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Premiado no Festival de Cannes, ‘Emilia Pérez’ ganha trailer com show de atuação de Selena Gomez

Ganhador do Prêmio do Júri e de Atuação Feminina no Festival de Cannes de 2024, o elogiadíssimo ‘Emilia Pérez‘ ganhou seu primeiro trailer.

O elenco conta com Zoe Saldaña e Selena Gomez – premiada no Festival por sua atuação.

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“Em Emília Perez, ambientado no México, acompanhamos a história de Rita (interpretada por Zoe Saldana), uma advogada excepcional cujo talento é subutilizado em uma firma de baixa qualidade. Em vez de buscar a justiça, a firma encobre crimes. Um dia, surge uma proposta irrecusável para Rita: ajudar Juan Del Monte, o temido chefe do cartel, a se aposentar de seu negócio e desaparecer para sempre”.

O filme é dirigido por Jacques Audiard, conhecido porO Profeta, com roteiro também de Jacques Audiard (Paris, 13º Distrito).

A Netflix adquiriu os direitos de distribuição nos EUA, mas ainda não anunciou a data de estreia.

‘Invencível’: Robert Kirkman dá atualização promissora sobre as próximas temporadas

Robert Kirkman, criador da aclamada série animadaInvencível’, revelou planos ambiciosos para o futuro da produção. Segundo o ScreenRant, Kirkman revelou que a 4ª temporada está prevista para estrear no início de fevereiro de 2026, com o objetivo de lançar novas temporadas anualmente.

“Acho que o cronograma de lançamentos em que estamos agora é muito mais o que podemos esperar daqui para frente, em vez do cronograma de lançamentos que tivemos entre a 1ª e a 2ª temporada”, afirmou Kirkman. “Estamos trabalhando em um ritmo frenético nos bastidores com toda a equipe para manter essa ‘fábrica’ em movimento e continuar a produção da série, para que possamos lançar os episódios de forma mais regular. Não posso garantir que voltaremos todo ano em fevereiro, mas posso dizer que esse é o objetivo”.

A série Invencível é uma adaptação dos quadrinhos homônimos de Kirkman, que já foram concluídos. O criador pretende adaptar toda a história em sete ou oito temporadas.

A nova temporada de Invencível finalmente chegou ao catálogo do Prime Video.

Relembre o trailer:

Na trama, acompanhamos a história de Mark Grayson, um adolescente comum que trabalha numa lanchonete após a aula, que curte quadrinhos e que possui alguns amigos. A grande diferença dele para os demais jovens é o fato de ser o filho do maior super-herói do planeta, o Omni-Man. Não demora muito e Mark começa a desenvolver os mesmos poderes de seu pai, tais como voo, super força e super velocidade. Essa novidade vai transformar sua vida de formas inimagináveis.

Lembrando que o astro Jeffrey Dean Morgan (‘The Walking Dead’, ‘The Boys’) fará parte do novo ciclo. Detalhes sobre seu personagem não foram revelados.

O elenco é composto também por Steven Yeun, J.K. Simmons, Mark Hamill, Chris Diamantopolous, Walton Goggins, Grey Griffin, Gillian Jacobs, Melise, Jason Mantzoukas, Andrew Rannells, Kevin Michael Richardson e Seth Rogen.

Aaron PaulSimu LiuJonathan BanksKate MaraXolo MaridueñaJohn DiMaggioTzi MaDoug BradleyChristian Convery fazem parte da nova leva de episódios.

Ron Howard revela como foi chamado para concluir ‘Solo: Uma História Star Wars’

O cineasta Ron Howard, responsável por finalizar ‘Solo: Uma História Star Wars’, a prequela que apresenta a nova origem “canônica” de Han Solo, falou recentemente sobre sua experiência no projeto que dividiu opiniões entre fãs e críticos.

Ele relembrou como foi chamado para concluir o filme após a demissão dos diretores originais, Phil Lord e Chris Miller.

Segundo o ComicBookMovie, Howard contou que foi procurado após uma reunião com a presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, e o roteirista Jonathan Kasdan.

“Eles basicamente disseram: ‘Chegamos a um impasse criativo com Lord e Miller. Você consideraria entrar no projeto?'”, relembrou. “Assisti a algumas cenas já editadas e entendi o que estava incomodando o estúdio. Eles gostavam do roteiro como estava e queriam um ‘filme de Star Wars’, mas havia um desalinhamento de tom logo no início. Eles não estavam convencidos de que o que Phil e Chris estavam fazendo funcionaria bem”.

Howard prosseguiu: “Eu não podia julgar completamente, porque não vi material suficiente para formar uma opinião. Mas o estúdio estava certo do que queria. Assim que eu disse: ‘Ok, acho que posso trabalhar com esse roteiro e entendi o que vocês esperam’, eles responderam: ‘Vamos precisar refilmar muita coisa’. Vi o filme inteiro e apontei algumas cenas que achei excelentes”.

Apesar da substituição no comando, o diretor fez questão de destacar o profissionalismo da dupla original:

“Phil e Chris foram extremamente elegantes durante todo o processo”, afirmou. “Eles simplesmente estavam enxergando dois filmes diferentes. Eu entrei, me diverti bastante, mas não há nada de pessoal nesse filme. Ainda assim, é uma pena. Mal posso esperar pelo próximo projeto dos dois”.

Por fim, ele se lembra de um conselho que George Lucas, criador de Star Wars e amigo de longa data do diretor, o deu: “Só não se esqueça, esse filme é para garotos de 12 anos”.

Lembrando que a segunda e última temporada de Andor, a mais recente adição ao universoStar Wars, já está disponível para streaming no catálogo do Disney+.

Relembre o trailer:

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

Jessie Buckley revela lesão sofrida durante as gravações de ‘A Noiva!’: “Meu dedo estava do tamanho de uma árvore”

A atriz Jessie Buckley, protagonista do aguardado longa A Noiva!’, compartilhou recentemente os desafios físicos de dar vida à icônica personagem. Conforme o Deadline, Buckley revelou que sofreu uma lesão real durante a reta final das gravações: um dedo do pé quebrado.

O incidente ocorreu em um momento de exaustão, durante a filmagem de uma sequência de ação na última semana de produção.

“A cena mais difícil, justamente porque eu realmente quebrei o dedo do pé, foi na última semana de filmagens, e eu estava exausta. Na cena, havia um tiro sendo disparado, e eu acabei esticando demais o dedo do pé ao cair para trás muitas vezes. Tive que voltar no dia seguinte para filmar a cena, e meu dedo estava do tamanho de uma árvore”, relembrou a atriz.

Apesar do ferimento, Buckley manteve o otimismo e brincou com a situação, relacionando-a às características da própria A Noiva!’ de Frankenstein.

“Estava muito inchado, mas isso também tem seu lado divertido. E eu já deveria ter uma perna mais curta que a outra de qualquer forma, então provavelmente ajudou”, concluiu.

O longa chega aos cinemas nacionais em 5 de março.

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Maggie Gyllenhaal, indicada ao Oscar pelo seu trabalho em ‘A Filha Perdida‘, é responsável pela direção e roteiro.

O elenco ainda contará com Penelope CruzAnnette Bening, Jake Gyllenhaal e John Magaro.

Na trama…

“Na década de 1930, um solitário Frankenstein viaja para Chicago em busca da ajuda do Dr. Euphronius para criação uma companheira. Os dois ressuscitam uma jovem assassinada e, assim, nasce a Noiva. Ela está além do que qualquer um deles pretendia, dando início a um romance explosivo, à atenção da polícia e a um movimento social selvagem e radical.”

Essa nova versão de ‘A Noiva de Frankenstein‘ será uma releitura do filme original lançado em 1935, dirigido por James Whale, que por sua vez era uma sequência do icônico ‘Frankenstein‘ de 1931, ambos considerados clássicos do gênero de monstros.

‘A Odisseia’: Robert Pattinson surpreende com opinião POLÊMICA sobre a relação de Antínoo com Penélope

A Odisseia segue em cartaz nos cinemas nacionais e, agora, o ator Robert Pattinson, que interpreta o vilão Antínoo, comentou sobre seu trabalho no longa. Na conversa, ele revelou uma visão bastante inusitada sobre a relação de seu personagem com Penélope (Anne Hathaway).

Em entrevista à People, Pattinson contou que acredita que Antínoo vive uma verdadeira história de amor com a esposa de odisseu:

“Eu não acho que ele seja realmente o vilão. Acho que ele é apenas… Bem, é uma história de amor!”, afirmou o ator.

Questionado sobre a dinâmica entre Penélope e Antínoo, Pattinson respondeu em tom de brincadeira: “Penélope está apenas esperando Antínoo ficar mais velho”.

Ao ser perguntado se gosta de explorar seu lado mais sombrio nas telas, o astro respondeu com bom humor: “Gosto. Gosto de diminuir as expectativas das pessoas. Esse sempre foi meu lugar favorito. Prometer menos e entregar mais. Esse é o meu lema”.

ACLAMADO! ‘A Odisseia’ abre com 98% de aprovação dos críticos no RT; Confira as reações!

A Odisseia’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Confira nossa crítica em vídeo:

Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda.

O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.

O elenco grandioso ainda conta com Tom Holland, Anne Hathaway, Robert Pattinson, Lupita Nyong’o, Zendaya, Charlize Theron, Jon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill Irwin e Samantha Morton.

Primeiras Impressões | ‘A Odisseia’ é um fabuloso ÉPICO que marca mais um grandioso filme de Christopher Nolan

Saiba Mais » A Odisseia

O longa-metragem é um dos lançamentos mais aguardados do ano. Orçado em US$ 250 milhões de dólares, o filme adapta o conto de Homero em um épico que reúne um grande elenco de estrelas, além de apresentar efeitos visuais e práticos inovadores. A produção marca um marco técnico na carreira de Nolan, sendo a primeira filmada inteiramente com câmeras IMAX de 70 mm.

Novo ‘Batman’ gera debate sobre quem é o MELHOR Cavaleiro das Trevas; Qual é na SUA opinião?

Foram oito atores talentosos que atuaram como o Batman em vários filmes live-action, com Robert Pattinson sendo o mais recente a vestir a lendária capa e capuz no lançamento ‘The Batman‘, dirigido por Matt Reeves. Antes dele, os atores Adam West, Robert Lowery, Lewis Wilson, Michael Keaton, Val Kilmer, George Clooney, Ben Affleck e Christian Bale interpretaram Bruce Wayne também.

Após as performances de Christian Bale em ‘Batman Begins‘, ‘O Cavaleiro das Trevas‘ e ‘O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, trilogia dirigida por Christopher Nolan, ele foi considerado por muitos críticos e fãs como o modelo perfeito para o personagem Batman. Porém, agora com a chega de ‘The Batman‘, os fãs que viram a versão de Robert Pattinson e ficaram impressionados, estão debatendo sobre quem é o melhor deles.

Abaixo vemos vários usuários discutindo no Twitter sobre qual é o melhor deles:

Um usuário acredita que Robert Pattinson nunca vai se comparar a Christian Bale como o Batman.

Outra diz que Christian Bale será o Batman “para sempre”.

Outro falou que Christian Bale continua sendo o melhor Batman.

Por outro lado, muitos usuários do Twitter estão dizendo que Pattinson está dando uma surra em Christian Bale com Batman. Um usuário até se desculpou com Bale e Affleck, afirmando que Pattinson é definitivamente ‘o’ Batman.


Durante uma coletiva de imprensa, da qual o CinePOP participou, o diretor e corroteirista do longa deu detalhes sobre a impressionante cena inaugural do longa, que de início trará uma perspectiva diferente para a audiência.

Segundo Reeves, o vilão Charada é quem abre a trama de forma misteriosa, a fim de instigar a curiosidade dos fãs:

“Eu queria começar o filme com um gigante título que dissesse ‘The Batman‘ e começasse com essa respiração profunda, em que a audiência sentisse algo como se estivesse no ponto de vista de outra pessoa. Queria que as pessoas se perguntassem: ‘Será que estamos vendo isso pelo ponto de vista do Batman?’ E não, você não está. Está vendo pelo ponto de vista do Charada. Mas em outro lugar, você vê o ponto de vista do Batman, do Bruce, e fica se questionando: ‘Seria o Charada?’ Então há essa sugestão sutil, que faz a audiência se questionar: ‘Será que há algum tipo de diálogo entre esses dois personagens?'”

O diretor foi ainda mais além e ponderou sobre como o momento em questão veio à tona. Para ele, é importante criar uma atmosfera que motive a audiência a sair de sua zona de conforto.

Para mim, o processo criativo é uma página branca, é estar de joelhos em um quarto escuro, tateando e tentando alcançar algo que seja familiar. Eu sabia que queria trabalhar com essa iteração de um Batman mais jovem, que está no começo de seu arco e que possui espaço para crescer e se despertar, colocando-o no centro deste mistério, que fosse nos levar no caminho de todos esses personagens. Por exemplo, para a cena de abertura, me vi pensando sobre o Charada, o seu ponto de vista e a ideia de tentar entrar em sua perspectiva. Quando eu vou ao cinema, eu amo essa ideia de colocar a audiência em uma relação empática com personagens que talvez ela normalmente não teria – para que então ela possa ter a experiência de se imergir na percepção de outra pessoa”. 

Ao longo da coletiva, o elenco principal ainda compartilhou suas reações ao assistir ao filme pela primeira vez. Para o astro Robert Pattinson, o resultado final foi surpreendente:

“Eu assisti as duas primeiras versões do filme antes da versão final. Poder ver depois como todas as coisas se encaixaram de forma tão bem alinhada e ajustada foi algo impressionante. Eu realmente fiquei impressionado com o resultado final”.

Jeffrey Wright, intérprete do Comissário Gordon, complementou o raciocínio do colega de elenco, afirmando que Reeves conseguiu transpor toda a riqueza de seu roteiro para dentro da trama.

“O que mais me impactou foi o que o Matt fez. O filme que está nas telas é o filme que vemos escrito no roteiro. E ver que esse material foi completamente realizado é gratificante! E não apenas por poder fazer parte disso, mas também porque – como o próprio Robert disse – o resultado é realmente impressionante”.

Para Paul Dano, que dá vida ao vilão Charada, ‘The Batman‘ promove uma experiência profunda na audiência, absorvendo-na do começo ao fim da trama:

“Ele é muito imersivo desde sua cena de abertura até o final. Eu amo quando assisto a um filme e o cineasta me leva na primeira tomada e vai me absorvendo até o fim. E como parte do público você não tem escolha a não ser se entregar. E para mim, aqui como audiência, essa é a melhor sensação! E eu acho que esse filme é isso e mal posso esperar para ver a reação dos fãs”. 

O veterano John Turturro, intérprete de Carmine Falcone, ainda compartilhou o seu entusiasmo de fazer parte da mais nova iteração do herói mais amado pelos fãs dos quadrinhos. Em sua fala, ele ainda ponderou sobre a dinâmica de tela entre Pattinson e Zoë Kravitz.

“Eu fiquei muito feliz de poder fazer parte do filme. Não conseguia acreditar que estava em um filme do Batman. E fiquei muito fixado na relação entre o Robert e a Zoë. Eu achei muito incomum a forma como eles lidavam um com o outro”.

Lembrando que ‘The Batman‘ estreia em 03 de março e terá duração de 176 minutos (2 horas e 56 minutos), tornando-o o filme mais longo do personagem.

Até então, o mais longo era ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, com 2 horas e 45 minutos, seguido por ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ e ‘Batman vs. Superman‘, ambos com 2 horas e 32 minutos.

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Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

Jane Fonda, Lily Tomlin, Rita Moreno e Sally Field surgem surtadas por Tom Brady em nova comédia biográfica

Jane Fonda e Lily Tomlin se uniram à Rita Moreno e Sally Field para caçar o jogador Tom Brady. Elas estrelam a próxima comédia ‘80 for Brady‘ (ainda sem título nacional), cujas primeiras fotos foram divulgadas na última terça-feira (16).

Inspirada em uma história real de fãs de futebol, as atrizes interpretam quatro melhores amigas que viajam para o Super Bowl de 2017 para ver seu jogador favorito.

Fazendo a transição da NFL para Hollywood, Tom Brady também estrela e produz o longa. O elenco é formado também por Billy Porter, Guy Fieri, Bob Balaban, Glynn Turman, Ron Funches, Jimmy O. Yang e Harry Hamlin.

Veja as fotos:

Rita Moreno plays Maura, Jane Fonda plays Trish, Lily Tomlin plays Lou and Sally Field plays Betty in 80 For Brady from Paramount Pictures.
Tom Brady on the set of 80 For Brady from Paramount Pictures.
Billy Porter plays Gugu, Rita Moreno plays Maura, Jane Fonda plays Trish and Lily Tomlin plays Lou in 80 For Brady from Paramount Pictures.
Sally Field plays Betty and Guy Fieri plays himself in 80 For Brady from Paramount Pictures.

Notícias anteriores dizem que os ex parceiros de time de Brady, Rob Gronkowski, Julian Edelman e Danny Amendola também aparecerão no filme.

Fonda, Tomlin, Moreno, Field e Brady falaram à revista PEOPLE para saber o que está por vir no filme, programado para estrear em 3 de fevereiro.

“Eu vi um vídeo de uma das mulheres recebendo uma ligação de Tom Brady para dizer a ela que seu neto havia dado a ideia a seu agente, e ele estava tão empolgado com a história que ia fazer um filme sobre a aventura deles… Eu amei essa mulher”, contou Tomlin.

“A oportunidade de trabalhar ao lado dessas quatro mulheres incrivelmente talentosas foi realmente uma experiência única na minha vida”, disse Brady.

80 para Brady‘ ainda não tem data de estreia.

Até o Fim

(All is Lost)

 

Elenco:

Robert Redford.

Direção: J.C. Chandor

Gênero: Ação, Aventura, Drama

Duração: 106 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 9 milhões

Estreia: 7 de Março de 2014

Sinopse:

O vencedor do Oscar® Robert Redford estrela o suspense em águas abertas sobre a batalha de um homem por sua sobrevivência. Escrito e dirigido pelo indicado ao Oscar®J.C. Chandor (Margin Call — O Dia Antes do Fim), com trilha Sonora de Alex Ebert (O Que Esperar Quando Você Está Esperando), o filme é um tributo visceral e emocionante à ingenuidade e à resiliência.

Em uma viagem solo ao Oceano Índico, um homem acorda e encontra seu veleiro de 39 pés inundando, após colidir com um contêiner que flutua à deriva em alto-mar. Com seus equipamentos de rádio e navegação quebrados, o homem navega a esmo, a caminho de uma tempestade violenta. Apesar do sucesso em remendar o buraco feito pelo contêiner, sua intuição de marinheiro e os anos de experiência no mar, o homem quase não sobrevive à tormenta. Usando apenas um sextante e mapas náuticos, ele precisa confiar nas correntes marítimas para, quem sabe, chegar a uma rota náutica encontrar outra embarcação. Mas o sol impiedoso, tubarões à espreita e os poucos suprimentos que restam levam o engenhoso navegante a encarar a morte frente a frente.

 

Curiosidades:

»  O longa foi escrito e dirigido por J.C. Chandor. Entre os produtores, está o ator Zachary Quinto, que trabalhou com Chandor em sua estreia na direção, ‘Margin Call – O Dia Antes do Fim.

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

‘Maze Runner: Prova de Fogo’: Os melhores momentos da Première em São Paulo

Para promover o lançamento do segundo filme da franquia Maze Runner, baseado no livro Maze Runner: Prova de Fogo, que chega aos cinemas amanhã (17 de setembro), a Fox Film do Brasil trouxe para o país os atores Kaya Scodelario (interprete da personagem Teresa) e Giancarlo Esposito (que dá vida ao personagem Jorge), que receberam a imprensa brasileira hoje para falar sobre as novidades da saga nos cinemas.

Assista aos melhores momentos da première:

“Algumas coisas tiveram que mudar”, revela autor de ‘Maze Runner: Prova de Fogo’ 

Durante a coletiva de imprensa que aconteceu na parte da manhã desta quarta-feira, dia 2 de setembro, no Renaissance Hotel, na região da av. Paulista, a atriz Kaya Scodelario, que falou várias frases em português, contou que na noite anterior, dia da pré-estreia do filme no país, que aconteceu no Cinearte, no Conjunto Nacional Cerqueira César, foi uma das noites mais especiais da sua vida. “Ontem foi o dia mais emocionante da minha vida! Mostrei o filme para minha família e amigos. Meus tios e primos e todo o pessoal de Itu vieram“, afirmou a atriz que se emocionou muito com o carinho dos brasileiros durante a pré-estreia.

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O ator Giancarlo Esposito, conhecido por seus trabalhos em seriados como Breaking Bad e Once Upon a Time, revelou que gravar um filme é bem diferente dos seriados. “Você não tem tempo de se preparar nas séries de TV, mas a parte boa de trabalhar nos seriados é que você tem vários produtores que te ajudam a todo tempo e te falam o que fazer“, confirmou ele. Sobre trabalhar com cinema, Giancarlo explicou que durante as gravações você tem um tempo maior para criar, já que tem mais colaboração entre o elenco e os produtores e o diretor. Já Kaya contou que começar trabalhando como atriz em seriados ajudou muito, pois ela “aprendeu a fazer o seu trabalho rápido. A equipe vira uma família e nos filmes é um pouco diferente“, contou a atriz que disse que durante o filme sempre tem mais tempo de se empolgar mais com a produção.

Quando perguntaram sobre sua carreira, Kaya comentou que “atuar é a única coisa que me deixa confortável”. Ela disse sentir o mesmo amor ao atuar em um filme como esse que está lançando ou em trabalhar em uma peça escolar. Sobre suas personagens, a atriz contou que adora interpretar mulheres mais fortes. “Eu não consigo interpretar garotas bonitinhas”, explicou dizendo que ninguém consegue ser bonzinho o tempo todos. “Eu adoro a Teresa, ela mostra como eu consigo encontrar força! Eu adoro”.

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No primeiro filme, a atriz e os protagonistas ficavam o tempo inteiro em um único cenário, o labirinto onde estavam presos, na nova trama, eles saem do labirinto e novos cenários são apresentados. “Eu fiquei muito empolgada. Quando chegamos na paisagem do deserto a gente consegue sentir que é uma parte pequena de um todo”, afirmou ela. Já sobre o fato de não ser mais a única garota na trama, já que na primeira aventura ela é a única que convive no labirinto com um bando de rapazes, a atriz afirmou que não via o fato de novas meninas entrarem na trama assim, que todos eram muitos amigos e isso que importava.

Sobre o treinamento para viver Teresa, Kaya afirmou que eles tiveram tempo para treinar, mas não fizeram muito, pois gostavam mais de jogar videogame, mas se arrependeram depois quando começaram as gravações. “Eu deveria ter me preparado mas, isso não aconteceu”, contou aos risos. A atriz comparou os personagens da trama aos super-heróis e revelou: “Me arrependi de não ter treinado, mas tivemos que praticar corrida. Os personagens não são super-heróis, por isso é bom ver eles cansados como pessoas reais e não correm como Tom Cruise”, brincou ela.

Sobre o relacionamento entre seu personagem com o de Dylan O’Brien, o Thomas, Kaya falou que eles são um casal diferente, pois não têm tempo para ir num encontro em um parque e ficar se beijando. Eles têm um problema muito maior para resolverem. “Você sente que o amor deles está sendo testado”, conta.

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Muito animado e atencioso durante toda a coletiva, Giancarlo Esposito contou seu amor pela sua profissão de ator. “Atuar para mim é uma experiência ótima, pois a gente pode viver outras vidas”, explicou. “Eu coloco meu coração é minha alma em cada personagem”, disse Giancarlo.

Antes de terminar a coletiva, tivemos a chance de fazer a última pergunta para o ator Giancarlo, que nos respondeu como foi trabalhar praticamente com um elenco formado por jovens atores. “Esses jovens são tão compromissados. Eu sinto que eu amo aprender. E eu nunca quero parar de aprender. No momento em que você pensa que sabe tudo, você está acabado. Eu estava muito feliz de vir para esse elenco”, começou a responder o ator que ainda contou que quando começou a conviver com o elenco de jovens descobriu que os meninos ficaram muito excitados quando souberam de sua participação na trama, “eles pareciam menininhas ao saber que eu estava vindo para o elenco”, afirmou rindo. “Acho que por causa da reputação que eu tinha. Eu sei disso, mas tento viver sem isso, porque cada papel pra mim é novo, então eu estava preocupado quando conheci todos os jovens no set porque eles estavam muito animados de eu estar lá. Eles ficavam me perguntando coisas do Gus de Breaking Bad. Mas eles superaram isso rapidinho, acho que por causa da relação que nós criamos“, encerrando a coletiva super animado.

Maze Runner: Prova de Fogo estreia nos cinemas brasileiros no dia 17 de setembro.

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Filme solo do ‘Batman’ pode ter os clássicos vilões das HQs

Segundo o Birth Movies Death, ‘The Batman‘ terá os principais vilões do Homem-Morcego nas HQs.

Os roteiristas Ben Affleck e Geoff Johns, diretor criativo do Universo Cinematográfico da Marvel, estão finalizando o roteiro e planejam apresentar uma Gotham perigosa e povoada pelos clássicos inimigos do herói.

Não foram especificados quais vilões, mas a fonte afirma que a produção trará diversos personagens conhecidos dos quadrinhos.

Especula-se que o filme solo do Batman será baseado em duas HQs famosas do personagem: ‘Batman contra o Capuz Vermelho‘ (Under The Hood), de Judd Winick, e ‘Morte na Família‘ (A Death In The Family), de Scott Snyder.

O site afirma que o filme apresentará o Capuz Vermelho pela primeira vez nos cinemas. Nas HQs, existem duas versões do personagem.

Em ‘The Man Behind a Red Hood‘, o Coringa tenta roubar uma fábrica química e é cercado peloBatman e Robin, caindo em um tonel cheio de produtos químicos. Após o acidente, ele consegue sobreviver por causa de um aparelho construído em um capacete especial, se transformando no Capuz Vermelho – veja as fotos de ‘Esquadrão Suicidagravando a suposta origem do personagem na Ace Chemicals.

Em ‘Batman contra o Capuz Vermelho‘, a trama mostra Jason Todd, o ex-Robin morto pelo Coringa em ‘Morte na Família‘, que é ressuscitado e se transforma no novo Capuz Vermelho.

O novo longa solo do Morcegão será um prequel de ‘Batman Vs Superman‘, ou seja, ambientado antes da história. Lembra que David Ayer chegou a mencionar no ano passado que a maneira como ‘Esquadrão Suicida‘ e ‘Batman Vs Superman‘ estarão ligados no futuro é algo impressionante?!

Com isso, o filme-solo do Homem-Morcego deve trazer o Coringa (Jared Leto) contra o ‘Batman‘ e contra o Robin. Mas como a morte do fiel escudeiro do Cavaleiro das Trevas já é esperada, algo muito possivelmente ficará aberto.

 

Affleck vai roteirizar, dirigir e estrelar  ‘The Batman‘, que tem estreia prevista para 2020.

Primeira cena da ‘Mulher-Maravilha’ em ‘Batman Vs Superman’ é divulgada oficialmente 

 

Will Smith deve aparecer como o Pistoleiro, o seu personagem de ‘Esquadrão Suicida‘.

 

‘Snowden’: Joseph Gordon-Levitt e Shalene Woodley brilham no trailer da Comic-Con

A cinebiografia do ex-analista de sistema da CIA e da NSAEdward Snowden, dirigida por Oliver Stone, ganhou um novo trailer.

O vídeo foi divulgado no painel do filme exibido na Comic-Con San Diego.

O longa é baseado no livro ‘The Snowden Files‘, escrito pelo jornalista do jornal britânico The Guardian, Luke Harding, sobre o ex-analista da NSA (Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos), vivido por Joseph Gordon-Levitt, acusado de trair os EUA após vazar informações sigilosas de segurança do país.

Assista, com o trailer legendado:

Completam o elenco: Nicolas Cage, Shailene Woodley (‘A Série Divergente’), Scott Eastwood (‘Corações de Ferro’), Zachary Quinto (‘Star Trek’), Melissa Leo (‘Os Suspeitos’), Tom Wilkinson (‘O Cavaleiro Solitário’), Joely Richardson (‘Academia de Vampiros’) e Timothy Olyphant (série ‘Justified’).

Stone é conhecido por seus filmes políticos, e venceu o Oscar de Melhor Direção por ‘Platoon‘, 1986, e ‘Nascido em 4 de Julho‘, 1989.

Snowden atualmente é o homem mais procurado do planeta pelos EUA, e está asilado em algum lugar de Moscou, capital da Rússia.

A estreia nos EUA acontece em 16 de Setembro.

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‘Sete Minutos Depois da Meia-Noite’: Belo cartaz do novo filme do diretor de ‘O Orfanato’

Sete Minutos Depois da Meia-Noite‘ (A Monster Calls) teve mais um bonito cartaz divulgado

Dirigido pelo espanhol Juan Antonio Bayona, de ‘O Impossível‘, ‘O Orfanato‘ e do aguardado ‘Jurassic World 2‘, o filme chega aos cinemas nacionais dia 27 de Outubro.

Confira, com os trailers:

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Com uma vida cheia de problemas, Connor (Lewis MacDougall) tem a mãe (Felicity Jones) com câncer, a avó (Sigourney Weaver) que não gosta muito dele, um pai (Toby Kebbell) ausente e os colegas de escola não o deixam em paz. Seu único amigo é um monstro-árvore (Liam Neeson) com quem se encontra todas as noites para contar e ouvir histórias.

O elenco conta com Sigourney Weaver (‘Avatar’), Liam Neeson (‘Sem Escalas’) e Felicity Jones (‘O Espetacular Homem-Aranha 2’).

Sete Minutos Depois da Meia-Noite‘ é baseado no romance de Patrick Ness, que também assina o roteiro, lançado no Brasil pela Editora Ática.

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Novo vídeo da série ‘Riverdale’ vem repleto de suspense e cenas inéditas; Assista!

A série ‘Riverdaleque será exibida no Brasil pela Netflixganhou um novo vídeo com várias cenas inéditas e mega misteriosas.

A produção, inspirada nos desenhos animados de A Turma do Archie, da década de 60, trará Archie Andrews (K.J. Apa) envolvido em um triângulo amoroso com Betty Cooper (Lili Reinhart) e Veronica Lodge (Camila Mendes).

Nesse meio tempo, todo o elenco estará envolto em uma trama de mistérios por meio dos dramas adolescentes e, claro, por mortes misteriosas.

‘Riverdale’: ‘Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira’ pode aparecer na série! 

Confira, com os cartazes:

A CW encomendou 23 episódios, com a exibição do primeiro marcada para a quinta-feira, 26 de janeiro de 2017. No exterior, a série será exibida pela Netflix, incluindo no Brasil.

 

Série baseada no filme ‘Deixe-me Entrar’ é cancelada pela TNT

O canal americano TNT cancelou a série baseada em ‘Deixe-me Entrar‘, adaptação do terror sueco ‘Deixe Ela Entrar’, lançado em 2008.

Segundo o Deadline, o canal decidiu não dar sequência ao episódio-piloto, que havia sido encomendado em Agosto do último ano.

Porém, ainda há esperança. O Tomorrow Studios tentará vender o piloto para outro canal de TV.

Kristine Froseth, atriz novata de 19 anos, interpreta a mesma personagem de Chloë Moretz no filme norte-americano.

Kristine Froseth
Kristine Froseth

Assim como o longa original, baseado no romance de John Ajvide Lindqvist, e seu remake americano de 2010, a versão televisiva contaria a história de um tímido adolescente que faz amizade com uma jovem vampira, que vive em segredo com seu misterioso guardião.

No TV Show, uma série de assassinatos estranhos começa a acontecer na pequena cidade de Vermont e acaba atraindo a atenção de um agente federal com um passado misterioso.

Jeff Davis, showrunner de ‘Teen Wolf’’, e o ator/roteirista Brandon Boyce estavam a cargo da nova adaptação.

No início do ano passado, a série chegou a ser negociada com o canal A&E, já que como o fim de ‘Bates Motel‘ estava anunciado, o canal precisava de outra série ficcional, mas as conversas não prosseguiram.

Assista ao trailer do filme de vampiros:

Prévia inédita e eletrizante de ‘The Gifted’, a nova série dos ‘X-Men’

A seguir, você confere a mais nova promo de ‘The Gifted‘, a nova série dos ‘X-Men‘.

Escrito por Matt Nix e dirigido por Bryan Singer, o piloto foca em dois pais comuns que descobrem que seus filhos possuem poderes mutantes. Forçados a se posicionarem contra um governo hostil, a família se junta a uma rede de mutantes underground que deverá lutar para sobreviver.

Confira:


Netflix | Wild Wild Country – Série Documental polêmica sobre obscuro culto indiano nos EUA

Relatos Selvagens?

Ao longo dos últimos anos a produção documental tem se mostrado cada vez mais em voga e fazendo o possível para ir além dos limites que a simples adjetivação “popular” poderia ir. É algo mais que a popularização de um gênero, sobretudo no Brasil, renegado em muitas vezes a funções educacionais de objetivo burocrático.  A televisão sempre exibiu diversos documentários, claro, alguns canais mais que outros e em geral de forma segmentada. Por exemplo, os já tão batidos documentários da Discovery Channel, em seus moldes praticamente imutáveis, ou os recém famosos GNT. Docs. Estes começaram timidamente comprando obras da BBC – em suma, num primeiro momento sobre celebridades, canais públicos como a extinta TVE (atualmente substituída pela TV Brasil) ou canais à cabo voltados à cultura, como o próprio canal Cultura e o Canal Brasil.

Contudo, o que se vê sendo mesclado e produzido com alguma agilidade atualmente é um modelo que não pretende se vender como, exclusivamente, nenhum dos anteriores destacados e sim como um híbrido, em um formato que em muito, inclusive pensando em questões culturais, é mais associável ao televisivo do que a sala de cinema. O motivo mais forte para essa tendência está na duração dessas obras, pois culturalmente e comercialmente não há força que mobilize a exibição de episódios ou a totalidade desses projetos que chegam a atingir a duração de 7 horas.

O vencedor do Oscar de melhor documentário de 2017,  OJ: Made in America , é um interessante caso para se pensar, pois o filme foi produzido para a televisão visando dois aspectos de seu objeto: a carreira de muito sucesso enquanto esportista – foi exibido pelo canal de esportes ESPN-  e a celebridade controversa e criminosa. A soma desses elementos atraía para o documentário um público que não necessariamente tivesse apresso pelo gênero, mas seu resultado final vai muito além de sua pegada “apelativa”. O que a obra conseguiu foi criar uma elaborada análise sobre como o contexto americano tende a abrir margens para casos como o de OJ onde vemos diversas questões em suas expressões mais complexas como o racismo e a violência doméstica se misturarem em uma tábua de tragédias.

Recentemente a Netflix lançou em sua plataforma o documentário Wild Wild Country, que se propõe a contar a trajetória, do início ao fim da comunidade formada por seguidores do líder espiritual Bhagwan Shree Rajneesh– atualmente conhecido como Osho – no Oregon, Estados Unidos.  Até aí a série soa somente um mero registro de um grupo em uma época especialmente interessada, fim dos anos 70 começo dos 80, em uma busca transcendental do ser. Contudo, Wild Wild Country é muito mais do que isso.

O polêmico seriado se configura em moldes bastante simples de seu gênero, não há uma inovação em nenhum quesito estético do documentário, sendo possível apontar que a história permitia muito mais ousadia de seus realizadores, a dupla de irmãos diretores Chapman e MacLain Way. Porém, o burocrático trabalho de direção não consegue ofuscar a riqueza da história apresentada.

Aqui é preciso voltarmos para a análise de OJ: Made in America para ressaltar que nele também eram vistos alguns recursos bem menos recorrentes da montagem e edição realizados para os filmes exibidos em cinemas, mas o que era visto muito comumente na televisão. Trilha bastante marcada, entrevistas longas em um único espaço físico e animações que funcionam para ilustrar o que o entrevistado narra.  Não são os mais inventivos ou até mesmo os mais valorosos recursos narrativos e permitem que haja uma espécie de formatação, porém, essa não encerra – como antigamente fazia –  com as forças internas a narrativa.

Em Wild Wild Country conhecemos a história do grupo de sannyasin, discípulos de  Bhagwan Rajneesh em sua empreitada, mais que ousada, de construir para si uma cidade. A encarregada de encontrar esse lugar é conhecida como Ma Anand Sheela, ou somente Sheela como ouvimos diversas vezes no documentário, e em uma pacata cidade de Oregon vê o potencial e o espaço que precisava para tornar realidade tal sociedade utópica, pregadora da paz e amor.

Que um grupo de pessoas queiram se unir para criar uma sociedade baseada no amor, no meio do nada, soa bonito -e muito ingênuo- e nesse momento a obra frisa que a região escolhida não foi nem um pouco acolhedora de seus hippies tardios. Pessoas sisudas e tradicionalistas são entrevistadas falando sobre o horror que era o amor livre dos habitantes recentes da cidade. Chegamos a ter pena dos discípulos de Bhagwan. Mas logo somos surpreendidos pela força de produção e agilidade deles para colocarem sua sociedade alternativa de pé, à pleno vapor, sem amadorismos ou cara de aspecto mambembe.

Então vemos os idosos da cidade perderem seus espaços. Os nomes das ruas mudam para nomes indianos, os seguidores de Bhagwan se multiplicam, conseguem eleger pessoas na política da cidade, realizam grandes eventos. A coisa vai se desenhando como uma batalha entre os tradicionais radicais e o grupo zen, também radical. O radicalismo zen fica por conta de Sheela, que à frente dessa imensa empreitada, começa a dar entrevistas onde oscila entre o ácido e o raivoso.

Sheela se destaca pela força imensurável que lhe é atribuída perante essa guerra declarada que tem como objetivo expulsar os discípulos de Osho. Sheela ganha traços cada vez mais fortes e seu espaço chega a equivaler, quiçá até sobressair, o próprio Osho. Suas atitudes levaram inclusive a sua prisão, e de longe se trata da personagem mais complexa ali exposta. Mas o que Sheela e a história da construção da cidade têm de controversas, o documentário tem de inaptidão para explorar esse elemento.

A falta de pontos de divergência dentre os entrevistados que fizeram parte do rancho zen,  chamado de Rajneeshpuram, é uma lacuna grave para o projeto, que fica menos interessante quando toda sua perspectiva é exposta como um dualismo entre os moradores do imenso rancho e os resistentes da pequena cidade em Oregon. Sheela se torna o centro completo de uma história que é muito mais complexa e ampla do que seu “mandato” em Rajneeshpuram.

A falta de membros, presentes na época de existência de Rajneeshouram – que se deu entre 1980 e 1985  – se posicionando contrários, mesmo que fosse de uma perspectiva atual da questão, é uma falta que só aconteceu na própria obra. Em sites voltados para seguidores ou ex-seguidores de Osho é possível ler comentários sobre a série que dizem:  “Como toda a cobertura da mídia, essa série parece pulular sobre a água como uma pedra, tocando apenas nos eventos mais controversos…”, escreve a ex-sannyasin Roshani Shay no site Oshonews.com. “Quem assistir à série pode aprender como não se comportar.” Ou ainda “Nem sempre você vê um sannyasin confessando tentativa de homicídio na TV. Fiquei pensando que os responsáveis pela série sobre o Rancho realmente enlouqueceram, da pior maneira possível”, afirma um observador chamado “Lokesh”, postando no site Sannyas News.

Wild Wild Country poderia ser muito mais e abarcar a controvérsia como conceito, mas prefere deixar a história ser simplificada. Felizmente se trata de uma história inquietante e forte que consegue se sobressair mesmo quando seus realizadores deixam a desejar. É possível que ainda vejamos muitos outros frutos que tenham a grande potência do que ocorre em Wild Wild Country como ponto de partida.

Kevin Feige achava que ‘Homem de Ferro’ poderia não ser lançado nos cinemas

Atualmente, a Marvel se encontra numa posição bastante sólida no mundo cinematográfico com seu universo compartilhado, mas para chegar até aqui ela percorreu um longo caminho, e tudo começou com ‘Homem de Ferro‘.

Porém, em entrevista para a revista Variety, Kevin Feige, o presidente da Marvel Studios, disse que tinha medo de não conseguir levar o herói para as telonas.

“É surreal. De certa forma, é incrivelmente satisfatório. Por outro lado, é quase inacreditável de onde começamos. Houve dias em que eu não tinha certeza se conseguiríamos o Iron Man nos cinemas. Houve dias em que pensei que [Os] Vingadores eram um sonho. E houve dias depois dos Vingadores onde eu pensei: “Bem, para onde vamos?”

Agora, depois de 10 anos, é possível que estejamos próximos de dizer adeus para o personagem quando ‘Vingadores: Ultimato‘ estrear nos cinemas! Você está pronto para a despedida?

Jonah Hill deve interpretar um dos vilões do novo ‘Batman’

Após o Deadline afirmar que Jeffrey Wright está em negociações para interpretar Jim Gordon em ‘The Batman‘, o jornal surge com uma nova notícia sobre o projeto.

Jonah Hill está em negociações para interpretar um dos vilões do filme, mas não foi revelado se ele é cotado para viver o Charada, Pinguim, Vagalume, Chapeleiro Louco e Duas Caras.

Dentre os vilões mencionados, o mais provável é Oswald Cobblepot, também conhecido como o Pinguim, mas o papel também está sendo disputado por Josh Gad, Nicholas Hoult e Toby Jones .

Novidades devem surgir em breve.

Robert Pattinson será o Batman.

As filmagens começam em novembro deste ano, no Reino Unido.  A fotografia principal será feita por Greig Fraser (A Hora Mais Escura), que já trabalhou ao lado do diretor Matt Reeves no drama de terror Deixe-me Entrar, em 2010.

The Batmantem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

Saiba quais foram os atores que mais MORRERAM em Hollywood

Através de sua extensa carreira, Danny Trejo já interpretou todos os tipos de personagens e gêneros, sendo figurinha marcada nas produções B. De acordo com uma pesquisa do Buzz Bingo, Trejo é o ator que mais MORREU nas produções de Hollywood.

O site afirma que o ator já morreu 65 vezes no decorrer da sua carreira.

O segundo lugar pertence ao Christopher Lee, com 60 mortes. E Lance Henriksen vem em terceiro, com 51 fatalidades.

A pesquisa também revela que os homens costumam morrer bem mais do que as mulheres nas produções hollywoodianas. Considerando todas as mortes, 76% das fatalidades são homens e apenas 24% são mulheres.

O top 3 feminino conta com Shelley Winters (20 mortes), Julianne Moore (17 mortes) e Jennifer Jason Leigh (14 mortes).

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ estreia em 2023

Os fãs da Marvel terão que esperar um bocado para poder conferir a sequência ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ nas telonas.

Durante o Dia do Investidor da Disney, Kevin Feige revelou que o filme estreia apenas em 2023 – com data a ser definida.

A produçã terá suas filmagens iniciadas no final de 2021.

Este é o quarto filme do MCU que tem seu cronograma de produção agendado para o ano que vem. Janeiro de 2021 já começará com as gravações de ‘Thor: Amor e Trovão’, seguido por ‘Pantera Negra 2‘ e ‘Homem-Formiga 3‘.

No momento, a Marvel Studios segue os seus trabalhos nas continuações ‘Homem-Aranha 3‘ e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.

Há alguns meses, Gunn revelou ao Comic Book que a sequência será a despedida de Rocket nas telonas.

Além disso, ele é o único membro dos Guardiões que ainda não morreu de alguma forma. Groot se sacrificou pela equipe, Gamora foi morta por Thanos, e os outros membros ‘morreram’ no estalar de dedos do vilão.

Taron Egerton revela que ‘Kingsman 3’ será o último filme com Eggsy e Harry

Taron Egerton, astro da franquia Kingsman: Serviço Secreto’, comentou sobre a aguardada derivada da saga, anunciada pelo diretor Matthew Vaughn alguns meses atrás

“Bom, temos o ‘King’s Man’ chegando, que é uma prequela ambientada 100 anos antes [dos eventos originais], e eu não estou nele. Mas eu sei algumas coisas sobre isso e é bastante animador, tem um elenco incrível e uma história ótima”, o ator declarou.

Logo depois, Egerton se pronunciou sobre a conclusão da trilogia principal, cujas filmagens devem começar em 2022. “E então eu acho – acho, acho, acho – que faremos o capítulo final da saga de Harry e Eggsy no próximo ano”.

Vaughn já havia declarado em entrevista ao site Digital Spy que o próximo filme da saga Kingsman irá finalizar a jornada dos dois personagens interpretados por Colin Firth e Egerton, respectivamente.

“Precisamos terminar esse arco”, Vaughn declarou. “O capítulo final do relacionamento [entre Eggsy e Harry] precisa ser contado, e estamos prontos para fazê-lo. Espero começar as filmagens no final deste ano ou começo do próximo”.

A pré-sequência ‘King’s Man – A Origem‘ foi adiada mais uma vez e vai chegar aos cinemas norte-americanos em 22 de Dezembro de 2021.

É a quinta vez que a produção foi adiada. Por enquanto, ainda não há previsão de estreia aqui no Brasil.

Apesar do novo filme ser ambientado muito antes dos eventos de ‘Kingsman – Serviço Secreto’, o diretor Matthew Vaughn revelou à Empire que a pré-sequência terá ligação com os eventos de Kingsman 3‘.

“Ao longo da trama de ‘King’s Man – A Origem‘, plantamos as sementes e provocamos o que vai acontecer em ‘Kingsman 3‘. Vai ser algo muito diferente [dos outros filmes], mas terá uma grade importância para o futuro da franquia.”

Após POLÊMICA, ‘Como se Tornar o Pior Aluno da Escola’ se torna o 4º filme mais visto da Netflix

Cinco anos depois de ser lançado, o polêmico filme Como se Tornar o Pior Aluno da Escola se tornou alvo de diversas críticas envolvendo apologia à pedofilia e viralizou nas redes sociais.

Resultado? A produção atiçou a curiosidade dos internautas e o filme atualmente é o 4º mais visto da Netflix.

Confira:

O Ministério da Justiça a decretar a remoção imediata da produção de todas as plataformas de streaming.

Atualmente disponível no catálogo da Netflix, o Ministério decretou uma multa diária de R$50 mil reais caso o filme não seja retirado de circulação, “tendo em vista a necessária proteção à criança e ao adolescente consumerista” (via CNN). As informações também indicam que o despacho também impediu outras plataformas on-line, como o Globoplay, o Telecine, o YouTube, a Apple e o Prime Video, de exibirem o título

A decisão vem pouco depois de uma série de críticas feitas ao longa-metragem, em especial à sequência em que o personagem de Fábio Porchat, um adulto, incita os dois adolescentes protagonistas a masturbá-lo.

O roteirista do filme, Danilo Gentili, recorreu às redes sociais para enfrentar as críticas à obra, escrevendo: “o maior orgulho que tenho na minha carreira é que consegui desagradar com a mesma intensidade tanto petista quanto bolsonarista. Os chiliques, o falso moralismo e o patrulhamento: veio forte contra mim dos dois lados. Nenhum comediante desagradou tanto quanto eu”.

Na trama, Bernardo (Bruno Munhoz) e Pedro (Daniel Pimentel) são estudantes e enfrentam as clássicas tarefas de cumprir as obrigações escolares, tirar boas notas, ter bom comportamento e cumprir as regras da escola, cada vez mais elaboradas graças ao diretor Ademar (Carlos Villagrán). Frustrados, Pedro acaba encontrando um diário de como provocar o caos na escola sem ser pego, o que leva os dois amigos a seguirem as dicas do caderno”.

EXCLUSIVO! Melissa Barrera é ASSOMBRADA durante gravidez no trailer legendado do terror ‘O Nascimento do Mal’

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o trailer legendado do terror ‘O Nascimento do Mal‘ (Bed Rest). O filme é estrelado por Melissa Barrera (‘Pânico’).

A Diamond/Galeria agendou o lançamento por aqui no dia 11 de Maio.

Confira:

O longa é escrito e dirigido por Lori Evans Taylor, que também assina o roteiro do vindouro novo capítulo da franquia ‘Premonição’.

“Após anos tentando começar uma família, Julie Rivers (Barrera) está grávida novamente e se mudando para uma nova casa com seu marido enquanto eles tentam abraçar um novo começo. Ao receber a ordem de repouso obrigatório na cama, Julie começa a ficar incomodada enquanto sofre com a monotonia e a ansiedade de suas novas restrições. Logo, terríveis experiências fantasmagóricas na casa começam a se aproximar de Julie, agitando seus demônios do passado e fazendo com que outros questionem sua estabilidade mental. Presa e forçada a enfrentar seu passado e o sobrenatural, Julie luta para proteger a si mesma e a seu filho ainda por nascer.” 

Melissa Barrera, Jenna Ortega e astros de ‘Pânico’ se reúnem em novas fotos e vídeo

A família ‘Pânico‘ está reunida novamente.

Vários membros do elenco da franquia de terror de sucesso se reuniram na gala do The Evening Before do Motion Picture & Television Fund no domingo.

A reunião acontece poucos meses depois que  Melissa Barrera e Jenna Ortega deixaram a sétima edição da série.

Além delas, podemos ver Mason Gooding, Jasmin Savoy Brown, Liana Liberato, Tony Revolori, Skeet Ulrich e Jack Quaid.

Confira:

Ontem, Neve Campbell revelou à Variety que ela está disposta a voltar para ‘Pânico 7‘ “sob as circunstâncias certas”.

Campbell espera que a franquia continue.

“Sinceramente, não tenho ideia de quais são os planos deles. Sei que muita coisa aconteceu em torno disso recentemente e tenho certeza de que eles estão ocupados tentando consertar no momento.”, disse ela.

Ela continuou:

“Esses filmes significam muito para nós e significam muito para os fãs. Às vezes vou a essas convenções e encontro os fãs e eles ficam frenéticos com esses filmes. Eles os amam. Esses filmes significam muito para eles e esses personagens significam muito para eles. Então, mesmo para o bem deles, eu adoraria ver isso continuar.”

Mesmo com o sucesso de ‘Pânico 6‘ nas bilheterias (US$ 169 milhões mundialmente), a franquia não vai conseguir seguir com a narrativa envolvendo a personagem principal vivida por Melissa Barrera, a Samantha, após a Spyglass demitir a atriz por seu posicionamento contra o genocídio que está acontecendo com o povo Palestino na Faixa de Gaza.

A demissão da atriz não pegou bem com o público, que se revoltou com a atitude do estúdio de tomar a drástica decisão somente pelo fato da atriz fazer posts em suas redes sociais pedindo para que eles parassem com a guerra que está matando crianças Palestinas.

Com a saída de Barrera, Jenna Ortega e – agora – do diretor Christopher Landon, a Splyglass parece estar pisando em campo minado e ainda não se pronunciou sobre o que pretende fazer com a amada franquia.

O Production Weekly confirmou que a Radio Silence (Matt Bettinelli-Olpin, Chad Villella & Tyler Gillett) voltará para ‘Pânico 7‘, como produtores executivos, e o roteiro será novamente escrito por James Vanderbilt (‘Zodíaco’) e Guy Busick (‘Casamento Sangrento’).

Confira:

Não foi revelado se, com a saída de Christopher Landon, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett vão reassumir a direção.

O que você acha que vai acontecer com a franquia após todas essas polêmicas?

Falamos sobre a saída do diretor e o que deve acontecer com a franquia:

 

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

‘As Bruxas Mayfair’: 2ª temporada ganha trailer e data de estreia

AMC divulgou trailer e data de estreia da 2ª temporada de As Bruxas Mayfair.

A série retorna nos EUA dia 5 de Janeiro.

Assista:

Callan McAuliffe (‘The Walking Dead’), Franka Potente (‘Corra, Lola, Corra’) e Ian Pirie (‘Halo’) foram contratados para os novos episódios.

McAuliffe será Abel Mayfair, Potente dará vida a Annamieke e Pirie será Ian Mayfair. Mais detalhes sobre os personagens não foram divulgados.

Há alguns meses, Alexandra Daddario revelou o que podemos esperar do próximo ciclo.

Em entrevista ao TVLine, Daddario, que interpreta Rowan Fielding na produção, comentou que os fãs da icônica saga de Anne Rice podem esperar coisas “muito legais” na nova iteração.

“Agora que Rowan sabe quem ela é, o que isso significa para ela?”, a atriz disse. “Então, ela vai poder fazer todas essas coisas loucas e divertidas”.

Daddario também afirmou que a segunda temporada é “bastante contínua” à primeira e que a narrativa, cujas filmagens já terminaram em Nova Orleans, irá migrar para a Irlanda:

“Teremos algumas cenas irlandesas. Vamos ver como isso muda o gosto do show”. 

A 1ª temporada está disponível no Prime Video.

Esta Spaulding (‘Masters of Sex’) e Michelle Ashford (‘The Pacific’) são responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtoras executivas.

A trama foca em uma jovem neurocirurgiã que descobre ser a improvável herdeira de uma família de bruxas. Enquanto ela tenta entender os seus poderes, ela deve enfrentar uma presença sinistra que assombra sua família por gerações.

Alexandra Daddario (‘The White Lotus’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Harry Hamlin, Annabeth Gish, Tongayi Chirisa, Beth Grant, Erica Gimpel, Jen RichardsMaura Grace Athari.

CineBH: ‘Quemadura China’ é o GRANDE VENCEDOR da Mostra Internacional de Cinema de BH

A 19ª CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte anunciou, na noite de domingo, 28 de setembrol, os filmes premiados da Mostra Território e os projetos contemplados no Brasil CineMundi – 16th International Coproduction Meeting. A cerimônia de encerramento do evento aconteceu no Cine-Theatro Brasil. O prêmio de melhor filme da Mostra Território foi para “Quemadura China, produção do Uruguai dirigida por Verónica Perrotta. Pela justificativa do júri oficial, a obra “ousa encarar de frente a fragilidade, lembrando-nos de que os corpos guardam memória e de que, mesmo na perda, pulsa a ternura”. A decisão destacou ainda “a beleza nascida do imperfeito, a ousadia estética e a entrega absoluta de seus intérpretes” e ressaltou a maneira como o filme entrelaça “o íntimo com o coletivo, o grotesco com o lírico, o teatral com o cinematográfico, num gesto de radical originalidade”.

Na categoria Melhor Presença, na qual o júri pode escolher livremente, foi escolhido o elenco de Chicharras”, do México, dirigido por Luna Marán. A justificativa apontou que a obra retrata “atos de resistência dentro do território que percorre” e que experimenta “possibilidade de reinventar seus processos criativos e romper com as hierarquias individuais do cinema”. Foi apontada a consciência coletiva da produção: “Fazer filmes é um processo conjunto capaz de retratar a complexidade e o encanto de uma comunidade”.

O júri deu ainda um destaque à montagem de “Huaquero, do Peru, dirigido por Juan Carlos Donoso Gómez. Foi enfatizado o caráter político e a densidade histórica do filme, que constitui “uma arqueologia de terras ainda habitadas por mistérios a serem revelados; uma síntese de oito anos que nos lembra que a verdadeira escrita do cinema está na articulação de suas imagens e sons”. A decisão destacou a capacidade do filme de “tornar visível o invisível, como na alquimia da prata, onde os halos ocultos na emulsão se revelam e se transformam em matéria perceptível”.

CineBH 2025 | Uma ótima sessão de curtas e dois longas-metragens que dialogam sobre a vida e a morte

Crítica | ‘A Natureza das Coisas Invisíveis’ – As sutilezas no primeiro olhar maduro para a existência [CineBH 2025]

O Prêmio Abraccine, dado por críticos de cinema, foi para Punku”, também do Peru, dirigido por Juan Daniel Fernández Molero e descrito como “uma refinada arquitetura do (in)consciente, entre memória, sonho, mito e realidade”. O júri ressaltou a força do feminino na condução da narrativa, que revela “um território íntimo e múltiplo, em que corpos e paisagens se transformam em matéria poética e perturbadora”. A Abraccine ainda conferiu uma menção honrosa a “Chicharras”, reconhecendo a vitalidade do filme “ao nos envolver em uma comunidade viva e autônoma, que, mesmo diante das caravelas perenes do colonialismo, afirma-se como um corpo político coletivo e insubmisso, uma verdadeira inspiração”.

Crítica | ‘Morte e Vida Madalena’ – Guto Parente transforma metalinguagem em poesia, guiada pelo brilho de Noá Bonoba [CineBH 2025]

Vencedores reunidos para foto

BRASIL CINEMUNDI

A 16ª edição do Brasil CineMundi também anunciou os projetos premiados em suas diferentes categorias, vindos dos vários parceiros que compõem a programação do encontro e colaboram nos processos de parceria, coprodução e fomento para o cinema do futuro.

O prêmio principal do júri oficial, formado por Luana Melgaço, Jorge Cohen e Juliette Lepoutre, foi concedido ao alagoano “Filhas do Mangue”, escrito e dirigido por Stella Carneiro e produzido por Rafhael Barbosa (La Ursa Cinematográfica, Alagoas). O júri destacou que o projeto traz “uma voz jovem, promissora e profundamente singular” ancorando-se em vivências íntimas e familiares que, contadas com humor e ternura, ecoam debates mais amplos sobre preservação ambiental, assimetrias regionais e irreverência das novas gerações. “Trata-se de um cinema que “nasce nas margens de uma lagoa, em um estado ainda pouco representado, mas que, pela sua especificidade, tem o poder de dialogar com audiências maiores”.

Na categoria Work in Progress, o Prêmio O2 Pós reconheceu O Filho da Puta, a ser dirigido por Erica Maradona, Otto Guerra, Sávio Leite e Tânia Anaya, com produção de Cissa Carvalho, Elisa Rocha e Tatiana Mitre. A escolha chamou atenção pela “narrativa sólida e envolvente, conduzida com humor ácido e estética crua” e ressaltou que “mais do que uma viagem física, a obra é um percurso de identidade e afirmação”. Já o Prêmio Mistika foi para “Lusco-Fusco”, de Bel Bechara e Sandro Serpa, produzido por Rafaella Costa, pela “sensibilidade em abordar feminismo e violência contra a mulher” e por sua “coragem em demonstrar esperança mesmo nos territórios mais sombrios”.

O prêmio The End foi para “A Fabulosa Máquina do Tempo”, com direção de Eliza Capai e produzido por Mariana Genescá. O reconhecimento veio por sua “capacidade de unir potência artística e relevância social” e por oferecer “um olhar sensível sobre a infância feminina no sertão do Piauí, revelando como imaginação e ludicidade se tornam ferramentas de resistência”. Na categoria Foco Minas, o prêmio Cinecolor/CTAV/Edina Fujii/Parati Films foi de “Arrudas”, de Matheus Moura, com produção de Antonio Pedroni e roteiro de Ian Chang. A justificativa ressaltou que o projeto “nos confronta com a vulnerabilidade de nossas próprias estruturas sociais” e que transforma “a dor em poesia e o caos em uma reflexão lúcida sobre nossa fragilidade compartilhada”.

“Você? Mãe?”, direção de Daniel Gonçalves e Nathalia Santos e produzido por Dani Nascimento, Daniel Gonçalves, Roberto Berliner e Sabrina Garcia, foi agraciado em mais de uma premiação por júris distintos. Recebeu o DocBrasil, pelo “potencial de transformar o íntimo em universal e o pessoal em político” e pela relevância das questões sobre maternidade e capacitismo, e o Prêmio Conecta, pela “coragem em desafiar convenções visuais com uma estética que parte da perspectiva de uma pessoa cega e de uma cineasta com deficiência motora”. Além disso, “Você? Mãe?” conquistou o Prêmio DocSP pela “continuidade de uma carreira criativa que amplia perspectivas de viver e experimentar o mundo”.

Já o DocSP Study Center foi para “Tomba Homem”, de Gibi Cardoso, produzido por Lucas Uchôa e Victória Morais, pela importância de resgatar “a história de vida de referência em BH no movimento LGBTQIA+ e na resistência à ditadura”. O prêmio FIDBA #Link contemplou “Febre Tropical”, de Andy Malafaia e Carolina Hofs, pela advertência histórica “em um momento em que discursos autoritários ressurgem”.

O Nuevas Miradas selecionou “Toshi Voltou do Japão”, direção de Marcos Yoshi e produzido por Rica Saito, por abrir “um espaço de reflexão sobre a experiência silenciada de uma geração de homens imigrantes atravessados pelo sofrimento mental”. Já o RIDM foi atribuído a “Enquanto te Escrevo a Paisagem Muda”, de Anna Lu Machado e Artur Monteiro, produção de Thaís Vidal, por “reinventar a road movie como cartografia afetiva e ecológica” e por entrelaçar “memória e amizade em uma narrativa poética que denuncia os impactos ambientais do nosso tempo”.

O Prêmio Burning foi para “Soberbo”, de Camila Matos e Juliana Antunes, pela ousadia de entrelaçar “ficção, fantasia e experimentalismo a partir de um mito urbano de Belo Horizonte”. Já o WCF – World Cinema Fundpremiou “Sapatour”, direção de Gab Laurenzato e produzido por Well Darwin, por ser “uma celebração rebelde e vibrante, com enorme potencial de ressonância global”.

O MAFF/Projeto Paradiso foi para “Diamante, o Bailarina”, direção de Pedro Jorge e produzido por Heverton Lima, pela “capacidade de promover a inclusão social ao refletir realidades muitas vezes invisibilizadas” e por inspirar “uma cultura de respeito e aceitação em todas as formas de ser e viver”. Já o coletivo Filmes de Plástico, que concedeu prêmios de incentivo, dividiu sua contribuição em duas distinções: um especial para “Brilhante”, de Carol Silva e Karen Suzane, pela originalidade e relevância LGBTQIAPN+, e o Prêmio Principal para “Omágua Kambeba”, de Adanilo e produzido por Ítalo Bruce, por ser “um projeto ambicioso e ousado, capaz de renovar a cinematografia brasileira”.

 

10 Filmes Sobre Vírus Mortais

A vida imita a arte e vice versa. O novo terror mundial epidêmico atende pelo nome Coronavírus, originário da China, que está assombrando o planeta. Diversos países já acenderam seus sinais de alerta. O fato é extremamente preocupante.

No cinema, inúmeras produções já retrataram a contaminação de vírus mortais e a luta por sua cura. Sejam elas doenças reais, simulações ou ainda totalmente fictícias – como vírus zumbis – o tema já foi tópico de obras de variados níveis de qualidade e sucesso. Pensando nisso, enquanto nenhuma produção sobre o Coronavírus é criada, e como forma de conhecer e entender melhor um problema desta dimensão, o CinePOP separou para você alguns filmes que abordaram o tema. Vem conhecer.

Contágio (2011)

De forma muito realista, o diretor Steven Soderbergh retrata uma epidemia letal se espalhando pelos EUA e pelo mundo. Quem traz o vírus ao país é a personagem de Gwyneth Paltrow (só podia!), e uma verdadeira constelação de nomes como Matt Damon, Jude Law, Marion Cotillard, Kate Winslet e Laurence Fishburne desfilam em tela. Contágio voltou ao top 10 dos filmes no ITune’s devido à epidemia do Coronavírus.

Epidemia (1994)

Voltando para a década de 1990, o medo era causado pelo vírus Ebola, originado da África e transmitido pelo ar. No filme, a epidemia se espalha na Califórnia trazida por um macaco. O papel principal de um cientista militar foi planejado para um tipo de herói de ação nas formas de Harrison Ford, mas terminou com o baixinho Dustin Hoffman, o que deu mais credibilidade ao personagem. Fechando o elenco principal, Rene Russo, Morgan Freeman e Kevin Spacey.

O Exército do Extermínio (1973)

Depois de criar sua obra-prima A Noite dos Mortos-Vivos (1968), mas antes das duas outras partes da trilogia, o cultuado e saudoso George A. Romero lançava outro filme de tema similar. Desta vez, não eram os mortos que voltavam à vida, mas um vírus criado pelo homem saía do controle numa pequena cidade da Pensilvânia. Os sintomas: seus portadores se tornam insanos, extremamente violentos e homicidas. O longa foi refilmado em 2010, com o título A Epidemia.

Extermínio (2002)

Por falar no pai dos zumbis, este longa reinventou o subgênero, dando um ar de realismo assombroso. Cillian Murphy vive o protagonista, um sujeito que acorda numa cama de hospital, só para descobrir uma Londres devastada após uma pandemia. As cenas da cidade deserta são impressionantes, e a câmera usada pelo diretor Danny Boyle é quase documental. Os poucos sobreviventes se escondem dos infectados: rábicos na potência máxima.

Os 12 Macacos (1995)

Esta é uma proposta diferente no gênero. A história se passa no futuro, lidando com as consequências de um vírus que devastou a humanidade, criado pelo homem. Como resultado, os sobreviventes vivem no subterrâneo escondidos e com recursos escassos. Como solução para reverter este quadro, entra em cena a viagem no tempo, para uma época antes do cataclismo, com a missão e preveni-lo. Para tal, é usado um prisioneiro em busca de redenção. Bruce Willis vive o protagonista, e o elenco conta ainda com Madeleine Stowe e um Brad Pitt indicado ao Oscar pelo papel. A direção é de Terry Gillian.

A Última Esperança da Terra (1971)

Antes de Eu Sou a Lenda (2007) existiu A Última Esperança da Terra. O filme é a segunda adaptação ao cinema do conto de Richard Matheson, depois de Mortos que Matam (1964). Na trama, Charlton Heston vive um cientista, desesperadamente buscando uma cura para um vírus que assolou todo o planeta. Alguns infectados se tornaram uma espécie de zumbis conscientes, pensantes e falantes, cuja pele esbranquiçada é intolerante à luz do dia. A Família, como são conhecidos, é uma espécie de seita fanática, criada a partir do novo mundo.

Vírus (1999)

E que tal se a raça humana fosse interpretada como um vírus do planeta Terra? É o que entende a ameaça deste filme trash baseado numa história em quadrinhos underground da Dark Horse, criada por Chuck Pfarrer. Na trama, uma fonte de energia extraterrestre se apossa de um navio russo e domina seu maquinário se tornando uma espécie de inteligência artificial. Cruza seu caminho a equipe de um barco menor, encabeçado por Jamie Lee Curtis e Donald Sutherland. Logo, membros do grupo são assimilados pela entidade, algo como O Enigma de Outro Mundo Mecânico (1982).

Cooties: A Epidemia (2014)

Terceiro filme da lista a utilizar este título (contando com o remake de Exército do Extermínio), aqui temos um vírus diferente, criando um novo foco para o tema da epidemia zumbi. Num colégio primário, as crianças são as infectadas devido a um alimento contaminando em sua merenda, servida no refeitório. Logo, os pimpolhos estão raivosos, doidos para devorar tudo em sua frente, e cabe aos professores – um grupo de figuras pra lá de peculiares, incluindo um novato vivido por Elijah Wood – salvar o dia.

O Enigma de Andrômeda (1971)

Se a década de 1950 é o berço das ficções científicas – em especial de invasão alienígena -, na década de 1970 ela dava um novo passo, ficando mais complexa e gerando verdadeiros clássicos ainda respeitados até hoje. É o caso com este filme do diretor Robert Wise (A Noviça Rebelde e West Side Story), escrito por Michael Crichton (Westworld e Jurassic Park). Na trama, uma cidade é devastada após o retorno para a Terra de um satélite contaminado. Em um laboratório subterrâneo, cientistas estudam a forma de vida alienígena, constantemente em evolução. O filme foi indicado aos Oscar de edição e direção de arte, e gerou uma minissérie em 2008.

Filadélfia (1993)

Um dos vírus reais mais devastadores já apresentados ao homem foi o da Aids. Terrível na década de 1980, onde surgiu pela primeira vez, a doença causou uma verdadeira epidemia, numa época onde não se tinha muita informação, já que era a primeira vez que todos se deparavam com algo do tipo. Milhares de pessoas perderam a vida, até descobrirem um forte coquetel de medicamentos capaz de incubar o vírus. No cinema, uma das mais potentes representações é neste filme de Jonathan Demme, sobre um homem demitido por ser gay e portar a doença, vivido por Tom Hanks. Pelo filme, Hanks ganhou seu primeiro Oscar e o filme levou também pela canção Streets of Philadelphia, de Bruce Springsteen, além de outras três indicações. O astro Denzel Washington também está no elenco na pele do advogado do protagonista.

Curtiu ‘Pecadores’? Relembre os clássicos filmes de VAMPIRO que mais marcaram os anos 90

Os anos 90 foram um terreno fértil para os filmes de vampiros, com produções que reinventaram o mito à luz da estética da época. Saindo do puro terror gótico e abraçando novos tons, os vampiros dos anos 90 ganharam contornos mais humanos, eróticos, filosóficos e até cômicos. Foi uma década em que o sangue andava lado a lado com o desejo, o existencialismo e o estilo, em obras que exploravam a imortalidade sob perspectivas modernas e, muitas vezes, ousadas.

De grandes superproduções como ‘Entrevista com o Vampiro‘ e ‘Drácula de Bram Stoker‘ a cults ousados como ‘O Vício‘, e a ressignificação do gênero em longas como ‘Um Vampiro no Brooklyn‘ e ‘Blade‘, o cinema vampírico noventista oscilou entre o refinado e o trash, entre o drama introspectivo e a ação desenfreada. Houve espaço para vampiras sensuais, caçadores brutais, crises existenciais e muito couro preto. Foi uma década em que os vampiros saíram das tumbas góticas e entraram definitivamente para a cultura pop, com dentes afiados, estilo próprio e muito carisma sombrio. Confira abaixo a seleção que separamos para você.

Entrevista com o Vampiro (1994)

Dirigido por Neil Jordan e baseado no romance de Anne Rice, é um marco no cinema de vampiros que combina horror gótico com um drama intenso e sofisticado. O filme explora a imortalidade através dos olhos do vampiro Louis (Brad Pitt), que narra sua longa e torturada existência ao jornalista interpretado por Christian Slater. Com uma atmosfera sombria, cenários exuberantes e performances memoráveis — incluindo a carismática e perturbadora interpretação de Tom Cruise como Lestat —, o filme mergulha nas angústias, desejos e conflitos dos seres noturnos, humanizando-os de forma profunda e complexa. ‘Entrevista com o Vampiro‘ é reconhecido não só por revitalizar o gênero na década de 90, mas também por seu visual estilizado e narrativa envolvente, conquistando fãs além dos limites do horror tradicional.

Drácula de Bram Stoker (1992)

Com Gary Oldman brilhando no papel do icônico Conde Drácula, o filme combina romance, horror gótico e drama em uma narrativa que explora tanto o terror sobrenatural quanto a trágica história de amor do vampiro. Sob o comando de Francis Ford Coppola, trata-se de uma adaptação luxuosa e visualmente deslumbrante do clássico literário de Bram Stoker. Coppola investiu em cenários exuberantes, figurinos ricos e efeitos práticos que deram vida a uma atmosfera sombria e envolvente, respeitando o espírito da obra original ao mesmo tempo em que adicionava camadas emocionais profundas. A produção se destaca por sua fidelidade ao texto, performances intensas — incluindo Winona Ryder e Anthony Hopkins — e uma trilha sonora marcante, tornando-se um dos filmes de vampiro mais reverenciados e visualmente icônicos da década de 90.

Um Drink no Inferno (1996)

Aqui temos algumas das inspirações de ‘Pecadores‘ – ao menos narrativamente. O filme segue dois irmãos, Seth e Richie Gecko (George Clooney e Quentin Tarantino), que acabam se envolvendo com vampiros sedentos de sangue em uma cidadezinha do Texas. Com uma estética estilizada, cenas de violência exagerada e diálogos afiados, o longa celebra o cinema B com muita irreverência e energia contagiante. Dirigido por Robert Rodriguez e escrito por Tarantino, é uma mistura explosiva de horror, ação e humor negro que se tornou um clássico cult instantâneo. A combinação do estilo único dos dois cineastas resultou em uma obra divertida, sangrenta e cheia de personalidade, que conquistou fãs pelo mundo e influenciou gerações de cineastas e fãs do gênero.

Blade: O Caçador de Vampiros (1998)

Blade‘ (1998), dirigido por Stephen Norrington e estrelado por Wesley Snipes, se tornou um marco no gênero de ação com vampiros, que misturou elementos de horror, fantasia e artes marciais em uma produção moderna e estilizada. O filme acompanha Blade, um meio-vampiro com habilidades sobre-humanas, que luta para proteger a humanidade dos vampiros tradicionais. Com uma atmosfera sombria, cenas de ação intensas e um visual noir, ‘Blade‘ inovou ao trazer um protagonista negro forte e complexo, quebrando padrões do gênero na época. Seu sucesso abriu caminho para uma nova onda de filmes de super-heróis mais sombrios e influenciou significativamente o cinema pop dos anos 2000, consolidando-o como um clássico cult.

Vampiros de John Carpenter (1998)

Você acha que o mestre do terror John Carpenter, no auge de sua atividade nos anos 90, ficaria de fora da abordagem deste monstro clássico do gênero? Carpenter nunca havia usado vampiros em suas histórias e a escolha foi com este thriller de horror que mistura ação e elementos sobrenaturais, colocando o espectador no meio de uma caçada implacável contra criaturas sanguinárias. O filme segue um grupo de caçadores liderados pelo durão Jack Crow (interpretado por James Woods), que enfrenta uma seita de vampiros perigosos no Novo México. Com um ritmo acelerado, cenas de tiroteio intensas e o estilo característico de Carpenter — direto, sombrio e eficiente —, ‘Vampiros‘ oferece uma visão mais brutal e realista do mito vampírico. Apesar de não ter sido um grande sucesso comercial, o filme conquistou fãs pela combinação de horror com ação e pela atmosfera tensa, consolidando-se como um título cult dentro da filmografia do diretor.

Cronos (1993)

Você sabia que o primeiro filme do mestre Guillermo del Toro foi este filme de vampiros bem diferente? É claro que ele voltaria ao gênero na sequência ‘Blade II‘ (2002). Aqui ele apostava em elementos sobrenaturais com uma reflexão profunda sobre a imortalidade, a morte e a humanidade. A trama acompanha um antiquário que encontra um dispositivo mecânico antigo capaz de conceder vida eterna, mas que vem acompanhado de uma maldição vampírica. Com sua estética única, que combina o gótico com o realismo mágico, Del Toro constrói uma narrativa sensível e visualmente rica, explorando temas como o desejo de viver e as consequências do poder sobrenatural. ‘Cronos‘ é considerado um marco no cinema mexicano e o início promissor da carreira de um dos diretores mais aclamados do gênero fantástico.

O Vício (1995)

De um filme cult pouco conhecido para outro. ‘O Vício‘ é dirigido por Abel Ferrara – cineasta independente norte-americano. Este é um filme de vampiros fora do comum, que mistura horror com reflexão filosófica sobre o vício, seja por sangue ou qualquer outro. A trama acompanha Kathleen Conklin (Lili Taylor), uma estudante de filosofia em Nova York que é mordida por uma misteriosa mulher vampira e passa a lutar contra seu novo estado de existência. A ideia funciona como uma poderosa metáfora para o vício em drogas e a perda do controle sobre si mesma. Filmado em preto e branco, o filme cria uma atmosfera sombria e claustrofóbica, reforçando o tom introspectivo e existencial da narrativa.

Drácula – Morto, mas Feliz (1995)

Comédia dirigida por Mel Brooks e estrelada por Leslie Nielsen, o filme é uma paródia hilária dos clássicos de vampiros, especialmente do Drácula de Bram Stoker, brincando com os clichês do gênero e fazendo piadas irreverentes sobre monstros, mistérios e romances góticos. Leslie Nielsen interpreta o Conde Drácula com seu humor característico, trazendo um tom leve e absurdo que se tornou marca registrada do ator. Com situações exageradas, diálogos espirituosos e muitas referências engraçadas, o filme é um entretenimento divertido para fãs de comédia que gostam de uma boa zoação dos clássicos do terror.

Buffy: A Caça-Vampiros (1992)

Não, não estamos falando sobre a série estrelada por Sarah Michelle Gellar (que irá ganhar reboot em breve) e sim sobre o filme (pouquíssimo conhecido) que deu origem a ela. Se trata de uma comédia de horror que mistura ação e sátira, estrelada por Kristy Swanson no papel da jovem Buffy Summers. Antes de se tornar a heroína cult da série de TV, Buffy foi uma estudante colegial aparentemente comum que descobre seu destino como uma caçadora de vampiros, encarando criaturas sobrenaturais com humor e estilo. O filme traz um tom leve e divertido, com muitas cenas exageradas, diálogos espirituosos e um toque de paródia aos filmes de terror tradicionais. Embora não tenha alcançado o sucesso crítico ou popular da série que viria depois, ‘Buffy, a Caça-Vampiros‘ de 1992 é lembrado como uma produção divertida, que abriu caminho para o universo expandido da personagem e conquistou fãs pelo carisma da protagonista e pela mistura de horror e comédia.

Um Vampiro no Brooklyn (1995)

Eddie Murphy fazendo filme de terror com vampiros? Sim, querido leitor, os anos 90 nos presentearam com isso. Mas não um filme de vampiros qualquer, e sim um dirigido por ninguém menos que o mestre Wes Craven, criador de ‘A Hora do Pesadelo‘ e ‘Pânico‘. É claro que Murphy também conseguiu espremer bastante humor no longa, com um toque da cultura urbana dos anos 90. Murphy estrela no papel do vampiro prussiano Maximillian, e o filme acompanha a chegada do personagem a Nova York em busca de uma noiva humana para continuar sua linhagem. Com um equilíbrio entre cenas engraçadas e momentos assustadores, o filme aposta no carisma de Murphy e em situações inusitadas para criar um entretenimento leve e divertido. Embora tenha recebido críticas mistas, ‘Um Vampiro no Brooklyn‘ conquistou seu público por trazer uma abordagem diferente do mito vampírico, combinando horror com comédia e elementos culturais únicos.

O Bordel de Sangue (1996)

O Bordel de Sangue‘ é, na verdade, o segundo filme derivado da série antológica ‘Tales from the Crypt‘. O filme é uma comédia de terror que mistura humor negro e elementos sobrenaturais, centrando-se em um detetive particular que investiga um bordel misterioso onde clientes desaparecem. Com um tom irreverente e exagerado, o longa traz atuações divertidas e cenas sangrentas que satirizam clichês do gênero, alinhando-se ao estilo característico da franquia Contos da Cripta. Apesar de não ter sido um grande sucesso de crítica, o filme conquistou fãs entre os admiradores do terror com humor e se tornou uma curiosidade cult dos anos 90. Uma pena que não deu continuidade aos filmes baseados na série.

Inocente Mordida (1992)

John Landis já havia revolucionado os filmes de lobisomem com ‘Um Lobisomem Americano em Londres‘ (1981). Onze anos depois, ela partia para fazer o mesmo com vampiros – porém, o resultado ficaria bem longe do mesmo sucesso. O filme gira em torno de Marie (Anne Parillaud), uma vampira moderna que só se alimenta de criminosos. Com um tom entre o sensual e o grotesco, o filme traz a marca registrada de Landis: violência gráfica estilizada, humor sombrio e uma série de participações especiais de nomes conhecidos do terror e do cinema policial. Embora não tenha sido um sucesso comercial, ‘Inocente Mordida‘ ganhou certo status cult por seu estilo ousado, trilha sonora jazzística e a forma inusitada como mistura o vampirismo clássico com a estética dos filmes de máfia.

A Sedução do Mal (1995)

Um thriller erótico de horror, que ficou marcado por ser uma transição ousada da atriz Alyssa Milano do universo das sitcoms para papeis adultos. Na trama, Milano interpreta Charlotte, uma jovem tímida e reprimida sexualmente que vive em um campus universitário e começa a ter visões perturbadoras e sonhos eróticos com um misterioso vampiro (Martin Kemp), que a persegue e a seduz através de um elo psíquico. A atmosfera é carregada de erotismo gótico e visual estilizado. O filme se apoia na dualidade entre inocência e tentação, explorando temas como o despertar sexual e a perda de controle. Embora tenha sido criticado por sua ênfase em cenas sensuais em detrimento da narrativa, o longa acabou se tornando um cult nos anos 90.

‘O Mundo Sombrio de Sabrina’: Filmagens da 2ª temporada já começaram!

Apesar de só estrear na próxima sexta-feira (26), as filmagens da 2ª temporada de ‘O Mundo Sombrio de Sabrina‘ ja começaram! Quem revelou foi a própria protagonista da série, Kiernan Shipka, ao Bloody Disgusting.

“Nós estamos filmando [a segunda temporada] atualmente. Nós fomos direto da primeira temporada para a segunda, e tem sido muito divertido de filmar, especialmente porque nós já estávamos no ritmo das gravações do primeiro ano, e pular direto para a segunda temporada foi ótimo para não perder a força. Sabrina definitivamente muda muito. O crescimento dela é evidente, e a segunda temporada definitivamente parece diferente. São muito diferentes uma da outra.”

Ela continua, “Sem revelar muito, posso dizer que o jeito que a Sabrina toma certas decisões moldam a segunda temporada. O final da primeira prepara várias coisas para a próxima. A série vai para uma direção diferente. Teremos novos personagens. E lidará com lados diferentes das coisas.”

Confira a abertura da série:

Sucesso entre os críticos, a série alcançou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Meio bruxa. Meio mortal. Em seu 16º aniversário, Sabrina (Kiernan Shipka) precisa escolher entre o mundo da bruxaria de sua família e o mundo humano de seus amigos. Ao lado de suas tias (Miranda Otto, Lucy Davis), seu gato Salem e seu namorado Harvey Kinkle (Ross Lynch), Sabrina enfrentará novas e aterrorizantes aventuras na misteriosa cidade de Greendale.

Os episódios da primeira temporada estarão disponíveis no dia 26 de Outubro.

A atriz Kiernan Shipka, das aclamadas séries ‘Mad Men‘ e ‘Feud: Bette and Joan‘, será a protagonista do reboot.

A produção conduzida pela Netflix será baseada nos quadrinhos ‘The Chilling Adventures of Sabrina‘, um drama que vai reimaginar a história de ‘Sabrina, Aprendiz de Feiticeira’ como um relato sombrio sobre a fase de transformações da adolescência para a juventude.

A nova trama será regada de terror, ocultismo e bruxaria, um viés bem distinto daquele que testemunhamos na série cômica dos anos 90/2000.

‘Dark’: Novo teaser da 2ª temporada promete ‘confronto épico’; Assista!

A Netflix divulgou um novo teaser da 2ª temporada de ‘Dark‘.

Confira:

Criada por Baran bo Odar e Jantje Friese, a série é a primeira produção alemã da Netflix.

A trama gira em torno de uma saga familiar e sobrenatural que conta a história do desaparecimento de dois jovens, que desencadeia a descoberta de relacionamentos frágeis e uma rede de mentiras em quatro famílias diferentes.

O elenco conta com Oliver Masucci, Karoline Eichhorn, Jördis Triebel, Louis Hofmann, Maja Schöne, Stephan Kampwirth, Shani Atias e Tamar Pelzig.

Dark‘ já está renovada para a 3ª e ÚLTIMA temporada.

‘O Homem Invisível’: Vídeo dos bastidores revela novos detalhes da produção; Confira!

A Universal Pictures divulgou um novo vídeo dos bastidores do terror ‘O Homem Invisível‘.

Confira:

Sucesso entre os críticos (90% de aprovação no Rotten Tomatoes), o reboot surpreendeu nas bilheterias dos EUA, estreando com ótimos US$ 29 milhões.

Para termos de comparação, o reboot de ‘A Múmia‘ estreou com US$ 31.6 milhões em 2017. No entanto, o longa estrelado pelo Tom Cruise tinha um orçamento gigantesco de US$ 125 milhões. Já ‘O Homem Invisível‘ custou apenas US$ 7 milhões, o que já coloca a produção em uma posição de sucesso desde sua estreia.

Internacionalmente, o terror arrecadou US$ 20.2 milhões através de 47 mercados, totalizando uma estreia global sólida de US$ 49.2 milhões.

Além disso, o público parece ter gostando da produção, dando-lhe uma nova B+, o que deve ajudar em sua estabilidade nas próximas semanas.

Vale lembrar que ‘O Homem Invisível‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Confira o trailer:

Escrita e dirigida por Leigh Whannell (‘Upgrade‘), a nova versão teve baixo orçamento e é descrita como “assustadora”.

O que você não pode ver pode te machucar. A vencedora do Emmy Elisabeth Moss (Nós‘The Handmaid’s Tale’) estrela em um conto moderno de obsessão inspirado pelos personagens clássicos do panteão da Universal Pictures.

Presa em uma violenta e controladora relação com um cientista brilhante, Cecilia Kass (Moss) escapa na calada da noite e desaparece, escondendo-se junto com sua irmã (Harriet Dyer) e seu amigo de infância (Aldis Hodge) e filha adolescente (Storm Reid). Mas quando seu ex abusivo (Oliver Jackson-Cohen) comete suicídio e lhe deixa uma generosa parte da fortuna, Cecilia começa a suspeitar que a morte foi forjada. À medida que uma série de coincidências arrepiantes se tornam muito letais, ameaçando a vida daqueles que ela ama, a sanidade de Cecilia começa a enganá-la – e ela desesperadamente tenta provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver.

O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.

‘FBI’: 3ª temporada ganha teaser e data de estreia

A CBS divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de ‘FBI‘.

Além disso, a emissora confirmou que o novo ciclo irá estrear no dia 17 de novembro.

Confira o teaser:

A série foi criada por Craig Turk e Dick Wolf.

Drama processual sobre o funcionamento interno do escritório do FBI em Nova York, trazendo todas as habilidades, inteligência e tecnologia alucinantes da repartição para manter Nova York e o país em segurança.

O elenco conta com Missy Peregrym, Zeeko Zaki, Ebonee Noel e Jeremy Sisto.