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‘Top Gun’ da Vida Real com Jonathan Majors, Joe Jonas e Glen Powell faz SUCESSO na Max; Conheça!

São muitas as histórias de guerra. São tantas quanto o número de guerras que o mundo já criou. A maioria delas é desconhecida pelo público, até porque até muito recentemente os livros e os filmes só contavam as versões dos vencedores e heróis dessas batalhas. Ainda que continue contando essas versões também, alguns pontos começaram a mudar de uns anos para cá, fosse o perfil do herói, fosse o perfil do tal vencedor, questionando, inclusive, estas alcunhas dadas a indivíduos e situações que, muitas vezes, não os mereciam.

Em outras ocasiões, os feitos simplesmente não chegaram ao público, por motivos múltiplos. Uma dessas histórias chegou no catálogo da Max com o longa ‘Irmãos de Honra’ – que atualmente é o 2º título mais visto do streaming.

Tom Hudner (Glen Powell) acaba de ser transferido para uma base da marinha nos EUA, onde conhece Ward (Joseph Cross), Buddy (Boone Platt), Mohring (Nick Hardgrove), Bo Lavery (Spencer Neville), Goode (Joe Jonas), Koening (Daren Kagasoff) e o introvertido Jesse Brown (Jonathan Majors), único piloto negro do esquadrão naquela década de 1960. Era para ser só um treinamento de rotina, mas o grupo acaba sendo enviado para o outro lado do mundo, num esforço de Washington em se aliar com a Coreia do Sul na guerra contra a Coreia do Norte. Nesse período, Hudner irá aprender que a guerra, a marinha e as regras impactam na vida de Jesse Brown de uma maneira diferente do que ele mesmo tinha vivido em sua experiência. E que o que torna os homens herói vai muito além do que guerras e batalhas sem sentido.

Inspirado em eventos reais da vida do marinheiro Jesse Brown, ‘Irmãos de Honra’ é desses filmes que buscam engrandecer o orgulho estadunidense, construindo narrativas que enobrecem os feitos de militares e marinheiros. Para contar a história desse único piloto negro do esquadrão, o roteiro de Jake Crane e Jonathan Stewart – baseado no livro de Adam Makos – parte do ponto de vista de Tom Hudner, um piloto branco que, supostamente, aprende um monte de coisas sobre o racismo estrutural vigente na marinha, ainda que esse ponto não seja debatido abertamente. Com o protagonismo em Hudner, todos os preconceitos que Brown sofre são suavizados na telona porque Hudner parece não entender o porquê de as coisas serem pesadas de maneira diferente, e essa inocência extrema pode impacientar o espectador.

J. D. Dillard (da série ‘The Outsider’) estende o tom dramático-biográfico de seu filme por tempo demais (o filme tem duas horas e vinte de duração), focando a maior parte de sua película nos episódios cotidianos da vida na marinha em vez de na ação propriamente dita. Estas, quando ocorrem, já no terceiro arco de quatro do longa, são bem imersivas, de modo que o espectador que gosta de filmes como ‘Top Gun: Ases Indomáveis’, ‘Con Air’ e ‘Questão de Honra’ será bem contemplado com as sequências de voo no ar; porém, até que estas ocorram, o filme se desenvolve mais como um ‘Pearl Harbor’, ou seja, com ares de Oscar, mas sem envolver tanto a quem assiste. Com Joe Jonas em seu primeiro filme sério da carreira, ‘Irmãos de Honra’ vale pelas cenas de ação dos caças, ainda que não sejam muitas.

Os Filmes Mais Girlpower de 2020

A representatividade feminina chegará forte em 2020. Cada vez mais os grandes estúdios estão percebendo que protagonistas femininas podem dar muito certo, e o número de franquias empurradas pelo carisma de suas personagens principais só aumenta. Em 2020, teremos uma quantidade significativa com algumas das superproduções mais alardeadas do ano sendo representadas com mulheres à frente do elenco de tais projetos.

Isso sem contar outros gêneros, como o terror, o suspense, filmes de diretores renomados e, é claro, produções que estão dando o que falar na época de premiação. Ah sim, e não podemos esquecer das animações, em especial Frozen II, que abriu o ano por aqui (no dia 2) trazendo de volta as desventuras das irmãs Anna e Elsa, e pelo mundo se tornou a terceira maior bilheteria de 2019 (o filme foi lançado em novembro nos EUA e em muitos países) com mais de US$1.374 bilhão.

Quem também já chegou por aqui foram os Oscarizáveis Adoráveis Mulheres e O Escândalo. O primeiro é totalmente girlpower e adapta para uma nova geração o conto clássico de Louisa May Scott, com Greta Gerwig na direção e um elenco formado por atrizes do nível de Saoirse Ronan, Emma Watson, Florence Pugh e Laura Dern. O longa tem 6 indicações ao Oscar, incluindo melhor filme. Não saindo muito atrás, O Escândalo é representado por três estrelas de suas respectivas gerações, Charlize Theron, Nicole Kidman e Margot Robbie, e aborda o polêmico tema do assédio sexual no local de trabalho. O filme-denúncia descolou três indicações ao Oscar, incluindo para atriz (Theron) e coadjuvante (Robbie). No dia 30, mas já com sessões de pré-estreia, chega Judy – Muito Além do Arco-Íris, que traz uma performance arrebatadora de Renée Zellwegger na pele da icônica Judy Garland – e muitos afirmam que será a futura vencedora na categoria de melhor atriz no Oscar.

Pulando dos filmes de prêmios para produções de entretenimento, igualmente já está em cartaz Ameaça Profunda, thriller que apresenta Kristen Stewart como uma pesquisadora numa base submarina, que precisa lutar por sobrevivência após um acidente destruir o local. Estreando neste fim de semana, Jumanji: Próxima Fase resolve dar maior destaque para a personagem Ruby Roundhouse (Karen Gillan), que rouba grande parte das cenas da aventura.

Conheça abaixo alguns dos filmes mais girlpower que chegarão ainda em 2020

Aves de Rapina

Margot Robbie volta ao papel do ícone pop Arlequina, desta vez num filme solo da personagem – ou quase. Mesmo que Esquadrão Suicida não tenha atingido seu alvo, uma coisa é inegável: a perfeição com que a atriz indicada ao Oscar deu vida à adorada antagonista do Batman. Aqui, ela busca sua emancipação ao terminar com o Coringa e tomar as rédeas da própria vida, fazendo o que sabe de melhor: criar o caos. Assim tem início uma sororidade disfuncional, quando a protagonista se une a outras mulheres, todas muito diferentes entre si, mas com um objetivo maior em comum. Entram em cena a Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell), a Caçadora (Mary Elizabeth Winstead), Renee Montoya (Rosie Perez) e Cassandra Cain (Ella Jay Basco). A direção é de Cathy Yan (Dead Pigs). A estreia ocorre no dia 6 de fevereiro.

Um Lugar Silencioso – Parte II

Criado como uma obra em família, Um Lugar Silencioso apresentou a primeira colaboração nas telonas do casal da vida real John Krasinski e Emily Blunt. O clima não poderia ser mais íntimo. O terror se tornou um sucesso estrondoso, recolhendo todos os elogios imagináveis da imprensa e lucrando uma bilheteria muito favorável. Justamente por isso, não demorou muito para se arquitetar uma sequência. Desta vez, no entanto, Evelyn (Blunt) é a protagonista absoluta, assumindo a narrativa numa trama onde a mulher é a “chefe” de família. Ela precisará estar sempre um passo a frente das mortais criaturas guiadas pelo barulho, para proteger seus filhos. A direção segue com o maridão Krasinski e a estreia ocorre no dia 19 de março.

Mulan

Mais uma querida animação da Disney ganhará nova roupagem. Desta vez, é Mulan (1998) que recebe uma reimaginação de carne e osso. Adorado por toda uma geração,o filme fala sobre uma jovem honrada, que se torna guerreira e se disfarça de homem para ajudar seu pai e sua família. Esta versão assume formas mais sérias e está sendo tratada como épico medieval com grandes batalhas e sem tantos elementos de fantasia – o que inicialmente causou polêmica entre os fãs. A gracinha Liu Yifei vive a protagonista e promete encantar com seu charme e carisma. Na cadeira de direção, a neozelandesa Niki Caro (Encantadora de Baleias). A estreia acontece no dia 26 de março.

Viúva Negra

A primeira “Vingadora” mulher finalmente ganha seu próprio filme. A Viúva Negra esteve na primeira formação da superequipe da Marvel como membro original, e antes disso já havia debutado com sua participação em Homem de Ferro 2 (2010). São dez anos de casa e oito participações na pele da personagem. Fora isso, Scarlett Johansson está com tudo nesta edição do Oscar com duas indicações ao maior prêmio do cinema: uma como atriz principal (História de um Casamento) e outra como coadjuvante (JoJo Rabbit). Consagrando seu ano, a espiã mais amada da Marvel estrelará seu primeiro filme solo. A trama se passará entre os eventos de Capitão América: Guerra Civil (2016) e Vingadores: Guerra Infinita (2018), quando a personagem precisou fugir e se esconder. Nesta jornada, ela retorna para a Rússia e reencontra velhos companheiros. A australiana Cate Shortland (Lore) é quem comanda na direção. A estreia é no final de abril, no dia 30.

Antebellum

Dos mesmos produtores de Corra! (2017) e Nós (2019), chega este novo terror racial. Desta vez sem a direção de Jordan Peele, substituído pela dupla Gerard Bush e Christopher Renz, diretores de videoclipes estreando no comando de longas para o cinema. A protagonista da vez é a belíssima cantora e atriz Janelle Monáe (Estrelas Além do Tempo), que vive uma autora de sucesso transportada, através de um evento sobrenatural enigmático, para a época da escravidão. Agora, ela precisa decifrar este mistério enquanto vive o pior pesadelo de sua vida. A estreia é prometida para o dia 14 de maio.

Mulher-Maravilha 1984

No início de junho, mais precisamente no dia 4, chega o que é a maior estreia de um filme protagonizado por uma mulher este ano. A Mulher-Maravilha é a maior super-heroína de todas já criadas nos quadrinhos. E seu filme merecia sucesso. Dito e feito, a produção de 2017 foi unânime e fez o público ter fé novamente nos personagens da DC Comics nos cinemas. Dois nomes são responsáveis pelo sucesso da heroína: Gal Gadot e Patty Jenkins. A primeira, uma escolha tida como controversa no início, convenceu os fãs de que esse papel era seu – mesmo tendo feito anteriormente uma aparição “morna” em Batman Vs. Superman (2016). E a segunda, a diretora que realizou o longa, excedendo as expectativas. É natural que a ansiedade atinja novos patamares para esta tão aguardada continuação, que colocará a heroína no ano de 1984, para combater dois grandes vilões: a Mulher Leopardo (Kristen Wiig) e Max Lord (Pedro Pascal). Além de ver o retorno de seu amado Steve (Chris Pine).

Monster Hunter

Ela está de volta! Milla Jovovich é provavelmente uma das maiores atrizes de ação do nosso tempo. Desde O Quinto Elemento (1997), passando por Joana D’Arc (1999) e chegando até a franquia Resident Evil, Jovovich já deu muitos sinais de que distribuir sopapos, piruetas, tiros e escapar de explosões é com ela mesmo. Não é à toa que seus dois últimos companheiros viram tal potencial na moça e ajudaram a transformá-la num ícone do gênero – primeiro Luc Besson e agora Paul W.S. Anderon. É justamente este segundo que investe em um novo projeto, recobrando a parceria de Resident Evil com sua atriz preferida (e esposa na vida real). Buscando uma nova franquia para chamar de sua, o casal adapta para as telonas outro game, este contando a história de uma equipe de militares transportados para outro mundo, precisando lidar com criaturas gigantescas e poderosas. Anderson ainda alista outra atriz durona para ajudar Jovovich nesta empreitada, a nova rainha fitness, Meagan Good (Shazam!). O filme estreia no dia 3 de setembro.

Os Eternos

A Marvel vai apostar no potencial girlpower de suas personagens em 2020. O ano abre com a Viúva Negra. A Feiticeira Escarlate ganhará sua própria série com WandaVision (ainda sem data de estreia definida na Disney+). Mas a grande superprodução do estúdio no ano será mesmo o ambicioso Os Eternos – nova investida da casa numa equipe de super-heróis. Desta vez, a empreitada é em larga escala investindo no universo cósmico de personagens que são verdadeiros Deuses. E já que o assunto é protagonismo feminino, este filme não estaria na lista se a proposta não fosse essa. Para os papeis principais destas entidades, a Marvel escalou nada menos que Angelina Jolie (uma de suas maiores estrelas até o momento), Salma Hayek e Gemma Chan (que já havia aparecido em Capitã Marvel e aqui interpreta outro papel). Fora isso, o estúdio optou por transformar o gênero masculino de vários personagens em feminino, garantindo assim uma maior representatividade no blockbuster. A direção é de Chloé Zhao e a estreia tão aguardada ocorre no dia 4 de novembro.

Harriet

Até o fechamento desta matéria, este filme indicado em duas categorias para Oscar 2020 não possuía data de estreia definida em nosso país. Esperamos que isso mude logo e que a Universal Pictures encontre um jeito de estrear o drama antes da grande noite da sétima arte. Afinal, todos querem conferir a atuação da promissora Cynthia Erivo (As Viúvas). Nesta biografia, a atriz interpreta a líder revolucionária Harriet Tubman, que escapou da escravidão e se tornou uma das heroínas da vida real mais celebradas da história norte-americana, ajudando a libertar outros escravos. Importantíssimo para nossa história como seres humanos, o filme é dirigido por Kasi Lemmons (Amores Divididos), e além da poderosa trama racial, é uma aula de empoderamento feminino.

Legalmente Loira 3

Fechamos a lista com um dos retornos mais aguardados de 2020. Reese Witherspoon, atriz vencedora do Oscar que se encontra na crista da onda de Hollywood na atualidade (principalmente por seus trabalhos na TV, como Big Little Lies e The Morning Show), revive a personagem que a transformou em uma estrela no início da década de 2000: Elle Woods. A Barbie humana mais querida do cinema (isto é, até a própria Barbie ganhar seu filme nas formas de Margot Robbie) estará de volta para mais um round este ano. A trama ainda não foi divulgada, assim como a data de estreia no Brasil. Tudo o que sabemos é que Witherspoon reprisa a personagem e o lançamento nos EUA ocorre no dia 8 de maio.

Menções Honrosas:

Maria e João – O Conto das Bruxas

A representatividade feminina chegou aos contos clássicos infantis. A lendária história de João e Maria ganha uma subversão dando protagonismo para Maria (cujo nome se destaca no título). Para tal, a menina recebe as formas da ótima Sophia Lillis (It: A Coisa). Ela e o irmão se perdem na floresta e precisam enfrentar uma bruxa, como sabemos bem, mas aqui o conto é transformado numa história de terror barra pesada. A estreia ocorre no dia 20 de fevereiro.

The Rhythm Section

Adiado do ano passado para este, devido a um acidente sofrido no set de filmagem pela protagonista Blake Lively em uma das cenas de ação do longa, The Rhythm Section é um thriller de espionagem e vingança. Na trama, Livley interpreta uma mulher atrás dos responsáveis pela queda proposital do avião que se encontrava sua família. Para isso, ela treina e se transforma numa exímia assassina. A estreia é no dia 31 de janeiro nos EUA. O filme ainda não possui lançamento no Brasil.

Promising Young Woman

Por falar em vingança, este suspense protagonizado por Carey Mulligan é um dos chamarizes do Festival de Sundance deste ano. A proposta do longa é ser um ultimato contra os assediadores, tendo uma mulher como justiceira na trilha de todos que saem da linha. Traumatizada por um evento ocorrido em sua vida, a protagonista se torna algoz de todos que passam dos limites e cruzam seu caminho. O filme é prometido para o dia 28 de maio no Brasil.

Você lembra dele? ‘O Aprendiz de Feiticeiro’ é o mais OBSCURO remake em live-action de uma animação Disney

O Aprendiz de Feiticeiro’ é uma superprodução de US$150 milhões dos estúdios Disney, que chegou aos cinemas em grande parte do mundo em julho de 2010 – época reservada aos maiores lançamentos de cada ano. Nesses 15 anos de sua estreia, podemos dizer que o longa caiu na obscuridade, sendo pouco falado atualmente. No entanto, o filme faz parte de uma tendência atual da Disney que faz muito sucesso, mas poucos se dão conta. ‘O Aprendiz de Feiticeiro’ é o remake em live-action menos conhecido do estúdio.

Quando falamos em remakes em live-action das clássicas animações da Disney, a quem vem à mente de forma imediata é sem dúvida ‘Branca de Neve’, em cartaz nos cinemas pelo mundo. Trata-se da versão de carne e osso da primeira animação na forma de longa-metragem da Disney, lançada ainda em 1937. Se isso não é fazer história. Em maio deste ano teremos ainda ‘Lilo e Stitch’, outra adaptação com atores reais de um desenho famoso dos cinemas, esse um pouco mais recente, de 2002.

O Aprendiz de Feiticeiro’ (2010) é baseado no trecho mais famoso da animação ‘Fantasia’ (1940).

É claro que temos diversos outros casos, como ‘A Pequena Sereia’, ‘Aladdin’, ‘A Bela e a Fera’, e ‘101 Dálmatas’ e ‘O Livro da Selva’, os primeiros, datando ainda da década de 1990. Mas o que muitos podem não se dar conta, é que dentre tantas adaptações conhecidas, uma segue escondida, sem que uma parte dos fãs se dê conta. Isso porque ‘O Aprendiz de Feiticeiro’ não é a versão de carne e osso de um longa animado da Disney, mas sim de um trecho de um filme. Aqui, falamos do trecho mais famoso de ‘Fantasia’ (1940), clássico da animação da Disney, que é oficialmente seu terceiro longa-metragem lançado nos cinemas, depois de ‘Branca de Neve’ e ‘Pinóquio’ (também de 1940).

Dividido em meia dúzia de segmentos, além da introdução e de um intervalo, ‘Fantasia’ foi uma proposta única do estúdio: mesclar música clássica e artes da dança, como o balé, com o cinema e a animação. O resultado se tornou a obra mais onírica, poética e abstrata da casa, nestes 88 anos. O projeto ganhou uma homenagem moderna, na forma de uma continuação, com ‘Fantasia 2000’, lançado entre o fim de 1999 e o início de 2000. O original foi um dos projetos mais pessoas de Walt Disney, que ficou muito feliz com o resultado.

Superprodução da Disney de 2010, ‘O Aprendiz de Feiticeiro’ é baseado em um poema clássico e uma sinfonia.

Em ‘Fantasia’ (1940), o objetivo não era criar uma obra tradicional, um filme de ficção com uma narrativa linear, como haviam sido ‘Branca de Neve’ e ‘Pinóquio’, mas sim uma experiência sensitiva, como uma ida à ópera. E é justamente isso o que seus segmentos representam: dança e música, em expressões abstratas. Bem, exceto por um destes segmentos, que não por menos terminou se tornando o mais memorável deles.

Nunca a Disney esteve tão entranhada na cultura clássica. ‘The Sorcerer’s Apprentice’, o tal segmento de destaque, é baseado em duas obras primordiais. Primeiro, no poema do alemão Wolfgang von Goethe, escrito ainda em 1797, cujo título original é ‘Der Zauberlehrling’. O texto fala sobre um velho e experiente mago, que sai e deixa seu jovem aprendiz encarregado de cuidar de seu lugar de trabalho. Ele o deixa encarregado de algumas tarefas domésticas também. Com preguiça de realiza-las, o jovem aprendiz resolve praticar um feitiço, o qual não domina completamente, para que as tarefas sejam feitas. Porém, as coisas saem rapidamente do controle, sem que o aprendiz seja capaz de dominar a situação. É apenas quando o velho mestre retorna, que o feitiço é desfeito por ele.

Nicolas Cage dá uma de ‘Doutor Estranho’, tentando pegar para si o mesmo público de ‘Harry Potter’.

Em 1897, ou seja, cem anos depois, o compositor francês Paul Dukas criou uma versão sinfônica do clássico poema. Assim, ambos o poema e a sinfonia foram homenageados pela Disney e em 1940 atingiriam seu auge de popularidade graças ao filme ‘Fantasia’. O que o estúdio faz é recriar o poema em um dos segmentos do longa, lhe dando forma e imagem, é claro, colocando no lugar do aprendiz o seu personagem mais icônico e símbolo do estúdio, o ratinho Mickey. Assim, o estúdio tornou acessível para todos os tipos de público, incluindo as crianças, uma história muita antiga – que teve sua mensagem passada da mesma forma. E, claro, pôde utilizar a música composta pelo francês para sua trilha sonora.

Bem, e é aí que entra a superprodução de 2010, estrelada por ninguém menos do que o vencedor do Oscar Nicolas Cage. No mesmo ano em que a Disney investiu pesado na versão de carne e osso de ‘Alice no País das Maravilhas’, e trouxe Tim Burton para dirigir (arrecadando mais de US$1 bilhão mundiais), o estúdio começou a perceber que essas versões “reais” de suas clássicas animações poderiam ser um filão bastante lucrativo. Antes mesmo de ‘Malévola’, ‘Cinderela’ ou ‘Mogli: O Menino Lobo’ ganharem versões em live-action, a ideia do estúdio foi alongar este conto clássico de ‘O Aprendiz de Feiticeiro’, presente em ‘Fantasia, para um longa-metragem próprio, de quase duas horas de duração.

O Aprendiz de Feiticeiro’ teve o mesmo produtor, diretor, ator e estúdio do sucesso ‘A Lenda do Tesouro Perdido’.

Uma proposta tão fora da caixinha como esta é a cara das esquisitices de Nicolas Cage. Sendo assim, não surpreende o fato de a ideia para o longa ter partido dele, pois o ator queria explorar elementos místicos e de magia. É claro que a Disney deve ter embarcado na proposta vendo o potencial de ter uma franquia sobre feiticeiros em mãos, após o sucesso de ‘Harry Potter’ para a Warner na década anterior. Sendo esta uma produção do estúdio mais politicamente correto de todos, a história ganharia uma versão sanitarizada, tendo em vista todo tipo de público. Uma obra mais família.

Para a tarefa, entram em cena os mesmos responsáveis pelo sucesso ‘A Lenda do Tesouro Perdido’ (2004), o Indiana Jones misturado com O Código da Vinci da Disney. Assim, a produção ficou a cargo de Jerry Bruckheimer e na direção Jon Turteltaub. Nicolas Cage ficou com o papel do mestre experiente, e no papel do “Mickey”, Jay Baruchel e sua cara de cachorro perdido. Para estender o poema em um filme longa-metragem com apelo comercial, a história não poderia ficar centrada em um único cômodo. Apesar de que a cena em questão tem destaque neste filme – eles não poderiam deixar de replicar o momento na versão de carne e osso. Assim, as cenas da vassoura inundando a sala marcam o longa e trouxeram recordações a todos que conhecem bem o clássico.

Jay Baruchel é o verdadeiro protagonista de ‘O Aprendiz de Feiticeiro’, mas a carreira do ator nunca decolou.

E bem, esse é o único trecho que justifica o título e qualquer ligação com o poema de Goethe. De resto, a trama é desenvolvida para uma aventura corriqueira, que pega emprestado de tudo da narrativa da jornada do herói, desde o citado ‘Harry Potter’ até ‘Matrix’. Ou seja, um jovem mundano (Baruchel) tem dificuldades no dia a dia. Porém, tudo irá mudar em sua vida com a chegada de um homem (Cage) que lhe diz que ele é o escolhido. Ele possui um enorme poder que precisa ser moldado, treinado, para que possa enfrentar as forças do mal e derrota-las, assim salvando o mundo de ameaças sombrias.

Muitas vezes, o que conta nestas superproduções de Hollywood não é a trama central, coisa que cismamos em criticar. Sim, elas são todas iguais. Ao mesmo tempo existe um ditado que revela uma quantidade limitada de narrativas originais, todo o resto são derivações delas. O que conta muitas vezes em blockbusters é tudo ao redor da trama, ou seja, atuação, carisma dos personagens, fotografia, trilha sonora, direção de arte e por aí vai. Muitas vezes o que nos chama atenção em um filme não é a história em si, mas todo o resto. Muitos afirmariam ainda que a história é o que menos importa.

Com um grande investimento, ‘O Aprendiz de Feiticeiro’ falhou em dar um retorno financeiro à altura e colocou um fim nos planos de se tornar uma franquia.

Aqui, você poderá notar todos os elementos requentados de outras produções do gênero. E bem, talvez essa falta de personalidade tenha prejudicado o desempenho de ‘O Aprendiz de Feiticeiro’, garantindo assim o fracasso da obra junto ao público. Com um investimento tão pesado, o longa recuperou apenas US$63 milhões em sua estadia nos cinemas dos EUA. Em seu fim de semana de estreia o filme da Disney bateu de frente com um certo sucesso de bilheteria chamado ‘A Origem’, de Christopher Nolan. Esse foi o filme que Nolan entregou depois de ‘O Cavaleiro das Trevas’ (2008), ou seja, era uma produção aguardadíssima. ‘A Origem’ estreou em primeiro lugar das bilheterias com críticas que rasgavam elogios. O mais genérico ‘O Aprendiz de Feiticeiro’ teve que se contentar com a terceira posição daquele mesmo fim de semana.

No fim de sua estadia nos cinemas mundiais, ‘O Aprendiz de Feiticeiro’ somou US$215 milhões, o que é um valor baixo até para os padrões de 15 anos atrás. A Disney teve que puxar o plugue de qualquer plano para uma sequência ou franquia (como costuma fazer algumas vezes) e dizer adeus a esta marca em potencial. Seria apenas quatro anos depois, como citado, que o estúdio investiria pesado novamente em uma adaptação em live-action de uma animação clássica, essa dando muito certo com ‘Malévola’, a versão de ‘A Bela Adormecida’. Hoje, o subgênero no geral se tornou lucrativo e segue dando frutos. E você, lembrava de ‘O Aprendiz de Feiticeiro’?

‘I Still See You’: Bella Thorne é assombrada no novo clipe e trailer do terror

O suspense sobrenatural ‘I Still See You‘, estrelado pela Bella Thorne, ganhou um novo clipe.

Confira:

“A trama se passa nove anos depois que um evento apocalíptico matou milhões de pessoas, e deixou um mundo habitado por fantasmas.”

Dermot Mulroney e Richard Harmon completam o elenco.

O filme será lançado nos cinemas e VOD no dia 12 de outubro.

‘Black Mirror’: Topher Grace fala sobre o desfecho do episódio ‘Smithereens’; Saiba mais!

Em entrevista ao THR, o ator Topher Grace falou sobre o desfecho do episódio Smithereens, o segundo da 5ª temporada de ‘Black Mirror‘.

“Eu pude me encontrar com o [criador da série] Charlie [Brooker] e ter um pouco mais de informação sobre o desfecho do que o público. Mas quando as pessoas perguntam, acredito que é melhor não responder. Há níveis de ambiguidade e eu não quero estragar nada disso. Eu seria o americano que arruinou o final, certo?”

Ele continua, “[O final com as pessoas no telefone] é um dos pontos negativos que vem com todas as coisas boas sobre a tecnologia.”

Criada por Charlie Brooker, a série foi resgatada pela Netflix, que assumiu a produção a partir da terceira temporada, transformando-a em um dos maiores sucessos de seu catálogo.

Com caráter antológico, a série adota uma visão sobre a influência das novas tecnologias na vida moderna, criticando com histórias sobre sensações tecno-paranoicas e traçando o perfil da sociedade formada pelas mídias, sociais ou não. Poderia ser resumida como uma série que apresenta críticas à sociedade atual e que alerta sobre como ela, se continuar nesse ritmo, pode piorar a cada dia.

Miley CyrusAnthony MackieYahya Abdul-Mateen IINicole BeharieTopher Grace e outros estão no elenco dos novos episódios.

‘Stranger Things’: Priah Ferguson é promovida ao elenco regular da 4ª temporada

De acordo com o Variety, a atriz Priah Ferguson, que foi introduzida na série durante da 2ª temporada, foi promovida ao elenco regular da 4ª temporada de ‘Stranger Things‘.

A notícia não é realmente uma surpresa, considerando que sua personagem, Erica Sinclair, teve um enorme destaque durante a 3ª temporada, ganhando a atenção dos fãs da produção.

O próximo ciclo deve estrear apenas em 2021, e contará com 9 episódios.

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

‘Destruição Final’: Filme de desastre com Gerard Butler ganha novo trailer LEGENDADO

A Diamond Films divulgou o novo trailer legendado de ‘Destruição Final: O Último Refúgio‘ (Greenland), filme-catástrofe estrelado por Gerard Butler e Morena Baccarin.

Confira:

A produção será lançada nos cinemas nacionais no dia 19 de novembro.

O longa foi dirigido por Ric Roman Waugh (‘Invasão ao Serviço Secreto‘).

Uma família luta para sobreviver enquanto um cometa segue em direção à Terra. John Garrity, sua esposa Allison e seu jovem filho Nathan fazem uma perigosa jornada à procura de um local seguro para se estabelecerem. Nessa jornada, eles enfrentarão o pior da humanidade em um momento de crescimento do pânico em um cenário onde a lei não mais existe.

O elenco ainda conta com Morena Baccarin, Andrew Bachelor, David Denman, Scott Glenn e Claire Bronson.

‘Escape Room 2’: Armadilha mortal em novo clipe da sequência; Confira!

A sequência ‘Escape Room 2 – Tensão Máxima‘ (Escape Room: Tournament of Champions) ganhou um novo clipe.

Confira, com o trailer completo:

Adam Robitel retorna à direção.

No novo filme, seis pessoas se encontram presas em uma nova série de escape rooms, buscando o que elas têm em comum para sobreviver… e descobrindo que todos já jogaram esse jogo antes. Trata-se de um torneio para aqueles que já sobreviveram a outros jogos mortais.

Sony Pictures revelou que o filme chegará aos cinemas no dia 16 de julho de 2021 (seis meses antes do esperado).

Logan MillerTaylor Russell retornam para o novo filme. O elenco ainda conta com Isabelle Fuhrman (‘A Órfã’), Holland Roden (‘Teen Wolf’), Indya Moore (‘Pose’), Thomas Cocquerel (‘The 100’) e Carlito Olivero (‘A Casa do Medo’).

Sucesso nos cinemas, o primeiro filme arrecadou US$ 155.7 milhões mundialmente.


 

Jogo mortal no trailer do terror ‘The Bunker Game’; Assista!

O terror ‘The Bunker Game‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Roberto Zazzara é responsável pela direção.

Laura é uma atriz em um jogo RPG onde os participantes interpretam sobreviventes de uma guerra atômica que vivem em um bunker subterrâneo. Depois de diversos incidentes, o jogo é interrompido e os jogadores deixam o bunker enquanto a equipe restante fica para trás para investigar o desaparecimento de Greg, o criador do jogo. Logo, eles descobrem que estão presos no local e começam a morrer de formas misteriosas. Então, o grupo percebe que há alguém ou algo paranormal jogando um jogo doentio com eles, o que os faz lutar pela sobrevivência.

O elenco conta com Gaia Weiss, Felice JankellTudor IstodorMark RyderMakita SambaAmina Smaïl.

O terror será lançado pelo Shudder no dia 17 de março.

Jason Statham comanda equipe de espiões no trailer de ‘Esquema de Risco’; Confira!

A Diamond Films divulgou o trailer nacional de ‘Esquema de Risco: Operação Fortune‘, filme de ação estrelado por Jason Statham (‘MegaTubarão’).

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de janeiro.

Guy Ritchie, cineasta por trás de ‘Aladdin‘ (2019) e ‘Sherlock Holmes‘ (2009), é responsável pela direção.

O espião Orson Fortune precisa rastrear e conter a venda de uma nova tecnologia de armas mortais que ameaça perturbar a ordem mundial. Fortune vai unir uma das melhores equipes de operações especiais do mundo para acabar com os planos do bilionário Greg Simmonds. Eles vão precisar da ajuda do astro de Hollywood Danny Francesco para passar despercebidos nessa missão.

O elenco conta ainda com Hugh Grant, Aubrey Plaza, Cary Elwes, Bugzy Malone e Josh Hartnett.

Um Filme de Cinema

(Um Filme de Cinema)

Elenco:

Bebel Mendonça
Isadora Mendonça
Rodrigo Scarpelli

 

Direção: Thiago B. Mendonça

Gênero: Infantil

Duração: 83 min.

Distribuidora: Embaúba Filmes

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 5 de Outubro de 2023

Sinopse: 

Bebel, filha de um diretor de cinema em crise, quer fazer um filme com seus amigos para um projeto escolar. A realização do filme se torna uma grande aventura e leva Bebel, sua família e seus amigos a uma viagem pela história do cinema.

Em Breve nos Cinemas 2026

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Thiago B. Mendonça também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Brincando com Fogo’: 6ª temporada ganha data de estreia e imagens promocionais; Confira!

A Netflix finalmente anunciou quando a 6ª temporada do reality show ‘Brincando com Fogo‘ (Too Hot to Handle) será lançada.

Os quatro primeiros episódios do próximo ciclo irão estrear no dia 19 de julho, com os dois seguintes sendo lançados no dia 26 de julho e os capítulos finais chegando no dia 2 de agosto.

Conheça os participantes com as novas imagens promocionais:

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No reality, jovens solteiros e cheios de energia passam seus dias numa praia paradisíaca. Parece perfeito, só que, para ganhar o prêmio de 100 mil dólares, eles precisam renunciar ao sexo.

Atriz de ‘NOS4A2’ se junta ao elenco de ‘The Testaments’, série sequência de ‘The Handmaid’s Tale’

De acordo com o Deadline, Mattea Conforti (‘NOS4A2’) foi confirmada no elenco de ‘The Testaments‘, série que dará continuidade ao universo de ‘The Handmaid’s Tale‘.

Em caráter regular, a atriz interpretará Becka, uma garota de origem humilde que frequenta a escola com a elite de Gilead. Conforme alcança a maioridade, ela começa a questionar se quer a vida para a qual está sendo preparada.

Ela se junta às atrizes Chase Infiniti, Lucy Halliday, Ann Dowd e Rowan Blanchard, previamente anunciadas.

Baseada no romance homônimo de Margaret Atwood, a produção será ambientada mais de 15 anos após os eventos de ‘The Handmaid’s Tale‘. A trama focará em uma nova geração de jovens mulheres em Gilead enquanto elas lutam com o futuro sombrio que as aguarda.

Bruce Miller servirá como criador, showrunner e produtor executivo.

Confira o trailer da 6ª e última temporada de ‘The Handmaid’s Tale‘, que está programada para estrear no dia 4 de abril:

‘Avatar: Fogo e Cinzas’ arrecada US$ 345 milhões e se torna a 2ª MAIOR estreia GLOBAL do ano

De acordo com o Deadline, a sequência ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ arrecadou de US$ 345 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Apesar de ter ficado abaixo da abertura do segundo filme da franquia (US$435M), o valor representa a segunda maior estreia global do ano, atrás apenas de ‘Zootopia 2‘ (US$556M).

Crítica | ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ expande a mitologia de Pandora com um ÉPICO de quase três horas e meia

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 88 milhões em seu primeiro final de semana. Para termos de comparação, o terceiro filme conseguiu superar a abertura do longa original no país, mas ficou muito abaixo da estreia de ‘O Caminho da Água‘ (US$134M).

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 257 milhões. O TOP 5 dos maiores mercados conta com a China (US$57.6M), França (US$21.4M), Alemanha (US$18M), Coreia (US$13.6M) e Reino Unido (US$11.9M).

Com 68% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota A do público no CinemaScore. Esta é a mesma média de aprovação dos filmes anteriores, o que indica que, ao contrário dos críticos, os espectadores ainda não se cansaram do fantástico universo de Pandora.

Vale destacar, no entanto, que a franquia não é conhecida por estreias impactantes, mas sim por sua incrível estabilidade nas telonas. O primeiro filme, por exemplo, abriu com apenas US$ 77 milhões no território norte-americano, antes de se tornar o maior fenômeno da história do cinema.

Crítica 2 | Avatar: Fogo e Cinzas — Um mundo em expansão, um drama em repetição

Avatar: Fogo e Cinzas’ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Na trama, décadas após o primeiro contato da humanidade com Pandora, uma nova expedição retorna para coletar o que restou dos recursos do planeta — apenas para descobrir que a espécie alienígena está se preparando para contra-atacar a Terra.

O elenco ainda conta com Erika Marks, Jordan Iverach, Biagio Castelo e William McNamara.

“Zé do Caixão não se converteu”, diz filha do cineasta

Os boatos sobre a conversão de José Mojica, popularmente conhecido como Zé do Caixão, à denominação adventista, não passam de rumores, segundo Lins Marins, filha do cineasta. De acordo com ela, as fotos de sua visita ao culto evangélico são reais, mas o pai estaria acompanhando sua esposa, que pertence à Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Segundo Lins, que atualmente está trabalhando com o pai em uma produção que será lançada ainda neste semestre, Zé do Caixão não acredita nem em Deus, nem no diabo – embora seja católico não praticante. Ela admitiu para a imprensa que o pai nunca seguiu nenhuma religião fielmente.

Rumores

Os rumores sobre a conversão do Zé do Caixão começaram a circular após a publicação de uma foto do pastor Erzon Aduvirin nesta segunda-feira (30), em seu Facebook. O registro foi feito em um culto realizado pela congregação no último sábado (28).

Confira a foto divulgada a rede social:

 

 

Amber Heard descarta roteiros que tratem mulheres de forma fútil; Entenda!

A atriz Amber Heard, a rainha Meera de ‘Aquaman’ tem uma postura bem específica contra projetos que tratem a mulher como objeto ou a reduzam com papéis pouco substanciais.

Em uma entrevista ao Allure, Heard falou que roteiros que tragam a palavra “linda” como sua primeira descrição são jogados fora:

“Não me venha com roteiros onde o primeiro adjetivo da personagem seja ‘linda’. E se o segundo for ‘enigmática’, ai eu realmente descarto no lixo. A palavra ‘enigmática’ sempre tem uma conotação que remete a algo do tipo: ‘sua trajetória ou história de fundo não tem importância’. E eu já cai nessa por tempo demais”.

 

 

Leia a nossa crítica: Crítica | Liga da Justiça – Filme de Super-heróis é bem humorado e recheado de ação

 

‘The O.C.’ – 15 Anos Depois: Série continua mais atual do que NUNCA!

Agosto de 2003, horário nobre da canal de TV a cabo Warner Channel. ‘The O.C.’ fez – primeiramente – sua estreia nos Estados Unidos, tornando-se imediatamente um sucesso absoluto, se consagrando com o piloto com a maior audiência da história, até então. Sua ascensão meteórica antecipou sua chegada ao Brasil, em uma época onde sincronizar o timing de maneira global das séries não era uma prioridade dos grandes estúdios. Agitada e bem ritmada, a trama se abria para o público com o arrombamento de um carro. Dois jovens, até então desconhecidos do público, desavisadamente se apresentam como irmãos. O que se segue a partir desse momento decisivo em tela é uma perseguição policial, prisão e uma quase adoção. Simultaneamente, os olhos da audiência são hipnotizados, carregados por um submundo avassalador e tão vital culturalmente, que só descobriríamos o quanto precisávamos dele quando todo esse universo se dilacerou abruptamente diante da nossa atenção.

O primeiro capítulo de ‘The O.C.’ já apresentava tudo que deveríamos saber sobre a produção e também anunciava uma sucessão de episódios que seguiriam a mesma maestria em termos de roteiro, abordagem, desdobramento, núcleos e ritmo. Em uma época onde não era exagero produzir extensas temporadas divididas em mais de 22 partes, a produção de Josh Schwartz trazia 27 capítulos, cada um mais insano do que o outro. E o fascínio, que imortalizou o programa teen como um dos mais emblemáticos e game changers dos anos 2000, resistiu ao teste do tempo. E 15 anos desde sua estreia na TV, a produção permanece pontual e pioneira, tendo pavimentado uma jornada que beneficiou as séries do gênero mais amadas da atualidade. Confusão, gritaria e conflitos existenciais profundos expostos no horário nobre é algo que começou em ‘The O.C.’, que redefiniu a cultura POP como a conhecemos hoje, sendo a vanguarda da televisão de boa qualidade.

Eu decidi reassistir a primeira temporada inteira, 15 anos depois, e pontuar pra você o que faz ‘The O.C.’ mais atual do que nunca.

Protagonista nerd, porque não?

Nos anos 2000, vigorava a premissa preconceituosa que segregava os nerds – amantes de ‘Star Wars’, quadrinhos da Marvel e DC e frequentador assíduo da San Diego Comic-Con – do restante dos jovens. Estranhos, antissociais e desajeitados, eles foram tachados como a escória escolar. Nas mãos de Schwartz – que brigou para manter Seth Cohen (Adam Brody), ele se torna um pedaço de todos nós. Irônico, com piadas cheias de referências do universo POP e carismaticamente desengonçado, ele foi a voz para uma leva de adolescentes que – assim como eu – passaram tempo demais se escondendo dos olhos condenadores dos colegas de escola. Seu jeitão o tornou muito mais que um alívio cômico que garantia o equilíbrio perfeito entre o drama e o humor, fazendo dele um ícone que calçava a estrada que – poucos anos depois – faria da Comic-Con o evento mais must-have do universo do entretenimento.

Welcome to The O.C., bitch!

Uma única frase, a referência pelos próximos 10 anos. Muito mais que anunciar “seja bem vindo ao submundo”, o piloto foi ainda mais além, apresentando a essência desse tal universo paralelo. Para as audiências brasileiras, Orange County não significava nada. Para os americanos, a distinção significava pouco. Para mostrar a que veio, Josh Schwartz solta um “welcome to The O.C., bitch!”, trazendo um significado universal para algo tão específico. Ainda que você desconheça o condado, entenda que uma nova ordem – de poder, ganância, status, luxo, ostentação e sem freios sexuais – rege o local. E você é quem tem que se adaptar a ela. A frase de efeito fez o dever de casa e esteve nos lábios dos fãs por anos a fio. Em uma época sem memes, Facebook e Instagram, seu impacto – que já se tornara soberbo -, seria ainda mais astronômico.

As imperfeições da perfeição

Em um contexto atual onde as redes sociais maquiam dores, lutas e ostentam vidas irreais e impecáveis – onde não há sofrimento algum e todos são estranhamente felizes, ‘The O.C.’ já trazia esse complexo ostensivo, fazendo de Newport Beach o “feed de notícias” dos moradores. Com um visual deslumbrante, mansões magnânimas e a (falsa) sensação de plenitude e poder, bastava esgueirar-se mais perto, olhando pela fresta da porta, que tudo isso desmoronaria diante dos nossos olhos, em constantes brigas em festas de gala beneficentes, tentativas de suicídio camufladas, vícios em álcool e drogas, falência financeira e traições das mais diversas. Fazendo um contraste entre o que os personagens aparentavam ser e o que de fato eram, a série dramática ilustrava bem o que vemos hoje em nossos smartphones, com um realismo impressionante e críticas excepcionais sobre a política global do “tem que parecer, não precisa ser”.

Personagens substanciais e reais

O que torna ‘The O.C.’ ainda pertinente em pleno 2018 é justamente a construção de personagens significativos. Independente de cada qual possuir origens que – em boa parte – não se encaixam nos contextos sociais de sua audiência global, os problemas reais enfrentados criaram uma ligação profunda com o público. A sensação de abandono de Marissa Cooper (Mischa Barton) era real. O sentimento de estar sempre deslocado e desconfiado de todos – por não ter uma base familiar -, de Ryan Atwood (Benjamin McKenzie), era genoíno. O jeito meio metido, mas engraçado, de Summer (Rachel Bilson) também. E Seth, com seu humor, amor por super heróis e falta de habilidades sociais, era a personificação de metade da juventude da época e – porque não – de hoje.

Uma boa história toda semana, sem se arrastar

Algumas séries com mais de 15 episódios custam para tornar cada capítulo intrigante e necessário (‘Once Upon a Time‘ é um exemplo). Essa dificuldade acaba resultando em um “miolo” cansativo, com a metade da temporada sempre muito arrastada e prolixa, onde as grandes revelações, os plot twists e o desmembramento da trama ficam retidos, aguardando os quatro episódios finais. Em ‘The O.C.’, aquele mundinho particular de Newport era tão vasto que Schwartz foi capaz de reter um conteúdo excelente para cada um dos 27 e 24 capítulos dos primeiro e segundo ciclos, respectivamente. Reassistindo a temporada um, é impressionante a quantidade de brigas, confusão e treta que permearam a narrativa. Totalmente incansável.

Além disso, a produção construiu-se em torno da personalidade dos personagens, fazendo com que a narrativa caminhasse a partir da forma como cada um lidava com as circunstâncias trazidas. Com diversos ângulos e abordagens distintas, um mesmo problema recebia várias interpretações que – estranhamente – estavam todas corretas, em partes. Trazendo os maneirismos peculiares de cada uma dessas figuras, a trama se desenrolava com temáticas reais e atuais, como a descoberta sexual na juventude, problemas familiares, complexos de inferioridade, sensação de abandono, aspirações profissionais, autocrescimento, vícios, opção sexual, entre outros.

Você quer referência POP?

Hoje em dia, ter referências da cultura POP em séries de TV e filmes é quase um aspecto sine qua non. Se não há, tem alguma coisa errada ali. ‘The O.C.’ foi a série precursora no gênero, fazendo do personagem Seth Cohen o porta-voz de piadas que remetiam aos quadrinhos do Superman, Batman, X-Men, Homem-Aranha, além das franquias clássicas ‘Star Wars’ e ‘Star Trek’. A San Diego Comic-Con já aparece logo no começo. Ainda sem toda a pompa que hoje possui, ela é apresentada como a famosa convenção geek de quadrinhos, que também serve como uma válvula de escape para ele e Ryan viajarem para Tijuana. Citar todas as sacadas brilhantes renderia uma lista enorme, com menções a filmes de ação dos anos 80/90/2000, personagens emblemáticos como Rocky Balboa, etc, etc.

*Indo mais longe, a produção criou suas próprias referências, como o Natanukka, a fusão de Natal e Hanukkah, a data fictícia que você mais respeita.

A trilha sonora mais conhecida da TV

A série ficou instantaneamente marcada por sua emblemática trilha sonora, que reúne hinos – até então – independentes, que se consagraram com uma vasta geração de jovens e adolescentes. Com um ouvido tão bom quanto o de James Gunn, Josh Schwartz fez da música um dos símbolos registrados da produção, com canções de The Killers (que apareceu na segunda temporada da série), Rooney (que apareceu na primeira), Death Cab for Cutie, entre outros. Com seis álbuns lançados ao longo das quatro temporadas, ‘The O.C.’ tem até um disco Especial de Natal, com hits originais ou regravados por artistas indies. Melhor álbum de Natal da vida. Foi mal Michael Bublé.

*No Spotify há uma playlist com TODAS as canções da trilha sonora.

Suprindo um vácuo e pavimentando o futuro da TV

The O.C.’ surgiu em uma época bem pertinente. ‘Buffy – A Caça Vampiros’ se despediu do público em 20 de maio de 2003. ‘Dawson’s Creek’, que também dividia o horário nobre da TV, encerrou sua jornada em 14 de maio do mesmo ano. Com um vácuo nos corações dos jovens, o drama teen tinha o público ideal em mãos, só precisava convencê-lo disso. O primeiro episódio foi o bastante e o resto é história.

Já em se tratando de pavimentar o futuro, o formato da produção – com leves toque da soap opera ao melhor estilo adolescente – abriu os caminhos para outras séries que se inspiraram diretamente nela, como ‘One Tree Hill’, ‘Gossip Girl’ (também criada por Josh Schwartz) e ‘90210’.

Nota: O único problema que ‘The O.C.’ não “resolveu” foi a representatividade racial. Sem nenhum protagonista negro e asiático, ela pecou em manter sua série com um elenco absolutamente caucasiano.

‘Homem-Aranha 3’: Mulher-Hulk pode aparecer na sequência

A sequência ‘Homem-Aranha 3‘ pode trazer uma nova personagem do MCU. Segundo o portal Cosmic Book News, a Mulher-Hulk deve ser introduzida de maneira grandiosa no universo compartilhado da Marvel, na continuação do Teioso.

Caso a informação seja realmente genuína, a conexão da personagem viria justamente a partir da cena pós-créditos de ‘Longe de Casa‘. Em uma delas, J. Jonah Jameson revela a identidade real de Peter Parker para o mundo, à medida que ainda o acusa da morte do Mystério.

E com um problema judicial gigantesco, Parker – sem sombra de dúvidas – precisará de um advogado. É nesse contexto que a Mulher-Hulk entra, principalmente pelo fato da heroína, que também atende pelo nome de Jen Walters, exercer essa profissão.

Se esses rumores se comprovarem, Walters apareceria em ‘Homem-Aranha 3‘ como a advogada do Amigo da Vizinhança, iniciando sua jornada como uma nova personagem do MCU.

Você concorda com a possibilidade?

Homem-Aranha 3‘ ainda não possui previsão de lançamento.

 

 

‘American Horror Story’: Produção da 10ª temporada ganha data de início

O produtor Ryan Murphy surpreendeu os fãs de ‘American Horror Story‘, trazendo novidades a respeito da aguardada 10ª temporada.

Após as filmagens terem sido adiadas por tempo indeterminado – em virtude da pandemia do coronavírus -, o início da produção do vindouro ciclo finalmente ganhou data.

Segundo o criador da série, as gravações serão iniciadas no mês de outubro. O anúncio – feito pelo Instagram – veio acompanhado de uma misteriosa imagem, que seria uma pista a respeito do tema da nova leva de episódios.

Confira a publicação:

“Parece que a 10ª temporada de ‘American Horror Story’ vai começar sua produção em outubro. Obrigado a todos que estão trabalhando duro para garantir um começo seguro para o nosso elenco e equipe de apoio. E sim, isso é uma pista”.

Recentemente, Murphy revelou que o tema da 10ª temporada de ‘American Horror Story‘ pode ser alterado por causa do surto de Coronavírus, que havia impedido a programação das filmagens.

“Muitas das coisas que eu ia filmar dependiam de um momento muito específico; era um tema que dependia do clima. Então, agora eu não sei mais. Não sei o que nós faremos. Não sei o que farei com o tema da próxima temporada. Não sei se crio um novo conceito ou espero até o próximo ano para filmar essa temporada.”

Ele continua, “Sabe, ninguém me ligou e disse: ‘Nós temos um plano para as filmagens’. Então, até que esse dia aconteça, nós estamos pausados. Honestamente, eu não sei. Mas é uma temporada incrível e eu sei que todos os atores estão ansiosos para participar dela.”

O elenco do novo ano contará com Kathy Bates, Leslie Grossman, Billie Lourd, Sarah Paulson, Evan Peters, Adan Porter, Lily Rabe, Macaulay Culkin, Angelica Ross e Finn Wittrock.

‘Quanto Vale?’: Drama sobre o atentado às Torres Gêmeas já está disponível na Netflix

O drama ‘Quanto Vale?’ (‘Worth’), centrado nas consequências e no processo de recuperação que sucedeu o atentado terrorista às Torres Gêmeas em 11 de setembro de 2001, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (03) na grade de programação.

Na trama, Michael Keaton estrela como Feinberg, um advogado e mediador que é apontado pelo Congresso dos Estados Unidos para liderar o Fundo de Compensação à Vítimas, instituído após os trágicos eventos. Feinberg e seu time enfrentam a tarefa impossível de determinar quanto vale uma vida para as famílias que perderam entes queridos no atentado, à medida que a nação se reergue do chocante acontecimento.

Confira:

A direção fica a encargo de Sara Colangelo, com roteiro assinado por Max Borenstein. A trama foi baseada no livro de não-ficção What Is Life Worth?’, de Kenneth R. Feinberg.

Amy Ryan dá vida a Camille Biros, chefe de operações da firma, enquanto Stanley Tucci é um organizador comunitário que perdeu a esposa nos ataques.

O elenco também conta com Tate DonovanShunori RamanathanTalia BalsamLaura BenantiMarc MaronAto Blankson-WoodChris TardioCarolyn Mignini e Victor Slezak.

‘Nove Desconhecidos’: 2ª temporada da série com Nicole Kidman estreia no streaming; Saiba onde assistir!

A 2ª temporada de ‘Nove Desconhecidos‘ (Nine Perfect Strangers) teve sua estreia no catálogo do Prime Video.

Os dois primeiros capítulos tiveram sua estreia nesta quinta-feira, 22 de maio, na grade de programação. Os demais capítulos serão lançados semanalnente, sempre às quintas.

Nicole Kidman (‘O Casal Perfeito’) retorna como Masha Dmitrichenko.

O elenco completo da nova temporada ainda contará com Henry Golding, Lena Olin, Annie Murphy, Christine Baranski, Murray Bartlett, Maisie Richardson-Sellers, Dolly De Leon, Lucas Englander, King Princess, Mark Strong e Aras Aydin.

No segundo ciclo, a trama é ambientada em um retiro de bem-estar transformacional nos Alpes Austríacos. Ao longo de uma semana, Masha ajudará nove estranhos que se encontram à beira do abismo. Ela está disposta a tentar qualquer coisa para curar todos os envolvidos, incluindo ela mesma.

A série é baseada no romance homônimo de Liane Moriarty (‘Big Little Lies’)

Frustrados com suas vidas, nove estranhos embarcam em um programa de relaxamento e espiritualidade criado por um SPA de luxo liderado por Marsha (Kidman), mas ao longo dos dias eles percebem que a experiência pode acabar colocando suas vidas e sanidade em perigo.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Trailer sai AMANHÃ; Confira uma prévia e o cartaz!

A Marvel pegou todos de surpresa e acaba de anunciar, com um emocionante vídeo, que o trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ será lançado amanhã, dia 29 de Novembro.

Assista:

Além disso, Tom Holland, o Homem-Aranharevelou em seu stories do Instagram, o primeiro teaser pôster:

 

Ontem, a Vanity Fair divulgou o primeiro ensaio e imagens oficiais de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, trazendo todo o elenco atual do MCU.

 

Entre as mudanças mais notórias, está o novo visual da Viúva Negra (Scarlett Johansson) – que sempre foi ruiva nos filmes e nas HQs.

Segundo a publicação, a personagem decide mudar seu visual após os eventos de ‘Capitão América – Guerra Civil‘, quando trai Tony Stark e começa a ser caçada pelo governo dos Estados Unidos.

Após Stark avisá-la que o governo vai atrás dela, ela decide pintar seus cabelos de loiro e fugir do país. O mesmo acontece com Steve Rogers, que agora está barbudo.

O presidente da Marvel Studios, Kevin Feigeexplicou à Vanity Fair, os planos para o futuro da produtora nos cinemas.

Segundo ele, ‘Vingadores 4 irá surpreender muitos fãs e será um divisor de águas para os heróis.

“Temos 22 filmes na Marvel e outros 20 guardados que são completamente diferentes de tudo que veio antes, intencionalmente. Vingadores 4 trará algo nunca visto em filmes de super-heróis: um final. Haverá dois períodos distintos. Tudo antes de Vingadores 4 e tudo depois. Sei que não será do jeito que as pessoas estão esperando.”

O CEO da DisneyBob Igerressaltou que o estúdio tem direito a cerca de 7 mil personagens e muitas histórias ainda podem ser contadas nos cinemas.

“Estamos procurando mundos que sejam completamente individuais, geograficamente ou com relação a tempo, dos mundos que já visitamos e conhecemos”

Astros estampam capas e imagens comemorativas de ‘Vingadores: Guerra Infinita’

UAU! Assista as primeiras cenas de ‘Vingadores: Guerra Infinita’

‘Vingadores 4’: Chamada de elenco pode ter confirmado filhos de heróis no filme

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Fãs criam cartazes únicos e diferentes baseados em cada herói; Confira!

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Destroyer’: Mel Gibson está trabalhando em projeto sobre a Segunda Guerra Mundial

Segundo o THR, o astro Mel Gibson retorna à direção para comendar um novo drama chamado Destroyer. O ator também dirigiu o aclamado Até o Último Homem.

O filme será baseado no livro ‘Hell From the Heavens: The Epic Story of the USS Laffey and World War II’s Greatest Kamikaze Attack’, de John Wukovits, que mostra como os tripulantes do Laffey defenderam seu navio de guerra de um impressionante ataque de 22 kamikazes em 16 de abril de 1945, durante a famosa Batalha de Okinawa.

Além disso, o ator está cotado para estrelar o longa The Six Billion Dollar Man ao lado de Mark Wahlberguma adaptação da série dos anos 1970, que conta a história do militar Steve Austin, que é salvo por inovações tecnológicas que o transformam em um homem-máquina após um grave acidente. Com direção de Damián Szifron, de Relatos Selvagens.

‘O Grande Circo Místico’ vai encerrar o Festival do Rio 2018; Veja programação completa!

A produção do Festival do Rio anunciou que O Grande Circo Místico, de Carlos Diegues, será o filme de encerramento da edição deste ano. Além disso, As Viúvas, mais novo longa do cineasta Steve McQueen (’12 Anos de Escravidão’), será o filme de abertura da edição.

O festival de Cinema contará com 84 produções brasileiras – 64 longas e 20 curtas – de diversos temas.

Confira a programação completa dos filmes brasileiros:

Longas em Mostras Competitivas

Competição Principal Ficção:

A Sombra do Pai (The Father’s Shadow), de Gabriela Amaral Almeida, 92 min – SP

A Terra Negra dos Kawa (Kawa), de Sérgio Andrade, 99 min – AM

Azougue Nazaré (Azougue Nazaré), de Tiago Melo, 82 min – PE

Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos (The Dead and the Others), de João Salaviza e Renée Nader Messora, 113 min – MG

Deslembro (Unremember), de Flavia Castro, 93 min – RJ

Domingo (Domingo), de Clara Linhart e Fellipe Barbosa, 95 min – RJ

Morto Não Fala (The Nightshifter), de Dennison Ramalho, 110 min – RS

Nóis por Nóis (Us by Us), de Aly Muritiba e Jandir Santin, 100 min – PR

Tinta Bruta (Hard Paint), de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, 117 min – RS

Competição Principal Documentário (Documentary)

Clementina (Clementina), de Ana Rieper, 75 min – RJ

Eleições (Elections), de Ana Riff, 80 min – SP

Gilda Brasileiro – Contra O Esquecimento (Gilda Brasileiro – Against Oblivion), de Roberto Manhães Reis e Viola Scheuerer, 90 min – ES

Meu Nome é Daniel (My Name is Daniel), de Daniel Gonçalves, 83 min – RJ

Relatos do Front (Stories From The Frontline), de Renato Martins, 105 min – RJ

Torre das Donzelas (Maiden’s Tower), de Susanna Lira, 92 min – RJ

Competição Novos Rumos:

El Último País (The Last Country), de Gretel Marín Palacio, DOC, 70 min – GO

Ilha (Island), de Ary Rosa e Glenda Nicácio, FIC, 96 min – BA

Inferninho (My Own Private Hell), de Pedro Diogenes e Guto Parente, FIC, 72 min – CE

Luna (Luna), de Cris Azzi, FIC, 89 min – MG

Mormaço (Sultry), de Marina Meliande, FIC, 96 min – RJ

Para’i (Para’i), de Vinicius Toro, FIC, 82 min – SP

Sócrates (Sócrates), de Alex Moratto, FIC, 70 min – SP

Curtas em Mostras Competitivas

Competição Principal:

A Retirada para um Coração Bruto (The Last Song for a Rude Heart), de Marco Antônio Pereira, FIC, 14 min – MG

À Tona (Surfacing), de Daniella Cronemberger, DOC, 15 min, DF

Antes que o Tempo me Esqueça (Before Time Forget Me), de Leo Goodgod e Paulo Rodrigues, FIC, 13 min, MG

Boi (Awake Nights), de Lucas Bettim e Renan Carvalho, FIC, 13 min – SP

Gopi (Gopi), de Viviane D’Avilla e Paulo Dimantas, DOC, 15 min – RJ

Mais Triste que Chuva num Recreio de Colégio (Sadder than Playtime on a Rainy Day), de Lobo Mauro, DOC, 14 min – RJ

Nomes que Importam (Names that Matter), de Muriel Alves e Angela Donini, DOC, 15 min – RJ

O Órfão (The Orphan), de Carolina Markowicz, FIC, 15 min – SP

Preciso Dizer que te Amo (I Have to Say I Love You), de Ariel Nobre, DOC, 13 min SP

Princesa Morta do Jacuí (Dead Princess of Jacuí), de Marcela Ilha Bordin, FIC, 15 min – RS

Universo Preto Paralelo (Black Parallel Universe), de Rubens Passaro, DOC, 12 min – SP

Você não me Conhece (You don’t know me), de Rodrigo Séllos, DOC, 14 min – RJ

Competição Novos Rumos:

Cadelas (Cadelas), de Rita Toledo, FIC, 22 min – RJ

Cascudos (Tough Kids), de Igor Barradas, FIC, 18 min – RJ

Invasão Drag (Drag Invasion), de Rafael Ribeiro, DOC, 13 min – RJ

Jéssika (Jéssika), de Galba Gogóia, FIC, 19 min – RJ

Lembra (Remember), de Leonardo Martinelli, FIC, 10 min – RJ

Sempre Verei Cores no seu Cinza (I’ll Always See Colors in Your Gray), de Anabela Roque, DOC, 18 min – RJ

Vigia (Night Watch), de João Victor Borges, FIC, 24 min – RJ

Longas em Mostras não competitivas

Premiere Brasil HORS CONCOURS:

Ficção

Aconteceu na Quarta-Feira (Stage Devil), de Domingos Oliveira, 70 min – RJ

Cine Holliudy 2 – A Chibata Sideral (Cine Holliudy 2), de Halder Gomes, 100 min – CE

Correndo Atrás (Running After), de Jeferson De, 86 min – RJ

Diamantino (Diamantino), de Gabriel Abrantes, Daniel Schmidt, 96 min – RJ

Intimidade Entre Estranhos (The Intimacy of Strangers), de José Alvarenja Jr., 111 min – RJ

Los Silencios (Los Silencios), de Beatriz Seigner, 89 min – SP

Rasga Coração (Rend Your Heart), de Jorge Furtado, 113 min – RS

Sequestro Relâmpago (Express Kidnapping), de Tata Amaral, 79 min – SP

Simonal (Simonal), de Leandro Domingues, 105 min – RJ

Sueño Florianópolis (Sueño Florianópolis), de Ana Katz, 107 min – SP

Uma Noite Não É Nada (Uma Noite Não É Nada), de Alain Fresnot, FIC – SP

Documentário:

Amazônia, o Despertar da Florestania (Amazon, the Awakening of Florestania), de Christiane Torloni e Miguel Przewodowski, 111 min – RJ

Excelentíssimos (Lower House), de Douglas Duarte, 152 min – RJ

Humberto Mauro (Humberto Mauro), de André Di Mauro, 90 min – RJ

THF: Aeroporto Central (Central Airport: THF), de Karim Ainouz, 97 min – SP

Curta:

O Mundo é Redondo Para Ninguém se Esconder Nos Cantos – Parte I: Refúgio (The world is round so that nobody can hide in the corners – Part I: Refuge), de Leandro Goddinho, DOC, 10 min

Premiere Brasil RETRATOS:

A Turma do Pererê.DOC (PERERE.DOC) de Ricardo Favilla, 77 min – RJ

Angel Viana – Voando Com os Pés no Chão (Angel Viana Grounded in Flight) de Cristina Leal, 88 min – RJ

Carvana (Carvana), de Lulu Corrêa, 104 min – RJ

Filme Ensaio (Rehearsal Film), de Maria Flor, 72 min – RJ

Marcia Haydée (Marcia Haydée) de Daniela Kallmann, 80 min – RJ

Meu Samba É Meu Dom (Samba Is My Gift), de Cristiano Abud, 93 min – MG

Paulo Casé (Paulo Casé), de Paula Fiuza, 70 min – RJ

Rindo à Toa: Humor sem limites (Laughing out loud: Humor and Democracy), de Cláudio Manoel, Alvaro Campos e Alê Braga, 102 min – RJ

Tá Rindo de Quê? (What are you laughing at? Humor and Dictatorship in Brazil), de Cláudio Manoel, Alvaro Campos e Alê Braga, 95 min – RJ

Rogéria, Senhor Astolfo Barroso Pinto (Rogéria Mr. Astolfo Barroso Pinto), de Pedro Gui, 82 min – RJ

Zuza Homem de Jazz (Zuza The Man of Jazz), de Janaina Dalri, 72 min – RJ

Première Latina:

Família Submersa (Família Submergida), de María Alché, FIC, 91 min (Argentina, Brasil, Alemanha, Noruega)

Happy Hour (Happy Hour), de Eduardo Albergaria, FIC, 104 min (Brasil, Argentina)

La Cama (The Bed), de Mónica Lairana, FIC, 90 min (Brasil, Argentina, Holanda, Alemanha)

Rojo (Rojo), de Benjamin Naishtat, FIC, 109 min (Argentina, Brasil, França, Alemanha, Holanda)

Tarde Para Morir Joven (Too Late To Die Young), de Dominga Sotomayor, FIC, 110 min (Chile, Brasil, Argentina, Holanda, Qatar)

Expectativa:

Palace II – 3 Quartos com Vista para o Mar (Palace II), de Rafael Machado e Gabriel Corrêa e Castro, DOC, 80 min – RJ

Pedro e Inês (The Dead Queen), de António Ferreira, FIC, 120 min (Portugal, Brasil, França)

Panorama:

Cano Serrado (2 Gauge Highways), de Erik de Castro, FIC, 87 min – RJ

O Olho e a Faca (The Eye and the Knife), de Paulo Sacramento, FIC, 99 min – SP

Midnight:

Personas Humanas (Humanpersons), de Frank Spano, FIC, (Panamá, Brasil, Espanha)

Midnight Docs:

Amazônia Groove (Amazônia Groove), de Bruno Murtinho, DOC, 78 min – RJ

The Cleaners (The Cleaners), de Hans Block, Moritz Riesewieck, DOC, 95 min (Alemanha, Brasil)

Clássicos e Cults:

Central do Brasil (Central Station), de Walter Salles, FIC, 105 min (Brasil, França)

Pixote: A Lei do Mais Fraco (Pixote), de Hector Babenco, FIC, 128 min – SP

Rio 40 Graus, Nelson Pereira dos Santos, FIC, 100 min – 1955

Rio Zona Norte, Nelson Pereira dos Santos, FIC, 90 min 1957

Filme de Encerramento:

O Grande Circo Místico (The Great Mystical Circus), de Carlos Diegues, FIC, 106 min (Brasil, Portugal, França)

O Festival acontecerá de 1º a 11 de novembro.

O Festival do Rio surgiu em 1999, como resultado da fusão de dois festivais de cinema anteriores, o Rio Cine Festival e a Mostra Banco Nacional de Cinema, criada em 1988.

Assista ao trailer de ‘Viúvas’:

Flashback mostrará encontro de Capitão América e o Homem de Ferro em ‘Vingadores 4’?

Há rumores de que o Capitão América e o Homem de Ferro só vão se encontrar nos ‘Vingadores 4‘ através de flashbacks.

Aconteça o que acontecer em ‘Vingadores 4‘, o filme vai ter ramificações profundas no Universo Marvel como um todo. Depois da recente aparente despedida de Chris Evans ao personagem Capitão América/Steve Rogers, a maioria acha que ele não vai sobreviver no filme. Rumores parecidos envolvem Robert Downey Jr/Homem de Ferro, com os fãs especulando sobre o fim do contrato do ator após ‘Vingadores 4‘ e a misteriosa ausência dele em ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

Porém, dada a espinhosa história dos dois, é de se esperar que eles tenham ao menos uma cena juntos, para que eles possam acertar as contas de uma vez por todas.

De acordo com o escritor do Universo Marvel, Jeremy Conrad, eles provavelmente só vão se encontrar em flashbacks.

“Vai ter uma passagem de tempo em ‘Vingadores 4‘? Provavelmente sim. Nós não vamos ver Tony e Steve juntos? Se acontecer, será em flashbacks, uma vez que alguém tem que explicar a Scott Lang o que aconteceu enquanto ele estava preso no Reino Quântico”, falou o escritor em sua conta no Twitter.

Em seguida, porém, ele continuou.

“Eles vão se encontrar. As pessoas querem vê-los juntos depois de tudo e também para derrotar Thanos depois de ele matar trilhões de pessoas. Só vai dar impacto se for feito dessa forma.”

O que vocês acham?

‘Demolidor’: Roteirista nunca imaginou que Netflix cancelaria uma série de sucesso

Tendo recentemente cancelado a série do ‘Demolidor‘, o acordo Marvel/Netflix continua em alta como assunto do momento. Dessa vez, a roteirista da série, Tamara Becher-Wilkinson, deu sua opinião sobre o cancelamento da série, além de comentar sobre os melhores momentos do trabalho.

Ao site io9, disse:

“As críticas eram muito positivas que eu achei que não tinha como cancelarem. Eu sei o quão bem ia na Netflix, mas me surpreendeu cancelarem algo que foi tão bem aceito. Eu achei que esse universo era muito grande para falhar.”

Realmente, é de se estranhar por completo o cancelamento de uma série que estava no ápice.

O caso do cancelamento de ‘Demolidor’ ainda rende assunto, e o ex-showrunner se manifestou sobre o inesperado corte da Netflix.

Em longos textos no Twitter, Erik Oleson escreveu:

““Às vezes um trampo é só um cheque. Quando temos sorte, é muito mais do que isso. Foi algo mágico trabalhar na 3ª temporada de Demolidor. Todos nós sentimos. Era um sonho aparecer para trabalhar. Escrever para e colaborar com Charlie, Vincent, Deb e Elden, Wilson e Jay e Joanne e o resto do nosso elenco insanamente talentoso… Era simplesmente divertido pensar em histórias e rascunhar roteiros ao lado de roteiristas que aprendiam e apoiavam um ao outro, que me tornaram um escritor melhor e tornaram-se minha família. Sam, Dara, Jim, Tamara, Sonay, Lewaa, Sarah Dylan.

E nem me faça começar a falar sobre a nossa equipe. Que me ensinou tanto e fez a gravação do impossível parecer fácil. Que capturou os momentos de silêncio de personagem com a mesma maestria do épico plano sequência de 12 minutos. Sem querer deixar de fora a incansável equipe de pós-produção e os montadores apaixonados, a genial equipe de design de som, a paciente equipe de efeitos visuais que trabalhou em cima de frames únicos, e a incrível equipe de compositores e música. Sério — eu ainda estou me beliscando por pensar que eu fiz parte disso.”

 

A Netflix cancelou oficialmente a série ‘Demolidor‘ depois de três temporadas.

Já é a terceira produção em parceria com a Marvel que chega ao fim, incluindo ‘Punho de Ferro‘ e ‘Luke Cage‘.

Demolidor – Temporada: A mais violenta, sombria e melhor temporada que você respeita!

Segundo a descrição da trama do novo ciclo, após meses desaparecido, Matt Murdock (Charlie Cox) ressurge abalado e incerto sobre seu futuro como o vigilante Demolidor e o advogado Matthew Murdock. Mas, quando seu arqui-inimigo Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio) sai da prisão, Matt precisa decidir entre se esconder do mundo ou aceitar seu destino de herói.

‘Alucinações do Passado’: Filme tem estreia marcada para agosto deste ano

Inicialmente previsto para chegar aos cinemas norte-americanos no dia 01 de fevereiro de 2019, o remake do terror Alucinações do Passado ganhou uma nova data de estreia: segundo o serviço de streaming DISH, o longa deve estrear na própria plataforma em julho antes de chegar aos cinemas em agosto deste ano, ainda sem dia confirmado.

O filme, descrito como uma “reimaginação”, é dirigido por David M. Rosenthal.

Na trama original, “Um assombrado veterano da Guerra do Vietnã tenta descobrir sobre o seu passado enquanto sofre um caso severo de dissociação. Para fazer isso, ele deve decifrar a realidade e a vida de seus próprios sonhos, ilusões e sua percepção da morte.”

Michael EalyGuy Burnet , Karla Souza e Nicole Beharie estrelam.

Lançado em 1990, ‘Alucinações do Passado‘ arrecadou apenas US$ 26 milhões nas bilheterias, mas acabou ganhando status cult com o passar dos anos.

‘Missão Impossível 8’ será o último filme de Tom Cruise na saga

‘Missão Impossível’ é uma das franquias mais duradouras do cinema contemporâneo e já se estende por seis filmes (com mais dois confirmados), além de ser considerada uma das sagas de ação mais aclamadas de todos os tempos.

Entretanto, tudo o que é bom chega ao fim eventualmente e, segundo o We Got This Covered, o astro Tom Cruise, que vive o protagonista Ethan Hunt, revelou que o oitavo filme será seu último dentro da aventura e que ele pretende seguir com outros projetos depois de seu adeus.

Sabe-se que as duas próximas iterações serão filmadas ao mesmo tempo, mas não se sabe quando o último capítulo chegará aos cinemas.

Pom Klementieff foi a mais recente adição ao elenco de ‘Missão Impossível 7’. Ao que tudo indica, ela dará vida a uma femme fatale ainda sem nome e reprisará o papel em Missão Impossível 8.

Conhecida por seu papel como Mantis na saga Guardiões da Galáxia, a atriz se junta à previamente anunciada Hayley Atwell.

‘Missão Impossível 7’ chega aos cinemas no dia 23 de julho de 2021.

‘Penny Dreadful: City of Angels’: As coisas esquentam na promo do próximo episódio; Confira!

O canal Showtime divulgou a promo oficial de “How It Is with Brothers”, sexto episódio de ‘Penny Dreadful: City of Angels‘.

Confira:

O episódio vai ao ar no dia 01 de junho.

Criada John Logan, a série é um spin-off de ‘Penny Dreadful‘, que estreou em 2014 e durou por três temporadas.

A trama se passa em Los Angeles de 1938, em uma época e um lugar profundamente bombardeados por tensões políticas e sociais. Quando um horrendo assassinado choca a cidade, cabe ao Detetive Tiago Vega mergulhar numa épica jornada que reflete os antecedentes da cidade: desde as primeiras ferrovias até o folclore e as tradições latinas que foram difundidos pelos primeiros habitantes. Entretanto, Tiago e sua família deverão enfrentar forças muito poderosas que ameaçam destruí-los.

O elenco conta com Natalie Dormer, Daniel Zovatto, Kerry Bishé, Adriana Barraza, Jessica Garza, Michael Gladis, Johnathan Nieves, Rory Kinnear e Nathan Lane.

‘Matrix 4’: Outro personagem clássico é CONFIRMADO na sequência!

Segundo o Deadline, outro rosto bastante familiar da franquia original de Matrix foi confirmado para o quarto capítulo.

Daniel Bernhardt irá reprisar seu papel como o Agente Johnson, que fez sua estreia em Matrix Reloaded’ (2003) e que aparentemente morreu durante uma gigantesca explosão. Detalhes sobre seu retorno não foram revelados.

Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss também voltam como Neo e Trinity, respectivamente. O elenco ainda conta com Jada Pinkett Smith, Jonathan Groff, Yahya Abdul-Mateen II, Lambert Wilson, Jessica Henwick e Neil Patrick Harris

Matrix 4’ chegará aos cinemas no dia 31 de Março de 2022Lana Wachowski assume novamente a cadeira de direção.

Em entrevista ao Yahoo!, Reeves adiantou detalhes sobre o novo filme:

“A Lana Wachowski se encontrou com James Cameron para discutir os avanços da tecnologia 3D, e está disposta a usar a tecnologia para fazer algo nunca antes visto, como no primeiro filme. Tenho uma obrigação com meus fãs de fazer um filme digno da franquia, que seria uma verdadeira revolução no gênero ação”, afirmou.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1,6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

‘Tom e Jerry’ celebram o Carnaval em nova imagem promocional; Confira!

Warner Bros. divulgou através do Twitter uma nova imagem promocional de Tom e Jerry, na qual os dois personagens titulares celebram o Carnaval.

Lembrando que o filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Confira:

O elenco é formado por Michael PeñaChloë Grace-Moretz, Ken JeongRob DelaneyJordan BolgerPallavi Sharda

Jerry, o rato, mora dentro das paredes de uma grande casa de campo da Nova Inglaterra, onde faz amizade com os antigos donos, um amoroso casal de idosos. Sua amizade única e cômica chega ao fim depois que o casal idoso morre e sua casa é colocada à venda. Quando uma jovem família se muda, Jerry está determinado a assustá-los para não assumirem sua casa. A família rapidamente adota um gato de rua chamado Tom para ajudar a livrá-los de seu problema de pragas. Em uma batalha épica pela casa, Tom & Jerry logo descobrem sua crescente adoração pela família e devem trabalhar juntos para protegê-los de uma ameaça externa. Através do trabalho em equipe, ambos aprendem o valor supremo da família e da amizade.

Tom e Jerry‘ começou como uma série produzida em curtos episódios, com uma média de sete e 10 minutos de duração cada. Entre os anos de 1940 e 1958, o estúdio Hanna-Barbera fez 114 curtas para  MGM. Com o sucesso global da animação, a dupla acabou conquistando uma genuína série de TV em 1975, chamada – inicialmente – ‘The Tom and Jerry Show’.

Crítica | ‘Rua do Medo – Parte 2: 1978’ é muito mais SANGRENTO, assustador e divertido que o 1º filme

Na semana passada, os escritos de R.L. Stine ganhavam vida mais uma vez com o primeiro capítulo da trilogia Rua do Medo. Ambientada em 1994 e centrada na bizarra cidade de Shadyside, Ohio, o resultado do longa-metragem foi o bastante para divertir o público, mas falhou em contar alguma coisa além do óbvio quando pensamos no gênero slasher, misturando inúmeros acontecimentos em prol de uma narrativa circinal e complicada. Apesar de engrenar nos momentos finais para um gancho interessante, é inegável dizer que o tom do filme inicial deixou a desejar – mas nada poderia nos preparar para a sanguinolenta aventura que viria pouco depois.

Rua do Medo: 1978’ continua o enredo de onde parou, dessa voltando-nos para uma taciturna e amedrontada jovem chamada Constance Berman (Gillian Jacobs), a única sobrevivente do trágico massacre que se abateu sob o Acampamento Nightwing décadas atrás. Tendo observado inúmeros colegas e a própria irmã falecer nas mãos de assassinos sobrenaturais, Constance (que mais tarde revela ser outra pessoa) tornou-se a única pessoa a conseguir ajudar Deena (Kiana Madeira) e Josh (Benjamin Flores Jr.) a impedir a terrível bruxa Sarah Fier de completar mais um reinado de caos e morte. E é nessa conjuntura que somos transportados para meados da década de 1970, em que mais informações sobre os mistérios inexplicáveis de Shadyside se desenrolam no melhor estilo gore que possamos pensar.

Se a diretora Leigh Janiak já havia demonstrado uma fruição invejável dos clássicos filmes de terror do século passado com ‘1994’, a nova entrada da saga prova ser ainda mais mimética que a anterior: cuidando para fornecer uma perspectiva única e um pouco mais atrelada ao drama adolescente do que à repetitividade enfastiosa de tantas produções similares dos últimos anos, é notável a forma como a realizadora finca seus pés na rotineira execução de Sexta-Feira 13 e derivados; ora, apenas o fato da trama ser ambientada em um acampamento já nos remete à magnum opus de Sean S. Cunningham, quanto mais o fato dos eventos que se desenrolam. E, se a nostalgia slasher não te chamou a atenção, leve em conta a potente atuação de um elenco de ponta que inclui Sadie Sink, Jordana Spiro e a novata Emily Rudd.

Todo o centro gravitacional é canalizado para Sarah Fier e para o embate impreciso entre o otimismo insuportável de Sunnyvale e a maré de azar e de catástrofes de Shadyside – que ganha uma dimensão mais concreta e aprazível em ‘1978’. Em Nightwing, jovens de ambas as cidades se juntam para competir uns contra os outros, sem imaginar os horrores que os aguardam em uma fatídica noite em que a bruxa resolve atacar mais uma vez. E o mais interessante é que já sabemos o que irá acontecer, pelos comentários do longa anterior e por um foreshadowing que até nos revela quem é o assassino – Tommy Slater (McCabe Slye), namorado da prudente e certinha Cindy (Rudd).

Apesar das revelações precipitadas, Janiak mantém-se firme aos arquétipos (e estereótipos) que quer explorar e, no final das contas, nos envolve por uma tensão crescente e um banho de sangue que parece jorrar da tela. Aqui, as subtramas se englobam para um “bem” comum, nunca se esquecendo de dar valor aos personagens adolescentes e à constante descoberta de uma identidade que se perde na profusa amálgama de decepções e sonhos inalcançáveis. Nesse quesito, as personalidades de Cindy e Ziggy (Sink) se chocam para nos convencer de um relacionamento conturbado entre duas mãos marcadas pelo trauma e que terão de unir forças para ficarem vivas – e, mesmo com as obviedades, o arco de ambas ganha profundidade a cada cena delineada.

Faz-se necessário comentar o ótimo trabalho artístico de Marco Beltrami e Brandon Roberts, que ficam a encargo da trilha sonora. Buscando referências nas tétricas composições de John Carpenter, as redundâncias propositais aumentam as expectativas do encerramento e funcionam muito melhor aqui do que no filme anterior – em que nenhuma das partes conseguia se completar de modo convicto. Há, também, a construção de uma atmosfera onírica através da fotografia de Caleb Heymann, que opta pela fórmula vibrante de um evento de verão para jovens até transmutá-la em um confronto de cores complementares à la George A. Romero e Greg Nicotero.

Os deslizes podem até persistir, mas com uma durabilidade muito menos significativa – em outras palavras, os equívocos técnicos não atuam com tanto impacto nos laços entre os espectadores e a obra e se restringem ao segundo plano (como é o caso da melodramática conclusão entre Cindy e Ziggy ou de diálogos afetados que tentam ser mais metafóricos do que conseguem). A verdade é que, eventualmente, Rua do Medo: 1978’ representa uma clara evolução na trilogia e nos prepara para um finale memorável, mesmo com todos os obstáculos enfrentados no caminho.

‘Blade’: Reboot estrelado por Mahershala Ali começa a ser rodado em meados de 2022

Segundo uma nova reportagem de cronograma da Production Weekly, o aguardado reboot de Blade, estrelado pelo vencedor do Oscar Mahershala Ali, já tem data para começar a ser rodado.

As informações indicam que as filmagens do longa-metragem irão começar em meados de 2022, mais especificamente entre julho e agosto, na cidade de Atlanta (confirmando so rumores de produção de alguns meses atrás).

Confira a sinopse preliminar da obra:

“Como meio-humano/meio vampiro, Eric Brooks (Ali) aprimorou suas habilidades para caçar os mortos-vivos que há muito aterrorizaram a humanidade. Um híbrido humano-vampiro desde seu trágico nascimento, Blade passou sua longa tentando livrar o mundo de vampiros como aquele que matou sua mãe. Ao longo dos anos, ele dominou seu próprio estilo para lutar contra monstros de todos os tipos.”

Delroy Lindo (‘Vingança & Castigo’, ‘Destacamento Blood’) também faz parte do elenco em um papel não confirmado.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia para o longa.

Recentemente, o diretor Bassam Tariq conversou com a IndieWire e prometeu aos fãs que sua versão fará tributo à trilogia original, estrelada por Wesley Snipes.

“O que é mais emocionante sobre o filme que estamos fazendo é que não houve um cânone para Blade, conforme lemos os quadrinhos e tudo o mais”, ele explicou. “Ele vivendo à luz do dia foi uma coisa estabelecida, e sabemos que não podemos negar o que Wesley Snipes fez. Um homem negro criou o mundo do super-herói em que estamos, essa é a verdade. Para mim, trabalhar com alguém tão talentoso e grandiosos quanto Mahershala Ali, e a roteirista Stacy Osei-Kuffour, estou muito honrado em trabalhar com esses talentos negros. Para mim, apenas estar com eles no quarto e ouvir e aprender conforme construo tudo isso, é realmente uma honra”.

Além disso, Kevin Feige, diretor criativo da Marvel, afirmou que o reboot não será para maiores de 18 anos.

“Acho que direcionamos tudo o que fazemos para crianças e adultos. Eu sei que os fãs gostariam de ver um filme do ‘Blade‘ sem restrições, mas não é o caso. Acontece que o ‘Deadpool‘ já se estabeleceu como um filme Rated-R, e mudar essa proposta não cairia bem, mas isso não significa que vamos investir nessa classificação em qualquer filme.”

Ele reforçou que:

“Nunca fomos impedidos de contar boas histórias com classificações mais brandas. Se algum dia formos [impedidos], então certamente pode haver uma discussão sobre o assunto. Mas nosso modelo está dando certo até agora.”

reboot é intitulado Blade: O Caçador de Vampiros’ e faz referência direta aos primeiros quadrinhos do anti-herói criado em 1973 pelo roteirista Marv Wolfman e pelo ilustrador Gene Colan.