Ao contrário das expectativas, ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio‘ deve decepcionar em seu primeiro final de semana nos EUA. Projeções indicavam que o longa estrearia entre US$ 35-40 milhões no país, porém não deve conseguir ultrapassar os US$ 30 milhões.
Previsões atuais indicam que a sequência deve arrecadar decepcionantes US$ 27.1 milhões.
De acordo com o Deadline, o orçamento total da produção ficou na casa dos US$ 185 milhões, sendo necessário o filme arrecadar ao menos US$ 470 milhões para começar a gerar lucro.
No mercado internacional, o longa também está tendo uma performance abaixo do esperado. Na China, a sequência deve estrear com US$ 30 milhões, bem abaixo das projeções que indicavam uma abertura na casa dos US$ 40-50 milhões.
Dirigido por Tim Miller (‘Deadpool‘), o longa terá produção de James Cameron, sendo este o primeiro filme da franquia com seu envolvimento desde ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final‘.
Mais de duas décadas após os eventos de ‘O Julgamento Final’, Sarah Connor (Hamilton) precisa proteger uma jovem chamada Dani Ramos (Reyes) e seus amigos de um Exterminador (Luna) enviado do futuro para aniquilá-las.
O elenco conta com Linda Hamilton, Mackenzie Davis, Natalia Reyes, Gabriel Luna, Arnold Schwarzenegger e Diego Boneta.
Através do seu Instragram, o ator John Boyega foi questionado por um fã sobre um possível retorno da franquia ‘Star Wars‘, mas o astro descartou a possibilidade, afirmando ter “seguido em frente”.
Ano passado, em entrevista ao Comic Book, o ator já havia afirmado não ter interesse em retornar à franquia: “Estou pronto para uma vida além de ‘Star Wars’. É meio triste por causa das conexões que fiz nos bastidores, as pessoas incríveis e importantes para minha vida, especialmente o Oscar [Isaac] e a Daisy [Ridley]. Agora, estou pronto para ver a nossa amizade crescer no mundo real.”
Infelizmente, ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ teve o pior percentual de aprovação entre toda a franquia, registrando apenas 52% no Rotten Tomatoes. Logo atrás vem ‘A Ameaça Fantasma‘ (53%) e ‘O Ataque dos Clones‘ (65%).
Assista nossa crítica:
Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme traz o desfecho da nova trilogia.
Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.
O grandioso elenco conta com Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Loud, Naomi Ackie, Richard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.
Carrie Fisher também aparece como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.
Última chance para conferir os filmes da franquia ‘Meu Malvado Favorito‘ na Netflix!
Os dois primeiros filmes da saga que atualmente estão disponíveis no serviço de streaming serão removidos do catálogo brasileiro em menos de duas semanas, no dia 17 de abril.
Vale destacar que diversos filmes da DreamWorks foram removidos da Netflix no mês passado, incluindo ‘Bee Movie – A História de uma Abelha‘, ‘Kung Fu Panda‘, ‘Kung Fu Panda 2‘, ‘Megamente‘, ‘Os Sem-Floresta‘, ‘Como Treinar o seu Dragão‘, ‘Por Água Abaixo‘ e ‘Wallace e Gromit: A Batalha dos Vegetais‘.
Após diversos adiamentos por causa da pandemia de COVID, a Illumination e a Universal Pictures anunciaram que a sequência ‘Minions 2: A Origem de Gru‘ será lançada no dia 1º de julho de 2022.
Confira o trailer completo:
Kyle Balda, Brad Ableson e Jonathan del Val dirigem a sequência, que vai focar no primeiro encontro entre os adoráveis bichinhos amarelos e o perigoso vilão Gru (Steve Carrell).
Kevin Hart, Margot Robbie, Dave Bautista e Pierre Coffin completam o elenco.
Para promover o lançamento do musical ‘tick, tick…Boom!‘, a Netflix convidou o ator Andrew Garfield (‘O Espetacular Homem-Aranha’) para compartilhar uma lista com suas produções favoritas no serviço de streaming.
A produção é uma adaptação do musical autobiográfico de Jonathan Larson, que revolucionou o teatro como criador da peça Rent.
Garfield interpreta Jon, um jovem compositor de teatro que é graçom em um restaurante de Nova York em 1990, enquanto escreve o que ele espera que seja o próximo grande musical americano. Dias antes de apresentar seu trabalho em uma performance decisiva, Jon está sentindo a pressão de todos os lugares: De sua namorada Susan (Alexandra Shipp), que sonha com uma vida artística além de Nova York; de seu amigo Michael (Robin de Jesús), que abandonou o seu sonho para uma vida de segurança financeira; em meio a uma comunidade artística sendo devastada pela epidemia de AIDS. Com o tempo passando, Jon está em uma encruzilhada e enfrenta a pergunta que todos devem considerar: O que devemos fazer com o tempo que temos? ”
Steven Levenson assina o roteiro.
Joshua Henry, Mj Rodriguez, Bradley Whitford, Tariq Trotter, Vanessa Hudgens e Judith Light completam o elenco.
De acordo com o Deadline, o diretor Chad Stahelski (‘John Wick’) revelou novos detalhes sobre a adaptação ‘Ghost of Tsushima‘, confirmando seus planos de filmar o projeto completamente em japonês.
“Se nós fizermos essa adaptação do jeito certo, será visualmente impressionante. É uma história focada nos personagens e há muitas oportunidades para cenas de ação. Nós tentamos nos manter fieis aos personagens, com o elenco inteiro japonês e com a língua japonesa. A Sony Pictures apoiou nossa decisão. Eu tenho viajado ao Japão desde que tinha 16 anos. Eu amo esse país, amo as pessoas e amo a linguagem.”
Sobre a barreira linguística ser um problema quando a adaptação for lançado no território norte-americano, Stahelski declara: “As pessoas vão aparecer nos cinemas para essa adaptação? Acredito que sim. A única coisa que realmente pode prejudicar o filme seria um visual ruim, ação mediana ou uma história complicada. Se nos acertarmos todos esses elementos, acredito que podemos inspirar as pessoas a irem aos cinemas conferirem.”
Takashi Doscher (‘Procurada’) assina o roteiro da adaptação.
“A trama vai girar torno do guerreiro samurai Jin Sakai, o último membro sobrevivente de seu clã, que deve deixar de lado as tradições que o moldaram como guerreiro para travar uma guerra não convencional pela liberdade de Tsushima.”
O jogo recentemente cruzou um marco enorme de venda de mais de 6,5 milhões de cópias desde sua estreia em julho de 2020.
Peter Kang está supervisionando o projeto em nome do estúdio.
“Estamos entusiasmados com a parceria com Chad e 87Eleven Entertainment, para trazer sua visão da história de Jin para a tela grande. Adoramos trabalhar com parceiros criativos como Chad, que tem paixão por nossos jogos, garantindo que possamos criar adaptações ricas que irão entusiasmar nossos fãs e novos públicos.”, disse Asad Qizilbash, chefe da PlayStation Productions.
‘Ghost of Tsushima‘ vendeu mais de 2,4 milhões de unidades em todo o mundo nos primeiros 3 dias. O jogo foi um dos principais indicados para o Game Awards 2020 com várias indicações, incluindo Jogo do Ano, Melhor Direção de Jogo, Melhor Narrativa e Melhor Performer para Daisuke Tsuji.
A Diamond Films divulgou o novo trailer de ‘Missão de Sobrevivência‘, filme de ação estrelado por Gerard Butler (‘Alerta Máximo’).
Confira, dublado e legendado:
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de julho.
Ric Roman Waugh é responsável pela direção. O longa marca a reunião do cineasta com o astro Gerard Butler, que já haviam trabalhado juntos em ‘Invasão ao Serviço Secreto‘ (2019) e ‘Destruição Final: O Último Refúgio‘ (2020).
Tom Harris (Butler) é um agente secreto da CIA que está em uma ação no Oriente Médio. Depois de ter sua explosiva missão e identidade reveladas, Harris se vê encurralado no coração de um território hostil. Para escapar, ele e seu tradutor precisam sair do deserto e chegar o mais rápido possível em uma base em Kandahar, fugindo de forças de elite inimigas e de espiões internacionais que querem matá-los.
O elenco conta com Ali Fazal, Bahador Foladi, Olivia-Mai Barrett, Nina Toussaint-White, Rebecca Calder, Ross Berkeley Simpson, Vassilis Koukalani, Hakeem Jomah e Tom Rhys Harries.
O Disney+ divulgou o primeiro cartaz da série ‘Star Wars: The Acolyte‘.
Além disso, o serviço de streaming confirmou que a produção será lançada no dia 4 de junho.
Na trama, uma investigação sobre uma chocante onda de crimes coloca um respeitado Mestre Jedi (Lee Jung-jae) contra uma perigosa guerreira de seu passado (Amandla Stenberg). À medida que mais pistas surgem, eles viajam por um caminho sombrio onde forças sinistras revelam que nem tudo é o que parece…
Confira o cartaz:
Leslye Headland (‘Boneca Russa’) serve como showrunner.
A trama é ambientada 100 anos antes dos eventos do filme ‘Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma‘ (1999).
O elenco conta com Amandla Stenberg, Lee Jung-jae, Manny Jacinto, Dafne Keen, Jodie Turner-Smith, Rebecca Henderson e Charlie Barnett.
De acordo com o Variety, o PETA planeja fazer um protesto em uma exibição de ‘Nosferatu‘ por causa da maneira pejorativa e das “falsas representações” impostas aos ratos durante a narrativa do longa.
A organização em defesa dos direitos animais pretende enviar um “rato gigante” para o cinema em que o filme será exibido para “esclarecer” os fatos sobre os 5 mil ratos vivos que o diretor Robert Eggers (‘A Bruxa’) usou durante uma cena do filme.
Na cena em questão, os ratos invadem Londres e trazem a peste negra com eles.
Em comunicado oficial, Lauren Thomasson, diretora do PETA, declarou: “Um humano não tem mais probabilidade de ser ferido ou morto por um rato na vida real do que por um vampiro, e falsas representações desses animais como arautos da morte negam aos espectadores a chance de vê-los como os indivíduos inteligentes, sociais e afetuosos que são. As únicas ‘pragas’ com as quais os espectadores de cinema precisam se preocupar são os diretores que submetem os animais ao caos e à confusão de um set de filmagem, e o PETA encoraja todos a enxergarem através desses estereótipos vergonhosos e dar aos ratos o respeito que eles merecem.”
Vale lembrar que ‘Nosferatu‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de janeiro.
“‘Nosferatu’, de Robert Eggers, é um conto gótico de obsessão entre uma jovem assombrada na Alemanha do século 19 e o antigo vampiro da Transilvânia que a persegue, trazendo um horror incalculável com ele.”
O filme recebeu uma classificação etária alta (R), o que significa que só poderá ser assistido por maiores de 18 anos ou menores acompanhados de um responsável, devido a “violência sangrenta, nudez gráfica e conteúdo sexual”.
O elenco conta com Bill Skarsgard (It: A Coisa) Lily Rose Depp (‘The Idol’), Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’), Willem Dafoe (‘Pobres Criaturas’), Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) e Emma Corrin (‘Deadpool 3’).
De acordo com a Vanity Fair, Sydney Sweeney (‘Euphoria’) se recusou a responder qualquer pergunta envolvendo seu polêmico comercial da American Eagle, que foi criticado por alegadamente fazer alusão a supremacia racial.
“Eu estou aqui para apoiar meu filme e as pessoas envolvidas em seu desenvolvimento. Não estou aqui para falar sobre jeans,” declarou a artista.
A atriz estava promovendo ‘Christy‘, filme biográfico em que ela interpreta a boxeadora Christy Martin, que estreará no festival de Toronto nesta sexta-feira (5).
Sobre o longa, ela declarou: “Em toda luta que vocês assistirem, a gente realmente está se socando. A gente usa toda a força. Eu sempre acreditei que não seria possível fazer parecer real se fosse um dublê ou se os golpes fossem simulados.”
Vale lembrar que o polêmico comercial fez um trocadilho com “genes” e “jeans”, o que gerou um debate sobre referência à eugenia. A discussão, no entanto, ultrapassou os limites da publicidade e foi parar no centro de um embate político-cultural nos Estados Unidos. Após críticas de vozes progressistas que apontaram a campanha como uma celebração da supremacia branca e de um padrão corporal excludente, a Casa Branca não ficou em silêncio.
Steven Cheung, gerente de comunicações do governo, reagiu duramente em uma publicação na rede X (Twitter), chamando a indignação da esquerda de “estúpida” e representativa de por que “os americanos votaram como votaram em 2024”.
Ele escreveu: “Cancelamento descontrolado. Esse pensamento liberal distorcido, imbecil e denso é um dos grandes motivos pelos quais os americanos estão cansados dessa besteira”.
O comercial, que mostra Sweeney falando sobre genética de forma bem-humorada — “Genes são passados de pais para filhos, determinando coisas como cor dos olhos ou cabelo. Meus jeans são azuis.”— fez alguns críticos acusarem a marca de reforçar ideais eurocêntricos e de beleza excludente, por escolher uma mulher branca, magra e loira como símbolo dos “melhores genes da América”.
Confira o comercial:
A apresentadora conservadora Megyn Kelly também se pronunciou, defendendo Sweeney e criticando o que chamou de “a loucura da esquerda”:
“Ela está sendo chamada de supremacista branca porque fez um comercial de calça jeans. Isso é uma propaganda de jeans, não supremacia branca. Eles estão revoltados porque querem decidir quem pode ou não ser o rosto dos ‘melhores genes’ da América”, declarou em seu programa.
Kelly argumentou que o anúncio claramente se refere ao corpo de Sweeney — algo que a atriz já tornou marca registrada em campanhas anteriores — e que as reações mostram uma intolerância da esquerda em aceitar qualquer representação que não esteja alinhada a suas pautas.
Enquanto o comercial continua circulando com alto engajamento nas redes sociais, o debate reacende uma velha polarização cultural entre representatividade, padrões de beleza e liberdade de criação na publicidade. E agora, com a Casa Branca e comentaristas políticos entrando na discussão, a campanha da American Eagle acabou se tornando um inesperado símbolo da guerra cultural americana.
Em O SOL NASCE PARA TODOS, ex-amantes se reencontram após muitos anos e revivem sentimentos marcados por amor, sacrifício e arrependimento. Entre despedidas dolorosas e lembranças do passado, duas pessoas perdidas finalmente se reconhecem e se abraçam.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Shangjun Cai também assina o roteiro ao lado de Nianjin Han;
A versão de Mercúrio interpretada pelo jovem Evan Peters conquistou as audiências em sua primeira aparição.
E em uma entrevista com o site Entertainment Tonight, o ator compartilhou que adoraria estrelar um filme solo do X-Man.
Disse:
“Eu acho que isso seria tão divertido. Eu amo os efeitos especiais e as sequências, além de amar poder trabalhar com toda essa equipe. Eu toparia fazer esse filme em um segundo”.
O ator e seu personagem poderão ser vistos novamente em breve, em ‘X-Men: Fênix Negra‘.
Até então, Evan era um dos poucos ‘X-Men‘ presente nos últimos filmes da franquia que ainda não estava confirmado para a sequência de ‘X-Men: Apocalipse‘.
Lembrando que Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto) e James McAvoy (Professor X) retornam, enquanto Jessica Chastain (‘Histórias Cruzadas’) viverá a vilã.
O elenco também trará o retorno de Nicholas Hoult (Fera), Alexandra Shipp (Tempestade), Sophie Turner (Jean Grey), Tye Sheridan (Ciclope) e Kodi Smit-McPhee.
Simon Kinberg dirige e roteiriza.
O longa será uma adaptação de “The Dark Phoenix Saga”, geralmente considerada a maior história dos X-Men jamais contada. ‘X-Men: O Confronto Final’ adaptou a história, mas os fãs geralmente não ficaram satisfeitos com o resultado.
‘X-Men: Fênix Negra‘ estreia em fevereiro de 2019.
A oitava e última temporada de ‘Game of Thrones’ mal começou e já quebrou recordes grandiosos. Com a exibição de seu primeiro episódio, no último domingo (14), a produção foi assistida por 17.4 milhões de pessoas ao redor do mundo, em múltiplas plataformas – incluindo serviço de streaming.
Esse altíssimo número faz da estreia da oitava temporada a maior transmissão da história da HBO, além de ela ter se tornado a série de TV roteirizada mais vista do ano. Até então, o marco pertencia a ‘The Big Bang Theory’, que conquistou 14,1 milhões de telespectadores em 07 de fevereiro.
Esse recorde atingido se torna ainda maior, considerando que a HBO é um canal de TV por assinatura – sendo parte de um pacote adicional separado, estando presentes em menos lares que a CBS e suas emissoras internacionais parceiras.
O novo número de audiência de GOT também superou o seu próprio recorde anterior, de 16.9 milhões de pessoas assistindo à série. Na ocasião, os fãs estavam conferindo o final da sétima temporada, há dois atrás.
‘Game of Thrones‘ ainda derrubou o Twitter, com cinco milhões de tweets circulando, sendo mais um recorde alcançado pela produção. O assunto mais comentado na rede social é o instante em que Sam revela para Jon a sua verdadeira identidade.
A HBO disponibilizou um vídeo dos bastidores do primeiro episódio da temporada final.
Assista:
Segundo o agregador de reviews Rotten Tomatoes, o primeiro episódio da oitava temporada, intitulado ‘Winterfell’, foi aclamado pela crítica especializada e abarcou 94% de aprovação, com nota 7.62/10 baseada em 63 comentários.
O consenso é de que, “apesar da falta de sanguinolência, reuniões inesperadas, surpresas de arrepiar e um surpreendente humor ajudam ‘Winterfell’ a preparar o terreno para o que pode vir a ser uma épica temporada final”.
O próximo episódio, que será transmitido no domingo que vem, já ganhou seu teaser oficial, mostrando Winterfell totalmente cercada.
Assista:
David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série.
O elenco conta com Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Liam Cunningham, Sophie Turner, Maisie Williams, Alfie Allen, Nathalie Emmanuel, Gwendoline Christie, John Bradley e Isaac Hempstead Wright.
Para encerrar a 7ª temporada da popular série ‘The Blacklist‘, a emissora NBC decidiu agir de forma ousada em meio à pandemia do coronavírus.
Mesmo com a quarentena interrompendo as filmagens do episódio 19, o material que já fora gravado será utilizado em um final de temporada híbrido, que vai mesclar o formato live-action com a animação.
Os produtores decidiram utilizar as cenas já filmadas com o elenco e completar o episódio em questão com uma combinação que trará uma animação no estilo graphic-novel.
Intitulado “The Kazanijan Brothers“, o episódio não seria – originalmente – o encerramento do ciclo. Mas em virtude do quadro global, a 7ª temporada teve que ser reduzida de seu tamanho habitual, que conta com 22 episódios.
Confira as imagens do capítulo:
THE BLACKLIST — “The Kazanjian Brothers” Episode 719 — Pictured: (l-r) Raymond “Red” Reddington, Elizabeth Keen — (Photo by: Sony Pictures Television)THE BLACKLIST — “The Kazanjian Brothers” Episode 719 — Pictured: Raymond “Red” Reddington — (Photo by: Sony Pictures Television)
O episódio vai ao ar no dia 15 de maio nos Estados Unidos.
Vale lembrar que a série já foi renovada para a 8ª temporada.
Seguindo a revelação que Raymond “Red” Reddington não é quem ele diz ser, Elizabeth Keen está dividida entre o relacionamento que ela construiu com o homem que pensava ser seu pai e seu desejo para descobrir anos de segredos e mentiras. Enquanto isso, Red entrega à Liz e ao FBI alguns dos indivíduos mais estranhos e perigosos já enfrentados por eles, fazendo seu império crescer e eliminando os seus rivais no processo. Apesar de tudo, o jogo de gato e rato entre Liz e Red fará com que limites sejam cruzados e a verdade seja exposta.
James Spader, Megan Boone, Diego Klattenhoff, Harry Lennix, Hisham Tawfiq e Amir Arison estrelam.
O drama familiar ‘Meu Pai‘ teve uma grandiosa noite no último domingo (25), durante a premiação do Oscar. Além de conquistar a estatueta de Melhor Roteiro Adaptado, o longa dirigido por Florian Zeller ainda levou a categoria mais especulada: a de Melhor Ator.
Mesmo em meio à grandes expectativas de que o favorito Chadwick Boseman fosse conquistar o prêmio de forma póstuma, por seu excepcional trabalho em ‘A Voz Suprema do Blues‘, Anthony Hopkins arrebatou a estatueta, encerrando a noite da maior premiação do cinema.
Ausente do evento, o veterano – que já havia conquistado um prêmio pelo longa ‘O Silêncio dos Inocentes‘ – ainda consagrou um marco histórico na Academia, se tornando o ator mais velho a receber uma estatueta do Oscar.
Vale lembrar que Hopkins também conquistou o BAFTA de Melhor Ator.
Confira o trailer do filme:
O longa é dirigido por Florian Zeller.
Anthony tem 81 anos de idade. Ele mora sozinho em seu apartamento em Londres, e recusa todos os cuidadores que sua filha, Anne, tenta impor a ele. Mas isso se torna uma necessidade maior quando ela resolve se mudar para Paris com um homem que conheceu há pouco, e não poderá estar com pai todo dia. Fatos estanhos começam a acontecer: um desconhecido diz que este é o seu apartamento. Anne se contradiz, e nada mais faz sentido na cabeça de Anthony. Estaria ele enlouquecendo, ou seria um plano de sua filha para o tirar de casa?
O elenco conta com Anthony Hopkins, Olivia Colman, Mark Gatiss, Olivia Williams, Imogen Poots e Rufus Sewell.
As badaladas do sino da igreja de Wexford ecoam por todas as suas ruas pouco iluminadas. Mais do que marcar o tempo, elas também sinalizam a imponência de uma igreja católica dominante, que dita o ritmo dessa pequena cidade irlandesa e que silenciosamente “envenena” garotas inocentes em abusivos institutos de correção e reabilitação.
Entre lampejos de desconforto e diálogos ríspidos e desconcertantes, freiras com olhares desconfiados driblam o receio e temor dos moradores locais, que fazem vista grossa para os horrores que ocorrem entre quatro paredes, sob a sombra de uma enorme opressão religiosa. E assim, Pequenas Coisas Como Estas se desabrocha como um filme sobre um tempo que talvez não exista mais, mas cujas sequelas seguem ainda vivas na mente e no corpo de suas vítimas.
pequenas coisas como estas3
No novo longa dirigido por Tim Mielants e roteirizado por Enda Walsh, lançado no Festival de Berlim, Cillian Murphy é um carvoeiro estoico, cercado pela vivacidade de um lar tomado por cinco filhas e sua esposa. A euforia feminina que domina a mesa de jantar é um contraste com sua personalidade soturna e tristonha, pautada por noites mal dormidas e uma insônia que o persegue. As memórias de uma infância dolorosa se cruzam com seu presente e com sua rotina tomada pelo negrume do carvão que carrega nas costas e que entrega de porta em porta.
Uma dessas portas o leva para dentro desse instituto de correção e reabilitação, onde freiras com aparência sisuda recebem meninas aflitas, cientes de que suas vidas jamais serão as mesmas. Curioso para compreender esse pequeno submundo que apenas conhece de ouvir falar, Bill Furlong gradativamente se vê confrontado com os relances de violência verbal e física que testemunha, em meio a gritos de socorro e choros incessantes. E tragado por essa densa nuvem, Murphy se entrega a mais um personagem com maestria, transformando o silêncio e o estoicismo em uma performance que brada a plenos pulmões.
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E ainda que o ritmo lento de Pequenas Coisas Como Estas possa distanciar sua audiência da trama, a verdade é que o drama baseado na obra literária de Claire Keegan funciona como uma discreta chama que cresce gradativamente. Na expectativa de que seu público mergulhe com cautela nesse “mistério” tal como o próprio protagonista, o drama é um convite ao silencioso sofrimento de um homem no auge dos anos 80, vindo de uma cultura masculina em que traumas jamais eram tratados e criado sob os rígidos dogmas da Igreja Católica.
E à medida em que infância, fé, família e religião começam a se digladiar dentro e fora da mente do protagonista, Pequenas Coisas Como Estas cresce, nos perturba tanto quanto aos seus personagens e nos leva em direção a uma experiência difícil, pesada, mas poderosa. Com uma fotografia fria, que destaca o gélido e chuvoso inverno irlandês, o longa de Mielants é melancólico, duro de digerir, mas necessário como uma memória viva daquilo que jamais pode se repetir. Com Emily Watson brilhando em uma performance intensa, que se revela na frieza da Irmã Mary, o drama é uma dolorosa epifania sobre o doloso domínio da Igreja Católica sobre algumas comunidades irlandesas. Escondidos debaixo do manto da religião, padres e freiras ajudaram a perpetuar uma onda de horror e traumas que ainda caminham com suas vítimas.
E parte dessa extensão de sofrimento flui para fora das telas, tomando a audiência da mesma angústia tão lindamente expressa por Murphy. Mas ainda que a melancolia da história de Bill e daquelas jovens garotas aprisionadas no instituto de correção paute a maior parte do ritmo do longa, há também um esperançoso feixe de luz que rompe a vasta barreira de sombras. Trazendo um final delicado e doce, Pequenas Coisas Como Estas se encerra com um sopro de esperança e ternura, um sorriso efêmero, mas gentil e genuíno que nos lembra que não há trevas que durem para sempre.
Dentro de um fusca amarelo, Marcelo (Wagner Moura) chega em posto de gasolina no meio de uma estrada de barro e depara-se com um defunto coberto por jornais. O frentista avisa que durante os dias de Carnaval o cadáver continuará a liberar o mau cheiro antes que as autoridades venham buscá-lo. Quando uma viatura da polícia chega, eles estão interessados em vistoriar os documentos do recém-chegado do que ocupar-se do corpo estendido no chão.
Estamos em Pernambuco, na década de 1970, e a cena inicial dá o tom do que será O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, onde a banalização da violência é a regra e a vistoria de todos os cidadãos, uma ordem. Wagner Moura é um viúvo fugitivo em busca do reencontro com o filho, para conseguir sair do país com o menino, ele vai passar por uma cenário de verdadeiro caos místico e político. A começar pela apresentação de seu novo local de moradia pela Dona Sebastiana, interpretada brilhantemente por Tânia Maria, e os elementos estranhos do enredo, como um gato de dois rostos.
Ambientado em pleno Carnaval, a perseguição de dois atiradores é emoldurada por figuras das ruas de Recife e um batuque incessante que traz uma dicotomia peculiar do Brasil: do divertimento à beira do caos, nesse caso, de uma luta pela sobrevivência. Em uma das partes mais bizarras e, ao mesmo tempo, hilárias, os jornais passam a publicar artigos sobre uma perna peluda assassina que deixa um rastro sanguinário por onde passa. Entre o fantástico e a censura, a mídia brasileira consegue utilizar seus contornos para transmitir a realidade ao povo e construir um imaginário social de devastação — mesmo que por uma perna extraordinária.
Além do gato e da perna encontrada na boca de um tubarão, outros elementos enriquecem o tom kafkiano do enredo, com uma mulher possuída após assistir ao filme A Profecia; casais que praticam sexo oral sem pudor no cinema e, ainda, a obsessão e os pesadelos do pequeno Fernando (Enzo Neto) com o tubarão do filme de Steven Spielberg, o qual o menino nunca realmente assistiu, mas que se engendrou no seu imaginário.
A mágica do filme é encaixar de forma orgânica todos esses elementos incongruentes, sem nunca diluir a tensão ou minar os riscos de vida ou morte do protagonista Marcelo, que passa a ser conhecido também como Armando, interpretado com grande destreza e melancolia por Wagner Moura. Em seu primeiro trabalho juntos, Wagner e Kleber conseguiram uma parceria idílica. Um retorno espetacular de Wagner Moura ao cinema brasileiro, depois de passagens por Guerra Civil(2024) e pela fraca série Ladrões de Drogas (2025), produzida por Ridley Scott.
Com maestria Kleber Mendonça consegue reunir um elenco exemplar de estrelas do cinema nacional, como Carlos Nascimento, que vive Seu Alexandre, sogro do protagonista e projecionista, fazendo uma alusão direta com o seu documentário Retratos Fantasmas, até a promissora Alice Carvalho (da série Cangaço Novo), em uma pequena participação, mas tão acachapante quanto os personagens tão vivos e ricos do filme, como os capangas vividos por Gabriel Leone e Roney Villela em busca do extermínio de Marcelo.
Dada a data do lançamento, meses depois do sucesso e Oscar inédito de Ainda Estou Aqui, é impossível não encontrar paralelos entre os dois filmes. A mortificação da Ditadura é latente em ambas as produções. Porém, enquanto Walter Salles mergulha no drama real familiar, Kleber impõe sua marca estética original com elementos de filme de gênero para atirar facas ao período. O fantástico está presente em todas as suas obras, desde o curta Vinil Verdeaté os diálogos com seus longas sociopolíticos O Som ao Redor, Aquariuse a distopia Bacurau, além do documentário já citado Retratos Fantasmas.
Um filme do Kleber Mendonça Filho não é apenas uma chama de alegorias políticas, mas um deleite estético de divertimento e o uso dos recursos cinematográficos para jogarmos luz sobre as nossas mazelas — seja na milícia urbana, na especulação imobiliária ou até mesmo em uma guerra civil urbana, ou sobre o esquecimento e desaparecimento de cinemas e pessoas.
Se as ruas de Recife pediam seus centros culturais em Retratos Fantasmas, em O Agente Secreto elas perdem as pessoas. As manchetes dos jornais estampam o extermínio de 91 indivíduos e o filme segue contando esses corpos retirados do círculo da vida com trivialidade entre as brumas das festividades de Carnaval. Tal como, enquanto há músicas nas ruas, os barulhos dos tiros são disfarçados e amordaçam verdades dificilmente trazidas à tona — até a contratação de um hitman, que nos remete à esperteza brasileira de barganhar e não levar desaforo para casa.
O roteiro de Mendonça Filho nos prende por longo tempo antes de desvendar os mistérios de perseguição do protagonista, envolto a personagens memoráveis, como a Elza (Maria Fernanda Cândido) e o chefe de polícia Euclides (Robério Diógenes). Kleber ainda ousa uma enorme elipse temporal para nos dar um desfecho e nos conectarmos com a memória de todos os passados da ditadura.
Por meio da pesquisadora Flávia (Laura Lufesi), a história revive em São Paulo evidenciando um plano estilístico e sentimental do cineasta pernambucano: exaltar como a memória deve ser preservada, restaurada e compartilhada em novos meios — assim como o pequeno museu de Bacurau —, como as páginas dos jornais daquela época nos apresentam uma chacina programada pelo governo contra seu próprio povo. Um desfecho para o agora adulto Fernando, não mais atormentado por tubarões, mas pela ausência dos pais ainda na infância.
Com todos esses elementos, O Agente Secreto deve ressoar no júri do Festival de Cannes e tem grandes chances de lutar por seu espaço na temporada de premiação como representante do Brasil, pela atuação de Wagner Moura e a presença marcante do seu elenco, além da grande curadoria musical da época sempre presente em todos os filmes de Kleber Mendonça Filho, com produção mais uma vez da sua esposa Emilie Lesclaux e co-produção com França, Alemanha e Holanda.
A atriz Sope Aluko, que foi vista em ‘Pantera Negra’, no pequeno papel da Shaman, líder espiritual e aprendiz de Zuri, vivido por Forest Whitaker, é a mais nova adição ao elenco de ‘Venom’.
Porém, o papel da atriz no filme ainda não foi revelado.
Enquanto isso, mais detalhes da trama do aguardado ‘Venom’ estão sendo divulgados na internet, como por exemplo, que o longa deve contar com participações de pelo menos três simbiontes, além do protagonista. As informações são do That Hashtag Show.
Yes. 3 symbiotes.
— That Hashtag Show (@ThatHashtagShow) March 1, 2018
A Sony Pictures divulgou o primeiro teaser trailer e pôster oficial. Confira dublado e legendado:
Tom Hardy, Michelle Williams e Jenny Slate estrelam a adaptação.
O longa, da Columbia Pictures conta com o roteiro de Scott Rosenberg (‘Jumanji’), Kelly Marcel (’50 Tons de Cinza’) e Jeff Pinker (‘A Torre Negra’) e a produção de Avi Arad, Matt Tolmach (‘O Espetacular Homem-Aranha’) e Amy Pascal (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’). Ruben Fleischer (‘Zumbilândia’) dirige.
‘Venom’ tem estreia marcada nos cinemas em 5 de Outubro de 2018.
A expectativa para a morte de alguns personagens de ‘Vingadores’ já é esperada pelos fãs para o quarto capítulo da saga.
E embora ainda não se tenha certeza de quais heróis irão morrer, um usuário do Reddit publicou uma nova lista com os heróis que devem, de fato, partir dessa para melhor e os que podem sobreviver à batalha final contra Thanos.
[CUIDADO COM POSSÍVEIS SPOILERS]
A lista se baseia em informações sobre os heróis já coletadas até agora e especula que membros da equipe desde a Fase 1 são os mais propensos à viver no final. Confira:
Entre os sobreviventes, a lista diz que:
Tony Stark provavelmente irá viver. Embora muitas pessoas esperem que ele morra pelo impacto emocional na trama, ainda há um grande uso para ele depois desse filme. Além disso, eles insinuaram sua aposentadoria e têm um bebê à caminho.
Viúva Negra vai viver. Ela basicamente tem um filme confirmado. E com o ‘Deadpool’ chegando ao MCU (apresentando filmes para maiores) você sabe muito bem que eles vão fazer com que seja classificado para maiores de 18 anos.
Thor vai viver. Seu personagem foi redefinido, seus amigos foram totalmente alterados e, francamente, ele é o novo Vingador favorito de muitos outros.
Bruce Banner é 50/50. Se ele viver, ele é aleijado. A arte prometida vazada revela um Hulk e Banner possivelmente fundido, de modo que poderia ser uma boa maneira de acabar com o arco de seu personagem. No entanto, isso também deixa muito mais desenvolvimento para o Hulk / Banner, e com o Quarteto Fantástico chegando, a Marvel pode querer ver Strange, Tony, Banner e Reed juntos na tela.
Gamora está viva. Presa na Joia da Alma. Isso foi basicamente confirmado no comentário do diretor no DVD ‘Guerra Infinita’. Além disso, com o GOTG 3 saindo, Gamora está segura.
Agora, sobre as prováveis mortes:
Gavião Arqueiro vai morrer. Ele será realmente um Vingador ativo em ‘Vingadores 4’ porque sua família foi vítima do estalo de Thanos. Então, morrendo de vontade de trazer sua família de volta, ele seria extremamente nobre e emocional.
Steve Rogers definitivamente vai morrer. Isso completa seu arco propriamente, e isso levaria os governos do mundo a emendar o Acordo de Sokovia. Quando ‘Vingadores 4’ começou a filmar, havia um casting para uma cena fúnebre. Além de qualquer outra pessoa no MCU, seria de Steve Rogers um grande funeral.
Thanos vai morrer… Ou ficar preso na Joia da Alma. As apostas são enormes, a vida, a morte, a intensidade e o impacto emocional de uma possível morte de Thanos (em vez de fugir ou ser levado vivo) é muito alto.
E aí, o que acham dessas teorias?
‘Vingadores 4’ chega aos cinemas brasileiros em 2 de maio de 2019.
Quando anunciaram a série da Eco, não houve exatamente uma comoção em relação a ela. Na verdade, muitos fãs não acreditaram no que estava acontecendo, já que a Marvel parecia dar sinais de estar sentindo o impacto do desgaste do subgênero dos super-heróis e ainda assim estava anunciando projeto atrás de projeto, jogando os holofotes sobre uma personagem coadjuvante que nem conquistou tanta atenção assim.
Era aquele questionamento: “se o público está cansado da superexposição dos personagens Marvel, será mesmo que é hora de lançar uma série dedicada a uma anti-heroína da série do Gavião Arqueiro?”. Essa pergunta era – e ainda é – extremamente válida, ainda mais considerando que a própria série do arqueiro passou longe de ser um sucesso também. O problema é que esse questionamento deveria ser feito pelos executivos da Disney, não pelos fãs. Pois bem, muita água rolou desde então, alguns projetos foram adiados, o cronograma do Universo Cinematográfico Marvel foi refeito, mas a série da Eco continuou nos planos. Em meio a rumores de que Kevin Feige não teria gostado do que viu, resultando numa redução considerável do número de episódios durante as refilmagens, Eco enfim estreou e está disponível no Disney+.
Ao longo de cinco episódios, totalizando cerca de 3h30 de duração, a série fez uma trajetória tortuosa antes da estreia. Quando foi anunciada, não houve qualquer tipo de expectativa positiva acerca da produção. No entanto, o lançamento do trailer e o material promocional, ressaltando a violência extrema e a grande quantidade de sangue para o primeiro projeto feito para o público maior de 18 anos do MCU, acenderam uma chama de esperança nos fãs, além da confirmação da presença do Rei do Crime (Vincent D’Onofrio) e do Demolidor (Charlie Cox).
E não tem nada mais cruel do que acender essa esperança em cima da hora e não corresponder às expectativas criadas. Infelizmente, é o que acontece aqui. Não que a série seja ruim, mas também não é boa. Talvez se você não tiver visto nenhum trailer ou material promocional antes de conferir os episódios, consiga ter uma experiência melhor. Afinal, tudo é lucro para quem já não espera nada.
O problema é que uma série da Marvel não pode se contentar em agradar apenas quem não tem expectativas. Por decisões superiores, o ano de 2024 só terá um filme do MCU nos cinemas, que é Deadpool 3. Isso dará tempo para fazer refilmagens e acertar outros longas, além de criar um certo intervalo para que o público “sinta falta” dos heróis da casa.
Ou seja, em um ano carente desses personagens, era de se esperar que as séries de streaming trouxessem uma qualidade inquestionável, até mesmo para fazer com que os fãs colocassem fé nessa nova fase pretendida pela Marvel, que quer mostrar ao público e aos críticos que essa história de ‘fadiga dos heróis’ não passa de uma balela. Só que séries como Eco acabam justificando quem tanto critica as produções com super-heróis, porque havia, sim, um grande potencial por lá, mas foi desperdiçado em um seriado genérico que prometeu mais do que foi capaz de criar.
A questão da violência e do sangue, tão propagados pelo material promocional, realmente não justificou esse alarme criado para “a primeira série +18 do MCU”. As coreografias de luta são muito boas, mas não há nada de diferente. É tudo muito comum, com algumas breves exceções, geralmente envolvendo o Rei do Crime. Entretanto, a maior decepção foi acerca do selo Marvel Spotlight. Prometido para ser um diferencial dentre o MCU, contando histórias com maior liberdade, a primeira impressão passada é de que ele é apenas um remake da extinta parceria entre Marvel e Netflix, na década passada, que resultou nas séries que culminaram no infame Os Defensores. O que parecia ser uma inovação já se apresentou como mais do mesmo.
No que diz respeito à série em si, é meio frustrante ver como esse projeto poderia render um bom filme de 2h, mesmo que lançado diretamente no streaming. Apesar de ter potencial, a direção parece não saber como trabalhar as ideias de forma interessante para preencher esses cinco episódios. Isso afeta diretamente o ritmo da série, que fica enfadonho e inconstante. A situação desaponta ainda mais depois de ver o último episódio. Ele é realmente muito bom e aborda de forma cativante as origens indígenas da Eco e sua relação conturbada com o Rei do Crime.
Se toda a série tivesse o ritmo e a objetividade desse episódio final, estaria rasgando elogios a ela neste exato momento. Isso porque a cultura indígena norte-americana é riquíssima e tem elementos visuais que poderiam render uma produção inigualável para o Universo Cinematográfico Marvel. Só que ficou tudo no “mais do mesmo”. Tanto que os momentos mais interessantes da série são realmente quando eles fogem do óbvio. O terceiro episódio começa a contar parte do passado da família Lopez como um filme de bangue-bangue. O primeiro capítulo já começa exaltando a tradição indígena de passar histórias e lendas por meio do diálogo, além de trazer outros heróis. São esses poucos momentos que agradam e irritam na mesma proporção, porque mostram que a série poderia ser muito mais.
Quem se salva no quesito decepção é Vincent D’Onofrio. Como dito no texto de primeiras impressões, o ator é uma dos maiores acertos de todo o MCU. Seu Rei do Crime é ameaçador mesmo sem fazer nada. E aqui, em alguns raros momentos, ele se mostra um personagem complexo e ambíguo. A forma como ele é capaz de manipular as pessoas ao seu redor é impressionante e magistralmente conduzida pela atuação fora de série de Vincent, que segue agregando ao vilão. E a cena pós-créditos do capítulo final mostra que a Marvel tem grandes planos para ele no futuro do MCU ao adaptar um dos arcos mais promissores de um malfeitor neste universo compartilhado.
Já Maya Lopez, nossa protagonista, não consegue cativar tanto assim. E não é nem culpa da atriz Alaqua Cox, que tenta trazer algum tipo de profundidade para a personagem. O problema está no roteiro, incapaz de resolver os conflitos internos da personagem ao longo de quatro episódios, transformando-a num poço de confusão que magicamente se acerta com tudo e todos no quinto e último capítulo. Não dá para saber os reais sentimentos dela por ninguém, porque a série trata seus familiares como meros coadjuvantes, relegando a maioria deles o papel de alívio cômico, enquanto tenta fazer um suspense sobre Maya ser ou não descendente dos místicos indígenas interdimensionais, sendo que fica nítido desde a primeira aparição deles que serão os antepassados da protagonista.
No fim das contas, Eco é uma série que sai de nada e vai para lugar nenhum, como teoricamente seria a proposta do Marvel Spotlight, mas não consegue valorizar sua própria jornada. É um seriado que esbarra na própria falta de ambição, criando episódios não necessariamente ruins, só que não bons o bastante para entreter ou marcar o público, sendo o momento mais empolgante justamente a cena pós-créditos que fala mais sobre o vilão do que a protagonista.
Agora, fica a expectativa para que Eco não faça a Marvel acreditar que o público não tem interesse por histórias indígenas, porque se tem uma coisa que a segunda temporada de What If…? mostrou com sua Kahhori é que os povos nativo-americanos têm muita história a contar nesse universo ainda.
A floresta pede socorro. A história da civilização humana é também uma história de destruição dos biomas e do habitat natural de diversas espécies vivas do mundo inteiro. Ainda que muitas regiões consigam preservar grandes áreas, muito já se perdeu por conta da ganância humana e do capitalismo desenfreado, que enxerga na natureza uma fonte de recurso infindável existente tão somente para o benefício humano, sem se importar com as consequências de seus atos. Porém, hoje estão evidentes essas consequências – aquecimento global, escassez de alimentos, secas extremas, desgelo dos árticos –, e é preciso que as atuais e futuras gerações aprendam desde cedo a respeitar e conviver com a natureza. Nessa pegada, estreia essa semana nos cinemas nacionais o filme de animação ‘Mavka: Aventura na Floresta’.
Há muito tempo, os homens e as criaturas da floresta de uma determinada região do planeta fizeram um acordo para que os seres humanos não entrassem mais na floresta encantada, protegendo, assim, os seres mágicos. Porém, lá no passado, um homem em busca de tratamento para a sua filha recém-nascida e adoecida, quebrou o protocolo e conseguiu um tratamento com o guardião da floresta. Isso fez com que parte da floresta fosse destruída e uma guerra fosse iniciada, distanciando, assim, ambas as comunidades. Décadas se passaram em relativa paz entre ambos os lados, mas a chegada de uma misteriosa mulher prometendo dinheiro fácil aos moradores da região leva o jovem Lucas (na voz de Charles Emmanuel) a topar o desafio de ir até a floresta encantada encontrar uma determinada folha a pedido dessa mulher, pois com o pagamento poderá pagar o tratamento de seu tio adoecido. O que Lucas não imaginava era que no caminho fosse conhecer Mavka (com dublagem de Lhays Macedo), jovem espírito da floresta responsável por guardá-la e proteger as criaturas, e que não medirá esforços em ajudá-lo, sem saber suas reais intenções.
Sabemos que um projeto de longa de animação é custoso e demora muito tempo a ser executado. Com esta informação, impressiona que ‘Mavka: Aventura na Floresta’ seja um projeto ucraniano, país que atualmente sofre com as investidas bélicas da Rússia, e que mesmo nesse contexto social, os diretores Oleh Malamuzh, Oleksandra Ruban e Yevheniy Yermak conseguiram produzir, executar e lançar um filme que pensa o futuro, mesmo nesse contexto.
‘Mavka: Aventura na Floresta’ é um filme bem colorido, esteticamente agradável aos olhos, com personagens carismáticos e vibrantes e que para além de levantar o alerta para destruição predatória das florestas e suas consequências, também apresenta um pouco da cultura do seu país – através dos personagens da comunidade humana, várias cenas de apresentação musical e de danças são trazidas no longa, e feitas de maneira orgânica, sem quebrar o ritmo do roteiro e que caem muito bem no estilo de animação.
Com uma bela mensagem e uma história envolvente, ‘Mavka: Aventura na Floresta’ é o tipo de filme que pode ser visto por pessoas de qualquer idade, mas que, acima de tudo, seria muito importante de ser visto pelas crianças e jovens, pensando no conceito educacional que o cinema pode proporcionar. Um bom programa em família que entretém, educa e diverte.
Parece que o filme ‘Aves de Rapina’ já está a todo vapor quanto às produções, visto que um novo vídeo do set de filmagens foi compartilhado no YouTube.
O vídeo em questão traz Arlequina (Margot Robbie) observando um caminhão destruindo uma cerca de ferro logo antes de uma explosão. Logo depois, é possível ver a anti-heroína sentada no chão, aparentemente admirando os “fogos de artifício”.
Se você acreditava que a nova temporada de ‘American Horror Story’ seria apenas uma homenagem aos slashers dos anos 1980, sinto lhe informar que estava completamente enganado.
O quarto episódio de ‘1984’, como ficou intitulado o novo ciclo da antologia, não apenas manteve o interessante e aplaudível nível estético-narrativo da produção, como também abriu espaço para o teor sobrenatural tão característico das primeiras temporadas. De fato, com o desenrolar da trama principal e as múltiplas revelações feitas nos capítulos anteriores, era de se esperar que a história arquitetada originalmente por Ryan Murphy e Brad Falchuk se voltasse para uma perspectiva mística. Entretanto, faz-se necessário dizer que, seguindo os passos das iterações predecessoras, o roteiro de Jay Beattie se ata com força nas reviravoltas do gênero e talvez falhe em alguns momentos no tocante à credibilidade.
Logo de cara, somos apresentados à “história de origem” da relação entre Richard Ramirez (Zach Villa) e Montana (Billie Lourd), que já revelaram para o público suas reais intenções: fazer com que a jovem Brooke (Emma Roberts) sofra e pague o preço por ser a causa do assassinato do irmão de Montana – aquele que levou um tiro na cabeça no meio de um casamento. Percebemos, dessa forma, a declaração de amor dos showrunners e de sua extensa equipe por personagens conturbados, nutridos pela força do ódio e que buscam, eventualmente, encontrar redenção nos atos mais cruéis e mais inexplicáveis possíveis.
Do outro lado, Mr. Jingles (John Carroll Lynch) continua em seu psicótico estado de terminar o trabalho que começo catorze anos atrás. É estranho analisar como a temporada inteira se move em retrocesso quando pensamos na cronologia, visto que a breve noite do Acampamento Redwood é transformada em um espectro intimista, psíquico demais para que realmente seja algo crível; entretanto, a trágica jornada dos protagonistas é bombardeada constantemente por eventos drenados de um pesadelo, trazidos para um realidade caótica e reflexa da conturbada sociedade em que vivem. De fato, alguns elementos narrativos são forçados demais, mas, dentro do panteão de horror de ‘AHS’, fazem completo sentido – ora, quais são as chances de, num mesmo lugar, termos a presença de dois serial killers, uma fanática religiosa e uma psicóloga decadente e controversa?
Buscando uma contingente referências a ciclos anteriores – principalmente às subtramas em excesso de ‘Hotel’, ‘Freak Show’ e ‘Cult’ -, o novo capítulo cede brevemente a esses artifícios para tentar criar um vínculo emocional com o público. Desconstruindo a sólida estrutura sanguinolenta dos clássicos filmes de terror de época, Xavier (Cody Fern) cruza caminho com a presença pontual de Bertie (Tara Karsian), a cozinheira do acampamento que parece, de alguma forma, alheia a tudo que está acontecendo nos arredores do refeitório.
O problema é que Bertie é introduzida em um patamar de deus ex machina cujas consequências para o ritmo da série são gritantes e quase imediatas. Diferente dos descartáveis figurantes que apareceram nas semanas passadas – como o trio de meninos que resolve fazer uma pegadinha para os monitores de Redwood ou a verdadeira enfermeira Rita -, a personagem de Karsian é presenteada com um arco com profundidade enganadora, tangenciando um melodrama novelesco que não arranca nenhuma informação nova da narrativa. Na verdade, Bertie troca algumas palavras com Xavier e depois senta-se à mesa com Jingles, tentando mantê-lo calmo e impedir que ele continue seu reino de matança desenfreada. Mas não há qualquer indício de exploração, e sim uma aceitação conivente de que não há muito mais para onde a série prosseguir.
Os momentos finais, apesar de construídos dentro de um arco de ação e reação envolvente e firme, também não servem como uma epifania tão majestosa – na verdade, o twist promovido pelo roteiro já havia sido apresentado com dúbia interpretação no segundo capítulo. A verdade é que Jingles admitiu para si mesmo após passar por uma série de torturas (incluindo tratamento de choque) que era o verdadeiro assassino, quando Margareth (Leslie Grossman) havia massacrado o grupo de colegas todo aquele tempo atrás. Ela, em um súbito desejo de voltar aos primórdios de sua existência, até mesmo mata impiedosamente o heroico Trevor (Matthew Morrison) e nos dá a entender que não vai parar por aí.
Enquanto Grossman e Lourd entregam performances surpreendentemente originais, afastando-se do escopo cômico no qual estavam presas, é certo dizer que o quarto capítulo da mais nova saga de ‘AHS’ parece ter perdido a mão – talvez um deslize único, talvez um premeditado choque de realidade que preza por uma mister readequação da história principal.
A The CW divulgou a sinopse oficial de “Wishin’ and a Hopin'”, nono episódio da 1ª temporada de ‘Katy Keene’.
Confira:
“Katy luta para encontrar seu lugar com sua nova posição no trabalho, perdendo autoconfiança e procurando ajuda de Gloria, que lhe dá bons conselhos. Alex quer unir The Pussycats de novo, mas o que seu pai imagina e o que Josie pensa para o grupo são duas coias bem diferentes, deixando-o com uma complicada decisão para tomar. Jorge está feliz que pode unir seu namorado atual e a amizade com seu ex, mas as coisas ficam um pouco complicadas. Enquanto isso, Pepper está em uma batalha online que pode arruinar tudo para ela, e ela fica incrédula quando descobre quem o troll é”.
O capítulo será exibido no dia 16 de abril.
O elenco conta com Lucy Hale como a protagonista, bem como Jonny Beauchamp, Ashleigh Murray, Zane Holtz, Katherine LaNasa, Julia Cham, Camille Hyde e Lucien Laviscount.
Escrito por Roberto Aguirre-Sacasa (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) e Michael Grassi, e dirigido por Maggie Kiley, o spin-off gira em torno de quatro personagens icônicos da Archie Comics, incluindo a futura empresária da moda Katy Keene e a cantora e compositora Josie McCoy (Ashleigh Murray), que lutam para conquistar seus sonhos na cidade de Nova York. A dramédia musical conta as origens e os obstáculos enfrentados pelo grupo.
A produção da antecipada sequência da animação ganhadora do Oscar ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ já estão começando e parece que um dos astros do filme original quer muito voltar para o próximo capítulo da saga.
Em entrevista ao Fandom, o ator Jake Johnson expressou interesse em reprisar seu papel como Peter B. Parker – ainda que não tenha certeza de seu retorno.
“Eu espero [voltar]. Eu realmente adorei interpretar Peter B. Parker. Eu gravei para o filme por dois anos, creio eu. As pessoas não sabem disso, mas grande parte das animações é feita em duas ou três gravações e então acabou. Eu vivi com o personagem antes de qualquer um saber que estava acontecendo. Eu amei o material. Eu gravei com Shameik [Moore], que viveu Miles, e viramos amigos”.
Em seu perfil do Twitter, o produtor Christopher Miller revelou que a equipe de efeitos visuais está preparando técnicas de animação bem mais inovadoras para o próximo filme.
Confira:
“Estou muito surpreso com o desenvolvimento das técnicas artísticas inovadoras que estão sendo feitas para ‘Homem-Aranha no Aranhaverso 2’. Isso fará com que o primeiro filme pareça estranho.”
The development of new groundbreaking art techniques being done for the next Spider-Verse movie are already blowing me away. It’s going to make the first movie look quaint
‘Homem-Aranha no Aranhaverso 2‘ estava originalmente programado para chegar às telonas no dia 08 abril de 2022, mas agora será lançado em 07 de outubro do mesmo ano.
A decisão foi anunciada por conta da pandemia do Coronavírus, já que a agenda prevista para o processo de dublagem será afetada para evitar a propagação da doença.
Lançado em 2019, ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ tornou-se um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 375 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 90 milhões.
Confira a sinopse:
Após ser atingido por uma teia radioativa, Miles Morales, um jovem negro do Brooklyn, se torna o Homem-Aranha, inspirado no legado do já falecido Peter Parker. Entretanto, ao visitar o túmulo de seu ídolo em uma noite chuvosa, ele é surpreendido com a presença do próprio Peter, vestindo o traje do herói por baixo de um sobretudo. A surpresa fica ainda maior quando Miles descobre que ele veio de uma dimensão paralela, assim como outras versões do Homem-Aranha.
O elenco de dublagem conta com Shameik Moore, Hailee Steinfeld, Jake Johnson, Mahershala Ali, Bryan Tyree Henry, Nicolas Cage, John Mulaney, e Lily Tomlin.
A HBO Max divulgou o trailer oficial da comédia romântica de assalto ‘Locked Down’, estrelada por Anne Hathaway e Chiwetel Ejiofor.
Confira:
O filme é dirigido por Doug Liman, com roteiro assinado por Steven Knight.
No momento em que decidem se separar, Linda (Hathaway) e Paxton (Ejiofor) percebem que a vida tem outros planos quando ficam presos na mesma casa em uma quarentena mandatória. A co-habitação se mostra desafiadora, mas poesia e uma copiosa quantidade de vinho irá aproximá-los da forma mais surpreendente possível.
Ben Stiller, Stephen Merchant, Dulé Hill, Jazmyn Simon, Mark Gatiss, Mindy Kaling, Ben Kingsley e Lucy Boynton completam o elenco.
‘Locked Down’ estreia na plataforma de streaming em 14 de janeiro, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.
A HBO Max anunciou recentemente que Sara Ramírez, cujos principais trabalhos incluem ‘Grey’s Anatomy’ e ‘Monty Python: Spamalot’, entrou para o elenco do aguardado revival de ‘Sex and the City’, intitulado ‘And Just Like That…’.
Ramírez, que se identifica com a não-binariedade de gênero, dará vida a Che Diaz, uma personagem também não-binária – a primeira da produção.
Em entrevista à Vanity Fair, Sarah Jessica Parker, que retorna como Carrie Bradshaw ao revival, irá abordar a pandemia de coronavírus, além de se aprofundar em aspectos sociais e políticos, resultando em uma produção muito mais consciente do que a série original.
“[A pandemia de] COVID-19 obviamente será parte da narrativa porque essa é a cidade [que as personagens vivem]. E como isso irá mudar as relações uma vez que os amigos desaparecem? Eu tenho fé que os roteiristas irão explorar muito bem essa questão.”
Ela completa,“[O revival] será incrivelmente diversificado de uma forma emocionante. [Os roteiristas] trarão novas experiências de vida, visões políticas e problemas sociais da atualidade.”
O revival também contará com o retorno de Cynthia Nixon e Kristin Davis, que não só irão estrelar, como também serão produtoras da série.
Kim Cattrall, que interpretava a icônica Samantha, não retornará.
A ausência de Cattrall do revival já não é uma surpresa, uma vez que a própria atriz já havia expressado o seu desprezo pela possibilidade de um revival da série, em virtude de desavenças passadas entre ela e Parker.
Em entrevistas, a atriz chegou a admitir que sofria perseguição nos bastidores por parte da colega de trabalho, que teria inveja do alcance popular da sua personagem, Samantha Jones.
Além disso, Cattrall relatou algumas situações delicadas sofridas nos bastidores, em virtude da conturbada dinâmica relacional com a colega de elenco. Isso teria feito a atriz perder o interesse em continuar envolvida com a franquia.
Michael Patrick King, roteirista, diretor e produtor executivo de ‘Sex and the City‘, retorna na mesma função de produtor.
“A série acompanha Carrie, Miranda e Charlotte à medida em que elas navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos”.
Rumores apontam que o novos episódios terão um enredo mais consciente sobre raça e política, além de se manterem um pouco mais conectados com o mundo real.
Criada por Darren Star (hoje à frente de ‘Emily em Paris‘), a série original contou com seis temporadas, exibidas entre os anos de 1998 e 2004 na HBO.
A trama acompanha quatro amigas que lidavam com a vida de solteiras em Nova York no final dos anos 1990, enquanto uma delas relata suas experiências em uma coluna jornalística.
Já nos cinemas, ‘Sex and the City‘ arrecadou US$ 415 milhões mundialmente, enquanto a sequência alcançou US$ 280 milhões.
A fanpage oficial da ambiciosa adaptação ‘The Last of Us’, da HBO, divulgou recentemente através do Twitter uma nova imagem de bastidores oficial da série, trazendo Pedro Pascal como o protagonista Joel.
Além de Pascal (‘The Mandalorian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) como os protagonistas Joel e Ellie, respectivamente, o elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nico Parker, Jeffrey Pierce, Con O’Neill, Murray Bartlett e Anna Torv.
A série traz Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’) e Neil Druckmann (criador do jogo) como diretores. Balagov comanda os dois primeiros capítulos.
A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.
A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Neil Druckmann.
Por enquanto, ‘The Last of Us’ainda não possui previsão de lançamento.
A Netflix divulgou recentemente o trailer oficial de ‘The Last Bus’, sua nova série original britânica.
A produção tem estreia agendada para o dia 01 de abril na plataforma de streaming.
Confira:
A produção, que é descrita como uma mistura de ‘Stranger Things’ com ‘Attack the Block’ e ‘Transformers’, foi criada e escrita por Paul Neafcy e conta com dez episódios.
Um grupo de estudantes deslocados em uma viagem escolar se tornam heróis inesperados com um apocalipse robô dizima o restante da humanidade.
Robert Sheehan (‘The Umbrella Academy’), Tom Basden (‘Plebs’), Laura Crowhurst e outros estrelam.
Mais uma perda inestimável para a indústria do entretenimento!
O icônico ator Paul Sorvino, que interpretou Paul Cicero no aclamado longa-metragem ‘Os Bons Companheiros’, morreu aos 83 anos.
As informações indicam que Sorvino morreu devido a “causas naturais depois de sofrer com questões de saúde nos últimos anos”, conforme aponta seu agente, Roger Neal (via Deadline).
Dee Dee Sorvino, esposa de Paul, escreveu: “nossos corações estão partidos. Nunca haverá outro Paul Sorvino, ele era o amor da minha vida e um dos maiores artistas a já terem agraciado as telas e os palcos”.
O astro, que também é pai da vencedora do Oscar e do Emmy Mira Sorvino, teve uma carreira gigantesca tanto no teatro quanto no cinema e na televisão, estendendo seu currículo por mais de cinquenta anos. Seu primeiro grande papel ocorreu nos palcos da Broadway com o aclamado musical ‘Bajour’.
Desde então, participou de diversas produções, incluindo ‘Law & Order’, ‘Nixon’, ‘Romeu + Julieta’, além do clássico filme de gângsteres supracitado. Mais recentemente, deu as caras em ‘Godfather of Harlem’ e ‘The Birthday Cake’.
O novo filme do aclamado diretor e roteirista Alejandro G. Iñárritu, intitulado ‘Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades’, chegou em dezembro à Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo nos levando aos bastidores do longa-metragem.
Confira:
A história gira em torno de um jornalista mexicano e documentarista que volta para casa e lida com uma crise existencial à medida que luta contra sua identidade, suas relações familiares, a loucura de suas memórias e o passado de seu país natal. Ele procura respostas em seu passado como forma de reconciliar quem é no presente.
Relembre o trailer:
No Rotten Tomatoes, o longa-metragem recebeu apenas 60% de aprovação, com nota 6.30/10 baseada em 107 reviews até o momento.
Confira os principais comentários:
“Uma experiência cinematográfica tão imponente que a mera busca de tentar capturá-la em palavras parece fútil; a conquista mais inquietante e contemplativa de Iñárritu até hoje” – TheWrap.
“É impossível negar a força da organização de pensamentos e conceitos que Iñárritu trouxe à vida […], apesar do impacto ser diluído por sua incapacidade de editar” – Screen International.
“O filme é cheio de boas coisas, mas tem três horas de duração e, no geral, é cheio de si” – Variety.
“Os bons aspectos do exercício, na maior parte, são monótonos” – Daily Telegraph (UK).
“Para um filme que reflete sobre a noção do significado, ‘Bardo’ é um quadro guloso sem alma” – IONCINEMA.com.
Alejandro G. Iñárritu está de volta para dirigir BARDO, FALSA CRÓNICA DE UNAS CUANTAS VERDADES.
O filme estrelado por Daniel Giménez Cacho e Griselda Siciliani é uma comédia nostálgica e foi filmado na Cidade do México, onde o diretor nasceu. 🎥 pic.twitter.com/hUnPDU6Glw
O longa-metragem é a primeira investida cinematográfica de Iñárritu desde o aclamado ‘O Regresso’, de 2015. Este também é seu primeiro projeto a ser rodado no México desde o também ovacionado ‘Amores Perros’, de 2000.
Iñárritu também assina o roteiro ao lado de Nicolas Giacobone, que já trabalhou ao lado do cineasta no vencedor do Oscar ‘Birdman ou (a Inesperada Virtude da Ignorância)’. A narrativa é descrita como uma “comédia nostálgica ambientada em uma épica jornada pessoal”.
Daniel Gimenez Cacho e Griselda Siciliani estrelam.
Iñárritu já conquistou cinco estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Original e Melhor Direção pelo supracitado ‘Birdman’. Além disso, conquistou o prêmio de Melhor Direção novamente por ‘O Regresso’ e recebeu o prêmio honorário em 2018 pelo curta-metragem ‘Flesh and Sand’.
Sadie Stanley (‘The Goldbergs’), Lexi Underwood (‘Pequenos Incêndios por Toda Parte’) e Griffin Gluck (‘Locke & Key’) estrelam a nova temporada.
“Ambientada em uma idílica cidade à beira-mar no noroeste do Pacífico, a trama acompanha a ascensão e a queda de uma intensa amizade adolescente. Abordando a história de três linhas de tempo diferentes, a história mostra os altos e baixos da amizade entre Megan (Stanley), Isabella (Underwood) e o melhor amigo de Megan, Luke (Glock) – explorando o triângulo amoroso que floresceu e o mistério que impactaria a vida de todos.”
O elenco ainda contará com KaDee Strickland (‘Private Practice’), Lisa Yamada (‘All American’), Sean Blakemore (‘Greenleaf’) e Paul Adelstein (‘True Story’).
Ellen Friedman, conhecida por seu trabalho em séries como ‘Siren‘ e ‘Guilt‘, servirá como showrunner. Tia Napolitano, responsável pela primeira temporada, teve que deixar o projeto em virtude de problemas familiares.
Entretanto, ela ainda continua como produtora executiva.
A Netflix divulgou o primeiro clipe oficial da 2ª temporada de ‘O Sangue de Zeus’, uma de suas animações originais mais populares.
Além disso, foi revelado que o novo ciclo estreia em 15 de maio de 2024.
Confira:
Criada por Charley Parlapanides e Vlas Parlapanides, a série originalmente era intitulada Gods & Heroes.
Na Grécia antiga, uma guerra entre os deuses do Olimpo e os titãs está para começar. Ao descobrir segredos de seu passado, o plebeu Heron se torna a melhor chance da humanidade de sobreviver a um exército de demônios.
A produção será lançada na plataforma no dia 27 de outubro.
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