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‘Slow Horses’: Série de suspense com Gary Oldman é RENOVADA para mais duas temporadas!

‘Slow Horses’, nova série de suspense estrelada pelo vencedor do Oscar Gary Oldman (‘O Destino de Uma Nação’, ‘O Espião que Sabia Demais’) se tornou uma das novas sensações da Apple TV+ e, agora, a plataforma de streaming trouxe boas notícias para a produção.

Enquanto a segunda temporada chega apenas no final do ano ao catálogo do serviço, a obra já foi renovada para mais dois ciclos, estendendo-se oficialmente até a quarta temporada.

Detalhes sobre as próximas iterações não foram revelados.

A série é baseada na franquia literária best-seller de Mick Herron, adaptada pelo vencedor do Emmy Will Smith (‘Veep’) e dirigida por James Hawes.

‘Slow Horses’ acompanha um time de agentes da inteligência britânica que trabalham no “departamento de despejo” do MI5 – Slough House. Oldman estrela como Jackson Lamb, o brilhante e irascível líder desses espiões, que vai parar na Slough House em virtude dos graves erros que cometeu ao fim de sua carreira.

Kristin Scott ThomasJonathan PryceJack LowdenOlivia Cooke também fazem parte do elenco.

‘Stranger Things’: Revelado título oficial do primeiro episódio da 5ª temporada; Confira!

‘Stranger Things’ é uma das séries mais populares de todos os tempos e, recentemente, a Netflix comemorou o Stranger Things Day com uma atualização incrível sobre a quinta e última temporada.

Através das redes sociais, a plataforma de streaming revelou o título oficial do episódio de reestreia: “The Crawl”.

Mais detalhes não foram divulgados.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

Dica de Filme | ‘Cuidado com o Slenderman’ é um potente documentário sobre um chocante caso da vida real

Surgido nas creepypastas da Internet – ou seja, em seus locais mais obscuros e perscrutados por contos sobrenaturais e histórias de terror – a figura do Slenderman percorreu os quatro cantos do cenário virtual e inspirou e aterrorizou diversas pessoas, incluindo duas jovens garotinhas a cometer uma das maiores atrocidades dos últimos anos: a tentativa de homicídio doloso de uma menina pré-adolescente.

O evento protagonizado por Morgan Geyser e Anissa Weier tornou-se um dos casos mais bizarros (por falta de outro adjetivo que harmonize o suficiente) a povoarem a cultura dos Estados Unidos – mais precisamente no condado de Waukesha, Wisconsin. Como já dito no primeiro parágrafo, todo o arco começa e termina em uma grande tragédia que permanece aberta e sem explicações palpáveis até hoje.

Primeiramente, precisamos entender que o Slenderman foi o maior mito a ser gerado dentro de um ambiente virtual, e sua “lenda”, por assim dizer, passou pelo mesmo processo da cultural oral e foi transmitida através de sites de redirecionamento e readaptações narrativas que sempre lhe acrescentavam novas perspectivas e releituras. A figura original foi criada durante um concurso de photoshop, no qual Eric Knudsen editou fotos antigas com o acréscimo de uma criatura alta, pálida e sem rosto, cuja deformidade assustadora sempre estava acompanhada de crianças desavisadas e situações do cotidiano.

Sua backstory, apesar de não tão profunda como a de outros personagens muito famosos da contemporaneidade, é pautada essencialmente no desejo de raptar crianças e/ou fazê-las sofrer com alucinações para que se tornem vítimas fáceis. Não se sabe se ele se alimenta da energia juvenil, mas seus alvos não poderiam ser mais claros. Recentemente, uma gama de jogos online e até mesmo fan-fics (contos de ficção publicados online) foram disponibilizadas para o público, gerando uma legião de fãs que sustentam a imagem do Slenderman até hoje – inclusive, os direitos de imagem deste personagem foram também adquiridos para a produção de longas-metragens e franquias cinematográficas.

Quando Irene Taylor Brodsky anunciou, em 2016, que seu próximo trabalho iria se aprofundar nas relações, nas causas e nas consequências do caso supracitado, causou bastante alvoroço por parte dos críticos e do próprio público, por dois motivos principais: idealizar um documentário analítico que envolva mitos de um ambiente virtual poderia se configurar como um “tiro pela culatra”, emergindo como uma produção desnecessária e sem objetivo aparente. Além disso, os eventos envolviam menores de idade, e a participação da família poderia ser revogada pelas autoridades e pela comunidade artística.

Entretanto, retomando suas obras anteriores (como The Final Inch’ e Hear and Now’), sabemos que Brodsky sempre teve uma mão muito firme para projetos complexos e contraditórios, nos entregando produções audiovisuais memoráveis e dignas de citação. E, apesar de seu longo tempo de exibição – quase 120 minutos -, Cuidado com o Slenderman’ (‘Beware the Slenderman’, no original), é uma ótima análise antropológica e sociopsicológica sobre a influência das mídias digitais na sociedade contemporânea e como distúrbios mentais podem dar margem a corolários terríveis.

É interessante já citar que o filme não procura encontrar um veredicto ou apontas culpados e inocentes: tudo gira em torno dos fatos apresentados e como eles estão relacionados. Obviamente, alguns dos entrevistados acusam as duas garotas – principalmente aqueles que não mantinham contato com elas ou que presenciaram ao massacre de forma passiva e indireta -, e outros defendem seu julgamento como realmente são – crianças. Toda a ambiência é tensa e causa um desconforto crescente no espectador, principalmente por tratar de assuntos delicados com uma profundidade lúdica.

Logo de cara, percebemos que Anissa e Morgan não são tratadas como crianças normais: suas personalidades introspectivas e extremamente devotas à família e aos valores que conhecem as transformaram em pré-adolescentes excluídas dos círculos sociais que frequentavam. A “descoberta” de uma figura como essa não veio com estranhamento, mas sim como a possibilidade de um refúgio para as duas garotas. Afinal, o constante bullying que sofriam na escola pode até tê-las aproximado, mas causou sérias consequências em sua vida psíquica, ainda que não tão aparentes. Brodsky faz questão de, através de uma montagem dinâmica e pontuada com explicações plausíveis e compreensíveis, explicar os motivos que as levaram a se conectar tanto com um personagem fictício a ponto de se tornarem suas “escravas”.

O documentário é uma mistura híbrida de ficção com acontecimentos reais, como podemos perceber logo no começo. A primeira sequência é uma gravação em found footage que mostra o encontro de uma menina com o personagem-título – um encontro tão efêmero quanto a certeza de sua existência. Os depoimentos são entrelaçados com recriações e até mesmo vídeos de YouTube que mostraram a aparição do Slenderman em diversas ocasiões. A veracidade de tais clipes não pode ser confirmada – e é questionada por autoridades e especialistas -, mas não podemos nos esquecer de que o principal foco do longa-metragem é analisar a crença e como seu extremismo pode levar a sérias consequências.

Vários estudos deste campo indicam que, quando a energia psíquica emanada pela crença ferrenha em algo ou alguma coisa – por exemplo, uma aparição -, a probabilidade de que ela passe a existir para determinados indivíduos aumenta consideravelmente. E, através destas mesmas análises, é que doenças neurológicas como esquizofrenia ou demência podem ser estudadas com mais afinco – inclusive, Anissa (responsável por esfaquear a vítima do evento) foi diagnosticada com tais problemas e foi levada para um hospital psiquiátrico. E, pelo que podemos concluir com o fechamento do documentário, foi exatamente isso o que aconteceu: as protagonistas se apegaram de forma quase transcendental a uma criatura imaterial, mas muito mais presente em suas vidas que outras figuras – como o pai e a mãe.

‘Cuidado com o Slenderman’ foi uma das surpresas mais chocantes e, ao mesmo tempo, agradáveis da década passada. Toda a análise sobre mitos da Internet é apresentada com uma estrutura sólida, tensa e que nos leva a refletir sobre nossa própria personalidade e se estamos sujeitos ou não a passar pela mesma coisa que as jovens garotas passaram.

American Horror Story: Roanoke | Há 7 anos, estreava a temporada mais AMBICIOSA da antologia

O gênero terror é extenso. Isso é um fato. Desde seu surgimento literário até sua transcrição imagética para as telas de cinema e de televisão, essa vertente narrativa passou por drásticas transformações, evoluções, ascensões e decadências próprias de qualquer visão capitalista e marqueteira – podemos ver isso também com a saturação das comédias românticas na indústria hollywoodiana, por exemplo. Entretanto, essa multiplicidade de perspectivas não necessariamente premedita uma construção estereotipada, apesar de comumente ter essa associação: as releituras e readaptações ocorrem em uma constância muito maior do que se imagina.

A sexta temporada de American Horror Story’ parte dessa premissa. Afinal, é inegável que nas temporadas anteriores, as histórias criadas por Ryan Murphy e por sua equipe estavam em um processo de decadência ou estabilidade, preferindo muito mais uma arquitetura poética que eficientemente satisfatória para os fãs do gore e do terror. Mesmo com a emergência de personagens muito complexos para a franquia, como os vistos em Freakshow’ Hotel’, não se podia negar que algo estava faltando – um arrepio na espinha, um gostinho de quero mais. E é justamente aí que entra Roanoke’.

O novo ano da antologia é, sem sombra de dúvida, a mais ousada de todas por negar a estética à qual estávamos acostumados. Entretanto, diferente das iterações predecessoras, ela utiliza seu potencial máximo para entregar uma obra-prima da televisão contemporânea, adornada com tudo o que precisávamos para o ressurgimento exponencial dessa série.

FÊNIX WANNABE

Duas das vertentes mencionadas acima são extremamente conhecidas pelo público-alvo dos filmes de terror, mesmo que não pelo nome técnico: o found footage e o mockumentary. O found footage é uma estética subversiva surgida no final dos anos 1980 e que tem como principal elemento a câmera na mão, partindo de uma perspectiva observadora-cênica; em outras palavras, um dos próprios personagens segura a câmera enquanto grava as ações do filme, fornecendo uma atmosfera mais realista para a obra em si. Buscando referências primordiais, pode-se citar longas-metragens como A Bruxa de Blair’, que causou grande comoção em sua época de lançamento e tornou-se um filme atemporal, e a franquia Atividade Paranormal’, que utiliza câmeras de segurança para seguir as assombrações acerca de uma família amaldiçoada.

O mockumentary, por sua vez, conversa diretamente com o found footage, funcionando como um “primo de primeiro grau”. O nome técnico é um neologismo com as palavras inglesas “mock” (“brincar” ou “zoar”, em português) e “documentary” (“documentário”, na tradução literal); desse modo, é possível inferir que esse gênero explora as vertentes realistas de filmes documentários com toques de comédia ou drama. Normalmente, essa diversidade dupla anda lado a lado, apesar de uma não ser dependente da outra: ao longo dos anos, com o advento de novas tecnologias, o mockumentary encontrou seu espaço buscando inspiração na estética cubista e não-conformista de cineastas predecessores – como Lars von Trier com seu Dogma 95′ -, e o resultado foram obras um tanto quando duvidosas, mas memoráveis, como Quarentena’Cloverfield – Monstro’.

‘Roanoke’, como foi intitulada a sexta temporada da antologia, parte desses dois princípios e cria uma nova identidade para a franquia, unindo o melhor dos dois mundos. As estéticas de ambas vertentes estão presentes aqui, mas a predileção pela roupagem gore atinge níveis extraordinários à medida em que a narrativa é contada. Primeiro, é preciso levar em consideração todo o mistério que circundou o tema deste ano: Murphy lançou mais de trinta teasers, mas apenas um deles estaria relacionado com a trama principal; ainda não se sabe ao certo qual das viciantes iterações é a real até hoje, mas logo nos primeiros minutos do capítulo inicial, percebemos que estamos lidando com uma história “real”.

‘My Roanoke Nightmare’ é o nome do documentário dirigido por Sidney James (Cheyenne Jackson), e disserta sobre os estranhos acontecimentos da família Miller, a qual adquiriu o terreno de um velho casarão e passou a ser assombrada por espíritos sedentos por vingança e sem qualquer conexão aparente. As composições imagéticas dividem-se em duas, uma seguindo os depoimentos dos verdadeiros Miller, Shelby (Lily Rabe), Matt (André Holland) e sua irmã Lee (Adina Porter), e a outra na reinterpretação dos fatos contados, cujos protagonistas são encarnados respectivamente pelos atores Audrey Tindall (Sarah Paulson), Dominic Banks (Cuba Gooding Jr.) e Monet Tumusiime (Angela Bassett).

Diferentemente das iterações anteriores, Roanoke’ opta pelo escatológico e pela crueza de acontecimentos. A priori, o casal parece muito feliz com sua nova aquisição, visto que estão tentando superar os obstáculos de seu casamentos que, de forma estranha e quase inexplicável, culminaram em sua fuga para o interior e os colocaram em uma batalha pela vida em um mortal jogo de gato e rato. Acontece que o casarão, pertence a uma longa linhagem inglesa, foi palco de diversos assassinatos macabros e sanguinolentos que o transformaram em um altar de reencontro póstumo durante um período conhecido como lua de sangue.

As inúmeras histórias, assim como na casa comprada pela família Harmon em Murder House’, nos são apresentadas dentro do próprio documentário, funcionando como fillers para entendimento maior de uma audiência dentro da audiência. Logo nas primeiras sequências, mergulhamos profundamente em um dos jogos mais metalinguísticos da televisão atual, que consegue superar a ambição perseguida durante as temporadas anteriores. Muitos podem não se identificar de cara com a identidade criativa repaginada da série, mas esse desejo de conhecer o novo e de se apaixonar por aquilo a que não estamos acostumados é uma das principais sensações causadas por cada um dos dez capítulos.

O subtítulo do sexto ano já premedita uma backstory tão atemporal quanto assustadora. Roanoke é a colônia inglesa perdida que se instalou no litoral da Carolina do Norte e simplesmente desapareceu após um grupo de exploradores retornar para sua terra natal em busca de suprimentos para a nova vida além-mar. Quando estes mesmos desbravadores voltaram para aquilo que chamariam de lar, não encontraram nenhum traço de existência humana: todas as cabanas estavam abandonadas, todas as trilhas apagadas e aquele lugar parecia ter sido tomado pela força inenarrável da natureza, transformando-o em um cenário desértico e inabitável. A única coisa que encontraram foi uma inscrição cravada numa árvore, cujos dizeres formavam a palavra Croatoan. Desde então, a literatura, o cinema e a televisão permitiram se engolfar em suposições sobrenaturais sobre o que teria acontecido aos colonizadores grã-bretões, mas talvez nenhuma das obras anteriores deixou-se levar pelo misticismo tanto quanto American Horror Story’.

Buscando referências na mitologia celta, o casal Miller descobre que, para sobreviverem às condições insalubres nas quais estavam, a líder do clã – conhecida como a Açougueira (Kathy Bates) – fez um pacto com uma antiga entidade pagã intitulada Scáthach (Lady Gaga) para salvar aqueles que jurou proteger, ainda que isso significasse a permanência eterna sob os desejos de uma figura tão antiga quanto o próprio tempo. Desse modo, durante três dias – período conhecido como a supracitada “lua de sangue” -, eles retornam de seu descanso eterno para espalhar o reino de vingança e ódio, exterminando aqueles que ousaram transpassar seu território sagrado.

É comum às obras do gênero de terror trazer personagens um tanto quanto estúpidos no quesito “avisos”. Shelby e Matt são alertados sobre os perigos que enfrentam, seja pela inexplicável chuva de dentes humanos que aterroriza uma tarde de verão ou por aparições fantasmagóricas de pessoas que outrora residiram naquele ambiente e tiveram fins trágicos – como uma família asiática e duas enfermeiras assassinas. Eles até encontram um compilado de fitas de vídeo gravadas por Dr. Elias (Denis O’Hare), um especialista em assuntos do além-túmulo que se esconde em um abrigo subterrâneo até encontrar sua ruína. Tais fitam continham uma análise de todos os eventos ocorridos na casa e como todos culminavam na morte imparável daqueles que a habitavam.

Entretanto, apesar das ameaças, o casal também é ajudado por arquétipos de guardiões, seja no plano terrestre, seja no espiritual. O fantasma do primeiro proprietário da mansão, Edward Philippe Mott (Evan Peters), e o médium Cricket Marlowe (Leslie Jordan), emergem como figuras imprescindíveis para compreendermos essa atmosfera de suspense e dissertam sobre o inebriante caminho que todos os mortais trilham até a passagem para a morte. Apesar da quantidade absurda de sangue e tripas espirrando nas telas, a construção dos arcos é poética e em nenhum momento se mostra saturada – ainda mais se levarmos em consideração que o foco principal não é analisar o passado de cada uma das personagens, mas sim entender a organicidade dos antigos moradores e como suas brutais mortes se estampam como um aviso de “não ultrapasse” na propriedade.

A QUEDA PARA O ALTO

Em meados do segundo episódio, começamos a nos perguntar se a estética documentária irá perdurar até o season finale. Afinal, já sabemos que a temporada terá apenas dez capítulos, três a menos que as anteriores, mas manter o crescente ritmo de terror e de pânico não é um trabalho fácil. Talvez o grande brilho subestimado de Roanoke’ seja esse: ousar até mesmo onde as premeditações clichês de narrativas semelhantes poderiam existir. My Roanoke Nightmare’ gosto acaba nos minutos finais do quinto episódio, com pontas soltas e uma sensação de que precisávamos de algo a mais.

E é aí que a genialidade de Murphy e sua equipe atacam novamente. A partir do sexto episódio, as coisas ficam ainda mais intensas com o sucesso e o alvoroço conquistados pela série documentária de Sidney, o qual anuncia em rede nacional que a produção será renovada para uma segunda temporada, intitulada Return to Roanoke: Three Days in Hell’, prometendo um reality show às escondidas e protagonizada tantos pelos atores e atrizes da reencenação, quanto por aqueles que forneceram seus desesperados depoimentos.

O capítulo é majestoso; não apenas por seu conceito totalmente reformulado ou por suas desconstruções narrativas e montagens distorcidas, mas também por trazer diversos temas muito pertinentes da sociedade contemporânea à tona. Primeiramente, é possível traçar um paralelo da influência midiática nos programas atuais apenas com alguns frames. Como percebemos, Sidney não foi movido pelo desejo de trazer alguma reconstrução às vidas despedaçadas e traumatizadas de Shelby, Matt e Lee – muito pelo contrário: o desejo pela fama e pela ambição cega sua capacidade empática e solidária, colocando-o num trem descarrilhado que perscruta os caminhos mais insossos dos bastidores cinematográficos e televisivos, utilizando uma história que não acredita ser real para trazer conforto, comodidade e diversão a um público alienado.

Outras explanações decorrem das consequências pós-documentário, em especial uma que ocorre à Agnes Mary Winstead, atriz que interpretou a Açougueira nas reinterpretações (ou seja, mais um pouco de Bates para o deleite dos olhos). Após ser nomeada e levar para casa a estatueta do Saturn Awards por sua incrível performance, seu psicológico desequilibrado e influenciável lhe causou um crescente problema de dupla personalidade, obrigando-a a encarnar a perigosa assassina pagã na vida real, levando-a inclusive a atacar transeuntes com um facão de carne de verdade. Seu desequilíbrio patológico é escancarado para todos durante uma gravação exclusiva, culminando em sua expulsão da segunda temporada por Sidney e pela equipe.

O contraste maior ocorre, sem sombra de dúvida, entre o trio que viveu os horrores da casa e o trio que os reencarnou para o documentário. Desse modo, as frágeis personalidades traumatizadas de Shelby e Lee – cuja inimizade ganha ainda mais força depois da primeira metade da temporada – se chocam com a impetuosidade e o estrelismo de Audrey e Monet, as quais deixam bem claro suas intenções em participar do reality show: ganhar ainda mais fama e firmarem-se como astros em ascensão dentro de uma indústria decadente, saturada e praticamente morta. Paulson e Bassett mais uma vez se entregam em seus papéis duplos, trazendo versatilidade e uma expressão genuína de pretensão egocêntrica que perdura até os momentos finais da temporada.

Mais uma vez, o microcosmos não se restringe apenas aos personagens que nos são apresentados desde o capítulo um. As ramificações se estendem para aparições breves, mas que contribuem para aumentar o clima de tensão e sem qualquer hesitação trazer o cru conceito do gore para as telinhas – tudo isso combinado com o melhor que há do found footage e das endossadas franquias de terror. Através desse mais novo compilado de pequenas análises sobre o fantasioso e o mortal, temos referências que, como podemos imaginar, viajam do envelhecimento de A Bruxa de Blair’, atravessando a reinvenção narrativa vista em O Exorcista’ até estacionar perfeitamente em uma homenagem aos banhos de sangue de O Massacre da Serra Elétrica’ e A Hora do Pesadelo’.

NÃO HÁ LUGAR COMO O NOSSO LAR

‘Roanoke’ marca uma retorno drástico de American Horror Story’ para suas origens, seja na convicção de sua trama principal, nos objetivos de cada personagem ou na compilação híbrida de mimésis e inclinações às atemporais obras que tanto influenciam a arte contemporânea. Apesar de alguns erros ínfimos, toda a grandiosidade que cerca a mitologia rica e ainda sim sem explicações concretas explorada por Murphy é um indicador de que o showrunner ainda tem a mão para nos fazer pular de cadeira e não dormir à noite.

Não posso negar que a conexão estabelecida entre os personagens combinada com uma ousadia plena e confiante de recriações narrativas – e com uma boa dose de esquartejamentos à boa e velha guarda do terror – foi um dos principais motivos que me fizeram acreditar mais uma vez no potencial da antologia. Não apenas buscando a poesia, a romantização do grotesco ou até mesmo a descabida mescla de personagens destoantes, AHS’ transformou-se uma homenagem para seus próprios fãs, e espera-se que isso permaneça nas temporadas que virão.

Astro de ‘X-Men: O Confronto Final’ RECUSOU reprisar seu papel em ‘Deadpool e Wolverine’

Em uma recente entrevista ao Yahoo Movies UKVinnie Jones, que interpretou Juggernaut em ‘X-Men: O Confronto Final’, disse que recusou a oferta da Marvel Studios em reprisar seu papel no vindouro ‘Deadpool e Wolverine’.

Jones afirmou que o motivo de ter passado adiante a oferta foi o pesado traje que tinha que usar para viver o personagem, cuja experiência não foi a das melhores.

“Curiosamente, acabei de ser convidado para fazer o novo ‘Deadpool’ e falei com o diretor e disse que é um grande drama vestir esse traje, mental e fisicamente”, ele afirmou.

“Também teve o impacto mental porque você está nele e não pode fazer nada o dia todo, só pode beber com um canudo. Portanto, não poderíamos fechar um acordo para [‘Deadpool e Wolverine’]”.

O ator continua: “Mas ‘Deadpool’ é meu filme favorito de todos os tempos, mais ou menos. Eu realmente queria fazer isso, mas eles não tinham orçamento para me colocar no traje”.

Jones também comentou que aceitou interpretar Juggernaut em ‘O Confronto Final’ porque Matthew Vaughn estava responsável pela adaptação – ficando muito frustrado quando Brett Ratner assumiu a direção e alterou o papel.

“O novo diretor entrou e não era o mesmo papel para o qual eu tinha assinado contrato”, ele disse. “Eles diluíram o diálogo… O diretor trouxe tantos papéis novos e tantos outros atores que o meu se diluiu. Perdi todo o interesse muito cedo porque sabia que eles estavam me levando junto… Fiquei muito chateado mesmo. Era um palco tão grande e me tornei figurante, foi o que aconteceu.”

Ele acrescenta: “eu pensava: ‘onde estão todas as minhas falas? Onde está a narrativa?’. Foi um fracasso e foi vergonhoso”.

Com estreia marcada para 25 de julho, ‘Deadpool e Wolverine’ será uma aventura através do Multiverso da Marvel e vai contar com o retorno de diversos heróis e vilões que já foram levados ao cinema nos últimos 24 anos.

No filme, depois de enfrentar alguns obstáculos profissionais ao passar por uma crise de meia-idade, Wade Wilson (Ryan Reynolds) decide se aposentar oficialmente como o mercenário Deadpool e se torna vendedor de carros usados. Mas, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide tirar suas katanas da aposentadoria e recruta um Wolverine (Hugh Jackman) relutante e cauteloso não apenas para lutar por sua sobrevivência, mas, em última análise, por seu legado.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa está programado para estrear no dia 25 de julho, e promete “mudar” o Universo Cinematográfico da Marvel que a gente conhece.

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) será responsável pela direção.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman retornam como os personagens titulares. O elenco ainda conta com Emma Corrin, Morena Baccarin, Rob Delaney, Leslie Uggams, Karan Soni e Matthew Macfadyen.

O vindouro ‘Deadpool 3’ vai trazer os heróis da Fox para o MCU

‘The Boys’: ÚLTIMO capítulo da 4ª temporada conquista a MAIOR audiência da série

A 4ª temporada da aclamada série ‘The Boys’ já está disponível no Prime Video – e o último capítulo do ciclo conquistou a maior audiência de toda a atração até agora.

Segundo o relatório da Nielsen (via THR), o season finale angariou nada menos que 1,33 bilhão de minutos exibidos durante a semana do dia 15 de julho ao dia 21 de julho, alcançando o primeiro lugar de todos os títulos do ranking.

Essa é a primeira vez que a série conquista o topo da lista e supera o próprio recorde (1,29 bilhão de minutos na semana de 17 a 23 junho.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 5ª e última temporada.

Lembrando que a série já está renovada para a 5ª e última temporada.

A série foi criada por Eric Kripke.

Karl Urban, Jack Quaid, Antony Starr, Erin Moriarty, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara, Nathan Mitchell e outros fazem parte do elenco.

Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.

Irmãos Russo podem ficar responsáveis pelo reboot de ‘X-Men’ no MCU, aponta insider

Depois de terem comandado os dois filmes mais recentes da saga ‘Vingadores’, os Irmãos Russo retornarão ao Universo Cinemático Marvel como diretores de ‘Vingadores: Apocalipse’‘Vingadores: Guerras Secretas’.

Todavia, esses não serão os únicos projetos sob as mãos dos cineastas.

Segundo o famoso insider Daniel Ritchman, os realizadores “já assinaram um contrato” para “supervisionar projetos adicionais” após o término da Saga do Multiverso do MCU. As informações indicam, inclusive, que o reboot dos X-Men ficará sob responsabilidade da dupla.

Porém, ainda não se sabe se os Irmãos Russo serão diretores desses projetos ou apenas produtores/consultores no desenvolvimento dlees.

Anteriormente, Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, confirmou em entrevista ao Deadline quando a chegada dos X-Men ao MCU irá acontecer.

“Acho que você verá alguns personagens dos X-Men que você pode reconhecer nos próximos filmes. Logo depois disso, toda a história de Guerras Secretas realmente nos leva a uma nova era de mutantes e dos X-Men. Novamente, [é] um daqueles sonhos que se tornam realidade. Finalmente temos os X-Men de volta.”

O chefe do estúdio destacou que os mutantes terão um papel central, especialmente após o lançamento de ‘Vingadores: Guerras Secretas’, programado para 2027.

Embora o filme da equipe ainda não tenha sido anunciado oficialmente no MCU, algumas produções da Marvel Studios já abordaram os mutantes e começaram a preparar o terreno para a chegada dos X-Men nesse universo, com ‘Deadpool & Wolverine’ sendo um filme que deu um grande passo nesse quesito.

Os Melhores Filmes de Terror do Ano (Até Agora)

Chegamos à metade de 2025 – e, como é de praxe aqui no CinePOP, está na hora de relembrarmos as melhores produções que chegaram aos cinemas e aos streamings nos primeiros seis meses do ano.

Depois de passarmos pelas Melhores Animações do Ano, chegou a hora de migrarmos para um gênero amado pelo público: o terror. Afinal, como bem sabemos, obras desse tipo têm um lugarzinho especial no coração dos fãs, por mais que os decepcionem ou os dividam. De qualquer forma, tais histórias atraem o público por apresentar narrativas enervantes, arrepiantes e que nos despertam um aterrorizante interesse em incursões paranormais, sangrentas, sobrenaturais e, eventualmente, muito divertidas.

Até o momento, tivemos longas-metragens que conquistaram a crítica e os espectadores, como ‘Acompanhante Perfeita’, ‘Lobisomem’ e ‘Nosferatu’, reacendendo nosso interesse no gênero e em suas diversas ramificações.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando os melhores filmes de terror de 2025 até agora, incluindo títulos que mesclaram elementos de suspense, comédia, ação e afins. Vale lembrar que os longas selecionados entraram em circuito nacional este ano (motivo pelo qual o remake de ‘Nosferatu’, por exemplo, faz parte da seleção).

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual foi o seu favorito:

5. ACOMPANHANTE PERFEITA

Direção: Drew Hancock

Drew Hancock fez uma gloriosa estreia diretorial este ano ao encabeçar o ambicioso terror sci-fi ‘Acompanhante Perfeita’ – uma obra que brinca com as fórmulas do gênero a seu bel-prazer e que apresenta uma instigante jornada marcada por plot twists originais e um ácido senso de humor que ajuda a compor uma vibrante atmosfera (e que, de maneira inadvertida, foi revelada através de trailers promocionais). Contando com Jack Quaid e Sophie Thatcher em atuações irretocáveis e uma explosiva química em cena, o filme, de fato, não poderia ficar de fora da nossa lista.

O longa é centrado em Josh (Quaid) e Iris (Thatcher), um casal que parece ter saído dos contos de fada. A trama se inicia com o momento em que ambos se conheceram – premeditando, propositalmente, a conclusão dessa inexplicável jornada: Iris, por algum motivo, assassinou Josh. E é a partir dessa estrutura que somos convidados a entender o que aconteceu e de que forma o enredo irá se desenrolar, contando com um corpo performático e um cuidado estético de nos tirar o fôlego.

4. LOBISOMEM

Direção: Leigh Whannell

Leigh Whannell fez um barulho considerável em 2020 ao encabeçar o remake de ‘O Homem Invisível’ e mostrou que filmes de monstros ainda tinham o poder de encantar os fãs de terror – e conseguiu manter nosso interesse vivo com a releitura de ‘Lobisomem’. E, desvencilhando-se de convencionalismos do gênero e óbvias incursões, o realizador construiu uma densa e complexa atmosfera marcada pelo suspense psicológico e pela melancólica concepção de que a única certeza da vida é a própria morte.

A trama é centrada em Blake (Christopher Abbott), um homem marcado por traumas de uma infância conturbada que volta para a casa de sua família no interior de Oregon após a morte do pai. Realocando-se para a fazenda que pertencia ao falecido patriarca ao lado de sua esposa Charlotte (Julia Garner) e da filha Ginger (Matilda Firth), ele descobre que segredos de décadas atrás ainda se escondem pela densa e obscura floresta que cerca a fazenda – incluindo uma criatura mortal que estava na mira do pai três décadas atrás e que permanece viva e sedenta por sangue.

3. DROP: AMEAÇA ANÔNIMA

drop meghann fahy

Direção: Christopher Landon

‘Drop: Ameaça Anônima’ é centrado em Violet (Meghann Fahy), uma mãe solteira que lida com o trauma de quase ter sido assassinada por seu ex-marido ao lançar-se de volta ao mundo. Trabalhando com vítimas de abuso doméstico físico e sexual, ela enfim decide enfrentar seus “demônios interiores” ao aceitar sair em um primeiro encontro com Henry (Brandon Sklenar). Deixando o filho aos cuidados da irmã, ela vai até um prestigiado restaurante e conhece seu pretendente – e as coisas vão bem até Violet começar a receber mensagens anônimas e assustadoras em seu celular de alguém que exige que ela envenene a bebida de Henry se quiser ver aqueles que ama de novo.

O filme é um prático e funcional suspense de terror comandado por ninguém menos que Christopher Landon, cujos trabalhos incluem ‘Freaky: No Corpo de um Assassino’ e ‘A Morte Te Dá Parabéns’. Aliando-se ao poder performático de Sklenar e Fahy, esta entregando uma das melhores atuações de sua carreira e recém-saída de ‘The White Lotus’, cada engrenagem funciona perfeitamente, apostando fichas em um escopo mais restrito e claustrofóbico que dialoga com o perigo constante em que Violet se encontra – e que traz homenagens a Alfred Hitchcock e Brian De Palma.

2. NOSFERATU

nosferatu

Direção: Robert Eggers

Depois de ter nos presenteado com os irretocáveis filmes ‘A Bruxa’, ‘O Farol’ e ‘O Homem do Norte’, o aclamado realizador Robert Eggers abraçou um ambicioso projeto que mergulharia não apenas em um dos maiores clássicos da sétima arte, mas uma das iterações mais importantes e aclamadas da história do cinema: ‘Nosferatu’. O remake do filme homônimo de F.W. Murnau veio com antecipação inenarrável e cumpriu com a promessa de honrar o legado deixado pelo título à medida que expandiu essa enervante mitologia vampiresca.

Contando com nomes como Bill Skarsgard, Lily-Rose Depp, Nicholas Hoult e Emma Corrin, o filme é uma celebração do horror gótico e sagra-se como uma carta de amor ao expressionismo alemão e aos filmes de arte. Na trama, uma jovem noiva é deixada sob os cuidados de amigos quando seu marido viaja para a Transilvânia para um encontro com o Conde Orlok. Atormentada por visões terríveis e uma crescente sensação de pavor, ela logo encontra uma força maligna que está muito além de sua compreensão.

1. PECADORES

Direção: Ryan Coogler

Em ‘Pecadores’, Michael B. Jordan encanta os espectadores em dose dupla ao encabeçar uma das melhores produções do gênero e do ano, reiterando sua incrível versatilidade performática. Trabalhando ao lado de Wunmi Mosaku, Hailee Steinfeld e o aclamado cantor e compositor Miles Caton, Jordan encabeça um thriller vampiresco pincelado com incursões bastante originais e carregado com sutis críticas sociorraciais que analisam a presença da música com conduíte sobrenatural, minando a cortina que separa o mundo terreno do mundo espiritual.

Sinestésico, potente e recheado de inúmeras camadas que nos convidam a uma experiência cinemática emocionante, a trama é centrada nos irmãos gêmeos Smoke e Stack, que se tornaram famosos gângsteres ao saírem de sua pequena cidade natal. Obrigados a retornar para casa, eles são recebidos com assombro e surpresa por seus conterrâneos – e desejam abrir um clube noturno de blues apenas para pessoas negras. Contando com a ajuda de seu primo mais novo, o jovem músico Sammie Moore, e de outros amigos de confiança, eles colocam o plano em prático – apenas para se verem no centro de uma ameaça mortal e sobrenatural sedenta por sangue.

MENÇÃO HONROSA: PREMONIÇÃO 6: LAÇOS DE SANGUE

Direção: Zach Lipovsky e Adam Stein

A franquia ‘Premonição’ teve início a partir de um roteiro especulativo da famosa série ‘Arquivo X’, sendo transformado em um longa-metragem que apresentou um novo tipo de serial killer: a própria Morte. Através de histórias divertidas e bastante gráficas, cuja marca registrada são os complexos cenários que essa entidade cosmológica cria para coletar suas vítimas, a saga rendeu cinco filmes que se mantiveram numa faixa de recepção similar. Isto é, até a chegada de ‘Premonição 6: Laços de Sangue’.

O mais recente capítulo desse expansivo universo revitaliza a narrativa clássica e a transforma em uma jornada de luta pela sobrevivência que atravessa gerações e que culmina em uma família que simplesmente não deveria existir. Afinal, a protagonista Stefani (Kaitlyn Santa Juana) é atormentada por uma terrível e constante visão que a leva de volta para a avó, Iris (Gabrielle Rose), responsável por salvar a vida de dezenas de pessoas de um prédio em colapso – e, agora, chegou a vez dela e de seus descendentes entrarem para a lista da Morte para que tudo entre nos eixos novamente. Mantendo-se fiel à identidade dos filmes anteriores, a sexta iteração da franquia funciona do começo ao fim e presta homenagens a um legado que continua encantando cinéfilos ao redor do planeta.

Grammy Latino 2025 | Liniker conquista TRÊS estatuetas da premiação, incluindo Melhor Álbum Pop

A aclamada cantora, compositora e atriz Liniker foi uma das principais relembradas da 26ª edição do Grammy Latino.

A artista conquistou nada menos que três gramofones douradosMelhor Álbum Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa por ‘Caju’Melhor Canção em Língua Portuguesa por “Veludo Marrom”Melhor Interpretação Urbana em Língua Portuguesa por “Caju”.

‘Caju’ foi aclamado pela crítica nacional e internacional e conta com catorze faixas inéditas, incluindo a música-título e o single “Tudo”.

Liniker já fez história no Grammy Latino ao se tornar a primeira travesti a conquistar um gramofone dourado – e alcançou o feito nas categorias de Melhor Álbum de MPB por ‘Índigo Borboleta Anil’Melhor Canção em Língua Portuguesa por “Baby 95”. Homenageada com a Ordem de Mérito Cultural por sua contribuição ao país, ela também ocupa a 51ª Cadeira da Academia Brasileira de Cultura.

‘Stranger Things: Histórias de 85’ DIVIDE a crítica e abre com 69% de aprovação no RT

A série animada ‘Stranger Things: Histórias de 85‘ já chegou ao catálogo da Netflix – e parece ter dividido a crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 69% de aprovação, com base em 13 reviews até o momento.

Confira os principais comentários:

“Em ‘Histórias de 85’, todas as oportunidades de criar algo inovador e interessante são ignoradas em prol de fanfics preguiçosas, tramas fracas e personagens inconsistentes” – RogerEbert.com.

“Uma franquia precisa de mais do que nostalgia para sobreviver, e fica claro em ‘Histórias de 85’ que Stranger Things’ ainda precisa aprender essa lição” – Mashable.

“A animação consegue honrar a série live-action ao mesmo tempo que apresenta algo novo. Nikki Baxter é uma ótima adição ao grupo — só não pense muito sobre o porquê de nunca falarem dela na série original” – Mama’s Geeky.

“O showrunner Eric Robles e os produtores executivos Matt e Ross Duffer conferem à série a vivacidade e a seriedade de um desenho animado de sábado de manhã, mesmo que parte dessa novidade se dissipe antes do final da temporada” – CBR.

“Após o final altamente criticado de Stranger Things’, esta nova história surge como um alívio” – Collider.

“Uma explosão de diversão nostálgica que é acessível tanto para quem nunca assistiu a Stranger Things’ quanto para crianças que ainda não experimentaram a alegria da série – ao mesmo tempo que encanta os fãs de longa data que sofrem de abstinência” – Dexerto.

“Apesar de ter dificuldades em definir para quem o spin-off realmente se destina, ‘Stranger Things: Histórias de 85’ apresenta alguns momentos divertidos” – Screen Rant.

Ambientado entre a 2ª e a 3ª temporada de ‘Stranger Things‘, o derivado leva os espectadores de volta a Hawkins no rigoroso inverno de 1985, onde os personagens originais precisam enfrentar novos monstros e desvendar um mistério paranormal que está aterrorizando a cidade.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco de voz de ‘Histórias de 85’ conta com Brooklyn Davey Norstedt (Eleven), Jolie Hoang-Rappaport (Max), Luca Diaz (Mike), Ej Williams (Lucas), Braxton Quinney (Dustin), Ben Plessala (Will) e Brett Gipson (Hopper).

Odessa A’zionJaneane GarofaloLou Diamond Phillips também participam do projeto.

ABC está planejando séries baseadas em heroínas da Marvel

Embora a Marvel tenha investido em adaptações dos quadrinhos para a TV, ainda há um grande número de personagens femininos que não apareceram nas telinhas.

Pensando nisso, a diretora de entretenimento da ABC, Karey Burke, revelou ao Deadline que a emissora está em negociações para desenvolver uma nova série protagonizada por uma super-heroína da Marvel.

“Eu falei com a Marvel e estamos em conversas ativas sobre um projeto em particular. Algo totalmente novo.”

Burke não deu mais detalhes, mas a série deve ser a primeira de uma estratégia para adaptar quadrinhos de super-heroínas da Marvel para a TV.

Esta é uma ótima oportunidade para introduzir Mulher-Hulk, Gata Negra, Mulher-Aranha, ou até mesmo para reaproveitar os arcos de Elektra Natchios em futuras produções.

‘Westworld’: Último episódio da 3ª temporada ganha imagens inéditas; Confira!

A HBO divulgou novas imagens promocionais do último episódio da 3ª temporada de ‘Westworld‘, que vai ao ar no dia 03 de maio.

Intitulado ‘Crisis Theory‘, o episódio será focado na tentativa de vingança de Dolores (Evan Rachel Wood) contra os habitantes do mundo real.

A trama também vai abordar os arcos de Maeve (Thandie Newton), Bernard (Jeffrey Wright), Caleb (Aaron Paul), Ashley (Luke Hemsworth), Serac (Vincent Cassel) e do Homem de Preto (Ed Harris).

Confira, junto com o teaser:

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 4ª temporada.

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, James Marsden, Rodrigo Santoro, Tessa Thompson, Aaron Paul e Ed Harris.

‘WandaVision’: Imagens podem ter revelado a verdade sobre [SPOILER!]

Enquanto a trama de ‘WandaVision‘ avança, os fãs continuam procurando pistas sobre a verdadeira identidade de Agnes, a misteriosa personagem vivida por Kathryn Hahn.

Antes da estreia da série, grande parte do público suspeitou que Agnes fosse apenas um codinome para Agatha Harkness, a bruxa que ajuda Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen) a controlar seus poderes nos quadrinhos.

E parece que algumas imagens divulgadas pelo CBM podem ter revelado que a personagem de Hahn é, de fato, a lendária bruxa.

As imagens mostram a personagem ao lado de outras bruxas no que poderia ser um flashback de séculos passados…

Nos quadrinhos, Agatha Harkness foi uma das bruxas originais dos julgamentos realizados pela inquisição em Salem, Massachusetts, nos EUA. E essas fotos podem ser uma indicação de que esses eventos podem ser reproduzidos no MCU.

Lembrando que rumores já apontaram que o demônio Mephisto faria parte da trama, então faz todo sentido incluir uma bruxa centenária para vigiar os passos de Wanda enquanto ela finge viver uma vida plena e feliz.

Confira as imagens:

Lembrando que o próximo episódio será lançado no dia 29 de janeiro.

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (a Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (o agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpretará a versão adulta da Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

‘Pacificador’ se exibe em novo pôster da série derivada de ‘O Esquadrão Suicida’; Confira!

Em seu perfil do Twitter, o diretor James Gunn divulgou um novo pôster da série do ‘Pacificador‘, mostrando o personagem vivido por John Cena em uma pose exibicionista vestindo seu traje de ‘herói’ e portando sua icônica pistola.

Além disso, o cineasta provocou os fãs ao lembrar que a atração vai ganhar um teaser na DC Fandome, que acontece no próximo dia 16.

Confira:

“Dê a p#rr* de uma chance à paz. A série do ‘Pacificador’ vai ganhar um novo teaser durante a #DCFandome.” 

A série irá explorar as origens de um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.

Além de dirigir diversos episódios, Gunn escreveu o roteiro da série. Cena, por sua vez, também servirá como produtor executivo do projeto.

O elenco ainda contará com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

Vale lembrar que ‘O Esquadrão Suicida‘, por sua vez, já está disponível na plataforma de streaming.

“‘Thor: Amor e Trovão’ é a maior LOUCURA que Taika Waititi já fez”, diz Chris Hemsworth

Descrito como um comédia romântica no espaço sideral, ‘Thor: Amor e Trovão’ promete momentos hilários como o filme anterior, mas também grandes cenas de ação, sem deixar de lado o sentimentalismo.

Além disso, o filme terá dois deuses do trovão, os Asgardianos da Galáxia, Zeus, cabras alienígenas voadoras e Chris Hemsworth peladão.

Por conta de toda essa mistura, o astro disse ao TODAY que o novo filme é a maior loucura que o diretor Taika Waititi já fez.

“Gravar esse filme foi testemunhar Taika no seu maior estado de loucura. Ele escreveu o roteiro como se alguém o perguntasse: ‘E se uma criança de sete anos estivesse fazendo um filme, o que você faria?’ E ele disse: ‘Bem, eu quero ser essa criança. Eu quero fazer isso. Eu quero tentar’. E tudo o que ele sugeriu, eu disse sim, e então tivemos esse filme insano na nossa mesa.”

Hemsworth acrescentou que: “a sequência tem toda a diversão, humor e loucura que todos os filmes de Taika têm, mas com uma grande história de amor no centro. Há muito sentimentalismo e a ação característica da Marvel, como você pode imaginar.”

Confira a entrevista:

Lembrando que o filme chega no dia 7 de julho aos cinemas nacionais.

E aí, você está animado para a estreia?

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

Shazam discute com caneta mágica em divertida cena de ‘Fúria dos Deuses’; Assista!

A Warner Bros divulgou uma cena inédita para promover ‘Shazam! 2: Fúris dos Deuses‘, que chega aos cinemas nacionais amanhã (16).

Na prévia, o protagonista vivido por Zachary Levi discute com uma caneta mágica chamada Steve.

Obviamente, ainda não dá para saber qual é o contexto da cena, mas não deixa de ser engraçada por conta disso.

Confira:

De acordo com o Deadline, a sequência deve arrecadar entre US$ 80-85 milhões em sua estreia global.

As projeções indicam que o longa deve arrecadar US$ 35 milhões nos EUA, e entre US$ 45-50 milhões internacionalmente, através de 77 mercados.

Caso o resultado se confirme, os números irão representar uma estreia menor que o primeiro filme. O longa original registrou uma estreia global de US$ 102 milhões (com US$ 53.5 milhões arrecadados nos EUA).

A produção ainda enfrentará uma forte concorrência com ‘Pânico 6‘ e ‘Creed 3‘ – ambos filmes que surpreenderam nas bilheterias e registraram a maior estreia de suas respectivas franquias. Além disso, ‘John Wick 4‘ está programado para estrear na próxima semana – e promete dominar as telonas.

Confira nossas primeiras impressões:

Além do retorno de Zachary Levi no papel principal e da introdução de Helen Mirren, Lucy Liu e Rachel Zegler, o elenco conta com Adam Brody, Asher AngelJack Dylan Grazer.

Henry Gayden volta como roteirista, enquanto David F. Sandberg assume novamente a cadeira de direção. Peter Safran entra como produtor.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

Astro de ‘Twisters’ reforça que a trama não será sequência do filme de 1996

28 anos depois de ‘Twister‘ chegar aos cinemas e chocar o público com sua representação angustiante e realista de tornados, um novo filme da franquia está chegando às telonas.

Intitulado ‘Twisters‘, o anúncio do longa fez muitos acreditarem que seria uma sequência do filme dirigido por Jan de Bont em 1996.

A narrativa se concentrava em um grupo de caçadores de tempestades tentando implantar uma invenção totalmente nova que pudesse estudar tornados de maneiras nunca antes possíveis, o que os colocou na mira de tornados mortais com “zonas de sucção” mortais.

No entanto, Glen Powell (‘Top Gun: Maverick’), que faz parte do elenco, disse à Vogue que a nova versão é uma história completamente independente.

“Definitivamente não é uma sequência, nem uma reinicialização. Não estamos tentando recriar a história do primeiro. É uma história completamente independente. Não há personagens do filme original, então não é realmente uma continuação. É apenas uma nova história nos dias modernos.”

Os comentários de Powell vêm logo após o roteirista Mark L. Smith dizer ao Collider que o novo filme é mais como uma homenagem ao original, mas não tem conexão com a trama do original.

“Esse filme está muito divertido. O diretor Lee Isaac Chung fez suas próprias coisas no roteiro porque é isso que eles fazem, então não sei exatamente se se encaixa [com o original]. Então, não sei os detalhes, mas é uma história independente. Não é uma continuação do original.”

Ele continuou, argumentando que:

“É apenas um passeio realmente selvagem com alguns personagens bons e divertidos. Esperançosamente, podemos aproveitar o que o original tinha porque essa coisa é simplesmente icônica. Mas é tão legal ter um diretor como Isaac assumindo algo assim. É tão fora da curva, e acho que ele está se divertindo. Eu estava trocando mensagens com ele há alguns dias, e é simplesmente tudo uma loucura.”

Há alguns meses, o Deadline reportou novos atores que juntaram-se ao elenco do novo filme, incluindo Maura Tierney (‘The Affair’), Harry Hadden-Paton (‘Downton Abbey’), Sasha Lane (‘Docinho da América’), Kiernan Shipka (‘Mad Men’), Nik Dodani (‘Atypical’), David Corenswet (‘Pearl’), Tunde Adebimpe (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’) e Katy O’Brian (‘The Mandalorian’) são os novos nomes no elenco.

Os atores se juntam a Powell, Daisy Edgar-Jones (‘Normal People’), Brandon Perea (‘Não! Não Olhe!’) e Anthony Ramos no elenco.

Jones será uma ex-caçadora de tempestades que, depois de sobreviver a um encontro desastroso com um tornado, agora trabalha como escriturária. No entanto, ela será forçada a retomar suas atividades no ofício anterior.

A estreia está agendada para 19 de julho de 2024.

Sucesso nos cinemas, o filme original se tornou a segunda maior bilheteria de 1996, arrecadando quase US$500 milhões a partir de um orçamento de US$92 milhões.

Apesar do sucesso financeiro, teve recepção mista por parte da crítica, com 63% de aprovação no Rotten Tomatoes.

As Bond Girls que não ficaram limitadas à um filme na saga 007

Interesses românticos do agente simbolizam bem a natureza episódica da série, porém algumas delas não ficaram limitadas a um único filme

A franquia 007 é carregada de elementos icônicos em todos os aspectos: do elenco liderado um ator interpretando um James Bond a cada geração até aspectos técnicos como a tradicional cena de abertura de 007 disparando contra o público por meio da visão da arma. Gadgets extravagantes (apresentados apartir de Goldfinger); músicas de abertura icônicas desde o primeiro filme; vilões inesquecíveis e as Bond Girls.

A grande característica de Bond, dentre todas, talvez seja o erotismo discreto toda vez que ele se relaciona com algum personagem do sexo oposto. Ainda que nos livros ele tivesse comportamentos negativos para contrabalançar essa tendência, os filmes a partir de 1962 afastaram o problema evidente do personagem com o álcool e escolheram pela potencialização da sensualidade.

Com isso, a franquia 007 se tornou uma das primeiras a lidar com o tema da sexualidade de maneira escancarada com o grande público. Consequentemente Bond colecionou ao longo das décadas um número considerável de pares românticos que compartilharam de suas aventuras.

Ainda que possuindo elementos que não envelheceram bem, a franquia foi pioneira na representação do sexo no cinema

Mesmo com o foco sendo sempre o protagonista, as popularmente chamadas Bond Girls indicavam, sob certo ponto de vista, como as personagens femininas eram retratadas no cinema, dependendo da década em que determinado filme foi lançado. Outro elemento a se ressaltar das Bond Girls é a representação glamourosa de todas, algo presente desde a cena que introduziu a personagem de Ursula Andress em Satânico Dr. No.

Mesmo que muitas delas fossem representadas por atrizes desconhecidas, eventualmente a escolha para o papel se tornou mais seletiva, no qual foram sendo priorizadas atrizes que tivessem um trabalho prévio conhecido no cinema ou em qualquer outra área. No entanto, por mais que o título de Bond Girl seja um pilar da franquia, ele ainda sofre com a essência narrativa da mesma.

Tradicionalmente a série 007 sempre possuiu uma natureza episódica, no qual os filmes não eram essencialmente ligados uns aos outros e funcionavam como histórias fechadas. Pode-se dizer que o único elo que ligava determinados filmes uns aos outros era o retorno do ator que, por ventura, estava interpretando James Bond naquela década em específico.

Ursula Andress se tornou um dos símbolos da revolução sexual do cinema nos anos 60

Por muito tempo a estratégia funcionou pelo motivo mencionado; um público ocasional que só viesse a ter acesso à uma aventura de 007 pela televisão ou VHS (isso mais para frente) poderia aproveitar o espetáculo sem ficar perdido em referências à aventuras anteriores. 

O porém foi que a ausência de uma linearidade geral sempre impediu o personagem de evoluir; logo, não importava se o agente passasse por um arco narrativo complexo em um capítulo pois a natureza episódica da franquia sempre tendia a restabelecer os status quo ao início de cada produção. Isso ocorria com James Bond e também com as coadjuvantes femininas.

Uma troca de Bond Girl se tornou esperada entre uma produção e outra, troca essa que não contava com, pelo menos, a continuidade de uma atriz para o papel da mesma forma que acontecia com James Bond. Pouco importava o quão icônica era a introdução de uma co-heroína ou que ações ela desempenhava na trama, às vezes até como uma femme fatale (em Goldeneye, por exemplo), ela sempre desaparecia para jamais voltar ao final de uma aventura.

Famke Jansen como a inesquecível femme fatalle de “GoldenEye”

Porém, como toda regra tem uma exceção com as Bond Girls não é diferente. Ainda que a vasta maioria delas entre 1962 e 2015 sejam momentos fugazes na vida do famoso espião britânico, algumas conseguiram causar um impacto a longo prazo na franquia. O exemplo mais recente é a personagem Madeleine, interpretada por Lea Seydoux, que debutou em Spectre e vai voltar em Sem Tempo para Morrer.

  • Sylvia Trench (Eunice Gayson)

Simplesmente a primeira Bond Girl da cinessérie, ou pelo menos desde que os filmes passaram a ser produzidos pela dupla Broccoli e Saltzman, cuja estreia foi em 1962. Não é incomum ela ser esquecida, quando se fala dessa obra em particular, em prol da personagem Honey Ryder (Ursula Andress) que possui um tempo de tela muito maior.

A Bond Girl original (mesmo que por poucos minutos)

O que torna Sylvia diferente de Honey é que, por mais iconica que a segunda seja para a franquia, ela foi esquecida após Satânico Dr. No. O exato oposto de Sylvia que retorna para uma ponta, mesmo que breve, na sequência Moscou contra 007

Ainda que ela continue sem maior atenção essa segunda aparição demonstra uma vontade inicial dos responsáveis em realizar uma continuação direta; não só prosseguindo com a vingança da S.P.E.C.T.R.E à 007 após a morte do Dr. No como também dando um prosseguimento ao relacionamento dele com Sylvia.

  • Teresa di Vicenzo (Diana Rigg)

Um dos capítulos mais curiosos da franquia é, sem dúvidas, A Serviço Secreto de sua Majestade lançado em 1969. O primeiro filme pós Sean Connery trouxe George Lazenby pela primeira, bem como ultima vez para dar vida a James Bond. Além dele a presença da personagem Teresa di Vicenzo também é um fator que torna o filme singular.

Mesmo não tendo a fama de Honey ou Pussy, Teresa ainda é a Bond Girl mais importante, para a saga, de todos os tempos

Esse foi o primeiro filme em que Bond se apaixona e que apresentou uma Bond Girl que não se apoiava exclusivamente na sensualidade. Teresa é uma parte integrante do enredo e uma aliada importante de Bond, salvando-o mais de uma vez e auxiliando-o em encontrar o vilão Blofeld. 

Além disso tudo, a interpretação concedida por Diana Rigg (uma atriz oriunda do teatro) conferiu à personagem a aura trágica necessária para o final entregue; esta que é a melhor conclusão de uma produção envolvendo 007. Teresa seria mencionada em filmes posteriores como a primeira e única esposa de Bond: uma vez na fase Roger Moore e outra na de Timothy Dalton.

  • Vesper Lynd (Eva Green)

Se tem algo que a Era Craig trouxe para essas produções foi um aguardado senso de continuidade entre os títulos estrelando o ator britânico. Começando por Cassino Royale o público acompanhou a primeira missão de Bond como um agente “00” bem como a primeira aparição de Vesper.

Nome conhecido dos romances de Ian Fleming, Vesper é introduzida como uma enviada do tesouro britânico para monitorar o financiamento concedido à Bond para uma missão. Seguindo um caminho de mostrar um 007 mais humano, tanto ele quanto Vesper se apaixonam e planejam permanecer juntos, porém a relação termina tragicamente. É a morte da coadjuvante que funciona como uma força motriz para James na obra seguinte, Quantum of Solace, e eventualmente é referenciada em Spectre.  

 

‘Ahsoka’ e Sabine Wren são destaque em novo cartaz da série; Confira!

A série ‘Ahsoka‘, atualmente em exibição no Disney+, já teve seus dois primeiros episódios disponibilizados, e com isso, foi divulgado um novo cartaz que traz a Jedi protagonista (Rosario Dawson) junto com sua aprendiz Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo).

Vale lembrar que o terceiro episódio será lançado hoje (29) às 22h no horário de Brasília na plataforma de streaming.

Confira:

O público está rendendo elogios ao roteiro da atração, que serve como uma continuação da animação ‘Rebels‘, destacando o planeta Lothal e sua fauna, bem como os personagens Hera Syndulla (Mary Elizabeth Winstead), Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo) e Ezra Bridger (Eman Esfandi).

Além disso, a trama estreita a relação entre a trilogia original e a prequel, já que a personagem principal, vivida por Rosario Dawson, participou ativamente desses períodos.

Entre os comentários, os fãs estão dizendo que a série está resgatando todos os elementos que fizeram de ‘Star Wars‘ um fenômeno, como as batalhas espaciais, os duelos de sabre de luz, a mitologia Jedi e o clássico drama entre mestres e aprendizes.

Confira as reações:

Ambientada após a queda do Império, ‘Ahsoka‘ acompanha a Jedi renegada (vivida por Rosario Dawson) enquanto ela investiga uma ameaça emergente em um momento de vulnerabilidade da galáxia. Em meio à sua busca, ela terá de lidar com negócios inacabados pelos traumas de suas experiência de mestre e aprendiz ao lado da Mandaloriana Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo) e da lendária piloto rebelde Hera Syndulla (Mary Elizabeth Wintead).

Relembre o trailer:

No site Rotten Tomatoes, a produção conquistou 86% de aprovação, com uma nota média de 7.6/10.

Confira algumas avaliações:

“‘Ahsoka’ tem duas qualidades que faltam em muitas produções recentes de ‘Star Wars’. Uma história sólida e uma reviravolta visual imaginativa no universo de George Lucas.” – Daily Telegraph

“Apesar de fazer parte de um cânone conhecido apenas pelo fã mais comprometido de Star Wars, a série ‘Ahsoka’ faz um bom trabalho na construção do mundo para atualizar os novatos sem sacrificar o ritmo.” – London Evening Standard

”Ahsoka’ alcança o equilíbrio perfeito entre o novo e o antigo, dando aos fãs hardcore o capítulo mais recente de uma jornada de 15 anos sem alienar um público que está apenas conhecendo a ex-Jedi.” – Inverse

“O design de produção é tão plano e frágil quanto a caracterização. A própria Ahsoka é, no papel, uma durona – mas na tela parece triste.” – Independent (UK)

“Uma série basicamente sem graça, embora repleta de personagens potencialmente interessantes, além de uma performance excepcional do falecido Ray Stevenson, cuja presença carismática aqui me deixou comovido.” – The Hollywood Reporter

Lars MikkelsenRay StevensonIvanna SakhnoDiana Lee InosantoDavid Tennant e outros também fazem parte do elenco.

‘Medo Profundo 3’ vem aí…

O filme de terror ‘Medo Profundo’ está prestes a ganhar uma nova sequência, de acordo com o ComicBook.

O diretor Patrick Lusser (‘Drácula 2000’) está liderando esta nova aventura, contando novamente com a ajuda do criador da série, Johannes Roberts, roteirizando ao lado de Ernest Riera.

Na produção, Byron Allen, retorna ao lado de James Harris e Mark Lane. Completando o time, Byron Allen, Carolyn Folks, Jennifer Lucas, Chris Charalambous e Matthew Signer assumem como produtores executivos.

“‘Medo Profundo’ acompanha a jornada de um pai determinado a reatar seu relacionamento com a filha. Em um mergulho em águas tropicais paradisíacas, eles exploram um famoso naufrágio, buscando fortalecer seus laços. Mas logo após a descida, um terrível acidente com o mergulhador mestre os deixa sozinhos e desprotegidos dentro do labirinto subaquático.”

“Medo Profundo 3 é a continuação perfeita de nossa franquia cheia de tubarões,” disse Byron Allen em um comunicado, “Este filme mais uma vez deixará os espectadores aterrorizados e à beira de seus assentos.”

“Mal podemos esperar para que o público fique preso debaixo d’água conosco novamente,” acrescentou Johannes Roberts. “Medo Profundo 3 será o maior e mais intenso filme desta franquia.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Saltadores’: Disney exigiu que o longa diminuísse a trama ambientalista

O novo filme da Disney Pixar, ‘Saltadores’ (Hoppers), precisou passar por mudanças no roteiro com o objetivo de suavizar a mensagem ambientalista da trama.

De acordo com o The Hollywood Reporter, a Pixar determinou que o filme tivesse alterações significativas. “Infelizmente, quando você tem um filme inteiro baseado na importância do ambientalismo, não dá para voltar atrás nisso”, afirmou uma fonte à reportagem.

“Aquela equipe lutou muito para descobrir: ‘O que fazemos com essa ideia?'”, completou.

Lembrando que o longa será lançado em 6 de março de 2026.

Conhecida por clássicos como ‘Toy Story’ e ‘Divertida Mente’, a Pixar nos presenteia com uma premissa inusitada e cheia de humor: a troca de cérebros entre um humano e um castor!

Confira a primeira imagem oficial:

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A animação terá as vozes de Bobby Moynihan como o castor e Jon Hamm em um papel ainda não revelado.

Bomba! Fox News chama ‘Superman’ de “Superwoke” e James Gunn e o elenco rebatem

‘Superman’ chega esta semana aos cinemas e, às vésperas da estreia, o longa se viu no meio de uma grande polêmica. Isso porque o cineasta James Gunn, responsável pelo filme, afirmou que a obra é “a história da América” e ainda destacou que o herói é um “imigrante”.

Segundo o ComicBookMovie, a Fox News se incomodou com as afirmações de Gunn e chamou o longa de “Superwoke” (superlacrador, em tradução livre).

A apresentadora Kellyanne Conway afirmou: “Nós não vamos ao cinema para sermos doutrinados ou para que alguém nos empurre sua ideologia”.

Jesse Watters completou sarcasticamente: “Sabe o que está escrito na capa dele? MS13”. (Fazendo referência ao grupo criminoso).

Em meio à polêmica, a Variety abordou Gunn e o elenco sobre essa reação no tapete vermelho da pré-estreia.

Sean Gunn, irmão de James Gunn, que vive Maxwell Lord no filme, defendeu a visão do irmão.

“Minha reação [a essa polêmica] é que isso é exatamente sobre o que o filme fala. Nós apoiamos o nosso povo, sabe? Amamos nossos imigrantes. Sim, o Superman é um imigrante. E sim, as pessoas que apoiamos neste país são imigrantes, e se você não gosta disso, você não é americano. Quem diz ‘não’ aos imigrantes é contra o verdadeiro modo de vida americano”, afirmou.

Nathan Fillion (que vive Guy Gardner), por sua vez, minimizou a polêmica: “Ah, alguém precisa de um abraço. Gente, é só um filme”.

Enquanto isso, o próprio James Gunn ressaltou que a mensagem do filme é sobre esperança e bondade. “Não estou aqui para julgar ninguém. Acho que este é um filme sobre bondade, e isso é algo com que todos podem se identificar”.

‘Superman’ tem estreia marcada nos cinemas para 10 de julho de 2025.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Stranger Things’: Caleb McLaughlin elogia atuação de Noah Schnapp em cena marcante de Will [SPOILER]

[AVISO DE SPOILER]

Os novos episódios de ‘Stranger Things’ já estão disponíveis na Netflix, e uma das cenas mais marcantes da 5ª temporada é o momento em que Will se assume gay para amigos e familiares.

Em entrevista ao Deadline, o ator Caleb McLaughlin, que interpreta Lucas no fenômeno da Netflix, falou sobre como foi gravar a sequência, que levou mais de 12 horas de filmagem.

“Estar na série por tanto tempo, sabendo que todos já passaram por altos e baixos, e eu, como amigo, apenas querendo estar presente e sabendo que sempre estarei lá por um amigo, acho que aquela cena foi um momento que pareceu genuíno. Nós estaríamos ali pelo Noah. Estaríamos ali por qualquer pessoa em seus momentos difíceis e nos seus maiores segredos, quando querem se mostrar vulneráveis. Acho importante que histórias assim sejam contadas, que esses momentos de vulnerabilidade existam”, afirmou.

“Estava em lágrimas”, diz Noah Schnapp sobre cena épica de Will em ‘Stranger Things’ [SPOILERS]

“Quero dizer, claro que estávamos atuando, mas era algo importante, mesmo quando não aparecíamos em cena, estávamos ali fora das câmeras, estávamos ali atrás delas… Então acho que aquela cena foi muito especial. O Noah mandou muito bem. A atuação dele foi incrível. Tivemos que gravar algumas vezes, e depois fizemos novamente em outro dia, e ele conseguiu entregar tudo em cada tomada”, acrescentou.

‘Stranger Things’: Sadie Sink elogia atuação de Noah Schnapp em cena épica de Will [SPOILER]

“Poder estar ali como amigo dele, dentro e fora das telas, apoiando-o, não apenas pelo que a cena representa, mas pelo fato de ser um grande momento para um ator acessar aquela emoção, acho que estar presente para outro ator, estar presente para um amigo, é sempre algo que… eu gostaria que fizessem por mim. Então fiquei muito feliz por estar ali naquele momento e vê-lo florescer”, concluiu.

Na trama, antes da batalha final contra Vecna, Will reúne amigos e familiares para se assumir gay. O monólogo emocionou o público e rapidamente chamou a atenção dos fãs, que destacaram a cena como uma das mais tocantes e significativas da temporada.

O episódio final de ‘Stranger Things’ estreia no dia 31 de dezembro na Netflix.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Stranger Things’: Criador faz apelo para que fãs desliguem as “configurações lixo” da TV antes de assistirem à série

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

‘The Walking Dead’: Robert Kirkman revela maior desafio da série

O quadrinista e produtor Robert Kirkman, a mente por trás do universo de ‘The Walking Dead’, relembrou recentemente os bastidores da icônica série de TV que adaptou suas histórias em quadrinhos. Ao analisar a trajetória do show, Kirkman destacou as grandes dificuldades criativas de se desviar do material original.

“Uma das coisas mais legais dos quadrinhos era que você nunca sabia o que aconteceria em seguida. E me incomodava ter um material de origem na série de TV que praticamente servia como um mapa do que estava por vir. Achei que seria interessante mudar essas coisas. E nós realmente mudamos muitos elementos importantes de The Walking Dead. Mas, nas temporadas posteriores, você acaba criando uma mistura complicada de histórias que funcionavam para personagens que ainda estavam vivos nos quadrinhos, mas já tinham morrido na série. Isso se torna cansativo e frustrante”, explicou.

Mesmo com esses malabarismos no roteiro, ‘The Walking Dead’ se consolidou como um verdadeiro fenômeno da cultura pop, expandindo seu universo por meio de diversos derivados de peso, como ‘Fear the Walking Dead’ e ‘The Walking Dead: Dead City’.

Falando no futuro da franquia, a AMC confirmou recentemente que a quarta temporada de ‘The Walking Dead: Daryl Dixon’ será, oficialmente, a última da produção focada no sobrevivente vivido por Norman Reedus.

‘The Walking Dead: Daryl Dixon’: Vídeo nos leva aos BASTIDORES da 4ª e última temporada do spin-off; Confira!

Confira:

Lembrando que as três primeiras temporadas já estão disponíveis no Prime Video.

Na trama, Daryl (Reedus) acorda na França pós-apocalíptica e se encontra em uma busca para entender como chegou lá e como voltar para casa. Enquanto isso, ele se depara com novos desafios, inimigos e aliados, e se vê envolvido em uma missão que pode salvar a humanidade. 

O elenco ainda conta com Clémence Poésy, Adam Nagaitis, Anne CharrierEriq EbanoueyLaika Blanc Francard, Louis Puech Scigliuzzi Romain Levi.

No Brasil, a série é exibida no Prime Video.

‘The Batman’: Ator não conseguiu dormir após interpretar o Charada

Estamos a menos de duas semanas da estreia de ‘The Batman‘, com toda equipe e elenco entrando com força total na campanha de marketing para alavancar o mais recente reboot do Cavaleiro das Trevas.

Não que o filme precise, pois os fãs estão muito empolgados e acreditam que o longa vai ser a melhor adaptação live-action já feita do Batman. Claro, todo grande herói precisa ter um vilão igualmente excelente, o que coloca muita pressão nos ombros do Charada, vivido pelo ótimo ator Paul Dano (‘Sangue Negro‘).

Em entrevista à Entertainment Weekly, Dano admitiu que teve problemas para dormir depois de entrar na mente do Charada, destacando o quanto ele se comprometeu com sua performance.

“Há uma sequência intensa com o personagem de Peter Sarsgaard [Gil Colson]. Houve algumas noites que eu não consegui dormi tão bem quanto eu gostaria, apenas porque era um pouco difícil sair desse personagem. É preciso muita energia para chegar nele. ALém de tudo, você tem que manter a linha de interpretação por muito tempo, já que voltar ao mesmo estado era muito difícil para mim.”

Robert Pattinson já confirmou que ‘The Batman‘ tem planos para se transformar em trilogia, pois, numa entrevista que deu ao site Fandango, para promover os ingressos à venda, o ator revelou que ficaria muito feliz de viver o Bruce Wayne por, pelo menos, mais duas vezes.

“Estou disposto a fazer o Batman quantas vezes as pessoas quiserem me ver como tal. Tipo, eu sei, esse primeiro vai ser fundamental, mas eu conversei com Matt Reeves [diretor do filme] sobre a ideia de fazer uma trilogia. Eu realmente gostei de todo processo de produção, e é um personagem tão divertido de interpretar. Isso seria realmente adorável.”

The Batman‘ estreia em 03 de março e terá duração de 176 minutos (2 horas e 56 minutos), tornando-o o filme mais longo do personagem.

Até então, o mais longo era ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, com 2 horas e 45 minutos, seguido por ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ e ‘Batman vs. Superman‘, ambos com 2 horas e 32 minutos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.

“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.” 

Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

Divulgada primeira imagem da animação de ‘Uma Noite no Museu’ pelo Disney+

Foi divulgado pelo Disney+ a primeira imagem de ‘Night at the Museum: Kahmunrah Rises Again‘, filme animado de ‘Uma Noite no Museu‘, que deve estrear no dia 9 de dezembro na plataforma.

A trama será focada em Nick Daley, o filho de Larry Daley, que foi interpretado por Ben Stiller nas produções em live-action. Até o momento, não está claro se o personagem de Stiller pode ter algum tipo de participação especial.

Abaixo você confere a imagem divulgada:

Larry Daley (Stiller) é um homem de bom coração, que arranja um emprego como segurança noturno em um museu de história natural. Logo em seu 1º turno coisas estranhas começam a acontecer: esqueletos de dinossauros e estátuas de cera começam a ganhar vida. Em meio ao caos instalado no museu, a única pessoa que pode ajudá-lo é a estátua de cera de Theodore Roosevelt (Robin Williams), que, assim como os demais, também ganhou vida.

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(Echo-Jew-Kong-Lok)

 

Elenco:

Vozes no Original de: Athipich Chutiwatkajornchai, Kongdej Jaturanrasamee, Noppan Chantasorn, Nuengthida Sophon, Thodsapol Siriwiwat.

Direção: Kompin Kemgumnird

Gênero: Animação

Duração: 81 min.

Distribuidora: Playarte Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 14 de Abril de 2016

Sinopse:

A história de um pequeno garoto, de uma tribo distante, que pode falar com animais – e sua irmã mais velha durona. Ambos ajudam a resgatar um pequeno escoteiro falastrão que, por acaso, é filho do presidente do maior país do planeta. Este trio embarca em uma aventura para impedir um projeto megalomaníaco que pode causar uma verdadeira destruição ambiental.

Curiosidades:

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Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

Irmãos Salvatore no trailer da sétima temporada de ‘The Vampire Diaries’

A sétima temporada de ‘The Vampire Diaries’ ganhou seu agitado trailer. A estreia nos EUA acontece em 8 de Outubro.

Assista:

Recentemente, o ator Ian Somerhalder falou sobre o futuro da série após a saída da protagonista Nina Dobrev (Elena/Katherine).

“A maneira que fizeram isso foi ótima, foi realmente incrível. Seu desfecho na série permite que as pessoas saibam que ela ainda está lá… ela não está morta. Independente de quantos anos Bonnie viver, Elena vai ressurgir em algum momento, apesar de nós estarmos muito velhos quando isso acontecer”, revelou.

O ator revelou que está empolgado com os rumos da sétima temporada.

“Estamos muito animados em contar essa história. Mystic Falls sem Elena Gilbert vai ser muito diferente. Queremos voltar ao jeito de contar histórias das primeiras temporadas… A última cena do último episódio dá uma ideia do que teremos nesta nova temporada”, concluiu.

Durante apresentação da grade da CW para a temporada 2015-2016, o presidente do canal, Mark Pedowitz, também falou sobre os rumos da série.

Segundo o executivo, a emissora tem intenção de continuar com a série por mais temporadas, mesmo com a saída de Dobrev. Pedowitz também adiantou que o programa passará a ser mais focado nos irmãos Salvatore.

“[A série] Será muito mais focada nos irmãos Damon e Stefan e também dará espaço para as personagens de Kat Graham [Bonnie] e Candice Accola [Caroline] se destacarem”, disse (via EW). “Nós acreditamos que, com [a criadora] Julie Plec no comando e Caroline Dries produzindo, a série continuará. A maior parte do ano nós passamos reestabelecenco a série porque sabíamos que Nina estava saindo, então elas fizeram um ótimo trabalho”, concluiu.

Para a criadora do seriado, nunca existiu a possibilidade de ‘The Vampire Diaries’ ser encerrada após o fim da participação de Dobrev.

“Eu tenho recebido muitas críticas sobre isso [de não terminar a série por causa da saída da protagonista], mas é algo que nunca foi considerado por nós. Não é que não consideramos a personagem vital para a série, mas sim porque acreditamos que perdê-la na verdade cria uma enorme quantidade de oportunidades emocionais e histórias para todos esses outros personagens que tanto amamos”, explicou.

Por fim, Pedowitz sugere que o seriado vampiresco pode ter a mesma duração de ‘Supernatural’.

“Nós temos um show há 11 anos centrado em dois irmãos e chamado ‘Supernatural’, então estou muito confiante de que pode acontecer a mesma coisa com ‘The Vampire Diaries’.”

 

Ator de ‘Watchmen’ entra em ‘Alien: Covenant’

A 20th Century Fox divulgou a primeira imagem oficial de ‘Alien: Covenant‘, que traz o emblema da tripulação da nave que dá título ao filme.

Confira:

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Michael Fassbender retornará como o android David.

O elenco ainda conta com Billy Crudup (‘Watchmen’), Katherine Waterston (‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’), Danny McBrideDemián Bichir (‘Os 8 Odiados’), Carmen Ejogo (‘Selma’), Jussie Smollett (‘Empire’), Amy Seimetz (‘Upstream Color’) e Callie Hernandez (‘Machete Mata’).

 

Noomi Rapace, que interpretou a Dra. Elizabeth Shaw em ‘Prometheus‘, está oficialmente fora do elenco da sequência – saiba mais!

A ideia é que a franquia iniciada com ‘Prometheus‘ encoste nos eventos de ‘Alien – O Oitavo Passageiro‘, de 1979.

Michael Green (‘Lanterna Verde’) assina o roteiro, substituindo  o novato Jack Paglen. Green recentemente escreveu o roteiro do novo ‘Blade Runner‘ ao lado de Ridley Scott.  

Ridley Scott diz que sequências de ‘Blade Runner’ e ‘Prometheus’ já estão escritas

Produzido por US$ 130 milhões, o primeiro ‘Prometheus’ arrecadou mais de US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais. O filme é uma espécie de spin-off ou prólogo da franquia ‘Alien’.

A caminho de um planeta remoto no local mais longínquo da galáxia, a tripulação da nave colonial Covenant descobre aquilo que eles achavam ser um paraíso inexplorado. Na verdade, trata-se de um mundo sombrio e perigoso que tem como seu único hospedeiro o androide David (Michael Fassbender), sobrevivente da amaldiçoada expedição Prometheus.

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‘The Walking Dead’: Site afirma que Negan matará 2 personagens; Saiba quem são!

O The Spoiling Dead Fans, página que tem divulgado várias imagens reveladoras do set da 7° Temporada de ‘The Walking Dead‘, revelou detalhes sobre a morte do primeiro episódio. Ou melhor: as mortes.

O site afirma saber quem vai morrer baseado nas fotos do set e cronogramas de filmagens. A página já acertou várias informações sobre a série, e chegou a ser bloqueada pelo canal AMC.

Se quiser saber, continue.

[SPOILERS]

A página especula que o chocante episódio não trará apenas uma morte, e sim duas. Glenn (Steven Yeun) e Abraham (Michael Cudlitz) serão as vítimas de Negan e Lucille.

Confira:

“Então chegou a hora de dar a nossa própria previsão? Teoria? Especulação? Tanto faz. Há duas vítimas Lucille. E é óbvio quem são. Se você já viu nossas fotos dos bastidores, já sabe. Então deixe-me esclarecer: de acordo com o cronograma de filmagem e os nossos próprios cérebros malditos e todas as outras provas dos últimos dois meses, Abraham (Michael Cudlitz) será morto primeiro, seguido por Glenn. Daryl tentará intervir, mas será derrubado por Negan.”, afirma o post.

Vale lembrar que tudo não passa de rumores, e só saberemos se eles acertaram no dia 9 de Outubro de 2016.

Lembrando que o primeiro trailer está confirmado para o dia 22 de julho, no painel de TWD na San Diego Comic-Con. E quem confirmou a novidade foi Chandler Riggs, o Carl.

Na semana passada, Tom Payne (que vive Jesus), Jeffrey Dean Morgan (que vive Negan), Austin Amelio (Dwight) e Xander Berkeley (Gregory) passaram para o elenco fixo.

‘The Walking Dead’: Atores filmaram múltiplas cenas de morte com Negan 

Recentemente, foi revelado que os episódios da 7° temporada estão sendo rodados fora de ordemsaiba mais!

‘The Walking Dead’: Episódios da 7° temporada serão rodados fora de ordem 

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‘Mulher-Maravilha’ é lésbica, afirma roteirista

Greg Rucka, roteirista de HQs da ‘Mulher-Maravilha‘, revelou em entrevista ao Comicosity que a personagem sempre foi imaginada como uma mulher lésbica.

Themyscira, a terra da princesa Diana Prince, é habitado apenas por amazonas e “é óbvio que elas se relacionam amorosamente”.

“Quando você pensa em Themyscira, a primeira pergunta é como aquelas mulheres poderiam não se relacionar sexualmente. Faz todo o sentido que elas tenham relacionamentos homo afetivos. Uma amazona não recrimina a outra dizendo: ‘Você é homossexual!'”, afirmou.

Segundo ele, não existe preconceito na terra das amazonas.

“O conceito de homossexualidade sequer existe para elas. Se Diana já teve relacionamentos com outras mulheres? É óbvio que sim”, concluiu.

Recentemente, uma carta aberta foi publicada no Pajiba, que vem de uma suposta ex-funcionária da Warner Bros. Ela afirma que  o estúdio está totalmente perdido com o rumo do Universo Cinematográfico da DC Comics no cinema, e ‘Mulher-Maravilha‘ vai ser uma bomba.

“Mulher-Maravilha está uma bagunça. Não tente se esconder atrás do grande trailer. As pessoas envolvidas já estão confirmando que o filme é mais uma bomba do estúdio”, afirmou.

“Está uma bagunça!”: Suposta ex-funcionária detona ‘Mulher-Maravilha’ 

Em seu Twitter, a diretora Patty Jenkins respondeu à carta negando que seu filme tenha problemas.

“Acabei de ler na imprensa a história sobre Mulher-Maravilha estar tendo problemas. Isso é sério? Isso é uma porcaria completamente inventada. Inventada! Procurem uma fonte, pessoal. É inteiramente falso. Não acreditem no que falam. Alguém está tentando espalhar desinformações sérias.”, afirmou.

Enquanto não sabemos se é verdade ou não, fique com o ótimo trailer:

A estreia acontece em 2 de junho de 2017.

Saiba com qual vilão a Mulher-Maravilha vai lutar em ‘Batman vs Superman’ 

Conheça a história de origem da Mulher-Maravilha em ‘Batman v Superman’

Chris Pine (franquia Star Trek) será Steve Trevor.

A direção ficará a cargo de Patty Jenkins, que dirigiu ‘Monster: Desejo Assassino’ e episódios das séries ‘The Killing’ e ‘Entourage’. Ela substitui Michele MacLaren (‘Game of Thrones’, ‘Breaking Bad’), que deixou o cargo por diferenças criativas com o estúdio.

‘Legion’: Série derivada de ‘X-Men’ ganha nova prévia psicodélica

A primeira série derivada do Universo X-Men ganhou uma nova prévia mega psicodélica.

Assista ao vídeo inédito de ‘Legion‘, com os novos cartazes:

A estreia da série para o dia 8 de fevereiro.

A expectativa é que o grupo Fox Channel Brasil anuncie uma data até o começo de 2017 para a exibição em nosso país.

Bryan Singer, que dirigiu quatro filmes da franquia ‘X-Men‘ e produz a série ‘Legion‘, revelou durante o Festival de Edinburgh que a série terá ligação com os filmes da franquia:

“O que estamos fazendo agora com Legion e com a outra série dos X-Men vai se relacionar com os futuros filmes da franquia, e também pode ter ligação com ‘Deadpool’ e os dois últimos filmes ‘X-Men’ que eu dirigi”, afirmou.

Legion é realizada em parceria da Marvel com a FX.

Legion‘ é a história de um jovem perturbado que poderia ser mais do que humano, David Haller, que desde a adolescência lutou contra uma doença mental. Diagnosticado como esquizofrênico, David tem estado dentro e fora de hospitais para doentes mentais durante anos. Mas depois de um estranho encontro com outro paciente, percebe a possibilidade de que as vozes que ouve e as visões que vê, podem ser reais.

Dan Stevens (Downton Abbey), Rachel Keller (Fargo), Jean Smart (Fargo), Aubrey Plaza (Parks and Recreation), Jeremie Harris (A Walk entre as lápides), Amber Midthunder (Hell or High Water), Katie Aselton (The League) e Bill Irwin (Interstellar) são os protagonistas de LEGION.

Christopher Nolan comenta sobre Harry Styles em ‘Dunkirk’

Em conversa com o Los Angeles Times, Christopher Nolan comentou um pouco sobre a curiosa adição de Harry Styles ao elenco do aguardado épico de guerra ‘Dunkirk‘.

E pelo que Nolan falou, Harry passou pelo mesmo tratamento que todos os atores passam para conseguir um papel em um blockbuster.

Quando colocamos todos o elenco reunido, tínhamos alguns nomes já estabelecidos no mercado:  Kenneth Branagh, Mark Rylance, Tom Hardy, Cillian Murphy, mas para os caras na praia, nós realmente queríamos jovens desconhecidos. Mas ele não é tão desconhecido assim, mas ele nunca tinha feito nada como ator antes. Então, ele fez uma audição, eu analisei literalmente milhares de jovens com diferentes combinações de personagens, e ele coube em todos eles.

Até então, sabe-se que Harry viverá um jovem saldado que tenta sobreviver em meio ao conflito.

O elenco conta com o cantor Harry Styles, o recente vencedor do Oscar Mark Rylance (‘Ponte dos Espiões‘), Kenneth Branagh (‘Operação Valquíria‘) e Tom Hardy (‘O Regresso‘).  Cillian Murphy, que viveu O Espantalho na trilogia ‘O Cavaleiro das Trevas‘, também volta a trabalhar com o diretor.

Christopher Nolan termina roteiro de seu próximo filme

O lançamento do novo longa de Nolan acontecerá uma semana após a estreia da terceira película da franquia ‘Planeta dos Macacos (A Origem e O Confronto)‘ e uma semana antes do reboot da Marvel Studios ‘Homem-Aranha‘. A estreis de Dukirk foi agendada para 21 de Julho de 2017.