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Hugh Jackman fala sobre rumores do retorno do Wolverine no MCU

No mês passado, o ator Hugh Jackman (‘O Rei do Show’) compartilhou em seus stories uma arte com as garras do Wolverine – criada pelo BossLogic – e, logo em seguida, uma foto ao lado do Kevin Feige, presidente da Marvel.

As publicações pareciam indicar um possível retorno do ator ao icônico papel do Wolverine no Universo da Marvel.

Porém, em entrevista ao ScreenRant, o ator revelou que não deve mesmo usar as garras de Adamantium novamente.

“Está no meu passado, cara. Não passa um dia sem que eu não seja incrivelmente grato por ter feito parte daquele Universo dos mutantes. Particularmente para estar lá no início e assistir. Ver Kevin Feige passando de assistente a produtor e meu companheiro, para onde está hoje. E esse foi um papel para toda a vida. Então, eu nunca quero que as pessoas sintam que quando eu digo que acabou, é uma coisa arrogante. Foi um dos grandes capítulos da minha vida.”, afirmou. 

Vale lembrar que Jackman anunciou publicamente que estava se aposentando do personagem após o lançamento do aclamado ‘Logan‘.

No entanto, há alguns anos, o ator declarou que toparia adiar a aposentadoria como Wolverine para participar de um filme dos ‘Vingadores‘:

“Se essa possibilidade estivesse na mesa quando tomei minha decisão, eu certamente faria uma pausa para pensar. Isso é certo. Porque sempre amei a ideia de Logan estar presente dentro desta dinâmica, obviamente com o Hulk, com o Homem de Ferro… Mas tem muitas pessoas inteligentes com MBA que não conseguem se decidir sobre isso. Nunca se sabe.”

Após a compra da FOX pela Disney, o Universo da Marvel se prepara para receber os X-Men, e a hora parece ser perfeita para o retorno do Hugh Jackman como o icônico Wolverine.

QUE BIZARRO! Assista ao trailer legendado do terror ‘Titanic 666’…

Foi divulgado o trailer LEGENDADO do terror ‘Titanic 666‘, que vai explorar as consequências sobrenaturais do naufrágio do icônico navio um século após a tragédia.

Ambientada 110 anos após a fatídica jornada da embarcação, a trama vai acompanhar a viagem inaugural do Titanic III, com destino ao local do naufrágio do original. Embora seja uma réplica fiel ao original, o cruzeiro é construído com a mais avançada tecnologia, garantindo que não tenha chance de afundar.

Mas quando o Titanic III chega ao destino, estranhos eventos começam a acontecer enquanto forças sombrias das profundezas sobem à superfície, aterrorizando todos a bordo e ameaçando repetir um dos maiores desastres da história.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Nas redes sociais, o público está incrédulo sobre o filme e fazendo piadas com a qualidade da prévia, que mais parece mais uma cópia do filme ‘Navio Fantasma‘, dirigido por Steve Beck em 2003.

Os  insultos vão desde o título genérico à trama nada original e sem sentido.

Confira as reações:

Produzido pela The Asylum, o longa será lançado no Tubi AMANHÃ, dia 15 de abril.

Nick Lyon (‘Fugindo do Inferno’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro escrito por Jacob CooneyJason White.

AnnaLynne McCord (‘90210’), Lydia Hearst (‘Z Nation’), Keesha Sharp (‘Power Book II: Ghost’) e Jamie Bamber (Battlestar Galactica) estrelam a produção.

O elenco ainda conta com Joseph Gatt, Derek Yates, Michael J. Chen, Jhey Castles, Kendall Chappell e Giovannie Espiritu.

‘Velozes e Furiosos 10’: Vídeo dos bastidores traz cenas INÉDITAS e entrevistas com Vin Diesel e elenco

‘Velozes e Furiosos 10‘ ganhou um featurette com cenas inéditas e entrevistas.

Assista:

O filme marca o início do fim da franquia iniciada em 2001 com as insanas corridas de rua disputadas por Dom (Vin Diesel), Brian (Paul Walker) e companhia.

Nada mais justo que terminar a jornada trazendo de volta este que foi elemento mais marcante dos filmes.

Durante uma entrevista para a Total Film, o diretor Louis Leterrier e o novato Jason Momoa (‘Aquaman’) comentaram sobre o assunto, além de provocar que a ação será elevada a níveis ainda mais altos.

“Como fã, há algumas coisas que eu realmente queria de volta na franquia – as corridas de rua era uma delas”, disse Leterrier. “Essa é a graça de tudo: quando você é o diretor de um filme que você admira e é fã há tantos anos, você consegue dar vida às suas fantasias!”

Por falar nisso, Dom irá enfrentar o personagem de Momoa, Dante, pelas rua do Rio de Janeiro.

Com o olhar de um novato, Momoa ficou surpreso com a quantidade de ação que ele e seus colegas de elenco tiveram permissão para realizar.

“Esse filme é uma adrenalina total… Imagine dirigir pelas ruas de paralelepípedos em Roma que têm séculos de uso, então quando você pára, você derrapa… Um de nossos produtores disse, ‘Vamos deixá-lo dirigir por Roma assim?’ Eu estava tipo, ‘Qual é, cara! Vamos, sim’.”

Além disso, o coordenador de veículos, Dennis McCarthy, que trabalhou em todos os filmes desde ‘Desafio em Tóquio‘, estima que cada carro apresentado na tela tinha cerca de sete duplicatas, e mais de 200 carros foram construídos por sua oficina para o próximo filme.

Inclusive, a trama apresentará uma frota de veículos elétricos pela primeira vez, incluindo um Dodge Charger Daytona e o DeLorean Alpha5.

Junto com o inconfundível Dodge Charger de Dom, esses veículos serão inseridos em vários cenários, incluindo uma sequência em Roma, onde uma ‘bomba’ de uma tonelada é driblada pelas ruas como se uma bola de futebol, mas por carros em vez de jogadores.

Haverá também várias cenas de ação de destaque, com Dante demonstrando que é mais do que capaz de derrubar Dom com um par de facas, um retorno explosivo a uma ponte familiar no Rio e um confronto de mulher-a-mulher entre Cipher (Charlize Theron) e Letty (Michelle Rodriguez).

Lembrando que o filme estreia em 18 de maio nos cinemas nacionais.

Confira também as capas de revista dedicadas à sequência:

Confira o trailer:

O longa marca a estreia de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.

Retornam ao elenco nomes como Charlize Theron, Michelle Rodriguez, Scott Eastwood, Jordana Brewster e Sung Kang.

CinePAPO | Renato Marafon entrevista o humorista Gui Santana e os cantores Pedro Leonardo e Ivan Barreto

O editor-chefe Renato Marafon traz o novo CinePAPO, nosso podcast semanal que traz as novidades do cinema.

No vídeo, o Renato  conversa com o humorista Gui Santana, que interpretou Sergio Mallandro na série do Silvio Santos, Pedro Leonardo contando por que a história do Leandro e Leonardo ainda não foi mostrada nas telonas e o vencedor do The Voice Ivan Barreto cantando pra gente. É de arrepiar!

Assista:

O CinePAPO é gravado no estúdio da Globalt, em Rio Claro.

‘Ainda Estou Aqui’ estreia em 1º LUGAR nas bilheterias brasileiras arrecadando mais de R$ 1 milhão

Ainda Estou Aqui‘ teve uma abertura grandiosa nas bilheterias brasileiras. Cotado para o Oscar, o filme de Walter Salles estrelado por Fernanda Torres e Selton Mello levou mais de 50 mil espectadores aos cinemas apenas na quinta-feira, 7, e arrecadou R$ 1,1 milhão em apenas um dia.

O filme liderou isolado das outras produções em cartaz.

Escolhido pela Academia Brasileira de Cinema para concorrer na categoria de Melhor Filme Internacional na 97ª Premiação do Oscar, o filme recebeu 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 20 avaliações.

Os críticos elogiaram amplamente o filme, destacando a forma humanizada com que retrata os eventos reais, bem como o desempenho notável do diretor Walter Salles e de Torres.

O filme tem apenas 2 críticas negativas.

Confira os comentários:

“Salles obtém performances convincentes de todo o elenco. Eles se sentem como família e amigos presos em um regime maligno.”, disse Dwight Brown.

“Ainda Estou Aqui é um filme envolvente e profundamente tocante, que revela uma rica camada de emoção. Sem dúvida, é uma das melhores obras de Salles”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Fazer com que o destino desta casa bem equipada, de classe média alta, remeta ao de um Brasil cada vez mais oprimido pode parecer uma metáfora forçada, mas o empenho de Salles na direção é notável por sua elegância e realismo”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.

“Clássico na forma, mas radical na empatia, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) talvez não precise das seções adicionais que alteram um pouco o ritmo emocional. Mas, por outro lado, esses personagens são tão vívidos que não queremos deixá-los também”, disse Jessica Kiang da Variety.

“O excelente filme de Walter Salles, baseado em fatos reais — uma vez que ele foi amigo da família Paiva na adolescência — é um tributo profundo e comovente a uma mulher e sua família notáveis”, disse Wendy Ide do Screen International.

“O relato baseado em fatos de [Walter Salles] sobre a situação dos desaparecidos é compreensivelmente afetado e pode carregar uma certa dose de sentimentalismo. No entanto, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) continua sendo um drama profundo e comovente sobre os desaparecidos da nação”, disse Xan Brooks do The Guardian.

“Vibrante e comovente, com uma performance excepcional de Fernanda Torres no papel de Eunice Paiva, o filme se destaca por nos fazer experimentar a essência da absoluta arbitrariedade”, disse Fernando E. Juan Lima do Otroscines.

“Fernanda Torres oferece uma atuação que, sem dúvida, será aclamada como um dos maiores marcos de sua carreira e, provavelmente, a tornará mais reconhecida internacionalmente”, disse Nicholas Bell da IonCinema.

“O respeito que ele demonstra pela família Paiva, com a qual mantém uma relação próxima, comprova que ele foi a escolha certa para este filme”, disse Robert Ruggio do AwardsWatch.

“Talvez, se Ainda Estou Aqui fosse apresentado como a vida de Eunice através dos olhos de Marcelo, a maior parte dos amplos e idealizadores traços desse retrato santificado seriam muito mais aceitáveis”, disse Savina Petkova do The Film Stage.

“Independentemente de qualquer vínculo pessoal com esse período sombrio, os espectadores serão cativados pela história desta família corajosa e, especialmente, pela força de Eunice, tudo graças à atuação de Torres”, disse Ema Sasic do Next Best Picture.

Já as duas críticas negativas dizem:

“O filme tem dificuldade em extrair qualquer humanismo grosseiro dessa história decididamente humana, optando, em vez disso, por pintar a família em seu centro com pinceladas amplas e pouco inspiradas.”, por Cole Kronman, da Slant.

“Talvez se Ainda Estou Aqui fosse enquadrado como a vida de Eunice através dos olhos de Marcelo, então a maioria das pinceladas amplas e idealizadoras neste retrato santo seriam muito mais permissíveis.”, afirmou Savina Petkova, do Movie Stage.

No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

O filme estreia em Nova York e Los Angeles em 17 de janeiro, com uma semana de duração, válida para premiações, antes de estrear nos cinemas de todo o país em 14 de fevereiro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção é inspirada no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

Exibido nos festivais de Toronto e San Sebastián, o filme foi selecionado para o Festival de Nova York, e venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza.

Conheça a série inspirada em serial killer real que conquistou 83% de aprovação no RT; Confira as avaliações!

Happy Face: Um Serial Killer‘, série de suspense estrelada por Dennis Quaid (‘O Intruso’) estreou recentemente no Paramount+ e se tornou um sucesso de crítica.

Abrindo com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção foi elogiada pelas performances de seu elenco principal e por saber trabalhar o gênero true crime, mantendo a audiência vidrada a todo momento.

Confira a opiniões:

“Infelizmente, usar um assassino de verdade para contar essa história faz de ‘Happy Face’ o tipo de crime real que explora as questões que cercam o gênero, ao mesmo tempo em que usa sofrimento genuíno para tornar a série mais emocionante”. – Alan French, Sunshine State Cineplex

“Criada pela showrunner Jennifer Cacicio e pela poderosa dupla de produtores executivos Robert e Michelle King (Evil, The Good Wife), Happy Face desfere um golpe impressionante contra a glorificação habitual de assassinos em série em nossa cultura”. – Kelcie Mattson, Collider

“Parte processual, parte história familiar, é um híbrido que nunca funciona, apesar das atuações fortes e dos momentos poderosos”. – Keith Phipps, TV Guide

“Fãs de crimes reais, sua próxima obsessão pela TV chegou”. – Kristy Puchko, Mashable

“Por melhores que Annaleigh Ashford e Dennis Quaid sejam em seus respectivos papéis, Happy Face teria funcionado melhor se tivesse se atido à história real e não a esta história fictícia e sensacionalista”. – Alex Maidy, JoBlo’s Movie Network

“Cheio de mistério, curiosidade e profundidade em seu assustador olhar sobre os efeitos de verdades horríveis e traumas na vida e identidade de alguém, e graças a uma narrativa fabulosamente intrigante e performances memoráveis ​​de nosso elenco, é uma delícia de maratonar”. – Keeley Brooks, Loud and Clear Reviews

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Annaleigh Ashford (‘American Crime Story’) também estrela projeto. O elenco ainda conta com James Wolk, Tamera Tomakili, Khiyla Aynne e Benjamin Mackey.

“Happy Face (Quaid) é um serial killer encarcerado que também é o pai de Melissa (Ashford). Depois de décadas sem contato, ele finalmente encontra uma maneira de voltar à vida de sua filha. Numa corrida contra o relógio, Melissa deve descobrir se um homem inocente será condenado à morte por um crime cometido pelo seu pai. Durante todo o processo, ela descobre o impacto que seu pai teve nas famílias de suas vítimas e deve enfrentar a realidade sobre sua própria identidade.”

O projeto é inspirado no podcast homônimo de iHeartMedia e Melissa Moore, e no livro Shattered Silence, que é baseado em sua própria história.

Jennifer Cacicio serve como roteirista, showrunner e produtora executiva.

Crítica | Império da Luz – Olivia Colman BRILHA em filme que mostra o encontro da Solidão e a Solitude [Festival do Rio 2022]

A Solidão e a Solitude. Filme de abertura do Festival do Rio 2022, Império da Luz é um interessante recorte de uma Inglaterra nos anos 80 onde conhecemos uma linda história de amor que tem um cinema como grande palco. A intensidade da paixão, a diferença de idade, o preconceito, o assédio, a literatura, o cinema, são vários os elementos reunidos nessa história brilhantemente escrita e dirigida pelo excelente cineasta britânico Sam Mendes. Emocionante em muitos momentos, com uma atuação digna de Oscar da fabulosa Olivia Colman, o filme nos leva a refletir também sobre a linha tênue entre a solidão e a solitude.

Na trama, conhecemos Hilary (Olivia Colman), uma mulher introspectiva que trabalha em um lindo cinema de frente para o mar em uma Londres dos anos 80. O cinema em que ela trabalha é administrado pelo Mr. Ellis (Colin Firth), com quem a protagonista tem um caso. Certo dia, um jovem e super carismático chamado Stephen (Micheal Ward) é contratado para trabalhar no lugar e aos poucos vai se aproximando de Hilary. Dessa aproximação, surge uma linda história de amor que terão alguns intensos capítulos ao longo das duas horas de projeção.

O amor aqui é mostrado de forma intensa, com o equilíbrio chegando de forma sutil através de gostos em comum pela literatura e as maneiras diferentes de se enxergar a vida. A diferença entre as idades nos leva a entender melhor os personagens, uma mulher sem muitas expectativas de mudanças em sua vida com conflitos emocionais provocados por alguns traumas e esse jovem sonhador, de atos bondosos, que se abala a cada novo episódio de racismo que sofre em qualquer lugar. Ela, anda na linha tênue entre a solidão e a solitude, mais do segundo, dentro de um estado de privacidade, quase um isolamento involuntário. Ele, usa a solidão como fortaleza quando precisa mas sem deixar de encaixar pitadas de esperança em sua estrada. Esses dois corações se compreendem, se encaixam, fazendo muito sentido o sentimento que nasce entre os dois mesmo com o destino batendo à porta, onde escolhas precisarão serem tomadas.

No roteiro escrito por Mendes (primeira vez que ele dirige a partir de um roteiro que escreveu sozinho), há uma tentativa de profundidade sobre a época em que o filme é ambientado, o início dos anos 80, em uma Londres repleta de ebulições em várias áreas, com os primeiros anos de Margaret Thatcher como primeira ministra. O preconceito, o racismo, desses tempos é sentido mais forte por um dos protagonistas, um carismático jovem, negro, que sonha em entrar na faculdade de arquitetura mas sofre por cada ação de mentes preconceituosas e violentas que andavam pela cidade.

A magia do cinema acaba encontrando seu cantinho em muitos momentos por aqui, citações à grandes clássicos do cinema, o dia-a-dia de um mercado exibidor sempre muito dinâmico naqueles tempos, os clientes malas, os clientes legais, aquela ansiedade que todos nós sentimos quando esperamos muito a estreia de um lançamento, a descoberta dos próprios funcionários pelo grandioso universo de emoções que aparece quando assistimos a um filme.

Império da Luz nos faz refletir sobre a sociedade de outros tempos e do atual, também sobre o abstrato mundo do amor, do companheirismo, do querer o bem mesmo com obstáculos pelo caminho. Sam Mendes emociona com sua obra. Todo bom filme nunca deveria encontrar um fim em nosso refletir.

Gente Grande 2

TUDO EM DOBRO, MENOS O HUMOR

Fim de semana recheado de continuações de filmes de 2010 no Brasil. Depois de Percy Jackson e o Mar de Monstros, continuação de Percy Jackson e o Ladrão de Raios, ganhamos também esse Gente Grande 2, continuação do sucesso de público execrado pela imprensa especializada. O filme original foi acusado de tudo o que foi coisa, mas talvez a principal delas era o fato de que não tínhamos sequer uma história. Adam Sandler e seus comparsas simplesmente aparentavam terem saído de férias, rido muito, e rodado algumas imagens montadas como um filme. Bom, e lucrado muito também. Gente Grande rendeu para a Sony, mesmo sem uma história aparente, quase $300 milhões ao redor do mundo. O que é um absurdo.

Sandler possui seu público cativo, mas eu digo que você (lendo essa crítica) merece mais do que isso. Afinal somos nós quem pagamos pelas “férias” de um grupo preguiçoso, que se esforça pouco para criar cenas engraçadas e precisam apelar para a escatologia. Pense dessa forma, você gosta de se divertir e rir de pessoas caindo, e quando Kevin James (Professor Peso Pesado) cai ao bater contra uma árvore amarrada a uma corda (cena do primeiro filme). Lembre-se de que isso não é genuíno, e você estará rindo daquele amigo sem graça que apenas finge cair para chamar a atenção. Três anos depois e as coisas não melhoraram muito.

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Gente Grande 2 abre com uma cena digna de Oscar, com Adam Sandler sendo visitado por um alce que invade sua casa e urina em sua cara (Ei, isso é entretenimento!) enquanto ainda está deitado na cama, e depois na cara de seu filho no banho. Os amigos se mudaram para a cidadezinha, onde apenas passavam férias no filme original. Mas enquanto o primeiro falava sobre os protagonistas, sobre a amizade e a transição para a vida adulta (eu sei, estou retirando à força uma trama do filme, pelo menos é o que a sinopse dizia), essa segunda investida na “saga” nem sequer foca neles.

O novo filme prefere apresentar situações desconexas, subtramas que não vão a lugar algum, e situações tão bizarras que seria muito mais interessante e curioso assistir às reuniões dessa turma enquanto desenvolviam esse “projeto”.  O próprio Sandler levantou a questão durante sua entrevista no programa de David Letterman, consciente do pensamento geral sobre o fato do filme não fazer uso de um roteiro. O que acontece em Gente Grande 2 é: a personagem de Salma Hayek (Professor Peso Pesado) deseja um novo filho, coisa que seu marido, Sandler, não quer.

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De resto são situações montadas como esquetes de programas como Zorra Total, e jogadas ao longo de 101 minutos para poderem soar como algo parecido com um filme. O ex-jogador de basquete Saquille O´Neal dá as caras como um policial, e dessa vez David Spade recebe a visita de um filho que não sabia ter, idêntico a ele, porém alto, forte e criminoso.  O filme foca mais nas desventuras dos filhos dos protagonistas; e ao final tudo termina numa grande festa com temática dos anos 1980, onde muitos dos convidados (assim como o público atual de Sandler) não fazem a mínima ideia de quem são os homenageados com as fantasias.

Ah sim, ainda temos a participação do menino lobo da Saga Crepúsculo em pessoa, Taylor Lautner, realizando acrobacias reais na pele de um universitário encrenqueiro. E é claro, a cena final é uma grande briga generalizada. Temos também o irritante Nick Swardson (Dotado para Brilhar) em mais um de seus desempenhos “fascinantes” como um motorista de ônibus surreal e detestável. É claro que a maioria dos atores retornou, inclusive talentos como Maria Bello (que faz a esposa de Kevin James), afinal o salário é gordo para pouco trabalho. Mas quando nem Rob Schneider (usual colaborador de Sandler) aceita voltar, pode ser um sinal de que as coisas não vão bem…

Os MAIORES Sucessos do ano! Conheça as Maiores Bilheterias da Primeira Metade de 2022…

Embora não pareça para muitos, mas tudo mudou após a pandemia da Covid-19. É verdade que as coisas caminham intensamente para voltarem ao normal (ou o antigo normal) de novo. Diversos setores profissionais sentiram o baque nestes dois anos em que o mundo parou. Um dos mais afetados sem sombra de dúvidas foi o cinema. Bem, a pandemia também viu o mercado dos streamings ferver e fazer a indústria do audiovisual continuar ativa – se portando muito como a salvação da lavoura. Por outro lado, o mercado exibidor de grandes e pequenas redes de salas de cinema sofreram um grande dano. Mesmo as salas voltando a encher cada vez mais, o que temos hoje ainda não se compara ao que tínhamos antes em relação ao público. Muitos fecharam as portas, outros sobrevivem com a ajuda de aparelhos. A prova disso é a arrecadação nas bilheterias.

Antes da pandemia, grandes lançamentos ultrapassavam facilmente a marca de US$500 milhões mundiais, e muitos filmes medianos não faziam esforço para render acima de US$100 milhões mundiais. Hoje, são os grandes que se esforçam para chegar aos três dígitos de milhões no mundo. Muitos estúdios ainda apostam no lançamento simultâneo de filmes em cinema e streaming. Desde o início da pandemia, após o desastroso ano de 2020, algumas superproduções começaram a arrebanhar novamente os espectadores de volta aos templos – as salas de cinema. Ano passado foi Homem-Aranha: Sem Volta para Casa. E este ano o sucesso estrondoso ficou por conta de Top Gun: Maverick.

2022 chegou à sua metade, mas já apresentou algumas produções que sacudiram as bilheterias provando que a tendência é, finalmente, as coisas voltarem aos eixos de novo. Desta forma, resolvemos reunir para você num top 10, os filmes mais rentáveis desta primeira metade do ano pelo mundo. Confira abaixo.

10 | Minions 2: A Origem de Gru

As bilheterias mundiais são imprevisíveis e podem mudar a todo instante. No período de poucas horas enquanto eu escrevia esta matéria, a posição de número 10 no ranking estava pronta para ser da produção chinesa de comédia, Too Cool to Kill (que será incluída ao final da lista como bônus). Após a atualização completa do último fim de semana e do dia de hoje (segunda-feira, 4 de julho), o filme chinês foi jogado para fora dos 10 mais rentáveis e o segundo Minions entrou em seu lugar. O fato é muito impressionante, já que o segundo filme das criaturinhas amarelas que adoram bananas fez sua estreia nos EUA, Brasil e em grande parte do mundo neste último fim de semana. E isso bastou para que estreasse com o pé direito, com uma bilheteria de quase US$220 milhões mundiais. De fato, é reportado que neste único fim de semana, Minions 2 superou toda a bilheteria do rival Lightyear (da Disney), em cartaz há três semanas. A animação mostra como os Minions conheceram seu mestre Gru.

09 | Os Caras Malvados

Outra animação chegando ao ranking. As animações sempre foram uma fonte muito rentável nos cinemas, é verdade. Porém, com a pandemia, se tornou uma excelente pedida para os pais que não aguentam mais ficar em casa com os pimpolhos os entretendo. Nada melhor do que uma folguinha de duas horas. Assim, essa animação bem diferenciada em questão de sua estética, com produção da Dreamworks e da Universal, se tornou um dos longas mais rentáveis deste início de 2022, com uma bilheteria de mais de US$244 milhões. Na trama, cinco animais antropomórficos (um lobo, um tubarão, uma cobra, uma tarântula e uma piranha) são criminosos de carteirinha precisando se reformar. O original conta com as vozes de Sam Rockwell, Awkwafina e Zazie Beetz.

08 | Uncharted – Fora do Mapa

No marketing e na publicidade existe o termo “venda casada”, que se refere à venda de um produto, digamos, menor junto com o produto que de fatos todos irão querer. Não dá para não pensar que foi exatamente esta a abordagem da Sony na hora de colocar nos cinemas este Uncharted, protagonizado pelo astro do momento Tom Holland, aproveitando o rastro absurdo de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa – o produto do mesmo estúdio mais vendido no ano passado. Com uma diferença pequena de tempo entre os filmes, esta aventura a la Indiana Jones, que na verdade é baseada num game extremamente popular, surfou a onda do sucesso. O filme era anunciado há certo tempo e não decepcionou. Uncharted chega em oitavo lugar com um pouco mais de US$401 milhões mundiais.

07 | Sonic 2

Mais um produto mirado para a garotada. Ninguém poderia dizer que o primeiro Sonic viveria para se tornar um dos maiores sucessos de 2020, numa era pré-pandemia. Na verdade, muito pelo contrário, já que o primeiro trailer divulgado sofreu um terrível backlash com o visual do ouriço azul. Satirizado recentemente pela Disney no novo filme do Tico e Teco (2022). Os realizadores deram ouvidos aos fãs, correram atrás do prejuízo em tempo recorde e modificaram a aparência do bichinho como todos queriam. Plástica virtual feita, o público não teve do que reclamar, e abraçou por completo o filme infantil inofensivo. Provando que conseguiu capturar novamente o raio na garrafa, a Paramount viu o segundo filme de seu mascote veloz emplacar novamente no gosto do grande público – dessa vez com os reforços da raposinha de duas caudas Tails e a equidna vermelha encrenqueira Knuckles. Será este um novo despertar dos filmes baseados em games? Se depender das bilheterias deste primeiro semestre, sim. Sonic 2 soma quase US$402 milhões mundiais.

06 | Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore

Sangue de Harry Potter tem poder! Mesmo com todas as tretas envolvendo o ator Johnny Depp e a escritora JK Rowling, a franquia do bruxinho mais famoso da sétima arte segue prosperando graças ao eco da franquia original. Fenômeno absoluto, Harry Potter se mostra incapaz de ser manchado ou desabado nem mesmo pelos boicotes de sua criadora, ou polêmicas envolvendo o elenco dos filmes. É indiscutível também que a franquia derivada Animais Fantásticos não possui a mesma ressonância. No entanto, ainda segue despertando o interesse dos fãs. Aqui, um desejo antigo dos detratores finalmente foi atendido: a substituição do astro Johnny Depp (o grande vilão desta franquia, presente nos dois primeiros filmes) por outro ator (no caso, o grande Mads Mikkelsen). Seja como for, apesar de algumas águas turbulentas em seu caminho, a Warner conseguiu arrecadar mais de US$405 milhões com seu terceiro Animais Fantásticos.

05 | Water Gate Bridge

Agora chegamos ao top 5, e logo de cara podemos notar um salto considerável de bilheteria entre o quinto e sexto posicionados. O quinto lugar soma basicamente mais US$220 milhões em relação ao sexto colocado. E aqui temos também a primeira produção asiática da lista – leia mais sobre isso no item bônus ao final da lista. Esta produção chinesa se trata da continuação de The Battle at Lake Changjin, de 2021, por si só um blockbuster asiático elencado entre as maiores bilheterias do ano passado no mundo. Os realizadores não perderam tempo e preparam rapidamente uma sequência deste drama histórico e patriótico que enaltece e homenageia os soldados chineses CPV (Chinese People’s Volunteers), os soldados voluntários, durante a Guerra da Coreia. A missão destes homens agora é focada em uma ponte, que é rota crucial da retirada norte-americana. A superprodução chinesa arrecadou mais de US$626 milhões – tudo em seu próprio solo, já que estas produções não são tão exportadas para o mundo quanto as americanas. Ter um dos países mais populosos do mundo certamente ajuda nestas horas.

04 | The Batman

Durante um bom tempo, no início de 2022, Batman foi o filme mais rentável do ano. Mas é difícil dizer que o jogo das bilheterias está ganho em março de qualquer ano. Assim, por melhor e mais elogiado que o novo filme do Homem-Morcego tenha sido, ele ainda enfrentará concorrência pesada nos próximos seis meses, e sua verdadeira luta será para se manter entre os 10 mais rentáveis de 2022. Nos três meses que seguiram de sua estreia, o blockbuster perdeu três posições, recaindo em quarto no ranking, com sua impressionante bilheteira de mais de US$770 milhões mundiais – dando outro salto em relação ao quinto lugar. Muitos estavam curiosos para saber como o jovem Robert Pattinson iria se comportar no papel e qual o teor do filme que Matt Reeves iria entregar. É seguro dizer que agradou gregos e troianos, com sua atmosfera de thriller arrepiante, quase chegando próximo a um filme de terror. Com a continuação já confirmada, só resta esperar que a nova saga do herói da DC repita o feito da trilogia anterior (de Christopher Nolan), na qual o segundo capítulo superou e muito (com praticamente o dobro) a bilheteria do primeiro filme.

03 | Jurassic World – Domínio

Como dito, desde que estreou no início de março deste ano, o novo blockbuster do Homem-Morcego parecia destinado a ser o filme do ano, dominando as bilheterias e com o potencial de bater a marca do bilhão. Bem, o longa chegou perto, mas por ser uma obra mais visceral e voltava para um clima de suspense e censura mais alta do que de costume, terminou afastando os adolescentes e as crianças. O reinado do herói da DC/Warner até durou um pouco e o filme ainda surge como o grande preferido de boa parte do público este ano. Mas aí foram surgindo outras grandes produções que aos poucos foram galgando nas bilheterias e ultrapassando a rentabilidade do morcego. Bem, como podemos ver pela lista, três filmes tiveram essa moral. O terceiro deles estreou há menos tempo, no início de junho, e ainda em cartaz pode ser que suba mais degraus em sua trajetória nas bilheterias. E o que pode ser maior do que um morcego, você pergunta? Que tal dinossauros? O terceiro Jurassic World (e sexto Jurassic Park) mistura a franquia original com o derivado e traz de volta os protagonistas do filme lá de 1993. Domínio ultrapassou com gosto a bilheteria de Batman, com mais de US$831 milhões mundiais para a Universal – e aumentando.

02 | Doutor Estranho no Multiverso da Loucura

O primeiro blockbuster a ultrapassar a bilheteria de Batman, foi o segundo filme do personagem da rival Marvel. O Doutor Estranho não é um herói tão popular assim, ainda mais se compararmos a um dos mais icônicos de todos como o Homem Morcego – podemos inclusive dizer que o mago supremo vivido por Benedict Cumberbatch pertence (ou pertencia) ao time B da casa de ideias. O que é popular, no entanto, é a máquina de fazer dinheiro chamada Marvel – que consegue transformar qualquer personagem secundário (com a ajuda de um investimento de centenas de milhões de dólares) na nova estrela do momento. Foi assim com os Guardiões da Galáxia, com o Homem-Formiga, o Pantera Negra, a Capitã Marvel e mais recentemente com Shang-Chi e os Eternos. E assim foi com Doutor Estranho também. Esse segundo filme sacudiu ainda mais as coisas. O motivo foi a promessa de um multiverso interligado, tendo iniciado nos cinemas com o fenômeno de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa. Os fãs ficaram simplesmente extasiados com as possibilidades de um filme criados nestes moldes, e correram em massa para os cinemas, fazendo Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, que estreou no início de maio, chegar perto de US$1 bilhão em bilheteria (com mais de US$951 milhões em caixa).

E a maior bilheteria desta primeira metade de 2022 é…

01 | Top Gun: Maverick

No início de maio, Doutor Estranho no Multiverso da Loucura estreou e destronou Batman como a maior bilheteria de 2022. O fato mostra que por maior que seja o personagem da DC/Warner fica muito difícil de competir com a fórmula que a Marvel criou para suas superproduções. E assim, o segundo Doutor Estranho parecia querer ficar estacionado na primeira posição, correndo rapidamente até quase atingir a marca do bilhão, mas parando antes de cruzar a linha de chegada. Seja como for, o fato não deixa de ser impressionante. Mas o que talvez ninguém contasse era que um blockbuster à moda antiga fosse chegar sorrateiramente, contando com a presença de um astro no topo de seu estrelato há 35 anos, para surrupiar a liderança da toda poderosa Marvel.

Top Gun: Maverick, continuação de um dos primeiros blockbusters da história, Top Gun: Ases Indomáveis (1986), foi um dos filmes mais adiados dos últimos anos. E muitos já o davam como filme problemático e possível fracasso – o histórico quase nunca é positivo para produções constantemente adiadas. Mas não é que quando finalmente pôde ser mostrado ao mundo, o filme recebeu elogios da maioria esmagadora dos críticos, foi aplaudido de pé por 5 minutos no Festival de Cannes e de pouco em pouco se tornou o primeiro filme a ultrapassar a barreira de US$1 bilhão em 2022. Na verdade, Maverick já soma mais de US$1.115 bilhão ao redor do mundo – se concretizando com a maior bilheteria da primeira metade de 2022.

Bônus: Too Cool to Kill

A hegemonia de Hollywood emplacando entre as maiores bilheterias mundiais já foi “atualizada” há quase 10 anos. Primeiro, os grandes estúdios americanos perceberam a potência que os países asiáticos tinham no consumo de suas produções, assim incluíam cenas a mais só para eles – como Homem de Ferro 3 (2013) fez, por exemplo. A partir de 2015 a coisa mudou de figura realmente, com produções asiáticas – em especial superproduções chinesas – emplacando entre as maiores bilheterias no mundo, e desbancando os blockbusters hollywoodianos. A situação atingiu seu epicentro em 2020 – quando cinco filmes chineses estiveram ranqueados entre os mais rentáveis daquele ano. Levando em conta que eles não exportam seus produtos com a mesma facilidade dos americanos. Essa tendência segue ocorrendo e esta produção chinesa esteve ranqueada em décima posição até o último fim de semana, com a estreia de Minions 2. Too Cool to Kill é uma comédia de farsa, onde uma atriz envolvida num esquema com criminosos, escala um atrapalhado aspirante a ator para a “fachada” de seu filme. O sujeito, no entanto, colocará tudo a perder. A produção chinesa arrecadou mais de US$217 milhões mundiais.

‘Deadpool 2’: Diretor defende decisão polêmica envolvendo Morena Baccarin

AVISO: Este post contém SPOILERS pesados sobre ‘Deadpool 2’

O diretor de ‘Deadpool 2‘, David Leith, defendeu a decisão criativa de matar a personagem Vanessa, interpretada pela brasileira Morena Baccarin, nos primeiros minutos da sequência.

A decisão criou uma enorme controvérsia entre os fãs, não só porque a personagem representou um dos melhores pontos do primeiro filme, quebrando o molde de “donzela em apuros”, como também pelo fato dos roteiristas terem usado sua morte como ponto de desenvolvimento para o personagem principal.

Em entrevista ao ComicBook, Leitch explicou sobre sua decisão de matar a personagem:

“É um filme do Deadpool, e você precisa retirar dele tudo que o humaniza. Ele pode ser irritante, pode ser meio ofensivo, pode ser tudo isso, mas você precisa de um gancho emocional para enraizar o filme para que nós possamos fazer esta jornada com esse personagem e experienciar o Deadpool. “

Com a cena dos créditos finais, que é considerada oficial, o Deadpool consegue voltar no tempo e salvar a Vanessa da morte, o que abre o caminho para que ela volte a ter destaque em novas sequências. Os próprios roteiristas já declararam que gostariam de vê-la se aproximar de seu arco nos quadrinhos. Será que teremos a chance de ver a Vanessa com super poderes?

Apesar das controvérsias, ‘Deadpool 2’ ultrapassou a marca de US$ 500 milhões na bilheteria mundial, em apenas 11 dias. O filme do Mercenário Tagarela somou US$ 218 milhões somente nos EUA e igualou o desempenho do primeiro longa, que chegou na marca também no mesmo período de tempo.

‘Deadpool 2’ já é a terceira maior estreia do ano nos EUA ao arrecadar US$ 134 milhões em seu primeiro fim de semana e está atrás apenas dos longas do Marvel Studios‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Pantera Negra’.

‘Deadpool 2’: Fãs encontram possível ligação do filme com ‘Vingadores 4’

‘Deadpool 2’: Roteiristas queriam cena pós-créditos com o ‘Quarteto Fantástico’ de 2015

Crítica | Deadpool 2 – Maior, Melhor e Muito Mais F*dão que o original 

 

Jordan Peele afirma que ‘Nós’ será um terror de verdade; Saiba mais!

Em entrevista ao Rolling StoneJordan Peele revelou que ‘Nós‘ será um terror de verdade, ao contrário de ‘Corra‘, que devia ter sido considerado um suspense social.

“Eu sou um fã de filmes de terror tão grande que confesso que a confusão em torno do gênero de ‘Corra’ partiu o meu coração. Eu quis fazer um filme de terror, mas aquele filme não é realmente terror. Como fã de terror, eu realmente queria contribuir com algo para esse universo.”

O roteirista Brian Hiatt completa, “Esse novo filme, ‘Nós’, é essa contribuição. ‘Corra’ é existencialmente assustador; ‘Nós’ é simplesmente assustador. É um conto de uma família enfrentando cópias de si mesmos.”

Na trama, “Uma mãe e um pai levam seus filhos para a casa na praia esperando relaxar e se divertir com seus amigos. Mas quando a noite cai, a serenidade se transforma em tensão e caos após visitas chocantes aparecerem sem convite.”

O elenco conta com Lupita Nyong’oDuke Nicholson, Evan Alex, Madison Curry, Cali Sheldon, Noelle Sheldon,  Tim Heidecker,Yahya Abdul-Mateen II, Anna Diop Shahadi Wright Joseph.

O terror chega aos cinemas nacionais em 21 de março.

Linda Porter, da comédia ‘Superstore’, morre aos 86 anos

Linda Porter, que interpretou Myrtle na comédia ‘Superstore‘, morreu aos 86 anos.

“Linda não era apenas hilária; ela era incrivelmente doce, energética e entusiasmada – trabalhar com ela iluminava o dia de todo mundo,” disseram os produtores executivos da série, Gabe Miller e Jonathan Green, em uma declaração. “Estamos orgulhosos por ser uma pequena parte de seu longa carreira. A série não será a mesma sem ela.”

Porter apareceu em um total de 35 episódios da série.

A série foi criada por Justin Spitzer.

A comédia acompanha uma família única de empregados de uma gigantesca loja. Desde os novatos deslumbrados ao veteranos que já viram de tudo, passando pelas contratações de verão, a narrativa acompanha o dia a dia da chegada dos caçadores de barganhas, promoções de causar comoção e sessões de treinamento com direito a cochilos.

O elenco conta com America Ferrera, Ben Feldman, Lauren Ash, Colton Dunn, Nico Santos, Mark McKinney, Nichole Bloom e Jon Miyahara.

‘Stargirl’: Atriz revela como se preparou para as cenas de ação; Confira!

A CW divulgou um novo vídeo dos bastidores de ‘Stargirl‘, com a atriz Brec Bassinger revelando como se preparou para o papel da heroína.

Confira:

O próximo episódio, intitulado The Justice Society, irá ao ar no dia 22 de junho.

Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106a_0172r.jpg — Pictured: Neil Jackson as Jordan Mahkent — Photo: Annette Brown/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106c_0074r2.jpg — Pictured (L-R): Neil Hopkins as Sportsmaster and Joy Osmanski as Tigress — Photo: Jace Downs/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106c_0149r.jpg — Pictured (L-R): Yvette Monreal as Wildcat and Cameron Gellman as Hourman — Photo: Jace Downs/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106c_0265b.jpg — Pictured: Neil Hopkins as Sportsmaster — Photo: Jace Downs/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106c_0255r.jpg — Pictured: Joy Osmanski as Tigress — Photo: Jace Downs/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106a_0191r.jpg — Pictured: Amy Smart as Barbara Whitmore — Photo: Annette Brown/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106a_0213r.jpg — Pictured: Brec Bassinger as Courtney Whitmore — Photo: Annette Brown/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106a_0235b.jpg — Pictured: rae Romano as Mike Dugan — Photo: Annette Brown/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106a_0271b.jpg — Pictured: Luke Wilson as Pat Dugan — Photo: Annette Brown/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106b_0019r1.jpg — Pictured (L-R): Yvette Monreal as Yolanda Montez and Anjelika Washington as Beth Chapel — Photo: Annette Brown/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106b_0104r.jpg — Pictured: Anjelika Washington as Beth Chapel — Photo: Annette Brown/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.

A série foi criada por Geoff JohnsGreg Berlanti.

Courtney Whitmore, uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

O elenco conta com Brec Bassinger, Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Amy Smart, Luke Wilson e Hunter Sansone.

‘The Walking Dead’: Michael James Shaw entra para o elenco da última temporada

De acordo com o Deadline, Michael James Shaw (‘Constantine’) entrou para o elenco da 11ª (e última) temporada de ‘The Walking Dead‘.

O ator interpretará Mercer, um personagem dos quadrinhos é o líder dos militares da comunidade Commonwealth.

Vale lembrar que a última temporada terá 24 episódios, e a AMC também está desenvolvendo um spin-off focado no Daryl e na Carol que está programado para estrear em 2023.

Criada por Frank Darabont, a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Robert Kirkman.

A trama acompanha um grupo de sobreviventes em um mundo pós-apocalíptico que precisa não só enfrentar os mortos, como também os vivos.

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Christian Serratos, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Khary Payton, Jeffrey Dean Morgan e Lauren Cohan.

Jovens são transformados em vampiros no trailer do terror ‘Dead & Beautiful’; Assista!

O terror ‘Dead & Beautiful‘ ganhou um novo trailer.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por David Verbeek.

Cinco ricos jovens asiáticos estão sofrendo de tédio da classe alta, sem saber como passar os dias quando tão pouco se espera deles. Em busca de emoção, os cinco amigos formam o “Círculo”, um grupo onde se revezam projetando uma experiência única e extravagante para os outros. Mas as coisas dão errado quando os urbanos privilegiados acordam depois de uma noite fora, para descobrir que desenvolveram presas de vampiro e uma sede insaciável por carne, sangue e aventura a qualquer preço.

O elenco conta com Gijs Blom, Aviis Zhong, Yen Tsao, Philip Juan e Anechka Marchenko.

O terror será lançado pelo Shudder no dia 4 de novembro.

‘The Boys’: Claudia Doumit quase interpretou outra personagem na série

Em entrevista ao TVLine, Claudia Doumit, que interpreta a perigosa Victoria Neuman em ‘The Boys‘, revelou que quase interpretou outra personagem na série. Originalmente, a atriz fez teste para interpretar a Ashley Barrett (Colby Minifie), diretora de relações de talentos da Vought.

“Eu originalmente fiz um teste de elenco para a primeira temporada, mas não consegui o papel [da Ashley]. Quando eu fiz o teste para a segunda, pensei que também não ia conseguir. Lembro de manter minhas expectativas baixas. Fiquei muito feliz quando consegui o papel, porque a Victoria Neuman é uma ótima personagem. Eu amo interpretá-la. Acabou sendo melhor não ter sido contratada na primeira temporada, porque eu me identifico muito mais com a Neuman.”

A atriz aproveitou para elogiar o trabalho da Colby Minifie, que acabou ficando com o papel: “Ela está arrasando como essa personagem! Ela é perfeita interpretando a Ashley.”

Vale lembrar que o nosso querido editor-chefe Renato Marafon teve a honra de estar no tapete vermelho de ‘The Boys‘, para receber os astros da icônica e aclamada série do Prime Video.

Aproveitando a oportunidade, ele conversou brevemente com Antony Starr (Capitão Pátria), Karen Fukuhara (Kimiko Miyashiro), Jack Quaid (Hughie Campbell), Jensen Ackles (Soldier Boy), Karl Urban (Billy Bruto) e Nathan Mitchell (Black Noir).

As entrevistas individuais com o elenco serão divulgadas a partir do dia 7 de Julho, no canal oficial do CinePOP.

Confira:

Lembrando que o último episódio da 3ª temporada vai ao ar nesta sexta-feira, dia 08 de julho.

O novo ciclo também irá introduzir Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

Nintendo e Eu

(Death of Nintendo)

 

Elenco:

Noel Comia Jr.
Agot Isidro
Moi Marcampo

 

Direção: Raya Martin

Gênero: Comédia

Duração: 99 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 27 de Abril de 2023

Sinopse: 

Durante o verão, na época em que os videogames ainda eram uma novidade, quatro amigos adolescentes partem juntos em uma jornada de autodescoberta, enquanto tentam superar as pontuações de seus jogos e enfrentar os obstáculos da vida, como o amor infantil, pressão dos colegas e equilibrar a tradição familiar com a identidade própria.

Curiosidades: 

» Valerie Castillo Martinez assina o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘One Love’: Cinebiografia de Bob Marley recebe 37% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 30 críticas publicadas até o momento, ‘Bob Marley: One Love‘, filme que contará a história do ícone do reggae, amargou apenas 37% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral critica o tom genérico da cinebiografia, que falha em se aprofundar em uma das figuras mais emblemáticas da música. Apesar disso, a sólida performance do ator Kingsley Ben-Adir foi citada como um dos pontos mais fortes da produção.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Se as performances musicais são o ponto alto do filme, isso só mostra o poder emocional dessas canções e não o barulho dramático do longa que as acompanha.” (Times UK)

“O filme é extremamente genérico e cansativo, até mesmo para uma cinebiografia musical.” (Little White Lies)

“A decisão de focar em um único período na vida do Bob Marley foi acertada, resultando no ótimo ritmo do filme. O estilo da narrativa cria drama suficiente para ser cativante sem perder seu senso de autenticidade.” (Damian Michael Movies

“Essa é uma cinebiografia rasa que explora pouco da vida de um ícone, mas apresenta um desempenho sólido do ator Kingsley Ben-Adir.” (Empire Magazine)

“Essa cinebiografia apresenta todos os elementos certos, mas eles falham em se comunicar.” (THN)

“É uma cinebiografia decepcionante, uma vez que o ícone do reggae permanece um mistério após os créditos finais. No entanto, os atores Kingsley Ben-Adir e Natasha Lynch brilham em performances sólidas.” (Flick Feast)

“Esta cinebiografia tenta abordar a figura complexa do ícone do reggae, mas é uma produção confusa. Bob Marley merecia algo melhor, assim como os espectadores.” (InSession Film)

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de Fevereiro.

Confira o trailer, dublado e legendado:

O filme celebra a vida e a música de um ícone que inspirou gerações através da sua mensagem de amor e união. Pela primeira vez nos cinemas, o público vai descobrir a poderosa história de superação de adversidades e a jornada por trás da sua música revolucionária.

A direção do longa é assinada por Reinaldo Marcus Green, que também dirigiu ‘King Richard: Criando Campeãs‘, filme indicado a seis Oscars e vencedor de um. Bob Marley será interpretado pelo ator Kingsley Ben-Adir, que atualmente trabalha na série “Invasão Secreta”.

Contracenam com ele nesse novo longa, Lashana Lynch, James Norton, Tosin Cole, Anthony Welsh, Michael Gandolfini, Umi Myers e Nadine Marshall.

Confira o trailer DUBLADO e LEGENDADO de ‘Sting – Aranha Assassina’

A Diamond Films divulgou o trailer nacional do terror ‘Sting – Aranha Assassina‘, novo filme de aranha assassina que promete usar efeitos práticos.

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de dezembro.

Em uma noite fria e chuvosa, um objetivo misterioso cai do céu e atravessa a janela de antigo apartamento. É um ovo, e dele sai uma estranha aranha. A criatura é descoberta por Charlotte, uma menina rebelde de 12 anos que é obcecada por quadrinhos. Logo, ela decide criar a aranha como um animal de estimação, e a chama de Sting.

Enquanto sua ligação com a aranha cresce, o tamanho a criatura também aumenta. Quando os vizinhos da família começam a desaparecer, Charlotte é a única que pode parar essa ameaça grandiosa com sede de sangue humano.

Kiah Roache-Turner é responsável pela direção e roteiro.

O elenco conta com Ryan CorrAlyla BrownePenelope Mitchell, Robyn Nevin, Noni HazlehurstJermaine Fowler.

 

‘Um Maluco no Golfe 2’: Sequência quebra RECORDES de audiência em estreia na Netflix

Sucesso! De acordo com o Deadline, a sequência ‘Um Maluco no Golfe 2‘ (Happy Gilmore 2) quebrou recordes de audiência em sua estreia na Netflix.

A comédia registrou 46.7 milhões de visualizações em seus três primeiros dias – o que representa não apenas o maior lançamento de um filme do Adam Slander na plataforma, como também é a maior estreia da história para um filme original do serviço de streaming.

Além disso, o longa original, lançado em 1996, alcançou o TOP 3 das produções mais assistidas da plataforma, alcançando 11.4 milhões de visualizações.

No novo filme, o jogo ainda não acabou para Happy Gilmore. Agora, a lenda esquentadinha do golfe retorna para realizar o sonho de sua filha.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Kyle Newacheck (‘Mistério no Mediterrâneo’) é responsável pela direção.

A produção conta com o retorno de Adam Slander, Christopher McDonald, Benny Safdie, Benito Antonio Martínez Ocasio e Ben Stiller, além de introduzir John Daly, Sunny Sandler, Maxwell Jacob Friedman, Ethan Cutkosky e Haley Joel Osment.

‘Uma Esposa em Miniatura’: Série de comédia com Elizabeth Banks chega ao streaming; Saiba onde assistir!

A série de comédia ‘Uma Esposa em Miniatura‘ (The Miniature Wife) estreou no catálogo brasileiro da HBO Max.

Todos os 10 episódios da primeira temporada já estão disponíveis no serviço de streaming.

Na trama, um casal precisa confrontar a dinâmica de poder dentro do casamento quando um acidente faz com que um deles fique com apenas 15 cm de altura.

Elizabeth Banks (‘As Panteras’) e Matthew Macfadyen (‘Succession’) estrelam a produção.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A série foi criada por Jennifer AmesSteve Turner.

Baseada no conto homônimo de Manuel González, a trama acompanha Lindy e Les, um casal que, após passar por um acidente tecnológico, começa a reavaliar a dinâmica de poder de seu relacionamento, levando a um confronto dramático na disputa pelo controle do casamento.

O elenco ainda conta com Zoe Lister-JonesSofia RosinskyO-T FagbenleSian CliffordRonny ChiengAasif MandviRong FuTricia Black.

‘Versace: American Crime Story’ é um “tapa na cara de Trump’, diz Ryan Murphy

The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story‘, a segunda temporada da já consagrada antologia produzida por Ryan Murphy, pretende abordar outros assuntos polêmicos, exatamente como ‘The People Vs. O.J. Simpson’ o fez em 2016.

Segundo o próprio criador da série, o novo ciclo vai tratar temáticas sociais, como a sexualidade e a homofobia nos anos 90, tratando aspectos que fazem parte de uma ferida ainda aberta – principalmente com Donald Trump à frente da Casa Branca.

Diz Murphy:

“Quanto mais eu lia sobre o assunto, mais perplexo eu ficava com o fato do assassino Andrew Cunanan ter sido inocentado nos tribunais. Cheguei à conclusão de que ele só conseguiu se safar do crime por conta da homofobia. Existia uma enorme apatia em torno do crime, as pessoas não se importavam e a impressão que dava é que os gays eram descartáveis em nossa cultura”.

Os assuntos vão também abrir um importante debate, que vai tocar em pontos dolorosos das políticas públicas que Trump pretende implantar, como o fim do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

De acordo com Ryan Murphy, a série é um posicionamento clínico e um “gelado tapa na cara” de Trump e suas políticas opressoras:

“Eu creio que o timing é perfeito para fazermos uma temporada assim e acho que ela abrirá uma discussão necessária. Uma das razões para eu querer trazer este tema neste ano é porque nós tivemos grandes avanços com Obama. Eu sentia que ele era o presidente que se importava, era o meu presidente. Nós evoluímos tanto nas políticas LGBTs, conferindo direitos e tirando esse nicho da marginalidade e de repente Trump assumiu a presidência e parece que as portas se fecharam e o medo e a opressão voltaram, tentando tirar tudo aquilo pelo qual lutamos tanto por tanto tempo. Então esta temporada é um gelado tapa na cara nas políticas que este governo está querendo implantar. Nós celebramos os gays e a criatividade gay, este é o timing perfeito para falarmos sobre isso”.

 

 

Crítica | American Crime Story (1ª Temporada) 

A segunda temporada ‘American Crime Story‘ focará em Gianni Versace, estilista de alta costura italiano. Ele foi assassinado pelo assassino em série Andrew Cunanan em 15 de julho de 1997 com dois tiros na nuca, na entrada de sua casa em Miami Beach. A série também conta com Ricky MartinDarren Criss e Edgar Ramirez.

O assassino se matou poucos dias depois.

Relembre os principais momentos da 1ª temporada ‘Westworld’ em novo vídeo legendado

A segunda temporada de ‘Westorld‘ estreia neste domingo (22) e a HBO preparou um vídeo para relembrar os momentos cruciais do primeiro ciclo.

Imperdível para quem está com saudade dos personagens e da narrativa envolvente da série. Para quem não acompanhou a temporada, cuidado com os spoilers!

Confira, legendado:

Confira alguns trailers:

O que muita gente não sabe é que as temporadas de ‘Westworld’ possuem subtítulos, que dão uma certa direção à trama. A primeira foi chamada de ‘O Labirinto’, e agora o cocriador Jonathan Nolan revelou à EW o nome da segunda:

“Se a 1ª temporada era uma jornada interior, a segunda é exterior. É uma busca pelo que está além do parque, e o que mais existe no parque. Existem mais parques? O quão grande ele é? Pensamos em temporadas como componentes discretos de uma série, ao ponto que nomeamos nossas temporadas. A primeira era chamada de ‘O Labirinto’, e a segunda se chama ‘A Porta’

Westworld é baseada no filme homônimo da década de 1970, mas conseguiu ir além da obra original em todos os sentidos.

Criado por Jonathan Nolan e Lisa JoyO elenco conta com Ben Barnes (Logan), Ingrid Bolsø Berdal (Armistice), Ed Harris (Homem de Preto), Luke Hemsworth (Stubbs), James Marsden(Teddy), Thandie Newton (Maeve), Simon Quarterman (Lee Sizemore), Rodrigo Santoro (Hector), Angela Sarafyan (Clementine), Jimmi Simpson (William), Tessa Thompson (Charlotte), Evan Rachel Wood (Dolores), Shannon Woodward (Elsie) e Jeffrey Wright (Bernard/Arnold).

‘The Batman’: Armie Hammer não estaria em negociações para viver o herói

Embora o portal Revenge of The Fans tenha afirmado que o astro Armie Hammer estaria em negociações finais para interpretar ‘The Batman‘, novas informações revelam justamente o oposto.

Segundo o jornalista do The Wrap, Umberto Gonzalez, no momento não haveriam “nomes visados” e que, de fato, a escolha para o personagem seria – provavelmente – alguém mais jovem que o ator, que atualmente possui 32 anos. Os detalhes  foram compartilhados por meio de seu Twitter.

Até o momento, nenhuma fonte oficial se pronunciou sobre o assunto, portanto, trate tudo como especulações e boatos.

Em um passado recente, o mesmo Revenge of the Fans divulgou uma suposta lista com os atores que a Warner Bros. planeja testar para viver o Homem-Morcego.

Ansel Elgort, Dylan O’Brien, Logan Lerman, Noah Centineo, Jack O’Connell, Kit Harrington, Nicholas Hoult, Aaron Taylor-Johnson, Richard Madden, Robert Pattinson e Armie Hammer.

Recentemente, o CinePOP entrevistou os astros Ansel Elgort (‘A Culpa é das Estrelas’) e Jon Hamm (‘Mad Men’) durante a CinemaCon, em Las Vegas, e eles nos contaram que gostariam de viver o Superman e o Batman, respectivamente.

Assista:

 

Plataforma da Hulu sofre sobrecarga e sai do ar temporariamente

A reclusão social acabou aumentando em muito a procura por serviços de streaming. Com boa parte da população mundial isolada em casa, a alternativa para lidar com a solidão tem sido fazer maratonas de filmes e séries, por meio de plataformas como a Apple TV+, Netflix, Disney+ e Hulu.

E em se tratando da última, presente atualmente apenas na América do Norte, a sobrecarga de usuários simultaneamente acarretou em uma queda do serviço, deixando muitos cinéfilos na mão.

A situação foi compartilhada por vários usuários do Twitter, que relataram que a plataforma teria saído do ar de forma temporária. Vale ressaltar que o serviço já fora retomado regularmente.

Confira os tweets:

“Por favor Hulu, funcione de novo”.

“A Hulu caiu”.

“A Hulu caiu ou foi só comigo? Me dá um tempo, estamos presos em casa”.

“Eu assinei a Hulu Live para assistir duas semanas de esportes e agora tudo caiu”.

“Hulu, porque, porque a Hulu caiu?”

 

Os Filmes e Séries que Estreiam na Netflix em MARÇO de 2021

O mês de março está chegando e a Netflix preparou uma uma nova seleção de estreias para o período em questão.

E os cinéfilos mais nostálgicos podem comemorar, pois a trilogia original de ‘Karatê Kid‘ fará o seu retorno para a grade de programação logo no dia 1º de março.

Além disso, os ansiosos por títulos originais poderão conferir os filmes ‘Bad Trip‘, ‘Dia do Sim‘ e ‘Cabras da Peste’, além das novas séries ‘Quem Matou Sara?‘, ‘The One‘ e ‘O Traficante‘.

E para você não perder nenhum lançamento, separamos a agenda completa de estreias que chegam ao longo do próximo mês. Confira e comece a programar suas maratonas!

01/03

Sobrenatural: A Última Chave
Assombrada por memórias antigas, a médium Elise Rainier volta à casa onde cresceu para encarar velhos demônios — e abre a porta para segredos sombrios.

Karatê Kid – A hora da verdade
Perseguido pelos valentões da escola, Daniel LaRusso conhece um mestre das artes marciais e acaba aprendendo muito mais do que defesa pessoal.

Karatê Kid II – A hora da verdade continua
Daniel LaRusso acompanha o Sr. Miyagi em uma viagem a Okinawa, onde o mestre visita o pai agonizante e reencontra um antigo amor.

Karatê Kid III – O Desafio Final
Daniel LaRusso e o Sr. Miyagi têm que se defender de um antigo rival: o sinistro mestre dos Cobra Kai, que eles derrotaram anos antes.

Notorious B.I.G. – A Lenda do Hip Hop
Com filmagens raras e entrevistas aprofundadas, este documentário lança um novo olhar sobre um dos maiores e mais influentes rappers de todos os tempos.

02/03

A Garota Invisível
Depois de divulgar uma confissão amorosa, Ariana (Sophia Valverde) se torna super popular na escola e até consegue a atenção do crush. Mas a ex dele não curtiu a ideia.

03/03

Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta
Inspirada pelo passado rebelde da mãe e por uma nova amizade, uma tímida adolescente publica um zine anônimo denunciando o sexismo na escola. Com Amy Poehler e Hadley Robinson.

O Falsificador Mórmon
Nesta história, os golpes arriscados de uma mente meticulosa causam uma reviravolta e abalam uma igreja sobre um crime verdadeiro.

04/03

Círculo de Fogo: The Black
Em um país tomado por monstros, dois irmãos procuram os pais e acabam encontrando criaturas desconhecidas, figuras estranhas e aliados inesperados.

05/03

A Sentinela
Transferida para casa depois de uma missão traumatizante, uma soldado francesa usa suas habilidades letais para caçar o homem que feriu sua irmã.

Cidade de Fantasmas
Bem-vindos ao Clube Fantasma! Em suas aventuras por Los Angeles, esta turminha entrevista fantasmas, resolve problemas e aprende um pouco mais sobre a história da cidade.

08/03

Halloween
Há 40 anos, um assassino cometeu uma carnificina na noite de Halloween. Agora ele está novamente à solta, e seu alvo é a única pessoa que conseguiu escapar — e a família dela. Com Jaime Lee Curtis, Nick Castle e Judy Greer.

09/03

A Casa-barco
Os amigos músicos Fynn Kliemann e Olli Schulz encaram dois anos de reforma para tentar recuperar a casa-barco do cantor Gunter Gabriel.

10/03

Quem Casa Quer Casa
Uma organizadora de casamentos e uma corretora de imóveis competem para ganhar o coração e o orçamento desses casais. O que será que vão preferir: uma festa espetacular ou a casa dos sonhos?

O Traficante
Nesta série filmada no estilo documentário, tensões se acirram quando dois cineastas se infiltram em um bairro dominado por gangues para gravar um videoclipe.

Last Chance U: Basquete
A série documental Last Chance U chega às quadras de basquete, onde um técnico de Los Angeles motiva jovens que sonham alcançar todo seu potencial em faculdades de renome.

11/03

Silenciadas
País Basco, 1609. Para adiar sua execução, um grupo de mulheres acusadas de bruxaria se oferece para realizar um Sabbath para o inquisidor.

12/03

The One
Os amores (e as mentiras) saem do controle quando torna-se possível encontrar a pessoa perfeita por meio de um serviço revolucionário baseado na análise do DNA. Série baseada no livro de John Marrs.

Paradise Police: Parte 3
Os policiais nada exemplares de Paradise se envolvem em chantagem, roubo de esperma, intimidação numa confeitaria e outros crimes indescritíveis.

Dia do Sim
Acostumados a sempre dizer “não” para os filhos, um casal – interpretado por Jennifer Garner e Édgar Ramirez – resolve realizar os desejos mais malucos das crianças em um dia de poucas regras e muita diversão em família.

Filhos de Istambul
Nas ruas de Istambul, na Turquia, o angustiado trabalhador de um depósito de lixo reciclável Mehmet acolhe um menino e logo precisa confrontar sua própria infância traumática.

15/03

O Reino Perdido dos Piratas
Esta série documental mostra como os verdadeiros piratas do Caribe roubavam riquezas com violência e formaram uma república surpreendentemente igualitária.

This is Personal: A Marcha das Mulheres
Este documentário mostra a mobilização de milhões de pessoas para a Marcha das Mulheres logo após a posse de Donald Trump em 2017.

16/03

RebellComedy: Straight Outta the Zoo
Os comediantes do RebellComedy sobem ao palco e abordam temas como identidades trocadas, ser “o engraçado da turma” e a anatomia das estrelas-do-mar.

Waffles + Mochi
Protagonizado por Michelle Obama, a produção apresenta dois bonecos curiosos que viajam pelo mundo explorando as maravilhas da comida e das culturas de onde passam, aprendendo sobre ingredientes de todo o planeta.

17/03

Sob Suspeita: O Caso Wesphael
Baseada em um crime real, esta série traz o famoso caso do político belga Bernard Wesphael, acusado de assassinar a esposa em 2013.

Educação Americana: Fraude e Privilégio
Este documentário investiga o responsável por um esquema de suborno que garantia a entrada de herdeiros de famílias ricas e famosas nas melhores faculdades dos Estados Unidos.

18/03

Cabras da Peste
Ao estilo de filmes buddy cop, mas com um toque à brasileira, dois policiais (Matheus Nachtergaele e Edmilson Filho) totalmente incompatíveis e de regiões diferentes do país são forçados a trabalhar juntos para desmascarar uma quadrilha que atua no Ceará e em São Paulo.

B: The Beginning: Temporada 2
Quando Keith é levado e alguém do passado de Koku ressurge, o assassino B e todos os outros são arrastados para uma conspiração envolvendo a coroa.

19/03

F1: Dirigir para Viver: Temporada 3
Lewis Hamilton, Max Verstappen e outros grandes pilotos buscam a bandeira quadriculada enquanto a COVID-19 vira o mundo de pernas para o ar e encurta a temporada de 2020.

Sky Rojo
Para fugir de um cafetão e seus capangas, três mulheres embarcam em uma jornada alucinante em busca da liberdade. Dos criadores de La Casa de Papel.

Sem Filhos
Ele se apaixonou por uma mulher que odeia crianças. Mas ele tem uma filha de 9 anos que decide fingir que é sua irmã. O que poderia dar errado?

Alien TV: Temporada 2
Os repórteres alienígenas Ixbee, Pixbee e Squee voltam à Terra e aprendem mais sobre estranhos costumes humanos e invenções como trens e a moda.

Família em Concerto
Uma jovem quer ser cantora country e encontra a banda ideal trabalhando como babá em uma família cheia de talentos musicais.

21/03

A Febre do Rato
“Febre do rato”, no Nordeste, se refere a algo fora de controle. É como está Zizo (Irandhir Santos), poeta anarquista que publica o jornal que dá nome ao filme. Com Nanda Costa, Matheus Nachtergaele e Juliano Cazarré.

22/03

Navillera
Um homem de 70 anos que tem um sonho. Um jovem de 23 anos que tem um dom. Os dois se ajudam a enfrentar as dificuldades e encarar os desafios da dança.

Socorro, Virei uma Garota!
O tímido Júlio (Victor Lamoglia) vê uma estrela cadente e deseja ser a pessoa mais popular da escola. No dia seguinte, ele é Júlia (Thati Lopes), a garota mais popular do colégio. Escrito por Paulo Cursino, conta também com Manu Gavassi no elenco.

23/03

Loyiso Gola: Unlearning
O comediante sul-africano Loyiso Gola destila filosofia prática e humor sem filtros falando de temas como raça, identidade e política mundial.

24/03

Quem Matou Sara?
Depois de passar 18 anos na cadeia, Álex busca vingança contra a família Lazcano, que o incriminou no assassinato de sua própria irmã.

Mandou Bem: Temporada
Na quinta temporada os desafios são em duplas: de melhores amigos a irmãos, esses confeiteiros são tudo de ruim.

Seaspiracy: Mar Vermelho
Um cineasta apaixonado pelos oceanos decide documentar os danos que a humanidade causa às espécies marinhas — e descobre uma sinistra conspiração global.

25/03

Na Mesma Onda
Dois jovens se apaixonam em um acampamento de verão e, diante de uma realidade dolorosa, aprendem um com o outro a aproveitar a vida ao máximo.

Viajo porque preciso, volto porque te amo
José Renato (Irandhir Santos) viaja a trabalho pelo sertão brasileiro. No percurso, ele se identifica com a sensação de abandono e isolamento dos lugares por onde passa. Dirigido por Karim Aïnouz e Marcelo Gomes.

Agência Secreta de Controle de Magias
João e Maria, aqueles dos contos de fadas, agora são agentes secretos e precisam usar magia, esperteza e trabalho em equipe para encontrar um rei desaparecido.

DOTA: Dragon’s Blood
Depois de encontrar um dragão e uma princesa com sua própria missão, um Cavaleiro do Dragão se envolve em eventos muito maiores do que jamais poderia imaginar.

26/03

Os Irregulares de Baker Street
Na Londres do século XIX, um grupo de jovens desajustados trabalha para solucionar crimes sobrenaturais sob o comando do Dr. Watson e seu misterioso parceiro Sherlock Holmes.

A Semana da Minha Vida
Neste musical inspirador, um jovem problemático vai para um acampamento de verão pela primeira vez e acaba encontrando amor, amigos e um propósito.

Bad Trip
Nesta comédia do mesmo produtor de Vovô Sem Vergonha, câmeras escondidas mostram dois amigos que caem na estrada fazendo pegadinhas com pessoas reais.

29/03

Luccas Neto em: Acampamento de Férias 3
Luccas e Gi se separam em uma competição. Meninas e meninos se enfrentam em um show de talentos por uma vaga em uma banda. Quem vai levar a melhor?

31/03

Eu Vi: América Latina
Pessoas reais contam suas próprias histórias de fantasmas nesta série de terror que recria vividamente eventos sobrenaturais e paranormais.

Anjos e demônios
Um simbologista de Harvard (Tom Hanks) tenta impedir um ataque ao Vaticano planejado por uma sociedade secreta que quer se vingar da Igreja.

Pedro Coelho
Nesta combinação de live action e computação gráfica, Pedro Coelho enfrenta um novo e difícil rival na batalha pelos vegetais da horta do fazendeiro!

Crítica | Living: Remake de clássico do Kurosawa é um emocionante lembrete sobre propósito de vida

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2022

No cenário pós Segunda Guerra Mundial, em meio a uma época de desenvolvimento e reconstrução, Bill Nighy é um retrato contemporâneo talhado no contexto dos anos 50. Um homem modesto que apenas assiste a vida passar diante dos seus olhos, ele é um servidor público que se esconde atrás das pilhas de solicitações que seu gabinete constantemente recebe. Entre entulhos de pedidos de reformas e de construções de parques, ele é praticamente um reflexo da ineficiência do governo brasileiro. Mas ao ser confrontado por sua mortalidade – após o diagnóstico de um câncer terminal -, a urgência do tempo bate à sua porta, o fazendo refletir sobre qual impacto sua vida gerou nos outros.

Living é – literalmente – uma lição de vida sobre a vida em si, que se apropria do clássico do cineasta japonês Akira Kurosawa para trazer uma releitura sobre o tempo e sobre quem somos diante da impossibilidade de retardá-lo, voltá-lo ou sequer pará-lo. Diante da possibilidade iminente da morte, Williams (Nighy) decide finalmente enxergar as pilhas de solicitações que o cercavam, pensando a respeito de como uma pequena grande atitude é capaz de mudar a vida daqueles que o cercam. E como alguém que na sua velhice finalmente descobre o valor da vida, Nighy é a mais plena e apaixonante expressão do que é um ser humano quando encontra o seu propósito.

Com seu semblante e linguagem corporal mudando ao longo de pouco menos de duas horas de filme, contemplamos não apenas o amadurecimento de um homem, mas também a consolidação de uma impecável atuação. Da rigidez de um cara furtivo a um sorriso reluzente de alguém que sente prazer em transformar a realidade ao seu redor, o veterano mostra uma sutil e versátil habilidade em mostrar o que significa estar vivo para alguém que está à beira da morte. O roteiro de Kazuo Ishiguro é o leme que conduz essa jornada, que rapidamente nos absorve ao inevitavelmente nos confrontar a respeito do nosso próprio propósito de vida e o quanto o levamos a sério em nossas rotinas.

Refletindo sobre o presente em um contexto social que emana fragmentos do passado da então recente Segunda Guerra Mundial, o filme de Oliver Hermanus parece mesmo ter saído de uma cápsula do tempo dos anos 50. Lindamente feito com ares de technicolor, o drama traz em toda sua estética técnica os trejeitos de um filme de época. Dos créditos iniciais à sua trilha sonora, Living é um belíssimo sopro de vida do cinema da Era de Ouro, repleto de cenas delicadas e sensíveis sobre o quão precioso é o tempo que nos foi dado nesta vida.

Com um design de figurino que exala a alfaiataria da década de 50 e um final emocionante e reflexivo, o drama convida a audiência a passar pelo mesmo processo de avaliação vivido por Nighy. Abordando também o efeito dominó de uma mudança de caráter, o longa nos motiva a enxergar a beleza da simplicidade de considerar os interesses dos outros. E calcado em princípios bíblicos tão fundamentais, Living é uma experiência cinematográfica completa, que emana um rico ensinamento que dinheiro nenhum pode nos dar: a importância de fazer do hoje um amanhã que seja eternamente lembrado.

Crítica Netflix | Sem Seu Sangue – Romance Adolescente propõe um Terror Lírico

Em seu primeiro longa-metragem, Alice Furtado apresenta uma ousada tentativa de fazer um filme lírico de horror em Sem Seu Sangue, lançado na Netflix no último 20 de novembro. Com passagem pela Quinzaine des Réalisateurs em Cannes 2019, o enredo mistura as sensações do primeiro amor, do luto e do sobrenatural, no entanto, este conjunto desanda em uma abordagem distante, tediosa e longe de causar empatia, surpresa ou espanto. 

O malfadado resultado é graças à inexpressividade de Silvia (Luiza Kosovski) e às diversas sequências centradas em seu rosto vazio ou na sua tatuagem de triângulo nas costas. Como um fetiche, as imagens nos conduzem à parte alguma por longos minutos. Com a frase de abertura “O coração quer o que quer”, narrada pela protagonista, o filme invoca uma embate o qual nunca ocorre, pois a mensagem de luta pelo amor não encontra eco no roteiro. 

De forma rápida, a jovem protagonista narra o seu entusiasmo com o novo colega de classe Arthur (Juan Paiva) e a sua vaga compreensão sobre a vida dele, principalmente, a sua doença: hemofilia. A tragédia anunciada torna-se intolerável para Silvia, o sentimento de luto se reverbera em seu corpo e ela chega a vomitar sangue. Obcecada pela perda do namorado, a menina passa os dias a olhar as fotos do rapaz e masturbar-se. 

Preocupados com a falta de apetite e apatia social da filha, os pais (vividos por Silvia Buarque e Lourenço Mutarelli) decidem viajar para uma casa na praia. Neste ambiente afastado, Silvia decide passar suas noites em uma barraca fora da casa, algo estranho para alguém que padece de saúde. 

Até certo ponto Sem Seu Sangue cria uma atmosfera de mistério, no entanto, o filme não consegue desenvolver-se. Com um roteiro a quatro mãos, de Alice Furtado e Leonardo Levis (O Filho Eterno), a história rodopia entre sonhos e visões de Silva com o falecido namorado. Além disso, seus devaneios misturam-se à imagens de uma mulher a caminhar nua pela praia e a artefatos de origem africana. Ou seja, Sílvia é apática, assim como todos ao seu redor, e o espectador não sabe porque acompanhá-la em sua desinteressante jornada de luto. 

Mesmo com a inclusão de personagens secundários para socializar com a adolescente, o filme não tem diálogos interessantes. O encontro com o irmão de Arthur soa artificial, tanto pela conversa truncada quanto pelo mal desempenho do ator. As conversas servem apenas para explicar o enredo do livro The Magical Island (A Ilha Mágica), de William Seabrook, na casa de praia. A partir da leitura, Sílvia tem um primeiro contato com rituais religiosos, sacrifícios e necromancia. O assunto, de certa forma, chama atenção da garota e, por um acaso, alguém comenta sobre um rapaz que entende dessas coisas na floresta.

Com 100 minutos de imagens, Sem Seu Sangue seria melhor sucedido como um curta-metragem, pois carece de toda uma estrutura de enredo para transportar o espectador ao tema: amor e pós-morte. Da forma que é proposta, a narrativa é finita em 20 minutos. A obsessão romântica da menina habita o implícito, tal como suas crenças e vontades, porque a transmissão dessas sensações são completamente opacas. 

Vale fazer um paralelo com obras jovens de suspense/horror brasileiras que conseguem percorrer todos os pontos da curva narrativa e manter um ritmo envolvente. Por exemplo, o recente A Sombra do Pai (2018), de Gabriela Amaral Almeida. Com símbolos e preces, a diretora paulistana constrói um ambiente opressor de abandono e a fuga para o místico. Assim como Mate-me por Favor (2016), da carioca Anita Rocha da Silveira, nos prende à protagonista Bia (Valentina Herszage) de maneira hipnótica. 

Em contrapartida, a protagonista Luiza Kosovski está longe de seduzir a câmera. Seu semblante monótono é caótico na transmissão de qualquer intenção narrativa. A cena final, a título de exemplo, perde todo o significado ao mostrar o rosto insípido da menina diante da situação presente. 

Embora tenha errado na composição narrativa, Alice Furtado, filha do cineasta Jorge Furtado (Ilha das Flores), tem um olhar apurado pela composição das cenas. Destaca-se a sequência de sexo no meio da floresta entre Silvia e Arthur. Contudo, ela trabalha com um elenco e ideias limitantes. Sem Seu Sangue poderia ser uma história sobre sobrevivência de um trauma amoroso, no entanto, a lentidão de apresentação do argumento de horror é um dos grandes equívoco dos roteiristas e detona a proposição da obra. 

Chandler Riggs revelou que fez teste para ser ‘Homem-Aranha’ e ‘Han Solo’

O ator de ‘The Walking Dead’Chandler Riggs está se despedindo de seu personagem atualmente na série, mas revelou ao Comic Book que já fez testes para viver alguns personagens famosos do cinema, como o Homem-Aranha e o jovem Han Solo.

“Já fiz testes para Homem-Aranha e Han Solo, é verdade. Adoraria participar de uma franquia grande assim. Seria incrível, principalmente agora que tenho mais tempo. Seria realmente incrível”

Apesar do desejo do ator, os papéis ficaram para Tom Holland e Alden Ehrenreich. Vocês gostariam de ver Riggs como algum herói nos cinemas?

Co-criador de ‘Rick and Morty’ deleta Twitter após vídeo com estupro de boneca

A polêmica envolvendo os tweets do diretor James Gunn abriu portas para novas descobertas nas redes sociais. Como foi o caso do co-criador da animação ‘Rick and Morty’ e produtor por trás de ‘Community’, Dan Harmon, que excluiu sua conta no Twitter após o ressurgimento de um vídeo em simula o estupro de uma boneca.

O conteúdo fazia parte de uma paródia de ‘Dexter’, que planejava para a TV em 2009. A polêmica cena traz o personagem de Harmon pulando uma janela e abaixando as calças para esfregar o pênis em uma boneca de bebê deitada no sofá.

Após ser contatado pela imprensa americana, Harmon não quis fazer comentários sobre o vídeo. Vale lembrar que essa é a segunda vez que ele se envolve em polêmica. No início desse ano, o produtor foi acusado de assédio sexual por uma roteirista de ‘Community’, posteriormente confirmando a acusação.

A aclamada animação ‘Rick and Morty‘ já iniciou o trabalho de produção da quarta temporada, com o retorno dos roteiristas.

E para celebrar o momento, o perfil oficial da série no Facebook publicou um novo vídeo, com os bastidores da equipe criativa debatendo o episódio final do ciclo 3 e como seria a dinâmica entre os personagens.

Confira:

Rick and Morty‘ é uma série de animação adulta norte-americana de comédia e ficção científica criada por Justin Roiland e Dan Harmon para o bloco de programação noturno Adult Swim, exibido no canal Cartoon Network.

Alan Moore, lendário criador de ‘Watchmen’, se manifesta sobre as eleições do Brasil

Na tarde desta sexta-feira (28), os Vingadores se uniram para fazer um apelo aos brasileiros: votar na eleição presidencial deste domingo (30). Enquanto a maioria manteve a neutralidade, alguns mandaram mensagens indiretas que indicaram a preferência política de cada um, geralmente motivados pela causa ambiental, da qual muitos são ativistas reconhecidos internacionalmente. Essas manifestações fazem parte de uma campanha chamada #NemTodoHeróiUsaCapa. E mobilizaram milhões de fãs nas redes sociais.

Confira os principais Tweets dos Vingadores sobre a eleição brasileira

Pelo lado da DC, quem não poderia deixar de se manifestar era justamente Alan Moore, a lenda das Graphic Novel, criador de alguma das obras mais cultuadas e politizadas da história, como Watchmen e V de Vingança.

Conhecido por seus posicionamentos firmes e incisivos, Moore já havia polemizado há cerca de 20 dias, quando concedeu uma entrevista ao jornal britânico The Guardian, em que disse ter se aposentado dos quadrinhos por achar que a indústria tornou esse tipo de texto em obras infantis e “insuportáveis”.

Ele também relacionou a ascensão da extrema direita e do fascismo na política mundial à infantilização da sociedade ocasionada pela popularização das obras de super-heróis, trazendo uma visão maniqueísta de mundo, o que fortaleceu a polarização e o extremismo político por adultos interpretando obras feitas para crianças como se fossem um manual de vida para o mundo real.

“Centenas de milhares de adultos fazem fila para ver personagens e situações que foram criadas para entreter os meninos de 12 anos – e eram sempre meninos – de 50 anos atrás. Eu realmente não achava que super-heróis fossem coisas para adultos. Acho que isso foi um mal-entendido nascido do que aconteceu na década de 1980 – ao que devo me atribuir uma parte considerável da culpa, embora não intencional – quando coisas como Watchmen apareceram pela primeira vez. […] Eu disse por volta de 2011 que achava que teriam implicações sérias e preocupantes para o futuro se milhões de adultos fizessem fila para ver os filmes do Batman. Porque esse tipo de infantilização – esse desejo por tempos mais simples, realidades mais simples – muitas vezes pode ser um precursor do fascismo”, disse Alan Moore ao jornal.

Reprodução: Kevin Nixon/SFX Magazine/Future via Getty Images

Na tarde desta sexta-feira, enquanto os Vingadores participavam da campanha pelos votos, Alan Moore utilizou seu Facebook para divulgar uma carta de reflexão política, chamando atenção para a importância das eleições brasileiras não apenas para o Brasil, mas para o mundo como um todo.

Na carta, Moore aponta que o mundo está passando por transformações e que as escolhas que tomamos agora influenciarão diretamente no futuro das próximas gerações. Seus filhos e netos. Diferentemente de outras celebridades do mundo dos quadrinhos, o autor britânico não ousou em se posicionar e em uma das raras vezes que demonstrou apoio a uma figura política, Alan Moore deixou claro seu lado nas eleições de domingo. Confira a tradução da carta.

“Querido Brasil,
Estamos rapidamente esgotando as últimas chances de salvar o planeta e seus povos. Nosso mundo está mudando, mais rápido do que nunca, e nos forçando a nos adaptar mais rapidamente se quisermos sobreviver. Dos caçadores e coletores de alimentos à agricultura, da agricultura à indústria, da indústria ao que quer que esteja tomando forma agora – essa nova condição para a qual ainda não temos um nome – a humanidade já viu esse tipo de mudança monumental antes, embora não com tanta frequência. Essas transições não são causadas por forças políticas, mas pelos movimentos de maré imparáveis ​​da história e da tecnologia, que é uma maré da qual podemos aproveitar nossas embarcações ou podemos ser arrastados. O mundo está girando, se transformando necessariamente em um novo lugar, e só podemos girar com ele ou então perderemos a biosfera que nos sustenta para sempre. A maioria das pessoas, acredito, sabe disso em seus corações e sente em seus estômagos.

E, no entanto, nos últimos cinco anos, vimos em todo o mundo um ressurgimento feroz dos ideais políticos e econômicos que nos levaram a essa situação claramente desastrosa. A agressão indisfarçável desse avanço de extrema direita me parece tão forte, e ao mesmo tempo tão desconectada de qualquer realidade, que só pode nascer do desespero; o medo histérico sentido pelos mais impregnados nas estruturas de poder do velho mundo, que sabem que o novo mundo pode, em último caso, não ter lugar para eles. Temendo por sua própria existência, pela existência da visão de mundo da qual se beneficiam, eles encheram o cenário mundial ao longo desta última meia década com personagens de pantomima cada vez mais barulhentos, exagerados e birrentos, para quem nenhum curso de ação é muito corrupto ou desumano. E nenhuma linha de raciocínio tão descaradamente absurda.

Descaradamente monstruosos, estes perseguiram minorias raciais e religiosas, ou seus povos nativos, ou os pobres, ou mulheres, ou pessoas de diferentes sexualidades, ou todas as anteriores. Durante a pandemia ainda em atividade, eles colocam sua postura política e suas doutrinas financeiras diante da segurança de suas populações, presidindo centenas de milhares de mortes potencialmente desnecessárias; centenas de milhares de famílias devastadas, comunidades devastadas. Com suas nações em chamas, inundadas ou secas pela seca, eles insistiram que a mudança climática era uma farsa esquerdista para incomodar a indústria e rotularam os manifestantes ambientais ou sociais de terroristas.

Adotando o estilo circense fascista do italiano Silvio Berlusconi, tivemos a perigosa teatralidade insurrecional de Donald Trump na América do Norte e as ruinosas indignidades de Boris Johnson e seus substitutos no (atualmente) Reino Unido. E, claro, o Brasil teve Jair Bolsonaro.

Embora nós, no hemisfério Norte, obviamente contribuamos muito mais do que nosso quinhão de figuras políticas horríveis para a situação do mundo, não conheço ninguém com um pingo de consciência e compaixão que não esteja chocado com o que Bolsonaro, chegando ao cargo com Trump. Influenciando no que fez ao seu enorme e belo país, juntamente com o que ele continua a fazer ao nosso planeta relativamente pequeno e de alguma forma ainda belo. Assistimos desesperados enquanto, cantando no mesmo hinário de sua inspiração norte-americana, Bolsonaro criticou os povos indígenas do Brasil, seus homossexuais e os direitos de suas mulheres a abortos seguros, alimentando uma fogueira descontrolada de ódio como uma distração para suas agendas sociais e econômicas, enquanto simultaneamente inunda sua cultura com armas. Nós o vimos tentar abrir caminho pela pandemia, cuspindo sua idiotice de antivacinação, e vimos o aumento da área de cemitérios preparados às pressas no Brasil; aquelas grades de escaninhos em solo cinza com flores mortas aqui e ali ou marcadores pintados como um pingo de cor.

Também observamos enquanto ele respondia à perspectiva de novas leis ambientais internacionais simplesmente acelerando sua destruição suicida da floresta tropical, sufocando nossa atmosfera com a selva em chamas, deslocando ou despachando pessoas que viveram nessas regiões por gerações e aparentemente conspirando ou fechando os olhos para o assassinato de jornalistas que investigavam essa brutal limpeza étnica.

Uma respeitada revista científica britânica que eu assino, New Scientist, recentemente descreveu as eleições iminentes no Brasil como um ponto potencialmente crucial sem retorno na batalha de vida ou morte de nossa espécie contra a catástrofe climática que nós mesmos projetamos. Simplificando, Jair Bolsonaro pode continuar, lucrativamente, a agradar os interesses corporativos que o apoiam, ou nossos netos podem comer e respirar. É um ou outro.

Como anarquista, há muitos poucos líderes políticos que eu poderia tolerar completamente, muito menos endossar, mas de tudo o que ouvi ou li sobre ele, Luiz da Silva, Lula, parece ser um desses indivíduos raros. Suas políticas parecem ser justas, humanas e práticas e, pelo que entendi, ele prometeu reverter muitas das decisões mais desastrosas de Bolsonaro. Reparar os danos desses últimos cinco anos certamente não seria fácil ou sem custo, e Lula estaria herdando um cenário político muito desfigurado. No mínimo, porém, desta distância, ele tem pelo menos o olhar de um candidato que reconhece que a humanidade está passando por uma de suas raras transformações sísmicas e percebe que devemos mudar a maneira como vivemos, se quisermos viver.

Ele parece um político comprometido com o futuro, com seu trabalho árduo e suas possibilidades justas e maravilhosas, em vez dos espasmos de morte agitados e destrutivos de um passado insustentável. A próxima eleição do Brasil é, segundo me disseram, equilibrada no fio da navalha e, como discutido acima, o mundo inteiro está apostando nisso. Se você já gostou de algum do meu trabalho, ou sentiu alguma simpatia por suas tendências humanitárias, por favor, saia e vote por um futuro que seja adequado para os seres humanos, por um mundo que seja mais do que a latrina dourada de suas corporações e seus fantoches.

Deixemos as iniquidades dos últimos cinco, ou talvez dos últimos quinhentos anos, para trás.

Com amor e confiança,
Seu amigo,
Alan Moore”

Alan Moore se popularizou por seu forte posicionamento político, tanto na esfera pessoal quanto em suas obras. O autor é responsável por alguns dos maiores clássicos dos quadrinhos, como Watchmen, V de Vingança, Batman: A Piada Mortal, Superman: Para o Homem Que Tem Tudo e A Liga Extraordinária.

As eleições presidenciais brasileiras estão causando uma comoção mundial, principalmente pela questão da Amazônia. Diante dos números altíssimos de queimadas e do crescente desmatamento, a comunidade internacional se preocupa com o futuro climático, que tem na floresta da região norte brasileira uma grande esperança.

As eleições ocorrem neste domingo (30) em todo o Brasil.

Primeiras Impressões | Vale dos Esquecidos – HBO Max aposta em TERROR Folk em sua primeiras série brasileira

Desde que a HBO anunciou sua HBO Max e a consequente expansão pela América Latina, as produções brasileiras ficaram aguardando sua vez no serviço de streaming. Aos pouquinhos, vão estreando realities shows com celebridades daqui, séries de true crime, e, agora, a partir desse final de semana, a plataforma entregará aos assinantes sua primeira produção original nacional de suspense, a sérieVale dos Esquecidos’.

Bento (Daniel Rocha) acaba de passar a noite com Ana (Caroline Abras), uma jovem envolvente que dá a impressão de não estar em busca de um relacionamento sério. Quando a manhã chega, a jovem dá um perdido no rapaz dizendo que a trilha que haviam combinado foi cancelada, e o deixa em casa. Insatisfeito com o não, Bento decide seguir a moça, e descobre que ela se encontra com um grupo para levá-los até a tal trilha, ao que Bento decide seguir de longe, escondido. Porém, algo dá errado no caminho deles, ao se depararem com um grupo misterioso de moradores na floresta. Desnorteados e sem a certeza de qual rumo tomar para voltar para casa, os jovens se hospedam numa pensão em um pequeno vilarejo ali perto. O que eles não sabem é que um chá muito suspeito está sendo servido a eles diariamente, e a volta para casa vai ficando cada vez mais nebulosa e distante.

Desenvolvida em dez episódios com cerca de uma hora cada, ‘Vale dos Esquecidos’ aposta numa pegada de terror folk estilo ‘Desalma’ (Globoplay) e ‘A Bruxa’ (Robert Eggers) como mote de sua história. Misturando suspense com folclore de origens europeias envoltos em uma neblina a la Stephen King, algumas influências do enredo podem ser facilmente percebidas pelo espectador, e vão desde os Meninos Perdidos de ‘Peter Pan’ ao recente chazinho suspeitoso de Jordan Peele em ‘Corra!’.

O conceito criado por Fábio Mendonça e Antônio Tibau é intrigante e fisga o espectador nos primeiros episódios, pois ficamos querendo saber como o grupo vai se livrar daquela teia. Então, o roteiro de Tibau, Rodrigo Lages, Clara Deák e Hudson Vianna costura a história em diversas direções, misturando o português, o inglês e o francês (línguas que aparecem de repente na trama), com uma gama de personagens misteriosos que falam como que ensaiados para o papel. Ainda que faça sentido para a história, por vezes esta técnica acaba se apresentando confusa ao espectador, que pode perceber certa dificuldade em acompanhar a motivação dos personagens e o vai e vem da trama.

Apesar disso, ‘Vale dos Esquecidos’ é uma bela produção, percebida na escolha das locações, na fotografia, na ambientação de cenário, no figurino e no protagonismo de Daniel Rocha, que demonstra confiança para o papel de um mocinho ingênuo. Os realizadores Fabinho Mendonça e Daniel Lieff atingem uma atmosfera mística e sombria na produção, mergulhada na fonte de Ari Aster.

Bem realizada e com bastante potencial, ‘Vale dos Esquecidos’ abre o flanco das produções de suspense e terror originais da HBO Max em grande estilo, acompanhando outras produções de sucesso nacionais da HBO. Cheia de informações e muito mistério, é uma história que tem tudo para trazer as referências contemporâneas da cultura pop desejadas pelo público, embaladas por uma história que desafia a nossa imaginação a partir do próximo dia 25 de setembro na plataforma.

Ranking | As Piores e Melhores séries de Ryan Murphy

Você já deve ter ouvido falar em Ryan Murphy. Produtor, diretor e roteirista, ele é um dos grandes nomes do entretenimento na atualidade. Após anos de trabalhos para o grupo FOX, que renderam clássicos como Glee, American Crime Story, American Horror Story, dentre outros, ele fechou recentemente um acordo multimilionário com a Netflix para realizar séries para a gigante do streaming.

Aproveitando que Murphy Lançou sua nova série na Netflix, intitulada Hollywood, o CinePOP decidiu fazer um ranking de todas as séries deste ícone da TV mundial.

É importante destacar que a matéria fez a opção de separar as temporadas de American Crime Story, uma vez que The People v. O. J. Simpson e The Assassination of Gianni Versace possuem um alinhamento temático, mas com histórias completamente diferentes e sem relação uma com a outra. Já American Horror Story não teve suas temporadas separadas, uma vez que existem algumas conexões entre as mesmas. Inclusive, vocês podem conferir nossa matéria American Horror Story: Da pior à melhor temporada.

Vem ver a lista completa!

 

12) 9-1-1

Diante do sucesso de franquias como Grey’s Anatomy/Station 19 ou Chicago PD/Chicago Fire/Chicago Med, Ryan Murphy decidiu fazer uma única série que reunisse o trabalho de paramédicos, bombeiros e policiais. Nasceu assim 9-1-1. Apesar do grande elenco, com destaque para a indicada ao Oscar Angela Bassett, Murphy não conseguiu dar uma cara diferente ao projeto. A verdade é que a série não tem nada de especial, é apenas mais um drama procedural de emergência. Pode até entreter em alguns momentos, mas nada que faça da série algo memorável na TV. A série acaba de entrar em sua terceira temporada.

 

11) Scream Queens

Como é mesmo o ditado? De boas intenções, o inferno está cheio… aproveitando o sucesso da estranheza de American Horror Story, Ryan Murphy embarcou em uma série de comédia/terror em que todo o elenco parecia estar se divertindo mais do que o espectador. A trama envolvia um grande número de “rainhas do grito” sendo aterrorizadas por psicopatas ou serial killers. Emma Roberts, Lea Michele, Abigail Breslin, Keke Palmer, Billie Lourd, Jamie Lee Curtis e Riley Schmidt formavam o elenco principal da produção, que contou com duas temporadas entre 2015 e 2016.

 

10) The New Normal

A divertida série de comédia tinha potencial para algo mais marcante se não tivesse sido cancelada pela NBC após uma temporada. A produção acompanhava um casal de gays tendo que lidar com uma jovem mulher que está servindo de barriga de aluguel e sua mãe conservadora. Era bem divertido, mas nunca atingiu o máximo que poderia. Com um pouco mais de sorte, a série poderia ter seguido o caminho de Modern Family. Exibida entre 2012 e 2013, The New Normal trazia Justin Bartha, Andrew Rannells, Georgia King e Ellen Barkin no elenco principal.

 

9) Popular

Primeiro trabalho de Ryan Murphy na TV, Popular foi lançada em 1999, em um mundo em que as produções não tinham o mesmo alcance de hoje. Talvez por isso, não seja muito lembrada. Mas a série tinha seus momentos. Misto de comédia e drama, Popular acompanha duas garotas que vivem realidades muito diferentes no colégio, mas que são obrigadas a conviverem lado a lado após seus pais decidirem se casar. Leslie Bibb e Carly Pope vivem as duas protagonistas. A produção chegou ao fim em 2001, após duas temporadas.

 

8) American Horror Story

Como a maioria das séries com várias temporadas, American Horror Story acaba prejudicada pela média final. Quando foi boa, especialmente na primeira temporada, foi muito boa, mas também teve seus momentos de tragédia, como em Hotel ou Freak Show. Atualmente, a série encontra-se na nona temporada, AHS: 1984, que celebra o mundo dos slasher movies da década de 80. Exibida entre 2011 e 2019, a série do FX já contou com nomes como Sarah Paulson, Evan Peters, Lady Gaga, Jessica Lange, Kathy Bates, Angela Bassett, Emma Roberts, dentre muitos outros.

 

7) Glee

Glee foi a série que fez o nome de Ryan Murphy. E é mais uma das produções prejudicadas pela média final das temporadas. Se julgássemos apenas as três primeiras temporadas, provavelmente a série ficaria lá num possível top 3. Mas, infelizmente, é inegável que a série musical perdeu muito de sua qualidade nos três últimos anos. A sexta temporada, então, foi só para os mais fortes. Estrelada por Lea Michele, Matthew Morrison, Jane Lynch, Chris Colfer, Kevin McHale, Naya Rivera, Amber Riley, Darren Criss, Cory Monteith e muitos outros jovens talentos, Glee marcou época e cativou uma legião de fãs. Mesmo com o final decepcionante, não dá para negar sua importância.

 

6) The Politician

Se Glee foi prejudicada por ter várias temporadas, não dá para negar que The Politician acaba ficando um pouco inflacionada na lista, afinal só teve um ano. Acontece que foi um ótimo ano. A série une drama, comédia, política e até musical em uma única história e com um extraordinário elenco, com destaque para Ben Platt, Zoey Deutch, Lucy Boynton, Jessica Lange e Gwyneth Paltrow. Vamos ter que esperar para ver se a série conseguirá manter o nível nos próximos anos, mas a primeira impressão foi ótima.

 

5) Nip/Tuck

Se Glee transformou Ryan Murphy em um fenômeno, foi Nip/Tuck que fez sua trajetória mudar de patamar. Para uma série dramática sobre cirurgiões plásticos, a produção consegue ser bem envolvente, com personagens complexos e bem desenvolvidos. Exibida no FX entre 2003 e 2010, Nip/Tuck recebeu um Globo de Ouro de Melhor Série Dramática por sua segunda temporada. Dylan Walsh, Julian McMahon, John Hensley e Joely Richardson formam o elenco principal.

 

4) The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story

Após uma excepcional temporada de estreia, American Crime Story focou seu segundo ano na história do assassinato do estilista Gianni Versace. Na verdade, a figura central foi o homem responsável pelo crime, Andrew Cunanan. Darren Criss fez um belíssimo trabalho na pele do criminoso numa temporada que contou ainda com as presenças de Edgar Ramírez, Ricky Martin e Penélope Cruz. Apesar das ótimas atuações e da trama envolvente, The Assassination of Gianni Versace não conseguiu manter o nível de The People v. O. J. Simpson. Há um claro desnível entre os episódios, numa demonstração de que a história talvez não tivesse conteúdo bastante para nove capítulos. Ainda assim, um ótimo trabalho de Murphy.

 

3) Feud: Bette and Joan

Mais uma série antológica de Ryan Murphy, mas que até o momento só teve uma temporada. E que temporada. A trama foca na briga entre as lendárias atrizes Joan Crawford e Bette Davis, que disputavam o centro das atenções na Era de Ouro de Hollywood. E o conflito só piorou quando foram contratadas para trabalhar lado a lado em O Que Terá Acontecido a Baby Jane? (1962). Jessica Lange e Susan Sarandon dão vida às duas protagonistas, em desempenhos realmente formidáveis. Com um roteiro afiado e ótimos trabalhos de reconstituição e design de produção, Feud: Bette and Joan é uma obra realmente fascinante.

 

2) Pose

Recém-vencedora do Emmy de Melhor Ator para Billy Porter, Pose é a mais ousada das produções de Ryan Murphy, um verdadeiro hino dos marginalizados. A série retrata a comunidade LGBTQ na Nova York da década de 80, em meio a epidemia do vírus HIV, mas também numa cena de muita criatividade e amor à vida. Murphy, que sempre valorizou as causas LGBTQ, aqui vai além, e dá voz a artistas na tela e fora da tela. A produção conta com um elenco formado por várias atrizes trans, como Hailie Sahar, Indya Moore, Dominique Jackson, Angelica Ross e M.J. Rodriguez. Completam o time nomes mais conhecidos, como Evan Peters, Kate Mara, James Van Der Beek e Tatiana Maslany. Isso sem esquecer de Billy Porter, que é corpo e alma da série cuja terceira temporada chega em 2020.

 

1) The People v. O.J. Simpson: American Crime Story

Ninguém se empolgou muito quando Ryan Murphy anunciou o projeto de American Crime Story. E o mesmo aconteceu quando foi definido que o caso de O. J. Simpson seria o primeiro a ser contado. Mas o produtor provou que merecia a confiança dos fãs e apaixonados por séries. The People v. O.J. Simpson é uma produção primorosa em todos os sentidos. Ao contar a história de O.J., sem nunca tentar eximir seu personagem, Murphy acabou discutindo temas bem mais complexos que envolvem a relação da justiça e da polícia com a população afro-americana nos Estados Unidos.

Isso sem deixar de contar sua trama principal. Para atingir resultado tão positivo, o produtor contou com a ajuda de um elenco quase perfeito, com destaque para Sarah Paulson, Courtney B. Vance e Sterling K. Brown. Mesmo atores medianos como Cuba Gooding Jr., David Schwimmer e John Travolta se destacaram. A reconstituição de época, o design de produção, os figurinos… tudo isso fez da primeira temporada de American Crime Story algo realmente especial.