (‘Conspiração Americana: Os Assassinatos da Octopus’), uma série documental que explora a misteriosa morte do jornalista Danny Casolaro.

Em 1991, Casolaro foi encontrado morto em uma banheira no Hotel Sheraton, em West Virginia, com os pulsos cortados entre dez e doze vezes – levando os legistas a acreditarem que ele havia se matado.

Entretanto, o laudo promulgado se tornou bastante controverso após especialistas encontrarem anotações do jornalista sobre um trabalho que chamava de Octopus e que envolvia inúmeras histórias muito familiares aos jornalistas que trabalhavam em Washington nos anos 1980 – incluindo o caso Inslaw sobre um fabricante de software cujo proprietário acusou o Departamento de Justiça de roubar seu produto de trabalho, a teoria da Surpresa de Outubro de que durante a crise de reféns no Irã, o país reteve deliberadamente reféns americanos para ajudar Ronald Reagan a vencer as eleições presidenciais de 1980, o colapso do Banco de Crédito e Comércio Internacional e o Irã-Contra.

Apesar de ter dividido o público, amargando 55% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção fez um sucesso considerável entre a crítica internacional, conquistando 88% de aprovação.

Confira os comentários:

“‘Frustração’ é a palavra que vem à mente…” – Chicago Sun-Times.

“É um corte significativo acima da média dos crimes reais, estética e, principalmente, tematicamente” – Rolling Stone.

“A série de quatro episódios é um estudo envolvente do personagem de um homem possuído e um emocionante thriller de conspiração com implicações de longo alcance” – The Indian Express.

“Envolvente, embora frustrante” – Irish Independent.

‘American Conspiracy’ é uma visão fascinante de um caso que não só tem enormes implicações… Mas também dá muitos insights sobre como os jornalistas podem se aprofundar em histórias que às vezes têm um começo bastante singelo” – Decider.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série é dirigida por Zachary Treitz.

As 10 Melhores Músicas Pop dos Anos 2000

Os anos 2000 não são relembrados por qualquer motivo – e sim por compilarem alguns dos melhores momentos da cultura pop, principalmente no cenário musical.

Afinal, para aqueles que não se lembram, a década em questão foi marcada pela estreia de diversos nomes da indústria musical, incluindo Lady GagaTaylor Swift, bem como a primeira incursão solo de Beyoncé e o contínuo reinado de artistas como Britney SpearsMadonna.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando as dez melhores pop músicas os anos 2000.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

10. “UNTOUCHED”, The Veronicas

A dupla conhecida como The Veronicas voltou recentemente aos holofotes com dois álbuns incríveis – mas o sucesso delas vem de meados dos anos 2000. Uma das músicas mais marcantes de sua carreira e também da primeira década do século foi “Untouched”, um power-pop misturado com electropop e com a presena pungente dos violinos que pode inclusive ter premeditado a insurgência do dark pop alguns anos mais tarde.

9. “SMILE”, Lily Allen

Lily Allen fez um grande sucesso nos anos 2000 com músicas divertidas de se ouvirem e com mensagens extremamente explícitas e que representavam sua visão única do mundo. Uma das mais famosas de sua discografia é “Smile”, cujo enredo fala sobre como ela lida com a traição do namorado à medida que desfruta de sua miséria. A parte mais interessante da canção, entretanto, é a fusão perfeita entre o reggae pop e o rocksteady – o que deixa a atmosfera da faixa ainda melhor.

8. “HUNG UP”, Madonna

Depois de um período conturbado, Madonna resgatou o gosto pela música e pelo colorido espectro musical que havia apresentando ao mundo desde o início de sua carreira. Com “Hung Up”, suprassumo fonográfico que traz o icônico grupo sueco ABBA para a linha de frente, a artista dava início a uma de suas eras mais conhecidas e mais bem sucedidas: ‘Confessions on a Dance Floor’.

7. “TOXIC”, Britney Spears

Britney Spears parou o mundo novamente ao lançar “Toxic”lead single do revolucionário ‘In The Zone’. Garantindo à princesa do pop uma estatueta do Grammy na categoria de Melhor Gravação Dance, a faixa é considerada como um dos destaques dos anos 2000 e serviu de influência para diversas cantoras – principalmente por seu apelo comercial e bastante sedutor.

6. “CRAZY IN LOVE”, Beyoncé feat. Jay-Z

A faixa de abertura do álbum de estreia solo de Beyoncé reverbera com “Crazy In Love”lead single cantado ao lado de Jay-Z e que é exaltada em baladas e playlists inclusive nos dias de hoje. Quase duas décadas depois, o vibrante e sensual mergulho lírico serve como um hino romântico que se afasta das costumeiras baladas do gênero e é movida por um gancho tão chiclete que é quase impossível não reconhecê-lo imediatamente quando o ouvimos em… Bem, qualquer lugar.

5. “CAN’T GET YOU OUT OF MY HEAD”, Kylie Minogue

Cada engrenagem dessa intrincada faixa é cuidadosamente arquitetada e incorpora elementos do techno, do pop, do disco e do dance como nenhuma outra. Com um gancho célebre e extraordinário, Kylie Minogue cria mágica ao longo de breves três minutos e cinquenta segundos que poderiam se estender por muito mais tempo sem quaisquer prejuízos. Novamente, Dennis e Davis unem forças para dar vida a uma narrativa que fala sobre obsessão amorosa e que viria se tornar seu single de maior sucesso comercial, com mais de seis milhões de cópias vendidas ao redor do mundo e ajudando a cimentar seu status como ícone global.

4. “BREATHE ON ME”, Britney Spears

Com ‘In The Zone’, divisor de águas na carreira de Spears, a princesa do pop não teve medo de experimentar – e “Breathe on Me” é a melhor representante dessa ousadia. A quarta faixa do álbum, de longe a maior obra-prima que já lançou, é indesculpavelmente sexual, envolvente e sensorial em todos os sentidos – uma infusão espetacular de technodancehi-NRG e trip-hop que se aglutina numa coesão de tirar o fôlego, influenciando Rina SawayamaThe Weeknd e Billie Eilish (para citar alguns exemplos).

3. “HEY, YA”, OutKast

Em 2000, a dupla de hip hop OutKast lançava apenas o que poderíamos encarar como a melhor canção de sua carreira – a divertida e despretensiosa faixa “Hey, Ya”. Integrando o álbum ‘Speakerboxxx/The Love Below’, a iteração é uma mistura vibrante de inúmeros gêneros, incluindo neo-soulpopelectro-funk, abrindo espaço para uma dançante e memorável rendição que estende seu legado até os dias de hoje como um dos emblemas do século.

2. “FALLIN'”, Alicia Keys

single de estreia de Alicia Keys é uma de suas marcas registradas, principalmente por estampar seus belíssimos vocais, sua relação apaixonante com o piano e sua adoração ao R&B. Atingindo o topo da Billboard 100, a canção levou para casa nada menos que três estatuetas do Grammy, incluindo Música do Ano.

1. “BAD ROMANCE”, Lady Gaga

Considerada por inúmeros especialistas como a magnum opus de Gaga, “Bad Romance” permanece viva na memória de qualquer um que já tenha ligado a rádio ao menos uma vez em 2009. Vencedora de duas estatuetas do Grammy, a canção é o carro-chefe do aclamado e revolucionário ‘The Fame Monster’ e traz elementos do house e do techno alemães ao vibrante electro-pop do final dos anos 2000. Como se não bastasse, a canção influenciou diversas artistas veteranas e estreantes na indústria e continua original mesmo 13 anos depois de seu lançamento.

‘De Volta à Ação’: Confira os HILÁRIOS erros de gravação da comédia estrelada por Cameron Diaz e Jamie Foxx

‘De Volta à Ação’, comédia de espionagem estrelada por Cameron Diaz e Jamie Foxx, chegou recentemente ao catálogo da Netflix – e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional inédito compilando os hilários erros de gravação da obra.

Confira:

Anos depois de abandonarem a vida na CIA para constituir família, dois ex-espiões são arrastados de volta ao mundo da espionagem quando seus disfarces são descobertos.

O longa também conta com Andrew Scott (‘Fleabag’), Jamie Demetriou (‘Cruella’) e Rylan Jackson (‘Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes’).

Este é o primeiro trabalho de Cameron Diaz desde 2014, quando se aposentou. A atriz expressou empolgação ao anunciar que estaria de volta para atuar novamente.

De Volta à Ação‘ é dirigido por Seth Gordon com roteiro de Brendan O’Brien e, por enquanto, não foram divulgados detalhes do enredo e nem previsão de estreia.

Kesha lança “ATTENTION!”, faixa promocional de seu próximo álbum de estúdio

A icônica popstar Kesha lançou a faixa promocional “ATTENTION!”, que integra seu vindouro sexto álbum de estúdio, “.”.

O compilado conta com onze faixas, incluindo as canções“JOYRIDE”“DELUSIONAL”“YIPPEE KI YAY”, e será lançado no dia 04 de julho.

Ouça:

Confira a tracklist:

1. FREEDOM.
2. JOYRIDE.
3. YIPPEE-KI-YAY.
4. DELUSIONAL.
5. RED FLAG.
6. LOVE FOREVER.
7. THE ONE.
8. BOY CRAZY.
9. GLOW.
10. TOO HARD.
11. CATHEDRAL.

Kesha ganhou fama em 2009 com o single “Right Round”, que alcançou o primeiro lugar da Hot 100 da Billboard. Seus álbuns Animal (2010) e Rainbow (2017) também fizeram enorme sucesso ao atingir o #1 da Billboard 200, enquanto Warrior (2012) e High Road (2020) entraram para o Top 10.

Em 2018, Kesha conquistou duas indicações ao Grammy, nas categorias de Melhor Álbum Pop Vocal por RainbowMelhor Performance Pop Solo pela canção “Praying”.

RUMOR: Ciclope e Jean Grey serão os LÍDERES da equipe no reboot de ‘X-Men’

Após rumores recentes de que Ciclope e a família Summers serão um “foco importante” da Saga Mutante da Marvel Studios, mais detalhes sobre o reboot dos X-Men ganharam espaço nas redes sociais.

Segundo o jornalista e insider Alex Perez, do The Cosmic Circus, Scott Summers e Jean Grey serão os co-líderes da equipe. Perez também afirma que Anjo, Fera, Gambit, Vampira e Noturno podem fazer parte da nova formação.

Channing Tatum e Kelsey Grammer retornarão como Gambit e Fera em ‘Vingadores: Doomsday’, e é bem provável que reprisem seus papéis no vindouro reboot. Alan Cumming também estará de volta como Noturno, mas acredita-se que um novo ator seja escalado para o papel do mutante, ao lado de Vampira e Anjo.

Lembrando que Jack Schreier (‘Thunderbolts*’) ficará responsável pela direção do projeto, cujo desenvolvimento já começou.

Mais detalhes não foram revelados.

x-men

Demi Lovato lança versão DELUXE do álbum ‘It’s Not That Deep’; Ouça!

A indicada ao Grammy Demi Lovato lançou hoje (24) a versão deluxe do elogiado ‘It’s Not That Deep’.

Intitulado ‘It’s Not That Deep (Unless You Want It To Be)’, o compilado foi disponibilizado nas plataformas de streaming hoje, 24 de abril, e conta com 8 músicas inéditas – incluindo a recém-lançada “Low Rise Jeans”.

Crítica | Com referências a Britney Spears, Demi Lovato celebra o dance-pop com a inédita “Low Rise Jeans”

Vale lembrar que Lovato começou a turnê promocional do álbum no dia 8 de abril na cidade de Charlotte, Carolina do Norte, estendendo-se até 25 de maio em Houston, Texas.

Lovato ganhou fama ao participar da mini-franquia ‘Camp Rock’ e a série ‘Sunny Entre Estrelas’, ambas produções originais do Disney Channel. Sua estreia solo no mundo da música se deu com ‘Don’t Forget’, que ajudou em seu caminho ao estrelato.

Em 2018, teve um lapso após seis anos de sobriedade e sofreu uma overdose em virtude de opioides, motivo pelo qual lançou a canção “Sober”, pedindo desculpas aos fãs pela “fraqueza”. Após entrar em uma clínica de reabilitação, agradeceu o apoio dos fãs e comentou que contaria ao mundo pelo que passou quando estivesse bem, criticando aqueles que criavam histórias fantasiosas sobre sua vida.

Vendendo mais de 25 milhões de records apenas nos Estados Unidos, seus principais prêmios incluem um VMA, 14 Teen Choice Awards, cinco People’s Choice Awards, uma entrada no Livro dos Recordes e outra na listagem anual do Time 100 como uma das personalidades mais influentes de 2017.

Lovato também levanta bandeira de inúmeras causas sociais, incluindo a luta pela igualdade da comunidade LGBTQ+ e discussões sobre saúde mental.

‘Game of Thrones’: Conleth Hill confirma o plano secreto de Varys para matar Daenerys

No final de ‘Game of Thrones‘, Varys (Conleth Hill) conspirou contra
Daenerys, mas seus planos ficaram em aberto e os fãs ainda imaginam o que o personagem estava tramando.

Durante sua passagem pela San Diego Comic Con, o próprio Conleth Hill disse que Varys planejava matar Daenerys porque previu sua inevitável vilania. A notícia foi divulgada pelo Comic Book.

“Dany perde a cabeça no final. Eu acho que Varys sabia há muito tempo que ia morrer […] Eu acho que tudo isso tem uma inevitabilidade; ele sabia que não poderia passar por Jon Snow, ou Tyrion, porque ambos estavam apaixonados por Daenerys. Isso cega o julgamento das pessoas. Ele sabia que tinha que tentar impedi-la e que era possível que fosse morto por isso. Eu achei que foi uma morte digna.”

O que ficou implícito foram que atitudes Varys, que realmente tentou envenenar Daenerys, e após ser descoberto, o conselheiro não recebe clemência da Targaryen, sendo  condenado à morte pelas chamas de Drogon.

E você, o que achou do desfecho de varys e do final de ‘Game of Thrones‘?

‘O Mandaloriano’ vai ganhar documentário sobre os bastidores da produção

De acordo com o Comic Book, a Disney+ vai lançar um documentário explorando os bastidores da 1ª temporada de ‘O Mandaloriano‘.

Intitulado ‘Galerias da Disney: O Mandaloriano‘, o documentário foi produzido para comemorar o sucesso da primeira série live action baseada na saga ‘Star Wars.

Ao longo de oito episódios, o criador Jon Favreau irá se reunir com o elenco para discutirem como a série conquistou os fãs através de seus principais elementos.

Cada episódio será focado em um tema, como o processo de filmagem, o legado de George Lucas, construção dos personagens, a tecnologia inovadora da série, a arte por trás dos efeitos práticos, as criaturas alienígenas, influências criativas e as conexões com os personagens e acessórios que transformaram a saga em um ícone da cultura pop.

“Uma perfeita oportunidade para os fãs da série darem uma olhada nos bastidores e conhecerem uma perspectiva diferente. Os episódios vão esclarecer como ‘O Mandaloriano‘ surgiu através da união de colaboradores incrivelmente talentosos. Tivemos uma experiência animadora com a 1ª temporada e estamos ansiosos para compartilhar com o público.”

A estreia está agendada para 04 de maio, quando os fãs comemoram o dia mundial de ‘Star Wars‘.

Lembrando que ‘O Mandaloriano’ já está em exibição na Disney+.

Confira o trailer:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘Adão Negro’: Sarah Shahi pode ter revelado qual será sua personagem na adaptação; Confira!

Desde que Sarah Shahi (‘City on a Hill‘) foi adicionada ao elenco da adaptação de ‘Adão Negro, seu papel permanece em segredo.

Rumores apontaram que ela poderia estar interpretando Adrianna Tomaz, alter ego da deusa egípcia Isis… E parece que a estrela pode ter confirmado as suspeitas.

Em seu perfil do Instagram, ela compartilhou que está lendo alguns quadrinhos para se preparar, e dois desses quadrinhos fazem parte das edições dos Novos 52 do ‘Adão Negro‘, nos quais Isis desempenha um grande papel.

Na trama, ela é a responsável por ressuscitar o Adão Negro na tentativa de dominar o mundo.

Para quem não a conhece, ela é comumente descrita como uma versão maligna da Mulher-Maravilha e também tem os principais poderes da heroína, como super-força, velocidade, resistência e voo.

Confira a publicação:

“Pesquisa… ‘Adão Negro’.”

Lembrando que o elenco também conta com Quintessa Swindell (Maxine Hunkel),  Aldis Hodge (Gavião Negro) e Noah Centineo (Esmaga-Átomo)

Há alguns meses, Johnson compartilhou uma nova imagem de bastidores da ação Red Notice e aproveitou para confirmar que as filmagens de Adão Negro começam a partir de março de 2021, no início da primavera norte-americana.

Anteriormente previsto para ter início em julho deste ano, com lançamento marcado para dezembro de 2021, o filme foi removido do cronograma da Warner Bros. em virtude do COVID-19.

Por enquanto, não há previsão de estreia.

De qualquer forma, Johnson escreveu na publicação que “na primavera [norte-americana], vamos rodar o grande Adão Negro para o universo DC, na Geórgia.

Confira:

Apesar dos detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, os fãs já sabem que Adão Negro é o antagonista principal do herói conhecido como Shazam. Nos tempos modernos, entretanto, o personagem evoluiu para um anti-herói extremamente complexo e conturbado – tornando-se uma das criações mais proeminentes do panteão da DC.

O filme é dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Jungle Cruise’).

Confira as primeiras artes da adaptação:

‘Caça-Fantasmas’: Melissa McCarthy continua sem entender a recepção NEGATIVA ao filme

Já se passaram cinco anos desde o lançamento do reboot de Caça-Fantasmas‘, dirigido por Paul Feig e estrelado por mulheres, incluindo Melissa McCarthy, Kristen Wiig, Kate McKinnon e Leslie Jones.

Apesar de ter recebido 73% de aprovação da crítica especializada, o longa arrecadou apenas US$ 229 milhões pelo mundo, a partir de uma orçamento de US$ 145 milhões.

Além disso, a trama não conseguiu agradar aos fãs da franquia e não deixou uma lembrança marcante como os primeiros filmes.

Mas o pior de tudo foram os comentários sexistas de boa parte do público, afirmando que “mulheres não chegariam aos pés do elenco original”.

Durante uma entrevista para o ET Canada, McCarthy refletiu sobre o assunto e disse que ainda não entende por que o filme foi alvo de tanto ódio.

“Acredito que não há fim para as histórias que podemos contar, e há tantos reboots, relançamentos e interpretações diferentes. Não entendo como qualquer um desses derivados poderia estragar o que já foi feito, simplesmente não entendo. Não entendo a luta de certas pessoas para provar quem é mais tóxico e violento, ou quem consegue propagar mais ódio.”

Ela continuou, dizendo o quanto se orgulha de ter participado da franquia:

“Eu me orgulho do trabalho que fizemos e todos devem ser capazes de contar a história que querem contar. Se você não quer assistir, não é obrigado a assistir.”

Falando nisso,Ghostbusters: Mais Além‘ estreia em 19 de novembro.

As primeiras reações já foram divulgadas e os críticos classificaram a sequência como uma grata surpresa, afirmando que “é tudo o que os fãs precisavam”

O filme foi exibido de surpresa no painel da Sony na CinemaCON e foi recebido de forma bastante positiva.

O consenso geral é que o diretor Jason Reitman utilizou a nostalgia da franquia original da maneira correta, embalando o filme diversas referências aos originais com muita emoção, como uma carta de amor pai, Ivan, diretor dos dois primeiros.

Confira as reações:

“‘Ghostbusters: Mais Além‘… Uau! Não estava esperando o quão sincero esse filme é. Tem uma vibração muito infantil que lembra os filmes de Steven Spielberg. Jason Reitman é extremamente leal ao original.”

“‘Ghostbusters: Mais Além‘ foi realmente ótimo. Como alguém que não era um grande fã da franquia, me diverti muito, mesmo sem entender as referências. Um grande elenco que põe todo o seu coração no filme. Fãs novos e antigos vão adorar. Continuem até os créditos!”

“Acabei de ver ‘Ghostbusters: Mais Além‘, graças à CinemaCon e à Sony Pictures. Parecia uma carta de amor de Jason Reitman para seu pai e sua filha enquanto fazia um grande filme da franquia.”

“Eu vi ‘Ghostbuisters: Mais Além‘. Desculpem, ainda não tenho a crítica, mas o que posso dizer é que é o melhor da franquia, ponto final. Incrivelmente bem escrito, sem se apoiar muito na nostalgia e contando uma história melhor do que até mesmo o original. Um sucesso, em todos os sentidos.”

“Sim, ‘Ghostbusters: Mais Além‘ foi exibido no CinemaCon. Sim, eu vi. Sim, é muito bom. Sim, esta é a verdadeira sequência que você estava esperando. Tem muitas referências ao original e é uma homenagem nostálgica à franquia.”

“‘Ghostbusters: Mais Além é a sequência que os fãs esperam há décadas, do melhor ao pior. Tem ótimos novos personagens, muitas surpresas e muitas risadas com a quantidade certa de nostalgia. Eu amei muito. No entanto, não é perfeito.”

“Surpresa: ‘Ghostbusters: Mais Além‘ o explodiu o telhado da CinemaCon. Eu AMEI. Este filme significou tudo para mim – uma sequência emocional que é quase indecifrável para quem não está por dentro. Esse filme é o que os fãs estavam esperando.”

“Vi ‘Ghostbusters: Mais Além‘ na CinemaCon e é muito bom. Uma continuação sólida dos dois filmes originais. Nostalgia pelo original e uma forte reviravolta na trama de McKenna Grace como neta de Egon. E Paul Rudd tem as melhores falas. Os fãs vão gostar bastante.”

“Tive a incrível oportunidade de assistir ‘Ghostbusters: Mais Além‘ na CinemaCon. Sou um grande fã da franquia e estou feliz em dizer que o filme é tudo que eu esperava! Foi um filme tão divertido que ofereceu todos os tipos de fan service e eu adorei cada minuto!”

“Acabei de ver ‘Ghostbusters: Mais Além’ e ainda estou em choque… Estou nas nuvens. Simplesmente Uau… Eu amei. Preciso de um dia para processar e não consigo tirar o sorriso do meu rosto!”

Confira o trailer, dublado e legendado:

Além de dirigir, Jason Reitman também ajudou a escrever o roteiro em parceria com Gil Kenan (‘Poltergeist’).

Na trama, uma mãe solteira e seus dois filhos chegam em uma cidade pequena e começam a descobrir sua conexão com os caça-fantasmas originais, além do legado secreto que seu avô deixou para trás.

Finn Wolfhard (‘It: A Coisa’), Mckenna Grace (‘A Maldição da Residência Hill’) e Carrie Coon (‘The Sinner’), Paul Rudd (‘Vingadores: Ultimato’) estrelam. O elenco também conta com o retorno de Bill Murray, Dan Aykroyd, Annie PottsSigourney Weaver.

‘The Boys’: Fãs COMEMORAM renovação para a 4ª temporada; Confira as reações!

Ontem, foi revelado que a Amazon Prime renovou a série ‘The Boys‘ para a 4ª temporada depois de revelar que a audiência mundial da série cresceu 17% em relação à segunda temporada, e 234% em relação à primeira.

Se não bastasse a euforia pelo lançamento dos novos episódios, o público está ainda mais animado com a novidade, publicando mensagens de comemoração nas redes sociais.

Confira as reações:

“Desde nossa primeira conversa com Eric Kripke e a equipe criativa sobre a terceira temporada de The Boys, sabíamos que a série estava ficando ainda mais ousada — um feito impressionante, considerando o grande sucesso da segunda temporada indicada ao Emmy,” disse Vernon Sanders, head de televisão do Amazon Studios. “‘The Boys’ continua a ultrapassar os limites na narrativa, ao mesmo tempo em que diverte incansavelmente e atravessa a sátira social que parece muito real. Este mundo estilizado da série tem um alcance global incrível e a audiência do fim de semana de estreia é prova disso. Estamos imensamente orgulhosos do elenco e da equipe que gerou esta franquia para o Prime Video, e estamos ansiosos para trazer mais ‘The Boys’ para nossos membros.”

Em comunicado oficial, o showrunner Eric Kripke declarou: “Falando pelo elenco e equipe, somos muito gratos à Sony, Amazon e principalmente aos fãs por abraçar o programa e nos permitir fazer mais. Estamos empolgados em continuar a luta de Butcher e os Boys contra Homelander e os Seven, bem como comentar sobre o mundo insano em que estamos vivendo.”

Vale lembrar que a franquia ‘The Boys‘ também inclui agora uma série animada antológica com oito episódios, ‘The Boys Presents: Diabolical‘, disponível no Prime Video; assim como o spin-off ainda sem título, ambientado na única faculdade da América exclusivamente para jovens adultos super-heróis, que está atualmente em produção.

O novo ciclo introduz Jensen Ackles (Solider Boy), Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘Citadel’: Mistério, confusão e mentiras dominam o teaser da série de espionagem dos Irmãos Russo; Confira!

A Amazon Prime divulgou o primeiro teaser de ‘Citadel‘, a ambiciosa série de ação e espionagem produzida pelos irmãos Anthony e Joe Russo.

Ainda sem sinopse oficial e com uma trama guardada a sete chaves, sabe-se que Richard Madden (‘Game of Thrones’) será um agente secreto chamado Mason Kane, enquanto Priyanka Chopra Jonas (‘Triplo X: Reativado’) será a agente Nadia Sinh.

Sem lembranças de suas vidas passadas, ambos trabalham para a misteriosa organização chamada Citadel.

Confira o teaser:

“Tudo o que você sabe é uma mentira.”

Com estreia marcada para 28 de abril, a atração terá seis episódios e também conta com Stanley Tucci (‘O Diabo Veste Prada’) e Lesley Manville (‘Trama Fantasma’).

Josh Appelbaum, André Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg entrarão como roteiristas e produtores executivos.

‘Ahsoka’: Rosario Dawson compartilha selfies inéditas ao lado de Hayden Christensen e Dave Filoni; Confira!

Em seu perfil doInstagram, Rosario Dawson compartilhou selfies inéditas ao lado do criador de ‘Ahsoka‘, Dave Filoni e Hayden Christensen, que reprisou seu papel como Anakin Skywalker.

Como os fãs já sabem, Ahsoka foi aprendiz Padawan de Anakin durante o período das guerras, e vê-los juntos em carne e osso era o que faltava para tornar a saga ainda mais completa e fascinante.

Confira:

Lembrando que todos os episódios de ‘Ahsoka‘ estão disponíveis na Disney+.

Ambientada após a queda do Império, ‘Ahsoka‘ acompanha a Jedi renegada (vivida por Rosario Dawson) enquanto ela investiga uma ameaça emergente em um momento de vulnerabilidade da galáxia. Em meio à sua busca, ela terá de lidar com negócios inacabados pelos traumas de suas experiência de mestre e aprendiz ao lado da Mandaloriana Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo) e da lendária piloto rebelde Hera Syndulla (Mary Elizabeth Wintead).

Lars MikkelsenRay StevensonIvanna SakhnoDiana Lee InosantoDavid Tennant e outros também fazem parte do elenco.

O Outro Lado do Vento | Uma pérola escondida da NETFLIX

Longa carrega uma das histórias de produção mais conturbadas do cinema

Com sua imensa variedade de produções, a Netflix é como uma infindável biblioteca (ou locadora) no qual é muito fácil deixar certos títulos passarem despercebidos. Como em qualquer estabelecimento do tipo, os exemplares de maior nome costumam ficar à vista do visitante mais claramente do que qualquer outra coisa e no caso da Netflix esse exemplo se torna mais enfático devido à existência do algoritmo que mapeia a preferência do usuário com base no que ele consome, apresentando assim exemplares que são considerados mais apropriados para ele e consequentemente ocultando tantos outros que não se encaixam.

Um desses títulos, sem dúvida, é O Outro Lado do Vento: também conhecida como a última obra de Orson Welles. O mockumentário (falso documentário) do famoso cineasta teve uma produção extremamente complicada, marcada por processos judiciais, gravações que levaram anos para serem concluídas e escassez de recursos financeiros. 

Desde o início Welles lidou com o projeto como uma obra independente, no qual não só marcaria seu retorno às boas graças de Hollywood (conforme ele acreditava) como também seria um filme no qual ele teria o controle total de tudo que aconteceria; essa seria uma situação oposta ao que lhe ocorreu enquanto produzia sua obra mais famosa, Cidadão Kane, onde o estúdio mantinha o diretor sob controle e era detentor da palavra final.

Orson Welles (à esquerda) era persona non grata em Hollywood à altura que realizou seu último filme

O momento em que a ideia do filme foi concebida também é muito importante, ainda mais que pela duração do desenvolvimento ela se traduz de 1970 até 2018. Quando Welles anunciou que estava desenvolvendo seu próximo filme ele já era um cineasta “exilado” na Europa e no período entre 1948 e 1956 suas produções basicamente se concentraram por lá, tais como Othello (1948) e The Immortal Story (1968).

Toda a premissa de O Outro Lado do Vento se concentra no último dia de vida de um premiado diretor chamado Jake Hannaford que, incapaz de se adaptar às mudanças pelas quais o cinema passava principalmente com o movimento da Nova Hollywood, decide apostar na produção de uma última obra que conteria todos os elementos que estavam populares na época por filmes como Bonnie e Clyde e A Última Noite de um Homem, sendo eles sexo e violência explícita.

Dessa forma, com o filme ainda inacabado, Hannaford promove uma festa em sua casa convidando críticos e associados de longa data para exibir o que já havia do material. Ao mesmo tempo em que é desenvolvida essa linha narrativa, vai se mesclando a ela cenas do filme que está sendo exibido na festa; apresentando um casal de protagonistas que jamais falam e envolvidos em várias cenas explicitamente eróticas. Por se tratar de uma obra não finalizada, esse filme secundário não mostra qualquer linha narrativa clara que o espectador possa seguir para entender o que está acontecendo, nem mesmo os personagens da festa ou envolvidos na produção são capazes de entender o que está sendo mostrado.

Jake Hannaford (John Huston) é o protagonista e objeto de estudo em “O Outro Lado do Vento

De qualquer forma, Welles monta sua trama principal com um trabalho de câmera propositalmente caótico em meio às várias pessoas presentes na festa e invasivo no que consta aos constantes close-ups sobre o diretor protagonista. Narrativamente o filme não segue uma estrutura que simula fielmente a fórmula de um documentário mas a câmera tem uma presença bem fluída pelo cenário, focando pontualmente em vários convidados interagindo em cômodos diferentes. De vez em quando rendendo comentários direcionados do personagem em observação sobre o que quer que esteja acontecendo.

Durante uma conversa com Peter Bogdanovich, que também foi parte do elenco, Welles indicou como seria a estrutura de condução da trama. “Eu vou usar várias vozes para contar a história. Você escuta conversas gravadas como entrevistas e você vê algumas cenas diferentes acontecendo ao mesmo tempo”.

O enredo também é considerado uma metáfora aberta sobre o processo de envelhecimento de um artista, variando em termos de associação do protagonista com o autor Ernest Hemingway, essa defendida pelo próprio Orson Welles que o conheceu na década de 30, até possivelmente com Alfred Hitchcock que outrora já havia sido uma unanimidade na indústria mas que na fase final da carreira enfrentou grande dificuldade de se adaptar aos novos tempos, entregando dessa forma trabalhos considerados medíocres como Topázio e Cortina Rasgada.

A altura dos anos 70, Hitchcock, assim como Hannaford, estava longe do auge da carreira

Porém, a comparação mais imediata e talvez célebre acabe sendo com a mente por trás do filme. Nas ocasiões em que foi questionado se o protagonista interpretado por John Huston (outro célebre nome no panteão de cineastas de Hollywood) era uma representação da sua persona, Orson Welles foi direto ao negar e jogar a especulação para o colo de Hemingway. No entanto, é fácil tender a comparar O Outro Lado do Vento como uma representação satírica da trajetória profissional do próprio Orson Welles.

Antes considerado um prodígio do cinema pelo feito alcançado com Cidadão Kane e até mesmo um comunicador diferenciado por um dos primeiros mockumentários da história que foi sua transmissão radiofônica de Guerra dos Mundos em 1938, ele viu gradativamente os estúdios lhe dando as costas e com crescente dificuldade de financiamento dos seus projetos ele se voltou para o mercado europeu de cinema independente que foi ganhando amadurecimento a partir dos anos 50.

É justamente esse histórico complicado relacionado ao financiamento que Welles postergou por décadas a finalização de O Outro Lado do Vento. Inicialmente ele teve como principal investidor Mehdi Boushehri, cunhado do então Xá do Irã Reza Pahlavi. No entanto, após a deposição do Xá na Revolução Iraniana de 1979 o filme foi mantido em um cofre na França, primeiramente pelo novo regime do país e depois pela produtora francesa do cunhado do Xá.

Problemas financeiros, a até mesmo geopolíticos, atrasaram indefinidamente a pós produção do filme

Welles então iniciou uma batalha judicial para recuperar os direitos sobre os negativos; conforme é visto no documentário Serei Amado Quando Morrer, o cineasta apelou para o antigo código napoleônico relacionado à propriedade intelectual, mas a decisão da corte francesa manteve os direitos com o produtor.

Quando chegou o ano de 1985, Orson Welles faleceu sem jamais ter finalizado a edição de seu último filme. Ainda assim, seus associados e parentes continuaram o esforço de arrecadar recursos para terminar a produção o mais próximo possível de como o diretor sonhara em realizar. Por volta de 1998, Mehdi Boushehri decidiu por negociar os direitos sobre o filme, a fim de facilitar que ele fosse lançado e assim pudesse recuperar um pouco do investimento.

Poucos anos depois, Bogdanovich anuncia que vai buscar parceiros para terminar a pós-produção de O Outro Lado do Vento em um esforço que perdurou até 2018, quando a versão finalizada foi exibida no Festival de Veneza e no final do ano entrou no catálogo da Netflix

Ao final dessa saga, fica muito difícil não confundir o filme com a carreira de Welles. Um conceito que originalmente poderia ser o renascimento de um cineasta\um cineasta que no início da carreira apresentou conceitos que poderiam mudar o cinema, uma história sobre um diretor outrora grande que se tornou uma sombra reciclada de si mesmo\ um realizador que já foi considerado um prodígio de Hollywood por ter criado o maior filme de todos os tempos e nos estágios finais da vida precisava financiar os próprios projetos.

Tudo em O Outro Lado do Vento exala a exaustão, no bom sentido, do seu criador, o cansaço que transparece no Jake Hannaford de John Huston exibe bem isso; as câmeras invasivas que tomam a festa na casa do cineasta, como abutres em volta do corpo já deteriorado do protagonista, são as mesmas que muito se fartaram em mostrar Orson nos estágios finais da vida e ainda assim cabe a ironia de algumas delas serem de cineastas realizando gravações sobre o projeto de Hannaford; outrora o manipulador das câmeras, é Hannaford\Welles quem por elas agora era vitimizado.

 

Sandra Bullock está CHATEADA com as alegações de Michael Oher sobre ‘Um Sonho Possível’, afirma fonte

Michael Oher, cuja história inspirou o filme ‘Um Sonho Possível‘ indicado ao Oscar em 2010, está movendo um processo contra a família Tuohy, que o adotou e cuja história foi retratada na tela grande. (via ESPN)

Oher alega que nunca foi efetivamente adotado pela família, que eles se beneficiaram financeiramente de sua história e que ele nunca recebeu uma compensação pela adaptação de sua biografia para o cinema.

Enquanto o livro e o filme foram lançados com base na história de Oher, o jogador afirma que ele nunca recebeu uma parcela dos lucros.

Agora, uma fonte disse ao site DailyMail que a atriz Sandra Bullock ficou profundamente afetada pelas alegações de que seu papel vencedor do Oscar poderia ter sido baseado em uma mentira.

A atriz, que interpretou Leigh Anne Tuohy no filme, sente que o trabalho árduo e a dedicação colocados em uma história que ela acreditava ser verdadeira foram prejudicados pelas recentes revelações.

“Agora as pessoas não vão assistir e, se o fizerem, terão uma reação completamente diferente à sua intenção original,” disse a fonte, enfatizando que Sandra Bullock lamenta que um momento especial em sua vida tenha sido obscurecido por uma perspectiva alterada.

A situação se soma a um momento difícil para a atriz, que recentemente enfrentou a perda de seu parceiro, Bryan Randall, e está lidando com a turbulência tanto em sua vida privada quanto profissional.

Apesar das adversidades, Sandra Bullock está “mostrando força e está ansiosa por dias melhores pela frente“, conforme revelou a fonte. Enquanto algumas vozes críticas sugeriram que ela deveria “devolver seu Oscar de Melhor Atriz” após as polêmicas, seus fãs nas redes sociais vieram em sua defesa.

Já o processo, movido em uma corte no Tennessee, alega que Oher foi induzido a assinar um documento que concedeu aos Tuohy a autoridade de agir em seu nome, sob a falsa alegação de que se tornar um “guardião legal” era equivalente a ser um “pai adotivo”. Oher afirma que isso permitiu que os Tuohy se apresentassem como seus pais adotivos para obter ganhos financeiros.

Segundo ele, o acordo envolveu a família Tuohy e seus filhos biológicos, que receberam pagamentos consideráveis pelos direitos da história e uma porcentagem dos ganhos não definidos do projeto.

Oher, cuja carreira na NFL começou em 2009, diz que só teve tempo para analisar os detalhes legais após sua aposentadoria em 2016. O processo levanta questões sobre a exploração de histórias da vida real para fins financeiros e destaca a complexidade por trás das adaptações cinematográficas.

Relembre o trailer:

Chorão, do Charlie Brown Jr., vai ganhar cinebiografia nos cinemas

O renomado cantor Alexandre Magno Abrão, mais conhecido pelo seu nome artístico Chorão, vocalista do grupo Charlie Brown Jr., está prestes a ter sua história contada nos cinemas. O artista faleceu em 2013.

Segundo informações da Folha de São Paulo, o filme será uma adaptação do livro “Se Não Eu, Quem Vai Fazer Você Feliz? Minha História de Amor com Chorão, escrito pela viúva do artista, Graziela Gonçalves. No livro, Graziela relata como o relacionamento dos dois ao longo de quase vinte anos a transformou profundamente.

O longa-metragem será dirigido por Hugo Prata e Felipe Novaes, os mesmos criadores do documentário Chorão: Marginal Alado’, e terá roteiro da Duda de Almeida, conhecida por seu trabalho em Sintonia. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o elenco.

Alexandre Magno Abrão, mais conhecido como Chorão, nasceu em 9 de abril de 1970, em Tremembé–SP. O cantor e skatista alcançou a fama como vocalista da banda Charlie Brown Jr. e faleceu em 6 de março de 2013, em São Paulo, aos 42 anos, vítima de uma overdose de cocaína.

O documentário ‘Chorão: Marginal Alado’, está disponível na Netflix.

O documentário retrata a vida e a carreira do cantor brasileiro Chorão, líder da banda Charlie Brown Jr. De depoimentos sobre sua vida pessoal e profissional e imagens de arquivo, o filme acompanha a história de uma das estrelas do rock mais importantes do Brasil. Chorão viveu duas décadas intensas de sucesso nacional e internacional, cheios de momentos polêmicos, até sua morte prematura, por overdose de drogas, em 2013.

Confira:

O filme foi dirigido por Felipe Novaes e levou para casa o prêmio de Melhor Documentário Nacional no voto popular da 43ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

Diretor de ‘Capitão América 4’ elogia o trabalho de Harrison Ford como Hulk Vermelho: “Um Monstro da Raiva”

‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, o grande lançamento da Marvel Studios em 2025, trará Harrison Ford no icônico papel de general Thaddeus “Thunderbolt” Ross, o temido Hulk Vermelho.

Em entrevista à Empire, o diretor Julius Onah elogiou o trabalho de Ford como o Hulk Vermelho.

“Todos nós no set ficamos impressionados, tipo, ‘Caramba, ele mandou muito bem!'” diz Onah. “É realmente incrível ver de volta um Hulk que está destruindo tudo, um monstro da raiva”.

Para Harrison Ford, assumir o papel de Thaddeus Ross após a morte do talentoso William Hurt foi um grande desafio.

“Fiquei um pouco preocupado em substituir Bill Hurt, que era um ator maravilhoso. Eu estava determinado a encontrar a maneira certa de interpretar esse personagem depois que o público já o viu em outras versões. Sou apenas um pouco familiarizado com o Universo Marvel — vivo em outro universo — mas assisti a vários filmes da Marvel com atores incríveis, aparentemente se divertindo. E pensei, ‘Por que não eu?'”, afirmou.

Sobre a interpretação do monstruoso personagem, Ford disse: “Tentei entender a ambição dos cineastas e ser útil para eles. Eu não ficava em casa à noite pensando, ‘Ah, o que eu quero fazer quando me transformar no Hulk?’ Não me parecia uma proposta de atuação tão difícil”.

Confira:

Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.

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Segundo o WorldOfReel, as extensas refilmagens do longa jogaram o orçamento para US$ 350 milhões a US$ 375 milhões.

Oficialmente,  o filme mais caro da Marvel foi ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (2015) com US$ 365 milhões.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

‘007’: Rumores revelam os principais candidatos para o papel de James Bond; Qual seu PREFERIDO?

A franquia 007 ganhou novidades promissoras com a notícia de que o cineasta Denis Villeneuve está sendo cotado para dirigir o novo longa. No entanto, a grande questão que intriga os fãs é quem será o próximo ator a vestir o icônico terno de James Bond, com lançamento previsto para 2028.

Segundo a Variety, fontes afirmam que o estúdio e os produtores estão interessados em escalar um ator britânico com menos de 30 anos. Nomes como Jacob Elordi (‘Saltburn’), Tom Holland (‘Homem-Aranha’) e Harris Dickinson (‘Babygirl’) estariam no topo da lista.

Embora haja especulações sobre Aaron Taylor-Johnson (35 anos) ou Henry Cavill (42 anos) serem possíveis sucessores de Craig, a idade deles dificulta a escolha. O favorito dos fãs, Idris Elba (52 anos), também é improvável, já que evitou rumores sobre Bond por anos.

‘Supergirl’: Primeiras exibições de teste dividem opiniões sobre o novo longa do DCU

As primeiras exibições de teste deSupergirl, novo longa da DC Studios focado na Última Filha de Krypton, já começaram a gerar repercussões nos bastidores.

De acordo com o ComicBookMovie, o corte exibido possui cerca de 2 horas e 5 minutos de duração e as reações iniciais indicam um resultado equilibrado, embora ainda existam pontos de melhoria.

Segundo relatos, o retorno não foi unânime em termos de aclamação, mas o filme é considerado sólido, apresentando cenas que brilham muito mais do que outras. Um dos grandes destaques positivos é a atuação de Milly Alcock, que foi bastante elogiada no papel principal.

Além disso, a presença do personagem Lobo foi confirmada em duas cenas de luta, embora as primeiras impressões apontem que o vilão da trama ainda parece pouco marcante ou “sem graça”.

Vale ressaltar que o objetivo dessas exibições-teste é justamente identificar o que funciona e o que falha na narrativa. A partir desse feedback, a DC Studios poderá realizar os ajustes necessários na edição ou até mesmo planejar refilmagens para fortalecer os pontos fracos.

Quanto à duração do longa, é provável que o tempo de tela sofra novas alterações nos próximos meses conforme a finalização do projeto avance.

O nos cinemas nacionais no dia 25 de junho.

Quando um inimigo inesperado e implacável surge como uma ameaça, Kara Zor-El é forçada, contra a sua vontade, a unir-se a uma companheira improvável. Juntas, elas embarcam numa jornada cósmica épica onde vingança e justiça estão em jogo – e onde Kara precisa confrontar as suas origens para encontrar o seu próprio caminho como heroína.

DC Studios escala roteirista de ‘Supergirl’ para novo filme da ‘Mulher-Maravilha’

Dirigido por Craig Gillespie (‘Cruella’), o longa é baseado nos quadrinhos Supergirl: Woman of Tomorrow, da DC.

O elenco ainda conta com Matthias Schoenaerts (Krem), Eve Ridley (Ruthye), David Krumholtz (Zor-El), Emily Beecham (Alura In-Ze), Jason Momoa (Lobo) e Ferdinand Kingsley (Elias Knoll).

James Gunn revela detalhes da nova ‘Supergirl’: “Ela não é o Superman”

Russell Crowe abre o jogo sobre o fracasso de ‘Gladiador II’

O astro Russell Crowe desabafou recentemente sobre os motivos pelos quais acredita que Gladiador II’, sequência do clássico dirigida por Ridley Scott, não conseguiu conquistar o público com a mesma força do filme original. Em entrevista ao Deadline, o ator comparou o sucesso do longa de 2000 ao desempenho da nova produção e foi categórico:

“Quando eles destruíram esse centro moral na sequência, foi muito interessante. O segundo filme mal alcançou a mesma bilheteria do primeiro, mas isso aconteceu mais de 20 anos depois. Quando você considera a inflação e a mudança no valor do dólar, eles fracassaram. E fracassaram porque não entenderam por que o primeiro foi bem-sucedido: ele tinha um núcleo moral”, afirmou.

Para ilustrar o que defende como a “alma” da história, Crowe relembrou que, durante a produção deGladiador (2000), precisou se opor firmemente às tentativas do estúdio de incluir cenas de sexo para seu personagem, Maximus. Segundo o ator, a ideia entrava em conflito direto com a essência de um homem devastado pela morte da esposa e do filho.

“Eu simplesmente continuei resistindo. Eu dizia: ‘Esta é a história de um homem que está vingando a morte da esposa e do filho. Não pode haver um momento nessa jornada em que ele pare para fazer sexo com alguém. Isso não faz sentido… isso destruiria a trajetória dele'”, explicou.

O embate com os executivos da época não foi simples, mas Crowe ganhou o apoio do diretor: “Eles discutiram comigo, me enviaram cartas sobre isso e tudo mais, mas eu mantive minha posição. Felizmente para mim, Ridley, embora provavelmente adorasse escrever uma cena romântica entre mim e Connie Nielsen, concordou comigo naquela época. E aquilo se tornou o núcleo moral do filme”.

Crowe explicou que o objetivo da equipe era criar algo “realmente clássico”, embora os executivos não compreendessem totalmente essa visão.

“Estávamos tentando fazer algo muito, muito tradicional, e o estúdio não entendia exatamente o motivo”, afirmou.

O ator destacou que sua intuição se provou correta quando o filme estreou nos cinemas e acabou atraindo um público surpreendente, registrando mais bilheteria entre mulheres do que homens:

“Na superfície, Gladiador parece um filme para homens, mas se fosse apenas para homens, seria um filme sobre revanche. Mas não é. É um filme para mulheres porque fala sobre vingança motivada pela perda e pelo amor. É uma diferença sutil, mas existe. Eu precisava que o personagem permanecesse nesse caminho”, concluiu.

A sequência GLADIADOR 2 segue o sobrinho do Imperador Commodus, Lucius Verus (Paul Mescal), o ex-herdeiro do Império. Ele é filho de Lucilla (Connie Nielsen) e foi interpretado por Spencer Treat Clark no primeiro filme. Há aproximadamente 15 anos, Lucius vive “no deserto”, sem nenhuma ligação com sua mãe, que pensa que ele pode estar morto.

Revoltado com o sistema e com as injustiças, Lucius é influenciado pela morte do seu ídolo, Maximus (Crowe), e decide se tornar um Gladiador. Ele é treinado pelo personagem de Denzel Washington, um ex-comerciante de escravos que se tornou rico e que guarda rancor dos imperadores.

Crítica | Mesmo não chegando aos pés do original, ‘Gladiador II’ é um espetáculo artístico de ponta (Nota: 7.0) 

 

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Crítica | Cássia Eller

O encontro da poesia com o escarnio

Estranho seria se eu não me apaixonasse por você…” Este trecho da canção All Star, de Nando Reis, sintetiza bem a impressão que geralmente as pessoas tinham quando conheciam Cássia Eller, como figura e cantora. Reis, não por acaso, a compôs pensando nela, num período que passou produzindo um de seus discos. O ex-integrante dos Titãs, na verdade, estava muito próximo da interprete e pôde absorver toda força artística e humana emanada ali – que era tátil tanto para a crítica, quanto pelo público. De modo que, cerca de treze anos após nos deixar, sua obra está mais viva do que nunca e é felizmente cultuada pelas mais variadas tribos. Ainda que os mais novos notem só a primeira camada punk.

Foi talvez pensando nessa pujança que o infalível Paulo Henrique Fontenelle – dos ótimos Loki – Arnaldo Baptista (2008) e Dossiê Jango (2012) – resolveu resgatar tal impressionante trajetória e mostrar para nova era digital quem foi a fenomenal Cássia Eller. Também seguindo a ótima safra nacional de documentários musicais, o caso dos recentes Raul – O Início, o Fim e o Meio (2012) e A Música Segundo Tom Jobim (2012), registros que não são apenas valiosos dentro de critérios informativos, mas cinematograficamente importantes.

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Mesmo introduzindo algumas trucagens visuais, como grifes de textos, molduras e símbolos, que esteticamente enriquecem a fita, Fontenelle prefere contar a história da roqueira carioca num formato linear, que pode soar convencional à primeira vista. No entanto, com o caminhar da trama, percebemos as sutilizas que estão impressas no documentário. Como a narração de antigos escritos ou exposição de fotos e vídeos da cantora, passados de maneira inimista, embalados por canções mais suaves.

O documentarista também conseguiu reunir um grande leque de personalidades que fizeram parte, direta ou indiretamente, da vida de Cassia. De produtores e músicos a amigos e familiares. E não é embuste dizer que cada depoimento, carinhoso ou não, possui função concisa para que entendamos a figura estudada. Por exemplo, vemos em Maria Eugênia uma visão mais humana e pessoal da interprete; já Zélia Duncan tem papel fundamental no que se refere a comentar sobre o estilo agressivo e a importância artística dela, como mulher, para a música; Nando Reis, num momento muito particular, além de expressar sua grande admiração, fala a respeito da relação de ensaios e feições mais técnicas que eram notavelmente singulares.

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Acima de tudo, Paulo Henrique Fontenelle faz aqui o trabalho mais apaixonado de sua carreira. Algo que, assim como O Equilibrista (2008), transcende a mídia documental, por enxergar a arte de modo sensorial. Por imprimir em tela a verdadeira essência de seu protagonista – no caso a inesquecível Cássia Eller, que carregava na alma e na voz a revolta e explosão do Rock, a beleza e sutileza da MPB e a elegância e estética do Blues. Em suma, é um belo filme que não desperdiça momentos e cumpre perfeitamente o seu propósito.

‘Pantera Negra 2’: Nova arte promocional detalha armadura de Coração de Ferro

Uma nova arte promocional de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘, o novo filme da Marvel Studios, revelou mais do visual da armadura da Coração de Ferro.

As fotos apareceram on-line recentemente, nos revelando mais detalhes da armadura construída por Riri Williams.

Confira logo abaixo a belíssima arte:

Lembrando que o novo filme do Pantera Negra introduzirá a Coração de Ferro no MCU, para logo depois a super-heroína ganhar sua própria série no Disney+.

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência também conta com Letitia Wright, Lupita Nyong’o, Angela Basset, Winston Duke, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O enredo ainda não foi revelado, mas a produção continua com a importante missão de seguir o filme e manter o legado do Rei T’Challa, vivido pelo ator Chadwick Boseman, que morreu aos 43 anos devido a um câncer de cólon, em 2020.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

O Turista

(The Tourist)

 

Elenco: Johnny Depp, Angelina Jolie, Paul Bettany, Rufus Sewell, Bruno Wolkowitch, Julien Baumgartner, Clément Sibony.

Direção: Florian Henckel von Donnersmarck

Gênero: Suspense/Ação

Duração: 103 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Estreia: 21 de Janeiro de 2011

Sinopse:

Durante uma viagem improvisada à Europa para curar um coração partido, Frank (Depp) desenvolve uma inesperada relação amorosa com Elise (Angelina Jolie), uma mulher extraordinária que deliberadamente cruza o seu caminho. Tendo o excitante cenário de Paris e Veneza como pano de fundo, o intenso romance se desenvolve rapidamente na medida em que ambos se envolvem involuntariamente num jogo mortal como gato e rato.

Curiosidades:

» Johnny Depp interpreta um professor de matemática em ‘O Turista’. Na vida real, o ator largou a escola aos 15 anos de idade.

» Durante as filmagens, um boato revelava que a esposa de Johnny Depp, Vanessa Paradis, tinha medo de sofrer da mesma dor de Jennifer Aniston, que perdeu Brad Pitt para Jolie enquanto filmavam ‘Sr. e Sra. Smith‘.

» Tom Cruise e Sam Worthington (‘O Exterminador do Futuro – A Salvação’) abandonaram a produção.

» O papel de Angelina Jolie passou pelas mãos de Charlize Theron, que abandonou a produção.

Clipe EXCLUSIVO de ‘Ricki and the Flash – De Volta pra Casa’, com Meryl Streep

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, um clipe de ‘Ricki and the Flash – De Volta pra Casa‘. A estreia no Brasil acontece em 3 de Setembro de 2015.

Assista:

Meryl Streep conduz um novo tipo de show – interpretando uma guitarrista e vocalista de uma banda hard-rock – para o diretor vencedor do Oscar® Jonathan Demme e a roteirista vencedora do Oscar® Diablo Cody em Ricki and the Flash. Num filme original, eletrizante e carregado de música e performances ao vivo; Streep estrela como Ricki Rendazzo, uma heróina das guitarras que cometeu uma enormidade de erros enquanto perseguia seu sonho de estrelato no mundo do rock. Ao retornar para casa, Ricki tem uma chance de se redimir e fazer as coisas darem certo enquanto encara sua família. A filha da atriz na vida real, Mamie Gummer (‘Terapia de Risco’), interpretará uma de suas filhas no longa.

Recordistas de indicações ao Oscar de Melhor Atriz, com 18 no total, Streep costuma se entregar às suas personagens. Para este filme, ela teve aulas de guitarra.

Além de tocar guitarra, a atriz também cantará e terá números musicais no longa, como em ‘Mamma Mia‘.

A direção fica por conta de Jonathan Demme (‘O Silêncio dos Inocentes’), que já dirigiu Streep em ‘Sob o Domínio do Mal‘ (2004).

Será que vem mais um Oscar por aí?ricki_and_the_flash_poster