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‘Rick e Morty’: Novo vídeo explora o processo de direção da série; Confira!

Adult Swim divulgou um novo vídeo dos bastidores de ‘Rick e Morty’, em que o criador Dan Harmon e os diretores dos episódios falam sobre o divertido processo de construção da animação.

Confira:

A série foi criada por Dan HarmonJustin Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

Vale lembrar que a animação já está renovada para outros ciclos, em um acordo que garante mais 70 episódios inéditos à produção.

‘Moonbase 8’: Série de comédia espacial com John C. Reilly ganha banner OFICIAL; Confira!

Showtime divulgou o banner oficial de ‘Moonbase 8’, série de comédia espacial estrelada por John C. Reilly e desenvolvida pela A24.

Confira, junto ao primeiro teaser:

Situada no deserto isolado de Winslow, Arizona – mais precisamente na Base Lunar Simuladora da Nasa, ‘Moonbase 8‘ segue os ansiosos astronautas Skip, Rook e seu líder Cap, enquanto eles tentam se qualificar para sua primeira missão lunar. À medida em que trabalham vigorosamente para completar o treinamento, uma série de circunstâncias inesperadas os obrigará a questionar sua própria sanidade mental, confiar uns nos outros e avaliar se de fato eles foram genuinamente feitos para viagens espaciais ou não.

Moonbase 8‘ ainda é estrelada por Fred Armisen e Tim Heidecker, que ao lado de Riley, são os responsáveis pela criação, roteiro e produção executiva da série.

A série ainda conta com Dave Kneebone, Eric Wareheim, Ravi Nandan e Inman Young, da A24, como produtores executivos.

Moonbase 8‘ ainda não tem data de estreia.

‘Riverdale’: Veronica é destaque da nova prévia do episódio 05×04; Confira!

The CW divulgou recentemente uma nova prévia de “Purgatorio”, quarto episódio da 5ª temporada de ‘Riverdale’.

O capítulo vai ao ar no dia 10 de fevereiro.

Confira:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ Apa, Lili Reinhart, Camila Mendes, Cole Sprouse, Madelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Piratas do Caribe: O Baú da Morte’ completa 15 ANOS; Veja curiosidades sobre o longa!

O sucesso de ‘Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra’ foi inegável – e explica o motivo da saga marítima estrelada por Johnny Depp ter ganhado inúmeras outras entradas, incluindo a subestimada sequência ‘Piratas do Caribe: O Baú da Morte’.

Trazendo Gore Verbinski de volta à cadeira de direção, a história se inicia no casamento de Will Turner (Orlando Bloom) e Elizabeth Swann (Keira Knightley), que é interrompido pelo impiedoso Lorde Cutler Beckett (Tom Hollander). Beckett deseja adquirir uma importante bússola que está sob os cuidados do Capitão Jack Sparrow (Depp) para encontrar o Baú da Morte, lendário receptáculo que contém o coração de uma das criaturas mais temidas dos sete mares: Davy Jones (Bill Nighy).

Apesar da recepção mista por parte da crítica, o longa quebrou inúmeros recordes de bilheteria ao redor à época do lançamento, tornando-se até mesmo a produção mais rápida a cruzar a marca de US$1 bilhão (63 dias) até ser superado por ‘Toy Story 3’ em 2010. Além disso, ‘O Baú da Morte’ conquistou quatro indicações ao Oscar, vencendo na categoria de Melhores Efeitos Visuais.

Para celebrar o aniversário de quinze anos do filme, o CinePOP separou uma breve lista com curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:

JACK, O IMPROVISADOR

Perto das duas horas de filme, na cena em que Jack Sparrow chama Davy Jones de “cara de peixe” canta a canção “I got a jar of dirt”, não estava no roteiro original. A sequência foi improvisada por Depp e boa parte das reações do elenco foi real.

ANIMAÇÃO COMPLICADA

O monstruoso Kraken foi uma das partes mais difíceis de serem animadas e não tinha quaisquer referências com o mundo real. Entretanto, o diretor de animação Hal T. Hickel instruiu a equipe a assistir a ‘King Kong vs. Godzilla’, de 1963, para se inspirarem no polvo real que se arrastava pelas miniaturas e conseguir arquitetar a criatura.

TIA DALMA

Verbinski inicialmente não gostou da ideia de elencar Naomie Harris para o papel de Tia Dalma, dizendo que ela muito jovem para o papel. A diretora de elenco, Denise Chamian, insistiu que ele lhe desse uma chance. Por fim, a mãe de Harris foi com ela nas audições e o restante é história.

FILMAGENS PROBLEMÁTICAS

As filmagens em Dominica, país caribenho, se mostraram bastante problemáticas. O governo estava totalmente despreparado para a escala de uma produção hollywoodiana, além do fato de que a equipe ocupava 90% das estradas na ilha. O tempo também não ajudou, variando entre tempestades torrenciais e temperaturas elevadíssimas.

KRAY-KEN

Nos comentários do DVD, é dito que a cena em que várias pessoas discutem sobre como pronunciar Kraken foi acrescentada em virtude de um erro do ator Kevin McNally, que deu vida a Joshamee Gibbs. A palavra é pronunciada como kray-ken, mas quando McNally o falou pela primeira vez, pronunciou crack-en. A sequência foi deixada no filme para mostrar a pronúncia correta.

HIERARQUIA MUTANTE

A hierarquia a bordo dos marujos do Holandês Voador é marcada pelo nível de mutação que carregam: os novatos têm baixo nível de infecções e ressoam à rosácea; os veteranos, por sua vez, tem atributos completos de criaturas marinhas.

LENDAS E LENDAS

Em entrevista ao CGSociety, os diretor de efeitos visuais Aaron McBride revelou que, quando lhe foi dado o trabalho de construir ilustrações fotorrealistas de Davy Jones, houve rumores de que o lendário Christopher Walken daria vida ao antagonista.

REAÇÃO ESPONTÂNEA

Por volta das duas horas e dez minutos, Elizabeth Swann beija Jack Sparrow para prendê-lo ao mastro do navio e fugir com Will Turner. A sequência foi deixada de fora do roteiro de Bloom para arrancar do ator uma reação melhor e mais espontânea. A cena, inclusive, foi sugerida pela própria Knightley.

Artigo | 16 anos depois, ‘Orgulho e Preconceito’ continua como uma das melhores adaptações de Jane Austen

Jane Austen é uma das autoras inglesas mais lembradas de todos os tempos. Seus romances tragicômicos perpassam com grande destreza por diversos temas sociais que, à prima vista, podem parecer superficiais, mas na verdade carregam consigo uma profundidade imprevisível e que dialoga tanto com a época na qual foram escritos e possuem a atemporalidade de estenderem suas críticas e metáforas para os dias de hoje. Logo, não é nenhuma surpresa que livros como Razão e Sensibilidade’ e Persuasão’ ganhem releituras para o cinema e finquem a importância da novelista no escopo literário mundial.

É claro que a popularização de sua obra-prima, Orgulho e Preconceito’, chamou a atenção de diversos cineastas e, desde a década de 1940, o romance centrado em dois personagens de classes sociais diferentes e que negam qualquer sentimento próspero entre eles sofreu investidas cada vez mais endossadas para diversos meios de entretenimento. Entretanto, é a versão mais recente que faz jus ao legado de Austen, na incrédula estreia diretorial do que viria a ser um dos nomes mais conhecidos da indústria cinematográfica: Joe Wright. Através de uma habilidade muito fluida tanto com a narrativa quanto as técnicas fílmicas, o emergente cineasta conseguiu resgatar todo o escopo do material original ao mesmo tempo em que forneceu uma perspectiva única para a história de Elizabeth Bennet e o Sr. Darcy.

ULTIMATE AUSTEN

Adaptar uma obra literária nunca é um trabalho fácil, principalmente quando ela pertence a um legado tão marcante quanto a de Austen. Porém, mesmo com todo o peso que recaiu sobre Wright, o longa-metragem é sem sombra de dúvida a melhor rendição do universo inglês burguês da autora, justamente por se preocupar em absorver a sensibilidade crítica, mesclando de forma equilibrada a comédia, a tragédia e os costumes de uma sociedade pautada na regência patriarcal e no conservadorismo.

Logo de cara percebemos que Orgulho e Preconceito’ será um filme sensorial. Se nas páginas do livro a saturação descritiva é a sua principal característica, toda a subjetividade fornecida pela protagonista é traduzida em seu modo de olhar o mundo em que está inserida e como sua “disfuncional” família, por assim dizer, funciona como um cosmos à parte da sociedade urbana. Não é à toa que o cineasta demonstra essa contradição primeiro pelo manejo da câmera e segundo pelas escolhas visuais que compõe a caracterização dos personagens. O primeiro plano-sequência da obra preza pela fluidez onírica que acompanha os sonhos de uma jovem mulher chamada Elizabeth (Keira Knightley), a qual praticamente dança em seu caminho para casa à medida em que uma luz dourada a guia numa trajetória quase infinita. A ambientação já imponente torna-se ainda mais inalcançável e majestosa pela construção cênica que consegue ao mesmo nome entrar em contradição com a decadente posição social da família em questão, os Bennet, ao mesmo tempo em que fornece uma base para os futuros conflitos a serem desenrolados.

A apresentação dos outros personagens é feita de forma quase teatral e, como sempre, a partir da visão de Lizzie: ela observa seus pais tendo uma conversa um tanto quanto supérflua acerca dos benefícios e da necessidade do casamento para suas filhas, as quais devem ser desposadas antes que tornem-se velhas demais, por uma janela quadrada. Essa escolha a coloca não como protagonista da própria história, mas sim como uma mera espectadora que não tem controle sobre o destino e mesmo assim aceita todas as condições sob as que vive. Também não é por qualquer razão que a iluminação difusa permite-lhe se juntar à casa em que cresceu e que sempre serviu como uma bolha para o mundo lá fora até ser conquistada por um cavalheiro e ser entregue das mãos protetoras da mãe para seu marido.

Olhando por cima, a trama principal parece resgatar os ideais impossíveis dos romances românticos do século XIX, os quais basicamente eram pautados na superficialidade. Entretanto, não é até o final do primeiro ato que percebemos o jogo narrativo nos levando a um caminho completamente diferente do que esperávamos: primeiro, precisamos entender que a família principal é dotada de diversas figuras caricatas ou arquetípicas, dialogando com os inúmeros tipos sociais das peças de costumes que se tornaram populares com a virada para o século XX, funcionando inclusive como uma premeditação para o futuro da comunidade britânica. Se Lizzie representa toda a ideologia libertária, rebelde e irrefreável, suas irmãs Liddy (Jena Malone) e Kitty (Carey Mulligan) entram como a válvula de escape cômica, lutando para conseguirem um rico e benéfico marido que suprirá todas as suas necessidades.

A química entre as personagens coadjuvantes é adorável e odiável ao mesmo tempo, não de forma acidental, mas sim proposital. Elas carregam maneirismos quase insuportáveis em cena, os quais são reflexo da constante influência causada pela mãe, a Sra. Bennet (Brenda Blethyn), uma mulher que pode ser tudo, menos ingênua. Seus discursos acerca da importância da instituição matrimonial são esparsos por uma razão bem clara: criticar a supervalorização de uma vertente decadente e que só era reafirmada com uma força irrefreável para resgatar o brilho perdido da Igreja, ofuscada pelas crescentes investidas econômicas mercantis, e de valores cíclicos e que, eventualmente, se perderiam com a fragmentação do próprio ser humano. As análises que Austen promove em seu livro são, ao mesmo tempo, sutis e perceptíveis, ainda que passíveis de serem ignoradas.

Por incrível que pareça, uma das figuras mais desconstruídas dentro do longa é a do Sr. Bennet. Donald Sutherland encarna o patriarca de modo incrivelmente bem delineado: suas feições austeras na verdade são apenas uma máscara para um terno coração que definitivamente não liga para títulos sociais, mas preza pela real felicidade de suas filhas, muitas vezes abusando de sua condição como provedor daquele núcleo familiar para entrar em conflito com a mentalidade unilateral de sua esposa. E, ao mesmo tempo, esse casal torna-se mais complexo por entrarem em discordância e ainda sim de amarem incondicionalmente, ainda que esse amor tenha sido construído ao longo do tempo.

O pano de fundo é de imprescindível importância para a moção dos personagens principais, isso não se pode negar. Mas a cena é roubada tanto pela doçura de dois gumes de Knightley quanto pela chegada do amargurado e charmoso Sr. Darcy (Matthew Macfayden). Para aqueles que não conhecem a história de Orgulho e Preconceito’, Lizzy e Darcy são um dos casais mais famosos justamente por não serem convencionais. O primeiro encontro entre duas personalidades tão distintas e contraditoriamente tão semelhantes ocorre durante um baile para a chegada da “realeza britânica” ao pequeno condado de Hertfordshire, incluindo o personagem em questão e seu melhor amigo, o animado e levemente confuso Sr. Bingley (Simon Woods).

Pense em todos os momentos do cinema, da televisão e da literatura em que um garoto e uma garota se apaixonavam logo que se encontravam e enterre tudo isso o mais fundo possível: o filme não é um conto de fadas, e sim um retrato real de uma burguesia decadente e que se fincava em relações amorosas lucrativas para reafirmar seu poder. Entretanto, estamos lidando com Darcy, um homem tão blasé quanto suas expressões acerca das mulheres que o cortejam, e Lizzy, que não se importa realmente com mais ninguém além dela mesma e de sua família e que utiliza de suas falas afiadas como forma de proteção e quebra de paradigmas.

Entretanto, essa nobre renegação entre os dois é o ponto de partida para o crescimento gradativo e inesperado de um romance. Eles escondem e utilizam de xingamentos dolorosos um para com o outro para afastarem-se e impedirem que uma “tragédia” aconteça. O orgulho que sentem é maior do que a relação que poderiam firmar pouco tempo depois de se conhecerem, enquanto o preconceito externo é lembrete constante para a diferença de classes sociais entre os dois: todo esse escopo, eventualmente, é o que explica o jogo de palavras que forma o título da obra, muito mais profundo do que parece.

Austen cria em seu livro um discurso indireto para a liberdade de expressão, colocando de forma satírica todos os seus pensamentos na figura de Lizzy. Para a época, esse afronte impertinente era visto com maus olhos principalmente pelas gerações anteriores, e Wright resgata isso com a construção de uma das melhores cenas do longa. Em determinado momento, a protagonista viaja com sua melhor amiga, Charlotte (Claudie Blakley) e seu esposo, Mr. Collins (Tom Hollander) para o palácio de Lady Catherine de Bourg, interpretada pela sempre incrível Judi Dench. Lady Catherine talvez seja a encarnação de todos os valores reacionários e conservadores que permeiam a cultura britânica desde os tempos medievais, utilizando de sua posição e da ideia de que as mulheres devem ser prendadas para servirem à “inegável superioridade” dos homens. Não é nenhuma surpresa que, durante um jantar-interrogatório, a protagonista utilize de seu pensamento conciso para rebater todas as insossas perguntas da nobre. Essa sequência não se mantém apenas em primeiro plano, mas estende-se para o futuro embate entre progresso e tradicionalismo.

A LUZ DOS OLHOS TEUS

Wright não apenas consegue transpassar toda o magnífico épico de Austen em diálogos muito bem pensados e estruturados, mas também cria uma concepção estética emocionante e envolvente, conseguindo envolver toda a magia das terras britânicas com uma visceralidade catártica.

Todo o niilismo da fotografia arquitetada por Roman Osin bate de frente com personagens movidos por valores milenares. A mudança das escolhas de iluminação é clara à medida em que a independência de Darcy e Lizzy dá lugar a uma angústia interior, representada pela transição gradativa das cores vivas, douradas e quentes para uma paleta mais pastel e suave, marcada pela escolha mórbida e quase monocromática do preto, do marrom e do verde, pincelados com alguns momentos de ternura com o vermelho e o laranja, principalmente em cenários mais fechados. E não é surpresa que o uso de tons mais esverdeados, normalmente conversando com a ideia de segurança, esteja presente nos momentos de maior tensão.

É engraçado colocarmos duas sequências muito bem construídas e analisarmos como elas representam causa e consequência para a vida dos personagens. Ao final do primeiro encontro entre o futuro casal, Lizzy mostra que não está interessada no rancoroso homem e se vira para ir embora, atravessando um gigantesco corredor. Sua expressão de contentamento, reafirmada pela luz dura, logo dá margem para feições de dúvida e leve arrependimento, marcados pelo escurecimento da fotografia que se mantém até a próxima vez que os dois se encontram. Com o final do segundo ato, os dois se reencontram em um gazebo logo depois que ela descobre um segredo terrível de Darcy. Após se confrontarem, temos praticamente o mesmo jogo de luzes, mas agora com o charmoso nobre, que não pode mais esconder seus sentimentos e não consegue mais manter-se indiferente quanto à jovem.

Cada uma das composições funciona como uma pintura. Resgatando elementos do barroco e do renascimento, criando assim uma amálgama atemporal para o filme, as sequências que premeditam um possível choque dialógico, por exemplo, que ocorre entre Lizzy e a prima do Sr. Bingley, a sedutora e venenosa Caroline (Kelly Reilly), a qual se importa mais com as aparências que os reais sentimentos. Em determinado momento, temos a clara distinção de classes entre a humildade mascaradas dos Bennet, cuja esperança de transcenderem para uma classe social mais abastada é transparecida pela escolha kitsch de suas vestimentas chamativas, e o hedonismo supérfluo dos Bingley, ressaltada pela sutileza e simetria de seus trajes (vide acima).

Como já é de se esperar, o final da narrativa nos fornece uma perspectiva otimista em relação ao “amor verdadeiro”. Ainda que se afaste dos convencionalismos de tramas similares, o reencontro dos protagonistas segue um padrão conhecido, acompanhado principalmente por uma fotografia que não chega a ser redundante, mas desenrola de modo dançante em tela: Lizzy está em seu momento reflexivo acerca do recente pedido de casamento feito por Bingley à sua irmã mais velha, Jane (Rosamund Pike) e ao descobrir o arco de redenção no qual Darcy se lançou. Logo depois, o homem aparece andando de forma objetiva através das campinas para finalmente falar com sua amada e firmar algo que sempre desejaram – e, assim que o duo deixa claro quais as intenções um para com o outro, a luz difusa do sol desponta no horizonte e os envolve mais uma vez na atmosfera onírica do primeiro ato.

O bucolismo próprio do cenário inglês também é de grande ajuda para a experiência sensorial. Todas essas sensações são também buscadas através pela trilha sonora pautada basicamente no piano clássico e delineada pela habilidade de Dario Marianelli, o qual se entrega para o drama histórico e permite ousar de forma a atingir todo o potencial que explora.

MRS. DARCY

A história pode ser repetitiva, mas Orgulho e Preconceito’ deixa que seus pouco mais de 120 minutos passem em um piscar de olhos. Não apenas pela envolvente atmosfera, mas também pela incrível química que Knightley e Macfayden trazem em seus personagens, utilizando-se de monólogos extensos e crus para permitir que a conexão entre as figuras que encarnam seja tão forte quanto aquela com o público, que não pode deixar de se emocionar com cada uma das viradas dentro do roteiro.

Além disso, o romance não ortodoxo preza por inúmeras críticas sociais que perpassam por instituições inquebráveis, como o matrimônio e as classes sociais, bem como a sutileza da diferença de estilos de época e a impossibilidade de duas pessoas com abismos econômicos tão grandes poderem ficarem juntas. Não apenas a obra literária como também o filme de Wright permitem que essas ironias mostrem uma permanência do orgulho e do preconceito que sempre serão inerentes à personalidade do ser humano.

Crítica | ‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore’ tem falhas, mas coloca a franquia de volta nos eixos

Quando ‘Harry Potter‘ foi lançado pelas mãos de J.K. Rowling tornou-se um fenômeno mundial – e a consecutiva produção dos filmes apenas consagrou essa saga fantástica como uma das maiores de todos os tempos, construindo um universo que seria emulado por diversos artistas e criadores. Qual foi nossa angústia com o anúncio do último longa-metragem, ‘As Relíquias da Morte – Parte 2‘. Mas o panteão mágico não ficou adormecido por muito tempo e, alguns anos depois, os fãs seriam convidados a revisitá-lo com ‘Animais Fantásticos’.

É certo dizer que essa nova franquia passou por poucas e boas, desde os comentários transfóbicos de Rowling à demissão de Johnny Depp e às polêmicas envolvendo Ezra Miller, prenunciando, talvez, seu fim precoce. Entretanto, ao longo do caminho e com um tempo maior de gestação, nasceu ‘Os Segredos de Dumbledore‘, terceira entrada que expandiria ainda mais a exuberante mitologia outrora nos apresentada. É claro que o gostinho agridoce do capítulo anterior, ‘Os Crimes de Grindelwald‘, deixou o público com um pé atrás – porém, podem ficar tranquilos: além de responder a algumas perguntas que já pululavam nas nossas cabeças, o filme é um grande avanço em relação ao predecessor e, mesmo tropeçando em convencionalismos estéticos e narrativos, configura-se como uma diversão do começo ao fim.

O enredo já começa com uma ótima sequência em que Alvo Dumbledore (Jude Law) se encontra com Gellert Grindelwald (vivido pelo sempre incrível Mads Mikkelsen) em um restaurante trouxa, finalmente falando sobre os sentimentos que sentem um pelo o outro e analisando de forma quase poética como um romance proibido se transformou em uma batalha entre o bem e o mal. Em contraposição à inesperada reunião entre os personagens, somos transportados ao momento  em que Newt Scamander (Eddie Redmayne) viaja a uma densa floresta para presenciar o nascimento de uma belíssima e adorável criatura conhecida como qilin, cuja bondade e pureza prenuncia a ascensão de um grande líder. Não é surpresa, pois, que as forças das trevas enviadas por Grindelwald queiram usurpá-lo para benefício próprio.

Se ‘Crimes de Grindelwald‘ pecou pelo excesso de cenas descartáveis, as duas supracitadas ditam o tom da produção e são retomadas constantemente por mais de duas horas de tela. E essa maior coesão estrutural é cortesia de Steve Kloves, que retorna ao cargo de roteirista ao lado de Rowling e cerceia as pontas soltas para que cada ação tenha sua respectiva reação – mesmo não conseguindo o pretendido em algumas partes. A ideia aqui é, de certa forma, reiniciar o universo com protagonistas e coadjuvantes mais bem desenvolvidos e que contribuíam à história cada qual à sua maneira.

Jacob (Dan Fogler) volta como o escape cômico, mas infundido em um arco dramático que envolve tanto suas experiências com os bruxos e com a guerra contra os humanos, quanto seu relacionamento brutalmente interrompido com Queenie (Alison Sudol); Bunty (Victoria Yeates) ganha os holofotes com sua personalidade racional e despretensiosa; e Jessica Williams, Richard Coyle e Callum Turner fazem sua grande estreia e conquistam a audiência logo no primeiro momento em que aparecem.

E é óbvio que não posso deixar de falar da presença da nossa querida Maria Fernanda Cândido como a poderosa Vicência Santos, uma das bruxas mais poderosas do planeta que concorre pelo posto de presidente do mundo mágico – vendo seus planos indo por água abaixo quando o povo começa a apoiar a ideologia segregacionista e bélica de Grindelwald. Apesar de não ter muitas falas, Cândido porta-se com uma elegância e uma pose que dispensam diálogos e que se firmam em seus olhares e expressões.

O principal problema do longa-metragem é se render ao frenesi imagético, isso é, arquitetar uma sucessão de investidas que não dialogam entre si e que se firmam como pequenos fragmentos dispensáveis – e pior: sem explicações sólidas o suficiente para convencer os fãs. David Yates, que novamente encabeça o projeto, imprime os maneirismos cansativos dos títulos anteriores, e, auxiliando na montagem, corta a atmosfera com centelhas de ressignificacões que não fazem muito sentido. O escopo artístico é esplêndido e recheado de confrontos que poderiam ser mais épicos, caso houvesse cautela técnica ou até mesmo uma percepção intuitiva do que funciona ou não.

O grande foco de nossa atenção é Mads Mikkelsen, que, como já mencionado, substituiu Depp no papel antagonista. Enquanto este ganhava fama pelas caricaturas trazidas a seus papéis, aquele faz jus à máxima “os menores frascos contêm os melhores perfumes”: Mikkelsen se exila em uma unidimensionalidade expressiva que demonstra exatamente o que deseja, cultivando o medo e a aceitação da comunidade bruxa por sua persona e pelas ideias que defende – dialogando com eventos da realidade em alguns aspectos. Entretanto, à medida que nos aproximamos da conclusão, o roteiro desanda em apressar as conclusões e se esquecer da premissa adotada no começo.

Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore‘ não está livre de falhas e resgata erros do passado; todavia, é notável como a franquia, pouco a pouco, volta aos trilhos – e, mesmo que não traga muitas coisas novas aos fãs do universo mágico, entrega-se a um escapismo cinematográfico e a uma boa aventura.

‘Ghosts’: Atriz de ‘Gilmore Girls’ entra para o elenco da 2ª temporada

Segundo o TVLineRose Abdoo, conhecida por seu papel na adorada série ‘Gilmore Girls’, foi escalada para a 2ª temporada de ‘Ghosts’.

No Instagram, Abdoo, que dará vida a uma personagem não revelada, celebrou as boas novas e escreveu: “duas Rosas! Eu fui até Montreal, Quebec, para trabalhar em ‘Ghosts’ apenas para descobrir que a linda e talentosa Rose [McIver] e eu somos vizinhas em Los Angeles e tivemos as mesmas aulas de zumba! Tive os melhores momentos com esse incrível elenco e mal posso esperar para ver a nova temporada”.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 29 de setembro.

Confira o teaser trailer:

Criada por Joe Port e Joe Wiseman, a série é baseada na comédia homônima lançada originalmente no Reino Unido.

A trama segue um casal, Samantha (McIver) e Ryan, cujos sonhos se tornam reais quando eles herdam uma linda casa no campo, apenas para descobrirem que o lugar está caindo aos pedaços e é habitado pelos vários residentes que morreram anteriormente.

O elenco ainda conta com Brandon Scott Jones (‘The Good Place’), Richie Moriarty (‘What We Do in the Shadows’), Asher Grodman (‘Chicago Med’), Rebecca Wisocky (‘Devious Maids’), Sheila Carrasco (‘Jane the Virgin’), Danielle Pinnock (‘Young Sheldon’) e Román Zaragoza (‘Austin & Ally’).

‘Super Mario Bros – O Filme’ ganha novo cartaz INCRÍVEL; Confira!

A Illumination Entertainment e a Nintendo divulgaram um novo cartaz oficial da aguardada adaptação ‘Super Mario Bros – O Filme’, que chega aos cinemas no dia 30 de março de 2023.

Confira:

Relembre o trailer:

John Leguizamo, ator do primeiro filme live-action de ‘Super Mario Bros.‘ não gostou do elenco do novo filme animado, já que, segundo ele, há uma grande falta de inclusão no longa.

Em uma entrevista recente ao IndieWire, Leguizamo disse existiu muita luta para que ele pudesse protagonizar o primeiro filme, mesmo sendo latino ou negro. Ele chegou a dizer até que a produção representa um retrocesso, justamente por causa da falta de inclusão de maneira geral.

“Muita gente adora o original. Eu participei da Comic-Con em Nova York e em Baltimore, e todo mundo diz: ‘Não, não, nós amamos o antigo, o original’. Eles não estão sentindo a chegada novo. Não estou amargurado. É lamentável”, falou revoltado.

E completou: “Os diretores Annabel Jankel e Rocky Morton lutaram muito para que eu fosse o protagonista, porque eu era um homem latino, e eles (o estúdio) não queriam que eu fosse o protagonista. Eles lutaram muito, e foi um grande avanço, para eles retrocederem agora, e não trazerem inclusão”.

O filme é dirigido por Aaron Horvath e Michael Jelenic.

A animação conta com Chris Pratt como Mario, Anya Taylor-Joy como a Princesa Peach, Charlie Day como Luigi, Seth Rogen como Donkey Kong, Jack Black como Bowser e Keegan-Michael Key como Toad. Fred Armisen, Kevin Michael Richardson, Sebastian Maniscalco e Charles Martinet, voz original de Mario, Luigi, Wario e Waluigi, completam o elenco.

‘Class Act’: Minissérie biográfica sobre Bernard Tapie ganha trailer e data de estreia; Confira!

Netflix divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Class Act’, cinebiografia sobre o controverso magnata e político francês Bernard Tapie.

A minissérie chega à plataforma de streaming no dia 13 de setembro.

Confira:

A série é dirigida por Tristan Séguéia, que também assina o roteiro ao lado de Olivier Demangel.

Um homem implacavelmente ambicioso da classe trabalhadora se torna uma das figuras públicas mais controversas da França.

Laurent Lafitte, Joséphine Japy e Fabrice Luchini estrelam. Patrick d’AssumçaoSarah SucoAntoine ReinartzOphélia KolbHakim Jemili e outros completam o elenco.

Noa é destaque na imagem INÉDITA de ‘Planeta dos Macacos: O Reino’; Confira!

Empire Magazine divulgou com exclusividade uma imagem inédita de ‘Planeta dos Macacos: O Reino’, dando destaque ao protagonista Noa (Owen Teague).

Confira:

Lembrando que o longa dirigido por Wes Ball não é uma continuação direta de ‘Planeta dos Macacos: Guerra’, mas sim o primeiro capítulo de uma nova trilogia, situada cerca de 300 anos após o último filme.

Em vez de seguir imediatamente após a morte de César, no final de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, Kingdom está dando um grande salto em frente. O filme é ambientado cerca de 300 anos depois que César entregou seu povo à terra prometida – e com o passar de todos esses anos, suas lendárias qualidades de liderança se perderam em grande parte no tempo. Ainda assim, é o legado de César – e o significado de “macacos juntos e fortes” – que irá impulsionar Noa, o novo jovem herói macaco do Reino.

Em conversa com a Empire, Teague, Durand e Ball compartilharam suas perspectivas sobre o novo filme e a relevância de César (protagonista da trilogia original) nesse contexto.

Noa não faz ideia de quem é esse [Cesar]”, afirma o ator Owen Teague. “Parte de sua jornada é a descoberta desse legado e suas várias interpretações. Noa tem que dar sentido a tudo isso.”

Na trilogia original, César (interpretado por Andy Serkis) liderou os macacos em meio aos conflitos com os humanos. Com o passar dos anos, sua figura passou a ser vista como uma espécie de messias.

“César é quase uma figura religiosa, e Proximus assumiu o nome César porque era a posição mais alta na sociedade dos macacos”, explica o astro Kevin Durand. “Foi uma autoproclamação alcançada por todos os meios necessários para garantir que os macacos continuassem a evoluir. Então você está vendo a influência e a evolução do que César deixou. E, como em cada pedaço da história humana, sempre há algum tipo de tirano que aparece e assusta todos, fazendo-os acreditar neles.”

O novo filme tem uma ambição ousada, sendo planejado como o primeiro de uma trilogia.

“Desde o início, pensamos nisso como uma trilogia”, revela Ball. “Tínhamos essas ideias grandiosas de onde poderia eventualmente chegar e como poderia se encaixar no legado desses filmes. Então, certamente estou discutindo com [o estúdio] agora sobre a próxima história.”

“Aqueles últimos três filmes trataram do fim de algo. Eles trataram do fim dessa história de Moisés. Eles trataram do fim da humanidade”, explica. “E pensamos, ‘Das cinzas desses filmes anteriores, vamos cultivar uma nova árvore para escalar’. Este filme é muito sobre o começo de algo”, conclui ele.

O filme chega aos cinemas nacionais dia 23 de Maio de 2024.

Confira o trailer!

O elenco conta com William H. MacyOwen Teague, Dichen Lachman, Freya Allen, Eka DarvillePeter MaconTravis JefferyNeil SandilandsSara WisemanRas-Samuel Welda-abzgiLydia Peckham.

Além de dirigir, Ball assina o roteiro em conjunto com Josh Friedman (‘Expresso do Amanhã’).

Netflix divulga mais um clipe INÉDITO da animação ‘Ultraman: A Ascensão’; Confira!

Com estreia marcada para 14 de junho na Netflix, a animação ‘Ultraman: A Ascensão’ ganhou um clipe inédito.

Confira, junto ao trailer completo, e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Shannon Tindle e John Aoshima, conhecidos por seu trabalho em ‘Kubo e as Cordas Mágicas’, o filme é fruto da colaboração entre a Netflix e a Tsuburaya Productions.

Baseado nos personagens de Eiji Tsuburaya, o longa representa um projeto independente, distinto da série animada ‘Ultraman’, que conquistou três temporadas no serviço de streaming.

“De volta ao Japão, a estrela do baseball Ken Sato assume o papel de Ultraman para defender o planeta. No entanto, com as reviravoltas do destino, acaba tomando conta de um Kaiju bebê, filho de seu maior inimigo.”

Reputation | Ranqueamos as MELHORES músicas do 6º álbum de Taylor Swift

Em 10 de novembro de 2017Taylor Swift fazia seu aguardado comeback para o mundo da música, três anos depois de ter feito história com o lançamento de ‘1989’.

Criando uma resposta ao escrutínio da mídia em relação à sua vida particular e à sua imagem pública, Swift deu vida a ‘Reputation’ – um compilado de originais que fez um enorme sucesso de vendas e que se tornou um dos favoritos dos fãs. Afastando-se das costumeiras baladas românticas e das faixas de bubblegum pop exploradas no disco anterior, a cantora e compositora resolveu construir uma narrativa em que o eu-lírico se lançava a uma empreitada para se “vingar” daqueles que lhe fizeram mal – e encontrar paz e conforto em um romance.

Apesar de ter vendido mais de duas milhões de cópias ao redor do mundo em apenas uma semana, a crítica teve recepção mista por parte da produção e da lírica empregada por Swift – principalmente pela sonoridade se afastar drasticamente do que ela havia nos entregue até então. De qualquer forma, o disco conquistou uma indicação ao Grammy de Melhor Álbum Pop Vocal.

Para celebrar seu sétimo aniversário, preparamos uma breve lista elencando as cinco melhores músicas do compilado.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

5. “DRESS”

A semi-balada “Dress” também foi ofuscadas por singles mais impactantes da sexta produção de estúdio. Entretanto, os vocais sensuais e a lírica contemplativa de Taylor Swift abriu espaço para que a canção ganhasse uma legião de fãs e continuasse a ser ouvida mesmo depois de ter passado batido dos charts mundiais.

4. “LOOK WHAT YOU MADE ME DO”

“Look What You Made Me Do” abriu com êxito a era mais insana de Swift, ‘Reputation’. A mudança de ares e a atmosfera dark exalada pelos pesados versos misturo dance-pop e electroclash – e teve recepção polarizada por não ser nem um pouco parecida com qualquer coisa que a artista havia nos entregado até então. De qualquer forma, a canção se tornou o quinto #1 de Taylor nos charts da Billboard.

3. “GETAWAY CAR”

“Getaway Car” foi desperdiçado como um ótimo single em potencial para o álbum. Enquanto outras faixas pecaram em uma produção exageradamente maximalista, esta aqui conseguiu construir uma ótima semi-balada em synth-pop que fez ótimo uso de sintetizadores, distorções vocais e uma bateria elétrica potente – arquitetando uma pequena gema dentro do disco. Além disso, Swift assina uma radiante letra que presta homenagens a clássicos como ‘Bonnie e Clyde’ em um enredo envolvendo um relacionamento que nunca deveria ter dado certo.

2. “DON’T BLAME ME”

Taylor Swift nos deu vida com as inflexões do dub de “Don’t Blame Me”, uma das faixas mais coesas de ‘Reputation’. Misturando elementos do gospel e do synth-pop, a canção merecia ter ganhado mais atenção da mídia, mas ao menos caiu no gosto popular. Os versos tratam do amor como se fosse uma droga viciante e perigosa, ainda que necessária.

1. “DELICATE”

“Delicate” é a melhor música do sexto álbum de Swift, principalmente por resgatar um estilo musical do final do século passado e por retomar parceria com Martin e Shellback. O electropop, infundido com distorções vocais arrepiantes e envolventes, serviu como base para uma narrativa que voltava a demonstrar a vulnerabilidade de sua performer principal, ainda que contrastante com a produção restante do CD.

Jason Momoa revela que já concluiu suas gravações em ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’

Através das redes sociais, o astro Jason Momoa (‘Aquaman’) revelou que já terminou suas gravações no ambicioso longa-metragem ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’, que integra o DCU de James GunnPeter Safran’.

As boas novas foram reveladas na conta do Instagram oficial do astro, neste último sábado (12).

Veja:

O filme fica a encargo de Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em ‘Cruella’ e ‘Eu, Tonya’.

Gillespie é reconhecido por sua habilidade em trazer à vida histórias cativantes, tendo dirigido também outros filmes como ‘Dinheiro Fácil’, ‘A Garota Ideal’ e ‘Arremesso de Ouro’.

Escrito por Ana Nogueira, o longa chega aos cinemas em 2026.

Baseado na série de oito edições do escritor Tom King, ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’ será uma aventura de ficção científica que mostrará a prima do Superman de uma maneira que os espectadores não estão acostumados a vê-la. Na trama, Kara Zor-El, acreditando estar sem propósito, é procurada por uma garota alienígena para uma missão de vingança contra os vilões que exterminaram seu planeta. Agora, uma kryptoniana, um cachorro e uma criança com o coração partido partem para o espaço em uma jornada que mudará suas vidas para sempre.

Milly Alcock protagoniza o longa-metragem como a heroína titular. Eve Ridley (Ruthye), Matthias Schoenaerts (Krem), David Krumholtz (Zor-El) e Emily Beecham (Alura In-Ze) também integram o elenco.

Assassino impiedoso deve tomar difícil decisão no trailer de ‘Néro’, novo drama francês da Netflix

Netflix divulgou hoje (9) o trailer oficial de ‘Néro’, sua mais nova série de época francesa.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 8 de outubro.

Confira:

A série foi criada por Allan Mauduit, que passou quatro anos desenvolvendo o projeto. Ele também codirige os episódios ao lado de Ludovic Colbeau-Justin.

Jean-Patrick BenesMartin DouaireRaphaëlle RichetNicolas Digard assinam o roteiro.

França, 1504. O impiedoso assassino Néro (Pio Marmaï) reencontra inesperadamente a filha Perla, que foi abandonada ao nascer. Perseguidos por forças sombrias, pai e filha embarcam em uma jornada épica com um grupo de amigos caótico e totalmente disfuncional. Ao longo do caminho, dividido entre a vingança e a redenção, Néro precisa fazer uma escolha difícil: salvar a si mesmo ou, então, salvar a filha e o mundo inteiro.

Olivier GourmetAlice IsaazLouis-Do De LencquesaingCamille Razat coestrelam.

A primeira temporada contará com oito capítulos.

Sam Reid é um ASTRO da música no teaser inédito de ‘O Vampiro Lestat’; Confira!

A AMC divulgou um novo teaser oficial de ‘O Vampiro Lestat’ – como fica conhecida a terceira temporada da elogiada série ‘Entrevista com o Vampiro’.

Baseada nos populares romances de Anne Rice, o terceiro ciclo tem retorno previsto para o verão norte-americano de 2026 (isto é, entre os meses de junho e agosto).

Confira:

A adaptação contemporânea do romance gótico acompanha a história de amor e imortalidade de Louis de Pointe du Lac (Jacob Anderson), Lestat de Lioncourt (Sam Reid) e Claudia (Delainey Hayles), contada ao jornalista Daniel Molloy (Eric Bogosian).

Na terceira temporada, o Vampiro Lestat (Reid) conta sua história de uma forma que só ele sabe fazer — formando uma banda e saindo em turnê. Gabrielle, Nicholas, Magnus, Marius, Aqueles Que Devem Ser Preservados. Eles se juntam a Louis, Armand, Molloy, Sam, Raglan e Fareed em uma peregrinação sensual através do espaço, do tempo e do trauma.

Jennifer Ehle, Christopher Heyerdahl, Damien Atkins, Ella Ballentine, Jeanine Serralles e Assad Zaman também estrelam.

Sheila Atim (‘A Mulher Rei’), Noah Reid (‘Schitt’s Creek’), Ryan Kattner (‘Destroy All Neighbors’), Seamus Patterson (‘O Gabinete de Curiosidades de Guillermo Del Toro’) e Sarah Swire (‘The Boys’) farão parte dos novos episódios.

No Brasil, a série está disponível no Prime Video.

Maria Sten é ‘Neagley’ no cartaz INÉDITO do derivado de ‘Reacher’; Confira!

Prime Video divulgou um cartaz inédito de ‘Neagley’, série derivada de ‘Reacher’ que é focada na detetive particular Frances Neagley.

Estrelado por Maria Sten, o spin-off chega à plataforma de streaming no dia 16 de setembro – mais de um mês depois do lançamento da 4ª temporada da produção original.

Confira:

Greyston Holt dará vida ao detetive Hudson Riley; Jasper Jones será Keno; Adeline Rudolph interpretará Renee; Matthew Del Negro será Pierce Woodrow; e Damon Herriman será Lawrence Cole.

A sinopse oficial descreve:

Frances Neagley é uma detetive particular em Chicago. Quando ela descobre que um amigo querido do seu passado foi morto em um acidente suspeito, ela se dedica totalmente à busca por justiça. Usando tudo o que aprendeu com Jack Reacher e seu tempo como membro dos 110 Investigadores Especiais, Neagley se vê em um caminho perigoso para descobrir um mal ameaçador.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Brie Larson ficou encantada com novo personagem da saga

Depois de assistir ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’, Brie Larson publicou em seu perfil no Twitter que ficou encantada com o personagem D-O, o droide encontrado por Rey (Daisy Ridley) e BB-8 enquanto tentavam localizar o Imperador.

Na legenda, Larson escreveu:

“Fiquei encantada com aquele droide que sofre de um trauma desconhecido toda vez que alguém se aproxima tentando tocá-lo… Ele diz: ‘Não, obrigado’.”

Confira:

De acordo com o Comic Book, o diretor J.J. Abrams foi o responsável por dublar o personagem na versão original.

Na trama, D-O é resgatado da nave de Ochi de Bastoon, o caçador de Jedi responsável pela morte dos pais de Rey. E, apesar de suas frases limitadas, o pequeno droide conquista os fãs e tira algumas risadas do público.

“D-O é como uma criança pequena. Ele é desconfiado e não sabe muito bem o que fazer […] O que eu mais gosto nele, é que ele se encanta com o BB-8 imediatamente depois de ser ativado. Ele o segue como um patinho seguindo sua mãe e tenta imitá-lo, mesmo quando ele não sabe o que o BB-8 está fazendo. Ele é tão ingênuo.”, disse Neil Scanlan, supervisor de criaturas e droides da Lucasfilm.

Abrams não foi o único a fazer uma dessas participações no filme, pois Mark Hamill, intérprete de Luke Skywalker, também dublou o alien Boolio.

Para quem não se lembra, Boolio é aquela criatura verde com chifres, que ajuda Finn, Poe, R2D2, e Chewbacca a obter uma mensagem de um espião infiltrado na Primeira Ordem.

Infelizmente, Boolio é assassinado pelos Cavaleiros de Ren depois que eles descobrem seu envolvimento com os heróis da Resistência.

Anteriormente, Hamill já havia revelado à Associated Press que sua última aparição como Luke Skywalker seria apenas uma participação especial.

“Meu encerramento oficial foi em ‘Os Últimos Jedi‘. Minha presença em ‘A AScensão Skywalker‘ será apenas uma participação, porque a mitologia de ‘Star Wars‘ permite aos Jedi que eles se comuniquem com os vivos através da Força. Mas é isso, Luke está morto.”

Lembrando que ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Assista nossa crítica:

Confira a porcentagem de aprovação de toda a franquia:

‘Star Wars: A Ameaça Fantasma’ (53%)
‘Star Wars: O Ataque dos Clones’ (65%)
‘Star Wars: A Vingabça dos Sith’ (80%)
‘Rogue One : Uma História Star Wars’ (83%)
‘Solo: Uma História Star Wars’ (70%)
‘Star Wars: Uma Nova Esperança’ (93%)
‘Star Wars: O Império Contra-Ataca’ (94%)
‘Star Wars: O Retorno de Jedi’ (82%)
‘Star Wars: O Despertar da Força’ (93%)
‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ (91%)
‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ (57%)

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

 

Fan Pôster de ‘Capitã Marvel 2’ traz Galactus como o grande vilão da sequência; Confira

Em seu perfil do Instagram, um fã publicou um incrível pôster de ‘Capitã Marvel 2‘, reunindo Carol Danvers (Brie Larson) ao lado do Homem-Aranha (Tom Holland) e Nick Fury (Samuel L. Jackson).

O mais interessante é que o cartaz destaca a presença de Galactus como o grande vilão da sequência, já que ele é um forte candidato para substituir Thanos (Josh Brolin) como uma das novas ameaças ao MCU.

O pôster ainda traz Jude Law como Yon-Rogg e Ben Mendelsohn como o Skrull Thalos.

Confira:

“Alguma possibilidade do Homem-Aranha e do Galactus aparecerem em ‘Capitã Marvel 2‘?”

Falando nisso, o Murphy’s Multiverse divulgou que a vindoura sequência será rodada no Reino Unido e em algumas regiões da Europa a partir do ano que vem, mas ainda não há uma data definida para o início da produção.

O filme anterior foi filmado inteiramente na Califórnia.

Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’) foi confirmada como diretora, enquanto o roteiro já está sendo escrito por Megan McDonnell, que atualmente trabalha como assistente na vindoura série ‘WandaVision’, do Disney+.

Segundo rumores divulgados pelo The Direct, a Marvel tem planos ambiciosos para a continuação

O estúdio se empolgou com a arrecadação de mais de US$1 bilhão e pretende “incluir muitos personagens conhecidos do MCU, tornando-o um mini-Vingadores”. Assim como rumores anteriores já alertavam, o filme será baseado nos quadrinhos da saga ‘Invasão Secreta‘.

Para quem não conhece, a saga em questão foi escrita por Michael Bendis e Leinil Francis Yu, sendo publicada em 2008.

Na trama, os heróis mais poderosos da Terra descobrem que os Skrulls se infiltraram no planeta e tomaram o lugar de diversos Vingadores na tentativa de controlar nosso mundo.

O site conclui alegando que o filme irá introduzir Kamala Khan, uma super-heroína adolescente e muito fã de Carol Danvers que abraça a abandonada manta de Ms. Marvel.

Khan, uma jovem americana-paquistanesa que morava em Nova Jersey, ganhou as manchetes do mundo inteiro como a primeira super-heroína muçulmana. Mas ela não aparece no filme em questão, o qual é centrado no conflito entre duas facções alienígenas: os Krees e os Skrulls.

Mas como nada foi informado oficialmente, pode se tratar apenas de um rumor.

Lançado em março de 2019, o longa original foi um sucesso de público, arrecadando US$ 1,128 bilhão pelo mundo.

Assista nossa crítica:

10 filmes com personagens INSANOS disponíveis nos streamings

A realização de coisas sem sentido é uma boa definição para a insanidade. Ao longo do tempo, o mundo do cinema já nos apresentou centenas de personagens com essas características, geralmente em tramas pulsantes com diversos conflitos. Pensando nisso, criamos abaixo uma lista com 10 filmes com personagens INSANOS disponíveis nos streamings:

 

Con Air – A Rota da Fuga (Disney Plus)

Na trama, conhecemos Cameron Poe (Nicolas Cage) um soldado do exército norte-americano, do grupo de elite conhecido como Rangers, que após lutar contra arruaceiros inescrupulosos que incomodavam ele e sua esposa grávida Tricia (Monica Potter), em legítima defesa, acaba sendo condenado pela morte de um deles e assim vai parar na prisão federal por uma década. O tempo passa e sem nunca ter contato com sua filha, Cameron tem a chance de sair da prisão em condicional mas no dia de sua transferência embarca em um avião repleto de criminosos insanos, comandados por Cyrus ‘The Virus’ Grissom (John Malkovich), que acabam sequestrando o avião. Buscando soluções e resgatando seus dias de herói, o protagonista tentará salvar o dia, ao lado do agente Vince Larkin (John Cusack), e voltar para os braços de sua família.

 

Maus Momentos no Hotel Royale (Disney Plus)

Na trama, ambientada décadas atrás, conhecemos sete figuras desconhecidas que acabam indo parar no mesmo hotel em um certo dia. Cada um deles tem muita coisa a esconder e acaba parando nesse lugar, alguns por acaso e outros com a direção correta, para ir atrás do seus respectivos objetivos. Mas, por armadilha do destino, esses complicados personagens acabam invadindo os objetivos uns dos outros, transformando uma noite em uma batalha pela sobrevivência, onde não existe o bem nem o mal.

 

Saltburn (Prime Video)

Na trama, conhecemos o recém chegado à faculdade de Oxford, o aparente solitário Oliver (Barry Keoghan), um jovem que parece sofrer com a vida que leva fora daquele lugar. Quando conhece Felix (Jacob Elordi), um jovem milionário também estudante de Oxford, Oliver se vê atraído pelo universo de Felix, de riqueza e poder. Até que um dia que Felix o convida para passar o verão na mansão da família, Saltburn, junto com sua família cheia de peculiaridades.

 

Doente de mim Mesma (MUBI)

Na trama, conhecemos Signe (Kristine Kujath Thorp), uma jovem que está em um relacionamento com o artista Thomas (Eirik Sæther). Os dois vivem juntos faz algum tempo e possuem uma relação estranha, repleta de disputas, competitiva ao extremo. Quando Thomas começa a fazer muito sucesso na sua área, Signe entra em um colapso emocional e começa a fazer de tudo por atenção rumando rapidamente para um show de situações constrangedoras.

 

Casamento Sangrento (Disney Plus)

Na trama, conhecemos Grace (Samara Weaving), filha de pais adotivos que sempre sonhou em ter uma família e está prestes a realizar seu sonho já que encontrou seu príncipe encantado, Alex (Mark O’Brien), um apaixonado futuro marido. No dia do casamento, ela vai passar as futuras horas na mansão da família do rapaz (que fez fortuna ao longo do tempo no início com uma fábrica que criava baralhos, depois vendia jogos de tabuleiros, e mais pra frente empreendedores bem sucedidos), e lá acaba conhecendo melhor uma tradição macabra onde o destino pode ser definido ao puxar uma carta que faz parte de um jogo que vem de ancestrais passados. Assim, em uma enorme mansão, cheia de passagens secretas, câmeras por todos os lados, vemos uma surpreendida protagonista que vai precisar ser muito corajosa em uma luta pela sobrevivência.

 

The Trip (Netflix)

Na trama, conhecemos Lisa (Noomi Rapace) e Lars (Aksel Hennie), um casal na faixa do 40 anos que está em gigantesca crise no casamento deles. Ela uma atriz frustrada por nunca conseguir grandes papéis, ele um cineasta que só consegue dirigir comerciais de televisão. Para tentar resolver a situação, planejam um fim de semana em um lugar afastado do grande centro onde várias situações surpreendentes colocam em cheque tudo que eles pensaram um sobre o outro até ali. Repleto de surpresas, o projeto envolve cenas de ação de tirar o fôlego e diálogos debochados por todo seu tempo.

 

Marcas da Violência (MAX)

Na trama, conhecemos Tom (Viggo Mortensen), um pacato dono de uma cafeteria que vive feliz com sua esposa Edie (Maria Bello) e seus dois filhos em uma cidadezinha no interior dos Estados Unidos. Um dia, uma dupla de criminosos resolvem entrar na cafeteria de Tom nas últimas horas de uma noite, gerando o caos no lugar e Tom acaba, de forma surpreendente para todos no local, matando os criminosos. Ele logo vira celebridade na cidade, aparece na televisão, e tem a vida completamente mudada quando dias depois chega na cidade um homem dizendo que Tom na verdade é um violento membro de uma organização criminosa. Assim, aos poucos vamos entendendo melhor as lacunas dessa surpreendente história.

 

Sisu: Uma História de Determinação (MAX)

Na trama, conhecemos Aatami (Jorma Tommila), um ex-comandante do exército finlandês, temido pelo próprio batalhão, que abandonou os tempos de guerra, largado em uma terra ao norte, ainda destruída, no meio do nada, onde vira garimpeiro e começa a achar generosas quantidades de ouro. Só que logo seu caminho se cruza com o de nazistas inescrupulosos sedentos pelo ouro encontrado.

 

Inferno Sangrento (Looke)

Na trama, conhecemos Rex (Ben O’Toole), um ex-militar do exército, perturbado psicologicamente, com uma visão de si mesmo que aparece em meio a todos os conflitos que passa. Ele está em um presente complicado após ser o protagonista de uma abordagem imprudente dentro de um banco, o que para alguns foi um ato heroico mas acaba o levando para a cadeia por oito anos. Assim que sai da prisão, por conta da repercussão da história, é perseguido por paparazzis e se torna um rosto famoso na multidão. Buscando se livrar de todo esse holofote resolve comprar uma passagem apenas de ida para a Finlândia onde eu destino se cruza com uma aterrorizante família de psicopatas que inclusive pratica o canibalismo.

 

Noite Infeliz (Telecine)

Na trama, conhecemos o verdadeiro Papai Noel (David Harbour) que aqui nesse projeto é um beberrão, desacreditado, desanimado na data onde é mais lembrado, pensando inclusive em se aposentar. Durante sua rotina intensa durante o natal, acaba chegando na casa da família de Trudy (Leah Brady), uma criança que ainda acredita no Papai Noel e vive dias difíceis com seus pais à beira da separação. Quando um grupo de criminosos resolve assaltar a casa da família dela justo no natal, Papai Noel fará de tudo para proteger Trudy e toda sua família.

 

 

[EXCLUSIVO] Trailer da comédia dramática ‘De Encontro com a Vida’

O CinePOP divulga com exclusividade o trailer da comédia De Encontro com a Vida (Mein Blind Date Mit Dem Leben | My Blind Date With Life), que a Alpha Filmes e a Mares Filmes lançam nos cinemas brasileiros dia 15 de março de 2018, e foi um dos destaques na programação da 41ª MOSTRA DE CINEMA DE SÃO PAULO. Assista abaixo.

Na trama, Saliya ficou parcialmente cego quando adolescente. Apesar disso, não desistiu do seu sonho de trabalhar em um hotel de luxo. Sem contar a ninguém que mal vê, o rapaz consegue um estágio no hotel mais conceituado de Munique. No entanto, quando Saliya se apaixona por Laura, seu plano, cuidadosamente elaborado, começa a desmoronar. DESTAQUE NA PROGRAMAÇÃO DA 41ª MOSTRA DE CINEMA DE SÃO PAULO.

O filme tem direção de Marc Rothemund, diretor de Uma Mulher Contra Hitler, indicado ao Oscar.

‘Heathers’, ‘Namorada de Aluguel’ e Outros Sucessos 80´s em DVD

Ah, os anos 80. Só quem viveu sabe o que foi. A nostalgia não é sem propósito. Para o cinema, esta foi uma das décadas mais férteis em matéria de entretenimento, pois foi nos 80´s que o cinema pipoca atingiu um nível sem precedentes. É justamente por isso que a época é tão celebrada, até mesmo por quem nem era nascido.

Mas nem só de blockbusters é conhecida a década, e alguns dos filmes adolescentes e comédias mais adoradas – até mesmo pelas gerações mais novas – saíram justamente do período. Alguns destes filmes cultuados nunca haviam dado as caras no Brasil em home vídeo na era do DVD. Mas a distribuidora Obras Primas do Cinema acaba de remediar isso com sua coleção Sessão Anos 80.

A coleção já está em seu terceiro volume e a cada box são trazidos quatro novos filmes – alguns menos conhecidos, outros amados. Neste texto, iremos comentar os filmes do Box de Volume 3, ao qual tivemos a oportunidade de assistir e relembrar estes verdadeiros clássicos trintões. Vem conhecer.

Atração Mortal (Heathers, 1988)

Mais conhecido por seu título original Heathers, até mesmo no Brasil, este é um filme que continua a ser redescoberto pelas novas gerações. Quando foi lançado nos cinemas, o filme passou relativamente em branco, mas começou a ganhar uma legião de fãs logo após, atingindo status de cult. Na realidade, o longa chegou aos cinemas mesmo em 1989, sendo exibido apenas em um festival da Itália em 1988.

O título original, é claro, faz referência a três colegas de escola chamadas Heather. Elas são as patricinhas insuportáveis, cruéis e frias, que transformam as vidas de seus desafetos em um verdadeiro inferno. No meio de tudo está Veronica, a protagonista vivida por Winona Ryder – a It Girl da década, então recém-saída do sucesso de Os Fantasmas Se Divertem (BeetleJuice), de Tim Burton.

Veronica é mais um joguete nas mãos das jovens patifes, não tem muita escapatória e precisa participar de seus jogos sádicos, já que elas controlam a escola com sua popularidade. Justamente por tais semelhanças e seu enredo, Atração Mortal (título em português bem genérico) é considerado um predecessor de Meninas Malvadas (Mean Girls, 2004) – “hino” para aqueles que cresceram na década passada.

No papel das três Hetathers: Kim Walker, Lisanne Falk e Shannen Doherty. As duas primeiras participaram também de Digam o que Quiserem (1989), presente no volume 2 da coleção, sobre o qual falaremos em outra oportunidade. Kim Walker, a principal das Heathers, infelizmente faleceu em 2001, aos 32 anos, devido a um tumor cerebral. Shannen Doherty se tornaria a mais famosa das três, mais conhecida como a Brenda da série Barrados no Baile (1990-1994) e a Prue de Charmed (1998-2001).

A trama começa a girar quando a protagonista conhece um rapaz rebelde, papel de Christian Slater, e juntos planejam a morte de alguns colegas de classe, incluindo as Heathers. Atração Mortal funciona como sátira, dono de diálogos afiados e situações pra lá de irônicas, criadas pelo roteiro de Daniel Walters (Batman, O Retorno). Entre os temas: o suicídio de adolescentes, tratado na forma de crítica social pelo longa de Michael Lehmann (Hudson Hawk).

Uma curiosidade é que uma série de TV havia sido produzida pela Paramount Network para ser lançada este ano. A série foi adiada pelo canal, devido ao atentado em um colégio na Flórida – que iria coincidir com o lançamento. Depois disso, o canal decidiu cancelar a estreia do programa, que já tinha 10 episódios gravados, devido ao seu tema (de assassinatos em um colégio) – o que com certeza irá transformar o seriado em mais uma lenda urbana. Shannen Doherty fez participação como a mãe de um dos personagens.

Namorada de Aluguel (1987)

É curioso perceber como algumas ideias simples, quando bem trabalhadas, podem se tornar um grande sucesso. A ideia principal desta comédia romântica adolescente, assim como o filme acima, também fala sobre popularidade no colégio – um tema que era muito martelado no subgênero e parece relevante até hoje.

Curiosamente, a história principal aqui pode soar um pouco estranha hoje em dia. Na trama, o dedicado nerd Ronald (Patrick Dempsey) aproveita a oportunidade quando a patricinha popular Cindy (Amanda Peterson) está precisando de dinheiro e resolve lhe dar suas economias – exatamente a mesma quantia que ela precisava – em troca de que finja ser sua namorada a fim de impulsionar sua popularidade no colégio.

Embora possamos achar que este mote – um rapaz pagando uma moça pela sua companhia – possa ser considerado incorreto atualmente, no ano de seu lançamento a coisa não foi muito diferente. O que conta aqui é a forma como o filme desenvolve o conceito, sendo capaz de construir uma relação verdadeira entre os protagonistas – que de começo não queriam estar em tal situação, mas acabam construindo fortes e honestos laços. A conclusão aqui é que Ronald na verdade tinha muito mais a mostrar e acrescentar na vida de Cindy do que o contrário.

O título original do filme seria “Boy Rents Girl”, fazendo referência ao clássico modelo de roteiro “garoto conhece garota” e mais em sintonia com a tradução em português. Can´t Buy Me Love, o verdadeiro título original – algo como “não pode comprar o amor para mim” – é também uma canção dos Beatles, usada na trilha sonora. Infelizmente, assim como em Atração Mortal, a protagonista Amanda Peterson faleceu em 2015, aos 43 anos, devido a uma overdose acidental de morfina.

A Inocência do Primeiro Amor (1986)

O filme mais antigo do box, Lucas, no título original (nome do protagonista), também conta com Winona Ryder no elenco. Aqui, no entanto, a atriz faz uma participação menor como coadjuvante. Os verdadeiros protagonistas são Corey Haim e Kerri Green. Ao contrário dos outros filmes da lista, A Inocência do Primeiro Amor é mais voltado ao drama, se mostrando uma verdadeira história de coming of age.

Lucas (Haim), um adolescente de 14 anos é inteligente demais e termina estudando junto com jovens mais velhos no colégio. Sem muitos amigos, ele conhece Maggie (Green), uma nova estudante com quem desenvolve grande amizade. Por ser uma garota mais velha, Lucas deixa florescer uma paixão platônica pela moça. Ela, no entanto, começa a se apaixonar por Cappie, papel de um Charlie Sheen ainda garoto – paixão esta correspondida pelo rapaz. Cappie é uma espécie de irmão mais velho/protetor de Lucas – o que torna o triângulo ainda mais difícil para o menino.

Escrito e dirigido por David Seltzer, o longa guarda ainda interessantes reviravoltas no que diz respeito à vida misteriosa do protagonista. Mais um filme, mais uma triste perda. Corey Haim, mais conhecido por seus trabalhos em Os Garotos Perdidos (1987), de Joel Schumacher, e Sem Licença para Dirigir (1988), faleceu em 2010, aos 38 anos, vítima de uma pneumonia. Já Kerri Green será para sempre lembrada por seu trabalho em Os Goonies (1985), um dos filmes mais icônicos dos 80´s.

No elenco, além dos citados, temos Courtney Thorne-Smith (Melrose e Ally McBeal) e Jeremy Piven (Entourage).

Ela é o Diabo (1989)

Meryl Streep, a atriz mais premiada da atualidade, é a protagonista desta comédia de vingança. Baseado no livro de Fay Weldon e dirigido por Susan Seidelman, este filme que tem a força feminina por trás, apresenta a volta por cima máxima de uma esposa traída e desprezada.

Na trama, a polêmica Roseanne Barr (acusada de racismo recentemente na vida real) vive Ruth, mãe de família e esposa devota. Seu marido Bob, papel de Ed Begley Jr., conhece e se encanta por Mary Fisher (Streep), famosa escritora de romances. Após um desavergonhado affair, o sujeito finalmente deixa a esposa para casar com a amante. É então que a mulher trocada orquestra um intrincado plano para dar o troco nos pombinhos.

Pelo filme, Meryl Streep foi indicada ao Globo de Ouro. Ela é o Diabo marca a primeira comédia declarada na carreira da atriz. Curiosamente, ela viria a interpretar um papel muito semelhante alguns anos depois em A Morte Lhe Cai Bem (1992), de Robert Zemeckis, no qual, igualmente vive uma mulher bela e rica que rouba o marido de outra. Uma adaptação do mesmo livro já havia sido feita e lançada em 1986, na forma de uma minissérie em 4 episódios para a TV. Esta versão, no entanto, é a mais conhecida.

Ela é o Diabo marca a estreia no cinema de Roseanne Barr, que na mesma época explodia na série Roseanne. Um revival da série foi ao ar este ano, mas logo foi prontamente cancelada devido aos comentários ofensivos da protagonista.

10 Lançamentos de Clássicos Cult dos anos 80 Imperdíveis na Amazon Prime Video

Desde que comprou o estúdio MGM, a Amazon Prime Video adquiriu também a elaborada filmoteca do estúdio, que é um dos mais tradicionais de Hollywood, e que ajudou a construir a maior indústria de cinema do mundo. Ou seja, com a aquisição, a Amazon Prime Video se tornou um dos serviços de streamings indispensáveis da atualidade, pois possui de forma quase exclusiva uma filmoteca invejável de títulos icônicos.

De tudo, desde a franquia 007, passando pelos filmes de ‘Rocky’ e seu derivado ‘Creed’, até os clássicos de ‘A Pantera Cor-de-Rosa’ com Peter Sellers, a trilogia de ‘Robocop’ e até mesmo o original ‘Matador de Aluguel’, recentemente disponibilizado no acervo para coincidir com o remake, a carta de títulos é simplesmente extensa demais. Como não cabe tudo de uma vez só, temos o famoso rodízio, no qual títulos chegam e outros saem – somente para retornarem de novo mais para frente.

Pensando nesse acervo bastante rico, resolvemos jogar luz em alguns filmes cult dos anos 80 que acabaram de chegar na Amazon e que muitos, em especial os fãs mais jovens, podem não conhecer. Bem-vindos ao momento da nostalgia. Confira abaixo.

Expresso para o Inferno

Blu-Ray Review: Kino Lorber's Runaway Train (KL Studio Classics) – The Movie  Isle

Considerado o melhor filme do estúdio Cannon pelos fãs da década de 1980, ‘Expresso para o Inferno’ recebeu inclusive carinho da Academia, com três indicações ao Oscar: melhor ator (Jon Voight), ator coadjuvante (Eric Roberts) e edição. A trama começa como um filme de prisão, porém, muda para um filme de fuga quando dois condenados a uma penitenciária de segurança máxima no Alasca conseguem escapar e vão parar a bordo de um trem sem condutor. Era o “Velocidade Máxima” da época.

1984

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Uma das obras literárias de ficção científica mais influentes de todos os tempos, o livro de George Orwell, escrito ainda em 1949. Altamente visionário, o texto apresenta um governo totalitário no qual o cidadão comum é vigiado a todo momento e controlado em um regime ditatorial. O protagonista é Winston Smith, papel de John Hurt, um funcionário cujo trabalho forçado é reescrever a história. Ou seja, mais atual impossível – em especial quando falamos em negacionistas.

A Traição do Falcão

Um thriller policial e de espionagem lançado em 1985, que conta com dois dos jovens atores mais talentosos daquela época: Timothy Hutton (vencedor de melhor ator em 1981 no Oscar) e Sean Penn. O primeiro é um oficial do governo que, desiludido com os segredos de Estado que precisa guardar, resolve se tornar um espião para a então União Soviética. O segundo, Penn, é seu melhor amigo, um pequeno vagabundo traficante de drogas.

Eu, Christiane F.

Um dos filmes mais impactantes da história do cinema, essa produção alemã clássica dos anos 80 é baseada em uma aterradora trama real sobre Christiane (papel de Natja Brunckhorst), uma adolescente de 13 anos “perdida na vida”, que começa a andar com más companhias em shows e boates de rock, experimenta drogas e com ainda bem jovem se torna dependente química e depois prostituta. É cinema denúncia em sua mais pura forma, e um verdadeiro soco no estômago.

Matador de Aluguel

Recentemente falei sobre esse clássico absoluto da ação, produzido pela MGM e lançado no fim da década, em 1989. Isso porque a nova versão do clássico deu o que falar ao ser lançado diretamente na plataforma da Amazon Prime Video, estrelado por Jake Gyllenhaal e Conor McGregor. Pensando em seu público mais velho, a Amazon tratou de disponibilizar também o original, como forma igualmente do público mais jovem conhecer o clássico. Na trama, o saudoso Patrick Swayze é o melhor segurança do mundo, e começa a trabalhar no bar mais barra-pesada de que se tem notícia, a fim de organizar a casa.

Na Calada da Noite

Thriller no estilo ‘Vestida para Matar’, quem estrela no longa é a recordista de indicações ao Oscar, a musa Meryl Streep, ainda bem novinha. Dirigido por Robert Benton, o mesmo do clássico ‘Kramer vs. Kramer’, que indicou Streep ao Oscar, a trama mostra um psicólogo (papel de Roy Scheider – o xerife Brody de ‘Tubarão’) que perde um paciente assassinado a facadas. Agora, ele precisa ajudar a polícia a desvendar esse caso – que traz Streep, a amante do sujeito, como uma das principais suspeitas. Jessica Tandy (‘Conduzindo Miss Daisy’) completa o elenco.

Fora de Jogada

Um dos filmes de esportes mais queridos de todos os tempos, em especial dos anos 80, ‘Fora de Jogada’ é um relato-denúncia sobre um escândalo que marcou negativamente um dos esportes mais adorados nos EUA, o baseball. Na trama, oito jogadores do badalado time Chicago White Sox conspiraram com apostadores para entregar o campeonato em 1919 – o escândalo recebeu o nome de “meia preta”, ironia com os “meias brancas do time”. No elenco, jovens nomes da época como John Cusack e Charlie Sheen.

Feitiço do Rio

Por falar em atores veteranos que nos anos 80 ainda eram adolescentes, aqui temos uma jovenzinha Demi Moore protagonizando. Ela interpreta a filha de Michael Caine. Pai e filha viajam para o Rio de Janeiro, no Brasil, ao lado de um amigo dele e a filha deste. Porém, o calor do Rio e o “feitiço” da cidade sedutora toma os ânimos de assalto, fazendo a filha do melhor amigo seduzir Michael Caine, um homem de meia idade – complicando as coisas nas férias.

Uma Questão de Classe

Ainda seguindo nessa seara de comédias nas quais um adolescente tem um caso com uma pessoa bem mais velha, que é parente de um amigo, temos ‘Uma Questão de Classe’. Aqui, temos invertida a dinâmica do item acima. Ao invés de um homem de meia idade ser “seduzido” por uma jovem, temos uma mulher madura tendo um tórrido caso de amor com um jovem rapaz. Na trama Andrew McCarthy vive um rapaz de origem humilde que ganha uma bolsa em uma faculdade de elite. No local ele faz amizade com o playboy vivido por Rob Lowe. Porém, termina tendo um caso com uma mulher mais velha (Jacqueline Bisset), e logo descobre que a mulher é a mãe de seu amigo riquinho.

Um Toque de Sedução

Terminando a matéria de dicas de clássicos cult dos anos 80 que acabaram de chegar na Amazon Prime Video, temos um longa estrelado pela musa da época, Sherilyn Fenn, que ganharia fama com a série ‘Twin Peaks’. Ela vive April, uma dondoca sulista que joga sua vida arranjada para o alto, o que inclui o casamento com um sujeito escolhido pela família, para viver uma aventura erótica com um rapaz vindo de origem humilde, que trabalha em um parque de diversões. O amante é vivido por Richard Tyson, o Buddy Revell do clássico absoluto ‘Te Pego Lá Fora’.

‘American Horror Story: Apocalypse’ ganha trailer COMPLETO; Confira!

American Horror Story: Apocalypse‘ ganhou trailer COMPLETO, com várias cenas inéditas.

Confira:

‘American Horror Story: Apocalypse’ será o tão aguardado crossover entre “Murder House” (1ª Temporada) e “Coven” (3ª Temporada).

A estreia nos EUA acontece dia 12 de setembro.

Também estão confirmados Taissa Farmiga, Sarah Paulson, Evan Peters, Emma Roberts, Kathy Bates, Joan Collins, Billie Lourd, Cheyenne Jackson, Leslie Grossman, Billy Eichner e Adina Porter.

O FX já renovou ‘American Horror Story’ para suas 9ª e 10ª temporadas.

‘Descendentes 3’: Vilão Hades é destaque no novo trailer da sequência; Assista!

‘Descendentes 3‘ ganhou um novo trailer, destacando o vilão Hades.

Confira:

Kenny Ortega, que dirigiu os dois primeiros filmes, retorna à direção.

Dessa vez, Mal (filha de Malévola), Evie (filha da Rainha Má), Carlos (filho da Cruella de Vil) e Jay (filho do Jafar) retornam à Ilha dos Perdidos para recrutar um novo grupo de descendentes para salvar os habitantes de Auradon.

O elenco inclui Dove Cameron, Booboo Stewart, Cameron Boyce, Sofia Carson, Mitchell Hope e China Anne McClain.

O filme estreia no Disney Channel em 2019, no verão norte-americano!

‘Maria e João’: Bruxa espreita em novo cartaz sinistro do terror; Confira!

O terror ‘Maria e João: O Conto das Bruxas‘, versão sinistra do conto clássico de ‘João e Maria‘, ganhou um novo cartaz.

Confira:

O longa teve sua estreia no Brasil adiada pela Imagem Filmes. Inicialmente previsto para ser lançado nos cinemas nacionais em janeiro, agora o terror irá estrear apenas em 20 de fevereiro.

‘Maria e João’ é dirigido por Osgood Perkins (‘A Enviada do Mal‘).

Desta vez, as migalhas nos guiarão por um caminho muito mais sombrio e perturbador. Durante um período de escassez, Maria (Sophia Lillis) e seu irmão mais novo, João (Sammy Leakey), saem de casa e partem para a floresta em busca de comida e sobrevivência. É quando encontram uma senhora (Alice Krige), cujas intenções podem não ser tão inocentes quanto parecem, que eles descobrem que nem todo conto de fadas tem final feliz.

O elenco inclui Sophia Lillis, Sammy Leakey, Charles Babalola e Alice Krige.

Tobin Bell exorciza demônio no trailer LEGENDADO do terror ‘Dentro da Escuridão’; Confira!

O terror ‘Dentro da Escuridão‘, estrelado por Tobin Bell (‘Jogos Mortais‘), ganhou um trailer legendado.

Confira:

O longa é dirigido por Don E. FauntLeRoy.

Quando um adolescente começa a mudar seu comportamento, ficando mais sombrio e por vezes até violento, os pais pensam ser uma fase. Já sua irmã não pensa assim e nota uma presença sobrenatural rondando o irmão. Quando uma tragédia familiar acontece, o rapaz piora de vez e a garota está certa de que o irmão está possuído, o que acaba levando a um exorcismo e muitas revelações sobre o passado da família e a misteriosa igreja local.

Randy ShellyJohn Savage e Adrienne Barbeau também estrelam a produção.

No Brasil, o longa será lançado direto em vídeo pela A2 Filmes.

‘Spirit – O Indomável’: Escute a canção ‘You Belong’, da Becky G, para a trilha sonora da animação!

A Universal Pictures divulgou na íntegra a canção original You Belong, cantada pela Becky G, para a trilha sonora da animação ‘Spirit – O Indomável‘.

Confira:

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 10 de junho.

Durante uma entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, a diretor Elaine Bogan conversou com nossa jornalista e crítica Rafa Gomes sobre como sua própria trajetória inspirou a cativante trama de Lucky:

“Eu cresci e estudei no Canadá e sair de lá e me mudar para Los Angeles, para me tornar uma artista de storyboard em um grande estúdio, se tornou algo gigantesco. Isso foi um enorme compromisso emocional e uma grande parte de uma enorme mudança na minha vida. E todas as vezes que eu tive dificuldades aqui, sempre me ajudou muito me lembrar de onde eu vim e quem eu sou, por conta da minha mãe e do meu pai e eu acho que isso é uma grande parte da história. Essa é também uma grande jornada para a Lucky”.

Elaine Bogan e Ennio Torresan são responsáveis pela direção.

Quando um tratador de cavalos sem coração (indicado ao Emmy, Walton Goggins, por ‘Justified‘) e sua equipe planejam capturar Spirit e sua manada e leiloá-los para uma vida de cativeiro e trabalho duro, Lucky convoca seus novos amigos e corajosamente embarca na aventura de uma vida inteira para resgatar o cavalo que deu a ela liberdade e um senso de propósito e ajudou Lucky a descobrir uma conexão com o legado de sua mãe e sua herança mexicana que ela nunca esperava.

O elenco conta com as vozes de Julianne Moore, Jake Gyllenhaal, Isabela Merced, Eiza González e Mckenna Grace.

Spirit: O Indomável‘ é o próximo capítulo da amada franquia da DreamWorks Animation, que começou com o filme indicado ao Oscar, ‘Spirit: O Corcel Indomável‘, e inclui uma série de TV ganhadora do Emmy.

A trilha sonora do filme é da compositora Amie Doherty (‘Undone‘, da Amazon, e ‘Marooned‘, da DreamWorks Animation).

Babá faz parte de culto satânico no trailer do terror ‘The Nanny’s Night’; Assista!

O terror ‘The Nanny’s Night‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa foi escrito, dirigido e estrelado por Ignacio Lopez.

A trama segue a babá mais legal da cidade, que é membro de um maligno culto satânico.

O elenco ainda conta com Ana Garberí, Diana Penalver, Almudena Salort e Vivian Milkova.

O terror irá estrear no European Film Market, mas segue sem previsão de lançamento.

‘Coração de Ferro’: Sacha Baron Cohen pode interpretar o vilão Mephisto na série

De acordo com o Deadline, Sacha Baron Cohen alegadamente irá interpretar o demônio Mephisto na vindoura série da ‘Coração de Ferro‘.

“Uma fonte próxima à produção confirmou ao site que há negociações para Cohen se juntar ao elenco da série, possivelmente interpretando o Mephisto,” declarou o site.

Vale lembrar que o vilão foi fortemente especulado durante a exibição de ‘WandaVision‘, sendo foco de populares teorias que apontavam a figura diabólica como o grande antagonista da trama. Obviamente, a teoria se provou errada, pois… foi a Agatha e mais ninguém!

Será que o Mephisto finalmente será introduzido no MCU?

Agendada para 2023, ‘Coração de Ferro‘ vai acompanhar as aventuras de Riri Williams (Dominique Thorne), uma adolescente e inventora genial que cria uma armadura avançada inspirada no Homem de Ferro.

Anteriormente, o Comic Book divulgou que a trama vai contar com a participação de Jim Rash (‘Community’) como um representante do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

Para quem não sabe, Rash teve uma breve participação em ‘Capitão América: Guerra Civil‘ como colaborador de Tony Stark em seu programa de bolsas para jovens talentos.

Sua participação faz todo sentido, já que Williams é uma aluna do MIT e muitas de suas histórias nos quadrinhos são ambientadas na instituição.

Vale lembrar que o elenco da série também conta com Anthony Ramos como o vilão Capuz, além de Lyric Ross, Shea Couleé, Zoe Terakes, Alden Ehrenreich, Manny Montana, Shakira Barrera e Harper Anthony, todos escalados em papéis atualmente desconhecidos.

Confira logo abaixo em detalhes:

Antes da série, Williams será introduzida ao MCU na aguardada sequência ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, que estreia em 10 de novembro deste ano.

Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner da série.

Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

Evidências do Amor

(Evidências do Amor)

Elenco:

Fábio Porchat
Sandy

 

Direção: Pedro Antônio Paes

Gênero: Comédia

Duração: 105 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: R$ 8 milhões

Estreia: 11 de Abril de 2024

Sinopse: 

Evidências do Amor‘ narra a história de um casal, Marco Antônio e Laura, que se apaixonam após cantarem juntos a música “Evidências” em um karaokê. Porém, a dupla passa por uma reviravolta, o relacionamento chega ao fim e tudo piora quando, 1 ano após o término, Marco Antônio percebe que sempre volta às duras discussões do passado toda vez que ouve a famigerada música que os uniu. Desesperado, ele parte em uma grande aventura para se livrar dessa maldição que a canção traz para sua vida.

Crítica: 

Crítica | ‘Evidências do Amor’, com Fábio Porchat e Sandy, é uma das MELHORES comédias românticas do ano

Entrevistas: 

Curiosidades: 

» A Warner Bros. Pictures divulgou a data de estreia de ‘Evidências do Amor‘, uma história emocionante sobre os encontros e desencontros de um casal que tem como trilha sonora uma das músicas mais icônicas do cenário musical brasileiro: “Evidências”, de Chitãozinho & Xororó.

» Estrelado por Fabio Porchat e Sandy, o filme chega aos cinemas nacionais dia 22 de Fevereiro de 2024.

» O filme é dirigido pelo também autor do enredo, o cineasta Pedro Antônio Paes (Tô Ryca! (2016), Um Tio Quase Perfeito (2017) e Altas Expectativas (2017)), prometendo entregar aos espectadores uma comédia romântica autêntica, hilária e conectada à realidade de milhares de brasileiros.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Diretor de ‘Hereditário’ produzirá versão SOMBRIA de ‘João e Maria’ em stop-motion

De acordo com o Variety, o aclamado cineasta Ari Aster (‘Hereditário’ e ‘Midsommar’) irá produzir uma versão sombria do clássico ‘João e Maria‘ (Hansel & Gretel), que será desenvolvida em stop-motion.

Cristóbal LeónJoaquín Cociña serão responsáveis pela direção.

A dupla comandou ‘A Casa do Lobo‘, produção em stop-motion lançada em 2018, além de trabalhar com Aster no departamento de animação no projeto ‘Beau Está Morto‘.

“Essa é a nossa adaptação pessoal do clássico conto de fadas, com a diferença de que os personagens principais são dois homens nesta versão – pelo menos no começo da história,” declarou León.

A nova versão deve trazer uma atualização distorcida e inesperada da história original.

“Cociña e León são talentos extraordinários em animação atual. Você consegue ver a sensibilidade no trabalho deles, e o quanto o seu efeito impacta os seus espectadores,” declarou Aster.

Lars Knudsen também servirá como produtor através da Square Peg.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Viola Davis quebra tudo no trailer DUBLADO do thriller de ação ‘G20’; Confira!

Prime Video divulgou o trailer dublado de ‘G20‘, thriller de ação estrelado pela vencedora do EGOT Viola Davis.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado no serviço de streaming no dia 10 de abril.

O filme é dirigido por Patricia Riggen, enquanto Caitlin ParrishErica WeissLogan MillerNoah Miller assinam o roteiro.

Na trama, a Presidente dos EUA, Taylor Sutton, deve defender a sua família, os seus colegas líderes e o mundo quando a cúpula do G20 na Cidade do Cabo, na África do Sul, é invadida por terroristas.

Anthony AndersonMarsai MartinRamón RodriguezAntony StarrDouglas HodgeElizabeth MarvelSabrina ImpacciatoreGideon Emery e outros completam o elenco.

‘Predador: Terras Selvagens’ arrecada US$ 80 milhões em estreia GLOBAL

O aguardado ‘Predador: Terras Selvagens‘ arrecadou impressionantes US$ 80 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

O valor representa a maior abertura global da franquia, superando ‘O Predador‘ (US$73.5M). Além disso, o sucesso do filme fez a Disney ultrapassar a marca dos US$ 4 bilhões em arrecadação global em 2025.

Internacionalmente, o longa soma US$ 40 milhões. O TOP 5 dos maiores mercados conta com a China (US$7.4M), Reino Unido (US$3.2M), México (US$2.3M), França (US$1.8M) e Japão (US$1.7M).

Nos EUA, ‘Terras Selvagens‘ também abriu com US$ 40 milhões, tornando-se a maior estreia da história da franquia, facilmente superando ‘Predadores‘ (US$24.7M) e ‘O Predador‘ (US$24.6M).

Crítica | Predador: Terras Selvagens transforma o vilão em HERÓI em ficção científica divertida e estonteante

Com 85% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o novo longa recebeu uma nota A- do público no CinemaScoreEssa é a maior média de aprovação da história da saga.

Para termos de comparação, o longa original e sua sequência de 1990 receberam uma nota B+ dos espectadores.

Vale lembrar que ‘Predador: Terras Selvagens’ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Elle Fanning (‘Malévola’) e Dimitrius Schuster-Koloamatangi estrelam a produção.

A trama conta a história de um jovem Predador rejeitado por seu clã, que se une a uma humana chamada Thia em um planeta remoto. Eles embarcam em uma jornada traiçoeira para encontrar o adversário supremo, buscando vingança e tentando restaurar o respeito de seu povo.

Dan Trachtenberg, de ‘O Predador: A Caçada‘, retorna à direção.

O roteiro foi assinado por Patrick Aison.

Vale lembrar que ‘O Predador: A Caçada‘ está disponível no Disney+.