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Grammy Awards 2024 | Billie Eilish leva o prêmio de Melhor Canção para Mídia Visual por “What Was I Made For?”

A icônica Billie Eilish fez bonito durante o anúncio de vencedores da 66ª edição do Grammy Awards – e já levou um prêmio para casa.

A cantora, ao lado de Finneas O’Connell, conquistou o prêmio de Melhor Canção para Mídia Visual por seu incrível trabalho na faixa “What Was I Made For?”, que integrou o filme Barbie.

Ela ainda concorre nas categorias de Música do AnoGravação do AnoMelhor Performance Pop Solo pela mesma música.

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Barbie 01

Grammy Awards 2024 | Kylie Minogue leva o prêmio de Melhor Gravação Pop Dance por “Padam Padam”

A lendária Kylie Minogue ganhou a crítica e o público ao lançar o aclamado álbum ‘Tension’ neste ano e, agora, levou uma estatueta do Grammy Awards por seu trabalho.

A artista conquistou o prêmio de Melhor Gravação Pop Dance pelo lead single “Padam Padam”. Essa foi a primeira indicação da cantora e compositora no evento desde 2009, quando concorreu na categoria de Melhor Álbum Dance/Eletrônico por ‘X’, a primeira vitória desde 2004, com o single “Come Into My World”, e a primeira vencedora da categoria – instituída este ano.

Relembre a tracklist oficial do álbum:

1. Padam Padam
2. Hold on to Now
3. Things We Do for Love
4. Tension
5. One More Time
6. You Still Get Me High
7. Hands
8. Green Light
9. Vegas High
10. 10 Out of 10 (com Oliver Heldens)
11. Story

A artista, que ganhou fama ainda nos anos 1980 e tornou-se uma das mais famosas e aclamadas performers dos últimos tempos, é mais conhecida por seu vibrante dance-pop chiclete.

Vendendo mais de 80 milhões de discos ao redor do mundo, Minogue é a voz por traz de sucessos como “Get Outta My Way”“In Your Arms”“Can’t Get You Out Of My Head”. Em 2004, levou uma estatueta do Grammy de Melhor Gravação Dance por “Come Into My World”, um dos singles oficiais do aclamado Fever (2001). Seus outros prêmios incluem três BRIT Awards e 17 ARIA Music Awards.

kylie minogue 2

Grammy Awards 2024 | Quem serão os vencedores das quatro principais categorias da premiação?

A temporada de premiações continua a todo vapor e, no próximo dia 04 de fevereiro, teremos a cerimônia de vencedores da 66ª edição do Grammy Awards.

Dentre os principais relembrados, tivemos a icônica SZA liderando a lista com nove indicações, seguida de perto por Victoria MonétPhoebe Bridgers e engenheira de mixagem Serban Ghenea, com sete indicações cada; e logo depois por Jack AntonoffJon BatisteBoygeniusBrandy ClarkMiley CyrusBillie EilishOlivia RodrigoTaylor Swift, com seis indicações cada.

Na categoria de Álbum do Ano, a principal da noite, temos a presença de SZA, Swift, Rodrigo, Boygenius, Cyrus, Batiste, Lana Del ReyJanelle Monáe.

Agora, analisamos as quatro principais categorias (Álbum, Música e Gravação do AnoArtista Revelação) para descobrir quem tem mais chances de levar o cobiçado gramofone dourado para casa.

Confira:

ÁLBUM DO ANO

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INDICADOS
“World Music Radio,” Jon Batiste
“The Record,” Boygenius
“Endless Summer Vacation,” Miley Cyrus
“Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd,” Lana Del Rey
“The Age of Pleasure,” Janelle Monáe
“GUTS,” Olivia Rodrigo
“Midnights,” Taylor Swift
“SOS,” SZA

Quem irá levar? SOS, SZA ou GUTS, Olivia Rodrigo
Quem merece levar? SOS, SZA ou GUTS, Olivia Rodrigo

SZAOlivia Rodrigo deram o nome nessa temporada de premiações com lançamentos simplesmente irretocáveis. SZA continuou sua onda de enorme sucesso, tanto crítico quanto financeiro, com o lançamento de ‘SOS’, seu segundo álbum de estúdio que surpreendeu a todos por ser ainda melhor que o début ‘CTRL’ – reiterando sua versatilidade no mundo da música e sua identidade única, conquistando os fãs ao redor do planeta.

Rodrigo, por sua vez, voltou-se novamente para as angústias jovem-adultas com o antecipadíssimo ‘GUTS’, superando a si própria através de uma convincente e melódica narrativa voltada ao pop-punk do final dos anos 1990 e começo dos anos 2000, construindo uma ponte entre passado e presente que arrancou algumas das melhores músicas de sua breve carreira – como “the grudge”“ballad of a homeschooled girl”. Logo, não é nenhuma surpresa se alguma das duas conseguir o prêmio mais cobiçado da noite – merecendo a condecoração.

GRAVAÇÃO DO ANO

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INDICADOS
“Worship,” Jon Batiste
“Not Strong Enough,” Boygenius
“Flowers,” Miley Cyrus
“What Was I Made For?”, Billie Eilish
“On My Mama,” Victoria Monét
“Vampire,” Olivia Rodrigo
“Anti-Hero,” Taylor Swift
“Kill Bill,” SZA

Quem irá levar? What Was I Made For?, Billie Eilish
Quem merece levar? What Was I Made For?, Billie Eilish

Billie Eilish vem se provando uma das maiores vozes da nova geração e uma artista de perspectiva única frente a uma indústria que reverbera em talento. E, dentre os indicados à Gravação do Ano“What Was I Made For?” realmente se destaca: a faixa, composta por Eilish e por seu irmão, Finneas O’Connell, integrou a trilha sonora de ‘Barbie’ e casou perfeitamente com a temática de crise identitária explorada no filme – acompanhada de uma melódica e melancólica construção que nos arrancou suspiros e lágrimas.

Talvez a única faixa que compita, em termos técnicos, com a supracitada, seja “Kill Bill”, de SZA – o quinto single de seu aclamado segundo álbum de estúdio que fez um sucesso gigantesco nas paradas ao redor do mundo, dando-lhe seu primeiro #1 na Hot 100“vampire”, de Olivia Rodrigo, também consagra-se como uma forte candidata à estatueta – então, não se surpreenda caso alguma das outras duas levar o prêmio para casa.

MÚSICA DO ANO

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INDICADOS
“A&W” — Jack Antonoff, Lana Del Rey & Sam Dew, compositores (Lana Del Rey)
“Anti-Hero” — Jack Antonoff & Taylor Swift, compositores (Taylor Swift)
“Butterfly” — Jon Batiste & Dan Wilson, compositores (Jon Batiste)
“Dance the Night” — Caroline Ailin, Dua Lipa, Mark Ronson & Andrew Wyatt, compositores (Dua Lipa)
“Flowers” — Miley Cyrus, Gregory Aldae Hein & Michael Pollack, compositores (Miley Cyrus)
“Kill Bill” — Rob Bisel, Carter Lang & Solána Rowe, compositores (SZA)
“Vampire” — Daniel Nigro & Olivia Rodrigo, compositores (Oliva Rodrigo)
“What Was I Made For?” — Billie Eilish O’Connell & Finneas O’Connell, compositores (Billie Eilish)

Quem irá levar? Kill Bill, SZA ou What Was I Made For?, Billie Eilish
Quem merece levar? A&W, Lana Del Rey

Novamente, estamos lidando com uma categoria de gigantes, com a presença de nomes como Dua LipaTaylor SwiftMiley Cyrus. Todavia, Billie EilishSZA são as favoritas na categoria de Música do Ano por seus incríveis trabalhos – “What Was I Made For?”“Kill Bill”, respectivamente, cada qual com uma beleza surpreendente e magnética.

Entretanto, é preciso comentar que o principal destaque dessa categoria é “A&W”, segundo single de ‘Did You Know There’s a Tunnel Under Ocean Blvd.’, de Lana Del Rey. Sendo uma das maiores artistas do século e uma das compositoras de maior renome do cenário contemporâneo da música, Del Rey é constantemente esnobada pela Academia – e deve ser, novamente, mesmo tendo lançado a melhor música de 2023.

ARTISTA REVELAÇÃO

victoria monet

INDICADOS
Gracie Abrams
Fred Again
Ice Spice
Jelly Roll
Coco Jones
Noah Kahan
Victoria Monét
The War and Treaty

Quem irá levar? Victoria Monét
Quem merece levar? Victoria Monét

É inegável o crescimento exponencial da popularidade de Ice Spice no mundo da música nos últimos anos: além de ter colaborado com Taylor Swift no remix de “Karma”, do álbum ‘Midnights’, ela participou da trilha sonora de ‘Barbie’ ao lado de Nicki Minaj (que também conquistou uma indicação ao Grammy) e calcou seu nome no escopo mainstream como ninguém mais.

Ainda que tenha grandes chances de levar a estatueta de Artista Revelação para casa, é Victoria Monét quem merece nossa atenção. Frequente colaboradora da icônica Ariana Grande, Monét é responsável por alguns dos maiores sucessos musicais da última década e, depois de firmar seu nome nos bastidores, veio à frente dos holofotes com o lançamento de ‘Jaguar II’, seu álbum de estreia que lhe rendeu nada menos que sete indicações ao Grammy – e cujo triunfo é o suficiente para lhe conceder o prêmio.

‘Todos Menos Você’: Comédia romântica ultrapassa US$ 150 milhões nas bilheterias mundiais

A comédia romântica ‘Todos Menos Você‘ (Anyone but You), estrelada por Sydney Sweeney (‘Euphoria’) e Glen Powell (‘Top Gun: Maverick’), ultrapassou a marca dos US$ 150 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa se tornou a maior arrecadação para uma comédia romântica com alta classificação etária desde ‘O Bebê de Bridget Jones‘, de 2016.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 76.2 milhões. No mercado internacional, foram US$ 75.5 milhões – totalizando US$ 151.7 milhões mundialmente.

Crítica | Sydney Sweeney e Glen Powell BRILHAM na divertida comédia romântica ‘Todos Menos Você’

Vale lembrar que, no território norte-americano, o filme arrecadou apenas US$ 8 milhões no final de semana estendido de Natal. No entanto, a produção manteve uma excelente estabilidade nas telonas – o que reflete em sua média de 87% de aprovação do público no Rotten Tomatoes.

Desde sua estreia, o longa não sofreu uma queda semanal maior do que 27% no país.

Confira nossa crítica:

Will Gluck, nome por trás das comédias ‘A Mentira‘ (2010) e ‘Amizade Colorida‘ (2011), é responsável pela direção.

Gluck escreveu o filme com Ilana Wolpert (‘High School Musical’).

Na ousada comédia, Bea (Sweeney) e Ben (Powell) parecem o casal perfeito, mas depois de um incrível primeiro encontro, algo aconteceu que esfriou a atração eletrizante dos dois. Até que eles são colocados inesperadamente juntos em um casamento na Austrália. Então, eles fazem o que todo adulto faria – fingem ser um casal.

Joe Roth, Jeff Kirschenbaum, Sweeney e Gluck produzem.

Sydney Sweeney vai estrelar e produzir a nova adaptação do clássico ‘Barbarella‘, e está no elenco de Madame Teia.

Glen Powell esteve no filme de grande sucesso de 2022, ‘Top Gun: Maverick‘. Ele também está em ‘Irmãos de Honra‘, estrelando ao lado de Jonathan Majors, e vai estrelar uma série dos Irmãos Russo.

‘Meninas Malvadas’: Adaptação musical já arrecadou quase US$ 100 milhões mundialmente

Após uma sólida estreia nas bilheterias norte-americanas, a adaptação musical de ‘Meninas Malvadas‘ já arrecadou quase US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 66.3 milhões. No mercado internacional, foram US$ 26.3 milhões – totalizando US$ 92.6 milhões mundialmente.

O TOP 3 nas maiores arrecadações internacionais conta com o Reino Unido (US$7M), Austrália (US$5.4M) e México (US$3.2M).

Vale lembrar que o longa estreou domesticamente com sólidos US$ 32 milhões no final de semana estendido. Para termos de comparação, a nova versão arrecadou US$ 28 milhões durante o final de semana regular, superando a estreia do filme original (US$24.4M), de 2004.

No Brasil, porém, o filme falhou em conquistar o público e abriu na quinta posição nas bilheterias, atrás de filmes que já estão em cartaz há semanas, como ‘Wish‘, ‘Aquaman 2‘ e ‘Minha Irmã e Eu‘.

Assista a crítica em vídeo:

Crítica | Meninas Malvadas (2024) – Musical copia e cola, mas tira NOTA BAIXA

 

‘Argylle – O Superespião’ FRACASSA em estreia nas bilheterias dos EUA

Intitulado ‘Argylle – O Superespião‘, o filme de espionagem do diretor Matthew Vaughn (‘Kingsman’) estrelado por Henry Cavill (‘O Homem de Aço’) e Bryce Dallas Howard (‘Jurassic World’) FRACASSOU nas bilheterias norte-americanas.

Segundo estimativas da bilheteria, ‘Argylle‘ deve faturar míseros US$ 18 milhões nos primeiros três dias, um número que provavelmente não entusiasmará a Apple, que comprou o filme dirigido por Matthew Vaughn, com seu elenco repleto de estrelas, por US$ 200 milhões.

O filme estreou bem abaixo da expectativa de US$ 20 a 25 milhões.

Além de receber apenas 39% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa também não está se saindo muito bem entre o público, recebendo nota C+ no CinemaScore.

Para quem não sabe, a pesquisa do CinemaScore já é tradição e acontece desde 1978.

A votação é feita diretamente nos cinemas da América do Norte, com o público preenchendo os cartões de voto logo depois de terem assistido a um filme e atribuindo notas que vão de ‘A+’ a ‘F’.

Confira a publicação:

“A nota está aqui! #Argylle recebeu C+. Você assistiu esse filme nos cinemas? Deixe-nos saber no comentário abaixo!”

Confira os principais comentários:

“Embora Bryce Dallas Howard esteja charmosa, esta comédia de ação dependente de reviravoltas fica cansativa” – The Messenger.

“Um dos filmes de ação mais caoticamente estúpidos a torturar o público em anos” – Globe and Mail.

“De reviravoltas inesperadas ao elenco incrivelmente carismático, sem mencionar um terceiro ato repleto de acontecimentos hilariamente inesquecíveis, a complexa e simples história de espionagem cativa o público com seu charme exagerado e energia implacável” – Talking Films.

Argylle’ é divertido, com muita ação e um excelente uso da música” – Solzy at the Movies.

“Vaughn e [o roteirista Jason] Fuchs nunca descobrem como concretizar uma ideia inteligente” – Deadline.

Além de Cavill, também estão confirmados Sam Rockwell, Bryce Dallas Howard, Dua Lipa, Bryan Cranston, Catherine O’Hara, John Cena e Samuel L. Jackson no elenco.

O roteiro é assinado por Jason Fuchs (‘Mulher-Maravilha‘).

A história gira em torno do maior espião do mundo, chamado Argylle. A expectativa é que o filme seja um sucesso e dê origem a uma nova franquia de pelo menos mais três títulos, gravados nos Estados Unidos, Londres e em outras locações espalhadas pelo mundo.

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Série de suspense ARREBATADORA com Nicole Kidman no Prime Video; Assista a crítica!

Os dois primeiros episódios de ‘Expats‘, minissérie de suspense estrelada por Nicole Kidman, Sarayu Blue e Ji-young Yoo, já estão disponível no catálogo do Prime Video e o editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo.

Primorosa, a série consegue te conquistar com uma trama densa e poderosa.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

A trama da minissérie se desenrola em 2014, situada em Hong Kong, e segue a vida entrelaçada de três mulheres que se veem conectadas por meio de uma tragédia inesperada. 

Além de Nicole Kidman, o elenco de conta com Jack Huston, Brian Tee, Tiana Gowen, Bodhi del Rosario e Blessing Mokgohloa.

Inspirada no best-seller de sucesso “The Expatriates”, escrito por Janice Y. K. Lee, a minissérie está programada para consistir em seis episódios. A mente criativa por trás da série é Lulu Wang, aclamada diretora conhecida por seu trabalho em ‘A Despedida‘, que não apenas criou a série, mas também estará dirigindo o projeto.

 

Yorgos Lanthimos ELOGIA Emma Stone por sua abordagem às cenas de sexo em ‘Pobres Criaturas’

O renomado diretor Yorgos Lanthimos teceu elogios à atriz Emma Stone por sua atuação e postura destemida nas cenas de sexo em seu novo filme ‘Pobres Criaturas‘, que já está em exibição nos cinemas nacionais.

Ele destacou como Emma Stone abordou esses momentos íntimos “sem nenhuma vergonha”, o que foi essencial para a realização do filme.

“É uma pena que Emma não possa estar aqui para dizer mais sobre isso, porque não sou eu quem deveria falar desse assunto. Acima de tudo, é importante entender que o sexo é uma parte intrínseca do livro original”, comenta o diretor. Vale ressaltar que a atriz não esteve presente no Festival pois está aderindo à greve dos atores de Hollywood.

Além disso, o diretor salientou que a personagem de Bella Baxter é caracterizada por uma liberdade que abrange todos os aspectos de sua vida, incluindo sua sexualidade.

“Era importante para mim fazer um filme que não fugisse do sexo, porque isso seria trair completamente a minha protagonista. Tive que confiar em Emma para não ter vergonha de seu próprio corpo, de sua nudez, de se engajar nesse tipo de cena… e ela entendeu isso imediatamente”, continuou Lanthimos.

Crítica | ‘Pobres Criaturas’ – HORROR de Yorgos Lanthimos Pode Render Segundo Oscar à Emma Stone

Emma Stone dá vida à Bella Baxter, uma jovem trazida de volta à vida por Dr. Godwin Baxter (Willem Dafoe), um cientista excêntrico, mas brilhante. Mark Ruffalo também faz parte do elenco.

Confira a sinopse oficial abaixo:

Uma das criações mais brilhantes de Alasdair GrayPoor Things é uma revisão pós-moderna de Frankenstein’ que traz, no lugar do monstro tradicional, Bella Baxter, uma linda jovem erotomaníaca trazida de volta à vida com o cérebro de um infante. A ambição de Godwin Baxter em criar a companheira perfeita se concretiza quando ele encontra o corpo afogado de Bella – mas seu sonho é ameaçado pelo amor ciumento do Dr. Archibald McCandless pela criação.”

LanthimosTony McNamara assinam o roteiro.

Lembrando que Stone já trabalhou com o cineasta na aclamada e bizarra cinebiografia ‘A Favorita’, que lhe rendeu uma terceira indicação ao Oscar, dessa vez na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante.

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Crítica em Vídeo | Todos Menos Você é uma comédia romântica que faz rir e se APAIXONAR

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica da comédia romântica ‘Todos Menos Você‘ (Anyone but You), estrelada por Sydney Sweeney (‘Euphoria’) e Glen Powell (‘Top Gun: Maverick’), que ultrapassou a marca dos US$ 120 milhões nas bilheterias mundiais.

Assista:

O longa se tornou a maior arrecadação para uma comédia romântica com alta classificação etária desde ‘O Bebê de Bridget Jones‘, de 2016.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 72 milhões. No mercado internacional, foram US$ 55 milhões.

Vale lembrar que, no território norte-americano, o filme arrecadou apenas US$ 8 milhões no final de semana estendido de Natal. No entanto, a produção manteve uma excelente estabilidade nas telonas – o que reflete em sua média de 87% de aprovação do público no Rotten Tomatoes.

Desde sua estreia, o longa não sofreu uma queda semanal maior do que 27% no país.

Relembre o trailer:

Will Gluck, nome por trás das comédias ‘A Mentira‘ (2010) e ‘Amizade Colorida‘ (2011), é responsável pela direção.

Gluck escreveu o filme com Ilana Wolpert (‘High School Musical’).

Na ousada comédia, Bea (Sweeney) e Ben (Powell) parecem o casal perfeito, mas depois de um incrível primeiro encontro, algo aconteceu que esfriou a atração eletrizante dos dois. Até que eles são colocados inesperadamente juntos em um casamento na Austrália. Então, eles fazem o que todo adulto faria – fingem ser um casal.

Joe Roth, Jeff Kirschenbaum, Sweeney e Gluck produzem.

Sydney Sweeney vai estrelar e produzir a nova adaptação do clássico ‘Barbarella‘, e está no elenco de Madame Teia.

Glen Powell esteve no filme de grande sucesso de 2022, ‘Top Gun: Maverick‘. Ele também está em ‘Irmãos de Honra‘, estrelando ao lado de Jonathan Majors, e vai estrelar uma série dos Irmãos Russo.

‘Homem-Aranha 4’ pode fundir o Aranhaverso da Sony com o MCU, aponta rumor

Há alguns meses, Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, revelou que o roteiro preliminar de ‘Homem-Aranha 4‘ já está pronto.

O cineasta não quis dar detalhes sobre a trama, mas o insider Daniel Richtman revelou diversos detalhes intrigantes da sequência no Patreon, plataforma de compartilhamento de documentos.

Segundo ele, ‘Homem-Aranha 4‘ deve finalmente abrir o caminho para uma potencial fusão do Aranhaverso da Sony com o MCU.

O que não sabemos é se isso significa que Peter está indo para o mesmo mundo que ‘Venom‘, ‘Morbius‘ e ‘Madame Teia‘ ou se esses personagens estão sendo puxados para a Terra-616 a tempo de ‘Vingadores: Guerras Secretas‘.

Com isso em mente, é provável que tenhamos o ‘Homem-Aranha 4‘, uma aparição de Holland, Tobey Maguire e Andrew Garfield nos próximos filmes dos ‘Vingadores‘, e então ele volta para a Sony enquanto Kevin Feige muda o foco para o X-Men e Quarteto Fantástico.

De acordo com suas fontes, a trama do quarto filme deve começar mais ‘pé no chão’, com Peter Parker (Tom Holland) atuando como o amigão da vizinhança, até descobrir que a origem da criminalidade que enfrenta vem do Rei do Crime, vivido por Vincent D’Onofrio.

Não foi mencionado se D’Onofrio terá um papel de destaque na sequência ou se fará apenas uma participação especial.

Também foi dito que as gravações devem ser iniciadas no fim de 2024.

Além de Holland no papel principal, Zendaya deve reprisar seu papel como MJ, e a direção fica por conta de Jon Watts, responsável pela trilogia do herói no MCU.

Apesar de não haver como confirmar as informações, Richtman construiu uma enorme credibilidade ao revelar furos de bastidores da Marvel que se provaram verdadeiros ao longo dos últimos anos.

A estreia deve acontecer em 2025.

Sucesso de crítica e público, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, filme mais recente do teioso, arrecadou US$ 1,916 bilhão nas bilheterias e está disponível no HBO Max.

Em entrevista exclusiva ao CinePOP para promover ‘Uncharted – Fora do Mapa‘, Holland revelou que vai filmar uma série de TV roteirizada pelo Akiva Goldsman para a Apple – intitulada ‘Crowded Room‘ – e depois vai “dar um tempo na carreira” antes de voltar para ‘Homem-Aranha 4‘.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

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10 Minisséries que poucos falam mas te garanto: são EXCELENTES!

As minisséries vem ganhando cada vez mais espaço no competitivo universo dos streamings. Muitas pessoas gostam de histórias que tenham rápidos desfechos e que não deixam de serem bem contadas. Pensando nisso, pra você que curte uma boa minissérie para maratonar rapidinho, resolvemos criar uma lista bem legal com algumas dicas:

 

Vale Tudo com Tim Maia

O Spielberg frustrado que virou um ícone da música brasileira. Com exibição de dois episódios no Festival do Rio 2022, a série documental Vale Tudo com Tim Maia, já toda disponível na Globoplay, consegue por meio de uma ótima edição e montagem contar a trajetória de um dos artistas mais peculiares da história da música popular brasileira, por ele mesmo. Dirigido por Nelson Motta e Renato Terra, com manchetes de jornais, vídeos da vida pessoal, entrevistas na televisão, imagens inéditas, até mesmo uma passagem de um curta-metragem da década de 80 do cineasta Flávio Ramos Tambellini, e também gravações na antiga TV Tupi, o projeto nos mostra vários momentos do eterno síndico.

 

Gente Ansiosa

Na trama, lançada no final de 2021 na poderosa rede de streaming, conhecemos os policiais Jack (Alfred Svensson) e Jim (Dan Ekborg), pai e filho que são os responsáveis por investigações em uma cidade do interior na Suécia. Um dia, são surpreendidos por um misterioso assalto que acaba provocando uma situação com reféns. Tentando lidar com a situação da melhor maneira, após a conclusão da tal situação, o bandido não é pego deixando os dias seguintes repletos de interrogatórios para descobrir enfim quem foi o responsável por tal ato.

 

Challenger: Voo Final

A arrogância é uma das maiores razões dos erros humanos. Contando com muitos detalhes os entornos de uma das maiores tragédias em solo norte-americano da história desse planeta, a explosão, cerca de um minuto após a decolagem do ônibus espacial Challenger que levava à bordo sete tripulantes, seis astronautas e uma professora em 28 de janeiro de 1986. Nessa minissérie em bem divididos quatro episódios com cerca de 40 minutos de duração, vamos conhecendo melhor o contexto que cercava as viagens espaciais naquela época, escutamos depoimentos emocionados de amigos, familiares dos tripulantes e materiais de áudio e vídeo dos próprios astronautas feitos nas vésperas do acontecimento catastrófico que fora televisionado, ao vivo, para milhões de pessoas. Conhecemos também, fatos (alguns até documentados), dentro de uma exposição bastante objetiva sobre o que aconteceu naquele dia e os prováveis culpados pela tragédia. Produção executiva assinada por J.J. Abrams e disponível na Netflix.

 

A Voz Mais Forte – O Escândalo de Roger Ailes

Protagonizado pelo vencedor do Oscar Russell Crowe e lançado nos EUA no ano de 2019, a elogiada minissérie com sete capítulos nos traz um recorte dos últimos anos da trajetória de Roger Ailes, fundador da Fox News, principalmente sobre as acusações de assédio sexual que colocaram fim na sua carreira. A minissérie é baseada no livro The Loudest Voice in the Room, de Gabriel Sherman.

 

 

Ringo: Glória e Morte

Na trama, com começo já na parte de total declínio na carreira do boxeador argentino Oscar “Ringo” Bonavena (Jerónimo Bosia) acompanhamos suas inúmeras tentativas de conseguir uma revanche contra o super campeão Muhammad Ali, fato que nunca iria acontecer. Um ping pong temporal entre Estados Unidos e Argentina nos mostra o início da sua carreira, ascensão meteórica e com algumas polêmicas, passando por importantes lutas na carreira contra o já mencionado Ali e também Joe Frazier, chegando até seu assassinato repleto de circunstâncias misteriosas até hoje. Um fato curioso é que seu apelido, Ringo, foi dado por causa da semelhança com o cabelo do mundialmente famoso baterista dos Beatles, Ringo Starr.

 

Alias Grace

Co-produção Canadá/Estados Unidos, Alias Grace conta a história de uma mulher acusada de matar seus patrões. Mas será ela inocente ou não? Lançada em 2018, baseado na obra homônima da escritora canadense Margaret Atwood (que também escreveu O Conto da Aia) a minissérie conta com seis episódios.

 

Som na Faixa

Na trama, conhecemos Daniel Ek (Edvin Endre), um programador que mora em Rågsved, subúrbio que fica no distrito de Bandhagen, na capital sueca Estocolmo. Após passar por alguns empregos frustrantes e limitados para todo seu potencial sonhador e empreendedor, montou uma pequena empresa aos 22 anos e a vendeu por uma dezena de milhões. Com o dinheiro partiu para uma nova ideia, uma player de música diferente de tudo que se via na internet e no mercado do música. Assim, procuro uma sociedade com o investidor Martin (Christian Hillborg) que logo enxerga o potencial e juntos começam a montar as primeiras peças do que seria a hoje tão famosa Spotify. Mas essa caminhada não foi fácil, com bastante situações que colocaram a empresa em risco. Nesse contexto, conhecemos outros importantes personagens para essa história: Per (Ulf Stenberg), um alto executivo de uma poderosa da indústria musical. Petra (Gizem Erdogan) uma influente advogada que acaba se juntando à equipe. Bobbie T (Janice Kavander), uma artista que conhece Daniel desde os tempos de escola. O programador da equipe do Spotify, Andreas (Joel Lützow). Sob diversos pontos de vistas, vamos acompanhando essa história.

 

Roadkill

Nos bastidores do alto poder britânico, ambientado nos dias atuais, acompanhamos Peter Lawrence (Hugh Laurie), um político que passa de ministério para outro ministério ao mesmo tempo que sua vida entra em colapso total com a descoberta de uma nova filha (que está presa), crise no seu relacionamento secreto com a amante dinamarquesa, embates com a atual esposa e os conflitos com as filhas, uma guerra no tribunal que venceu mas a jornalista que perde o caso acaba conseguindo novas provas contra ele, uma primeiro ministra que não vai com a cara dele.  Os desenrolares e as consequências das ações para resolver esses fatos vão moldando os quatro episódios dessa minissérie.

 

Nada Ortodoxa

Protagonizado pelo atriz israelense Shira Haas, um das maiores sucessos da Netflix, quando falamos em minissérie, Nada Ortodoxa baseada no livro Unorthodox: The Scandalous Rejection of My Hasidic Roots de Deborah Feldman conta a trajetória de uma jovem que foge de seu passado e um casamento arranjado encontrando a independência que nunca teve.

 

The Night Of

Lançada em 2016, ainda longe da badalada chegada dos streamings pelo mundo, essa minissérie intrigante produzida pela HBO, com um total de oito episódios, nos mostra a história de um estudante que se envolve em enormes conflitos após ser acusado de assassinato.

Conheça as Cenas que Arruinaram a Saga Star Wars para os Fãs! Você Concorda?

Definitivamente a maior franquia da história do cinema e uma das mais queridas dos fãs no mundo todo, a saga ‘Star Wars’ tem no currículo onze superproduções lançadas nos cinemas, cinco seriados com atores reais lançadas diretamente na plataforma de streaming da Disney+ (que se interconectam com o mundo do cinema) e muitas animações, que igualmente servem como base canônica para os aficionados.

Uma franquia tão lucrativa assim, é claro que continuará por muitos anos presenteando os fãs com novos exemplares seja nas telonas ou nas telinhas, com novas aventuras, novos personagens e muitas surpresas. Para os próximos anos temos inclusive alguns projetos já anunciados, como ‘Star Wars: Dawn of the Jedi’, a ser dirigido por James Mangold (‘Logan’ e ‘Indiana Jones 5’), que contará o surgimento da Força, se passando 25 mil anos antes do Episódio IV.

Teremos também ‘Star Wars: New Jedi Order’, que continuará a controversa e mais recente trilogia, e trará a carismática Daisy Ridley novamente como a intrépida Rey, anunciado para 2027. Um ano antes, o galhofeiro Taika Waititi (‘Thor: Ragnarok’ e ‘Thor: Amor e Trovão’) é quem irá dirigir um projeto de Star Wars ainda sem título ou sinopse. E Patty Jenkins (‘Mulher-Maravilha’) também é anunciada como diretora de ‘Star Wars: Rogue Squadron’, sobre pilotos do esquadrão de caças da Aliança Rebelde.

Star Wars’ é maravilhoso e todos nós amamos a franquia. Mas todos nós sabemos também que alguns episódios estão bem longe de serem perfeitos. E mesmo os melhores episódios podem possuir aquele momento “cringe”, que não nos desce redondo. Pensando nessa brincadeira com uma de nossas franquias preferidas de todos os tempos, resolvemos com a ajuda de nossos colegas do canal Watchmojo, trazer para você dez cenas que arruinaram Star Wars para os fãs. É claro que não arruinaram de verdade, é só modo de dizer. Confira e deixe as suas nos comentários.

10) Padmé perde a vontade de viver

padme cinepop

Por muito tempo a trilogia prequel foi considerada a pior coisa envolvendo ‘Star Wars’ a ser lançada nos cinemas. Isso até a estreia da igualmente divisora nova trilogia. Seja como for, falando da prequel, ‘A Vingança dos Sith’, o terceiro filme de 2005, é considerado unanimemente o melhor dela – e um dos melhores de toda a franquia (bem, ao menos é o que muitos fãs daquela geração tentam empurrar). Mas um momento específico é muito cringe no filme (talvez mais de um, aguarde). Aqui estamos falando da morte de Padmé, a personagem de Natalie Portman. Depois de dar à luz aos gêmeos (Luke e Leia), ela morre. De que, você pergunta? O robô médico diz que ela estava perfeita fisicamente… mas apenas perdeu a vontade de viver!?

09) Rose salva Finn

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A mais recente trilogia começou muito bem, com personagens novos interessantes, e uma trama intrigante que nos levava diretamente ao universo de Star Wars que tanto amamos. Mas bastou o segundo episódio desta trilogia estrear, com ‘Os Últimos Jedi’, para vermos uma comoção como nunca antes, até mesmo quando falamos da trilogia prequel. Foi o poder da internet.

E um dos momentos mais insatisfatórios do filme citado, é quando Rose (Kelly Marie Tran) impede o sacrifício de seu amado Finn (John Boyega). Ok, isso em qualquer outra circunstância seria considerado um ato romântico admirável, e inclusive termina com um beijo entre os dois. Porém, Finn iria se sacrificar para salvar centenas de vidas dos rebeldes, e ao impedir o ato, Rose praticamente condenou todos eles. Sorte que Luke Skywalker estava na área.

08) Jar Jar concede autoridade a Palpatine

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George Lucas com certeza não aceitou na boa a negatividade em torno de sua querida trilogia prequel. No quesito, uma das coisas mais odiadas foi a criação de Jar Jar Binks, certamente o personagem mais detestado da franquia. Em ‘A Ameaça Fantasma’ (1999) seu propósito era unicamente o alívio cômico (que não deu muito certo). Mas no episódio seguinte, ‘O Ataque dos Clones’ (2002), Lucas, como uma criança birrenta, irritou mais ainda os fãs ao colocá-lo como membro do senado, que fornece autoridade emergencial para que Palpatine possa criar o exército de clones. Isso que é tiro pela culatra. Ou seja, Jar Jar foi o responsável pela criação do Imperador e do Império. É mole?

07) Rey… Skywalker

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E se ‘Os Últimos Jedi’ foi considerado muito divisor, mas ainda possuindo fãs que o defendam, ‘A Ascensão Skywalker’ jogou tudo a perder com sua conclusão nada corajosa, e que resolveu apostar no seguro, tentando agradar todos ao mesmo tempo, sem conseguir agradar ninguém. A Rey, de Daisy Ridley, foi uma ótima personagem, mas não ficou sem suas polêmicas. Uma das maiores foi ao final do Episódio IX, quando enterra os sabres de luz de Luke e Leia, e vê uma senhora perguntar seu nome. Ao ver os espíritos dos irmãos citados, Rey não pensa duas vezes e responde que seu nome é Rey Skywalker, resolvendo assumir o legado não apenas da família, como da franquia, o que deixou os fãs desgostosos, pois a personagem não precisava disso e nem a saga.

06) Leia voa no espaço

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Você sabe do que estamos falando. A saudosa Carrie Fisher faleceu antes de completar suas gravações em ‘Os Últimos Jedi’, o Episódio VIII. Um dos momentos que mais deixou os fãs se entender nada deveria ser uma homenagem para a atriz e sua personagem Leia. Em uma cena, sua nave é explodida, e ela voa para fora, sugada pelo vácuo do espaço. Na hora, todo fã pensou que a personagem, assim como a intérprete, morreria, e que essa seria a solução encontrada pelos roteiristas. Mas eis que surge a “Super Leia”. A personagem usando a Força de maneira nunca antes apresentada, consegue se manter viva no espaço, e voar para a segurança de outra nave. É sério!

05) O retorno de Palpatine… como?

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Um dos absurdos mais forçados da franquia toda foi a volta do Imperador Palpatine no Episódio IX. O que deveria ser uma grande surpresa, que deixaria os fãs entusiasmados, se tornou um dos momentos mais “méh” da saga. Isso porque esse retorno de deveria ser triunfal veio servido de uma explicação do nível de “ele apenas voltou, de alguma forma”. Essa falta de coerência no terceiro filme de uma trilogia, soa muito como desespero, como um truque de um coelho saindo da cartola nos 45 do segundo tempo, apenas para ser algo reconhecível aos fãs. Essa costura mambembe com o maior vilão da franquia foi mais um gosto amargo deixado pelo último filme de Star Wars até então.

04) Han está só

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Han Solo: Uma História Star Wars’ não foi apenas o filme mais desnecessário da franquia, como também conseguiu cometer uma das maiores gafes narrativas do cinema: explicar o que não precisa de explicação, da maneira mais óbvia e “sorvete na testa” possível. Han Solo, interpretado por Harrison Ford, é um dos melhores personagens da sétima arte e nada jamais vai mudar isso, não importa o quanto a Disney tente – seja com a morte do personagem no episódio VII ou com uma prequel sobre sua vida que um total de zero pessoas havia pedido.

O passado do pirata espacial ficava na imaginação, mas a geração atual de executivos e produtores acham que precisam dar tudo mastigado ao público. O momento mais “cringe” do filme foi quando ao ser perguntado sobre seu sobrenome, Han (nas formas de Alden Ehrenreich) diz que não tem um e que está sozinho, sem grupo, ao que o oficial do Império prontamente o nomeia Han “Solo”. Sacou a referência? Irrgh.

03) Areia entra em todos os lugares

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Bom eram os tempos em que apenas George Lucas fazia “cagada” com a franquia que criou na trilogia prequel. Agora isso não é privilégio só dele, já que os executivos da Disney tentam de todas as formas manchar o legado da franquia. Seja como for, voltando para a era nada memorável de Lucas à frente da franquia, temos o que pode ser considerado o diálogo mais “vergonha alheia” de Star Wars. Um romance com zero química se formou entre Anakin e Padmé (Hayden Christensen e Natalie Portman), para explicar ao público finalmente quem era a mãe nunca antes citada de Luke e Leia.

O que deveria ser o auge do romance entre os dois, com o primeiro beijo apaixonado, de uma relação proibida, terminou com um gosto azedo devido aos diálogos assustadoramente ruins escritos por Lucas. No momento em questão, Anakin diz que não gosta de praia por causa da areia, que é áspera e entra em todos os lugares. Bem, essa poderia ter sido sua explicação aos cinco anos de idade, infelizmente quando profere essa frase “tão cerebral” ele já é adulto. Já imaginou Darth Vader se incomodando tanto com areia? Ninguém havia, e queríamos ter continuado assim.

02) Luke joga o sabre de luz fora

Luke Skywalker Throw GIF - Luke Skywalker Throw Lightsaber - Discover & Share GIFs

O Despertar da Força’ não é um filme perfeito, mas é uma sequência-legado admirável, e que se posiciona no topo da lista de todos os filmes de Star Wars. Em 2015, o filme terminava com um gancho perfeito, quando Rey (Daisy Ridley) encontra Luke (Mark Hamill) e lhe entrega seu sabre de luz, disposta a começar o treinamento com ele. Foi então que o diretor Rian Johnson resolveu dar uma de engraçadinho com uma propriedade deste tamanho e viria a conhecer a fúria dos fãs. Não me leve a mal, adoro o diretor, mas creio que seu estilo irônico e jocoso não case bem com o que sabemos sobre Star Wars.

Foi assim que, ao invés de seguir o caminho que todos esperavam, Luke se comportou de uma forma, digamos, inesperada e bem contraditória. E o que foi o desfecho perfeito do episódio anterior, com uma imagem que estática daria um belo quadro, virou logo no filme seguinte basicamente um meme, com Luke jogando seu sabre de luz por cima do ombro, para a surpresa de Rey. Mesmo que o objetivo fosse abordar a recusa de Luke, poderia ter sido feito de uma forma menos tosquinha.

01) Nãaaaaaaaaaao!

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Em primeira posição dos momentos que mais deixaram os fãs irritados com a franquia Star Wars está o meme ambulante de Darth Vader. Um dos mais icônicos vilões da sétima arte, quiçá o mais icônico, sabíamos que Darth Vader daria as caras novamente após a trilogia original da década de 1980. E seu tão aguardado retorno ocorreu em 2005, ao fim de ‘A Vingança dos Sith’. A trilogia prequel foi considerada um fiasco, muito mais um demonstrativo tecnológico do que uma contribuição narrativa em qualquer sentido para a saga. Assim, era questão de tempo ver Anakin finalmente se tornando o ser metalizado conhecido como Vader.

Na cena em questão, após uma transição chocante, que nos leva a pensar no sofrimento físico e psicológico do homem transformado em máquina, ele levanta finalmente de sua “mesa cirúrgica” no melhor estilo do monstro de Frankenstein, com direito ao Imperador Palpatine fazendo as vias de cientista louco. O momento dramático é interrompido por um urro gutural do robô já com o vozeirão de James Earl Jones gritando: “Nãaaaao!”, ao saber que o amor de sua vida morreu, e que ele foi o causador dessa perda. Em 2005, eu era apenas um jovem mancebo e confesso ter achado estranha a cena já naquela época. Algo soa cômico, mas de uma forma não proposital. Tanto que a cena virou meme e foi replicada em tantos outros lugares.

10 ÓTIMOS Filmes que tem músicas dos Rolling Stones na sua trilha sonora

Uma das maiores bandas de rock da história, os Rolling Stones começou sua jornada no início da década de 60 e até hoje faz sucesso, passando sempre com lembranças de geração a geração. Esse lendário conjunto musical já esteve presente com algumas de suas canções na telona. Abaixo, segue uma lista bem legal com 10 ÓTIMOS Filmes que tem músicas dos Rolling Stones na sua trilha sonora:

 

Entre Facas e Segredos (Música: Sweet Virginia)

Na trama, conhecemos o milionário escritor de suspenses Harlan Thrombey (Christopher Plummer) na noite do seu aniversário de 85 anos. Toda a família reunida e também Marta (Ana de Armas) uma jovem enfermeira, imigrante, que cuida das medicações e do bem estar do dono da casa. O tabuleiro narrativo se transforma em um grande quebra-cabeça com inimigos virando amigos, uniões improváveis, após o assassinato de Harlan. Para tentar descobrir o que houve no fim daquela noite, um detetive ao melhor estilo Agatha Christie aparece em cena, Benoit Blanc (Daniel Craig) e não medirá esforços e excentricidades para conseguir chegar a conclusão desse complicado caso.

 

Aliança do Crime (Música: Slave)

Na trama, conhecemos parte da história de James ‘Whitey’ Bulger (Johnny Depp) um criminoso audacioso que após fazer uma espécie de aliança com o FBI, acabou se tornando, além de informante desta instituição, um dos senhores do crime mais poderosos de todo os Estados Unidos. Cavalos, drogas, apostas, não tinha limite de negócios que Bulger fazia a todo instante. Sua relação com o irmão, Billy Bulger (Benedict Cumberbatch), é o que mais chamava a atenção, já que esse último foi eleito senador e alguns diálogos com certa ambiguidade davam ou não a entender que o irmão o protegia. O filme relata com muita inteligência essa curiosa relação.

 

Entourage: Fama e Amizade (Música: Beast of Burden)

Na trama, que praticamente começa um tempo depois de onde se encerrou o seriado, voltamos a acompanhar as aventuras e confusões de Vinny (Adrian Grenier), um conhecido astro mundial de filmes e de seus três braço direitos: Eric (Kevin Connolly), Turtle (Jerry Ferrara) e o impagável Johnny Drama (Kevin Dillon). Ao lado também do cômico Ari Gold (melhor papel da vida de Jeremy Piven, sempre com atuações inspiradas nos episódios da série), o filme se monta em cima de uma nova virada na vida de Vinny que dessa vez resolveu estrelar e também dirigir um longa-metragem e para isso vai precisar de toda a ajuda de seu staff.

 

O Voo (Músicas: Sympathy for the Devil, Gimme Shelter)

Na trama, acompanhamos a trajetória conflituosa de Whip Whitaker (Denzel Washington) um piloto de aviões comerciais, alcoólatra, usuário de drogas, que se torna o grande queridinho da mídia colocado, como um herói norte-americano, quando consegue pousar uma aeronave em inúmeras condições adversas, após uma pane no sistema. Quando passam alguns dias, a ficha cai para outras versões dos fatos: ele estava sobre a influência de drogas e álcool no momento do acidente e agora precisa lutar contra si mesmo por não aceitar seu novo status de grande salvador da pátria.

 

Argo (Música: Little T&A)

Na trama, somos guiados para o dia 4 de novembro de 1979 quando a embaixada americana no Irã foi atacada por militantes, fazendo inúmeros reféns. No meio desse caos, seis americanos conseguiram fugir por uma saída secreta e se refugiaram na casa do então embaixador canadense. Após acharem fotos de todos que estavam na embaixada, os militantes descobrem que faltam 6 pessoas e vão à caça dos mesmos. A CIA, sabendo disso, chama o especialista em “exfiltração” Tony Mendez (Ben Affleck) que arruma um plano incrível, inventar a gravação de um filme (uma ficção científica, à la “Duna”, talvez) e fazer os seis se passarem por parte dessa produção e assim retirar todos dessa zona de perigo.

 

Jerry Maguire – A Grande Virada (Música: Bitch)

Na trama, conhecemos Jerry Maguire (Tom Cruise), um badalado empresário de esportistas que vai do céu ao inferno quando, no auge da carreira, é demitido da empresa onde trabalha. Buscando um recomeço no mercado competitivo que está, vai em busca de firmar parceria com um jogador de futebol americano chamado Rod (Cuba Gooding Jr.) que é puro coração. Nessa jornada, Jerry contará com a ajuda da ex-secretária Dorothy (Renée Zellweger) com quem viverá um grande amor.

 

Caminhos Violentos (Música: Miss You)

Na trama, conhecemos Brad Jr. (Sean Penn), um jovem que trabalha com um bico pouco rentável e vive com a mãe, a avó e o irmão em uma simples casa na Pensilvânia. Brad Jr. se apaixona por Terry (Mary Stuart Masterson) com quem deseja fugir da cidade e ter uma nova vida. Mas, ao mesmo tempo, Brad tem em sua vida novamente o seu pai, o bandido Brad Sr. (Christopher Walken) com que começa a ter uma reaproximação que culminará em um desfecho tenso, frio e sangrento.

 

Um Homem de Família (Música: Beast of Burden)

Na trama, protagonizado por Nicolas Cage, conhecemos um investidor cheio da grana que vive seus dias para seu trabalho. Um dia ele acorda e percebe que está em uma espécie de outra realidade, onde é pai e precisa viver essa nova vida descobrindo assim novos sentidos para seu refletir.

 

Quebrando a Banca (Música: You Can’t Always Get What You Want)

Lançado em 2008 e baseado no livro Bringing Down the House, escrito por Ben Mezrich, Quebrando a Banca nos mostra um jovem estudante de uma das principais faculdade do planeta que precisa de dinheiro e acaba entrando em um grupo que vão a cassinos jogar blackjack (ou 21), e por meio de técnicas e códigos conseguem lucrar muito a todo instante.

 

Vanilla Sky (Música: Heaven)

Lançado no já no longínquo ano de 2001, e remake do longa-metragem espanhol Abre los ojos (1997), Vanilla Sky nos mostra as reviravoltas na vida de um milionário após um acidente, onde aos poucos vamos buscando as peças por meio de lembranças para entendermos melhor esse quebra-cabeça imposto. Dirigido por Cameron Crowe.

 

Animador de ‘Em Busca do Vale Encantado’ acredita no RETORNO do 2D

O lendário animador de Em Busca do Vale Encantado, Don Bluth, compartilhou recentemente sua visão sobre o futuro das animações, afirmando que em breve poderemos testemunhar o retorno das animações 2D.

Durante uma entrevista ao ComicBook, Bluth explicou que os crescentes orçamentos podem levar de volta às animações 2D. “Acredito que haverá um momento em que os executivos, os ‘ternos’, finalmente dirão a si mesmos ‘Podemos obter mais lucro com animações desenhadas em 2D do que com 3D'”.

Ele continuou: “Eu observo as quantias de dinheiro gastas em um filme 3D, e está chegando a algo como US$ 200 milhões ou US$ 300 milhões. […] Então, me parece que a animação desenhada à mão, deixe-me pegar, por exemplo, ‘A Ratinha Valente’, fizemos esse filme por US$6,5 milhões. Então, como diabos, em sua mente sã, você pode dizer que US$300 milhões são justificados?”

Vale ressaltar que as animações em 2D, outrora populares por muitos anos, estão caindo em desuso. A última animação em 2D da Disney, por exemplo, foi ‘O Ursinho Pooh’ em 2011, e mais recentemente, o estúdio lançou ‘Wish: o Poder dos Desejos’, que brincava ao misturar 2D com 3D.

Entre as obras de sucesso, uma das animações mais notáveis de Don Bluth é ‘Em Busca do Vale Encantado, disponível no YouTube.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, na distante época dos vulcões e perigosos terremotos, um jovem braquiossauro chamado Littlefoot é repentinamente deixado sozinho. Ao sair em busca do lendário Vale Encantado, ele encontra outros quatro jovens dinossauros que concordam em acompanhá-lo em sua jornada. Numa aventura ousada para cruzar uma paisagem repleta de perigos, o bravo grupo encontra predadores famintos e desafios assustadores, enquanto aprendem lições de vida e a importância do trabalho em equipe.

O filme foi escrito por Stu Krieger, com direção de Don Bluth.

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Josh Brolin diz que Thanos pode VOLTAR ao MCU em breve

Em uma recente entrevista ao ComicBook.com, o famoso astro Josh Brolin comentou sobre sua icônica interpretação como o louco titã Thanos no Universo Cinemático Marvel – que não apenas foi morto duas vezes em Vingadores: Ultimato, como também foi assassinado na série ‘What If…?’ e em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’.

Agora, Brolin revelou que ouviu alguns rumores sobre um possível retorno do antagonista ao MCU.

“Sabe, meio que ouvi [isso] nas entrelinhas, que eles vão trazê-lo de volta”, ele conta. 

“E há a série ‘What If…?’, que apresenta uma versão diferente do Thanos e tudo o mais. Mas não sei se eles irão trazê-lo de volta no mundo Marvel, e não sabia que ele era o vilão mais assassinado da Marvel… Você descobre algo novo todo dia”.

E você? Gostaria de ver o vilão voltando ao MCU?

Lembrando que o próximo projeto de Brolin é o épico ‘Duna: Parte 2’, em que interpreta Gurney Halleck.

Dirigido por Dennis Villeneuve (‘A Chegada’), o filme chega aos cinemas em 29 de fevereiro.

Escrito por Frank Herbert, o romance ‘Duna‘ é uma aventura tão densa que o diretor Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049’) decidiu dividir sua adaptação em duas partes.

A sequência vai explorar a jornada mítica de Paul Atreides, agora ao lado de Chani e dos Fremen, que pode levá-los até a uma guerra, se necessário for, para Paul se vingar dos conspiradores que destruíram sua família. Diante da difícil escolha entre o amor de sua vida e o destino do universo conhecido, ele dará tudo de si para evitar o futuro terrível que só ele pode prever.

A produção é baseada no livro de Frank Herbert.

O longa traz de volta Timothée Chalamet (‘Me Chame Pelo Seu Nome’) como Paul Atreides e apresenta Austin Butler (‘Elvis’) como seu novo adversário, o vilão Feyd-Rauth Harkonnen.

O elenco ainda conta com Zendaya (‘Euphoria’), Rebecca Ferguson (‘Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte 1’), Josh Brolin (‘Vingadores: Ultimato’), Florence Pugh (‘Viúva Negra’), Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’), Christopher Walken (‘Hairspray – Em Busca da Fama’), Stephen McKinley Henderson (‘Um Limite Entre Nós’), Léa Seydoux (‘Crimes do Futuro’), Stellan Skarsgård (‘Mamma Mia!’), Charlotte Rampling (’45 Anos’) e Javier Bardem (‘Onde os Fracos Não Tem Vez’).

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Pânico 3 faz 24 anos | O filme problemático da franquia de Ghostface… que nós AMAMOS!

Bastidores confusos, roteiros que mudavam de rumo a cada instante e um desenvolvimento problemático definem Pânico 3, o filho rebelde da franquia que amamos, mas precisamos reconhecer alguns pontos dramáticos complicados. Há, no entanto, olhando em retrospectiva, um tom mais debochado e uma linha que o torna uma produção de entretenimento muito especial não apenas aos interessados na perspectiva slasher, mas aos fãs de cinema metalinguístico de maneira geral. Na linha das análises dos seus antecessores, agora chegou a vez de destacar alguns pontos cruciais para a compreensão deste terceiro episódio prometido como o último de uma trilogia, presenteada com uma quarta narrativa em 2011, filme que funcionou como sequência direta, mas também com “cara” de reboot.

Analisamos a metalinguagem crítica de Pânico. Destacamos a violência como debate das celeumas sociais em Pânico 2. Agora, chegou o nosso momento de análise pormenorizada de Pânico 3. Acompanhe cada quadro e veja alguns dos principais momentos de Pânico 3, que completa 24 anos hoje.  Preparados? Vamos nessa.

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Em sua abertura, Pânico 3 traz o famoso letreiro de Hollywood, numa referência direta ao local por onde a narrativa se desenvolve. O clima do filme é estabelecido logo nessa entrada, com o assassinato de Cotton Weaver (Liev Schreiber), personagem que ajudou Gale e Sidney no desfecho de Pânico 2, sendo agora um apresentador de TV famoso. Ghostface, em sua jornada atual, deseja saber o paradeiro calmo e pacato da final girl da franquia, afastada numa região da Califórnia. Ao aniquilar Cotton, o novo criminoso pretende atrair Sidney de seu refúgio, numa jornada de horror e morte que marcou o desfecho do projeto de trilogia que ganhou um novo filme apenas em 2011 e tem data marcada para a sua nova empreitada em 2022.

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Depois do habitual trecho de abertura, Pânico 3 nos mostra Sidney em seu lar de reclusão. É uma casa distante, fria, toda codificada por aparelhos de segurança, alegoria física para o estado de espírito da personagem, traumatizada depois dos incidentes nos filmes anteriores. Mais adiante, os investigadores vão atrás de Gale Weathers para saber sobre uma imagem deixada na cena do crime envolvendo Cotton Weaver. Ela identifica como sendo Maureen Prescott, a mãe de Sidney, além de ficar surpresa com o assassinato de Cotton, chamariz para causar medo e pavor nos envolvidos em Facada, trama que transforma em narrativa ficcional, os assassinatos em Woodsboro. Cria-se, assim, um padrão em cada morte do filme. Junto ao corpo, uma foto antiga da falecida mãe da protagonista. É a mensagem cifrada para resolução no desfecho.

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Com o assassinato de Cotton, outros membros do elenco ficam desesperados. Ninguém quer ser a próxima vítima de um possível padrão. Na primeira imagem, o diretor e alguns membros do time de produtores discutem os rumos da narrativa ficcional metalinguística, isto é, o filme dentro do filme. Observe que Roger Corman, o mestre dos filmes de terror B, faz uma ponta com a sua gravata azul, no centro. No quadro seguinte, um dos personagens discute com os demais, a situação do elemento afro-americano nos filmes do segmento, alegando que ele provavelmente é uma das próximas vítimas. Essa é uma discussão iniciada e muito bem desenvolvida em Pânico 2, no diálogo dos personagens de Omar Epps e Jada Pinket-Smith, mortos na famosa cena de abertura, numa sala de cinema lotada.

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A metalinguagem não se estabelece apenas com a exibição de trechos prontos do filme dentro do filme em Pânico 3. Aqui, temos a apresentação dos bastidores de filmagem, com os atores sendo eles mesmos e sendo também personagens autorreferenciais, sempre a dialogar com outras produções do gênero para manter o diálogo crítico e assertivo que é marco da franquia. Aqui, Gale Weathers visita os bastidores do próximo filme Facada e encontra a sua representação cinematográfica. Ela é interpretada por uma atriz kitsch, com um figurino inspirado em um de seus trajes na produção de 1996. Nesta cena, acompanhamos a reconstrução do local onde o massacre final do primeiro filme se estabeleceu. É neste mesmo momento que Gale reencontra Dewey, sobrevivente de mais um ataque, desta vez, na eletrizante cena do estúdio de som em Pânico 2. Ele retorna com protagonismo no terceiro episódio da franquia.

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Mesmo sendo parte de um suposto passado traumático na vida de todos os personagens, Maureen Prescott é uma presença fantasmagórica que paira em todos os filmes da franquia. Pela primeira vez no universo de Pânico, um pesadelo é inserido na narrativa. Seria uma homenagem do diretor ao seu clássico A Hora do Pesadelo? Nesta passagem, Sidney adormece e tem um indesejado pesadelo com a sua mãe. É uma cena forte, bem orquestrada, administrada com iluminação, névoa, bons cortes e a presença da trilha sonora eficiente de Marco Beltrami. O porta retrato é apresentado brevemente e nos mostra que apesar do ciclo de tragédias na qual é catalisadora, Maureen se mantém como parte da memória de sua filha que de certa forma, compreende a não culpabilidade da mãe no espiral de horror promovido deste Pânico.

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Jenny é uma das atrizes que interpretam um papel de destaque em Facada. Excêntrica, ela entrega momentos de bastante humor em Pânico 3. Na primeira cena acima, a personagem debate com o diretor do filme. Eles ensaiam uma parte do roteiro e ao descobrir que novas passagens foram adicionadas e parte do texto foi modificado, ela fica bastante chateada. Além disso, ela acha que morrer nua numa cena de chuveiro é algo clichê e redutor demais. Há, ainda, um adicional de sarcasmo: Jenny questiona que a cena é muito clichê, pois já foi feito em Um Corpo Que Cai, sendo que na verdade, a sua menção deveria ser ao clássico Psicose.  Depois de descobrir que a pessoa na ligação é o antagonista responsável pelos crimes envolvendo parte do elenco da produção, Jenny morre numa sala cheia de figurinos de Ghostface, uma ótima cena que termina rápido, mas cumpre a sua função ao dar ritmo ao filme.

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Sidney recebe a primeira ligação de Ghostface. Quem será? Descobriremos depois que o assassino descobriu o seu contato pelo celular de Dewey, pois o número encontrava-se na agenda. Esse é o chamariz para a protagonista se juntar novamente aos amigos para não ter que passar por todas as crises novamente, sem o apoio de outras pessoas. No quadro seguinte, parte do elenco de Facada batalha pela vida em mais uma tentativa de assassinato do antagonista. Gale e Dewey estão juntos, conseguem sobreviver, numa passagem cheia de momentos autorreferenciais. Após a famosa cena de explosão, mais uma foto de Maureen Prescott é deixada no local após a tentativa que não aniquilou todos como planejado, mas acabou ceifando a vida de um dos atores de Facada, filme de uma franquia já condenada por ter tanta dor e angústia em seus bastidores.

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Após receber a primeira ligação de Ghostface, Sidney Prescott segue para Los Angeles e reencontra Dewey e Gale. Eles se juntam para tentar desvendar os mistérios por detrás dos novos crimes e até recebem a ajuda de um vídeo levado pela irmã de Randy, morto no filme anterior. Ele, em sua jornada metalinguística até o último suspiro de vida, flerta com outras produções do cinema e dá pistas sobre o modo de operação do novo assassino. Essa foi uma das alternativas dos realizadores para trazer Randy de volta para o filme, mesmo que numa breve passagem gravada em seu interesse pela ajuda na posteridade.

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A breve participação de Carrie Fisher é outro momento de metalinguagem interessante, pois a intérprete da Princesa Lea em Star Wars conversa com Gale e Jennifer num abafado setor de arquivos do estúdio e, numa abordagem irônica, diz que quase se tornou a intérprete da princesa do clássico com Darth Vader, mas que infelizmente perdeu o papel para a moça que dormiu com George Lucas. O famoso “teste do sofá”, termo conhecido aqui para quem se relaciona em prol de alguma escalada profissional, é citado nesta cena de Pânico 3, espécie de antecipação não programada para o que seriam os desdobramentos do #metoo posteriormente. A saga de Maureen Prescott antes da vida pacata em Woodsboro é uma representação marcante desta celeuma que segundo as lendas, corre solta dentro de circuitos poderosos de produção. No quadro seguinte, Sidney encara o espelho e percebe como está trêmula diante dos atuais acontecimentos que ela sequer imagina a conexão mais básica.

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Uma das melhores perseguições de Pânico 3. Sidney enfrenta o seu fantasma na réplica da casa que retoma os acontecimentos finais de Woodsboro em Pânico. No cenário, ela precisa lidar com os seus traumas e batalhar para sobreviver, ensaio para o desfecho cheio de momentos eletrizantes de horror. A personagem refaz algumas cenas dos primeiros filmes, aqui eficientes enquanto momentos de nostalgia e metalinguagem ideais para nos permitir a maior conexão com o desenvolvimento da narrativa. Como adereço de seu figurino, a enlutada Sidney ainda mantém o colar dado por Derek, em Pânico 2, uma referência aos que passaram por sua vida, mas foram eliminados no espiral de horror conduzido por Ghostface.

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Antes da festa na casa de Milton, momento que se define como o ato final de Pânico 3, dois atores do elenco de Facada são questionados sobre seus comportamentos suspeitos em cena. Enquanto a moça que roubou uma das máscaras do setor de figurinos informa que desejava uma lembrança do processo de produção que ameaça a carreira de todos, o jovem negro pede que o policial pare de encará-lo, pois naquela situação, ele é inocente e não fez nada. A crítica ao negro na sociedade estadunidense está constantemente presente nos diálogos do personagem, consciente da condição de seu povo num mundo cotidianamente racista. No quadro seguinte, Gale e Dewey encontram o dispositivo de voz utilizado pelo assassino para recriar as vozes dos principais personagens da história. É o próximo passo para o desfecho, antes da chegada de Sidney para enfrentar o responsável pelos crimes e compreender as respostas que estão por detrás de tantos mistérios.

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Uma das estratégias de Wes Craven na orientação para seu diretor de fotografia: captar mais de um movimento/ação dentro do mesmo quadro. Aqui, Gale é atacada por Ghostface enquanto Dewey segue para a buscar respostas para algumas questões imediatas que surgem na pacata festa na casa de Milton, o produtor de Facada. Logo mais, depois de algumas passagens intensas, Roman revela ser o assassino e os acertos de contas se iniciam: ele é irmão da protagonista, jovem que há eras, procurou a mãe que o renegou em sua visita. Rejeitado, ele se diz o mentor de todo o processo de mortos e feridos nos filmes da franquia. A sua raiva catalisou as ações de Billy e Stu em Pânico, consequentemente projetados na vingança da mãe de Billy no segundo, num ciclo que se encerra neste terceiro e ganha novo capítulo em 2011, com Pânico 4 e um novo assassino, cheio de novos motivos e propostas.

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Roman faz uma exposição didática dos seus propósitos. Apresenta vídeos de sua mãe com os vários amantes, narra a história de Maureen Prescott para a filha que desconhecia o passado sofrido da matriarca que tentou a carreira de atriz, passou por diversas situações tóxicas de abuso e aparentemente era uma mulher sofrida, infeliz com a sua trajetória em Woodsboro. Na imagem acima, ela está com Cotton Weaver, morto no começo do filme.

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No desfecho, Sidney pode respirar liberdade. Pelo menos até Pânico 4, filme que ninguém esperava que fosse acontecer. O fechamento desta primeira trilogia nos mostra a personagem a olhar alegoricamente para a porta e deixa-la sem trancar, numa referência simples, mas significativa, do seu atual estado de espírito. O luto permanece em transformação, mas ao menos por enquanto, não há mais o que temer.

Crítica | ‘Sr. e Sra. Smith’ – Drama engole a ação na SENSACIONAL série do Prime Video

A consciência de um matrimônio. Inspirado nos personagens criados pelo roteirista Simon Kinberg lá naquele famoso filme de 2005, protagonizado por Brad Pitt e Angelina Jolie, o novo seriado da prime video Sr. e Sra. Smith busca um outro olhar para a já conhecida história onde a violência se mistura com uma potente crise conjugal.

Criado pela dupla Donald Glover e Francesca Sloane, o drama engole a ação, fato fundamental para um profundo recorte, fazendo com que cada um dos oito episódios dessa primeira temporada seja impulsionado por uma narrativa empolgante, divertida, nunca deixando a emoção de lado.

Na trama, conhecemos John e Jane, interpretados pelos excelentes Donald Glover e Maya Erskine, duas almas solitárias, novatos no ramo da espionagem, trabalhando para uma agência que mal conhecem onde precisam fingir serem casados enquanto são enviados para as mais diversas relações.

Quando os dois começam a desenvolver uma forte atração, o que leva a uma relação de fato, buscam se entenderem ao longo desse praticamente infinito percurso.

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Esqueça tudo que você lembra do filme de Pitt e Jolie. Nesse projeto, o foco é outro. Lidando com os obstáculos de formas diferentes, vemos dois personagens completamente diferentes que se jogam em uma nova vida, juntos, quebrando protocolos e de alguma forma ligados aos laços com seus conflitos no passado. Uma casa super confortável em uma grande cidade norte-americana é um dos cenários de intensas e reflexivas discussões da relação através das missões que esses espiões se metem.

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Essa comédia próxima ao absurdo, que engloba elementos criativos, anda lado a lado com o forte discurso que propõe, tem cenas de ação empolgantes que são vistas em cada um dos episódios mas o alicerce da narrativa é a construção de um enorme divã sobre relacionamentos.

O ciúmes, as incertezas, as fragilidades dos personagens, entre espiões, vilões e dilemas nos perguntamos a todo instante: Há felicidade nesse lar? É possível serem felizes com a vida que levam juntos? Maya e Donald formam uma dupla excelente, em total harmonia, dois personagens brilhantemente construídos. Não seria nenhum absurdo pensar neles para as futuras premiações que envolvem séries.

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Com um desfecho em aberto, talvez na esperança de uma breve confirmação de uma segunda temporada, Sr. e Sra. Smith tem uma peculiaridade que só faz aumentar a qualidade.

É repleto de participações especiais: Paul Dano, John Turturro, Alexander Skarsgård, Parkey Posey, Úrsula Corberó, Ron Perlman, Sarah Paulson e até o nosso Wagner Moura, entre outros artistas, somam demais a esse seriado que é, sem dúvidas, uma das gratas surpresas desse primeiro semestre de 2024.

Fã encontra ligação GENIAL entre ‘Vingadores: Ultimato’ e ‘Homem de Ferro’; Você reparou?

Um usuário do Reddit descobriu uma possível ligação entre ‘Vingadores: Ultimato’ e ‘Homem de Ferro‘, lançado em 2008.

Na publicação, o fã destaca o diálogo entre Tony e Yinsen, enquanto analisam o Reator Arc. Yinsen diz a Tony que o aparelho “poderia sustentar seu coração por 50 vidas”, e Tony responde: “Ou sustentar algo grande por 15 minutos.”

O usuário acredita que a frase de Stark é uma referência às Joias do Infinito, utilizadas pelo herói durante seu sacrifício.

Considerando que os roteiristas da Marvel planejaram a Saga do Infinito desde o início do MCU, até que faz sentido.

Confira:

Or something REALLY big for 15 seconds. It just dawned on me how Tony was able to not only wield the stones but also do so without immediately being incapacitated like the Hulk was. His Arc reactor took the bulk of the energy. from r/marvelstudios

E aí, você concorda?

Assista nossa crítica sobre ‘Vingadores: Ultimato’:

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‘Ficção Americana’: Indicado ao Oscar, Jeffrey Wright fala sobre seu papel no longa

O indicado ao Oscar de Melhor Ator por ‘Ficção Americana’, Jeffrey Wright, discutiu seu papel no filme, destacando como a história se conecta com todas as famílias.

Em uma entrevista ao podcast Inside Total Film, Wright explicou: “Acredito que o cerne emocional do filme está na relação do meu personagem, Monk, com sua mãe. Isso, em grande parte, orienta algumas das escolhas que ele faz. Sim, ele escreve este livro movido por um sentimento de indignação. Ele acha que esse tipo de livro farsesco e desdenhoso é abaixo de sua posição, então o escreve como uma piada para expor a hipocrisia da indústria editorial, enquanto os livros que ele realmente quer escrever não são bem recebidos.”

Wright acrescentou: “Ele faz isso movido por um sentimento de rancor, o que o leva a levar essa absurda vida dupla porque escreve o livro sob um pseudônimo. Ele tem que interpretar esse personagem, Stagg R. Leigh, baseado em uma caricatura de cafetão do século 19 na América. Mas, ele faz tudo isso também movido por um senso de responsabilidade para com sua mãe e sua família. Portanto, esse é o núcleo da história, e acredito que meu filho sentiu isso quando assistiu, minha filha também. Eles reconheceram que o personagem é muito parecido comigo – ela disse que há muito do meu humor ali. Praticamente qualquer pessoa que me conhece diz: ‘Isso é basicamente você, cara’.”

Wright ainda explicou que, para ele, qualquer pessoa poderá se identificar com a história. “É uma história familiar e eu nunca tive isso antes”, acrescentou o ator. “Quando estávamos filmando isso, eu olhava ao redor e pensava, ‘Você sabe, isso é tudo novidade para mim’. E também acho que é uma família que não vemos com frequência retratada no cinema, certamente não uma que seja composta por um grupo de atores como eu, Tracee Ellis Ross, Sterling K. Brown e Leslie Uggams. Você sabe, somos claramente pessoas negras, mas é uma família como qualquer outra. Às vezes é caótica, às vezes é bonita. Colocamos a diversão na disfunção, como em todas as famílias, e há uma humanidade nisso que é maravilhosa, convidando pessoas de diferentes origens a se identificarem. Isso não é algo que vemos com muita frequência.”

Wright compartilhou que se conectou mais com o aspecto familiar da história quando leu o roteiro de ‘Ficção Americana’ pela primeira vez. “Eu estava tentando ser o adulto na sala da minha família após a morte da minha mãe – ela faleceu cerca de um ano antes de eu receber o roteiro”, lembrou. “Então, tive a sorte de ser criado por duas mulheres – minha mãe e a irmã mais velha dela, minha tia, que agora tem 94 anos e veio morar conosco após a morte da minha mãe.”

“Foi pouco antes da pandemia, e tenho dois filhos, então, cara, havia todas essas pressões que muitos de nós estávamos enfrentando naquela época. E é aí que nosso personagem se encontra logo no início do nosso filme, tentando, por todos os meios, manter a família unida e cuidar de sua mãe, o que é um aspecto muito comovente deste filme. Acredito que seja inesperado e também algo com o qual as pessoas se identificam e se sentem validadas ao assistir ao filme.” 

Atualmente Jeffrey Wright está concorrendo ao Oscar na categoria de Melhor Ator por sua marcante interpretação de Thelonious “Monk” Ellison no filme ‘Ficção Americana’, dirigido por Cord Jefferson.

‘Ficção Americana’ conquistou cinco indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor ator principal e coadjuvante.

Os vencedores serão revelados no dia 10 de março.

Até então sem novidades no Brasil, o filme teve sua página adicionada no Amazon Prime Video e estreia no streaming no dia 27 de Fevereiro.

Confira:

O filme, baseado no romance Erasure, de Percival Everett, é escrito e dirigido por Cord Jefferson em sua estreia oficial.

A carreira de escritor de Thelonious “Monk” Ellison estagnou porque seu trabalho não é considerado “negro o suficiente”. Monk, escritor e professor de inglês, trabalha em um romance satírico sob seu pseudônimo, com o objetivo de expor as hipocrisias do mundo editorial. O sucesso imediato do livro o força a ficar mais profundamente enredado na sua identidade assumida e desafia as suas visões de mundo arraigadas.

Tracee Ellis RossIssa RaeSterling K. Brown completam o elenco.

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‘Ruby Marinho: Monstro Adolescente’ estreia ESTE MÊS no Prime Video!

Ruby Marinho: Monstro Adolescente‘, animação supervisionada pela DreamWorks, estreia este mês no catálogo do Prime Video.

O longa-metragem chega à plataforma de streaming no próximo dia 15 de fevereiro.

Na trama, a doce e desajeitada Ruby Marinho (Lana Condor), de 16 anos está desesperada para se encaixar na Oceanside High, mas na maioria das vezes ela se sente invisível. Ela está impedida de sair para a praia porque sua mãe (Toni Collette) superprotetora a proíbe de entrar na água. Mas quando ela quebra a regra, Ruby descobre que ela é descendente direta das rainhas guerreiras Kraken e está destinada a herdar o trono de sua avó comandante (Jane Fonda), a Rainha Guerreira dos Sete Mares. O Kraken jurou proteger os oceanos do mundo contra as sereias vaidosas e famintas por poder que lutam com o Kraken há eras. Há um grande e imediato problema com isso: a nova garota bonita e popular da escola, Chelsea (Annie Murphy) por acaso é uma sereia. Em última análise, Ruby precisará abraçar quem ela é e se esforçar para proteger aqueles que ela mais ama.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | ‘Ruby Marinho’ é uma animação óbvia demais em todos os aspectos

Kirk DeMicco e Faryn Pearl são responsáveis pela direção.

A produção ainda conta com as vozes de Sam Richardson, Liza Koshy, Will Forte, Colman Domingo, Jaboukie Young-White, Blue Chapman, Eduardo Franco, Ramona Young, Echo Kellum e Nicole Byer.

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