ANetflix renovou oficialmente sua popular série ‘13 Reasons Why‘ para a 3ª temporada, gerando polêmica nas redes sociais.
Agora, o CEO da empresa, Reed Hastings, defendeu a decisão de renovar a série, apesar das preocupações de um grupo de pais que alertou que o serviço de streaming poderia ter “o sangue das crianças em suas mãos” por conta das representações gráficas da série sobre suicídio e violência sexual. Via Deadline, ele disse:
“’13 Reasons Why’ tem sido muito popular e bem sucedida. É um conteúdo atraente. É controverso. Mas ninguém é obrigado a assistir”
E vocês, acham que a série merecia uma nova temporada?
Brian Yorkey retornará como o showrunner da série. A atriz Katherine Langford, no entanto, recentemente confirmou que não estará na terceira temporada.
Baseada no best-seller de Jay Asher, a série acompanha Clay Jensen (Dylan Minnette) que, ao voltar da escola, encontra uma caixa misteriosa com seu nome na porta de casa. Dentro dela, ele encontra fitas-cassetes gravadas por Hanna Baker – sua colega de classe e paixão secreta – que cometera suicídio duas semanas antes. Nas fitas, Hanna explica as treze razões que a levaram à decisão de acabar com a própria vida. Será que Clay foi uma delas?
*Por Alexandre Almeida, direto de Vancouver, Canadá.
Existe uma data de validade para filmes que demoram a estrear? “Novos Mutantes” é a prova que sim. Marcado inicialmente para 2018, o filme sofreu com adiamentos, o processo de compra da Fox pela Disney e com o fechamento dos cinemas devido ao coronavírus. Como a produção se comporta estreando dois anos depois do lançamento previsto?
Como um produto fora de época. O filme não serve para dar continuidade aos eventos que a Fox planejava para o mundo mutante pós “Logan” e também não se encaixa com o que esperamos de um filme dos X-Men (ou passado no mesmo ambiente) no Universo Marvel da Disney. Explico.
O filme mostra a chegada de uma jovem, Danielle, a Miragem (Blu Hunt), ao hospital que abriga quatro adolescentes mutantes e uma médica (Alice Braga). Não tarda para que conheçamos os poderes dos quatro: Roberto, o Mancha Solar (Henry Zaga), Illyana, a Magia (Anya Taylor-Joy), Rahne, a Lupina (Maisie Williams) e Sam, o Míssil (Charlie Heaton).
Já a mutação de Danielle é o grande mistério do filme. Cada um cumpre o papel de tramas adolescentes: a menina que vem de fora, o bonitão, a rebelde, a tímida e o esquisito. Williams e Heaton se destacam do resto, enquanto Taylor-Joy até tenta, mas sua personagem é muito exagerada.
Dividido em basicamente três partes, “Novos Mutantes” tem seu pior momento nos 20 minutos iniciais. Atuações ruins e fora de tom, correria ao apresentar os personagens e um clima de mistério que não engana ninguém. O meio do filme é sua melhor parte. Com uma vibe Clube dos Cinco, é o momento que realmente passamos a nos importar com algumas das histórias, os relacionamentos entre os mutantes, sua visão do mundo e que entendemos as dores de cada um dos cinco jovens aos lidar com seus poderes. Já os 20 minutos finais trazem o esperado de qualquer filme de ação e que o último trailer, lançado na San Diego Comic-Con, revela quase por completo.
Aliás, “Novos Mutantes” está muito mais para uma “Malhação” com poderes especiais do que para a ideia de filme de terror, que o primeiro trailer e o diretorJosh Boone venderam. Não há nada de terror. Não há sustos e sempre que o filme ameaça mostrar algo mais pesado, rapidamente a cena acaba. A cena do Mancha Solar na piscina e da Lupina com uma ilusão no chuveiro são clichês, mas tinham muito potencial de realmente trazer algo mais forte e impactante. Tudo fica pelo caminho.
Inclusive, há erros de montagem digno de sitcom da década de 90, com cortes de câmera com personagens olhando para lados diferentes, movimentos corporais diferentes do corte anterior. Aí sim, o verdadeiro horror.
E é nesse meio tempo do filme que temos duas referências diretas ao mundo dos mutantes que aFox estava contando na época. Uma com ligação em “Logan” e outra com “X-Men: Apocalipse”.
O que mais decepciona em “Novos Mutantes” não é o filme ter demorado tanto para sair e ser uma completa bagunça. É o filme ter demorado para sair, ter um potencial ali, mas que ele nunca cumpre, que nunca chega a lugar algum e que já sabemos, nunca vai chegar. É um material velho, que na época das locadoras, poderia até virar aquela fita que chama a atenção da galera e cria aquela curiosidade que transformou diversos filmes em cult.
Hoje, com dezenas de novos lançamentos por mês, “Novos Mutantes” deverá ser esquecido mais rapidamente do que o tempo que levou para estrear. Uma pena. O ponto final dos Xs na Fox até que tinha potencial.
Você já se sentiu uma pessoa comum, extremamente comum, tão comum que parece não ter nenhum atrativo que chame a atenção de seu chefe ou da sua ex? É assim que Miles (Daniel Radcliffe) se sente, trabalhando numa empresa de joguinho fofinho na internet. Certa noite, após um dia difícil no trabalho, Miles decide entrar no game do momento e, sob a proteção do anonimato da internet, começa a destilar diversos comentários acusatórios e críticas aos seguidores do jogo Skizm – uma espécie de ‘Uma Noite de Crime’ da vida real, exceto que no game dois players da sociedade são escolhidos pelo dono do app e essas duas pessoas precisam matar a outra para poder sobreviver. Simples assim. Miles começa a criticar os espectadores do reality underground, só que o dono, Riktor (Ned Dennehy), descobre seu IP e, no dia seguinte, seus capangas invadem a casa de Miles, costuram duas armas em suas mãos e lhe dão uma missão: se quiser sobreviver, terá que matar Nix (Samara Weaving), uma jovem completamente descontrolada e melhor jogadora da parada.
O conceito de ‘Armas em Jogo’ é meio fraquinho, mas não é isso que importa no longa, e sim sua grande produção regada de boas doses de non sense. Com efeitos visuais e especiais tal qual os games mais famosos do mundo, os fãs desse tipo de entretenimento vão se sentir num verdadeiro ‘Call of Duty’, com tiro, porrada e bomba para todos os lados. Soma-se a isso uma trilha sonora maneiríssima, que entra nos momentos certos e embalam diretamente o que está rolando na trama. Por fim, acrescente uma belíssima edição, que acelera a cena nos momentos certos, para em outras diminuir o ritmo, junto com um picote essencial que ajuda a focar no que realmente importa: as cenas de ação dentro de uma ambientação gamer.
Jason Lei Howden ficou responsável tanto pelo roteiro quanto pela edição, e parece ter se dedicado mais à essa segunda função. Mas esse é um filme estilo sessão de meia-noite de festival de cinema, então, o que importa mais é a roupagem geek que remete a sucessos como ‘Scott Pilgrim’ e ‘The Umbrella Academy’ e personagens que vão enlouquecendo num crescente, como Nix, uma jovem psicopata sem filtro bem pior que a Arlequina e, bom, o próprio Miles, sujeito ordinário que contrasta tão ridiculamente nesse contexto. Quer dizer, quando você imaginou que iria ver Daniel Radcliffe correr de cueca pelas ruas com armas em mãos e pantufas fofinhas nos pés?
Ainda que levando tudo isso em consideração, o roteiro de Jason Lei Howden parte da rotina comum de Miles para transformá-lo no super-herói justiceiro que precisa se tornar herói na sua jornada, aumentando o nível de adrenalina em jogo à medida que a ficha vai caindo pro seu protagonista. Os plot twist são meio bobos e há boas doses de bobeirol, que o espectador deve deixar de lado para melhor aproveitamento do filme pois, no final das contas, ‘Armas em Jogo’ é tão tosco e absurdo, que diverte.
Na trama, uma detetive particular deve desvendar o assassinato de seu tio enquanto precisa manter em segredo o fato de ser descendente de uma linhagem de lobisomens.
‘Judy’, cinebiografia de Judy Garland estrelada por Renée Zellweger, ganhou seu primeiro trailer oficial!
Confira:
O filme é dirigido por Rupert Goold, aclamado diretor de teatro.
Confira a sinopse oficial:
Inverno de 1968. A lenda do show businessJudy Garland chega a Swinging London para performar durante cinco semanas. Já faz 30 semanas desde que a atriz ficou mundialmente conhecida por interpretar Dorothy em ‘O Mágico de Oz’; e, se sua voz sofreu com o tempo, sua intensidade dramática aumentou exponencialmente. Conforme se prepara para o show, ela lida com seu gerente, com músicos charmosos e reminiscências de seus amigos e fãs.
De acordo com o site IFCO, a aguardada adaptação terá 108 minutos de duração (ou seja, 1 hora e 48 minutos).
Assista ao trailer:
Em uma recente entrevista à Variety, Margot Robbie (que vive a personagem-título) falou sobre o processo de construção da narrativa ao lado da roteirista Christina Hodson e revelou que o longa tem uma estrutura fora do convencional.
“Trabalhamos de uma forma similar. Pegamos várias referências dos quadrinhos que amamos, de filmes que amamos – estávamos gravitando em direção à ideia de não ter uma estrutura formulaica, com ‘Trainspotting’ insurgindo como um dos nossos filmes favoritos. Olhávamos para um filme como esse e então o desmontávamos cena por cena, minuto por minuto. Então esse aspecto não-linear do filme acabou insurgindo dessas conversas”.
Já ouviu falar daquela sobre o policial, o passarinho, a psicótica e a princesa da máfia? ‘Aves de Rapina’ é um conto deturpado contado pela própria Harley Quinn, e da única forma como Harley consegue contá-la. Quando o vilão mais narcisista e nefasto de Gotham City, Roman Sionis, e sua zelosa mão-direita, Zsasz, colocam o alvo em uma garota chamada Cass, a cidade vira de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Harley, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya colidem um com o outro e o time não tem escolha a não ser derrubar Roman de seu pedestal.
A trama acompanha os dramas e aventuras das pequenas Kristy (Sophie Grace), Mary-Anne (Malia Baker), Claudia (Momona Tamada), Stacey (Shay Rudolph) e Dawn (Xochitl Gomez) enquanto enfrentam os desafios de abrir seu próprio negócio: um serviço de babás.
Originalmente publicado como uma série de apenas quatro livros em 1986, ‘The Baby-Sitters Clubs‘ ainda permanece como a saga literária infanto-juvenil mais bem sucedida na história das publicações, com mais de 200 obras licenciadas em mais de 20 países e com mais de 180 milhões de cópias impressas até hoje.
Os livros já foram adaptados para a TV, ainda em 1990, em uma série com apenas 13 episódios exibidos pela HBO. Em 1995, a saga ganhou um longa, intitulado ‘O Clube das Babás‘, estrelado por Rachel Leigh Cook, Schuyler Fisk, Bre Blair e Tricia Joe.
Durante a batalha na floresta de Teutoburgo, em 9 d.C., os destinos de três vidas distintas se cruzam quando as tribos germânicas tentam impedir o crescente domínio do Império Romano.
‘Família em Concerto’ é a mais nova comédia de situações da Netflix e, agora, a produção finalmente chegou ao catálogo da plataforma de streaming.
Bailey (Katharine McPhee) é uma jovem aspirante a cantora country. Com a vida profissional e pessoal fora do rumo, ela aceita trabalhar para o vaqueiro Beau (Eddie Cibrian) e cuidar de seus cinco filhos. Com todo seu charme e determinação, a nova babá consegue se adaptar à dinâmica familiar e se torna a figura materna de que todos precisavam. Para sua surpresa, Bailey também encontra nessa família talentosa a banda que a ajudará a retomar o caminho para a fama.
A série foi criada por Caryn Lucas (‘The Nanny’). A primeira temporada será composta por dez episódios.
Depois de meses sem quaisquer notícias sobre o live-action de ‘Avatar: A Lenda de Aang’, parece que a série da Netflix está tomando forma.
Segundo a página @AvatarNews_, no Twitter, a produção finalmente encontrou seus protagonistas e contratou os atores que darão vida a Aang, Katara, Sokka e Zuko.
As informações indicam que Gordon Cormier (‘Perdidos no Espaço’, ‘A Dança da Morte’) dará vida ao persongem titular; Kiawentiio Tarbell (‘Anne with an E’) será Katara, a Dobradora de Água; Ian Ousley (’13 Reasons Why’, ‘Physical’) dará vida ao irmão, de Katara, Sokka; enquanto Dallas Liu (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’) será Zuko, príncipe herdeiro da Nação do Fogo.
Além disso, acredita-se que as filmagens começarão em Vancouver, Canadá, no outono estadunidense (isso, entre os meses de setembro e novembro de 2021).
Meet Team Avatar
Exclusive: Aang, Katara, Sokka, and Zuko have been cast in the live-action Netflix Original Series “Avatar: The Last Airbender”
O 1º episódio de ‘Avatar: A Lenda de Aang‘ foi exibido na Nickelodeon em 2005 e, mesmo quase duas décadas mais tarde, a animação continua extremamente popular.
Lembrando que a trama da animação é ambientada num mundo parecido com o nosso, no qual as pessoas podem manipular os elementos da Terra, da Água, do Fogo e do Ar (conhecidos como dobradores) e, durante muito tempo, viveram em paz em suas próprias regiões – até uma delas dar início a uma guerra. Um desses dobradores, conhecido como Avatar, era o único que poderia impedir o conflito, mas desapareceu pouco depois e retornou 100 anos no corpo de Aang.
Além de ser uma queridinha do público, ‘Avatar: A Lenda de Aang’ levou para casa diversas estatuetas do Emmy e diversos Annie Awards por sua competente história e seu design. Em 2010, ganhou uma versão em live-action dirigida por M. Night Shyamalan que, apesar de ter feito quase US$320 milhões nas bilheterias, foi um fracasso de crítica devido à narrativa absurda e à superficialidade de seus temas.
O filme foi disponibilizado nesta sexta-feira, dia 1º de Fevereiro.
A adição vem junto com a confirmação de que a Lionsgate vai produzir o terceiro filme da franquia.
Assista ao trailer:
Até o momento, Dave Franco é o único membro do elenco que ainda não foi procurado, mas é de se esperar que ele também esteja de volta.
A informação veio da mesma fonte que revelou a produção de mais dois filmes da franquia ‘Transformers‘ através da Paramount Pictures.
Além dos Quatro Cavaleiros, foi dito que dois novos personagens farão parte da trama principal.
A primeira é descrita como uma jovem hispânica de 20 e poucos anos, e o outro é um homem por volta dos 40. E, embora nenhum ator tenha sido selecionado para os papéis, o estúdio está considerando Chris Pratt para fazer parte do elenco.
Maiores detalhes não foram revelados, então não há previsão para o início das filmagens e nem possíveis datas de estreia.
Como a Lionsgate não se pronunciou sobre o assunto, considere como rumor.
Lembrando que ‘Truque de Mestre 3‘ já havia sido anunciado em 2015, e o Deadline divulgou que o estúdio contratou os roteiristas Neil Widener e Gavin James para escrever a trama, além de trazer Jon M. Chu de volta à direção.
O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.
Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
‘Entre Facas e Segredos’ foi, sem dúvida, uma das grandes surpresas do ano passado, faturando diversas indicações e prêmios no circuito de festivais e preparando o terreno para um novo universo de mistério – que ganhará vida na Netflix.
O streaming desembolsou mais de US$ 400 milhões para adquirir os direitos para produzir ‘Entre Facas e Segredos 2’ e outas sequências que serão focadas no detetive Benoit Blanc, vivido por Daniel Craig.
As sequências trarão de volta também o roteirista e diretor Rian Johnson.
Talvez a notícia ainda mais empolgante é que a produção da primeira sequência está marcada para começar em breve.
De acordo com o Deadline, as filmagens de ‘Entre Facas e Segredos 2‘ começam em 28 de junho, daqui a apenas três meses. O filme será filmado na Grécia.
Em entrevista ao Flaunt, Ana de Armas, que viveu a protagonista Marta Cabrera no primeiro filme, revelou que estaria mais que disposta a voltar para a continuação.
“Espero que seja uma das surpresas que 2021 traga para mim, uma ligação de Rian!”.
Recentemente, Johnson revelou detalhes sobre o próximo longa-metragem.
“Tem sido um grande turbilhão mental, porque eu permaneci com a primeira ideia por 10 anos. E com este, estou começando com uma página em branco. Não é realmente uma sequência de ‘Entre Facas e Segredos‘. Eu preciso inventar um título para ele para que eu possa parar de chamá-lo de ‘Sequência de Entre Facas e Segredos’, porque é apenas Daniel Craig como o mesmo detetive, com um elenco totalmente novo”.
O filme recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou uma das obras mais aclamadas do ano passado.
Com orçamento de apenas US$40 milhões, o filme arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente.
Quando o renomado escritor de livros criminais Harlan Thrombey (Christopher Plummer) é encontrado morto em sua mansão logo após seu aniversário de 85 anos, o inquisitivo Detetive Benoit Blanc (Daniel Craig) é misteriosamente encarregado do caso. Da família desfuncional do autor à seus empregados, Blanc caminha através de uma teia de mentiras para desvendar a verdade por trás da morte de Harlan.
A Amazon Prime divulgou um trailer em 360º da ambiciosa série ‘A Roda do Tempo’, que conta um pouco mais sobre a trama.
Assista:
Lembrando que a primeira temporada chega ao catálogo da plataforma de streaming em 19 de novembro.
Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine (Pike), membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai. Ao chegar à pequena cidade de Two Rivers, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.
Alexandre Willaume (‘Tomb Raider’) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro. Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.
O elenco também inclui Madeleine Madden, que dará vida a Egwene Al’Vere; Marcus Rutherford, que será Perrin Aybara; Harris, que irá interpretar Mar Cauthon; Zoë Robins, que será Nynaeve; Josha Stradowski, que dará vida a Rand Al’Thor; Daniel Henney, que será al’Lan Mandragoran; e Álvaro Morte, que irá interpretar Logain Ablar.
‘Harry Potter: De Volta a Hogwarts’ foi lançado no começo do ano no catálogo da HBO Max e conquistou os fãs ao redor do mundo por seu caráter intimista e bastante nostálgico.
Pela primeira vez desde ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte2′, o elenco se reuniu trazendo diversas curiosidades e lembranças sobre os dez anos em que atuaram nas adaptações, entre 2001 e 2011.
O reencontro foi tão mágico que Emma Watson, intérprete de Hermione Granger, está disposta a retomar para mais um especial daqui a alguns anos.
Durante uma entrevista para a Vogue, a estrela confessou que não tem tanto tempo para manter contato com os colegas Daniel Radcliffe (Harry Potter) e Rupert Grint (Ron Weasley) e por isso gostaria de revê-los mais vezes.
“Ambos odeiam o WhatsApp e não são de ficar com seus celulares. Na verdade, como um trio, nós realmente tentamos ficar longe da internet, então isso não ajuda quando se trata de marcar encontros. Não temos um grupo nosso, mas estamos trocamos mensagens de vez em quando individualmente. Rupert me envia fotos de sua filha, Wednesday, e eu morro de amor.”
Ela continuou, afirmando que adoraria repetir o reencontro mais vezes, inclusive em um especial de 40 anos:
“Dan e eu geralmente tentamos acalmar os nervos um do outro. Quando fomos convidados para o especial, nós dois tentamos ficar fora dos holofotes, então é bom ter o apoio um do outro, sabendo que haveria outra onda de atenção chegando. Mas não seria nada mal repetir a dose daqui a uns 20 anos. Se acontecer, estarei lá num piscar de olhos.”
O especial reúne Daniel Radcliffe, Rupert Grint e Emma Watson junto ao diretorChris Columbus e outros membros do elenco e da equipe criativa, enquanto viajam de volta para Hogwarts pela primeira vez desde ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘.
O especial também traz Helena Bonham Carter, Robbie Coltrane, Ralph Fiennes, Jason Isaacs, Gary Oldman, Imelda Staunton, Tom Felton, James Phelps, Oliver Phelps, Mark Williams, Bonnie Wright, Alfred Enoch, Matthew Lewis, Evanna Lynch e Ian Hart, entre outros.
O criador da franquia ‘Premonição‘, Jeffrey Reddick, revelou ao Colliderque o sexto filme está em desenvolvimento.
“Há um sexto filme que está sendo planejado, e assim que a greve acabar ele estará pronto para rodar. É bom para um fã de gênero ter algo criado que se tornou parte do zeitgeist do público. Novamente, eu não poderia ter sido tão sortudo.”
Ele também elogia as novas adições à equipe, incluindo o produtor Jon Watts e o roteirista Guy Busick – de ‘Pânico 5 e 6‘.
“Vamos conseguir um filmão, e também falei com Guy Busick, ele fez a reinicialização do Pânico e [Lori] é sua parceira de redação, e eles foram muito gentis porque, na verdade – sou amigo de Craig Perry. Eles queriam falar comigo sobre o primeiro e o segundo filme, sobre o que eu pensava sobre o que torna um Premonição um sucesso – tipo de elementos-chave que são cruciais para mim. ‘Queremos ter certeza de que entendemos a essência do que é importante para você e o que você acha que torna esses filmes bem sucedidos, o que você encontrou se conecta com os fãs’. Então, eles entraram na história com toda a emoção.”, afirmou.
Novas informações do aguardado próximo capítulo da franquia ‘Premonição‘ parecem ter sido reveladas! A sequência está listada no ProductionWeekly com o título ‘Final Destination 6: Bloodlines‘ (Premonição 6: Linhagens de Sangue, em tradução literal).
O site ainda divulgou a sinopse do longa, que promete levar a franquia em uma direção muito diferente do que vimos nas iterações anteriores.
Confira:
“Uma jovem chamada Stefani tem um sonho recorrente sobre morrer em um incêndio que ocorreu na década de 1960. No entanto, ela percebe que não é apenas um sonho, mas sim uma premonição do destino que aguarda sua família. Sua avó havia escapado do mesmo destino anos atrás. Agora, a morte está vindo atrás de toda a família da Stefani, e ela deve encontrar uma maneira de detê-la antes que seja tarde demais.”
Anteriormente, rumores apontavam que a trama seguiria um grupo de bombeiros e paramédicos tentando escapar dos planos sinistros da morte.
Zach Lipovsky e Adam B. Stein serão responsáveis pela direção.
‘FINAL DESTINATION 6’ is officially in the works at Warner Bros.
O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.
Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.
O ator Johnny Wactor faleceu aos 37 anos neste sábado (25), após ser atingido por um tiro durante um assalto.
Ele ficou conhecido por seu papel na série ‘General Hospital‘.
Scarlett Wactor, mãe do ator, revelou ao TMZ que ele estava no centro de Los Angeles quando viu três homens tentando arrombar seu carro. Mesmo ele não tentando lutar, os bandidos atiraram nele antes de fugirem com o carro.
Wactor estrelou ‘General Hospital‘ entre 2020 e 2022, no papel de Brando Corbin. Brando se juntou ao show e acabou sendo filho de Gladys (Bonnie Burrough), anteriormente considerado morto. O personagem de Wactor se casou com Sasha (Sofia Mattsson) e morreu quando foi esfaqueado por The Hook.
Na televisão, Wactor apareceu em programas como Army Wives (2007), Sibéria (2013), Agente X (2015), Vantastic (2016), Animal Kingdom (2016), Hollywood Girl (2010), Dia de Treinamento (2017), Criminal Minds (2017), The OA (2019), Westworld (2020), entre outros.
Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.
Cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.
David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.
Após ser acusado de assédio e canibalismo, o atorArmie Hammer apareceu como “Batman” no trailer de ‘Citizen Vigilante’, o novo longa do cineasta alemão Uwe Boll, conhecido por ser considerado o pior diretor da história do cinema.
O filme se chamaria ‘The Dark Knight‘, mas teve seu título alterado para ‘Citizen Vigilante‘ após os produtores receberem uma notificação extrajudicial da Warner Bros.
Baseado em um roteiro original de Boll, Hammer interpreta Sanders, um homem que decide fazer justiça com as próprias mãos, iniciando uma missão para caçar criminosos. Enquanto sua cruzada o transforma em uma sensação nas redes sociais e em um herói aos olhos do público, o chefe de polícia local o vê como uma ameaça à sociedade e tenta impedi-lo.
Vale lembrar que, após dirigir fracassos como ‘House of the Dead’, ‘Alone in the Dark’ e ‘BloodRayne’, o diretorUwe Boll anunciou sua aposentadoria aos 51 anos, em 2016.
Na época, ele ficou furioso ao ser eleito o pior diretor da história do cinema e criou um abaixo-assinado, prometendo parar de dirigir filmes caso o número de assinaturas chegasse a 1 milhão — o que realmente aconteceu.
Já Armie Hammer está tentando reaver sua carreira após ser banido de Hollywood em 2021 por acusações de assédio e tentativa de canibalismo em 2021.
‘Citizen Vigilante‘ estreia nos EUA ainda esse ano, sem previsão no Brasil.
O que os cinéfilos mais gostam nessa vida, fora assistir a todos os filmes possíveis durante o ano, é bater papo sobre cinema com pessoas que tenham a mesma paixão que ele. Ser cinéfilo é amar a sétima arte de forma a entender todas as formas de pensar e sentir um filme, uma história. Nós cinéfilos não brigamos, nós argumentamos com emoção.
Pensando nesse sentimento bonito que existe entre a comunidade cinéfila espalhada por todo o Brasil e pelo mundo, resolvi eu, um humilde cinéfilo carioca, entrevistar de maneira bem objetiva, e aproveitando para matar a saudade dos pensamentos cinéfilos dos amigos, diversos amantes da sétima arte. Famosos ou não, que trabalham com cinema no Brasil e/ou no mundo ou não.
Carioca de Bonsucesso, do Morro do Adeus, formado pela UFRJ, Rodrigo Fonseca completa 20 anos como crítico de cinema em 2020. Roteirista da TV Globo, escreveu o programa dos Trapalhões e o Encontro da Fátima Bernardes, além de ter sido pesquisador das séries Segunda Chamada e Sob Pressão. É autor do Blog P de Pop do Estadão e escreve críticas pro site C7nema.
1) Na sua cidade, qual sua sala de cinema preferida em relação à programação? Detalhe o porquê da escolha.
Espaço Itaú e UCI NorteShopping. Ambas são pautadas pela diversidade e pela qualidade da projeção. O mesmo vale pro Cine Joia.
2) Qual o primeiro filme que você lembra de ter visto e pensado: cinema é um lugar diferente?
Os Trapalhões no Reino da Fantasia, em 1985, em Olaria.
3) Qual seu diretor favorito e seu filme favorito dele?
Bar Esperança, O Último Que Fecha, do Hugo Carvana, pois nunca uma estética foi tão política quanto a amizade.
5) O que é ser cinéfilo para você?
É imergir na imagem, sonhar com ela e usar o espaço de transcendência das telas como lugar de revolução.
6) Você acredita que a maior parte dos cinemas que você conhece possui programação feita por pessoas que entendem de cinema?
Nem de longe. Raras são as salas que tem uma programação com curadoria, seja numa linha de risco, seja numa onda mais comercial. O Estação Botafogo e o Espaço Itaú são belas exceções de excelência.
7) Algum dia as salas de cinemas vão acabar?
Jamais, pois a cultura da cinefilia é auto-regenerativa. A necessidade da troca, o sentimento do coletivo… isso é maior do que qualquer aposta na acomodação caseira. Vamos ter um boom da streamingosfera. Mas os espetáculos fílmicos a la Bohemian Rhapsody sempre vão mobilizar a massa.
8) Indique um filme que você acha que muitos não viram mas é ótimo.
O Príncipe, de Ugo Giorgetti, e Coisas Para Fazer Em Denver Quando Você Está Morto, do Gary Fleder.
9) Você acha que as salas de cinema deveriam reabrir antes de termos uma vacina contra a Covid-19?
Desde que haja um sistema de segurança que respeite os protocolos. Tenho muito orgulho da cultura do drive in que voltou à baila. Foi uma reação vívida de sociabilização. Espero que as grandes estreias estejam nesse rodízio também. Mas tomara que as salas se regulem logo com normas de segurança adequada. O respeito aos protocolos é uma essencialidade. Saúde, saúde, saúde.
10) Como você enxerga a qualidade do cinema brasileiro atualmente?
Um país que gera um Bacurau, que toma a Berlinale de assunto com um bonde de longas, que tem uma cineasta da ousadia da Sabrina Fidalgo quebrando paradigmas e que tem documentaristas como Susanna Lira, Petra Costa, Emília Silveira e Joel Zito Araújo desafiando as convenções do Real só pode se sentir honrado de existir. De quebra existe um poeta do desenho como Marão fazendo seu primeiro longa. É nóis.
11) Diga o artista brasileiro que você não perde um filme.
Vou responder essa citando um filme… o filme brasileiro mais dilacerante e provocador que vi em muito tempo: M8: Quando a Morte Socorre a Vida, do Jeferson De. O que a Mariana Nunes faz ali é de lavar a alma.
12) Defina cinema com uma frase.
“O Bem vence o Mal,/ Espanta o temporal,/ O azul, o amarelo,/ Tudo é muito belo”.
13) Conte uma história inusitada que você presenciou numa sala de cinema.
Estive na sessão de Cruising (Parceiros na Noite) em Cannes e ouvia uma risada compulsiva atrás de mim, de alguém que ia a júbilo com o filme. Era o Tarantino, de mãozinha dada com a namorada.
Uma das coisas mais divertidas quando assistimos a uma série é logo perceber uma forte identificação, seja por uma situação ou mesmo pelas ações de personagens. Alguns projetos, deixando aquele gostinho de quero mais, nos conduzem para jornadas interessantes que nos levam a reflexões sobre nossas próprias vidas. Abaixo, segue uma lista bem legal para você que ama refletir sobre a vida a partir de uma boa série:
Com um roteiro bem bolado que explora uma tentativa de roubo cinematográfico, chegou sem muito ‘oba oba’ na Netflix uma intrigante minissérie policial de apenas três capítulos que consegue jogar uma lupa para um amplo contexto de uma Inglaterra no início dos anos 2000. Produzido por Guy Ritchie e tendo no centro dos holofotes os pontos de vistas ladrões, polícia e imprensa, Os Ladrões de Diamante é um prato cheio pra quem curte true crime!
Aggie (Claire Danes) é uma escritora de sucesso que, após a morte do único filho, vê sua vida desmoronar. Sentindo-se culpada e não se desprendendo de procurar culpados para a tragédia, destrói seu casamento e passa a viver reclusa. Um dia, muda-se para sua vizinhança o polêmico e ambíguo empresário Nile (Matthew Rhys), acusado anos atrás de assassinar a própria esposa. Ao se aproximar dele, começa a desconfiar de algumas ações e resolve escrever um livro sobre ele, ao mesmo tempo que busca informações sobre se ele matou ou não a ex-esposa.
No centro desse tabuleiro está o investigador de incêndios criminosos Dave (Taron Egerton), um homem que leva uma rotina comum, casado, bem-visto no trabalho, que se vê de frente com dois incendiários tocando o terror pela cidade. Sem conseguir avançar nas investigações, é designado para ajudá-lo a policial Michelle (Jurnee Smollett), uma mulher com traumas no passado. Essa dupla precisará encontrar o caminhos para chegar até aos criminosos. Só que há um detalhe, no final de um dos primeiros capítulos, nossos olhos se voltam para verdades inesperadas e passamos a acompanhar os desenrolares de outras perspectivas.
Matheus (José Loreto) é o craque de um time que busca sempre os títulos mais importantes. Elisa (Carol Castro) é uma jornalista fiel aos princípios da profissão que escolheu em busca de novos desafios na carreira. Eles nunca se deram bem. Quando Matheus precisa parar com o futebol por ordem médica, seu destino volta a se cruzar com o de Elisa, e juntos são convidados a apresentar um programa esportivo que promete chocar o mundo do jornalismo esportivo.
Ao longo de seis episódios, essa minissérie – que entrou no catálogo da Netflix nesse início de 2025 – nos apresenta a vida de Fausto (Eduardo Scarpetta) em dois momentos. No primeiro, como um carinhoso pai de família que encontrou o amor de sua vida de forma inusitada, numa cafeteria. Anos mais tarde, já separado e com a ex-esposa Sara (Gaia Weiss) enfrentando graves problemas psicológicos, é diagnosticado com uma doença terminal e precisa arrumar as peças soltas em sua família desestruturada antes de partir.
Jerry Springer: Brigas, Câmera, Ação (Netflix)
Tudo – e realmente tudo – pela audiência. Chegou na Netflix no início de 2025, uma minissérie de dois episódios que mostra os bastidores e depoimentos da equipe de um dos mais polêmicos shows televisivos da história da televisão mundial.
Buscando apresentar retratos de uma trajetória com altos e baixos de um dos mais bem sucedidos cantores brasileiros, o documentário Belo: Perto Demais da Luz ao longo de quatro episódios – todos já disponíveis na Globoplay – joga para o público reflexões sobre as polêmicas e o caminho trilhado pelo paulista Marcelo Pires Vieira.
Ação e humor debochado na medida certa. Diretamente da mente criativa do cineasta britânico Guy Ritchie, chegou na Netflix um seriado que possui uma narrativa detalhista, que encontra um ritmo intenso num habilidoso jogo de perspectivas com excêntricos e inconsequentes personagens.
Reflexões sobre as linhas tênues entre jornalismo e crime. Na década de 1990, tabloides sensacionalistas dominam as rodas de conversa de uma sociedade sedenta pela informação – e ainda longe dos avanços das redes sociais. Nesse período, no Reino Unido, um introspectivo e reservado repórter buscava seu espaço ilustrando situações e transformando em interesse público, inclusive se passando por um falso sheik.
A amizade no centro do tabuleiro conturbado da meia idade. Chegou de mansinho, quase desapercebida uma brilhante comédia que gira em torno da crise de meia idade impulsionada pelo realinhamento de uma antiga amizade.
Indiscutivelmente os anos 80 foram uma época inesquecível. Tanto que nas mais variadas formas, o audiovisual constantemente presta homenagem a ela desde que dela saímos, e as referências não tem data para terminar. Pelo contrário, cada vez mais novas idealizações do que foram os 80’s surgem em voga na cultura pop atual: seja na forma de filmes, séries música, estilo, moda ou vídeos no Youtube especializados em reviver o passado. Não é à toa que recorrentes sucessos pop atuais escolhem por centrar suas tramas no período, vide Stranger Things e Mulher-Maravilha 1984, por exemplo.
Muitas vezes, no entanto, sentimos uma caracterização forçada e um sentimento falso da recriação do período. Como se ao invés de nos transportar para o que foi realmente os 80’s, as obras apenas imitassem uma caricatura da década. No meio de uma verdadeira enxurrada de revivals dos anos 80, uma que consegue destaque pela fidelidade é a produção pouco conhecida e subestimada Uma Noite Mais que Louca (Take me Home Tonight). O filme foi exibido na madrugada do último domingo, dia 4 de julho, na Globo após o Altas Horas, onde pude dar mais uma chance a este longa que passou totalmente em branco em sua estreia nos cinemas. Uma Noite Mais que Louca completa 10 anos de lançamento em 2021, e é o momento certo para os aficionados pelos anos 80 o encontrarem e quem sabe igualmente darem um voto de confiança.
Topher Grace, o eterno Eric Forman, vai para os anos 80 em “Uma Noite Mais que Louca”.
Uma Noite Mais que Louca fez sua estreia nas telonas nos EUA em março de 2011, e no Brasil aportou direto no mercado de vídeo (numa época antes do domínio dos streamings) em outubro do mesmo ano. Curiosamente, o personagem protagonista trabalha numa locadora de vídeo na era dos VHS, e o filme em si se veria como parte dos últimos lotes de lançamentos a realmente pertencerem a uma locadora em mídia física, antes do citado reino das plataformas de streamings. O fato não deixa de ser quase premonitório e metalinguístico na convergência de épocas.
Projeto pessoal do ator Topher Grace, um aficionado pela década tendo nascido em 1978 e crescido no período. Grace é dono da ideia do filme e escreveu o primeiro tratamento do roteiro ao lado do colega Gordon Kaywin. Depois, o texto foi desenvolvido para o roteiro final pela dupla Jackie e Jeff Filgo, produtores e roteiristas por trás do programa de sucesso That 70’s Show (1998-2005) – que não por acaso era estrelado por Topher Grace no papel do boa-praça Eric Forman. O ator pula dos anos 70 para os 80 e protagoniza uma espécie de vertente de Forman na pele de Matt Franklin, um jovem vivendo no passado sem conseguir superar sua paixão de infância, ao mesmo tempo em que teme o próximo passo em sua vida profissional. Ele contenta-se em trabalhar numa locadora quatro anos após a formatura colegial por não conseguir decidir que carreira escolher – para o desespero de seus pais.
Anna Faris e Chris Pratt se conheceram durante as gravações, se casaram, tiveram filho e se separaram depois de 7 anos.
O protagonista é na realidade um menino prodígio da época colegial, que até atendeu ao prestigiado MIT, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts, mas terminou desistindo dos estudos por achar que não se enquadrava. Ainda perdido em seu destino no mundo, ele ganha alguns trocados em um subemprego enquanto sua vida passa sem que ele a guie. Cercando Matt estão sua irmã gêmea, papel de Anna Faris (da franquia Todo Mundo em Pânico), igualmente brilhante, mas disposta a deixar seu futuro numa prestigiada universidade de Londres para casar-se com o namorado do colégio de poucas aspirações, vivido por um Chris Pratt (Guardiões da Galáxia e Jurassic World) muito, muito antes da fama; e o melhor amigo Barry (Dan Fogler, o Jacob de Animais Fantásticos), o indispensável alívio cômico amalucado.
Anna Faris e Chris Pratt se conheceram nos bastidores deste filme, se casaram logo depois, tiveram um filho e viveram um relacionamento de 6 anos, chegando ao fim com o anúncio do divórcio em 2017. Já Fogler, que nesta época era estereotipado nestes tipos de personagens, quase sempre exagerando na dose em sua pretensa comédia, vive um sujeito demitido de seu emprego numa agência de automóveis, que servirá bastante para a estratégia do melhor amigo, além de acrescentar a censura alta do filme devido ao uso intenso de cocaína durante a exibição. Ah sim, uma das personagens principais é Tori Frederking, a paixão platônica de Matt que é a motivação de toda a trama. E pode ser até problemática a idealização da mulher perfeita da mente do protagonista, mas tudo é criado nos moldes da mentalidade da época, e este artifício se encaixa perfeitamente. Aqui, ela ganha as formas da loirinha Teresa Palmer.
Teresa Palmer é Tori, a mulher dos sonhos do protagonista. Típico de filmes dos anos 80.
Fechando o elenco principal,Michael Biehn vive o pai policial do protagonista (a quem Topher Grace, por ser fã de O Exterminador do Futuro e Aliens – O Resgate, telefonou pessoalmente para que aceitasse o personagem), Lucy Punch, Michelle Trachtenberg, Demetri Martin, Bob Odenkirk e Angie Everhart aparecem em participações com resultados cômicos diversos. A direção ficou a cargo de Michael Dowse, especialista em comédias do tipo, tendo no currículo obras como Os Brutamontes(2011), Será Que? (2013), Stubber: A Corrida Maluca (2019) e Coffee & Kareem (2020).
Ao saber que a mulher de seus sonhos está de volta na área, Matt dá um jeito de, não apenas encontra-la numa festa de reunião de ex-estudantes após ter esbarrado com ela acidentalmente em sua locadora, como também a faz pensar que atualmente tem um ótimo emprego em uma empresa bem conhecida de investimentos. Essa era a época do surgimento dos Yuppies, dos jovens profissionais ambiciosos, e também do auge do movimento de investimentos financeiros – que de forma cíclica vem ressurgindo inclusive no Brasil, onde vemos cada vez mais jovens interessados em aumentar seu patrimônio.
Jovens ambiciosos. Quem dá mais na cartada do status profissional?
Essa tendência atingia seu ápice nos EUA durante a década de 80 e era retratada, por exemplo, em filmes como Wall Street – Poder e Cobiça (1987). Uma Noite Mais que Louca centra sua ação em 1988, e faz companhia de certa forma a estas produções, descrevendo em suas entrelinhas o desejo de ser bem sucedido financeiramente nos mais variados personagens que cercam o protagonista. Tori, seu objeto de desejo, por exemplo, é uma jovem executiva de uma grande empresa, que segue de perto todos os itens da cartilha para crescer dentro de uma companhia do tipo, como atender à festas de seu chefe e lutar contra o possível assédio dele (do qual todas as suas amigas terminaram cedendo). É para se manter à altura que o “homem comum” Matt precisa mentir, se fazendo passar por mais que é.
Existem espaço para discussões sobre assédio sexual no ambiente de trabalho, sobre feminismo, ambições profissionais e predeterminações de felicidade através do status profissional para quem souber procurar minuciosamente. Mas no centro, é claro, essa para todos os efeitos é uma história de amor, sobre conquistar a pessoa que achamos que é a certa para nós e nos fará feliz.
Do lado errado da lei. Constantes referências ao uso de cocaína engavetaram o filme por 4 anos.
O tiro certeiro foi fazer de Uma Noite Mais que Louca um filme de censura alta, com nudez e drogas, bem como se realmente saída da década sem noção e politicamente incorreta que foram os anos 80. Para tal,Topher Grace e o diretorMichael Dowse bateram o pé para o uso de drogas, afinal não seria um filme dos anos 80 sem cocaína, buscando o sentimento mais realístico em sua retratação da época. O efeito, porém, terminou assustando os executivos do estúdio que além de aumentarem a censura, engavetaram o lançamento do filme em 4 anos. O longa precisou ser resgatado do limbo pelos produtores Ron Howard e Brian Grazer, através de sua Imagine Entertainment. Grace também produz o longa. inicialmente, o projeto se chamaria “Young Americans” ou “Kids in America”, enfatizando seu subtexto de jovens americanos bem sucedidos financeiramente como meta.
Além das inúmeras referências e homenagens aos anos 80 que vemos em tela, Uma Noite Mais que Louca possui semelhanças em sua trama com O Segredo do Meu Sucesso (1987), onde Michael J. Fox também forjava um trabalho falso melhor para si, e usa o nome do colégio Shermer High School, o mesmo de clássicos de John Hughes, como Mulher Nota Mil, Clube dos Cinco, Gatinhas e Gatões, A Garota de Rosa-Shocking e Curtindo a Vida Adoidado para enfeitar sua trama. Fora isso, o elenco principal participou do videoclipe da banda Atomic Tom para a trilha sonora do filme, uma regravação do “hino” oitentista Don’t You Want Me, do Human League (1981), fazendo referência a diversos ícones do cinema da época.
Apesar do grande esforço, com um orçamento de US$23 milhões (mediano para os padrões de Hollywood), Uma Noite Mais que Louca falhou em despertar o interesse do público, rendendo mundialmente menos de US$8 milhões e garantindo assim um fracasso de bilheteria. Com os críticos igualmente não foi favorecido. Com o passar do tempo se tornando esquecido. Apesar de não se encontrar na grade atual de nenhum dos principais streamings, Uma Noite Mais que Louca facilmente seria favorecido pela descoberta de novos públicos e gerações mais novas que consomem este tipo de produção nestas plataformas. Seria o caso de um ressurgimento como comédia cult, não muito estranho à produções anos depois de seu lançamento.
Segundo o El País, durante o ato do encerramento de sua caravana em Curitiba, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou sobre a polêmica série daNetflix, ‘O Mecanismo‘, deixando claro que tudo não passa de mentiras.
“Nós vamos processar a Netflix, nós não temos que aceitar isso. Eu não vou aceitar”, disse o petista, que também condenou o ataque a tiros contra dois ônibus que o acompanhavam.
“Eles produziram uma mentira. Vamos denunciar os responsáveis.”
É, pelo visto a polêmica envolvendo a nova série da Netflixestá longe de acabar!
Recentemente, quem se pronunciou sobre a produção foi a própria ex-presidente Dilma Rousseff.
Segundo ela, o serviço de streaming estaria fazendo uma “propaganda” política, e o seu posicionamento estaria prejudicando o PT com informações falsas.
“A Netflix não pode fazer campanha política. […] Acho importante que a gestão da Netflix perceba o que está fazendo. Não sei se sabe. O cineasta talvez saiba, mas a direção da Netflix não está sabendo onde se meteu. Eu acho isso muito grave. Não vejo porque uma estrutura como aquela dar margem para isso.”
Rousseff continua, ressaltando os impactos que a série poderá trazer, “O que conseguiram com esse processo foi a expansão do ódio, de reprodução desse ódio em escala nacional, um nível de intolerância muito grande e a grande difusão de pequenos grupos de extrema direita pelo país.”
Um novo cartaz de ‘Capitã Marvel‘ foi divulgado na Comic-Con.
Confira:
A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.
‘Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.
A CW finalmente divulgou quando o novo crossover do universo Arrowverse, intitulado ‘Crise nas Infinitas Terras‘, será lançado. O crossover será dividido em cinco partes, que estreará dia 8 de dezembro e será concluído no dia 14 de janeiro de 2020.
A segunda temporada se passará 8 anos após os eventos da primeira.
Confira a sinopse oficial:
“Vic McQueen continua ainda mais determinada em destruir Charlie Manx. Charlie, tendo enfrentado sua própria mortalidade, está em busca de vingança. Dessa vez, ele vai atrás da pessoa mais importante para a Vic – seu filho de oito anos, Wayne. A corrida pela alma do Wayne coloca ambos em rota de colisão, forçando-os a confrontar erros do passado para garantir o futuro da criança.”
Em entrevista ao podcast WTF with Marc Maron, a diretora Patty Jenkins, de ‘Mulher-Maravilha 1984‘, não poupou elogios ao cineasta Taika Waititi, afirmando considerar ‘Thor: Ragnarok‘ um dos melhores filmes da história da Marvel.
“‘Thor: Ragnarok’ é um ótimo filme. Eu fico muito feliz que a franquia do Thor encontrou o Taika [Waititi], porque ele se encaixou perfeitamente. É incrível. ‘Thor: Ragnarok’ é um dos melhores filmes da Marvel de todos os tempos. É muito bom! Aquele filme é muito divertido e muito bem executado. Taika é um ótimo diretor e ele fez um filme incrível.”
Jenkins completa, relembrando a época que havia sido contratada para dirigir ‘Thor 2‘: “Eu queria dirigir um grande filme de super-herói. Eu comecei a dizer isso logo depois de lançar ‘Monster’ e as pessoas ficaram confusas. Eu queria fazer filmes sobre mulheres, mas eu não queria filmes sobre ser uma mulher. Isso é muito tedioso. Eu quero dirigir filmes sobre mulheres fazendo todo tipo de coisas. Para o crédito da Marvel, eles me contrataram para um filme que não requeria uma diretora mulher, então eu sempre serei grata por eles, apesar de não ter dado certo.”
Enquanto isso, ‘Mulher-Maravilha 1984‘ surpreendeu nas bilheterias do mundo todo, mesmo tendo lançamento simultâneo no streaming dos EUA.
Até agora, o filme arrecadou já arrecadou US$ 100 milhões mundialmente, tendo sido lançado na China e em outros territórios no exterior no fim de semana passado.
A Warner confirmou que o terceiro filme da franquia entrou em desenvolvimento.
“À medida que fãs ao redor do mundo continuam a embarcar na jornada de Diana Prince, com a poderosa abertura de ‘Mulher-Maravilha 1984’, estamos empolgados em poder continuar sua história com nossas Mulheres-Maravilhas da vida real – Gal e Patty – que retornarão para concluir a tão planejada trilogia cinematográfica”, disse o chefe da Warner Bros., Toby Emmerich, em um comunicado oficial.
Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?
Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a trama, mas é certo que o filme continue a expandir o relacionamento entre Arthur (Jason Momoa) e Mera (Amber Heard) enquanto eles se aventuram em novos perigos pelos setes mares e pela terra firme.
De acordo com o TVLine, a CBS deu sinal verde para a a série ‘True Lies‘, baseada no filme clássico de James Cameron (‘Avatar’).
Confira a primeira imagem da adaptação:
Steve Howey (‘Shameless’) estrelará a produção. O ator interpretará Harry – papel do Arnold Schwarzenegger no filme de 1994 –, um vendedor aparentemente comum, devotado à família, que é, na verdade, um espião.
Ginger Gonzaga também irá estrelar a série como Helen, uma dona de casa que fica chocada ao descobrir que seu marido é um espião internacional.
McG (‘As Panteras’) será responsável pela direção do piloto.
Na trama…
“Chocada ao descobrir que seu marido, um insípido e comum consultor de tecnologia, é na verdade um habilidoso espião internacional, uma dona de casa suburbana insatisfeita é impelida a uma vida de perigo e aventura quando é recrutada para trabalhar ao lado dele para salvar o mundo – enquanto tentam revitalizar seu casamento sem paixão”.
Vale lembrar que a emissora CBS tem sido conhecida como a “casa dos remakes” e atualmente possui as séries ‘The Equalizer‘ (baseada na franquia ‘O Protetor‘), ‘MacGyver‘ (remake da série clássica ‘Profissão: Perigo‘) e ‘Magnum P.I.‘ (baseada em ‘Magnum‘).
Em entrevista ao ComicBook, Sung Kang comentou sobre o possível retorno da atriz Gal Gadot na vindoura sequência ‘Velozes e Furiosos 10‘.
A atriz interpretou a Gisele, que aparentemente morreu no sexto capítulo da saga, após se sacrificar para salvar a vida do Han.
“Por que ela não poderia voltar? Eu voltei. Quem não gostaria de vê-la retornar? Quem não quer um pouco mais de Gal Gadot em suas vidas?”
De acordo com o The Direct, Gal Gadot deve retornar no décimo filme da franquia principal. Não está claro exatamente como ela retornará, já que Gisele Yashar aparentemente morreu enquanto tentava salvar seu namorado, Han Lue (Sung Kang).
Se Gadot realmente aparecer no filme, será uma mini-reunião de ‘Liga da Justiça‘, já queJason Momoa também está na produção.
Na época do lançamento de ‘Velozes e Furiosos 9‘, a campanha do CinePOP com a hashtag #BringBackGisele foi compartilhada por diversos veículos:
“Nessa franquia tudo é possível. Se vocês começarem a campanha #BringBackGisele, acho que pode acontecer.”
Sung Kang, o Han de Velozes e Furiosos, em entrevista ao CinePOP sobre uma possível volta de Gal Gadot à franquia. pic.twitter.com/HwJmDRhiEr
— Gal Gadot Brasil ▪︎ Fansite (@GalGadotBrasil) June 23, 2021
“Nessa franquia tudo é possível. Se vocês começarem a campanha #BringBackGisele, acho que pode acontecer”, afirmou Kang, que chamou a hashtag #BringBackGisele..
Assista a entrevista:
Confira o trailer:
O longa marca a estreia de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.
Em entrevista ao TheWrap, o corroteirista Michael Lesslie quebrou o silêncio sobre as teorias dos fãs envolvendo a conexão entre as personagens Lucy Gray (Rachel Zegler) e Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) na franquia ‘Jogos Vorazes‘.
Apesar de descartar a possibilidade delas serem parentes, ele reconhece que o legado da Lucy Gray pode ter ajudado a heroína da saga original a atingir seu verdadeiro potencial contra a Capital.
“Não tenho autoridade para confirmar nada. A [criadora da franquia] Suzanne Collins tem esse segredo muito bem guardado. Eu acho que a Lucy Gray é um tipo de progenitora da Katniss, mas não acredito que ela seja sua avó ou faça parte de sua linhagem direta. Os Coveys também não tinham relação de sangue, mas eles eram uma família. Acredito que ela poderia ter sido um membro dos Convey. Sinto que a Lucy deixou o lar dela e se estabeleceu nos limites dos distritos. Talvez tenha ido para o Distrito 13.”
Ele completa, “Talvez ela tenha conhecido pessoas que viram seus jogos e tenham se inspirado em suas músicas, o que posteriormente ajudou na formação da Katniss. Filosoficamente, acho que a Lucy Gray é a progenitora da Katniss.”
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de janeiro de 2025.
“‘Nosferatu’, de Robert Eggers, é um conto gótico de obsessão entre uma jovem assombrada na Alemanha do século 19 e o antigo vampiro da Transilvânia que a persegue, trazendo um horror incalculável com ele.”
Cenas assustadoras e de terror. De repente vemos o Nosferatu de costas. Uma energia meio A Bruxa e uma fotografia estonteante e desesperadora. Vai ser um épico de terror. Deu pra sentir a grandiosidade e ambição do projeto. Arrepiei!
Sucesso! A sequência ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 220 milhões nas bilheterias mundiais.
O valor representa a maior arrecadação da história da franquia, superando a bilheteria total de ‘Premonição 4‘ (US$186.1M).
Nos EUA, o filme arrecadou US$ 111.7 milhões. No mercado internacional, foram US$ 117.6 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 229.3 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$12.5M), México (US$11.2M), Índia (US$7.6M), Filipinas (US$6.9M) e França (US$6.7M).
Vale lembrar que o terror abriu no topo das bilheterias norte-americanas, com US$ 51 milhões, facilmente superando o lançamento de ‘Premonição 4‘ (US$27.4M) e marcando o terceiro sucesso consecutivo da Warner Bros. nos cinemas, após os fenômenos ‘Um Filme Minecraft‘ (US$928.6M) e ‘Pecadores‘ (US$314.5M).
Aclamado pelos críticos – com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o filme recebeu uma nota B+ dos espectadores no CinemaScore, o que representa uma ótima média para um filme do gênero.
‘Premonição 6‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!
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