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‘Trolls 3’: Visitamos a DreamWorks e trazemos TUDO o que descobrimos em um vídeo especial [EXCLUSIVO]

A Universal Pictures convidou o CinePOP para passar um dia na DreamWorks Studios e descobrir como ‘Trolls 3 – Juntos Novamente’ foi feito, desde os storyboards até a animação chegar aos cinemas.

Assista a matéria e nossa entrevista:

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais.

Depois de dois filmes de amizade verdadeira e paquera implacável, Poppy (Anna Kendrick) e Tronco (Justin Timberlake) agora são oficialmente, finalmente, um casal (#Troppy)! À medida que se aproximam, Poppy descobre que Tronco tem um passado secreto. Ele já fez parte do fenômeno de boyband favorito dela, BroZone, com seus quatro irmãos. BroZone se separou quando Tronco ainda era um bebê, assim como a família, e Tronco não viu seus irmãos desde então.

Mas quando o irmão de Tronco, Floyd, é sequestrado por causa de seus talentos musicais por um par de vilões popstars nefastos – Velvet (a vencedora do Emmy Amy Schumer; Trainwreck) e Veneer (o vencedor do Grammy e indicado ao Tony Andrew Rannells; O Livro de Mórmon) – Tronco e Poppy embarcam em uma jornada angustiante e emocionante para reunir os outros irmãos e resgatar Floyd de um destino ainda pior do que a obscuridade da cultura pop.

Dica de ÓTIMO terror de invasão alienígena disponível no STAR+ que tem 76% de aprovação no RT

Se você está procurando um terror para assistir, te indico o ótimo ‘Ninguém Vai Te Salvar‘ (No One Will Save You) – que conquistou 76% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

A trama segue a jornada da jovem Brynn Adams, que se sente um tanto alienada de sua própria comunidade. Vivendo sozinha em sua casa de infância, uma noite ela é surpreendida por barulhos estranhos de intrusos inesperados.

A partir desse momento, a trama se desenvolve por um embate eletrizante entre Brynn e um ser extraterrestre que ameaça não apenas o futuro da jovem, mas também a leva a revisitar dolorosos eventos de seu passado.

Segundo o consenso geral, o longa traz uma reviravolta alienígena no subgênero de invasão domiciliar e prova que a atriz Kaitlyn Dever não precisa de muito diálogo para dominar a tela.

Separamos os trechos das principais críticas:

“O filme consegue transcender as limitações de sua narrativa ao investir na jornada emocional de sua protagonista, explorando seus sentimentos de isolamento e abandono.” (Hollywood Reporter)

“[O diretor] Brian Duffield se desafia e, na maioria das vezes, consegue ser bem-sucedido. Ele se sai bem o suficiente para chamar a atenção dos espectadores do Hulu em relação a este filme.” (Variety)

“Justo quando você pensa que sabe o que acontecerá na próxima cena, [o diretor] Brian Duffield estraçalha nossas expectativas com algo completamente inesperado.” (IndieWire)

“Ao final do terceiro ato caótico, fica evidente que ninguém poderia salvar este filme.” (Guardian)

“Um thriller psicológico extremamente emocionante que também funciona como um filme de monstro.” (Victor Stiff Reviews)

“De paz solitária até ansiedade tensa, pânico descontrolado e coração palpitante, a jornada emocional da protagonista Brynn é contada de uma forma poderosa através da performance sólida e quase sem palavras da Kaitlyn Dever.” (CinemaBlend)

“O filme é um jogo cansativo de gato e rato sem nenhuma direção.” (RogerEbert)

Brian Duffield é responsável pela direção e roteiro.

FLOPOU!’ Branca de Neve’, ‘As Marvels’, ‘Minecraft’ e os Trailers que tiveram a Maior REJEIÇÃO da História

Qual o objetivo de um trailer? Ele possui alguns. O primeiro e mais essencial é comunicar ao público que determinado filme existe e quando será lançado. Afinal, a maneira que grande parte dos espectadores ainda fica sabendo da existência de um filme e através de seu trailer. Ou seja, o primeiro objetivo é informar. O segundo objetivo é mostrar o teor que determinado filme terá para o público. Ou seja, mesmo os que já sabem que determinado filme está sendo produzido, só terá uma noção real de como o filme será (clima, visual, atuações) a partir do trailer. E o terceiro é informar qual é a história de determinado filme.

Assim, existem hoje diversas empresas especializadas em trailers trabalhando em Hollywood, que nada tem a ver com os responsáveis pelo filme em si. O que essas empresas fazem é resumir em um pouco mais de dois minutos (dependendo) todos esses tópicos: a trama do filme, o clima, visual e atuações, e a data do lançamento. É claro também que aí teremos dois resultados: bons trailers para filmes ruins e trailers ruins para bons filmes. Sabendo que esse segundo não fez um bom trabalho.

A rejeição de um trailer também pode expressar o pensamento de grande parte do público em relação a uma obra. É justamente disso que falaremos nessa nova matéria. Confira abaixo os trailers mais rejeitados pelo público da história do cinema e entenda um pouco mais do motivo.

Aladdin (2019)

A Disney não é estranha a mais dislikes do que likes em seus trailers. Porém, aqui temos um caso curioso. Assim como a vindoura versão de ‘Branca de Neve’, o reboot em live-action de ‘Aladdin’ gerou bastante controvérsia com sua primeira prévia há mais de cinco anos. Acontece que toda atenção foi focada no Gênio da Lâmpada, interpretado por Will Smith. A comparação com o saudoso Robin Williams foi inevitável, e Smith não tinha como vencer essa. E isso foi antes do desastre conhecido como o “tapa ouvido ao redor do mundo” no Oscar 2022. Os fãs acharam que os efeitos do personagem estavam capengas. Outro alvo de polêmica foi o vilão Jafar em versão galã, nas formas de Marwan Kenzari.

Mas aqui temos um caso curioso porque o filme se mostrou um verdadeiro sucesso, apesar da má reputação trazida pelo trailer. Sim, existem casos assim. No ano de 2019, a Disney bateu o recorde e lançou três remakes em live-action de suas animações queridas: ‘Aladdin’, ‘Dumbo’ e ‘O Rei Leão’. Enquanto todos torceram o nariz para o trailer de ‘Aladdin’, que recebeu 70 mil dislikes contra os 44 mil likes, o público abraçou as prévias de ‘Dumbo’ e principalmente ‘O Rei Leão’ como promessas de boas atrações. Provando que o mundo dá voltas, ‘Aladdin’ se tornou o mais querido dos três.

As Caça-Fantasmas (2016)

Não dá para falar dos trailers mais rejeitados da história sem falar em ‘As Caça-Fantasmas’, de 2016. Você conhece a história. O filme que gerou mais comoção, demonstrando o poder da internet há oito anos, segue sendo bastante polêmico. Aliás, o ano de 2016 lançou alguns dos filmes mais polêmicos de anos recentes, vide ‘Batman vs. Superman’ e ‘Esquadrão Suicida’. Se juntando ao lote, temos a versão feminina da equipe dos investigadores paranormais. E sim, aí podemos dizer que entra em jogo muito do pensamento purista e antiquado que não aceita mudanças, ainda mais se estas mudanças forem de gênero e etnia.

Desde que foi confirmado pelo estúdio, a versão só com mulheres para ‘Caça-Fantasmas’ foi recebida com rejeição. Acontece que, por um lado, os fãs sempre esperaram um terceiro filme desde 1989, com a equipe original. E quando foi revelado que o elenco original estaria de volta, porém, interpretando outros personagens, muitos viram como uma oportunidade desperdiçada. E sim, como de costume, grande parte também é formada por misóginos e racistas. Seja como for, a manifestação contrária surgiu com o primeiro trailer, que se tornaria o mais rejeitado da história do Youtube. O fato chamou imediatamente atenção, pois nunca uma análise negativa dessa proporção havia sido feita.

Foi a partir de ‘As Caça-Fantasmas’ que se começou a ter consciência que certos trailers poderiam gerar mais dislikes do que likes, enfatizando a insatisfação da maioria. No caso deste trailer, 647 mil dislikes contra 220 mil likes. Na época, se chegou ao absurdo de não permitir mais clicadas no botão de dislikes, e a seção de comentários foi desativada – para se ter noção. Talvez tudo isso fosse remediado se o filme “matasse a pau”, se fosse um enorme sucesso adorado por todos. Porém, passou bem longe disso. Não chegou a ser uma atrocidade, apenas um filme sem sal e sem graça. Se tivesse colhões de verdade, a Sony bancaria uma sequência e tentaria melhorar/ evoluir com o segundo filme. Porém, o reboot feminino foi logo descartado em prol de um novo reboot, esse fim uma passagem de bastão dos veteranos para uma nova equipe.

Um Filme Minecraft (2025)

O ano de 2025 mal começou, mas já temos alguns candidatos a filmes mais odiados pelo público. Isso é, se o resultado do filme em si for parecido com o de sua prévia. Muitos acharam que a adaptação do querido game ‘Minecraft’ em forma de filme era uma ideia meio sem-noção, mas poderia dar certo – como já ocorreu no passado. No entanto, foi só o primeiro teaser cair online que o público deu o seu recado, rejeitando completamente o que foi mostrado até aqui. Primeiro, porque a trama sobre um grupo de pessoas excêntricas cair em um mundo novo já foi muito feito em Hollywood e até lembra a trama de ‘Jumanji’, também com Jack Black.

Segundo, porque o trailer não teve qualquer graça, nenhuma piada realmente divertida, apenas frases de efeito batidas, com os personagens surpresos pelo novo mundo. Por fim, a aparição de Jack Black (caracterizado como ele mesmo) proferindo: “eu sou Steve” foi tão digna de “qualquer nota” que terminou se tornando meme. A Warner precisará reverter esse quadro caso queira que o filme se torne um sucesso. Nos primeiros três dias após a estreia do trailer, ‘Um Filme Minecraft’ teve absurdos 28.2 milhões de visualizações, sendo que desse número, 1.2 milhões de espectadores clicaram no botão de dislike – e apenas 588 mil no botão oposto de curtir. O filme estreia no início de abril.

Branca de Neve (2025)

Antes de ‘Minecraft’, a Disney passou por provação semelhante com sua versão em live-action da primeira animação em longa-metragem da casa, com ‘Branca de Neve’, que já está nos cinemas. Desde que foi anunciado o projeto do filme tinha sido recebido com bastante desconfiança pelos fãs, para dizer no mínimo. E passou por refilmagens controversas. Primeiro, o longa não teria os sete anões por medo de estereótipos e cancelamento. Depois decidiu que teria, mas substituiu atores reais por anões gerados por CGI. Fora isso, a protagonista Rachel Zegler gerou polêmica por ser uma Branca de Neve latina, parte da política de representatividade da Disney.

Como se não bastasse, Zegler é uma atriz “bocuda”, que gosta de enfiar o dedo na ferida e desafiar os haters, assim como Brie Larson. Ou seja, não tentou reverter o quadro de sua imagem para os que não gostam dela. ‘Branca de Neve’ entrou na lista dos trailers mais rejeitados pelos fãs com 1 milhão de “descurtidas” contra 80 mil curtidas.

Por fim, o live-action arrecadou apenas US$ 87.3 milhões em sua estreia global – ficando abaixo das projeções recentes, que indicavam uma abertura acima de US$ 100 milhões.

Para termos de comparação com outros live-actions da Disney, o desempenho ficou 16% abaixo de ‘Cinderela‘, 19% abaixo de ‘Dumbo‘ e 33% abaixo de ‘A Pequena Sereia‘.

As Marvels (2023)

Falando em Brie Larson, é claro que um filme da atriz estaria na lista também. A verdade é que Larson não tem papas na língua com seus comentários, que desafia os haters com seu posicionamento feminista. Mas isso não impediu de fazer sua primeira aparição como Carol Danvers um fenômeno com ‘Capitã Marvel’, 2019, um filme que arrecadou mais de US$1 bilhão em bilheterias mundiais, entrando para o seleto clube de filmes bilionários. A magia, no entanto, não se repetiu na continuação – que não era um filme exclusivo da personagem. E talvez aí esteja o problema. Houveram relatos inclusive de que a própria Larson estaria insatisfeita de dividir sua continuação com duas outras novatas, personagens saídas de séries de TV da Disney+. Ou seja, não é como se outros personagens masculinos da casa tiveram que passar por isso.

Muitos reclamaram que o problema era justamente esse. E quem não viu as séries de onde saíram Kamala (Iman Vellani) e Monica (Teyonah Parris)? Fora isso, o clima juvenil e despretensioso, sem qualquer drama ou risco aparente, fez de ‘As Marvels’ o filme mais leve do MCU, um capítulo que qualquer um poderia pular na saga, por não ser significativo realmente para o todo. É como se os próprios realizadores dissessem: “esse aqui não tem muita relevância”. Mas o ângulo abordado pelos envolvidos foi o da misoginia e o do racismo. O que convenhamos, sempre está ali inserido também. ‘As Marvels’ se tornou o trailer com mais “descurtidas” da história do MCU, e em seus primeiros três dias de lançados gerou 500 mil dislikes. E como sabemos, resultou também na pior bilheteria dessa nova fase do estúdio.

Gloria

“A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.” Não há frase melhor do que essa pérola do saudoso Chaplin para definir o indicado do Chile ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro deste ano, Gloria. Dirigido pelo talentoso Sebastián Lelio, o longa-metragem já conquistou plateias de todo o mundo, principalmente em Berlim onde recebeu o concorrido Urso de prata de Melhor atriz. As dancinhas desajustadas logo no início do filme já davam a dica de que estariam prestes a acompanhar uma mulher de personalidade cativante que nos transportaria para um filme emocionante e inspirador.

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Como viver intensamente quando o destino não dava nenhum sinal de felicidade? Em Gloria, acompanhamos a protagonista, que dá nome ao filme, em suas aventuras em busca da alegria de viver. Gloria em muitos momentos é forte, madura e adora buscar novas alternativas para alegrar seu cotidiano monótono. Mora em um prédio de classe média na capital chilena e sofre com os transtornos de seu vizinho que não a deixam dormir. Tem dois filhos do primeiro e único casamento com os quais tem uma relação carinhosa, porém distante. Sua vida começa a ganhar ares de felicidade quando conhece o dono de um parque de diversão chamado Rodolfo, um divorciado que vive com fortes laços com sua família. Se fosse uma música, ele seria sua orelha. Se fosse uma água, ele seria seu copo. Se fosse a luz, ele seria o olho. O amor nasce entre os dois personagens é digno de cinema. Se divertem juntos, conversam sobre diversas coisas e criam planos para que vivam o resto de suas vidas. Mas será que isso basta?

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O ritmo do filme é ditado pela espetacular atuação da atriz Paulina Garcia. Pulando de Bungee Jumping, brincando de Paintball, dançando loucamente nas pistas da vida, vamos conhecendo Gloria aos mínimos detalhes. Não há como não gostar dessa personagem. Por trás de seus óculos gigantes, se esconde uma mulher insegura, carente que possui um talento especial e inusitado para passar batom. Procurando todo e qualquer tipo de atividade para não se sentir sozinha, encontra nos bailes noturnos e dançantes um porto seguro. A composição da personagem é algo sublime, magnífico. O quebra-cabeça emocional em que vive Gloria é jogado na tela com veracidade à flor da pele, fruto do talento de Paulina.

Alguns pontos que o roteiro aborda sobre política e cultura são de uma delicadeza ímpar. Uma discussão sociológica sobre a atual situação do Chile perante o mundo é rica e aparece de surpresa como uma crítica social inteligente, uma mensagem direta ao espectador. A brasileiríssima canção As Águas de Março, executada em espanhol, surge lindamente em uma roda musical no momento em que Gloria sofre, entre um drink e outro. Uma belíssima cena impecavelmente dirigida.

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Já no desfecho, em meio a um inusitado bombardeio de bolinhas de tinta, Gloria dá um ponto final em uma situação que a incomodava e isso marca novamente um novo recomeço. A brincadeira entre ficção e realidade chega nessas verdades implícitas em cada cena deste filme. Nos familiarizamos com os dramas que somos testemunhas e passamos a questionar nossa própria vida. Afinal, a vida não é a eterna arte de recomeçar?

10 Dicas de Séries que são um verdadeiro SOCO no estômago!

Algumas séries apresentam em seus contextos histórias fortes que abordam várias variáveis sobre a psiquê humana e os deslizes da moral e ética se tornando um verdadeiro soco no estômago. Abaixo, listamos algumas produções que caminham por essas estradas:

 

Todo dia a Mesma Noite

Uma dor que nunca terminará. Buscando trazer a história, além de detalhes chocantes para o público, de uma das maiores tragédias em território brasileiro, o incêndio na boate Kiss na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, Todo dia a Mesma Noite nos faz reviver os horrores de uma madrugada onde as vidas de mais de 200 jovens se perderam, também o luto dos familiares, além da busca por justiça que vira uma estrada sem fim.

 

Adolescência

Minissérie visceral de quatro episódios – todo em plano sequência – que chegou na Netflix nesse início de 2025 nos apresenta um caso chocante de um menino de 13 anos acusado de matar uma outra jovem.

 

 

True Detective – Terra Noturna

Na trama, conhecemos a chefe de polícia da gelada cidade de Ennis, no Alaska, Liz Danvers (Jodie Foster), uma mulher com problemas no relacionamento maternal com a filha do ex-companheiro que comanda a investigação de uma misteriosa morte que envolve cientistas de uma estação de pesquisas da região. Ao longo da investigação, esse caso parece estar ligado a outro, o de uma ativista morta no passado, fazendo com que Danvers se junte a ex-parceira Evangeline Navarro (Kali Reis) em busca das respostas de um enorme quebra-cabeça.

 

Operação Ecstasy

Partindo de uma operação policial (baseada em fatos reais), um enorme e complexo ramo dramático inextricável, ao longo dos dez episódios da primeira temporada do seriado belga-holandês Undercover, ou Operação Ecstasy no Brasil, é criado seguindo o caminho de outras boas produções do gênero mas sempre tentando ter sua identidade e reflexões próprias. Disponível na Netflix, consegue colocar uma carga bem densa na profundidade que atinge nos fazendo a todo tempo perguntas sobre quais são os limites mesmo você estando do lado certo da lei. Interessantíssimo seriado que até ganhou um filme Spin-off chamado Ferry (o vilão desse seriado), também disponível na líder dos streamings.

 

A Escada

Baseada em fatos reais, em A Escada, minissérie disponível na Max, que conta com um elenco maravilhoso, tendo como protagonistas o britânico Colin Firth e a australiana Toni Collette, nos mostra a história do escritor Michael Peterson acusado de matar a esposa. O corpo dela fora encontrado nos primeiros degraus de uma escada da casa em que moravam.

 

Breaking Bad

Uma das séries mais conhecidas da história da televisão norte-americana, Breaking Bad nos mostra a saga de um homem doente, professor de química de um colégio, que vira um poderoso produtor de metanfetamina levando-o a uma jornada infernal sem volta. Vencedora de 16 emmys e considerada por muito a maior série de todos os tempos.

 

Depois da Cabana

Na trama, conhecemos uma mulher na casa dos 30 anos (Kim Riedle) que consegue fugir de um cativeiro, situado numa cabana numa floresta pouco frequentada, onde viveu durante um bom tempo ao lado de duas crianças como se fosse a mãe delas convivendo com regras rígidas impostas por uma pessoa que se identifica como o pai das crianças. Uma dessas crianças, inclusive, foge com ela. A polícia fica logo sabendo da situação e começa uma investigação que acaba se tornando um complemento a uma outra investigação sobre uma mulher que está 13 anos desaparecida. Assim, aos poucos os mistérios vão caindo e vamos rumando para as verdades.

 

Dois Verões

Na trama, nessa minissérie de algumas cenas bem fortes, acompanhamos um grupo de amigos que se reúnem 30 anos depois de uma situação que para muitos deles estavam esquecidas mas por conta de um vídeo que aparece uma chantagem é endereçada aos participantes. Assim, em uma casa de luxo em uma ilha, completamente isolados e sem sinal de internet, vamos caminhando na história desses personagens e seus atos e consequências que marcaram para sempre essas trajetórias.

 

Dopesick

Na trama, que possui dinâmicas passagens de tempo, acompanhamos o surgimento de um medicamento que impactaria negativamente a sociedade norte-americana (depois a mundial), o OxyContin, e toda a veia de destruição em famílias do interior dos Estados Unidos que buscando alívio para suas incansáveis dores acabam entrando em uma dependência a esse fármaco opioide analgésico potente, análogo semi-sintético da morfina (duas vezes maior que a mesma).

 

Colônia

Horrores de um Brasil que nunca mais queremos ver. Produzida por André Ristum e Rodrigo Castellar, o seriado Colônia explora os absurdos feitos aos direitos humanos no início da década de 70 em Barbacena, Minas Gerais, onde pacientes eram internados à força em um hospício sem qualquer diagnóstico verdadeiro de doença mental.

Os 78 Anos de Harrison Ford | Os Filmes do Astro disponíveis na Netflix e Amazon

Se um ator consegue estourar num filme de sucesso, deve levantar as mãos aos céus, pois garantiu o passo ao estrelato e quem sabe sua imortalidade. Agora, imagine dois, três, quatro… e por aí vai. E não apenas isso, que tal estrelar franquias inteiras de sucesso absoluto. Não apenas uma, mas duas das maiores de todos os tempos. Tarefa para poucos, certo? Isso é justamente o que conquistou um tal de Harrison  Ford, deixando a vida da carpintaria de lado para se tornar uma das maiores lendas da sétima arte.

O icônico artista, indicado ao Oscar por A Testemunha (1985), completou na última segunda-feira, 13 de julho, nada menos que 78 anos muito bem vividos. Como forma de homenagear este astro com A maiúsculo e sua muito bem sucedida carreira, o CinePOP traz para você os filmes disponíveis de Harrison Ford no catálogo da Netflix e Amazon – assim você também pode celebrar assistindo a alguns dos mais inesquecíveis longas de sua filmografia. Vem conhecer.

Netflix:

Franquia Indiana Jones

Como dito, Ford é a cara de duas das franquias mais adoradas pelos fãs de cinema. Esta é uma delas. As quatro aventuras do arqueólogo mais famoso da sétima arte estão disponíveis no catálogo da Netflix. A primeira é Os Caçadores da Arca Perdida (1981), na qual ele luta contra Hitler e seus nazistas em busca da Arca da Aliança, objeto que guarda a tábua dos dez mandamentos. A obra foi indicada para 8 Oscar, incluindo melhor filme, e levou 5 para casa. A continuação, Indiana Jones e o Templo da Perdição (1984), é o mais sombrio e leva o herói para uma aventura de misticismo e magia negra no coração da Índia.

O terceiro filme, Indiana Jones e a Última Cruzada (1989), traz um grande encontro: Harrison Ford e Sean Connery, o eterno 007, que interpreta o pai do herói. Durante muito tempo, Indiana Jones só existiu nos anos 1980, e como uma trilogia. Até que o personagem saiu da aposentadoria em 2008, com Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, aventura que levou o protagonista aos anos 1950 durante a Guerra Fria para combater os russos dessa vez. Steven Spielberg dirige todos os filmes, e um novo episódio vem sendo planejado.

Destinos Cruzados

Filme que reúne Harrison Ford ao saudoso cineasta Sydney Pollack, este drama romântico de 1999 é baseado no livro de Warren Adler. Na trama complexa sobre relacionamentos humanos, o astro perde sua esposa num acidente aéreo. Para piorar, durante o luto descobre que ela estava tendo um caso. Ele termina conhecendo a esposa do amante, e com ela iniciando uma relação amorosa.

Firewall: Segurança em Risco

Longa lançado em 2006, antes do retorno como Indiana Jones no quarto filme, este suspense traz Ford na pele de um especialista em segurança virtual vítima de criminosos tecnológicos. O protagonista é forçado a roubar o banco para o qual trabalha de forma online, em troca da liberdade de sua família, sequestrada pelos bandidos. Missão que só o astro pode encarar.

Amazon:

Franquia Star Wars

Como dito, Harrison Ford é um dos responsáveis pela franquia Star Wars, sua primeira de sucesso, na qual vive o pirata espacial Han Solo. Antes dos nerds respirarem esta saga, o ator esteve lá sem saber que viraria um fenômeno. E enquanto na Netflix os fãs têm disponíveis todos os quatro filmes de Indiana Jones, a Amazon não sai atrás oferecendo aos seus consumidores todos os filmes da saga mais famosa das galáxias. Ford (e seu Han Solo) é um dos protagonistas da trilogia clássica: Guerra nas Estrelas (1977), O Império Contra-Ataca (1980) e O Retorno de Jedi (1983). Aprontando de tudo um pouco, até ser congelado e descongelado.

Mas não para por aí, e já mais velho, voltaria ao papel 32 anos depois de sua última aparição, para uma nova aventura em O Despertar da Força (2015), onde recobrava a parceria com o peludo Chewbacca, servia de mentor para uma nova geração, e precisava enfrentar seu maior desafio, o próprio filho transformado em vilão, Kylo Ren. No último filme desta nova trilogia, A Ascensão Skywalker (2019), Ford aparece numa cena, numa participação especial. Todos estes estão disponíveis no catálogo da Amazon – a plataforma traz também o citado primeiro episódio da franquia Indiana Jones para seus assinantes.

Uma Segunda Chance

Se aventura e ação não são muito a sua praia, temos um drama para você também. Curiosamente escrito por J.J. Abrams em início de carreira, em seu segundo trabalho como roteirista, este longa de 1991 traz Ford na pele de um advogado passando por uma traumática experiência de redenção e recomeço. Após ser vítima de um tiro, ele perde a memória e precisa reaprender a falar e a se mover, tudo com a ajuda de sua amorosa esposa e família. Annette Bening vive sua companheira.

Perigo Real e Imediato

Antes de John Krasinski na pele do agente Jack Ryan na série da Amazon, existia Harrison Ford no mesmo papel. Este inclusive é o segundo filme no qual o ator interpreta o personagem – depois de Jogos Patrióticos (1992). Muitos já viveram o incorruptível Ryan, mas Ford segue como seu intérprete mais lembrado. Nesta sequência de 1994, enfrenta um poderoso cartel de drogas na Colômbia.

Território Restrito

Em nova fase de sua carreira, este foi o filme que Harrison Ford fez após o quarto Indiana Jones, em 2009. Um drama dividido em diversas pequenas histórias, todas usando como tema imigrantes ilegais tentando a sorte nos EUA. Ford vive justamente um oficial de imigração que caça e deporta estrangeiros vivendo sem permissão no país.

Ender’s Game: O Jogo do Exterminador

Lançado em 2013 nos cinemas, este filme é a adaptação de um cultuado livro de ficção jovem adulta. Passado no futuro, jovens cadetes são treinados para uma inevitável guerra contra uma raça alienígena. A aventura funciona como crítica ao militarismo. Harrison Ford vive o Coronel responsável pela base militar. E o filme conta ainda com nomes como Ben Kingsley e Viola Davis no elenco.

Os Mercenários 3

Harrison Ford foi inegavelmente um dos maiores astros da ação de Hollywood. Então, ele não podia ficar de fora desta franquia confeccionada por Sylvester Stallone, cujo único objetivo é reunir lendas do gênero. A aparição de Ford como o piloto Drummer viria apenas nesta terceira parte de 2014, como forma de substituir o personagem de Bruce Willis, após sua saída da série devido a um atrito com o criador Stallone.

A Incrível História de Adaline

Já imaginou como seria o filme Highlander (1986) caso fosse um romance feminino ao invés de uma aventura/ação? Pois bem, este longa chega para concretizar sua imaginação. E a surpresa? O resultado é bom. A jovem Blake Lively protagoniza seu primeiro filme, e mostra que tem talento e carisma de sobra nesta produção de 2015. Ela vive a “imortal” personagem título, que não envelhece. Harrison Ford é o pai do atual namorado da moça, que por sinal foi seu amante no passado. Se para mais nada, o filme merece crédito por ter encontrado o sósia mais que perfeito para Ford na juventude, o ator Anthony Ingruber.

Conheça as Séries mais ODIADAS dos últimos anos

Stranger Things’ estreou a primeira parte de sua quinta e última temporada. O fato possibilitou que todos os fãs maratonassem os quatro primeiros episódios, todos com mais de uma hora de duração. Mais três episódios chegam no dia de Natal e o grand finale da série será lançado no réveillon, dia 31. ‘Stranger Things’ é o maior fenômeno da atualidade em matéria de séries de TV, não tem para ninguém. O programa há 9 anos mantém a audiência cativa. Sua popularidade é sem precedentes.

Mas é claro que existe espaço para outras opções. Por exemplo, uma que vem dando o que falar, tendo se tornado o mais novo sucesso da Apple TV+ é ‘Pluribus’, nova série do criador de ‘Breaking Bad’ e produtor da clássica ‘Arquivo X’. Outra que rapidamente se tornou querida foi ‘It – Bem-Vindos a Derry’, seriado de terror que continua as histórias do palhaço macabro Pennywise, da HBO Max. Assim como existem as séries recentes muito queridas do grande público, é preciso existir o outro lado da moeda para colocar o universo em equilíbrio. Ou seja, para todo programa adorado, temos também aqueles que se tornam completamente odiados. E pelo título da matéria, apesar da introdução falando das séries boas, você já sabe que é deste ponto baixo que iremos tratar aqui. Sem mais delongas, vem conhecer as séries mais odiadas de anos recentes.

Coração de Ferro

Todos estamos cansados de saber que as produções da Marvel Studios já não são mais o que eram. Depois de 2019 e da pandemia, o lema da casa se tornou quantidade acima da qualidade. Assim, sua popularidade caiu. Agora, o estúdio tenta arrumar a casa. No meio disso encontramos ‘Coração de Ferro’, série baseada em quadrinhos de uma personagem do time B da casa. O problema é que Riri Williams não chamou atenção como deveria em sua estreia no MCU em ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’. Assim, poucos se interessaram em um programa só com ela, apesar do talento da intérprete Dominique Thorne. Nem mesmo a produção de Ryan Coogler foi o suficiente para elevar o status do seriado. Para termos uma ideia, mesmo entre programas pouquíssimo apreciados do MCU, como ‘Eco’, ‘Invasão Secreta’ e ‘Mulher-Hulk’, ‘Coração de Ferro’ conseguiu ser a mais mal avaliada pelos fãs. O programa é o único em live-action da casa com nota menor que 5 – atualmente consta com 4.5 no IMDB.

Tudo é Justo

Coração de Ferro’ estreou em junho deste ano na plataforma da Disney+. Agora temos uma série ainda mais nova, que acaba de estrear também na Disney+, já que é uma série original da Hulu nos EUA (antiga Star+ aqui no Brasil). O elenco veio ao Brasil para divulgar a série e os jornalistas de nosso país foram prestigiar o evento. Kim Kardashian, Naomi Watts, Sarah Paulson e Niecy Nash desfilaram por terras cariocas e paulistas. Mas não teve jeito, foi só os críticos e, principalmente, os fãs, baterem os olhos no programa, que estreou na plataforma no dia 4 de novembro, para perceberem que estava bem longe de ser um primor. Criada pelo midas da TV americana Ryan Murphy, a série mostra um escritório de advocacia bem luxuoso, no qual as advogadas são quase modelos em passarela exibindo seus figurinos. O elenco ainda conta com a veterana Glenn Close e Teyana Taylor, vista recentemente em ‘Uma Batalha Após a Outra’. O estilo trash-novelesco não agradou e a série tem atualmente nota 3.1 no IMDB. O curioso é que a segunda temporada está, tecnicamente, confirmada para o ano que vem. Será que vai vingar?

The Acolyte

The Acolyte’ (ou ‘O Acólito’) tem algumas semelhanças com ‘Coração de Ferro’. A primeira é que ambas são protagonizadas por jovens atrizes negras bastante promissoras. Quem estrela aqui é Amandla Stenberg, dando show em papel duplo, vivendo gêmeas. A segunda semelhança é a triste. Enquanto ‘Coração de Ferro’ se tornou a série mais odiada do MCU, ‘The Acolyte’ é a série do universo de Star Wars mais achincalhada pelo grande público. Os fãs deram de ombros para os seriados de ‘Boba Fett’, ‘Obi-Wan Kenobi’ e ‘Ahsoka’; mas no caso de ‘The Acolyte’ eles simplesmente odiaram. A série gerou grande controvérsia, como sabemos bem os fãs de Star Wars são os mais fervorosos que existem. Sendo assim, eles não gostaram principalmente como a forma que os Jedi foram retratados no programa. O objeto era mostrar que eles também são falhos e cometem erros. Mas os fãs não engoliram. No meio desse fogo cruzado, a protagonista Stenberg resolveu fazer um vídeo em resposta ao fracasso, acusando os haters de racismo e misoginia. O resultado foi que ‘The Acolyte’ foi cancelada em sua primeira temporada e soma nota 4.3 no IMDB.

The Idol

Depois de três séries da Disney+, pulamos para a HBO Max, afinal outros streamings também têm direito de terem séries que não funcionaram muito bem e se tornaram odiadas pelo grande público. Aqui temos um projeto ambicioso capitaneado pelo músico canadense Abel Tesfaye, mais conhecido pela alcunha The Weeknd. E se no universo fonográfico o artista é um verdadeiro hit-maker, no mundo audiovisual, o sujeito ainda não deu uma dentro. Esse ano ele resolveu lançar um filme, intitulado ‘Hurry Up Tomorrow’, e o longa se tornou um fiasco, mesmo contando com nomes como Jenna Ortega e Barry Keoghan, além do próprio músico como protagonista, é claro. Há dois anos ele havia tentado na TV, ao criar a série ‘The Idol’, que visava ser uma olhada bastante provocativa nos bastidores dos ídolos pop. Para isso, fez parceria com Sam Levinson, o criador da série sensação ‘Euphoria’. Mostrando que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar, ninguém comprou a ideia de ‘The Idol’ – que foi estrelada por The Weeknd e Lily-Rose Depp, a filha de Johnny Depp. Para a sorte da menina, ela se recuperou em trabalhos posteriores. ‘The Idol’ tem nota 4.4 no IMDB.

Resident Evil – A Série

É claro que uma lista com as séries mais odiadas de anos recentes não poderia deixar sair ilesa a maior plataforma de streaming de todas – a Netflix. E agora chega à lista justamente um programa da casa. Quando a Netflix adquiriu os direitos para fazer a primeira série em live-action de ‘Resident Evil’, um dos games mais queridos pelos fãs de videogame no mundo, tudo parecia estar no lugar, sem ter como dar errado. Ledo engano. O título, é claro, ficaria imortalizado no cinema com uma franquia duradoura, no total de 6 filmes, estrelada por Milla Jovovich. Os fãs mais raiz torciam o nariz, pela falta de semelhança com os games. O mais curioso, no entanto, é que na mesma época em que a Netflix produzia seu programa sobre o famoso game, a Sony planejou um reboot mais fiel ao espírito original e o lançou um pouco antes nos cinemas, no final de 2021. O reboot fracassou solenemente, com grande parte do público sequer o notando. Mas a sorte não seria muito melhor para a série da Netflix, lançada no ano seguinte. Pior para Ella Balinska (do reboot fracassado de ‘As Panteras’), Paola Núñez (dos novos filmes de ‘Bad Boys’) e o saudoso Lance Reddick (da franquia ‘John Wick’), que protagonizaram a bomba. ‘Resident Evil – A Série’ tem nota 4.2 no IMDB.

The Walking Dead – Um Novo Universo

Existem as franquias cinematográficas, mas existem também as franquias televisivas. A verdade é que todo criador, produtor e roteirista de Hollywood deseja emplacar um universo próprio, mesmo que seja na TV. Veja o caso com Star Trek, que nasceu na TV, migrou de forma bem-sucedida para o cinema e continua dando frutos até hoje, agora no streaming. As séries de Taylor Sheridan também funcionam como seu próprio universo. E você duvida que a Netflix irá rapidamente tirar da cartola algum derivado dentro do universo de ‘Stranger Things’? Quem fez isso muito bem foram os criadores da franquia de zumbi mais famosa da TV, ‘The Walking Dead’. O programa original estreou em 2010 e durou 11 temporadas até 2022. Depois, a pré-sequência ‘Fear the Walking Dead’ mostrou como a pandemia zumbi realmente começou. Em 2015, esse foi o primeiro derivado e durou 8 temporadas até 2023.

Com o fim da série original e o clamor dos fãs por mais, a opção foi por criar derivados com os personagens do programa original – quer dizer, os personagens que sobreviveram. Em anos recentes, ganhamos três. ‘The Walking Dead: Daryl Dixon’, como o título diz, foca no anti-herói Daryl (Norman Reedus) e sua fiel escudeira Carol (Melissa McBride), agora em aventuras na França. O programa estreou em 2023 e promete chegar ao fim em 2026 após 4 temporadas. Já ‘The Walking Dead – Dead City’, que também estreou em 2023, já tem 3 temporadas sem data para acabar. Aqui o foco é em dois rivais, o vilão Negan (Jeffrey Dean Morgan) e a heroína Maggie (Lauren Cohan). Por fim, ano passado ganhamos a minissérie ‘The Walking Dead: The Ones who Live’, focado no encontro dos amantes Rick (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira).

No meio disso tudo, tivemos o esquecido ‘Tales of the Walking Dead’, de 2022, que conta micro histórias dentro de tal universo. Porém, nenhum deles seria tão odiado quanto ‘The Walking Dead: Um Novo Universo’, que estreou durante a nossa pandemia real, em outubro de 2020. Aqui, o foco é na primeira geração de adolescentes nascidos no mundo devastado pelos zumbis. O programa até durou duas temporadas (terminando em 2021), porém, o consenso foi que a série não chegou aos pés, não apenas do original, como também de nenhum dos derivados – sendo ele o terceiro spin-off deste universo em ordem cronológica. Ainda bem que a franquia conseguiu se reerguer e recalcular rota após esta derrapada. ‘Um Novo Universo’ é o único seriado da franquia com nota baixa – e marca nota 4.6 no IMDB.

Criatura com sede de sangue no trailer tenso do terror ‘Blood Bags’; Confira!

O terror ‘Blood Bags‘ ganhou trailer intenso.

Confira:

O filme foi dirigido por Emiliano Ranzani, que coescreveu o roteiro ao lado de Davide Mela.

“Uma criatura espreita os corredores de uma mansão abandonada. Duas amigas invadem e descobrem que todas as saídas foram bloqueadas e que a criatura que os caça está ficando com fome de sangue; não há escapatória.”

Makenna Guyler estrela.

‘O Rei Leão’: Novo comercial recria cenas clássicas da animação; Assista!

O live-action ‘O Rei Leão‘ ganhou um novo comercial.

Confira:

Dirigido por Jon Favreau (‘Mogli – O Menino Lobo‘), o longa é a versão live-action da animação clássica lançada em 1994.

Simba idolatra seu pai, Rei Mufasa, e leva a sério seu futuro real. Mas nem todos do reino celebram sua chegada. Scar, o irmão de Mufasa e anterior herdeiro do trono, tem seus próprios planos. A batalha pela Pedra do Reino será repleta de traições, tragédia e drama, resultando no exilo de Simba. Com ajuda de uma curiosa dupla de novos amigos, Simba deverá descobrir como crescer e tomar o que é seu por direito.

O elenco conta com Donald Glover (Simba), Beyoncé (Nala), Chiwetel Ejiofor (Scar), Seth Rogen (Pumba), Billy Eichner (Timão) e James Earl Jones (Mufasa).

O Rei Leão‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de julho.

O Caso Collini

(The Collini Case)

 

Elenco:

Elyas M’Barek

Alexandra Maria Lara

Heiner Lauterbach

 

Direção: Marco Kreuzpaintner

Gênero: Suspense

Duração: 123 min.

Distribuidora: A2 Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 3 de Dezembro de 2020

Sinopse: 

Caspar Leinen é incumbido de fazer a defesa obrigatória em um caso espetacular, mas o advogado tem muito mais em jogo do que seu primeiro grande caso como advogado de defesa. A vítima é o avô de Johanna, sua namorada de infância e foi como um pai para ele. Além disso, seu oponente no tribunal será Richard Mattinger, advogado de defesa com um lendário histórico de vitórias. À medida em que se aprofunda no caso, Caspar se depara com um dos maiores escândalos judiciais da história alemã.

Curiosidades: 

» O longa é baseado no romance de Ferdinand von Schirach;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Heróis vs. Alienígenas nas novas imagens de ‘We Can Be Heroes’, novo filme da Netflix

A Netflix divulgou as primeiras imagens oficiais de ‘We Can Be Heroes‘, filme infantil dirigido por Robert Rodriguez (‘Alita: Anjo de Combate‘).

Confira:

We Can Be Heroes: Boyd Holbrook as Miracle Guy. Cr. Ryan Green/NETFLIX © 2020

We Can Be Heroes: Priyanka Chopra as Ms. Granada. Cr. Ryan Green/NETFLIX © 2020
We Can Be Heroes: (L-R) J. Quinton Johnson as Crimson Legend, Brittany Perry-Russell as Red Lightening Fury, Pedro Pascal as Marcus Moreno, Christian Slater as Tech-No, Haley Reinhart as Ms. Vox. Cr. Ryan Green/NETFLIX © 2020

O longa será lançado na plataforma no dia 1º de janeiro de 2021.

Quando invasores alienígenas sequestram os super-heróis da Terra, os filhos deles devem se unir para descobrir um jeito de salvá-los.

O elenco inclui YaYa Gosselin, Pedro Pascal, Priyanka Chopra Jonas, Christian Slater, Boyd Holbrook, Christopher McDonald e Adriana Barraza.

‘Ordinary Joe’: James Wolk vive três vidas diferentes no trailer da série; Assista!

A NBC divulgou o primeiro trailer da série ‘Ordinary Joe‘, estrelada por James Wolk (‘Zoo’).

Confira:

A produção irá estrear oficialmente no dia 20 de setembro.

A vida é sobre fazer escolhas – e, às vezes, o que você faz em determinado momento pode mudar tudo. Joe Kimbreau enfrenta uma dessas decisões durante sua graduação. A trama acompanha três histórias paralelas que divergem daquela noite e mostrará Joe e as pessoas ao seu redor com diferentes carreiras, relacionamentos e famílias, mostrando as formas inesperadas que as coisas podem mudar – e permanecerem as mesmas.

O elenco ainda conta com Natalie Martinez (‘Under the Dome’), Elizabeth Lail (‘VOCÊ’), Teddy Sears (‘The Flash’), Charlie Barnett (‘Boneca Russa’) e David Warshofsky (‘Scandal’).

‘Feud’: Naomi Watts estrelará a 2ª temporada; Confira detalhes da trama!

De acordo com o Deadline, Naomi Watts (‘O Chamado’) estrelará a 2ª temporada da série antológica ‘FEUD‘, que será intitulada ‘FEUD: Capote’s Women‘.

A atriz irá interpretar a socialite Barbara “Babe” Paley.

A trama mostrará como o autor Truman Capote traiu diversas de suas amigas ao publicar o conto La Côte Basque, em 1965.

As personagens da história eram versões mal disfarçadas das amigas e confidentes de Capote na vida real, e o conto revelou muitos de seus segredos mais escandalosos. Após sua publicação, as mulheres em questão cortaram o contato com Capote, e a história foi alvo de uma polêmica generalizada.

A produção será baseada no livro Capote’s Women: A True Story of Love, Betrayal, and a Swan Song for an Era, escrito por Laurence Leamer.

Gus Van Sant irá dirigir todos os oito episódios, com Jon Robin Baitz (‘Brothers & Sisters’) servindo como roteirista e showrunner.

Anteriormente, Ryan Murphy havia anunciado que a segunda temporada iria focar no divórcio de Charles e Princesa Diana, mas a narrativa foi eventualmente descartada.

‘Snowfall’: Data de estreia da ÚLTIMA temporada é anunciada

O canal FX finalmente anunciou quando a 6ª (e última) temporada de ‘Snowfall‘ será lançada.

O ciclo final estreará oficialmente no dia 22 de fevereiro.

A trama da última temporada começará em outubro de 1986, com a guerra civil que ameaça destruir a família Saint. Franklin (Damson Idris) está desesperado, sendo forçado a roubar sua tia Louie (Angela Lewis) e seu tio Jerome (Amin Joseph). Enquanto isso, Louie a função de Franklin como a única compradora de Teddy, passando por cima de seu sobrinho e criando um novo império de competição no processo.

A série foi criada por Dave AndronEric AmadioJohn Singleton.

Ambientado no verão de 1986, Franklin Saint (Damson Idris) e sua família estão ricos para além do que podiam imaginar, prestes a ter tudo o que sempre quiseram… Até que o chão começa a se desmantelar. A inesperada e trágica morte da lenda do basquete Len Bias coloca a epidemia de cocaína na primeira página dos jornais, tornando-se alvo de legisladores tanto Democratas quanto Republicanos. A justiça está em guerra e a militarização da Polícia de Los Angeles continua, à medida que os oficiais e os políticos decidem que a única forma de lidar com essa escória crescente é através da força. As ruas de Los Angeles nunca estiveram tão perigosas, conforme a família Saint enfrenta a polícia, as gangues locais e a CIA.

O elenco também conta com Isaiah JohnAmin JosephMarcus Henderson, Carter HudsonSergio Peris-MenchetaMichael HyattEmily RiosAngela Lewis.

A Sociedade da Neve

(La Sociedad de la Nieve)

 

Elenco:

Enzo Vogrincic
Simon Hempe
Esteban Bigliardi

 

Direção: J.A. Bayona

Gênero: Drama

Duração: 144 min.

Distribuidora: O2 Play

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 14 de Dezembro de 2023

Sinopse: 

Em 1972, o voo 571 da Força Aérea Uruguaia, fretado para levar um time de rúgbi ao Chile, sofre um acidente catastrófico nos Andes. Apenas 29 dos 45 passageiros sobrevivem à queda. Presos em um dos ambientes mais inacessíveis e hostis do planeta, eles recorrem a medidas extremas para continuar vivos.

Crítica: 

Crítica | A Sociedade da Neve – J.A. Bayona reconta TRAGÉDIA uruguaia de modo IMPRESSIONANTE e pungente

Curiosidades: 

» O longa segue a história real de um acidente que aconteceu em 1972, onde um avião caiu na Cordilheira dos Andes;

» A trama foi contada pela primeira vez no livro ‘Tenía que Sobrevivir‘, escrito pelo sobrevivente do acidente, Dr. Roberto Canessa, em parceria com o jornalista Pablo Vierci;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘O Colecionador de Corpos 3’ vem aí…

Após mais de uma década desde o lançamento do segundo filme, o diretor e roteirista Marcus Dunstan confirmou que ‘O Colecionador de Corpos 3‘ (The Collected) está oficialmente em desenvolvimento.

Em entrevista ao The Direct, o cineasta confirmou que os impedimentos foram resolvidos, e o Colecionador deve retornar muito em breve para mais uma rodada brutal de tortura.

“Há alguns dias, os elementos legais que estavam nos impedindo de desenvolver o terceiro filme foram resolvidos. O Colecionador vai retornar! Nós queremos honrar todo esse tempo que os fãs estão esperando [pelo terceiro filme], e entregar o melhor capítulo da franquia.”

Vale lembrar que a sequência iniciou sua produção em 2021, mas as gravações foram interrompidas depois de apenas oito dias após a saída de um dos seus produtores. Na época, o diretor declarou: “Temos esperanças, mas há muitas complicações.”

Confira as imagens oficiais:

Além de retornar na direção, Marcus Dunstan coescreve o roteiro ao lado de Patrick Melton.

Detalhes sobre um possível enredo não foram revelados, mas especula-se que o novo filme começará exatamente de onde o anterior terminou.

Josh Stewart e Emma Fitzpatrick retornam. O elenco ainda conta com Randy HavensDot-Marie Jones, Navi Rawat e Tom Atkins.

Trailer do novo ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ deve ser lançado ESTE MÊS

Através do seu Twitter/X, a diretora Jennifer Kaytin Robinson confirmou que o primeiro trailer do novo ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ já foi editado e indicou que o vídeo deve ser lançado ainda este mês.

Após especulações sobre o trailer ser lançado em maio, a cineasta apenas declarou: “ou antes disso”.

Vale lembrar que o primeiro trailer do terror foi exibido durante a apresentação da Sony Pictures na CinemaCon 2025. O vídeo destaca mortes brutais, um tom sombrio e abraça a nostalgia.

Confira a descrição e siga o CinePOP no Youtube:

O trailer começa com um jovem casal. A menina, interpretada pela Madelyn Cline, sobe para tomar um banho enquanto seu namorado é brutalmente assassinado por um assassino empunhando um gancho, vestido todo de preto.

“Logo depois, o grupo protagonista é introduzido. Eles estão na faculdade e debatem se o assassinato tem algo a ver com o que eles fizeram no verão passado. A protagonista fala que eles precisam de ajuda de duas pessoas que já passaram por isso.”

“Freddie Prinze, Jr. retorna durante uma reunião na cidade, afirmando que “não é a primeira vez que essa cidade foi assolada por violência”. Após diversos flashes rápidos e algumas mortes violentas, Jennifer Love Hewitt finalmente aparece e pergunta o que determinado personagem fez no verão passado.”

O elenco contará com Chase Sui Wonders, Madelyn Cline, Sarah Pidgeon, Tyriq Withers, Jonah Haur-King, Nicholas Alexander Chavez, Lola Tung, Austin Nichols e Gabbriette.

Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. retornam como os sobreviventes Julie James e Ray Bronson, respectivamente.

Na trama…

“Quando cinco amigos (Cline, Wonders, Hauer-King, Withers e Pidgeon) causam um acidente de carro mortal, eles encobrem seu envolvimento e fazem um pacto para manter isso em segredo em vez de enfrentar as consequências. Um ano depois, seu passado volta para assombrá-los e eles são forçados a confrontar uma verdade horripilante: alguém sabe o que eles fizeram no verão passado… e está decidido a se vingar. À medida que os amigos são perseguidos por um assassino, eles descobrem que isso já aconteceu antes e recorrem a dois sobreviventes do lendário Massacre de Southport de 1997 para obter ajuda.”

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho.

Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela coescreveu ao lado de Sam Lansky.

Ritual demoníaco desperta entidade maligna no trailer do novo TERROR estilo ‘A Morte do Demônio’

O terror espanhol ‘O Ritual de Lily‘ (Lily’s Ritual), que traz uma mistura entre ‘Jovens Bruxas‘ e ‘A Morte do Demônio‘, ganhou o primeiro trailer.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Manu Herrera é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ele escreveu lado de Javier Fernández Moratalla.

Ambientada no equinócio de outono de 1999, em Madri, a trama acompanha Lily, uma jovem pálida e retraída que viaja com suas amigas para uma cabana isolada na floresta para ser iniciada na bruxaria.

Conforme os preparativos se desenrolam e a noite cai, o ritual começa. Mas quando Lily desmaia no meio da cerimônia, ela acorda amarrada, ferida e sozinha — sem saber que o verdadeiro propósito do encontro é muito mais sinistro. A própria Lily foi escolhida como sacrifício.

Nada, porém, sai como planejado. Uma risada demoníaca ecoa pela floresta. Alianças se desfazem. Mentiras são expostas. E o ritual se volta violentamente contra seus criadores, liberando uma força incontrolável.

O elenco conta com Maggie García, Patricia Peñalver, Eve Ryan, Elena Gallardo, Mike Fajardo e Antea Rodríguez.

Infelizmente, o terror ainda não possui previsão de lançamento.

Vanessa Kirby, de ‘The Crown’, entra para o elenco de ‘Missão Impossível 6’

Vanessa Kirby, que interpreta a Princesa Margareth na aclamada série da Netflix, ‘The Crown’, vai estrelar a continuação ‘Missão Impossível 6’, ao lado de Tom Cruise.

Quem assume o roteiro e a direção é Christopher McQuarrie, que já havia trabalhado com astro em ‘Missão Impossível – Nação Secreta’. Isso faz do cineasta o único a dirigir mais de um filme da franquia de sucesso.

Com detalhes ainda mantidos em sigilo, o que se sabe sobre a produção é que Cruise retorna como Ethan Hunt e enfrentará uma nova e perigosa missão global, que inclui cenas filmadas em Paris.

Rebecca Ferguson, Simon Pegg e Jeremy Renner devem voltar com seus respectivos papéis e as filmagens estão previstas para iniciarem ainda no primeiro semestre deste ano, com o lançamento marcado para julho de 2018.

Missão: Impossível – Nação Secreta’ foi lançado em 2015 e conta com os atores Jeremy Renner, Alec Baldwin, Simon Pegg, Ving Rhames, Simon McBurney e Rebecca Ferguson.

Trailer de ‘Solo – Uma História Star Wars’ deve ser lançado em breve

Os fãs de ‘Star Wars‘ mal se recuperaram de ‘Os Últimos Jedi‘ e aparentemente serão novamente consumidos pela próxima produção do cânone oficial, ‘Solo – Uma História Star Wars‘.

Segundo o editor-chefe do site Cinelinx, Jordan Maison, os fãs verão “alguma coisa” do novo filme de Ron Howard em muito breve. Seria o primeiro trailer do longa?

O produtor de conteúdo levou a informação para o Twitter, em dois tweets que sugeriram que um material seria lançado entre duas a três semanas, se corrigindo logo em seguida, dizendo que seria até mesmo antes disso.

Confira:

“Bem…nós definitivamente veremos alguma coisa de Solo nas próximas duas ou três semanas”.

“Na verdade, provavelmente antes. Tipo, chegando bem rápido”.

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody Harrelson, Emilia Clarke (de Game of Thrones), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil

‘Patrulha do Destino’: Brendan Fraser como Robotman em foto da série da DC

A New York Comic-Con começa oficialmente nesta quinta-feira (04), mas na última quarta-feira (03), uma prévia da convenção já anunciou algumas novidades.

Um dos destaques foi a estreia da nova série do streaming DC Universe, ‘Titãs‘. Além do lançamento da produção, a ocasião foi marcada por novas revelações a respeito de ‘Patrulha do Destino‘.

E subindo ao palco, o veterano Brendan Fraser apresentou seu personagem, Robotman, trazendo a primeira imagem oficial de seu visual.

Fazendo um comparativo com a versão dos quadrinhos, a imagem evidencia as semelhanças com as características originais.

Confira:

A Patrulha do Destinose junta a série doMonstro do Pântano’, por James Wan, e as animações Young Justice: Outsiders‘ e Harley Quinn, seriado solo da Arlequina, que chegam ao serviço de streaming da DC à partir de 2019.

 

Crítica TIFF | Lucy in The Sky: Natalie Portman transita entre a apatia e o vigor em cinebiografia

Filme Assistido durante o Festival de Toronto 2019

É natural que, em se tratando do gênero sci-fi, o desconhecido para o além-terra desperte o interesse de Hollywood. Mundos ainda não explorados, realidades distantes da maioria de nós e o fascínio pela existência de vida em outros planetas é o que torna filmes como Ad Astra, Gravidade e Interestelar um sonho inebriante, regado de efeitos visuais e teorias científicas. Mas Lucy in The Sky destoa entre as produções citadas, optando por um desvio interessante em sua narrativa, que faz da descoberta espacial uma espécie de background para relatar uma história muito mais profunda e densa do que a possível descoberta de vida além das fronteiras terrestres. Explorando os flagelos e resquícios que ficam na mente de um tripulante espacial, a cinebiografia conta a história de sua personagem homônima a partir de um campo gravitacional onde crises existenciais e de identidade chocam entre si, como asteroides em rota de colisão com a Terra.

Lucy in The Sky possui um potencial enorme. Explorando a essência da viagem espacial apenas em seus primeiros 10 minutos, a produção logo de cara se apresenta como um tipo de aftermath, uma trama que visa contar quais os reflexos que uma experiência tão surreal como essa gera na mente de um astronauta. São raras as vezes que o contato com o espaço é explorado a partir da psique humana e nessas poucas vezes, nem sempre há ambiente fértil para a profundidade. Centralizando-se no impactos da viagem em si, longas como Apollo 13 e Armageddon exploram a curiosidade do tema, mantendo-se um tanto perene em questões mais conflitantes. E nesse aspecto, a cinebiografia dirigida por Noah Hawley acerta bem. Ao tentar nos levar para a mente da problemática protagonista, vivida por Natalie Portman, o longa nos convida a uma jornada diferente e – invariavelmente – desconfortável. No entanto, seu ritmo divaga demais em seus pensamentos e confusões, tornando a trama prolixa e até mesmo exaustiva em seus dois primeiros atos.

Com um roteiro que centraliza-se exageradamente nos tumultos comportamentais de Lucy Cola, a produção acaba se arrastando em boa parte de seu tempo de tela. Dirigido com leveza, mas sem surpresas, o drama não se sobressalta em sua tecnicidade, mas sabe explorar a beleza da atuação de Portman, que mais um vez cumpre com seu papel de nos presentear com uma grande caracterização (ainda que ela não seja tão catártica e hipnotizante como em seus trabalhos em Cisne Negro e Jackie). Em uma tentativa frágil de promover uma empatia entre a audiência e a protagonista, que adota medidas drásticas mediante suas complicações mentais, a cinebiografia peca por não saber construir esse vínculo emocional e ao insistir demais, se perde em um enredo que beira o repetitivo, demora para caminhar e quando o faz, é lento demais para cativar o público.

Mesmo assim, Lucy in The Sky não é uma experiência cinematográfica totalmente perdida. Ainda que seja um tanto mediana – não atingindo seu potencial psicológico e emocional completo -, ela é capaz de crescer a partir do final de sua segunda metade, quando finalmente a protagonista imerge em seus turbulentos pensamentos e entra em pleno colapso mental. Desse instante em diante, Portman começa a vidrar a audiência em seus olhos sempre marejados e perplexos e a aquela tenra identificação com o público começa a brotar, ainda que tarde a florescer. Com sua trama se intensificando em um ritmo mais acelerado à medida que o clímax se aproxima, o sentimento de tédio é substituído por uma doce angústia, que infelizmente rapidamente se aquieta em virtude dos acontecimentos seguintes. Com uma fotografia que tem seus breves momentos de destaque, fazendo um contraste entre as emoções da personagem e as luzes noturnas artificiais da cidade, o filme é uma promessa que não se cumpriu em sua totalidade, mas não chega a ser um caso perdido.

Navegando entre a apatia e a vitalidade, a cinebiografia roteirizada por Brian C. Brown e Elliott DiGuiseppi conta com um elenco grandioso, composto por Jon Hamm, Zazzie Beetz e Dan Stevens, que passam despercebidos a maior parte do tempo (exceto pelo carisma e charme gritantes de Hamm, que nunca cansam de roubar a cena). Explorando de maneira efêmera os seus demais coadjuvantes, Lucy in The Sky se encerra como uma jornada mental e emocional extremamente perene, quase consegue cativar a audiência em seus minutos finais, mas infelizmente já é tarde demais para ser devidamente lembrada. Se perdendo em uma estante empoerada ao lado de outros longas do gênero que sequer fazem cócegas na alma da audiência, o longa é – infelizmente – tão indiferente e indistinto como a verdadeira história da astronauta Lisa Nowak.

‘Glow’: Elenco reage ao inesperado cancelamento da 4ª e última temporada da série

Os fãs da aclamada série ‘GLOW‘ foram surpreendidos com a decisão da Netflix de cancelar a produção da 4ª e última temporada da série, em virtude dos reflexos da pandemia do Coronavírus.

E em meio à bombástica revelação, o elenco da produção reagiu ao inesperado fim da série, por meio das redes sociais.

Em publicações emocionadas, atores como Marc Maron e Alison Brie se despediram da produção com um gostinho agridoce – devido ao corte de orçamento que acarretou no abruto fim.

Confira:

“Sem mais GLOW. Sinto muito. É um saco”. 


 “Usem máscara”. 


 “Vou sentir falta disso… Eternamente grata à minha família GLOW por mudar minha vida para sempre”. 

 

Ver essa foto no Instagram

 

Going to miss this… Forever grateful to my GLOW family for changing my life forever. ❤️ #glownetflix

Uma publicação compartilhada por Alison Brie (@alisonbrie) em


 “Obrigado por mudar minha vida”. 


 “Meu coração”. 

Relembre o trailer do 3º ciclo:

Crítica | GLOW – Temporada 3: O auge de uma das melhores séries da Netflix

Baseada na adorada série dos anos 80, ‘GLOW‘ conta a história fictícia de Ruth Wilder (Alison Brie). Ruth é uma atriz desempregada e batalhadora em Los Angeles nos anos 80, que encontra sua última chance de virar estrela ao entrar de cabeça no mundo do glitter e dos colãs da luta livre de mulheres.

“No início, ninguém deu muito crédito para ‘Pânico'”, afirma ator sobre o primeiro filme da franquia

Pânico‘ se tornou um dos maiores filmes dos anos 90, sendo considerado até hoje um filme transgressor, que redefiniu o gênero de terror slasher dentro da indústria de Hollywood.

Mas o início da trajetória da saga foi repleto de incertezas, justamente por seu jovem e pouco conhecido elenco, além da presença de um diretor que ainda não estava no auge de sua carreira.

E segundo o ator Matthew Lillard, havia muita desconfiança em Hollywood em relação à possibilidade de um genuíno sucesso. Mas a dinâmica bem ajustada do elenco e a visão de Wes Craven foram fundamentais para garantir o eventual sucesso global do filme original, lançado em 1996.

“No início, acho que ninguém deu muito crédito para Pânico. Quer dizer, eu não acho que ninguém nos deu uma chance, porque chegamos com um diretor que não era necessariamente jovem, descolado e popular no momento. E ainda tínhamos dois atores vindos da TV. E eu acho que tinha uma versão de Craven que se sentia honrada e feliz por estar lá. E todo o elenco teve a mesma experiência dentro disso. Porque éramos todos jovens e todos coesos. Fomos como uma pequena família por dois meses”. 

Lembrando que o novo ‘Pânico‘ terá 2 horas de duração, sendo o 2º filme mais longo da franquia, atrás apenas de ‘Pânico 2‘ (2h 2m).

O primeiro filme teve 1h 40m de duração. ‘Pânico 3‘ teve 1h 56m, enquanto o 4º filme teve 1h 51m.

O elenco do novo filme contará com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett são os diretores.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

 

‘Something Blue’: Ator de ‘Outlander’ vai estrelar comédia de casamento +18

O ator David Berry, conhecido por viver o elegante Lord John Grey em ‘Outlander‘ e pelo drama ‘A Place To Call Home‘, está pronto para trocar os trajes de época por algo bem mais caótico — e hilário.

Segundo o Deadline, ele foi escalado como protagonista da comédia romântica R-rated (para maiores) ‘Something Blue‘, novo projeto do cineasta britânico Gary Sinyor, o mesmo de ‘Procura-se uma Noiva‘, com Renée Zellweger.

Com um toque autobiográfico, o filme gira em torno de um homem que está prestes a se casar pela segunda vez com uma mulher que está subindo ao altar pela primeira. Uma combinação promissora de desastres e recomeços, perfeita para o humor ácido que Sinyor costuma explorar.

“David tem esse charme australiano tranquilo que contrasta perfeitamente com o caos grosseiro ao redor dele nesse projeto”, comentou o diretor. “Agora só precisamos encontrar sua noiva igualmente carismática.”

Sinyor, que recentemente trabalhou com Berry na série ‘Hapless‘, já disponível na Peacock (EUA) e Prime Video (Reino Unido), promete uma mistura de astros consagrados e talentos revelados nas redes sociais.

“Hollywood pode até ter desistido das comédias, mas a comédia nunca deveria desistir de Hollywood,” brinca Sinyor. “Quero filmar nos EUA e apoiar uma indústria que já foi sinônimo de filmes para rir até chorar.”

Com produção prevista para os próximos meses, ‘Something Blue‘ promete entregar uma comédia escrachada e moderna sobre amor, segundas chances — e tudo que pode dar errado em um casamento.

Diretor explica emblemática cena com Snoke em ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’

Em entrevista à Entertainment Weekly, o diretor Rian Johnson explicou o destino que Snoke tem em Star Wars: Os Últimos Jedi e sua importância para a saga. Confira e claro, cuidado com spoilers pesados! 

“Quando estava trabalhando no personagem do Kylo, pensei que seria mais interessante derrubar a base instável que estava debaixo dele logo no início do filme. E no final, ele deixou de ser um “eu quero ser” Vader e se tornou alguém que está seguindo seu próprio caminho como um vilão complexo, tomando as próprias rédeas.

Mas então a questão é: que lugar Snoke teria no final disso? Isso me fez perceber que o mais interessante seria eliminar essa dinâmica entre o ‘imperador’ e o aprendiz, de modo que todas as apostas estão indo para o próximo. Isso também possibilitou uma virada dramática no meio, que poderia indicar uma conexão muito poderosa entre Kylo e Rey.”

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’: Andy Serkis diz que Snoke será mais poderoso que Darth Vader

 

Star Wars: Os Últimos Jedi‘ ganhou muitas novas imagens da produção, muitas inéditas e em alta resolução. Confira a nossa galeria:

‘Star Wars’: Além de nova trilogia, saga ganhará série de TV; saiba mais!

Lucasfilm anuncia nova trilogia ‘Star Wars’ sem relação à saga Skywalker; SAIBA MAIS!

Rian Johnson fala sobre a nova trilogia da franquia ‘Star Wars’

A Luz? A Escuridão? Rey e Kylo, duas pessoas que parecem estar no meio dos dois; um novo desenvolvimento chocante parece esperá-los em Star WarsOs Últimos Jedi. Apesar do mundo ter ficado espantado ao ver que a mão oferecida a Rey era de Kylo Ren, o que espera os dois é a questão “a Luz ou a Escuridão?”, enquanto juntos são movidos pela poderosa Força. Rey, embora no filme anterior tenha despertado a Força, se sente perdida e insegura; ela será levada para a escuridão? Kylo, que matou Han Solo, apesar de ele ser seu pai; o que sobrou de luz no coração dele será capaz de desfazer sua escuridão? Essas duas figuras parecem se refletir; não podemos tirar nossos olhos deles.

O elenco é composto por Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.

O filme já está em cartaz nos cinemas.

Confira a nossa Crítica em Vídeo | Star Wars: Os Últimos Jedi – Comentamos o filme mais aguardado de 2017

Sequência de ‘Jumanji: Bem-Vindo à Selva’ ganha primeiro pôster

A anunciada sequência de ‘Jumanji: Bem Vindo à Selva’ ganhou seu primeiro pôster promocional, divulgado pela Sony na LIMA International Licensing Awards. A arte mostra as silhuetas de Dwayne Johnson, Karen Gillan, Jack Black e Kevin Hart. Confira:

Sucesso absoluto mundo afora, ‘Jumanji: Bem-Vindo à Selva‘ se tornou a maior bilheteria da história da Sony Pictures.

Com o sucesso, a Sony está confiante na franquia e já está desenvolvendo uma sequência. Agora, de acordo com o site Coming Soon, o longa foi oficializado para 20 de dezembro de 2019, mesmo fim de semana que ‘Star Wars: Episódio 9’ chega aos cinemas.

Jumanji 3está sendo tratado como prioridade dentro da produtora e os roteiristas Scott Rosenberg e Jeff Pinkner vão retornar, assim como o astro Dwayne Johnson.

‘Jumanji’ arrecadou US$ 950 milhões mundialmente e registrou um lucro de aproximadamente US$ 305,7 milhões, ultrapassando (e muito!) Homem-Aranha: De Volta ao Lar’, que colocou US$ 200 milhões nos cofres da Sony.

Durante sua passagem no Brasil, o astro Nick Jonas falou sobre o filme com EXCLUSIVIDADE ao CinePOP.

Assista a entrevista e nossa crítica:

EXCLUSIVO: Nick Jones quer interpretar o ‘Asa Noturna’ nos filmes da DC 

Confira nossa crítica em TEXTO:

 Crítica | Jumanji: Bem-Vindo à Selva – Uma grata surpresa e uma aventura deliciosa 

Quatro adolescentes, forçados a limpar um porão, descobrem uma versão eletrônica de Jumanji, um videogame de aventura inspirado no antigo jogo de tabuleiro. Após escolherem avatares (interpretados por Dwayne JohnsonKaren GillanJack Black e Kevin Hart), o grupo é inesperadamente transportado para dentro do universo do jogo.

42? Entenda o Dia da Toalha!

Se você entrou em alguma rede social hoje, 25 de maio, é bem provável que tenha se deparado com alguns posts falando sobre Dia da Toalha, “42” ou Orgulho Nerd. Se tudo isso te deixou boiando, este post foi feito pra você! Confira e entenda tudo sobre o Dia da Toalha!

Nascido em março de 1952, Douglas Adams foi um grande artista britânico. Conhecido por seu humor sagaz e críticas sociais certeiras, ele chegou a escrever algumas esquetes para o Monty Python, mas se imortalizou mesmo com O Guia do Mochileiro das Galáxias. Essa grande obra começou como um programa radiofônico na BBC e fez tanto sucesso que virou uma saga de cinco capítulos da mais pura e genial ficção científica.

A desventura espacial do pacato Arthur Dent conquistou fãs no mundo todo e logo garantiu cadeira cativa na galeria eterna da Cultura Pop. Além do rádio e dos livros, a obra foi adaptada para a TV e para os cinemas. O filme contou com Martin Freeman (O Hobbit) e Alan Rickman (Harry Potter), só que não foi lá muito bem sucedido. Isso, porém, não afetou em nada no desempenho da franquia no século XXI.

Quando Douglas Adams morreu, em maio de 2001, os fãs do Guia se uniram para homenagear o autor. Por conta de um capítulo de seus livros, eles decidiram homenageá-lo 42 dias após sua morte. Mas como a galera percebeu que o assunto estava caindo em esquecimento, decidiram antecipar a homenagem para o dia 25 de maio. Não teve uma justificativa especial, foi só pra não correr o risco da homenagem não rolar. Assim surgiu o Dia da Toalha. Cinco anos depois, em 2006, a galera se ligou que a data correspondia ao lançamento de Star Wars: Uma Nova Esperança nos cinemas. A aventura espacial de Luke Skywalker e família chegou aos cinemas em 25 de maio de 1977, coincidentemente a mesma data escolhida para homenagear Douglas. Os fãs compraram a ideia e expandiram o conceito de homenagem, transformando-a no Dia do Orgulho Nerd.

 

Agora vamos àqueles termos que você deve ter visto ao longo do dia.

 

TOALHA:

Como vocês repararam, a homenagem a Douglas se chama Dia da Toalha por influência de O Guia do Mochileiro das Galáxias. Nos livros, a Toalha é O item essencial para a sobrevivência de qualquer aventureiro. Segundo o Guia: “A toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kakrafoon; pode usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas e pesadas do rio Moth; pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em um combate corpo a corpo; enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você – estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz); você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro; e naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoavelmente limpa”.

Por conta disso, quando os fãs foram homenagear Douglas Adams , em 25 de Maio de 2001, eles saíram nas ruas com uma toalha nos ombros ou nas mochilas e intitularam aquele dia como Dia da Toalha.

 

42:

Outro ícone importante da saga, que você com certeza já viu estampado por aí, é o número 42. Ele também surge nos livros do Guia do Mochileiro das Galáxias e é “a resposta para a Vida, o Universo e Tudo Mais“. É uma passagem bem cômica, porque eles chegam a uma civilização que constrói um supercomputador para descobrir a “a resposta para a Vida, o Universo e Tudo Mais”. Finalizado, o computador/ robô responde: 42. Aparentemente sem sentido, a resposta do robô zomba daqueles que passam tanto tempo buscando respostas que acabam ficando desatentos quanto as perguntas.

Em entrevista, Douglas explicou o motivo de ter escolhido 42 como a reposta de Tudo: “A resposta é muito simples. Foi uma brincadeira. Tinha que ser um número, um ordinário, pequeno e eu escolhi esse. Representações binárias, base 13, macacos tibetanos são totalmente sem sentido. Eu sentei à minha mesa, olhei para o jardim e pensei “42 vai funcionar” e escrevi. Fim da história”. O número se consolidou como uma das maiores referências do mundo Geek e marca presença em vários segmentos da Cultura Nerd.

 

Bem, agora vocês já sabem sobre o Dia da Toalha/ Dia do Orgulho Nerd. Fica aqui nossa recomendação da leitura da saga “O Guia do Mochileiro das Galáxias” e feliz 25 de maio!

Até mais, e Obrigado pelos peixes!

Crítica | Em um Relacionamento Sério – Emma Roberts estrela interessante drama cômico da TNT

Em um Relacionamento Sério’ é o segundo filme original da TNT que entra em sua grade de programação com a missão de atrair os espectadores sedentos por novidades. E, embora possua algumas semelhanças com o abre-alas ‘Convidado Vitalício’, que estreou na semana anterior (ambos os filmes tratam de relacionamentos amorosos entre jovens adultos), o tom deste longa é um tantinho mais agridoce.

Logo de cara conhecemos Hallie (a queridinha Emma Roberts, mais conhecida do público por ‘Scream Queens’ e ‘American Horror Story’ e que está ruiva aqui) e Owen (Michael Angarano), um casal que de imediato faz a gente se perguntar como eles ficaram juntos, para início de conversa. É que fica óbvio que Hallie tem outros planos – ela quer morar junto com o namorado e aprofundar o relacionamento dos dois –, enquanto Owen não se mostra tão seguro assim, dando indícios de que tudo que a namorada faz ou fala é motivo para ele se irritar. No meio disso tudo, conhecemos o inseguro Matt (Patrick Gibson), que acabou de se mudar para Los Angeles e está de olho na prima de Hallie, Willa (Dree Hemingway), que também acabou de se mudar.

Se num primeiro momento o espectador acha que o casal principal é Hallie e Owen, o longa rapidamente inverte o foco e joga luz no casal em ascensão, Matt e Willa. E isso é uma das coisas mais legais do roteiro de Sam Boyd, que também dirigiu e produziu o longa. Através de quatro personagens tão gente como a gente, o espectador rapidamente se conecta com um ou mais personagens, inclusive com os erros e defeitos deles, e as situações vividas por eles são bastante reais, recheadas de referências cinematográficas e interesse por serial killers – algo bastante comum entre os jovens de classe média.

Com uma história simples que se passa em três meses, ‘Em um Relacionamento Sério’ faz um retrato das dificuldades e das inseguranças dos relacionamentos entre jovens adultos, que ao mesmo tempo que buscam segurança para suas vidas, também se sentem como se tivessem muitas opções à sua escolha e, portanto, querem desfrutar o mundo inteiro. Qualquer semelhança com a realidade não é coincidência, e talvez esse seja o ponto de declive do longa: a construção de personagens tão reais acaba por torná-los um pouco chatos, especialmente os dois rapazes, que se mostram dois inseguros incapazes de tomar decisões sérias em suas vidas.

Em um Relacionamento Sério’ é um drama cômico diferente dos clichês do gênero, com uma proposta tão honesta que parece real, estrelado pela ótima Emma Roberts. É desses filmes com final surpreendente e que faz refletir, especialmente em tempos carnavalescos e relações fugazes.

Pastor Cláudio

(Pastor Cláudio)

 

Elenco: —

 

Direção: Beth Formaggini

Gênero: Documentário

Duração: — min.

Distribuidora: Arthouse

Orçamento: —

Estreia: 14 de Março de 2019

Sinopse: 

Um encontro histórico entre duas figuras pessoalmente antagônicas: o bispo evangélico Cláudio Guerra, responsável por assassinar e incinerar os opositores à ditadura militar brasileira, e Eduardo Passos, um psicólogo e ativista dos Direitos Humanos.

Curiosidades: 

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Hillbilly Elegy’: Freida Pinto entra para novo filme original da Netflix

Freida PintoBo HopkinsOwen Asztalos foram elencados no mais novo filme da NetflixHillbilly Elegy. As informações são da Variety.

Amy Adams, Glenn Close, Haley Bennett e Gabriel Basso completam o elenco. Ron Howard será o diretor.

Baseado no romance autobiográfico best-seller de J.D. Vance, o longa é uma exploração moderna do “sonho americano” e conta a história de três gerações de uma família apalaque contada pelo membro mais novo do núcleo, um estudante de direito de Yale que é forçado a voltar para sua terra natal. Close será a avó da família.

Vanessa Taylor (A Forma da Água) será a roteirista. Howard, Brian GrazerKaren Lunder serão os produtores. O orçamento do filme será em torno de 45 milhões de dólares, considerado baixo dentro da indústria cinematográfica.

Ainda não há data de estreia prevista para o filme.

‘The Witcher’: Henry Cavill revela que levou todo o figurino para casa

Em uma recente entrevista ao NME, o astro Henry Cavill foi questionado se, depois que as filmagens da primeira temporada de The Witcher acabaram, ele levou para casa alguma lembrancinha (um objeto ou então os figurinos).

Cavill, que deu vida ao guerreiro geneticamente modificado Geralt de Rivia, revelou então que “levou tudo para casa”, acrescentando que “não é fácil colocar [os trajes]” e que “levava cerca de duas horas de cabelo e maquiagem todo fia, então agora eu só fico em casa parecendo legal”.

Confira o vídeo:

Apesar da recepção amarga por parte dos críticos, a série teve recepção bastante positiva por parte do público. Devido ao sucesso, o site We Got This Covered revelou que a produção já foi renovada secretamente para a 3ª temporada e que o novo ciclo adaptará o romance ‘Tempo do Desprezo’ (segundo livro da saga assinada por Andrzej Sapkowski).

A primeira temporada já está disponível na plataforma!

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Crítica | 1ª temporada de ‘The Witcher’ não enfeitiça como poderia

J.K. Rowling publica carta aberta se defendendo das alegações de transfobia; Confira na íntegra!

J.K. Rowling pode ser conhecida por uma das sagas infanto-juvenis mais icônicas dos últimos vinte anos, mas está ganhando as redes sociais por um motivo bastante condenável: transfobia.

Nos últimos dias, Rowling voltou a realizar comentários polêmicos sobre gênero e sexualidade, dizendo com todas as palavras que “se sexo não é real, não há atração pelo mesmo sexo. Se sexo não é real, a realidade das mulheres é apagada. Eu conheço e amo as pessoas trans, mas apagar o conceito de sexo remove a habilidade de muitas pessoas poderem discutir sobre suas vidas. Não é ódio se eu digo a verdade. A ideia de que mulheres como eu, que foram empáticas com as pessoas trans por décadas, odeiam as pessoas trans porque elas acreditam que sexo é real é absurda.”

Não demorou muito para que várias pessoas começassem a se posicionar contra o tóxico comportamento da autora, incluindo os astros da franquia Harry Potter. Agora, em uma tentativa de se defender, Rowling publicou uma carta aberta em seu site oficial.

Confira abaixo a tradução na íntegra:

“Essa não é uma carta fácil de escrever, por razões que logo se mostrarão claras, mas sei que é momento de me explicar acerca de um tema cercado de toxicidade. Eu escrevi isso sem qualquer intenção de acrescentar mais toxicidade.

Para as pessoas que não sabem: em dezembro do ano passado, fiz um tuíte em apoio a Maya Forstater, uma especialista em impostos que havia perdido seu trabalho por postagens ‘transfóbicas’. Ela levou seu caso para um tribunal trabalhista, pedindo para que o juiz julgasse se uma crença filosófica que sexo é determinado pela biologia é protegido pela lei. O Juiz Taylor disse que não.

Meu interesse em temas trans é pré-datado ao caso de Maya por quase dois anos, durante o qual acompanhei os debates sobre conceitos de identidade de gênero de perto. Conheci pessoas trans, li vários livros, blogs, artigos de pessoas trans, especialistas de gênero, pessoas interssexuais, psicólogos, especialistas, trabalhadores sociais e doutores, e segui o discurso online e em mídia tradicional. Em certo nível, meu interesse nesse tema tem sido profissional, pois estou escrevendo uma série criminal, ambientada nos dias de hoje, e minha detetive protagonista é de uma idade que se interessa e que é afetada por isso; mas em um nível pessoal também, como irei explicar.

Durante todo o tempo que vim pesquisando e aprendendo, acusações e ameaças de ativistas trans começaram a aparecer em meu Twitter. Tudo isso foi engatilhado por uma ‘curtida’. Quando comecei a me interessar em identidade de gênero e discussões transgêneras, comecei a tirar fotos de comentários que me interessavam, como modo de me lembrar o que deveria pesquisar mais tarde. Em uma ocasião, eu, sem percebi, apertei o botão de ‘curtir’ em vez de tirar uma foto. Aquela única ‘curtida’ foi evidência de pensamentos errôneos e um persistente baixo nível de assédio começou.

Meses depois, eu aumentei meu crime ao seguir Magdalen Burns no Twitter. Madgalen foi uma jovem e corajosa feminista e lésbica que estava morrendo em virtude de um tumor cerebral. Eu a segui porque gostaria de entrar em contato com ela diretamente, o que consegui. Entretanto, visto que Magdalen foi uma grande credora da importância do sexo biológico e não acreditava que lésbicas deveriam ser chamadas de fanáticas por não namorarem mulheres trans com pênis, os pontos se juntaram nas cabeças das ativistas trans, e o nível de abuso social aumentou.

Eu menciono tudo isso apenas para explicar que eu sabia perfeitamente o que iria acontecer quando eu apoiei Maya. Eu deveria estar no meu quarto ou quinto cancelamento na época. Eu esperava as ameaças de violência, que me diriam que eu ‘estava literalmente matando pessoas trans com meu ódio’, de ser chamada de vadia e, é claro, por meus livros serem chamados, apesar de um homem particularmente abusivo me disse que iria compostá-los.

O que eu não esperava, nas consequências do meu cancelamento, era uma avalanche de e-mails e cartas que choveram em mim, a maioria das respostas positivas, agradecidas e apoiadoras. Eles vieram de uma seção de pessoas gentis, empáticas e inteligentes, algumas trabalhando em campos que lidavam com disforia de gênero e pessoas trans, com preocupações profundas sobre o modo que os conceitos sociopolíticos estão influenciando a política, as práticas médicas e salvaguardas. Eles estão preocupados sobre os perigos para as pessoas jovens, gays e sobre a erosão de direitos de mulheres e garotas. Acima de tudo, estão preocupados sobre um clima de medo que não fará bem a ninguém – principalmente a juventude trans.

Eu havia me afastado do Twitter por vários meses tanto antes quanto depois de tweetar em apoio a Maya, porque eu sabia que não estava fazendo bem para minha saúde mental. Eu apenas retornei, porque queria compartilhar um livro infantil gratuito durante a pandemia. Imediatamente, ativistas que claramente acreditam ser bons, progressistas e gentis, assolaram minha timeline, acreditando no direito de policiar meu discurso, me acusar de ódio, me chamar de misoginia, me insultar e, acima de tudo – como qualquer mulher envolvida nesse debate saberá -, de TERF.

Se você não sabia – e por que deveria? -, ‘TERF’ é um acrônimo criado por ativistas trans que significa Feministas Radicais Trans-Excludentes. Na prática, uma seção considerável e diversa de mulheres estava sendo chamada de TERFs e a grande maioria nunca nem foram feministas radicais. Exemplos das chamadas TERFs variam da mãe de um jovem gay que estava com medo de que seu filho quisesse fazer a transição para escapar do preconceito homofóbico, para uma idosa histérica anti-feminista que jurou nunca mais voltar ao Marks & Spencer porque estavam permitindo que qualquer homem que se identificava como mulher entrar no provador feminino. Ironicamente, feministas radicais nem ao menos são trans-excludentes – elas incluem homens trans em seu feminismo, porque nasceram mulheres.

Mas essas acusações foram o bastante para intimidar muitas pessoas, instituições e organizações que outrora admirava, que se acovardaram ante a táticas infantiloides. ‘Eles irão nos chamar de transfóbicos!’. ‘Eles irão dizer que eu odeio pessoas trans!’. E depois, vão dizer que têm pulgas? Falando como uma mulher biológica, várias pessoas em posições de poder realmente precisam criar coragem”. [aqui, Rowling faz uma piada de mal gosto com a expressão “grow a pair”, dizendo que “é algo literalmente possível, de acordo com as pessoas que dizem que peixes-palhaço provam que humanos não são uma espécie dismórfica”.]

“Então por que estou fazendo isso? Por que falar? Por que não fazer minha pesquisa quietamente e manter minha cabeça abaixada?

Bom, eu tenho cinco razões em ficar preocupada com esse novo ativismo trans, e decidi que preciso falar.

Primeiramente, eu tenho um fundo de caridade focado em aliviar de privações sociais na Escócia, com ênfase em particular em mulheres e crianças. Dentre outras coisas, meu fundo apoia projetos para prisioneiras e para sobreviventes de abusos sexual e doméstico. Eu também financio pesquisas médicas sobre esclerose múltipla que se comporta de maneiras diferentes em homens e mulheres. Ficou claro para mim, há algum tempo, que o novo ativismo trans está tendo (ou deve ter, se todas as demandas forem atendidas) um impacto em várias das causas que apoio, porque está forçando uma erosão da definição legal de sexo e substituindo-o por gênero.

A segunda razão é que sou uma ex-professora e a fundadora de uma caridade para crianças, o que me dá interesse tanto em educação quanto em segurança. Assim como vários, eu tenho preocupações sobre os efeitos do movimento trans em ambos.

A terceira é que, por mais que seja uma autora banida, estou interessada em liberdade de expressão e tenho defendendo-a publicamente, mesmo no tocante a Donald Trump.

A quarta é onde as coisas começam a ficar pessoais. Estou preocupada sobre essa gigantesca explosão em mulheres jovens que querem fazer a transição e também sobre os números crescentes daqueles que des-transicionam (retornam para seu sexo original), porque se arrependem de ter feito algo que, em alguns casos, alteraram seus corpos irrevogavelmente, e tirado sua fertilidade. Alguns dizem que eles decidem transicionar depois de perceberem que têm atração pelo mesmo sexo, e que transicionar é parte movida pela homofobia, seja pela sociedade ou pela família.

A maioria das pessoas provavelmente não estão cientes – eu certamente não estava, até começar a pesquisar sobre isso – que, dez anos atrás, a maioria das pessoas querendo transicionar para o sexo oposto eram homens. A taxa agora foi revertida. O Reino Unido teve um aumento de 4400% de garotas desejando fazer o tratamento. Garotas autistas são fortemente representadas nesses números.

O mesmo fenômeno foi visto nos Estados Unidos. Em 2018, a pesquisadora e médica Lisa Littman foi explorar mais sobre isso. Numa entrevista, ela disse:

‘Pais online estavam descrevendo um padrão bastante incomum de identificação transgênera, na qual vários amigos e até mesmo grupos inteiros de amigos se identificavam como transgêneros ao mesmo tempo. Eu estaria errada se não considerasse contágio social e influências como fatores potenciais’.

Littman mencionou o Tumblr, o Reddit, o Instagram e o YouTube como fatores contribuintes para a Rápida Disforia de Gênero, na qual acredita que, no âmbito da identificação transgênera, ‘a juventude veio crescendo particularmente através de câmaras de eco’.

Seu artigo causou um furor. Ela foi acusada de viés ideológico e de espalhar informações falsas sobre pessoas transgênero, sujeita a um tsunami de abusos e uma campanha para descreditar tanto ela quanto seu trabalho. A revista tirou o artigo da internet e o reviu antes de republicá-o. Entretanto, sua carreira teve uma queda similar à sofrida por Maya Forstater. Lisa Littman ousou desafiar um dos pilares do ativismo trans, que é a concepção de identidade de gênero como inata, assim como a orientação sexual. Ninguém, os ativistas insistiram, poderia ser persuadido em ser trans. 

O argumento de vários ativistas trans é que, se você não deixar um adolescente com disforia de gênero transicionar, eles irão se matar. Em um artigo explicando o motivo de ter saído de Tavistock (clínica de gênero na Inglaterra), o psiquiatra Marcus Evans declarou que a ideia de crianças se matando caso não pudessem transicionar, não se ‘alinham substancialmente com quaisquer dados ou estudos na área. Nem mesmo se alinham com os casos que encontrei ao longo de décadas como psicoterapeuta’.

Os escritos de um jovem homem trans revelam um grupo de pessoas notavelmente sensíveis e sagazes. Quanto mais lia sobre suas declarações acerca de disforia de gênero, com descrições sobre ansiedade, dissociação, transtornos alimentarem, automutilação e ódio, mais me perguntava se, caso eu nascesse trinta anos mais tarde, eu também iria transicionar. A tentação de escapar da feminilidade seria grande. Eu lidei com um severo TOC quando adolescente. Se eu tivesse encontrado uma comunidade online que não conseguia encontrar em meu ambiente imediato, eu acredito que seria persuadida em me transformar no filho de meu pai que ele abertamente dizia que teria preferido.

Quando leio sobre a teoria de identidade de gênero, me lembro o quão mentalmente sem sexo eu me sentia. Eu lembrava das descrições de Colette sobre ser uma ‘hermafrodita mental’, e as palavras de Simone de Beauvoir: ‘é perfeitamente natural para a mulher do futuro se sentir indignada com as limitações impostas sobre seu sexo. A verdadeira questão não é se ela deve rejeitá-los, mas sim entender o motivo de aceitá-los’.

Visto que não tinha uma possibilidade realística de me tornar homem nos anos 1980, foram os livros e a música que me ajudaram a lidar com problemas de saúde mental e escrutínio sexual e julgamento que coloca várias garotas contra seus corpos quando adolescentes. Felizmente, para mim, encontrei meu próprio senso de alteridade, e minha ambivalência sobre ser uma mulher, refletida no trabalho de escritoras mulheres e musicistas que me garantiram que, apesar de tudo o que um mundo sexista tenta falar sobre o corpo feminino, não há problema em não se sentir compatível dentro de sua cabeça; não há problema em se sentir confusa, na escuridão, sexual ou não-sexualmente incerta de quem ou do que você é.

Eu quero ser bastante clara aqui: sei que transicionar será uma solução para alguns casos de disforia de gênero, ainda que eu esteja clara, através de uma extensa pesquisa, que estudos mostraram consistentemente que entre 60% e 90% de adolescentes com disforia de gênero irão crescer fora de sua disforia. De novo, me pediram para ‘apenas conhecer algumas pessoas trans’. Eu fiz isso: além de conhecer vários jovens, todos adoráveis, conheço uma mulher que se descreve como transsexual que é mas velha que eu e maravilhosa. Apesar de ser aberta sobre seu passado como um homem gay, eu sempre achei difícil pensar como ela como qualquer pessoa além de uma mulher, e acredito (e espero) que ela esteja feliz por ter transicionado. Ser mais velha, entretanto, a fez passar por um processo longo e rigoroso de avaliação, psicoterapia e transformação por etapas. A explosão atual do ativismo trans está urgindo por uma remoção de quase todos os sistemas robustos, através dos quais os candidatos a reatribuição de gênero devem passar. Um homem que não pretende passar por cirurgia e não tomar hormônios pode garantir a si mesmo um Certificado de Reconhecimento de Gênero e ser uma mulher respaldada pela lei. Muitas pessoas não têm ciência disso.

Estamos vivendo no período mais misógino que já presenciei. Nos anos 1980, eu imaginava que minhas filhas futuras caso eu tivesse alguma, teriam muito mais do que eu tive, mas entre o backlash feminista e uma cultura saturada de pornografia, acredito que as coisas ficaram piores. Nunca vi uma mulher denegrida e desumanizada como vejo hoje. Do líder de um mundo livre com uma triste história de assédio sexual e seu orgulho em dizer ‘pegá-las pela vagina’, até o movimento dos celibatários involuntários que se volta contra as mulheres que não vão transar com eles, para as ativistas trans que declaram que TERFs merecem apanhar e serem re-educadas, homens nesse espectro político parecem concordar: mulheres estão pedindo por problemas. Em todo lugar, mulheres estão sendo mandadas para calar a boca e sentar.

Eu li todos os argumentos sobre feminilidade não residir no corpo sexual, e as asserções que mulheres biológicas não têm experiências comuns, e eu os vejo, também, como profundamente misóginos e retrógrados. É claro também que um dos objetivos de negar a importância do sexo é erodir que o que alguns parecem enxergar como uma ideia segregacionista e cruel de que as mulheres têm suas próprias realidades biológicas ou – ameaçador do mesmo jeito – realidade unificadoras que as transformam em uma classe política coesa. As centenas de e-mails que recebi nos últimos dias prova que essa erosão preocupa vários outros. Não é o bastante para mulheres serem aliadas ao movimento trans. Mulheres devem aceitar e admitir que não há diferenças entre elas e as mulheres trans.

Mas várias mulheres me disseram antes que ‘mulher’ não é uma fantasia. ‘Mulher’ não é uma ideia na mente de um homem. ‘Mulher’ não é um cérebro cor de rosa, um receptáculo de Jimmy Choos ou qualquer das outras ideias sexistas que agora são ditas como progressistas. Além disso, a linguagem ‘inclusiva’ que chama as mulheres de ‘menstruadoras’ e ‘pessoas com vulvas’ diminui e desumaniza tantas mulheres do mesmo modo. Eu entendo o motivo das ativistas trans considerarem essa linguagem apropriada e gentil, mas para nós que fomos humilhadas por homens violentos, não é neutro, é hostil e alienável.

O que me traz para a quinta razão pela qual estou profundamente preocupada com as consequências do atual ativismo trans.

Estive no olho público por quase vinte anos e nunca falei publicamente sobre ser abusada doméstica e sexualmente. Não é por que tenho vergonha do que aconteceu a mim, mas sim porque é traumático revisitar e relembrar. Eu também me sinto protetora sobe minha filha do primeiro casamento. Não queria custódia completa de uma história que pertence a ela, também. Entretanto, um tempo atrás, eu a perguntei como ela se sentiria caso fosse a público falar sobre essa parte da minha vida, e ela me encorajou a seguir em frente.

Estou mencionando essas coisas agora não numa tentativa de gerar empatia, mas sim de solidariedade quanto ao número gigante de mulheres que têm histórias como a minha, que foram chamadas de intolerantes por tem preocupações sobre espaços de um sexo apenas.

Eu consegui escapar do meu primeiro casamento violento com certa dificuldade, mas agora estou casa com um homem bom e com princípios, segura e protegida de modos que não imaginava nem em um milhão de anos. Entretanto, as cicatrizes deixadas pela violência e pelo abuso sexual não desaparecem, não importa o quão amada você seja, e não importa o quanto de dinheiro você tenha. Meu nervosismo perene é uma piada familiar – e até eu sei que é engraçada -, mas rezo que minhas filhas nunca tenham as mesmas razões que tenho de odiar barulhos altos, ou ser surpreendida por pessoas atrás de mim.

Se você pudesse entrar em minha cabeça e compreender o que eu sinto quando leio sobre uma mulher trans morrendo nas mãos de um homem violento, encontraria solidariedade e afinidade. Eu tive uma sensação visceral do terror pelo qual essas mulheres trans passaram os últimos segundos na Terra, porque tive momentos do mais puro e cego medo, quando percebi que a única coisa me mantendo viva era a hesitação do meu agressor.

Acredito que a maioria das pessoas que se identificam como trans não apenas representem zero ameaça para outros, mas são vulneráveis pelos motivos que escrevi. Pessoas trans precisam e merecem proteção. Como as mulheres, são mais suscetíveis a serem assassinada por parceiros sexuais. Mulheres trans que trabalham na indústria do sexo, particularmente mulheres trans de cor, são um risco em particular. Assim como qualquer outro sobrevivente de abuso doméstico e sexual que conheço, sinto empatia e solidariedade com mulheres trans que foram abusadas por homens.

Então, eu quero que as mulheres trans sejam protegidas. Do mesmo modo, não quero que garotas e mulheres [cisgênero] fiquem menos seguras. Quando você abre as portas dos banheiros e provadores para qualquer homem que acredita ou que se sente como uma mulher – como eu disse, certificados de confirmação de gênero podem ser entregues sem qualquer necessidade de cirurgia ou hormônios -, então você abre as portas para qualquer homem que queira entrar. É a mais pura verdade.

No sábado de manhã, li que o governo escocês está seguindo em frente com seus controversos planos de reconhecimento de gênero, que irão, no geral, significar que tudo do que um homem precisa para ‘se tornar uma mulher’ é dizer que é uma. Para usar uma palavra bastante contemporânea, fui ‘engatilhada’. Presa por ataques impiedosos de ativistas trans nas redes sociais, quando estava apenas tentando dar um feedback para as crianças sobre as imagens que fizeram para meu livro durante a quarentena, eu passei a manhã do sábado em um lugar bastante conturbado na minha cabeça, conforme memórias sobre abusos sexuais que sofri em meus vinte e poucos anos voltavam constantemente. O abuso aconteceu em um lugar e em uma época de pura vulnerabilidade, e um homem se aproveitou da oportunidade. Não consegui me livrar dessas memórias e vi o quão difícil era conter minha raiva e decepção acerca do modo que meu governo está brincando com a segurança das mulheres e das garotas.

Na noite de sábado, olhando as imagens das crianças antes de ir para a cama, esqueci a primeira regra do Twitter – nunca, nunca esperar uma conversa com nuances – e reagi acerca do que senti ser uma linguagem degradante sobre as mulheres. Falei sobre a importância do sexo, e venho pagando o preço desde então. Eu fui transfóbica, fui uma puta, fui uma vadia, uma TERF, eu mereci ser cancelada, apanhar e morrer. ‘Você o próprio Voldemort’, disse uma pessoa, claramente sentindo que essa seria a única linguagem que entenderia.

Seria muito mais fácil tuitar as hashtags aprovadas – porque é claro que os direitos trans são direitos humanos e é claro que vidas trans importam. Há felicidade, alívio e segurança na conformidade. Como Simone de Beauvoir também escreveu, ‘… sem dúvida é mais confortável aguentar uma servidão cega do que trabalhar para a libertação de alguém; os mortos, também, são bem melhor vestidos na Terra do que os vivos’.

Números exorbitantes de mulheres são justificavelmente aterrorizadas pelos ativistas trans; sei disso, porque várias entraram em contato comigo para contar suas histórias. Elas estão com medo de doxxing, de perder seus empregos e meios de subsistência e da violência.

Mas infinitamente desagradável que seja esse alvejamento sobre mim, eu me recuso a abaixar a cabeça para um movimento que acredito que está causando demonstráveis ações para erodir ‘mulher’ como uma classe política e biológica, e oferecendo refúgio para predadores como alguns antes disso. Eu me coloco ao lado de homens e mulheres, gays, héteros e trans, que estão unidos pela liberdade de expressão e pensamento, e pelos direitos e pela segurança dos mais vulneráveis em nossa sociedade: jovens gays, adolescentes frágeis e mulheres que se respaldam em seus espaços de sexo. Votações mostram que essas mulheres são a grande maioria, e excluir apenas os privilegiados e sortudos de nunca terem enfrentando violência sexual dos homens, e que nunca se importaram em se reeducar o quão prevalente é.

A única coisa que me dá esperança é que as mulheres que podem protestar e se organizar estão fazendo isso, e elas têm alguns homens decentes e pessoas trans ao lado delas. Partidos políticos que tentam acalmar as vozes mais altas nesse debate estão ignorando as preocupações das mulheres sobre seus riscos. No Reino Unido, mulheres estão se unindo de lados opostos da mesma moeda, preocupadas sobre a erosão de seus direitos e a intimidação generalizada. Nenhuma das mulheres com as quais conversei odeia pessoas trans; pelo contrário. Muitas delas começaram a se interessar nesses temas por causa da juventude trans, e são bastante compreensivas acerca de adultos trans que querem apenas viver suas vidas, mas estão enfrentando backlash de um tipo de ativismo com o qual não concordam. A ironia suprema é que a tentativa de silenciar as mulheres com a palavra ‘TERF’ podem ter levado mais mulheres jovens em direção ao feminismo radical do que o movimento viu nas últimas décadas.

A última coisa que queria dizer é essa. Eu não escrevi esse artigo na esperança de que alguém toque um violino para mim, nem mesmo um pequenininho. Sou extraordinariamente afortunada; sou uma sobrevivente, certamente não uma vitima. Mencionei meu passado apenas porque, assim com qualquer outro ser humano no planeta, tenho uma história completa, que molda meus medos, meus interesses e minhas opiniões. Nunca esqueço a complexidade interior quando crio um personagem ficcional e eu certamente nunca esquecerei quando falamos de pessoas trans.

Tudo o que peço – tudo o que quero – é uma empatia similar, um entendimento similar, que seja expandido para as milhões de mulheres cujo único crime foi querer que suas preocupações fossem ouvidas, sem receber ameaças e abusos”.

Através do site The Trevor Project, que representa uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de informar e prevenir o suicídio entre jovens LGBTs, o ator Daniel Radcliffe rebateu os comentários transfóbicos que Rowling fez no Twitter, ressaltando a importância de defender e apoiar a comunidade trans.

“Eu percebi que certos portais de notícias provavelmente irão querer indicar uma briga entre eu e a J.K. Rowling, mas esse não é o caso e nem é importante no momento. Enquanto ela é responsável pelos rumos que a minha vida tomou, eu, que tenho sido honrado em trabalhar com o Projeto Trevor na última década, sinto que devo dizer algo. Mulheres transgênero são mulheres. Qualquer declaração contrária a isso apaga a identidade e dignidade das pessoas trans e vai contra o indicado pelos profissionais da saúde que têm muito mais domínio no assunto do que eu e a J.K. Rowling. De acordo com o The Trevor Project, 78% de pessoas transgêneros e não-binárias são discriminadas por causa de sua identidade de gênero. Nós precisamos fazer mais para apoiar essas pessoas, não invalidar suas identidades e não causar mais mal a elas.”

Essa não é a primeira vez que Rowling se envolve em polêmicas do tipo. E apesar de afirmar que não é contra a liberdade de gênero, ela já admitiu que é leitora de sites anti-trans.

Há alguns anos, ela também foi duramente criticada por compartilhar trechos de entrevistas tentando minimizar a luta da comunidade transgênero.

Lembrando que seu novo livro infantil, intituladoO Ickabog, já está disponível oficialmente em português.

Os primeiros cinco capítulos já revelados podem ser lidos em português aqui.

Segundo a autora, a ideia surgiu há muito tempo e foi contada para seus dois filhos mais novos capítulo por capítulo por todas as noites até que ela conseguisse terminá-la. A decisão de finalmente publicá-lo veio com o anúncio do lockdown, como forma de manter as crianças entretidas.

O Ickabog será publicado gratuitamente no site através de iterações e ao longo das próximas sete semanas – de acordo com informações, “um capítulo (ou dois, ou três) por vez. Não é Harry Potter e é uma história totalmente diferente”.

Ao todo, a narrativa é composta por 34 partes, com a versão física programada para lançamento em novembro de 2020.

Além disso, Rowling está promovendo um concurso em que as crianças terão a chance de ilustrar o livro. Os editores ficarão responsável pelo resultado final e 34 dos melhores desenhos (um por capítulo) serão inclusos na versão final.