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David Harbour foi INVESTIGADO por incidente com Millie Bobby Brown, afirma site após momento em Red Carpet

David Harbour está passando por dias bem conturbados… Depois de ter seus problemas pessoais expostos publicamente graças ao novo álbum polêmico de sua ex-esposa, Lily Allen, o ator voltou às manchetes no início desta semana por supostamente ter intimidado e assediado a colega de elenco Millie Bobby Brown no set de ‘Stranger Things‘.

No entanto, a dupla fez o possível para dissipar esses rumores com uma demonstração de afeto divertida e extremamente descarada na estreia da quinta e última temporada da série. Eles também se elogiaram mutuamente em entrevistas, deixando claro que a Netflix não queria ofuscar o retorno de ‘Stranger Things‘ com notícias constantes sobre o pai e a filha na tela.

Segundo a Variety, a aparente “amizade excessiva” entre Harbour e Brown era “a intenção”, mas “fontes internas afirmam que, mesmo antes das notícias recentes, não se esperava que Harbour participasse de coletivas de imprensa da série devido à sua agenda de filmagens lotada”.

O astro de ‘Thunderbolts*’ concedeu apenas uma entrevista no evento e interagiu principalmente com Brown, em vez de com seus outros colegas de elenco. A reportagem afirma:

“Especialistas em relações públicas sugeriram à Variety que a coreografia do tapete vermelho — assim como a aparição de todo o elenco junto no palco do TCL Chinese Theatre antes da exibição do primeiro episódio — tinha como objetivo transmitir a mensagem de que o elenco está unido e que a série é maior do que qualquer pessoa individualmente.”

Embora possa parecer que toda a situação esteja sendo exagerada, os vídeos de Harbour e Brown juntos levaram muitos fãs a classificar as denúncias de bullying como “falsas”, enquanto outros consideraram o encontro no tapete vermelho como uma mera encenação. De qualquer forma, a imprensa especializada confirmou que uma investigação foi realizada e que o caso foi resolvido.

Pode ser algo tão simples quanto um dia ruim no set de filmagem, e vale ressaltar que, quando o Daily Mail divulgou a notícia, sua fonte era supostamente uma amiga da ex-esposa de Harbour; com isso em mente, parece que a intenção era continuar lançando uma luz negativa sobre a estrela de ‘Stranger Things.

O produtor executivo e diretor Shawn Levy foi questionado sobre as notícias na quinta-feira e disse:

“Li várias matérias, desde as totalmente imprecisas até… há muita especulação em torno disso”, afirmou. “Mas a verdade é que consideramos essa equipe e esse elenco como família, e por isso nos tratamos com respeito, e isso sempre foi fundamental.”

O co-criador Ross Duffer acrescentou:

“Estamos fazendo isso há 10 anos com esse elenco, e a essa altura eles são como família e nos importamos muito com eles. Então, sabe, nada importa mais do que ter um set onde todos se sintam seguros e felizes.”

Os criadores da série, os Irmãos Duffer, e o produtor executivo, Shawn Levy, se manifestaram sobre o ocorrido em uma entrevista ao The Hollywood Reporter (THR).

O cocriador Ross Duffer, ao lado de seu irmão Matt Duffer, enfatizou o relacionamento familiar do elenco e a prioridade em manter um ambiente seguro:

“Obviamente, vocês entendem que não posso entrar em questões pessoais de bastidores, mas posso dizer que estamos fazendo isso há 10 anos com este elenco, e, a essa altura, eles são uma família para nós”, afirmou.

“Cuidamos profundamente de todos, e nada é mais importante do que garantir um ambiente em que todos se sintam seguros e felizes”, acrescentou.

Millie Bobby Brown acusa David Harbour de assédio moral durante gravações de ‘Stranger Things’

Na mesma entrevista, o diretor e produtor executivo Shawn Levy abordou como a produção lida com reclamações e garante a segurança e o respeito no ambiente de trabalho:

“No fim do dia, esse é o trabalho. É preciso criar um ambiente de trabalho respeitoso, onde todos se sintam confortáveis e seguros, e fizemos de tudo para construir esse ambiente. Temos orgulho disso”, afirmou.

Levy também comentou sobre a natureza dos rumores, sugerindo que as informações divulgadas online são imprecisas:

“Li várias histórias, e elas variam de completamente imprecisas a… muito barulhentas. Mas a verdade é que vemos essa equipe e esse elenco como uma família, e nos tratamos com respeito. Isso sempre foi a base de tudo”, acrescentou.

Apesar da suposta denúncia, Millie Bobby Brown e David Harbour apareceram juntos e sorridentes na estreia mundial da quinta temporada, realizada em Los Angeles na noite de quinta-feira.

Nem a Netflix, nem representantes de Brown ou Harbour, responderam diretamente aos questionamentos da imprensa sobre o relatório.

Confira os 5 primeiros minutos da ÚLTIMA temporada de ‘Stranger Things’

O ciclo final será dividido em três partes:

Volume 1: 26 de novembro, às 22h
Volume 2: 25 de dezembro, às 22h
Episódio final: 31 de dezembro, às 22h

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

10 filmes que refletem sobre a Primeira Guerra Mundial

Um dos mais sangrentos conflitos bélicos da história da humanidade e até hoje amplamente estudado e com produções audiovisuais que apresentam novos recortes e histórias dessa época turbulenta, a primeira guerra mundial deixou milhões de mortos. Começando a partir do assassinato do arqueduque Francisco Ferdinando o conflito se seguiu por cinco sangrentos anos reunindo as principais potências do planeta. Pensando nesse recorte, reunimos abaixo 10 filmes que refletem sobre a Primeira Guerra Mundial:

 

Nada de Novo de Front

Na trama, ambientada no terceiro ano da primeira guerra mundial, num primeiro momento no norte da Alemanha, vemos a chegada à guerra de Paul (Felix Kammerer, em seu primeiro longa-metragem) e seus amigos de escola. Seduzidos pela onda de discursos inflamados e contagiantes sobre a importância de exercer o patriotismo se alistando para defender os objetivos de seu país eles logo se colocariam dentro da dura realidade que é um conflito armado dessas proporções onde a morte está ao lado constantemente. Paralelo a isso, parte da alta cúpula alemã, aqui focado na figura de Matthias Erzberger (Daniel Brühl), propõe um cessar fogo para os franceses enquanto a cada minuto morrem centenas de jovens nas linhas de batalhas.

 

1917

Na trama, somos jogados novamente para os horrores da Primeira Guerra Mundial, mais precisamente para o ano de 1917 e no início do mês de abril (exatamente no dia em que os Estados Unidos declararam guerra à Alemanha e seus aliados), onde dois jovens soldados britânicos recebem ordens claras e objetivas para atravessarem um enorme território, inclusive passar próximo das linhas inimigas, tudo isso para entregar uma mensagem importante que pode salvar todo um batalhão com mais de 1.500 britânicos. Assim, reunindo forças de onde podem os jovens enfrentarão obstáculos complicados para chegarem até seu objetivo.

 

A Batalha de Passchendaele

Nesse impactante longa-metragem, escrito e dirigido pelo cineasta canadense Paul Gross, acompanhamos a vida de algumas pessoas que tem seus destinos cruzados durante uma das mais sangrentas batalhas da primeira guerra mundial.

 

Mulher-Maravilha

Na trama, conhecemos uma ilha paradisíaca chamada Temiscira, onde só moram mulheres e possui como sua líder a rainha Hippolyta (Connie Nielsen).  Desde pequena, a jovem e futura amazona princesa Diana (Gal Gadot) queria ser uma guerreira e quando cresce descobre segredos de sua força. Certo dia, um avião cai no mar e Diana salva o único tripulante, o militar e espião Steve Trevor (Chris Pine) de quem escuta que o mundo está em guerra. Após navios inimigos tentarem invadir Temiscira, Diana resolve embarcar em uma viagem rumo à desconhecida humanidade, buscando encerrar o conflito mundial e assim também lutar pelo bem estar de todos ao seu redor.

 

Tolkien

Na trama, conhecemos em três etapas o inteligente e obstinado J.R.R. Tolkien (Nicholas Hoult), um jovem que perdeu a mãe muito cedo e teve que morar de favor na casa de uma velha senhora para assim poder terminar os estudos. Na escola que é matriculado faz forte amizade com outros três jovens, um grupo unido, ligados a arte, chás e rúgbi. Seus calorosos debates acontecem em um movimentado estabelecimento onde se sentem mais velhos e guiados pela liberdade de se expressar. Por meio de flashbacks vamos acompanhando esses encontros, principalmente quando o protagonista é recrutado para a Primeira Guerra Mundial. Tudo o que viveu nas linhas de batalhas, o desespero e sofrimento, a força da amizade que constrói, além do amor que sente pela sua vizinha de quarto e amante do piano Edith (Lily Collins) acabam servindo de inspiração para Tolkien escrever um dos maiores sucessos literários de todos os tempos O Senhor dos Anéis.

 

Feliz Natal

Dirigido pelo cineasta Christian Carion, em Feliz Natal acompanhamos um grupo de soldados e suas reflexões sobre a primeira grande guerra quando uma trégua é instaurada culminando numa folga de natal.

 

Flyboys

Com um enredo que nos joga para recortes iniciais da primeira guerra mundial, o longa-metragem Flyboys, dirigido por Tony Bill, nos mostra a trajetória de alguns jovens pilotos norte-americanos que chegam na França para servirem em uma unidade de pilotos de caças.

 

Cavalo de Guerra

Lançado pouco mais de dez anos atrás nos cinemas brasileiros, dirigido pelo mestre Steven Spielberg, Cavalo de Guerra, Indicado para cinco Globos de Ouro, é baseado em um livro homônimo de um dos maiores autores britânicos da história, Michael Morpurgo. Na história, acompanhamos um jovem que se alista para o exército em busca do seu melhor amigo vendido para as forças britânicas durante a primeira guerra mundial.

 

Glória Feita de Sangue

Um dos grandes trabalhos do renomado cineasta Stanley Kubrick, em Glória feita de Sangue, filme lá da década de 50, acompanhamos a história, que é ambientada na primeira grande guerra, onde um general francês ordena um ataque suicida jogando a culpa em outros três soldados. No elenco, o lendário Kirk Douglas.

 

O Despertar de Aurora

Na trama, voltamos em uma extensa linha temporal, até a Primavera de 1925 onde conhecemos Aurora, uma jovem até então com 14 anos que travou uma enorme luta para fugir dos horrores do genocídio armênio e anos depois conseguiu chegar em Nova York onde conheceu as várias facetas da fama em meio a uma Hollywood na era do cinema mudo. Contando sua história ao mundo, no forte mercado de cinema, interpretou a si mesma no filme Auction of Souls (Leilão de Almas, 1919), um filme que se perdeu com o tempo, caindo no esquecimento.

 

 

 

 

Crítica | Okja – produção Netflix de prestígio, saída de Cannes, estreia na plataforma

E.T. Ecológico

A estrutura de roteiro de Okja, produção original Netflix de grande renome, estreando diretamente em Cannes, o maior festival de cinema do mundo, não é novidade. De fato, Steven Spielberg havia criado a mesma história em 1982, com E.T. – O Extraterrestre. Nas duas tramas, temos uma inusitada criatura, que desenvolve grandes laços afetivos com uma criança. Um tempo depois, capturada a criatura, a tal criança(s) parte para o seu resgate.

O que diferencia, e muito, Okja é seu forte teor ecológico politicamente correto, e seus personagens excêntricos e propositalmente exagerados. Escrito e dirigido pelo sul coreano Bong Joon-ho, visionário cineasta de algumas das mais criativas e impressionantes obras do cinema recente, vide O Hospedeiro (2006) e Expresso do Amanhã (2013), o roteiro não traz um ser alienígena, mas sim uma raça de superporco geneticamente criada em laboratório.

Na trama, uma mega corporação, visando pôr fim na fome mundial, de uma maneira extremamente ecológica – e lucrar rios de dinheiro em cima da ideia (por que não?) – encontra uma nova espécie de porco e a multiplica seis vezes, distribuindo-os entre seis fazendeiros de locais distintos do mundo, para, numa espécie de concurso, dez anos depois analisar qual dentre eles conseguiu desenvolver o animal mais perfeito. Tal criatura, semelhante a um hipopótamo, é a definição de ecologicamente amigável, deixando mínimo impacto no meio ambiente – como pegadas e excrementos.

Um dos fazendeiros que recebe a oportunidade é Hee Bong (Byun Hee-Bong), ele vive afastado da cidade com sua netinha Mija (Ahn Seo-Hyun). A menina de cara desenvolve grande afeto pelo bebê a quem batiza de Okja. Dez anos depois e Okja já faz parte da família. A separação inevitável enfim chega, já que o propósito do animal está longe de ser o de estimação. Assim, Mija, a protagonista, parte numa longa jornada em busca de sua amiga, no caminho se deparando com todo tipo de pessoa e situação, desde ambiciosas empresárias (Tilda Swinton, em papel duplo), apresentadores de programa de animais (Jake Gyllenhaal) e ecoterroristas dispostos a ajudá-la, encabeçados pelo personagem de Paul Dano.

Na parte das atuações, quem se destaca são justamente Paul Dano, em uma interpretação austera e muito honesta, e a debutante Seo-Hyun, que ganha instantaneamente por sua graça e carisma. No contraponto da corrente estão Tilda Swinton e Jake Gyllenhaal, com personagens tão caricatos que parecem saídos diretamente de um cartoon. Na verdade, o desejo era esse, aproximando-os de personagens coloridos e chamativos que costumamos ver em produções asiáticas, sejam elas em live-action ou animadas. Tal caricatura é muito utilizada pelas artes do continente. No quesito, quem se sai melhor é Swinton, já acostumada a viver personagens do tipo em grande parte de suas atuações. Gyllenhaal tenta dar forma a seu afetado apresentador, sem conseguir encontrar um uníssono para ele.

Apesar de fazer muito bem seu papel como crítica ferrenha à indústria de carnes, inclusive inserindo um daqueles vídeos que nos mostram o sofrimento de bois e vacas ao serem preparados para o abate – e que já fez muitos aderirem ao vegetarianismo – Okja vai além. Sua ideia insana tem o respaldo de um bom roteiro, ganhando credibilidade ao saber lidar com emoções e transcrever perfeitamente o sentimento de amizade. A criatura Okja, confeccionada através de efeitos de computador (por vezes não tão convincentes), ganha peso e se torna um personagem tão especial e querido quanto o boneco animatrônico do citado filme de Spielberg da década de 1980. É impossível não se emocionar. Okja é o filme do ano, ao menos na plataforma Netflix.

Crítica | Roda Gigante – Kate Winslet soberba em novo filme de Woody Allen

A Mulher Irracional

Roda Gigante, teu nome é Kate Winslet! O icônico Woody Allen possui graves problemas relacionados a mulheres que passaram por sua vida. Justamente por isso, o autor octogenário canaliza tão bem e transforma suas experiências pessoais em textos complexos e personagens tão intrincados, que conseguem resumir em detalhes por duas horas, anualmente, a essência humana. O que Allen cria também é uma fábrica de personagens femininas tão bem escritas e elenca perfeitamente suas intérpretes, terminando por, muitas vezes, encabeçarem indicações (e na metade das vezes saírem vitoriosas).

Nessa trajetória de parcerias vitoriosas se encaixam as defesas de Cate Blanchett (Blue Jasmine), Penélope Cruz (Vicky Cristina Barcelona), Mira Sorvino (Poderosa Afrodite), Dianne Wiest duplamente (Tiros na Broadway e Hannah e Suas Irmãs) e Diane Keaton (Noivo Neurótico, Noiva Nervosa). Nesta seleta lista em breve poderá constar o nome de Kate Winslet, a protagonista de Roda Gigante, novo trabalho do prestigiadíssimo cineasta.

Que Woody Allen fala com todo tipo de público todos já sabem – desde os esnobes amantes do cinema de arte até os que curtem cinema de maneira mais despretensiosa – e que mesmo seus chamados “filmes menores” conseguem comunicar mais substância do que grande parte do que é feito na sétima arte também. Partindo dessa premissa, temos uma atriz protagonizando com a força de um furacão (pense em Cate Blanchett em Blue Jasmine), num filme que talvez não a acompanhe o tempo todo, rendendo dilemas próximos aos de O Homem Irracional (2015) – considerado um esforço menor do diretor.

A história guarda uma leve reviravolta, que de alguma forma já havia vazado nas prévias – eu inclusive já imaginava antes de ter assistido – mas que de forma alguma diminui o valor da dramaticidade proposta. De qualquer forma, seria bom evitar qualquer trailer, se possível. E neste sentido, o citado Homem Irracional (2015) foi dono de uma campanha de marketing melhor estruturada a fim de resguardar sua grande surpresa.

Na trama, Kate Winslet interpreta Ginny, aspirante a atriz que termina como garçonete devido a uma indiscrição matrimonial. A mulher perde também o grande amor de sua vida, restando a criação solitária do pequeno rebento, o incendiário Richie (Jack Gore) – um dos destaques da obra. Isto é, até conhecer o mecânico Humpty (ótima performance de Jim Belushi, que igualmente pode render uma lembrança na época de prêmios), um homem bruto e de gostos simples. O companheiro é uma segurança, mas guarda zero afinidade intelectual com a sonhadora protagonista. Justamente por isso, ela rapidamente se afeiçoa e começa um caso com o salva-vidas Mickey (Justin Timberlake), estudante universitário fascinado por literatura e artes cênicas.

O passado de Giny volta a se repetir, mostrando o quanto o ser humano é refém do incontrolável, de paixões e de sensações, afinal é o que nos mantém espiritualmente vivos. A razão, bem, essa quase sempre fica em segundo plano. Conciliar as duas é um exercício impreciso e quase irrealizável. Como se já não bastasse tal peso na consciência da mulher, o que, mais uma vez assim como a personagem de Blanchett no filme de 2013, a causa uma intolerável enxaqueca, o jogo muda consideravelmente com a chegada de Carolina (Juno Temple), a filha de Humpty. O casamento dela com um criminoso, desaprovado pelo pai, chegou ao fim de forma preocupante, e agora a jovem tem sua cabeça a prêmio.

Fora isso, Blue Jasmine e Roda Gigante guardam semelhanças em suas tragédias narrativas e teatralidade. Enquanto o primeiro era declaradamente uma reimaginação da peça Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams; o segundo tampouco se desfaz da insanidade humana – nestes casos feminina – quando as feridas abertas apontam a traição de sentimentos e a busca ferrenha por estabilidade ou mudança. De fato, Allen transita como poucos em obras satisfatoriamente agridoces, pendendo variavelmente para o humor ou drama. Este reserva grande amargor.

Inconscientemente, propositalmente ou subliminarmente todo artista é reflexo de sua obra. E embora Woody Allen seja um artista mais do que estabelecido, que não precisa provar nada para ninguém, e ainda que saibamos que suas ideias para produções cinematográficas estejam todas dentro de uma gaveta, escritas há anos (quem viu o documentário sobre o autor entenderá), um roteiro no qual a protagonista deseja se livrar da enteada corre perigosamente muito próximo a uma verdade sombria…

‘Invocação do Mal’, ‘Wolverine’, ‘Meu Malvado Favorito’ e os Filmes que Completam 10 anos em Julho!!

Julho é o auge do verão norte-americano. E também o auge das férias escolares da garotada por lá e pelo mundo, incluindo o Brasil. Isso significa que sem escola, as crianças e adolescentes só precisam se preocupar com a diversão e ocupar seu tempo com recreações e entretenimento. Os estúdios de cinema em Hollywood perceberam isso há muito tempo, e começaram a lançar seus grandes blockbusters – recomendados para toda a família – justamente em tal época, visando que os pais pudessem levar seus filhos em tal período lotando as salas de cinema. Desta forma, o verão americano ficou conhecido como “a casa” dos maiores lançamentos do ano.

Em 2023 a coisa não foi diferente, e julho inaugurou uma nova leva de blockbusters que deram a partida para a segunda metade do ano. Até o momento neste ano já tivemos muitas produções adoradas pelos fãs e grandes sucessos. Agora em julho, já vimos estrear ‘Sobrenatural – A Porta Vermelha’, quinto filme da franquia de terror bem-sucedida, ‘Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1’, que está lutando por uma boa arrecadação nas bilheterias, mas está encontrando grande dificuldade, ainda mais depois do último fim de semana. É claro que falamos do fenômeno “Barbenheimer”, que juntou no mesmo fim de semana os sucessos ‘Barbie‘ e ‘Oppenheimer‘. E o resto é história.

Mas não para por aí, porque fechando o mês, teremos a assustadora produção da Disney ‘Mansão Mal-Assombrada’, uma brincadeira com o gênero do terror baseada em uma de suas maiores atrações dos parques temáticos.

Como nosso tópico nessa série de matérias é sempre a volta ao passado, aqui iremos retornar 10 anos para recordar o que estava sendo lançado nos cinemas no mês de julho há uma década. Uma dica: temos um mutante de garras afiadas, robôs gigantes, um dos filmes de terror mais querido dos últimos 10 anos, uma das franquias animadas de maior sucesso da década e investidas frustradas que tentaram ser o novo ‘Piratas do Caribe‘ e o novo ‘MIB – Homens de Preto‘. Confira abaixo e descubra.

Meu Malvado Favorito 2

Um dos maiores acertos da Universal em anos recentes foi sua parceria com a Illumination Studios na franquia ‘Meu Malvado Favorito’. Depois do sucesso surpresa do original em 2010, é claro que uma continuação não iria tardar a ocorrer, e ela chegaria três anos depois. É com o segundo longa do vilão Gru, seus minions e suas filhas adotivas que começamos a lista dos grandes filmes lançados em julho há 10 anos. No primeiro fim de semana daquele mês, no dia 5, ‘Meu Malvado Favorito 2’ pegava a primeira posição do ranking, estreando com US$83.5 milhões e vivendo para se tornar um dos filmes mais lucrativos de seu ano, com US$970.7 milhões ao redor do mundo.

O Cavaleiro Solitário

No mesmo fim de semana, batendo de frente com o colosso da animação acima, estreava uma ambiciosa aventura da Disney, que visava se tornar a nova franquia fenômeno da casa. O estúdio tinha planos para que ‘O Cavaleiro Solitário’ fosse o novo ‘Piratas do Caribe’, e para isso além de escalar Johnny Depp em papel de destaque, chamou também Gore Verbinski, o mesmo diretor da trilogia original de Jack Sparrow, para comandar. ‘O Cavaleiro Solitário’ é um dos primeiros títulos de heróis do audiovisual da história, datando da década de 1930 – que fez muito sucesso como um seriado em preto e branco da década de 1950.

O pretenso blockbuster comeu poeira de ‘Meu Malvado Favorito 2’, estreando em segundo com US$29.2 milhões, vivendo para se tornar um dos maiores fiascos do estúdio do Mickey, com um total de US$260 milhões ao redor do mundo, num orçamento de US$215 milhões. Hoje o filme é ainda mais polêmico, pela presença do canibal Armie Hammer como protagonista, e Depp vivendo o indígena Tonto.

Gente Grande 2

No segundo fim de semana de julho há 10 anos tivemos outro confronto entre grandes produções: a comédia ‘Gente Grande 2’ e o blockbuster ‘Círculo de Fogo’. Quem levou a melhor foi mesmo a continuação estrelada por Adam Sandler e cia., que igualmente dá sequência a um filme de 2010 – e que é carinhosamente conhecido como “Sandler reúne os amigos de férias e grava um filme”. Bem, serve para todos que sempre tiveram a curiosidade de ver um veado urinando na cara do comediante. ‘Gente Grande 2’ foi a maior estreia de seu fim de semana arrecadando US$41.5 milhões, mesmo sem conseguir mover ‘Meu Malvado Favorito 2’ da liderança.

Círculo de Fogo

Com um desempenho abaixo do esperado, o filme de robôs gigantes lutando contra os chamados kaiju (bestas colossais no estilo Godzilla) de Guillermo del Toro gerava grande expectativa e era anunciado como um dos projetos mais ambiciosos de 10 anos atrás. Esse é o tipo de filme para os aficionados pelo subgênero – os demais fãs de cinema não irão encontrar muito além de sua premissa básica. Justamente por isso o filme permaneceu direcionado apenas para seu nicho, estreando em terceira posição no ranking, com US$37.2 milhões.

Invocação do Mal

O terceiro fim de semana de julho há 10 anos foi o mais movimentado do mês, com nada menos que quatro estreias significativas emplacando no top 10. Começamos com a mais bem-sucedida, que conseguiu derrubar a animação da Universal ‘Meu Malvado Favorito 2’ para a segunda posição, assumindo a liderança. Falamos do terror da Waner/New Line, ‘Invocação do Mal’. O primeiro longa de James Wan se tornaria um dos filmes de terror mais queridos da década, construindo uma badalada franquia, com direito a derivados, e estabelecendo o casal Ed e Lorraine Warren na cultura pop. O terror abriu com ótimos US$41.8 milhões no dia 19 de julho.

Turbo

A segunda melhor estreia daquele fim de semana foi outra animação. ‘Turbo’ possui produção da Dreamworks e trouxe Ryan Reynolds como a voz do personagem título, um caracol de jardim, que como um super-herói ganha velocidade, realizando seu sonho de se tronar corredor. O longa não conseguiu desbancar o rival ‘Meu Malvado Favorito 2’ e estreou em terceiro com US$21.3 milhões. A animação não foi o que podemos chamar de um sucesso do gênero, por isso nunca gerou continuação – mesmo assim deu origem a uma série em desenho animado chamada ‘Turbo Fast’.

RED 2 – Aposentados e Ainda Mais Perigosos

No mesmo mês há 10 anos tivemos a estreia de três continuações de filmes de 2010: ‘Meu Malvado Favorito 2’, ‘Gente Grande 2’ e agora este ‘RED 2’. Baseado numa Graphic novel, o filme trazia Bruce Willis encabeçando o elenco como assassinos da terceira idade, precisando voltar à ativa. Mistura de ação e comédia, o segundo adiciona nomes como Anthony Hopkins e Catherine Zeta-Jones ao elenco. ‘RED 2’ foi a terceira melhor estreia do fim de semana do dia 19 de julho de 2013 com US$18 milhões para a Summit e a DC Entertainment, ficando em quinta posição do ranking.

R.I.P.D. – Agentes do Além

Quem ficou em desvantagem foi a ambiciosa produção da Universal Pictures de US$130 milhões de orçamento ‘RIPD’, que visava se tornar o novo ‘MIB – Homens de Preto’. Com a mesma dinâmica, aqui também tínhamos um agente mais jovem fazendo parceria com um veterano durão, numa trama repleta de criaturas e efeitos especiais – troque apenas os aliens de ‘MIB’ pelos fantasmas monstruosos de ‘RIPD’ (até uma sigla no título o longa disponibilizou). Por falar em Ryan Reynolds, o ator aparece aqui em seu segundo filme no mesmo fim de semana, e faz par com Jeff Bridges. A arrecadação foi de US$12.6 milhões, estreando em sétimo lugar, e se mostrando um fracasso sem conseguir somar nem mesmo US$80 milhões mundiais.

Wolverine – Imortal

Fechando as principais estreias do mês de julho há 10 anos, tivemos a segunda investida num projeto solo para o mutante mais popular da Marvel: Wolverine. Novamente vivido pelo ótimo Hugh Jackman, o longa adapta a saga dos quadrinhos intitulada “Wolverine” de 1982, que foi a primeira história solo do mutante e que mostra suas aventuras no Japão. A trama é uma das mais queridas pelos fãs, e Jackman fez questão de leva-la aos cinemas. Talvez um blockbuster subestimado, ‘Wolverine Imortal’ não chega a ser tão execrado quanto ‘X-Men Origens – Wolverine’ (2009) e nem de perto tão elogiado quanto ‘Logan’ (2017). O filme, é claro, estreou em primeiro no ranking desbancando ‘Invocação do Mal’, com US$53.1 milhões.

‘The Originals’: Confira cena deletada com Caroline e Klaus no episódio final da série

A série ‘The Originals‘ chegou ao fim ontem (01), deixando os seus fãs divididos sobre o seu desfecho. As cenas entre o Klaus e a Caroline tiveram grande destaque no episódio final, mas uma delas acabou sendo deletada.

Confira:

A cena faz referência ao primeiro encontro entre o Klaus e a Cami.

Julie Plec aproveitou para revelar que Caroline aparecerá no novo spin-off, ‘Legacies‘, mas seu sumiço nos primeiros episódios estarão relacionados a um mistério maior em relação à personagem.

Lin Shaye está psicótica no trailer do suspense ‘Room for Rent’; Assista!

O suspense ‘Room for Rent‘, estrelado por Lin Shaye (‘Sobrenatural‘), ganhou trailer.

Confira:

Dirigido por Tommy Stovall, o longa será lançado em VOD no dia 7 de março.

Joyce, uma viúva solitária, aluga um quarto para conseguir dinheiro. Ela conhece o misterioso Bob e o acolhe como inquilino a longo prazo. Ela fica obcecada com seu convidado, fazendo dele o objeto de suas mais profundas fantasias românticas. Quando a traição de um amigo invalida o mundo de fantasia de Joyce, ela assume o controle de seu próprio destino com uma missão mortal para finalmente conseguir o que merece.

O elenco ainda inclui Oliver Rayon, Valeska Miller, Ryan Ochoa e Linda Cushma.

‘A Mulher Invisível’: Elizabeth Banks vai estrelar e dirigir remake para a Universal

De acordo com o Deadline, Elizabeth Banks (‘Brightburn: Filho das Trevas‘) vai estrelar e dirigir o remake de ‘A Mulher Invisível‘ para a Universal Pictures.

O site ainda afirma que será a personagem da atriz que ficará invisível no filme.

Erin Cressida Wilson (‘A Garota no Trem‘) é responsável pelo roteiro.

No filme original lançado em 1940, estrelado por Virginia Bruce, uma modelo atraente com um motivo oculto se sujeita a ser cobaia para uma máquina de invisibilidade.

Vale lembrar que o remake de ‘O Homem Invisível‘, dirigido por Leigh Whannell e estrelado por Elisabeth Moss, será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de fevereiro de 2020.

Confira o trailer:

‘Avatar: A Lenda de Aang’: Criadores da animação deixam a adaptação da Netflix

Michael Dante DiMartino e Bryan Konietzko, criadores originais da aclamada série animada ‘Avatar: A Lenda de Aang‘, anunciaram que decidiram se afastar da adaptação que está sendo desenvolvida pela Netflix, uma série live-action.

Inicialmente, a dupla havia entrado no projeto como produtores executivos e showrunners.

Em uma carta aberta, DiMartino declara: “Apesar do serviço de streaming ter se comprometido a honrar nossa visão e nos dar apoio em criar a série, as coisas não saíram como esperado. Essas coisas acontecem. Produções são sempre um desafio. Quando essas coisas acontecem, eu tenho me adaptar. Eu tento seguir o fluxo, não importando o obstáculo no meu caminho. Mas, às vezes, temos que saber quando nos afastar e seguir em frente. [O live-action] pode acabar se tornando uma série que as pessoas irão gostar, mas seja lá qual versão aparecer na tela, não será a visão que eu e o Bryan tínhamos a intenção de fazer.”

A expectativa era que o live-action estreasse em 2021, mas, devido à pandemia de coronavírus e aos problemas nos bastidores da produção, é possível que a série só seja lançada em 2022.

A série original foi criada por Michael DiMartinoBryan Konietzko, estreando em 2005 e estendendo-se por três temporadas.

A história é ambientada num mundo parecido com o nosso no qual as pessoas podem manipular os elementos da Terra, da Água, do Fogo e do Ar (conhecidos como dobradores) e, durante muito tempo, viveram em paz em suas próprias regiões – até uma delas dar início a uma guerra. Um desses dobradores, conhecido como Avatar, era o único que poderia impedir o conflito, mas desapareceu pouco depois e retornou 100 anos no corpo de Aang.

Além de ser uma queridinha do público, Avatar: A Lenda de Aang levou para casa diversas estatuetas do Emmy e diversos Emmy Awards por sua competente história e seu design. Em 2010, ganhou uma versão em live-action dirigida por M. Night Shyamalan que, apesar de ter feito quase US$320 milhões nas bilheterias, foi um fracasso de crítica devido à narrativa absurda e à superficialidade de seus temas.

‘Beckett’: Suspense da Netflix com John David Washington ganha 1ª imagem oficial; Confira!

A Netflix divulgou a primeira imagem oficial do suspense ‘Beckett‘, estrelado por John David Washington (‘TENET’) e Alicia Vikander (‘Tomb Raider’).

Confira:

Dirigido por Ferdinando Cito Filomarino, o longa originalmente era intitulado Born to be Murdered.

Um casal em férias cai na armadilha de uma violenta conspiração com consequências trágicas.

O elenco ainda conta com Boyd Holbrook, Vicky Krieps, Yorgos Pirpassopoulos, Daphne Alexander e Panos Koronis.

‘Cobra Kai’: Clipe da 4ª temporada introduz novo sensei; Assista!

A Netflix divulgou um novo clipe da 4ª temporada de ‘Cobra Kai‘.

Confira:

A próxima temporada será lançada na plataforma no dia 31 de dezembro.

No Rotten Tomatoes, o quarto ciclo da produção abriu com incríveis 100% de aprovação, a partir de 11 críticas, todas positivas.

Entre os principais comentários, os críticos elogiaram a força dos roteiristas em manter a narrativa relevante e cada vez mais impactante ao longo das temporadas.

Além disso, a nostalgia e o humor presentes nas temporadas iniciais parecem estar ainda mais forte desta vez, o que vai alegar tanto os fãs mais antigos quanto os novos.

Confira as avaliações:

“Francamente, revivals de primeira são tão raros que parecia inevitável que o ‘Cobra Kai‘ perdesse a qualidade ou simplesmente ficaria sem combustível. Felizmente, esse definitivamente não é o caso da 4ª temporada.” – CNN.

“Pode demorar um pouco para todas as histórias da 4ª temporada se encaixarem, mas elas inevitavelmente se encaixam. A série mantém seu coração e esses personagens continuam a crescer de maneiras surpreendentes.” – Flick Fan Nation.

“Após o esforço (bem-sucedido) de resgate da 3ª temporada, eu estava cético de que os roteiristas de ‘Cobra Kai‘ realmente tivessem um universo e personagens que poderiam se estender além de uma trilogia. A 4ª temporada provou que eu estava totalmente errado.” – Polygon.

“Enquanto a 4ª temporada de ‘Cobra Kai‘ certamente ainda inclina-se para o humor e nostalgia pela qual é conhecida (o que faz da série uma alegria), o roteiro desta temporada é o melhor que já existiu.” – AwardsWatch.

“Que alívio que a 4ª temporada de ‘Cobra Kai não trata ‘Karate Kid III‘ como se fosse um filme vencedor do Oscar. Como sempre, a série continua com o bom humor.” – Paste Magazine.

“Nada vai ser tão maluco quanto aquela briga da escola na 2ª temporada, mas a 4ª é um caso à parte, é mais brilhante e termina com um final de deixar de queixo caído, o que só aumenta as apostas mais uma vez.” – Empire.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 5ª temporada!

COBRA KAI se passa 30 anos depois do Torneio de All Valley de 1984, com a continuação do inevitável conflito entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka).

Na terceira temporada, estão todos aturdidos após a violenta briga entre os dois dojos na escola, que deixou Miguel gravemente ferido. Enquanto Daniel revisita o passado à procura de respostas e Johnny busca redenção, Kreese manipula ainda mais seus vulneráveis alunos com suas ideias de dominação. A alma do Vale está em jogo, assim como o destino de todos os alunos e senseis.

Além de Ralph MacchioWilliam Zabka, o elenco conta com Courtney Henggeler, Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser e Jacob Bertrand.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Chloë Grace Moretz entra em nova realidade no trailer de ‘Periféricos’, novo sci-fi da Amazon

O Prime Video divulgou o primeiro trailer da série ‘Periféricos‘ (The Peripheral), estrelada pela Chloë Grace Moretz (‘A 5ª Onda’).

Confira:

Criada por Scott B. Smith, a série é baseada no livro homônimo de William Gibson.

A trama segue Flynne (Moretz) e Burton (Jack Reynor), dois irmãos que vive numa realidade futura tão deslumbrante quanto ameaçadora. Filhos de uma mãe cega, Flynne e Burton com frequência precisam complementar a renda familiar. É nesse contexto que uma oportunidade surge. Burton, gamer experiente, se torna usuário beta de um novo jogo imersivo. No entanto, o universo digital vai muito além do metaverso e Flynne precisa assumir o controle quando seu irmão perde seu avatar em uma batalha que transborda para o mundo real.

Jonathan Nolan e Lisa Joy (‘Westworld’) servem como produtores executivos.

O elenco ainda conta com Gary Carr, Eli Goree, Chris Coy, Louis Herthum, Miles Barrow, Austin Rising e David Hoflin.

‘Heels’: Stephen Amell e Alexander Ludwig retornam no trailer da 2ª temporada; Confira!

O canal Starz divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘Heels‘, série estrelada por Stephen Amell (‘Arrow’) e Alexander Ludwig (‘Vikings’).

Confira:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 28 de julho.

A série foi criada por Michael Waldron (‘Loki’).

A trama segue dois irmãos e rivais — um vilão, ou “heel”, no ringue; o outro, um herói, ou “rosto”, uma guerra pela promoção de seu pai na luta livre, disputando a atenção nacional na pequena cidade da Geórgia.

O elenco também conta com Alison Luff, Chris Bauer, Kelli Berglund, Allen Maldonado e James Harrison.

Lembrando que a primeira temporada está disponível na plataforma da STARZPLAY.

Tipos De Gentileza

(Kinds of Kindness)

Elenco:

Emma Stone
Jesse Plemons
Willem Dafoe
Margaret Qualley

Direção: Yorgos Lanthimos

Gênero: Comédia

Duração: 164 min.

Distribuidora: 20th Century Studios

Orçamento: US$ 10 milhões

Estreia: 22 de Agosto de 2024

Sinopse: 

A trama de TIPOS DE GENTILEZA gira em torno de três personagens: um homem sem escolha que tenta assumir o controle de sua própria vida; um policial que está alarmado porque sua esposa desapareceu no mar e ao voltar, parece uma pessoa diferente; e uma mulher determinada a encontrar alguém específico, com uma habilidade específica, que esteja destinado a se tornar um líder espiritual prodigioso.

Crítica:

https://cinepop.com.br/critica-tipos-de-gentileza-yorgos-lanthimos-domina-3-historias-de-estranheza-e-submissao-547968/

Curiosidades: 

» Tipos de Gentileza  estreou com críticas extremamente positivas no Rotten Tomatoes, conquistando 100% de aprovação com base em 11 avaliações iniciais. Porém, o filme chocou o público ao trazer cenas de sexo grupal, canibalismo e violência.

» Joe Alwyn, o astro britânico do filme, tem que cometer um estupro com drogas na personagem interpretada pela vencedora do Oscar Emma Stone “Você tem que tentar não encanar muito, ou você vai ficar com isso na cabeça”, disse o ator. 

» Além de dirigir, Lanthimos também assina o roteiro ao lado de Efthimis Filippou (‘O Sacrifício do Cervo Sagrado’);

» O longa marca a quinta colaboração entre a atriz Emma Stone e o diretor Yorgos Lanthimos;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Grimm’ vai ganhar reboot…

De acordo com o Deadline, a série de fantasia ‘Grimm‘ vai ganhar um reboot.

O site afirma que o Peacock está desenvolvendo um filme baseado no seriado, que será lançado direto em seu serviço de streaming.

Josh Berman, criador de ‘Drop Dead Diva‘, será o roteirista da nova versão. Ele também servirá como produtor executivo ao lado da equipe criativa do seriado original, os cocriadores e showrunners David GreenwaltJim Kouf.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados. O reboot alegadamente manterá conexão com a produção original, mas terá sua própria identidade – podendo ser assistido por novos espectadores que não assistiram a série da NBC.

Na trama da série…

O detetive Nick Burkhardt descobre que ele é parte de um grupo encarregado de manter o equilíbrio entre a humanidade e as criaturas mitológicas, um Grimm.

O seriado original durou por seis temporadas e rendeu 123 episódios. Um derivado feminino foi anunciado em 2018, mas o projeto nunca saiu do papel.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Satanás atormenta Jesus no trailer ARREPIANTE do terror bíblico ‘Segredos do Deserto’; Confira!

O terror ‘Segredos do Deserto‘ (The Carpenter’s Son), que trará Nicolas Cage interpretando o pai de Jesus, ganhou um novo trailer sinistro.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de novembro.

O longa se baseia no Evangelho da Infância de Tomé, um apócrifo do século II d.C. que narra a infância de Jesus de forma pouco convencional.

A trama conta a sombria história de uma família escondida no Egito romano. O filho, conhecido apenas como ‘o Menino’, é levado à dúvida por outra criança misteriosa e se rebela contra seu guardião, o Carpinteiro, revelando poderes inerentes e um destino além de sua compreensão. Enquanto ele exerce seu próprio poder, o Menino e sua família se tornam alvos de horrores, naturais e divinos.

A direção fica a cargo do cineasta egípcio-americano Lotfy Nathan (‘Harka’).

A cantora e compositora FKA twigs (‘O Corvo’) será a Mãe, enquanto Noah Jupe (‘Um Lugar Silencioso’) dará vida ao Menino Jesus.

A Lenda de Zelda

(The Legend of Zelda)

 

Elenco:

Benjamin Evan Ainsworth (Link)
Bo Bragason (Princesa Zelda)
Dichen Lachman

 

Direção: Wes Ball

Gênero: Fantasia

Duração: — min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 6 de Maio de 2027

Sinopse: 

Em A LENDA DE ZELDA, Link é um jovem guerreiro destinado a proteger o reino mágico de Hyrule das forças das trevas. A terra está sob ameaça de Ganon, um cruel senhor da guerra que busca a Triforce – uma relíquia antiga que supostamente concede poder ilimitado. Para detê-lo, Link deve embarcar em uma jornada perigosa, lutando contra criaturas monstruosas, explorando masmorras traiçoeiras e resolvendo quebra-cabeças intrincados para descobrir artefatos sagrados que podem ajudá-lo em sua busca.

Curiosidades: 

Após exibição nos cinemas, live-action ‘The Legend of Zelda’ será lançado na Netflix

» O longa é baseado na clássica série de jogos criada por Shigeru Miyamoto e Takashi Tezuka;

» A produção fica por conta de Shigeru Miyamoto, criador da franquia, e de Avi Arad, veterano por trás de várias adaptações da Marvel nos cinemas;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Jay-Z recria abertura de ‘Friends’ com atores negros; Confira!

O produtor musical e rapper Jay-Z recriou a abertura da aclamadas série ‘Friends‘ apenas com atores negros.

O clipe faz parte do vídeo de sua canção ‘Moonlight‘, do seu álbum 4:44, e foi dirigido por Alan Yang (‘Master of None‘).

Na cena recriada, vemos os atores Stanfield, Lil Rey Howery, Jerrod Carmichael, Issa Rae, Tessa Thompson e Tiffany Haddish.

O trecho traz a canção de 1984, ‘Friends‘, de Whodini.

Confira:

Especial | O reencontro de ‘Friends’ 

Friends’ foi exibida na TV norte-americana entre 1994 e 2004. Quem estiver com saudade, a Netflix disponibilizou as 10 temporadas completas no streaming do serviço. Os fãs já podem se deliciar com os 238 episódios nas versões dublada e legendada.

Criada pela dupla David Crane e Marta Kauffman , ‘Friends‘ girava em torno da rotina de um sexteto de amigos, e foi uma das únicas séries da história a não ter um único personagem central, dividindo as histórias entre cada um deles. Com isso, ao longo da série, todos eles tiveram a chance de brilhar: a maluquinha Phoebe (Lisa Kudrow); o divertido Joey (Matt LeBlanc) com suas intermináveis aparições em filmes e novelas; Chandler (Matthew Perry) com suas aventuras amorosas até o casamento com Monica (Courteney Cox); o romântico Ross (David Schwimmer) com seus três casamentos e amores fugazes; a obssessiva Monica com sua insistente tentativa de tornar-se uma chef de sucesso; e a insegura Rachel (Jennifer Aniston), que ao longo da série formou com Ross o casal mais duradouro, terminando ao lado dele depois de dez longos anos.

‘Titãs’: Batsinal aparece em foto direto do set; Confira!

Uma nova foto direto do set de filmagens da série ‘Titãs‘ está circulando na internet e ela traz algo realmente animador para os fãs do Homem Morcego.

Compartilhado por uma usuária do Twitter, ela traz o famoso Batsinal,ao fundo.

A imagem foi feita durante as gravações da série, que estão acontecendo em Toronto.

Confira:

 

O material traz atores Minka Kelly e Alan Ritchson em uma série de stories do Instagram, além de apresentar Brenton Thwaites como o uniforme completo de Robin dentro do set de filmagens.

Confira:

Repostfrom @minkakelly Minka Kelly’s IG Story with Alan Ritchson Plus Brenton Thwaites #Titans stars #BrentonThwaites as #DickGrayson, #AnnaDiop as #Starfire, #TeaganCroft as #Raven, #LindseyGort as #DetectiveAmyRohrbach, #AlanRitchson as #Hawk, #MinkaKelly as #Dove, and #RyanPotter as #BeastBoy. Here’s the official synopsis: . . “Titans explores one of the most popular comic book teams ever. It follows a group of young soon-to-be superheroes recruited from every corner of the DC Universe. In the action-adventure series, Dick Grayson emerges from the shadows to become the leader of a fearless band of new heroes that includes Starfire, Raven and others.” . . Titans is set to premiere sometime in 2018 with 13-episodes on DC’s upcoming digital service.

Uma publicação compartilhada por Aquaman • ShazamMovie (@heroic.gateway) em

 

FIRST on set look at Robin in full costume! What are you hoping to see from the #Titans TV Show?

Uma publicação compartilhada por DC Entertainment News (@upcomingdceu) em

‘The Lighthouse’: Novo terror do diretor de ‘A Bruxa’ ganha primeira imagem; Confira!

O novo terror ‘The Lighthouse‘, do diretor de ‘A Bruxa‘, Robert Eggers, ganhou sua primeira imagem. A foto foi compartilhada pela produtora A24.

Confira:

O filme foi gravado em preto e branco de 35mm, praticamente inédito nos dias de hoje. A grande maioria dos filmes atuais são gravados normalmente e depois convertidos na pós-produção.

Robert Pattinson e Willem Dafoe estrelam.

A trama é sobre um homem velho que cuida de um farol na Nova Escócia no início do século XX.

O filme será produzido pela A24, que tem como um de seus produtores o brasileiro Rodrigo Teixeira, da RT Features – também de ‘A Bruxa‘.

A estreia acontece em 2019.

‘John Wick 4’ ganha belo cartaz feito por fã; Confira!

O anúncio de uma nova data de estreia paraJohn Wick 4‘ deixou o público bem empolgado e para comemorar o vindouro lançamento, um habilidoso fã desenvolveu um belo cartaz para a produção.

Confira:

Anteriormente previsto para 21 de maio de 2021, o longa agora chega às telonas do Brasil em 26 de maio de 2022.

Em uma recente entrevista ao Collider, o diretor Chad Stahelski afirmou que está tendo dificuldades em desenvolver o roteiro da sequência ‘John Wick 4‘, revelando achar um desafio superar as cenas de ação dos filmes anteriores.

“ACREDITO QUE EU E O DAVE [LEITCH] ESTAMOS SATISFEITOS COM AS SEQUÊNCIAS DE AÇÃO E NÓS NÃO QUEREMOS PERDER ISSO. EU QUERO SER UM DIRETOR MELHOR, MAS ISSO NÃO QUER DIZER QUE A SEQUÊNCIA TERÁ MENOS AÇÃO. COM O TERCEIRO FILME, SENTI QUE EU PRECISAVA AMPLIFICAR A AÇÃO DO SEGUNDO. EU TIVE TODAS AQUELAS IDEIAS, E O FILME ACABOU SE TORNANDO UMA AÇÃO FRENÉTICA.”

O 3ª filme da franquia, ‘John Wick: Parabellum‘, se tornou um sucesso nas bilheterias e já arrecadou US$ 321,6 milhões mundialmente – com um orçamento de US$ 75 milhões.

Vídeo reúne todas as mortes de ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’

‘Monstro’: Kelvin Harrison Jr. luta para provar sua inocência no trailer de drama racial da Netflix; Assista!

O drama ‘Monstro‘, lançado no Festival de Sundance 2018, está finalmente chegando ao Brasil, por meio da Netflix.

E a produção, estrelado por Jeffrey Wright, Jennifer Hudson e Kelvin Harrison Jr., ganhou o seu primeiro e dramático trailer.

Confira o trailer:

Na trama, um aluno de 17 anos é acusado de homicídio doloso. O filme mostra a dramática trajetória desse inteligente e simpático estudante do Harlem, que frequenta uma escola de elite, em uma batalha judicial complexa que pode deixá-lo para o resto da vida na prisão.

O longa é dirigido por Anthony Mandler, a partir de um roteiro assinado por Colen C. Wiley e Janece Shaffer.

John David Washington, Tim Blake Nelson, A$AP Rocky e Nas completam o elenco.

Monstro‘ estreia no dia 07 de maio na Netflix.

‘The Testaments’: Lucy Halliday vai estrelar série sequência de ‘The Handmaid’s Tale’

Após ser anunciada em 2019, a série sequência de ‘The Handmaid’s Tale‘, intitulada ‘The Testaments‘, finalmente está ganhando forma. E segundo a Variety, a jovem atriz Lucy Halliday será uma das protagonistas, ao lado de Ann Dowd e Chase Infiniti.

Dowd retorna como a perversa Tia Lydia, enquanto Infiniti dará vida à Chase. Já a mais nova adição ao elenco interpretará Daisy, uma adolescente canadense cuja vida vira do avesso ao descobrir que possui conexões profundas com a República de Gilead.

The Testaments‘ se passa 15 anos depois dos eventos de ‘The Handmaid’s Tale‘, cuja 6ª e última temporada estreia em abril desse ano. A vindoura série é baseada no livro de Margaret Atwood. Na obra original, a trama é contada pela perspectiva de três mulheres distintas.

Publicado em 2019, a sequência foi lançada 34 anos depois do livro “O Conto da Aia“.

Assim como ‘The Handmaid’s Tale‘, ‘The Testaments‘ é criada por Bruce Miller, que também assume o papel de showrunner. Steve Stark e Warren Littlefiend entram como produtores executivos da produção. A série será lançada pelo Hulu (que pertence à Disney), em parceria com a MGM Television.

Confira o trailer da 6ª e última temporada de ‘The Handmaid’s Tale’:

Crítica | Me Ame Com Ternura – Vicky Krieps vive maternidade interrompida pelo preconceito sexual

Apresentado na mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes 2025, Me Ame Com Ternura (Love Me Tender), primeiro longa-metragem de ficção da diretora francesa Anna Cazenave Cambet, chega aos cinemas brasileiros ancorado em uma premissa que, à primeira vista, pode remeter a um clássico do cinema judicial como Kramer vs. Kramer (1979). Mas a semelhança é apenas inicial — e, em muitos sentidos, enganosa.

Adaptado do romance homônimo de Constance Debré, o filme acompanha Clémence (Vicky Krieps), uma advogada e mãe, que se vê tragada por uma batalha judicial não por ter abandonado o lar, mas justamente por ter afirmado sua liberdade. Já divorciada, Clémence revela ao ex-companheiro Laurent (Antoine Reinartz) que está se relacionando com mulheres. A partir desse momento, o conflito se instala: após um fim de semana na casa do pai, o pequeno Paul (Viggo Ferreira-Redier) se recusa a voltar a ver a mãe, e o ex-marido entra com uma denúncia alegando que ela submete a criança a comportamentos obscenos e moralmente indevidos.

O que poderia se estruturar como um drama jurídico clássico se transforma, nas mãos de Anna Cazenave Cambet, em um filme que evita o tribunal como espetáculo. A disputa legal existe, mas nunca encontra um verdadeiro ápice narrativo. Embora coerente com a ideia de um sistema opressor e burocrático, essa escolha acaba tornando a experiência cansativa. A ausência de um clímax faz com que o filme se mova em círculos, reiterando a mesma dor sem oferecer novas camadas dramáticas.

Vicky Krieps, como já demonstrou em filmes como Trama Fantasma (2017) e Corsage (2022), é uma atriz de impressionante versatilidade. Seja no cinema norte-americano, francês ou alemão, ela consegue nos convencer independentemente do papel. Há algo em seu rosto que captura o olhar do espectador, uma presença que convida à empatia quase automaticamente. Em Me Ame Com Ternura, ela está bem — contida, digna, silenciosamente ferida. Ainda assim, nem mesmo sua força interpretativa é suficiente para compensar as fragilidades da narrativa.

A diretora estreante aposta em uma mise-en-scène sóbria, estruturada em capítulos e atravessada por uma voz off que retoma trechos do livro de Debré. A opção instaura um distanciamento reflexivo coerente com o dispositivo narrativo, mas acaba por produzir também um afastamento emocional em relação à protagonista. Pouco se revela da vida de Clémence para além do embate com o filho e da engrenagem judicial que a engole. Seus afetos, desejos e cotidiano permanecem elididos durante a disputa pela guarda da criança — inclusive no romance mal engendrado com Sarah (Monia Chokri) —, o que fragiliza a possibilidade de uma conexão mais profunda com a personagem.

Algumas cenas se tornam repetitivas, especialmente os encontros entre mãe e filho, sempre marcados por silêncios, olhares interrompidos e despedidas dolorosas. A repetição não gera progressão emocional: as angústias retornam, mas raramente se transformam. Falta ao filme a percepção concreta da passagem do tempo — a consciência de que aquelas feridas não serão apaziguadas e de que o tempo perdido entre mãe e filho nunca mais poderá ser recuperado.

Esse deveria ser o ponto mais dilacerante do filme. A constatação de que a infância passa, de que o vínculo se rompe sem retorno possível, de que o sistema não apenas pune, mas rouba o tempo. Esse elemento, no entanto, nunca se impõe como verdadeira força dramática. Ele existe, mas permanece à margem, como se o filme evitasse mergulhar totalmente nessa dor irreversível.

Ainda assim, Me Ame Com Ternura encontra sua relevância ao abordar o preconceito vivido por uma mulher homossexual — e, sobretudo, por uma mãe — em pleno século XXI. Ao deslocar o foco da figura masculina tradicionalmente associada à dor romântica (evocada ironicamente pelo título inspirado na canção de Elvis Presley) para uma mulher privada do direito de amar e maternar, o filme escancara o quanto a sociedade ainda impõe limites violentos às existências que escapam da norma.

Mesmo deixando a desejar em termos de cadência e envolvimento emocional, Me Ame Com Ternura  provoca uma ressonância incômoda: até que ponto avançamos, de fato, quando a liberdade afetiva de uma mulher ainda pode ser usada como arma contra ela? É nessa fricção entre potência temática e fragilidade narrativa que o filme se sustenta, imperfeito, por vezes exaustivo, mas impossível de ignorar.

Lançado no Festival de Cannes e no Festival do Rio, em 2025, Me Ame Com Ternura chega aos cinemas brasileiro nesta quinta-feira, dia 15 de janeiro, com distribuição da Imovision.

‘Com Amor, Simon’ tem estreia adiada no Brasil; Confira nova data!

A Fox Film adiou a estreia da comédia romântica ‘Com Amor, Simon em duas semanas no Brasil. Antes prevista para lançar em 22 de março, agora o filme chega aos cinemas nacionais em 5 de abril.

O longa está sendo bem elogiado pela crítica internacional, conquistando 91% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 83 críticas positivas, além de ter estreado em 5º lugar nas bilheterias norte-americanas, fazendo US$ 11 milhões no primeiro final de semana.

Nós já assistimos ao filme. Confira nossas críticas em texto e vídeo:

Crítica | Com Amor, Simon – Comédia romântica gay diverte e quebra tabus

O filme também ganhou um vídeo especial celebrando todas as formas de amor e incentivando que os fãs façam pequenos vídeos de 60 segundos no Instagram com a hashtag #FistLoveStoryContest:

O longa ganhou também um novo trailer dublado. Assista:

Baseado no romance de Becky Albertalli, ‘Simon vs. A Agenda Homo Sapiens’ (2015), o romance será dirigido por Greg Berlanti e conta a história de Simon (Nick Robinson de ‘Jurassic World’), um adolescente que se apaixona por outro colega de sala através da troca de e-mails e precisa lidar com o medo de relevar para o mundo como realmente se sente.

Love, Simon’ chega aos cinemas em 5 de abril de 2018 e conta também com Jennifer Garner, Josh Duhamel, Jorge Lendeborg Jr., Alexandra Shipp e Katherine Langford (de 13 Reasons Why).

‘Scream’: Atriz de ‘Mudbound’ se junta ao elenco da 3ª temporada

De acordo com informações do THR, Mary J. Blige se juntou ao elenco da 3ª temporada da série.

Blige vai interpretar Sherry Elliot, a mãe do protagonista vivido por RJ Cyler, em sua primeira atuação após ser indicada ao Oscar por ‘Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi’.

Inicialmente prevista para estrear na MTV dia 7 de março,  a terceira temporada de ‘Scream‘ foi adiada e não tem nenhum material promocional divulgado até o momento.

Recentemente, a Forbes revelou o motivo do adiamento. A série é produzida pela Weinstein Company / Dimension Films, e após o escândalo envolvendo Harvey Weinstein, a série teve sua estreia colocada em “aguardando”.

Agora, a atriz Keke Palmer respondeu a um fã em seu Instagram, que perguntava sobre o futuro do programa, sugerindo que a estreia do 3º ano poderia acontecer em Outubro agora. Confira:

Apesar da atriz não ter confirmado nada oficialmente, aumentam as possibilidades do seriado ser lançado ainda esse ano.

‘Scream’: Netflix encerra acordo com Weinstein Company e série pode ser cancelada

Pensando nisso, os fãs do seriado estão pedindo explicações e novidades à MTV. No Twitter, criaram a hashtag #ReleaseMTVScreamNews, na tentativa de receber informações sobre quando a nova temporada será lançada.

Segundo a protagonista KeKe Palmer, a série está pronta e o material é ótimo.

“Palmer afirmou que o showrunner está com o material pronto e a série deve ser lançada na primavera norte-americana (entre abril e junho)”, afirmou a Forbes.

Novidades devem surgir em breve.

O reboot terá seis episódios.

O elenco conta com R.J. Cyler (‘Power Rangers’),  Keke Palmer (Scream Queens), Giorgia Whigham (13 Reasons Why),  Jessica Sula (‘Skins’), C.J. Wallace (‘Notorious B.I.G.’), Tyga e Jessica Sula (‘Fragmentado’).

Tyler Hoechlin e Gideon Emery – ambos da série ‘Teen Wolf‘ – farão participações especiais!

Brett Matthews, roteirista e produtor das séries ‘The Vampire Diaries‘ e ‘Supernatural‘, será o novo showrunner. Queen Latifah foi confirmada como produtora-executiva, ao lado de Shakim Compere e Yaneley Arty.

10 curiosidades de ‘Velocidade Máxima’, um clássico da ação dos anos 90

Quando se fala da década de 1990, muitos pensam nas comédias românticas ou no renascimento das animações da Disney. Entretanto, os filmes de ação passaram por uma fase bem interessante, já que os Brucutus dos anos 80 começaram a decair, fazendo com que os executivos e roteiristas precisassem reinventar o gênero para conquistar novos públicos nas telonas.

Foi dessa necessidade que surgiu Velocidade Máxima, um filme que foi inicialmente considerado pelos executivos como uma grande bobeira, mas que acabou se tornando um dos ícones do cinema de ação da década de 1990. Estrelado por Keanu Reeves e Sandra Bullock, o longa arrasou na crítica e na bilheteria, cativando uma geração inteirinha de fãs. Pensando nisso, o CinePOP listou10 curiosidades sobre os bastidores do clássico. Confira!

Orçamento estourado

O filme estourou o orçamento antes mesmo de estar finalizado. Tanto que as exibições-teste foram para as sessões com a sequência do metrô ainda em storyboards animados. Mas nem isso atrapalhou as exibições. Ao fim do período de testes, os comentários do público foram tão positivos que o estúdio liberou uma verba extra para finalizar o filme.

Sucesso

Ainda sobre as exibições-teste, um dos produtores do filme comentou que sabia que o longa seria um grande sucesso porque reparou que as pessoas que levantavam para ir ao banheiro durante a exibição iam subindo as escadas da sala de costas, tentando perder o mínimo possível do filme.

Aluna nota 10

Para interpretar o papel de Annie, a atriz Sandra Bullock se matriculou em uma autoescola para aprender a dirigir ônibus. Bullock se dedicou bastante e conseguiu ser aprovada no exame prático logo na primeira tentativa.

Direção

Inicialmente, a direção do filme foi oferecida a Quentin Tarantino. O diretor ouviu a proposta, mas recusou o projeto. E ele não ficou chateado por ter deixado o longa passar, tanto que inseriu Velocidade Máxima na sua lista dos 20 melhores filmes lançados desde 1992.

Ghost-writer

O roteiro do filme foi reescrito por Joss Whedon, que fez um trabalho pesado e terminou nem sendo creditado por isso. Estima-se que ele tenha alterado e refeito praticamente todos os diálogos do filme.

Sem dublês 

Keanu Reeves, o atual queridinho de Hollywood, fez aproximadamente 90% de suas cenas de ação, apelando o mínimo possível para o uso dos dublês. Inclusive, essa decisão do ator meio que obrigou a equipe criativa a alterar o roteiro para que o personagem do ator não fosse exposto a situações muito mirabolantes, evitando que Reeves se arriscasse tanto no papel.

Três Desejos

Na verdade, a possibilidade de fazer suas próprias cenas de ação foi uma das manobras feitas pelo diretor para convencer Reeves a entrar no projeto, porque o ator não gostou muito do que viu inicialmente e não queria fazer parte de uma franquia de ação. Os outros fatores que o fizeram mudar de ideia foi o roteiro reescrito de Joss Whedon e a promessa de que o filme seria do mesmo nível de Duro de Matar.

Ônibus

Apesar de se passar praticamente todo dentro de um único ônibus, o filme contou com uma frota de dez ônibus idênticos para as filmagens. Cada um deles tinha sua particularidade, sendo um deles feito exclusivamente para os dublês e outro todo modificado para a icônica cena do salto da ponte, com maior potência no motor e amortecedores mais fortes.

Trânsito infernal 

As cenas gravadas na rodovia foram um verdadeiro “pesadelo de logística”, segundo o diretor. Eles gravaram as cenas com todo o cuidado para evitar quaisquer erros. Isso porque cada nova cena fazia com que todos os carros no entorno precisassem voltar e refazer seus movimentos iguais aos da cena anterior para evitar erros de continuidade.

O home da hora

Quando o filme chegou aos cinemas e se tornou um sucesso de público, o relógio que o personagem de Keanu Reeves usava já havia saído de linha. No entanto, a procura pelo modelo G-Shock DW-5600C foi tão grande que a Casio teve que retomar a produção para atender a demanda do público.

Velocidade Máxima está disponível no Star+.

Crítica | Agradecimento e Desculpas – Filme da Netflix Propõe Reflexão Sobre Relações Familiares Nesse Fim de Ano

Fim de ano é tempo de limpar todas as coisas ruins que aconteceram ao longo dos 365 dias e projetar bons pensamentos e sonhos a realizar no ano por vir. É tempo também de refletir sobre as coisas que aconteceram, pensar nos equívocos e acertos, agradecer pelas coisas boas e, em teoria, também pedir desculpas pelos erros cometidos no trajeto. Numa pegada bem nesse sentido estreou na Netflix o drama sueco ‘Agradecimento e Desculpas’, uma história comum que convida o espectador à reflexão.

Sara (Sanna Sundqvist) está grávida de 8 meses. Ela é uma mulher comum, mãe de um menino, e, certo dia, é surpreendida por seu marido, Daniél (Mattias Ramos), que pede para dar um tempo na relação e decide dormir sozinho porque precisa pensar. No dia seguinte, depois de dormir na sala, Sara encontra Daniél morto no quarto do casal. Sem saber o que fazer e diante da perspectiva de ter que cuidar de uma criança pequena e estar prestes a dar luz à outra, Sara vai se deixando levar pelos acontecimentos e pelas interferências de sua sogra Helen (Ia Langhammer). Mas é no funeral de seu marido que sua irmã mais velha, Linda (Charlotta Bjorck, que é a cara da Eleven, de ‘Stranger Things’), que se identifica pelo gênero masculino, reaparece em sua vida e aos poucos passa a participar cada vez mais do cotidiano da pequena família, o que causa ciúmes em sua sogra. Dentre o acontecimento trágico do presente e ressentimentos antigos no passado, todos esses personagens repensarão suas vidas antes da nova criança nascer.

Em uma hora e meia de duração, ‘Agradecimento e Desculpas’ é um drama estilo lavando a roupa suja, só que com pitadas de humor – e esse é o melhor acerto do filme. Em vez de carregar nos insultos, na dramaticidade, na intensidade dos eventos, o roteiro de Marie Osterbye propõe a pausa, deixando ao espectador a imaginação de todos os gritos, motivos, explicações, frustrações. Se por um lado isso suaviza o enredo, por outro dá uma sensação de que o filme corre com o freio de mão ativado, sem se permitir transbordar todas as emoções até chegar na catarse final – e, mesmo então, o faz com certa retenção.

Outro ponto interessante do filme de Lisa Aschan é a forma como trata a identificação de gênero, com bastante naturalidade (ponto o qual a tradução brasileira acompanhou, respeitando as escolhas originais e tratando o personagem Linda como tio Linda). A diretora debruça um olhar interessante sobre o cotidiano da protagonista grávida, mostrando-a independente, capaz de se abaixar, de levantar, subir e descer escadas; mesmo que com cuidados, a protagonista gerencia a própria casa permitindo-se uma espécie de luto interno, como que impossibilitada de externar qualquer tipo de sentimento (medo, raiva, tristeza, saudade) diante do turbilhão inacreditável em que sua vida se torna na reta final da gravidez.

Agradecimento e Desculpas’ é um filme interessante para assistir nessas últimas horas de 2023. É sobre agradecer e se desculpar, mesmo pelas coisas antigas, mesmo sobre coisas que nem se lembrava de ter ocorrido. Uma mensagem interessante para encerrar bem o ano e chegar em 2024 mais leve.

‘No Glory’: Kumail Nanjiani será protagonista de novo filme produzido por Adam McKay

Kumail Nanjiani foi cotado para estrelar na nova comédia de espionagem produzida por Adam McKay‘No Glory’.

O filme é baseado em um manuscrito assinado pelo autor Scott Shephard sobre o tempo que passou no Centro Nacional de Operações de Segurança, servindo ao seu país. O relato único é descrito como o “exuberante patriotismo de um jovem americano no serviço clandestino de uma inconsciente nação.

“Mal posso esperar para mergulhar nesta incrível história”, McKay disse. “Com Kumail no centro dos holofotes, isso tem uma grande chance de ser especial”.

Will Ferrell também entra como produtor do longa-metragem, com roteiro adaptado por Sam Bain. Ainda não há diretor atado ao projeto.

Recentemente, Nanjiani recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro junto à esposa, Emily V. Gordon, pela dramédia Doentes de Amor. McKay, por sua vez, recebeu indicação de Melhor Direção por seu filme Vice, cuja premiação ocorreu no último domingo, 24.

‘Star Trek: Picard’: Filmagens da 2ª temporada já começaram!

Em entrevista ao site TrekCore, o produtor-executivo Alex Kurtzman de Star Trek: Picard’ revelou que, poucas semanas depois da primeira temporada ser finalizada, o próximo ciclo já entrou em produção.

“Definitivamente já começamos”, ele comentou.

O primeiro episódio estreia no dia 23 de janeiro de 2020.

Michael Chabon foi contratado para supervisionar a equipe como showrunner.

Chabon tem uma extensa filmografia tanto nos cinemas quanto na televisão, incluindo Homem-Aranha 2As Incríveis Aventuras de Kavalier & Clay’ e já era parte da equipe da roteiristas do show.

A série terá como personagem principal Jean Luc-Picard (com o retorno de Patrick Stewart às telinhas), que apareceu em duas séries e quatro filmes, sendo a primeira vez em 1987. Picard também fez uma aparição especial com Star Trek: Deep Space Nine’ antes de migrar para as telonas.

Alison Pill (The Newsroom‘), Harry Treadaway (‘Penny Dreadful) e Isa Briones  (‘American Crimes Story: Versace‘)  são as mais recentes adições à produção.

Os detalhes referentes aos seus respectivos personagens permanecem em sigilo.

Hanelle Culpepper assume a direção do projeto. Culpepper tem um extenso currículo que incluí episódios de Sleepy HollowGrimmCastleGothamLuciferThe Flash, além de ter entrado no universo intergaláctico com Star Trek: Discovery’.

Kurtzman, não poupou elogios à diretora:

Hanelle é uma diretora habilidosa e dinâmica, cujas escolhas cênicas são sempre enraizadas no personagem. Sou um grande fã de seu trabalho desde começou conosco em ‘Discovery’, e ela é a pessoa perfeita para reintroduzir o amado personagem Picard para os antigos e os novos fãs. Estamos muito animadas em tê-la na mais nova aventura da família Trek. 

‘Will & Grace’: Último episódio da série ganha data de estreia

NBC revelou recentemente que o último episódio do revival de Will & Grace já tem data para ser transmitido: a série chegará a um novo film no dia 23 de abril.

Confira a sinopse:

“Com o apartamento todo embalado, Will está determinado a não sofrer por sua vida na cidade ou por seu ex, McCoy. Grace, às vésperas de dar à luz, continua tendo alarmes falsos sobre o parto. Karen vai ao topo da Estátua da Liberdade para finalmente conversar com o ex-marido. O sonho de Jack em ser aplaudido em um show na Broadway se transforma numa possibilidade muito real”.

Minnie DriverBrian Jordan Alvarez são os convidados especiais do series finale.

Os produtores executivos da série, Max Mutchnick, David Kohan e James Burrows, falaram sobre o fim do revival, após sua terceira temporada:

“Em 2016, Bob Greenblatt nos abordou com uma ideia de fazer um reboot de ‘Will & Grace’ com 10 episódios. Costumam dizer que não podemos retornar para casa, mas nós voltamos. E agora, três temporadas e 52 episódios depois, estamos ainda mais orgulhosos de algo que nunca pensamos que seria possível termos a chance de fazermos novamente. Tivemos uma oportunidade única na vida… duas vezes. E, por isso, agradecemos duplamente a gratidão da NBC, que nos deu apoio e um lar desde o primeiro dia.”

Criada por David Kohan e Max Mutchnick, a série original durou por 8 temporadas (1999-2006).

Não existe algo que separe Will Truman e Grace Adler. Ele é gay e ela é hétero. Will é um prestigiado advogado, que tem uma divertida amizade com Jack, que também é gay e está procurando emprego. Grace é uma decoradora de primeira, mas tem problemas em estabelecer uma boa relação de trabalho com sua assistente, Karen, uma cativante milionária de língua afiada.

O elenco conta com Eric McCormack, Debra Messing, Megan Mullally e Sean Hayes.

Os 10 Melhores Videoclipes da Carreira de Lady Gaga

Lady Gaga é um dos titãs do pop contemporâneo e revolucionou o cenário musical quando surgiu em 2008 – chegando a influenciar até mesmo veteranas da indústria. Um Oscar, 11 Grammys e centenas de prêmios mais tarde, Gaga firmou-se na esfera fonográfica com força descomunal e permanece mais ativa do que nunca, dominando o entretenimento com uma perspectiva artística impecável.

Ao longo de seus breves doze anos de carreira, a performer também entregou videoclipes sensacionais, dirigidos por realizadores com tendências cinemáticas de tirar o fôlego – como não lembrar, por exemplo, da irreverência estética de “Applause” e de sua encarnação de Maria Madalena no blasfemo “Judas”?

Depois de analisar sua discografia e seu impacto no entretenimento, chegou a hora de separamos os 10 melhores clipes de Lady Gaga.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

  1. “Rain On Me” (2020)

Direção: Robert Rodriguez

Cyber-punk, futurista e recheado de figurinos coloridos e vibrantes, “Rain On Me” é a segunda incursão do panteão de ‘Chromatica’, último álbum lançado de Gaga. Colaborando com Ariana Grande, as duas artistas falam sobre traumas passados e celebram suas próprias lágrimas enquanto dançam ao lado da outra em dois mundos espelhados que se convergem em uma explosão de energia e dança.

  1. “Poker Face” (2008)

Direção: Ray Kay

“Poker Face” é um dos vídeos que mais resumem a década de 2000. Filmado em uma estonteante villa patrocinada pela Bwin, o clipe representa a amálgama ambiciosa por Gaga em sua estreia, ‘The Fame’, além de suas ideias sobre a cultura pop. Emergindo de uma piscina e usando um collant, a performer participa de uma festa regada a jogos e à bebida, além de mostrar o apreço da artista por tendências sci-fi.

  1. “Telephone” (2009)

Direção: Jonas Åkerlund

Talvez a maior parceria feminina dos anos 2000, Gaga uniu forças com Beyoncé em uma escapada criminal que ganhou o título de “Telephone”. A sequência de “Paparazzi” é recheada de referências cinematográficas, incluindo ‘Kill Bill’ e ‘Thelma & Louise’, e traz as duas lendárias artistas em uma batalha pela liberdade.

  1. “Judas” (2011)

Direção: Lady Gaga e Laurieann Gibson

Gaga fez sua estreia diretorial com “Judas”, uma de suas músicas e construções visuais mais polêmicas. Rechaçada pela Igreja Católica, toda a arquitetura funciona como uma releitura contemporânea da Bíblia e da história de Jesus, Judas Iscariotes e Maria Madalena, trazendo os personagens para uma missionária aventura com apóstolos motoqueiros e inclinações para diversas mitologias – incluindo a greco-romana e a egípcia.

  1. “Paparazzi” (2009)

Direção: Jonas Åkerlund

Åkerlund trabalhou pela primeira vez com Gaga na monstruosa produção de “Paparazzi”. Na narrativa, que também traz a presença de ninguém menos que Alexander Skarsgård como o vilão da história, a artista dá vida a uma estrela decadente que é seguida por fotógrafos em qualquer lugar e, além disso, é quase assassinada por seu namorado. Jurando vingança, ela se lança numa jornada de sobrevivência inspirada por clássicos filmes e ensaios artísticos – e ressignificações da própria indústria midiática.

  1. “Applause” (2013)

Direção: Inez and Vinoodh

“Applause” faz parte da subestimada e irreverente obra ‘ARTPOP’, que foi duramente criticada à época de seu lançamento e redescoberta como uma incrível e ousada mudança para o cenário mainstream. O cinemático clipe é uma homenagem a Andy Warhol e ao movimento pop-art, misturando as tendências dos anos 1950 aos clássicos expressionistas ‘O Gabinete do Dr. Caligari’ e ‘Nosferatu’.

  1. “Yoü and I” (2011)

Direção: Laurieann Gibson

Rodado em Springfield, Nebraska, “Yoü and I” é uma belíssima incursão country-pop que traz os vários alter-egos de Gaga, incluindo Jo Calderone e Yüyi. O principal conceito dessa produção de alto calibre é a jornada da artista em busca de seu amado – um cientista maluco que é interpretado por Taylor Kinney.

  1. “Alejandro” (2009)

Direção: Steven Klein

O aclamado fotógrafo Steven Klein ficou responsável pelo clipe de “Alejandro”, que representa o amor de Gaga pela comunidade LGBTQ+ e a traz numa inflexão à la Bob Fosse com diversos soldados dançarinos em um cabaret. Assim que o vídeo foi lançado, a performer foi alvo de polêmicas por seu retrato blasfemo da mitologia católica e por suas inclinações para o BDSM.

  1. “Marry the Night” (2011)

Direção: Lady Gaga

Gaga ficou responsável por uma das maiores obras-primas visuais do século, o nostálgico e perturbador “Marry the Night”. O electro-rock-pop conta a história da própria cantora em busca de sua fama e de sua glória, filmado em Nova York e criando um universo psicodélico que é ambientado em uma clínica mental, um estúdio de dança, seu próprio apartamento em Nova York e um estacionamento abandonado.

  1. “Bad Romance” (2009)

Direção: Francis Lawrence

Surreal, alegórico e bastante teatral, o videoclipe de “Bad Romance” é considerado por vários especialistas e críticos musicais como o melhor do século XXI. Aqui, temos a mitologia do nascimento dos little monsters (alcunha dada à fanbase da cantora) e da própria mother monster; ela é capturada por um grupo de supermodelos que a drogam e a vendem para a máfia russa – e, eventualmente, Gaga ateia fogo em um deles.

‘Além das Montanhas’: Diretor traz detalhes sobre o romance estrelado por Emily Blunt e Jamie Dornan em novo vídeo

O romance Além das Montanhas (Wild Mountain Thyme), estrelado por Emily BluntJamie Dornan, ganhou um novo vídeo de bastidores em que o diretor John Patrick Shanley revela detalhes sobre a história.

Confira:

A Imagem Filmes lança o filme nos cinemas brasileiros no dia 25 de fevereiro de 2021.

Jon HammDearbhla MolloyChristopher Walken completam o elenco.

O filme é ambientado na Irlanda e gira em torno de Anthony (Dornan), que passa grande parte do tempo trabalhando nos campos de sua casa e é constantemente menosprezado por seu pai (Walken), que inclusive ameaçou entregar a fazenda para seu primo norte-americano (Hamm). Rosemary (Blunt), por sua vez, nutre de certo rancor por ter sido humilhada por Anthony na infância, mas acaba se apaixonando por ele. Sua mãe, Aoife (Molloy), luta para unir as duas famílias antes que seja tarde demais.

Leslie UrdangAnthony BregmanMichael HelfantBradley GalloAlex WitchelMartina Niland entram como produtores.

A obra funciona como adaptação da icônica e ovacionada peça da Broadway Outside Mullingar, sendo indicada para o prêmio de Melhor Peça no Tony Awards em 2014.