A Sony Pictures anunciou que adiou a data de estreia do terceiro filme da franquia ‘Homem-Aranha‘, estrelado pelo Tom Holland.
Inicialmente agendado para 5 de novembro de 2021, o filme agora será lançado em 17 de dezembro de 2021. Curiosamente, essa nova data de lançamento é a que foi anteriormente ocupada por ‘Avatar 2‘, adiado para Dezembro de 2022.
Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’. De acordo com aqueles ligados ao projeto, essa reviravolta na história ajudará Peter a se tornar seu próprio herói, em vez de ser um mentoreado dos outros Vingadores.
“Vai ser divertido ver Spidey volta em seu elemento, fora da sombra de Tony, fora da sombra dos outros Vingadores, como o seu próprio homem agora, como seu próprio herói”, afirmou Kevin Feige.
Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.
Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.
Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.
Sucesso! A animação ‘Demon Slayer The Movie: Mugen Train‘ superou a arrecadação de ‘A Viagem de Chihiro‘ e se tornou a maior bilheteria mundial da HISTÓRIA para um anime.
‘Demon Slayer The Movie: Mugen Train‘ ultrapassou US$ 400 milhões nas bilheterias do mundo todo.
O filme já tinha batido recorde nas bilheterias japonesas, tornando-se a maior arrecadação da história do país, na frente até de ‘Titanic‘ – que fez US$ 251 milhões por lá.
Assista ao trailer:
O longa é dirigido por Haruo Sotozaki.
Enmu é encarregado de matar Tanjirou Kamado para ascender a sua posição. Tanjirou, Zenitsu e Inosuke compram ingressos para o Infinity Train à procura de Rengoku, o pilar da chama.
O elenco conta com as vozes de Abby Trott, Bryce Papenbrook, Zach Aguilar, Natsuki Hanae e Yoshitsugu Matsuoka.
O anime ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
‘Maligno’, novo terror do aclamado diretor James Wan, chegou aos cinemas de todo o mundo e ganhou sólidos elogios por parte da crítica.
No Rotten Tomatoes, o longa conquistou 75% de aprovação, com nota 6.20/10 baseada em 72 reviews (até o momento). Segundo o consenso geral, “[o filme] não é particularmente assustador, [mas] o retorno de Wan ao terror contém vários elementos arrepiantes – e uma memorável e insana reviravolta”.
O filme teve menor aceitação do público no site, com apenas 52% de aprovação.
Confira os principais comentários abaixo:
“Nada é especialmente assustador, mas, se você for paciente, Wan entrega o tipo de hilário clímax que apenas um sádico iria revelar. Ou idealizar” – New York Times.
“‘Maligno’ é um incrível divertimento que mistura Giallo, horror corporal e mortes brutais” – JoBlo’s Movie Network.
“Um filme de terror que é tão longo quanto frustrante” – RogerEbert.com.
“[O filme] abraça sua premissa selvagem de uma forma autêntica, autoconsciente e, mais importante, aterrorizante” – Flick Fan Nation.
Lembrando que o filme estreia nos cinemas nacionais amanhã, 9 de setembro.
Com roteiro de Wan, Ingrid Bisu eAkela Cooper, a história gira em torno de Madison (Annabelle Wallis), uma mulher que continua tendo visões terríveis de assassinatos que estão realmente acontecendo. Mais do que isso, tudo indica que os crimes foram cometidos por seu amigo imaginário de infância.
O terror irá se afastar da temática sobrenatural e dará lugar a uma trama de investigação e suspense, aos moldes do subgênero Giallo Film, que surgiram na Itália e serviram de modelo para slashers como ‘Pânico‘ e ‘Halloween‘.
O elenco ainda conta com Maddie Hasson, Mckenna Grace, Jake Abel, George Young, Ingrid Bisu, Michole Briana White e Jacqueline McKenzie.
As filmagens da sequência de ‘The Old Guard‘ estão prestes a começar e Charlize Theron foi fotografada em um evento beneficente para o Charlize Theron Africa Outreach Project (CTAOP) com o visual que usará no filme.
“Precisávamos de algo que parecesse que o tempo havia passado, então para isso você vai com o velho mullet”, disse Theron.
Confira fotos:
🆘 Nossa loirinha está morena! O que será que vem ai?
— Charlize Theron Brasil (@TheronBrasil) June 12, 2022
Uma Thurman (‘Kill Bill’) e Henry Golding (‘G.I. Joe Origens: Snake Eyes’) são as novas adicições do elenco, que contará com o retorno de KiKi Layne, Matthias Schoenaerts, Marwan Kenzari, Luca Marinelli, Veronica Ngo e Chiwetel Ejiofor.
Victoria Mahoney assumirá a direção do novo filme.
Imortais.
O filme The Old Guard terá uma sequência e será dirigido por Victoria Mahoney. pic.twitter.com/gVM7V8AIPY
Um dos filmes mais polêmicos da história estreou no catálogo da Netflix. Trata-se da comédia ‘A Entrevista‘, que causou uma troca de farpas entre EUA e Coreia do Norte quando foi lançado em 2014.
Na época do lançamento do filme, um grupo terrorista de hackers norte-coreanos ameaçou e chegou a invadir dados preciosos da Sony Pictures, causando assim o cancelamento imediato da estreia.
O então presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, comprou a briga e pediu para que a Sony lançasse o filme nos cinemas, apesar das ameaças.
“Como o presidente deixou claro, nós somos um país que acredita na liberdade de expressão e no direito à manifestação artística”, disse a jornalistas o porta-voz da Casa Branca, Eric Schultz.
“A decisão tomada pela Sony e por salas de cinema participantes permite às pessoas fazer suas próprias escolhas sobre o filme e nós saudamos este resultado”, acrescentou.
Após o presidente Barack Obama ter criticado a Sony pela suspensão do longa, que depois voltou atrás e liberou a estreia nos cinemas, um porta-voz não identificado da Coreia acusou o líder norte-americano de ser “imprudente nas palavras e gestos”e agir como “um macaco numa floresta tropical”.
Após o anúncio do que se tratava a nova produção da dupla Evan Goldberg e Seth Rogen, onde dois jornalistas armaram um plano para assassinar o presidente/ditador da Coreia do Norte, muitos, inclusive o próprio Kim Jong-un, não estava de acordo com o lançamento do filme.
E, mesmo diante de toda crítica, a Sony Pictures resolveu comprar a briga e disse que, sim, distribuiria o longa mundialmente. No entanto, semanas depois, o grupo terrorista de hackers norte-coreanos realmente invadiu dados preciosos da empresa, causando assim o cancelamento imediato da estreia.
Mas, enfim, o tal A Entrevista é tudo isso que falam? Será tão agressivo e satírico, politicamente crítico e digno de todo esse bafafá? Para alguns, como as vítimas, sim, para outros, talvez, para a maioria, certamente não. Analisando de forma rasteira, o filme é novamente um apanhado de piadas de Seth Rogen e Cia, recheado de assuntos da cultura pop – quase um pastelão de O Senhor dos Anéis – e detentor de algumas doses de humor negro, algo que o ator, roteirista e diretor canadense geralmente faz, a diferença é que dessa vez mexeram num vespeiro – ou com um povo que gosta de criar caso.
Ao lado do intrépido James Franco – com quem já fez parceria em vários outros títulos como É o Fim (2013), O Besouro Verde (2011), Segurando as Pontas (2008) e Ligeiramente Grávidos(2007) -, Rogen segue o seu habitual caráter, com piadas surrealmente descoladas ou deslocadas, que beiram o ridículo. É daquele tipo de humor ame ou deteste. Parte do público acha as gags do sujeito tão absurdas que se divertem com o jeitão nerd-canastra; a outra parte considera as tiradas absolutamente tolas e enfadonhas, até de mau gosto. Particularmente gosto do comediante, principalmente em seus trabalhos com o cineasta Judd Apatow. Logo, se não vai com a cara dele, aconselho passar longe daqui.
Como produto, é algo que até vale a pena ser conferido, já que, além de toda polêmica, o filme possui momentos interessantes, como uma visão mais séria que traz versões de ambas as partes da realidade social contemporânea; a hipocrisia e falácia dos dois lados em determinadas situações; as inúmeras referencias à obras de várias mídia e andamentos um tanto cômicos envolvendo o zoado Kim Jong-un. O maior problema de A Entrevista é o seu tamanho. Com quase duas horas de duração e enormes barrigas no segundo e terceiro ato, o longa acaba ficando aborrecido e deixando o público impaciente. Mas, enfim, desapontando ou não as expectativas, Seth Rogen deu o que falar com este peculiar trabalho.
Em uma recente entrevista ao Deadline, a showrunner Charlotte Stoudt comentou sobre a já confirmada 4ª temporada da elogiada série ‘The Morning Show’, revelando o que os fãs podem esperar do novo ciclo.
Durante a conversa, Stoudt revelou que os próximos episódios serão focados na questão da confiança dos consórcios de imprensa como uma escarça commodity.
“Explodimos tudo no ano passado com a maior bomba que poderíamos construir. Então, temos que nos perguntar como o grupo vai se reunir novamente e como será isso? Entramos no mundo dos deep-fakes e das IAs e na desinformação na névoa da guerra que estamos vendo agora no Oriente Médio e outras coisas. Estamos olhando em quem pode confiar. E você pode confiar no que está vendo? Você pode confiar em si mesmo? Você pode confiar no seu meio de comunicação?”.
Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis na Apple TV+.
Um olhar por trás dos bastidores da vida das pessoas que ajudam a América a acordar pela manhã, explorando os desafios únicos enfrentados pelos homens e mulheres que realizam este ritual diário televisionado.
Jennifer Aniston e Reese Witherspoon estrelam.
O elenco ainda conta com Desean Terry, Victoria Tate, Jon Hamn, Billy Crudup, Juliana Margulies, Mark Duplass, Greta Lee e Jon Hamn.
A franquia ‘Toy Story‘ está mais viva do que nunca, e agora teremos os antigos brinquedos enfrentando o maior vilão que eles poderiam imaginar: a tecnologia.
‘Toy Story 5‘ foi confirmado e já tem data de estreia nos cinemas nacionais: dia 18 de junho de 2026.
Andrew Stanton, diretor de ‘Wall-E‘ e ‘Procurando Nemo‘, comandará a produção, que contará com o retorno de Tim Allen (Buzz Lightyear) e Tom Hanks (Woody).
Durante a apresentação na D23 Brasil, o produtor Jonas Rivera revelou novos detalhes sobre o projeto:
“O papel dos brinquedos sempre foi claro: estar lá por suas crianças quando elas precisam. O Woody até diz isso no primeiro filme, e se mantém fiel a essa mensagem durante todos esses filmes. No entanto, em ‘Toy Story 5’, esse trabalho ficará muito mais difícil. Nossos brinquedos terão que enfrentar o que tem se tornado a obsessão das crianças atualmente: eletrônicos. Todos nós sabemos disso. Brinquedos costumavam chamar a atenção das crianças, mas é quase impossível fazer isso nos dias de hoje. O tema do novo filme será: brinquedos vs. tecnologia.“
Ele completa, “Woody, Buzz, Jessie e toda a turma irão retornar em ‘Toy Story 5’. Essa franquia tem um espaço muito especial no coração. Foi o primeiro filme que eu trabalhei na Pixar. Passei metade da minha vida com esses personagens; são como minha família. Esses personagens nos apresentaram novas perspectivas sobre amadurecimento e como navegamos pela vida.”
A informação foi revelada pelo próprio Allen durante o programa The Tonight Show with Jimmy Fallon.
Em sua declaração, o astro disse que:
“Bob Iger nos disse o que estava acontecendo. Na verdade, ele disse que isso [o novo filme] iria acontecer. Eles entraram em contato com Tom Hanks e eu para voltarmos a dublar. Mas eles nem estão falando muito sobre isso.”
Ele continuou:
“Sabe? Você se pergunta se quatro [filmes] eram demais. Então, cinco vai ser demais? Boatos dizem que o roteirista que está nesta missão escreveu um dos melhores roteiros do estúdio, ele disse: ‘Se eu não acertasse, eu não o faria’.”
Incrível como o @cinemarkoficial vai dar ao cliente uma experiência transcendente com Pânico 7, se quiserem o combo levam de brinde uma facada digna do Ghostface, porém no bolso. pic.twitter.com/J0k1SPxWNJ
De acordo com o Deadline, a aguardada sequência deve ultrapassar a marca dos US$ 30 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.
Para termos de comparação, o valor deve ficar abaixo da abertura de ‘Pânico VI‘ (US$44.4M), mas deve superar o lançamento do quinto capítulo da saga (US$30M).
Projeções recentes indicam a possibilidade do sétimo filme se tornar a segunda maior abertura da história da franquia.
Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.
Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.
A Walt Disney Co. fez uma dívida de US$ 11 bilhões, na tentativa de ajudar a posição financeira da empresa e garantir suporte a todas as suas áreas de atuação, em virtude das consequências avassaladoras do coronavírus e da reclusão social.
De acordo com a Deadline, os detalhes fora divulgados em um arquivo da SEC – Securities and Exchange Commission (Comissão de Títulos e Câmbio dos Estados Unidos), na última terça-feira (13).
Os empréstimos vencerão entre os anos de 2026 e 2060 e o dinheiro catado será usado para pagar as dívidas da empresa, em virtude do fechamento de seus parques, bem como da interrupção de vários de seus serviços, além de claro, do pagamento de seus funcionários durante a quarentena.
De acordo com o analista Neil Begley, da Moody’s Investor Service, o valor do empréstimo deve ser o suficiente para restabelecer a empresa em meio à crise mundial:
“Acreditamos que o caixa disponível e as facilidades bancárias serão mais do que suficientes para atender a todas as necessidades da empresa no momento e essa transação apenas reforçará ainda mais sua sólida posição de liquidez, que é um importante seguro financeiro, considerando que a duração dessa crise e o seu impacto econômico inda são desconhecidos”.
Vale lembrar que a Disneyland de Xangai já reabriu suas portas, após quase quatro meses fechada. O parque está funcionando com apenas 30% de sua capacidade normal e os funcionários e visitantes devem usar máscaras enquanto estiverem dentro do local.
Superando as expectativas, todos os ingressos para a Disney Xangai ficaram esgotados em questão de horas. Os demais parques asiáticos da empresa, como a Disney Hong Kong, Disney Tóquio e o Disney Sea ainda permanecem fechados sem data de reabertura.
Os parques temáticos da Califórnia e da Flórida também permanecem fechados, sem data de reabertura.
A nova série derivada de ‘How I Met Your Mother‘, intitulada ‘How I Met Your Father’, terá conexões com a produção original, conforme revelado pela atriz Hillary Duff, durante uma recente entrevista ao programa The Jess Cagle Show, da rádio SiriusXM.
Evitando entregar muitos detalhes, a protagonista da vindoura produção revelou que algumas alterações estão sendo feitas no roteiro e ainda salientou que existe a possibilidade de alguns dos personagens da série original retornarem em pequenas aparições.
“Não quero entregar muito, mas o roteiro está definitivamente passando por algumas pequenas alterações. Mas ele se conecta sim à série e sabe, tomara que tenhamos algumas participações divertidas do elenco original”.
‘How I Met Your Father’ foi anunciada oficialmente apenas no mês passado, então boa parte dos detalhes seguem sob sigilo. Ainda assim, Duff comentou um pouco sobre a premissa da série, bem como sobre a sua personagem, Sophie.
“Há ótimos personagens e eu terei a chance de ter uma nova família no set, uma outra família da TV. E existem tantas oportunidades para histórias de amor com essa série, porque se trata da Sophie e mais três caras. Então a trama vai descer por aquela toca do coelho, do tipo: ‘Qual deles é o pai?’. E as pessoas poderão percorrer por todas as experiências da jovem Sophie tentando encontrar o amor, namorando e como isso funciona no mundo contemporâneo”.
Na trama, Sophie está contando para seu filho a história de como conheceu o pai dele, da mesma forma que Ted Mosby (Josh Radnor) fez na obra original. A narrativa começa em 2021, quando Sophie e seu grupo de amigos estão no meio de uma jornada para descobrirem quem realmente são, o que querem fazer com as próprias vidas e como se apaixonar na era de aplicativos de relacionamentos e opções ilimitadas.
Duff também entra como produtora do spin-off ao lado de Carter Bays e Craig Thomas. Adam Londy será co-produtor executivo.
‘How I Met Your Mother’ foi ao ar durante 9 temporadas, exibidas entre 2005 e 2014 e também trouxe no elenco nomes como Neil Patrick Harris, Alyson Hannigan, Jason Segel e Cobie Smulders.
O universo de ‘Criminal Minds: Evolution‘ segue firme e forte e a série acaba de ser renovada para a sua 19ª temporada, antes mesmo da estreia dos vindouros episódios do ciclo 18. A informação foi confirmada pela revista Variety.
A 18ª temporada estreia nos Estados Unidos no dia 08 de maio no streaming Paramount+, com novos capitúlos sendo lançados semanalmente. ‘Evolution‘ dá sequência na trama de ‘Criminal Minds‘, que contou com 15 temporadas.
Reunindo boa parte do elenco original, a produção é considerada um revival e recebeu a nomenclatura ‘Evolution‘ em seu 16º ano – por isso sua contagem de temporadas segue de forma sequencial (totalizando 18 ciclos).
Joe Mantegna, A.J. Cook, Kirsten Vangsness, Aisha Tyler Adam Rodriguez e Paget Brewster são os membros do elenco original que retornaram para o revival. RJ Hatanaka e Zach Gilford entraram para a produção em 2022, com a mudança do nome.
Comandada por Erica Messer, a trama se passa dois anos após a conclusão da série original.
A equipe de elite de perfis criminais do FBI enfrenta sua maior ameaça até agora, um suspeito anônimo que se aproveitou da pandemia para construir uma rede de outros serial killers, obrigando nossos heróis a se dividirem para caçá-los através de um assassinato de cada vez.
Filme da mostra Competitiva do Festival de Berlim 2026
Um close no rosto de Amy Adams encarando o vazio. A câmera se abre e revela que ela está em um círculo de percussão, batendo um tambor com outras pessoas, mas sua expressão permanece congelada, deslocada daquele ambiente. Assim começa At The Sea, do húngaro Kornél Mundruczó, exibido na competição do Festival Internacional de Cinema de Berlim. A promessa é clara: estamos diante de uma mulher dissociada, à deriva. O mar que dá título ao filme surge como metáfora evidente dessa condição.
O longa acompanha a ex-bailarina Laura (Amy Adams), que retorna para casa após seis meses em reabilitação, depois de um acidente de carro com o filho provocado pelo abuso do álcool. Diretora de uma companhia de dança, mãe de dois filhos, esposa distante, herdeira de uma vida confortável — as camadas dramáticas são abundantes. Nenhuma, porém, se articula de maneira orgânica. Tudo soa como esboço.
O roteiro de Kata Wéber insiste em flashbacks de um pai exigente e na sugestão de um trauma infantil que teria levado ao álcool como válvula de escape. Essas memórias, no entanto, carecem de densidade emocional e não reverberam no presente. Funcionam como explicação, mas não como drama.
As cenas de dança no presente são especialmente frágeis. A coreografia e a preparação corporal não convencem como trajetória profissional de alto nível. A encenação é rígida, por vezes constrangedora. A repetição de enquadramentos — Laura caminhando pela costa, quase sempre com saída de praia sobre o maiô ou de camisola — reforça uma monotonia visual que contamina o filme. Figurino e direção parecem ter desistido da personagem, assim como ela parece ter desistido de si mesma.
A letargia que domina Laura poderia ser lida como depressão ou como efeito da abstinência alcoólica. O roteiro, entretanto, não escolhe um eixo dramático claro. Ela busca redenção? Reconstrução familiar? Libertação artística? Nada se consolida como trajetória. O que se vê é uma mulher paralisada diante da própria vida, sem que o filme construa forças dramáticas capazes de tensionar essa inércia.
A relação com o marido Martin (Murray Bartlett), permanece vaga. A tensão com a filha adolescente (Chloe East), que assumiu responsabilidades durante sua ausência, é tratada de forma colateral. O filho mais novo (Redding Munsell) demonstra ressentimento, mas qualquer possibilidade de lidar com as consequências do acidente provocado por ela se dissolve rapidamente após um incidente com uma queimadura de água-viva, mais um episódio que não produz consequências significativas.
Surge então um possível ponto de inflexão: um vendedor de pipas interpretado por Brett Goldstein, conhecido pela série Ted Lasso. Ele representa a promessa de uma conexão e de um recomeço. Contudo, a relação se limita a diálogos expositivos sobre vício e sobrevivência “um dia de cada vez”. Não há tensão, nem química, nem transformação.
Nem mesmo a longa discussão entre mãe e filha na praia, que deveria constituir o clímax emocional, encontra força dramática. O conflito não se sustenta, e a reconciliação soa forçada, culminando em uma dança conjunta sem coordenação ou significado claro. O gesto, que poderia simbolizar reconstrução, apenas reforça a artificialidade da encenação.
Seis vezes indicada ao Oscar, Amy Adams parece novamente presa a projetos que prometem complexidade psicológica, mas resultam em superficialidade. Desde Era uma Vez um Sonho(2020), passando por A Mulher na Janela(2021) e Canina(2024), sua filmografia recente revela escolhas que não encontram a densidade dramática à altura de seu talento, como os trabalho com Denis Villeneuve e David O. Russell.
At The Sea propõe um estudo sobre vazio existencial, mas entrega vazio narrativo. O filme aspira a um retrato de trauma, culpa, abstinência e identidade artística — temas já explorados pela mesma dupla de diretor e roteirista em Pedaços de Uma Mulher(2020). Aqui, porém, eles optam por não se aprofundar plenamente em nenhuma dessas frentes. Ao final, impõe-se a pergunta: por que contar a história de uma mulher à deriva se o próprio filme não sabe para onde navegar? O vazio da personagem poderia ser devastador; o que permanece, entretanto, é apenas um vácuo.
A nova série da Marvel pelo canal Freeform, ‘Manto e Adaga’ ganhou um novo pôster, anunciando um novo trailer para amanhã (20). Confira:
A nova série da Marvel teve seu primeiro episódio exibido no SXSW 2018 e as primeiras impressões são positivas. Confira:
#CloakAndDagger is a really smart, mature, visually accomplished Marvel show, and I can’t wait to watch more. Super fun having Jeph Loeb on another YA superhero show #sxsw
“‘Manto e Adaga’ é um esperto, maduro e visualmente sólido programa da Marvel, e mal posso esperar para assistir mais. Muito divertido ter Jeph Loeb em outra série de super-herói”
I’ll have more thoughts on the premiere episode of Marvel’s #CloakAndDagger up on the site soon, but let me just say this: the two young leads are immensely good. They’ll be the reason the watch.
“Terei mais publicações e mais opiniões do episódio de ‘Manto e Adaga’, da Marvel, no site em breve, mas deixem-me dizer isto: os dois jovens protagonistas são imersivamente bons. Eles são o motivo para assistir”
The #CloakAndDagger first episode was a solid, promising start. That said, there’s nothing very new or different on display. If you like the current Marvel tv offerings, you’ll likely enjoy this. pic.twitter.com/e728sN2RA1
“O primeiro episódio de ‘Manto e Adaga’ foi um começo promissor. Dito isto, não há nada de muito novo ou diferente. Se você gosta do que a Marvel TV oferece, provavelmente gostará desse”
A série ganhou um novo trailer, que traz os personagens títulos se conhecendo.
Confira:
‘Cloak and Dagger‘ é inspirada na dupla ‘Manto e Adaga‘, e que terá os os jovens Aubrey Joseph e Olivia Holt para interpretarem os personagens título.
Gina Prince-Bythewood, que escreveu e dirigiu ‘No Limite da Fama‘, dirigiu o episódio piloto da série.A Marvel TV vai desenvolver o programa, que será transmitido pelo canal Freeform, selo adolescente da ABC – a mesma emissora de ‘Agents of SHIELD‘.
O terror também ganhou seu primeiro vídeo dos bastidores recentemente.
Nele, Jessica Rothe, Israel Broussard e Rachel Matthews anunciam seus retornos como Tree Gelbman, Carter Davis e Danielle Bouseman, respectivamente. Ansioso?
Uma publicação compartilhada por Jessica Rothe (@jessica_rothe) em
Rostos conhecidos continuam sendo adicionados ao elenco da sequência de ‘A Morte te Dá Parabéns‘, o que não é uma surpresa considerando o tema do filme. Segundo o Variety, Ruby Modine assinou contrato para reprisar seu papel de Lori Spengler.
Suraj Sharma e Sarah Yarkin entraram para o elenco. Sharma interpretará Samar Ghosh, uma cientista entusiasta que gosta de programar em seu tempo livre. Yarkin será Dre Morgan, um nerd que é seu parceiro no crime.
Em uma entrevista, Rothe falou sobre o conceito da continuação:
“A sequência, como foi descrita para mim, eleva o conceito do original de ser um filme de terror – e eu nem diria que se trara de terror, porque o filme é um terror, comédia, drama – para um gênero parecido com ‘De Volta para o Futuro’, onde a sequência começa logo de onde pararmos. Explicará muitas coisas do primeiro filme que não foram explicadas, e eleva tudo.”
Nos últimos anos, Zack Snyder andou se queimando em Hollywood muito por conta das controvérsias envolvendo a bagunça do extinto Universo Estendido DC, do qual ele foi contratado para ser o grande mentor. Porém, quando surgiu para o cinema, Zack era considerado um nome promissor para o futuro, não à toa recebeu o ‘título’ de “Visionário”. Sempre prezando por trabalhar os filmes com sua estética própria, Snyder teve seu primeiro “deslize” justamente em uma adaptação de quadrinhos.
Ame ou odeie, o Zack Snyder pode ser chamado de muitas coisas, menos de covarde. Isso porque ele brigou e assumiu Watchmen, uma adaptação que era considerada impossível de ser feita em Hollywood, não só pela complexidade da trama, mas principalmente porque seu autor, Alan Moore, é reconhecidamente uma das figuras mais fortes do meio das graphic novels. E agora, essa obra cinematográfica que dividiu opiniões completa 15 anos de existência. E você? Gostou ou não de Watchmen?
Antes de falar sobre o filme, vale a pena contextualizar o material original. A década de 1980 representa uma grande virada nas histórias em quadrinhos norte-americanas. Após duas décadas de maravilhas coloridas pulando das páginas dos gibis, os anos 80 decidiram mudar a abordagem, trazendo tons mais sombrios, investindo mais em dramas adultos, violência e questões políticas que trouxessem diferentes públicos para as revistas. Nesse contexto, nomes como Frank Miller, Art Spiegelman, Peter David, Neil Gaiman e Alan Moore fizeram carreira, revolucionando o que era fazer HQs.
Em 1983, a DC Comics havia acabado de comprar a Charlton Comics, trazendo alguns heróis do passado para dentro de seu panteão. Sabendo disso, cerca de dois anos depois, Alan Moore escreveu uma história que focaria na realidade podre desses personagens recém-chegados, permitindo que o autor desse uma nova visão deles nessa entrada no Universo DC. A trama acompanharia a investigação do assassinato do Pacificador (esse mesmo que se popularizou ao ser vivido por John Cena) por seu grupo de heróis, composto por nomes como Besouro Azul, Questão e o Capitão Átomo. Entretanto, apesar do projeto ter sido bem recebido, a ideia de usar os heróis da Charlton em uma empreitada tão controversa não caiu bem ante a direção. Afinal, esses personagens haviam acabado de chegar e essa visão mais crua e brutal poderia mudar para sempre a forma como o público veria eles dali para frente.
Reprodução
O editor da DC, Dick Giordano, enviou suas considerações para que Alan Moore reescrevesse “Quem Matou o Pacificador?” como uma graphic novel composta por personagens inéditos. O quadrinista detestou a ideia, porque acreditou que não funcionaria sem o apego dos fãs aos personagens que seriam distorcidos nas páginas. Só que ele mudou de ideia ao perceber que criar essas paródias poderia potencializar ainda mais as críticas que pretendia fazer, então aceitou as alterações do editor e começou a escrever. Sabendo que Moore estava fazendo um novo projeto, o desenhista Dave Gibbons embarcou no trabalho sem pensar duas vezes e o resto é história.
Trazendo fortes críticas à sociedade norte-americana e à sujeira social da época da Guerra Fria, além de desmistificar o ícone do super-herói e satirizar a cultura de massa, Watchmen se tornou um fenômeno. O universo criado por Moore e Gibbons foi tão rico e denso que causou uma mudança total no storytelling das HQs da época. Diante desse sucesso todo, começou um burburinho que se estenderia por décadas sobre uma adaptação para os cinemas. Só que a densidade da história fazia com que os produtores dessem a trama como “inadaptável para os cinemas”, principalmente porque os filmes de super-heróis ainda eram voltado para o público infantojuvenil.
Nos anos 2000, após o sucesso estrondoso de 300, a Warner viu em Zack Snyder a imagem certa do diretor para adaptar essa graphic novel icônica. Então, o cineasta decidiu se ater o máximo possível à obra original. Para isso, ele comprou uma edição própria de Watchmen e carregava para todos os lados. Por mais incomum que isso seja, o storyboard do filme foi a própria história em quadrinhos.
Dessa forma, Zack tentou ser o mais fiel possível ao material original, rendendo uma dos filmes mais visualmente idênticos a um quadrinho já feito em Hollywood. Mas aí entraram alguns problemas. O corte inicial do diretor tinha mais de três horas de duração, o que era considerado um suicídio comercial na época. Filmes grandes demais tinham menos sessões. Se a quantidade de sessões era menor, a bilheteria também seria mais baixa. Ou seja, não havia a menor condição dos produtores aprovarem. Para reduzir o corte, Snyder arrancou completamente o segmento conhecido como Contos do Cargueiro Negro, que foi inserido no longa no formato de animação e contava uma história paralela sobre um pirata que dialogava diretamente com os dilemas dos heróis.
Mais do que os contos, o filme perdeu sequências importantes, como a morte do Coruja original. Porém, o problema da adaptação passou longe de ser apenas os cortes. A maior crítica que o longa recebeu, do próprio Alan Moore, inclusive, foi a perda da essência da trama em prol da valorização estética. Como costumam brincar nas redes sociais, parece que o Zack Snyder “leu as figuras” e esqueceu de “interpretar a história”.
E o resultado disso se deu justamente no corte final do filme, que é odiado por Alan Moore. Além da alteração do final da graphic novel, que era o ponto de conexão a literalmente todas as ações de Ozymandias, mudando a lula espacial gigante para o próprio Dr. Manhattan, o filme acabou dando uma glamourização exacerbada ao Rorschach, que foi criado pelo quadrinista como um execrável e hipócrita psicopata, mas que acabou virando um símbolo de certos grupos não muito bem-quistos pela sociedade justamente por essa abordagem de exaltação promovida pelo filme de Snyder. Mal comparando, é similar ao Capitão Nascimento, de Tropa de Elite, que foi criado para mostrar os horrores de poder praticamente fascista dado a policiais cariocas que se transformaram naquilo que deveriam combater. Mas, diante de uma interpretação incorreta, acabou virando símbolo da galera que defende o massacre feito pela polícia contra populações carentes que em vez de serem salvas do tráfico pelo BOPE terminam reféns dessas duas ‘entidades’ da corrupção estatal.
Vendo por esse ponto, fica muito nítido do motivo de Alan Moore odiar tanto o filme. O quadrinista é autodeclarado anarquista e teve de ver sua obra – que foi concebida para criticar a Guerra Fria e a febre da cultura de massa pelos heróis que saíam por aí chacinando a torto e a direito – sendo deturpada para um longa-metragem que mesmo sendo esteticamente marcante e fiel, ocasionou uma glamourização exacerbada de personagens que foram criados para representarem o que há de pior na sociedade.
Algo parecido aconteceu na época com Kick-Ass: Quebrando Tudo (2010). Nos quadrinhos, só falta o Mark Millar sair das páginas, apontar para o leitor e dizer: “Meu irmão, tu é um otário!”. Já o filme… Bem, ele ainda parodia os fãs de quadrinhos, mas sua roupagem de luxo e o carisma dos atores acaba o transformando em uma aventura divertida que perde a essência da crítica a uma sociedade problemática e viciada a ponto de adultos levarem super-heróis a sério.
E o ponto do Rorschach em específico é realmente sensível ao criador, porque ele declarou diversas vezes ter feito esse personagem reunindo tudo que havia de pior em um ser humano que ele poderia pensar. Por isso, o “detetive” é preconceituoso, sujo e hipócrita. Não por acaso ele caça e tortura bandidos, mas ignora o estupro cometido pelo Comediante, que é seu amigo e mentor.
Para piorar, o Rorschach virou símbolo de grupos de extrema-direita nos EUA. Essa situação, inclusive, foi retratada na série Watchmen, lançada em 2019. Mas antes que venham chamar o Alan Moore de clubista ou ‘Mimizento’, já que a série foi elogiada por ser considerada progressista, vale ressaltar que o autor também não gostou da produção de 2019. Por ele, Watchmen jamais seria adaptada para cinema ou TV, porque acaba alimentando um sistema que legitima tudo que ele mais abomina. É bastante comum ver o artista tocando nesse tema quase com um arrependimento de ter feito parte tão importante da trajetória dos quadrinhos na Cultura Pop.
Fato é que o filme tem seus prós e contras e cabe ao público decidir e interpretar. No fim das contas, Watchmen teve um orçamento altíssimo para a época (US$ 130 milhões) e o valor arrecadado (US$ 185 milhões) foi muito abaixo do esperado. Ainda assim, Snyder conseguiu lançar seu Snydercut que foi mais elogiado pelos fãs. Desde então, o universo Watchmen seguiu intocado nas telas, porque os produtores entenderam que mexer ali era tocar num vespeiro de polêmicas desnecessárias para seus interesses. O universo só voltaria a ser visitado uma década depois, com o elogiadíssimo seriado da HBO, que passou a brincar mais com as controvérsias da vida real, enquanto trabalhava uma trama que indicava dar continuação aos eventos da HQ, não do filme.
Dois projetos podem ser apontados como determinantes na carreira de Daniel Kaluuya, que alçaram a carreira do ator ao estrelato mundial: ‘Corra!’, em 2017, e ‘Pantera Negra’, no ano seguinte, 2018. É claro que o artista londrino vencedor do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em 2021 por ‘Judas e o Messias Negro’ interpretou diversos outros papéis marcantes, mas é possível apontar que nesses trabalhos o ator ganhou a robusta solidez para começar a trilhar outros caminhos – e que agora começam a ficar mais evidentes, a partir desse ano de 2024 quando o ator lança ‘The Kitchen’, seu primeiro projeto como diretor.
Izi (Kano) é um jovem rapaz preto que vive no The Kitchen, o último conjunto habitacional de uma Londres futurista e atemporal. Ele trabalha numa espécie de agência funerária, onde as pessoas fazem seguros para seus próprios funerais, de modo que, ao morrerem, são transformadas em mudas de plantas, às quais os familiares e amigos podem ir visitar sempre que quiserem. É nesse contexto que ele conhece o jovem Benji (Jedaiah Bannerman), um menino que acaba de perder a mãe e que, ao olhar para Izi, desconfia de que ele possa ser seu pai. Benji o segue e acaba indo para o The Kitchen com Izi, onde descobre um mundo completamente novo a seus olhos, onde as pessoas pretas de Londres vivem suas próprias culturas livremente, mas também sofrem represálias constantes da polícia municipal.
Através do artifício da ficção futurista de uma Londres distópica, o roteiro de Daniel Kaluuya, Joe Murtagh e Amy Baty joga luz sobre a contemporaneidade existente em um grande centro urbano como a capital inglesa: a forma como o ocidente trata a chegada, permanência e crescimento das populações imigrantes de outros locais – majoritariamente pessoas vindas de África e das Américas sulistas. ‘The Kitchen’ é, assim, uma grande metáfora, um conjunto habitacional que é uma bolha onde os imigrantes (de maioria preta) consegue respirar e viver a seu próprio modo, mas é constantemente lembrada pelo entorno da classe média que eles não são bem-vindos, vivendo pressão (da especulação imobiliária, do controle policial) para que desistam de permanecer no local e se mudem para onde não sejam vistos. Qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência.
Apesar do pano crítico-social forte de pano de fundo e o visual estonteante, o filme não vai para lugar nenhum. Sem propósito, as quase duas horas de duração mesclam o desabrochar juvenil do pequeno Benji com a crise paternal do protagonista, num vai e vem sem fim e sem se definir. Assim, os únicos acontecimentos no enredo são as invasões policiais no ‘The Kitchen’, que originam cenas de ação bem coreografadas e bem filmadas.
Claramente Daniel Kaluuya tem algo para dizer, e precisa continuar experimentando também atrás das câmeras para passar sua mensagem como fez com este ‘The Kitchen’, que tem uma fotografia bonita e efeitos visuais interessantes. Faltou, talvez, mais emoção aos personagens, contidos nos seus próprios pensamentos dentro de um contexto fervilhante. Com um pouquinho mais de drama e de emoção, o espectador poderia se conectar não só com o protagonista, mas, acima de tudo, com esse vibrante espaço de re-existência criado em ‘The Kitchen’.
Apesar de ‘Venom’ não ter trazido Carnificina como um dos protagonistas, a cena pós-créditos deu a entender que Cletus Kasady (Woody Harrelson) daria vida ao proeminente personagem. E recentemente, um usuário do Instagram revelou uma peça artística que imagina como o vilão poderia ser na sequência.
Confira:
Além do retorno de Harrelson, o astro Tom Hardy também reprisará o papel de Eddie Brock em ‘Venom 2‘.
Michelle Williams também voltará como Anne Weying.
Kelly Marcel, corroteirista do primeiro filme, vai escrever a sequência, que terá outro diretor, uma vez que Reuben Fleischer estará ocupado filmando ‘Zumbilândia 2‘.
As filmagens de ‘Thor: Amor e Trovão’ começam muito em breve e os fãs já estão se perguntando qual será a narrativa principal do longa. Bom, segundo o diretor Taika Waititi, uma das tramas deve girar em torno da batalha de Jane Foster (Natalie Portman) contra o câncer de mama.
“Acho que essa é uma parte poderosa das HQs”, Waititi comentou. “Acho que é interessante ver ela lutando contra essa coisa e então há duas batalhas acontecendo. Pessoalmente, amo essa narrativa. Mas se realmente ela vai entrar no filme, teremos que esperar para ver”.
Nos quadrinhos da Marvel, Thor se torna indigno de portar o martelo mágico Mjolnir, perdendo o título de herói asgardiano. Sua ex-namorada, Jane, por sua vez, é diagnosticada com câncer de mama e começa o tratamento, enquanto uma misteriosa mulher ergue o martelo e se intitula como a nova Thor. Na saga, é-nos revelado que Jane e a nova Thor são a mesma pessoa: ao se transformar na super-heroína, ela temporariamente se livra do câncer, ainda que a doença continue a destruir seu corpo humano.
Waititi retornará à direção da sequência.
O elenco conta com Chris Hemsworth, Tessa Thompson, Portman e Kat Dennings.
‘Thor: Amor e Trovão‘ tem estreia prevista para 5 de novembro de 2021.
O serviço de streamingQuibi divulgou o pôster oficial de ‘When the Streelights Go On’, seu novo mistério original.
Confira:
A série foi escrita por Chris Hutton e Eddie O’Keefe, com direção de Rebecca Thomas.
Depois do assassinato de uma linda jovem chocar uma comunidade suburbana, a irmã da vítima e seus colegas do colégio lutam para recuperar a normalidade à medida que amadurem forçosamente durante a investigação.
Chosen Jacobs, Sophie Thatcher, Sam Strike, Sophie Thatcher, Sam Strike, David Lewis, Mark Duplass, Cameron Bancroft, Tony Hale, Beh Ahlers, Kristine Froseth e Queen Latifah estrelam.
A série já está disponível na plataforma de streaming.
Segundo o Deadline, Nik Dodani (‘Escape Room’) e Colton Ryan (‘The Social Ones’) entraram para o elenco da adaptação do musical da Broadway, ‘Dear Evan Hansen’.
Dodani dará vida a Jared, amigo da família de artistas de Evan, enquanto Ryan será Connor, um veterano do colégio problemático que é um dos catalisadores principais da narrativa.
A dupla se junta à mais recente adição, Amandla Stenberg (‘O Ódio que Você Semeia’). Stenberg irá interpretar Alana, uma das colegas de classe de Evan que, embora seja carismática e divertida, esconde uma profunda solidão.
Na versão cinematográfica, Stenberg também cantará uma música original, que será composta por Benj Pasek e Justin Paul, a mesma dupla responsável pelas canções do musical e pela produção executiva.
O elenco já conta também com a atriz Kaitlyn Dever, que interpretará Zoe, o interesse amoroso do desajeitado protagonista homônimo.
Ben Platt, intérprete de Evan Hansen na peça original, deve reprisar o personagem na versão cinematográfica, embora a informação ainda não tenha sido confirmada. Vale lembrar que o astro foi premiado com o Tony Award por sua performance no musical.
A trama acompanha um jovem estudante do Ensino Médio que sofre de ansiedade social e se vê preso em sua própria mentira, quando decidi fingir ter tido um relacionamento próximo com um colega de sala que cometera suicídio.
‘Dear Evan Hansen‘ conquistou seis Tony Awards em 2017, incluindo o de Melhor Musical.
Stephen Chbosky (‘As Vantagens de Ser Invisível‘) assina a direção do projeto.
Steve Levenson, que escreveu o livro do musical, é quem assina o roteiro. Marc Platt (‘La La Land: Cantando Estações‘) e Adam Siegel produzirão o filme.
A Disney+ confirmou hoje que a aguardada série ‘WandaVision’ não fará seu debute com apenas um, mas com dois episódios (via ComicBook.com).
Isso significa que os dois primeiros capítulos da produção serão lançados no dia 15 de janeiro, enquanto o terceiro é exibido uma semana mais tarde e assim sucessivamente.
Animados?
‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.
A série é dirigida por Matt Shakman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth Olsen, Paul Bettany, Parris e Hahn.
A 2ª temporada de ‘High School Musical: A Série: O Musical’ já estreou no Disney+ e, agora, a plataforma de streaming divulgou um novo clipe oficial da nova iteração em que o elenco protagonista apresente “Belle”, uma das músicas mais icônicas do filme ‘A Bela e a Fera’.
Confira:
O elenco é composto por Olivia Rodrigo (‘Bizaardvark’), Joshua Bassett (‘A Irmã do Meio’), Kate Reinders (‘Modern Family’), Sofia Wylie (‘Andi Mack’), Matt Cornett (‘Bella e os Bulldogs’), Dara Renee (‘Sexta-Feira Muito Louca’), Julia Lester (‘Mom’), Frankie Rodriguez (‘Modern Family’) e Larry Saperstein.
A história segue um grupo de estudantes de teatro de East High que se reúnem para produzir uma peça de inverno. A série será em uma espécie de documentário, com os personagens contando e mostrando como anda o desenvolvimento da apresentação e todos os detalhes.
O roteirista Tim Federle, conhecido por seu trabalho na animação ‘O Touro Ferdinando’, cuida do roteiro.
A HBO MaxBrasil divulgou o trailer legendado da 3ª temporada de ‘Batwoman’, anunciando a data de estreia dos novos episódios: 21 de outubro.
Confira:
Criada por Caroline Dries, a série faz parte do Universo Compartilhado da DC nas telinhas, conhecido como o Arrowverse.
A trama segue Kate Kane e Ryan Wilder, enquanto elas lutam para enfrentar seus demônios se tornando vigilantes, combatendo o crime na cidade de Gotham.
O elenco conta com Javicia Leslie, Rachel Skarsten, Meagan Tandy, Nicole Kang, Camrus Johnson, Robin Givens, Nick Creegan e Victoria Cartagena.
‘Friends’ se tornou uma das séries mais marcantes da cultura pop e ajudou a alavancar a carreira de diversos astros – incluindo a de Courteney Cox. Não é surpresa que, recentemente, o elenco protagonista tenha se reunido em um especial que aqueceu o coração dos fãs, disponível na HBO Max.
Em uma recente aparição ao programa Sunday Today, Cox, que interpretou Monica Geller nas dez temporadas das sitcom, revelou que, na verdade, não se lembra de vários episódios da produção – e que, durante a reunião com seus colegas, não se lembrava de vários momentos dos quais estavam falando.
“Eu deveria ter assistido a todas as dez temporadas, porque, quando fiz a reunião e fui questionada sobre várias coisas, eu pensava: ‘não me lembro de estar nessa [cena]'”, ela comentou. “É, eu não me lembro de ter rodado vários episódios.
Lembrando que Cox é a estrela da série de terror cômico ‘Shining Vale’, que está disponíel no catálogo do STARZPLAY.
A história gira em torno de Patricia “Pat” Phelps (Cox), uma criança perturbada que se tornou viciada em drogas e em álcool, conseguindo superar seus problemas ao escrever sobre a traumática infância. Agora trilhando o percurso de uma romancista de sucesso, Pat se vê com alguns dilemas: ela não consegue arranjar a fórmula certa para escrever uma sequência, seu marido está ausente e seus filhos adolescentes parecem odiá-la. Como ela pode dar a volta por cima? Mudando-se para os subúrbios, onde descobre que atrocidades terríveis aconteceram, e eventualmente perceber que foi alvo de uma possessão demoníaca.
A dupla Jeff Astrof e Sharon Horgan é responsável pela série.
O elenco ainda conta com Mira Sorvino, Greg Kinnear, Merrin Dungey, Gus Birney, Judith Light e Dylan Gage.
O episódio piloto foi dirigido por Dearbhla Walsh (‘The Handmaid’s Tale‘).
‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ chega aos cinemas em 10 de novembro e, agora, um novo set de colecionáveis da LEGO pode ter confirmado a identidade do personagem titular na sequência.
A imagem, que você confere abaixo, traz Shuri (Letitia Wright) como a nova Pantera Negra. É possível ver alguns detalhes em dourado no traje de Shuri, que também apareceram no final do recente trailer promovendo o longa-metragem. E, apesar dela não ter uma máscara, os fãs já vem teorizando sobre a personagem vestir a manta de T’Challa (Chadwick Boseman) após a morte do herói.
Além disso, um segundo set mostra Shuri em seu laboratório, onde parece trabalhar em um novo traje super-heroico.
Confira:
Dirigida por Ryan Coogler, a sequência conta com Wright, Lupita Nyong’o, Angela Basset, Winston Duke, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.
Confira o trailer e a sinopse:
“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.
O enredo ainda não foi revelado, mas a produção continua com a importante missão de seguir o filme e manter o legado do Rei T’Challa, vivido pelo ator Chadwick Boseman, que morreu aos 43 anos devido a um câncer de cólon, em 2020.
O primeiro ‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.
Segundo a Variety, a Showtime escalou três novos membros ao elenco da 2ª temporada da aclamada série ‘Yellowjackets’.
As informações indicam que Nicole Maines (‘Supergirl’), François Arnaud (‘Os Bórgias’) e Nia Sondaya (‘Truth Be Told’) foram contratados para os próximos episódios.
Maines dará vida a uma personagem chamada Lisa, que é descrita como uma “associada da Lottie adulta que está tentando se recuperar de um trauma passado”; Arnaud, por sua vez, irá aparecer em quatro episódios como Paul, “um escritor de Nova York e namorado secreto do Treinador Scott (Steven Kreuger), que o lembra do que ele poderia ter sido”; e, por fim, Sondaya irá substituir Keeya King como a jovem Akilah.
O grupo se junta aos previamente confirmados Lauren Ambrose, Jason Ritter, Simone Kessell e Elijah Wood.
A nova temporada estreia no dia 24 de março.
Criada por Ashley Lyle e Bart Nickerson (‘Narcos’), a série é descrita como uma mistura de “sobrevivência épica, terror psicológico e drama”.
Uma equipe de talentosas estudantes se tornam improváveis sobreviventes de um acidente de avião, que cai em uma área remota e isolada. Enquanto acompanhamos a jornada delas de sobrevivência, vemos a vida que elas tentam reconstruir 25 anos após o acontecimento, provando que o passado nunca fica para trás.
O elenco também conta com Christina Ricci, Melanie Lynskey, Tawny Cypress e Juliette Lewis.
O Disney+ divulgou cartazes individuais incríveis de ‘A Magia de Aruna’, sua mais nova série fantástica brasileira.
A produção estreia no dia 29 de novembro na plataforma de streaming.
Confira, junto ao trailer:
Contando com seis episódios, a produção foi escrita por Ana Pacheco e Maira Oliveira. Eduardo Vaisman e Rodrigo Van Der Put entram como diretores.
A série mostra um mundo que está atravessando uma crise solar. Nele, um cinzento Rio de Janeiro é o lugar onde vive a jovem Mima. Ela é uma adolescente que faz de tudo para esconder seu estranho poder de hiper empatia enquanto a magia parece algo cada vez mais distante.
Porém, ao participar de uma importante competição, Mima acaba enfrentando um desafio que a faz perder o controle desse misterioso dom. Ao se afastar de seus companheiros de equipe, a jovem revela um feitiço realizado há 300 anos. E, com isso, ela acordará as três Bruxas Guardiãs.
Jamilly Mariano, Erika Januza, Giovanna Ewbank e Cleo estrelam.
Caio Manhente, Thiago Voltolini, Drayson Menezzes, Renata Castro Barbosa, Antonio Fragoso e outros completam o elenco.
O reboot de ‘Os Estranhos‘, que servirá como a primeira parte de uma trilogia, chega aos cinemas brasileiros no próximo dia 16 de maio – e, de acordo com o diretor Renny Harlin, o segundo capítulo da franquia pode ser lançado este ano também.
Em entrevista à Variety, o cineasta comentou que a próxima iteração tem chances de chegar às telonas em setembro ou outubro de 2024, com a trilogia sendo concluída no começo de 2025.
Harlin também expressou o motivo pelo qual se interessou pelo projeto, apontando que passar três filmes com os personagens em vez de apenas fazer um remake foi o que o inspirou.
“Se tivesse sido um remake direto ou uma sequência, eu não teria feito isso neste momento da minha vida”, diz ele. “Tenho muito respeito pelo filme original e estou um tanto intimidado pela qualidade dele. Simplesmente fazer uma sequência ou remake não me atraiu, mas esta foi uma grande oportunidade de ter quatro horas e meia de um estudo de caso de vítimas de um crime violento e os perpetradores e o que os motiva e como isso afeta uma pessoa que passa por isso.”
Lembrando que o filme recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser visto por maiores de idade (ou jovens acompanhados de um responsável adulto).
O longa foi classificado pelo MPAA por “violência forte, terror, linguagem e breve uso de drogas”.
Para termos de comparação, os dois capítulos anteriores da saga também receberam a mesma classificação por “violência/terror”.
Na trama do novo filme, Madelaine Petsch viaja para o campo com seu namorado (Froy Gutierrez) para começar uma nova vida. Quando seu carro quebra, o casal é forçado a passar a noite em uma isolada casa Airbnb, onde a dupla é aterrorizada até o amanhecer por três estranhos mascarados.
Confira o trailer:
Estrelado por Madelaine Petsch (‘Riverdale’) e Froy Gutierrez (‘Teen Wolf’), o terror estreia nos cinemas nacionais no dia 16 de maio.
O elenco ainda conta com Rachel Shenton, Ema Horvath e Gabe Basso.
Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’) fica responsável pela direção.
O roteiro é assinado pela dupla Alan R. Cohen e Alan Freedland.
A Paramount+ e a WoW disponibilizaram a prévia oficial do 10º episódio de ‘RuPaul’s Drag Race Global All Stars‘, novo spin-off do aclamado reality de competição.
O novo capítulo vai ao ar hoje, 11 de outubro.
Confira:
Neste novo spin-off, doze drag queens irão competir pelo título de Rainha do Mundo, e a vencedora irá ganhar US$ 200 mil e um cobiçado lugar no Drag Race Hall of Fame.
O programa contará com participantes favoritas do público, e incluirá Alyssa Edwards (Drag Race Season 5; All Stars 2), Gala Varo (Drag Race Mexico Season 1), Pythia (Drag Race Canada Season 2), Kitty Scott-Claus (Drag Race UK Season 3), Eva Le Queen (Drag Race Philippines Season 1), Miranda Lebrão (Drag Race Brazil Season 1), Athena Likis (Drag Race Belgique Season 1), Vanity Vain (Drag Race Sweden Season 1), Nehellenia (Drag Race Italia Season 2), Tessa Testicle (Drag Race Germany Season 1), Kween Kong (Drag Race Down Under Season 2) e Soa de Muse (Drag Race France Season 1).
Confira as imagens promocionais:
RuPaul é a apresentadora da série derivada. Michelle Visage faz parte do painel de jurados.
‘Não Solte!’ (Never Let Go), o terror pós-apocalíptico estrelado por Halle Berry, finalmente chegou ao catálogo do Prime Video.
O longa-metragem, que amargou 42% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas teve uma sólida recepção de 79% por parte do público, foi lançado na plataforma de streaminghoje, 17 de março.
Alexandre Aja, de ‘Viagem Maldita‘ e ‘Predadores Assassinos‘, é responsável pela direção.
A trama é centrada em uma ameaça sobrenatural desconhecida que domina o mundo exterior, deixando a segurança de uma mãe, June (Berry), e seus filhos gêmeos restrita à proteção de sua casa e ao vínculo inquebrantável da família. A mãe e seus filhos se mantêm ligados por cordas dentro de sua residência para protegerem-se do mal que assola o mundo lá fora.
No entanto, quando um dos meninos começa a questionar a realidade do mal que os cercam, a frágil segurança da família começa a se desintegrar. A dúvida e o ceticismo provocam uma ruptura nos laços que mantêm a unidade familiar e desencadeiam uma luta desesperada pela sobrevivência. ‘Não Solte!’ explora a tensão entre crença e dúvida em um cenário de terror psicológico, onde a única defesa contra o mal é a força de sua conexão familiar e a determinação de permanecer juntos.
Kevin Coughlin e Ryan Grassby assinam o roteiro.
Percy Daggs IV e Anthony B. Jenkins também fazem parte do elenco.
Após assumirem os cargos principais da DC Studios, James Gunn e Peter Safran deram origem ao novo universo estendido da DC, que ficou conhecido como DCU.
A ideia da dupla era recomeçar o panteão super-heroico do zero, mas o capítulo inicial dessa empreitada, ‘Superman’, trouxe rostos familiares do extinto DCEU para as telonas – como Pacificador e outros personagens da série estrelada por John Cena, causando certa confusão por parte dos fãs.
Agora, segundo o famoso perfil insider @MyTimeToShineH, o primeiro episódio da 2ª temporada de ‘Pacificador’ irá explicar esses problemas de continuidade entre o DCEU e o DCU.
“O primeiro episódio da 2ª temporada de Peacemaker abre com ‘Anteriormente no DCU’. São basicamente cenas da 1ª temporada, mas há algumas mudanças. A personagem de Danielle Brooks agora fala sobre convocar a Gangue da Justiça, e eles refilmaram a participação especial da Liga da Justiça no final”, aponta o perfil.
O insider acrescenta: “agora, serão o Senhor Incrível, Superman, [Guy Gardner], Mulher-Gavião e Supergirl (todos, exceto [Lanterna Verde] e Mulher-Gavião, que estão nas sombras)”.
Lembrando que o próximo ciclo tem estreia agendada para o dia 21 de agosto.
“Nos novos episódios, o Pacificador descobre um mundo alternativo onde a vida é tudo o que ele deseja. Mas essa descoberta também o força a encarar seu passado traumático e tomar o futuro em suas próprias mãos.”
Cena retornará como o herói titular ao lado de Freddie Stroma (Adrian Chase) e Danielle Brooks (Leota Adebayo).
Frank Grillo será introduzido como Rick Flag Sr., pai do personagem interpretado por Joel Kinnaman (‘Altered Carbon’) em ‘O Esquadrão Suicida‘.
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