Em uma participação especial na New Jersey Walker Stalker Con neste fim de semana, o ator Norman Reedus foi mordido por uma fã.
Segundo o TMZ, “a segurança do evento foi acionada quando uma fã correu em direção a Reedus e mordeu seu peito”
A segurança policial rapidamente retirou a fã do evento, e ela foi proibida de participar das próximas edições e de “qualquer evento em que Norman esteja presente”.
Felizmente, a mordida não foi tão forte e o ator não precisou de atenção médica. Reedus também não prestou queixa contra a sua agressora.
Reedus brincou com o incidente em sua conta no Instagram. Ele postou uma imagem caracterizado como Daryl Dixon com uma camisa estampando a frase:
“Não me Morda”.
Confira:
A sexta temporada retorna nos EUA dia 16 de Fevereiro. Jeffrey Dean Morgan (‘Supernatural’, ‘Watchmen’) foi o escolhido para interpretar Negan , o maior e mais malvado vilão dos quadrinhos, líder do que pode ser chamado de “máfia zumbi”.
Negan será introduzido no final da sexta temporada, e entrará para o elenco fixo da sétima. Responsável pela morte de um dos protagonistas nos quadrinhos, ele ataca cidades e faz seus habitantes dividirem seus recursos em troca de salvação.
A AMC renovou a série para a sua sétima temporada. A próxima temporada irá estrear em 9 de Outubro de 2016, e trará o retorno do showrunner Scott M. Gimple e dos produtores executivos Robert Kirkman, Gale Anne Hurd, David Alpert, Greg Nicotero e Tom Luse – leia.
O drama explora o início do apocalipse zumbi pelos olhos de uma família problemática de Los Angeles. Nessa cidade, onde as pessoas vão para escapar, esconder segredos e enterrar o seu passado, um misterioso surto ameaça perturbar a pouca estabilidade que a professora do ensino médio Madison Clark (Kim Dickens) e o professor de Inglês Travis Manawa (Cliff Curtis) conseguiram estabelecer. A pressão cotidiana de unir duas famílias enquanto lidam com ressentimentos e filhos revoltados fica em segundo plano quando a sociedade começa a se romper.
‘Rogue One – Uma História Star Wars‘ estreia nos cinemas nacionais: 15 de dezembro de 2016, um dia antes da estreia norte-americana.
A ação ficção científica é baseada na franquia ‘Star Wars‘, de George Lucas, e faz parte de uma nova série de spin-offs produzidos pela Disney com base na série.
A história se baseia em um grupo de combatentes da resistência se unindo para uma missão de roubar os planos da Estrela da Morte e trazer uma nova esperança para a galáxia.
‘Rogue One‘ está situado antes dos eventos de ‘Star Wars: Uma Nova Esperança‘ e fará um desvio dos filmes da saga, mas tem elementos que são familiares para o universo de Star Wars. O filme entra em um novo território, explorando a luta galáctica na perspectiva de uma guerra terrestre, mas mantém a essência que os fãs de Star Wars já conhecem.
O elenco inclui Felicity Jones, indicada ao Oscar® por seu papel em ‘A Teoria de Tudo‘; Diego Luna, que estrelou no filme vencedor do Oscar® de 2008, ‘Milk‘, e no longa aclamado pela crítica ‘O Homem da Máfia‘; Ben Mendelsohn, recentemente indicado ao Emmy® por seu papel em ‘Bloodline‘; Jiang Wen, que co-escreveu, produziu , dirigiu e estrelou os premiados ‘Let the Bullets Fly‘; Forest Whitaker, vencedor do Oscar® por seu papel em ‘O Último Rei da Escócia‘ de 2006; Mads Mikkelsen, que estrelou ‘A Caça‘ e o memorável vilão de ‘Casino Royale‘.
Jones viverá a protagonista, uma soldado rebelde. Jonathan Aris (da série ‘Sherlock’) viverá o Senador Jebel, personagem nunca apresentado na franquia antes.
As primeiras reações ao filme já caíram na internet – confira!
‘Doutor Estranho‘ segue a história do neurocirurgião Doutor Stephen Strange que, após um acidente de carro horrível, descobre o mundo oculto da magia e dimensões alternativas.
Foi divulgado o trailer de ‘Angelica’, drama de horror estrelado por Jena Malone (‘Jogos Vorazes: A Esperança’).
Confira:
No filme, Malone interpreta Constance, jovem da década 1880 que se apaixona pelo Dr. Joseph Barton. Após se casarem, eles passam por uma gravidez difícil e têm uma filha, Angelica, mas o celibato ordenado pelo médico causa uma fratura na família. Ao mesmo tempo, uma força fantasmagórica invade o lar, em uma trama que se desenvolve através de diversos pontos de vista.
“Ai, vai ser tão divertido!. Eu tive que ir a uma reunião no outro dia para conversamos sobre todos os novos pontos da trama, todos os personagens que retornam e as novas adições. Na reunião eu já fiquei rindo e muito animado. Posso prometer que vai ser muito bom.”, ela afirmou.
A comédia chega aos cinemas norte-americanos dia 14 de fevereiro de 2020, no Dia dos Namorados de lá.
No mesmo dia, estreiam um filme de ação “sem título” da Disney, um filme “sem título” do Universo DC e uma adaptação animada da Blue Sky Studios.
As roteiristas dos primeiros filmes, Kirsten Smith e Karen McCullah, e o produtor Marc Platt retornam.
‘Vingadores: Ultimato‘ ganhou um novo trailer hoje, que trouxe o novo visual que será usado pelo querido Rocket Raccoon – muito mais parecido com o dos quadrinhos.
Confira:
Responsável pela captura de movimentos de Rocket Raccoon, Sean Gunn, em entrevista ao IGN revelou que o personagem vai interagir com muitos personagens com quem nunca teve contato:
“Tudo o que eu posso dizer é que ele encontra muitas pessoas interessantes que ele não viu antes, em ‘Vingadores: Ultimato’, e acho melhor deixarmos assim.”
Já imaginaram com quem será que Raccoon irá conversar? Com Doutor Estranho, Hulk e Homem de Ferro? Ou quem sabe um diálogo impagável com o Homem-Aranha?
O jeito é esperar para ver.
‘Vingadores: Ultimato’ chega aos cinemas brasileiros em 25 de Abril de 2019.
‘WandaVision’ ganhou novas imagens dos bastidores, que mostram pela primeira vez a versão adulta de Monica Rambeau (Teyonah Parris), personagem vista ainda criança em ‘Capitã Marvel‘.
Além disso, podemos conferir o novo visual de Wanda (Elizabeth Olsen).
‘WandaVision’ será dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e estreia em 2021 na Disney+. O elenco também conta com Paul Bettany, reprisando seu papel como Visão.
Confira:
Além disso, o jornalista Jeremy Conrad revelou que a organização SWORD será a primeira propriedade da Fox a ser introduzida no MCU. Pelo visto, a SWORD deve ser a principal agência de espionagem presente nos próximos filmes, assim como foi a SHIELD antes de ser dominada pela HYDRA.
Na publicação, Conrad disse:
“A SWORD será oficialmente a primeira propriedade da Fox introduzida no MCU. Eles queriam utilizá-la em ‘Agents of SHIELD‘, mas não conseguiram porque os direitos de imagem ainda estavam sob propriedade da Fox, já que a agência apareceu pela primeira vez nos quadrinhos dos ‘X-Men‘, escritos por Joss Whedon.”
Confira:
S.W.O.R.D. is officially the first Fox property integrated into the MCU.
They wanted to use it in Agents of S.H.I.E.L.D., but couldn’t because it was part of the FoxX-Men rights due to being created in Joss Whedon’s X-Men run.
O escritor Joss Whedon apresentou nos quadrinhos de 2004 a S.W.O.R.D. – E.S.P.A.D.A. (Equipe de Supervisão, Pesquisa, Avaliação e Defesa Alienígena) em português, relacionada com o significado de shield em inglês, ou seja, escudo – especializada em lidar com ameaças extraterrestres.
A Netflix divulgou que irá adicionar o filme ‘Além da Escuridão – Star Trek‘ em seu catálogo no dia 1º de Agosto.
Na sequência, quando a tripulação da Enterprise é chamada de volta para casa, eles descobrem que uma força de terror incontrolável, de dentro de sua própria organização, detonou a frota e tudo aquilo que ela representa, deixando nosso mundo em situação de crise.
Tendo contas pessoais a ajustar, o Capitão Kirk lidera uma caçada humana em um mundo em zona de guerra para capturar um homem que é por si só uma arma de destruição em massa.
Na medida em que nossos heróis são lançados em um jogo de xadrez épico de vida ou morte, o amor será contestado, amizades serão rompidas e sacrifícios terão que ser feitos pela única família que Kirk ainda possui: sua tripulação.
J.J. Abrams, criador de séries de sucesso como “Alias” e “Lost“, é encarregado da produção, roteiro (ao lado de Alex Kurtzman, Roberto Orci) e direção do 12º filme da franquia “Jornada nas Estrelas“.
De acordo com o THR, a Warner Bros contratou o cineasta Ben Wheatley, que recentemente comandou o terror ‘Rebecca‘ da Netflix, para dirigir a sequência ‘MegaTubarão 2‘.
O roteiro do novo filme foi escrito por Dean Georgaris e Jon & Erich Hoeber.
Além de estrelar, Jason Statham também estará “criativamente envolvido” no longa.
Sucesso nos cinemas, ‘MegaTubarão‘ surpreendeu nas bilheterias e arrecadou monstruosos US$ 530.2 milhões mundialmente.
O órgão classificador norte-americano MPAA divulgou qual será a classificação de ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City‘ por lá.
O filme que irá recomeçar a famosa franquia pós-apocalíptica recebeu a alta classificação Rated-R (para maiores de 17 anos) por “forte violência sangrenta, e linguagem adulta”.
O reboot da franquia estreia nos cinemas brasileiros dia 2 de Dezembro de 2021.
Confira, com fotos:
As they say: “The more things change, the more they f*#@ing stay the same.”
Sony’s Resident Evil: Welcome To Raccoon City is rated R: strong violence and gore, and language throughout.
O elenco também conta com Robbie Amell (Chris Redfield), Tom Hopper (Albert Wesker), Lily Gao (Ada Wong), Neal McDonough(William Birkin), Chad Rock (Richard Aiken) e Donal Logue (Brad Vickers).
A produção irá adaptar a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, acontecerá em 1998 e contará os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis. Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City aparecerão no filme.
Johannes Roberts (‘Medo Profundo’) entra como diretor e também assina o roteiro ao lado de Greg Russo.
Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, ‘Resident Evil’ se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, ‘Resident Evil’ já arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na saga baseada em videogame mais lucrativa do mercado.
O Prime Video divulgou mais um trailer explosivo da série de suspense ‘A Lista Terminal‘, estrelada por Chris Pratt (‘A Guerra do Amanhã’).
A produção irá estrear oficialmente no dia 1º de julho.
Confira:
Baseado no romance homônimo de Jack Carr, ‘A Lista Terminal‘ acompanha James Reece (Chris Pratt) depois que todo o seu pelotão das Forças de Operações Especiais da Marinha dos Estados Unidos (Navy SEALs) é emboscado durante uma missão secreta de alto risco. Reece volta para casa, para sua família com memórias conflitantes do evento e perguntas sobre sua culpa no acontecimento.
No entanto, à medida que novas evidências vêm à tona, Reece descobre que forças obscuras estão trabalhando contra ele, colocando em risco não apenas sua vida, mas também a vida daqueles que ele ama.
Apesar de ter conquistado 64% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a adaptação ‘Peter Pan & Wendy‘ estava sendo detonada pelo público – amargando apenas 13% de aprovação no site.
A média representa uma das maiores rejeições para uma produção da Disney na plataforma.
O longa se tornou a mais nova vítima do “review bomb” – um fenômeno recente em que um grande número de pessoas publicam avaliações negativas na tentativa de prejudicar um produto.
Para impedir o movimento, o Rotten Tomatoes silenciou a votação do público até entender o motivo de tamanha “review bomb”.
E qual seria o motivo da rejeição? Não é muito difícil especular. Desde o lançamento do primeiro trailer, o filme tem sido alvo de críticas por escalar a atriz negra Yara Shahidi no papel da fada Sininho. A artista, inclusive, sofreu diversos ataques racistas por causa de sua participação na adaptação.
Apesar da recepção dos críticos não ter sido unanime, o consenso geral elogiou a direção e o elenco – apesar do filme não conseguir se libertar das limitações da animação do original.
Confira as reações:
“Uma das viagens à Terra do Nunca mais visualmente impressionantes já registradas em filme, apresentando um elenco de jovens atores talentosos e veteranos confiáveis que parecem nascidos para os papéis.” – Chicaco Sun Times.
“Pode acabar sendo o filme infantil mais bonito, comovente e mais adorável do ano.” –Daily Telegraph.
“Infundido com energia ilimitada, mas com pouca invenção significativa, ele sobe apenas a alturas modestas, sobrecarregado por sua incapacidade de acrescentar muito à lenda icônica.” – The Daily Beast.
“Esta versão do conto de fadas fundamenta a melancolia fundamental do conto original com histórias de fundo empáticas e cuida de remediar o racismo aberto e o sexismo latente do original.” – Hollywood Reporter.
“A reimaginação d diretor David Lowery é artisticamente bem construída e cheia de ideias interessantes. Mas para um filme sobre a energia e a imaginação da juventude, muitas vezes parece preso em sua própria cabeça.” – Empire.
O elenco também conta com Jude Law como o infame Capitão Gancho, Alyssa Alook como a princesa Tiger Lily, Rebecca Hall como a Sra. Darling, Jim Gaffigan como o marujo Sr. Smee e Yara Shahidi como a fada Sininho.
Escrito e dirigido por David Lowery e Toby Halbrooks (‘Meu Amigo o Dragão‘), o longa será lançado direto na Disney+ e é baseado no romance de J.M. Barrie.
Em 2003, a Universal Pictures lançou uma versão live action que recebeu críticas positivas, mas foi bombardeado nas bilheterias. O filme acabou dando prejuízo de mais de US$ 70 milhões contra um orçamento bem grande (US$ 130,6 milhões).
Já em 2015, a Warner lançou uma versão com Hugh Jackman, Rooney Mara e Amanda Seyfried que também foi um fracasso de público, e gerou mais de US$ 150 milhões em prejuízo para o estúdio.
Pouco depois da estreia de ‘Duna: Parte 2’, que conquistou a crítica e o público, a Legendary confirmou que um terceiro capítulo da franquia está em desenvolvimento.
Denis Villeneuve retorna como diretor do projeto e vai adaptar ‘O Messias de Duna’, escrito por Frank Herbert, que é o segundo romance da série de ficção científica. Ele revela um lado mais humano de seus personagens, além de aprofundar e estender o universo de Duna, aliando discussões políticas, filosóficas e religiosas à épica história de poder, vingança e redenção.
Confira a sinopse:
Doze anos se passaram desde que Paul Atreides ascendeu ao trono e acumulou os títulos de Imperador e Messias. Paul se tornara líder do maior império já visto pela humanidade, e ele estava ciente do peso de suas ações e decisões. Ele fizera de Arrakis o centro de todo o Imperium, de onde os fremen se espalharam para com o objetivo de levar sua filosofia e forma de governo aos planetas conquistados por eles. Os inevitáveis conflitos gerados por essa expansão fazem importantes facções contrárias ao imperador reunirem forças para detê-lo. Uma grande disputa está prestes a ter início nos bastidores do poder, e apenas Muad’Dib pode decidir o destino de todos.
Lembrando que ‘Duna: Parte 2’ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 620 milhões nas bilheterias mundiais.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 252.3 milhões. No mercado internacional, foram US$ 372.7 milhões – totalizando US$ 626 milhões mundialmente.
Para termos de comparação, a continuação levou menos de três semanas para ultrapassar a arrecadação total do primeiro filme – que somou US$ 433.9 milhões mundialmente, em 2021.
Com excelente estabilidade no território norte-americano, o longa dirigido por Denis Villeneuve (‘A Chegada’) sofreu uma queda de apenas -37% em comparação ao final de semana anterior, mantendo-se no TOP 3 das maiores bilheterias do país.
‘Coringa: Delírio a Dois’ já está disponível na MAX após gerar debates com um final bastante surpreendente e chocante.
Com avaliações negativas tanto dos críticos quanto do público, o filme teve uma recepção muito diferente da esperada, tornando-se um fracasso após o sucesso do longa anterior, lançado em 2019.
Seguindo um rumo inesperado em seu desfecho, ‘Coringa: Delírio a Dois’ revela que o personagem interpretado por Joaquin Phoenix na verdade não é o Coringa que conhecemos.
No entanto, a ideia de Todd Phillips já havia sido revelada em 2019, quando o ator concedia entrevistas sobre o primeiro filme.
“Talvez o personagem de Joaquin tenha inspirado o Coringa. Você realmente não sabe. Sua última fala no filme é ‘você não entenderia’. Há muito acontecendo ali”, disse o diretor.
Planejado inicialmente para ser um filme sem sequência, ‘Coringa’ já trazia a ideia de que Arthur Fleck na verdade era outro personagem. O segundo filme apenas reforça a ideia de que o “verdadeiro Coringa” surgiu graças a Fleck, mas possui outra personalidade.
Agora, o diretorTodd Phillips, também deu uma declaração impactante após o lançamento do segundo filme do palhaço da DC, confirmando essa teoria.
Em conversa com a Entertainment Weekly, o diretor afirmou que Arthur Fleck nunca foi o Coringa. Phillips afirma que a persona foi apenas imposta pelas pessoas de Gotham.
“De certa forma, ele aceitou o fato de que sempre foi Arthur Fleck; nunca foi essa coisa que lhe impuseram, essa ideia que as pessoas de Gotham colocaram sobre ele, que ele representa. Ele é um ícone involuntário.”
A afirmação gerou debates e até mesmo reclamações entre os fãs. Após o sucesso do primeiro filme, que foi promovido como uma história de origem do Coringa, parte do público não concorda com a ideia de desvincular o protagonista da figura do grande vilão.
O filme arrecadou apenas US$ 206 milhões nas bilheterias mundiais.
Netflix, Prime Video, Disney+, Max… Todos esses streamings já fazem parte da nossa rotina como o cafezinho de manhã e o pão de queijo. Mas enquanto a gente maratona séries e filmes sem pensar duas vezes, uma pergunta importante fica nos bastidores: quem regula tudo isso no Brasil? Spoiler ALERT: quase ninguém — e é aí que mora o problema.
O principal debate do 4º Fórum da Mostra de Cinema de Tiradentes foi sobre como as plataformas de streaming operam no país sem obrigação de investir em produções nacionais ou dar destaque ao conteúdo brasileiro.
O resultado? Catálogos lotados de produções estrangeiras, enquanto histórias locais lutam por espaço. Sem contar na falta de investimento em um país que consome tanto.
O debate sobre a regulamentação dos serviços de streaming no Brasil tem sido construído de forma coletiva pela sociedade civil, especialmente por profissionais do audiovisual organizados em entidades de classe. Desde 2023, mais de 70 profissionais de diferentes regiões, gerações e áreas do ecossistema audiovisual vêm se reunindo anualmente em um fórum colaborativo que chegou à sua 4a edição na 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes.
Esse espaço se consolidou como um local de escuta, reflexão e formulação de políticas públicas, reunindo recomendações sistematizadas a partir de seis Grupos de Trabalho: produção, distribuição, exibição, formação, preservação e observatórios de dados. A criação do observatório — que reforça a ideia de que não há política pública sem dados — foi central para qualificar o debate, trazendo diagnósticos concretos sobre o setor.
O principal resultado desse processo é a Carta de Tiradentes, documento que reúne 16 prioridades estratégicas, sendo as três primeiras consideradas centrais para o fortalecimento do audiovisual brasileiro, incluindo o enfrentamento dos desafios impostos pelo crescimento dos streamings.
A carta é atualizada anualmente para acompanhar as mudanças de conjuntura e já se tornou referência para órgãos do Executivo, Legislativo e Judiciário, em nível federal, estadual e municipal.
Em um ano marcado por disputas eleitorais e pela revisão de políticas públicas recentes, a regulamentação do streaming aparece como eixo estruturante: ela é vista como essencial para garantir investimento em conteúdo nacional, equilíbrio competitivo, geração de empregos, diversidade cultural e soberania audiovisual.
A edição mais recente do Fórum de Tiradentes teve como tema central a convergência de políticas públicas para o fortalecimento do audiovisual brasileiro, reunindo, pela primeira vez, quatro ministérios, o que reforça o caráter transversal do setor e a urgência de integrar o streaming às políticas culturais, econômicas e de comunicação.
O debate deixa claro que regular o streaming não é censurar, mas criar bases justas, sustentáveis e democráticas para que o audiovisual brasileiro possa se desenvolver, dialogando com o presente digital e projetando o futuro do setor.
E a pergunta que fica é: Se o Brasil consome streaming como ninguém, por que não estamos vendo histórias parecidas com as nossas nas telas?
Raquel Hallak explicou o processo da Carta de Tiradentes 2026:
“Vamos sair daqui com a tarefa de trabalhar na publicação completa, que aprofunda esse conteúdo, e realizar sua entrega em Brasília, às duas presidências das Casas Legislativas e aos órgãos oficiais, inclusive aqueles que estiveram presentes aqui. Já temos um debate agendado para essa entrega também ao setor, em São Paulo, durante a Tiradentes São Paulo, em março. Contamos com todos os integrantes para que a Carta esteja disponível e chegue a todos os estados e municípios do país, especialmente considerando que hoje temos uma gestão compartilhada das políticas públicas. A própria Lei Aldir Blanc foi construída a partir dessa lógica de gestão compartilhada. Mesmo sendo dirigida ao audiovisual, a Carta tem se consolidado como um importante objeto de consulta para a formulação de políticas públicas mais amplas. O próprio Ministério da Cultura já deu esse depoimento, e o documento vem sendo utilizado como referência, inclusive em entregas à Ancine e a outros órgãos oficiais.”
A posição do governo federal foi apresentada por João Brant, secretário de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom). Segundo ele, a proposta do Executivo defende uma regulação de caráter mais estruturante, que reconheça o streaming como um agente central do ecossistema audiovisual brasileiro. Entre os principais pontos defendidos estão a adoção de uma alíquota de 3% da Condecine-streaming, com base de cálculo ampliada, o que poderia resultar em uma arrecadação superior a R$ 2 bilhões por ano para o setor.
Além disso, o governo sustenta a manutenção da Condecine-remessa, a exigência de que eventuais deduções fiscais sejam obrigatoriamente reinvestidas na produção independente brasileira, e a implementação de uma cota mínima de 10% de conteúdo nacional nos catálogos das plataformas, sem a contabilização dos títulos originais produzidos diretamente por elas. Outro ponto destacado foi a defesa de uma janela mínima de nove semanas entre o lançamento de filmes nos cinemas e sua disponibilização no streaming, como forma de proteger a exibição em salas e preservar a cadeia produtiva do cinema.
Um dos grandes elos de informação com o público é o jornalismo. Profissão importante para qualquer sociedade, ainda mais em uma época repleta de Fake News onde parte das informações que vemos, lemos, é transformada e muitas vezes pessimamente apuradas. Alguns projetos audiovisuais nos mostram a importância do bom jornalismo ou até mesmo críticas a determinadas situações midiáticas. Assim, resolvemos criar uma lista com 10 filmaços para você que é jornalista ou estudante de comunicação social:
Breslin and Hamill: Deadline Artists
A simplicidade da origem do impactante jornalismo nova-iorquino de décadas passadas e as imensas transformações dessa profissão aventureira e ainda pouco valorizada. Buscando resgatar a história marcante de dois dos maiores colunistas de jornais impressos dos Estados Unidos, que escreveram para diversos jornais de Nova Iorque, Jimmy Breslin e Pete Hamill, os diretores Jonathan Alter, John Block, Steve McCarthy conseguem em pouco menos de duas horas passar com bastante informação sobre fatos marcantes da história norte-americana que tiveram os dois jornalistas citados na linha de frente entre público e notícia. Produzido pela HBO.
O bom jornalismo está em muitos lugares, a fonte desse é a verdade. Prêmio de Melhor Longa-Metragem Documentário da Competição Internacional na edição 2020 do Festival É Tudo Verdade,Collective, de Alexander Nanau é um filme forte e corajoso. Um documentário investigativo mostrando quase em tempo real as chocantes descobertas e os desdobramentos de um fato que desencadeou uma crise feroz no Ministério da Saúde da Romênia. Um grupo de jornalistas tenta apurar e noticiar todas as portas que se abrem conforme vão avançando no caso. Detalhado e argumentativo, somos testemunhas de um golpe completo de um estado disfuncional, sua corrupção e seu sistema de saúde repleto de esquemas gananciosos.
Chamada Explosiva
Dhamaka, no original, conta a saga de um jornalista premiado chamado Arjun Pathak (Kartik Aaryan) que chegou ao estrelato bem cedo na carreira sendo âncora de um dos principais telejornais da Índia. Só que algo, mal explicado no início, acontece e ele é rebaixado para um programa de rádio da mesma emissora que trabalha. Um dia, em meio a sua nova rotina depressiva e sem inspiração, ele recebe uma chamada ao vivo de um homem que diz que vai explodir uma ponte. Sem acreditar no ouvinte, ele não dá muita bola até que a ponte mencionada é explodida. A partir daí Arjun busca ao mesmo tempo encontrar uma solução para o problema nacional além de tentar de todas as formas voltar a ser o âncora do principal telejornal da emissora.
Na trama, conhecemos Arezoo Rahimi (Zar Amir Ebrahimi) uma jornalista que já passou por maus bocados na profissão e resolve partir para uma complexa investigação de um possível serial killer de prostitutas que promove o terror na cidade de Mexede, segunda maior em população e situada no nordeste do Irã. Na sua caçada por provas de quem seria esse assassino e contando com a ajuda de um jornalista local, enfrenta todo tipo de desconfiança além de inúmeras situações políticas ligadas ao caso que ganha os olhos da opinião pública.
Na trama, conhecemos a vida do ingênuo e trabalhador boa praça Richard Jewell (Paul Walter Hauser), um homem que consegue depois de muito tempo realizar seu sonho de trabalhar como agente de segurança. Anos se passam e ele está trabalhando em um evento, dentro das olímpiadas de Atlanta em 1996, quando acha suspeito uma mochila e dispara a notícia de emergência para os demais agentes, só que minutos depois a mochila com uma bomba explode. Mesmo com algumas poucas mortes, Jewell num primeiro momento é tratado como herói nacional. Só que dias depois, agentes federais pressionados por não encontrarem suspeitos, resolvem investigar Richard Jewell e a informação vaza para a repórter Kathy Scruggs (Olivia Wilde) que com seu artigo consegue transformar o herói em um vilão aos olhos da mídia. Completamente perdido, Richard só pode contar com sua carinhosa mãe Bobi Jewell (Kathy Bates) e um velho amigo e ótimo advogado Watson Bryant (Sam Rockwell) para provar sua inocência.
The Post
Baseado em fatos reais, em um caso famoso político/midiático conhecido como ‘Papéis do Pentágono’, ambientado na década de 70, o editor chefe do famoso jornal (na época nem tão famoso assim) The Washington Post Ben Bradlee (Tom Hanks) é informado por uma fonte de um de seus jornalistas que está de posse em documentos sigilosos do governo americano que atinge não só o presidente da época, Richard Milhous Nixon, mas graves informações sobre o governo norte-americano e seu papel com a Guerra do Vietnã. Assim, Ben precisa do apoio da atual manda chuva do jornal, Kay Graham (Meryl Streep) para publicar a matéria sem medo de serem perseguidos pelo governo norte americano.
Na trama, conhecemos a solitária Kim Baker (Tina Fey), uma editora que nunca teve nas frentes das câmeras e na necessidade de sua emissora de enviar alguém para cobrir a guerra no Afeganistão, acaba topando o desafio e embarca com sua chamativa mala para frente do conflito. Chegando lá, enfrenta muitas dificuldades que vão do alojamento precário da imprensa até um certo tipo de preconceito por ser uma das poucas mulheres cobrindo esse conflito. Mas aos poucos, Kim vai mostrando seu valor e conseguindo histórias muito interessantes que cercam esse conflito.
Spotlight – Segredos Revelados
O filme, baseado em fatos reais, gira em torno de uma equipe de jornalistas investigativos comandados Robby (Michael Keaton) que acabam descobrindo um escândalo ligado à igreja católica que escondia casos de abuso de menores por padres na cidade de Boston. Lutando contra grandes forças que sempre protegeram essa história, os jornalistas precisam lidar com muitas surpresas e bastante paciência para poder apurar todos os fatos e publicar a matéria. A reportagem rendeu aos jornalistas o prestigiado Prêmio Pulitzer de serviço público em 2003.
Um dos sequestros mais absurdos e com desenrolares inacreditáveis da história da Europa. Gravações feitas no mês de agosto do ano de 1988 se transformaram em um documentário que nos impacta do início ao fim. Os Reféns de Gladbeck, lançado na Netflix tem a proposta de apresentar os fatos de um sequestro onde, por mais de 50 horas, sem interrupção, telespectadores da Alemanha Ocidental acompanharam os desenrolares da ação criminosa que virou um grande circo midiático. Totalmente feito com gravações originais, mostrados em ordem cronológica, vamos acompanhando uma série de absurdos que se sucedem, desde um passivo comando das forças policiais até a interferência massiva de jornalistas ao longo de todos os fatos.
O Jogo do Dinheiro
Na trama, conhecemos rapidamente o apresentador de um programa de televisão de boa audiência especializado em análise do mercado financeiro, Lee Gates (George Clooney). Durante um dos programas desse show, que acontece ao vivo, um homem alterado chamado Kyle (Jack O’Connell – do ótimo 71: Esquecido em Belfast) entra com uma arma na mão e faz Gates de refém. Ao longo das horas seguintes, o sequestrador vai exigir uma coisa e o apresentador e sua fiel escudeira, a produtora Patty (Julia Roberts) vão fazer de tudo para entregar o que ele quer.
O site de fofocas norte-americano TMZ informa que cantor Chester Bennington cometeu suicídio, aos 41 anos de idade. Bennington conhecido por ser o vocalista da banda fenômeno Linkin Park teria se enforcado em sua residência em Palos Verdes, Los Angeles. Seu corpo foi descoberto nesta quinta-feira, antes das 9 da manhã.
Chester tinha 6 filhos, de duas esposas. O cantor lutava com a dependência de álcool e drogas, e no passado já havia pensado em suicídio por ter sido abusado na infância por outro homem.
Além de cantor, Chester também era ator, e participou de filmes como Adrenalina (2006), Adrenalina 2 (2009) e Jogos Mortais – O Final.
Lembro como se fosse ontem da forma como fui arrebatado no final de 2014, ao comparecer numa exibição para a imprensa e conferir As Aventuras de Paddington. A surpresa veio ao saber que a campanha de marketing do filme (quem poderia esquecer o creepy Paddington) que andava dando tiros no pé e quase reverteu a imagem fofa e aconchegante do ursinho, não conseguiu manchar o filme. E melhor ainda, o longa de Paul King sobressaiu, se mostrando incrivelmente bom – daquele tipo de filme tão recomendado para os adultos quanto para as crianças. Caso queiram conferir, aqui estão meus pensamentos sobre o filme original.
E como é bom ser surpreendido por um filme do qual não esperamos nada. Quando se trata de uma produção mirada aos pequenos, melhor ainda. Então, volto aqui três anos depois e repito a dose. Paddington 2, continuação de As Aventuras de Paddington, é tão bom, ou ainda melhor, que seu antecessor.
Novamente escrito e dirigido por Paul King (em time que está ganhando não se mexe), a sequência inesperada – ninguém imaginou que veríamos uma nova aventura do ursinho (bem, talvez os produtores, já que o filme deu lucro) – se beneficia de ter seu universo já estabelecido e bem explorado. Novamente apostando no forte teor “inglês” do filme, Paddington não é como os filmes do gênero Hollywoodianos, e aí está sua força e verdadeira alma.
Os filmes de Paddington representam bem a educação, o sentimento de civilidade e os valores britânicos. Até mesmo o tipo de humor aqui é bem único. Realmente este que vos fala não esperava perceber como é gostoso revisitar o universo do ursinho amado pela vizinhança. Imagine o Mr. Bean em forma de um urso falante, adorável, porém, incrivelmente desastrado e inocente.
Atores como Hugh Bonneville e Sally Hawkins (que será indicada ao Oscar este ano por A Forma da Água) novamente são bem utilizados e recebem chance de protagonizar momentos curiosos e engraçados – o humor é simples, inocente, mas sofisticado, remetendo a clássicos comediantes do segmento, vide Charles Chaplin e Buster Keaton, que misturavam doçura e dramaticidade às suas comédias.
Um dos grandes destaques do segundo filme é o veterano Hugh Grant, substituindo Nicole Kidman como o vilão da vez, na pele do ator egocêntrico e em decadência Phoenix Buchanan. Grant está simplesmente impagável, e chegou até mesmo a ser indicado como ator coadjuvante no BAFTA, o Oscar britânico. Sim, não poderiam deixar de fora da premiação um produto tipicamente e incrivelmente inglês. Além de Grant, o longa foi indicado nas categorias de roteiro adaptado (Paul King), já que os filmes são baseados nos livros infantis da década de 1950, escritos por Michael Bond; e na categoria de melhor filme igualmente.
O que surpreende nesta sequência, fato que faz a indicação do filme nestas categorias citadas acima não serem um ultraje, é que Paddington 2 é um eficiente filme de prisão. Sim! Você leu certo! O filme do ursinho otimista e adorável é uma comédia infantil passado no lugar mais inusitado que se poderia imaginar. Depois de ser acusado de um crime que não cometeu – e você já deve imaginar quem o fez – Paddington (que segue com a voz de Ben Whishaw do original – mas que teve Danilo Gentilli substituído por Bruno Gagliasso em nosso país) é condenado e enviado a um presídio.
Do lado de fora, sua família faz de tudo para provar sua inocência e encontrar o verdadeiro culpado. Enquanto isso, encarcerado, Paddington usa suas qualidades amigáveis e puro carisma para cativar seus companheiros de cela, em especial o linha dura Knucles McGinty (Brendan Gleeson), o cozinheiro dos detentos, com quem forma uma parceria para criar altos pratos (em especial doces). E como todo filme de prisão, em determinado momento, uma fuga é planejada.
Com todos estes elogios, e um final verdadeiramente emocionante, visto em poucos filmes do gênero, ou até mesmo na maioria dos filmes adultos, Paddington 2 é a prova que os filmes mirados aos pequenos não precisam trata-los de forma depreciativa, entregando o mais baixo denominador comum e tripudiando de sua inteligência.Paddington 2, que não por menos é o filme mais bem avaliado deste início de ano no agregador Rotten Tomatoes, é simples, mas transborda de elementos edificantes, se tornando praticamente uma obrigação para os pais apresentarem aos pequenos. Longe de qualquer violência ou qualquer outra baboseira, o filme parece disposto apenas a criar seres humanos melhores – e quem não quer isso.
Margot Robbie é hoje um dos maiores nomes de Hollywood. Quiçá o maior! Tudo o que bastou para isso foi dizer sim para uma “pequena” obra chamada ‘Barbie’. Acho que você já deve ter ouvido falar. A australiana de 33 anos conseguiu seu primeiro trabalho nas telas em 2008, no ano em que entrou para o elenco da novela/série australiana ‘Neighbours’.
No programa, Robbie permaneceu por 327 episódios, até se despedir em 2011, disposta a alçar voos mais altos nos EUA – tentando a sorte em Hollywood. No mesmo ano em que saía da novela australiana, Robbie aparecia em ‘Pan Am’, série sobre aeromoças da famosa companhia aérea extinta que dá título, da rede americana ABC. O seriado muito promissor, viveria por apenas uma temporada antes de ser cancelado.
Robbie pode ter achado que sua sorte havia se esgotado na época, mas não poderia estar mais equivocada. Isso porque dois anos depois, passaria no teste para viver Naomi Lapaglia em um dos maiores sucessos de dez anos atrás: ‘O Lobo de Wall Street’, de Martin Scorsese, com Leonardo DiCaprio. É curioso pensar que em apenas dez anos de estrada em Hollywood, Margot Robbie tenha atingido o nível de estrelato a que chegou. De lá para cá, foram nada menos do que 24 longas-metragens em que participou, seja estrelando, dublando ou em pontas, até o fenômeno ‘Barbie’ este ano.
Para termos uma ideia da escalada da loira na maior indústria de cinema do mundo, para ‘O Lobo de Wall Street’, ela recebeu um cachê de US$347 mil e com parte desse valor quitou a hipoteca da casa da mãe. Pulando para 2020, quando já era uma estrela indicada ao Oscar duas vezes (por ‘Eu, Tonya’ e ‘O Escândalo’), ao viver Arlequina (então seu papel mais famoso) pela segunda vez em ‘Aves de Rapina’, a atriz recebeu um salário de US$9.5 milhões.
É claro que esse valor varia em relação ao tipo de filme. Por exemplo, para ‘Amsterdam‘ (2022), um filme de maior prestígio, que visava prêmios (apesar de não ter conseguido indicações), mas que não é um blockbuster, seu salário foi de US$5 milhões. E quando falamos do fenômeno ‘Barbie’, Robbie conseguiu para si um acordo do nível do de Jack Nicholson em ‘Batman’ (1989), com a diminuição do cachê em prol de uma porcentagem da bilheteria (um risco, mas que demonstra a confiança de um ator em um projeto). Nessa brincadeira, a atriz embolsou simplesmente US$50 milhões por ‘Barbie’, metade do orçamento do filme – levando em conta que o longa já ultrapassou a marca de US$1 bilhão em bilheteria e somando.
Em homenagem a esta estrela suprema de Hollywood e ao sucesso de ‘Barbie’, resolvemos trazer um pouco dos bastidores da carreira de Margot Robbie, mostrando que todos tem seus dias de luta e de glória. Aqui, traremos os papeis que a atriz quase interpretou. Ela disputou, fez teste, mas terminou não conseguindo. Confira abaixo.
Curiosamente, vem sendo muito noticiado que a Marvel tentou negociar ou de fato ainda está negociando com Margot Robbie para o papel de Sue Storm, a Mulher-Invisível, no blockbuster ‘Quarteto Fantástico’, que o estúdio pretende lançar em 2025. Outras fontes garantem que a britânica Vanessa Kirby já está contratada para a vaga. Seja como for, a primeira Mulher-Invisível dos cinemas foi a californiana Jessica Alba na produção da FOX de 2005. Dez anos depois disso, o mesmo estúdio investia em um reboot da ideia, e foi nessa época que Margot Robbie, então saída do sucesso de ‘O Lobo de Wall Street’, foi considerada para viver a principal personagem feminina da produção.
Estamos falando de ‘Quarteto Fantástico’ de Josh Trank, de 2015. Margot Robbie fez teste para o papel e era a primeira escolha do diretor para viver a personagem nas telonas. No entanto, os executivos do estúdio preferiram apostar em Kate Mara para o papel, e deram a personagem Sue Storm para ela. Levando em conta que o filme viveu para se tornar um fiasco de crítica e bilheteria, ainda hoje um dos filmes mais detonados pelos fãs quando falamos em produções baseadas em quadrinhos de heróis, talvez o ditado “há males que vem para o bem” se encaixe perfeitamente aqui.
Por outro lado, logo em seguida, Margot Robbie descolaria o papel de Arlequina em ‘Esquadrão Suicida’ (2016), após Emma Roberts desistir da personagem. Embora ‘Esquadrão Suicida’ igualmente não seja um filme adorado, foi sucesso de bilheteria, e serviu para consolidar Robbie na que se tornou sua personagem mais badalada no cinema (até ‘Barbie’). O filme pode não ter sido sucesso, mas Robbie e Arlequina foram.
Um ano antes de perder o papel de Sue Storm para Kate Mara, Margot Robbie foi oferecida uma personagem que muito bem poderia tê-la levado ao Oscar pela primeira vez, três antes de sua indicação por ‘Eu, Tonya’. Acontece que sua atuação em ‘O Lobo de Wall Street’ chamou atenção de Hollywood inteira, e começaram a chover ofertas para a loira australiana. Uma destas ofertas foi como Sam em ‘Birdman’, produção do mexicano Alejandro G. Iñárritu que se tornou um grande sucesso no Oscar, e um dos filmes mais badalados da década passada.
Talvez Robbie, ou seus agentes, não tenham visto muito potencial no filme sobre um ator tentando dar a volta por cima após ter abandonado o papel num blockbuster de herói, para isso tentando montar um grande espetáculo de prestígio na Broadway, ao mesmo tempo em que tenta fazer as pazes com sua filha – com quem não tem o melhor dos relacionamentos. Iñárritu já era um nome prestigiado na indústria, tendo dirigido ‘Amores Brutos’, ’21 Gramas’ e, principalmente, ‘Babel’. Mas, por alguma razão, Margot Robbie se deu ao luxo de recusar o papel de Sam, a filha do protagonista, e saiu para estrelar ‘Golpe Duplo’, com Will Smith.
O papel terminou nas mãos de Emma Stone, que conquistou sua primeira indicação ao Oscar pelo filme. Stone, é claro, viria a levar a estatueta de melhor atriz dois anos depois por ‘La La Land’.
O ano de 2015 não foi fácil para Margot Robbie. Mas a vida é assim mesmo, feita de altos e baixos. E em um mercado competitivo como o de Hollywood, muitas vezes não importa seu nível de estrelato, e sim se você se encaixa para o papel na visão do diretor ou dos executivos do estúdio. Quando surge um personagem importante em um projeto que promete sacudir o mundo, todo e qualquer ator dentro dos parâmetros visam o trabalho, concorrendo entre si e testando para o papel. Depois de ter perdido a vaga de Sue Storm em ‘Quarteto Fantástico’ para Kate Mara, a atriz australiana perderia ainda outro papel badalado na época.
Estamos falando de ‘Cinderela’ (2015), um dos primeiros live-action da Disney baseado em uma de suas animações clássicas. Filão que se tornou um subgênero para o estúdio atualmente. ‘Cinderela’ é um clássico conto de fadas originalmente escrito pelo francês Charles Perrault em 1697. Mas se tornaria pop de verdade ao ganhar a forma de uma animação da Disney em 1950, que ajudou a erguer o estúdio. Em 2015, era lançada a versão da história com atores reais, comandada por Kenneth Branagh. E Margot Robbie queria o papel principal. Porém, os realizadores terminaram optando pela britânica Lily James – que ganharia o mundo com o papel.
Completando a trifeta dos filmes de 2015 que Margot Robbie por muito pouco não estrelou, temos o menos conhecido do lote. Não que a australiana tenha do que reclamar, porque, como dito, logo em seguida a atriz viria a descolar o papel que marcaria sua carreira, a transformando numa estrela internacional: Arlequina, nos filmes da DC. O mais curioso disso é que o carisma de Robbie no papel é tão imensurável, que conseguiu transcender até mesmo o fato de que nenhum dos filmes em que aparece como a personagem conseguiu somar sucesso de crítica e público. Ou eles tinham boas bilheterias, mas eram execrados pelos críticos (e fãs); ou até recebiam elogios, mas fracassavam financeiramente.
Aqui temos um caso diferente na carreira de Margot Robbie, no entanto. Ela havia sido escalada para viver Penelope Lanier no drama ‘Um Mergulho no Passado’ (A Bigger Splash, 2015), dois anos antes do mesmo diretor Lucca Guadagnino explodir com o filme ‘Me Chame Pelo Seu Nome’ (2017) – indicado ao Oscar. Acontece que na mesma época, surgiu a oferta da Warner para que Robbie protagonizasse como a icônica Jane Clayton em mais uma reimaginação do clássico em ‘A Lenda de Tarzan’. Assim, Robbie se bandeou para o novo projeto e abriu espaço para que Dakota Johnson estrelasse o filme de Guadagnino.
Terminando a lista das principais produções que Margot Robbie quase estrelou, agora iremos falar em uma obra das telinhas e não das telonas. Voltando para o início de carreira da atriz, onde ela deixava o programa australiano ‘Neighbours’ para tentar a sorte nos EUA, e para a época em que estrelou ‘Pan Am’. Como dito, assim que saiu de seu país de origem, Robbie embarcou no programa da rede ABC, mas este não era o plano original da atriz. Acontece que ela havia feito teste para ser uma das Panteras, no reboot que a série clássica da década de 1970 ganharia no mesmo ano de 2011.
Depois de ter sido um seriado de muito sucesso nos anos 70, ‘As Panteras’ ganhou as telonas numa produção com Drew Barrymore, Cameron Diaz e Lucy Liu. Foram dois filmes até 2003, mas depois disso, a intenção era voltar às telinhas. Foi nessa época que Margot Robbie fez teste para o novo programa, mas terminou sendo escalada para outro programa do mesmo canal ABC, o citado ‘Pan Am’. O reboot de ‘As Panteras’ estrearia com Racheal Taylor, Minka Kelly e Annie Ilonzeh como o novo trio, mas teria o mesmo destino de ‘Pan Am’ sendo cancelada após uma temporada de 8 episódios.
A 5ª temporada de ‘The 100‘ está chegando ao fim, e, como previsto, muitas vidas estão correndo risco. Em entrevista ao TVLine, o showrunner da série, Jason Rothenberg, disse que a Season Finale “mudará tudo”.
“Todas as peças estão no lugar para um final épico que mudará tudo. Nós desenvolvemos uma situação onde há dois exércitos lutando pelo último pedaço de terra habitável. Se eles não conseguem encontrar um jeito de viverem em paz, ou controlar seus instintos humanos para não fazer a paz, eles arriscam destruir o último vale. O destino do planeta está literalmente em uma balança.”
Ele completa, “É seguro dizer que as pessoas não conseguirão adivinhar o que vai acontecer. Pelo que andei vendo no Twitter, por mais doloroso que isso possa ser, as pessoas ainda não descobriram alguns dos momentos mais emocionais que ainda estão por acontecer.”
O final da 5ª temporada de ‘The 100‘ será exibida amanhã (07) na CW.
Para divulgar o desfecho de ‘Gotham‘, a série ganhou um novo cartaz antecipando a aguardada aparição do Batman.
Confira:
O último episódio da série será exibido no dia 25 de abril.
Com Gotham na beira da anarquia total e separada do resto do mundo, apenas Jim Gordon, Bruce Wayne e vários outros heróis ficam para trás para tentar reconquistar a cidade. Inspirado pelo arco ‘Terra de Ninguém’ dos quadrinhos, os vilões tomam conta da cidade – incluindo o Pinguim, Charada, as Sereias e Jeremiah. Será que a ordem será restaurada ou o caos reinará em Gotham?
A Paris Filmes divulgou um novo clipe do suspense ‘Entre Facas e Segredos‘ (Knives Out).
Confira:
Escrito e dirigido por Rian Johnson (‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘), o suspense traz um clima semelhante às clássicas histórias de Agatha Christie.
Quando o renomado escritor de livros criminais Harlan Thrombey (Plummer) é encontrado morto em sua mansão logo após seu aniversário de 85 anos, o inquisitivo Detetive Benoit Blanc (Craig) é misteriosamente encarregado do caso. Da família desfuncional do autor à seus empregados, Blanc caminha através de uma teia de mentiras para desvendar a verdade por trás da morte de Harlan.
Em entrevista ao TVLine, co-showrunner Joe Henderson revelou o motivo do trailer da 5ª temporada ter revelado um grande spoiler da 5ª temporada de ‘Lucifer‘, afirmando que a presença do irmão do personagem é apenas uma parte das muitas surpresas do novo ciclo.
“Nós discutimos muito sobre [o que mostrar no trailer], mas há um motivo por termos dado aquele spoiler. É porque muita coisa vai acontecer nessa temporada.”
Ele completa, “Por causa da forma que os espectadores assistem no streaming, é difícil ter uma experiência compartilhada, porque alguém está no episódio 5, outra pessoa está no 8. Nós queríamos dar a chance dos fãs reagirem ao spoiler. Pareceu algo legal eles compartilharem isso juntos.”
Lembrando que a 5ª temporada estreia na plataforma de streaming em 21 de agosto.
Criada por Tom Kapinos, a série gira em torno de Lucifer Morningstar (TomEllis), entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.
Olympia Dukakis, que venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo seu trabalho em ‘Feitiço da Lua‘, morreu aos 89 anos.
O anúncio de seu falecimento foi compartilhado pelo seu irmão, Apollo Dukakis, no Facebook:
“Minha querida irmã, Olympia Dukakis, faleceu essa manhã em Nova York. Após meses com problemas de saúde, ela finalmente está em paz ao lado de seu Louis.”
A atriz estrelou mais de 120 peças, além de ter participado de mais de 60 filmes no decorrer de sua carreira. Em 1988, ela ganhou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, além de um Globo de Ouro na mesma categoria, por seu papel como Rose Castorini em ‘Feitiço da Lua‘.
Seus créditos mais recentes na televisão incluem o revival da Netflix para ‘Crônicas de San Francisco‘, onde ela reprisou o seu papel como Anna Madrigal de prévias iterações da série, além de participar de episódios de ‘Mike & Molly‘, ‘Bored to Death‘ e ‘Law & Order: Special Victims Unit‘.
Além de ser trabalho na frente das telas, ela lançou uma autobiografia em 2003, intitulada ‘Ask Me Again Tomorrow: A Life in Progress‘. Um documentário sobre sua vida, ‘Olympia‘, foi lançado no ano passado.
Dukakis ganhou três indicações ao Emmys pelo seu trabalho em ‘Lucky Day’ (1991), ‘Mais Crônicas de San Francisco‘ (1998) e na minissérie ‘Joana D’arc‘ (1999). Ela também foi indicada como Melhor Atriz Coadjuvante no Globo de Ouro por sua participação na minissérie ‘Sinatra – A Música Era Apenas o Começo‘, de 1992.
Para Anna (Bell), todos os dias são iguais. Olhando pela janela, com o coração partido e uma taça de vinho, vê a vida passar sem ela. Mas um vizinho bonitão (Tom Riley) se muda para a casa da frente, e as coisas parecem começar a mudar. Até que ela testemunha um terrível assassinato… ou será que foi só imaginação?
De acordo com o Bloody Disgusting, Madelaine Petsch (‘Riverdale’) vai estrelar o novo filme da franquia ‘Os Estranhos‘, que será um remake baseado no primeiro filme.
Na trama…
Petsch viaja para o campo com seu namorado (Froy Gutierrez) para começar uma nova vida. Quando seu carro quebra, o casal é forçado a passar a noite em uma isolada casa Airbnb, onde a dupla é aterrorizada até o amanhecer por três estranhos mascarados.
Vale lembrar que a Lionsgate está desenvolvendo uma trilogia, que será filmada em Bratislava, na Eslováquia. Cada capítulo irá expandir a história de formas novas e inesperadas.
Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’) será responsável pela direção.
O roteiro é assinado pela dupla Alan R. Cohen e Alan Freedland.
“Quando nos começamos a desenvolver o remake de ‘Os Estranhos’, sentimos que precisávamos contar uma história maior, que poderia ser tão tensa quanto a do filme original, e realmente expandir esse universo,” explicou a produtora executiva Courtney Solomon. “Filmar essa história como uma trilogia vai nos permitir realmente explorar esses personagens. Temos sorte de contarmos com a Madelaine Petsch, uma jovem talentosa cuja personagem será muito importante nessa jornada.”
Em 2018, a sequência ‘Os Estranhos: Caçada Noturna‘ foi lançada, arrecadando apenas US$ 31 milhões nas bilheterias mundiais. Apesar de ter dividido a opinião dos críticos na época (apenas 40% de aprovação no RT), a produção ganhou um pouco de reconhecimento com o passar dos anos, garantindo uma pequena base da fãs à produção.
Em entrevista ao Collider, o diretor Chad Stahelski revelou ter filmado dois finais diferentes para a sequência ‘John Wick 4: Baba Yaga‘.
A pedido do estúdio, o cineasta criou uma versão do desfecho que deixava claro a sobrevivência do personagem do Keanu Reeves, mas, durante os testes de exibição, o público acabou preferindo a versão que foi lançada nas telonas.
“Eu disse para a Lionsgate: ‘Eu vou gravar o final de dois jeitos diferentes, com algumas cenas extras. Em um desfecho, vou deixar [o John Wick] vivo, e, no outro, vou deixar o público decidir. E nós vamos testar ambas versões’. E eles acataram [essa decisão].”
Ele completa, “Durante os testes de exibição, havia claramente uma versão favorita. E foi a que todos viram [nos cinemas]. Foi muito legal mostrar essas possibilidades e receber um feedback do público. Todos foram muito compreensivos, e foi interessante chegar a uma conclusão sem precisar lutar ou forçar algo.”
Anteriormente, Stahelski revelou que ele ainda não possui uma história definida para uma possível sequência, que está nos planos da Lionsgate:
“A Lionsgate está interessada em fazer mais coisas de John Wick, compreensivelmente. Não é ruim para um diretor ter uma propriedade que querem fazer mais. Eu não tenho uma história (para outro filme). Mas, poderia acordar amanhã e ter uma ideia legal para apresentar ao Keanu (Reeves). Ou então, ele ter uma ideia legal e me apresentar. Pode bater aquele acorde de, ‘Meu Deus, temos que fazer isso agora’”, disse o diretor.
A sequência ‘John Wick 4: Baba Yaga‘ ultrapassou a impressionante marca dos US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais, consolidando-se como a maior arrecadação global da franquia.
O recordista anterior, ‘John Wick 3: Parabellum‘, havia arrecadado US$ 328.3 milhões mundialmente, em 2019.
Nos EUA, o quarto capítulo da saga já arrecadou US$ 176.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 226 milhões.
Ao total, a produção já soma US$ 402.1 milhões mundialmente – o que representa a terceira maior arrecadação do ano, atrás apenas de ‘Super Mario Bros‘ (US$1B) e ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ (US$474.5M).
Em JOHN WICK 4: BABA YAGA, John Wick (Keanu Reeves) descobre um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.
A CBS renovou oficialmente a série ‘Elsbeth‘, spin-off de ‘The Good Wife‘, para a 2ª temporada.
O seriado tem registrado em torno de 11 milhões de visualizações, através de todas as plataformas, após um período de 35 dias. Os números representam um aumento de 52% na audiência em comparação à performance de ‘CSI: Vegas‘ no ano passado.
Além disso, de acordo com o Deadline, a audiência do primeiro episódio superou séries populares como ‘Equalizer‘, os dois spin-offs de ‘FBI‘ e ‘S.W.A.T.‘.
Na trama, Elsbeth Tascioni, uma advogada nada convencional, oferece seu ponto de vista singular para fazer observações e capturar criminosos ao lado da polícia de Nova York.
A série servirá como uma extensão do seriado original, e focará na personagem de Carrie Preston, a talentosa advogada Elsbeth Tascioni.
Após uma carreira de sucesso em Chicago, a história seguirá a astuta (mas não convencional) advogada enquanto ela utiliza seu ponto de vista singular para fazer observações únicas e pegar criminosos brilhantes ao lado do NYPD.
Vale lembrar que Carrie Preston participou de 14 episódios de ‘The Good Wife‘ – que lhe rendeu um Emmy como Melhor Atriz Convidada –, e 5 episódios de ‘The Good Fight‘.
Em entrevista ao MovieWeb, James Mangold (‘Logan’) explicou por que decidiu desenvolver uma pré-sequência da saga ‘Star Wars‘.
O diretor, que também servirá como corroteirista do projeto, afirmou que não queria ficar preso com a densa mitologia apresentada pelos inúmeros filmes e séries deste universo. Intitulado ‘Star Wars: Dawn of the Jedi‘, o longa deve se aprofundar nas origens da Força.
“Para mim, os aspectos realmente importantes são a liberdade de fazer algo novo. Em relação à franquia ‘Star Wars’, eu [e o roteirista Beau Willimon], estamos trabalhando em um roteiro, e veremos o que irá acontecer.”
Ele completa, “Nosso filme da franquia ‘Star Wars’ se passaria 25 mil anos antes de qualquer outra produção deste universo. É um período que eu sempre quis explorar, e que me inspirou muito enquanto ainda era adolescente. Não estou interessado em ficar preso pela mitologia da saga que, atualmente, é quase imóvel, e você não consegue agradar ninguém.”
Lembrando que o último longa-metragem da saga intergaláctica foi ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’, lançado em 2019.
Apesar das críticas mistas, o filme arrecadou mais de US$1,07 bilhão mundialmente e conquistou três indicações ao Oscar – Melhor Trilha Sonora Original, Melhor Efeitos Visuais e Melhor Edição de Som).
Relembre o trailer:
Com o retorno do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), todos voltam a temer seu poder. Assim, a Resistência toma a frente da batalha que ditará os rumos da galáxia. Treinando para ser uma completa Jedi, Rey (Daisy Ridley) ainda se encontra em conflito com seu passado e futuro, mas teme pelas respostas que pode conseguir a partir de sua complexa ligação com Kylo Ren (Adam Driver), que também se encontra em conflito pela Força.
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