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‘Superman’ ganha cartaz retrô

Superman, o filme que marca o início oficial do novo Universo DC (DCU), chega em breve aos cinemas, e a Warner acaba de divulgar um cartaz retrô do filme.

Confira:

Superman’ será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de julho.

Superman, o primeiro longa-metragem da DC Studios a chegar às telonas, deve estrear nos cinemas de todo o mundo neste verão, distribuído pela Warner Bros. Pictures. Em seu estilo característico, James Gunn assume a nova história do super-herói original, no recém-imaginado universo DC, com uma combinação singular de ação épica, humor e coração, um Superman movido pela compaixão e por uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Por que ‘Central do Brasil’ é um dos filmes brasileiros mais AMADOS pelo público?

Tudo o que perdemos pelo caminho se tornam fortaleza para quem encontra no outro a redescoberta da vida. No ano em que o Brasil perdeu a Copa do Mundo de Futebol masculino na França, nosso país ganhou na sua galeria de inesquecíveis obras do seu cinema um filme que continua até hoje no imaginário e emoções profundas de todo mundo que ama cinema. Dirigido por Walter Salles, Central do Brasil é como uma flecha que alcança nosso peito e nos faz refletir sobre a vida, sobre as razões existências de pais e filhos, sobre o valor da amizade, dos nossos valores como seres humanos. Uma trilha sonora linda vai se tornando um plano de fundo sensível e muitas vezes angustiante que nos mostra toda a força que um filme pode ter.

Sendo assim, para relembrarmos esse clássico do nosso cinema, separamos alguns motivos do Por que ‘Central do Brasil’ é um dos filmes nacionais mais AMADOS pelo público?

Um roteiro impactante que nos faz nunca mais esquecer tudo que vemos e aprendemos

Escrito pelos roteiristas Marcos Bernstein e João Emanuel Carneiro, o filme conta a saga de uma ex-professora chamada Dora que escreve cartas na Central do Brasil e em um dia trágico, com mais um acidente de trânsito na cidade, acaba embarcando em uma jornada em busca do pai de Josué, um menino de 9 anos, que tem o sonho de ser motorista de caminhão, que não tem mais ninguém na cidade após o falecimento da mãe. Assim, Dora e Josué irão percorrer milhares de quilômetros, seja de ônibus, seja de carona, para enfim tentar chegar até o pai do garoto.

 

Em 15 minutos te apresenta os personagens protagonistas e te deixa com o coração na mão

Dizem por aí que um filme bom precisa conquistar o público em 15 minutos. Central do Brasil consegue essa façanha nos mostrando um raio-x profundo de Isadora Teixeira (a Dora) e as primeiras lacunas preenchidas de uma jornada que ganharia o mundo e o coração de todos nós que amamos a sétima arte. Também nesse impactante abre alas conhecemos o lugar que dá título ao filme, onde milhares de pessoas de todo o Brasil passam todos os dias até hoje, no coração do centro da cidade do Rio de Janeiro.

 

Mostra duras e diversas realidades do povo brasileiro

Desde as inúmeras pessoas de origem de fora do Rio de Janeiro que moram na cidade, que buscam enviar suas cartas através de Dora na Central do Brasil, à solidão do caminhoneiro evangélico e sem família Cezar, interpretado por Othon Bastos, inúmeros personagens que vão e vem na jornada dos protagonistas. Mas há um foco na ex-professora, aposentada, que ganha pouco dinheiro após serviços prestados à educação do Brasil, que escreve cartas para quem não sabe escrever e vive sua simples realidade nas idas e vindas dos trens em uma rotina circular que acaba redescobrindo valores.

 

Os valores da fé

Há referências à religião em muitos momentos do filme. No trajeto, em meio a cidades e culturas das regiões onde passam, a fé se torna algo muito presente e entra em conflito, de certa forma, com maneira que Dora enxerga essa questão em particular. Tem uma cena linda em um toco de árvore onde mensagens e objetos são colocados e um lenço, última lembrança da mãe de Josué, é deixado. Impactantes registros que só somam em meio a essa estrada de redescobertas por parte da protagonista.

 

Uma protagonista feminina que comove e nos ensina sobre muitos sentimentos

Dora é complexa, admite sua realidade e nunca tentou mudar ou fazer diferente. Solteira, sem filhos, tudo muda em sua vida com a chegada de Josué e a aceitação de uma jornada que a transformaria em uma nova pessoa, uma nova mulher. Dora sempre foi uma mulher muito sofrida, seu pai a abandonou quando criança, inclusive aos 16 anos ela o reencontrou e ele não a reconheceu. Com essa e outras marcas na vida, a personagem é o espelho de muitos brasileiros e outras tristes realidade pelo Brasil à fora.

 

Um elenco maravilhoso e uma parte técnica impecável

Além da fantástica Fernanda Montenegro, Central do Brasil conta com as participações de Marília Pêra, Otávio Augusto, Othon Bastos, Matheus Nachtergaele, Caio Junqueira entre outros. O grande Walter Carvalho assina a belíssima fotografia do filme. O jovem, na época, Vinícius de Oliveira, foi o escolhido para interpretar Josué em uma seleção de mais de 1.000 crianças para o papel.

 

Orgulho do nosso cinema

Indicado ao Oscar para representar o Brasil na cerimônia de 1999, nas categorias de Melhor Filmes Estrangeiro e Melhor Atriz, o filme Conquistou os mesmos prêmios no Globo de Ouro semanas antes e o Urso de Ouro em Berlim de Melhor Filme e o Urso de Prata para Fernanda Montenegro pelo papel de Dora. Infelizmente não vencemos nenhum dos Oscars (um dos maiores absurdos da história da famosa premiação) mas o projeto mostrou ao mundo mais uma vez o poder de emocionar do nosso cinema sendo lembrado por todos fora do Brasil até hoje.

‘Prankz’ – Pegadinhas mortais no trailer do terror

Prankz, terror no estilo found footage escrito e dirigido por Warren Dudley, divulgou seu trailer.

Na trama, um jogador de futebol e sua namorada passam o ano publicando pegadinhas em vídeo na internet. O filme reproduz as seis últimas pegadinhas criadas pelo casal.

Assista:

Prankz estreou no dia 1º de outubro no Reino Unido e terá o lançamento em streaming pela Amazon.

Crítica | Virgens Acorrentadas – Diretor brasileiro aposta no terror slasher

As Virgens Suicidas

Na década de 1970, um tipo de cinema muito peculiar dominava pequenas salas de exibição pelos EUA. Provido pelo movimento social de maior liberdade, nascia um cinema mais realista e sem pudores em relação a sexo e violência. Assim, obras cinematográficas de baixo orçamento apostavam justamente nestes dois elementos para entregar o que o público queria.

Anos mais tarde, já na década de 1980, este cinema de “exploração” dava luz para outros subgêneros, entre eles o slasher – que trazia o mesmo conceito mirado ao espectador jovem, elevando a coisa ao status do mainstream.

Hoje, alguns cineastas investem na revitalização destes subgêneros, acrescentando humor autoconsciente à mistura. Antes, tais obras não possuíam tal intuíto, exalando naturalmente a atmosfera gritante do absurdo. Atualmente, a maioria destas revisões sabe exatamente onde quer chegar e o que pretende ser.

Desta vontade nasceu As Virgens Acorrentadas, produção norte-americana (conhecida por lá como Virgin Cheerleaders in Chains) escrita por Gary McClain Gannaway, cujo verdadeiro chamariz é a presença de nosso conterrâneo Paulo Biscaia Filho na direção. Apaixonado por este tipo de filme, entusiasta das obras de Roger Corman e amante de cinema em geral – como as produções de Stanley Kubrick -o cineasta entrega seu mais novo projeto, o primeiro não escrito por ele.

A ideia é boa, mas a concretização vai e vem, não atingindo seu objetivo por completo. A palavra de ordem aqui é metalinguagem. Para entender melhor a proposta, pense em Pânico 3 (2000), de Wes Craven, onde temos as inúmeras referências e paralelos entre o filme ao qual estamos assistindo e o filme dentro do filme. É mais ou menos assim que As Virgens Acorrentadas funciona.

Na trama, Shane (Ezekiel Z. Swinford) é um jovem aspirante a cineasta. Incentivado pela namorada Chloe (Kelsey Pribilski), ele resolve meter a mão na massa e investir em seu próprio filme. A produção independente de terror necessitará da ajuda dos amigos do sujeito para sua confecção. Assim, esta trupe de fazer inveja a Tommy Wiseau parte para a locação: uma grande casa macabra onde se passará o longa.

Bem, você já pode imaginar o que acontece depois. No local, verdadeiros psicopatas tomam conta da obra, reencenando o filme de forma bem real. Aos poucos os jovens são eliminados um a um, num verdadeiro banho de sangue, com gore suficiente para aficionado nenhum botar defeito.

Biscaia Filho entrega um bom ritmo narrativo e uma parte técnica satisfatória. As Virgens Acorrentadas, no entanto, desliza no timing cômico almejado, sem nunca atingir o momento certo. Percebemos a inserção do humor, mas tais trechos terminam deslocados, perdidos entre uma cena e outra. As referências também não são espertas o suficiente para criar conexão com o espectador mais escolado.

O maior problema de As Virgens Acorrentadas talvez seja sua pretensão. O filme mira na paródia do subgênero, quando comporta-se exatamente como seu objeto de deboche. Em casos assim, é necessário demonstrar que o filme entende do riscado e o sobrepuja, pairando acima do que deseja caricaturar. Aqui, o que temos é um espelho entre a sátira e o produto final.

‘Footloose – Ritmo Louco’ na Netflix! Saiba Quais Atores e Atrizes Quase Protagonizaram o Clássico que Completa 40 anos em 2024!

“… so now I gotta cut Loose, footloose, kick off the Sunday shoes, please, Louise, pull me off of my knees, Jack, get back, come on before we crack, lose your blues, everybody cut footloose…”

Quem não conhece a canção Footloose, de Kenny Loggins? Mesmo os mais novos, que nunca assistiram a este verdadeiro clássico dançante da sétima arte, certamente já ouviram as melodias dessa música, mesmo que tenha sido em alguma festa de um parente mais velho. Essa é uma destas canções que precedem o filme para os quais foram criadas.

Os que nunca assistiram ao clássico e também os fãs irremediáveis deste verdadeiro ícone da década de 80 podem festejar dançando loucamente como o protagonista Ren McCormack (vivido por Kevin Bacon), pois a “dona” Netflix acaba de disponibilizar ‘Footloose’ em sua plataforma – dando início às comemorações de aniversário do longa, que completa 40 anos de seu lançamento em 2024.

Aqui, no entanto, ao invés de comentarmos essa querida obra inesquecível, iremos trazer uma matéria diferente, com curiosidades de bastidores. A proposta aqui é apresentar para você os atores que quase estiveram no lugar de Kevin Bacon no papel principal do filme. Já imaginou como seria com qualquer outro? E além disso, também as atrizes que fizeram teste e quase foram contratadas para viver a mocinha Ariel Moore, que terminou nas belas formas de Lori Singer. Confira abaixo.

Tom Cruise

Os produtores da Paramount Pictures que estavam fazendo ‘Footloose’ estavam de olho em Tom Cruise como a primeira opção para viver o protagonista Ren em seu filme. Isso porque o jovem ator os havia impressionado no ano anterior na comédia adolescente ‘Negócio Arriscado’, em especial pela cena em que dança só de cueca na sala de sua casa (cena icônica da época). No entanto, Cruise recusou a oferta e optou por estrelar o drama de esporte ‘A Chance’. Podemos dizer que não foi uma boa escolha para ele, pois você já ouviu falar de ‘A Chance’? Bem, Cruise abriu caminho para Bacon, mas não tem do que reclamar. Os dois dividiriam a cena em ‘Questão de Honra’ (1992).

Madonna

Já imaginou a “Material GirlMadonna em ‘Footloose’? Talvez o filme fosse ainda mais icônico hoje. Pois saiba que isso chegou muito perto de acontecer. Madonna chegou a testar para o papel de Ariel, a protagonista feminina do longa, que é filha do Pastor da cidade, mas não gosta de ouvir ordens de seus pais, sendo uma adolescente rebelde e independente. Essa atitude tem tudo a ver com Madonna, mas por alguma razão os produtores não a acharam certa para o papel. Vale lembrar que na época, Madonna não era a Madonna que conhecemos hoje, já que sua explosão com a música ‘Like a Virgin’ ocorreria no mesmo ano do lançamento de ‘Footloose’.

Daryl Hannah

Daryl Hannah era uma das loiras mais belas de Hollywood nos anos 80 e 90. Assim, é claro que a moça esteve na mira dos produtores de ‘Footloose’ para o papel de Ariel. Ao contrário de Madonna, que fez teste e não passou, Hannah gerava grande interesse dos produtores. Mas a atriz pôde se dar ao luxo de recusar a oferta. Porém, ao contrário de Tom Cruise, seria por uma boa causa. Acontece que Hannah disse não para ‘Footloose’ para ir protagonizar ‘Splash – Uma Sereia em Minha Vida’ ao lado de Tom Hanks, que seria lançado no mesmo ano, e igualmente se tornaria uma produção querida nos anos 80.

John Travolta

Acredite se quiser, mas o papel de Ren chegou a ser oferecido até mesmo para John Travolta, embora o ator fosse um pouco mais velho na época para viver um colegial – será que colaria? Precisamos levar em conta que Travolta é apenas 4 anos mais velho que Kevin Bacon, que ficou com o papel. É claro que o interesse em Travolta se deu porque o ator era conhecido por filmes dançantes na época, vide ‘Os Embalos de Sábado à Noite’ (1977) e ‘Grease’ (1978) – no qual viveu um colegial. Mas no lançamento de ‘Footloose’, Travolta já interpretava papeis mais adultos e não teria cabimento voltar a interpretar um adolescente. Para termos uma ideia, no ano seguinte a ‘Footloose’, ele viveu um jornalista cobrindo uma matéria em ‘Perfeição’ (1985), com Jamie Lee Curtis.

Rob Lowe

Outro que poderia ter sido o Ren de ‘Footloose’ foi o ator Rob Lowe, conhecido como parte do “brat pack”, dos jovens promissores dos anos 80. Lowe participou de ‘Vidas Sem Rumo’ (1983) ao lado de Tom Cruise, e foi dirigido por Francis Ford Coppola. Nos anos 80, estrelou diversos filmes badalados do período, com destaque para ‘O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas’ (1985). Porém, ao fazer o teste para ‘Footloose’, os produtores chegaram à conclusão de que precisariam de um rapaz que soubesse dançar bem, e esse não era o caso com Lowe, que viu o papel cair diretamente no colo de Kevin Bacon.

Elizabeth McGovern

Mais conhecida como a “clone hollywoodiana de Ana Paula Arósio”, Elizabeth McGovern começou em sua carreira bem jovenzinha, em filmes como ‘Gente como a Gente’ – ganhador do Oscar em 1981. Na fase adulta, ficaria mais conhecida como Cora Crawley, a Condessa de Grantham, na elogiadíssima série de época ‘Downton Abbey’ (2010-2015) e nos dois filmes derivados dela (2019 e 2022). McGovern foi outra que esteve na mira dos produtores para o papel de Ariel Moore em ‘Footloose’. Mas assim como Daryl Hannah, a atriz recusou a oferta na época em prol de outra produção. Falamos do épico de crime ‘Era uma Vez na América’, de Sergio Leone, lançado no mesmo ano.

Michelle Pfeiffer

Uma das maiores estrelas de Hollywood, a loiríssima Michelle Pfeiffer ficará para sempre eternizada em nossos corações como a melhor Mulher-Gato do cinema. Pfeiffer é uma atriz 3 vezes indicada ao Oscar, mas no início dos anos 80 não possuía a fama que viria a gozar no fim da mesma década. Pfeiffer foi uma das atrizes consideradas para o papel feminino principal de Ariel Moore, em especial graças ao desempenho da atriz no musical ‘Grease 2’, em 1982, que nem de perto fez o sucesso do original, mas se tornou um cult. No filme, Pfeiffer precisou cantar e dançar. A atriz seguiria para filmes maiores depois, como ‘Scarface’ e ‘O Feitiço de Áquila’.

Jamie Lee Curtis

Vencedora recente do Oscar, Jamie Lee Curtis é uma veterana de Hollywood, filha da realeza do cinema – seus pais são os lendários Tony Curtis e Janet Leigh. A atriz começou e fez fama no terror ‘Halloween’, ao qual ainda retorna até hoje. Mas nos anos 80 conseguiu destaque em filmes como ‘Trocando as Bolas’. Justamente por isso, Curtis foi considerada para o papel de Ariel em ‘Footloose’, que terminou nas mãos de Lori Singer. Por outro lado, Jamie Lee seguiu para estrelar ‘A Volta por Cima’, com Patrick Swayze e C. Thomas Howell, lançado no mesmo ano, e ‘Perfeição’, com John Travolta, no qual interpretou uma professora de ginástica, precisando dançar freneticamente em suas aulas.

Christopher Atkins / Brooke Shields

A Lagoa Azul’ foi um dos maiores sucessos do início dos anos 80, e entre outras coisas apresentou ao mundo uma dupla jovem muito promissora. Perdidos em uma ilha paradisíaca ainda na infância, um menino e uma menina crescem juntos e se tornam belos adolescentes nas formas de Christopher Atkins e Brooke Shields, descobrindo o despertar sexual. O filme virou sinônimo de Sessão da Tarde aqui no Brasil. Foi esse sucesso que chamou atenção dos produtores de ‘Footloose’.

Já imaginou se o casal das telas repetisse a dobradinha em mais um filme cult? Atkins era visado para o protagonista Ren, e Shields para Ariel. A atriz seguiu para a aventura da Cannon Films ‘Sahara’ e para o filme feito para a TV ‘Ouro e Cobiça’; enquanto Atkins foi estrelar o dançante ‘Uma Noite no Paraíso’, o filme para a TV ‘A Arma Secreta’ e 27 episódios da série ‘Dallas’, no papel de Peter Richards.

Jodie Foster

Finalizando a lista com os atores que quase estiveram no clássico atemporal ‘Footloose’, temos a atriz duas vezes vencedora do Oscar Jodie Foster. Recém-saída da quarta temporada da série de sucesso ‘True Detective’, que chegou ao final recentemente, e brindada com mais uma indicação ao Oscar este ano pelo drama ‘Nyad’, da Netflix, na época Foster não era o nome quentíssimo que é hoje. Na verdade, era uma jovem atriz não muito badalada ou conhecida, apesar de já carregar consigo uma indicação ao Oscar (pelo filme ‘Taxi Driver’). Foster foi considerada para o papel de Ariel, mas terminou estrelando a comédia ‘Um Hotel Muito Louco’ e o filme para a TV ‘Domínio Cruel’, de Claude Chabrol, ambos lançados no mesmo ano.

‘The First’: Nova série do Hulu, do criador de ‘House of Cards’, ganha trailer e cartaz

A nova série do Hulu, ‘The First‘, criada por Beau Willimon, o criador de ‘House of Cards’, ganhou o primeiro cartaz e trailer.

Confira:

Todos os 8 episódios serão lançados no serviço de streaming no dia 14 de setembro.

A produção foca nos desafios da primeira tentativa da humanidade em dar os passos em direção a uma colonização interplanetária e os perigos que os responsáveis pela missão enfrentam em Marte.

Em um comunicado, Willimon comentou sobre o teor da série:

“É uma história sobre o espírito humano. É sobre nossa necessidade indômita de alcançar horizontes desconhecidos. É sobre o preço desta visão, o perigo e o sacrifício – emocional, psicológico e físico – que é exigido para atingir esse objetivo. É sobre como pessoas comuns e imperfeitas se unem para superar obstáculos para atingir o extraordinário”.

‘Crawl’: Kaya Scodelario tenta sobreviver a crocodilos e furacão em novas imagens do terror

O terror ‘Crawl‘ ganhou novas imagens.

Confira:

Além de dirigir, Alexandre Aja (‘Viagem Maldita‘) também escreveu o roteiro com Shawn e Michael Rasmussen.

“A história gira em torno de uma jovem (Scodelario), que, enquanto luta para salvar seu pai durante um furacão de categoria 5, se encontra presa em uma casa inundada, lutando pela sua vida contra os predadores mais selvagens e temidos da Florida.”

Sam Raimi (‘Arraste-me Para o Inferno‘) irá produzir.

O filme é estrelado por Kaya Scodelario e Barry Pepper, ambos de ‘Maze Runner‘.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 12 de julho.

Tempestuoso reencontro familiar no trailer do drama ‘The Truth’; Assista!

O drama ‘The Truth‘, estrelado pelo Ethan Hawke, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é escrito e dirigido por Hirokazu Koreeda.

Uma reunião tempestuosa entre uma filha e sua mãe atriz, Catherine, no contexto do mais recente papel de Catherine em um filme de ficção científica como uma mãe que nunca envelhece.

O elenco ainda conta com Catherine Deneuve, Juliette Binoche, Clémentine Grenier, Manon Clavel e Alain Libolt.

‘Creepshow’: Ashley Laurence, de ‘Hellraiser’, entra para o elenco da 2ª temporada

De acordo com o Deadline, Ashley Laurence, do clássico ‘Hellraiser‘, participará da 2ª temporada de ‘Creepshow‘.

A atriz irá participar do episódio Pesticide, escrito por Frank Dietz, que acompanhará um exterminador que acaba fazendo uma barganha infernal.

O novo ciclo também contará com os atores Keith David, Josh McDermittAnna CampAdam Pally.

Greg Nicotero será responsável pela direção dos quatro primeiros segmentos da próxima temporada, que deve estrear apenas em 2021.

Confira o primeiro cartaz do segundo ano:

Vale lembrar que ‘Creepshow‘ já foi renovada para a 3ª temporada.

‘9-1-1’: Teaser da 5ª temporada promete um novo ciclo ÉPICO; Confira!

A FOX divulgou o primeiro teaser da 5ª temporada de ‘9-1-1‘.

Confira:

Vale lembrar que a série derivada ‘9-1-1: Lone Star‘ também já foi renovada para a 3ª temporada.

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco é formado por Angela Bassett, Peter Krause, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Jennifer Love Hewitt e Ryan Guzman.

‘A Vizinha da Mulher na Janela’: Kristen Bell espiona os vizinhos em novo clipe da série; Confira!

Para promover o lançamento do thriller cômico ‘A Vizinha da Mulher na Janela‘, estrelado por Kristen Bell (‘The Good Place’), a Netflix divulgou um novo clipe da produção.

Confira:

A produção será lançada na plataforma amanhã (28).

Na trama, para Anna (Bell), todos os dias são iguais. Olhando pela janela, com o coração partido e uma taça de vinho, vê a vida passar sem ela. Mas um vizinho bonitão (Tom Riley) se muda para a casa da frente, e as coisas parecem começar a mudar. Até que ela testemunha um terrível assassinato… ou será que foi só imaginação?

Rachel RamrasHugh DavidsonLarry Dorf entram como criadores.

Samsara Yett, Michael Ealy, Mary Holland, Shelley Hennig, Cameron Britton, Christina Anthony e Benjamin Levy Aguilar completam o elenco.

Lenda urbana SINISTRA ganha vida no trailer do terror ‘Feed’; Assista!

O terror ‘Feed‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Dirigido por Johannes Persson, o longa é baseado em uma história real sobre a primeira mulher a ser morta por bruxaria na Suécia.

Um assassinato aterrorizante rapidamente se transforma em um mito sobrenatural online, tornando-se uma popular atração turística. Uma jovem estudante de medicina se junta ao seu namorado influencer para visitar o local. O objetivo deles é fazer possíveis turistas a acreditarem que uma antiga bruxa, Märit, vive no lago ao redor do acampamento comercial – mas eles logo percebem que Märit é mais do que uma simples história inventada de fantasma…

Molly Nutley, Sofia Kappel e Annica Liljeblad estrelam a produção.

Internacionalmente, o terror será lançado no dia 28 de outubro. No Brasil, segue sem previsão.

CONFIRMADO! Diretor de ‘A Morte te Dá Parabéns’ vai comandar ‘Pânico 7’

O site The Hollywood Reporter confirmou que Christopher Landon, conhecido por filmes como ‘Freaky – No Corpo de um Assassino‘ e ‘A Morte te Dá Parabéns‘, assumirá oficialmente a direção de ‘Pânico 7‘.

O cineasta irá substituir a dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que comandou os dois últimos filmes da franquia e seguirá envolvida como produtores executivos ao lado de Chad Villela.

Ainda não se sabe, no entanto, se James Vanderbilt e Guy Busick irão assinar o roteiro do novo filme.

Anteriormente, em conversa com o ComicBook.comJasmin Savoy Brown (Mindy), falou sobre suas expectativas para o sétimo filme.

Em suas palavras, Brown compartilhou suas ideias sobre o que gostaria de ver em uma continuação, incluindo um confronto mais direto com o icônico vilão Ghostface. “Eu gostaria de ver a Mindy na terceira parte”, ela comentou.

“Egoisticamente, eu só quero estar presente para isso, como ela disse no final de ‘Pânico VI’, ‘Ah, eu perdi o monólogo de novo?’ Eu gostaria de vê-la presenciando o monólogo. Seria interessante se ela tivesse uma ligação telefônica com Ghostface. Não tenho certeza do que ela faria com isso, poderia ser realmente engraçado. Qualquer uma dessas opções, eu ficaria feliz.”

Brown também abordou a possibilidade dos sobreviventes do quarteto principal enfrentarem ameaças individuais de Ghostface em futuros filmes da franquia.

“Bem, seria devastador, é por isso que isso vai acontecer em algum momento”, confessou a atriz. “É assim que essas franquias funcionam. O Dewey [David Arquette] morreu, admito, só aconteceu no quinto filme, mas ele morreu. Acho que é inevitável, mas estou curiosa para saber quem seria e como e por quê. É incrível que o Chad não tenha morrido, considerando que o cara foi basicamente eviscerado. Oh, meu Deus, foi insano, não consigo tirar aquela imagem da minha cabeça. Espero que não seja a Mindy a primeira a ir embora.”

‘Pânico VI‘ encerrou sua jornada nos cinemas com US$ 168.9 milhões arrecadados mundialmente. O longa original, lançado em 1996, arrecadou US$ 173 milhões mundialmente.

Vale lembrar que, com arrecadação de US$ 107.7 milhões nos EUA, o sexto capítulo se tornou a maior arrecadação doméstica da saga. Após quase 30 anos, o terror conseguiu superar o montante do longa original, que havia arrecadado US$ 103 milhões.

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

Disney anuncia novo spin-off de ‘A Casa da Raven’

De acordo com o Deadline, Raven-Symoné (‘As Visões da Raven’) assinou um novo acordo com a Disney Branded Television, no qual ela irá dirigir, produzir e desenvolver novos projetos para o canal e o serviço de streaming – com foco em séries de comédia.

O primeiro projeto, que a atriz irá dirigir e servir como produtora executiva, é ‘Alice in the Palace‘. A produção será um novo spin-off de ‘A Casa da Raven‘, que chegou ao fim após seis temporadas.

Por enquanto, apenas o episódio piloto foi encomendado.

Na trama, Alice (Mykal-Michelle Harris), a jovem prima da Raven, retorna para a Inglaterra e se reúne com a Duquesa Clementine (também interpretada por Harris), uma jovem da realeza que se parece exatamente como ela. No processo, Clementine pode experimentar como é a “vida normal”, enquanto Alice tem um gostinho de como é viver como uma monarca.

Jed Elinoff e Scott Thomas, de ‘A Casa da Raven‘, irão escrever o roteiro e também servirão como produtores executivos.

‘Hysteria!’: Série de TERROR é CANCELADA após uma temporada

O Peacock cancelou oficialmente a série de terror cômico ‘Hysteria!‘ depois de apenas uma temporada.

De acordo com o Deadline, a decisão não é uma surpresa, considerando que o seriado falhou em causar qualquer impacto no serviço de streaming. A notícia foi compartilhada alguns dias após o cancelamento de ‘Teacup‘, da mesma plataforma.

Na trama, quando um amado zagueiro do colégio desaparece durante o período do “pânico satânico” do final dos anos 1980, uma banda de heavy metal do ensino médio percebe que pode capitalizar o súbito interesse da cidade pelo ocultismo construindo uma reputação como uma banda de metal satânico, até que uma série de assassinatos bizarros, sequestros e atividades paranormais começam uma caça às bruxas cravejada que leva tudo diretamente de volta a eles.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com Julie BowenAnna CampEmjay AnthonyChiara AureliaKezii Curtis, Garret DillahuntNolan North, Elijah Richardson, Milly Shapiro, Allison Scagliotti, Jessica TreskaBruce Campbell e Nikki Hahn.

Jordan Vogt-Roberts (‘Kong: A Ilha da Caveira’) irá dirige o primeiro episódio.

Matthew Scott Kane (‘Stitchers’) serve como roteirista e produtor ao lado de John Francis Daley, Jonathan Goldstein, Chris Bender e Jake Weiner.

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Twinless – Um Gêmeo a Menos

(Twinless)

 

Elenco:

James Sweeney
Dylan O’Brien
Lauren Graham

 

Direção: James Sweeney

Gênero: Drama

Duração: 100 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 10 milhões

Estreia: 4 de Dezembro de 2025

Sinopse: 

Em TWINLESS – UM GÊMEO A MENOS, Roman, devastado pela perda repentina de seu irmão gêmeo, encara um luto que parece dilacerar não apenas sua rotina, mas sua própria identidade. Sem saber como seguir adiante e sentindo-se incompleto em um mundo que sempre viveu em dupla, ele decide participar de um grupo de apoio voltado a pessoas que também perderam seus irmãos gêmeos — um espaço onde o silêncio do luto é compreendido sem explicações.

É nesse ambiente de dor compartilhada que Roman conhece Dennis, um jovem igualmente marcado pela ausência e pelas memórias que insistem em não cicatrizar. À medida que se aproximam, nasce entre os dois uma amizade intensa, inesperada e profundamente complexa, capaz de preencher alguns vazios, mas também de revelar feridas que nenhum deles imaginava ter.

Conforme Roman e Dennis tentam reconstruir suas vidas, a relação entre eles se transforma em um ponto de luz e sombra, desafiando limites emocionais, confrontando identidades fragmentadas e levantando a pergunta: até onde a conexão com alguém que entende sua dor pode curar — ou reabrir — aquilo que se tentou esquecer?

Curiosidades: 

» Twinless – Um Gêmeo a Menos foi exibido no Festival do Rio.

» Dylan O’Brien protagoniza cenas QUENTES de sexo gay na comédia dramática ‘Twinless – Um Gêmeo a Menos’; Assista!

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‘Being Heumann’: Dylan O’Brien entra para o elenco de nova cinebiografia da Apple

» Além de dirigir e estrelar, James Sweeney também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Razão e Sensibilidade

(Sense and Sensibility)

 

Elenco:

Daisy Edgar-Jones
Esmé Creed-Miles
Caitriona Balfe

 

Direção: Georgia Oakley

Gênero: Romance

Duração: 131 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 15 de Outubro de 2026

Sinopse: 

Em RAZÃO E SENSIBILIDADE, após perderem sua casa, as irmãs Elinor e Marianne Dashwood se mudam para uma propriedade distante, onde enfrentam desafios financeiros e descobrem as complexidades do amor na Inglaterra do século XIX.

Curiosidades: 

» O longa é baseado no primeiro romance da Jane Austin, publicamente originalmente em 1811, que a consolidou como uma força literária que permanece, até hoje, como um pilar da literatura inglesa;

Trailer:

Cartazes: 

razão e sensibilidade 2

Fotos: 

‘Game of Thrones’: Maisie Williams e Sophie Turner falam sobre grande reencontro das irmãs Stark

Após quatro temporadas sem qualquer contato na série, as irmãs Sansa e Arya Stark tiveram seu grande reencontro no último episódio de ‘Game of Thrones’, neste domingo (06).

E para as amigas de longa data, Maisie Williams e Sophie Turner, gravar o momento emblemático não foi tão simples assim, dado à seriedade que o reencontro pedia.

Durante uma entrevista ao site Entertainment Weekly, as atrizes comentaram sobre a expectativa e a ansiedade que uma das cenas mais esperadas da temporada proporcionou.

Segundo Sophie:

“A primeira cena que gravamos juntas foi justamente a do nosso reencontro e nós erramos ela tantas vezes! Era difícil manter uma expressão séria, pois somos tão próximas na vida real, sempre nos divertimos. E eu estava tão nervosa que fiquei apavorada. Foi como se eu tivesse interpretando para minha mãe e houvesse aquela pressão de ter alguém te assistindo, o que não deixa você se sair tão bem assim”.

Maisie completou o raciocínio da amiga, dizendo:

“Gravar nossa primeira cena juntas foi a coisa mais estranha do mundo. Nós duas estávamos muito constrangidas de ter que encenar uma diante da outra e demorou algumas horas para que a gente entrasse no clima para atuar. Depois as coisas ficaram melhores e conseguimos focar, mas admito que foi difícil encarar o papel da Arya com a Sophie diante de mim”.

E embora houvesse um certo constrangimento entre ambas, Sophie Turner disse que poder ter essa liberdade com a amiga é algo realmente positivo:

“No final das contas acho que isso tudo tem um lado positivo, porque nós somos capazes de ficar livres entre nós quando se trata da nossa atuação. Nós não temos medo de chegar em alguns pontos mais difíceis, pois nos sentimento muito a vontade uma com a outra”.

A seguir, você confere a prévia do próximo episódio de ‘Game of Thrones.

Confira:

 

 

 

‘O Predador’: Nova imagem do reboot ganha versão completa em HD; Confira!

O reboot ‘O Predador‘ é um dos destaques da edição de Julho da revista britânica Empire. E após a divulgação de uma página da matéria em questão, que traz o vilão em um ataque iminente, o site da publicação liberou a imagem na íntegra – em alta definição, que ainda traz a cientista Casey, interpretada por Olivia Munn.

Confira:

Confira também outras imagens do filme:

 

Agendado para chegar aos cinemas em agosto, o reboot de ‘O Predador‘ foi adiado para setembro. Na época, foi especulado que o adiamento se daria por causa de filmagens adicionais, e o roteirista, Fred Dekker, confirmou recentemente nas redes sociais.

O Predador será, ao mesmo tempo, uma sequência e um reboot da franquia original. O ator Jake Busey, viverá o personagem que será filho de Peter Keyes, personagem central do segundo filme interpretado por seu pai na vida real, Gary Busey. Essa relação de pai e filho será o elo de ligação entre os filmes.

Shane Black é o diretor e o elenco conta com Boyd Holbrook (‘Logan’), Olivia Munn (‘X-Men: Apocalypse’), Jacob Tremblay (‘O Quarto de Jack’) e Kyle Strauts.

O Predador estreia em 13 de setembro de 2018 nos EUA. Ainda sem data definida para o Brasil.


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Netflix PROÍBE a Disney de usar ‘Demolidor’, ‘Luke Cage’ e mais por um bom tempo; Entenda!

A parceria da Marvel TV com a Netflix rendeu seis séries originais, sendo elas ‘Demolidor‘, ‘Luke Cage‘, ‘Punho de Ferro‘, ‘Jessica Jones‘, ‘Os Defensores‘ e ‘O Justiceiro‘.

E embora cada uma delas já tenha sido cancelada pela plataforma de streaming, isso não significa que os fãs poderão conferir novos projetos desses personagens em muito breve.

Segundo o IndieWire, a Disney está PROIBIDA de usar os heróis por um bom tempo após cancelamento oficial de suas respectivas séries na Netflix.

O contrato da Netflix contém uma cláusula que impede que as séries sejam veiculadas em outro canal por um período significativo de tempo: três anos depois de serem cancelados.

Isso significa que a Casa do Mickey está impedida de até mesmo começar a desenvolver novos conteúdos estrelando esses personagens, até que o prazo se cumpra.

A empresa também não poderá iniciar nenhum tipo de trabalho em potenciais projetos com esses heróis, mantendo-os na geladeira por um bom tempo.

Os fãs terão que segurar a ansiedade e aguardar pacientemente a possibilidade de vermos os personagens nas telonas ou telinhas em novos conteúdos futuros.

 

‘The Old Guard’: Charlize Theron é uma guerreira em novas imagens do filme da Netflix

O novo filme da Netflix, ‘The Old Guard’, adaptação dos quadrinhos homônimos de Greg Rucka e do ilustrador Leandro Fernández, ganhou duas novas imagens, que trazem a atriz Charlize Theron em destaque.

Confira:

THE OLD GUARD
Charlize Theron as ”Andy”

A trama acompanha um grupo de seres imortais que têm sua identidade revelada quando um de seus membros é capturado misteriosamente, agora eles precisam lutar para voltar ao anonimato.

O longa com Charlize Theron (‘Mad Max: Estrada da Fúria‘), Chiwetel Ejiofor (‘Doutor Estranho‘), Harry Melling (A Balada de Buster Scruggs), Veronica Ngo (‘Star Wars: Os Últimos Jedi’), Marwan Kenzari (Aladdin) e KiKi Layne (‘Se a Rua Beale Falasse‘) no elenco.

Dirigido por Gina Prince-Bythewod (‘Manto e Adaga‘), o longa tem estreia prevista para 10 de julho.

A produçõe é fruto de uma parceria da Netflix com a Skydance, e o roteiro é assinado pelo próprio Rucka.

Com esse mais novo investimento, a Netflix parte para uma competição ainda mais acirrada com suas concorrentes, Marvel e DC, que estão ingressando no mercado de serviços de estreaming com uma série de produções originais.

‘Supergirl’: Azie Tesfai é a Guardiã em primeira imagem oficial; Confira!

A 6ª e última temporada de ‘Supergirl‘ já está a todo vapor e a leva final de episódios vai introduzir a personagem Kelly Olsen (Azie Tesfai) como a heroína Guardiã.

Ela seguirá os passos do seu irmão James (Mehcad Brooks) e a sua primeira imagem oficial em seu traje foi divulgada pela emissora CW.

Confira:

Supergirl — Image Number: SPGS6_FirstLook_Guardian — Pictured: Azie Tesfai as Guardian — Photo: Justina Mintz/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.

Confira as imagens do episódio ‘Fear Knot’, que vai o ar em 11 de maio.

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

‘Monopoly’: Roteiristas de ‘Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes’ vão assinar roteiro do filme

O filme baseado no popular jogo de tabuleiro Monopoly está ganhando forma e a dupla de roteiristas e diretores, John Francis Daley e Jonathan Goldstein, foi contratada para assinar o roteiro da produção. A novidade foi compartilhada pelo The Hollywood Reporter.

O longa será produzido pela LuckyChap, produtora de Margot Robbie, também responsável pelo sucesso astronômico de ‘Barbie‘. Hasbro Entertainment, criadora do brinquedo, também se une ao projeto na co-produção, que ainda conta com o envolvimento da Lionsgate (detentora dos direitos do board game).

Daley e Goldstein são os mesmos responsáveis por ‘Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes‘, lançado em 2023. A produção da Paramount arrecadou mais de US$ 200 milhões ao redor do mundo, embora não tenha tido muito sucesso nos cinemas brasileiros.

O duo criativo também dirigiu e roteirizou o sucesso ‘A Noite do Jogo‘, estrelado por Rachel McAdams e Jason Bateman.

O trabalho mais recente da dupla foi ‘Mayday‘, filme de aventura e ação da Apple TV+, estrelado por Ryan Reynolds e Kenneth Branagh. A produção ainda não tem data de estreia.

A trama ainda é um mistério, mas o presidente da Lionsgate Motion Picture Group, Adam Fogelson, garante que a LuckyChap tem uma visão inovadora para o projeto.

“Eu não poderia imaginar uma equipe de produção melhor para esta marca amada e icônica do que a LuckyChap. Eles são produtores excepcionais que escolhem seus projetos com grande cuidado e pensamento, e se juntam ao Monopoly com um ponto de vista claro. Estamos tremendamente animados em trabalhar com toda a equipe da LuckyChap no que todos acreditamos poder ser o próximo blockbuster deles”, disse Fogelson durante a CinemaCon, em Las Vegas.

A LuckyChap, por sua vez, reconhece o potencial do Monopoly como uma propriedade de alto nível, capaz de ressoar com o público mundialmente. “Como todo o melhor IP, este jogo ressoou mundialmente por gerações, e estamos muito animados em dar vida a este jogo ao lado das equipes maravilhosas envolvidas na Lionsgate e na Hasbro, declararam.

Zev Foreman, chefe de cinema da Hasbro Entertainment, reforça a importância do Monopoly como ícone cultural e a empolgação com a parceria: “Como um dos jogos mais icônicos do mundo, o Monopoly oferece uma plataforma incrível para oportunidades de contar histórias. Estamos emocionados em ter a visão única da LuckyChap e da Lionsgate ao nosso lado para trazer esta peça histórica da cultura popular para a tela grande”.

LuckyChap é conhecida por projetos como ‘Eu, Tonya’, ‘Meu Eu do Futuro’ e Bela Vingança

Vale lembrar que esta não é a primeira vez que um estúdio tenta adaptar ‘Monopoly‘ para um filme live-action.

Em 2008, quando os direitos do jogo ainda estavam nas mãos da Universal Pictures, o diretor Ridley Scott estava cotado para assumir a direção. No entanto, o projeto acabou sendo descartado depois que os direitos da propriedade voltaram para a Hasbro.

Já em 2015, a própria Lionsgate anunciou o desenvolvendo de um filme, com Andrew Niccol (‘O Preço do Amanha’) inicialmente escalado para escrever o roteiro, mas o projeto foi abandonado devido à divergências criativas.

Crítica | Rose: Sandra Hüller é monumental em drama sombrio sobre o peso do patriarcado e dos estereótipos de gênero (Berlinale 2026)

Filme da mostra Competitiva do Festival de Berlim 2026

Depois da impactante interpretação em Anatomia de uma Queda, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar, e da intensidade silenciosa de Zona de Interesse, Sandra Hüller retorna às telas com Rose, do austriaco Markus Schleinzer. Baseada em fatos reais, a obra reafirma o que já sabíamos: estamos diante de uma atriz monumental. Após um intervalo sem novos lançamentos, a expectativa cresceu; e Rose não apenas a justifica, como a amplia.

Ambientado no século XVII e filmado em um rigoroso preto e branco, o longa constrói uma atmosfera austera, quase documental, mergulhando o espectador em uma comunidade rural onde sobreviver já é um ato de resistência — entre o ataque de animais selvagens e a fúria do frio e das chuvas. A narrativa é linear, metódica, conduzida pela própria protagonista como narradora. Em voz off, Rose (Sandra Hüller) revela suas ambições, seus cálculos e seus riscos. Desde o início, sabemos que sua trajetória é movida por um desejo simples e radical: possuir um pedaço de terra, conquistar um lugar no mundo.

Órfã, criada à margem das convenções sociais impostas às mulheres de sua época, a protagonista nunca internalizou completamente o “manual” da feminilidade. Para sobreviver e prosperar, assume a identidade masculina. Não se trata apenas de um disfarce, é estratégia de ascensão social. Como homem, ela trabalha a terra com a promessa de um dia comprá-la. Como homem, pode negociar, comandar, caçar, e inclusive matar um urso, gesto simbólico que  desmonta a crença na suposta incapacidade feminina para a força física, coragem ou liderança.

A transformação física de Hüller é impressionante. A dureza do rosto, a cicatriz que a vida lhe impôs, a postura corporal contida, tudo contribui para essa ambiguidade que convence a comunidade. O que sustenta o filme, entretanto, é sua inteligência emocional. Rose não performa masculinidade como caricatura; ela a incorpora como ferramenta de sobrevivência. Sua “deformação”, que poderia condená-la à exclusão enquanto mulher, torna-se justamente o que viabiliza o engano social.

O pacto com o patriarcado, porém, cobra seu preço. Um fazendeiro se recusa a vender-lhe as terras, mas propõe uma barganha: trabalhar naquele pedaço de chão em troca da mão de uma de suas filhas. Rose aceita. O casamento com Suzanna (Caro Braun) é consumado por meio de artifícios, e ela engravida — porque, no fim, todos guardam algum segredo.. A esposa, inicialmente alheia à verdade, torna-se cúmplice quando descobre seu verdadeiro marido. Nasce entre elas uma solidariedade silenciosa: duas mulheres sustentando uma mentira para escapar de destinos ainda mais brutais.

O inevitável acontece quando, após um acidente — uma picada de abelhas que exige socorro imediato —, o corpo de Rose é revelado. A comunidade reage como se tivesse sido traída por uma blasfêmia. O julgamento constitui o clímax moral do filme. O discurso do juiz ecoa falas que ainda hoje ressoam em parlamentos e púlpitos: gênero é imutável, desafiar a ordem divina é pecado, a mulher tem um papel determinado por Deus. O texto remete à retórica contemporânea de setores religiosos conservadores, lembrando que o controle sobre o corpo feminino sempre foi sustentado por interpretações rígidas das escrituras bíblicas, corânicas ou outras tradições monoteístas.

Sandra Hüller no Festival de Berlim 2026

Rose dialoga com narrativas como Elisa & Marcela (2019), de Isabel Coixet, e A Fita Branca, de Michael Haneke, ambos em preto e branco e com evocação de um segredo maldito. Neste último, Markus Schleinzer trabalhou como diretor de elenco e incorporou bastante a atmosfera do renomado cineasta conterrâneo. O impacto dessas narrativas está na inevitabilidade da tragédia. Não há surpresa no desfecho. Sabemos que a vila não aceitará uma mulher ocupando o espaço de poder reservado aos homens. O que está em jogo não é apenas uma identidade secreta, é a ameaça estrutural ao patriarcado.

O filme explicita a inexistência de saídas reais para as mulheres daquele contexto: prostituição ou casamento, ambas submissões ao patriarcado, não uma escolha. Rose tenta uma terceira via através da ambição, o trabalho, a propriedade ao vestir calças e trabalhar melhor que muitos homens no campo, mas é punida. Sua escolha revela algo profundamente perturbador: para mulheres que ousam desejar autonomia, não há absolvição possível dentro da lógica patriarcal.

Formalmente austero, politicamente incisivo e sustentado por uma performance extraordinária de Sandra Hüller, Rose é um drama sobre identidade, poder e sobrevivência. Mais do que um filme de época, é um espelho desconfortável do presente. Ao narrar a história de uma mulher que precisou tornar-se homem para existir socialmente, o longa nos lembra que, em muitos aspectos, a estrutura que a condenou permanece assustadoramente intacta.

Angelina Jolie leva os filhos para ver ‘Tomb Raider: A Origem’; Veja fotos!

A icônica Angelina Jolie aproveitou a tarde de domingo (18) para assistir em um cinema de Los Angeles o novo Tomb Raider: A Origem.

A atriz, que  já interpretou a mesma personagem em dois filmes no início dos anos 2000, foi prestigiar o trabalho da colega Alicia Vikander, que assumiu o posto de Lara Croft no reboot.

Segundo o Daily Mail, Jolie foi fotografada entrando no cinema com quatro de seus seis filhos. Confira fotos:

Será que a estrela gostou do filme?

‘Tomb Raider: A Origem’: Aparição de Angelina Jolie não se encaixaria, diz produtor

A nova Tomb Raider já está em exibições nos cinemas brasileiros.

Confira a crítica em vídeo feita pelo redator-chefe Renato Marafon:

No filme, Lara Croft estabelece em sua primeira expedição para terminar a pesquisa arqueológica do seu pai e descobrir segredos antigos, a fim de limpar seu nome desonrado. A tragédia começa quando sua aventura se transforma em uma luta pela sobrevivência.

Alicia Vikander vive a personagem título. Dominic West (The Affair) vive Richard Croft e Walton Goggins (Os Oito Odiados) interpreta o vilão.  Daniel Wu e Hannah John-Kamen também estão no elenco.

‘O Doutrinador’: Primeiro filme de super-herói brasileiro ganha belos cartazes artísticos

O Doutrinador, primeiro filme de super-herói brasileiro, ganhou três belos cartazes criados por renomados quadrinistas brasileiros: Thony Silas, Guará Barros Marcelo Costa. Confira as artes:

Eduardo Moscovis será o governador Sandro Correa, um dos políticos corruptos na mira do Doutrinador (Kiko Pissolato), em filme e série homônimos que estão sendo rodados em São Paulo.

O Doutrinador‘, vigilante das HQs – que se tornou conhecido no Brasil e em vários lugares do mundo através da internet e de edições impressas -, é um combatente implacável dos corruptos que sugam e atrasam o país.

Um anti-herói no melhor estilo dos vigilantes dos quadrinhos. O Doutrinador é Miguel, um agente federal altamente treinado que vive num Brasil cujo governo foi sequestrado por uma quadrilha de políticos e empresários. Uma tragédia pessoal o leva a eleger a corrupção endêmica brasileira como sua maior inimiga. E ele começa a se vingar da elite política brasileira em pleno período de eleições presidenciais, numa cruzada sem volta contra a corrupção.

No elenco, além de Pissolato e Eduardo Moscovis estão Marília Gabriela, Helena Ranaldi, Tainá Medina, Samuel de Assis e Tuca Andrada, entre outros. A produção é da Paris Filmes e a distribuição da Downtown Filmes.

O longa estreia nos cinemas em 20 de Setembro deste ano, com direção de Gustavo Bonafé.

Confira as fotos:

Seleção da Bélgica lança uniforme em homenagem ao ‘Tintim’

A Adidas enfim revelou os uniformes das seleções que vão jogar a Eurocopa 2024. De uma vez só, a fornecedora de materiais esportivos mostrou ao mundo as camisas que Alemanha, Itália, Espanha, País de Gales, Hungria, Escócia e Bélgica vão utilizar nos jogos deste ano. Apesar desta edição da ‘Euro’ ser disputada na Alemanha, o destaque da vez vai para a Seleção Belga. Isso porque seu segundo uniforme presta uma homenagem incrível a um ícone dos quadrinhos do país e da Cultura Pop mundial: o jovem jornalista Tintim.

Criado em 1929 pelo quadrinista belga Hergé, o personagem estreou no dia 10 de janeiro de 1929, no jornal Le Vingtième Siècle. Mais especificamente, no caderno infantil do jornal, chamado de Le Petit Vingtième. Sob o título de As Aventuras de Tintim, as histórias em quadrinhos acompanhavam um jovem e destemido repórter, que rodava o mundo investigando casos misteriosos e recheados de perigos. Tudo isso ao lado de seu fiel cachorrinho, Milu.

Por ser um repórter, Tintim estava sempre envolvido em casos internacionais atuais das décadas em questão. Por exemplo, ele acompanhou missões da Segunda Guerra Mundial e até mesmo da Corrida Espacial. Por isso, não demorou para que As Aventuras de Tintim se tornasse uma HQ de popularidade absurda no continente europeu.

Nos quadrinhos, o jornalista usa uma camisa social branca, calça marrom e um suéter azul claro por cima da camisa. Para recriar esse visual, a Adidas apostou numa camisa azul clarinha com gola polo branca. O calção é marrom e os meiões brancos. Só não ficará 100% fiel porque cada jogador usará suas chuteiras de cor definida por suas respectivas patrocinadoras.

O mais curioso disso tudo é que o atual craque da ‘ótima geração belga’ é o meia Kevin De Bruyne. Aos 32 anos, o atleta é um dos astros do Manchester City, atual campeão de tudo, incluindo a Champions League e o Mundial de Clubes da FIFA.

Ídolo no lado azul de Manchester, De Bruyne é comparado pelos torcedores do clube ao Tintim. Não apenas por ser belga, mas também por conta de seu famoso topete ruivo, tal qual o personagem dos quadrinhos.

O curioso, porém, é que justamente quando sua seleção decide homenagear o personagem, Kevin decidiu mudar de penteado e ostenta agora cabelos mais longos, se distanciando do visual de Tintim. Infelizmente, vai demorar um pouco para que os fãs e torcedores possam ver o craque belga usando o uniforme que homenageia seu sósia. Isso porque De Bruyne não foi convocado para os amistosos da Bélgica contra Irlanda e Inglaterra. O treinador Domenico Tedesco justificou a ausência dizendo que Kevin está jogando com um pequena lesão na região da virilha. Então, Domenico optou por não chamá-lo para que possa se recuperar e estar à disposição da Bélgica na época da Eurocopa, que começa em junho deste ano.

O belga Kevin De Bruyne é chamado carinhosamente de Tintim pelos torcedores do Manchester City. Reprodução/ DAZN.

Além dos quadrinhos, As Aventuras de Tintim virou franquia, sendo adaptada em séries animadas, peças teatrais e até mesmo filmes de cinema. O primeiro deles, Tintim e o Mistério do Tosão de Ouro, foi um live action lançado em 1961. Produzido em uma parceria entre França e Bélgica, o longa teve o belga Jean-Pierre Talbot como protagonista. A sequência, novamente protagonizada por Jean-Pierre, foi Tintim e as laranjas azuis, uma produção franco-espanhola lançada em 1964.

A primeira adaptação cinematográfica animada da franquia aconteceu em 1972, quando França e Bélgica se uniram novamente para levar adiante as aventuras do jovem repórter. O longa em questão foi Tintim e o Lago dos Tubarões.

Mas a adaptação que mais repercutiu por aqui foi a revolucionária animação As Aventuras de TintimLançado em 2011, esse filme era um sonho antigo de Steven Spielberg, que adquiriu os direitos de adaptação do personagem nos anos 80, pouco depois da morte de Hergé. Para trazer esse projeto à vida, Spielberg assumiu a direção e contou com os produtores Peter Jackson (O Senhor dos Anéis) e Kathleen Kennedy (Star Wars) investindo no longa. Não fosse o bastante, o roteiro ainda foi escrito por Edgar Wright (Todo Mundo Quase Morto), Steven Moffat (Doctor Who) e Joe Cornish (Homem-Formiga), e a trilha sonora composta pelo lendário John Williams.

Spielberg queria fazer uma nova adaptação em Live Action, mas Peter Jackson havia encantado o mundo com a magia da captura de movimento e convenceu o diretor de que ele teria mais possibilidades ao fazer uma animação 3D por meio dessa técnica. O resultado foi um visual que deixou o público embasbacado, já que havia momentos em que a fidelidade dos personagens era tão grande que parecia mesmo um filme Live Action.

Apesar de ter feito uma boa bilheteria, o filme não chegou nem perto de bater as expectativas de arrecadação. Com isso, os planos para uma trilogia foram engavetados, mas não cancelados. Ainda existe a possibilidade, mesmo que remota, de que Peter Jackson assuma a direção do segundo capítulo.

Quanto ao uniforme da Bélgica, o presidente da Real Associação Belga de Futebol definiu o Tintim como um “ícone” do país e disse torcer para que a bravura do personagem seja representada por seus jogadores em campo.

As Aventuras de Tintim está disponível para aluguel no Amazon Prime Video. Já a Eurocopa 2024 acontece entre 14 de junho e 14 de julho, na Alemanha.

POLÊMICO! Clássico que CHOCOU os Anos 80 estreia no Amazon Prime Video…

Os anos 1980 foram marcados por um intenso mergulho da juventude na cena do rock, perdendo o colorido hippie dos anos 1960 e 70 para ganhar o monocromatismo do preto – nas roupas, nas maquiagens, no estado de espírito.

Foi também quando houve a difusão das drogas sintéticas, que ganharam terreno especialmente nas grandes metrópoles do mundo, nas ruelas dos centros urbanos, nas mãos dos jovens.

Como um retrato da ascensão desse cenário sombrio, surgiu o dramaEu, Christiane F., 13 Anos, Drogada e Prostituída’, em 1981, que chega ao streaming pelo Amazon Prime Video.

Christiane (Natja Brunckhorst) é uma garota de classe média que, aos treze anos, vê sua irmã sair de casa para ir morar com o pai. Ao mesmo tempo, sua mãe tem um novo namorado, de quem ela não gosta muito. Sentindo a ebulição dos hormônios adolescentes aflorando e super fã do cantor David Bowie, Christiane quer demarcar sua independência saindo com amigos para boates nos subterfúgios de Berlim, onde conhece o submundo das drogas, que começa a tomar conta dos locais frequentados pelos jovens. Ao ver os amigos – principalmente o garoto de quem gosta, Detlev (Thomas Haustein), e sua melhor amiga, Babsi (Christiane Lechle) – experimentando cada vez mais tipos de drogas mais pesadas, Christiane aos poucos começa a perceber que para se manter a par com o resto da turma precisa também acompanhar a evolução no consumo das drogas – só que, aos poucos, isso vai significar ter que se submeter a situações cada vez piores.

Quando lançado pela primeira vez, ‘Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada e Prostituída’ chocou o mundo por conta das cenas bastante gráficas, em close up, não só do consumo das drogas – maconha, cocaína, heroína, bala – mas também do impacto desta no corpo humano. Baseado no livro homônimo de Horst Rieck e Kai Hermann, o roteiro de Herman Weigel constrói de maneira bem imersiva a ascensão e queda da protagonista, mergulhando-a no mundo das drogas até que a jovem perca absolutamente tudo que socialmente é importante. De certo modo, o longa se apresenta como um retrato da juventude dos anos 1980, que popularizou as drogas sintéticas a pessoas menores de idade, muito impactadas com o estilo de vida das bandas de rock que, por sua vez, esbanjavam o consumo de drogas, álcool e cigarros como algo empoderador – no filme alegoricamente representado por David Bowie, que aparece no longa. Os fãs, por suas vezes, espelhavam esse comportamento, tal como Christiane.

Ainda que o roteiro seja impactante, o que torna a história mais pesada é a condução de câmera do diretor alemão Uli Edel, com excesso de close em seringas e veias, quase como um manual de como fazer. À época do lançamento, foram essas cenas, juntamente com o zumbizismo oriundo do consumo das drogas e o título, que abalaram tanto a crítica quanto o público, e igualmente irão impactar o público e a crítica de hoje, quarenta anos depois. É esse choque que transformou ‘Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada e Prostituída’ de um filme indie a um clássico do cinema underground mundial, e, hoje, se tornou também um retrato-testemunho da trajetória desastrosa das drogas nas gerações que vieram depois. Um filme-porrada, que gera debates, e importante para quem estuda cinema.

‘Capitã Marvel’: Novo vídeo traz sequência HILÁRIA com o gatinho Goose! Confira;

O elenco de Capitã Marvel traz muito talento para o novo filme do Universo Cinematográfico Marvel – mas o novo spot para TV na verdade traz o gatinho Goose no centro dos holofotes.

O vídeo traz imagens novas para o público, e o maior ocorre perto do final, numa sequência estendida em que Carol Danvers (Brie Larson) e Nick Fury (Samuel L. Jackson) estão voando no Quadjet. Quando alcançam voo, Goose é arremessado para trás da aeronave e atinge a parede com força – e definitivamente não fica feliz com isso.

Confira:

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘Cinderela’: Idina Menzel está em negociações para viver Lady Tremaine na adaptação

Segundo a VarietyIdina Menzel está em negociações para viver a madrasta Lady Tremaine na nova adaptação de Cinderela, da Sony Pictures.

A atriz e cantora é conhecida por seus papéis nos musicais Wicked‘RENT – Os Boêmios’ (este tendo sido adaptado para as telonas em 2005), além de ter dublado a Rainha Elsa na franquia Frozen.

Ontem, o site THR divulgou que Billy Porter (Pose) também havia sido elencado na releitura e que interpretaria a fada-madrinha. A informação ainda não foi confirmada pela Sony Pictures, portanto trate tudo como especulação.

Camilla Cabello, ex-integrante do grupo musical Fifth Harmony, viverá o papel homônimo, além de ser a responsável pela parte musical do longa.

A nova versão de ‘Cinderela‘ é descrita como uma releitura moderna do clássico conto de fadas. O filme conta com James Corden como o produtor executivo do longa, que teria sido também o autor da ideia original. Além dele, Leo Pearlman assume o papel de produtor, pelo selo Fulwell 73.

O projeto será roteirizado e dirigido por Kay Cannon, roteirista responsável por ‘A Escolha Perfeita‘.

O filme chega aos cinemas dia 5 de fevereiro de 2021.

Crítica | Adam Lambert explora todo seu glamour musical em ‘Velvet’

“Me sinto nostálgico e sei que não sou o único” é a frase que abre a música homônima de Velvet, quarto álbum de estúdio do popstar Adam Lambert. E, levando em consideração o efervescente cenário que 2020 vem nos apresentando desde os primeiros dias de janeiro, ele não está errado: a indústria musical está retornando às clássicas décadas entre 1970 e 1990 para recuperar um pouco do glamour trazido por nomes como Madonna, Michael Jackson, Dixie Chicks, Prince e Queen ao escopo fonográfico. É claro que, conhecendo as gritantes influências de sua identidade artística, Lambert não deixaria de seguir o fluxo e explorar novamente sua inebriante veia musical, entregando uma produção divertido e que nos convida para um baile glam-rock que não tem hora para acabar.

O performer ganhou proeminência ainda em 2009 quando participou da 8ª temporada de American Idol, estonteando o público com seu visual andrógino e seus vocais irretocáveis – além de representar um saudosista regresso ao disco e ao rock que colocaram nomes como Diana Ross e Freddie Mercury no centro dos holofotes. E é interessante observar a jornada que ele percorreu até os dias de hoje, saindo das formulaicas “Whataya Want from Me” e “If I Had You” para chegar, por exemplo, na impecável rendição de track mencionada no parágrafo acima e em “Superpower”, as duas canções que abrem o CD. Mais do que isso, é inegável o amadurecimento estilístico que imprimiu em sua carreira, conseguindo arquitetar duas peças sonoras divergentes entre si (esta guiada pela guitarra e pela bateria, e aquela movida pelos sintetizadores e pelo baixo) e que, ao mesmo tempo, dialogam ao longo de treze iterações.

Lambert, na verdade, consegue fazer isso em vários momentos: “Stranger You Are” traz elementos do country-pop (incluindo um sotaque sulista e teatral muito bem-vindo) antes de optar pelas múltiplas camadas de voz acompanhadas das trompas e dos trompetes; “Overglow” é um regresso mais dark e sinestésico à época do discoball, que mostra um cantor em total controle de sua tecedura e seu alcance à medida que abre as portas para uma oitentista homenagem à banda Survivor; “Love Dont” já abandona o autotune e os moduladores para estender seus braços aos anos 2000 e nos envolver em uma espécie de balada desconstruída que traz uma de suas melhores atuações (e um liricismo familiar e minimalista na medida certa).

Se o álbum nos soa palpável o bastante para ouvirmos as músicas sem pular uma sequer, devemos esse crédito à competente produção de um time liderado por Tommy English, que prepara o terreno com alguns dos melhores momentos. Além de “Superpower”, English pega emprestado certas investidas de trabalhos anteriores (como ‘Dedicated’, de Carly Rae Jepsen) e as traz para uma amálgama interessante em “Loverboy”, mostrando sua preferência por instrumentos de corda e deixando que o artista explore um crescendo aplaudível. Logo depois, chega a vez do lendário Nile Rodgers (‘C’est Chic’) colaborar com a sensual “Roses” – recheada de referências a “I Want Your Love” e “Le Freak”.

Lambert não deixa de explorar outros lados que por vezes são ofuscados em meio a outras faixas, como a romântica downbeat “Closer to You” ou então sua incursão inesperada em “Comin In Hot”, uma mistura entre new wave e soul que acaba falando por conta própria – ainda que tire um pouco do protagonismo da letra e até mesmo das performance. E, enquanto poderíamos esperar um “apaziguamento” por parte do cantor, ele eleva nossas expectativas para um novo patamar com a calma e sensual “On the Moon”, cuja metafórica verborragia é pincelada com versos incríveis, levando o eu lírico em uma “queda livre” em busca do amor; pouco depois, nos surpreende com o soft-rock setentista de “Ready to Run”, que contém um dos melhores vocais de sua discografia.

Nos atos finais, a obra parece decidir por conta própria seguir em um caminho bastante diferente, dessa vez aproveitando o início de uma nova década para fazer um apanhado mimético do século XXI, escolhendo a dedo as características que o colocaram em voga há alguns anos e também pegando breves espectros que longinquamente nos recordam de nomes como Justin Timberlake e The Weeknd e o apreço de tais artistas por notas mais agudas e uma espécie de rouquidão cansada que auxilia na construção de seus alter-egos. Já “Feel Something”, por mais que suas intenções sejam das mais puras possíveis, parece um balde de água fria, vindo à tona como um dramático e fragmentado solilóquio que definitivamente não tem lugar aqui.

Com poucas exceções, Velvet é uma incrível adição às produções sempre enérgicas e repletas de vida de Adam Lambert – alguém que merecia mais reconhecimento do que tem no tocante ao que representa na indústria musical contemporânea e sua importância em sempre tentar se renovar. De fato, algumas iterações funcionam como poços de originalidade e inspiração para aqueles que, como ele, se recusam a ser enfiados em rótulos e caixas.

Nota por faixa:

  • Velvet – 4,5/5
  • Superpower – 4/5
  • Stranger You Are – 4/5
  • Loverboy – 4,5/5
  • Roses – 5/5
  • Closer to You – 3,5/5
  • Overglow – 4,5/5
  • Comin In Hot – 3,5/5
  • On the Moon – 5/5
  • Love Dont – 4/5
  • Ready to Run  – 5/5
  • New Eyes – 4/5
  • Feel Something – 2/5

‘Agents of S.H.I.E.L.D.’: Marvel divulga vídeo com os melhores momentos da série; Confira!

Agents of S.H.I.E.L.D.‘ chegou ao fim há alguns dias e, para celebrar uma das séries mais famosas e adoradas do panteão super-heroico, a Marvel divulgou um vídeo compilado com os melhores momentos das sete temporadas da produção.

Confira:

O elenco inclui Clark Gregg, Ming-Na Wen, Chloe Bennet, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, Natalia Cordova-Buckley e Jeff Ward.

‘Prodigal Son’: Catherine Zeta-Jones entra para o elenco da 2ª temporada

Segundo o TV Line, a atriz vencedora do Oscar Catherine Zeta-Jones foi elencada na 2ª temporada de ‘Prodigal Son’, série de grande sucesso da Fox.

O anúncio foi feito através do Twitter e confirma a aparição de Zeta-Jones na segunda metade do novo ano. Ela terá papel de destaque como a “Dra. Vivian Capshaw, médica residente da clínica de psiquiatria Claremont”.

Confira:

A nova temporada estreia dia 12 de janeiro.

A série foi criada por Chris FedakSam Sklaver.

Malcolm Bight (Payne) é um psicólogo criminal de sucesso que usa a sua genialidade para ajudar o Departamento da Polícia de Nova York a resolver crimes. Acontece que grande parte do seu sucesso se dá pelo fato de que seu pai é um dos mais notórios serial killers da cidade.

O elenco inclui Tom Payne, Michael Sheen, Lou Diamond Phillips, Bellamy Young e Halston Sage.