A emissora The CW está desenvolvendo um possível spin-off baseado em um novo personagem da série investigativa ‘Nancy Drew‘. A informação foi revelada pela revista Entertainment Weekly.
Segundo a publicação, caso o projeto receba o sinal verde por parte da emissora, a série será baseada no personagem Tom Swift, que será introduzido em ‘Nancy Drew‘, no 15º episódio da 2ª temporada.
E o pouco conhecido Tian Richards será o intérprete de Swift na série. O personagem em questão é um jovem inventor negro, gay e bilionário, que na série ‘Nancy Drew‘ vai se deparar com uma das investigações da protagonista homônima, na qual ela suspeita se tratar de algo sobrenatural. Para Tom, o caso parece mais com algo cosmicamente paranormal.
Caso a série spin-off siga adiante, a produção seguirá Tom enquanto ele é lançado em um mundo de conspiração de ficção científica e fenômenos inexplicáveis, após o chocante desaparecimento de seu pai. Ele parte em uma viagem a fim de desvendar a verdade, deixando para trás o conforto de seu estilo de vida cheio de dinheiro.
A 2ª temporada de ‘Nancy Drew‘ já está em exibição.
Confira o teaser da 2ª temporada:
Desenvolvida por Josh Schwartz, a série é baseada na icônica personagem criada por Edward Stratemeyer.
A nova versão de Nancy Drew se concentra na detetive de 18 anos durante o verão, após sua formatura no ensino médio. Embora Nancy planeje deixar sua cidade natal para se aventurar na faculdade, uma tragédia familiar a mantém em casa por mais um ano, e ela se vê presa em uma “investigação fantasmagórica de assassinato” que a leva a descobrir segredos obscuros ao longo do caminho.
Além de McMann, o elenco ainda conta com Tunji Kasim, Riley Smith, Leah Lewis, Alvina August, Maddison Jaizani, Scott Wolf e Alex Saxon.
A aguardada minissérie ‘Pam & Tommy‘, que detalha o conturbado e polêmico relacionamento entre a atriz e modelo Pamela Anderson (Lily James) e o músico Tommy Lee (Sebastian Stab), ganhou um um novo e intenso trailer legendado.
No vídeo promocional, a atriz da série ‘Baywatch‘ enfrenta as consequências da divulgação ilegal de um vídeo íntimo, enquanto lida com as pressões da mídia e até mesmo de seu namorado.
Assista:
Lembrando que o primeiro episódio será exibido no dia 02 de fevereiro.
Confira alguma imagens da série:
Sebastian Stan como Tommy Lee. Esse é o tweet. #PamAndTommy, disponível em 02 de fevereiro, só no #StarPlusBR.
Durante uma entrevista ao ComickBook.com, o diretor Craig Gillespie, falou sobre a série, afirmando que ela terá a mesma sensibilidade de ‘Eu, Tonya‘, aclamada cinebiografia indicada ao Oscar também dirigida por ele.
Na ocasião, o diretor de ‘Cruella‘ ainda ponderou sobre a importância de ponderar sobre como a sex tape de Anderson e Lee acabou gerando consequências imensuráveis na vida dos indivíduos. Gillespie ainda salientou que a minissérie fará esse confronto com a audiência:
“Eu sei, é meio louco como isso chamou a atenção absolutamente, estamos há quatro semanas e Sebastian e Lilly estão simplesmente arrasando! E você sabe, temos Seth [Rogen] lá também e Nick Offerman e será uma jornada muito, muito louca e divertida que, em última análise, o que adoro é que tem muito coração. Tem uma sensibilidade muito semelhante a ‘Eu, Tonya‘, onde você começa a fazer essa jornada e entende o dano que foi feito à Pamela Anderson e que como público somos novamente cúmplices disso, porque nós devoramos toda essa situação, sem nenhuma preocupação com as consequência que isso traria para os indivíduos”.
Além da dupla, o elenco também contará com Seth Rogen, Nick Offerman (‘Parks and Recreation’) como Uncle Miltie; Taylor Schilling (‘Orange Is the New Black’) como a esposa de Rand, Erica Gauthier; o comediante Andrew Dice Clay como Butchie; Pepi Sonuga (‘Ash vs. Evil Dead’) como Melanie; Mozhan Marno (‘House of Cards’) como Gail Chwatsky; e Spenser Granese como Steve Fasanella.
As produções seriadas que possuem em seu cerne a temática de relacionamentos familiares tendem a se encaixar em dois polos diferentes: ou são muito boas ou muito ruins. É difícil encontrar um meio termo nesta área seja no âmbito de sitcom e/ou comédia, ou drama. É preciso muito cuidado com a abordagem e com o elenco escolhido, afinal, o núcleo precisa ter uma química singular.
Recentemente, a Netflix lançou a série Família ao Resgate (originalmente Northern Rescue), trazendo a história dos West. Após Sarah (Michelle Nolden), a matriarca da família, morrer de câncer, John (William Baldwin), o patriarca, decide sair da cidade grande com os três filhos adolescentes para o interior, local de seu nascimento. O fato ocorre após o sujeito ser recusado para uma promoção e receber a oferta de se tornar o comandante da equipe de busca e resgate da cidade para onde se muda.
A produção que leva o nome de Mark Bacci (Between), David Cormican (Caçadores de Sombras) e Dwayne Hill (Blood Horn) como criadores possui um roteiro tão arrastado que mais parece a hora da morte. Os episódios que contam com 43 minutos de duração dão a sensação de que o espectador está sentado na frente da TV há duas horas assistindo algo que, aparentemente, não vai acabar nunca. O piloto apresenta as situações com muita rapidez e parece que o plot, que leva aos futuros acontecimentos, se desenvolve tão rápido que não dá tempo ao público de compreender as reações dos personagens.
Os cinco primeiros capítulos, que foram os conferidos por essa que vos escreve, seguem o padrão de baixa qualidade. O enredo não é atrativo e o tema, aparentemente, principal que é o luto e como cada um lida com ele, se perde em alguns personagens cujo grande mistério não passa de algo comum nas produções audiovisuais, causando até decepção no telespectador – que é desde o início instigado a pensar em algo de maiores repercussões.
Os personagens que protagonizam a produção não criam simpatia alguma com o público e não abrem espaço para que haja curiosidade de conhece-los melhor. Suas personalidades são rasas e já vistas muitas vezes em outras séries. Baldwin não entrega nada novo como o pai de família, assim como seus dois filhos Maddie West (Amalia Williamson) e Scout West (Spencer Macpherson), cujas atuações desapontam logo de primeira. Quem mais chama atenção e entrega um trabalho melhor é a mais nova dos West, Taylor (Taylor Thorne) e a irmã de Sarah, Charlie Anders (Kathleen Robertson).
Nos quesitos técnicos, a arte cria ambientes e espaços de acordo com o exigido pela cena e peca, juntamente à fotografia, em certos cortes dentro de uma cena cuja cor muda drasticamente. Outro ponto a se destacar são os pequenos erros de continuidade que, em certos momentos, são visíveis para qualquer espectador mais detalhista. Já a direção faz o que deve e pode com o roteiro que possui.
Se em seus cinco primeiros episódios Família ao Resgatenão consegue convencer ou instigar o público a querer acompanhar mais da família West, fica difícil imaginar que nos outros que restam para completar a primeira temporada a série vá intrigar o espectador a assistir mais e corrigir os erros já acumulados.
‘Jumanji: Bem-Vindo à Selva‘ se tornou um fenômeno de bilheterias, se tornando a quinta maior bilheteria da história da Sony, atrás apenas de ‘Homem-Aranha 1, 2 e 3‘ e ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘.
Com o sucesso, a Sony está confiante na franquia e já está desenvolvendo uma sequência. De acordo com novas informações do Deadline, ‘Jumanji 3’ está sendo tratado como prioridade dentro da produtora e os roteiristas Scott Rosenberg e Jeff Pinkner estão em negociações para retornarem.
Segundo o The Wall Street Journal, a confiança é tanta que o estúdio planeja lançar a sequência nos cinemas em 20 de Dezembro de 2019, mesmo fim de semana que ‘Star Wars: Episódio 9‘ chega aos cinemas.
Mundialmente, ‘Jumanji: Bem-Vindo à Selva‘ já soma mais de US$ 800 milhões no total.
Durante sua passagem no Brasil, o astro Nick Jonas falou como o filme se conecta ao original, estrelado por Robin Williams em 1995.
“Ele se conecta com o original porque meu personagem tem conexão com o personagem de Robin Williams, Alan Parrish. Você verá quando assistir ao filme.
Quatro adolescentes, forçados a limpar um porão, descobrem uma versão eletrônica de Jumanji, um videogame de aventura inspirado no antigo jogo de tabuleiro. Após escolherem avatares (interpretados porDwayne Johnson, Karen Gillan, Jack Black eKevin Hart), o grupo é inesperadamente transportado para dentro do universo do jogo.
Jake Kasdan (‘Professora Sem Classe’) dirige. O filme já está em exibição nos cinemas nacionais!
Na trama, Fábio Leão cresceu rodeado pelo crime e desde pequeno vive a sua vida na criminalidade até que o destino respondeu o levando para a prisão. Porém, apenas uma coisa conseguiu tirá-lo do fundo do poço: a descoberta do MMA, o que trouxe um novo mundo, repleto de vitórias
Logan voltou a ser comentado recentemente no Brasil após o falecimento do lendário ator e dublador, Isaac Bardavid. Com sua voz inconfundível, ele imortalizou com muito amor a versão brasileira do Wolverine de Hugh Jackman. No entanto, não é apenas a versão nacional deste longa que merece destaque. Isso porque, há cinco anos, Logan chegava aos cinemas e trazia uma visão única, até o momento, de um herói da Marvel nas telonas. Como não poderíamos deixar a data passar em branco, o CinePOP vai relembrar a última aventura de Hugh Jackman com as garras de adamantium.
Mas antes de falar sobre o filme em si, é necessário entender o contexto no qual ele foi feito e lançado. Em 2016, os super-heróis já estavam consolidados no cinema, com a Marvel chocando o mundo ao anunciar que o Homem-Aranha enfim se juntaria aos Vingadores. Era um momento no qual o MCU poderia lançar um filme sobre um carrinho de mercado que mesmo assim faria US$ 1 bilhão nas bilheterias. Do outro lado, a DC se preparava para tentar emplacar seu universo cinematográfico com a visão do diretor Zack Snyder. Entre essas duas, havia a extinta FOX e seus X-Men, que já acumulavam uma série de fracassos e reboots, mostrando o quanto o estúdio estava perdido com seus heróis de quadrinhos.
Mas, quando tudo parecia perdido, eles decidiram ousar mais para tentar encontrar uma luz no fim do túnel. Com isso, eles aprovaram Deadpool com um orçamento mais modesto e liberdade para a equipe criativa usar e abusar de palavrões, violência gráfica e muito humor politicamente incorreto. Para os executivos, o sonho de Ryan Reynolds estava fadado a mais um fracasso no universo dos mutantes. Porém, o Mercenário Tagarela se apegou a sua versão dos quadrinhos e promoveu um banho de sangue e piadas questionáveis que conquistaram imediatamente o público, rendendo uma verdadeira bolada nas bilheterias e uma série de críticas positivas da imprensa.
Diante do sucesso estrondoso do filme de heróis para maiores de 18 anos e de que Hugh Jackman não renovaria seu contrato para seguir vivendo o Wolverine nos cinemas, a FOX decidiu enfim atender a um pedido muito antigo dos fãs do Carcaju: uma versão do herói para maiores. Pouco tempo depois de Deadpool estrear nos cinemas, surgiu o rumor de que o terceiro capítulo da saga do mutante solitário adaptaria Velho Logan. Uma enxurrada de comentários positivos inundou as redes sociais da FOX, que só voltaria a público algum tempo depois para confirmar o tal boato sobre o filme de 2017.
Era tudo que a legião de fanáticos pelo herói canadense queria. Uma despedida como eles sempre sonharam após dois filmes simplesmente desastrosos (X-Men Origens: Wolverine e Wolverine: Imortal), sob comando de um James Mangold, que agora teria total controle criativo sobre a história, não precisando atender aos desejos do estúdio para tentar encaixá-lo num universo compartilhado. Oras, se é um final para o personagem, os outros que se virem. O foco será no Logan.
Assim, o filme chega aos cinemas trazendo cenas de violência explícita, com o Logan desiludido em um futuro apocalíptico, rasgando pescoços e partindo cabeças de quem tentar roubar seu carro. Essa versão mais brutal, repleta de cenas gráficas e palavrões lembra muito os quadrinhos solo do herói, que costumavam trazer esse tom mais sóbrio e pessimista acerca do velhinho mais conservado de todos.
Mais do que isso, o longa aproveitou para resolver o passado do herói e explorar seu legado. Dessa forma, ele divide a tela com seu velho amigo, Charles Xavier (Sir Patrick Stewart) e sua filha desconhecida, a X-23 (Dafne Keen). Foi um excelente uso daquela frase clichê do “respeite o passado e abrace o futuro”.
E mesmo com a trama toda focada no fim da linha de Logan, é justamente o Professor Xavier quem rouba a cena. Após quase 20 anos vendo o mentor dos mutantes da Marvel como um símbolo de moral e ética desse universo, o choque de vê-lo retratado como um inválido sofrendo de demência é muito grande. É ver um dos maiores perecer e ter um fim miserável, uma crueldade realista que costuma assolar o fim da vida de parentes, famosos e ícones da história, provando que nem mesmo ele é imune ao tempo.
Essa abordagem somada à atuação magistral de Sir Patrick Stewart fizeram com que os fãs iniciassem uma campanha para a indicação dele ao Oscar. Não foi dessa vez, mas não é por isso que seu trabalho será diminuído. O ator passa com muita verdade as dores e os conflitos de um personagem que está próximo ao fim e não encontra mais tempo para se prender a rótulos ou formalidades. É fascinante.
Contrapondo o fim da jornada de Xavier, a pequena e silenciosa Laura/ X-23 (Keene) está apenas no início de sua vida. Gerada em laboratório, a menina foi criada para ser uma arma, tal qual o Logan. O que deveria uni-los, porém, inicialmente causa um afastamento entre os dois, já que dois iguais não costumam se bicar. Eles refletem os defeitos e qualidades um do outro, o que faz com que eles não se suportem.
Com o avanço da viagem e com o filme se transformando em um road movie, a menina se desenvolve mais e começa a falar. Sim, ela passa 2/3 do longa de boca fechada. E quando abre a boca, não para mais também. Ela mostra suas esperanças de um futuro melhor para si e seus amigos, o que mexe com Logan, um homem de três séculos que já não sabe o que é esperança há muito tempo. E aí entra a reta final de redenção do herói. Mesmo apático e sem visões positivas para o futuro, a chegada de sua filha faz com que ele mude seu pensamento e se sacrifique para que ela tenha chance de viver a vida que ele nunca pôde. E afinal de contas, ser pai não é exatamente sobre isso? Fazer das tripas coração para garantir a felicidade e segurança da prole?
O Wolverine fazendo aquilo que os executivos da FOX deveriam ter feito nos anos 2000.
Isso tudo só é possível graças ao melhor trabalho da carreira de Hugh Jackman, que manteve aquele jeito irônico e durão que o consagrou no papel, mas trazendo novas camadas, que humanizaram significativamente o homem que já viu de tudo. Ele está cansado, ele quer morrer e quando finalmente consegue o que quer, descobre que ainda havia algo pelo qual havia a pena lutar. É um fim doloroso, mas ridiculamente condizente com a trajetória de dor e tragédia do personagem nos cinemas.
Além da atuação, Hugh conta com uma caracterização perfeita, que o envelhece na medida e estampa em seu rosto o cansaço de tantos anos vividos sem poder controlá-los para ter uma vida normal. Foram muitas perdas, muita gente querida indo embora por conta dele. Isso causa um impacto na vida das pessoas e por mais duronas que elas sejam, não tem como evitar. O efeito dessa dor é refletido diretamente na personalidade e vida do herói neste último longa.
O filme ainda encontra momentos para mostrar uma projeção de como poderia ser a vida de Logan caso ele tivesse uma existência normal, como é visto na cena do jantar com a família da estrada. Mas logo a realidade de sua vida bate, e ela é brutal.
Em meio a esses personagens, o longa encontra seu vilão no governo e seus experimentos secretos, mas eles estão ali apenas para ter uma ameaça nesse fechamento de ciclo. E são competentes em sua função. Mas a verdade é que o filme se resume mesmo a essa trinca de Logan, Charles e Laura, que fazem desta aventura dramática um verdadeiro épico dos filmes com super-heróis.
A última temporada da série teen da Rede Globo, ‘Malhação’ finalmente foi ao ar. É o último dos últimos mesmo, não vai ter nova temporada nem reprise na tv aberta. Coincidência ou não, dias antes estreou na Netflix a sériezinha teen ‘Temporada de Verão’, produção voltada para o mesmo público e que tem se mantido no Top 10 desde o primeiro dia.
Catarina Trindade (Giovanna Lancellotti) está curtindo sua festa de despedida no incrível resort Maresias, em Florianópolis, quando é surpreendida pelo pedido de casamento por seu namorado, Rodrigo (Leonardo Bittencourt, de ‘O Menino Que Matou Meus Pais’). Tudo isso acontece ao mesmo tempo em que começa a temporada de verão no hotel, e um grupo novo de adolescentes aparece para reforçar a equipe do staff do hotel: Conrado (Maicon Rodrigues), Miguel (André Luiz Frambach), Helena (Giovanna Rispoli), Yasmin (Gabz), Diego (Jorge López) e Marília (Cynthia Senek). Quando uma reviravolta acontece nessa festa, Catarina e o staff passam a ter que trabalhar juntos na pousada, porém, cada um desses jovens possui seus próprios traumas, segredos e sonhos, e talvez essa ‘Temporada de Verão’ traga a eles muito mais do que uma mera experiência de trabalho.
Dividido em oito episódios de cerca de cinquenta minutos de duração, a ideia original de Sheila Bratti e Valentine Contreras trazia potencial, mas a execução do projeto é um bocado confusa e desconexa. O roteiro, escrito por doze pessoas, parece ao mesmo tempo querer abordar cinquenta temas ao mesmo tempo, para dar conta de todas as representatividades e demandas, mas, para isso, apresenta uma situação (como o impedimento repentino de Yasmin de entrar no mar) como se o espectador já conhecesse os personagens. Assim, a primeira temporada de ‘Temporada de Verão’ começa com os personagens tendo ataques de pânico sem a gente entender o porquê, ou fugindo de um beijo sem nenhuma explicação, e por aí vai. Ainda que algumas coisas sejam rapidamente explicadas ao longo dos episódios, pouco é aprofundado, e absolutamente nada é desenvolvido antes das situações acontecerem. O resultado dessa escolha é ações completamente previsíveis dos personagens e muita dúvida para quem está assistindo.
Em contrapartida, somos presenteados com belíssimas locações escolhidas a dedo para deslumbrar o espectador (mundial) da Netflix com os encantos da ilha ao sul do Brasil. Não tem uma cena de praia/mar/piscina que não faça a gente querer estar lá. Outro grande investimento da produção está na trilha sonora, perfeita para embalar a vibe de veraneio da série e exportar a música brasileira contemporânea para o mundo. Aí entra também o destaque para o jovem Maicon Rodrigues, cuja voz doce e talento para a música preenchem as cenas em que aparece cantando, e o galã de ‘Élite’, Jorge López, demonstrando a tendência da plataforma em intercambiar seus elencos para tornar suas produções internacionais em todos os aspectos.
Numa pegada meio ‘Juacas’, do Disney Channel, com ‘Malhação’, e um elenco recheado de rostinhos conhecidos pelo grande público (que vai fazer você ficar o tempo todo falando “eu conheço essa pessoa de algum lugar”), ‘Temporada de Verão’ é uma série esteticamente bonita, com sabor da estação mais caliente do ano, mas com uma historinha bagunçada e atuações sem orientação. A expectativa é que melhore para a segunda temporada.
A AMC ofereceu uma pista intrigante sobre os dois próximos últimos episódios de ‘The Walking Dead‘. Pela primeira vez em anos, os sobreviventes das 4 comunidades da série estarão reunidos. A conta oficial da série no Twitter compartilhou uma imagem que resume bem como a reunião deve acontecer.
Em ‘Game of Thrones‘, o Casamento Vermelho marca a ocasião de uma das reviravoltas mais chocantes da série envolvendo múltiplas mortes de personagens importantes.
O 15º episódio, intitulado The Calm Before, será exibido no dia 24 de março.
Na trama do episódio, “A feira no Kingdom é um sucesso, com todas as quatro comunidades se juntando para celebrar pela primeira vez em anos. Enquanto alguns pactos são renovados, outros terão um preço muito alto a ser pago.”
O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Danai Gurira, Alanna Masterson, Josh McDermitt, Christian Serratos, Jeffrey Dean Morgan e Ross Marquand.
‘The Walking Dead‘ já foi renovada oficialmente para a 10ª temporada.
‘Typewriter’ é a nova série de terror da Netflix e uma de suas primeiras produções indianas – e parece que o promissor show está fazendo um barulho considerável lá fora.
Apesar de residir com medíocres 60% de aprovação no Rotten Tomatoes, a obra alcançou uma nota considerável de 7,5/10 e levou parte da crítica especializada a compará-la com outra icônica produção da plataforma, ‘Stranger Things’.
Por exemplo, a jornalista Melissa Carmacho, do Common Sense Media, comentou que ambas as séries se assimilam e que ‘Typewriter’, por sua vez, consegue encantar e assustar ao mesmo tempo.
Confira o trailer oficial:
Ambientada em Goa, Índia, a trama gira em torno de um grupo de três jovens que se aventuram numa missão para capturar fantasmas que atacam sua casa de infância. Tentando equilibrar essa jornada com a vida escolar, os garotos devem prender esse maligno espírito antes que seja tarde demais.
A primeira temporada tem cinco episódios, todos dirigidos por Sujoy Ghosh.
Em seu Twitter oficial, a produtora, diretora e roteirista Ava DuVernay compartilhou a primeira imagem de ‘DMZ’, nova série da HBO Max.
A postagem, além de confirmar que as filmagens já se iniciaram, fornece algumas informações sobre a equipe técnica: Matthew Lloyd será um dos diretores de fotografia, enquanto Roberto Patino assina o roteiro.
Confira:
DMZ
Shoot Day: 1
Writer: Roberto Patino
Cinematographer: Matthew Lloyd
Director: Ava DuVernay
Production Company: ARRAY
Studio: Warner Bros Television
Network: HBO Max pic.twitter.com/NLBGeArRdT
Rosario Dawson estrela como Alma Ortego. Benjamin Bratt também faz parte do elenco.
A história, baseada nos quadrinhos homônimos de Brian Wood, é ambientada num futuro não tão distante no qual uma guerra civil transformou a cidade de Manhattan em uma zona desmilitarizada que se isolou do resto do mundo. Nesse cenário, uma médica está desesperadamente procurando por seu filho enquanto lida com gangues, milícias e lordes do crime.
Robert Patino entra como produtor executivo e showrunner. Ele é conhecido por seu trabalho nas séries ‘Westworld’ e ‘Sons of Anarchy’.
Ava DuVernay comanda o projeto. Ela recentemente dirigiu a aclamada minissérie ‘Olhos que Condenam’ para a Netflix. Seus outros créditos incluem o drama indicado ao Oscar ‘Selma’, a adaptação cinematográfica de ‘Uma Dobra no Tempo’ e o documentário ’13th’.
A TNT divulgou a promo oficial do terceiro e do quarto episódios de ‘The Alienist: Angel of Darkness‘.
Os capítulos vão ar no dia 26 de julho.
Confira:
A série é baseada nos livros do autor Caleb Carr.
A trama mostra o Doutor Laszlo Kreizler em busca de um novo criminoso. Dessa vez, Laszlo e seus ajudantes precisam descobrir o paradeiro da filha de um famoso diplomata espanhol. Para piorar a situação, os Estados Unidos e a Espanha estão à beira de uma guerra.
Daniel Brühl, Luke Evans e Dakota Fanning estrelam a produção.
A história gira em torno de uma “jovem e inabilidosa fada-madrinha (Jillian Bell) que, numa tentativa de se provar, sai à procura de uma garota cujos desejos não foram atendidos”.
Sharon McGuire (‘O Diário de Bridget Jones’) comanda o projeto, enquanto Melissa Stack eKari Granlund assinam o roteiro.
Santiago Cabrera, Mary Elizabeth Ellis, Jane Curtin, June Squibb, Jillian Shea Spaeder, Willa Skye, Artemid Pebdani, Utkarsh Ambudkar e Stephnie Weir completam o elenco.
A TheCW divulgou a promo de “The People vs Killer Frost”, oitavo episódio da 7ª e última temporada de ‘The Flash‘.
Na trama, Nevasca (Danielle Panabaker) enfrentando um julgamento para provar a todos que não é mais vilã de outrora.
O capítulo vai ao ar no dia 02 de maio.
Confira:
Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.
Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.
O elenco inclui Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.
A Netflix divulgou recentemente o trailer legendado da 2ª temporada do drama adolescente turco ‘Love 101’.
Os novos episódios têm estreia marcada para o dia 30 de setembro.
Confira:
A série é dirigida por Ahmet Katisksiz e escrita por Meriç Acemi e Destan Sedolli.
Na Turquia dos anos 1990, adolescentes marginalizados unem forças para fazer uma professora querida se apaixonar e ter um motivo para ficar na cidade com eles.
Kubilay Aka, KaanUrgancıoğlu, Alina Boz, Pinar Deniz, Mert Yazıcıoğlu, Selahattin Paşalı, İpek Filiz Yazıcı e outros estrelam.
A primeira temporada já está disponível na Netflix.
Depois o término das filmagens, a aguardada sequência ‘Abracadabra 2’ finalmente ganhou data de lançamento no Disney+.
O filme, que será lançado quase três décadas depois do original, chegará à plataforma de streaming no Dia das Bruxas de 2022.
As boas novas foram confirmadas pelo produtor Adam Shankman, que inclusive postou uma nova foto de bastidores em seu Instagram oficial, escrevendo: “vindo por você no Halloween de 2022, no Disney+”.
“Já faz 29 anos desde que alguém acendeu a Chama da Vela Negra e ressuscitou as irmãs do Século XVII, que foram executadas por praticar bruxaria, e elas estão em busca de vingança. Agora, cabe a um trio de três adolescentes descobrir como impedir que as bruxas causem um novo caos na cidade de Salem antes da meia-noite de Halloween.”
O novo filme contará com o retorno de Bette Midler, Kathy Najimy e Sarah Jessica Parker como as perigosas e divertidas Irmãs Sanderson e Doug Jones como Billy Butcherson.
Além deles, o elenco ainda inclui Whitney Peak, Lilia Buckingham, Belissa Escobedo, Tony Hale, Sam Richardson, Hannah Waddingham, Juju Brener, Froy Gutierrez, Taylor Henderson e Nina Kitchen.
Anne Fletcher (‘Ela Dança, Eu Danço’) será responsável pela direção.
O primeiro ciclo do show conta com oito episódios, criados por Jane Tranter (‘Fronteiras do Universo‘).
A premiada dupla Mickey Down e Konrad Kay, ambos vencedores do BAFTA, é responsável pelo roteiro.
A história gira em torno de um grupo de jovens graduandos competindo por limitadas vagas em uma empresa de investimento em Londres. As fronteiras entre colegas, amigos, amantes e inimigos logo se fundem umas com as outras à medida que eles mergulham num mundo marcado pelo sexo, pelas drogas e pela egolatria.
A indústria cinematográfica, desde os seus primórdios, carrega consigo um apreço significativo por dramas de época; tais dramas são ambientados em uma época imortalizada em diversos romances lendários e que são transpostos das mais variadas formas para as telonas – dentro de escopos contemporâneos ou então infundidos com recriações surpreendentes de períodos que não mais voltarão. E, desde sempre, tais produções sempre tiveram um espaço de aclame entre a crítica especializada e o público (não é à toa que obras como ‘Razão e Sensibilidade’ e ‘Orgulho e Preconceito’ estejam entre os favoritos de muita gente).
E foi partindo desse princípio que a aclamada diretora Greta Gerwig resolvia abraçar sua segunda investida na esfera fílmica com a releitura do clássico ‘Mulherzinhas’, assinado pela transgressora romancista norte-americana Louisa May Alcott. ‘Adoráveis Mulheres’, como ficou intitulado o longa-metragem, não apenas trouxe alguns elementos já explorados por Gerwig em ‘Lady Bird – A Hora de Voar’ (principalmente quando se expressa através de uma jornada coming-of-age), mas também aproveitou esse longo espaço cênico e o aplaudível material original para pavimentar um caminho mais sólido, mais sensível e definitivamente mais emocionante – alcançando sucesso em nos arrancar lágrimas de frustração e uma catártica satisfação que se estende até os créditos finais.
Afastando-se das outras adaptações que o livro já ganhara para os cinemas e para a televisão, a nova perspectiva resolve começar no final da história: a primeira sequência nos apresenta ao grupo de irmãs da família March, abrindo com a tentativa sem sucesso da rebelde Jo (Saoirse Ronan) em publicar suas histórias em uma editora; logo depois, somos transportados à luxuosa vida da outrora mimada Amy (Florence Pugh), que viaja pela Europa ao lado da austera Tia March (Meryl Streep) e almeja se tornar uma artista de grande sucesso enquanto é pressionada a se casar; Meg (Emma Watson), por sua vez, vê-se privada de seus sonhos ao mesmo tempo que entrega-se de corpo e alma para a família; e, por último, Beth (Eliza Scanlen), a caçula, vê sua juventude se esvaindo à medida que contrai uma doença incurável.
Porém, esse escopo quase trágico se isola num presente ainda inexplicado, cuja cronologia retorna três anos, para um feliz Natal em que toda a família permanecia estava junta sob o mesmo teto e supervisionada pelos protetores braços de Marmee March (Laura Dern em uma de suas melhores e mais cândidas performances). Marmee casou-se por amor com um soldado estadunidense (interpretado por Bob Odenkirk) e trouxe ressentimento para os membros restantes da família, mas nunca esteve mais feliz – e, mesmo sendo constantemente relembrada de que é pobre, não deixa de fazer o máximo que pode para que todos tenham tudo o que precisam.
Desde o princípio, percebemos que a essência da obra de Alcott é transportada do modo mais fluido para o filme: a sequência tradicionalista optada pela autora é transmutada em uma linha temporal dupla, marcada sutilmente pelas diferenças artísticas que expandem-se desde a simetria técnica até as escolhas da trilha sonora (comandadas com angustiante beleza por Alexandre Desplat). A primeira, pincelada com tons dourados, nos coloca as nossas heroínas no ápice de seus cotidianos, desde as caridosas festividades de fim de ano até os exuberantes bailes da high society; a segunda, justaposta com perfeição, recua-se em uma atmosfera melancólica que premedita uma dura e necessária queda antes que cada um dos personagens reencontrem-se em seus arcos de amadurecimento.
Apesar da narrativa seja comandada por mulheres – também partindo de uma estética feminista já conhecida por Gerwig -, temos a presença do charmoso Laurie (Timothée Chalamet), um rico jovem que tem uma personalidade tão irreverente quanto Jo e automaticamente torna-se seu melhor amigo além de ter sido bem-vindo na família como um antigo conhecido. Laurie está presente na vida de cada uma das protagonistas e, por mais que tenha algumas atitudes controversas (por exemplo, quando se declara para Jo e é rejeitado), insurge como uma considerável força para que elas recuperem suas forças mesmo nas situações mais drásticas.
A obra tem uma estrutura forte o bastante para garantir a envolvência do público em todos os momentos, mergulhando dentro de uma sucessão antológica que apresenta as March como meninas imaturas presas dentro de uma bolha social refletida pela própria construção da casa (isolada em uma zona rural bem diferente do urbanismo exaltado da cidade grande). À medida que vão crescendo, percebem que precisam mudar de atitude, talvez deixando de ser mimadas – principalmente Amy, que explode em um acesso de birra ao não ser convidada para o teatro com Jo e Meg.
Se a consistência do roteiro é deliciosamente bem temperada, todo o restante do filme tangencia uma perfeição impressionante: a condução da diretora é fluida em todos os momentos, perdendo um pouco do ritmo na conclusão do terceiro ato, além de ser perscrutada por atuações impecáveis, principalmente de Ronan (que volta como foco dos holofotes depois de impressionantes rendições em ‘Brooklyn’ e ‘Duas Rainhas’), da pontual presença de Streep em sua metamorfose teatral e de Pugh e Watson como polos opostos de uma mesma ramificação.
‘Adoráveis Mulheres’ é uma surpresa incondicional e humilde que reflete as habilidades de cada nome da equipe e do elenco – e permite que nos apaixonemos por uma cotidiana aventura recheada com emocionantes peças temáticas pertinentes inclusive nos dias de hoje.
‘Star Trek: Strange New Worlds‘, série derivada de ‘Star Trek: Discovery’, se tornou um dos mais recentes sucessos do panteão intergaláctico e, agora, a Paramount+ Brasil divulgou o trailer oficial e legendado da 2ª temporada.
O novo ciclo chega ao catálogo da plataforma de streaming no dia 15 de junho.
Confira:
O elenco é formado por Anson Mount, Rebecca Romijn, Ethan Peck, Babs Olusanmokun, Christina Chong, Celia Rose Gooding, Jess Bush e Melissa Navia.
Paul Wesley, conhecido por seu trabalho em séries como ‘The Vampire Diaries’ e ‘Tell Me a Story’, dará vida ao icônico Capitão James T. Kirk.
Jonatahn Frakes (‘Star Trek: The Next Generation’) entra como um dos diretores.
Depois de localizarem o outrora perdido Spock, a temporada terminou com a nave Discovery e sua tripulação viajando no futuro, enquanto Pike e o restante da Enterprise ficou para trás. A nova produção irá girar em torno dessas aventuras, “na década anterior ao aparecimento do Capitão Kirk”.
Akiva Goldsman, veterano da franquia, assina o roteiro do episódio piloto ao lado de Alex Kurtzman e Jenny Lumet.
O trio também entra como produtor executivo ao lado de Henry Alonso Myers, Heather Kadin, Rod Roddenberry e Trevor Roth.
A 2ª temporada ‘Nossa Bandeira é a Morte‘, série de comédia da HBO Max estrelada por Taika Waititi e Rhys Darby, chega esta semana ao catálogo da plataforma de streaming.
O novo ciclo estreia nesta próxima quinta-feira, 05 de outubro.
Confira o trailer:
David Jenkins é o criador da série e também entra como showrunner. Waititi fica responsável pelo episódio piloto.
Rhys Darby interpreta Bonnet.
Waititi co-estrela a produção como o icônico corsário Barba Negra, cujo nome verdadeiro era Edward Teach.
Alegadamente, Teach não usava violência, preferindo assustar as pessoas e fazê-las se submeter às próprias vontades, construindo uma imagem arrepiante que viajaria o mundo e os sete mares. Depois de alguns anos vivendo com pirata, ele foi assassinado por soldados e marinheiros contratados por Alexanders Spotswood, governador do estado da Virgínia.
Kristian Nairn, Nathan Foad, Samson Kayo, Rory Kinnear, Con O’Neill, Vico Ortiz, Ewen Bremner, David Fane, Joel Fry, Guz Kahn e Matthew Maher também fazem parte do elenco. Leslie Jones, Nat Faxon, Fred Armisen e Samba Schutte aparecerão como personagens recorrentes.
O remake de ‘Matador de Aluguel’, clássico de ação estrelado por Patrick Swayze, já está disponível no Prime Video.
O filme foi lançado hoje, 21 de março, na plataforma de streaming.
Na trama, Jake Gyllenhaal estrela como Dalton, um ex-lutador do UFC que consegue um emprego como segurança em uma taberna em Florida Keys, apenas para descobrir que este paraíso não é tudo o que parece.
A produção conquistou 68% de aprovação entre os críticos no Rotten Tomatoes.
Confira as principais reações:
“Talvez o maior crime do filme seja a falta de luta”, Little White Lies
“Não é um filme tão ruim quanto, mas um exemplo inexplicável de uma franquia que não merece ser revisitada. Por que você iria querer refazer e modernizar um filme tão incorporado em seu tempo e estética específicos?”, Jason Bailey
“Carece de personalidade e apelo sexual, exatamente o que um remake de um clássico de Patrick Swayze não deveria fazer.”, Matthew Pejkovic
“Muito bem conduzido pelo diretor Doug Liman, com um roteiro inteligente e ostentando uma visão maravilhosamente original do arquétipo do herói de ação, este novo ‘Matador de Aluguel’ é um tumulto total… No bom sentido do termo.” – Empire
“Jake Gyllenhaal oferece uma atuação divertida que vai do charmoso ao ameaçador, mas mesmo isso se perde no caos de um filme que precisava ser suado, fundamentado e urgente para funcionar, mas que se torna cada vez mais parecido com algo que você assistiria no sábado de manhã.” – RogerEbert.com
“Embora ‘Matador de Aluguel‘ provavelmente seja medido pela intensidade de suas lutas, a trama consegue moldar um retrato surpreendentemente fundamentado do cotidiano da Florida.” – The Hollywood Reporter
“O novo ‘Matador de Aluguel‘ é uma atualização adequada ao legado de seu antecessor. Não porque seja melhor, ou mesmo porque seja tão parecido, mas porque se move com a mesma estupidez inconsciente que alimentou tantos sucessos de bilheteria dos anos 80 dos quais nos lembramos com tanto carinho.” – IndieWire
“Esta versão provavelmente não terá a reputação duradoura que a versão dos anos 80 teve. É divertido o suficiente para passar o tempo, mas falta aquele brilho que tem no clássico. – Next Best Picture
Doug Liman (‘A Identidade Bourne’) será responsável pela direção.
A dupla Anthony Bagarozzi e Charles Mondry assina o roteiro da nova versão.
O elenco ainda contará com o lutador Conor McGregor, Billy Magnussen (‘Made for Love’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’), Gbemisola Ikumelo (‘Sunny D’), Lukas Gage (‘The White Lotus’), Hannah Love Lanier (‘A Black Lady Sketch Show’), Travis Van Winkle (‘The Last Ship’), B.K. Cannon (‘Why Women Kill’), Arturo Castro (‘A Lista Terminal’), Dominique Columbus (‘Ray Donovan’), Beau Knapp (‘Seven Seconds’) e o podcaster Bob Menery.
‘Ainda Estou Aqui, dirigido por Walter Salles, teve sua estreia mundial no Festival de Veneza 2024 e se tornou um grande sucesso do evento.
Após a primeira exibição, fazendo parte da competição oficial do festival, o drama político recebeu nada menos que dez minutos de aplausos.
Protagonizado por Fernanda Torres e Selton Mello e com participação especial de Fernanda Montenegro, ‘Ainda Estou Aqui‘ é, como ‘Central do Brasil‘, uma coprodução entre Brasil e França.
O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.
No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.
O longa promove, ainda, o reencontro entre Torres e Salles depois de ‘Terra Estrangeira‘ e ‘O Primeiro Dia‘. Na última parte do filme, Eunice é interpretada por Fernanda Montenegro, que volta a trabalhar com Walter Salles 26 anos depois de seu trabalho em ‘Central do Brasil‘ – filme que ganhou o Urso de Ouro no Festival de Berlim, o Globo de Ouro de melhor longa estrangeiro e o Bafta de melhor filme em língua não inglesa –, e deu a ela o Urso de Prata de melhor atriz e uma indicação ao Oscar.
Kate Cassidy está esclarecendo os boatos acerca de seu relacionamento com o falecido astro Liam Payne antes de seu trágico falecimento.
A influencer negou rumores de que o término com Payne foi a razão por tê-lo deixado na Argentina, onde ele fatalmente caiu da sacada do terceiro andar de um hotel em 16 de outubro.
“Liam estava muito bem quando saí da Argentina”, disse ela ao The Sun em uma entrevista recente. “Estávamos em um momento tão bom, cheio de amor; ele estava tão feliz e positivo. E eu simplesmente não consigo acreditar em como as coisas realmente terminaram.”
De acordo com Kate, ela voou para a Flórida dias antes do falecimento de Liam, não por causa de uma separação, mas para cuidar de sua cadela resgatada, Nala. Como ela afirmou: “eu tinha uma responsabilidade”.
“O amor é tão otimista e você só espera que tudo dê certo no final”, ela compartilhou. “Obviamente, se eu soubesse, se pudesse ver o futuro, nunca teria deixado a Argentina”.
Kate acrescentou: “ainda não parece totalmente real para mim que ele não esteja aqui. Estou tentando ser o melhor que posso, mas sinto que minha vida mudou muito. Penso em Liam a cada segundo de cada dia.”
Há algumas semanas, a causa da morte do ex-membro da banda One Direction foi oficialmente confirmada pelo Reino Unido. O artista faleceu após cair da janela de um hotel na Argentina, onde estava sob efeito de múltiplas substâncias.
De acordo com o The Sun, o médico Roberto Victor Cohen confirmou que a causa do falecimento foi “politrauma”, ou seja, múltiplos ferimentos traumáticos.
Payne estava em Buenos Aires para a turnê de seu amigo Niall Horan no momento de sua morte. Ele estava acompanhado de Cassidy, que retornou aos Estados Unidos três dias antes.
O período marcado pela pandemia de COVID-19 foi problemático por inúmeros fatores – e é inegável o impacto que o entretenimento pelo streaming teve em nos acompanhar nesses tempos difíceis e solitários. E, no primeiro ano da quarentena, a Netflix lançou a ambiciosa adaptação de ‘The Old Guard’, baseado nos quadrinhos homônimos criados por Greg Rucka e ilustrados Leandro Fernandéz, e lançados em 2017. O sucesso imediato de crítica e de vendas colocou as HQs no centro dos holofotes e logo atraiu a atenção da plataforma em questão e da Skydance Media, que uniram forças para trazer às telinhas uma sólida releitura em live-action que conquistou os assinantes.
A trama é centrada em um grupo de soldados imortais cujo principal objetivo é fazer do mundo um lugar melhor – não importa o custo. Liderados pela poderosa e cínica Andrômaca de Cítia (papel dado a Charlize Theron em seu glorioso retorno aos filmes de ação), os guerreiros são forçados a permanecer no anonimato geração a geração, para que não sejam pegos por pessoas que não entendem sua natureza ou que desejam explorá-los para descobrir o segredo da vida eterna. Porém, o time, conhecido por Velha Guarda, se vê correndo contra o tempo e pela sobrevivência quando caem em uma armadilha arquitetada por um suposto aliado, James Copley (Chiwetel Ejiofor), que revela sua imortalidade e os coloca como alvo do impiedoso e egocêntrico empresário Steven Merrick (Harry Melling), que quer usar os genes dos soldados a fim de criar uma cura e vender sua patente para o monopólio farmacêutico.
As coisas viram de cabeça para baixo com a chegada de um quinto membro para essa disfuncional família – que choca todos, incluindo Andy, por torná-los um alvo ambulante para todos aqueles que querem encontrá-los: Nile (KiKi Layne). A jovem personagem faz parte do exército militar dos EUA e, após ser assassinada por um terrorista, volta à vida e compele Andy e os outros a encontrarem-na para protegê-la e explicar quem são. Em meio a tentativas fúteis de renegar a nova vida que lhe é concedida, Nile transforma-se em um bem-vindo trunfo para o impecável embate final – e emerge como uma futura líder quando a personagem de Theron, que já lida com o fim de sua imortalidade, der adeus aos outros.
Enquanto a delineação dos acontecimentos segue um padrão prático o suficiente para nos manter intrigados, mas longe de ousadias exageradas que poderiam transformá-lo em épico bélico, a química do elenco protagonista é o que fala mais alto. Além de Theron e Layne, temos também a presença de Matthias Schoenaerts como o problemático Booker, que viu seus filhos morrerem um a um durante a Era Napoleônica enquanto permanecia com a mesma idade – lidando com a dor de não poder compartilhar esse dom com aqueles que ama; e um irreconhecível Marwan Kenzari e o adorável Luca Marinelli como Joe e Nicky, respectivamente – inimigos milenares que se enfrentaram nas Cruzadas e acabaram se apaixonando.
O projeto é comandado por Gina Prince-Bythewood, um novo relativamente novo no cenário do entretenimento e, principalmente, dentro do gênero de ação e aventura – e, por essa razão, seu trabalho é competente o bastante para nos envolver, permitindo que ela se esquive do que criara em ‘A Vida Secreta das Abelhas’ e ‘Nos Bastidores da Fama’ e adentre território desconhecido com sucesso. Aliando-se ao roteiro assinado por Rucka e às investidas de Terilyn A. Shropshire na montagem e Tami Reiker e Barry Ackroyd na fotografia, todos unindo forças para uma frenética jornada marcada por impecáveis sequências de luta e um reflexo humanitário inesperado e tocante.
Entre histórias de amor eternas e perdas inestimáveis, o principal obstáculo enfrentado pelo filme é tentar se transformar em uma obra que abranja o máximo de estilos narrativos e cinematográficos possíveis: temos as nuances das produções de execução entrando em conflito com os ressentidos diálogos humanizados entre os personagens; as inflexões melodramáticas que explicam a frieza com a qual Andrômaca encara vida; e reviravoltas premeditadas por alguns foreshadowings previsíveis, mas estruturados bem o bastante para deixar os fãs satisfeitos. E, em outra medida, Theron emerge como o principal ponto de apoio ao se render a uma atuação incrível, desfrutando do talento de seus colegas à medida que singra pelo drama e pela aventura em medidas bem balanceadas.
‘The Old Guard’ permanece prático e satisfatório do jeito que precisava ser à época de seu lançamento – emergindo como uma diversão muito bem-vinda que, em tempos de crise, cumpriu com todas as exigências de um bom blockbuster. E, é claro, o ótimo gancho do final da narrativa abriu portas para uma vindoura sequência que, felizmente, chegará à Netflix amanhã, 2 de julho.
À medida que Shawn Levy (‘Deadpool & Wolverine’) se prepara para deixar sua marca na franquia ‘Star Wars’, o diretor contratou “um maestro” para ficar responsável pela trilha sonora do longa.
O cineasta, que assume as rédeas de ‘Star Wars: Starfighter’, recentemente participou do podcast On Film… with Kevin McCarthy e revelou que o prestigiado compositor indicado 15 vezes ao Oscar Thomas Newman ficará responsável pela música do projeto.
“Eu sei, cara. Não sei se isso já é público, mas agora é. É, acho que estamos dando uma notícia bombástica aqui”, disse ele. “Você não entende. Se me pedirem para citar minhas trilhas sonoras favoritas, cinco das dez melhores são do Tom Newman: ‘Um Sonho de Liberdade’, ‘Estrada para Perdição’, ‘Nemo’, ‘Beleza Americana’. O cara é um maestro”.
A ABC acaba de trazer novidades sobre a já confirmada 3ª temporada da série ‘Uma Mente Excepcional’ (‘High Potential’) (via Deadline).
Após a saída de Todd Harthan do projeto, a emissora contratou a dupla formada por Nora e Lilla Zuckerman (‘Poker Face’) para as cadeiras de showrunners do próximo ciclo. As duas também servirão como produtoras executivas dos novos episódios.
Harthan abandonou a série em meio a complicações de cronograma, visto que está desenvolvendo uma adaptação seriada da saga de fantasia ‘Eragon’.
Estrelada por Kaitlin Olson (‘Hacks’), a produção se tornou uma das séries de maior audiência do canal. O segundo ciclo tem registrado uma média de 4.8 milhões de espectadores – o que representa um aumento de 12% na audiência em comparação à temporada anterior.
No Brasil, ‘Uma Mente Excepcional‘ está disponível através do streaming do Disney+.
A trama acompanha Morgan, uma mãe solteira de três filhos com uma mente brilhante, enquanto ela reorganiza algumas evidências durante seu turno como faxineira do departamento de polícia, ajudando na resolução de um caso insolúvel.
Criada por Drew Goddard, a série é baseada no popular seriado francês ‘Haut Potentiel Intellectuel (HPI)‘.
O elenco ainda conta com Javicia Leslie, Deniz Akdeniz, Amirah J, Matthew Lamb, Judy Reyes e Daniel Sunjata.
No entanto, o diretor também pode estar despistando o público, já que a produção do longa deve começar no início de 2020.
Antes disso, Waititi irá comandar um projeto ainda sem título para a Fox Searchlight.
‘Thor: Amor e Trovão‘ (Thor: Love and Thunder) tem estreia prevista para 5 de novembro de 2021.
O elenco trará Natalie Portman como a nova Deusa do Trovão e contará com o retorno de Chris Hemsworth e Tessa Thompson.
Confira o logo:
Waititi foi o responsável por roteirizar e dirigir o filme anterior do personagem, ‘Thor: Ragnarok‘, que foi muito bem recebido pelos críticos e fãs e arrecadou mais de US$ 850 milhões mundialmente.
Além disso, o We Got This Covered sugere que Amora, a Feiticeira, será a principal vilã do filme.
Para quem não conhece, Amora é uma das maiores inimigas dos asgardianos, embora ela e Thor também tenham sido amantes nos quadrinhos.
Depois que Zack Snyder anunciou a estreia de sua versão de ‘Liga da Justiça‘ para o ano que vem, os fãs do DCEU estão promovendo uma campanha para que a Warner bros lance o ‘Ayer Cut‘ de ‘Esquadrão Suicida’.
Como muitos já devem saber, o diretor David Ayer revelou que várias cenas essenciais do Coringa (Jared Leto) ficaram de fora das telonas, o que continua aumentando a curiosidade do público.
Através da tag #ReleaseTheAyerCut, diversos internautas estão tentando convencer o estúdio a lançar a versão sem cortes do filme.
Além disso, o próprio Ayer fez uma misteriosa publicação em seu perfil do Twitter, mostrando um gif do Coringa com a seguinte legenda:
— SNYDER CUT TA VINDO AAEEEEEE (@ConstantiFelipe) May 22, 2020
Lembrando que ‘O Esquadrão Suicida‘, dirigido por James Gunn, tem estreia prevista para 06 de agosto de 2021.
Margot Robbie (Harley Quinn), Viola Davis (Amanda Waller) e Jai Courtney (Capitão Boomerang) irão reprisar seu papéis.
Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.
Durante uma entrevista para a E! Online, Emily VanCamp comentou sobre ‘Falcão e o Soldado Invernal’ e foi questionada se a trama será tão surpreendente quanto ‘WandaVision‘.
A intérprete de Sharon Carter disse que a trama guardas tantas surpresas e reviravoltas quando a produção estrelada por Elizabeth Olsen e Paul Bettany.
“É uma trama complexa e há muitos elementos que vão deixar as pessoas de boca aberta. Mas nosso foco está na velha e boa ação, com tiroteios e pancadaria”, brincou ela.
Ela continuou, garantindo que a série mistura um pouco do gênero de ação, suspense e mistério:
“É um série de vários níveis, sabe? Além da ação e de todo esse mistério, você também pode esperar bastante suspense. É uma série de ação à moda antiga, e nós sabemos que o público gosta disso.”
Falando nisso, Sharon Carter não é vista no MCU desde os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.
E parece que um dos focos da trama será desvendar o que aconteceu com ela após se tornar uma fugitiva do governo por ajudar Steve Rogers (Chris Evans), na época considerado um criminoso por quebrar a Lei de Sokovia.
Assim como Rogers, Carter será considerada foragida, já que a imagem de uma camiseta divulgada pelo Comic Book mostra que ela continua sendo procurada.
A estampa da camiseta mostra a agente com roupas de civil e as seguintes palavras:
“Procurada por quebrar o Acordo de Sokovia. Treinada pela SHIELD. Considerada perigosa. Quem reconhecê-la deve informar ás autoridades. Não tente abordá-la.”
Confira:
Lembrando que a série tem estreia marcada para 19 de março, na Disney+.
Confira o trailer e a sinopse:
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e SoldadoInvernal’.
Além de Mackie, Stan, Russell e Brühl, o elenco também conta com Emily VanCampe Noah Mills.
Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.
Ela é conhecida por seu trabalho em ‘The Walking Dead’, ‘Fear the Walking Dead’ e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.
A atual edição da revista Empire é dedicada a ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ e confirma algumas suspeitas dos fãs.
Através do Twitter, um usuário divulgou uma página da revista confirmando o retorno de Thomas Haden Church e Rhys Ifans como Homem-Areia e Lagarto, respectivamente.
Church deu vida ao vilão de ‘Homem-Aranha 3‘ (2007), enquanto Ifans foi o antagonista de ‘O Espetacular Homem-Aranha‘ (2012).
Além de mostrar uma nova imagem do Dr. Octopus (Alfred Molina), o trecho da revista contém uma legenda, dizendo:
“Um mundo que inclui o Lagarto de Rhys Ifans e o Homem-Areia de Thomas Haden Church.”
— Spider-Man No Way Home news backup (@spidey3backup) October 27, 2021
Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’ terá nada menos que duas horas e meia, e chegará aos cinemas nacionais em 16 de dezembro.
Assista ao trailer:
Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.
Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.
A versão live-action do Hércules da Marvel era aguardada há muito tempo por quem acompanha o MCU, mas o personagem finalmente foi introduzido em ‘Thor: Amor e Trovão‘, vivido por Brett Goldstein (‘Ted Lasso’).
Na primeira cena pós-créditos, vemos Zeus (Russell Crowe) invocando seu filho para caçar Thor (Chris Hemsworth) depois que o Asgardiano atacou o Monte Olimpo quando Zeus se negou a ajudá-lo a derrotar Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale).
Se sentindo humilhado e irado, Zeus planeja se vingar de Thor na tentativa de fazer com que as pessoas da Terra voltem a temer os Deuses do Olimpo.
Em entrevista para a Variety, Goldstein foi questionado sobre seu futuro no MCU, mas fez mistério, dizendo:
“Sinceramente, eu realmente não sei de nada. Não estou mentindo ou despistando – não sei de nada. Tudo o que sei é o que fiz naquele dia e é isso. Pode haver mais. Mas, por enquanto, foram apenas três segundos divertidos como um deus.”
Obviamente, o astro deve ter um papel de destaque daqui para frente, já que a Marvel não iria apostar na introdução de um personagem tão marcante sem ter um planejamento adequado.
Nos quadrinhos, Hércules geralmente é retratado como um herói e até já fez parte dos Vingadores, mas parece que ele começará como um inimigo do Deus do Trovão no MCU.
Ainda assim, é possível que o personagem acabe desafiando seu pai e se torne um herói, mas isso só o futuro dirá.
O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.
O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).
Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.
Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.
O diretor James Gunn finalmente revelou a trilha sonora oficial de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3′, intitulada Awesome Mix Vol. 3.
E, durante uma entrevista para o Fandango, Karen Gillan, disse que a abertira do longa será marcado por uma música épica.
A intérprete da Nebulosa ainda garantiu que a faixa inicial embala um dos momentos mais impactantes de toda a franquia.
“Há uma música na abertura do filme, não vou dizer qual é, mas posso dizer que é épica. Digo sem dúvidas que é um dos momentos mais impactantes dos filmes dos guardiões.”
Na lista de reprodução que Gunn compartilhou no Twitter, uma versão acústica de ‘Creep‘ do Radiohead é listada primeiro, embora não esteja claro se essa é a mesma ordem em que as músicas realmente serão tocadas no filme.
Seja qual for o caso, Chris Pratt também disse que a trilha sonora do vol. 3 é a melhor da franquia.
“Não quero dar spoilers, mas vou lhe dizer uma coisa, acho que é a melhor trilha sonora que já tivemos em todos os filmes. É muito bom. É comovente. É de dar arrepíos. Ele conseguiu. James fez um ótimo trabalho porque ele faz a curadoria dessas listas de reprodução para resgatar sucessos adormecidos… Ele faz um ótimo trabalho com isso e todas as músicas neste volume têm o mesmo sentimento.”
Confira as faixas que irão integrar a trilha sonora:
Radiohead — “Creep (Acoustic)”
Heart — “Crazy on You”
Rainbow — “Since You Been Gone”
Spacehog — “In the Meantime”
Earth, Wind & Fire — “Reasons”
The Flaming Lips — “Do You Realize??”
Faith No More — “We Care a Lot”
EHAMIC — “Koinu no Carnival”
Alice Cooper — “I’m Always Chasing Rainbows”
The Mowgli’s — “San Francisco”
X — “Poor Girl”
The The — “This Is the Day”
Beastie Boys — “No Sleep Till Brooklyn”
Florence + The Machine — “Dog Days Are Over”
Bruce Springsteen — “Badlands”
The Replacements — “I Will Dare”
Redbone — “Come and Get Your Love”
Lembrando que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ estreia em 04 de maio.
“Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.”
O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.
De acordo com o Comic Book, ‘Missão Impossível 8′ deve receber um novo subtítulo depois que o filme anterior foi renomeado.
Originalmente, o 7º filme da franquia foi batizado como ‘Missão Imposível: O Acerto de Contas – Parte 1′, mas a Paramount Pictures removeu oficialmente o ‘Parte 1‘.
Sendo assim, acredita-se que há planos para um novo subtítulo para a sequência, que tem previsão de estreia para maio de 2025.
Até o momento, não foi revelado o motivo da mudança, mas isso não deve trazer nenhuma alteração narrativa para a sequência, já que ‘O Acerto de Contas‘ foi planejado como duas partes da mesma trama.
Vale lembrar que ‘Missão: Impossível – Acerto de Contas‘ era uma das grandes apostas do ano passado, mas não atingiu as expectativas nas bilheteiras e deve render um significativo prejuízo financeiro.
De acordo com o The Numbers, o filme encerrou oficialmente a sua exibição nos cinemas com “apenas” US$ 566 milhões mundialmente.
Embora seja uma quantia considerável, ainda não é suficiente para cobrir os custos significativos associados à produção do filme, que custou em torno de US$ 390 milhões, incluindo despesas de marketing.
De acordo com fontes da Variety, considerando todas as receitas geradas, é estimado que o filme sofrerá um prejuízo superior a US$ 100 milhões – o equivalente a R$ 500 milhões.
A revista Deadlinereportou que Lily Rabe (‘The Undoing’) se juntou a Jake Gyllenhaal e Ruth Negga no elenco da nova minissérie do Apple TV+ ‘Presumed Innocent’.
Também foi adicionado ao elenco os atores Nana Mensah (‘Queen of Glory’), Matthew Alan (‘Dahmer: Um Canibal Americano’) e Kingston Rumi Southwick (‘9 Full Moons’).
A trama que é baseada no romance de Scott Turow traz Rusty Sabich (Gyllenhaal), um fervoroso promotor de Chicago acusado de matar seu colega. Negga será Barbara Sabich, a esposa de Rusty.
J.J Abrams, de ‘Lost‘, e David E. Kelley, de ‘Big Little Lies‘, estão adaptando o romance e vão atuar como produtores executivos, ao lado de Gyllenhaal.
‘Presumed Innocent‘ ainda não tem data de estreia, mas deve chegar em 2023 na Apple TV+.
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