Site Página 2292

‘Falcão e Soldado Invernal’: Série do Disney+ ganha novo comercial recheado de cenas INÉDITAS; Confira!

A página MarvelFlix compartilhou no Twitter um novo teaser da vindoura série ‘Falcão e Soldado Invernal’, que estreia em 2021 no Disney+.

No vídeo, Anthony MackieSebastian Stan falam sobre quem empunhará o manto do Capitão América na produção e se reúnem com os colegas Paul BettanyElizabeth Olsen (de ‘Wandavision’) para revelarem alguns detalhes sobre a produção.

Confira:

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam como os respectivos personagens titulares. Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios.

 

‘Os Eleitos’: Drama histórico do Disney+ ganha novas imagens promocionais; Confira!

Os Eleitos, série original sobre os primeiros astronautas dos EUA, já está disponível no Disney+ e, para promovê-la, o serviço de streaming divulgou novas imagens promocionais da obra.

Confira:

Lembrando que todos os episódios já estão disponíveis na plataforma de streaming.

Os Eleitos é a primeira obra original do National Geographic. Baseada no romance de não-ficção homônimo de Tom Wolfe, ela gira em torno de sete dos melhores pilotos militares que se tornam astronautas do programa espacial da NASA no auge da Guerra Fria. Competindo para serem os primeiros no espaço, esses homens comuns alcançam o extraordinário, inspirando o país a se voltar para um novo horizonte de ambição e esperança.

A série é produzida por Leonardo DiCaprio, com Mark Lafferty entrando como showrunner.

A série é composta por oito episódios e traz no elenco Patrick J. AdamsJake McDormanColin O’DonoghueMichael TrotterAaron StatonMicah StockJames LaffertyNora ZehetnerShannon LucioEloise MumfordEric LadinPatrick Fischler.

Documentário sobre o icônico Boris Karloff, de ‘Frankenstein’, ganha novo trailer incrível; Confira!

Shout! Factory divulgou recentemente o novo trailer oficial do documentário Boris Karloff: O Homem Por Trás do Monstro’ (‘Boris Karloff: The Man Behind the Monster’).

Confira:

Segundo a Variety, o filme será lançado em 31 de outubro deste ano.

Além de representar o dia das bruxas, a data também foi escolhida porque se aproxima do 90º aniversário de lançamento de ‘Frankenstein‘, estrelado por Karloff em 1931.

Dirigido por Thomas Hamilton, o longa foi criado para homenagear a carreira do artista, que também deu vida à Múmia em 1932 e a diversos outros personagens que se alimentam de nossos pesadelos.

O material também inclui entrevistas com alguns dos maiores nomes do gênero de terror do cinema, incluindo Guillermo Del Toro, John Landis, Joe Dante, Christopher Plummer, Peter Bogdanovich, Ron Perlman, Leonard Maltin, Sir Christopher Frayling, Sara Karloff, Gregory Mank, Roger Corman, Stephanie Powers, Ian Ogilvy, Norman Jewison, Orson Bean, Kevin Brownlow, Caroline Munro, Stephen Jacobs, Dick Miller, Peter Asher, Virginia Bates, Nehemiah Persoff, David J Skal, Donald F Glut, Derek Malcolm, Bernie Coleman, Lee Grant, Rick Goldschmidt, Stuart Hersh, Miles Kreuger, Valerie Yaros, H.M.Wynant, Diane Aubry, Anthony Pratt, Renee Glynne, Sharyn Moffett, Neil Pettigrew, Ruth Shiel, Courtlandt Hull, Ron Simon, Jaymz Bee e mais.

‘Succession’: Sarah Snook é a vencedora do Globo de Ouro 2022 de Melhor Atriz Coadjuvante em Série

A aclamada série ‘Succession’ retornou com uma incrível 3ª temporada – e era de se esperar que fizesse um barulho considerável na temporada de premiações.

No Globo de Ouro 2022, Sarah Snook conquistou a cobiçada estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante em Série por sua incrível performance como Siobhan Roy.

Lembrando que o novo ciclo já está disponível na HBO Max.

A série foi criada por Jesse Armstrong.

A trama acompanha a história da família Roy, composta por Logan e seus quatro filhos. Logan controla um dos maiores conglomerados de meios de comunicação e entretenimento do mundo.

O elenco conta conta com Brian Cox, Kieran Culkin, Jeremy Strong e Sarah Snook.

‘Succession’ é um dos grande sucessos da HBO e já levou para casa duas estatuetas do Emmy, incluindo Melhor Série DramáticaMelhor Ator em Série Dramática para Strong – além de ter sido indicado outras seis vezes.

Willow – Na Terra da Magia | Veja curiosidades sobre a clássica fantasia estrelada por Warwick Davis

Os anos 1980 se tornaram bastante marcantes para o gênero fantástico – e um dos representantes mais relembrados e memoráveis dessa época foi Willow – Na Terra da Magia’.

Estrelado por Warwick Davis, o longa-metragem dirigido por Ron Howard acompanha o personagem titular, um anão da raça nelwyn que cruza caminho com uma jovem bebê princesa que é a chave para derrotar a poderosa e impiedosa rainha Bavmorda (Jean Marsh), colocando um fim em seu reino de caos. É claro que Bavmorda e seu séquito também estão em busca da princesa, tentando encontrá-la e despachá-la ao submundo para que uma antiga profecia não se cumpra – e, aliado ao divertido mercenário Madmartigan (Val Kilmer), Willow enfrenta os mais diversos obstáculos para cumprir com a missão que lhe foi dada.

Apesar das críticas mistas, o filme fez um barulho considerável nas bilheterias e arrecadou quase US$138 milhões mundialmente, além de ter alavancado uma legião de fãs com o passar dos anos.

Para celebrá-lo e também comemorar a recente divulgação do trailer oficial da série sequência, que será lançada no Disney+, o CinePOP preparou uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores sobre a obra original.

Confira:

  • Segundo Davis, o filme teve o maior número de atores com nanismo à época. Entre 225 e 240 atores foram contratados para participar do projeto.
  • A bilheteria do filme foi abaixo do esperado; logo, o produtor George Lucas, que também criou a narrativa, continuou a história de Willow nos livros em vez de sequências cinematográficas. Os três romances consecutivos ficaram conhecidos como ‘The Chronicles of the Shadow War’, dividindo-se em ‘Shadow Moon’‘Shadow Dawn’‘Shadow Star’.

  • Lucas escreveu o longa especificamente para Davis depois de conhecê-lo no set de filmagens de Star Wars: O Retorno do Jedi’, em 1983, em que interpretou Wicket W. Warrick.
  • Os cães demoníacos que aparecem no filme eram, na verdade, Rottweilers com máscaras de borracha e trajes.
  • Conforme Kilmer estava saindo de sua jaula entre as tomadas, as correntes que a prendiam quebraram e a jaula caiu sob seu pé. Isso o fez mancar por um tempo, o que é evidente durante a cena em que Madmartigan e Willow chegam à ilha de Fin Raziel.

  • Este foi o primeiro longa-metragem a utilizar o processo de “metamorfose” desenvolvido pelo Industrial Light & Magic (ILM).
  • A trilha sonora composta por James Horner para o projeto foi utilizada frequentemente em trailers cinematográficos nos anos 1980 e 1990, o que rendeu uma taxa de licenciamento de US$10 mil para a MGM e a Lucasfilm.
  • Originalmente, Willow dizia “adeus, Elora Danan” quando a entregava para Madmartigan. Entretanto, durante a edição, percebeu-se que Willow não teria como saber o nome dela ainda, e a fala foi regravadas para “adeus, pequenina”.

  • John Cusack fez audição para o papel de Madmartigan, mas perdeu para Kilmer. Ele considera esta, até hoje, sua maior decepção.
  • De acordo com kits de imprensa e romances subsequentes, o dragão de duas cabeças foi chamado de Eborsisk, uma referências aos críticos Gene SiskelRoger Ebert. O nome não é mencionado no filme, mas apareceu em algumas críticas.

‘Armageddon Time’: Drama com Anne Hathaway abre com 85% de aprovação no RT!

Armageddon Time, novo filme de James Gray (‘Ad Astra’), chega em breve aos cinemas – e já está fazendo um sucesso considerável entre a crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com sólidos 85% de aprovação, com nota 7/10 baseada em 59 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, “[o filme] traz o roteirista e diretor escavando o próprio passado e retornando com um drama muito bem atuado e livre de nostalgia”.

Confira os principais comentários:

“O filme é uma ilustração da transição da flexibilidade ética da juventude para o discernimento moral da idade adulta” – Slant Magazine.

“É um trabalho de memória e autoimplicação verdadeiramente pungente, perturbador e, em última análise, brilhante” – Vox.

“Sem ser óbvio ou insistente, Gray desenhou um diagrama absolutamente contundente de uma maquinaria insidiosa” – Wall Street Journal.

“A visão de uma criança de como pequenos pecados da vida diária podem resultar em grandes erros” – Toronto Star.

“Uma autorreflexão magistral de James Gray” – Film School Rejects.

Armageddon Time é uma história profundamente pessoal sobre a força da família, a complexidade da amizade e a busca geracional do sonho americano.

Gray fica responsável pela direção e pelo roteiro. O cineasta é conhecido por obras como Era Uma Vez em Nova York‘Z: A Cidade Perdida’. Recentemente, comandou o drama de ficção científica Ad Astra, estrelado por Brad Pitt e indicado ao Oscar de Melhor Mixagem de Som.

O filme é estrelado por Anne HathawayJeremy StrongBanks RepetaJaylin WebbAnthony Hopkins e Jessica Chastain.

Rodrigo Teixeira (‘Me Chame Pelo Seu Nome’) entra como produtor.

Debbie Reynolds faria 91 anos HOJE; Relembre seus melhores papéis!

Em 28 de dezembro de 2016, o mundo perdia uma das maiores atrizes de todos os tempos – Debbie Reynolds.

Conhecida por seu trabalho no aclamado e revolucionário musical Cantando na Chuva, Reynolds faleceu em virtude de um ataque cardíaco. E, para aqueles que não se lembram, Reynolds foi mãe da saudosa Carrie Fisher e é avó de Billie Lourd, atriz que nos conquistou com seus papéis em ‘American Horror Story’‘Scream Queens’.

No dia de hoje, 01 de abril de 2023, Reynolds faria 91 anos de idade. Para celebrar seu aniversário, preparamos uma breve lista com seus dez melhores papéis, desde o supracitado filme musical até o drama biográfico ‘Minha Vida com Liberace’.

Veja abaixo as nossas escolhas:

CANTANDO NA CHUVA (1951

 

Reynolds conseguiu seu primeiro papel principal quando tinha apenas 19 anos, e estrelou ao lado de Gene Kelly e Donald O’Connor no amado e eterno musical Cantando na Chuva. Reynolds dá vida à aspirante a atriz Kathy Sheldon no longa, que conhece e se apaixona pelo astro dos filmes mudos Don Lockwood (Kelly), o qual, por sua vez, luta para manter sua reputação enquanto a indústria cinematográfica transita para os longas falados. A obra é de longe a mais conhecida de Reynolds – e não é para menos: afinal, Cantando na Chuvaé considerado por muitos um dos melhores musicais já feitos na história.

ROMANCE DE MINHA VIDA (1954)

Nesta comédia romântica picante, Reynolds interpreta a delinquente juvenil de dezessete ano Susan Landis que, através de uma série de circunstância impossíveis, acaba por viver com o roteirista de Hollywood Mark Christophe (Dick Powell), que está no meio de um bloqueio criativo depois de levar para casa uma estatueta do Oscar. Ele, além disso, está trabalhando em um novo filme sobre jovens rebeldes. O filme é charmoso, tocante e, como sempre, Reynolds está incrível de forma quase fluida e natural em todos os momentos. 

ARMADILHA AMOROSA (1955)

Nesta comédia romântica, Reynolds também é a protagonista, vivendo mais uma de muitas personagens aspirantes ao mundo da música e do cinema: Julie Gillis, cujo caminho se cruza com o agente teatral e conquistador Charlie Reader (Frank Sinatra). Charlie, que sempre teve diversas companhias para mulheres, começa a se apaixonar por Julie até que complicações emotivas culminam numa explosão de sentimentos. O filme, por vezes referido a uma obra de Sinatra, funciona justamente pela performance dinâmica e vivaz de Reynolds.

UMA ESPERANÇA NASCEU EM MINHA VIDA (1956)

Aqui, Reynolds interpreta Polly Parish, uma garota que resgata um bebê abandonado. O escândalo se alastra como água quando seus colegas de trabalho começam a acreditar que a criança é, na verdade, dela, e que o pai é o filho do dono da loja onde trabalha, Dan Merlin (Eddie Fisher, futuro marido de Debbie e pai de Carrie Fisher). Este musical mais que envolvente garantiu à atriz sua segunda indicação ao Globo de Ouro por Melhor Atriz em Comédia/Musical – e sua primeira veio com o filme Three Little Words’, em 1950).

A FLOR DO PÂNTANO (1957)

Em mais uma comédia romântica da qual Reynolds participou, a história gira em torno de uma jovem menina do interior chamada Tambrey “Tammy” Tyree, a qual mora com seu avô em um barco atracado ao de Louisiana. A protagonista eventualmente salva um piloto chamado Peter Brent (Leslie Nielsen), que sofreu um acidente em seu avião particular, e ela cuida dele até que recobre a saúde. Peter convida Tammy para conhecer a plantação de sua família, onde sua persona humilde entra em choque com a família do piloto. O longa levou para casa um Oscar de Melhor Música Original por Tammy, que veio a se tornar o maior sucesso de Reynolds.

A CONQUISTA DO OESTE (1962)

Este conto do Velho Oeste girou em torno de quatro gerações de uma família e suas aventuras na selvageria indomável das terras não conquistadas através de várias décadas. Reynolds mais uma vez conseguiu o papel principal aqui, como a dançarina e performer Lilith Prescott. Dentre outros, o grande elenco do longa incluiu Henry Fonda, Gregory Peck, James Stewart, Eli Wallach, John Wayne, Walter Brennan, Agnes Moorehead, Lee Van Cleef e Spencer Tracy, todos ícones de Hollywood.

A INCONQUISTÁVEL MOLLY (1964)

Reynolds recebeu sua primeira (e de algum modo única) indicação ao Oscar por seu papel neste musical, baseado na vida real de Molly Brown, uma mulher despreocupada e barulhenta do interior que se casa com um minerador de ouro e de repente se vê nas mais luxuosas festas da high society. E mesmo assim, ela não consegue adquirir respeito por parte de esnobadores e invejosos. Entretanto, Molly ganha fama quando se torna uma heroína enquanto viaja no famoso transatlântico Titanic. Molly ganhou seu apelido de “imparável” (unsinkable, no inglês) veio após sobreviver ao desastre e ajudar a resgatar muitos dos passageiros. A performance de Reynolds nesta biografia incrível traz uma radiação e um brilho capaz de atravessar gerações.

DIVÓRCIO À AMERICANA (1967)

Nesta comédia satírica sobre as dificuldades de se conseguir divorciar na contemporaneidade, Reynolds co-estrela junto a Dick Van Dyke. O par interpreta, respectivamente, Barbara e Richard Harmon, que vem a entrar em um consenso sobre se separar após 15 anos de casamento, simplesmente porque não estão mais felizes. Entretanto, eles passam a sentir na pele os desafios de conseguir a separação – incluindo as batalhas pelo custódio de filhos, sessões de aconselhamento marital e negociações de pensão -, os quais o deixam ainda mais infelizes. O humor aqui é ácido e hilariante, principalmente por ter temas-base como os obstáculos do romance e da insatisfação mútua.

MÃE É MÃE (1996)

Nesta dramédia protagonizada por Albert Brooks, Reynolds interpreta Beatrice Henderson, cujo filho Josh (Brooks) está se divorciando pela segunda vez e decide voltar a morar com a mãe em sua casa de infância, para descobrir o que aconteceu com sua vida e quais os acontecimentos que culminaram em tantos problemas com as mulheres. O filme concedeu a Reynolds sua quarta e última indicação ao Globo de Ouro.

MINHA VIDA COM LIBERACE (2013)

Rejeitado por diversos estúdios por retratar temas como homossexualidade, ‘Minha Vida com Liberace’ conta a história do pianista norte-americano Liberace, começando em 1977 e terminando com sua trágica morte devido ao vício por entorpecentes. Neste filme televisivo, Reynolds dá vida a Frances Liberace, mãe do protagonista, brilhando mais uma vez, ainda que não como estrela principal – e com o fato positivo de ter sido uma amiga muito próxima do músico. ‘Liberace’ foi seu último papel antes do trágico falecimento.

‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’ estreia ESTE MÊS no Prime Video!

Resident Evil: Bem-Vindo a Racoon City‘ ganhou data de estreia no Prime Video.

O longa-metragem será lançado na plataforma de streaming ainda este mês, mais precisamente em 15 de setembro.

A produção adapta a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, é ambientada em 1998 e conta os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis.

O filme conquistou apenas 31% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Relembre o trailer:

O elenco conta com Kaya Scodelario como Claire Redfield, Tom Hopper como Albert Wesker, Avan Jogia como Leon e Lily Gao como Ada Wong, Neal McDonough como William Birkin), Chad Rock como Richard Aiken e Donal Logue como Brad Vickers.

Além de dirigir, Roberts assina o roteiro ao lado de Greg Russo (‘Mortal Kombat 2021’).

Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, Resident Evil se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, Resident Eviljá arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na saga baseada em videogame mais lucrativa do mercado. 

Midsommar – O Mal Não Espera a Noite | Relembrando o POLÊMICO filme de Ari Aster que completa cinco anos em 2024

Em 2018, Ari Aster ganhava os holofotes com sua estreia em longa-metragem Hereditário, um filme de terror que ousava desconstruir o gênero e se infiltrar nas complexas camadas de um suspense psicológico com um toque sobrenatural que, no final das contas, encantou a crítica especializada e grande parte do público. Um ano mais tarde, Aster retornou aos cinemas com mais uma intrincada narrativa ambientada em uma comunidade isolada no norte da Europa, em que nada é o que parece ser. Entretanto, diferente de sua obra anterior, o cineasta delineia tantas camadas angustiantes que acaba entregando os plot twists logo no primeiro ato e nos conduz através de uma jornada a um vazio existencial cujo única materialização existe devido ao choque.

Midsommar – O Mal Não Espera A Noite’ não é uma peça fílmica ruim; em meio a exploração de uma cultura esquecida nas florestas suecas, mais precisamente numa comunidade pastoril na cidade e Hälsingland, o diretor brinca como bem entende com uma rica mitologia que se prova extremamente pecaminosa (partindo de uma perspectiva ortodoxa) e coerente (numa visão própria do território na qual a história se passa). O problema é que, em meio a falhas tentativas de transformar diálogos e eventos superficiais em algo mais profundo do que consegue ser, Aster mergulha no raso e se perde conforme nos aproximamos da linear conclusão. Em outras palavras, o peso dramático que a obra se propõe a entregar nunca alcança potencial completo, nos deixando frustrados e insatisfeitos.

A trama principal tem como foco a jovem Dani Ardor (Florence Pugh), que lida com a traumática experiência de ter seus pais assassinados pela própria irmã, que eventualmente se mata depois de perceber o que fez. O timing desse trágico e catártico evento acaba reunindo-a com o outrora distante Christian (Jack Reynor), seu ex-namorado que já queria acabar com o relacionamento por uma sensação de obrigação compulsória que o colocava como submisso de Dani. Logo após se reunirem, os dois tentam estruturas os conturbados laços em uma viagem para a Suíça, para que Christian e seu colega antropólogo Josh (William Jackson Harper) possam documentar um ritual de solstício de verão em uma comuna que beira as tradições celtas. E é nesse escopo que basicamente tudo dá errado.

Se Aster falha em construir uma história palpável o suficiente, ao menos utiliza suas incríveis habilidades cinematográficas a seu favor: não é surpresa, pois, que o diretor emule a si mesmo ao utilizar enquadramentos geometricamente simétricos, muitas vezes movidos pelo plongée absoluto, a partir dos quais resgata a crescente sensação de agonia que envolve cada um dos protagonistas. Apesar de preconizada, tal estética reflete um apreço do realizador por convidar o público a se juntar a ele em cada um dos bizarros e quase sobrenaturais banquetes preparados pelos moradores do vilarejo, separando um lugar especial de destaque dentro de uma sinestésica composição cênica.

Todavia, o longa se rende a redundâncias amadoras quando também se vale de uma propositalmente dissonante trilha sonora, arquitetada com esmero por Bobby Krlic. Os instrumentos etéreos dos quais se disponibiliza são bastante conhecidos em outras obras do gênero – é só nos recordarmos dessa utilização fonográfica em obras como A Bruxa’ ou até mesmo os thrillers psicológicos de Jordan Peele; mas é o comodismo provindo da ambivalência estrutural que impede que a trilha em questão salte em uma transcendência muito bem-vinda, ainda mais considerando as múltiplas sequências narcóticas que se delineiam ao longo dos mais de 140 minutos.

Pugh rouba o foco em praticamente toda a duração do filme – e não é por menos: usando com força a backstory de sua personagem, ela se rende a uma traumática performance que encontra expurgo a cada ato que se inicia, terminando sua jornada coming-of-age de forma a passar longe dos convencionalismos narrativos. De outro lado, Reynor também encontra espaço o suficiente para dividir esse protagonismo, acompanhado da conhecida personalidade rebelde de Will Poulter e do exagero ético de Harper. O grupo, associado a outros tantos coadjuvantes que carregam com vontade seus papéis para uma importância além do que imaginávamos, desenrola uma problemática química que, na verdade, é a essência de originalidade que buscamos numa produção como esta.

Talvez o didatismo de Aster tenha sido o principal deslize: afinal, a trama se delineia ao longo de cinco grandes atos que são premeditados pela estampa cênica de uma das partes do ritual titular, induzindo o espectador a entender ou descobrir o que vai acontecer. No caso, essas coagidas inferências não contribuem para que sejamos levados a uma emocionante ou transgressora conclusão, e sim a algo que já sabíamos desde o princípio – ora, até mesmo a presença pontual de um imenso urso pardo dá respostas às nossas questões muito antes do que deveria.

Midsommar – O Mal Não Espera’ acaba insurgindo em meio a uma tentativa que tangencia a presunção cinematográfico-narrativa, construindo-se em meio a diversos acontecimentos difíceis de digerir e que se engolfam em um oco vórtice. Felizmente, o elenco e a estética do longa supera quase todos esses problemas e nos deixa relativamente desconfortáveis – sensação que já se tornou comum quando lidamos com uma produção de Ari Aster.

Novo spin-off de ‘Game of Thrones’ ganha PRIMEIRAS cenas; Confira!

As filmagens da aguardada série ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’, segundo spin-off de Game of Thrones após ‘A Casa do Dragão’, seguem a todo vapor – e, agora, a Max divulgou as primeiras cenas da atração.

Confira, a partir de 01:10:

Anteriormente, George R.R. Martin, autor de As Crônicas de Gelo e Fogo’, usou seu blog para compartilhar novidades sobre o spin-off.

Martin destaca que a nova série terá um tom e ritmo distintos das produções anteriores: “Será bem mais curta que ‘Game of Thrones’ ou ‘A Casa do Dragão’, com um tom bem diferente… mas ainda é Westeros, então ninguém está realmente seguro”.

O autor revela que a maioria do elenco já foi escolhida e que a primeira leitura do roteiro foi bastante positiva: “Me contaram que eles acabaram de fazer a primeira leitura de roteiro e foi ótimo”.

Vale lembrar que a HBO confirmou Peter Claffey (‘Wreck’) e Dexter Sol Ansell (‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’) como os protagonistas.

Confira a sinopse:

“Um século antes dos eventos de ‘Game of Thrones, dois improváveis heróis vagaram por Westeros: um cavaleiro jovem e ingênuo, mas corajoso, Sor Duncan, o Alto, e seu escudeiro baixinho, Egg. Em uma época em que a linhagem Targaryen ainda detinha o Trono de Ferro e a memória do último dragão ainda não havia se extinguido, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses improváveis e incomparáveis amigos.” 

Martin e Ira Parker serão responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtores executivos do derivado.

A Knight of the Seven Kingdoms ainda não tem data de estreia definida.

BAFTA 2025 | ‘Duna: Parte 2’ conquista SETE indicações à premiação, incluindo Melhor Direção

A aclamada sequência ‘Duna: Parte 2‘, que conquistou impressionantes 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e arrecadou a marca dos US$ 710 milhões nas bilheterias mundiais, continua a marcar presença na temporada de premiações.

Durante o anúncio de indicados à 78ª edição do BAFTA Film Awards, o filme faturou nada menos que setr indicações – incluindo Melhor Direção para Denis VilleneuveMelhores Efeitos Visuais.

Os vencedores serão revelados no dia 16 de fevereiro.

Lembrando que ‘Duna: Parte 2’ está disponível no catálogo da Max.

O filme é dirigido por Denis Villeneuve.

Na trama, Paul Atreides se une a Chani e aos Fremen enquanto busca vingança contra os conspiradores que destruíram sua família. Enfrentando uma escolha entre o amor de sua vida e o destino do universo, ele deve evitar um futuro terrível que só ele pode prever.

Timothée ChalametZendayaRebecca FergusonJosh BrolinAustin ButlerFlorence PughDave BautistaChristopher Walken e outros estrelam.

Logan Lerman e Molly Gordon navegam pelas atribulações do amor no trailer de ‘Oh, Hi!’; Confira!

Sony Pictures divulgou o trailer oficial de ‘Oh, Hi!’, comédia romântica estrelada por Logan LermanMolly Gordon.

O longa-metragem será lançado nos Estados Unidos no dia 25 de julho.

Confira:

Na trama, Iris (Gordon) e Isaac (Lerman) planejam seu primeiro fim de semana romântico como casal, mas os acontecimentos tomam um rumo inesperado. Convencida de que Isaac está apenas confuso, Iris decide tomar medidas extremas para provar que eles são feitos um para o outro.

Sophie Brooks (‘The Boy Downstairs’) assina o roteiro e a direção do filme.

Geraldine ViswanathanJohn ReynoldsDavid CrossPolly Draper completam o elenco.

‘Oh, Hi!’ teve sua estreia mundial no Festival de Sundance 2025, abrindo com 72% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘A Diplomata’: Nana Mensah é PROMOVIDA ao elenco regular da 4ª temporada

Segundo o DeadlineNana Mensah foi promovida para o elenco regular da 4ª temporada do aclamado drama político A Diplomata, da Netflix.

Mensah integra o projeto desde o primeiro ciclo, no papel recorrente de Billie Appiah, a confiável e leal Chefe de Gabinete da Casa Branca. Nos mais recentes episódios, Billie precisou conquistar a simpatia da recém-empossada presidente Grace Penn (Allison Janney) — justamente a mulher que vinha manipulando para destituir do cargo de vice-presidente.

Mais detalhes não foram divulgados.

Lembrando que as três primeiras iterações já estão disponíveis na plataforma.

A série foi criada por Debora Cahn (‘Homeland’, ‘The West Wing’).

A obra é descrita como um thriller político ambientado na Embaixada dos Estados Unidos em Londres e acompanha uma diplomata que consegue um novo papel como embaixadora em Londres – mas com grandes implicações para seu trabalho e vida pessoal. Isso tudo enquanto uma crise internacional está se desenrolando em segundo plano.

O elenco ainda conta com Rufus SewellDavid Gyasi, Ali Ahn, Rory Kinnear, Allison JanneyAto Essandoh.

Sony anuncia adaptações dos games ‘Bloodborne’ e ‘Helldivers’ na #CinemaCon 2026

Sony Pictures realizou um painel mais que grandioso na CinemaCon 2026, evento do qual o CinePOP está participando in loco.

Durante o painel, a companhia anunciou duas novas adaptações cinematográficas de populares jogos eletrônicos: BloodborneHelldivers.

Com poucas informações reveladas, sabe-se que Justin Lin (‘Velozes e Furiosos’) irá comandar Helldivers, um jogo de tiro desenvolvido pela Arrowhead Game Studios e publicado pela Sony Computer Entertainment em março de 2015. história acompanha os Helldivers, uma unidade de tropas de choque mobilizada para disseminar a democracia controlada e defender seu modo de vida.

Bloodborne, por sua vez, é um jogo de RPG também lançado em 2015 e desenvolvido pela FromSoftware. A trama acompanha um Caçador pela decadente cidade gótica de Yharnam, inspirada na era vitoriana, cujos habitantes são afetados por uma doença transmitida pelo sangue que os transforma em criaturas horrendas. Tentando encontrar a origem da praga, o personagem do jogador desvenda os mistérios da cidade enquanto luta contra feras e seres cósmicos.

Mais detalhes não foram divulgados até o momento.

Com nova sequência, ‘Thor’ é oficialmente a franquia mais longa do MCU

Agora que mais uma sequência de ‘Thor’ está a caminho, a franquia do Deus do Trovão alcançou um grande marco e é oficialmente a franquia solo mais longa do Universo Cinematográfico da Marvel.

Ainda que o personagem de Chris Hemsworth não seja tão onipresente quanto Tony Stark ou Nick Fury, Thor é o primeiro herói da Marvel a estrelar um quarto filme solo, escapando das tradicionais trilogias do estúdio.

Além disso, o asgardiano será o último herói protagonista da fase 1 a permanecer nos próximos filmes.

lembrando que o final de ‘Vingadores: Ultimato‘ ainda deixou em aberto sua possível aparição em ‘Guardiões da galáxia Vol. 3‘, então o futuro do personagem ainda pode guardar muitas surpresas.

‘Thor 4’ será escrito e dirigido por Taika Waititi, responsável pelo filme anterior do personagem, ‘Thor: Ragnarok‘, que arrecadou mais de US$ 850 milhões mundialmente!

Chris Hemsworth e a atriz Tessa Thompson também retornam para a sequência.

Além disso, o We Got This Covered informara que Amora, a Feiticeira, provavelmente será a principal vilã do filme.

Amora, a Feiticeira

Ainda assim, não é seguro afirmar com certeza essa possibilidade, já que o filme ainda é uma hipótese, mas as fontes do site dizem que Amora é a melhor escolha para o filme.

Para quem não conhece, Amora é uma das maiores inimigas dos asgardianos, embora ela e Thor também tenham sido amantes nos quadrinhos.

Quanto ao enredo, rumores indicam que será baseado no arco de Siege, envolvendo uma guerra entre os humanos e os novos asgardianos.

Incrível fan pôster reúne todas as encarnações do Batman, incluindo Robert Pattinson; Confira!

Um usuário do Twitter publicou um incrível fan pôster em homenagem ao legado do Batman, reunindo todas as encarnações do personagem.

A imagem mostra um cenário sombrio e traz o Homem-Morcego de Adam West, Michael Keaton, Val Kilmer, George Clooney, Christian Bale, Ben Affleck, e até mesmo Robert Pattinson.

Confira:

“Os Cavaleiros das Trevas. Deu trabalho fazer essa arte.”

O Batman já foi adaptado para o cinema diversas vezes e agora o diretor Matt Reeves tem a difícil missão de renovar a imagem do personagem e trazer uma história inovadora para as telonas.

Durante uma entrevista para o Nerdist, Reeves tocou no assunto e falou sobre seu amor pelos filmes do herói, revelando quais deles são os seus preferidos.

“O Batman já apareceu em filmes fantásticos e confesso que a pressão é enorme, porque eu não quero ser ‘o cara que fez mais um filme do Batman’. Eu espero que minha adaptação esteja entre as melhores. Cada filme teve um aspecto novo, sabe? Foram realmente distintos um do outro… Mas acho que Tim Burton e Christopher Nolan conseguiram capturar a alma do personagem.”

Ele continuou:

“Eu adoro ‘Batman: O Retorno‘. Michelle Pfeiffer está incrível como Mulher-Gato. O filme é muito bonito e apavorante ao mesmo tempo. Adoro aquela cena do Pinguim quando ele está caminhando pelos esgotos de Gotham. Burton conseguiu fazer tudo isso da melhor maneira possível.”

Por fim, o cineasta falou sobre sua admiração por ‘O Cavaleiro das Trevas‘.

“‘O Cavaleiro das Trevas‘ é um clássico! A atuação de Heath Ledger é magnífica e chega a ser assustadora de tão incrível. A trama tem todo um debate psicológico… Por mais que o Batman tente derrotar o Coringa, ele pode acabar se afastando do heroísmo no processo. É isso que o vilão quer, é uma uma noção assustadora sobre a natureza humana e eu achei tudo isso muito profundo.”

Embora a estreia de ‘The Batman‘ esteja programada apenas para 2021, o atual quadro mundial pode acabar afetando a data de lançamento da produção.

A informação foi compartilhada pela revista Variety. Segundo a publicação, quando a reclusão social foi imposta em virtude do coronavírus, as filmagens do longa já estavam acontecendo há quase sete semanas.

A interrupção do cronograma de gravações pode impactar o andamento das produção a longo prazo, principalmente considerando as previsões da Organização Mundial de Saúde (OMS), cujas expectativas indicam que a pandemia deve durar por mais alguns meses, até que a população mundial possa retornar às suas rotinas como habitualmente.

Além de ‘The Batman‘, a Variety ainda aponta que o mesmo pode acontecer com os filmes ‘Red Notice‘, da Netflix, e ‘Matrix 4‘.

Ainda é incerto mensurar a dimensão do impacto do coronavírus no cronograma das produções que estavam em andamento, mas continue acompanhando o CinePOP, para manter-se atualizado!

Lembrando que ‘The Batman‘ tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021. 

Robert Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos MaxCharlie Carver.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

‘Batman vs Superman’: Gal Gadot compartilha foto do 1º teste com o traje da Mulher-Maravilha; Confira!

Em 2013, Zack Snyder escalou Gal Gadot como Diana Prince para uma participação especial em Batman vs Superman‘, marcando a estreia da heroína no DCEU.

Em seu perfil no Twitter, Gadot relembrou a época das gravações e compartilhou uma fotos dos primeiros testes de traje para compor o visual da ‘Mulher-Maravilha‘.

Na legenda, ela descreveu sua nostalgia:

“Encontrei este pequeno lembrete de uma dos meus primeiros testes [de traje]. Parece que foi há muito tempo, mas ao mesmo tempo é como se fosse ontem, sabe como é?”

Anteriormente, Snyder comemorou a chegada de ‘Mulher-Maravilha 1984‘ e homenageou a estrela divulgando uma imagem da 1ª vez em que a viu nos bastidores como visual completo.

Confira:

“O primeiro dia de Gal fantasiada nos bastidores de ‘Batman vs Superman‘ em julho de 2014, fotografada com o meu iPhone 6. Quando eu a escolhi em 2013, eu sabia que ela não era apenas a Mulher-Maravilha que eu escolhi, mas que o mundo escolheu. Estou tão orgulhoso de como ela encarnou essa personagem com amor e graça.”

Lembrando que ‘Mulher-Maravilha 1984‘ que já está em exibição nos cinemas nacionais.

Confira nossa crítica:

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

 

‘O Mandaloriano’: Giancarlo Esposito fala sobre o retorno do Moff Gideon no futuro da série

Ao final da 2ª temporada de ‘O mandaloriano‘, o Moff Gideon (Giancarlo Esposito) finalmente foi derrotado por Din Djarin (Pedro Pascal) e, provavelmente, deve permanecer aprisionado pela Nova República por um bom tempo.

No entanto, ainda não há como saber se o personagem irá retornar em algum momento ou se a série irá se dedicar a novos vilões.

Enquanto participava do tapete vermelho do Emmy 2021, Esposito conversou com a Variety e confessou seu desejo de reprisar o papel.

“Bem, não posso falar pelo estúdio, mas sei que eu tenho desejo de retornar. Acho que precisamos ver como irá continuar a história de Moff Gideon e ver como pensa um grande cérebro como o dele. Então, eu gostaria de garantir [que ele vai voltar], mas você sabe, nunca há uma garantia.”

Ele continuou, falando com carinho sobre o personagem, que lhe rendeu uma indicação ao prêmio de Melhor Ator em Série Dramática: 

“Quero dizer, o fato de eu estar aqui nesta noite, indicado pelo papel de Moff Gideon, só posso agradecer a Jon Favreau, Dave Filoni, à Disney e Kathleen Kennedy por tudo. Essa série foi uma verdadeira loucura para os fãs. É possível sentir todo o carinho.”

Confira a entrevista:

Lembrando que o próximo ciclo deve estrear apenas no ano que vem.

O Mandaloriano e a Criança continuam sua jornada, enfrentando inimigos e fazendo aliados, enquanto viajam pela perigosa galáxia na era após a queda do Império Galáctico.

Pedro Pascal, Gina Carano, Carl Weathers e Giancarlo Esposito estrelam. Entre os diretores da nova temporada estão: Jon Favreau, Dave Filoni, Bryce Dallas Howard, Rick Famuyiwa, Weathers, Peyton Reed e Robert Rodriguez.

‘The Boys’: 3ª temporada explica porque o Black Noir nunca tira a máscara; Confira!

A identidade do Black Noir sempre foi um mistério na série The Boys‘, já que seu rosto nunca foi revelado.

Mas o 3º episódio da nova temporada explica o motivo.

Em uma das cenas, Grace Mallory (Laila Robins) conta sobre a época em que trabalhou com os membros do grupo Revanche na Nicarágua.

Na cena, vemos um flashback e Grace espiona uma conversa entre o jovem Stan Edgar e o Black Noir, que insiste em não usar mais sua máscara.

No entanto, Edgar o obriga a usar o acessório para evitar que as pessoas descubram que ele é negro, ameaçando-o caso o ‘herói’ questione suas ordens.

De qualquer forma, Black Noir acaba gravemente ferido e desfigurado numa missão no país da América Central e passa a vestir a máscara para esconder sua aparência.

Na cena, quem interpreta o personagem é Fritzy Klevans-Destine, que entra no lugar de Nathan Mitchell, intérprete original desde a 1ª temporada.

E aí, o que você achou da explicação?

Lembrando que o próximo episódio chega ao catálogo da Amazon Prime Video em 10 de junho.

O novo ciclo introduz Jensen Ackles (Solider Boy), Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

Efeitos de ‘Homem-Formiga 3’ ficaram precários por culpa de outro filme da Marvel; Confira!

Uma das críticas mais comentadas sobre Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ é a decepção em relação aos efeitos visuais da sequência.

Como boa parte do filme se passa no Reino Quântico, o público esperava que a Marvel entregasse cenários digitais mais caprichados, mas era perceptível a falta de qualidade em diversas cenas.

E, de acordo com a Vulture, uma fonte ligada à produção disse que o CGI (imagens geradas por computador) do filme foi negligenciado por que os editores foram ordenados a darem mais foco na pós-produção de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘.

“Os editores estavam basicamente tirando uma soneca em suas mesas, porque não havia tempo suficiente entre os turnos para irem para casa e depois voltarem ao trabalho. para casa e depois voltar”, disse um funcionário anônimo da equipe de VFX. “Agora, toda a indústria que foi tocada pela Marvel está permanentemente queimada, e é isso que está causando o maior esgotamento.”

Apesar de não mencionar ‘Pantera Negra 2‘ como a causa do efeitos ruins de ‘Homem-Formiga 3‘, o funcionário disse que:

“Nossos esforços foram direcionados para o filme que foi lançado anteriormente no MCU, pois era uma prioridade, apesar de nossa equipe já estar trabalhando em ‘Quantumania‘.” 

Assista nossas entrevistas com o elenco deHomem-Formiga 3‘ e siga o CinePOP no YouTube:

O longa é novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Paul Rudd, Evangeline Lilly, Bill Murray, Michelle Pfeiffer Michael Douglas completam o elenco.

‘Os Vingadores’: Kevin Feige finalmente revela se Tony Stark vai VOLTAR ao MCU

Rumores já indicaram que ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ será um mega evento multiversal, com diversas variantes de praticamente todos os principais heróis e vilões da Marvel entrando em ação.

Isso abre espaço para o retorno de grandes astros que já passaram pelo MCU, como o próprio Robert Downey Jr, que se despediu do personagem Tony Stark em ‘Vingadores: Ultimato’.

No entanto, durante uma entrevista para a Vanity Fair, o chefão da Marvel Studios, Kevin Feige, decidiu acabar de uma vez por todas com os rumores ao reforçar que Tony Stark está morto.

Emsua declaração, o cineasa disse o seguinte:

“Vamos manter esse momento [o sacrifício de Tony Stark] e não tocá-lo novamente. Todos nós trabalhamos duro por muitos anos para chegar a isso, e nunca iríamos querer desfazer esse momento mágico de forma alguma.”

O co-diretor de ‘Vingadores: Ultimato’, Joe Russo, também participou da conversa e acrescentou:

“Já havíamos nos despedido com lágrimas nos olhos no último dia de filmagem. Todos seguiram em frente emocionalmente. Prometemos a ele que seria a última vez que o obrigaríamos a fazer isso.”

Por falar em retornos, um rumor indica que o renomado ator Patrick Stewart está possivelmente pronto para reprisar o icônico papel de Charles Xavier no filme.

A informação foi trazida à tona pelo conhecido insider MyTimeToShineHello, que compartilhou a notícia através de sua conta no Twitter.

Segundo o insider, Stewart estaria confirmado no elenco do filme, contanto que ele esteja disponível e em condições de participar da produção.

Lembrando que o ator já havia reprisado seu papel como o personagem recentemente, em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.

Apesar de não haver nada confirmado até o momento, o perfil vem ganhando bastante seguidores por publicar furos de bastidores que se comprovaram verdadeiros.

Além disso, relatórios anteriores indicaram que ‘Guerras Secretas‘ será um mega evento multiversal, com diversas variantes de praticamente todos os principais heróis e vilões da Marvel entrando em ação.

Avatar | A Lenda de Korra – A animação e o mundo pós guerra

Assim como seu antecessor, a saga da nova Avatar tem ligações muito próximas com a realidade

Já está disponível no catálogo da Netflix a animação A Lenda de Korra, uma história que continua as aventuras apresentadas em A Lenda de Aang – ambas fazendo parte da série Avatar. Tendo a primeira temporada lançada em 2012 pela Nickelodeon a obra contou com a participação da dupla de criadores originais e com um nível de animação de qualidade considerável, continuando com o mesmo estilo de mescla entre traços orientais e ocidentais que seu antecessor apresentou. Acompanhado disso veio uma trilha sonora envolvente e uma nova história.

Muita da fama conquistada pela predecessora A Lenda de Aang foi pela forma inteligente com que sua ambientação foi construída, de modo que mesmo tendo um público-alvo claramente infanto-juvenil, uma parcela adulta também pode apreciar o produto, visto que temas sérios como guerra, imperialismo e perda compõem o mote da história. Portanto, quando A Lenda de Korra se inicia uma rápida introdução estabelece que alguns anos se passaram entre o fim da guerra dos cem anos e o tempo presente.

Nesse meio tempo o mundo passou por uma reconstrução; a antiga tecnologia à vapor que era exclusiva da Nação do Fogo para fins bélicos se modernizou para algo mais elétrico e de uso cotidiano, automóveis fortemente inspirados no antigo Ford Modelo T se popularizaram, meios de comunicação em massa (representados pelo rádio) surgiram e a gigantesca Cidade República (inspirada aos moldes de Nova York da década de 30) é visualmente o maior exemplo dessa evolução.

O mundo de Avatar passou por grandes mudanças após o fim da guerra

É nesse cenário que a protagonista Korra precisa encontrar o seu lugar e até responder uma pergunta pessoal: que lugar tem uma figura ancestral e mística como o Avatar em um mundo de maravilhas modernas e que vive em tempos de paz? Seu antecessor, Aang, foi um herói certo no momento em que o mundo estava em guerra, mas como ela pode se destacar quando os problemas não precisam ser resolvidos em um confronto direto com um tirano?

A guerra dos cem anos que foi o mote central da trama em A Lenda de Aang evoca claramente comparações com guerras típicas do início do século XX mais do que em qualquer outro período. Isso devido ao uso de tecnologias autônomas e modernas com fins de extermínio do inimigo; nesse quesito um exemplo identificável de imediato é a primeira guerra mundial que inovou em armamentos automáticos e em batalhas aéreas.

O mundo, portanto, que surge em A Lenda de Korra está reconstruído, com novas entidades políticas internacionais consolidadas e uma integração nova entre os povos dobradores dos três elementos (uma vez que os nômades do ar ainda são poucos). No artigo Reconstruction and World War I: Internationalism and the Idea of the Expert, a autora Leslie Deborah Slavitt aborda a visão que o planejador urbano Patrick Geddes tinha para o mundo pós-Primeira Guerra.

Cidade República, palco principal da aventura, é um exemplo do planejamento urbano de Geddes para o pós-Guerra

 “…Ele advogou um cuidadoso e descentralizado internacionalismo que poria um fim no imperialismo desenfreado que causou a Primeira Guerra. Isso era, Geddes sentiu, importante para interromper o ‘sacrifício da vida pelas coisas’ e para começar a enfatizar a importância da vida humana no pós-Guerra”.

Assim como no fim da primeira Guerra a política internacional se rearranjou com novos mecanismos de diplomacia, como a Liga das Nações, em A Lenda de Korra foi montado dois organismos de governança mundial. O primeiro é uma força de defesa internacional que aparenta ser similar ao modelo da OTAN chamada de Forças Unidas; essa que é uma enorme coalizão militar com dobradores de três dos quatro elementos e de também não dobradores. Sua função é a de manter a segurança e de impedir o surgimento de uma nova força ameaçadora.

Já o segundo é o conselho que administra a Cidade República; a República Unida das Nações. Esta que funciona nos moldes tanto da antiga Liga das Nações quanto da atual ONU no qual prioriza uma formação etnicamente variada e tem suas decisões debatidas por um conselho composto por representantes de cada país daquele mundo. 

O modelo de governo da República Unida das Nações em muito se assemelha com o adotado por órgãos internacionais

Nesse sentido a animação faz um trabalho inteligente em mostrar resumidamente as virtudes e defeitos do modelo multilateralista (quando a relação entre países é intermediada por um terceiro envolvido), no qual há uma representatividade de diferentes culturas contendo direito a voz mas ao mesmo tempo a tomada de uma decisão pode ser demorada e bastante burocrática. 

Por mais que a guerra dos cem anos guarde similaridades com a Primeira Guerra, os efeitos pós-conflito se assemelham muito mais aos vistos depois da Segunda Guerra por uma razão. No mundo real, 1918 marcou o início de vários momentos de instabilidade econômica, social e política pelo mundo. Em A Lenda de Korra o mundo aparenta estar muito mais estabilizado e progressivo do que aquele entre 1918 e 1939.

A animação então busca simbolizar a prosperidade daquele mundo através de certos personagens que são economicamente ricos e detém recursos que eventualmente servem como elemento de progressão da história. Em especial é introduzida as Indústrias Futuro, que é responsável pela produção dos automóveis e está ligada a uma das integrantes do time Avatar. Esse núcleo tem uma função interessante para a ambientação em mostrar que as questões a serem resolvidas agora nada mais tem a ver com a guerra.

Prosperidade industrial do pós-Guerra move a trama de “A Lenda de Korra

No capítulo II do relatório World Economy and Social Survey 2017, encomendado pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU, é discutido o quão rápido e intenso foi o processo de reconstrução mundial pós-Segunda Guerra. “Os anos imediatamente após a Segunda Guerra Mundial por uma velocidade na recuperação econômica sem precedentes do mais devastador conflito da história humana, combinada com uma igualmente impressionante intensidade e cooperação internacional nunca antes vista”.

A tecnologia, aliás, não possuiu apenas uma função de progresso aqui. Mais especificamente na primeira temporada são apresentados os igualitários, uma facção formada por não dominadores (pessoas normais) que decidem realizar um levante contra a classe social oposta a eles. Para tanto eles se utilizam de equipamentos elétricos e táticas de guerrilha para praticar atos de terrorismo.

Esse é um problema comum do mundo real pós-Guerra. Com economias e estilos de vida mais integrados, juntou-se também o lado negativo da coisa: constantes crises econômicas, inflação desenfreada (principalmente em países subdesenvolvidos), choque entre culturas milenares e progressistas. Dessa forma, a ameaça de terrorismo praticado por estados ou grupos menores se torna a nova ameaça à segurança.

O vilão Amon, assim como seus igualitários, é o primeiro grande desafio de Korra

No capítulo O Terror do livro Globalização, Democracia e Terrorismo, o historiador Eric Hobsbawm argumenta qual o principal motivador de atos violentos e, acidentalmente ou não, disseca a motivação dos igualitários. “Existe, no entanto, um fator mais perigoso na geração da violência sem limites. É a convicção ideológica, que desde 1914 domina tanto os conflitos internos quanto os internacionais, de que a causa que se defende é tão justa, e a do adversário é tão terrível, que todos os meios para conquistar a vitória e evitar a derrota não são só válidos como necessários”.

Por fim, as aventuras da Avatar Korra se diferenciam de seu antecessor por uma questão de contexto; ainda é o mesmo mundo fantástico com a inclinação à magia das dobras elementares, mas ele evoluiu. Da mesma forma que em A Lenda de Aang a inspiração surgiu da irracionalidade real que foi a Primeira Guerra Mundial, de modo que assim a bondade do protagonista pudesse ser reforçada, com Korra essa inspiração vem de um mundo que vive em um tempo de paz.

Da mesma forma que na realidade, o termo “tempo de paz” não implica em uma ausência total de conflitos em andamento, mas sim na escala deles. Desse jeito, os desafios que Korra precisa se submeter são outros: lidar com a política, mídia, facções extremistas e por aí vai. Esse caminho apenas reforça a grande virtude da série Avatar, que é saber como traduzir as complexidades do mundo para um público jovem sem jamais subestimá-lo. 

 

‘Andor’: Série buscou INSPIRAÇÕES em filmes de James Bond, afirma supervisor de efeitos especiais

A aguardada série ‘Andor‘, que explora as origens do personagem Cassian Andor do universo ‘Star Wars‘, buscou inspiração em ninguém menos que o icônico espião britânico James Bond para desenvolver o design de um elemento especial da trama.

Em uma entrevista à Variety, Mohen Leo, supervisor de efeitos visuais da série, compartilhou detalhes sobre a inspiração por trás da nave espacial de Luthen, um elemento chave na narrativa da produção.

“Uma das inspirações que discutimos com Tony [Gilroy] foi que a nave de Luthen é para Cassian Andor o que o icônico Aston Martin é para James Bond. Assim como o carro de Bond, a nave de Luthen possui armas e aparelhos secretos, permitindo que ela passe despercebida como uma nave de carga comum”, explicou Leo.

Segundo o Deadline, a série do Disneyainda está rodando novos episódios e está trabalhando mesmo com a ausência dos membros do elenco que são parte da associação. As informações indicam que é possível dar continuidade ao show, visto que as gravações estão acontecendo no Reino Unido, com boa parte dos atores trabalhando sob um acordo diferente e sendo representados por outra organização.

Todavia, o astro Diego Luna, que interpreta o personagem titular, faz parte do SAG-AFTRA, o que significa que as filmagens serão seguidas sem ele.

Anteriormente, o criador da série, Tony Gilroy, disse à Empire que a 2ª temporada da série será ambientada três dias antes dos eventos de Rogue One‘, filme que deu origem à atração.

Ao fim da primeira temporada, Andor (Diego Luna) já estava flertando com os ideais da Aliança Rebelde contra as forças imperiais.

Ao que tudo indica, esses três dias serão extremamente essenciais para transformá-lo naquele personagem que o público conheceu no filme dirigido por Gareth Edwards em 2016.

Vale lembrar que os novos episódios serão lançados no Disney+ apenas em agosto de 2024, ainda sem dia oficial confirmado.

Relembre o trailer da 1ª temporada:

A primeira temporada conta com 12 episódios, que são dirigidos por Ben Caron, Susanna White e Toby Haynes.

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

‘The Good Doctor’ ABALA os fãs com a morte de personagem querido

The Good Doctor impactou profundamente seu público no mais recente episódio ao apresentar a morte de um dos personagens mais queridos pelos telespectadores.

Na trama da última temporada, a série tem explorado tramas de despedidas dos personagens, e no episódio que foi ao ar na terça-feira, 2 de abril, nos EUA, o Dr. Asher Wolke, interpretado por Noah Galvin, perdeu a vida após ser vítima de um ataque antissemita.

Asher foi introduzido na quarta temporada, quando Galvin entrou para o elenco de The Good Doctor como personagem recorrente. Ele foi promovido a personagem regular da série no final da temporada.

O episódio foi descrito como “imperdível”, apresentando um momento “de cortar o coração”. Na trama, após auxiliar no casamento de um paciente, Asher acompanha um rabino até sua casa, onde encontram dois criminosos vandalizando a sinagoga.

Asher confronta os agressores pedindo que eles que fossem embora para não terem problemas.

O primeiro agressor então responde: “O que isso lhe importa?”

“Ele também é judeu”, disse o segundo agressor.

Asher acrescenta: “Eu sou judeu. Gay, na verdade, e estou chamando a polícia”.

Após acreditar que tudo havia sido resolvido e que não haveria problemas, os dois bandidos voltaram e golpearam a cabeça de Asher, deixando-o para morrer.

O momento foi contraposto com o namorado de Asher, Jerome (Giacomo Baessato), esperando por ele em um restaurante próximo para pedi-lo em casamento como uma surpresa no segundo aniversário de namoro.

O desfecho do episódio reverberou nas redes sociais, com alguns fãs lamentando a perda do amado personagem, enquanto outros expressaram criticas a representação de personagens LGBTQ+.

“É incomum para mim expressar críticas dessa natureza, mas a decisão de ‘The Good Doctor’ de matar Asher é extremamente perturbadora. Estou verdadeiramente chocado com a escolha de abordar o enredo da morte de um personagem gay, especialmente considerando a reconciliação de suas visões religiosas. É frustrante ver que essa ainda é a narrativa predominante para personagens LGBTQ+. É desanimador”.

“Meu personagem favorito em ‘The Good Doctor’ acabou de morrer… Esta é a segunda vez que isso acontece, estou profundamente incomodado”.

“Oh meu Deus. ‘The Good Doctor’. Eu não estava preparado para isso”.

“É lamentável ver ‘The Good Doctor’ optar por esse enredo. É tão cansativo, às vezes, ser uma pessoa queer”.

“Estou incrivelmente triste por ver Asher morrer em ‘The Good Doctor'”.

“SPOILER PARA ‘THE GOOD DOCTOR’ Embora eu entenda a intenção por trás do enredo, a violência contra personagens gays é algo que ocorre com frequência demais na TV. E piora ainda mais ao ver que na próxima semana a série abordará um evento de vítimas em massa, sem dar tempo para justiça pela morte de Asher. Não é ideal”.

“Este último episódio de ‘The Good Doctor’ me deixou em lágrimas. Sem Asher”.

Lembrando que esta é a última temporada da série, com a decisão de encerrar a produção anunciada pela ABC, tornando The Good Doctor o segundo drama de longa duração do canal a chegar ao fim nesta temporada, juntando-se a ‘Station 19’, derivada de ‘Grey’s Anatomy’.

The Good Doctor está disponível no Globoplay.

Confira o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por David Shore (‘Dr. House’).

A trama foca no Dr. Shaun Murphy, um jovem cirurgião com autismo e síndrome de Savant que se muda de uma vida tranquila no interior para se juntar à unidade cirúrgica de um hospital de prestígio. Sozinho no mundo e incapaz de se conectar pessoalmente com aqueles que o rodeiam, Shaun usa seus dons médicos extraordinários para conquistar seus colegas e salvar as vidas dos pacientes.

O elenco conta com Freddie Highmore, Fiona Gubelmann, Will Yun Lee, Christina Chang, Paige Spara, Noah Galvin, Bria Samoné Henderson, Osvaldo Benavides, Hill Harper e Richard Schiff.

‘Mufasa: O Rei Leão’: Diretor revela que não quer mais trabalhar com CGI; “Não é a Minha Praia”

Barry Jenkins, cineasta premiado por Moonlight: Sob a Luz do Luar’, falou recentemente sobre os desafios enfrentados ao dirigir ‘Mufasa: O Rei Leão, a animação fotorealista que serve como prequela do clássico da Disney.

Em entrevista ao ComicBookMovie, Jenkins reconheceu que sua escolha para a direção foi inesperada.

“Em que planeta eu, Mr. Moonlight, faria uma prequel de O Rei Leão? Eu não posso nem twittar sobre o Super Bowl sem que alguém me lembre que estou fazendo esse maldito filme. Eu não posso!”, brincou o cineasta.

Jenkins também revelou que teve duvidas sobre aceitar dirigir o filme: “Quando aceitei esse trabalho, a ideia era: ‘O que Barry Jenkins sabe sobre efeitos visuais? Por que diabos ele faria esse filme?’ E ainda ‘Por que ele estaria fazendo O Rei Leão?'”.

Ele acrescentou: “Acho que parte disso eu achei muito revigorante. As pessoas fazem essas coisas, você sabe, com computadores. Então, qualquer um deveria ser capaz de fazer isso. Qualquer um, certo? Não há nada fisicamente que diga que sou incapaz de fazer isso”.

Quanto a futuros projetos com CGI, Jenkins foi direto: “Não é a minha praia”.

Ele explicou: “Não é a minha praia. Eu quero trabalhar de outra maneira, onde eu queira fisicamente colocar tudo ali. Sempre acredito que o que está aqui é o suficiente, e só preciso descobrir qual é a química para fazer a alquimia”.

Apesar disso, Jenkins ainda compartilhou uma ideia que já teve em mente: “Você sabe, um filme dos Muppets feito nesse estilo seria incrível. Incrível. Da mesma forma que geramos nossa versão PlayStation de uma cena, você poderia ter um cenário apenas com os fantoches reais, e os Muppets bloqueando a cena, mas só em uma caixa preta, sabe?”.

Ele acrescentou: “Ou, vamos dizer, uma caixa verde. Você está capturando as performances deles e depois colocando tudo em cenários virtuais. Eu consigo ver como isso poderia funcionar”.

‘Mufasa: O Rei Leão será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de dezembro.

“‘Mufasa: O Rei Leão convoca Rafiki para transmitir a lenda de Mufasa ao jovem filhote de leão Kiara, filha de Simba e Nala, com Timão e Pumba emprestando sua assinatura. Contada em flashbacks, a história apresenta Mufasa como um filhote órfão, perdido e sozinho até conhecer um simpático leão chamado Taka – o herdeiro de uma linhagem real. seu destino – seus laços serão testados enquanto eles trabalham juntos para escapar de um inimigo ameaçador e mortal.”

O projeto é dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.

Dave Metzger, Pharrell Williams e Nicholas Britell cuidarão das novas músicas da pré-sequência.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Seth Rogen revela audição “horrível” para ‘Contato de Risco’ que poderia ter “acabado com sua carreira”

Seth Rogen, conhecido por seu trabalho em comédias comoVizinhos e ‘É o Fim’, comentou recentemente sobre um teste de elenco do início de sua carreira que, segundo ele, foi tão desastroso que, se viesse à tona hoje, poderia “acabar com sua carreira”.

Conforme à Variety, o ator revelou que fez uma audição no início dos anos 2000 para o filme Contato de Risco (Gigli), protagonizado por Ben Affleck e Jennifer Lopez.

“Faz muito tempo”, disse Rogen. “E graças a Deus que, naquela época, a maioria dos testes era gravada em fitas VHS. Porque, olhando em retrospecto, as coisas para as quais eu fiz audição… se estivessem disponíveis por aí, acabariam com minha carreira muito rapidamente, eu acredito”.

Rogen revelou que fez teste para o papel de um jovem com deficiência cognitiva, papel que acabou indo para Justin Bartha.

“Não acho que fui ao teste usando capacete, mas isso estava implícito”, contou Rogen, com constrangimento, admitindo que o roteiro da época não apresentava o personagem da forma mais sensível, especialmente pelos padrões atuais.

“Estou tentado a imitar o que fiz na audição, mas não consigo. Não dá. Foi tão ruim. Eu não ouso repetir o que fiz. Porque eu fui com tudo. Eu me vi no Oscar…”, acrescentou.

Ele fez um apelo bem-humorado, mas sério: “Sinceramente, se essa fita aparecesse hoje no mundo, essa seria a última entrevista que você me veria dar. A não ser, talvez, durante minha turnê de desculpas. Por favor, se alguém tiver essa fita: queime-a. Ou então me venda. Eu compro”.

Contato de Risco, dirigido por Martin Brest (Um Tira da Pesada), narra a história de Ben Affleck como um mafioso de baixo escalão encarregado de sequestrar o irmão de um promotor federal, um jovem com deficiência intelectual.

contato de risco (1)

‘Natal Sangrento’: Roteirista revela planos para sequência do terror; “Eu já comecei”

O terror natalinoNatal Sangrento (‘Silent Night, Deadly Night’), mal estreou e o roteirista e diretor do filme, Mike P. Nelson, revelou recentemente que já tem ideias concretas para a continuação.

Em entrevista ao Deadline, Nelson demonstrou entusiasmo com o potencial de uma nova história: “Eu já comecei a brincar com ideias e a entrar no clima de como isso poderia ser”.

Nelson destacou que as ideias já foram compartilhadas com os produtores e o elenco principal, que as receberam de forma positiva:

“Digamos apenas que existem algumas ideias realmente divertidas e malucas que estamos discutindo agora. Inclusive, apresentei rapidamente algumas delas aos produtores outro dia e também joguei algumas ideias para a Ruby [Modine] e o Rohan [Campbell], e eles curtiram totalmente. Então, sim, vamos jogar isso para o universo, e, quando acontecer, aconteceu”, concluiu.

Crítica | Natal Sangrento – Papai Noel Serial Killer Toca o TERROR em Divertida Nova Adaptação

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A nova versão será lançada nos cinemas nacionais no dia 11 de dezembro.

Rohan Campbell interpretará Billy Chapman, o protagonista que embarca em uma brutal onda de assassinatos vestido como Papai Noel.

Na trama, ele contracena com Ruby Modine, que interpreta Pamela, uma colega por quem Billy nutre uma paixão não correspondida. O elenco também ganhou novos nomes confirmados: Mark Acheson, David Lawrence Brown e David Tomlinson.

Mike P. Nelson, diretor de ‘Pânico na Floresta: A Fundação‘, comandará a nova versão. Ele também assinará o roteiro do longa.

Scott J. SchneidDennis Whitehead, produtores executivos do filme original de 1984, retornarão ao lado de Jamie R. Thompson.

Brandon Hill & Brad Miska (‘Terrifier 3’) também servirão como produtores executivos ao lado de Erick Opeka e Yolanda Macias.

“Sempre fui um grande fã de ‘Natal Sangrento’ e mal posso esperar para apresentar a visão do Mike para este icônico slasher,” declarou Brandon Hill, diretor executivo de aquisições da Cineverse. “Como vimos neste ano, há uma grande demanda para filmes de terror independentes, e nós acreditamos que podemos alcançar um público sólido através dos cinemas, lançamento digital e streaming.”

‘Peaky Blinders’: Série DERIVADA escala astro de ‘Game of Thrones’ e revela novos nomes; Confira!

A aguardada série derivada dePeaky Blinders anunciou oficialmente a escalação de novos nomes para o seu elenco principal, trazendo reforços de peso como Conleth Hill (conhecido por Game of Thrones) e Daniel Monks (‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’).

De acordo com o Deadline, Conleth Hill interpretará Clemmy Keeler, o feroz patriarca da família criminosa Keeler, que promete rivalizar diretamente com os Peaky Blinders pelo controle do território. Já Daniel Monks dará vida ao Inspetor Detetive Bell.

O elenco também ganhou o acréscimo de outros nomes promissores da indústria:

Para a alegria dos fãs da obra original, os atores Ned Dennehy e Packy Lee estão confirmados para reprisar seus icônicos papéis como Charlie Strong e Johnny Dogs, respectivamente, fazendo a ponte direta com a série clássica e com o filmePeaky Blinders: O Homem Imortal’

Produzida em uma parceria entre a BBC e a Netflix, a nova fase da franquia contará com pelo menos duas temporadas de seis episódios cada. A trama dará um salto temporal, ambientada uma década após o fim da Segunda Guerra Mundial, período em que a corrida pela reconstrução de Birmingham se transforma em uma disputa brutal e de proporções quase míticas.

No centro dessa nova era estarão Duke Shelby (interpretado por Jamie Bell) e Charles Shelby (vivido por Charlie Heaton). Os filhos de Tommy Shelby assumirão o protagonismo diante de uma Birmingham repleta de novas oportunidades econômicas e perigos letais.

O grupo de recém-chegados se junta a astros previamente anunciados, como Jessica Brown Findlay (Silo), Lashana Lynch (‘007 – Sem Tempo para Morrer’) e Lucy Karczewski (‘Stereophonic’), cujos papéis ainda são mantidos em segredo.

Nos bastidores, as produtoras Kudos e Garrison Drama lideram o projeto. O criador e roteirista da franquia, Steven Knight, retorna ao comando absoluto do roteiro, enquanto a direção dos episódios fica sob a responsabilidade de Mike Barker (‘The Testaments’) e Anna Zackrisson (‘Detective Hole’).

Charlie Heaton é Charles Shelby na primeira imagem da série derivada de ‘Peaky Blinders’; Confira!

A série contará com seis episódios e focará na próxima geração da família Shelby após a morte do patriarca interpretado por Murphy.

Na trama…

Após ter lutado em uma guerra violenta, grande parte dela atrás das linhas inimigas, Charles Shelby agora busca a normalidade. Ele não vê seu meio-irmão Duke há anos. Charles rompeu todos os laços com a gangue Peaky Blinders e com o estilo de vida hedonista dos Shelby. Mas será que é possível escapar do próprio sangue?

A produção, atualmente sendo rodada em Birmingham, se passará uma década após a Segunda Guerra Mundial, quando a reconstrução da cidade, destruída durante o Blitz, começa a ganhar ritmo.

Lembrando que ‘Peaky Blinders’ está disponível na Netflix.

Esquenta para Maligno, de James Wan – Conheça os Filmes Giallo

Para a alegria de todos, ou certamente dos amantes do estilo, um dos realizadores mais respeitados da atualidade no cenário do terror mainstream americano, James Wan, está de volta ao gênero que o consagrou. Dessa vez com Maligno, que estreia nos cinemas no início de setembro e promete fazer o público gelar a espinha. Sempre sinônimo de lucro e colecionando obras que tiveram êxito por parte da crítica especializada, James Wan expandiu horizontes e se aventurou em outros projetos de propostas absolutamente diferentes do habitual, conseguindo ir ainda mais longe e rendendo bilheterias que ultrapassaram a marca de um bilhão de dólares com Velozes & Furiosos 7 (2015) e Aquaman (2018), se tornando assim um dos cineastas mais pleiteados da indústria.

Primeiramente conhecido por criar excelentes obras de horror que acabaram virando franquias de sucesso e dataram tendências, o caso de Jogos Mortais (2004) e Invocação do Mal (2013), Wan aposta agora num subgênero ou movimento pouco explorado no cinema norte-americano, os chamados filmes Giallo. Característica que já era perceptível pelo trailer de Maligno e foi confirmado pelo próprio diretor em entrevistas recentes – aliás, não deixe de conferir a nossa entrevista exclusiva que fizemos com ele aqui no CinePOP.

Mas, afinal, o que são esses tais giallo movies e por que tanta gente adora e faz referência até hoje? Provavelmente, muitos de vocês conhecem as chamadas pulp fictions – termo que foi amplamente popularizado após a estreia do longa de mesmo nome, de Quentin Tarantino. Para quem ainda não sabe, as pulp fictions eram revistas baratinhas publicadas nos EUA, no início do século passado, que traziam contos de ficção cientifica, fantasia, terror e as mais variadas aventuras. Naquela época, os autores que publicavam nessas revistas não eram muito estimados, já que a vertente era considerada subliteratura. No entanto, algumas décadas depois, esses escritores passaram a ser considerados verdadeiros mestres, saindo de lá, por exemplo, gigantes como Lovecraft, Isaac Asimov e Agatha Christie.

Na Itália fascista, entre as décadas de 1920 e 1930, as revistas giallo representavam basicamente a mesma coisa das pulp’s, ainda que focassem principalmente em histórias de detetive e assassinos em série. Anos depois, a partir da década de 1960, alguns cineastas italianos tomaram esses contos como referência e criaram, meio que naturalmente, uma espécie de movimento dentro do cinema de horror. Seguindo as formulas, adaptando tudo aquilo que liam nas giallo e inserindo uma estética mais obscura e expressiva, com inimigos bem definidos que mais tarde iriam inspirar os filmes slashers, a exemplo de Sexta-Feira 13 e Halloween. Dario Argento e Mario Bava ainda são os mais conhecidos do cinema giallo, entretanto vários outros realizadores como Lucio Fulci, Ruggero Deodat, Luigi Bazzoni, foram tão importantes quanto e influenciaram artistas ao redor do mundo. E é justamente sobre os clássicos desses mestres do terror europeu que falaremos aqui. Uma lista com dez filmaços do estilo que vão te fazer ficar na ponta do sofá e se preparar para aguardada estreia de Maligno.

  1. Uma Lagartixa num Corpo de Mulher (1971)

Começando com Lucio Fulci, no seu segundo giallo, onde o primeiro foi Uma Sobre a Outra (1969), e em Uma Lagartixa num Corpo de Mulher vemos a filha de um influente político britânico que, depois de consecutivas alucinações constantes e pesadelos terríveis, se vê presa na própria dúvida de ter ou não matado uma pessoa. Consultando-se regularmente com um psicanalista, ela descobre que possui um transtorno de dupla personalidade, porém, num determinado momento, percebe que pode estar tramando algo contra si mesma. O grande destaque aqui vai para o roteiro complexo que se aventura por um novo tipo de narrativa dentro do gênero.

  1. O Pássaro Sangrento (1987)

No caso de O Pássaro Sangrento, de Michele Soavi, temos um giallo que apareceu muitos anos depois do movimento, em 1987, e é considerado por muitos apenas um filme slasher, no entanto podemos observar diversas particularidades dos giallo não apenas no roteiro, mas em conceitos estéticos e narrativos. Nele vemos um diretor de teatro decadente que planeja atrair a atenção da mídia encenando um musical que narra a vida de Irving Wallace, um assassino em série. O grupo então se reúne num depósito para ensaios noturnos, sem saber que quem está no palco, interpretando o psicopata que usa uma máscara de coruja, não é apenas um ator, mas sim o verdadeiro Irving Wallace, que havia fugido de um manicômio.

  1. Tenebre (1982)

Já um pouco distante dos clássicos giallo que havia realizado, Dario Argento traz em Tenebre uma narrativa elegante e diferente, que iria sofisticar ainda mais em filmes futuros. Todavia Tenebre possui vários atributos que o constitui como um giallo, como a própria trama em que vemos um autor que começa a ser perseguido por um serial killer – este que diz ser fã do seu trabalho. O assassino misterioso vai até as últimas consequências e começa a matar todos os envolvidos que participaram das obras do escrito.

  1. Torso (1973)

Mesmo que Mario Bava com Banho de Sangue (1971) tenha sido a principal fonte de inspiração para os chamados slashers, este Torso, de Sergio Martino, possui ainda mais elementos que foram utilizados em filmes como Sexta-Feira 13. A história se passa numa cidadezinha do interior da Itália, onde os jovens estão assustados com a onda de mortes e violência que vem acontecendo com os estudantes. Quatro garotas decidem tirar um tempo para descansar e esquecer em uma casa de campo, no entanto, por lá, passam a ser perseguidas pelo maníaco que atacava o lugar.

  1. Vestida para Matar (1980)

Esta é uma indicação a parte se compara as demais, pois se trata de um filme americano dirigido por uma cineasta também ianque muito conhecido, Brian De Palma, que mesmo bebendo de Hitchcock, sempre flertou com os giallo. Principalmente em Vestida para Matar, que possui todos elementos do subgênero como o assassino desconhecido, as luvas negras, cenas com muito sangue e aborda questões psicológicas centradas na sexualidade. Se você não está habituado com a narrativa europeia, essa é uma boa porta de entrada para conhecer um pouco do estilo.

  1. O Estranho Segredo do Bosque dos Sonhos (1972)

Aqui mais um filme do Lucio Fulci, considerado um dos pais do gore no terror europeu e com uma filmografia multifacetada, mas O Estranho Segredo do Bosque dos Sonhos é um dos poucos citados dentre os seus trabalhos. Todavia, acredite, esta é uma obra soturna, misteriosa e com uma trama completamente única que foi baseada em fatos reais. Onde um maníaco realiza uma série de assassinatos envolvendo um grupo de crianças num vilarejo da Sicília, Itália. A cidade inteira fica desesperada e todos os moradores passam a ser suspeitos. Acompanhamos então um jornalista que tenta desvendar esses casos e acaba se envolvendo em intrigas, gerando ainda mais violência para pessoas inocentes.

  1. Seis Mulheres para o Assassino (1964)

Há quem diga que Mario Bava já havia dado iniciado aos giallo movies com A Maldição do Demônio, em 1960, mas Olhos Diabólicos, de 1963, é oficialmente creditado como o primeiro filme a possuir as características solidas do estilo. Porém, foi um ano depois, com Seis Mulheres para o Assassino, que Bava moldou o estilo giallo durante os próximos anos. A história acontece numa casa de moda, onde modelos estão sendo perseguidas e apanhadas por um assaltante misterioso que chega até matar algumas das suas vítimas. Aqui o cineasta estabelece o padrão de mistério de assassinato sempre encharcado de cores berrantes que os filmes de Argento iriam “pegar emprestado”.

  1. O Pássaro das Plumas de Cristal (1970)

 

E falando em Dario Argento, o diretor estreou em grande estilo com O Pássaro das Plumas de Cristal, que era nitidamente mais refinado e melhor construído que os giallo que haviam saído até ali. Muito por Argento trazer um pouco do dinamismo narrativo do mestre Alfred Hitchcock, e juntar com as cores expressivas dos filmes do próprio Bavo. A aventura começa quando o escritor Sam Dalmas testemunha uma tentativa de assassinato cometida por um misterioso homem vestido de preto. A vítima sobrevive, mas como a polícia não consegue descobrir quem é o assassino, Sam decide investigar por conta própria.

  1. Banho de Sangue (1971)

Não tem jeito, Banho de Sangue é historicamente considerado o template dos filmes slasher, a começar pela trama, onde vários assassinatos acontecem numa baía paradisíaca, começando pela condessa Donati, a proprietária do local. Nele vemos vários adolescentes com os hormônios em ebulição, que por serem moradores das redondezas e herdeiros da propriedade, tornam-se também vítimas de um assassino em série, embora alguns membros do grupo pareçam ter intenções de matar seus próprios colegas. O desfecho então parece ainda mais incrível. No longa temos as clássicas luvas pretas, as cores gritantes e o trabalho de câmera alucinado, soando terrivelmente belo e hipnótico.

  1. Prelúdio Para Matar (1975)

Sim, Mario Bava começou tudo e deve ser reconhecido como o criador dos giallo movies, mas o também fã de Bava, Dario Argento, aperfeiçoou sua criação e elevou a outro patamar. E mesmo que Argento possua outros filmes mais conhecidos, vide Suspiria, Prelúdio Para Matar é o seu trabalho mais notável e considerado o melhor giallo já feito. Seguindo a formula do mestre, o cineasta mistura o clima de mistério aos elementos de terror para criar a ferramenta do “quem matou?”. Um filme extremamente violento, com muito suspense e personagens ameaçados por um assassino “invisível” maluco. E mesmo tudo parecendo surreal pelas influências expressionistas e reviravoltas, o espectador compra a trama até o final. Esta que traz o pianista Marcus Daly que testemunha um brutal assassinato de uma médium, mas não é capaz de reconhecer o rosto do criminoso. Com isso na cabeça, ele decide investigar o crime com a ajuda de uma repórter e mergulha num submundo perigoso, correndo cada vez mais riscos à medida em que se aproximam da verdade, pois a dupla é constantemente observada pelo assassino.

Bônus: Suspiria (1977)

Suspiria é sem dúvidas o maior expoente do terror italiano, o longa mais famoso de Dario Argento (que ganhou até um remake nos últimos anos), além de ser frequentemente descrito como um filme giallo, mas há controvérsias sobre essa definição. Se formos pegar as principais características do subgênero, pelo menos na base literal que ele foi criado, seguindo as histórias de detetive, o filme não poderia se enquadrar no estilo. No entanto, como vemos nos títulos anteriormente citados, a vertente ganhou novos contornos e passou a ser algo que iria muito além dessa estrutura. Todo apelo estético e conceito visual, o estilo narrativo inquieto, as tramas insanas ou mesmo a abordagem dos personagens são particularidades que acabam se sobressaindo. E Suspiria possui todas elas, ainda que seja um filme gótico mergulhado no horror sobrenatural. Então, é possível sim considerar Suspiria não apenas como um filme giallo, mas a evolução ou a expressão artística máxima do tal subgênero.

Jenna Coleman diz que Neil Gaiman apoia spin-off de ‘Sandman’ sobre ‘Constantine’

Muitos consideram Johanna Constantine um dos maiores destaques de ‘Sandman‘ na Netflix. A nova versão do herói caiu no gosto do público e não demorou para que surgissem pedidos por um spin-off focado na personagem. Por sinal, uma campanha para fazer a série derivada tem o apoio do próprio Neil Gaiman.

A notícia em questão foi revelada por Jenna Coleman, atriz que interpreta a ocultista na produção da Netflix. Em entrevista ao THR, ela foi questionada se ficou sabendo que há pedidos por uma série de Constantine.

“Sim, do próprio Neil! Uma das razões pelas quais eu queria fazer isso era que o personagem parecia tão formado, e o que era realmente atencioso da parte de Neil e Allan é que eles enviaram o roteiro, mas não falaram quem era a personagem. Então não sabia que era Constantine quando li. Então tive minhas próprias ideias sobre quem era essa pessoa sem ter nenhum conceito formado sobre Constantine antes, o que foi muito esperto. Mas sim, Neil me avisou. Ele e Allan realmente apoiam isso. Eles parecem achar que seria uma boa ideia”, disse ela quando foi questionada se queria mesmo fazer a série.

A Warner após ‘Sandman‘ anunciou um novo filme de ‘Constantine‘ novamente protagonizado por Keanu Reeves (Matrix). Jenna Coleman se esquivou quando perguntada se acredita que sua versão do personagem tem a ver com o retorno dele aos cinemas, mas celebrou fazer parte do “Constantineverso”: “Estou curtindo isso. Na verdade, eu ando por aí dizendo ‘eu basicamente sou o Keanu Reeves’”.

Lembrando que todos os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na Netflix.

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco conta com Tom Sturridge (Sonho), Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) será o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

A Volta dos Bravos

 

(Home of the Brave)

Elenco: Samuel L. Jackson, Jessica Biel, Brian Presley, Curtis Jackson.

Direção: Irwin WinklerGênero: Drama/GuerraDistribuidora: FlashstarEstreia: Direto em DVD

Sinopse: Samuel L. Jackson é Will Marsh, um soldado do exército americano que durante vários meses serviu como médico no Oriente Médio. Quando ele, enfim, retorna para casa, sua família se sente muito feliz, mas passam a ter problemas de relacionamento com ele. Alcoolismo, depressão, discussões entre pai e filho, aceitações. Problemas gerados pelos traumas da guerra.

Curiosidades:
» —


Cartazes:

 

Fotos:

 

 

Conheça o suspense ‘Sadie’, que traz um perigoso jogo moral e sexual

A jovem Analeigh Tipton, de ‘Amor à Toda Prova‘, foi contratada para estrelar o suspense ‘Sadie‘.

Na trama escrita por Brian Clark, Sadie (Tipton) é uma jovem escritora que é chamada pelo ex-amante para seguir até uma vila italiana com o objetivo de comemorarem o lançamento do seu novo livro. Ela chama sua enigmática amiga Charlotte para acompanhá-la na viagem.

À partir do momento em que todos os três passam a se envolver, Sadie começa a temer suas verdadeiras intenções, enquanto ela e Charlotte se envolvem em um perigoso jogo moral e sexual.

Craig Goodwill dirige. Jakob Cedergren viverá o ex-amante e Peter Gadiot será o atual namorado de Sadie.

O filme estreia em meados de 2017.

Novo comercial de ‘Angry Birds’ parodia clássica cena de ‘O Iluminado’

Muito legal mesmo! Rendeu ótimas risadas.

O novo comercial de ‘Angry Birds‘ traz algumas novas cenas e a paródia a clássica sequência presente em ‘O Iluminado‘, das gêmeas.

O filme estreia nas telonas Brasileiras no dia 12 de maio, com cópias dubladas e legendadas em 2D e 3D.

Marcelo Adnet emprestará sua voz para dublar o personagem principal do filme, o passarinho Red. Dani Calabresa será a dubladora da personagem Matilda, que no filme coordena um grupo de terapia de controle de raiva na Ilha dos Pássaros.

Adnet já trabalhou com a Sony em 2011, quando foi o dublador de todos os personagens no sucesso ‘Zelador Animal’ (Zookeeper). Mais dubladores que estarão na animação serão anunciados em breve pela Sony Pictures Brasil.

Sony divulga datas de ‘O Protetor 2’, ‘Uncharted’, ‘Caça-Fantasmas’ e ‘Angry Birds’ 

Na comédia de animação 3D,  ‘Angry Birds: O Filme‘, vamos finalmente descobrir o por quê destes pássaros serem tão bravos. O filme nos leva a uma ilha populada inteiramente por pássaros felizes e que não podem voar – ou quase inteiramente. Neste paraíso, Red (Jason Sudeikis), um pássaro com problemas de temperamento, o veloz Chuck (Josh Gad), e o volátil Bomba (Danny McBride, É O Fim, “Eastbound and Down”) sempre foram excluídos. Mas quando a ilha é visitada por misteriosos porquinhos verdes, cabe a estes improváveis rejeitados descobrir o que os porcos estão tramando.

Jason Sudeikis (‘Quero Matar Meu Chefe’, ‘Família do Bagulho’) lidera o elenco como Red, um pássaro temperamental. Josh Gad, que dublou o boneco de neve Olaf em ‘Frozen – Uma Aventura Congelante’, interpreta o veloz Chuck, e Danny McBride (‘É o Fim’, ‘Eastbound & Down’) é o volátil Bomb. Bill Hader (‘Saturday Night Live’) está no time dos porcos, e Peter Dinklage (‘Game of Thrones’) será o lendário Mighty Eagle.

angry birds

angry birds

angry birds

angry birds

angry birds