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‘Sombra e Ossos’: Série de fantasia da Netflix é OFICIALMENTE renovada para a 2ª temporada!

Netflix revelou hoje (07) que a aclamada série de fantasia Sombra e Ossos foi oficialmente renovada para a 2ª temporada.

O anúncio foi feito através de um vídeo em que o elenco protagonista divulga as boas novas aos fãs.

O próximo ciclo ainda não tem previsão de lançamento.

Confira:

A história gira em torno de Alina Starkov, uma órfã que se transforma em uma soldado para tentar sobreviver no perigoso e obscuro mundo d’A Dobra das Sombras.

Eric Heisserer (A Chegada) entra como showrunner e adaptou os dois primeiros volumes da franquia. Shawn Levy (Stranger Things) é o produtor-executivo.

A produção é baseada na saga de romances de Leigh Bardugo.

Jessie Mei LiArchie RenauxFreddy CarterAmita SumanKit YoungBen Barnes estrelam.

‘Yellowjackets’: Thriller de sobrevivência com Christina Ricci ganha novo trailer oficial; Confira!

O canal Showtime divulgou o novo trailer oficial da série de sobrevivência ‘Yellowjackets‘.

Confira:

Criada por Ashley LyleBart Nickerson (‘Narcos’), a série é descrita como uma mistura de “sobrevivência épica, terror psicológico e drama”.

Uma equipe de talentosas estudantes se tornam improváveis sobreviventes de um acidente de avião, que cai em uma área remota e isolada. Enquanto acompanhamos a jornada delas de sobrevivência, vemos a vida que elas tentam reconstruir 25 anos após o acontecimento, provando que o passado nunca fica para trás.

A produção irá estrear oficialmente no dia 14 de novembro.

Karyn Kusama (‘Garota Infernal’) dirigiu o episódio piloto.

O elenco também conta com Melanie Lynskey, Tawny Cypress e Juliette Lewis.

DeWanda Wise divulga duas novas imagens de bastidores de ‘Jurassic World: Domínio’; Confira!

Através do Instagram, a atriz DeWanda Wise divulgou duas imagens inéditas do aguardado Jurassic World: Domínio, destacando o trabalho da incrível equipe de produção do longa-metragem.

Confira:

O filme chega aos cinemas nacionais no dia 02 de junho, uma semana antes do previamente confirmado.

Nos Estados Unidos, a estreia está marcada para 10 de junho.

Owen Grady (Chris Pratt) e Claire Dearing (Bryce Dallas Howard) tentam retomar o controle dos dinossauros, que passam a coexistir com humanos: Jurassic World Domínio acontece quatro anos após a destruição da Isla Nublar e os dinossauros agora vivem – e caçam – ao lado de humanos em todo o mundo.

Além de Chris Patt e Bryce Dallas Howard, a sequência é estrelada pelos veteranos da franquia original Laura Dern, Sam Neill e Jeff Goldblum, e também Mamoudou Athie, Scott Haze, Dichen Lachman, Daniella Pineda, Campbell Scott, Isabella Sermon, Justice Smith, Omar Sy, DeWanda Wise e BD Wong.

Colin Trevorrow retorna à direção.

‘Eu Nunca…’: 3ª temporada já está disponível na Netflix!

A 3ª temporada da adorada comédia ‘Eu Nunca…‘ (Never Have I Ever) já chegou à Netflix.

Os novos episódios foram lançados hoje, 12 de agosto, na plataforma de streaming.

Nos capítulos recém-lançados, Devi está cheia de coragem para tomar decisões ousadas, enquanto lida com o seu tumultuado relacionamento com a mãe, novos amores e a chegada de novos colegas na escola.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Lang Fisher e Mindy Kaling.

Maitreyi Ramakrishnan estrela a produção. Poorna Jagannathan, Richa Shukla, Darren Barnet, Aitana Rinab Perez, John McEnroe, Hanna Stein, Sendhil Ramamurthy, Jaren Lewison, Ramona Young e Lee Rodriguez.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª (e última) temporada!

‘Junji Ito: Histórias Macabras do Japão’: Novos episódios do anime já estão disponíveis na Netflix!

O anime ‘Junji Ito: Histórias Macabras do Japãofinalmente retornou à Netflix.

Os cinco novos episódios foram lançados hoje, 19 de janeiro, na plataforma de streaming.

No total, a temporada é formada por doze capítulos que focam em bizarras lendas japonesas.

Vale destacar que ‘Tomie‘ é a primeira obra de Junji Ito, que já lhe rendeu um prémio Kazuo Umezu em 1989.

Sinopse: Podem matá-la quantas vezes quiserem, que ela ainda assim ressurgirá neste mundo, mais bela do que nunca. Ninguém sabe ao certo quem ou o que ela é, mas uma coisa é fato: se você se deparar com Tomie Kawakami, seu destino estará selado. E ele não poderia ser mais aterrador.

Por trás de um rosto fascinante, realçado por uma única pinta debaixo do olho esquerdo, esconde-se um mal terrível. Um mal sedutor, capaz de enfeitiçar os homens e levá-los a cometer o mais hediondo dos atos: o assassinato. Mas como explicar o fato macabro de que a vítima desse instinto homicida é a própria Tomie? Eles a matam, matam e matam, mas o mundo nunca estará livre de Tomie.

Biógrafo de ‘Oppenheimer’ rasga ELOGIOS para o filme de Christopher Nolan: “Um feito artístico esplêndido”

Em uma recente aparição no Leon Levy Center for Biography em Nova York, o autor Kai Bird, que assinou a biografia de J. Robert Oppenheimer (o criador da primeira bomba atômica do mundo), comentou sobre a adaptação encabeçada por Christopher Nolan e rasgou elogios para o longa-metragem (via Variety).

“Eu estou, no momento, maravilhado e me recuperando emocionalmente de ter visto [o filme]”, ele disse. “Acho que será um feito artístico esplêndido – e tenho grandes expectativas que irá estimular uma conversa nacional e até mesmo global sobre as questões que Oppenheimer queria falar – sobre vivermos na era atômica, como viver com a bomba e sobre o Macarthismo. O que significa ser um patriota e qual é o papel de um cientista em uma sociedade mergulhada na tecnologia e na ciência”. 

Anteriormente, Nolan explicou motivo pelo qual optou por não utilizar CGI em excesso em seu próximo filme. Em uma conversa com a Empire Magazine, Nolan compartilhou sua experiência de produção e ressaltou seu desejo de utilizar o máximo possível de efeitos práticos no filme.

A produção de ‘Oppenheimer‘ chamou a atenção quando Nolan conseguiu retratar uma explosão nuclear de forma realista, usando efeitos práticos. Para alcançar esse feito impressionante, foram realizadas explosões de grande escala.

“Quero dizer, eu fiz muitas explosões em muitos filmes. Mas há algo muito único e especial em estar no meio do deserto à noite com um grande elenco, fazendo explosões enormes e capturando tudo isso”, explicou Nolan.

O diretor destacou a sensação de autenticidade e tensão que a escolha pelos efeitos práticos proporcionou à equipe de produção: “Você não pode deixar de voltar a esse momento em que eles estavam fazendo isso em escala máxima, sabendo no fundo de suas mentes que havia a possibilidade de incendiar a atmosfera. Foi incrível se envolver nesse tipo de tensão”.

Lembrando que o longa terá 3 horas (180 minutos) de duração, tornando-se a produção mais longa da carreira de Nolan.

Além disso, a MPA (Motion Picture Association) classificou o filme como Rated-R (para maiores de 17 anos) por “cenas com sexualidade, nudez e linguagem chula.”

O filme estreia nos cinemas no dia 20 de julho.

A produção conta a história de J. Robert Oppenheimer (Cillian Murphy), chefe do Projeto Manhattan, um plano do governo dos Estados Unidos encarregado de criar o primeiro armamento nuclear para do país.

O elenco ainda inclui Emily Blunt (‘Jungle Cruise’), Matt Damon (‘O Último Duelo’), Florence Pugh (‘Viúva Negra’), Rami Malek (‘Bohemian Rhapsody’), Benny Safdie (‘Joias Brutas’), Dane DeHaan (‘O Espetacular Homem-Aranha 2’), Jack Quaid (‘The Boys’), Josh Hartnett (‘Penny Dreadful’), David Dastmalchian (‘O Esquadrão Suicida’), Alden Ehrenreich (‘Solo: Uma História Star Wars’), David Krumholtz (‘The Deuce’), Jason Clarke (‘Everest’), Louise Lombard (‘CSI’), James D’Arcy (‘Agent Carter’), Michael Angarona (‘Sky High: Super-Escola de Heróis’) e Matthias Schweighöfer (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

Pugh interpretará Jean Tatlock, membro do Partido Comunista dos Estados Unidos que tem um caso com Oppenheimer e a causa de grandes preocupações de segurança para funcionários do governo.

Safdie interpretará Edward Teller, o físico húngaro conhecido como o pai da bomba de hidrogênio e membro do Projeto Manhattan, a iniciativa de pesquisa dos EUA que desenvolveu a primeira bomba atômica.

Damon será o tenente-general Leslie Groves, diretor do Projeto Manhattan, enquanto Blunt será Katherine Oppenheimer Vissering, esposa do protagonista.

Nolan também entra como produtor executivo do filme ao lado de sua esposa e parceira de produção de longa data, Emma Thomas.

‘Argylle – O SUPERESPIÃO’, com Henry Cavill e Dua Lipa, tem cartazes INÉDITOS divulgados na CCXP 2023

Durante a CCXP 2023, a Universal Pictures divulgou dois cartazes inéditos de ‘Argylle‘, filme de espionagem do diretor Matthew Vaughn (‘Kingsman’) e estrelado por Henry Cavill (‘O Homem de Aço’).

Além de Cavill, também estão confirmados Sam Rockwell, Bryce Dallas Howard, Dua Lipa, Bryan Cranston, Catherine O’Hara, John Cena e Samuel L. Jackson.

Confira, em primeira mão, junto ao trailer:

A história gira em torno do maior espião do mundo, chamado Argylle. A expectativa é que o filme seja um sucesso e dê origem a uma nova franquia de pelo menos mais três títulos, gravados nos Estados Unidos, Londres e em outras locações espalhadas pelo mundo.

Confira as imagens oficiais:

Também foi divulgado o seguinte vídeo curto da Dua Lipa no filme:

Argylle‘ é baseado no romance literário de Ellie Conway, cujo roteiro foi adaptado por Jason Fuchs (‘Mulher-Maravilha‘).

Anteriormente, Vaughn falou a respeito do novo filme:

“Quando eu li o primeiro tratamento do roteiro, senti que era a franquia de espionagem original mais incrível desde os livros de Ian Fleming (‘007’). Isso vai reinventar o gênero de espionagem”.

Artigo | 20 anos depois, ‘Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban’ ainda é o melhor filme da saga mágica

Quando Harry Potter chegou aos cinemas, causou uma comoção gigantesca nos fãs da saga literária assinada por J.K. Rowling, por trazer a vida de uma forma bastante competente um dos universos que se tornaria um marco na cultura pop mundial, abrindo as portas para que a nova geração de leitores e espectadores se envolvesse com o gênero da narrativa fantástica. Entretanto, é inegável dizer que, apesar da sólida apresentação, a crítica internacional teceu alguns comentários que iam de encontro ao sentimento do público, enaltecendo os efeitos visuais e a química do elenco protagonista e coadjuvante, mas comentando sobre uma certa inconsistência tonal que perduraria de ‘A Pedra Filosofal’ e ‘A Câmara Secreta’.

De fato, talvez a ideia por trás dos dois primeiros volumes da franquia fílmica tenha sido arquitetar um enredo simples e compreensível pelas crianças e pré-adolescentes que tinham o primeiro contato com o universo mágico: é compreensível, pois, que Chris Columbus tenha sido escalado para a cadeira de direção. Conhecido por seu trabalho em clássicos como ‘Esqueceram de Mim’, Columbus sempre teve um tato considerável para trabalhar com crianças – o que reiterava a importância de sua contratação para introduzir Harry (Daniel Radcliffe), Hermione (Emma Watson) e Rony (Rupert Grint) ao mundo, dando rosto aos personagens imortalizados no imaginário popular. Mas as coisas estariam prestes a mudar – e Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban’ representou a primeira drástica mudança para a saga cinematográfica.

No terceiro ano, Harry está pronto para retornar a Hogwarts, mas não pode imaginar os problemas que enfrentará quando chegar lá. Já nas primeiras cenas do filme, percebemos que o protagonista titular vem enfrentando a transição completa da infância para a adolescência, mergulhando em uma espécie de autorreflexão sobre seu lugar no mundo e sobre os traumas que vem enfrentando desde sua infância, em que o terrível Lorde Voldemort tirou a vida de seus pais e o deixou órfão. Não é surpresa que, por mais que seja obrigado a aturar o temperamento corrosivo de sua família adotiva, ele perceba que não é mais um garotinho; logo, é notável como a sequência em que Harry transforma Guida (Pam Ferris), irmã de Valter (Richard Griffiths), em um balão, depois de um acesso de raiva que lhe fornece um prospecto pontual sobre como os meses irão se discorrer.

O ato inicial já demonstra uma predileção artística por algo que se afasta do maravilhamento pueril dos filmes anteriores. Em outras palavras, a admiração dourada de ‘Pedra Filosofal’ e a crescente maturidade esverdeada de ‘Câmara Secreta’ parecem finalmente culminar na melancolia da experimentação da vida adulta e do descontentamento com o mundo em ‘Prisioneiro de Azkaban’. A mistura entre amarelo e azul é uma representação simbólica significativa na transfiguração do que realmente significa crescer – e, no topo de tudo isso, temos a escalação de um dos diretores mais autênticos da contemporaneidade para comandar o enredo: Alfonso Cuarón.

Cuarón ganharia uma fama ainda maior depois de comandar o terceiro filme da saga Harry Potter, conquistando quatro estatuetas do Oscar por seu trabalho em ‘Roma’ e ‘Gravidade’. Entretanto, foi com o longa de 2004 que ele provou ter uma sagacidade invejável e admirável para blockbusters, imprimindo uma estética muito diferente tanto dos capítulos anteriores quanto dos seguintes. É claro que, ao contrário de outras incursões, esta aqui carrega uma importância no escopo mainstream e permite que seu nome caia em dezenas de milhões de pessoas apaixonadas pelo universo mágico – e, apesar das limitações impostas pelo estúdio e talvez por Rowling, ele conseguiu construir algo único, guiado por peculiaridades que explodem em um divisor de águas importante inclusive para o arco das personagens.

Desde sua conexão com o elenco até a condução das sequências, as coisas começam a trilhar um caminho que beira a fantasia mórbida: o terror enfrentado por nossos heróis mergulha de cabeça em crises existencialistas e um gostinho do suspense psicológico que desconstrói os maniqueísmos entre bondade e maldade, entre mocinhos em vilões, seja pelo prenúncio do “perigoso e brutal assassino” Sirius Black (Gary Oldman), seja pelo enfrentamento do próprio medo com a emergência angustiantes dos Dementadores – criaturas mortais que sugam a energia vital e a felicidade de suas vítimas e as transformam em seres apáticos e entorpecidos no próprio desespero. Obviamente, o arquétipo desses antagonistas parte de uma relação semiótica clara com a depressão, algo que Rowling enfrentou quando mais nova.

Todos os elementos trazidos do livro às telonas foram escolhidos com meticulosa ponderação para que nada transbordasse em excesso ou deixasse lacunas; dessa maneira, Cuarón deve esquadrinhar por possíveis brechas que o permitam desenvolver uma trama original dentro das restrições apresentadas, à medida que se mantém fiel à estrutura apresentada. Se Rowling havia conseguido transpor o que queria através dos escritos, o cineasta encontra sucesso em colocar essas sensações conflituosas através de enquadramentos ousados, planos-sequência e um equilíbrio gritante entre ação, drama e reviravoltas.

Indiscutivelmente, Harry é o centro das atenções e descobre que as coisas não são o que parecem – e o que lhe foi contado vai muito além da superfície. Para aqueles que não se recordam, Sirius é revelado como o padrinho de Harry e centro de uma enorme mentira em que foi culpado pela morte de Tiago e Lílian, além de ter se aliado com Voldemort. Porém, esse não é o caso: o verdadeiro culpado foi o covarde Pedro Pettigrew, que posava como o ratinho Perebas, de Rony, por doze anos. As personalidades de Sirius e Pedro prenunciam os trágicos acontecimentos futuros e mergulham em uma sinistra e agourenta atmosfera que é percebida em níveis dessemelhantes por cada um.

Todavia, o momento de maior contraste sentimental ocorre na impactante transição do segundo para o terceiro ato, em que Harry e Sirius conseguem se entender e conversam defronte a Hogwarts, em uma noite estrelada, e comentam sobre possíveis planos de morarem juntos, como uma família. Como bem sabemos, essa utópica ideia de encontrar um final feliz em meio a tantas tragédias nunca se concretiza (vide ‘A Ordem da Fênix’, em que Sirius é assassinado pela própria prima, Bellatrix Lestrange), o que, em retrospecto, deixa a cena muito mais tocante. Mais do que isso, o prenúncio de que Harry enfrentaria ainda mais perdas é refletido na escolha certeira de ângulos e de um filtro azulado que pincela a momentânea felicidade com um marasmo estranho e letárgico.

‘O Prisioneiro de Azkaban’ continua com louvor a levar a icônica saga mágica às telas e, diferente do que imaginamos, é destinado tanto para as crianças que acompanharam as aventuras predecessoras quanto para um público mais velho, que compreende as complexas nuances engendradas pelas dinâmicas entre família, amigos e o entendimento de que o mundo é bem mais difícil do que parece. E são esses os motivos que, quase duas décadas depois de seu lançamento oficial, validam o longa-metragem como a melhor entrada de Harry Potter.

Lady Gaga divulga LETRA COMPLETA de “Disease”, lead single de seu novo álbum de estúdio

A titânica musicista Lady Gaga divulgou, através das redes sociais, a letra completa e oficial de “Disease”lead single de seu próximo álbum de estúdio.

A canção será lançado nesta próxima sexta-feira, 25 de outubro, à 1h (horário de Brasília).

Confira:

Letra de música digitada em papel antigo.

O compilado de originais ainda não tem data de lançamento confirmada, mas sabe-se que ele será lançado no ano que vem e que será um álbum pop.

O último álbum de originais de Gaga foi o elogiado Chromatica, lançado em 2020 e que lhe rendeu uma estatueta do Grammy. Em 2021, ela se uniu a Tony Bennett para o elogiado Love for Sale, que rendeu a ambos os artistas mais um gramofone dourado – marcando o último disco da lenda do jazz antes de seu falecimento.

Em 2024, ela também lançou um álbum de covers de jazz e duas músicas originais intitulado Harlequin, que funcionou como um projeto-irmão do filme Coringa: Delírio a Dois. Além disso, uniu-se a Bruno Mars para uma das canções mais bem-sucedidas e aclamadas do ano, “Die With a Smile”.

Considerada uma das maiores artistas da história, Gaga já conquistou inúmeros prêmios ao longo de sua carreira, incluindo 13 Grammys1 Oscar2 Globos de Ouro2 Critics Choice Awards1 BAFTA. Ela também é uma das musicistas mais bem-sucedidas da indústria, tendo vendido 110 milhões de álbuns175 bilhões de streamings758 milhões de unidades ao redor do mundo.

Melanie Martinez lança videoclipe oficial de “LEECHES”, faixa do álbum ‘Portals’; Confira!

A cantora e compositora Melanie Martinez lançou recentemente o videoclipe oficial de “LEECHES”, faixa de seu 3º álbum de estúdio, intitulado Portals.

Lembrando que a versão padrão e a deluxe do compilado de originais já estão disponíveis nas plataformas de streaming.

Confira:

Relembre a tracklist:

1. Death
2. Void
3. Tunnel Vision
4. Faerie Soirée
5. Light Shower
6. Spider Web
7. Leeches
8. Battle of the Larynx
9. The Contortionist
10. Moon Cycle
11. Nymphology
12. Evil
13. Womb

Martinez se tornou mundialmente conhecida por seu icônico cabelo preto e branco (homenagem à vilã Cruella de Vil, de ‘101 Dálmatas’) e por um estilo musical nostálgico e assustador, com letras pesadas e que retratam suas próprias experiências de vida.

Ela fez sua estreia ainda em 2015 com o aclamado Cry Baby. Em 2019, lançou o álbum K-12, que veio acompanhado de um longa-metragem dirigido pela própria cantora e compositora e que faturou uma indicação ao Billboard Music Awards. Em 2020, lançou o ótimo EP After School.

Novo SUSPENSE da autora de ‘Manual de Assassinato para Boas Garotas’ chega ao Brasil em setembro!

Em novo livro de tirar o fôlego, a rainha dos thrillers Holly Jackson, responsável pelo sucesso avassalador Manual de Assassinato para Boas Garotas, tece uma história eletrizante sobre luto e justiça.

Em ‘Ainda Não Morri’, obra que já está em primeiro lugar em listas de mais vendidos no Reino Unido e que chega ao Brasil em setembro pela Intrínseca, a autora inglesa acompanha a narrativa de uma mulher que precisa solucionar seu próprio assassinato. Com um enredo inovador, Holly brinca com as estruturas clássicas do estilo whodunnit, ao subverter sua principal característica e mesclar a vítima e o investigador em um só personagem.

Jet tem um lema na vida: “faço isso depois”. Afinal, ela só tem 27 anos e vai ter muito tempo pela frente para descobrir qual rumo tomar após ter desistido da faculdade de direito. Pelo menos era o que ela achava até ser brutalmente atacada em casa após uma festa de Halloween. A tentativa de assassinato, porém, não foi tão bem-sucedida porque, como diz o título, ela ainda não está morta. Ao acordar no hospital, todavia, Jet descobre que um aneurisma fatal irá se formar em seu cérebro e se romperá em sete dias, em decorrência das pancadas misteriosas que a atingiram na cabeça.

Atormentada com a repentina finitude de sua vida, a jovem fica determinada a achar a pessoa que a sentenciou à morte. Mesmo sem achar que mantinha inimigos, a jovem desconfia de todos à sua volta. Sua família, sua cunhada, seus amigos… Todos se tornam suspeitos em potencial. Contando com a única pessoa que tem certeza ser inocente — Billy, o melhor amigo que a encontrou no chão de casa —, Jet começa uma investigação pessoal, disposta a ir até o final de uma tarefa pela primeira — e última — vez em sua vida.

A partir de dinâmicas familiares complexas, relações estremecidas e muita desconfiança, Ainda não morri revela uma nova face da produção literária de Holly Jackson marcada por enredos intrigantes e surpreendentes.

Holly Jackson se tornou autora best-seller do New York Times com a série Manual de Assassinato para Boas Garotas, que vendeu milhões de exemplares em todo o mundo e foi adaptada em uma série de sucesso da BBC, distribuída pela Netflix. Ela é formada na Universidade de Nottingham, onde estudou Linguística Literária e Escrita Criativa, e tem um mestrado em Língua Inglesa. Pela Intrínseca, também publicou Os cinco sobreviventes’ e O reaparecimento de Rachel Price.

Para mais informações, clique aqui!

Odessa A’zion DEIXA o elenco de ‘Deep Cuts’ após escalação controversa; Entenda!

Nesta última quarta-feira (28), a atriz Odessa A’zion (‘Marty Supreme’, ‘I Love L.A.’) fez uma série de postagens em seu Instagram oficial anunciando que deixou o elenco de Deep Cuts, novo filme de Sean Durkin (‘Garra de Ferro’) para a A24 (via Deadline).

O longa é adaptação do romance homônimo de Holly Brickley, lançado em 2021. Após a escalação de A’zion, fãs do livro perceberam que a personagem que ela interpretaria, Zoe Gutierreza, tinha descendência judia e mexicana. A’zion não é mexicana, o que gerou discussão calorosa nas redes sociais.

Em seu Instagram, A’zion disse que concordou com as críticas e não tinha conhecimento da identidade da personagem antes de aceitar o papel, visto que não lera o livro.

“Gente! Estou com todos vocês e não vou fazer esse filme”, ela escreveu nos stories“Obrigada por me avisarem. Concordo com cada um de vocês! É por isso que amo vocês. Sinto muito que isso tenha acontecido. É muito importante para mim contar como tudo aconteceu: fiz o teste para Percy, mas me ofereceram a Zoe e aceitei na hora! Estou muito irritada, eu não tinha lido o livro e deveria ter prestado mais atenção a todos os aspectos da Zoe antes de aceitar… E agora que sei o que sei?”

A’zion acrescentou: “Que se dane. Estou fora! Eu jamais tiraria um papel de outra pessoa que nasceu para fazê-lo. Que deveria fazê-lo! Não sou eu. Há muitas pessoas mais do que capazes de interpretar esse papel e eu não sou uma delas. Mal posso esperar para ver quem vai ficar com o papel”.

O filme acompanha dois jovens de vinte e poucos anos obcecados por música que navegam pelas realidades complicadas da ambição, do pertencimento e da vida adulta ao longo de uma década.

Confira a sinopse:

É sexta-feira à noite em um bar do campus em Berkeley, outono de 2000, e Percy Marks está pontificando sobre música novamente. Hall and Oates toca na jukebox, e Percy – que não tem talento para música, apenas muitas opiniões sobre ela – não consegue evitar de analisar demais a música, entregando-se ao que ela sabe ser seu hábito mais irritante. Mas algo está diferente esta noite. O cara ao lado dela no bar, seu colega Joe Morrow, é compositor. E ele poderia ouvir Percy falar a noite toda.

Joe pede feedback a Percy sobre uma de suas músicas – e os resultados dão início a uma parceria que durará anos, despertará novas paixões em ambos e esmagará seus egos repetidas vezes. A colaboração deles vale o custo? Ou está impedindo Percy de encontrar sua própria voz?

Cailee Spaeny (‘Guerra Civil’) e Drew Starkey (‘Queer’) estrelam o projeto, tendo substituído Saoirse RonanAustin Butler.

Sean Durkin (‘Garra de Ferro’) fica responsável pelo roteiro e pela direção.

‘Avatar: O Último Mestre do Ar’: Vídeo nos leva aos BASTIDORES da 2ª temporada do live-action!

Avatar: O Último Mestre do Ar, live-action baseado na icônica animação da Nickelodeon, retornou recentemente com episódios inéditos ao catálogo da Netflix – adaptando o Livro Dois – Terra e apresentando oficialmente Toph como a mais nova integrante do grupo: uma menina cega, prodígio na dobra de terra e futura mentora de Aang.

Agora, a gigante do streaming divulgou um vídeo inédito nos levando aos bastidores do segundo ciclo.

Confira:

 

Criada por Albert Kim, a produção é baseada na popular série animada ‘Avatar: A Lenda de Aang‘.

O elenco conta com Gordon Cormier (Aang), Dallas Liu (Zuko), Kiawentiio (Katara), Ian Ousley (Sokka), Paul Sun-Hyung Lee (General Iroh), Elizabeth Yu (Azula) e Daniel Dae Kim (Senhor do Fogo Ozai).

O Massacre da Serra Elétrica | Entenda a COMPLICADA Cronologia da Franquia de Terror – Incluindo o novo filme da Netflix

O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface (2022) estreou hoje, dia 18 de fevereiro, com lançamento exclusivo na plataforma da Netflix. O novo capítulo tem o nome do prestigiado cineasta uruguaio Fede Alvarez envolvido, nas capacidades de roteirista e produtor. Apesar de ser o nono filme da famosa franquia de horror, a proposta de Alvarez e os produtores foi por um reboot – “apagando” da cronologia todos os filmes depois do originalzão lá de 1974. Ou seja, para todos os efeitos, O Retorno de Leatherface serve como segundo filme desta série. Bem, ao menos em uma de suas muitas linhas narrativas.

A palavra de ordem em Hollywood na atualidade parece ser “reiniciar”. A proposta foi a maneira encontrada por produtores e engravatados dos grandes estúdios darem continuidade a certas histórias que haviam se encerrado, sem a possibilidade de seguirem adiante. É o desafio do empresário homem de negócios versus o lado mais artístico do cinema. Diretores e roteiristas criam seu trabalho para terem um fim, e seguirem em frente para o próximo projeto. Mas o sucesso absoluto de tais obras faz com que os chefes de determinadas empresas exijam mais daquele produto que deu certo, deixando muitos cineastas num dilema. Produto ou Arte? Alguns optam por não continuar, por acharem que seu trabalho ali foi concluído. Outros possuem uma visão mais comercial da coisa, e resolvem embarcar e se desafiar a seguir construindo algo novo – a maioria caindo numa grande armadilha.

O resultado desta “artimanha” da continuidade são as franquias que muitas vezes não possuem muita ligação entre seus filmes. E uma das mais duradouras do gênero terror é um grande exemplo disso. Com o novo episódio da franquia O Massacre da Serra Elétrica estreando hoje na Netflix, muitos fãs – em especial os mais jovens – podem ficar confusos sobre a ordem de assistir a tais filmes e onde este novo capítulo se encaixa na cronologia. Portanto, assim como fizemos com a franquia Halloween (no texto que você confere no link abaixo), resolvemos colocar em pratos limpos todas as linhas narrativas que O Massacre da Serra Elétrica já teve, incluindo refilmagens, pré-sequências, continuações e reboots, para você entender melhor se está chegando nessa com o trem andando. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

Leia também: Halloween | Entenda a COMPLICADA cronologia da famosa franquia de terror!

Primeira Linha Narrativa: Os Quatro Primeiros Filmes

Voltando para a raiz de tudo, a franquia começou lá atrás em 1974 – quando muitos de vocês sequer sonhavam em nascer – e nesta época O Massacre da Serra Elétrica nem esperava se tornar uma franquia. Era apenas um filme independente, de baixíssimo orçamento, que devido ao seu conteúdo extremamente perturbador e explícito (para a época), tratou de chocar plateias pelo mundo todo, sendo banido por muitos anos de diversos países. Dirigido por Tobe Hooper (que depois viria a dirigir o sucesso Poltergeist), a trama era levemente baseada nos feitos do psicopata da vida real Ed Gein – que também inspirou Alfred Hitchcock em Psicose (1960) -, um assassino em série que decorava sua casa com pele humana retirada de suas vítimas, e profanava cemitérios e cadáveres, os levando para casa, como o da sua própria mãe. Temos um pouco dessa narrativa macabra em ambos Psicose e O Massacre da Serra Elétrica.

Justamente por este leve contato com uma história real, o filme tornou-se ainda mais falado, já que os produtores espertinhos venderam o longa como “UM ACONTECIMENTO REAL”, estampado em todas as peças promocionais. O ar “amador” do longa acrescentava ainda mais em certo realismo – como se tudo fosse quase um documentário. O fato trouxe uma aura cult “proibida” para o longa, e era desta forma que este que vos fala, e meus amigos na infância, tratamos o longa quando o alugamos finalmente na locadora. Era A Bruxa de Blair da época, bem mais sangrento e gráfico. É preciso lembrar também, em especial no lançamento do longa, que não existia nada igual – muitos creditam O Massacre da Serra Elétrica como o primeiro slasher do cinema, e Leatherface como o primeiro grande vilão de tais filmes adolescentes. Halloween e Sexta-Feira 13 viriam depois.

Ao contrário de Psicose, que possuía classe, atores de verdade, e muita arte em sua confecção, O Massacre da Serra Elétrica foi abraçado somente nas rodinhas de aficionados pelo gênero terror. A controvérsia em torno do lançamento na época sem dúvida serviu para vender mais o filme, como a famosa psicologia reversa. Na trama, um grupo de adolescentes viaja até o Texas para visitar a propriedade da família de um deles. Assim como Easy Rider – Sem Destino (1969) é considerado um marco do fim da “inocência” da era hippie e sua contracultura, O Massacre da Serra Elétrica funciona exatamente no mesmo âmbito para o público do cinema de gênero, no caso o horror. Aqui também temos um grupo de hippies saídos de tal década propícia – que só pensam em paz e amor (mais em amor). Eles são confrontados e punidos com a terrível realidade, assim como Easy Rider, de uma turma de caipiras que não os aceita. Neste caso, uma família de canibais assassinos.

Por doze anos, O Massacre da Serra Elétrica esteve no imaginário cult como uma destas obras proibidas, muito pesadas para o grande público, e que poucos se gabavam de ter conseguido assistir. Isso iria mudar em 1986, quando a “picareta” Cannon Films se apossasse dos direitos e lançasse um novo filme. Em meados da década de 1980, tais filmes como O Massacre da Serra Elétrica “valiam ouro”, e já haviam ganhado um subgênero para chamar de seu – os filmes slasher, impulsionados após a estreia de Sexta-Feira 13 em 1980. Assim, todos os estúdios e produtores de Hollywood queriam sua própria franquia, e a Cannon – especializada em ação – comprou os direitos do Massacre e escalou o mesmo diretor Tobe Hooper para tirar o papel uma sequência para o clássico cult. O desfecho daquele filme deixava possibilidade para isso.

Tobe Hopper, por outro lado, não estava interessado em fazer o mesmo filme que já tinha feito. Ou sequer um filme na mesma veia daquele, leia-se: cru, violento e visceral. Nesta altura, o diretor já havia trabalhado em grandes produções, como Poltergeist, com Steven Spielberg. Então, mesmo tendo aceitado comandar a parte 2 do Massacre da Serra Elétrica, o cineasta criou o filme que desejava, e não poderia ser mais diferente do anterior. Esse segundo, possui muito mais humor e o clima das produções dos anos 1980. Para alguns, ele é ainda melhor, possui mais valor de produção, um orçamento mais folgado e parece uma verdadeira produção hollywoodiana e não algo filmado no jardim com amigos. Os que procuram terror sério podem ficar decepcionados. O segundo Massacre é tão cult e icônico quanto o original, porém, bem mais divertido. Esse tom “galhofa” deixou os produtores da Cannon estupefatos e revoltados com Hooper.

O segundo Massacre da Serra Elétrica pode ter ressurgido hoje como cult, mas não fez sucesso em sua época de estreia. Assim, os direitos foram revertidos para a New Line Cinema. Na época, o estúdio fazia muito sucesso com os filmes de Freddy Krueger na Hora do Pesadelo, e garantiam uma segunda franquia icônica para chamar de sua. Em 1990, lançavam LeatherfaceO Massacre da Serra Elétrica 3, que conta com o indicado ao Oscar Viggo Mortensen no elenco. Aqui, dividido entre o tom sério e a galhofa, o longa terminou rapidamente varrido para debaixo do tapete. Um quarto filme ainda seria produzido pela New Line, intitulado The Next Generation. Na verdade, esse subtítulo foi adicionado após exibições desastrosas do filme em 1994. O longa foi remontado e relançado em 1995. E como em seu elenco contava com os primeiros trabalhos de gente como Matthew McConaughey e Renée Zellweger antes da fama, os produtores acharam por bem tentar relançar o filme em 1997 – quando a carreira dos astros (hoje vencedores do Oscar) começava a decolar. Ambos processaram os produtores. O curioso desta primeira linha narrativa é que os membros da família mudam constantemente, a não ser por Leatherface – que no quarto filme se transforma até em travesti.

Segunda Linha Narrativa: O Remake

Os quatro filmes da franquia O Massacre da Serra Elétrica, que somam 20 anos entre os longas (de 1974 a 1994), possuem na verdade pouca ligação entre si – a não ser o vilão principal Leatherface. Isso porque os personagens sobreviventes já não se encontram no elenco do filme seguinte e inclusive os membros da família de canibais são praticamente todos renovados a cada filme. Mesmo assim, como termos como “reboot” e “remake” não eram muito populares nestas décadas, os filmes não eram vendidos desta forma. Agora pulamos para 2003, numa década que ficou conhecida por sua extensa lista de refilmagens de produções de terror. E uma das principais a chegar foi justamente a nova roupagem para O Massacre da Serra Elétrica, mais uma vez pelas mãos da New Line Cinema.

Como os dois filmes que havia produzido não se tornaram sucesso (muito pelo contrário), a New Line optou acertadamente por reverenciar o original para os novos tempos – refilmando o longa na forma de uma superprodução. Bancando o filme estava o mega produtor Michael Bay, com sua Platinum Dunes. E impulsionando o elenco, Jessica Biel, jovem nome em ascensão na época em Hollywood. A proposta deu muito certo, até hoje o remake é um dos filmes mais queridos pelos fãs da franquia. O problema aqui é que os realizadores não deixaram muito espaço para uma continuação – matando membros importantes da família e arrancando um dos braços de Leatherface. Essa sinuca de bico deixada ao final do remake fez com que os produtores optassem por uma prequel como sequência. Lançado três anos depois do remake, O Massacre da Serra Elétrica: O Início (2006) é tido pelos fãs como o único filme que faz dobradinha com algum outro – aqui com o remake. O Início serve para mostrar como os eventos de 2003 foram construídos, se passando pouco tempo antes dos acontecimentos do remake, e aproveitando um Leatherface ainda com braço e o desempenho impactante do saudoso R. Lee Ermey. Neste filme, sai Jessica Biel e entra Jordana Brewster, de Velozes e Furiosos.

Terceira Linha Narrativa: O Reboot

Depois de criar alguns dos filmes mais elogiados da franquia pelos fãs (acredite), a New Line e a Platinium Dunes de Michael Bay venderam mais uma vez os direitos de O Massacre da Serra Elétrica. Acontece que após o remake e a pré-sequência dele, os produtores não tinham muito mais para onde levar essa história. Assim, a franquia terminou nas mãos da Lionsgate e da Millenium Films. E a opção dos produtores aqui foi por um reboot. Como um remake já havia sido criado em 2003, dez anos depois os produtores desta vez optavam por uma história que iria descartar todos os filmes e continuar após o primeiro. Diga se isso não é familiar? O Massacre da Serra Elétrica 3D tenta inovar um pouco em sua história, colocando Alexandra Daddario, a mocinha, como uma parente “perdida” da família de canibais, redescobrindo sua herança e fazendo parceria com Leatherface – transformado em anti-herói neste filme.

Quarta Linha Narrativa: 2ª Prequel

Até a chegada deste exemplar em 3D, a franquia havia ficado sete anos inativa. E este filme marcaria o último, até o momento, a receber um lançamento nos cinemas brasileiros. Isso porque quatro anos depois, Massacre no Texas (Leatherface), o primeiro exemplar da franquia que não leva O Massacre da Serra Elétrica no título, era lançado aqui no Brasil direto no mercado de home vídeo, após uma estreia tímida e limitada nos EUA e em outros países do mundo. Em termos de originalidade, Massacre no Texas realmente é o mais diferente da franquia. Ainda nas mãos da Lionsgate e Millenium Films, o oitavo longa também é uma pré-sequência, a segunda da série após O Início (2006). Aqui, porém, a proposta voltava ainda mais no tempo para descortinar a infância do jovem Leatherface. Depois, já na fase adolescente, durante uma fuga do hospital psiquiátrico, o público precisa descobrir qual dentre quatro personagens se tornará o maníaco.

Quinta Linha Narrativa: 2º Reboot

E finalmente, após oito filmes, chegamos à estreia da Netflix deste fim de semana. Os fãs poderão se deliciar com o mais novo exemplar da franquia O Massacre da Serra Elétrica. Como dito acima, esse é o segundo filme da série que não recebeu um lançamento nos cinemas brasileiros, depois de Massacre no Texas (2017), e o primeiro que estreia diretamente numa plataforma de streaming. O vilão Leatherface se junta ao boneco Chucky (em sua série) como os dois primeiros ícones do terror a receberem estreias em plataformas de streamings, abrindo os horizontes para os novos tempos. A ideia por trás de O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface é reiniciar a franquia mais uma vez. Assim como o filme em 3D de 2013 havia feito, a proposta é esquecer todas as continuações, e emendar diretamente após o original de 1974.

Com produção e roteiro dos mesmos realizadores de A Morte do Demônio (2013) e O Homem nas Trevas (2016), a trama mostra um grupo de jovens tentando reerguer e modernizar uma cidade abandonada no Texas. No local, eles terminam entrando no território do maníaco Leatherface, cinquenta anos após os eventos do original – toma essa Michael Myers! E assim como Halloween, que trouxe a heroína original Laurie Strode de volta, em O Massacre da Serra Elétrica também temos a mocinha Sally Hardesty retornando de 1974 para se vingar do psicopata de seus pesadelos. Aqui, porém, não temos a mesma atriz interpretando, já que Marilyn Burns (que atuou no reboot de 2013) faleceu em 2014. Burns foi substituída por Olwen Fouéré no filme deste ano.

‘AP Bio’ é renovada para a 2ª temporada

A NBC anunciou oficialmente a renovação de sua comédia ‘AP Bio‘. A notícia é surpreendente, considerando que a série tem mantido uma baixo desempenho na audiência.

Glenn Howerton, Patton Oswalt, Lyric Lewis, Mary Sohn, Jean Villepique, Tom Bennett, Paula Pell, Charlie McCrackin, Jacob McCarthy, Aparna Brielle, Nick Peine, Allisyn Ashley Arm, Eddie Leavy, Jacob Houston, Sari Arambulo, Tucker Albrizzi e Spence Moore II estrelam.

Depois de ser negado o mandato em Harvard, Jack Griffin, premiado estudioso de filosofia, acaba voltando para casa em Toledo, Ohio. Agora, ele ensina Biologia Avançada em Whitlock High. Bem, isso é o que ele foi contratado para fazer. Na maioria das vezes, ele está ensinando seus alunos a fazer o trabalho sujo dele, para ele – o que inclui enlouquecer seu rival profissional.

A 1ª temporada registrou uma média de 0.7 na demo.

Game Of Thrones – Temp. 05 – Ep. 05

O PIOR

 

O pior. De longe, o pior episódio de Game Of Thrones – GoT. Costumo ser generoso com séries que têm um histórico bacana. Mas, não dá! Foi um ep. arrastado. Pela primeira vez senti sono vendo GoT, algo sintomático numa série como esta.

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É natural que em séries haja alternância entre eps. mais movimentados, privilegiando a ação, com outros dedicados ao desenvolvimento de personagens ou arrumando o campo para eventos maiores. Muitas vezes, os roteiristas de GoT conseguiam um equilíbrio perfeito entre ação e reflexão, como no 9º ep. da segunda temporada. Tivemos a adrenalina da batalha de Blackwater e diálogos incríveis como aquele entre Tyrion (Peter Dinklage) e Varys (Conleth Hill), no qual, além de reflexões políticas, tivemos um aprofundamento da personalidade dos dois. Enfim, os roteiristas já provaram a sua capacidade.

 

Mas… este 5º ep. mandou o equilíbrio para lá da Muralha. As cenas de ação poucas e de dar sono. Nenhum diálogo marcante. E o mais curioso: fatos importantes não vimos, só ouvimos falar. A saída de Stannis (Stephen Dillane) da Muralha, as decisões de Daenerys (Emilia Clarke), as decisões de Jon Snow (Kit Harington), a mensagem de Brienne (Gwendoline Christie) para Sansa (Sophie Tuerner). É como se todos os eventos que assistimos neste ep. tivessem apenas a função de arrumar o tabuleiro para o que virá depois. Se fosse só isso, tudo bem. O que enterra o ep. de vez é a preguiça com que essas peças são arrumadas. A sensação é de os roteiristas tiraram o carro da garagem e desligaram o motor na frente da saída. O único entrecho mais interessante foi o de Sansa reencontrando-se com Greyjoy (Alfie Allen).

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Torço para que este 5º ep. não seja o sinal de que os roteiristas estão perdidos, sem saber o que fazer com os atrasos de George R. R. Martin, mas que realmente se prove um ep. seminal para o restante da série. E torço que a segunda metade da temporada decole, caso contrário, o ep. 04, o melhor até aqui, terá sido mesmo um voo de galinha.

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10 crimes não resolvidos que viraram filmes ou séries

O universo True Crime vem ganhando cada vez mais força com a chegada dos streamings trazendo ao público histórias misteriosas que chocam muitos países. Pensando nesse recorte, resolvemos criar uma lista com 10 crimes não resolvidos que viraram filmes ou séries:

 

Aqui quem fala é o Zodíaco (Netflix)

Ao longo de três intensos episódios, a minissérie documental Aqui quem fala é o Zodíaco joga uma luz em detalhes sobre um homem e misteriosos assassinatos que até hoje geram especulações.

 

A Grande Descoberta (Netflix)

As mãos dadas da ciência com quem protege a sociedade. Trazendo os detalhes – de forma cirúrgica – de uma das mais famosas e extensas investigações de assassinato da história da Suécia, a minissérie true crime da Netflix, A Grande Descoberta, nos mostra de maneira incisiva e sem rodeios como a ciência e uma operação policial andaram lado a lado através da genealogia genética.

 

Quem matou Maria Marta? (Netflix)

Essa minissérie documental nos mostra os desenrolares do assassinato de Maria Marta, uma mulher encontrada sem vida numa banheira, que logo ganha a atenção da mídia. Um crime misterioso com reviravoltas na investigação.

 

A Garota Desaparecida do Vaticano (Netflix)

Em quatro episódios intensos e com muitas reviravoltas vamos acompanhando o misterioso sequestro de Emanuela Orlandi, em junho de 1983, que rendeu inúmeras teorias que vão desde um falso sequestro que deu errado até mesmo uma enorme conspiração que envolve um antigo banco italiano, a Banda della Magliana (máfia romana) até mesmo o Vaticano. Mas qual a verdade sobre o ocorrido? Tentando desvendar esse mistério ao longo dos anos, vemos um jornalista italiano que sabe muito do caso além de familiares da jovem sequestrada, que sofrem muito até hoje pela desaparecimento dela.

 

Mistérios sem Solução (Netflix)

Essa série nos leva até alguns alguns casos de crimes, desaparecimentos e outros que até hoje estão sem solução.

 

Assassinato em Middle Beach (Max)

Ao longo de quatro episódios, vemos um homem em busca da solução do assassinato da própria mãe

 

Morcego Negro

Será só um o vilão dessa história? Exibido no Festival é Tudo Verdade, o espetacular documentário Morcego Negro nos leva de volta para o final da década de 80 e início dos anos 90, um período de recomeço da democracia, onde um lobista de Alagoas se tornaria uma figura central no impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello. Com 10 anos de pesquisas sobre a vida de PC Farias, materiais de arquivos (alguns exclusivos), depoimentos de jornalistas, amigos, família, os cineastas Chaim Litewski e Cleisson Vidal resumem de forma intrigante o cenário político dentro da recém-restaurada democracia brasileira além de fatos sobre o misterioso assassinato do lobista.

 

O Desaparecimento de Madeleine McCann

Minissérie lançado em 2019 nos mostra mais detalhes do desaparecimento de uma criança durante as férias da família em Portugal.

 

Quem Matou JonBenét Ramsey?

Em três episódios vamos conhecendo mais detalhes sobre a investigação de um crime que chocou todo um país.

 

Amanda Knox

Nesse documentário acompanhamos mais detalhes sobre um crime que até hoje tem seus mistérios com uma pessoa chave para as investigações.

Confira os 13 primeiros minutos da 2ª temporada de ‘Round 6: O Desafio’

A Netflix divulgou um vídeo inédito com os treze primeiros minutos da 2ª temporada de ‘Round 6: O Desafio‘ (Squid Game: The Challenge), reality show competitivo inspirado na popular série ‘Round 6‘ (Squid Game).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 4 de novembro.

O programa recruta 456 jogadores para competirem por US$4.56 milhões ao participarem de jogos inspirados na série original – além de alguns novos –, com o objetivo de evitar a eliminação.

Felizmente, os perdedores não serão assassinados. Neste jogo, o pior destino será voltar para a casa de mãos vazias.

‘Razão e Sensibilidade’: Adaptação do 1º romance de Jane Austen ganha trailer DUBLADO e data de estreia no Brasil

Universal Pictures divulgou o trailer dublado da vindoura adaptação de ‘Razão e Sensibilidade‘ (Sense and Sensibility), baseada no romance clássico de Jane Austen (‘Orgulho e Preconceito’).

Além disso, foi confirmado que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de outubro.

Confira:

Daisy Edgar-Jones (‘Um Lugar Bem Longe Daqui’) e Esmé Creed-Miles (‘Hanna’) são as protagonistas.

Na trama…

Após a morte do abastado Sr. Dashwood, sua segunda esposa e três filhas se encontram em situação precária. As mulheres se mudam para uma casa modesta, onde as duas filhas mais velhas disputam a atenção de vários pretendentes em busca do amor verdadeiro.

O elenco ainda conta com Caitríona Balfe, Frank Dillane, Herbert Nordrum, Bodhi Rae Breathnach, George MacKay e Fiona Shaw.

Georgia Oakley (‘Blue Jean’) será responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Diana Reid.

O romance, que marcou a estreia da escritora em 1811, a consolidou como uma força literária e permanece como um pilar da literatura inglesa.

razão e sensibilidade 2

Criança fantasiada como Pennywise é a nova sensação da internet; Confira!

Está circulando na internet uma série de fotos de um garotinho fantasiado de palhaço Pennywise, de ‘It: A Coisa‘, e o resultado é realmente surpreendente.

A iniciativa partiu do irmão mais velho, que além de produzir a criança, incluindo a maquiagem, cabelo e o figurino, realizou ama série de fotos temáticas contextualizadas em cenários que remetem aos do thriller, que está com sua estreia marcada para 7 de setembro.

Algumas das imagens, publicadas na conta do Instagram do adolescente, já alcançaram mais de 3 mil curtidas.

Confira o resultado:

Nova imagem de ‘It – A Coisa’ traz ator de ‘Stranger Things’

‘It – A Coisa’ será parecido com ‘Stranger Things’, afirma produtor

A Coisa‘ mostrará o Clube de Perdedores lutando contra Pennywise pela primeira vez, enquanto ainda adolescentes. Uma promessa feita há vinte e oito anos chama sete adultos para se reunirem em Derry, Maine, onde, enquanto adolescentes, lutaram contra uma criatura maligna que atacava as crianças da cidade. Não tendo a certeza de que seu Clube de Perdedores havia vencido a criatura todos aqueles anos atrás, os sete haviam jurado retornar a Derry se o Pennywise reaparecesse.

Andrés Muschietti (‘Mama’) dirige. Após o sucesso de ‘Deadpool‘, o terror também será R-Rated (para maiores de 17 anos) – saiba mais!

Bill Skarsgard (‘Divergente’) vive Pennywise, conhecido como “A Coisa” por aterrorizar crianças vestido de palhaçoSkarsgard substitui Will Poulter (‘Maze Runner’, ‘Família do Bagulho’), que se desligou do elenco após os diversos adiamentos da produção.

O novo elenco ainda conta com Jaeden Lieberher (‘Midnight Special’), Finn Wolfhard (‘Stranger Things’), Jack Grazer (‘Contos do Halloween’), Wyatt Oleff (‘Guardiões da Galáxia’) e Chosen Jacobs (Hawaii Five-0).

 

‘Rick and Morty’ celebra início da quarta temporada com vídeo dos bastidores

A aclamada animação ‘Rick and Morty‘ já iniciou o trabalho de produção da quarta temporada, com o retorno dos roteiristas.

E para celebrar o momento, o perfil oficial da série no Facebook publicou um novo vídeo, com os bastidores da equipe criativa debatendo o episódio final do ciclo 3 e como seria a dinâmica entre os personagens.

Confira:

Rick and Morty‘ é uma série de animação adulta norte-americana de comédia e ficção científica criada por Justin Roiland e Dan Harmon para o bloco de programação noturno Adult Swim, exibido no canal Cartoon Network.

‘Rambo 5’ ganha cartaz explosivo; Confira!

Após ganhar seu primeiro trailer, ‘Rambo V – Last Blood‘ teve seu cartaz oficial divulgado.

Confira:

O lançamento marca quase 37 anos do longa original, exibido em 22 de outubro de 1982 nos EUA.

Adrian Grunberg assume a direção do longa, que terá roteiro escrito por Matt Cirulnick e Stallone.

“No quinto capítulo da franquia, quando a filha de um dos seus amigos é sequestrada, Rambo, que tem trabalhado em uma fazenda, cruza a fronteira entre os EUA e o México, e rapidamente se encontra enfrentando os cartéis mais violentos do México.”

Paz VegaSergio Peris-Mecheta, Adriana Barraza, Joaquin Cosio, Óscar Jaenada Yvette Monreal completam o elenco.

‘Rick e Morty’: Todas as temporadas da aclamada animação já estão na Netflix

A 4ª temporada da popular animação ‘Rick e Morty‘ se encerrou há pouco tempo nos Estados Unidos, mas os fãs brasileiros não precisam se preocupar, pois a série completa já está disponível na plataforma da Netflix.

Ao todo são 31 episódios disponíveis, que relatam as pitorescas aventuras da dupla homônima, à medida que aborda de forma cômica e antagônica questões sócio políticas importantes.

Confira o trailer:

A série foi criada por Dan HarmonJustin Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

Vale lembrar que a animação já está renovada para outros ciclos, em um acordo que garante mais 70 episódios inéditos à produção.

‘Gunpowder Milkshake’: Thriller de ação será no estilo de Quentin Tarantino, diz Karen Gillan

Uma das grandes promessas da Netflix para 2021 é o vindouro thriller de ação ‘Gunpowder Milkshake‘, estrelado pela atriz Karen Gillan (‘Guardiões da Galáxia‘).

E segundo a protagonista, os fãs do gênero podem esperar uma produção bem intensa, que trará ares de ‘John Wick‘, mas se assemelhando bastante à intensidade e originalidade do cineasta Quentin Tarantino.

Durante uma entrevista ao IGN, Gillan comentou sobre as semelhanças:

“O filme meio que existe em um mundo um pouco similar ao de John Wick. Mas eu diria que o filme é bem diferente em seu tom. É definitivamente um pouco mais estranho e bem mais insano. É bem estilizado. Então eu diria que que há uma vibe bem Tarantino no filme. Talvez um pouco mais de Kill Bill do que de John Wick“.

O longa foi classificado pelo MPA para maiores de 18 anos (rated-R) por “extrema violência sangrenta e linguagem” e estreia na plataforma de streaming em 14 de julho.

Confira o trailer:

O longa é dirigido por Navot Papushado, que também assina o roteiro ao lado de Ehud Lavski.

“Sam (Karen Gillan) tinha apenas 12 anos quando sua mãe Scarlet (Lena Headey), uma assassina de elite, foi forçada a abandoná-la. Sam foi criado pela Firma, um sindicato do crime cruel para o qual sua mãe trabalhava. Agora, 15 anos depois, Sam seguiu os passos de sua mãe e se tornou uma assassina feroz. Ela usa seus “talentos” para limpar as bagunças mais perigosas da empresa. Ela é tão eficiente quanto leal.

Mas quando um trabalho de alto risco dá errado, Sam deve escolher entre servir a firma e proteger a vida de uma menina inocente de 8 anos, Emily (Chloe Coleman). Com um alvo nas costas, Sam tem apenas uma chance de sobreviver: reunir-se com sua mãe e suas associadas letais: as bibliotecárias (Angela Bassett, Michelle Yeoh e Carla Gugino).

Agora, essas três gerações de mulheres devem aprender a confiar umas nas outras, enfrentar a Firma e seu exército de capangas e levantar o inferno contra aqueles que podem tirar tudo delas.”

Karen Gillan (‘Guardiões da Galáxia’) estrela. O elenco ainda conta com Lena Headey, Carla Gugino, Michelle Yeoh, Angela Bassett, Ralph Ineson, Adam Nagaitis, Michael Smiley, Paul Giamatti e Chloe Coleman.

Vale lembrar que uma sequência já está em desenvolvimento!

‘Terra da Máfia’: Série criminal com Tom Hardy e Helen Mirren conquista 71% de aprovação no RT; Confira as avaliações!

A nova série do cineasta Guy Ritchie, intitulada ‘Terra da Máfia‘ (MobLand), teve sua estreia na Paramount+ no último domingo (30) e as primeiras avaliações já estão entre nós.

Abrindo com 71% de aprovação no Rotten Tomatoes, a série do mesmo criador do sucesso ‘Magnatas do Crime‘ (da Netflix) foi elogiada pela performance de seu elenco principal e pela abordagem narrativa, que segue o estilo criativo de Ritchier.

Confira:

“Obviamente, essa série não tem interesse em ser tão maluca quanto ‘Magnatas do Crime’, mas mais do que o primeiro episódio, o segundo é uma chance de ver como ‘Terra da Máfia’ pode se levar a sério e ainda ser divertido”. – Daniel Fienberg, The Hollywood Reporter

“Ritchie traz seu melhor jogo para esta estreia de dois episódios, filmando a trama sinuosa com estilo suficiente para elevá-la sem desviar a atenção do que realmente funciona aqui: um roteiro afiado e uma atuação ainda mais afiada de Tom Hardy”. – Brian Tallerico, RogerEbert.com

“Brosnan e Mirren são emocionantes de assistir, como sempre”. – Aramide Tinubu, Variety

“O roteiro…é tão preciso e cheio de nuances quanto seria de se esperar do roteirista do notável ‘O Dia do Chacal’, do ano passado, e a produção geral é extremamente bonita, estilosa e pode muito bem arrebatar alguém através do Tâmisa”. – John Anderson, Wall Street Journal

“Hardy faz tudo valer a pena, mas são os clichês cansativos de Ritchie que irritam — e eles estão por toda parte”. – Anita Singh, Daily Telegraph (UK)

“‘Terra da Máfia’ precisa de um bom ‘consertador'”. – Dan Einav, Financial Times

“‘Terra da Máfia’ é apenas um conto de gangster bem atuado, há companhia pior para se ter. Mas há o suficiente aqui para ter esperança de que ele tenha ambições mais profundas”. – Lisa Weidenfeld, Boston Globe

“A série é um passeio bobo e macabro, no estilo típico de Guy Ritchie, e algumas das estrelas são uma piada absoluta. O problema é que, além de algumas performances divertidas e uma trilha de abertura de Fontaines DC bem colocada, não é realmente nada novo”. – Maddy Mussen, London Evening Standard

“Esta saga policial da Paramount+ cheira a regurgitação, trazendo tantos clichês do submundo que fica difícil de engolir”. – Nick Schager. The Daily Beast

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Tom Hardy (‘Venom’), Pierce Brosnan (‘Mamma Mia!’), Helen Mirren (‘1923’) e Paddy Considine (‘A Casa do Dragão’) estrelam a produção.

A trama segue duas famílias criminosas em guerra em Londres, cujos empreendimentos se estendem por todos os cantos do globo e o ‘consertador’ ferozmente leal encarregado de proteger uma delas a todo custo”.

Keith Cox, Nina L. Diaz, David C. Glasser, Guy Ritchie, Jez Butterworth, Ronan Bennett, Kris Thykier, Ivan Atkinson, Tom Hardy, Dean Baker, Ron Burkle, David Hutkin e Bob Yari entram como produtores executivos.

Trailer internacional de ‘Star Wars – Os Últimos Jedi’ traz a volta de personagem clássico

Star WarsOs Últimos Jedi ganhou um novo trailer focado no mercado internacional, com cenas inéditas e retorno do C-3PO.

Assista:

O filme ganhou também um novo cartaz, em que Rey assume o lugar de Luke.

Confira:

[SPOILER]

O astro Adam Driver acidentalmente soltou um pequeno spoiler de ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ durante sua mais recente entrevista à revista GQ.

O ator, que conversou com a publicação sobre o seu personagem, também falou sobre o papel interpretado por Daisy Ridley, sugerindo que Rey talvez seja quem achamos que ela é: a filha de Luke Skywalker.

Driver usou a palavra “princesa” em sua fala, gerando o frenesi nos leitores:

“[…] Existe também a identidade secreta dessa princesa Jedi, que esconde seu verdadeiro eu apenas para tentar sobreviver às circunstâncias”.

Não fica claro a qual “reino” Rey pertence, mas vale lembrar que desde 2015 as principais especulações sobre a árvore genealógica da personagem sempre apontam para o sobrenome Skywalker.

Em Dezembro teremos a genuína confirmação. Até lá, trate essa possibilidade como um possível spoiler.

Segundo analistas de bilheterias do The Wrap, ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘ deve abrir com sensacionais US$ 215 milhões nos EUA em seu primeiro final de semana.

Isso o colocaria como a 2ª maior abertura norte-americana de todos os tempos.

Em Dezembro de 2015, ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ se tornou a maior abertura da história com US$ 238 milhões, quebrando o recorde anterior atingido por ‘Jurassic World‘, com $208 milhões.

No total, ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ fez US$ 2 bilhões mundialmente. Em ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘, a saga Skywalker continua quando os heróis de ‘O Despertar da Força‘ se juntam com as lendas galácticas em uma aventura épica repleto de mistérios antigos da Força e revelações chocantes do passado.

O elenco é composto por Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.

O filme chega aos cinemas em 15 de Dezembro.

CinePOP está na Première de ‘Um Lugar Silencioso’ em Nova York; Confira fotos!

O aguardado terror Um Lugar Silencioso está recebendo um Première em Nova York este noite (02) e o CinePOP, à convite da Paramount Pictures, está marcando presença no evento.

Nosso editor-chefe Renato Marafon irá entrevistar os astros John Krasinski, Emily Blunt, Millicent Simmons, Nohn Jupe e o produtor Michael Bay. Fiquem de olho no site para novidades!

Veja algumas fotos direto do Red Carpet:

Um Lugar Silencioso estreia no Brasil em 05 de abril. Confira a nossa crítica em texto e vídeo enquanto espera ansioso para o lançamento, e lembre-se, faça silêncio!

Crítica | Um Lugar Silencioso – Suspense raiz vai te deixar aterrorizado…

‘A Vida em Si’: Drama dos criadores de ‘This is Us’ ganha trailer e novos cartazes

O romance ‘A Vida em Si‘, estrelado por Oscar Isaac e Olivia Wilde, ganhou o seu trailer legendado e novos cartazes dos personagens. Confira:

Escrito e dirigido por Dan Fogelman (‘This Is Us‘).

À medida que Abby (Olivia Wilde) e Will (Oscar Isaac) vão do romance universitário ao casamento e ao nascimento do primeiro filho, reviravoltas inesperadas criam reverberações que ecoam por diferentes continentes e vidas. O filme apresenta uma história multigeracional marcada por uma tragédia familiar, mas rodeada de calor e esperança.

Antonio Banderas, Annette Bening, Olivia Cooke, Sergio Peris- Mencheta, Laia Costa, Alex Monner e Mandy Patinkin completam o elenco.

A Paris Filmes lança o longa nos cinemas brasileiros dia 13 de dezembro desse ano.

Crítica | ‘Meu Sangue Ferve Por Você’ junta ficção com documentário em minissérie sensacional

Chegou ao Disney+ nesta quarta-feira (18) a minissérie Meu Sangue Ferve Por Você. Adaptando o filme homônimo para o formato televisivo, a produção traz uma abordagem inovadora para a história de amor entre Magali e Sidney Magal. Para quem já viu o filme, talvez a história possa soar repetitiva. No entanto, a opção da equipe criativa de misturar a ficção com depoimentos e encontros dos personagens com suas contrapartes na vida real dão ao show um ar de ineditismo muito curioso.

A equipe que trabalhou no filme retorna para montar a minha série com muita empolgação. Em entrevista à reportagem, a produtora Joana Mariani revelou que mantém uma amizade pessoal de longa data com o diretor Paulo Machline. Por isso, o que poderia soar como um desafio – remontar um filme em um formato de série -, acabou se tornando um grande prazer, já que ele se entendem muito bem e estavam empolgados em trabalhar juntos novamente. Segundo a produtora, a parte documental da série ficou mais voltada para ela, enquanto a parte fictícia ficou a cargo de Paulo. Dessa forma, eles fecharam essa dupla criativa para trazer uma produção que, apesar de ser assemelhar o filme, é completamente nova.

Para quem não viu o filme, quem interpreta o jovem Sidney Magal é o ator Filipe Bragança. Já a Magali é vivida pela atriz Giovanna Cordeiro. E logo de cara é necessário ressaltar como a escolha do elenco foi acertada. Bragança não tenta imitar nenhuma versão de Sidney Magal. Na verdade, ele constrói o seu próprio Sidney inspirado em relatos e conversas que teve com o próprio cantor, e tenta agregar essas características ao personagem que ele próprio construiu, ressaltando o caráter ficcional da produção. Já Giovana, conforme é mostrado ao fim do primeiro episódio, é assustadoramente parecida com a jovem Magali. Há um momento em que ela mostra um vídeo da juventude de Magali que realmente choca, porque a semelhança é impressionante.

Mas o grande destaque mesmo é a inserção da parte documental. É muito impactante ver as cenas retratadas na parte fictícia e depois ver esses personagens interagindo com as pessoas que os inspiraram. Seja para trocar histórias, experiências, ou apenas conversar, é realmente muito interessante e curioso ver, por exemplo, o Magal de atualmente conversando com uma versão mais jovem sua, interpretada por Bragança.

Mais do que isso, a produção se destaca por não focar em contar uma história nos padrões documentais. A parte de ficção é deliciosa por abordar o encontro dessas duas almas que pareciam estar destinadas a passarem a vida juntas. Essencialmente falando é uma história de amor marcada por muita música, personagens carismáticos, um contexto histórico diferente do atual, e uma caracterização muito bem feita. Vale destacar também que a produção um grande valor por não fazer dublagem das canções. Sim, Filipe Bragança aprendeu a cantar com uma entonação muito próxima a de Sidney Magal para interpretar as canções clássicas dele.

E apesar de falarmos muito de Sidney Magal, a verdadeira protagonista da história é a Magali. A história é construída ao redor dos núcleos da moça, que sempre comanda a trama com suas ações, atitudes, e conversas com personagens secundários. É muito legal ver essa história de amor ser contada pela perspectiva da parte menos famosa da história, por assim dizer. É muito comum vermos histórias serem narradas pelo ponto de vista do ícone da música, mas trazer a ótica da jovem “comum” é realmente um diferencial muito bem-vindo.

E por se tratar de uma minissérie com apenas quatro episódios, Meu Sangue Ferve Por Você é perfeita para ver com calma ou maratonar de uma vez só. Fato é que a minha série vai deixar você encantado e com a fantástica discografia de Sidney Magal grudada na cabeça.

Meu Sangue Ferve Por Você está disponível no Disney+.

Crítica | Todas as Estradas Têm Gosto de Sal – O Filme Poético da A24

A produtora A24 tem solidificado seu nome mundialmente com uma trajetória de filmes de terror de sucesso. Dentre seu glorioso catálogo estão sucessos de público e de crítica como ‘Corra!’, ‘Herege’, ‘MaXXXine’, ‘Anora’ e ‘Guerra Civil’. Todos eles, cada um a seu modo, têm elementos em comum: uma narrativa ágil, plot twists inesperados, muita argumentação que deixa o público boquiaberto. Indo na contramão de tudo isso, a A24 lançou no circuito exibidor o longa ‘Todas as Estradas Têm Gosto de Sal’.

Pessoa segurando criança em jardim arborizado.

Ao longo de noventa e dois minutos de duração, acompanhamos a jovem Mack (Kaylee Nicole Johnson), uma menina negra que, como tantas outras, tem sonhos para o futuro e passa seus dias entre amigos, brincando de se provicarem numa província pequena no sul do Mississipi, nos Estados Unidos, em algum momento do início do século passado. Ao mesmo tempo, também acompanhamos Evelyn (Sheila Atim), enquanto ela dá luz a seu bebê. No meio dessas histórias, acompanhamos as mutações da água.

Longa de estreia da poeta, fotógrafa e cineasta Raven Jackson, todas essas habilidades da realizadora são exploradas no filme – e são exatamente os pontos que se destacam na produção. A fotografia é o principal condutor narrativo em ‘Todas as Estradas Têm Gosto de Sal’, manejando a câmera por ângulos inesperados como quem tenta mesmo captar um momento, um frame na vida desses personagens. Para tal, há um verdadeiro desfile de planos abertos longuíssimos, em que os personagens nem sequer se mexem ou falam. Há takes de close em detalhes da produção (uma mão, uma folha de árvore), elevando o lirismo da poética da realizadora ao máximo, que busca exprimir em imagens toda a angústia de um poeta.

Casa pegando fogo, pessoas observam de longe

Desse modo, ‘Todas as Estradas Têm Gosto de Sal’ se torna um filme bastante experimental, com uma linguagem poética que convida o grande público a entrar na vida desse núcleo de pessoas ribeirinhas do Delta ao longo de décadas, que são exibidas de maneira não linear. Em outras palavras, o espectador precisa ficar bastante atento para acompanhar a história, composta por pouquíssimos diálogos.

O roteiro, também redigido pela diretora, é alternativo, ou seja, ele fica alternando o protagonismo, o tempo, a época. Hora estamos com uma Mackenzie jovem e cheia de sonhos, hora saltamos para um futuro em que Mack já é uma mulher madura que atravessou alguns maus bocados na vida. Enxuto, o roteiro mais parece uma orientação de filmagem set, e não tanto uma narração de história. Em cima disso, a diretora se prolonga em demasia em muitas das cenas, o que acaba passando certa sensação de que o longa poderia ter sido um curta, dada a ausência de elementos no seu enredo. Por outro lado, a estética da produção é um primor aos olhos do cinéfilo que busca um filme sem tanta luz e explosão.

Bem distante de tudo que a A24 produz ou lança e com uma roupagem de filme independente, ‘Todas as Estradas Têm Gosto de Sal’ apresenta-se como um ensaio fotográfico de uma hora e meia de duração, com tales longos demais e pouca história. Um filme bonito e experimental, que abre outra vertente para a famosa produtora de terror.

Pessoa olhando no espelho em cômodo iluminado

Crítica de Álbum | The Fame Monster – A rendição ao caos e ao medo

Quando a década de 2000 estava chegando ao seu fim, o mundo desejava saber quem era Lady Gaga. Afinal, depois de marcar uma grande presença em 2008 com o lançamento de The Fame, a qual tornou-se uma das maiores estreias da história da música contemporânea, a crítica e o público estavam doidos para conhecer mais sobre seu background – afinal, tudo o que se dizia a respeito da cantora estadunidense não tinha base sólida: sabia-se sobre suas influências artísticas dos movimentos avant-garde, como Andy Warhol e a instauração do vigor pop art e o estilo transgressor da haute couture de Thierry Mougler. Mas era apenas isso. E seu primeiro álbum de estúdio apenas reforçou a assegurada imagem que tínhamos da artista, uma celebridade sedenta por suas próprias ambições e que tinha a capacidade de compreender as consequências de suas escolhas.

Entretanto, o que realmente podemos pensar de alguém que, repentinamente, abandona esses desejos para mergulhar nos mais profundos medos? Em uma terra governada pela saturação da autopreservação e da segurança, enfrentar aquilo que se mais teme é uma jogada perigosa, mas que requer coragem e equilíbrio psicológico. E é exatamente isso o que Gaga propõe com seu segundo disco, intitulado The Fame Monster’ – uma expansão muito bem arquitetada em relação ao primeiro, visto que a tradução “monstro” normalmente se refere àquilo que desconhecemos e que receamos.

O álbum se inicia com o medo mais puro e mais conhecido do ser humano – o medo do amor. Em “Bad Romance”lead single do disco que recebeu inúmeros prêmios, a artista discorre sobre seus receios e seus anseios para um sentimento que lhe corrói cada vez mais. Conforme a narrativa segue, Gaga fala que ela quer se sentir amada, seja na tristeza ou na alegria, seja com todos os defeitos que seu par romântico tenha. Inclusive, é interessante notar como a letra da canção é visceral a ponto de chegar ao escatológico: desde que o interlocutor a quem se dirige mostre-se nu e cru, ela não se importa. Ela deseja amar, incondicionalmente, aquele que estiver disposto a aceitar uma relação de reciprocidade. Em uma batida que relembra os primórdios do synthpop, ainda acompanhado com a marca do electro de sua obra anterior, a composição musical atravessa uma progressão notável até explodir numa estrofe genialmente bem articulada.

“Bad Romance” é, sem dúvida, a faixa mais relembrada do disco, não apenas pela majestuosidade com a qual é composta, mas sim por suas referências. The Fame Monster’ é, muito mais que The Fame, uma jornada pelas fases da obsessão, agora do eu lírico por aqueles que lhe fascinam e lhe causam temor ao mesmo tempo. Suas alusões aos filmes de Alfred HitchockPsicoseJanela Indiscreta e Um Corpo que Cai (“I want your Psycho, your Vertigo shtick; while you’re on my Rear Window, baby it’s sick”), deixam claro que essa necessidade e essa fixação para com o outro é viciante e envolvente ao ponto de até mesmo funcionar como droga. E sua explicitação, ainda que choque, tem a capacidade de dialogar com qualquer pessoa que tenha passado pela mesma situação.

O frenético ritmo sofre uma brusca freada com Alejandro”, uma continuação não-convencional e ao mesmo tempo compreensiva a compulsão amorosa: em uma arquitetura clássica, permeada ainda pelos acordes bruscos do teclado sintético, violinos surgem como pano de fundo para uma relação bem mais carnal. “Sei que somos jovens, e sei que você me amar. Mas não posso mais viver assim com você, Alejandro”: essa é a frase que abre uma poderosa canção sobre castidade, sexo, dominação e submissão. Aqui, Gaga é influenciada pelos homens que passaram pela sua vida, incluindo o personagem-título, que parecem forçá-la a entrar no inescapável círculo do prazer – e isso não apenas a deixa desconfortável, como ativa um gatilho de um passado conturbado e traumático envolvendo seu pai e sua inocência.

“Monster”, um título muito pertinente para a conjuntura do disco, é uma via de duas mãos e uma construção controversa interessante de ser analisada. Apesar da melodia suave e por vezes alegre, a narrativa fala sobre o medo dos homens. Constantemente referindo-se ao jovem pelo qual está apaixonada como “monstro”, Gaga compreende que ele tem um apetite voraz por seu corpo e até mesmo por sua mente (“Ele comeu meu coração, e comeu meu cérebro”). Uma associação que à prima vista parece boba, mas que esconde um desejo de controle acerca de uma pessoa: tê-la para si a qualquer custo, mesmo que isso signifique deixar as máscaras cair. Aqui, a batida techno permanece em um looping quase não perceptível e que, com os poderosos e ecoantes vocais da cantora, tornam-se agradáveis.

Apesar das investidas pessoais, a cantora conversa de forma generalizada com um público cuja principal característica é a fragmentação; uma personalidade marcada pelo bombardeio de tantas informações audiovisuais e literárias que fica difícil defini-lo com uma essência. E talvez essa construção, fruto de anos de experiências, seja ameaçada pelo medo à morte, reverenciada de forma trágica e melodiosa com Speechless”, uma música que nos arremessa de volta para os anos 1980 e nos deixa presos em uma pequena cidade, solitários e à mercê de nossa própria ruína. E que melhor saída para a solidão que embriagar-se? Aparentemente nenhuma, visto que a suposta sequência para esse abandono emerge na deliciosa faixa So Happy I Could Die”.

O segundo ápice do álbum vem com Telephone”. A música é tão épica em seu sentido mais amplo que consegue transpassar por todos os acordes ao mesmo tempo em que traz uma história progressiva que acompanha todos os instrumentos e culmina em uma conclusão ainda mais emocionante e definitivamente satisfatória. A improvável continuação de Paparazzi” não apenas remonta Gaga como a figura criminosa que faria de tudo para alcançar seus objetivos, mas também demonstra como ser controlada não é uma opção: ela deseja ser livre para fazer o que quiser, e não está sozinha para reafirmar seus ideias, visto que seu contralto mescla-se perfeitamente com a harmônica voz de Beyoncé.

Muitos podem considerar Teeth” como a conclusão do álbum. Mas pessoalmente, digo que essa canção, apesar de envolvente nas primeiras batidas muito bem demarcadas, torna-se monótona – o que realmente a salva é sua letra, a qual gira ao redor de um momento de revelação e que conversa diretamente com o medo da verdade. Dance in the Dark”, ao contrário, tem uma construção etérea, quase transcendental, adornada com os melhores componentes do synthpop e do techno house, bem como alguns despontes do glam: tudo para construir uma atmosfera emocionante caso prestemos atenção à narrativa, que tem como foco uma mulher que teme sua própria expressividade perante um relacionamento abusivo e controlador com alguém sem brilho e sem personalidade.

É inegável dizer que a persona por trás de Lady Gaga começa a dar às caras nesse corajoso retrato de seus traumas e receios. The Fame Monster’ é um claro avanço em sua carreira, que eleva seu nome para um patamar consideravelmente alto, além de dar abertura para novas e arriscadas tentativas que se provam dignas de aplausos.

Notas por faixa:

  • Bad Romance – 5/5
  • Alejandro – 4/5
  • Monster – 4/5
  • Speechless – 4,5/5
  • Dance in the Dark – 5/5
  • Telephone – 5/5
  • So Happy I Could Die – 4/5
  • Teeth – 3,5/5

‘Brooklyn – Sem Pai Nem Mãe’: A loucura pode ser perigosa no novo teaser do longa

A Warner Bros. divulgou um novo teaser do drama ‘Brooklyn – Sem Pai Nem Mãe’.

Confira:

Assista ao trailer completo:

Escrito, dirigido e estrelado por Edward Norton, o longa é baseado no livro homônimo do autor Jonathan Lethem.

A trama acompanha Lionel Essrog (Norton), um detetive particular solitário que convive com a síndrome de Tourette, conforme tenta solucionar o assassinato de seu mentor e único amigo, Frank Minna. Munido somente de algumas pistas e a força de sua mente obsessiva, Lionel desvenda segredos guardados a sete chaves que colocam o destino da cidade inteira em cheque. Em um mistério que o leva desde clubes de jazz no Harlem até os cortiços sombrios do Brooklyn e às suntuosas propriedades dos figurões mais influentes de Nova York, Lionel tem que lidar com capangas, corrupção e o homem mais perigoso da cidade para honrar seu amigo e salvar a mulher que pode ser sua própria salvação.

O elenco ainda conta com Bruce Willis, Gugu Mbatha-Raw, Alec Baldwin, Willem Dafoe, Bobby Cannavale, Cherry Jones, Michael Kenneth Williams e Leslie Mann.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de novembro.

‘Enola Holmes’: Netflix compra direitos de exibição do filme com Millie Bobby Brown

Segundo o SlashFilm, Netflix adquiriu os direitos de exibição, exceto na China, de ‘Enola Holmes’, filme em que Millie Bobby Brown estrela como a irmã de Sherlock Holmes.

O longa foi supervisionado pela Lionsgate. Ainda não há estreia confirmada.

Confira a primeira imagem de Brown como a personagem titular:

Enola Holmes (Brown) é uma adolescente irmã do renomado detetive Sherlock Holmes. Quando sua mãe desaparece, fugindo do confinamento da sociedade vitoriana e deixando dinheiro para trás para que ela faça o mesmo, Enola precisa ir contra os desejos de seu irmão, Mycroft, que quer mandá-la para um colégio interno só de meninas.

Os Mistérios de Enola Holmes‘ terá  Henry Cavill como Sherlock Holmes e Helena Bonham Carter como a mãe de Enola. Sam Claflin (Jogos VorazesSimplesmente Acontece) completa o elenco.

Harry Bradbeer (Fleabag) comanda o projeto.

Na saga de livros, seu papel é fundamental, uma vez que ela acaba desaparecendo exatamente no aniversário de Enola, deixando criptogramas para que sua filha descubra e possa encontrá-la.

Considerando que a Legendary tem o objetivo de criar uma franquia a partir do sucesso do primeiro filme, as expectativas em relação ao desenvolvimento da personagem de Carter no futuro da saga são grandes.