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Atriz de ‘The Witcher’ é ATERRORIZADA no trailer de ‘Baghead – A Bruxa dos Mortos’; Confira!

A Imagem Filmes divulgou o trailer legendado de ‘Baghead – A Bruxa dos Mortos‘, terror sobrenatural estrelado por Freya Allan (‘The Witcher’).

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de março de 2024.

Alberto Corredor é responsável pela direção.

Após o falecimento de seu pai, Iris herda um antigo bar e se depara com um segredo obscuro: o local abriga uma entidade capaz de incorporar os mortos. Tentada a explorar os poderes da criatura e ajudar pessoas desesperadas em troca de dinheiro, Iris mergulha em um terreno perigoso. Ao lado de sua melhor amiga Katie, ela agora precisa lutar para manter o controle sobre Baghead e descobrir como destruí-la antes que ela as destrua.

O elenco ainda conta com Ruby Barker, Peter Mullan, Saffron Burrows, Ned Dennehy, Jeremy Irvine e Julika Jenkins.

Christina Pamies, Bryce McGuire e Lorcan Reilly assinam o roteiro.

O legado continua no teaser dos episódios FINAIS de ‘Yellowstone’; Confira!

A Paramount+ divulgou o primeiro teaser dos episódios finais da aclamada série ‘Yellowstone‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção retornará com episódios inéditos no dia 10 de novembro.

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A série foi criada por Taylor Sheridan e John Linson.

A história é centrada na luta, por vezes violenta, de uma família do interior do estado de Montana contra a invasão de sua propriedade.

Kevin Costner, Luke Grimes, Kelly ReillyWes BentleyCole Hauser estrelam. O novo ciclo conta com a adição de Jacki WeaverPiper PeraboKathryn KellyFinn Little.

Trailer LEGENDADO do novo terror do diretor de ‘Uma Noite de Crime’

O terror ‘The Home‘, estrelado por Pete Davidson (‘Morte Morte Morte’), ganhou trailer legendado.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

James DeMonaco (‘Uma Noite de Crime’) comanda o projeto. Ele também assina o roteiro ao lado de Adam Cantor.

Max, um homem problemático, começa a trabalhar em uma casa de repouso e descobre que seus moradores e cuidadores guardam segredos sinistros. Ao investigar o prédio e seu quarto andar proibido, ele começa a descobrir conexões com seu próprio passado e sua criação como filho adotivo.

John GloverBruce AltmanMatthew MinieroMarilee Talkington e outros completam o elenco.

O longa chega aos cinemas norte-americanos em 25 de julho, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

A Maravilhosa Árvore Encantada

(The Magic Faraway Tree)

 

Elenco:

Andrew Garfield
Claire Foy
Rebecca Ferguson

 

Direção: Ben Gregor

Gênero: Aventura

Duração: 110 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 10 de Setembro de 2026

Sinopse: 

Em A MARAVILHOSA ÁRVORE ENCANTADA, uma família se muda para o campo em busca de recomeço e uma nova oportunidade de conexão entre pais e filhos. Sem Wi-Fi e longe das telas, as crianças passam a explorar o mundo ao seu redor e descobrem algo extraordinário: uma árvore mágica que os leva a mundos fantásticos, onde vivem aventuras extraordinárias que transformam toda a família e os fazem redescobrir o valor de estarem juntos.

Curiosidades: 

» O longa é baseado na clássica saga literária infantil A Árvore Mágica, escrita por Enid Blyton;

» Simon Farnaby, de ‘Wonka‘, assina o roteiro da adaptação;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Star Wars Celebration: Confira fotos do elenco no painel de ‘Os Últimos Jedi’

A Star War Celebration começou nesta quinta-feira (13) e desde então uma série de novidades a respeito da franquia de sucesso tem sido divulgada. Além do lançamento do primeiro teaser trailer, alguns assuntos ligados à trama de ‘Os Últimos Jedi‘ e sobre o futuro da General Leia no Episódio IX  foram esclarecidos.

E durante o painel a respeito do próximo filme da saga, conduzido pelo ator Josh Gad, estavam presentes diretor Rian Johnson, a chefe da LucasilmKathleen Kennedy, e os atores Daisy Ridley, John Boyega, Mark Hamill e a recém-chegada Kelly Marie Tran.

Confira as fotos do painel:

Diretor divulga foto da abertura de ‘Star Wars – O Último Jedi’

Identidade do Último Jedi pode ter sido revelada em ‘Star Wars: O Despertar da Força’

O elenco de ‘Star Wars – Os Últimos Jedi‘ é composto por Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.

A estreia de Os Últimos Jedi acontecerá dia 15 de Dezembro.

‘Charlie Says’: Matt Smith viverá Charles Manson em cinebiografia

O astro britânico Matt Smith viverá o psicopata Charles Manson nos cinemas, na produção intitulada ‘Charlie Says’. A confirmação foi feita pelo site The Wrap.

A cinebiografia, que anteriormente se chamava ‘The Family’, é inspirada em dois livros, chamados ‘The Family’ – de Ed Sanders, lançado em 197’ – e ‘The Long Prison Journey of Leslie Van Houten’, da autora Karlene Faith.

De acordo com a publicação, o novo filme não terá seu foco diretamente em Charles Manson, mas sim em três de seus seguidores e o impacto que seus ensinamentos surtiram na vida de cada um deles. Posteriormente todos foram presos por participarem de uma série de assassinatos, como o da atriz Sharon Tate.

‘The Crown’: Netflix divulga primeira imagem do príncipe Charles; Confira!

A Netflix divulgou uma nova imagem da terceira temporada de ‘The Crown, que revela o visual do ator Josh O’Connor como o príncipe Charles.

Confira:

Após a divulgação das primeiras imagens de Helena Bonham Carter como Princesa Margaret e Ben Daniels como seu marido, Antony Armstrong-Jones, mais duas fotos foram reveladas no passado recente.

É possível ver o visual de Olivia Colman como a rainha Elizabeth II e seu marido, o príncipe Philip, vivido nesta fase por Tobias Menzies.

Confira:

 

A atriz Erin Doherty, da série ‘Call The Midwife‘, dará vida à Princesa Anne.

The Crown‘ reúne o aclamado roteirista Peter Morgan (A Rainha, Frost/Nixon), o diretor Stephen Daldry (Billy Elliot, As Horas) e o produtor Andy Harries (A Rainha).

Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, ‘The Crown‘ conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘Aves de Rapina’ é o filme mais aguardado de 2020, segundo os usuários do IMDB

A adaptação dos quadrinhos ‘Aves de Rapina‘ é o filme mais aguardado de 2020, pelos usuários do IMDB. A revelação foi feita pelo próprio portal, a partir de um levantamento feito dos dados das page views dos mais de 200 milhões de visitantes do site ao redor do mundo.

Já a segunda posição no ranking de estreias mais aguardadas ficou com ‘Sonic: O Filme‘. A versão live-action do personagem do videogame virou manchete no passado em virtude do visual antropomórfico do protagonista animado.

E após inúmeras reações negativas, a Paramount Pictures decidiu voltar para a mesa de animação e recriar o bichano, seguindo o apelo popular. A versão mais recente agradou o público e fez com que o longa caísse no gosto dos fãs.

Já o terceiro lugar está com ‘Top Gun: Maverick‘, a aguardada sequência do clássico oitentista. O longa traz o retorno dos protagonistas principais do original, incluindo o próprio Tom Cruise.

A lista continua com ‘007: Sem Tempo Para Morrer‘, na quarta posição, seguido por ‘Viúva Negra‘ (5ª), ‘Mulan‘ (6ª), ‘Mulher-Maravilha‘ (7ª), ‘Duna‘ (8ª), ‘King’s Man: A Origem‘ (9ª) e ‘Velozes e Furiosos 9 (10ª).

 

Lembrando que ‘Aves de Rapina‘ estreia nos cinemas nacionais no dia 6 de fevereiro de 2020.

Assista ao trailer:

Já ouviu falar daquela sobre o policial, o passarinho, a psicótica e a princesa da máfia? Aves de Rapina é um conto deturpado contado pela própria Harley Quinn, e da única forma como Harley consegue contá-la. Quando o vilão mais narcisista e nefasto de Gotham City, Roman Sionis, e sua zelosa mão-direita, Zsasz, colocam o alvo em uma garota chamada Cass, a cidade vira de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Harley, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya colidem um com o outro e o time não tem escolha a não ser derrubar Roman de seu pedestal.

O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

Cathy Yan fica a comando do projeto, enquanto Christina Hodson assina o roteiro.

Crítica | Fada Madrinha: Original Disney+ redefine o “felizes-para-sempre” com bom humor e sensibilidade

Parte do imaginário infantil de infindáveis gerações de crianças, os contos de fadas marcaram sucessivas eras do cinema e da cultura POP de forma geral. Entre suntuosos vestidos de gala e princesas frágeis e indefesas, essas histórias moldaram também uma identidade social equivocada, incompleta e muitas vezes incoerente. Mas à medida que o ano de 2020 se aproxima também do fim de mais uma década, dezembro traz consigo um novo conto de fadas. Às avessas, Fada Madrinha é a reinvenção do clássico “felizes para sempre”, com uma mensagem que – ainda que seja óbvia – nunca foi tão necessária.

A era da tecnologia, com sua indústria de influencers alimentados por seguidores robôs e compras de likes, têm ajudado a perpetuar uma ideia mais contemporânea do verbete “felizes para sempre”. Em um mundo onde o Instagram se tornou o novo conceito de perfeição, ainda parece que patinamos em encontrar a beleza do realismo da vida comum, sem filtros excessivos e fotos manjadas demais para serem verdades. E nesse sentido, Fada Madrinha – dirigido por Sharon Maguire – já se comunica muito bem com o público.

Se apoiando nos pilares que teoricamente sustentariam a vida perfeita: O príncipe encantado e um vestido de gala, a nova comédia original Disney+ revisita a atmosfera alegórica e caricata dos seus próprios clássicos contos de fadas, trazendo-os à tona apenas para desconstruí-los diante da audiência. Aqui, Eleanor (Jillian Bell) é uma jovem fada madrinha que – a fim de salvar a sua Terra Mãe – precisa provar que as pessoas ainda acreditam no combo “felizes para sempre”. Mas ao decidir atender os anseios de uma antiga carta escrita por uma pequena sonhadora, ela descobrirá que neste novo tempo, não há mais espaço para os velhos e perfeitos contos que não condizem com a realidade humana.

E este confronto entre o fantabuloso universo das fadas e o complexo mundo real é um dos aspectos que torna Fada Madrinha uma das comédias natalinas mais prazerosas dos anos mais recentes. Mesmo cercada por inúmeros clichês Disney, ela é uma experiência cinematográfica deliciosa. O seu humor promove o riso frouxo na audiência, que vai se divertir com anedotas cômicas que são a cara da comédia pastelão. Fazendo um delicioso choque de cultura entre o universo fantástico das fábulas e as tretas da vida adulta no mundo em que vivemos, a produção é leve, envolvente e ainda faz uma espécie de mea culpa pela insistente idealização de felizes para sempre tão calcada no imaginário infantil feminino.

Permeando o filme com referências POP que vão desde às trilhas sonoras de alguns dos longas mais amados da história do cinema – como O Picolino e A Noviça Rebelde, a comédia ainda se torna um deleite por flertar com os melhores aspectos das animações antigas da Casa do Mickey. Com uma atmosfera natalina que ainda traz aquele vigor delicioso e super clichê das produções desse subgênero, Fada Madrinha une a vibe apaixonante do fim do ano ao formato mais caricato da sua comédia, entregando uma combinação que é puro cinema-conforto, ideal para o momento em que vivemos.

Trazendo um elenco forte de mulheres protagonistas, encabeçado por Isla Fisher e Jillian Bell, Fada Madrinha olha para o retrovisor da Disney com respeito ao tempo de cada uma das suas mais icônicas animações de princesas, conforme reitera a necessidade de um novo momento – onde a vida real, suas mazelas e delicadezas frágeis também possam ser celebradas com honra e leveza. Tratando algumas questões mais sensíveis como a perda e as diversas formas de lidar com o luto em família, a comédia redefine o conceito de contos de fadas de maneira simplista, mas o faz com tanto carinho e carisma, que é impossível não se deixar levar por mais essa magia Disney.

‘LOL: Se Rir, Já Era’: Série de comédia brasileira já está disponível na Amazon Prime Video

A série de comédia brasileira ‘LOL: Se Rir, Já Era‘ já está disponível na Amazon Prime Video. A produção teve a sua estreia na última sexta-feira (03) na grade de programação.

Confira a sinopse oficial:

Juntos em um estúdio com 46 câmeras, os participantes se desafiam para ver quem consegue ficar sem rir e, ao mesmo tempo, tentam fazer seus oponentes gargalharem. A última pessoa a restar no jogo, ganha um prêmio de R$ 350 mil que será revertido para uma instituição de caridade escolhida pelo vencedor.

Tom Cavalcante e Clarice Falcão apresentam o programa juntos, que ainda conta com a participação de Nany People, Marlei Cevada, Noemia Oliveira, Thiago Ventura e mais.

Assista ao trailer:

‘Blood on Snow’: Pilou Asbæk, de ‘Game of Thrones’, entra para o elenco da adaptação de thriller policial

O suspense ‘Blood on Snow‘, novo projeto do diretor Cary Joji Fukunaga (True Detective, 007 – Sem Tempo para Morrer), acaba de ganhar um reforço de peso: o ator Pilou Asbæk, conhecido por interpretar o impiedoso Euron Greyjoy em ‘Game of Thrones‘, se juntou ao elenco estelar da produção.

A informação foi divulgada com exclusividade pelo The Hollywood Reporter.

Baseado no thriller policial homônimo do autor Jo Nesbø, lançado em 2015, ‘Blood on Snow‘ acompanha Olav, um assassino de aluguel contratado para matar a esposa de seu chefe — e que, inesperadamente, se apaixona pela mulher que deveria eliminar. O papel de Olav será interpretado por Aaron Taylor-Johnson, enquanto o elenco já confirmado também conta com Benedict Cumberbatch, Eva Green, Emma Laird e Ben Mendelsohn.

Embora o papel de Pilou Asbæk ainda esteja sendo mantido em sigilo, o ator celebrou sua participação no projeto:

“Fazer parte de ‘Blood on Snow‘ tem sido uma experiência incrível. O time, o elenco e a equipe são excepcionais, e estou orgulhoso de integrar um projeto com tanto coração. Mal posso esperar para que o público assista.”

Asbæk atualmente estrela a 3ª temporada da série ‘Foundation‘, da Apple TV+, e também estará no próximo filme de Michael B. Jordan, ‘The Thomas Crown Affair‘, pela Amazon MGM Studios. Seus trabalhos anteriores incluem séries como ‘Borgen‘, ‘The Borgias‘ e ‘The Investigation‘, além de longas como ‘Aquaman 2: Reino Perdido‘ e ‘A Hora do Vampiro‘.

Blood on Snow‘ está sendo filmado na Letônia e marca uma colaboração direta entre Jo Nesbø, que coassina o roteiro ao lado de Ben Power, e Fukunaga, que também atua como produtor. A produção executiva inclui nomes como Mike Larocca, Michael Schaefer, Tracey Seaward e o próprio Nesbø.

Com um elenco de peso e uma trama repleta de tensão e reviravoltas, o longa promete ser um novo destaque no universo dos thrillers criminais.

A sinopse do longa revela: “Olav (Taylor-Johnson), o pistoleiro de confiança de Hoffman, é um assassino frio e eficiente, perfeito para o trabalho. Mas por trás de seu exterior implacável, há uma inteligência inesperada e um código moral firme, moldado por uma infância complicada… Quando Hoffman ordena o assassinato de sua própria esposa, os princípios de Olav entram em conflito com suas lealdades. Em vez de apertar o gatilho, ele elabora um plano que o transforma no próximo alvo de Hoffman. Sem um lugar seguro para se esconder, Olav forma uma aliança precária que o coloca no epicentro da mortal guerra de gangues em Oslo. De ex-enforcer violento, a decisão de Olav o torna um herói improvável em um mundo onde nenhum ato de bondade fica impune”.

As filmagens estão previstas para o final deste ano.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ ganha novo trailer internacional; Vem ver!

O site Comic Book divulgou um novo trailer internacional de Vingadores: Guerra Infinita. O vídeo contém cenas dos trailers anteriores editadas em nova ordem. Assista:

Comercial da Disney revela armadura completa do Homem de Ferro em ‘Guerra Infinita’; Vem ver!

Vingadores: Guerra Infinita chega em 26 de abril de 2018 e Vingadores 4 tem estreia marcada para 2 de maio de 2019.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ mostrará a dor e sacrifício dos heróis, diz diretor

‘Star Wars: Episódio 9’: Collin Trevorrow fala sobre sua saída pela primeira vez

O cineasta Collin Trevorrow falou pela primeira vez sobre sua saída de ‘Star Wars: Episódio 9’.

Em uma entrevista à revista britânica Empire, ele comentou que a decisão foi mútua e que evita falar no assunto, para que isso não prejudique a “magia” de ‘Star Wars’.

Disse:

“Eu não quero me estender sobre isso porque não quero que isso afete a maneira como os fãs encaram esses filmes. Quando nós éramos crianças, essas produções chegavam a nós como algo vindo de um lugar muito distante. Eles eram um presente. E quanto mais nos delongamos sobre esse assunto, mas isso revela que todo esse universo não passa de simples filmes. Mas eles não são apenas filmes, são muito mais que isso. E além disso, eu tive a oportunidade de poder contar uma história que é uma celebração de tudo que eu acredito. Pude contá-la ao George Lucas, ao Luke Skywalker… e essas experiências são coisas que eu estimarei pelo resto da minha vida”.

Star Wars: Episódio 9’ estreia dia 20 de dezembro de 2019.

WandaVision Análise | 8º episódio vira o jogo e faz revelações BOMBÁSTICAS [SPOILERS]

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu ao oitavo episódio de WandaVision, não leia esta matéria, a menos que não se importe em receber spoilers.

O arrebatador oitavo episódio de WandaVision já está disponível no Disney+ e está dominando os Trending Topics do Twitter. Depois de uma abordagem mais “protocolar” na semana passada, a Marvel abriu de vez as portas para a Fase Quatro do Universo Cinematográfico Marvel. Mas vamos lá destacar os principais pontos do episódio dessa semana!

Vamos começar com a bruxinha mais (não) querida da Marvel, Agatha Harkness (Kathryn Hahn). Após revelar sua verdadeira identidade, Agatha se mostrou a provável vilã da série. Porém, no episódio de hoje, ela funciona como o fio condutor da trama, guiando a Wanda (Elizabeth Olsen) em um tipo de regressão ou terapia, passando por diversas fases de seu luto e depressão. Conforme é mostrado no início do episódio, Agatha passou por poucas e boas em Salem, agindo como uma bruxa sem mentoria e julgada por isso. Ou seja, ela sabe como é ser uma feiticeira sem ter o controle de seus poderes, assim como Wanda. Será mesmo que ela é a vilã da série? Porque nessa “regressão”, a bruxa parece entender os pontos da jovem e está sempre testando até onde Wanda consegue ir, tal qual uma psicóloga tentando ajudar um cliente a encarar e lidar com os traumas do passado. Acredito que ela vá terminar a série como um tipo de anti-herói, podendo até mesmo assumir o papel de mentora da Feiticeira Escarlate daqui pra frente.

Falando em Feiticeira Escarlate, Wanda enfim assumiu o nome de super-heroína dos quadrinhos. Isso não tinha acontecido antes porque os direitos sobre o nome estavam com a FOX, como a Disney comprou a FOX, aproveitaram a série para dar nome às bruxas. Agatha revela a Wanda que ela é uma Feiticeira Escarlate, título que é anunciado como se fosse para alguém predestinado, tipo o Anakin Skywalker na franquia Star Wars. Isso mostra que a feiticeira vai enfim chegar ao seu potencial máximo. Nessa viagem pelo passado de Wanda, entretanto, vemos algo ainda mais interessante do que apenas esse nome: a confirmação de que ela já nasceu com os poderes, tendo eles apenas potencializados pelo encontro com a Joia da Mente. Em outras palavras… Os mutantes já existem no Universo Cinematográfico Marvel, escondidos por aí com habilidades ocultas. Na verdade, essa história de ter um poder “adormecido” sendo despertado pelas Joias do Infinito lembra muito mais a origem dos Inumanos. Mas é aquela história, né? Entre introduzir os X-Men e reintroduzir os Inumanos, que devem aparecer na série da Miss Marvel e numa futura série dos Jovens Vingadores, parece mais urgente para a Marvel trazer os mutantes para essa realidade.

Já o Diretor Hayward (Josh Stamberg), cabeça por trás da E.S.P.A.D.A., se revelou uma ameaça na série. Não que ele seja necessariamente um vilão. Quer dizer, ele é o chefe de uma organização espacial que mexe com armas, é meio que o papel dele ser o babaca insensível que quer transformar tudo em arma. A propósito, os caras da E.S.P.A.D.A. merecem um elogio pela criatividade de chamar de Operação Catarata um procedimento para reviver o Visão (Paul Bettany) mais “focado”. Isso porque a catarata é a doença que mais tira a visão das pessoas no mundo. Enfim, a organização trabalhou esse tempo todo para criar uma nova versão do sintozoide, mas sem os sentimentos: o Visão Branco. Ele nada mais é que a versão reconstruída do robozão, mas sem o “lado humano”. Lembra em Vingadores: Guerra Infinita (2018), quando os personagens dizem que o Visão é um amontoado de partes dentro de um corpo metálico? Então, na versão branca, eles deixam apenas a parte “máquina” dele, podendo fazer com que ele vire um tipo de vilão ou acabe servindo como novo corpo para a consciência do Visão criado pela Wanda dentro do Hex.

Fora tudo isso, ainda tem para resolver a questão das crianças, que podem ou não sobreviver no último episódio, já que muitos ainda não descartaram a possibilidade do Mephisto ou do Pesadelo se revelarem os verdadeiros vilões da série; O Visão do Hex deve acabar confrontando o Visão Branco; O Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) deve aparecer por conta de Agatha, Wanda ou outra ameaça maior; precisamos saber também quem é o Pietro Fake (Evan Peters) e o que ele fez com a Fóton (Teyonah Parris), e, acima de tudo, isso tudo terá que se juntar de forma coerente no Series Finale. É meio arriscado chegar ao último episódio do seriado com tantas pendências a serem resolvidas, mas se tem algo que WandaVision já provou é que sabe amarrar essas tramas paralelas de forma eficiente, então basta aguardar ansiosamente pela próxima sexta-feira.

Os novos episódios de WandaVision estreiam toda sexta-feira no Disney+.

Crítica | Small Axe – Antologia fílmica de Steve McQueen mergulha na vivência dos cidadãos negros da Inglaterra

Nos últimos anos, a indústria cinematográfica se comprometeu, como um todo, a buscar novas vozes narrativas, novas histórias e novas visões de histórias que vinham sendo contada por um único viés. Enquanto importante ferramenta de articulação, muitas pessoas da indústria perceberam que as produções poderiam se voltar mais para o entendimento das identidades e promover o debate social, então, recentemente os espectadores estão sendo contemplados por produções que, entre outros temas, debatem o racismo de forma aberta, como a minissérie vencedora do Globo de Ouro de Melhor Ator, ‘Small Axe’, disponível no Brasil na plataforma da Globoplay.

Dividida em cinco episódios independentes e baseados em experiências reais, ‘Small Axe’ propõe um mergulho na vivência e na sobrevivência dos cidadãos pretos residentes na Inglaterra entre os anos de 1969 e 1982. O roteiro de Steve McQueen e Rebecca Lenkiewicz constrói cada episódio baseando-se em elementos, lugares ou personagens que contribuíram, de alguma maneira, para que a comunidade preta se sentisse mais em casa, se reconectasse com suas culturas e/ou conquistasse mais espaço e direitos em território londrino.

O primeiro filme é, sem dúvida, o melhor e mais impactante de todos – talvez por isso tenha uma duração maior que os demais: duas horas. Nele conhecemos ‘Mangrove’, um restaurante no coração de Notting Hill, cujo dono, Anthony (Darren Braithwaite) é um homem preto. Isso – e os frequentadores do restaurante, todos pretos – é o suficiente para que policiais como Pulley (Sam Spruell) inventasse desculpas para invadir o lugar e causar todo tipo de transtorno. Até o dia em que Darcus (Malachi Kirby) e Altheia (Letitia Wright), membros do Pantera Negra, decidem organizar um protesto pelos direitos dos frequentadores do restaurante, que acaba desencadeando na prisão e julgamento de nove pessoas. Baseado em história real.

Talvez para dar uma quebrada na tensão, o segundo filme é mais light, centrado numa legítima festa da comunidade em uma casa no subúrbio inglês. A história é só essa mesma: pessoas que vão a uma festa e se divertem. É uma produção acima de tudo musical, boa pra deixar rolando na tv num sábado à noite. Já o terceiro filme, protagonizado por John Boyega no papel de Leroy, aborda a história de um rapaz preto que, contrariando a família, decide entrar para a polícia pois acredita que, estando dentro, poderá mudar o sistema e proteger sua comunidade. É o episódio que rendeu o Globo de Ouro.

Dirigido por Steve McQueen, a minissérie fílmica traz um panorama bem de dentro do que é ser um cidadão preto em um país que, naquele momento, enfrentava lutas pela independência dos países africanos. Não era (e ainda não é) fácil ser imigrante em um país, e ‘Small Axe’ constrói um retrato bem real dessa sensação, mesclando a parte boa com as tensões político-raciais. Talvez apenas a ordem com que as histórias são contadas pudesse ter sido diferente, deixando o melhor e mais longo filme para o fim. É uma ótima produção, porém, sem grande orçamento para um marketing maciço e sem a ajuda do boca a boca que convença as pessoas assistirem, pode acabar se tornando uma dessas pérolas que ninguém assiste, simplesmente porque não sabiam que existiam.

‘The Big Bang Theory’: Elenco dança nos bastidores da série em vídeo hilário

A popular série de comédia ‘The Big Bang Theory‘ está caminhando para o seu encerramento. Os atores estão realizando as últimas atividades de gravação da série e, portanto, se divertindo ao máximo para tornar a despedida menos dolorosa.

No caso, os atores realizaram um flashmob ao som de ‘Larger than Life’ dos Backstreet Boys.

Confira:

Recentemente, Kaley Cuoco, a Penny, a atriz escolheu levar um item que traz diversas lembranças bastante fortes dos dias de gravação intensa. Em conversa com o PopCulture, ela revelou:

“É um pedaço de arte na porta de dois robôs, e tem uma história bem significativa entre eu e o produtor Steve Molaro, por isso também peguei. É uma história pessoal entre nós, mas nós temos uma conexão e ele tem a peça original, e mandou fazer essa para série.”

Recentemente, foi confirmado que o episódio final terá uma hora de duração.

A informação foi compartilhada pelo criador da produção, Chuck Lorre, em entrevista ao TVLine. Segundo ele, o final será dividido em um episódio duplo.

Disse:

“Será um episódio de uma hora – dois capítulos que se conectarão. Eles serão episódios separados que contarão com uma linha de conexão”.

Os detalhes em relação ao episódio final permanecem sigilosos e ainda não se sabe quando ele irá ao ar.

Confira:

Por meio de sua conta oficial do Instagram, Jim Parsons compartilhou uma simbólica carta aberta, acompanhada da primeira foto tirada nos bastidores das filmagens da última temporada.

“É difícil (quase impossível na verdade) aceitar que esta é uma foto do primeiro dos 24 episódios finais que vamos filmar para The Big Bang Theory. Sinto-me muito feliz por termos outros 23 episódios para gravar nesta temporada, porque tenho esperança de que, com cada um, meu nível de REALMENTE aceitar esse fato afundará. Algo mais pelo qual me sinto grato – e essa gratidão não precisa de tempo para “afundar” ou tornar-se mais “ciente”; Esse sentimento de gratidão está sempre comigo, mas é multiplicado neste momento em que anunciamos nossa última temporada – mas sinto uma gratidão tão intensa por nossos espectadores dedicados, que são a razão REAL da oportunidade de explorar esses personagens por 12 anos das nossas vidas.

Sinto-me grato à nossa tripulação – muitos, muitos dos quais estão conosco desde o primeiro dia – e que são as pessoas que trazem uma sensação de estabilidade e confiabilidade, que são tão calorosas e gentis e sempre rápidas em dizer olá e sorrir para nós. Toda vez que chegamos ao set e que, mesmo que você não os veja na TV, são em muitos aspectos o batimento cardíaco real e constante que mantém esse corpo de trabalho vivo e respirando, enquanto nós, como braços e pernas agitados, agimos como idiotas e tolos na tentativa de fazer alguém rir.

Sou grato a todos os escritores do programa – aqueles que estão conosco agora e aqueles que vieram e partiram – porque, sem eles, não haveria literalmente The Big Bang Theory jamais, nunca. Os roteiristas pensaram neste show, os roteiristas criaram esses personagens, os roteiristas são aqueles que encontraram maneiras de continuar criando formas orgânicas e divertidas de manter a vida desse show, o que é uma tarefa muito, muito mais desafiadora do que qualquer outra pessoa, que não fossem eles, jamais saberiam ou entenderiam.

E enquanto eu sei que eles já sabem disso, vale a pena repetir uma e outra vez: Eu sou tão completamente grato pelo elenco nesta foto e os membros do elenco que não são retratados aqui – se eles estavam em uma cena ou muitos episódios ao longo do caminho; todos vocês são meus companheiros de brincadeira, pelos quais me apaixonei e que se tornaram parte da minha vida no set e fora dele. Vocês são meus companheiros de brincadeira quando não sentimos vontade de brincar, mas temos que fazer isso porque é nosso trabalho ir lá e nos comunicar e fingir que somos essas outras pessoas fictícias e quando nos olhamos nos olhos e dizemos essas palavras, acabamos criando uma estranha realidade alternativa, que enriqueceu minha vida mais do que jamais vou entender completamente. Vou sentir falta de todos vocês e de tudo isso, mais do que posso dizer e mais do que eu posso saber neste momento”.

De acordo com a EW, com um salário de US$ 1 milhão por episódio, Jim Parsons – ao lado dos quatro protagonistas originais, Kaley Cuoco, Johnny Galecki, Kunal Nayyar e Simon Helberg – receberiam mais de US$ 50 milhões, incluindo lucros, caso ele concordasse em ficar em ‘The Big Bang Theory‘ por mais dois anos. A CBS e a Warner estavam tentando negociar com o astro, a fim de que ele aceitasse a proposta.

No entanto, ele não aceitou as tratativas e sem o seu principal protagonista, a alternativa foi finalizar a série.

Netflix anuncia derivada de ‘Como Treinar o Seu Dragão’ e outras seis séries infantis

Netflix anunciou hoje, 23, uma gama de conteúdos originais que farão parte de seu catálogo – e está incluindo o público infantil entre 2 e 6 anos de idade, incluindo uma série derivada de Como Treinar o Seu Dragão intitulada ‘DreamWorks Dragons Rescue Riders’ (ainda sem título oficial).

Confira abaixo as sinopses das novas produções:

  • ‘DreamWorks Dragons Rescue Riders’ (2019) é uma animação de aventura e comédia em CGI que abre um novo capítulo para a franquia indicada ao Oscar Como Treinar o Seu Dragão. A nova série gira em torno dos gêmeos Dak e Leyla, que, por terem sido criados por dragões, têm a habilidade única de se comunicar com eles. Os irmãos lideram um time de cinco dragões e passam o dia resgatando outras criaturas e ajudando as pessoas em sua cidade adotiva Huttsgalor.
  • ‘Hello Ninja’ (2019): para Wesley e seu melhor amigo Georgia, todo dia é uma aventura. Quando Wesley une suas mãos, se curva e diz as palavras “Olá, Ninja”, tudo à sua volta se transforma em um mundo ninja medieval. O show é baseado no romance homônimo do autor N.D. Wilson.
  • StarBeam (2020): Zoey está animada para começar o segundo ano da escola, mas quando o perigo dá as caras, ela se esconde e se transforma em StarBeam, a mais rápida, poderosa e entusiasta super-heroína de todas.
  • ‘DreamWorks Go, Dog. Go!’ (2020) é uma série animada baseado no icônico e amado livro infantil homônimo de P.D. Eastman. A trama é focada na jovem cadelinha Tag Barker e suas aventuras em Pawston, uma colorida comunidade de cachorros.
  • ‘What-To-Doodles’ (2020): um time de aventurosas e amáveis criaturas brinca, cresce, ri, aprende e canta nessa série animada que ensina várias coisas aos jovens telespectadores.
  • ‘Izzy Bee’s Koala World’ (2020): Izzy Bee é uma garota de onze anos conhecida como a Coala Sussurrante. Ela vive na Ilha Magnética, na Austrália, onde resgata e cuida de coalas com sua mãe veterinária, Ali, e seu pai, Tim.
  • ‘Emily’s Wonder Lab’ (2020): nessa série de não-ficção, os telespectadores irão se divertir com a aclamada comunicadora e cientista Emily Calandrelli, que ensina às crianças experimentos e atividades incríveis.

‘1917’: Sam Mendes leva prêmio máximo do sindicato de diretores

O diretor Sam Mendes levou para casa o prêmio máximo da 72ª edição do Directors Guild of America (DGA) por seu incrível trabalho em 1917 – tornando-se o favorito para levar para casa a estatueta do Oscar 2020.

“Tive sorte o bastante para levar para casa esse prêmio duas décadas atrás”, ele disse durante seu discurso, fazendo referência à estatueta que levou por Beleza Americana em 1999. “E acho que, sendo honesto comigo mesmo, não sentia realmente como se soubesse o que estava fazendo. Me sinto um pouco mais ciente agora”.

Mendes também levou o prêmio de Melhor Diretor no Globo de Ouro e no Critics’ Choice Awards.

Confira nossa crítica:

O longa é dirigido por Sam Mendes (‘007 – Operação Skyfall‘), que coescreveu o roteiro ao lado de Krysty Wilson-Cairns.

Em um dos momentos críticos da Primeira Guerra Mundial, dois soldados britânicos Schofield (MacKay) e Blake (Chapman) recebem uma missão aparentemente impossível. Em uma corrida contra o tempo, os soldados devem cruzar território inimigo e entregar uma mensagem que cessará o ataque brutal de milhares – entre eles, o irmão de Blake.

O elenco inclui George MacKay, Dean-Charles Chapmann, Mark Strong, Andrew Scott, Richard Madden, Claire Duburcq, Colin Firth e Benedict Cumberbatch.

‘Made in Italy’: Comédia com Liam Neeson ganha trailer oficial; Confira!

Lionsgate divulgou o primeiro trailer oficial de Made in Italy, nova comédia estrelada por Liam Neeson.

Confira:

O filme marca a estreia diretorial de James D’Arcy, que também assina o roteiro.

Um artista britânico e seu filho afastado tentam recuperar seu relacionamento conforme trabalham juntos para reparar uma causa dilapidada na Itália.

Micheál RichardsonLindsay Duncan e Valeria Bilello completam o elenco.

Made in Italy tem estreia marcada nos cinemas norte-americanos para 07 de agosto. No Brasil, segue sem previsão de lançamento.

‘Freaky: No Corpo de um Assassino’: Terror cômico ganha novo teaser recheado de cenas INÉDITAS; Confira!

O terror cômico Freaky: No Corpo de um Assassino é a mais nova produção da Universal Pictures e da Blumhouse e ganhou mais um teaser recheado de cenas inéditas.

Confira:

No Rotten Tomatoes, o longa abriu com 92% de aprovação, com nota 7.70/10 baseada em 12 reviews até o momento.

Confira as principais reações:

“Imagine que ‘Sexta-Feira Muito Louca’ se encontrou com ‘Sexta-Feira 13’ e você acertou em cheio” – We Live Entertainment.

“O filme é uma carta de amor aos slashers e às produções adolescentes, mas também é um abraço cinematográfico coberto de sangue” – Bloody Disgusting.

Vaughn e Newton estão se divertindo como nunca nesse mash-up entre horror e comédia” – JoBlo.

‘Freaky’ é inteligente, pungente e divertido” – IGN Movies.

‘Freaky’ é um dos melhores slashers sobrenaturais desta era” – Daily Dead.

Freaky‘ recebeu alta classificação etária e só poderá ser visto por pessoas maiores de idade ou acompanhadas de um responsável.

O longa foi classificado por “violência forte e sangrenta, conteúdo sexual e linguagem inapropriada”.

O thriller é dirigido por Christopher Landon (A Morte Te Dá Parabéns), que também assina o roteiro ao lado de Michael KennedyJason Blum entra como produtor.

Millie Kessler (Kathryn Newton) de 17 anos, está apenas tentando sobreviver aos corredores sanguinários do Colégio Blissfield e à crueldade da multidão. Mas, quando ela se torna o mais novo alvo do carniceiro (Vince Vaughn), o infame serial killer de sua cidade, seu último ano de escola se torna o menor de suas preocupações. Quando a adaga mística do carniceiro faz com que ele e Millie troquem de corpos, Millie descobre que ela tem apenas 24 horas para recuperar seu verdadeiro corpo antes que ela fique presa no corpo do carniceiro de meia-idade para sempre. O único problema é que ela agora parece fisicamente o psicopata que é alvo de uma caçada humana em toda a cidade enquanto o maníaco se parece com uma adolescente de 17 anos, prestes a ir à um baile de formatura. Com ajuda de dois amigos (Celestre O’Connor e Misha Osherovich) e sua paixão Booker (Uriah Shelton) – Milline corre contra o relógio para reverter a maldição enquanto o carniceiro descobre que ter um corpo de adolescente é o disfarce perfeito para uma pequena matança na cidade.

Dana Drori, Katie Finneran e Alan Ruck completam o elenco.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de dezembro.

‘M.O.D.O.K.’: Série animada do Hulu ganha novo teaser oficial; Confira!

O Hulu divulgou um novo teaser de ‘M.O.D.O.K.’, série em stop-motion produzida ao lado da Marvel Television.

A série tem estreia marcada para o dia 21 de maio.

Confira:

Episódio 01×01: “If This Be… M.O.D.O.K.” (escrito por Jordan Blum & Patton Oswalt; dirigido por Eric Towner & Alex Kramer) – O supervilão M.O.D.O.K. leva sua organização do mal, a A.I.M., à ruína, e é forçado a vendê-lo para a companhia de tecnologia GRUMBL. À medida que o megalomaníaco vilão luta para reconquistar controle de sua criação, ele arrisca perder algo ainda mais importante… Sua família!

Episódio 01×02: “The M.O.D.O.K. That Time Forgot” (escrito por Geoff Barbanell Itai Grunfeld; dirigido por Eric TownerAlex Kramer) – Em uma tentativa para reconquistar sua esposa, Jodie, M.O.D.O.K. a leva em uma viagem através do tempo para um concerto da banda Third Eye Blind que perderam anos atrás. Eles são atacados por um colega de M.O.D.O.K., que rouba a máquina do tempo e os prende no passado.

Leia a sinopse completa abaixo:

O megalomaníaco M.O.D.O.K. almeja há muito tempo a conquistar o mundo. Mas depois de anos de reviravoltas e atrasos e falhas lutando contra os heróis mais poderosos da Terra, M.O.D.O.K. acabou levando sua organização do mal A.I.M. à ruína. Desbancado como seu líder enquanto lida com um casamento em frangalhos e uma vida familiar oscilante, o vilão agora deve enfrentar seu maior desafio até agora: uma crise de meia-idade.

Confira o elenco oficial da produção:

Patton Oswalt como M.O.D.O.K. – Depois de ser rebaixado por sua organização secreta do mal e por sua família, o super-vilão deve se reinventar se quiser ter a chance de reconquistar as coisas que antes tinha em sua vida, além de conquistar o mundo. M.O.D.O.K. descobre que super-heróis não são nada comparados ao seu novo desafio: a crise de meia-idade.

Aimee Garcia como Jodie – Jodie é a esposa de M.O.D.O.K. e mão de seus filhos, mas tem um despertar tardio e decide perseguir sua carreira como mãe blogueira, descobrindo que é uma mulher independente. Há muitas coisas para fazer nesse mundo e pouco tempo para perder sendo arrastada pela negatividade. E infelizmente, a razão dessa negatividade é… M.O.D.O.K.

Ben Schwartz como Lou – Para ser honesto, M.O.D.O.K. não entende seu filho de doze anos, Lou. Ele não é atlético o bastante para ser um jogador; não é inteligente demais para ser um nerd; Lou é… Bem, Lou – uma criança que claramente marcha ao ritmo de sua própria música. A falta de ambição, amigos e higiene do jovem é matéria de constante preocupação para o super-vilão, que acaba projetando suas inseguranças no super-confiante filho.

Melissa Fumero como Melissa – Mesmo com as “características” do pai, a jovem de dezessete ano Melissa ascendeu para ser tornar uma espécia de “Queen B” de sua escola e uma estrela do mundo do skate. Toda criança popular ou quer namorá-la ou evitá-la. Mas, em meio a tanto sucesso, Melissa secretamente anseia pela aprovação do pai.

Wendi McLendon-Covey como Monica Rappaccini – Monica é uma cientista maluca e brilhante na companhia rival de M.O.D.O.K.. Claramente mais competente e qualificada que o super-vilão, Monica se diverte com o sofrimento de M.O.D.O.K. até que a nova gerência começa a infringir seus experimentos – o que a leva a se unir com seu antigo arqui-inimigo.

Beck Bennet como Austin Van Der Sleet – Depois que a organização de M.O.D.O.K. é praticamente destruída, ele é forçado a vendê-la para a gigante da tecnologia GRUMBL. A empresa, por sua vez, transforma Austin no novo chefe de M.O.D.O.K. e, por mais que queira desintegrá-lo com um estalar de dedos, o vilão procura por novas soluções para confrontá-lo.

Jon Daly como Super Adaptoid – Um androide que tem ambições de viver, sentir e criar, mas na verdade é forçado a passar seus dias massageando o escalpo de M.O.D.O.K., seu criador. Apesar de ter planos para se voltar contra seu “chefe”, Adaptoid nutre de uma conturbada amizade pelo vilão.

Sam Richardson – Gary é um capanga da A.I.M. que é ferozmente leal a M.O.D.O.K., mesmo que ele lute para lembrar seu nome. À medida que o super-vilão continua a ser rebaixado dentro de sua própria organização, Gary está lá ao seu lado, sempre oferecendo ajuda e um otimismo inquebrável.

 

‘O Mandaloriano’: Astro da série revela que 3ª temporada começa a ser rodada em setembro

Em uma recente aparição à Steel City Con, o astro Carl Weathers, intérprete de Greef Karga na aclamada série ‘O Mandaloriano’, revelou que a 3ª temporada começará a ser rodada oficialmente em setembro de 2021.

Como se não bastasse, Weathers também confirmou que retornará à cadeira de direção. Ele comandou a iteração “The Siege”, quarto capítulo da 2ª temporada.

“Vamos começar uma nova temporada de ‘O Mandaloriano’ no próximo mês”, ele disse. “Sim. E eu vou estar na frente das câmeras de novo e vou dirigir de novo”.

Lembrando que a série foi uma das grandes relembradas da cerimônia do Emmy Awards 2021, conquistando nada menos que 24 indicações (mesmo número do drama ‘The Crown’). Ela disputa em categorias como Melhor DramaMelhor Ator Coadjuvante em Série de Drama para Giancarlo Esposito Melhor Ator Convidado em Série de Drama para Timothy OlyphantCarl Weathers.

Os vencedores serão revelados no dia 19 de setembro.

O próximo ciclo deve estrear apenas no ano que vem.

O Mandaloriano e a Criança continuam sua jornada, enfrentando inimigos e fazendo aliados, enquanto viajam pela perigosa galáxia na era após a queda do Império Galáctico.

Pedro Pascal, Gina Carano, Carl Weathers e Giancarlo Esposito estrelam. Entre os diretores da nova temporada estão: Jon Favreau, Dave Filoni, Bryce Dallas Howard, Rick Famuyiwa, Weathers, Peyton Reed e Robert Rodriguez.

‘Amor, Sublime Amor’: Ariana DeBose conquista o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no Globo de Ouro 2022

Os vencedores da 79ª edição do Globo de Ouro já estão sendo anunciados – e Amor, Sublime Amor conquistou seu primeiro prêmio.

Ariana DeBose foi condecorada com o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante em Filme por seu incrível papel no filme.

Amor, Sublime Amor‘ se passa na Nova York da década de 1950 e conta a história de um casal apaixonado tentando salvar seu romance ao mesmo tempo que são divididos pela rivalidade entre as gangues branca e latina das quais fazem parte: Tony é integrante dos Jets e Maria dos Sharks, tudo inspirado em outro clássico, ‘Romeu e Julieta’ de Shakespeare.

O longa é protagonizado por Ansel Elgort (‘A Culpa é das Estrelas’) e a estreante Rachel Zegler, nos papéis de Tony e Maria, respectivamente.

O roteiro fica por conta do premiado Tony Kushner, indicado ao Oscar e ganhador do Prêmio Pulitzer. Leonard Bernstein, Stephen Sondheim e Jerome Robbins cuidam da música, das letras e da coreografia. 

Chromatica | Ranqueamos todas as músicas do aclamado 6º álbum de Lady Gaga

Há exatos dois anos, Lady Gaga retornava às raízes que outrora haviam-na colocado no topo do mundo com o aclamado e adorado Chromatica, seu sexto álbum de estúdio.

Contando com 16 faixas, a produção reuniu Gaga com vários nomes icônicos da indústria fonográfica, como Elton JohnAriana GrandeBLACKPINK para uma jornada em prol da saúde mental e do empoderamento que entraria para a lista dos melhores álbuns não apenas do ano, mas já da década. Mergulhando de cabeça no French-house e no EDMChromatica veio logo no início da pandemia do COVID-19 para lembrar os fãs de que a pista de dança sempre estará esperando por eles.

Em várias entrevistas promocionais, Gaga comentara sobre o processo de construção do disco, dizendo que “o que eu estou fazendo agora é um lembrete da liberdade que tenho como artista, mas também minha absoluta paixão pela música eletrônica, minha absoluta paixão pela habilidade de um computador fazer algo tão visceral e comovente” (via Apple Music).

No dia de hoje, 29 de maio, o álbum já completa dois anos desde seu lançamento oficial e, para celebrá-lo, montamos uma breve lista ranqueando todas as músicas da produção.

Confira abaixo:

13. “PLASTIC DOLL”

“Plastic Doll” é uma explosiva crítica à cultura pop e à objetificação e rotulação de artistas que desejam apenas mostrar o que têm para o mundo sem serem confinados a caixinhas intransponíveis. Novamente, a complexidade vai para muito além da sensorial atmosfera, trazendo reflexões atribuladas e bastante pertinentes para o momento em que vivemos.

12. “FUN TONIGHT”

“Fun Tonight” pode parecer bastante formulaica – mas, na verdade, Gaga utiliza uma sagacidade incrível para construí-la. Movida pelo EDM e pelo electro-pop, a faixa é revestida com uma máscara upbeat que entra em conflito com as densas mensagens assinadas pelas performer. De fato, a canção é uma amálgama de todos os problemas que Gaga enfrentou nos anos predecessores ao álbum e de que forma ela enfrentou esses obstáculos.

11. “1000 DOVES”

Quando nos aproximamos do final de Chromatica, fica bem claro que o álbum é uma experiência diferente dos outros álbuns de Gaga e que a produção parece ter um peso maior que qualquer outro elemento do disco. E isso fica bastante explícito com a contraditória sutileza explosiva de “1000 Doves”, uma ode ao house-pop que inicia o fim da jornada de autorreflexão arquitetada pela artista.

10. “STUPID LOVE”

Sete anos depois de sua última aventura no mundo pop, Gaga voltou com o lançamento de “Stupid Love”. O lead single do aclamado Chromatica trouxe os retumbantes elementos do dance-pop e do house para uma colorida, vibrante e envolvente jornada musical que quebrou recordes e que reacendeu o fogo de suas obras anteriores.

9. “FREE WOMAN”

Ainda que a demo de “Free Woman” tenha vazado algumas semanas antes da estreia de Chromatica, Gaga remodelou a faixa e apostou todas as fichas que tinha em um dançante French-house explosivo e bem-demarcado, entregando para os ouvintes um banquete sinfônico preparado com bastante cautela e servindo como homenagem às mulheres transexuais.

8. “SOUR CANDY”

Gaga não é conhecida por trazer inúmeras colaborações aos seus álbuns, mas Chromatica mostrou-se um lugar propício para “atirar para todos os lados”. Em “Sour Candy”, o deep house ganha vida com a junção épica ao grupo de K-pop BLACKPINK, além de levar para casa inúmeras honrarias.

7. CHROMATICA III + SINE FROM ABOVE”

Não há razão no mundo que explique a polarizada recepção de “Sine From Above” pela crítica internacional – principalmente considerando a poderosa produção exibida na faixa. Aqui, a eletrônica une duas gerações diferentes (Gaga e o lendário Elton John, que já têm uma história de anos) em uma narrativa de empoderamento e superação de medos e problemas. Não é surpresa que, depois do lançamento do álbum, a track tenha se tornado uma das favoritas dos ouvintes.

6. “CHROMATICA I + ALICE”

Contrariando nossas expectativas, Chromatica se inicia com um belíssimo, orquestral e cinemático arranjo que serve como prelúdio para o ambicioso mundo construído por Gaga. O atmosférico prólogo logo dá espaço para “Alice”, que mergulha no melhor do house, marcado por beat drops incríveis e consagrando-se como emocionante aventura muito mais profunda do que aparenta – recheada de pequenos detalhes que podem passar despercebidos quando ouvidos pela primeira vez.

5. “REPLAY”

Seguindo os passos das faixas que a antecederam, “Replay” é uma das assinaturas mais claras de Gaga e reitera uma capacidade quase única dessa lendária artista em transformar dor em arte. A canção é movida pelo mote “as cicatrizes em minha mente estão em repetição” e se joga de cabeça em um house-pop tão marcante que chega a ser impossível não ser arrastado para as pistas de dança por essa incrível música.

4. “ENIGMA”

Apesar de sempre entregar músicas icônicas, Gaga parece não prestar muita atenção nos desejos do público e acabou desperdiçando “Enigma”, assim como tantas outras faixas, de se tornar um single extremamente bem-sucedido de Chromatica. Afinal, a música parte de um preceito bastante claro que culmina em um explosivo refrão eletrônico auxiliado pelas notas ecoantes do piano e por questionamentos sobre o funcionamento da própria vida – uma vibrante e narcótica fusão de elementos que não desliza em nenhum momento.

3. “RAIN ON ME”

“Rain On Me” foi considerado a melhor música de 2020 por inúmeras razões: além da colaboração aplaudível entre Gaga e Ariana Grande, a faixa se tornou a música mais premiada do ano passado, além de ter sido a primeira colaboração feminina tanto a debutar em #1 na Hot 100 quanto a levar para casa o Grammy de Melhor Performance Pop Duo/Grupo. Chove em mim!

2. “BABYLON”

“Babylon” é a faixa que encerra com memorável furor o último álbum lançado por Gaga. A impecável conclusão nutre de similaridades progressivas com as icônicas produções dos anos 1990, ao mesmo tempo que as pincela com um divinal coro gospel que não poderia ter vindo em melhor hora.

1. “CHROMATICA II + 911”

Estendendo suas referências a Daft Punk e a Giorgio Moroder, a combinação etérea de Chromatica II” e “911” não pode ser desassociada em nenhum momento. A cinemática apresentação do interlúdio é apenas pretexto para a explosão robótica do hino EDM, com toda a construção upbeat corroborando para as mensagens de saúde mental e para a conciliação de Gaga com seus demônios interiores.

‘A Ilha’: Joaquin Phoenix e Rooney Mara vão estrelar novo thriller dramático; Saiba mais!

Segundo o Collider, o vencedor do Oscar Joaquin Phoenix e a indicada ao Oscar Rooney Mara foram escalados para estrelar o thriller dramático The Island’ (A Ilha).

Inspirada em eventos reais, a história acompanha um casal estadunidense desiludido com a sociedade dos anos 1930. O casal, então, trocam a civilização por sua própria ilha deserta, onde pretendem construir um paraíso particular e, essencialmente, viver como bem entenderem. Entretanto, quando um milionário aparece na ilha, os segredos dos dois se tornam uma sensação pública, atraindo a atenção de uma Condessa europeia.

O projeto será dirigido e escrito por Pawel Pawlikowski, conhecido por seu trabalho em obras como ‘Ida’‘Guerra Fria’.

As gravações devem começar apenas em 2023, depois que Phoenix terminar as filmagens do vindouro ‘Coringa: Loucura a Dois’, em que co-estrela ao lado de Lady Gaga.

Esta é a primeira vez que Phoenix e Mara trabalharam juntos desde o drama histórico ‘Maria Madalena’, em 2018.

Mais informações não foram reveladas.

‘Doogie Kamealoha’: 2ª temporada do reboot de ‘Tal Pai, Tal Filho’ já está disponível no Disney+

A 2ª temporada de ‘Doogie Kamealoha: Doutora Precoce‘, reboot da clássica série oitentista ‘Tal Pai, Tal Filho‘, já está disponível no Disney+.

O novo ciclo foi lançado hoje, 31 de março, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

A trama acompanha Lahela Kameāloha, uma garota de 16 anos com descendência asiática que tenta seguir a carreira de médica no Havaí, enquanto tenta conciliar com a vida de adolescente. Lahela contará com a ajuda da sua atrapalhada família. Enquanto sua mãe irlandesa é pavio curto e supervisora o hospital onde ela trabalha, seu pai havaiano luta para aceitar que sua filha não é mais uma garotinha.

A nova versão foi criada pela havaiana Kourtney Kang, que teve grande sucesso como roteirista de ‘How I Met Your Mother‘ e ‘Fresh Off the Boat‘.

Kang assina o roteiro, além de ser uma das produtoras executivas do projeto.

Peyton Elizabeth Lee, Kathleen Rose Perkins e Jason Scott Lee estrelam a produção.

Na versão original, Neil Patrick Harris vive um gênio adolescente, que tenta lidar com as complexidades da juventude, à medida em que atua como um médico licenciado em um programa de residência bem exigente. O enorme sucesso da produção, que no inglês se chama Doogie Howser, M.D., transformou a carreira do ator, lançando-o ao estrelato.

Tal Pai, Tal Filho‘ foi exibida entre 1989 e 1993.

‘O Assassino’: David Fincher ficou SURPRESO após ser aplaudido por cinco minutos no Festival de Veneza

O Assassino (The Killer), próximo filme de David Fincher (‘Se7enOs Sete Crimes Capitais’), chega apenas em 10 de novembro à Netflix – mas teve sua primeira exibição no Festival de Veneza 2023.

Após a estreia mundial, tanto a produção quanto Fincher foram ovacionados em pé durante cinco minutos. O aclamado cineasta, por sua vez, ficou surpreso e em choque com a recepção e com os aplausos, não tendo ciência de que aquela era uma tradição italiana e tentando “escapar” daquilo.

Confira o vídeo:

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 90% de aprovação, com nota 7.70/10 baseada em 21 reviews até o momento. No Metacritic, o longa alcançou uma pontuação de 73/100, com base em 16 reviews.

Confira:

“É tão insensível quanto qualquer thriller de Fincher, ao mesmo tempo previsível em sua simplicidade, mas também estranhamente ousado por causa disso” – IndieWire.

“Um thriller completo e divertido” – London Evening Standard.

“O filme cumpre seu propósito com uma resolução gelada e ondulante de dióxido de carbono líquido” – Daily Telegraph.

“Fincher no modo divertido e Fassbender arrasando. Acerta em cheio” – Total Film.

“Alguns momentos do filme fazem o sangue ferver, mas, fora isso, O Assassino é curiosamente inerte, suas rodas girando com pouca tração” – Vanity Fair.

A produção traz nomes como Michael Fassbender, Tilda Swinton e a brasileira Sophie Charlotte no elenco.

Ao longo da história, um cruel assassino terá que enfrentar quem o contratou e a si mesmo em uma caçada internacional. Mas, para ele, não é nada pessoal.

O elenco também terá Charles Parnell e Arliss Howard.

O Assassino é baseado na série de graphic novels ‘The Killer‘, de Alexis Nolent, e o roteiro é adaptação de Andrew Kevin Walker, também responsável por ‘Se7enOs Sete Crimes Capitais‘.

SAG Awards 2024 | Elizabeth Debicki leva o prêmio de Melhor Atriz em Série de Drama por ‘The Crown’

A leva final de episódios de The Crown’ já chegou à Netflix e, agora, a plataforma de streaming está colhendo os frutos de uma ótima temporada.

Durante a cerimônia de vencedores do SAG Awards 2024Elizabeth Debicki foi condecorada com o prêmio de Melhor Atriz em Série de Drama por sua incrível performance como Princesa Diana.

O ciclo de encerramento traz Imelda Staunton (‘Harry Potter e a Ordem da Fênix’) como a Rainha Elizabeth II e Elizabeth Debicki (‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’) como a Princesa Diana.

O elenco também conta com Dominic West (‘The Wire’) como o Príncipe Charles, Jonathan Pryce (‘Game of Thrones’) como o Príncipe Philip, Lesley Manville (‘Trama Fantasma’) como a Princesa Margaret, Olivia Williams (‘O Pai’) como Camilla Parker, Ed McVey como o Príncipe William, Meg Bellamy como Kate MiddletonKhalid Abdalla como Dodi Fayed e mais.

Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘The Umbrella Academy’: 4ª e ÚLTIMA temporada estreia na Netflix!

A 4ª e última temporada de The Umbrella Academy já está disponível na Netflix.

O ciclo de encerramento foi lançado na plataforma de streaming hoje, 08 de agosto.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

https://youtu.be/oOFIxbotYCU?si=hZfLzAo7alF0ywYq

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist’), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Elliot Page, Robert Sheehan, Tom Hopper, David Castañeda, Aidan Gallagher, Emmy Raver-Lampman, Mary J. BligeCameron Britton.

Cinderela | Os 75 anos de uma das animações mais CONHECIDAS da Disney

Com a ascensão inevitável da II Guerra Mundial, os estúdios Walt Disney voltaram-se para a produção de curtas-metragens animados e didáticos como forma de conscientizar a população acerca da ideologia nazifascista que se alastrava pela Europa e que ameaçava cruzar os oceanos e invadir a América. Não é nenhuma surpresa que o grande magnata do entretenimento tenha se afastado de suas grandes produções cinematográficas como Pinóquio’ e Dumbo’ para focar em uma vertente mais cômica e que apresentasse um nacionalismo exacerbado com o intuito de abraçar os países vizinhos e conseguir aliados para um futuro certamente polarizado – e é justamente aí que personagens como Zé Carioca e Panchito, representando países latinos como Brasil e México.

Eventualmente, a companhia enfrentou uma de suas piores crises financeiras ao perceber o parco sucesso iminente que tais obras faziam, ainda que realizadas com maestria notável; suas narrativas inclinavam-se a investidas documentais ao invés de resgatar o sobrenatural e o fantástico de outras histórias, e acabaram funcionando como tapa-buracos de uma época em que o escopo socioeconômico girava em torno da questão bélica – e os recursos eram disponibilizados para os soldados e para as tropas aliadas que embarcavam em uma jornada de vida e morte. Com o fim da segunda Grande Guerra, Disney conseguiu canalizar os seus esforços mais uma vez para a adaptação de clássicos da literatura mundial e então realizou um de seus grandes longas-metragens que salvarão a companhia de ceder à ruína total: Cinderela.

Baseado no conto de Charles Perrault, a trama principal gira em torno de uma pobre moça que vê sua vida mudar bruscamente após a morte do pai, a partir da qual é diminuída para o patamar de uma açoitada empregada doméstica que vive à mercê das compulsões mandatórias de suas duas meias-irmãs mimadas e de uma cruel madrasta que consegue encarnar o próprio demônio quando quer. É claro que o grupo de roteiristas não adaptou na íntegra tal tour-de-force, mas conseguiu absorver seus pontos principais para criar um mini musical que inclusive possibilitou a insurgência de um dos hinos mais conhecidos desse panteão animado – A Dream Is a Wish Your Heart Makes”, cuja tradução resgata todo o sentimento de esperança que foi perdido durante os árduos anos da guerra, além de fornecer uma perspectiva floreada para a próxima geração a consumir os produtos audiovisuais.

É claro que tal narrativa segue o mesmo padrão utópico de Branca de Neve e os Sete Anões’, baseando-se em uma fórmula que funcionaria por várias décadas até chegar a uma contemporaneidade assertiva e que não mais dialogava com os valores e as morais defendidas por uma sociedade conservadora. Mesmo assim, Cinderela representa um grande avanço em termos de construção de personagem, se afastando, mesmo que a passos curtos, de um excessivo floreio estereotipado de suas princesas para lhe dar um senso um pouco mais crítico do que acontece a seu redor. Obviamente a personagem-título aceita o seu lugar dentro do imenso casarão, mas por falta de perspectiva futura até que um certo acontecimento lhe dá uma chama de esperança.

O trio de diretores por trás da animação, formado por Clyde Geronimi, Wilfred Jackson e Hamilton Luske, faz questão de aprender com os erros do passado e conseguir arquitetar em pouco menos de oitenta minutos algo conciso e que seja muito equilibrado para cada um de seus personagens. Em outras palavras, os inúmeros coadjuvantes têm o seu protagonismo e o seu momento de brilhar, sem serem esquecidos ou colocados de lado – e é justamente aí que entram figuras antropomorfizadas como os memoráveis ratinhos Jaq e Gus, representando os reais amigos de Cinderela e seus fiéis ajudantes. Até mesmo Bruno, o cachorro, tem um arco interessante quando colocado ao lado de um dos antagonistas, o gato Lúcifer – cujo nome conversa diretamente com sua personalidade evasiva e mesquinha.

Sem dúvida alguma, os maiores créditos residem na criação dos arqui-inimigos de nossa protagonista. Mais uma vez, é possível notar um claro afastamento dos maniqueísmos de Branca de Neve’, no qual a encarnação da Rainha Má seguia apenas uma linha e tinha um objetivo infundado de apenas “tornar-se a mais bela do Reino” – ora, nem mesmo um nome ela tinha, caracterizando-se como uma personalidade intangível. Aqui, por outro lado, temos as insuportáveis Drizella e Anastasia – que também arrancam algumas risadas e alguns suspiros de ódio -, comandadas pela terrível Lady Tremaine. A matriarca da família é mais uma prova da quantidade de esforço exercido pelas mentes criativas dos estúdios Disney para vilãs e vilões, tentando colocar-lhes em um arco consideravelmente inteligível e que se afaste dos clichês convencionais dos contos de fada: ela é graciosa, refinada e mesmo assim não tem papas na língua quando desmerece ou menospreza todo o trabalho que sua enteada faz na casa, influenciando suas próprias filhas de sangue a acabarem com os sonhos da pobre jovem de ir ao baile real.

E é claro que não podemos nos esquecer de uma das personagens mais lidas e relidas de todos os tempos – a adorável fada-madrinha, que não apenas tornou-se o grande arquétipo conselheiro da trama, como foi levada para inúmeras animações posteriores da companhia. Aqui, a feiticeira utiliza de sua boa vontade para conceder uma chance de mudança para Cinderela ao, através da alegre e otimista Bibbidi-Bobbidi-Boo”, transformá-la em uma verdadeira princesa e lançando a tendência narrativa conhecida como rags-to-riches (dos trapos à riqueza, em tradução livre), que serviria de base para inúmeros coming-of-ages do Cinema.

A animação também excede no quesito técnica: após várias tentativas de tornar a rotoscopia o mais natural possível, essa nova investida consegue fundir os cenários prontos e os desenhos adicionados em camadas similares e que permitam outras brechas, incluindo a manipulação da grandiosidade das sequências e das ambiências principais. Em diversos momentos, os enquadramentos prezam pela opulência e pela majestuosidade em contraste com a pouca animosidade de seus personagens mais ricos, os quais estão mergulhados em um ciclo de superficialidade constante que deseja mais o status social que qualquer outra coisa.

Em suma, Cinderela pode ter problemas pontuais, mas não podemos negar que traz uma narrativa envolvente e que nos devolve pouco a pouco algo que vários de nós perdemos ao longo do tempo: a capacidade de sonhar e de acreditar em um futuro mais próspero.

Bionic – 15 Anos | As MELHORES músicas do álbum mais subestimado de Christina Aguilera

Christina Aguilera é um dos nomes mais conhecidos da indústria fonográfica – e uma cantora com voz notável que imediatamente é reconhecível por guturais rendições e músicas icônicas que até hoje permeiam nossa existência. Como se não bastasse, Aguilera é uma das artistas mais prolíficas da última geração, tendo vendido mais de 75 milhões de álbuns e singles ao redor do mundo.

Entretanto, muitos consideram que a musicista carrega consigo uma mancha na carreira. Com exceção dos fãs, Bionic permaneceu na obscuridade por muito tempo – e, em seu aniversário de quinze anos, é mais que necessário trazermos essa brilhante obra de volta aos holofotes, tentando ao máximo fazer jus ao que a cantora e compositora queria nos mostrar com uma virada tremenda em sua identidade sonora.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando as cinco melhores canções desse subestimado compilado de originais.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua faixa favorita:

5. “I AM (STRIPPED)”

Apesar da falta de edição clara do álbum, Bionic abre espaço para algumas das produções e rendições mais diferenciadas e experimentais da artista. No final do disco, temos a faixa de encerramento “I Am (Stripped)”, uma elegante balada em que a cantora se mostra vulnerável e humana – e devo dizer que, em qualquer outro lugar, essa arquitetura quase minimalista teria funcionado com o potencial do qual se vale.

4. “SEX FOR BREAKFAST”

O blasfemo e controverso liricismo do álbum pode até ter sido comparado com álbuns que vieram anteriormente, mas é inegável dizer que Aguilera trouxe um toque único para absolutamente tudo o que desejou colocar em voga. “Sex for Breakfast”, nesse quesito, é uma inteligente e envolvente balada que se mascara com a presença inesperada de sintetizadores e não pensa duas vezes antes de deixar estampado o que quer passar.

3. “BIONIC

Apesar dos claros deslizes, o ponto de maior foco é o audacioso e sinestésico projeto do qual Aguilera se dispõe. Seguindo os passos de suas conterrâneas, porém com maior “resplandecência”, por assim dizer, ela fez algo que estaria fora de seu radar, talvez numa busca por reencontrar-se ou descobrir um novo lado. Enquanto vários entendem a faixa-título como uma espécie de “surto” fonográfico, sente-se uma vigorosa paixão de Christina em fazer aquilo que mais ama e sem se preocupar com a resposta que receberá.

2. “VANITY”

Bionic insurgiu como pioneiro em diversos aspectos – ainda mais trazendo para discussão temas críticos como sexualidade, sensualidade e pós-feminismo. Ao longo de letras cruas demais para serem absorvidas de uma vez, “Vanity”, de longe uma das melhores entradas do álbum, é um orgulhoso solilóquio guinado por batidas instigantes de electro-pop e que, sem sombra de dúvida, merecia mais atenção do que teve.

1. “NOT MYSELF TONIGHT”

O lead single do álbum, “Not Myself Tonight”, foi o primeiro gostinho de uma repaginada completa da identidade que Aguilera havia eternizado em seu álbum anterior, ‘Back to Basics’. Infundida com electro-pop, future-pop e breves incursões do R&B em uma explosão sonora, a faixa é uma celebração clara da libertação e do empoderamento sexual da cantora e compositora, contando com versos viscerais e um videoclipe recheado de menções a fetiches – principalmente no tocante ao BDSM.

E, apesar de ter sido recebida com críticas mornas à época do lançamento, é notável como a faixa posa como uma das mais exultantes e interessantes da discografia da cantora – motivo pelo qual se encontra em primeiro lugar na nossa lista.

‘Um Conto de Natal’: Ian McKellen e Tramell Tillman entram para a nova adaptação do clássico

Segundo o DeadlineIan McKellen (‘O Senhor dos Anéis’) e Tramell Tillman (‘Ruptura’) foram escalados para o elenco da nova adaptação do clássico natalino Um Conto de Natal, de Charles Dickens.

Acredita-se que Tillman dará vida ao Fantasma do Natal Presente. Nenhuma informação sobre o papel de McKellen foi divulgada.

A dupla se junta ao previamente confirmado Johnny Depp (‘Piratas do Caribe’), que será o rabugento protagonista Ebenezer Scrooge.

Intitulada ‘Ebenezer: A Christmas Carol‘, a nova versão será dirigida por Ti West (‘Pearl’).

A trama acompanha a jornada sobrenatural de um homem para enfrentar seu passado, presente e futuro e lutar por uma segunda chance.

Andrea Riseborough (‘Possessor’) também estrelará o longa.

O roteiro da nova versão é assinado por Nathaniel Halpern.

O filme será lançado pela Paramount Pictures, e está programado para o dia 13 de novembro de 2026.

Vale lembrar que o aclamado cineasta Robert Eggers (‘A Bruxa’) também está desenvolvendo uma adaptação. Sua versão deve ser estrelada por Willem Dafoe.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

#CinemaCon 2026: Confira o logo do novo REBOOT de ‘Resident Evil’!

Após o sucesso de ‘Noites Brutais‘ e ‘A Hora do Mal‘, Zach Cregger está em vias de nos entregar um ambicioso reboot de ‘Resident Evil‘. A Sony pagou a ele US$ 20 milhões para comandar este reboot e deu-lhe total liberdade para fazer o que bem entendesse com a franquia.

Durante a CinemaCon 2026, evento do qual o CinePOP está participando in loco, foi revelado o logo oficial da nova versão.

Veja abaixo:

Recentemente, foi realizada uma exibição-teste do filme e, embora o feedback tenha sido positivo (via World of Reel), diz-se que a versão de Cregger “praticamente não tem nada a ver com os jogos, com exceção de alguns easter eggs e alguns monstros reconhecíveis”.

“Os primeiros comentários indicam que Cregger não fez apenas mais uma adaptação de videogame — ele entregou algo enxuto, impactante e muito confiante. A duração é de 90 minutos e, aparentemente, é pura adrenalina, sem freios. Dizem que o filme é quase inteiramente construído em torno da tensão. Um participante com quem conversei o chamou de uma versão de terror de Mad Max: Estrada da Fúria“.

“O escopo também é pequeno e contido”, acrescenta o site. “Em vez de uma mitologia extensa, Cregger mantém o elenco reduzido e o foco restrito. Quase não há construção de mundo. As primeiras reações dizem que é muito mais cinematográfico do que os filmes anteriores de Resident Evil, com enquadramentos visuais fortes e efeitos práticos fazendo a maior parte do trabalho”.

Lembrando que a nova versão chegará aos cinemas nacionais no dia 17 de setembro, mesmo dia em que estreia ‘Da Magia à Sedução 2‘.

A história acompanha Bryan, interpretado por Austin Abrams, um entregador encarregado de transportar uma misteriosa maleta para o Hospital de Raccoon City durante um surto de um vírus mortal. Abrams basicamente interpreta o mesmo tipo de personagem que fez em ‘A Hora do Mal‘ — um sujeito meio excêntrico, meio viciado em drogas, que se vê envolvido no caos. Não se trata de uma atuação profunda, e essa é a intenção. O personagem funciona mais como um avatar do jogador, simplesmente transitando de um cenário de pesadelo para o próximo.

Agora resta esperar para ver se o hype vai sobreviver até a estreia — ou se estamos diante de mais um falso alarme em Raccoon City.

Além de dirigir, Cregger assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

Rumores indicam que o filme terá uma história inédita, focada em Bryan (Austin Abrams), um entregador que atropela uma mulher misteriosa numa estrada nevada perto de Raccoon City, envolvendo-se em um surto de mutações com tentáculos, resgatando o terror original e se passando entre os eventos de RE2 e RE3, sem personagens clássicos, prometendo voltar às raízes de terror com mais fidelidade aos jogos.

A Constantin Film, que detém os direitos de exibição do título desde o final dos anos 1990 e está por trás dos filmes anteriores, produz o reboot junto com a PlayStation Productions.

Vale lembrar que a adaptação mais recente, ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘, foi massacrada pelos críticos – com apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nas bilheterias, arrecadando meros US$ 41.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.