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Os Piores Filmes de 2016

2016, considerado o ano maledetto, não poderia trazer outra lista além da dos piores filmes. Também conhecida como “a vingança dos críticos”, a lista dos piores filmes do ano é a nossa retribuição para aquelas obras que nos fizeram perder duas preciosas horas de nossas vidas, duas horas que nunca mais recuperaremos – como diriam os imortais Roger Ebert e Gene Siskel. Então vamos a eles, e não esqueça de comentar e dizer quais são os seus piores filmes do ano (eleja os seus e não fique apenas reclamando dos que eu escolhi!).

#10 – Esquadrão Suicida

 

Este filme já apareceu na lista dos mais decepcionantes do ano, mas merece lugar nesta lista também. Esquadrão Suicida tinha tudo para figurar em outra lista, a dos melhores do ano. Algo saiu muito errado, e o longa dos vilões da DC terminou com gosto de comida sem tempero, daquelas que não conseguimos lembrar que comemos ao final do dia.

#9 –Deuses do Egito

A grande diferença entre este carnaval fora de época e Esquadrão Suicida, é que o primeiro transcende o fato de ser ruim, se tornando bom de tão ruim. O segundo é simplesmente ruim. Além disso, alguém realmente levava fé nesta produção quando as primeiras artes (ou cartazes) começaram a ser divulgadas? Ao contrário, uma alegria me tomou, porque sabia que renderia boas risadas e um bom prazer culposo nos cinemas. Dito e feito.

#8 – Bruxa de Blair

O filme original da franquia, datando de 1999, foi precursor no subgênero do found footage, e uma obra verdadeiramente assustadora. Essa espécie de reboot/continuação é apenas irritante, com seus clichês, sustos fáceis e personagens idiotas. Para completar, o novo Bruxa de Blair ainda entrega algo que todo fã de terror detesta e revela, sem necessidade, o monstro.

#7 – 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi

Uma coisa que o diretor Michael Bay sabe fazer como ninguém, e disso não podemos reclamar, é entregar ação megalomaníaca. O problema é assistir a somente isso durante duas horas e meia de projeção, sem se tornar dormente à violência e explosões. Seu desenvolvimento de personagens é pobre, para dizer no mínimo, e não nos importamos se os personagens vivem ou morrem. Esses são soldados robóticos, com menos personalidade que os seres gigantescos de Transformers.

#6 – A Escolha

Estão notando um padrão na lista? O que os filmes selecionados possuem em comum é uma estrutura pré-concebida dentro de um gênero, no qual se utilizam de todos os clichês imagináveis, se tornando quase paródias de si mesmos. Já falamos dos gêneros do terror, da ação, de super-heróis e agora chega o romance. Sim, tudo o que você pode imaginar apenas olhando para a capa de A Escolha (nova produção açucarada de Nicholas Sparks) provavelmente está contido neste longa.

#5 – O Contador

Este filme protagonizado pelo astro Ben Affleck também foi um dos itens na lista das decepções. Desde que se tornou um diretor (muito talentoso, diga-se), Affleck também melhorou suas escolhas como ator, e até mesmo seu trabalho frente às câmeras. Para se ter uma ideia, o último havia sido Garota Exemplar. Acho que não preciso dizer mais, né? Mas aí veio 2016, e Affleck foi o Batman (o ator até se sai bem, já o filme…). O Contador é um filme tão bagunçado quanto BVS. Pois é. E segundo dizem as más línguas, A Lei da Noite (novo longa de Affleck) não é muito diferente. Banho de sal grosso, meu filho.

#4 – Um Suburbano Sortudo

Uma coisa deve ser dita em relação às comédias nacionais, elas melhoraram muito no ano de 2016. Com obras como Minha Mãe é uma Peça 2, O Roubo da Taça, Um Namorado para Minha Mulher e Uma Loucura de Mulher, pode-se dizer que o humor nacional nos cinemas subiu de nível. No entanto, o início do ano trouxe uma pequena pérola chamada Um Suburbano Sortudo, o tipo de comédia que ainda necessita se prender ao humor grosseiro, de baixo calão e piadas escatológicas.

#3 – Invasão a Londres

Invasão a Casa Branca (2013) foi um filme bem divertido, que soou como bela homenagem ao cinema de ação da década de 1980, em especial a Duro de Matar, filme que tem como forte referência. Pode-se dizer inclusive que foi mais Duro de Matar do que o quinto exemplar da franquia lançado no mesmo ano. E aqui é onde entra a máxima “desistir enquanto está ganhando”. A continuação se tornou apenas um filme de ação formulaico, que se assemelha mais a um vídeo game do que a um filme. E vem mais um aí… esperamos que a coisa melhore.

#2 – A 5ª Onda

Filmes como A 5ª Onda servem para mostrar o quanto é difícil a transição de um livro juvenil de sucesso para o cinema. E também para mostrar que nem tudo que os adolescentes consomem em forma literária é ouro. É difícil ser o novo Harry Potter ou Jogos Vorazes, e A 5ª Onda está bem longe disso. Pensando pelo lado positivo de morrer na praia antes de poder se tornar uma pretensa franquia: não é preciso passar pelo constrangimento da série Divergente.

#1 – Independence Day: O Ressurgimento

Por que a continuação de Independence Day está em primeiro lugar dos piores? Bem, porque foi um dos filmes de orçamento mais caro do ano, e que deu muito pouco em troca para o público e aos fãs. Porque continuou algo que não necessitava de continuação – e que embora não fosse uma obra prima, desenvolveu sua base de culto ao longo dos anos. Por sugar toda a graça, a tensão e o carisma de seus personagens e do filme. Por não ser nada mais do que uma orgia de efeitos visuais sem qualquer identificação humana. E por querer desavergonhadamente lucrar em cima de uma marca pré-estabelecida.

NOSTALGIA! As Comédias Mais ATERRORIZANTES dos Anos 80

A comédia e o terror são dois gêneros do cinema que à primeira vista não possuem muito em comum. É o que grande parte do público pode achar. A comédia é um gênero extremamente popular com as massas, que ainda consegue arrastar multidões com a premissa de esquecer os problemas do cotidiano e simplesmente se divertir. Já o terror se define melhor como o gênero cult do cinema, recomendado aos fãs, digamos, de gosto peculiar, mas que ao longo dos anos conquistou também o público geral com obras de qualidade. Embora definitivamente siga como um gênero não recomendado para todos – ao contrário de seu colega de matéria, a comédia. Agora, o que esses dois tipos de filme podem possuir em comum? A verdade é que a mistura dos dois podem render um produto extremamente saboroso.

Em uma matéria recente, eu abordei aqui no CinePOP os filmes paródia que tiravam sarro do gênero terror – em especial do subgênero slasher, que vinha fazendo muito sucesso no início dos anos 80. Mas nesta nova matéria a abordagem será outra. Aqui, focaremos em outra vertente apresentada durante a citada década, de filmes de comédia que baseavam suas tramas em elementos de terror, em geral tendo algo de sobrenatural, fossem fantasmas, vampiros, bruxas, o diabo, ou simplesmente assassinos. É claro que nem tudo virou sucesso e alguns se tornaram verdadeiramente obscuros. Outros, encontraram seu público anos depois, se tornando obras cult. Confira abaixo e venha viver essa nostalgia.

Leia também: Os 40 Anos do Auge do “Terrir” no Cinema – Conheça os Primeiros Slasher Cômicos do Cinema

 

Vamp: O Filme

Terminando a lista, temos outra produção de 1986, com temática de vampiros. Antes da famosa novela da Globo utilizar o mesmo título, esse filme veio antes. Precedendo também o filme de Tarantino e Rodriguez, Um Drink no Inferno (1996), aqui temos uma história que também conta sobre um bar barra-pesada, repleto de criaturas da noite. Na trama, dois amigos de faculdade procuram uma stripper para um evento – e terminam chegando até o local indicado por um sujeito misterioso. Porém, logo terão vampiros (e vampiras principalmente) em seu encalço. O destaque do filme fica com Grace Jones no papel da vampira Katrina.

Meus Vizinhos São um Terror

Tão popular quanto Os Fantasmas se Divertem para a geração dos anos 80, este veículo para o astro Tom Hanks foi perdendo sua força com as novas gerações. Isso porque o nome do diretor Tim Burton continuou em alta com o passar das décadas, ao contrário do de Joe Dante – o diretor aqui. Mas ainda posso lembrar de assistir tanto este quanto o item acima pela primeira vez em suas exibições na Tela Quente e ambos possuem um teor similar, apostando no “medo” de mentirinha em suas tramas cômicas. Aqui, Hanks vive um pacato morador dos subúrbios americanos que, ao lado de seus excêntricos vizinhos, começa a desconfiar que os novos moradores da vizinhança sejam assassinos em série adoradores do diabo. O filme foi lançado em 1989.

 

Os Fantasmas se Divertem

Não poderíamos começar a lista de outra forma. O mais popular das “comédias de terror” é esse filme de 1988, que marcou o primeiro grande sucesso do diretor Tim Burton e o que alçou sua carreira a voos ainda maiores, como o primeiro Batman (1989). Com título original Beetlejuice, o nome do personagem de Michael Keaton no filme, o longa mostra um casal (Geena Davis e Alec Baldwin) de interioranos morrendo num acidente de carro e tendo seus espíritos aprisionados na casa que tanto adoravam. O problema é quando os novos proprietários, artistas de Nova York moderninhos, chegam no local. Os antigos moradores logo convocam a ajuda de um espírito traiçoeiro (Keaton) ao mesmo tempo em que fazem amizade com a filha da família (Winona Ryder). Beetlejuice é um dos filmes dos anos 80 mais queridos que nunca ganhou continuação – mas uma vem sendo anunciada há certo tempo, sem nada de concreto.

 

Elvira: A Rainha das Trevas

Comédia de 1988, a ideia aqui foi pegar carona na figura exótica e assustadora da personagem título, Elvira, personificada pela atriz Cassandra Peterson. Elvira é uma figura muito associada ao terror, em especial nos EUA – isso porque ela tinha um programa de TV chamado Movie Macabre, muito popular nos anos 80, que durou de 1981 a 1986. Assim, dois anos depois do encerramento de seu programa, Elvira ganhava um longa-metragem na forma de superprodução nos cinemas para chamar de seu. A história apresenta Elvira herdando uma mansão assombrada numa pequena cidade americana e mudando a vida dos cidadãos do local com seu jeito extrovertido e excêntrico. Em 2001, chegava a tão aguardada sequência, com As Loucas Aventuras de Elvira, sem o mesmo impacto.

 

As Bruxas de Eastwick

Igualmente bastante popular nos anos 80 e 90, esse longa divertidíssimo de 1987, do diretor George Miller (da franquia Mad Max), baseado num livro, foi caindo no esquecimento com o passar das décadas, sem que muitos jovens cinéfilos falem nele hoje em dia, ou quem sabe sequer o conheçam. O elenco é um dos melhores da década, com as presenças de Jack Nicholson, Cher, Susan Sarandon e Michelle Pfeiffer. O trio de mulheres vive três solteironas de uma pequena cidade que sonham com a chegada do homem perfeito – sem querer elas terminam o evocando. Ele chega nas formas de Jack Nicholson e as seduz, todas. Aos poucos elas vão recebendo dons sobrenaturais e entendendo quem é o sujeito é de verdade. A ideia foi levada às telinhas duas vezes, num piloto em 2002 que sequer se tornou uma série, e num programa de 2009, que terminou cancelado após sua primeira temporada.

 

Procura-se Rapaz Virgem

O astro Jim Carrey voltou as boas com o sucesso, apostando em filmes para a criançada, com Sonic – O Filme (2020) e Sonic 2 (2022), nos quais interpreta o vilão Dr. Robotinik. Apesar da nova onda de boas bilheterias, o astro canadense dos anos 90 está anunciando sua aposentadoria. Infelizmente. Voltando para 1985, Carrey ainda não tinha a fama que viria a fazer após o sucesso de O Máskara em 1994, mas protagonizava essa comédia sensual com a temática de vampiros. Na trama, Carrey interpreta um jovem nerd sem sorte com as garotas, que ainda é virgem. Até que ele conhece e se envolve com uma bela mulher mais velha, papel da veterana Lauren Hutton, e os dois iniciam um relacionamento. Ele só não sabe se tratar de uma Condessa Vampira em busca do sangue de virgem para poder ficar viva.

 

Os Sete Suspeitos

Neste filme de 1985, temos todos os elementos que constituem as bases do cinema de suspense, bem típico de clássicos como as obras de Agatha Christie, por exemplo. Vejam essa premissa: diversos personagens excêntricos e que não se conhecem são convidados para um jantar numa mansão muito suspeita. Quando um deles é assassinado, qualquer outro pode ser o culpado. Este seria um thriller assustador como outro qualquer, a não ser por dois fatores. O primeiro é se tratar de uma insana comédia. O outro é que se trata do filme que adapta para as telonas o jogo de tabuleiro homônimo (no título original) Clue – no Brasil conhecido como Detetive. No elenco, os rostos mais conhecidos são os de Tim Curry e Christopher Lloyd. Embora não tenha sido um sucesso em sua estreia nos anos 80, o longa ressurgiu como cult nos anos seguintes.

Lua de Mel Assombrada

Gene Wilder foi um verdadeiro mestre da comédia, participando de diversos filmes icônicos como Primavera para Hitler, A Fantástica Fábrica de Chocolate, O Jovem Frankenstein, A Dama de Vermelho e Cegos, Surdos e Loucos. Aqui, o humorista, que também era diretor de cinema e roteirista, resolve embarcar na brincadeira das comédias de terror, ao desenvolver a história e comandar este longa. No filme de 1986, ele contracena com sua esposa da vida real, a também humorista Gilda Radner. A dupla interpreta um casal recém-casado, que vai passar a lua de mel numa mansão de família. No local, estranhos acontecimentos começam a assustá-los – mas tudo é parte de um tratamento bolado por seu psicólogo. Ou será?

 

Transilvânia – Um Hotel do Outro Lado do Mundo

Hoje, um muso excêntrico da cultura pop, o veterano Jeff Goldblum já fez de tudo um pouco em sua carreira – e em breve retornará num dos papeis mais marcantes de sua filmografia: Ian Malcolm em Jurassic World – Domínio. Voltando para esse filme de 1985, Goldblum e Ed Begley Jr. interpretam dois jornalistas de um tabloide enviados para a Transilvânia a fim de descobrir se um boato sobre o monstro de Frankenstein é verdadeiro. No local, além do monstro, eles encontram um cientista louco, um lobisomem, um mordomo sinistro e uma vampira para lá de sexy e tarada (papel de Geena Davis).

Com Fantasmas Não se Brinca

Lançado no mesmo ano de Beetlejuice, em 1988, essa foi outra comédia de terror que utiliza uma trama similar e até mesmo efeitos bem parecidos com o filme de Tim Burton – podendo ser considerado seu gêmeo. Apesar disso não ficaria tão famoso ou conhecido quanto o citado. Pelo contrário, caindo por completo no anonimato. Na trama, o veterano Peter O’Toole vive o dono de um hotel que, para aumentar o número de hóspedes e a curiosidade, começar a fazer propaganda sobre o estabelecimento ser assombrado. E assim, fantasmas de verdade começam a aparecer no local, como a personagem de Daryl Hannah – que termina por se apaixonar pelo protagonista vivido por Steve Guttenberg, astro da franquia Loucademia de Polícia. Curiosamente, o filme é escrito e dirigido por Neil Jordan.

‘The First’: Data de estreia da nova série do Hulu, do criador de ‘House of Cards’

A nova série do Hulu, ‘The First‘, criada por Beau Willimon, o criador de ‘House of Cards’, ganhou data de estreia. O projeto será lançado no serviço de streaming no dia 14 de setembro.

A produção foca nos desafios da primeira tentativa da humanidade em dar os passos em direção a uma colonização interplanetária e os perigos que os responsáveis pela missão enfrentam em Marte.

Em um comunicado, Willimon comentou sobre o teor da série:

“É uma história sobre o espírito humano. É sobre nossa necessidade indômita de alcançar horizontes desconhecidos. É sobre o preço desta visão, o perigo e o sacrifício – emocional, psicológico e físico – que é exigido para atingir esse objetivo. É sobre como pessoas comuns e imperfeitas se unem para superar obstáculos para atingir o extraordinário”.

Danny Trejo batalha porcos humanoides no trailer do trash ‘Bullets of Justice’; Assista!

O trash pós-apocalíptico ‘Bullets of Justice‘, estrelado pelo ícone Danny Trejo, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Valeri Milev, de ‘Pânico na Floresta 6‘.

Durante a Terceira Guerra Mundial, o governo americano começou um projeto secreto chamado ‘Exército Bacon’ para criar super soldados cruzando animais com porcos. 25 anos depois, uma raça chamada “Focinhos” ocupa o topo da cadeia alimentar, comendo e criando humanos como animais. Rob Justice é um ex-caçador de recompensas trabalhando com a última linha de defesa da humanidade – um grupo de sobreviventes escondidos em um bunker subterrâneo. Sua missão é descobrir como os Focinhos assumiram o poder e destruí-los.

O elenco ainda conta com Timur Turisbekov, Doroteja Toleva, Yana Marinova e Dessy Slavova.

‘Superstore’: Dean Norris, de ‘Breaking Bad’, vai participar da 5ª temporada

De acordo com o TVLine, Dean Norris (‘Breaking Bad‘) vai fazer uma participação especial na 5ª temporada de ‘Superstore‘. O ator vai interpretar o pai da Dina, que fará uma visita ao Cloud 9.

Apesar do seu personagem já ter sido mencionado, o episódio com a participação de Norris só será exibido em janeiro.

A série foi criada por Justin Spitzer.

A comédia acompanha uma família única de empregados de uma gigantesca loja. Desde os novatos deslumbrados ao veteranos que já viram de tudo, passando pelas contratações de verão, a narrativa acompanha o dia a dia da chegada dos caçadores de barganhas, promoções de causar comoção e sessões de treinamento com direito a cochilos.

O elenco conta com America Ferrera, Ben Feldman, Lauren Ash, Colton Dunn, Nico Santos, Mark McKinney, Nichole Bloom e Jon Miyahara.

Amor a Três

(Endings, Beginnings)

 

Elenco:

Shailene Woodley

Jamie Dornan

Sebastian Stan

 

Direção: Drake Doremus

Gênero: Drama

Duração: 110 min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: VOD 2021

Sinopse: 

Uma mulher de 30 e poucos anos navega pelo amor e dores de um coração partido ao longo de um ano. Durante esse tempo, ela desvendará os segredos de sua vida em uma mudança repentina e nos lugares mais surpreendentes.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Drake Doremus também é responsável pelo roteiro ao lado de Jardine Libaire;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Wynonna Earp’: Elenco promete desfecho emocionante em vídeo do ÚLTIMO episódio

O canal SyFy divulgou um novo vídeo dos bastidores do último episódio da série ‘Wynonna Earp‘, com o elenco prometendo um desfecho emocionante para a produção.

Confira, com o trailer:

Intitulado Old Souls, o episódio final irá ao ar no dia 9 de abril.

Em um comunicado oficial, a showrunner/produtora executiva, Emily Andras, refletiu sobre o fim da série:

“Eu gostaria de agradecer ao nosso elenco e equipe maravilhosos, que foram fundamentais para trazer Wynonna Earp para nosso público fiel e apaixonado. Não poderíamos estar mais orgulhosos desses últimos seis episódios no SYFY e estamos emocionados em compartilhá-los com nossos amados fãs, que mudaram nossas vidas para sempre. Tive a honra de contar a história de Wynonna e de sua família, e junto com Seven24, a Cineflix e a CTV Sci-Fi, esperamos poder continuar a compartilhar seus contos inspiradores no futuro”.

‘Good Sam’: Série médica estrelada por Sophia Bush ganha trailer e data de estreia; Confira!

A CBS divulgou o trailer completo do drama médico ‘Good Sam‘, estrelado pela Sophia Bush (‘Chicago PD’).

Além disso, foi anunciado que a série irá estrear no dia 5 de janeiro.

Confira o trailer:

 

A série foi criada por Katie Wech (‘Rizzoli & Isles’) e Jennie Snyder Urman (‘Jane the Virgin’), que também servem como produtoras executivas do projeto.

A trama seguirá Sam, uma cirurgiã talentosa que trabalha no mesmo hospital que seu pai autoritário, Griff, que é impossível de agradar e nunca reconheceu seus talentos. Servindo como braço direito para ele e sempre à sua sombra, Sam se destaca quando seu pai entra em coma e ela se encarrega do departamento como chefe de cirurgia. Sam encontra o seu espaço profissional e pessoal, no entanto, seu mundo é revirado novamente depois que Griff acorda e quer trabalhar novamente, mesmo que isso signifique ser supervisionado por sua filha.

O elenco ainda conta com Jason Isaacs, Edwin Hodge, Skye P. Marshall e Michael Stahl-David.

‘Minions 2: A Origem de Gru’ ultrapassa US$ 800 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! A sequência ‘Minions 2: A Origem de Gru‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 800 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, a animação se encontra no TOP 4 das maiores bilheterias do ano, atrás apenas de ‘Top Gun: Maverick‘ (US$1.4B), ‘Jurassic World: Domínio‘ (US$984.7M) e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ (US$954.9M).

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 350 milhões – tornando-se a primeira animação a ultrapassar US$ 300 milhões domesticamente após a pandemia de COVID. No mercado internacional, foram US$ 483.5 milhões.

Ao total, a produção já soma US$ 833.6 milhões mundialmente.

Vale lembrar que ‘Minions 2‘ estreou com US$ 127.4 milhões nos cinemas norte-americanos – a maior estreia para uma animação após o período de quarentena –, quebrando o recorde de ‘Transformers: O Lado Oculto da Lua‘ (US$115.8M) para o feriado do Dia da Independência.

Dirigida por Kyle BaldaBrad Ableson Jonathan del Val, a animação também conta com as vozes de Kevin HartMargot RobbieDave BautistaPierre Coffin completam o elenco.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ ultrapassa US$ 720 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! Em menos de um mês, a sequência ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 720 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa da Marvel segue firme como a segunda maior bilheteria do ano – atrás apenas de ‘Super Mario Bros – O Filme‘ (US$1.2B).

Nos EUA, a produção já arrecadou US$ 304.7 milhões. No mercado internacional, foram US$ 418.7 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 723.4 milhões.

Após ter recebido uma nota A do público no CinemaScore – além de ter conquistado 82% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes –, o longa está disfrutando de uma boa estabilidade nas telonas.

Desde sua estreia, a produção não sofreu uma queda maior que 50%. Em seu segundo final de semana, o longa registrou uma queda de apenas 47% – o que representa a melhor retenção para uma produção da Marvel desde o início da pandemia.

Vale lembrar que o longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

 

Nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O novo filme conta com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

‘A Primeira Profecia’: Diretora revela cena EXTREMA da pré-sequência de ‘A Profecia’

Em entrevista ao Fangoria, a diretora Arkasha Stevenson revelou detalhes de uma cena tão extrema no terror ‘A Primeira Profecia‘ (The First Omen), pré-sequência do clássico ‘A Profecia‘, que o longa quase recebeu a maior classificação etária do MPAA: NC-17 (menores de idade não podem assistir nem mesmo acompanhados de um responsável adulto).

A cineasta afirmou que a cena envolve uma mulher sendo forçada a dar a luz, e a “nudez gráfica” da personagem quase foi responsável pela alta classificação.

“O terror daquela situação é ver como o corpo daquela mulher é desumanizado. Eu lutei muito para manter aquela cena pelo último ano. É o tema do nosso filme. É sobre o corpo feminino ser violado de dentro para fora. Se iriamos trazer horror corporal feminino e discutir sobre reprodução forçada, teríamos que mostrar o corpo feminino em uma ótica não sexualizada. Tenho muito orgulho daquela cena.”

O produtor Keith Levine completa: “Nós tivemos que ser avaliados pelo comitê de classificação etária cinco vezes. Estranhamente, evitar a classificação NC-17 tornou o filme ainda mais intenso.”

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de abril.

Na trama, quando uma jovem americana é enviada para Roma para começar uma nova vida em serviço à igreja, ela encontra uma escuridão que a faz questionar sua própria fé e descobre uma aterrorizante conspiração que envolve o nascimento do mal incarnado.

Arkasha Stevenson (‘Vingança Sabor Cereja’) é responsável pela direção. A cineasta reescreveu o roteiro ao lado do seu parceiro Tim Smith, que também serve como produtor executivo através da Phantom Four.

O elenco conta com Nell Tiger FreeTawfeek BarhomSonia BragaRalph InesonBill Nighy.

A primeira versão do roteiro foi escrita por ChadCarey Hayes (‘Invocação do Mal’).

O filme original foi lançado em 1976 e girou em torno de um casal cujo primeiro filho morreu pouco depois de nascer. Os pais, então, resolveram adotar uma criança órfã – mas uma série de eventos bizarros circundando Damien levou os dois a questionarem a origem do garotinho (e eventualmente a descobrirem que ele é o próprio Anticristo).

O sucesso da obra rendeu nada menos que três sequênciasum remake, além de uma série baseada no filme original.

Blindado

(Armor)

 

Elenco:

Sylvester Stallone
Jason Patric
Josh Wiggins

 

Direção: Justin Routt

Gênero: Ação

Duração: 89 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 10 milhões

Estreia: 6 de Fevereiro de 2025

Sinopse: 

Em BLINDADO, James Brody, um experiente segurança de carro-forte, embarca em uma missão ao lado de seu filho Casey, transportando milhões de dólares. Mas o trabalho toma um rumo inesperado quando eles se tornam alvo de um assalto liderado pelo implacável Rook. Após uma perseguição de tirar o fôlego, pai e filho ficam encurralados em uma ponte, com suas vidas e uma fortuna em jogo. Agora, em uma corrida contra o tempo, James terá que levar suas habilidades ao limite para proteger o que mais importa: sua família.

Curiosidades: 

» Novo filme se torna o maior FRACASSO da carreira de Sylvester Stallone com 0% de aprovação no RT

» Cory Todd Hughes e Adrian Speckert assinam o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Fundação’ é RENOVADA para a 4ª temporada pela Apple TV+

Um dia antes da conclusão do terceiro ciclo, a Apple TV+ renovou oficialmente ‘Fundação‘ (Foundation) para a 4ª temporada.

Ian Goldberg (‘Fear the Walking Dead’) assumirá como coshowrunner.

De acordo com o Deadline, a contratação aconteceu depois da saída do cocriador e diretor David S. Goyer, que se deu devido ao reajuste no orçamento e restruturação nos bastidores da produção.

Baseada na saga literária de Isaac Asimov, a trama se passa no futuro, quando o matemático Hari Seldon prevê que o grande Império Galáctico está em declínio e que a humanidade entrará em mil anos de escuridão. Para evitar o pior, Seldon cria a Fundação, um plano para preservar o conhecimento humano e encurtar essa era de barbárie, reunindo cientistas e engenheiros para reconstruir a civilização.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A série foi criada por David S. GoyerJosh Friedman.

Quando o revolucionário Dr. Hari Seldon prevê a queda iminente do Império, ele e um grupo de seguidores leais se aventuram nos confins da galáxia para estabelecer a Fundação em uma tentativa de reconstruir e preservar o futuro da civilização. Enfurecidos pelas alegações de Hari, os governantes Cleons — uma longa linhagem de clones imperadores — temem que seu domínio sobre a galáxia possa estar enfraquecendo, pois são forçados a contar com a realidade potencial de perder seu legado para sempre.

O elenco conta com Jared Harris como Hari Seldon, Lee Pace como Brother Day, Lou Llobell como Gaal, Leah Harvey como Salvor, Laura Birn como Demerzel, Terrence Mann como Brother Dusk e Cassian Bilton como Brother Dawn.

‘The Shards’: Nova série de suspense do Ryan Murphy ganha data de estreia

O canal FX finalmente anunciou quando ‘The Shards‘, nova série de suspense criada pelo prolífico realizador Ryan Murphy (‘American Horror Story’), será lançada.

A produção estreará oficialmente no dia 5 de agosto. No Brasil, chegará através do Disney+.

Confira a primeira imagem e siga o CinePOP no Youtube:

A produção é baseada no romance homônimo de Bret Easton Ellis, que mistura elementos autobiográficos com ficção, em uma narrativa tensa ambientada na Los Angeles dos anos 1980.

Na trama, um adolescente de 17 anos vive um turbilhão emocional enquanto tenta desvendar o mistério de um novo colega enigmático e um serial killer à solta — o “Trawler” —, cujos crimes parecem se aproximar perigosamente de seu círculo de amigos.

O elenco conta com Igby RigneyHomer GereGraham Campbell, Kaia GerberEvan Rachel Wood, Wes Bentley Hayes Warner.

O projeto será dirigido por Max Winkler (filho de Henry Winkler) e contará com o próprio Ellis entre os produtores, ao lado de Nick Hall, Kathleen McCaffrey, Brian Young e da equipe da Ryan Murphy Productions.

A série será transmitida pelo canal FX e distribuída pelo estúdio 20th Television, com quem Murphy mantém um contrato de exclusividade.

Com um enredo denso e atmosfera de paranoia juvenil, ‘The Shards‘ promete seguir a linha de sucessos anteriores de Murphy como ‘American Horror Story‘ e ‘Dahmer‘, explorando o lado sombrio do desejo, do medo e da obsessão em um cenário de privilégios, violência e juventude.

Atriz de ‘Glee’ muda de nome após se assumir transgênero

A atriz e cantora de ‘Glee’, Charice Pempengco, agora atende pelo nome Jake Zyrus após ter revelado à apresentadora Oprah Winfrey que sua “alma é de fato masculina”.

O ator de 25 anos começou a fazer sucesso em 2007 no Youtube e sua popularidade cresceu ainda mais quando foi convidado por Ryan Murphy a participar de alguns episódios da série musical ‘Glee’.

Segunda-feira, 19, Jake compartilhou no Twitter a experiência de ser atendido pelo novo nome:


“Meu primeiro tweet como Jake. Maravilhado. Vi todos os comentários amorosos e estou tão feliz. Eu amo cada um de você e nos vemos em breve”.

Saturday Night Live: Tina Fey e Amy Schumer apresentarão os dois últimos episódios da temporada

A temporada 43 de Saturday Night Live vai encerrar seu ciclo com chave de ouro, trazendo as comediantes Amy Schumer e Tina Fey como as apresentadoras dos dois últimos episódios.

O anúncio foi feito através da Twitter oficial do programa, que ainda revelou as atrações musicais. No dia 12 de maio, Kacey Mussgraves fará a performance. Já no episódio do dia 19, encerrado com a ex-participante do SNL, Tina Fey, Nicki Minaj será a artista convidada.

Confira:

POLÊMICA! ‘Capitã Marvel’: Fãs negativam filme no RT e detonam Brie Larson

Polêmicas envolvendo fãs e o cinema não se restringem apenas ao Brasil. O filme solo de ‘Capitã Marvelestá enfrentando uma forte reação negativa, por parte de vários usuários do Rotten Tomatoes.

Semelhante ao que muitos brasileiros fizeram com ‘Marighella‘ no IMDB, muitos foram ao agregador de avaliações e – mesmo antes da estreia do longa – negativaram o filme, fazendo duras críticas à própria Brie Larson.

Entre as reações, fãs acusam a atriz de ser racista, sugerindo ainda que ela teria dito que “homens não precisam comparecer aos cinemas”. Outros a criticam por ser feminista, alegando que sua postura amplamente conhecida impactaria no norte das produções da Marvel, comprometendo a qualidade de seus filmes.

Outros usuários ainda criticaram a atriz, afirmando que ela seri “anti homens brancos”, afirmação que a própria protagonista chegou a refutar posteriormente.

As primeiras reações a Capitã Marvel’ devem sair nesta terça-feira, 19 de fevereiro.

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘O Mandaloriano’: Nave do protagonista ganha versão em LEGO

A série original do Disney+, ‘O Mandaloriano‘, ganhou uma um set de LEGO. Dessa vez, o conjunto traz a nave do personagem homônimo e alguns acessórios adicionais.

O brinquedo já está à venda na loja da Amazon, pot US$ 129.

Confira:

Lembrando que ‘O Mandaloriano’ já está em exibição na Disney+.

Confira o trailer:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

Crítica | On The Count of Three: Christopher Abbott e Tiffany Haddish em incrível dramédia sobre suicídio

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2021

Uma subversiva anedota sobre lealdade e amizade entre dois amigos, On The Count of Three não é o tipo de comédia dramática que se espera. Flertando muito mais com o drama do que com o humor, a produção é um misto dos sentimentos de seus próprios protagonistas e tem seu roteiro construído exatamente a partir das oscilações emocionais e conflitantes de cada um deles, vividos brilhantemente aqui por Jerrod Carmichael e Christopher Abbott.

Com Carmichael ainda fazendo a sua estreia na direção, o aclamado comediante cruza as barreiras mais inusitadas e traz temáticas complexas e delicadas como o racismo, a depressão e a ideação suicida para o centro da trama. A partir de um roteiro que sabe equilibrar assuntos tão díspares com um humor ácido e às vezes amargo, o diretor cerca a audiência com uma profundidade que não vai deixá-la se esquecer do filme tão cedo assim.

Trazendo um roteiro assinado por Ari Katcher e Ryan Welch, a produção acompanha dois melhores amigos que decidem fazer um pacto de se suicidarem juntos, após viverem vidas repletas de frustrações e traumas. Mas antes que o fatídico fim encerre os seus respectivos sofrimentos, eles terão um único dia de acertos de contas, onde o passado e as circunstâncias mal resolvidas voltarão à tona pelo que promete ser a última vez.

Angustiante e avassalador, On the Count of Three é capaz de nos absorver para a tela, nos tomando por inteiro e sufocando a nossa respiração com precisão. Nos levando às extremidades emocionais dos protagonistas da forma mais sinestésica possível, a dramédia é capaz de ser simultaneamente intensa, levemente cômica e profundamente drástica para a audiência e a faz comprar as motivações de seus personagens com facilidade.

Promovendo uma viagem quase catártica, Carmichael e Abbott desaparecem em seus papéis e revelam uma apaixonante dinâmica relacional que só fortalece o teor da trama. Com atuações surpreendentes, eles rapidamente se tornam a essência deste longa, que às vezes parece fazer um meticuloso estudo psicológico sobre o suicídio e doenças emocionais. E aqui, Abbott ainda é capaz de roubar a cena nos momentos mais emblemáticos da produção, mostrando a versatilidade e riqueza de sua atuação – como um ator que tem tudo para conquistar as premiações no futuro.

Com uma direção madura e consistente, que explora as sombras – sempre destacando a expressividade de seus protagonistas -, On The Count of Three mantém seu pico de intensidade do começo ao fim. Entregando um desfecho que poderosamente contradiz o seu intencional e caótico início, a produção faz dos seus polêmicos temas um debate surpreendente e inesperado sobre a esperança de um novo começo, mesmo em meio ao caos de uma alma sofrida e exausta.

Crítica Netflix | De Volta ao Baile: Comédia teen com Rebel Wilson abusa das piadas apelativas, mas diverte por sua nostalgia

Se apropriando da mais pura nostalgia dos anos 90 e 2000, De Volta ao Baile é o tipo de prazer culposo que tem as digitais da Netflix impressas em toda sua extensão. Dos clichês exagerados ao excesso de piadas apelativas, a comédia dirigida por Alex Hardcastle é uma jornada colorida sobre amadurecimento, que replica todo tipo de reflexão barata que alguma vez já vimos em outras produções do gênero.

Como uma colcha de retalhos formada de fragmentos de outros filmes, o longa não reinventa o gênero de comédias teens e nem quer. Despretensioso e com um roteiro bem simplista, Depois do Baile funciona como uma clássica Sessão da Tarde que nada exige do seu público – a não ser duas horas de ânimo, necessárias para conferir as inúmeras reprises de estereótipos que tanto já vimos em filmes como Ela é Demais, Nunca fui Beijada, Sexta-feira Muito Louca, entre outros.

E ainda que Rebel Wilson force um humor caricato demais com piadas apelativas desnecessárias, ela acerta na maior parte do tempo, principalmente por se apresentar como um contraste da nova geração – reprimida por tantas militâncias que muitas vezes são mais enfadonhas do que de fato positivas. E ao construir toda a trama em cima de um moodboard do Pinterest de referências POP, os roteiristas Brandon Scott Jones, Andrew Knauer e Arthur Pielli apelam para o fator saudosista da audiência que já chegou na casa dos 30, em uma manobra que ainda que não seja nova, sempre funciona muito bem.

As referências das décadas de 90 e 2000 ainda fazem com que De Volta ao Baile se torne uma espiral prazerosa, afetando diretamente a sua estética, o design de produção e, obviamente, o design de figurino. Trazendo de volta uma série de tendências perigosíssimas que marcaram a época (que Deus não permita que as camadas de blusa e a calça baixa voltem à moda!), Hardcastle e seu time de roteiristas brincam com as nossas memórias e nos conquistam mais pelo apelo ao passado, do que por sua qualidade fílmica. E honestamente? De Volta ao Baile é sobre isso. E tá tudo bem.

Com uma trilha sonora deliciosa que rapidamente capta os ouvidos da geração millennial e com frases de efeito bem cafonas que só poderiam ter surgido dos anos 2000, a comédia teen é do tipo que – ainda que seja esquecível – promete duas horas de boas lembranças de uma divertida época que nem os hipsters conseguiriam resgatar em sua totalidade hoje. Um prazer culposo que não ficará gravado na memória, De Volta ao Baile pode até ser um rolê mais para os jovens adultos, mas ainda assim possui um certo carisma para encontrar as gerações mais novas, mesmo que elas percam metade de suas piadas.

‘Os Novos Mutantes’ | 5 motivos que o tornam o pior filme da franquia ‘X-Men’

Após ter sido chamado de “o pior de todos os filmes da franquia X-Men” pelo crítico Scott Mendelson, Os Novos Mutantes (The New Mutants) poderia estrear diretamente via on demand no Brasil, mas a Disney acaba de lançar o filme nos cinemas. Sim, depois de três anos de adiamentos, já é possível finalmente assistir a produção.

Com os brasileiros Alice Braga (Eduardo e Mônica) e Henry Zaga (da série 13 Reason Why e Trinkets) no elenco, a Fox aposta na curiosidade do público em conferir os 90 minutos insossos da produção.

Crítica | Os Novos Mutantes – Uma ‘Malhação’ com poderes especiais

Se você quer saber a razão do adjetivo anterior, o CinePOP te apresenta cinco motivos. 

Já se prepare para as decepções de um promissor elenco e até mesmo da direção do aclamado Josh Boone, responsável pelo adorável A Culpa é das Estrelas (2014). Se você achou que Fênix Negra (2019) tinha sido um equívoco, imagine cinco adolescentes trancados em um hospital abandonado sem aventura, conflito ou uma boa razão que justifique a marca X-Men relacionada ao projeto.

5. A Incompatibilidade de Gêneros 

Quando vendido para os estúdios, o projeto Os Novos Mutantes era a ideia de O Clube dos Cinco (1985), de John Hughes, dentro de uma atmosfera de horror com o chamariz de ser um spin-off da franquia X-Men. Apoiado em dois elementos bem sucedidos anteriormente, a produção prometia audiência. Primeiro, X-Men: Primeira Classe (2011) tinha sido um sucesso de público e crítica, o que levou a produção de mais três, já questionáveis, filmes. Segundo, o mesmo enredo de amadurecimento e horror tornou-se um fenômeno estrondoso com It: A Coisa (2017). 

Ou seja, o diretor e roteirista Josh Boone fez o pitch certo para os produtores, no entanto, a resultado não saiu conforme a encomenda. A Fox ficou tão descontente com o corte inicial que o estúdio discutiu uma refilmagem total. A tal fantasia sombria adolescente foi vítima também da fusão do estúdio e das incertezas sobre o que seria um filme da Disney. Com certeza, não é isso.

4. Não é Assustador 

Uma das premissas da produção era o lado sombrio com direito a pulos dos espectadores da cadeira, tal como o já mencionado, It: A Coisa (2017), de Andy Muschietti. Infelizmente, nada no filme é aterrorizante, os personagens são perseguidos por seus piores medos, isto é, seus traumas. Algo que a gente já viu em Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (2004). No terceiro filme da saga, o Professor Lupin (David Thewlis) ensina aos alunos como enfrentar o Bicho-Papão, que, por sua vez, transforma-se no medo de quem olha para ele. 

Portanto, para acabar com o “vilão” de Os Novos Mutantes era só pegar uma varinha e gritar o feitiço Riddikulus. Brincadeiras à parte, a sensação é de que os adolescentes não correm nenhum perigo e não têm nenhum verdadeiro desafio a não ser fugir do confinamento. A Dra. Reyes (Alice Braga) é a personagem mais inócua do filme e não representa um grande obstáculo aos adolescentes tal como é pressuposto no roteiro.

3. Super-Heróis Não Existem 

Rahne Sinclair (Maisie Williams), Illyana Rasputin (Anya Taylor-Joy), Sam Guthrie (Charlie Heaton) e Roberto da Costa (Henry Zaga) são quatro adolescentes confinados em um hospital sem nenhuma atividade aparente, a não ser terapia em grupo. Isto é, não é um cenário acadêmico como o do Professor Xavier, que os próprios personagens citam no filme. Os jovens não se desafiam, não treinam e, no máximo, a novata do grupo sofre bullying de boas-vindas. 

O objetivo do confinamento é fazer com que os jovens conheçam os seus poderes e não ofereçam riscos à sociedade. Neste ambiente decadente, é inserida a jovem Danielle Moonstar (Blu Hunt), única sobrevivente de um cataclisma que destruiu toda sua comunidade. O parco mistério do filme é descobrir qual o poder da menina e o combate final é mais vergonhoso do que o de Esquadrão Suicida (2016). Sem ameaças, sem heroísmos.

2. Melodrama Adolescente fantasiado de Aventura

Como dito antes, o principal erro de lançamento desta história é a sua vinculação à saga X-Men. Jovens mutantes são vistos em outras aspirantes obras, como Mentes Sombrias (2018), Poder Sem Limites (2012) e Os Incríveis (2004). Normalmente, os protagonistas enfrentam os dilemas de lidar com os seus poderes, as responsabilidades sociais e suas consequências, contudo, essas questões são retiradas do roteiro de Josh Boone e Knate Lee para dar espaço ao passado dos personagens em razão de explicar os pesadelos de cada um deles.

Um ponto positivo do filme é o desenvolvimento romance lésbico entre Danielle e Rahne, no entanto, ele toma grande parte da trama de 1h30 e torna-se o gatilho emocional para a confusa batalha final. É a única ação que ocorre no tempo presente, porque os outros personagens parecem pouco interessados no presente ou futuro. Eles vivem com os fantasmas do passado sem saber como lidar, exceto Illyana Rasputin.

1.Personagens Pouco Empáticos, exceto Rasputin

Apesar dos atores serem conhecidos de séries e filmes famosos, os seus personagens são distantes de seres excepcionais ou, ao menos, carismáticos em Os Novos Mutantes. Podemos traçar um paralelo com o desapontamento do filme Vidro (2019), de M. Night Shyamalan, em que bons personagem no somatório de uma história sem auge deu bastante errado. A atuação de Anya Taylor-Joy em Fragmentado (2017) foi maravilhosa, contudo em Vidro, a sua personagem Cassidy soou assombrosamente deslocada.

Na produção da Fox, Anya Taylor-Joy se sobressai por apresentar uma personagem mais instigante, isto é, a única que conseguiu criar um plano de fuga para os seus temores através do seu fantoche, o qual revela-se uma boa surpresa no final. Seus poderes são mais fortes que os dos demais e a sua personalidade mais altiva. É possível que um enredo em que Illyana Rasputin fosse realmente a grande vilã seria mais interessante. Melhor nem mencionar o quanto os personagens masculinos são sonolentos. 

Jennifer Lawrence se irrita com críticas por usar vestido decotado no frio: “Isso é machista e ridículo”

A atriz Jennifer Lawrence continua causando polêmica. Dessa vez, durante a premiere de Operação Red Sparrow, em Londres, a atriz escolheu ir com um vestido preto decotado, durante um dia frio na cidade e, logo foi criticada na internet pela escolha do figurino.

Indignada com a reação das pessoas, Lawrence publicou um texto em seu Facebook chamando os críticos de “sexistas” e alegando que escolheu vestir o vestido por vontade própria, independente da temperatura do dia:

“Wow! Realmente não sei por onde começar com a controvérsia de ‘Jennifer Lawrence usa um vestido revelador no frio’. Isto não só é absolutamente ridículo, como fiquei extremamente ofendida. É um fabuloso vestido Versace, você acha que vou cobrir esse lindo vestido com um casaco e um lenço? Fiquei fora por 5 minutos. Ficaria na neve por ele porque amo moda e essa foi uma escolha minha”

A atriz continua seu texto franco, alegando que “isso não é feminismo”:

“Isso é machista, é ridículo, não é feminismo. Reagir exageradamente sobre tudo o que alguém diz ou faz, criando controvérsia sobre coisas tolas, como o que eu escolho vestir, não está nos fazendo evoluir, está criando distrações tolas de problemas importantes. O que eu uso é minha escolha. E se eu quero sentir frio, ESSA É MINHA ESCOLHA TAMBÉM!”

Operação Red Sparrow estreia em 02 de março nos cinemas.

Confira a nossa crítica: Operação Red Sparrow – Jennifer Lawrence fica nua em thriller erótico arrastado

 

UAU! Assista ao novo trailer de ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’

O segundo trailer deAnimais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ exibido na San Diego Comic-Con já está disponível. A prévia, repleta de ação, mostra as histórias mágicas agora em Paris. Confira:

Confira o cartaz divulgado hoje:

Conheça todos os segredos do trailer de ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald é a segunda de cinco novas aventuras no Mundo Bruxo de J.K. Rowling. No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria desavisada de sua verdadeira intenção: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os mais verdadeiros amigos e familiares, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.

O elenco conta com Ezra Miller (Credence) e Zoe Kravitz (Leta Lestrange), que retornam. Além disso, Callum Turner ingressa à adaptação como o irmão de Newt, o herói de guerra, Theseus Scamander, que se juntam a Katherine WaterstonEddie RedmayneAlison Sudol  e Dan FoglerJohnny Depp vive o vilão Gerardo Grindelwald e Jude Law será o jovem Dumbledore.

David Yates volta a dirigir. Com roteiro de J.K. Rowling.

Crítica 3 | Adão Negro – Filme da DC com The Rock é a mistura PERFEITA de aventura e pura diversão

Poucas pessoas em Hollywood precisaram brigar tanto por um filme do que The Rock e seu xodó, Adão Negro. Ele foi anunciado para o papel do vilão/ anti-herói lá em 2007, há nada menos que 15 anos, e desde então conviveu com uma série de adiamentos e ameaças de cancelamento. Mas ele não se deu por vencido e seguiu atrás de seu sonho de levar seu personagem favorito para as telonas. O projeto foi anunciado há tanto tempo que, na época em que foi escalado para viver Teth-Adam, o ator ainda tinha cabelo. Pois bem, após tantos perrengues, o arquirrival do Shazam! enfim chega aos cinemas nesta quinta-feira (20) em uma aventura à moda antiga que promete mudar os rumos do Universo DC.

A história gira em torno de Teth-Adam (The Rock) um escravo de Khandaq, a primeira nação governada por homens na Terra, que sofre uma ameaça de morte do líder, mas acaba sendo escolhido o primeiro campeão do Mago Shazam (Djimon Hounsou). Assim, ele herda seus poderes dos deuses egípcios. O vigor de Shu; o voo superveloz de Hórus; a força de Amon; a sabedoria de Zehuti; o poder de Aton e a coragem de Mehen. Então, quando ele grita “Shazam!”, se torna um deus praticamente invencível. Tomado pela magia, ele busca vingança contra quem o escravizou, mas acaba sendo trancado em uma tumba por mais de cinco mil anos.

No presente, enquanto buscava uma coroa forjada por demônios no passado, a revolucionária Adrianna (Sarah Shahi) se vê em uma situação de risco e acaba invocando o Adão Negro como tentativa de se salvar. O campeão de Khandaq desperta, o que liga um alerta para que Amanda Waller (Viola Davis) aja rápido ao tentar evitar que essa ameaça em potencial destrua o mundo. Sem vilões para chamar seu Esquadrão Suicida e sem verba da Warner para convocar a Liga da Justiça, ela apela para a Sociedade da Justiça, que é formada pelo Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Ciclone (Quintessa Swindell) e o Esmaga-Átomo (Noah Centineo), para trazer o Adão Negro como prisioneiro.

Os destaques desse elenco de coadjuvantes é a dupla Senhor Destino e Gavião Negro. Apesar do roteiro ser bem simplão, mais focado em criar momentos de ação do que desenvolver personagens, os atores que dão vida a esses dois personagens roubam a cena. A outra metade do grupo está no filme mais para marcar presença e ficar flertando. Eles também deveriam trazer um diferencial no visual, já que a Ciclone cria ciclones coloridos e o Esmaga-Átomo cresce até uns seis metros de altura. Infelizmente, o uso de seus poderes acaba ficando estranho em tela por conta da computação gráfica e do uso “pragmático” dessas habilidades. Em certos momentos, as cenas da dupla parecem ter saído de um videogame. Não que comprometa a história, mas fica um pouco frustrante dado o potencial desses dois.

Por outro lado, o uso dos poderes do mago Senhor Destino é absurdo. Os roteiristas e o diretor exploraram suas habilidades das formas mais criativas possíveis, fazendo valer cada segundo do personagem em tela. É tão bom que deixa um gostinho de “quero mais”. E a atuação de Pierce Brosnan por baixo do capacete místico é tão competente, que ele consegue transmitir uma segurança quase irritante de um herói que é capaz de prever o futuro e mascara seus medos e incertezas com a serenidade de um ancião que sabe tudo o que está fazendo.

Ele convence demais como o personagem e poderia facilmente segurar um filme ou uma série solo, ao melhor estilo Pacificador, no HBO Max.

O roteiro, como disse anteriormente, é bem simples e raso. Ele sabe que está construindo um blockbuster, um famoso FILMÃO PIPOCA, e foca em criar momentos de diversão e ação mirabolantes. Para situar o Adão Negro no presente, ele adota uma estratégia bem similar a de Shazam! (2019). Na ocasião, Billy Batson (Asher Angel) aprende a ser um herói com os conselhos e testes de seu irmão adotivo, o nerdão Freddy Freeman (Jack Dylan Grazer). Em Adão Negro, Thet-Adam recebe dicas do aspirante à revolucionário, Amon (Bohdi Sabongui), cujo sobrenome não é revelado, mas sabe-se que é filho da Adrianna.

Apesar de não dizer o sobrenome do menino, a relação sensacional que ele desenvolve com o Adão Negro, funcionando quase como um guia para os heróis DC dos dias atuais, dá a entender que ele futuramente possa ser revelado como Amon Tomaz, o Osiris. Nos quadrinhos, ele é um jovem que faz parte da Família Marvel Negra e ganha parte dos poderes do Adão Negro, virando também um super, assim como o protagonista do longa de 2019 fez com seus irmãos adotivos.

A interação entre esses dois é bastante divertida e traz um caminhão de referências e easter eggs do Universo DC, sendo os principais relacionados ao Superman, personagem que The Rock já disse amar e estar doidinho para enfrentar no futuro. Com esse desejo público há algum tempo, o filme brinca bastante com isso e coloca o famoso ‘S’ no caminho do protagonista algumas vezes.

Mas o grande destaque do longa é mesmo seu protagonista. The Rock sobra em cena e carrega o filme nas costas. O ator é mestre em fazer filmes nos quais seu protagonismo parece ser maior do que a própria história, e aqui não é diferente. Ele corresponde exatamente àquilo que se espera do The Rock vivendo uma criatura superpoderosa.

Ele é poderoso, implacável e assombrado por fantasmas do passado que o perseguem há cinco mil anos. E ao mesmo tempo em que ele se recusa a ser um herói, ele também não se encaixa como vilão. É apenas uma pessoa falha, como qualquer outra, que ganhou habilidades que permitiram a ele se vingar de todos que ameacem a soberania de Khandaq. É um guerreiro do povo que fará de tudo e matará todos aqueles que ameaçarem a liberdade de seu povo, impedindo que mais gente passe pelos horrores da escravidão, aos quais ele foi submetido em sua vida sem poderes.

Essas questões de soberania e o conceito do heroísmo chegam a ser levantadas no longa, mas nunca desenvolvidas. Nesse ponto, o roteiro poderia ter trabalhado um pouquinho mais. Afinal, é uma temática muito forte e promissora, ainda mais com o viés revolucionário dos coadjuvantes.

Além do roteiro fraquinho, que segue a estrutura de Shazam!, mas com menos alma, a direção de Jaume Collet-Serra, que em vários momentos tenta replicar a estética dos filmes do Zack Snyder, também é pouco inspirada e “fora do tempo”. A impressão que dá é que certas cenas foram gravadas seguindo um estilo bem parecido com os longas de 2008. É como se Adão Negro fosse um filme de 2008 (ano que deveria ter sido originalmente lançado) estreando em 2022. E o CGI de alguns momentos realmente não ajuda. O vilão também é bastante apático, mas cumpre seu papel de mostrar que o protagonista é um anti-herói, não apenas um malfeitor.

Sobre a introdução do Adão Negro no DCU, o próprio filme já dá indícios dos rumos que a DC seguirá daqui para frente. E com a participação de The Rock nos bastidores, com ele ganhando bastante influência por trás das câmeras, um monte de novos heróis e vilões clássicos devem ganhar uma chance nas telonas, além de resgatar personagens que muitos davam como acabados nos cinemas. É muito interessante o que futuro parece guardar para essa nova Era DC.

Com um protagonista ridiculamente carismático, muita pancadaria e piadas que acertam em cheio o público de filmes com super-heróis, Adão Negro é a mistura perfeita de aventura e pura diversão. Um filmão pipoca que não tem vergonha ser assim, e que passará nas sessões vespertinas em alguns anos, arrancando risadas e alguns suspiros a cada exibição.

Ah sim, o filme tem apenas uma cena pós-créditos. E acreditem: vale muito a pena esperar por ela.

Adão Negro estreia exclusivamente nos cinemas amanhã, dia 20 de outubro de 2022.

Crítica | Alma – Série de Suspense Sobrenatural da Netflix tem troca de Corpos e Misticismo

Na última década os criadores de audiovisual reacenderam um filão que andava adormecido: as histórias protagonizadas por jovens. Eles perceberam que dava para contar as mesmas histórias que eram dadas ao elenco adulto para protagonistas mais jovens, justamente visando conquistar um público sedento por consumir todo tipo de conteúdo audiovisual, desde que sua faixa etária esteja nos papéis principais. E aí vale de tudo mesmo: misturar gêneros, dar autonomia aos menores de idade, bagunçar a linha do tempo, etc. Surfando nessa onda, a série espanhola ‘Alma’ chega na Netflix já pulando para o Top 10, mantendo-se lá desde sua estreia semana passada.

Em um remoto lugar no interior da Espanha, um grupo de alunos curte o último dia da última viagem de escola que farão juntos, uma vez que estão prestes a se formar. Alma (Mireia Oriol), Deva (Claudia Roset), Martín (Javier Morgade), Tom (Álex Villazán), Pilar (Marta Belaustegui) são super amigos, mas não estão prontos para dizer adeus, nem para revelar seus segredos íntimos. Durante uma brincadeira de verdade ou consequência, Alma acaba beijando Tom, e isso desperta o ciúme de Deva, que sai pela noite sem dar satisfação. No dia seguinte, ao embarcarem no ônibus de volta para casa, a jovem parece perturbada, mas seus amigos não estão dispostos a ouvi-la. Só que o caminho de volta é perigoso e recoberto por uma neblina densa e misteriosa, que parece esconder alguma coisa na penumbra branca. Quando o ônibus sofre um acidente grave e metade dos jovens perece, Alma acorda no hospital completamente sem memória, e precisará lembra-se de quem é e o que aconteceu a seus amigos.

Com nove episódios de aproximadamente cinquenta minutos cada a série ‘Alma’ tem aquele ingrediente irritante e desconhecido que faz você continuar assistindo, mesmo sem ser tão boa assim. Talvez porque o conceito criado por Sergio G. Sánchez misture a lenda de Therion (que, em grego, significa “besta”) com protagonistas jovens e coloque esse demônio para se apossar dos corpos desses adolescente, trabalhando a ideia de transferência de alma para um corpo distinto – tudo isso, claro, embebido em suspense, misticismo, terror, crime e um triângulo amoroso mal resolvido.

Desse conceito, o roteiro de Teresa de Rosendo e Paul Pen se mantém conservador em seu formato, com até a metade da temporada iniciando com uma narrativa em off partindo da história de Therion até que a narrativa e o presente ficcional coincidam, para que o espectador consiga seguir sozinho a partir dali. Porém, para tal, a história vai e vem com frequência, inserindo personagens e dados históricos que mais atrapalham que ajudam, uma vez que a explicação não é linear.

Ainda assim, ‘Alma’ é uma série gostosinha de se ver, com sequência de plot twists na segunda metade da temporada. Aos ansiosos, dá para entender a história toda vendo os primeiros dois episódios e indo direto pro sétimo, que é o que explica o grande mistério da coisa toda. Para uma produção espanhola que não inclui nenhum rostinho previamente conhecido dos outros sucessos pop daquele país, ‘Alma’ é uma série bem feitinha, com um final bacana que, caso não seja renovada, ao menos entrega um fechamento para quem assistiu a toda a temporada.

As 10 MAIORES DECEPÇÕES das Séries em 2019

Nunca se produziu tanta série na TV e no streaming como nos dias atuais. Assim, é difícil fazer uma matéria das piores séries do ano, afinal, ninguém consegue ou tem interesse em ver tudo. Diante disso, ao invés de procurar as piores e mais toscas séries de TV por aí, o CinePOP decidiu trazer as MAIORES DECEPÇÕES do ano.

Em alguns casos, a lista trará produções ruins, mas também temos exemplos de boas séries que seguiram caminhos bem errados. Confira a nossa seleção completa e não deixe de participar através dos comentários. Vem ver!

 

10) Big Little Lies (Segunda temporada)

Claro que Big Little Lies não estaria numa lista de piores séries do ano. A segunda temporada tem bons momentos, é muito bem feita e o elenco é fabuloso. Agora… foi uma decepção sim. Em primeiro lugar, nem havia razão para existir, uma vez que a história do livro já havia sido esgotada e o fechamento da temporada original tinha sido perfeito. Mas a partir do ponto em que decidiram continuar a história, deviam ter pensado em uma trama melhor. Muito pouco funciona na segunda temporada. Toda trama de Bonnie (Zoë Kravitz) com a mãe é desinteressante. Shailene Woodley está desperdiçada, enquanto que Reese Witherspoon e Nicole Kidman apresentam pouca coisa de novo em comparação com a temporada inicial. Os destaques são Laura Dern e, principalmente, Meryl Streep, mas nada que justificasse a renovação da série. Devia ter parado no primeiro ano.

 

9) Riverdale (Terceira/Quarta temporadas)

É bem verdade que é difícil se decepcionar com o que pouco se espera. Riverdale sempre foi uma série com problemas, para um grupo específico de fãs. Agora, a série decidiu chutar de vez o balde nos últimos tempos. É verdade que sempre foi meio absurda, mas agora chegou ao ponto de personagem conversando com cadáver do irmão e acreditando em boneco assombrado. Riverdale nasceu querendo ser David Lynch, com claras referências à Twin Peaks, e agora parece que quer ser Annabelle. As idas e vindas amorosas dos personagens também já não interessam tanto o público. E até que ponto estamos dispostos a aceitar o quão sem noção e equivocado é o Archie vivido por KJ Apa? O carismático elenco jovem ainda salva a série, mas por quanto tempo?

 

8) NOS4A2 (Primeira temporada)

A novata série de terror da AMC tem como principal chamariz a presença de Zachary Quinto como protagonista. No entanto, isso é muito pouco. A começar pelo título quase impossível de pronunciar e passando por tramas absurdas e sem sentido. Mas o pior de tudo é que não assusta, o que é um crime para uma série de terror. O personagem de Quinto é bem desinteressante e nada assustador. Nem visualmente a produção é muito chamativa. Foi renovada para a segunda temporada, mas pouca gente entendeu o motivo para isso. Ashleigh Cummings, Ólafur Darri Ólafsson, Jahkara Smith, Ebon Moss-Bachrach e Virginia Kull completam o elenco principal da produção.

 

7) The Affair (Quinta temporada)

The Affair foi uma verdadeira sensação ao longo de seus primeiros anos, contando com uma trama envolvente e um elenco muito talentoso. Com o passar do tempo, a série foi perdendo protagonistas e foi caindo de qualidade. Isso está evidente na quinta e última temporada, prejudicada pelas saídas de Ruth Wilson e Joshua Jackson. Nem a presença da vencedora do Oscar Anna Paquin ajudou a salvar a temporada. A produção sempre foi um belo estudo de personagens, mas acabou de forma decepcionante e superficial, se aproveitando de saltos temporais e desenvolvimentos pouco interessantes. Uma pena para uma série com tantos pontos positivos.

 

6) Veronica Mars (Quarta temporada)

Veronica Mars é, sem dúvida, uma série que merecia melhor reconhecimento. A produção foi cancelada sem um final após a terceira temporada e precisou de um financiamento coletivo para voltar através de um filme. Apesar de servir para matar a saudade dos fãs, o longa decepcionou muita gente. Diante disso, a equipe se esforçou para viabilizar mais uma temporada, com a ajuda do Hulu. O resultado foi de altos e baixos. O clima de nostalgia é bom, Kristen Bell é sempre carismática e o elenco original está quase todo presente. Ainda sem uma quinta temporada garantida, a série optou por um final chocante, com um grande cliffhanger. Para uma série com experiência em cancelamentos, a produção deveria ter sido mais cuidadosa com seus fãs. 

 

5) 13 Reasons Why (Terceira temporada)

13 Reasons Why não precisava de uma segunda temporada, quanto mais de uma terceira. Tudo com relação ao novo ano é dispensável, começando por toda campanha de divulgação destacando o mistério “quem matou Bryce Walker?”. A pergunta deveria ter sido outra: “quem liga?” A verdade é que a série sempre foi problemática, mas ao menos trazia temas relevantes e um elenco jovem carismático, embora alguns bem caricatos. Na terceira temporada, a impressão é que o time nem se importa mais. Todo mundo no modo “o que que eu estou fazendo aqui?”. As expectativas para o quarto e último ano não poderiam ser mais baixas.

 

4) The I-Land (Primeira temporada)

The I-Land talvez seja a pior série do ano e só não está muito mais à frente na nossa lista pois não havia uma grande expectativa sobre ela. Ainda assim, havia certo interesse para ver como seria o “Lost da Netflix”. Escrita, dirigida e produzida pelo cultuado Neil LaBute (Na Companhia de Homens), a série é erro atrás de erro. É até difícil acreditar que foi realizada por alguém com anos de mercado. A série conta com apenas sete episódios, um pior que o outro. Uma experiência decepcionante que não instiga o espectador em momento algum. Tenta até criar um suspense ou fazer um mistério, mas tudo é tão óbvio… Não bastassem todos os problemas, ainda foi uma das produções mais caras feitas pela Netflix em 2019.

 

3) See (Primeira temporada)

A Apple TV+ chegou fazendo barulho em 2019 e, para isso, investiu em séries ambiciosas com elenco estelar. Este foi o caso de See, produção com orçamento de US$ 15 milhões por episódio (quase um Game of Thrones) e com a presença de um dos maiores astros da atualidade: Jason Momoa. Frontier, da Netflix, já trazia Momoa numa vibe meio GOT e Vikings. Agora, See segue o mesmo caminho. Quase que literalmente, afinal Frontier e See parecem a mesma série. Foi uma boa tentativa da Apple se apresentar no campo da aventura, mas não deu muito certo. Não vai ser essa série que fará as pessoas superarem GOT.

 

2) Arrested Development (Quinta temporada)

Quando a FOX cancelou Arrested Development sem um final após sua terceira temporada foi de partir o coração. Afinal, estamos diante de uma das melhores séries de comédia da história da TV americana. Tempos depois, após muita pressão por parte dos fãs e do elenco, a Netflix assumiu a produção e realizou uma boa – e diferente – quarta temporada. A companhia também garantiu o quinto ano, que foi quando as coisas começaram a dar errado. Tivemos as denúncias de assédio moral e sexual contra Jeffrey Tambor, em Transparent, e o time de Arrested optou por ficar ao lado do ator. E esse apoio gerou situações bem estranhas, como todo o elenco masculino cortando Jessica Walter em uma entrevista em que ela falava de um comportamento errado de Tambor. Pior mesmo foi que a própria série inseriu piadas envolvendo a acusação. Verdadeiras ou não, nos tempos atuais é bem equivocado fazer humor com uma acusação tão grave.

 

1) Game of Thrones (Oitava temporada)

A decepção do ano. A decepção que já estava sendo desenhada há algum tempo, desde que ficou claro que os realizadores seguiriam o caminho fácil de Jonerys. Mas foi ainda pior do que o esperado. Game of Thrones desperdiçou seu principais personagens na última temporada e ainda cometeu o erro de “enlouquecer” Daenerys, um caminho muito fácil, muito repentino e muito equivocado. Qualquer fã da série que se preze ficou chateado ao ver a personagem queimando Porto Real de forma brutal. Tivemos ainda a aguardada batalha de Winterfell, toda feita no escuro. Alguém aí viu alguma coisa? Ah, e a cereja no bolo: Bran Stark. Após passar a temporada inteira falando que ele não era mais um homem, que não era mais Bran, o sujeito volta atrás e assume o Trono de Westeros. Parece piada de mau gosto, mas foi isso mesmo. 

SUCESSO! ‘Bacurau’ arrecada R$ 2 milhões em sua semana de estreia

Bacurau’ estreou há pouquíssimo tempo nos cinemas de todo o mundo e já conquistou o público brasileiro: em apenas uma semana, o longa-metragem ultrapassou a marca de 2 milhões de reais arrecadados nas bilheterias nacionais, levando às salas mais de 130 mil pessoas.

E isso não é tudo: a obra também ocupa a sexta posição no ranking dos filmes de maiores bilheterias brasileiras, tendo estreado em 274 cidades. As informações são do site Papelpop.

O filme também alcançou um sucesso invejável durante o Festival de Cannes deste ano, levando para casa o Prêmio do Júri.

Assista ao trailer:

A história se passa em Bacurau, um pequeno povoado do sertão brasileiro, e dá adeus a Dona Carmelita, mulher forte e querida, falecida aos 94 anos. Dias depois, os moradores de Bacurau percebem que a comunidade nao consta mais nos mapas.

Kléber Mendonça Filho e Juliano Dornelles dirigem.

Bacurau estreou no dia 29 de agosto.

‘The Lighthouse’: Filme do diretor de ‘A Bruxa’ produzido por brasileiro vence prêmio em Cannes! 

‘A Vida Invisível de Eurídice Gusmão’: Filme brasileiro vence mostra Um Certo Olhar em Cannes

‘The Lovebirds’: Issa Rae e Kumail Nanjiani tentam resolver um crime no novo teaser da comédia

A comédia romântica ‘The Lovebirds‘, estrelada por Issa Rae e Kumail Nanjiani, ganhou um novo e hilário teaser oficial.

Confira, junto ao trailer completo:

Na trama, a dupla forma um casal prestes a se se parar, que acaba se enrolando em um bizarro, hilário e mistério assassinato, fazendo com que os dois tenham que desvendar o crime, a fim de limpar seus nomes. Essa confusão também os fará colocar seu relacionamento em perspectiva, para saber se ele será capaz de sobreviver à circunstâncias tão adversas.

O longa é dirigido por Michael Showalter (‘Doentes de Amor‘), a partir de um roteiro assinado por Aaron Abrams, Brendan Gall e Martin Gero.

A Paramount Pictures, em parceria com a MRC, fica responsável pela produção.

Issa Rae é mais conhecida  por ser a criadora e protagonista da série cômica da HBO,Insecure‘. Já Kumail Nanjiani estrelou a série da mesma emissora, ‘Silicon Valley‘, além de ter sido indicado ao Oscar de Melhor Roteiro original por ‘Doentes de Amor‘, escrito com sua esposa.

‘The Lovebirds’ estreia em 03 de abril.

‘Carnival Row’: Atriz de ‘Demolidor’ entra para a 2ª temporada

Segundo o ComicBook.com, a atriz Joanne Whalley entrou para a 2ª temporada da série de fantasia Carnival Row, da Amazon Prime Video. Detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Whalley é conhecida por viver a Irmã Maggie, mãe de Matt Murdock, na 3ª temporada de Demolidor.

Em entrevista à Variety, a atriz Cara Delevingne foi questionada sobre o status de produção da do próximo ano. Entretanto, a resposta foi um tanto quanto inconclusiva.

“A segunda temporada será muito boa, mas não sei quando iremos terminá-la, ela disse. “E provavelmente não até o final do ano, porque precisa estar frio lá fora e nevando e miserável”.

O roteirista Erik Oleson será o produtor-executivo e showrunner do novo ano, substituindo Marc Guggenheim. O co-criador Travis Beacham também não retorna.

Criada por René Echevarria e Beacham, a trama foi originalmente escrita como um filme, mas posteriormente foi adaptada para o formato seriado.

A trama é situada na vitoriana Burgue, cidade de atmosfera noir habitada por humanos e criaturas mágicas, como fadas, onde crimes em série começam a acontecer. Um detetive se põe em busca do serial killer dessas figuras místicas e acaba se tornando o principal suspeito dos homicídios.

O elenco conta com Orlando Bloom, Cara Delevingne, David Gyasi, Tamzin Merchant, Andrew Gower e Karla Crome.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Patty Jenkins explica como foi rodar o filme em IMAX em novo vídeo

Em um novo vídeo de bastidores, a diretora Patty Jenkins falou sobre como foi rodar o vindouro Mulher-Maravilha 1984’ em IMAX.

Confira:

Lembrando que o longa será lançado na HBO Max em 25 de dezembro, junto com a estreia nos cinemas norte-americanos. No Brasil, chega no dia 17 de dezembro.

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

‘Luca’: Trailer completo da nova animação da Pixar será lançado AMANHÃ!

Disney+ anunciou através de seu Twitter oficial que a vindoura animação Luca, da Pixar, ganhará um novo trailer amanhã, 28 de abril.

Confira:

O filme será lançado diretamente na plataforma de streaming em 18 de junho. Não será cobrado um valor extra para assisti-lo.

No trama, dois amigos saem em divertidas aventuras pelas mais apaixonantes paisagens da Riviera Italiana, à medida em que também escondem um segredo a respeito da suas verdadeiras identidades. Afinal, Luca Paguro e Alberto Scorfano são criaturas marinhas que ganham forma humana quando estão em terra firme.

Jacob Tremblay dá voz ao protagonista.

Jack Dylan Grazer (‘Shazam!’, ‘It: A Coisa’) e Emma Berman (‘Dear Mom’) também fazem parte do elenco.

Grazer dará voz a Alberto, melhor amigo de Luca, enquanto Berman será Giulia, uma menina que se torna a guia turística e mais nova amiga dos dois estranhos visitantes.

‘Você’: Joe e Love estampam as novas imagens oficiais da 3ª temporada; Confira!

A Netflix divulgou novas imagens oficiais da 3ª temporada de ‘Você’.

Lembrando que o próximo ciclo tem lançamento agendado para o dia 15 de outubro.

Confira, junto ao trailer:

Lembrando que o novo ciclo trará uma série de novos atores e atrizes, incluindo Scott Michael Foster (‘Crazy Ex-Girlfriend’),  Tati Gabrielle (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’), Scott Speedman (‘Anjos da Noite’), Travis Van Winkle (‘The Last Ship’), Michaela McManus (‘One Tree Hill’) e Shalita Grant (‘NCIS: Nova Orleans’).

Penn Badgley e Victoria Pedretti retornarão em seus respectivos papéis como Joe e Love.

Criada por Greg BerlantiSera Gamble, a série é baseada na saga literária escrita por Caroline Kepnes.

Um inteligente gerente de livraria depende de seu conhecimento na Internet para fazer a mulher dos seus sonhos se apaixonar por ele, enquanto ele fica perigosamente obcecado por ela.

Com ‘Amor, Sublime Amor’, Steven Spielberg quebra recorde no Oscar!

Steven Spielberg é um dos maiores e mais importantes nomes do cenário cinematográfico contemporâneo – e carrega uma das filmografias mais icônicas de todos os tempos. E, agora, o lendário cineasta quebrou um novo recorde na temporada de premiações.

Com o anúncio dos indicados do Oscar 2022, Spielberg foi homenageado na categoria de Melhor Direção pelo aclamado remake de Amor, Sublime Amor e se tornou a primeira pessoa a conquistar nomeações em nada menos que seis décadas diferentes.

A primeira indicação por direção veio em 1977 com o sci-fi ‘Contatos Imediatos de Terceiro Gray’; em 1981, faturou mais uma com ‘Os Caçadores da Arca Perdida’, alcançando o mesmo feito um ano depois com ‘E.T.: O Extraterrestre’. A quarta veio com o aclamado drama de guerra ‘A Lista de Schindler’, em 1993; meia década mais tarde, voltaria a encantar os votantes da Academia com ‘O Resgate do Soldado Ryan’. Sua sexta e sétima indicações viriam em 2005 com ‘Munique’ e em 2012 com ‘Lincoln’.

Spielberg já levou a estatueta de Melhor Direção duas vezes, por ‘A Lista de Schindler’‘O Resgate do Soldado Ryan’. Por também atuar como produtor, ele foi indicado um total de 19 vezes ao Oscar e foi laureado com o prêmio honorário Irving G. Thalberg em 1987.

Lembrando que Amor, Sublime Amor concorre a outras seis categorias, incluindo Melhor Filme e Melhor Atriz Coadjuvante para Ariana DeBose (que levou o Globo de Ouro na mesma categoria).

Os vencedores serão anunciados no dia 27 de março.

Amor, Sublime Amor‘ se passa na Nova York da década de 1950 e conta a história de um casal apaixonado tentando salvar seu romance ao mesmo tempo que são divididos pela rivalidade entre as gangues branca e latina das quais fazem parte: Tony é integrante dos Jets e Maria dos Sharks, tudo inspirado em outro clássico, ‘Romeu e Julieta’ de Shakespeare.

O longa é protagonizado por Ansel Elgort (‘A Culpa é das Estrelas’) e a estreante Rachel Zegler, nos papéis de Tony e Maria, respectivamente.

O roteiro fica por conta do premiado Tony Kushner, indicado ao Oscar e ganhador do Prêmio Pulitzer. Leonard Bernstein, Stephen Sondheim e Jerome Robbins cuidam da música, das letras e da coreografia.