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Emma

(Emma)

 

Elenco:

Anya Taylor-Joy

Johnny Flynn

Bill Nighy

 

Direção: Autumn de Wilde

Gênero: Comédia

Duração: 125 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: VOD – Maio de 2020

Sinopse: 

Na esquecida cidade litorânea de Claypole, Inglaterra, uma série de coincidência acidentais e infelizes conspiram para trazer as vidas e as ambições de alguns sonhadores a um trágico final.

Curiosidades: 

» Baseado no livro homônimo escrito por Jane Austen, mesma autora do aclamado ‘Orgulho e Preconceito‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Bridgerton’: 2ª temporada já está em desenvolvimento!

Parece que a Netflix já renovou silenciosamente ‘Bridgerton‘, sua nova série de época baseada nos romances homônimos de Julia Quinn, para a 2ª temporada.

De acordo com o Production Weekly, a produção do segundo ciclo irá começar em março de 2021.

Vale lembrar que a primeira temporada será lançada no dia 25 de dezembro.

Confira o trailer:

A série foi criada por Chris Van Dusen.

A história acompanha as vidas dos oito irmãos da família Bridgerton, uma das mais importantes da alta-sociedade inglesa do século XIX. A adaptação é supervisionada pela icônica Shonda Rhimes, partindo do contrato que assinou com a plataforma de streaming em 2017.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

‘Monster Hunter: Legends of the Guild’: Filme animado da Netflix ganha trailer DUBLADO; Assista!

A Netflix divulgou o trailer dublado do longa animado ‘Monster Hunter: Legends of the Guild‘.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 12 de agosto.

Steve Yamamoto é responsável pela direção.

Em um mundo instável habitado por humanos e monstros, o jovem caçador Aiden vai ter que lutar para salvar seu vilarejo. A ameaça? Um dragão.

O longa conta com as vozes de Erica Lindbeck, Brando Eaton, Karen Strassman, Stephen Kramer Glickman, Brian Beacock e Katie Leigh.

‘Roar’: Trailer da série estrelada por Nicole Kidman e Cynthia Erivo sobre as mulheres

A Apple TV+ divulgou o primeiro trailer da série antológica ‘Roar‘, estrelada por nomes como Nicole KidmanCynthia ErivoMerritt WeverAlison Brie.

Confira:

A produção tem lançamento agendado para o dia 15 de abril.

A produção fica a encargo de Liz FlahiveCarly Mensch, como parte de um acordo com o serviço de streaming. A dupla é conhecida pela aclamada comédia GLOW.

Roar, que está em desenvolvimento desde 2018, é baseado no livro de contos assinado por Cecelia Ahern.

“Você já imaginou uma vida diferente? Já se viu diante de uma encruzilhada, indecisa? Já teve um momento em que queria rugir? Uma história para cada mulher. Uma história para cada momento. Se você quer rir, se comover, amar, se sentir menos culpada, chorar, ser confortada ou RUGIR, há uma história para você.”

A série é composta por oito episódios de meia hora, cada qual contado a partir da perspectiva de uma mulher.

Betty Gilpin, Meera Syal, Fivel Stewart, Issa RaeKara Hayward completam o elenco.

Flahive e Mensch entram como criadoras e showrunners do projeto, além de produzirem ao lado de Kidman, Per SaariBruna PapandreaSteve HutenskyAllie Goss.

 

 

Reboot de ‘Quantum Leap’ é RENOVADO para a 2ª temporada pela NBC

A NBC renovou oficialmente a série de ficção científica ‘Quantum Leap‘, reboot do seriado clássico ‘Contra Tempos‘, para a 2ª temporada.

“Teremos uma segunda temporada graças ao trabalho incrível do nosso elenco, produtores, roteiristas e todos que ajudaram a dar vida a essa série incrível na NBC,” declarou Lisa Katz, presidente da NBCUniversal Television. “Enquanto continuamos a atrair o público com nossos dramas imperdíveis, é gratificante saber que ‘Quantum Leap’ terá um espaço de destaque na nossa emissora, um dia depois, no serviço de streaming do Peacock.”

A primeira temporada registrou uma média de 0.5 na demo – o que representa a segunda maior audiência do ano para uma série estreante, atrás apenas de ‘Fire Country‘.

Criada por Steven Lilien e Bryan Wynbrandt, a produção é um reboot da série clássica ‘Contra Tempos‘ (1989-93).

Já se passaram 30 anos desde que o Dr. Sam Beckett entrou no acelerador do Salto Quântico e desapareceu. Agora, uma nova equipe foi montada para reiniciar o projeto na esperança de entender os mistérios por trás da máquina e o homem que a criou.

O elenco conta com Raymond Lee, Ernie Hudson, Caitlin Bassett, Mason Alexander Park e Nanrisa Lee.

‘We Might Hurt Each Other’: Terror slasher estilo ‘Sexta-Feira 13’ ganha trailer SANGRENTO; Confira!

O terror slasher ‘We Might Hurt Each Other‘ ganhou um novo trailer.

Confira:

Dirigido por Jonas Trukanas, o longa originalmente era intitulado Pensive.

Inspirado por lendas locais, um grupo de estudantes privilegiados se reúnem em uma cabana isolada. Quando eles começam a destruir as esculturas de madeira da propriedade durante sua celebração de formatura, um assassino misterioso começa a matá-los de formas brutais.

O elenco conta com Sarunas Rapolas Meliesius, Gabija Bargailaite, Marius Repsys, Donatas Simukauskas, Kipras Masidlauskas, Povilas Jatkevicius, Martynas Berulis, Inga Puriuskyte e Saule Rasimaite.

Infelizmente, o terror ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.

 

O Mensageiro

 

Elenco:

Valentina Herszage
Shico Menegat
Georgette Fadel

 

Direção: Lúcia Murat

Gênero: Drama

Duração: 110 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 15 de Agosto de 2024

Sinopse: 

O MENSAGEIRO segue a história da relação entre a mãe de uma presa e um soldado, mostrando a possibilidade de diálogo entre pessoas em situações opostas. A memória de tempos difíceis vista através de personagens sempre tratados como secundários. A mãe é uma senhora casada, conservadora, católica. O jovem soldado, recém-chegado do Sul, assiste constrangido a uma série de barbaridades. Ele decide correr riscos ao aceitar levar uma mensagem da filha presa para a mãe, criando um vínculo pautado por inúmeras contradições.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Lúcia Murat também assina o roteiro ao lado de Tunico Amâncio;

Trailer:

Cartazes: 

o mensageiro

Fotos: 

o mensageiro filme b 1

o mensageiro filme b 2

o mensageiro filme b 0

Orçado em US$ 270 milhões, live-action de ‘Branca de Neve’ ultrapassa US$ 160 milhões mundialmente

Após três semanas em exibição, o live-action de ‘Branca de Neve‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 160 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 77.4 milhões. No mercado internacional, foram US$ 90.9 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 168.3 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$8.7M), México (US$6.9M), Itália (US$6.6M), França (US$5.5M) e Brasil (US$4.5M).

Vale lembrar que, segundo o The New York Times, o live-action deve gerar um prejuízo bem grande para a Disney. O site declara que a produção contou com um orçamento inicial de US$ 270 milhões, mas as refilmagens e o trabalho de pós-produção aumentaram o custo em US$ 80 milhões.

Ou seja, o custo total de produção do filme chegou a US$ 350 milhões, sem contar o valor gasto com marketing. Para cobrir esse investimento, o filme precisaria arrecadar pelo menos US$ 800 milhões mundialmente.

Branca de Neve’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Do produtor e produtor executivo de Wicked, Marc Platt e Jared LeBoff, e do diretor Marc Webb (O Espetacular Homem-Aranha) chega Braca de Neve – uma releitura musical live-action do clássico filme de 1937 do estúdio.

A mágica aventura musical retorna à história atemporal com Rachel Zegler (Amor, Sublime Amor) no papel-título e Gal Gadot (Mulher-Maravilha), como sua madrasta, a Rainha Má.

branca de neve poster

Victoria Jones, filha do ator Tommy Lee Jones, morre aos 34 anos

Victoria Jones, a filha do astro Tommy Lee Jones (‘Dívida de Honra’), morreu aos 34 anos.

De acordo com o NBC Bay Area, o corpo da jovem foi encontrado na última terça-feira (1º), em um hotel de San Francisco.

O Corpo de Bombeiros de São Francisco divulgou um comunicado à imprensa informando que paramédicos foram chamados ao Hotel Fairmont às 2h52 da manhã do dia de Ano Novo. “Nossas equipes responderam à ocorrência, realizaram uma avaliação e constataram o óbito de uma pessoa,” declarou um porta-voz.

Em comunicado ao site, o hotel prestou suas condolências: “Estamos profundamente tristes com o incidente ocorrido no hotel em 1º de janeiro de 2026. Nossos mais sinceros pêsames à família e aos entes queridos neste momento tão difícil. A equipe do hotel está cooperando ativamente e apoiando as autoridades policiais no âmbito da investigação em andamento.”

Apesar de não ter seguido a carreira da atriz, Victoria Jones apareceu em dois filmes ao lado do seu pai: ‘MIB: Homens de Preto 2‘ (2002) e ‘Três Enterros‘ (2005). O segundo título marcou a estreia diretorial de Tommy Lee Jones.

Ela também fez participações em ‘Esperança e Preconceito‘, ‘Dívida de Honra‘ e um episódio de ‘One Three Hill: Lances da Vida‘.

Victoria era a segunda filha do astro com sua segunda esposa, Kimberlea Cloughley.

Polêmica! Mahershala Ali faz discurso no SAG Awards sobre o decreto de Trump

Donald Trump está dando o que falar, mas isso não é um bom sinal. Nos últimos dias, o novo presidente dos EUA decretou que nos próximos três meses a entrada de cidadão do Irã, Iraque, Síria, Yemen, Somália, Sudão e Líbia está proibida em solo americano. Além disso, ele também lançou a proibição de refugiados da Síria por 120 dias no país.

A situação é obviamente polêmica, e mostra um retrocesso enorme no governo americano. E isso têm gerado diversas reações, opositoras, dos astros de Hollywood.

Ontem, durante a cerimônia de premiação do SAG Awards, o ator Mahershala Ali, um dos grandes destaques de 2016 nos cinemas, fez um discurso emocionante sobre o assunto, enquanto agradecia pelo prêmio de Melhor Ator Coadjuvante por ‘Moonlight – Sob à Luz do Luar‘.

“O que aprendi ao trabalhar em ‘Moonlight’ é que vemos o que acontece quando perseguimos pessoas… Assim como  há a oportunidade de ver essas pessoas, as características que as tornam únicas, também há a oportunidade de ir à guerra por causa disso isso, digamos, ‘Essa pessoa é diferente de mim, eu não gosto de você, então vamos brigar’. Minha mãe é muçulmana. Ela não me julgou quando eu liguei para ela e disse que eu me converti há 17 anos. Mas eu te digo agora, nós colocamos as diferenças para o lado, eu sou capaz de entendê-la, ela é capaz de me entender, nós amamos uns aos outros, e só amor cresceu. Essas coisas são minúsculas. Não são importante.”, disse o ator.

Além de Mahershala Ali, a atriz iraniana Taraneh Alidoosti declarou que não vai comparecer na cerimônia do Oscar em fevereiro, por causa do decreto de Donald Trump. Taraneh está no elenco do filme ‘O Apartamento‘ (‘The Salesman‘), e se manifestou via Twitter.

 

“A Proibição de vistos de Trump para os iranianos é racista. Se isso irá incluir um evento cultural ou não, eu não comparecerei ao  2017 em protesto”

Uma atitude, sem dúvida, lamentável que afeta todos os meios que compõe uma sociedade. O decreto de Trump pode ser só o começo de um governo de opressão e separação nos EUA, e isso com certeza vai afetar, e muito, as produções no cinema e na televisão que tanto gostamos.

‘Supernatural’ ganha guia completo com principais detalhes das últimas 12 temporadas

A série ‘Supernatural’ ganhou um guia completo com os principais detalhes das últimas 12 temporadas.

O material, desenvolvido pela revista Entertainment Weekly, traz entrevistas exclusivas, além de um outro ensaio fotográfico especialmente feito para a edição especial para colecionadores.

Confira:

‘Supernatural’, ‘Two and a Half Men’ e as séries que serão removidas da Netflix

O trio de protagonistas, Jensen Ackles, Misha Collins e Jared Padalecki também comentaram um pouco sobre as grandes transições que a produção sofreu ao longo dos anos.

Jensen pontuou a primeira vez que a temática de anjos foi trazida para dentro do contexto de ‘Supernatural’, no episódio ‘Houses of The Holy’:

“Independente da opção religiosa de cada um de nós, o que realmente queríamos era fazer um show universal. Não queríamos ser porta-vozes do ponto de vista religios dos roteiristas, pois não foi para esse tipo de programa que nos comprometemos. Nosso argumento na ocasião foi: ‘Vocês sabem que confiamos em vocês e até agora tudo está dando muito certo, mas essa é uma preocupação que temos e estamos colocando isso à mesa para que possamos dialogar juntos’”.

Misha comentou sobre como essa mudança na narrativa acabou contribuindo para a evolução da série, ponderando os últimos anos:

“E agora, impressionantemente 11 anos depois, tanta coisa da série se apoia na tradição bíblica e na mitologia que possui origens na Bíblia. E uma das coisas mais interessantes para nós é que com o tempo acabamos trocando ideias com padres, pastores e ministros, além de até mesmo algumas freiras, que amam ‘Supernatural’”.

Jared completou o raciocínio, falando sobre o realismo da série:

“É quase um paradoxo, mas nós contamos todas essas histórias baseadas na realidade. Não estamos aqui diante um conto fantástico, que aconteceu há muito tempo atrás, numa galáxia muito distante. Parte da nossa premissa é que tudo o que vivemos se passa neste nosso mundo. Contamos histórias insanas, eu sei, mas tudo isso está contextualizado com o aqui e o agora. É notável ver nossos roteiristas, que são excepcionais, tecerem isso, tentando encaixar um prego quadrado em um orifício redondo. É ótimo assistir a tudo isso e ainda por cima fazer parte”.

Jeffrey Dean Morgan quer voltar para ‘Supernatural’

 

 

 

‘Vingadores’: Por que Nick Fury não chamou a Capitã Marvel antes? Confira a teoria!

[SPOILER]

O final de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ traz Nick Fury chamando a Capitã Marvel, em virtude da iminente destruição populacional em massa de Thanos. E uma nova teoria – que está circulando na internet – tenta explicar porque o agente decidiu recorrer a heroína apenas no final.

Compartilhada por um usuário no Reddit, a suposição tenta também explicar o paradeiro da heroína, à medida que disserta sobre os motivos de Fury ter esperado até o último segundo para convocar a Capitã Marvel.

Confira:

“Digamos que o ‘Capitã Marvel’ se passe em 1998 (vamos descobrir no filme).

Eu diria que a Capitã Marvel e Nick Fury se envolveram em várias peripécias, expondo Fury ao mundo das Super Pessoas. Ela acaba deixando a Terra para fazer suas coisas ou algo do tipo, mas antes de ir embora, ela dá a Fury o pager para contatá-la, caso qualquer ameaça mundial aconteça (isso nós já podemos concluir facilmente).

Fury começa uma missão para encontrar mais pessoas com poderes para formar uma equipe que possa proteger a Terra, para caso alguma coisa aconteça, considerando que ela já se foi. Assim ele não precisaria ficar dependente dela. Demora cerca de 10 anos para o Homem de Ferro e o Hulk aparecerem.

Ele então diz ao Homem de Ferro: ‘Você acha que é o único super-herói do mundo? Sr. Stark, você se tornou parte de um Universo muito maior, mas você não sabe disso ainda’. Esta fala deixou a janela aberta para que ele pudesse conhecer uma série de outros heróis.

Vingadores 1‘ – Perto do final, o conselho diz a Fury que eles estão enviando um Nuke para Nova York para salvá-lo e ele declara: ‘Até que eu tenha certeza de que meu time não pode controlá-lo, não vou ordenar um ataque nuclear’.

Fury não chama a Capitã Marvel aqui porque ele sente que os Vingadores podem controlar Loki em Nova York. E ele estava certo, ele não precisava da ajuda dela enquanto sua equipe fosse bem sucedida”.

Veja também as cenas deletadas e vídeos do lançamento em Home Video:

Vingadores 4 estreia dia 2 de maio de 2019.

‘O Esquadrão Suicida’: Storm Reid entra para o elenco do reboot de James Gunn

A produção do reboot de ‘O Esquadrão Suicida‘ está a todo vapor e mais um membro de seu elenco foi anunciado. A jovem atriz Storm Reid é a mais recente adição à trama.

Segundo o The Hollywood Reporter, a jovem interpretará a filha de Idris Elba na produção. Ela é mais conhecida por seus papéis em ‘Uma Dobra No Tempo‘ e na nova série da HBO, ‘Euphoria‘.

Os detalhes referentes à sua personagem permanecem bem escassos, mas o que se sabe é que Reid só trabalhará em ‘Esquadrão Suicida‘ assim que finalizar suas filmagens no reboot de ‘O Homem Invisível‘, produção da Universal em parceria com a Blumhouse.

Idris Elba viverá um dos protagonistas no reboot de ‘O Esquadrão Suicida, podendo dar vida ao Tigre de Bronze ao invés de substituir Will Smith como o Pistoleiro. Entretanto, nenhuma confirmação oficial foi feita pela Warner Bros. 

Recentemente, Benicio del Toro (Sicario) foi cotado como o principal nome para viver o antagonista do filme, conhecido como O Prefeito.

David Dastmalchian dará vida ao Polka-Dot Man (Homem-Bolinha). Jai CourtneyViola Davis reprisarão seus papéis do filme dirigido por David Ayer. Espera-se também que Margot Robbie retorne como Arlequina. 

O longa será lançado nos cinemas no dia 6 de agosto de 2021.

Apesar de ter sido massacrado pelos críticos, o ‘Esquadrão Suicida‘ original foi um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 746.8 milhões mundialmente.

 

‘Liga da Justiça’: Zack Snyder está finalizando sua versão DE GRAÇA

O anúncio de que a Warner Bros. havia garantido o sinal verde para a produção do Snyder Cut de Liga da Justiça‘ surpreendeu os fãs, principalmente após anos de apelo, petições e pressão popular.

E uma das preocupações do estúdio quanto à realização da versão do diretor foi justamente o altíssimo custo de produção de um longa que já tivera uma jornada abaixo das projeções na época de seu lançamento.

Com um custo estimado de mais de US$ 30 milhões, o longa sairá caro aos cofres da Warner. Mas no que diz respeito ao Zack Snyder, seu trabalho não trará ônus nenhum ao estúdio, uma vez que ele decidiu finalizar sua versão de graça.

Durante a Justice Con, evento voltado para celebrar a jornada de Snyder na DC, ele revelou que o projeto é uma grande paixão sua:

“É animador poder ganhar essa chance e cavalo dado não se olha os dentes. E eu amo trabalhar nesse filme e eu faria isso de graça e – de fato – eu estou fazendo”.

Confira a cena de ‘Liga da Justiça‘ que apresenta o Superman com seu traje negro:

Lembrando que o Snyder Cut de Liga da Justiça‘ estreia na HBO Max em 2021.

Confira as imagens promocionais:

Disney+ anuncia nova coletânea de curtas da Pixar; Confira as sinopses!

O Disney+ anunciou sua coletânea do programa SparkShorts, da Pixar Animation Studios. Com estreia na plataforma em setembro, a coleção contará com dois novos curtas, intitulados “Twenty Something”, da diretora Aphton Corbin, e “Nona”, do diretor Louis Gonzales.

Além dos curtas, o documentário longa-metragem ‘A Spark Story‘ também será lançado como uma coprodução da Pixar e da Supper Club, que traz um olhar íntimo sobre o processo de filmagem dos populares curtas do programa.

O curta Twenty Something, criado usando animação desenhada à mão, estreará no Disney+ em 10 de setembro.

Já o curta Nona estreia em 17 de setembro na plataforma e é baseada principalmente na avó do diretor Gonzales.

Confira a sinopse oficial dos curtas:

“Twenty Something”

Tornar-se adulto pode ser difícil. Alguns dias você acerta em cheio, enquanto em outros, você é apenas uma pilha de crianças escondida sob a roupa, esperando que ninguém perceba. Gia se encontra exatamente neste cenário na noite de seu aniversário de 21 anos. Esta é uma história sobre as inseguranças da vida adulta e como estamos todos apenas fingindo até conseguir. Erick Langley produz o curta, que estreia em 10 de setembro de 2021.

“Nona”

A Pixar Animation Studios apresenta Nona, uma avó que planeja passar seu dia de folga fechada em seu próprio mundo para assistir seu programa de TV favorito: E.W.W. Smashdown Wrestling. No entanto, quando sua neta de 5 anos, Renee, é deixada em sua casa inesperadamente, Nona fica dividida entre suas duas coisas favoritas. Renee quer brincar enquanto a normalmente amorosa Nona luta contra o desejo de assistir ao seu programa, levando a um confronto decisivo entre as duas e a um acordo amoroso. Produzido por Courtney Casper Kent, “Nona” estreia no Disney+ em 17 de setembro de 2021.

Sobre o documentário ‘A Spark Story‘:

Produzido em colaboração com a Pixar, A Spark Story é da Supper Club (Chef’s Table) e dos diretores Jason Sterman e Leanne Dare.

Oferecendo ao público um olhar exclusivo e envolvente dos cineastas e de seus filmes, o documentário explora a filosofia criativa que torna a Pixar única. ‘A Spark Story‘ destaca Corbin e Gonzales enquanto eles se esforçam para colocar suas visões únicas pessoais de SparkShorts na tela. O filme de Corbin, Twenty Something, exigia novas abordagens na narrativa para transmitir as múltiplas perspectivas de uma personagem – todas usando animação desenhada à mão (uma raridade para a Pixar). O filme de Gonzales, Nona, veio de um lugar profundamente pessoal, mas que não impediu que um sério período de bloqueio criativo quase descarrilasse toda a produção.

Jason Sterman, Brian McGinn e David Gelb são os produtores. O documentário estreia no Disney+ em 24 de setembro de 2021.

Sobre o programa SparkShorts

Os cineastas do SparkShorts têm seis meses para montar uma equipe e criar um curta-metragem de animação. Não há uma regra principal, eles são movidos pela necessidade de contar uma história e pela abordagem ágil para fazê-lo. Cada um, junto com um produtor, navega na montanha-russa emocional de assumir um papel de liderança e inspirar sua equipe.

‘Um Filme Minecraft’: Warner oficializa sessões especiais com “bagunça liberada” nos cinemas

Após semanas de discussões nas redes sociais sobre o comportamento barulhento em sessões de ‘Um Filme Minecraft‘, a Warner Bros. resolveu transformar a polêmica em estratégia. O estúdio anunciou a realização de exibições especiais do longa, chamadas Block Party Edition, nas quais o público será incentivado a interagir livremente durante o filme.

Marcadas para o dia 2 de maio nos Estados Unidos e em alguns outros territórios selecionados, essas sessões permitirão que os espectadores cantem, gritem e até produzam vídeos para redes sociais sem o risco de advertência ou repreensão.

Em comunicado oficial, a Warner Bros. Pictures e a Legendary Pictures convocaram os fãs para viver a experiência de forma mais descontraída: “Vocês conhecem os momentos. Vocês conhecem as falas. Vocês amam as músicas! Agora é hora de se soltar, rir alto e cantarolar as letras como um verdadeiro fã de nível diamante”.

A medida surge após relatos de sessões regulares marcadas por tumulto e excesso de entusiasmo, que dividiram opiniões. Enquanto parte do público se incomodou com o ambiente caótico, outros celebraram a espontaneidade coletiva, transformando algumas cenas do filme em virais online.

Até o momento, as Block Party Editions estão confirmadas apenas para o exterior. Não há previsão de sessões semelhantes no Brasil.

Vale lembrar que a adaptação segue fazendo um sucesso monstruoso nos cinemas e já conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 800 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, o longa se encontra no TOP 2 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas do fenômeno chinês ‘Ne Zha 2‘. O filme conseguiu desbancar todos os blockbusters hollywoodianos lançados em 2025, incluindo ‘Capitão América: Admirável Novo Mundo‘ e ‘Branca de Neve‘.

Nos EUA, a produção soma US$ 379.9 milhões. No mercado internacional, foram US$ 436.6 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 816.5 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$60.4M), Alemanha (US$28.5M), Austrália (US$27.4M), México (US$25.6M) e China (US$24M).

Para termos de comparação, o longa tem registrado um desempenho +229% acima de ‘Sonic 2‘, +76% acima de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘, +71% acima de ‘Pokémon: Detetive Pikachu‘, +61% acima de ‘Kung Fu Panda 4‘ e +40% acima de ‘Jumanji: Próxima Fase‘.

Confira a lista com todos os recordes domésticos, internacionais e globais quebrados na estreia de ‘Um Filme Minecraft’

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Quentin Tarantino esclarece que novo filme não é sobre Charles Manson; Entenda!

O novo filme de Quentin Tarantino, o nono de sua carreira na direção, já está com seu roteiro finalizado e data de estréia para 2019. Inicialmente divulgado, o longa iria mostrar o assassinato da atriz Sharon Tate pelos seguidores de Charles Manson em 1969, porém, o filme não será sobre o famosos serial killer.

Em entrevista à Indie Wire, o cineasta afirmou: “Não é sobre Charles Manson, é sobre o ano de 1969.”

Sabe-se pouco sobre o projeto, apenas que o diretor já tem alguns nomes em mente para protagonizar o longa, como Leonardo DiCaprio (Django Livre), Brad Pitt (Bastardos Inglórios), Margot Robbie (Esquadrão Suicida), Jennifer Lawrence (‘Mãe!’) e Samuel L. Jackson, porém nada foi confirmado ainda.

Novo filme do Tarantino pode juntar Leonardo DiCaprio, Brad Pitt e Jennifer Lawrence

Depois de romper com a Weinstein Company em função das denúncias de assédio envolvendo seu fundador, Harvey Weinstein, Tarantino está à procura de um novo estúdio para o filme.

Tarantino busca estúdio para filme sobre Charles Manson após romper com Weinstein

De acordo com informações do The Wrap, o diretor está bem exigente com o processo de escolha e tenta manter seu roteiro em sigilo absoluto. A Warner Bros., Universal Pictures e a Paramount estão entre os possíveis estúdios interessados.

As filmagens do longa, ainda sem título, começam em meados de 2018 e o lançamento está previsto para 2019.

Quentin Tarantino admite que sabia dos assédios sexuais de Harvey Weinstein

‘Seven Seconds’ é cancelada pela Netflix após 1ª temporada

A série de suspense investigativo da Netflix, ‘Seven Seconds‘, foi cancelada após apenas uma temporada.

Seven Seconds‘ foi criada por Veena Sud (‘The Killing‘) com caráter antológico, com a intenção de cada temporada desenvolver um crime diferente. Por este motivo, a trama do primeiro ano tem um desfecho satisfatório e não deixará os seus espectadores sem uma conclusão.

Na trama, A vida de Brenton Butler e sua família é mudada para sempre em apenas um instante. Depois que um policial branco atinge acidentalmente um adolescente negro e o deixa internado em estado grave, uma cidade explode com tensões raciais, uma tentativa de encobrir a verdade e suas conseqüências… e o julgamento do século.

A série tem no elenco Regina King (“American Crime”), juntamente com a atriz britânica Clare-Hope Ashitey (“Doctor Foster”), Russell Hornsby (“Fences”), Beau Knapp (“Sand Castle”), Michael Mosely(“Ozark”) e Zackary Momoh.

‘Red Sonja’: Bryan Singer deve dirigir o filme da heroína

As heroínas estão, finalmente, conquistando seu lugar nos cinemas. Agora é a vez da guerreira Sonja, que pode ganhar um filme em breve.

De acordo com o THR, Bryan Singer, mais conhecido pelo seu trabalho nos filmes dos X-Men, está em negociações finais para dirigir o filme.

A produtora Millennium Media vai financiar e produzir um novo longa da personagem criada pelo autor de Conan, Robert E. Howard.

O roteiro está sendo escrito por Ashley Miller, que escreveu o roteiro de X-Men: Primeira Classe’. O produtor Avi Lerner comentou:

“Nós estávamos esperando pelo momento certo para este remake, e com o sucesso de Mulher-Maravilha, o público se manifestou. Eles querem mulheres heroínas”

Em 2009, Robert Rodriguez chegou a produzir cartazes do filme de Red Sonja, protagonizado pela Rose McGowan, mas o projeto nunca mais foi mencionado.

Confira:

Dica do fim de semana | Novidades para ver no Amazon Prime Video e na Netflix

Novembro começou oficialmente, e o mês promete algumas grandes novidades nos streamings. Para este primeiro fim de semana, o CinePOP separou cinco dicas do que assistir na duas maiores plataformas do Brasil: Amazon Prime Video e Netflix.

São séries originais e filmes que prometem agradar a todos os públicos. Por fim, concluímos com uma franquia que voltou a um streaming muito popular. Confira!

Os Donos do Jogo

Desde que Vale o Escrito furou a bolha, todas as plataformas de streaming do Brasil correram atrás de histórias do jogo do bicho para tentar surfar no hype do tema. E agora chegou a vez da Netflix, que investiu pesado em Os Donos do Jogo, uma série que flerta com o real e a ficção ao se inspirar no cenário do jogo do bicho carioca para criar personagens fictícios que remontam criminosos de verdade. A trama gira em torno de quatro famílias da contravenção carioca que ascendem no mundo do jogo do bicho, conciliando os negócios com outras ações ilícitas. E como em toda boa máfia, acordos são feitos e desfeitos, causando uma guerra que vai mexer com as estruturas da cidade e dessa gente.  Série perfeita para maratonar em um dia.

Onde assistir: Netflix.

Tremembé

Inspirado em histórias reais, Tremembé é a série do momento no Brasil. Apelidada de Esquadrão Suicida brasileiro, a produção é ambientada no presídio de Tremembé, para onde são levados os detentos que mais correm risco de vida se ficarem alocados em penitenciárias comuns. E para um indivíduo entrar na mira dos presidiários, é porque coisa boa ele não fez. Nesse recorte de tempo, criminosos como os Irmãos Cravinhos, Suzane von Richthofen, Elize Matsunaga, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá estavam encarcerados no mesmo lugar. A produção acompanha a rotina da bandidagem e como era o funcionamento do presídio com essa turma do mal toda por lá.

Onde assistir: Amazon Prime Video.

 

Casa de Dinamite

Dirigido por Kathryn Bigelow (Guerra ao Terror), Casa de Dinamite é mais um daqueles filmes de ameaças invisíveis à segurança dos Estados Unidos. É um tema extremamente batido, mas que ainda reserva alguns fãs. Nessa trama, o mundo vive a tensão de uma guerra nuclear sem precedentes. Em meio a crises de gestão e falhas militares, um míssil é lançado para destruir os EUA, mexendo diretamente com todo o setor de segurança, que precisará correr contra o tempo para impedir a maior tragédia da história norte-americana. É estrelado por Rebecca Ferguson e Idris Elba.

Onde assistir: Netflix.

 

Manutenção Necessária

Nessa comédia romântica, uma oficina de carros formada exclusivamente por mulheres passa por uma crise sem precedentes. Para piorar, nesse momento de baixa, uma grande marca de oficinas planeja abrir uma filial do outro lado da rua para tentar roubar os clientes e se estabilizar na região. Nesse cenário, a jovem Charlie se vê sufocada e passa a desabafar com um confidente virtual. A relação vai crescendo sem que os dois apaixonados saibam que são, na verdade, os principais representantes das duas oficinas mecânicas. Agora, eles decidem se encontrar de verdade, abalando completamente as estruturas da dupla.

Onde assistir: Amazon Prime Video.

Trilogia Shrek

Os três primeiros filmes da saga do ogro Shrek estão de volta à Netflix. A história do ogro que vivia isolado no pântano, até que um lorde baixinho desapropria as casas das criaturas dos contos de fadas para criar uma cidade perfeita, realocando as criaturas para o pântano do Shrek, fazendo com que ele saísse em uma jornada para reconquistar sua solidão, conquistou o mundo e deu origem a uma das franquias animadas mais bem sucedidas de todos os tempos. Agora, a trilogia está disponível novamente na Netflix. E quem quiser assistir o quarto filme, basta acessar o Amazon Prime Video.

Roteiro original de ‘Um Lugar Silencioso’ tinha flashback repleto de diálogos

Seria extremamente irônico que um filme com a proposta de silêncio total como ‘Um Lugar Silencioso‘ contivesse uma cena grande repleta de diálogos expositivos em algum momento da exibição.

Entretanto, não fosse um corte muito bem-vindo, o filme teria um flashback cheio de diálogos. Os produtores do filme, Andrew Form e Brad Fuller, revelaram que o roteiro original tinha uma cena expositiva intensa.

A cena mostraria a Terra momentos antes da invasão alienígena, lotada de conversas e sons. Ela só foi removida por causa de John Krasinski quando entrou na direção do filme.

Agora, uma sequência de ‘Um Lugar Silencioso‘ já está programada. Segundo Krasinski, a sequência poderá focar em outros personagens na mesma situação assustadora e silenciosa.

“Algo que eu realmente amo no filme e que esteve perambulando pela minha mente durante todo o período que trabalhei na produção é este questionamento: Quem estaria do outro lado daqueles sinalizadores lançados? Pois no instante em que o pai lança aquela chama, outras são acessas a uma longa distância. Me pergunto: Como essas pessoas sobreviveram? Como aquele velho sobreviveu? No contexto extremo em que aquela família se encontra, não há tempo para pensar nisso. Eles estão lá e tem esse homem velho que está prestes a gritar e eles precisam lidar com aquela situação rapidamente. Por isso eu creio que seria bem interessante saber o que está acontecendo do outro lado no mesmo momento,” afirmou em entrevista ao Deadline.

O roteiro será escrito novamente por Krasinski, Bryan Woods e Scott Beck.

Um Lugar Silencioso 2‘ chega aos cinemas no dia 15 de maio de 2020.

Vingadores originais estampam novo cartaz de ‘Ultimato’

‘Vingadores: Ultimato’ ganhou um novo cartaz incrível trazendo os seis Vingadores originais caminhando em sua última tentativa de derrotar o titã louco Thanos (Josh Brolin).

Confira:



Dirigida por Anthony Russo e Joe Russo, a produção terá 3 horas e 58 segundos de duração, sendo o filme mais longo da Marvel.

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril.

‘Uma Segunda Chance para Amar’: Emilia Clarke canta no novo vídeo de bastidores; Confira!

A comédia natalina ‘Uma Segunda Chance para Amar’, estrelada por Emilia Clarke, ganhou um novo vídeo de bastidores em que o elenco e o diretor Paul Feig falam sobre as incríveis habilidades vocais da protagonista.

Confira:


Emilia Clarke (‘Game of Thrones‘)  e Henry Golding (‘Podres de Rico‘) estrelam a produção. Emma ThompsonMichelle YeohRebecca RootLydia Leonard e outros completam o elenco.

Kate (Clarke) é uma jovem com uma agitada vida. Ela trabalha como elfo em uma loja temática de natal o ano todo. Quando ela conhece Tom (Golding), o que parecia impossível se torna realidade, conforme o rapaz enxerga através de todas as barreiras que ela construiu… durante uma noite de Natal.

O projeto foi roteirizado por Thompson ao lado de Bryony Kimmings. Além de assinar a trama, a veterana também assume a cadeira de produtora.

O filme estreia nos cinemas nacionais no dia 28 de novembro.

‘Rick e Morty’: Novo vídeo explora o processo de direção da série; Confira!

Adult Swim divulgou um novo vídeo dos bastidores de ‘Rick e Morty’, em que o criador Dan Harmon e os diretores dos episódios falam sobre o divertido processo de construção da animação.

Confira:

A série foi criada por Dan HarmonJustin Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

Vale lembrar que a animação já está renovada para outros ciclos, em um acordo que garante mais 70 episódios inéditos à produção.

‘Moonbase 8’: Série de comédia espacial com John C. Reilly ganha banner OFICIAL; Confira!

Showtime divulgou o banner oficial de Moonbase 8, série de comédia espacial estrelada por John C. Reilly e desenvolvida pela A24.

Confira, junto ao primeiro teaser:

Situada no deserto isolado de Winslow, Arizona – mais precisamente na Base Lunar Simuladora da Nasa, ‘Moonbase 8‘ segue os ansiosos astronautas Skip, Rook e seu líder Cap, enquanto eles tentam se qualificar para sua primeira missão lunar. À medida em que trabalham vigorosamente para completar o treinamento, uma série de circunstâncias inesperadas os obrigará a questionar sua própria sanidade mental, confiar uns nos outros e avaliar se de fato eles foram genuinamente feitos para viagens espaciais ou não.

Moonbase 8‘ ainda é estrelada por Fred Armisen e Tim Heidecker, que ao lado de Riley, são os responsáveis pela criação, roteiro e produção executiva da série.

A série ainda conta com Dave Kneebone, Eric Wareheim, Ravi Nandan e Inman Young, da A24, como produtores executivos.

Moonbase 8‘ ainda não tem data de estreia.

‘Riverdale’: Veronica é destaque da nova prévia do episódio 05×04; Confira!

The CW divulgou recentemente uma nova prévia de “Purgatorio”, quarto episódio da 5ª temporada de Riverdale.

O capítulo vai ao ar no dia 10 de fevereiro.

Confira:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Piratas do Caribe: O Baú da Morte’ completa 15 ANOS; Veja curiosidades sobre o longa!

O sucesso de Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra’ foi inegável – e explica o motivo da saga marítima estrelada por Johnny Depp ter ganhado inúmeras outras entradas, incluindo a subestimada sequência Piratas do Caribe: O Baú da Morte’.

Trazendo Gore Verbinski de volta à cadeira de direção, a história se inicia no casamento de Will Turner (Orlando Bloom) e Elizabeth Swann (Keira Knightley), que é interrompido pelo impiedoso Lorde Cutler Beckett (Tom Hollander). Beckett deseja adquirir uma importante bússola que está sob os cuidados do Capitão Jack Sparrow (Depp) para encontrar o Baú da Morte, lendário receptáculo que contém o coração de uma das criaturas mais temidas dos sete mares: Davy Jones (Bill Nighy).

Apesar da recepção mista por parte da crítica, o longa quebrou inúmeros recordes de bilheteria ao redor à época do lançamento, tornando-se até mesmo a produção mais rápida a cruzar a marca de US$1 bilhão (63 dias) até ser superado por ‘Toy Story 3’ em 2010. Além disso, ‘O Baú da Morte’ conquistou quatro indicações ao Oscar, vencendo na categoria de Melhores Efeitos Visuais.

Para celebrar o aniversário de quinze anos do filme, o CinePOP separou uma breve lista com curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:

JACK, O IMPROVISADOR

Perto das duas horas de filme, na cena em que Jack Sparrow chama Davy Jones de “cara de peixe” canta a canção “I got a jar of dirt”, não estava no roteiro original. A sequência foi improvisada por Depp e boa parte das reações do elenco foi real.

ANIMAÇÃO COMPLICADA

O monstruoso Kraken foi uma das partes mais difíceis de serem animadas e não tinha quaisquer referências com o mundo real. Entretanto, o diretor de animação Hal T. Hickel instruiu a equipe a assistir a ‘King Kong vs. Godzilla’, de 1963, para se inspirarem no polvo real que se arrastava pelas miniaturas e conseguir arquitetar a criatura.

TIA DALMA

Verbinski inicialmente não gostou da ideia de elencar Naomie Harris para o papel de Tia Dalma, dizendo que ela muito jovem para o papel. A diretora de elenco, Denise Chamian, insistiu que ele lhe desse uma chance. Por fim, a mãe de Harris foi com ela nas audições e o restante é história.

FILMAGENS PROBLEMÁTICAS

As filmagens em Dominica, país caribenho, se mostraram bastante problemáticas. O governo estava totalmente despreparado para a escala de uma produção hollywoodiana, além do fato de que a equipe ocupava 90% das estradas na ilha. O tempo também não ajudou, variando entre tempestades torrenciais e temperaturas elevadíssimas.

KRAY-KEN

Nos comentários do DVD, é dito que a cena em que várias pessoas discutem sobre como pronunciar Kraken foi acrescentada em virtude de um erro do ator Kevin McNally, que deu vida a Joshamee Gibbs. A palavra é pronunciada como kray-ken, mas quando McNally o falou pela primeira vez, pronunciou crack-en. A sequência foi deixada no filme para mostrar a pronúncia correta.

HIERARQUIA MUTANTE

A hierarquia a bordo dos marujos do Holandês Voador é marcada pelo nível de mutação que carregam: os novatos têm baixo nível de infecções e ressoam à rosácea; os veteranos, por sua vez, tem atributos completos de criaturas marinhas.

LENDAS E LENDAS

Em entrevista ao CGSociety, os diretor de efeitos visuais Aaron McBride revelou que, quando lhe foi dado o trabalho de construir ilustrações fotorrealistas de Davy Jones, houve rumores de que o lendário Christopher Walken daria vida ao antagonista.

REAÇÃO ESPONTÂNEA

Por volta das duas horas e dez minutos, Elizabeth Swann beija Jack Sparrow para prendê-lo ao mastro do navio e fugir com Will Turner. A sequência foi deixada de fora do roteiro de Bloom para arrancar do ator uma reação melhor e mais espontânea. A cena, inclusive, foi sugerida pela própria Knightley.

Artigo | 16 anos depois, ‘Orgulho e Preconceito’ continua como uma das melhores adaptações de Jane Austen

Jane Austen é uma das autoras inglesas mais lembradas de todos os tempos. Seus romances tragicômicos perpassam com grande destreza por diversos temas sociais que, à prima vista, podem parecer superficiais, mas na verdade carregam consigo uma profundidade imprevisível e que dialoga tanto com a época na qual foram escritos e possuem a atemporalidade de estenderem suas críticas e metáforas para os dias de hoje. Logo, não é nenhuma surpresa que livros como Razão e Sensibilidade’ e Persuasão’ ganhem releituras para o cinema e finquem a importância da novelista no escopo literário mundial.

É claro que a popularização de sua obra-prima, Orgulho e Preconceito, chamou a atenção de diversos cineastas e, desde a década de 1940, o romance centrado em dois personagens de classes sociais diferentes e que negam qualquer sentimento próspero entre eles sofreu investidas cada vez mais endossadas para diversos meios de entretenimento. Entretanto, é a versão mais recente que faz jus ao legado de Austen, na incrédula estreia diretorial do que viria a ser um dos nomes mais conhecidos da indústria cinematográfica: Joe Wright. Através de uma habilidade muito fluida tanto com a narrativa quanto as técnicas fílmicas, o emergente cineasta conseguiu resgatar todo o escopo do material original ao mesmo tempo em que forneceu uma perspectiva única para a história de Elizabeth Bennet e o Sr. Darcy.

ULTIMATE AUSTEN

Adaptar uma obra literária nunca é um trabalho fácil, principalmente quando ela pertence a um legado tão marcante quanto a de Austen. Porém, mesmo com todo o peso que recaiu sobre Wright, o longa-metragem é sem sombra de dúvida a melhor rendição do universo inglês burguês da autora, justamente por se preocupar em absorver a sensibilidade crítica, mesclando de forma equilibrada a comédia, a tragédia e os costumes de uma sociedade pautada na regência patriarcal e no conservadorismo.

Logo de cara percebemos que Orgulho e Preconceito será um filme sensorial. Se nas páginas do livro a saturação descritiva é a sua principal característica, toda a subjetividade fornecida pela protagonista é traduzida em seu modo de olhar o mundo em que está inserida e como sua “disfuncional” família, por assim dizer, funciona como um cosmos à parte da sociedade urbana. Não é à toa que o cineasta demonstra essa contradição primeiro pelo manejo da câmera e segundo pelas escolhas visuais que compõe a caracterização dos personagens. O primeiro plano-sequência da obra preza pela fluidez onírica que acompanha os sonhos de uma jovem mulher chamada Elizabeth (Keira Knightley), a qual praticamente dança em seu caminho para casa à medida em que uma luz dourada a guia numa trajetória quase infinita. A ambientação já imponente torna-se ainda mais inalcançável e majestosa pela construção cênica que consegue ao mesmo nome entrar em contradição com a decadente posição social da família em questão, os Bennet, ao mesmo tempo em que fornece uma base para os futuros conflitos a serem desenrolados.

A apresentação dos outros personagens é feita de forma quase teatral e, como sempre, a partir da visão de Lizzie: ela observa seus pais tendo uma conversa um tanto quanto supérflua acerca dos benefícios e da necessidade do casamento para suas filhas, as quais devem ser desposadas antes que tornem-se velhas demais, por uma janela quadrada. Essa escolha a coloca não como protagonista da própria história, mas sim como uma mera espectadora que não tem controle sobre o destino e mesmo assim aceita todas as condições sob as que vive. Também não é por qualquer razão que a iluminação difusa permite-lhe se juntar à casa em que cresceu e que sempre serviu como uma bolha para o mundo lá fora até ser conquistada por um cavalheiro e ser entregue das mãos protetoras da mãe para seu marido.

Olhando por cima, a trama principal parece resgatar os ideais impossíveis dos romances românticos do século XIX, os quais basicamente eram pautados na superficialidade. Entretanto, não é até o final do primeiro ato que percebemos o jogo narrativo nos levando a um caminho completamente diferente do que esperávamos: primeiro, precisamos entender que a família principal é dotada de diversas figuras caricatas ou arquetípicas, dialogando com os inúmeros tipos sociais das peças de costumes que se tornaram populares com a virada para o século XX, funcionando inclusive como uma premeditação para o futuro da comunidade britânica. Se Lizzie representa toda a ideologia libertária, rebelde e irrefreável, suas irmãs Liddy (Jena Malone) e Kitty (Carey Mulligan) entram como a válvula de escape cômica, lutando para conseguirem um rico e benéfico marido que suprirá todas as suas necessidades.

A química entre as personagens coadjuvantes é adorável e odiável ao mesmo tempo, não de forma acidental, mas sim proposital. Elas carregam maneirismos quase insuportáveis em cena, os quais são reflexo da constante influência causada pela mãe, a Sra. Bennet (Brenda Blethyn), uma mulher que pode ser tudo, menos ingênua. Seus discursos acerca da importância da instituição matrimonial são esparsos por uma razão bem clara: criticar a supervalorização de uma vertente decadente e que só era reafirmada com uma força irrefreável para resgatar o brilho perdido da Igreja, ofuscada pelas crescentes investidas econômicas mercantis, e de valores cíclicos e que, eventualmente, se perderiam com a fragmentação do próprio ser humano. As análises que Austen promove em seu livro são, ao mesmo tempo, sutis e perceptíveis, ainda que passíveis de serem ignoradas.

Por incrível que pareça, uma das figuras mais desconstruídas dentro do longa é a do Sr. Bennet. Donald Sutherland encarna o patriarca de modo incrivelmente bem delineado: suas feições austeras na verdade são apenas uma máscara para um terno coração que definitivamente não liga para títulos sociais, mas preza pela real felicidade de suas filhas, muitas vezes abusando de sua condição como provedor daquele núcleo familiar para entrar em conflito com a mentalidade unilateral de sua esposa. E, ao mesmo tempo, esse casal torna-se mais complexo por entrarem em discordância e ainda sim de amarem incondicionalmente, ainda que esse amor tenha sido construído ao longo do tempo.

O pano de fundo é de imprescindível importância para a moção dos personagens principais, isso não se pode negar. Mas a cena é roubada tanto pela doçura de dois gumes de Knightley quanto pela chegada do amargurado e charmoso Sr. Darcy (Matthew Macfayden). Para aqueles que não conhecem a história de Orgulho e Preconceito, Lizzy e Darcy são um dos casais mais famosos justamente por não serem convencionais. O primeiro encontro entre duas personalidades tão distintas e contraditoriamente tão semelhantes ocorre durante um baile para a chegada da “realeza britânica” ao pequeno condado de Hertfordshire, incluindo o personagem em questão e seu melhor amigo, o animado e levemente confuso Sr. Bingley (Simon Woods).

Pense em todos os momentos do cinema, da televisão e da literatura em que um garoto e uma garota se apaixonavam logo que se encontravam e enterre tudo isso o mais fundo possível: o filme não é um conto de fadas, e sim um retrato real de uma burguesia decadente e que se fincava em relações amorosas lucrativas para reafirmar seu poder. Entretanto, estamos lidando com Darcy, um homem tão blasé quanto suas expressões acerca das mulheres que o cortejam, e Lizzy, que não se importa realmente com mais ninguém além dela mesma e de sua família e que utiliza de suas falas afiadas como forma de proteção e quebra de paradigmas.

Entretanto, essa nobre renegação entre os dois é o ponto de partida para o crescimento gradativo e inesperado de um romance. Eles escondem e utilizam de xingamentos dolorosos um para com o outro para afastarem-se e impedirem que uma “tragédia” aconteça. O orgulho que sentem é maior do que a relação que poderiam firmar pouco tempo depois de se conhecerem, enquanto o preconceito externo é lembrete constante para a diferença de classes sociais entre os dois: todo esse escopo, eventualmente, é o que explica o jogo de palavras que forma o título da obra, muito mais profundo do que parece.

Austen cria em seu livro um discurso indireto para a liberdade de expressão, colocando de forma satírica todos os seus pensamentos na figura de Lizzy. Para a época, esse afronte impertinente era visto com maus olhos principalmente pelas gerações anteriores, e Wright resgata isso com a construção de uma das melhores cenas do longa. Em determinado momento, a protagonista viaja com sua melhor amiga, Charlotte (Claudie Blakley) e seu esposo, Mr. Collins (Tom Hollander) para o palácio de Lady Catherine de Bourg, interpretada pela sempre incrível Judi Dench. Lady Catherine talvez seja a encarnação de todos os valores reacionários e conservadores que permeiam a cultura britânica desde os tempos medievais, utilizando de sua posição e da ideia de que as mulheres devem ser prendadas para servirem à “inegável superioridade” dos homens. Não é nenhuma surpresa que, durante um jantar-interrogatório, a protagonista utilize de seu pensamento conciso para rebater todas as insossas perguntas da nobre. Essa sequência não se mantém apenas em primeiro plano, mas estende-se para o futuro embate entre progresso e tradicionalismo.

A LUZ DOS OLHOS TEUS

Wright não apenas consegue transpassar toda o magnífico épico de Austen em diálogos muito bem pensados e estruturados, mas também cria uma concepção estética emocionante e envolvente, conseguindo envolver toda a magia das terras britânicas com uma visceralidade catártica.

Todo o niilismo da fotografia arquitetada por Roman Osin bate de frente com personagens movidos por valores milenares. A mudança das escolhas de iluminação é clara à medida em que a independência de Darcy e Lizzy dá lugar a uma angústia interior, representada pela transição gradativa das cores vivas, douradas e quentes para uma paleta mais pastel e suave, marcada pela escolha mórbida e quase monocromática do preto, do marrom e do verde, pincelados com alguns momentos de ternura com o vermelho e o laranja, principalmente em cenários mais fechados. E não é surpresa que o uso de tons mais esverdeados, normalmente conversando com a ideia de segurança, esteja presente nos momentos de maior tensão.

É engraçado colocarmos duas sequências muito bem construídas e analisarmos como elas representam causa e consequência para a vida dos personagens. Ao final do primeiro encontro entre o futuro casal, Lizzy mostra que não está interessada no rancoroso homem e se vira para ir embora, atravessando um gigantesco corredor. Sua expressão de contentamento, reafirmada pela luz dura, logo dá margem para feições de dúvida e leve arrependimento, marcados pelo escurecimento da fotografia que se mantém até a próxima vez que os dois se encontram. Com o final do segundo ato, os dois se reencontram em um gazebo logo depois que ela descobre um segredo terrível de Darcy. Após se confrontarem, temos praticamente o mesmo jogo de luzes, mas agora com o charmoso nobre, que não pode mais esconder seus sentimentos e não consegue mais manter-se indiferente quanto à jovem.

Cada uma das composições funciona como uma pintura. Resgatando elementos do barroco e do renascimento, criando assim uma amálgama atemporal para o filme, as sequências que premeditam um possível choque dialógico, por exemplo, que ocorre entre Lizzy e a prima do Sr. Bingley, a sedutora e venenosa Caroline (Kelly Reilly), a qual se importa mais com as aparências que os reais sentimentos. Em determinado momento, temos a clara distinção de classes entre a humildade mascaradas dos Bennet, cuja esperança de transcenderem para uma classe social mais abastada é transparecida pela escolha kitsch de suas vestimentas chamativas, e o hedonismo supérfluo dos Bingley, ressaltada pela sutileza e simetria de seus trajes (vide acima).

Como já é de se esperar, o final da narrativa nos fornece uma perspectiva otimista em relação ao “amor verdadeiro”. Ainda que se afaste dos convencionalismos de tramas similares, o reencontro dos protagonistas segue um padrão conhecido, acompanhado principalmente por uma fotografia que não chega a ser redundante, mas desenrola de modo dançante em tela: Lizzy está em seu momento reflexivo acerca do recente pedido de casamento feito por Bingley à sua irmã mais velha, Jane (Rosamund Pike) e ao descobrir o arco de redenção no qual Darcy se lançou. Logo depois, o homem aparece andando de forma objetiva através das campinas para finalmente falar com sua amada e firmar algo que sempre desejaram – e, assim que o duo deixa claro quais as intenções um para com o outro, a luz difusa do sol desponta no horizonte e os envolve mais uma vez na atmosfera onírica do primeiro ato.

O bucolismo próprio do cenário inglês também é de grande ajuda para a experiência sensorial. Todas essas sensações são também buscadas através pela trilha sonora pautada basicamente no piano clássico e delineada pela habilidade de Dario Marianelli, o qual se entrega para o drama histórico e permite ousar de forma a atingir todo o potencial que explora.

MRS. DARCY

A história pode ser repetitiva, mas Orgulho e Preconceito deixa que seus pouco mais de 120 minutos passem em um piscar de olhos. Não apenas pela envolvente atmosfera, mas também pela incrível química que Knightley e Macfayden trazem em seus personagens, utilizando-se de monólogos extensos e crus para permitir que a conexão entre as figuras que encarnam seja tão forte quanto aquela com o público, que não pode deixar de se emocionar com cada uma das viradas dentro do roteiro.

Além disso, o romance não ortodoxo preza por inúmeras críticas sociais que perpassam por instituições inquebráveis, como o matrimônio e as classes sociais, bem como a sutileza da diferença de estilos de época e a impossibilidade de duas pessoas com abismos econômicos tão grandes poderem ficarem juntas. Não apenas a obra literária como também o filme de Wright permitem que essas ironias mostrem uma permanência do orgulho e do preconceito que sempre serão inerentes à personalidade do ser humano.

Crítica | ‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore’ tem falhas, mas coloca a franquia de volta nos eixos

Quando ‘Harry Potter‘ foi lançado pelas mãos de J.K. Rowling tornou-se um fenômeno mundial – e a consecutiva produção dos filmes apenas consagrou essa saga fantástica como uma das maiores de todos os tempos, construindo um universo que seria emulado por diversos artistas e criadores. Qual foi nossa angústia com o anúncio do último longa-metragem, ‘As Relíquias da Morte – Parte 2‘. Mas o panteão mágico não ficou adormecido por muito tempo e, alguns anos depois, os fãs seriam convidados a revisitá-lo com ‘Animais Fantásticos’.

É certo dizer que essa nova franquia passou por poucas e boas, desde os comentários transfóbicos de Rowling à demissão de Johnny Depp e às polêmicas envolvendo Ezra Miller, prenunciando, talvez, seu fim precoce. Entretanto, ao longo do caminho e com um tempo maior de gestação, nasceu ‘Os Segredos de Dumbledore‘, terceira entrada que expandiria ainda mais a exuberante mitologia outrora nos apresentada. É claro que o gostinho agridoce do capítulo anterior, ‘Os Crimes de Grindelwald‘, deixou o público com um pé atrás – porém, podem ficar tranquilos: além de responder a algumas perguntas que já pululavam nas nossas cabeças, o filme é um grande avanço em relação ao predecessor e, mesmo tropeçando em convencionalismos estéticos e narrativos, configura-se como uma diversão do começo ao fim.

O enredo já começa com uma ótima sequência em que Alvo Dumbledore (Jude Law) se encontra com Gellert Grindelwald (vivido pelo sempre incrível Mads Mikkelsen) em um restaurante trouxa, finalmente falando sobre os sentimentos que sentem um pelo o outro e analisando de forma quase poética como um romance proibido se transformou em uma batalha entre o bem e o mal. Em contraposição à inesperada reunião entre os personagens, somos transportados ao momento  em que Newt Scamander (Eddie Redmayne) viaja a uma densa floresta para presenciar o nascimento de uma belíssima e adorável criatura conhecida como qilin, cuja bondade e pureza prenuncia a ascensão de um grande líder. Não é surpresa, pois, que as forças das trevas enviadas por Grindelwald queiram usurpá-lo para benefício próprio.

Se ‘Crimes de Grindelwald‘ pecou pelo excesso de cenas descartáveis, as duas supracitadas ditam o tom da produção e são retomadas constantemente por mais de duas horas de tela. E essa maior coesão estrutural é cortesia de Steve Kloves, que retorna ao cargo de roteirista ao lado de Rowling e cerceia as pontas soltas para que cada ação tenha sua respectiva reação – mesmo não conseguindo o pretendido em algumas partes. A ideia aqui é, de certa forma, reiniciar o universo com protagonistas e coadjuvantes mais bem desenvolvidos e que contribuíam à história cada qual à sua maneira.

Jacob (Dan Fogler) volta como o escape cômico, mas infundido em um arco dramático que envolve tanto suas experiências com os bruxos e com a guerra contra os humanos, quanto seu relacionamento brutalmente interrompido com Queenie (Alison Sudol); Bunty (Victoria Yeates) ganha os holofotes com sua personalidade racional e despretensiosa; e Jessica Williams, Richard Coyle e Callum Turner fazem sua grande estreia e conquistam a audiência logo no primeiro momento em que aparecem.

E é óbvio que não posso deixar de falar da presença da nossa querida Maria Fernanda Cândido como a poderosa Vicência Santos, uma das bruxas mais poderosas do planeta que concorre pelo posto de presidente do mundo mágico – vendo seus planos indo por água abaixo quando o povo começa a apoiar a ideologia segregacionista e bélica de Grindelwald. Apesar de não ter muitas falas, Cândido porta-se com uma elegância e uma pose que dispensam diálogos e que se firmam em seus olhares e expressões.

O principal problema do longa-metragem é se render ao frenesi imagético, isso é, arquitetar uma sucessão de investidas que não dialogam entre si e que se firmam como pequenos fragmentos dispensáveis – e pior: sem explicações sólidas o suficiente para convencer os fãs. David Yates, que novamente encabeça o projeto, imprime os maneirismos cansativos dos títulos anteriores, e, auxiliando na montagem, corta a atmosfera com centelhas de ressignificacões que não fazem muito sentido. O escopo artístico é esplêndido e recheado de confrontos que poderiam ser mais épicos, caso houvesse cautela técnica ou até mesmo uma percepção intuitiva do que funciona ou não.

O grande foco de nossa atenção é Mads Mikkelsen, que, como já mencionado, substituiu Depp no papel antagonista. Enquanto este ganhava fama pelas caricaturas trazidas a seus papéis, aquele faz jus à máxima “os menores frascos contêm os melhores perfumes”: Mikkelsen se exila em uma unidimensionalidade expressiva que demonstra exatamente o que deseja, cultivando o medo e a aceitação da comunidade bruxa por sua persona e pelas ideias que defende – dialogando com eventos da realidade em alguns aspectos. Entretanto, à medida que nos aproximamos da conclusão, o roteiro desanda em apressar as conclusões e se esquecer da premissa adotada no começo.

Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore‘ não está livre de falhas e resgata erros do passado; todavia, é notável como a franquia, pouco a pouco, volta aos trilhos – e, mesmo que não traga muitas coisas novas aos fãs do universo mágico, entrega-se a um escapismo cinematográfico e a uma boa aventura.

‘Ghosts’: Atriz de ‘Gilmore Girls’ entra para o elenco da 2ª temporada

Segundo o TVLineRose Abdoo, conhecida por seu papel na adorada série ‘Gilmore Girls’, foi escalada para a 2ª temporada de Ghosts.

No Instagram, Abdoo, que dará vida a uma personagem não revelada, celebrou as boas novas e escreveu: “duas Rosas! Eu fui até Montreal, Quebec, para trabalhar em Ghosts apenas para descobrir que a linda e talentosa Rose [McIver] e eu somos vizinhas em Los Angeles e tivemos as mesmas aulas de zumba! Tive os melhores momentos com esse incrível elenco e mal posso esperar para ver a nova temporada”.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 29 de setembro.

Confira o teaser trailer:

Criada por Joe Port e Joe Wiseman, a série é baseada na comédia homônima lançada originalmente no Reino Unido.

A trama segue um casal, Samantha (McIver) e Ryan, cujos sonhos se tornam reais quando eles herdam uma linda casa no campo, apenas para descobrirem que o lugar está caindo aos pedaços e é habitado pelos vários residentes que morreram anteriormente.

O elenco ainda conta com Brandon Scott Jones (‘The Good Place’), Richie Moriarty (‘What We Do in the Shadows’), Asher Grodman (‘Chicago Med’), Rebecca Wisocky (‘Devious Maids’), Sheila Carrasco (‘Jane the Virgin’), Danielle Pinnock (‘Young Sheldon’) e Román Zaragoza (‘Austin & Ally’).

‘Super Mario Bros – O Filme’ ganha novo cartaz INCRÍVEL; Confira!

A Illumination Entertainment e a Nintendo divulgaram um novo cartaz oficial da aguardada adaptação Super Mario Bros – O Filme’, que chega aos cinemas no dia 30 de março de 2023.

Confira:

Relembre o trailer:

John Leguizamo, ator do primeiro filme live-action de ‘Super Mario Bros.‘ não gostou do elenco do novo filme animado, já que, segundo ele, há uma grande falta de inclusão no longa.

Em uma entrevista recente ao IndieWire, Leguizamo disse existiu muita luta para que ele pudesse protagonizar o primeiro filme, mesmo sendo latino ou negro. Ele chegou a dizer até que a produção representa um retrocesso, justamente por causa da falta de inclusão de maneira geral.

“Muita gente adora o original. Eu participei da Comic-Con em Nova York e em Baltimore, e todo mundo diz: ‘Não, não, nós amamos o antigo, o original’. Eles não estão sentindo a chegada novo. Não estou amargurado. É lamentável”, falou revoltado.

E completou: “Os diretores Annabel Jankel e Rocky Morton lutaram muito para que eu fosse o protagonista, porque eu era um homem latino, e eles (o estúdio) não queriam que eu fosse o protagonista. Eles lutaram muito, e foi um grande avanço, para eles retrocederem agora, e não trazerem inclusão”.

O filme é dirigido por Aaron Horvath e Michael Jelenic.

A animação conta com Chris Pratt como Mario, Anya Taylor-Joy como a Princesa Peach, Charlie Day como Luigi, Seth Rogen como Donkey Kong, Jack Black como Bowser e Keegan-Michael Key como Toad. Fred Armisen, Kevin Michael Richardson, Sebastian Maniscalco e Charles Martinet, voz original de Mario, Luigi, Wario e Waluigi, completam o elenco.

‘Class Act’: Minissérie biográfica sobre Bernard Tapie ganha trailer e data de estreia; Confira!

Netflix divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Class Act’, cinebiografia sobre o controverso magnata e político francês Bernard Tapie.

A minissérie chega à plataforma de streaming no dia 13 de setembro.

Confira:

A série é dirigida por Tristan Séguéia, que também assina o roteiro ao lado de Olivier Demangel.

Um homem implacavelmente ambicioso da classe trabalhadora se torna uma das figuras públicas mais controversas da França.

Laurent Lafitte, Joséphine Japy e Fabrice Luchini estrelam. Patrick d’AssumçaoSarah SucoAntoine ReinartzOphélia KolbHakim Jemili e outros completam o elenco.

Noa é destaque na imagem INÉDITA de ‘Planeta dos Macacos: O Reino’; Confira!

Empire Magazine divulgou com exclusividade uma imagem inédita de Planeta dos Macacos: O Reino’, dando destaque ao protagonista Noa (Owen Teague).

Confira:

Lembrando que o longa dirigido por Wes Ball não é uma continuação direta de Planeta dos Macacos: Guerra’, mas sim o primeiro capítulo de uma nova trilogia, situada cerca de 300 anos após o último filme.

Em vez de seguir imediatamente após a morte de César, no final de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, Kingdom está dando um grande salto em frente. O filme é ambientado cerca de 300 anos depois que César entregou seu povo à terra prometida – e com o passar de todos esses anos, suas lendárias qualidades de liderança se perderam em grande parte no tempo. Ainda assim, é o legado de César – e o significado de “macacos juntos e fortes” – que irá impulsionar Noa, o novo jovem herói macaco do Reino.

Em conversa com a Empire, Teague, Durand e Ball compartilharam suas perspectivas sobre o novo filme e a relevância de César (protagonista da trilogia original) nesse contexto.

Noa não faz ideia de quem é esse [Cesar]”, afirma o ator Owen Teague. “Parte de sua jornada é a descoberta desse legado e suas várias interpretações. Noa tem que dar sentido a tudo isso.”

Na trilogia original, César (interpretado por Andy Serkis) liderou os macacos em meio aos conflitos com os humanos. Com o passar dos anos, sua figura passou a ser vista como uma espécie de messias.

“César é quase uma figura religiosa, e Proximus assumiu o nome César porque era a posição mais alta na sociedade dos macacos”, explica o astro Kevin Durand. “Foi uma autoproclamação alcançada por todos os meios necessários para garantir que os macacos continuassem a evoluir. Então você está vendo a influência e a evolução do que César deixou. E, como em cada pedaço da história humana, sempre há algum tipo de tirano que aparece e assusta todos, fazendo-os acreditar neles.”

O novo filme tem uma ambição ousada, sendo planejado como o primeiro de uma trilogia.

“Desde o início, pensamos nisso como uma trilogia”, revela Ball. “Tínhamos essas ideias grandiosas de onde poderia eventualmente chegar e como poderia se encaixar no legado desses filmes. Então, certamente estou discutindo com [o estúdio] agora sobre a próxima história.”

“Aqueles últimos três filmes trataram do fim de algo. Eles trataram do fim dessa história de Moisés. Eles trataram do fim da humanidade”, explica. “E pensamos, ‘Das cinzas desses filmes anteriores, vamos cultivar uma nova árvore para escalar’. Este filme é muito sobre o começo de algo”, conclui ele.

O filme chega aos cinemas nacionais dia 23 de Maio de 2024.

Confira o trailer!

O elenco conta com William H. MacyOwen Teague, Dichen Lachman, Freya Allen, Eka DarvillePeter MaconTravis JefferyNeil SandilandsSara WisemanRas-Samuel Welda-abzgiLydia Peckham.

Além de dirigir, Ball assina o roteiro em conjunto com Josh Friedman (‘Expresso do Amanhã’).