Site Página 2433

‘Sem Remorso’: Vídeo mostra os bastidores da intensa sequência de luta na prisão

A Amazon Prime divulgou um novo vídeo de ‘Sem Remorso‘ (Without Remorse), mostrando os bastidores da intensa sequência de luta na prisão.

Confira:

O longa será lançado no serviço de streaming no dia 30 de abril, mas parece que não cumpriu com as expectativas.

No Rotten Tomatoes, o longa amargou apenas 50% de aprovação, com nota 5.20/10 baseada em 43 reviews até o momento.

Confira as principais críticas abaixo:

Michael B. Jordan merece coisa melhor – e você também” – TV Guide.

“O filme que cerca Jordan é igual ao próprio Kelly: frio, desanexado e brutal” – ScreenCrush.

“O plot de Sem Remorso é tão indecifrável que eu poderia apenas usar o símbolo que Prince usou uma vez e serviria como uma sinopse válida” – RogerEbert.com.

“Jordan faz o melhor para elevar uma história clichê a níveis assistíveis” – Flickering Myth.

Sem Remorso falha ao criar uma narrativa que não seja previsível e clichê” – Black Girl Nerds.

Dirigido por dirigido por Stefano Sollima (‘Sicário: Dia do Soldado’), o filme é baseado no livro homônimo de Tom Clancy.

A trama acompanha John Clark (Jordan), um fuzileiro naval dos EUA, busca vingança pelo assassinato de sua esposa, mas acaba se encontrando dentro de uma conspiração muito maior.

O elenco ainda conta com Jodie Turner-Smith, Jamie Bell, Guy Pearce, Lauren London e Jacob Scipio.

‘Peacemaker’: James Gunn revela quando o novo trailer da série derivada será lançado

Através do seu Twitter, o cineasta James Gunn (‘Guardiões da Galáxia’) revelou que o novo trailer de ‘Peacemaker‘, série derivada de ‘O Esquadrão Suicida‘, será lançado no dia 1º de janeiro.

“Se preparem! O novo trailer de ‘Peacemaker’ será lançado em 1º de janeiro,” declarou.

A produção será lançada na plataforma no dia 13 janeiro.

A série irá explorar as origens do personagem interpretado por John Cena, um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.

James Gunn assina o roteiro da série, além de comandar diversos episódios.

O elenco também conta com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

‘Mulher-Hulk’ ganha novo trailer com cenas INÉDITAS dos próximos episódios

O Disney+ divulgou um novo trailer de ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘, revelando cenas inéditas dos próximos episódios da produção.

Confira, dublado e legendado:

Lembrando que o próximo episódio da série será lançado no dia 15 de setembro.

A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

O elenco também conta com Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino’ deve DECEPCIONAR em sua estreia nas bilheterias dos EUA

Parece que a sequência ‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino‘ vai decepcionar em sua estreia nas bilheterias dos EUA. De acordo com o Deadline, o novo filme da franquia estrelada por Harrison Ford só deve arrecadar entre US$ 60-65 milhões durante o primeiro final de semana no país.

O site ainda afirma que o filme deve fechar o final de semana estendido com US$ 85 milhões.

Para termos de comparação, ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal‘ arrecadou US$ 100.1 milhões em sua estreia nas bilheterias norte-americanas, em 2008. Apesar de ter dividido a opinião do público (com 53% de aprovação no RT), a produção contou com um orçamento de US$ 185 milhões – consideravelmente menor que o quinto filme –, e fechou sua passagem pelas telonas globais com US$ 790.6 milhões.

Com ‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino‘, o grande problema foi o custo exorbitante para a sua produção. O filme alegadamente custou em torno de US$ 295 milhões para sair do papel – um valor alto que dificilmente alcançará um retorno nas bilheterias.

Para gerar algum lucro, o longa precisaria arrecadar ao menos US$ 750 milhões.

Vale lembrar que o filme já está em cartaz nos cinemas nacionais!

Confira nossa crítica:

Dirigido por James Mangold (‘Logan’), este será o primeiro filme da franquia sem o comando o de Steven Spielberg.

O elenco ainda conta com Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag’), Thomas Kretschmann (‘Vingadores: Era de Ultron’), Mads Mikkelsen (‘Hannibal’), Shaunette Renée Wilson (‘Pantera Negra’) e Antonio Banderas (‘Dor e Glória’).

Ralph Ineson terá participação IMPORTANTE em ‘Frankenstein’, afirma Guillermo del Toro

Através do seu Twitter/X, o diretor Guillermo del Toro (‘A Forma da Água’) confirmou o ator Ralph Ineson (‘A Bruxa’) no elenco de sua adaptação de ‘Frankenstein‘.

Apesar de não ter revelado detalhes sobre seu papel, o cineasta afirmou que o personagem terá uma “participação importante” na trama.

O ator Jacob Elordi, conhecido por ‘Saltburn’ e ‘Priscilla’, compartilhou recentemente sua empolgação em viver o monstro.

Durante uma entrevista no programa The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, Elordi entusiasmadamente declarou: “Sim, estou interpretando a criatura de Frankenstein… para Guillermo, que é o Deus dos monstros.”

Anteriormente, o papel estava destinado a Andrew Garfield (‘Até o Último Homem’ e ‘O Espetacular Homem-Aranha’), mas o ator teve que deixar o elenco devido a conflitos de agenda.

O projeto também conta com Christoph Waltz (‘Bastardos Inglórios’), Oscar Isaac (‘Cavaleiro da Lua’), Mia Goth (‘Pearl’) e Felix Kammerer (‘Nada de Novo no Front’).

Guillermo del Toro tem desenvolvido o projeto de Frankenstein há algum tempo e sempre expressou seu desejo de criar um filme centrado na icônica história de Mary Shelley. Ainda não se sabe se sua versão será ambientada em uma época específica ou atualmente.

A data de lançamento ainda não foi anunciada.

Confira o teaser de ‘Heróis de Plantão’, novo k-drama médico da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro teaser do k-drama médico ‘Heróis de Plantão‘.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A produção será lançada na plataforma no dia 24 de janeiro.

Buscando criar um centro de traumatologia de alto nível, um médico veterano de guerra usa suas habilidades e seu jeitão direto para ensinar a equipe a salvar vidas.

O elenco conta com Ju Ji-hoon, Choo Young-woo, Yoon Kyung-ho, Ha Young e Jung Jae-kwang.

Tubarão assassino ataca soldados em clipe inédito do terror ‘Beast of War’; Confira!

O terror ‘Beast of War‘ ganhou um clipe inédito.

A produção, ambientada durante a 2ª Guerra Mundial, acompanha um grupo de soldados no mar aberto lutando pela sobrevivência contra o maior predador do oceano – um grande tubarão branco.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Kiah Roache-Turner (‘Wyrmwood’) é responsável pela direção.

“1942. Um navio de guerra transporta centenas de soldados australianos através do Mar de Timor até à linha de frente da 2ª Guerra Mundial. De repente, os caças japoneses passam pelo céu e, em poucos minutos, o oceano se torna um inferno de aço, fogo, petróleo e sangue. Com a embarcação destruída, um punhado de soldados constrói uma jangada improvisada com destroços flutuantes enquanto se agarram às suas vidas.”

“A tensão aumenta entre os jovens aterrorizados enquanto eles se unem em um esforço para sobreviver. Mas a maior batalha deles ainda está por vir. Na escuridão abaixo, um grande tubarão branco caça nos destroços e é atraído pelo cheiro de sangue fresco.”

Os efeitos práticos do longa ficarão a cargo de Paul Trefry (‘Alien: Covenant’), diretor da empresa CreatureNFX. Ele já trabalhou ao lado de diretores aclamados, como James Cameron, Ridley Scott e Baz Luhrmann.

O longa será lançado em VOD no dia 10 de outubro.

Paul Dano se junta ao elenco do REMAKE de ‘Possessão’, do diretor de ‘Sorria’

De acordo com o Deadline, Paul Dano (‘Batman’) foi confirmado no elenco do remake de ‘Possessão‘, baseado no clássico de 1981.

Infelizmente, detalhes sobre seu personagem não foram divulgados.

Margaret Qualley (‘A Substância’) e Callum Turner (‘Eternidade’) serão os protagonistas da nova versão. Eles irão interpretar os papéis de Isabelle Adjani e Sam Neill, do longa original.

Parker Finn, do aclamado terror ‘Sorria‘ e sua sequência, será responsável pela direção.

Além de dirigir, o cineasta também assumirá as funções de roteirista e produtor do longa. O projeto busca revitalizar a obra visceral de Andrzej Żuławski, que se tornou um cult absoluto ao longo das décadas.

A trama acompanha a crise de um casal em Berlim Ocidental. Após pedir o divórcio ao marido, uma mulher passa a exibir comportamentos cada vez mais perturbadores e violentos. O que inicialmente parece ser um drama sobre infidelidade e separação rapidamente escala para uma espiral de horror surrealista e sobrenatural.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

8ª temporada de ‘Game of Thrones’ pode ter episódios com 1h30 de duração!

A 8ª temporada de ‘Game of Thrones’ pode vir a encerrar o ciclo da série de forma bem épica, segundo o site Deadline. Segundo o portal, ela poderá ter os episódios mais longos, com aproximadamente 1h30 de duração!

A informação foi sugerida neste fim de semana, durante a primeira convenção de fãs de ‘GOT’, intitulada Con of Thrones.

Durante o evento, voltado para celebrar a trama e os personagens, a design de som da produção original da HBO, Paula Fairfield, comentou sobre o formato da última temporada. De acordo com ela, embora o sétimo ciclo tenha episódios com a duração média padrão, a oitava pode se estender um pouco mais.

Embora as filmagens ainda não tenham sido iniciadas, é possível que os últimos seis episódios tenham esta duração de quase 80 minutos. É claro que mudanças futuras podem ocorrer, mas vale a pena se agarrar a esta esperança, principalmente considerando que teremos quatro episódios a menos.

A 7ª Temporada estreia dia 16 de Julho.

 

 

 

‘The Wife’: Glenn Close aparece em nova imagem; Confira

O drama ‘The Wife‘, estrelado por Glenn Close (a Cruella de ‘101 Dalmatas‘) e Jonathan Pryce (o Alto Pardal de ‘Game of Thrones‘), ganhou uma nova imagem.

Confira:

Em ‘The Wife‘, Glenn Close viverá Joan Castleman, que deixou a vida de escritora para ser uma boa e dedicada esposa para Joe Castleman (Jonathan Pryce), um literário renomado e mulherengo. Mas tudo está prestes a mudar no dia do Prêmio Nobel de Literatura, em que Joan decide se separar do marido.

Além de casal de protagonistas, ‘The Wife‘ ainda terá Logan Lerman (‘As Vantagens de Ser Invisível‘), Christian Slater (‘Mr. Robot‘), Max Irons (‘A Garota da Capa Vermelha‘), e Harry Lloyd (‘A Teoria de Tudo‘) e Annie Starke vivendo a versão jovem dos protagonistas.

A direção é do sueco Björn Runge (‘Happy End‘).

O drama deve estrear ainda em 2017 nos EUA.

‘X-Men: Fênix Negra’ ganha trailer internacional com novas cenas; Assista!

X-Men: Fênix Negra‘ ganhou um trailer internacional, trazendo muita ação e cenas novas.

Confira:

X-Men Dark Phoenix International Trailer 2 from poyler007 on Vimeo.

Dirigido por Simon Kinberg, o filme será situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse‘.

“Os X-Men enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso: um deles, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia.”

O grandioso elenco conta com James McAvoy, Jennifer Lawrence, Sophie Turner, Jessica Chastain, Nicholas Hoult, Michael Fassbender, Tye Sheridan, Evan Peters, Alexandra Shipp e Kodi Smit-McPhee.

X-Men: Fênix Negra‘ será lançado nos cinemas nacionais em 6 de junho.

 

‘Vingadores: Ultimato’: Disney ensina a desenhar o Capitão América em novo vídeo

Para distrair os fãs da Marvel durante o período de reclusão social, a Disney iniciou uma série de aulas on-line com seus artistas conceituais, que vão ensinar os internautas a desenharem alguns de seus personagens mais populares.

E dessa vez, a Casa do Mickey está ensinando como fazer o Capitão América. A aula é ministrada pelo artista Ryan Meinerding, responsável pelas artes conceituais de filmes como ‘Vingadores: Ultimato‘, ‘Guerra Infinita‘ e mais.

Assista:

Assista à nossa crítica do filme ‘Vingadores: Ultimato‘, capítulo que marca a despedida de Robert Downey Jr. da franquia:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Zatanna’: Projeto solo da heroína ganha logo oficial; Confira!

A adaptação solo da heroína ‘Zatanna‘ parece estar ganhando forma e durante um evento interno realizado pela Warner Bros. a logo oficial da produção foi divulgada.

A marca aparece cercada pelas demais logos oficiais de outros projetos cinematográficos e televisivos que já estão em desenvolvimento ou até mesmo prontos, como ‘The Batman‘, ‘Supergirl‘ e ‘Aquaman 2‘.

Confira:

O anúncio da logo confirma os antigos rumores de que uma série ou filme baseado na heroína já está nos planos da DC. No entanto, ainda não há detalhes precisos a respeito do projeto, nem em que está de desenvolvimento ele se encontra.

Para quem não conhece, Zatanna é uma feiticeira que herdou seus poderes dos pais, John Zatara e Sindella, descendentes da raça homo magi.

Entre suas principais habilidades, ela é capaz de conjurar magia, materializar objetos com o pensamento, teletransportar, curar ferimentos e manipular o tempo e o espaço.

A personagem já fez parte da Liga Justiça Sombria ao Lado de John Constantine, até que é convidada como membro honorário da Liga da Justiça original.

Crítica | Baby Ruby: Thriller dramático com Kit Harington é um retrato ousado sobre a maternidade fora do Instagram

Filme assistido durante o Festival de Toronto 2022

Uma fotografia solar sob um filtro mais fosco torna os primeiros minutos de Baby Ruby em uma materialização impecável do que é a vida na era digital, onde cada instante de nossos dias é pautado a partir da possibilidade de se tornar um momento instagramável. E com uma decoração simplista e um olhar mais apurado para registrar tudo ao seu redor pelos ângulos mais favoráveis, Jo é uma blogueira famosa e mãe de primeira viagem que está preparando os detalhes finais de sua gestação, com uma chá de bebê digno de Pinterest e uma comemoração intimista que exala os ares de influencer gringa low profile – que deixou a França para viver a vida nos Estados Unidos com seu belo esposo.

Mas o que o glamour de uma gravidez perfeita não lhe revelou foi a espiral do famoso puerpério, termo que muita gente até hoje nunca ouviu falar. E sob uma alucinante psicose pós-parto, Jo começa a questionar sua sanidade e até mesmo a de sua nova e lindíssima bebê, que parece ser a extensão de um enorme pesadelo na vida de uma mulher já submetida ao mais profundo estresse. Baby Ruby marca a estreia na direção de Bess Wohl, que faz de seu primeiro longa um genuíno posicionamento cultural sobre como a arte pode ser usada de forma tão original para iniciar conversas tão fundamentais e ainda tão raras na sociedade contemporânea. Com um roteiro perspicaz e dinâmico, a nova cineasta brinca com sua protagonista em tela, aguçando tanto os seus sentidos como as nossas sensações, nos imergindo em uma jornada de efeitos colaterais inesgotáveis.

Usando os estereótipos do gênero de thriller psicológico de maneira precisa para nos absorver na jornada de Jo e de sua recém-descoberta maternidade, Wohl ainda abre espaço para a atriz Noémie Merlant brilhar em cena, mostrando o seu talento para além do que fora mostrado em Retrato de uma Jovem em Chamas. Entre a loucura absoluta e a neurose, a francesa traz um retrato audacioso da maternidade da vida real, quando o brilho da tela dos smartphones se apaga. E entregando uma experiência completa e ofegante para a audiência, a diretora ainda faz de seu thriller dramático uma aterrorizante análise social crítica, que nos mantém em estado de alerta e de questionamento por toda sua duração.

Surpreendente e bem dirigido, o thriller ainda faz uma metáfora impressionante da depressão pós-parto, se privando de explicações exaustivas e desnecessárias – que naturalmente atrapalhariam a experiência do público. Desafiando a nossa compreensão a respeito das reais origens e motivações que regem a caótica jornada da protagonista, o filme nos mantém em dúvida a todo momento, guardando seu plot twist para os instantes finais, sempre deixando um rastro de questionamentos que nos acompanham na saída da sessão. Com toques serenos de humor – que agregam um valor diferente à trama -, Baby Ruby é do tipo que não prometeu nada, mas entregou tudo.

Crítica | O Chef – Plano Sequência Explosivo dos Bastidores de Glamour Gastronômico

Angústia. Este é o sentimento que resume a experiência dos 92 minutos sem cortes de O Chef (Boiling Point, no original), do britânico Philip Barantini

Estrelado por Stephen Graham (da série Peaky Blinders), O Chef é a extensão de um curta-metragem do mesmo diretor de 2019. A audácia do projeto é acompanhar uma noite em um restaurante chique e todos os conflitos do ambiente em plano sequência. Isto é, a câmera não descola “os olhos” da ação nem por um segundo. E, claro, o público igualmente.

Se a narrativa de guerra 1917 (2019), de Sam Mendes, prometia um filme em plano sequência, mas apresentou um produto com cortes escondidos, uns mais evidentes que outros. O Chef, por outro lado, promete e entrega um material visceral. Para ter uma ideia, a produção realizou quatro tomadas diretas e a terceira delas é a que vemos em tela. 

Tudo começa com a chegada do chef Andy Jones (Stephen Graham) ao estabelecimento, minutos antes da abertura. Pela mise en scène de Philip Barantini, é possível sentir um clima hostil e pesado sobre o capitão da locomotiva gourmet. Garrafas de álcool no escritório, chamadas realizadas que sempre vão a caixa postal, olhos turvos, ou seja, a vida de Andy não parece bem. Do escritório para a cozinha, ele começa a tentar colocar as coisas em ordem. 

Sua maneira de falar com os ajudantes é agressiva, alguns são inexperientes, mas esforçados, outros nem tanto. Dentro deste microambiente, o roteiro desvela várias camadas e expressivos personagens. Mesmo que os problemas e o estresse do chef estejam no centro da narrativa, todos os outros trabalhadores têm os seus dilemas explorados. 

Paulatinamente as conversas e as cobranças vão ganhando pressão e começam a chegar ao ponto de ebulição (aliás, esta é tradução literal do título original). Desde a lavadora de pratos, passando pela subchefe Carly, o barman, as garçonetes e a gerente, todos estão sob uma devastadora tensão de apresentar um serviço perfeito, enquanto estão destruídos por dentro. 

Carly (Vinette Robinson) sente-se desvalorizada apesar de segurar a barra da cozinha inteira, enquanto Andy anda aéreo com seus problemas pessoais. Ela pede um aumento a fim de recusar a proposta de outro estabelecimento, ele é o responsável por passar o pedido à gerente Beth (Alice Feetham), filha do proprietário. 

Pela perspectiva da jovem manager, ela carrega o peso de reganhar uma estrela perdida após uma desastrosa auditoria. Ali, estão as mulheres se redobrando para conseguir mostrar um bom trabalho, enquanto os homens nem tanto, um dos auxiliares, por exemplo, some durante minutos para fumar um beck nos fundo do restaurante. 

Sem falar do tratamento dos clientes com as garçonetes. Os pedidos customizados de alguns deles, a má educação de outros, racismo, soberba, cada mesa é um drama. É palpável o sentimento de desconforto de uma das empregadas com assédio de um grupo de amigos no recinto.

O cenário de candelabros ao teto e velas à mesa com taças de vinho e champanhe dão um tom de ambiente aconchegante, O Chef, no entanto, mostra o sangue fervendo por várias artérias. A cereja do bolo é a presença de uma crítica gastronômica (Lourdes Faberes) e do ex-sócio de Andy (Jason Flemyng) no salão a fim de mexer ainda mais com as emoções do protagonista e de toda a equipe. 

São tantos sentimentos em jogo e a câmera não nos deixa respirar nem um segundo, que o ponto de ebulição cria uma real sensação de estafa e aflição. Depois uma paulada atrás da outra, o diretor e roteirista Philip Barantini consegue apresentar um reflexo da sociedade britânica (e do mundo) dentro do microcosmo de um restaurante. As relações de poder e as recompensas por meio da duvidosa meritocracia e do verdadeiro pré-julgamento social estão todos colocados em cena.

** O Chef estreia dia 1º de setembro de 2022 nos cinemas do Brasil. A partir de 27 de agosto, o filme está em pré-estreia em algumas cidade.

Atriz de ‘Melrose Place’ é acusada de ter abusado sexualmente um adolescente

A atriz Jamie Luner, a Lexi Sterling da série ‘Melrose Place’, está sendo acusada de ter feito sexo oral em um adolescente menor de idade, de acordo com o TMZ.

A suposta vítima, agora um homem de 30 anos, registrou o crime em uma delegacia de Los Angeles, alegando que em 1998, quando tinha 16 anos, Luner fez sexo oral nele.

O relatório inicial da policia não revela a identidade do acusador e também não esclarece se a atriz e o adolescente tinham, na época, um relacionamento consensual. Procurada pela imprensa, a atriz ainda não se pronunciou publicamente sobre as acusações. Novas informações devem sair em breve.

‘Vingadores’: Vídeo do blu-ray mostra versão estendida da luta contra Thanos; Assista!

Um vídeo promocional do blu-ray de ‘Vingadores: Guerra Infinita está circulando na internet e podemos ver uma versão estendida da cena da luta contra Thanos. Confira:

Em outro vídeo, a Marvel explica exatamente qual o poder de cada uma das Joias do Infinito.

Destaque para a Joia da Alma, a pedra que menos apareceu no MCU até agora. No vídeo, seu poder é “controlar a vida e a morte”. Confira:

Joia do Espaço: Viajar através de qualquer dimensão.

Joia do Tempo: Ver o futuro, alterar o passado.

Joia da Realidade: Dobrar a realidade à sua vontade.

Joia do Poder: Destruir qualquer coisa em seu caminho.

Joia da Mente: Criar ou alterar consciências.

Joia da Alma: Controlar a Vida e a Morte.

Capitã Marvel chega aos cinemas em 8 de março de 2019, enquanto Vingadores 4 fica para 02 de maio de 2019.

10 curiosidades de ‘Uma Linda Mulher’, uma das comédias românticas mais famosas da história

Lançado em julho de 1990, Uma Linda Mulher é uma das mais clássicas e icônicas obras da década de 90. A história do amor incomum do executivo que contrata uma garota de programa para acompanhá-lo nas reuniões de negócios conquistou uma legião de fãs ao redor do mundo, que se encantaram com as atuações de Richard Gere e Julia Roberts, e imortalizaram na história do cinema a canção Oh Pretty Woman. Diante desse sucesso, o filme esconde alguns segredos e polêmicas de bastidores. Pensando nisso, selecionamos 10 curiosidades de Uma Linda Mulher. Confira!

Relatos

O roteirista do filme, J.F. Lawton, realizou uma série de entrevistas com as garotas de programa que trabalhavam na avenida ao lado de onde ele morava e adicionou esses relatos às incursões corporativas, que eram tão comuns na época. Assim, ele conseguiu misturar esses dois mundos para criar uma das comédias românticas mais famosas de todos os tempos.

3 mil pratas

Por conta da proposta que Vivian (Julia Roberts) recebe e acaba movimentando a trama do filme, o título original do projeto era “3 Mil Dólares”. Porém, a Disney não achou que esse nome chamaria atenção para o filme, então, assim que conseguiu os direitos de uso da música ‘Oh Pretty Woman’, de Roy Orbinson, o estúdio alterou o título para “Uma Linda Mulher”.

Roteiro polêmico

A ideia original da direção era contar com a ruivinha Molly Ringwald (O Clube dos Cinco), que chegou até a receber o roteiro para leitura. O problema é que ela não gostou do que leu e achou a trama meio ofensiva, além de não se sentir confortável interpretando uma garota de programa, com medo de como isso poderia afetar sua carreira. Com a recusa, a equipe foi atrás de Julia Roberts. Anos mais tarde, Molly disse ter se arrependido de não ter aceitado o papel.

Quase pulou fora

O grande charme do filme é química sobrenatural de Richard Gere e Julia Roberts em cena, mas é curioso como isso quase não aconteceu. É que o ator fez o teste junto a Roberts, e todos ficaram maravilhados com a química entre a dupla, só que ele não gostou tanto do projeto e estava prontinho para recusar o papel. Porém, um bilhetinho da própria Julia Roberts enviado para ele com as palavras “por favor, aceite o papel” fizeram com que ele mudasse de ideia e topasse estrelar o filme ao lado da atriz.

Outros planos

Julia mandou o bilhetinho para Gere porque já havia passado por experiências negativas durante os testes. A ideia original da direção era ter o eterno Superman, Christopher Reeve, no papel de Edward Lewis. No entanto, no dia do teste, Julia teve um conflito de agenda e não pôde comparecer para ler o roteiro com Reeve, que precisou fazer sua cena com o próprio diretor no papel de Vivian. Sua interpretação de Vivian foi tão ruim e vulgar que Reeve acabou recusando o papel na hora.

Não era o certo

Com a recusa de Reeve, a produção foi atrás do lendário Al Pacino. Porém, diferentemente do Superman, Al Pacino teve a chance de fazer o teste ao lado de Julia Roberts e achou o roteiro simplesmente fantástico. Então o que aconteceu para ele recusar o papel? Em um ato de muita honestidade, o ator simplesmente acreditou que não era a melhor escolha para o papel, acreditando que eles ainda encontrariam a química perfeita para o casal do filme. E não é que ele estava certo?

Joia rara

O icônico colar que Vivian recebe para usar na sequência da ópera é uma joia de verdade e tinha mesmo o preço avaliado em cerca de 250 mil dólares, conforme dito no filme. Para garantir que nada de ruim acontecesse com a joia durante as gravações, o diretor andava sempre acompanhado por um segurança armado da joalheria. Ainda bem que nada aconteceu com ele, não é mesmo?

Tira-manchas

Na famosa cena da banheira, em que Vivian se empolga com a cantoria enquanto se banha, a produção queria formar uma camada muito grossa de espuma para evitar que câmera mostrasse demais da Julia Roberts. Para isso, os responsáveis atolaram a banheira de detergente. Mas foi tanto sabão que a tinta vermelha do cabelo de Julia Roberts saiu ao fim da cena, fazendo com que ela precisasse pintar a cabeleira novamente quando chegaram à sequência final.

Pegadinha

Essa mesma cena conta com outra curiosidade divertida de bastidores. A sequência tem um momento em que Vivian está cantando empolgada até que decide afundar bem lentamente na espuma da água da banheira. Sabendo disso, a produção decidiu pregar uma peça na atriz. Quando ela mergulhou a cabeça embaixo d’água, todo mundo saiu correndo do set de filmagem, incluindo o câmera. Assim, quando ela levantou da banheira, ficou perdidinha sem achar ninguém e caiu na gargalhada.

Sucesso

Com mais de 460 milhões de dólares arrecadados em bilheteria, Uma Linda Mulher foi um sucesso mundial. Ainda assim, na Espanha, o filme é um dos maiores sucessos de todos os tempos, sendo o mais clássico filme das exibições das TVs locais. Até 2022, foram mais de 40 exibições em horário especial do filme. É praticamente A Lagoa Azul deles.

Uma Linda Mulher está disponível no Star+.

Crítica | Serial Kelly – Gaby Amarantos Estreia na Telona como SERIAL KILLER Matadora de Machistas

Gaby Amarantos vem se destacando cada vez mais no cenário nacional. Tendo iniciado sua carreira como cantora em 2002, foi mais ou menos em 2012 que ela expandiu sua ascensão nacionalmente, após ter suas músicas entrando na trilha sonora de novelas da Rede Globo, como ‘Ex Mai Love’. Dona de um carisma sem igual, uma voz poderosa e silhueta bem brasileira, não demorou muito para que essa paraense de Belém rapidamente migrasse para a sétima arte, passando a figurar também em seriados e novelas como atriz. De lá para cá são vinte anos de carreira como cantora e mais ou menos dez como atriz – e a partir dessa semana, Gaby faz sua estreia nas telonas com o filme ‘Serial Kelly’.

Kelly (Gaby Amarantos) é uma potente cantora de forró eletrônico no interior nordestino que vive de se apresentar em bares, shoppings e restaurantes em troca de algum dinheiro. Na trilha para fazer sucesso, ela canta em cabarés e zonas de entretenimento adulto, onde trava amizade com profissionais do sexo e travestis. Numa dessas, conhece Tempero (Igor de Araújo), um galego galanteador que arrebata sua atenção. Porém, antes Kelly resolvera se vingar de seu produtor musical, que tentou lhe passar a perna. Quando mais mortes de homens começam a se espalhar pela região, o caso desperta a atenção da delegada Fabíola (Paula Cohen), que passa a caçar Kelly na tentativa de ajudá-la.

O grande destaque em ‘Serial Kelly’ é realmente Gaby Amarantos. É impressionante a maturidade que a cantora consegue imprimir neste seu primeiro papel nas telonas como protagonista. Tudo bem que já são anos trabalhando como atriz, mas Gaby atua de maneira tão natural, tão orgânica, que não parece estar fazendo esforço algum. Sem contar que a atriz preenche a tela com sua beleza; sua pele brilha sob a fotografia de Pedro Urano, que faz bom uso da iluminação natural das locações abertas para valorizar a personagem em planos abertos e vibrantes.

Definido como comédia, o filme de René Guerra está mais para um drama bem-humorado. As situações em que a protagonista se envolve têm comicidade, mas não exatamente fazem rir; ao contrário, provocam a reflexão através de um viés mais leve sobre situações absurdas e cotidianas, todas envoltas em comportamentos machistas que provocam em Kelly uma urgência de acerto de contas. As vítimas possuem perfis de pessoas repugnantes que se vestem com o véu da hipocrisia social para se aproveitarem dos talentos de Kelly de alguma forma, seja na música, seja no sexo. O roteiro de René Guerra e Marcelo Caetano faz um retrato sobre como essa protagonista ama três coisas: comer, transar e matar; a partir dessa trinca, constroem um enredo em que os atos de Kelly são compreensíveis ao espectador, e culminam no contraponto da sororidade que ela oferece às mulheres que atravessam seu caminho, retribuídos pela delegada que sentencia: “em terra de matadores, a mulher que mata vira serial killer”.

Sob o peso do patriarcado, ‘Serial Kelly’ mostra que também no crime o tratamento às mulheres é desigual. Com Kelly, Gaby Amarantos mostra que é uma artista completa, e que o cinema era um caminho natural para essa grande estrela.

Terminou o namoro? Selecionamos 10 filmes para você assistir e se sentir melhor!

O fim de um relacionamento nunca é fácil. E cada pessoa reage de forma diferente. Tem gente que fica na fossa, tem gente que leva de boa, mas precisa de um tempo, e tem gente que logo parte pra outra relação. De qualquer forma, o cinema é sempre um bom amigo para quem está precisando daquele apoio após o término de um namoro.

O CinePOP separou dez filmes perfeitos para quem está saindo de um relacionamento. É claro que tem gente que pode preferir afogar as mágoas num dramão ou assistir à uma ação sem cérebro, mas optamos por focar a atenção (com exceções) em obras leves, divertidas e que passam uma mensagem otimista sobre relacionamentos. Os longas, inclusive, quebram a ideia do que seria um final feliz. O que vale mesmo é a jornada dos personagens.

Confira nossa lista abaixo! E não deixe de dizer nos comentários quais seus filmes favoritos para lidar com o fim de uma relação.

(500) Dias com Ela

(500) Dias com Ela parece aquela comédia romântica tradicional, mas é mais que isso. É um filme que mostra o perigo de se idealizar uma relação e de achar que você pode mudar o outro. Também é um longa sobre a importância de ser honesto com suas intenções logo de cara. Joseph Gordon-Levitt vive um sujeito que aposta todas suas fichas em uma relação com Zooey Deschanel, que desde o início deixa claro que não está em busca do amor de sua vida. Ao final, mesmo diante de uma separação dolorosa, vemos que o importante é seguir em frente. Após o verão, há sempre o outono.

O Diabo Veste Prada

O romance está longe de ser o mais importante em O Diabo Veste Prada, embora a mensagem de evitar o boy que não te apoia esteja mais que presente. Mas a jornada de Andrea (Anne Hathaway) é perfeita para motivar quem está na fossa. É um filme sobre auto descoberta e reafirmação, coisas que muita gente precisa lidar após o fim de um relacionamento. Aqui, a protagonista rompe um ciclo de dependência e abuso profissional, algo facilmente transferível para um namoro. Às vezes, é melhor ficar sozinho(a) e o filme deixa isso bem claro.

O Casamento do Meu Melhor Amigo

Clássico das comédias românticas dos anos 90, O Casamento do Meu Melhor Amigo é mais um filme a falar sobre o perigo de se idealizar uma relação e sobre tratar uma pessoa como posse. Após idas e vindas, acaba sendo um longa sobre como, muitas vezes, é melhor acabar dançando com um amigo em uma festa. A personagem de Julia Roberts acaba construindo, em sua cabeça, uma relação que não existe, apenas pelo medo de ficar sozinha ou de não encontrar um outro alguém. O filme, no entanto, deixa claro que este não é o caminho. E que é melhor ficar sozinha.

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

O cinema, na maioria das vezes, trata a solidão como algo alienígena, como um problema que o/a protagonista tem que resolver. Mas, como na vida real, nem sempre é ruim ficar sozinho. Então, ao invés de embarcar numa história clichê em que uma mulher só se completa ao encontrar o príncipe encantado, nada melhor que assistir à O Fabuloso Destino de Amélie Poulain. O drama francês mostra que é possível encontrar a felicidade nas pequenas coisas, sem depender do outro. Uma atuação delicada e emocionante de Audrey Tautou.

Legalmente Loira

Legalmente Loira apresenta o sonho de vingança de toda garota maltratada ou desvalorizada pelo boy lixo. Reese Witherspoon vive Elle Woods, uma jovem que entra para o curso de direito de Harvard para tentar reconquistar o ex-namorado, que a deixou por não ser “séria demais”. A comédia romântica tradicional talvez acabasse com Elle reconquistando o sujeito, mas aqui a personagem passa por uma jornada de redescoberta. E de desenvolvimento de uma autoestima. Algumas vezes, tudo o que você precisa é confiar mais em você. Se a pessoa ao teu lado te deixa pra baixo, melhor seguir em frente.

Ressaca de Amor

Ressaca de Amor… Está aí um título que pode servir para descrever muitos finais de relacionamento. E o filme também pode ajudar aquele coração mais desamparado. A comédia romântica estrelada por Jason Segel, Kristen Bell e Mila Kunis conta a história de um cara que é deixado pela namorada de vários anos. Para superar a separação, ele viaja para o Havaí. Lá, acaba encontrando a ex já com um novo parceiro. Em meio a crise, ele conhece uma nova mulher, mas mais que isso: ele descobre sua autoestima. E ainda passa a ser capaz de uma autocrítica, assumindo parte da responsabilidade pelo fim da primeira relação. Por trás da história está a mensagem que não adianta você amar uma pessoa e se esquecer de cuidar de você.

Sob o Sol da Toscana

Tudo bem que nem todo mundo pode lidar com o fim de uma relação comprando uma chácara na Itália (quem me dera!), mas esta não é a mensagem de Sob o Sol da Toscana. Na trama, Diane Lane vive uma escritora que entra em crise após descobrir a infidelidade do marido. Motivada pelas amigas, acaba aceitando uma viagem para a Itália. Lá, de forma impulsiva, acaba comprando uma propriedade, que terá que reformar com as próprias mãos. É uma jornada de redescoberta e, acima de tudo, uma vitória contra a visão de que é tarde demais para se viver. É belo, divertido e ainda com suas pitadas de romance. Ideal para quem procura seguir em frente.

Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças

Vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original, Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças é uma obra muito inteligente e madura sobre relacionamento. Fala sobre a possibilidade de se apagar pessoas de sua memória, algo com que muita gente recém-separada consegue se relacionar. Mas, ao final, mostra que por mais dolorosa que seja a separação e a falta daquela companhia, ainda é melhor ter vivido aquilo. O filme também aborda vários elementos de relacionamentos, como a noção de que um deve completar o outro ou mesmo a dependência que se forma em uma relação. O elenco conta com as ótimas participações de Jim Carrey, Kate Winslet, Kirsten Dunst e Mark Ruffalo.

La La Land

O belo musical estrelado por Ryan Gosling e Emma Stone parece a história de amor perfeita. Mas também é um tiro de “nem todo conto de fadas tem o final feliz”. Mas tudo bem! O filme, de certa forma, é uma adaptação da clássica frase “que seja eterno enquanto dure”. La La Land apresenta um romance de cinema, mas com uma conclusão de vida real. Nem sempre os casais terminam juntos, e isso não apaga a bela jornada que viveram. Para os recém-saídos de uma relação, talvez seja duro embarcar em uma história tão romântica, mas também mostra o valor que uma pessoa pode ter na vida da outra, mesmo que não acabem lado a lado.

Garota Exemplar

Fugindo bastante do perfil dos filmes anteriores, nos resta indicar Garota Exemplar para completar a lista. Este vai para aqueles que não querem saber de comédias ou romances. Então, nada melhor que esse belo thriller dirigido por David Fincher. Está aqui uma história que prova que é melhor estar solteiro(a) do que num relacionamento tóxico. Pensa só, você poderia estar com um sujeito que te trai. Ou com uma psicopata que forja a própria morte e coloca a culpa em você. Não há dúvida que, nos dois casos, a solteirice é o melhor caminho a se seguir. Não precisa ficar na bad.

Crítica | American Horror Story – 09×01: Camp Redwood

American Horror Story tem um complexo legado de altos e baixos ao longo de sua breve existência na televisão contemporânea. De fato, a obra idealizada por Ryan Murphy e Brad Falchuk começou com o pé direito em 2011, com o lançamento da adorada Murder House, atingindo seu ápice no ano seguinte com Asylum e entregando a fan-favorite Coven logo depois. É certo dizer que os elementos de terror, na verdade, se rendiam ao suspense e ao drama sobrenatural, encontrando um espaço interessante para a delineação de um saturado gênero – que depois se ramificou em diversas subtramas poéticas (como as vistas em Freak Show e Hotel), o puro gore (Roanoke) e restrições criativas que transformaram o panteão em questão em qualquer obra adolescente dos últimos cinco anos (Cult e, principalmente, Apocalypse).

Por sorte, o work-a-holic Murphy prometeu voltar às suas origens com o anúncio da nona temporada – a penúltima antes do infernal e desesperador ciclo chegar ao fim. Aqui, o showrunner, roteirista e diretor abria as portas para uma clara homenagem ao suis-generis dos longas slasher que tanto povoaram a imaginação dos aficionados por terror e por cinema nos anos 1980 (não é surpresa que o subtítulo do novo ano seja ‘1984’). Com a estreia do primeiro episódio, intitulado “Camp Redwood”, ficou bastante claro para os fãs do show que AHS jamais voltará ao que era antes; mas isso não significa que outros elementos não possam ser explorados – e talvez esse seja o motivo fundamental da iteração supracitada funcionar dentro de seus propósitos e de suas narcóticas incredulidades.

Já mostrando sua considerável carga cultural, o capítulo abre com um costumeiro prólogo, digno de nos recordar dos múltiplos clássicos do terror das décadas passadas. Ainda que ambientada no ano-titular, é bastante claro o apreço da equipe criativa em preparar o terreno antes da história condutora se desenrolar – algo que nos recorda vagamente da franquia Pânico e da icônica sequência de assassinato de Drew Barrymore. A construção aqui feita carrega consigo notáveis traços de originalidade, que acabam falando mais alto que os perceptíveis deslizes técnicos e performáticos (como o desenlace entre ação e reação dos personagens).

Se Ghostface serviu de inspiração para esses breves minutos introdutórios, Michael Myers insurge em uma deliciosa releitura nas cenas que os sucedem: em uma apresentação digna de qualquer vídeo fitness de Jane Fonda que você possa encontrar daquela época, somos apresentados ao elenco protagonista. Cada um deles se isola em um tipo social, um estereótipo proposital dos já vencidos arquétipos de filmes do gênero: de um lado, por exemplo, temos Emma Roberts encarnando Brooke Thompson, a cândida e ingênua virgem que deve funcionar como a final girl da saga; Billie Lourd, por sua vez, encontra-se na rebelde Montana Duke; Cody Fern retorna como o esnobe Xavier Plympton; e por aí seguimos.

O grupo decide trabalhar por um breve verão no Acampamento Redwood, reaberto anos depois do trágico massacre explorado no prólogo. Aliás, a única sobrevivente do infeliz evento, Margaret (Leslie Grossman), decidiu retomar as atividades para salvar o último suspiro de esperança que a sociedade vem perdendo das gloriosas décadas passadas – e deixa bem claro que não irá tolerar nenhum tipo de deslize. Aliás, Grossman se afasta consideravelmente de seus papéis anteriores e adota um semblante mais sério e rígido, digno de grandes reviravoltas nas próximas semana. É a partir daí (na verdade, logo depois que Margaret revela o sombrio passado do Acampamento) que as coisas começam a ficar um pouco mais complicadas.

Bradley Buecker, que fica a encargo da direção, não pensa duas vezes antes de emular uma quantidade absurda de obras bastante conhecidas da esfera cinematográfica; felizmente, ele opta por tais características cênicas em vez de simplesmente imitar o que não deve ser tocado, sem perder a oclusiva identidade da antologia: não é surpresa, pois, que encontremos enquadramentos invertidos, fluidas panorâmicas e alguns cortes bruscos que remontam a preferência quase cubista de seu criador.

No meio do caminho, entretanto, Buecker se depara com um frenético roteiro que vai para além da mera apresentação e parece deixá-lo perdido. É notável sua preocupação artística com a evidenciação dos figurinos e até mesmo dos pormenores que compõe os cenários; porém, por breves momentos, nos vemos dentro de uma anacrônica narrativa que se inicia com a fuga do assassino conhecido por Mr. Jingles (John Carroll Lynch) de seu eterno confinamento numa instituição psiquiátrica e termina com a abrupta aparição de um personagem quase esquecido, conhecido pelo nome de Richard Ramirez (Zach Villa). Em uma análise mais profunda, Ramirez esteve próximo de tirar a vida de Brooke em uma invasão, voltando para terminar seus negócios pendentes – e talvez tenha que lidar com a iminente chegada de Mr. Jingles.

Não se sabe exatamente como essas múltiplas camadas eventualmente irão se aglutinar em algo único, muito menos se os roteiristas conseguirão alcançar esse objetivo sem se valer de clichês formulaicos. Afinal, é muito cedo para ao menos deduzir de que modo a história irá prosseguir; há diversos temas para serem explorados em meio ao que nos foi mostrado, com potencial que oscila desde o mais puro trash até um competente e não tão complicado mistério a ser digerido pelo público e pelos personagens.

American Horror Story voltou em uma forma conhecida, porém aprazível. O resultado final, ainda que divirja de estreias anteriores pela quantidade inescrupulosa de acontecimentos e referências, é palpável o suficiente para nos manter envolvidos para as próximas semanas – um morno regresso cuja crua completude pode e deve amadurecer.

‘The Last of Us’: Compositor dos jogos entra para a nova série da HBO

Segundo o ComicBook.com, o compositor Gustavo Santaolalla entrou para The Last of Us, nova série da HBO baseada nos games homônimos da Sony, e ficará responsável pela trilha sonora.

Santaolalla não é estranho à franquia de jogos, visto que arquitetou a música dos dois capítulos da saga. Seus outros trabalhos incluem O Segredo de Brokeback MountainBabel, longas pelos quais levou para casa a estatueta de Melhor Trilha Sonora Original em 2005 e em 2006, respectivamente. Na televisão, seus créditos incluem Making a MurdererJane the Virgin.

Recentemente, o roteirista da nova produção, Craig Mazin, garantiu que manterá a identidade LGBTQ+ da protagonista Ellie.

A informação foi compartilhada por ele mesmo por meio da sua conta oficial do Twitter, ao ser questionado por um fã.

Confira:

“É melhor vocês manterem os gays gays. Por favor e obrigado. Não apaguem essa representatividade, por favor. De qualquer forma, estou empolgada com isso”.

“Você tem minha palavra”.

 

Uma outra fã respondeu ao comentário de Mazin, afirmando que usaria sua resposta como prova do seu comprometimento:

“Já está registrado, esse tweet agora é uma evidência”.

Em resposta, ele validou a sua observação, garantindo que a representatividade LGBTQ+ fará parte da série:

 

“Correto, isso aqui é um recibo”.

A produção é fruto de uma parceria entre a Naughty Dog, HBO, Sony Pictures Televison e a PlayStation Productions, que fará sua estreia na criação de séries de TV.

Ainda sem data de estreia, o projeto terá como produtores executivos Neil Druckmann, um dos criadores do aclamado game, e Craig Mazin, showrunner de ‘Chernobyl‘.

Confira o anúncio:

“Estamos muito empolgados por unir forças com a HBO para criar uma série TV baseada em ‘The Last of Us sob o comando de Neil Druckmann e Craig Mazin.”

Em entrevista para o The Hollywood Reporter, Mazin elogiou o trabalho de Druckmann e comemorou a parceria:

Neil Druckmann é sem dúvida o melhor contador de histórias que trabalha no mundodos games, e ‘The Last of Us‘ é sua obra-prima. Ter a chance de adaptar essa obra de arte de tirar o fôlego é um sonho que eu tenho há anos, e estou muito honrado em fazer isso ao lado de Neil.”

Além de Druckmann e Mazin, o projeto também contará com Carolyn Strauss e Evan Wells, presidentes da Naughty Dog, como produtores executivos.

Por enquanto, mais detalhes não foram revelados, e como a ideia está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas ao longo dos próximos meses.

Lançado em 2013, ‘The Last of Us se passa num futuro pós-apocalíptico e acompanha a jornada trilhada por pelo traficante Joel e a jovem Ellie, a única capaz de encontrar a cura da doença que devastou o mundo.

Lembrando que a sequência do game será lançada ainda este ano, em 29 de maio.

‘Muppets Now’: RuPaul, Kermit e Miss Piggy na nova cena divulgada da série; Confira!

Disney+ divulgou uma nova cena promocional da sua nova série original ‘Muppets Now’, revelando a presença ilustra do icônico apresentador e drag queen RuPaul Charles.

Confira:

Kermit, Miss Piggy, Beeker, Animal e o restante da gangue irão estrelar a série ao lado de inúmeras celebridades.

A primeira temporada é composta por seis episódios e gira em torno de Scooter, que tem a missão de entregar uma nova série de TV dos Muppets para a plataforma de streaming. Ele está atrasado para entregar o show, então deve enfrentar todos os obstáculos em seu caminho.

Os membros convidados da produção também incluem Linda Cardellini, Taye Diggs, Aubrey Plaza, Seth Rogen e muitos outros.

‘Muppets Now’ já está disponível na plataforma, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

 

60 Músicas Essenciais para Conhecer Taylor Swift

Taylor Swift é um dos nomes mais poderosos da indústria fonográfica contemporânea, tendo levado para casa centenas de prêmios ao longo de nove álbuns de estúdio.

Começando sua carreira ainda em 2006 com seu début homônimo, mas não seria até dois anos depois que Swift conquistaria o mundo ao se tornar a artista mais jovem a ganhar o prêmio de Álbum do Ano com Fearless no Grammy Awards (recorde que foi quebrado este ano por Billie Eilish). Desde então, sua legião de fãs cresceu exponencialmente e, obra após obra, ela vem demonstrando uma versatilidade invejável que a coloca no mesmo patamar de Madonna, Lady Gaga e Beyoncé.

Para celebrar seu 31º aniversário, separamos uma extensa lista com 60 músicas essenciais para conhecer o estilo musical e as letras dessa artista inigualável.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

“TIM MCGRAW”

Álbum: Taylor Swift

A estreia de Taylor Swift no cenário musical se deu ainda em 2006, com apenas dezesseis anos de idade. Escrita por Swift e por Liz Rose, “Tim McGraw”, a faixa foi escrita durante os anos de colegial da cantora e da compositora e marca uma interconexão poderosa entre a música country e as tendências contemporâneas.

“TEARDROPS ON MY GUITAR”

Álbum: Taylor Swift

Um ano depois de seu primeiro single, Swift fez um sucesso ainda maior com a cândida melodia de “Teardrops On My Guitar”. Permanecendo fiel no trajeto do country pop, a artista se reuniu mais uma vez com Rose para uma história de amor não correspondida com um antigo colega de sala – e que, quando o jogo virou, ela o rejeitou.

“LOVE STORY”

Álbum: Fearless

O lead single de Fearless, aclamado álbum que rendeu a Swift sua primeira estatueta de Álbum do Ano no Grammy Awards, é uma das músicas mais conhecidas da princesinha do country-pop. Inspirada pela clássica peça ‘Romeu e Julieta’, de William Shakespeare, “Love Story” se torno um sucesso massivo no cenário internacional e foi a música country ano pela BMI.

“YOU BELONG WITH ME”

Álbum: Fearless

Produzida por Nathan Chapman, que viria a se tornar um grande colaborador de Swift, “You Belong With Me” já mostrava as tendências mais populares de Swift depois de suas incursões de enorme sucesso no classicismo do country. A canção foi um sucesso de crítica e de vendas, garantindo três indicações ao Grammy 2010, incluindo Música e Gravação do Ano.

“FIFTEEN”

Álbum: Fearless

“Fifteen” é uma das canções mais belas e pessoais de Taylor Swift e, como ficaria marcado ao longo de sua explosiva carreira, foi inspirada por seu primeiro coração partido, ainda no colegial. A balada country-pop traz mensagens de empoderamento e aconselha adolescentes a não se apaixonarem tão fácil – ainda mais quando as consequências podem ser drásticas.

FEARLESS

Álbum: Fearless

A música título de seu segundo álbum de estúdio é uma mudança drástica àquilo que Taylor havia nos apresentado desde então. Mergulhando de cabeça no pop rock, a temática gira em torno do destemor de se apaixonar e de lidar com o futuro, trazendo uma narrativa centrada no encontro perfeito. A canção debutou em nono lugar dos charts da Billboard.

“TODAY WAS A FAIRYTALE”

Álbum: Idas e Vindas do Amor (OST)

“Today Was a Fairytale” foi a primeira incursão de Swift no cenário cinematográfico, mais precisamente para a comédia romântica ‘Idas e Vindas do Amor’. Além de viver uma das personagens no longa-metragem, ela emprestou sua voz para uma das melhores faixas da trilha sonora – e uma música perfeita para quem está apaixonado.

“CRAZIER”

Álbum: Hannah Montana: O Filme (2009)

Enquanto milhões de pessoas já conheciam Taylor Swift de seus álbuns anteriores, a cantora ganhou mais um empurrãozinho na carreira ao ser chamada para performar em ‘Hannah Montana: O Filme’. Taylor apresentou a balada romântica “Crazier”, misturando elementos do country-rock e do pop.

“MINE”

Álbum: Speak Now

Mais uma vez colaborando com Chapman, “Mine” foi o lead single de Speak Now, terceiro álbum de Taylor, que recebeu críticas bastante positivas e pela perspectiva amadurecida que a cantora trazia para sua carreira. Apesar de cair em certas fórmulas, a canção foi um sucesso comercial e debutou em terceiro lugar na Hot 100.

“BACK TO DECEMBER”

Álbum: Speak Now

Aclamado pela crítica internacional e uma das favoritas do público, “Back to December” gira em torno de um relacionamento que chegou ao fim e que traz um eu lírico desesperado por perdão. A orquestral balada country-pop foi elogiada pelo pungente liricismo e pela apaixonante melodia.

“MEAN”

Álbum: Speak Now

“Mean” é uma das canções mais profundas da carreira de Taylor Swift – e uma entrada mais que digna para uma madura transição que havia iniciado com Speak Now. Trazendo as tendências do bluegrass, os versos foram pincelados por mensagens de empoderamento e renderam à artista duas estatuetas do Grammy Awards em 2011.

“THE STORY OF US”

Álbum: Speak Now

Mesmo com uma recepção mista por parte da crítica especializada, “The Story Of Us” mostrou que Taylor não tinha medo de explorar outros gêneros que não suas raízes country. Nesse power pop, Swift escreveu a canção depois de ter encontrado um ex-namorado em uma premiação musical.

“SPARKS FLY”

Álbum: Speak Now

Apostando numa configuração upbeat, “Sparks Fly” ganhou críticas positivas de especialistas internacionais à época de seu lançamento. Marcando uma evolução em suas incursões vocais, a faixa infundida com dopamina foi classificada como a iteração mais pura de Swift até o momento.

SPEAK NOW

Álbum: Speak Now

Resgatando os primeiros anos de sua carreira musical, Speak Now se respaldou em um marcante country-pop acompanhado de violões, guitarras e um ecoante piano em segundo plano. A lírica pode até ser familiar, mas a divertida aventura a que Swift nos convidou a ouvir é uma homenagem a uma de suas principais influências, Shania Twain.

“DEAR JOHN”

Álbum: Speak Now

São poucas as pessoas que, hoje, não conhecem Taylor Swift. E, se a conhecessem, sabem que uma de suas mais belas baladas é a poderosa e tocante “Dear John”. Passando longe de se tornar um sucesso comercial como os singles da era Speak Now, a canção merecia mais atenção do que recebeu – mas é interessante ver que caiu no gosto popular e, dessa forma, merecendo seu lugar nesta lista.

“ENCHANTED”

Álbum: Speak Now

“Enchanted” foi inspirado por um rapaz que Swift conheceu em Nova York mas que nunca o viu pessoalmente. Trocando e-mails entre si, a música é acompanhada por um tom agridoce de não saber se esse relacionamento sem precedentes seguiria em frente ou se encontraria obstáculos diversos. Uma platônica declaração amorosa que deixa a canção ainda mais polida do que já é.

“SAFE & SOUND”, feat. The Civil Wars

Álbum: Jogos Vorazes (OST)

Taylor Swift viria a ser indicada para seu primeiro Globo de Ouro com a música-tema de ‘Jogos Vorazes’, “Safe & Sound”. Performada e escrita ao lado do grupo The Civil Wars, a simples e arrepiante canção acabou levando o Grammy de Melhor Canção para Mídia Visual em 2013 e já começou a mostrar as recém-nascidas tendências do folk na carreira da performer.

“LONG LIVE”

Álbum: Speak Now World Tour – Live

Quando Taylor anunciou que colaboraria com a artista brasileira Paula Fernandes, poucos acreditaram que o resultado final seria bom. Entretanto, a canção caiu no gosto popular e se tornou um sucesso em território nacional – apesar de ter recebido críticas mistas que entraram em conflito com a produção demasiadamente densa, mas elogiaram a praticidade do single.

“WE ARE NEVER EVER GETTING BACK TOGETHER”

Álbum: Red

O momento pelo qual estávamos todos esperando veio com o anúncio de Red, quarto álbum de estúdio de Swift. A prematura transição para o pop começou com o viciante lead single “We Are Never Ever Getting Back Together”, assinado por ela, pelo lendário Max Martin e por Shellback. Garantindo o primeiro #1 de Taylor na Hot 100, a canção foi indicada na categoria de Gravação do Ano no Grammy 2013.

“I KNEW YOU WERE TROUBLE”

Álbum: Red

A nova incursão do pop rock e do electropop de Swift veio alguns meses depois com “I Knew You Were Trouble”. Facilmente uma de suas músicas mais famosas, o single uptempo traz influências do dubstep e detalham com um escopo totalmente contraditório as adversidades de um relacionamento tóxico. A faixa foi um majestoso sucesso comercial à época de seu lançamento.

“22”

Álbum: Red

É quase de praxe que, quando alguém completa 22 anos, imediatamente se relembra da faixa homônima de Taylor Swift. A divertida investida traz referências ao disco e ao dance-pop em uma celebração da vida e de uma nova era que se inicia. “22” teve recepção sólida por parte da crítica, a qual elogiou o conteúdo lírico e a liberdade criativa da artista.

RED

Álbum: Red

Voltando às raízes, Taylor Swift reabriu as portas para o country com a música homônima do álbum Red. Colaborando mais uma vez com Chapman e, dessa vez, com Dann Huff, a performer utilizou metáforas interessante para falar de um relacionamento tumultuoso e intenso – e, apesar das boas intenções, teve recepção ambivalente por parte da composição.

“ALL TOO WELL”

Álbum: Red

Em catorze anos de carreira, são poucas as canções que conseguiram ultrapassar a importância e a beleza de “All Too Well”. A melhor canção de Red foi injustamente descartada como single, mas tornou-se uma das favoritas dos fãs pelo poder lírico de seus versos sussurrados e pela presença de um tocante baixo – culminando em um evocativo refrão.

“EVERYTHING HAS CHANGED”, feat. Ed Sheeran

Álbum: Red

Swift colaborou pela primeira vez com Ed Sheeran ainda em 2013, quando “Everything Has Changed” foi divulgado como single promocional de seu quarto álbum de estúdio. A combinação vocal de ambos os artistas pode até ter dado certo, ainda mais combinando a guitarra com as explorações do folk pop – mas a crítica não caiu de amores pela fraca composição.

“SHAKE IT OFF”

Álbum: 1989

1989 marcou a transição completa do mundo do country para o pop de Taylor Swift – e veio da maneira mais viciante possível com o lead single “Shake It Off”. Recebida com moderada aclamação por parte dos críticos, a canção alcançou o topo dos charts da Billboard e foi indicada a três categorias do Grammy Awards em 2015.

“BLANK SPACE”

Álbum: 1989

Permanecendo sete semanas no topo da Hot 100, “Blank Space” foi um sucesso massivo de crítica e de vendas – e uma declaração satírica que se autorreferenciava em comparação à atenção duvidosa que vinha recebendo da mídia. Musicalmente, a faixa é uma mistura interessante de electropop com hip-hop minimalista.

“STYLE”

Álbum: 1989

“Style” é uma das poucas baladas de 1989 – e, por essa razão, um dos destaques da produção. Trazendo elementos do dream-pop e do funk-pop para uma construção explosiva e sutil, ao mesmo tempo, a canção ganhou atenção do público e dos fãs, ainda mais por ser acompanhada de um belíssimo videoclipe.

“BAD BLOOD”

Álbum: 1989

Se você se lembra das múltiplas incursões musicais do Disney Channel, que juntavam suas estrelas mirins para rendições únicas de clássicos do cinema, talvez se sinta familiarizado com a ideia por trás de “Bad Blood”. A infecciosa canção, um dueto feito ao lado de Kendrick Lamar, ganhou o público com um videoclipe (literalmente) incendiário com aparições de Selena Gomez, Ellie Goulding, Hailee Steinfeld, Jessica Alba, Cindy Crawford e muitas outras mulheres poderosas.

“WILDEST DREAMS”

Álbum: 1989

A balada synth e dream-pop “Wildest Dreams” não poderia ficar de fora da nossa lista, ainda mais por ser um dos singles mais tocados e conhecidos de 1989. Elogiado pelos vocais de Swift, a canção incorpora uma produção atmosférica belíssima que utiliza as batidas do coração da cantora como ponto inicial.

“OUT OF THE WOODS”

Álbum: 1989

“Out of the Woods” é, sem dúvida alguma, uma das melhores incursões de Taylor em toda a sua carreira musical, merecendo o mesmo patamar que a já mencionada “All Too Well”. Trazendo o indietronica para os holofotes ao lado da produção impecável de Jack Antonoff, a narrativa é centrada em um casal cujo amor é maior que qualquer obstáculo que possam vir a enfrentar na vida.

“ALL YOU HAD TO DO WAS STAY”

Álbum: 1989

“All You Had To Do Was Stay” pode não ser um single oficial de 1989, mas é um de seus pontos altos depois de “Out of the Woods”. Trazendo Swift no melhor de sua composição pop, a semi-balada é construída com singelo crescendo que se envolve em um dançante refrão e uma análise de um amor que não foi correspondido e que, agora, é tarde demais para ser recuperado.

“I KNOW PLACES”

Álbum: 1989

Assim como tantos outros hinos esquecidos em 1989, “I Know Places” se tornou uma das favoritas dos fãs por sua lírica temperamental e densa e pelo belíssimo uso dissonante de uma bateria contrasta com rendições emocionantes e uma paixão incendiária de Taylor. A narrativa é pincelada com críticas à perda de privacidade e a relacionamentos turbulentos.

“NEW ROMANTICS”

Álbum: 1989

Fazendo alusão ao movimento neorromântico musical, “New Romantics” é um ótimo synth-pop que trouxe referências do vanguardismo new wave dos anos 1970 e 1980. A nostálgica atmosfera e a exaltação da jovialidade levaram críticos ao redor do mundo a colocar a faixa, merecidamente, como uma das melhores da carreira de Swift.

“I DON’T WANNA LIVE ALONE FOREVER”, com ZAYN

Álbum: 50 Tons Mais Escuros (OST)

Com produção novamente a encargo de Antonoff, que se tornaria um frequente colaborador de Taylor, “I Don’t Wanna Live Alone Forever” integrou a trilha sonora de ‘50 Tons Mais Escuros’ e a colocou ao lado do cantor ZAYN em uma série de flertes românticos movidos pelo electro-R&B, além de conquistar críticas positivas à época do lançamento.

“LOOK WHAT YOU MADE ME DO”

Álbum: Reputation

“Look What You Made Me Do” abriu com êxito a era mais insana de Taylor Swift, Reputation. A mudança de ares e a atmosfera dark exalada pelos pesados versos misturo dance-pop e electroclash – e teve recepção polarizada por não ser nem um pouco parecida com qualquer coisa que a artista havia nos entregado até então. De qualquer forma, a canção se tornou o quinto #1 de Taylor nos charts da Billboard.

“…READY FOR IT?”

Álbum: Reputation

Fazendo homenagens visuais a clássicos do sci-fi em uma arquitetura audiovisual cyberpunk, “…Ready For It?” foi o segundo single de Reputation e rendeu-se ao EDM e ao dubstep com força inigualável. A partir daí, todos já começavam a compreender exatamente o que a nova era representaria para a carreira de Taylor Swift.

“END GAME”

Álbum: Reputation

Em Reputation, Swift resolveu responder às injustas críticas recebidas pela mídia sobre sua vida pessoal. Elogiado por um refrão cativante e por sua colaboração com Sheeran, a canção foi ofuscada por suas conterrâneas, mas apresentou uma fusão interessante entre hip hop, R&B e até mesmo rap.

“DELICATE”

Álbum: Reputation

“Delicate” é a melhor música do sexto álbum de Swift, principalmente por resgatar um estilo musical do final do século passado e por retomar parceria com Martin e Shellback. O electropop, infundido com distorções vocais arrepiantes e envolventes, serviu como base para uma narrativa que voltava a demonstrar a vulnerabilidade de sua performer principal, ainda que contrastante com a produção restante do CD.

“DON’T BLAME ME”

Álbum: Reputation

Taylor Swift nos deu vida com as inflexões do dub de “Don’t Blame Me”, uma das faixas mais coesas de Reputation. Misturando elementos do gospel e do synth-pop, a canção merecia ter ganhado mais atenção da mídia, mas ao menos caiu no gosto popular. Os versos tratam do amor como se fosse uma droga viciante e perigosa, ainda que necessária.

“DRESS”

Álbum: Reputation

A semi-balada “Dress” também foi ofuscadas por singles mais impactantes da sexta produção de estúdio. Entretanto, os vocais sensuais e a lírica contemplativa de Taylor Swift abriu espaço para que a canção ganhasse uma legião de fãs e continuasse a ser ouvida mesmo depois de ter passado batido dos charts mundiais.

“ME!”, feat. Brendon Urie

Álbum: Lover

Depois de desabafar sobre praticamente tudo a que tinha direito em Reputation, estava na hora de Taylor alimentar sua próxima incursão musical, Lover. Em abril do ano passado, ela se uniu ao cantor Brendon Urie, do grupo Panic! At The Disco’ para um pop chiclete que fez grande sucesso comercial, mesmo com críticas negativas pela produção formulaica.

“YOU NEED TO CALM DOWN”

Álbum: Lover

Swift demorou para se colocar como uma defensora política da comunidade LGBTQ+, por mais que seu público fosse majoritariamente parte desta. Com “You Need to Calm Down”, a artista usou e abusou de sua ácida ironia para criar um “hino” pró-queer, zombando de homofóbicos e preconceituosos através de um videoclipe bastante colorido e eufórico.

“THE ARCHER”

Álbum: Lover

Seja com metáforas líricas on point, seja com uma produção bastante caprichosa e saudosista, “The Archer” foi lançada de surpresa e, mesmo assim, não se configurou com um dos singles principais de Lover. De qualquer forma, o dream-pop e o new wave se uniram em uma potente composição movida pelos sintetizadores e trazendo uma das rendições mais pessoais de Swift.

LOVER

Álbum: Lover

Taylor não poderia deixar de enfeitar seu sétimo álbum de estúdio com certas incursões do country – e fez isso de maneira belíssima ao contrastá-lo com o indie folk e o pop em Lover, uma semi-balada slowtempo que misturou inflexões do baixo com uma qualidade nostálgica sem igual.

“CRUEL SUMMER”

Apaixonar-se é sempre algo misterioso e que nos causa borboletas no estômago, talvez pela emoção de enxergar alguém de um modo bem diferente do comum. É através dessa básica premissa, digna de qualquer rom-com dos anos 1990, que Swift cria “Cruel Summer”. A envolvente canção de amor é recheada de versos criativos e um uso potente dos sintetizadores, que lhe garantiram adoração por parte dos fãs.

“MISS AMERICANA & THE HEARTBREAK PRINCE”

Enquanto a carreira de Taylor é recheada de explosivos e dançantes refrões, “Miss Americana & The Heartbreak Prince” prova que ela não tem medo de experimentar coisas novas. Apostando na suavidade de um synth-pop e num verborrágico enredo do medo de perder alguém, essa faixa é um dos estandartes que passaram longe do radar de Lover.

“BEAUTIFUL GHOSTS”

Álbum: Cats (OST)

Antes de continuar a promover seu sétimo álbum de estúdio, Swift deu uma pausa para trabalhar em um projeto que prometia bastante: a versão cinematográfica do aclamado musical ‘Cats’. O filme se tornou um fracasso de público e de crítica, mas ao menos arrancou um lado teatral de Taylor com a balada “Beautiful Ghosts”, que inclusive está indicada para uma das categorias do Grammy Awards 2021.

“CHRISTMAS TREE FARM”

Álbum: Lover

“Christmas Tree Farm” é uma das músicas de Natal mais adoráveis e bem escritas dos últimos anos e, por mais que não se equipare ao estrondoso sucesso que Swift fez ao longo da carreira, é uma celebração digna de fim de ano que merece entrar para nossa lista de festividades. A faixa foi produzida por Swift e pelo vencedor do Oscar Jimmy Napes.

“THE MAN”

Álbum: Lover

O quarto e último single de Lover foi um grande divisor de águas na carreira de Swift e não tem o crédito que merece. Além de ter feito sua estreia diretorial com um elogiado videoclipe, “The Man” aflorou a presença política da performer com críticas ácidas aos privilégios masculinos da sociedade contemporânea e à necessidade do feminismo.

“ONLY THE YOUNG”

Álbum: Miss Americana (OST)

“Only The Young” veio em ótima hora e, como se não bastasse, é um dos mais poderosos hinos de empoderamento do repertório de Swift. Escrita para o documentário ‘Miss Americana’, da Netflix, a canção é uma declaração bastante política que deixa bem claro que são os jovens que têm o poder de mudar o mundo através de ideias novas, originais e que vão de encontro ao retrocesso e ao tradicionalismo.

“CARDIGAN”

Álbum: Folklore

Taylor Swift abria uma nova e inesperada era com “Cardigan”, lead single de Folklore, com potência e poesia como nunca vistos na carreira da cantora. A melódica composição, auxiliada pela produção magistral de Antonoff, é guiada essencialmente pelo piano e abre espaço para o folk, arquitetando uma narrativa mnemônica sobre um romance perdido nas memórias.

“EXILE”, feat. Bon Iver

Álbum: Folklore

“Exile” é uma das melhores músicas do século e uniu Swift à conhecida e grave voz de Bon Iver em uma tocante história de dois amantes separados por circunstâncias inexplicáveis. Emergindo como a melhor colaboração da artista de “Safe & Sound”, a canção é uma balada indie folk com elementos do gospel e com uma química apaixonante entre os dois vocalistas.

“BETTY”

Álbum: Folklore

Swift voltou a nos chamar atenção com seu forte retorno às raízes country com “Betty” uma triste canção que amalgama elementos do folk rock e que, liricamente, é centrado em James e Betty, dois dos personagens de um triângulo amoroso fictício que Taylor trouxe ao álbum, e em uma chocante revelação de infidelidade.

“THE 1”

Álbum: Folklore

A minimalista “The 1” funciona como abertura de Folklore da forma mais cândida que conseguimos imaginar. Na profunda história que Swift arquiteta, em alguns dos versos mais curtos de sua carreira, ela reflete sobre um amor que nunca chegou e que estava para além de seu controle. “Se meus desejos se realizassem, teria sido você” é o verso que resume não apenas a música, mas talvez o mais emblemático do álbum.

“THE LAST GREAT AMERICAN DINASTY”

Álbum: Folklore

O indie pop alternativo que se apodera de “The Last Great American Dynasty” é o melhor aspecto de uma das canções mais poderosas de Folklore. Contada a partir de uma perspectiva em terceira pessoa, a história é inspirada na socialite Rebekah Harkness, dona prévia do estado em que Swift atualmente mora.

“SEVEN”

Álbum: Folklore

A melodia mágica entre o violão e o piano transforma “Seven” em uma das melhores entradas do trajeto trilhado por Swift até hoje. Aqui, ela se restringe a declamações poéticas e incomuns às incursões vocais a que estava acostumada. Seja pelo sutil prolongamento das vogais, seja por retomar as raízes de Pensilvânia, a música é saudosista e emocionante ao longo de seus três atos.

“AUGUST”

Álbum: Folklore

A dream-folk “August” provavelmente nunca verá a luz do dia como single, mas isso não apaga sua necessidade de redescobrimento. Falando sobre a efemeridade do tempo, Swift declama certos ápices e vales ao longo de quase quatro minutos e meios enquanto percebe que, por mais que tente, o homem pelo qual é apaixonada não lhe pertence, e sim à outra.

“WILLOW”

Álbum: Evermore

2020 se mostrou bastante prolífico para Taylor Swift e, menos de cinco meses de Folklore, ela deu início a uma nova era respaldada no indie folk e no rock alternativo. A melódica e burlesca “willow” serviu como pontapé inicial do adorável álbum Evermore – e um dos melhores lead singles da artista.

“NO BODY, NO CRIME”, feat. HAIM

Álbum: Evermore

Taylor e country são uma combinação perfeita e, no momento em que ela resolve retornar para suas raízes, acerta em cheio. Em “no body, no crime”, a performer se une ao aclamado trio musical HAIM para uma narrativa movida pela guitarra e por uma atmosfera chocante que fala essencialmente sofre infidelidade.

“MARJORIE”

Álbum: Evermore

É difícil não se emocionar com a potência taciturna de “marjorie”. Um dos muitos ápices artísticos de Swift em Evermore, a faixa trata com carinho e com uma saudade imbatível Marjorie Finlay, falecida avó da performer que a encorajou a mergulhar no mundo da música. A própria cantora e compositora disse que Finlay a visita, ainda que em sonhos, para lhe dar inspiração e para segurar sua mão em momentos difíceis.

Ursinho de pelúcia psicopata ataca no novo trailer do terror trash ‘Benny Loves You’; Assista!

O terror trash ‘Benny Loves You‘, focado em um ursinho de pelúcia psicopata, ganhou seu novo trailer oficial.

Confira:

O longa é dirigido e estrelado por Karl Holt.

Apesar da morte acidental de seus pais, Jack deve vender a casa de sua família e começar uma nova vida. Limpando a casa, Jack joga fora alguns pertences familiares, incluindo o ursinho Benny. A decisão se torna mortal quando Benny ganha vida e tem apenas um objetivo em mente: proteger Jack a todo custo.

‘Benny Loves You’ será lançado em VOD no dia 11 de maio, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

‘Sex Education’: Trixie Mattel e Katya reagem à 3ª temporada da aclamada série; Confira!

A 3ª temporada de ‘Sex Education‘, aclamada dramédia adolescente da Netflix, finalmente estreou e, para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou um vídeo em que as icônicas drag queens reagem ao ciclo.

Confira:

A série foi criada por Laurie Nunn.

Filho de uma terapeuta sexual, o inexperiente Otis decide seguir os passos da mãe e abrir uma clínica clandestina na escola para atender seus colegas sem noção. Prepare-se para uma boa dose de amor, risadas, lubrificantes e acompanhe a melhor época da vida deles.

O elenco inclui Asa Butterfield, Emma Mackey, Gillian Anderson, Chaneil Kular, Alistair Petrie, Connor Swindells, Cerys Watkins e Kedar Williams-Stirling.

Jason Isaacs integrará o elenco da 3ª temporada como Peter Groff, o arrogante e mais bem sucedido irmão do diretor Michael, que o abrigará após a separação com sua esposa, Maureen.

O caos desperta no novo teaser DUBLADO da série ‘Cavaleiro da Lua’; Confira!

O Disney+ Brasil e a Marvel Studios divulgaram um novo teaser dublado da aguardada série ‘Cavaleiro da Lua’, estrelada por Oscar Isaac.

Confira, junto às recentes imagens e ao cartaz oficial:

Anteriormente,  o Cosmic Circus trouxe novos detalhes da trama, revelando e confirmando os poderes do super-herói titular (alter-ego de Steven Grant).

As informações afirmam que o personagem tem “um nível olímpico de atletismo” e também é “capaz de performar acrobacias complexas”, além de ser “um talentoso estrategista de combate” e ter um conhecimento sólido de uma “variedade de armas”.

“Grant sofre do distúrbio dissociativo de identidade, uma patologia psicológica que descobre ter através de flasher de outra vida. A partir daí, o mercenário Marc Spector, identidade paralela a ele, começa a se manifestar”, aponta o site. 

Com estreia marcada para 30 de março, a produção pode se tornar um grande sucesso de audiência para a Disney+, já que o trailer bateu recordes de visualizações.

De acordo com o The Hollywood Reporter, a prévia da série estrelada por Isaac alcançou 75 milhões de views durante suas primeiras 24 horas.

O número representa uma quantidade muito maior que a contagem dos trailer de ‘Loki’ e ‘WandaVision‘, que registraram 60 milhões e 52 milhões, respectivamente.

Apesar de ‘Falcão e o Soldado‘ se manter no primeiro lugar, com 125 milhões de visualizações no mesmo período, o hype para a estreia de ‘Cavaleiro da Lua‘ está nas alturas.

E aí, como estão suas expectativas?

Nos quadrinhos, o personagem tem múltiplas personalidades, sendo a do mercenário Marc Spector a principal delas.

No entanto, a sinopse aponta que Oscar vai atuar majoritariamente como Steven Grant.

Confira:

“A série acompanha Steven Grant, um funcionário de uma loja de presentes, que é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha um corpo com o mercenário Marc Spector. À medida que os inimigos de Steven/Marc se aproximam deles, eles devem navegar por suas identidades complexas enquanto mergulham em um mistério mortal entre os poderosos deuses do Egito.”

Em uma recente entrevista ao Good Morning Arizona (via ComicBook.com), Isaac, que interpreta o personagem titular, disse que esse foi o trabalho mais arriscado de sua carreira.

“Estou tendo uma explosão de sentimentos, acho que é o trabalho mais arriscado do qual eu participei. No início eu estava muito nervosos porque nunca fiz nada parecido com isso”, ele disse.

Isaac não revelou os motivos por trás de tais riscos, mas tudo indica que seja devido ao fato de ter que interpretar vários personagens dentro de um só.

Para quem não sabe, o protagonista Marc Spector é um mercenário com distúrbio de múltiplas personalidades – o taxista Jake Lockley e o milionário Steven Grant – que o ajudam a enfrentar o submundo do crime. Logo, ele se torna um canal para Khonshu, um deus egípcio da lua.

Criado por Doug Moench e Don Perlin, o Cavaleiro da Lua foi introduzido em Werewolf by Night #32, publicada em 1972.

Lembrando que o elenco também conta com Ethan Hawke (‘A Entidade’) e May Calamawy (‘Ramy’).

Aaron Moorhead e Justin Benson (‘Synchronic’) serão os diretores da série, a partir dos roteiros escritos por Jeremy Slate (‘Umbrella Academy’).

‘Boo, Bitch’: Comédia sobrenatural com Lana Condor já está disponível na Netflix!

‘Boo, Bitch’, comédia sobrenatural estrelada por Lana Condor (trilogia ‘Para Todos os Garotos’), finalmente chegou à Netflix.

A série foi lançada hoje, dia 08 de julho, na plataforma de streaming.

A produção acompanha a vida de uma adolescente que sempre passou despercebida pela escola e decide que quer mudar tudo para começar a curtir sua juventude, até descobrir que é um fantasma.

Relembre o trailer:

Além de estrelar, Condor também atua como produtora executiva.

Escrita por Erin Ehrlich (‘Crazy Ex-Girlfriend’) e Lauren Iungerich (‘Awkward’), a minissérie será composta por oito episódios.

O jogo continua nas imagens oficiais da 2ª temporada de ‘Alice in Borderland’; Confira!

A Netflix divulgou as imagens oficiais da 2ª temporada da série de suspense ‘Alice in Borderland‘.

Confira, junto ao trailer:

O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 22 de dezembro.

Na trama, um grupo de jovens delinquentes é transportado para um universo paralelo onde eles terão que participar de um intenso jogo de sobrevivência.

A série foi dirigida por Shinsuke Sato.

Kento Yamazaki e Tao Tsuchiya estrelam a produção.

‘Bastardos Inglórios’: Aclamado longa de Quentin Tarantino reestreia na Netflix!

O aclamado vencedor do Oscar dirigido e roteirizado por Quentin Tarantino, ‘Bastardos Inglórios‘, reestreou na Netflix.

A produção foi lançada na plataforma de streaming hoje, 16 de maio.

Durante a Segunda Guerra Mundial, na França, um grupo de judeus americanos conhecidos como Bastardos espalha o terror entre o terceiro Reich. Ao mesmo tempo, Shosanna, uma judia que fugiu dos nazistas, planeja vingança quando um evento em seu cinema reunirá os líderes do partido.

Relembre o trailer:

Brad Pitt, Mélanie Laurent, Christoph Waltz, Eli Roth, Michael Fassbender, Diane Kruger e Daniel Brühl estrelam o longa.

‘Um Lobo Como Eu’: Lobisomem ATACA no novo clipe da 2ª temporada; Confira!

O Peacock divulgou mais um clipe inédito da 2ª temporada da série de suspense ‘Um Lobo como Eu‘ (Wolf Like Me), estrelada por Isla Fisher (‘Truque de Mestre’).

O próximo ciclo estreou oficialmente hoje, dia 19 de outubro, na plataforma de streaming – ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Confira:

Abe Forsythe (‘Pequenos Monstros’) é responsável pela direção da série, que conta com seis episódios.

Todos trazem suas próprias bagagens ao começarem um novo relacionamento. Gary (Josh Gad) e Mary (Isla Fisher) não são diferentes. Gary está devastado e lutar para cuidar de sua filha após a morte de sua esposa. E Mary tem um segredo que não pode compartilhar com ninguém. O universo juntou os dois por uma razão, eles apenas precisam reconhecer os sinais.

Produtor de ‘Batman’, de 1989, comenta recepção POSITIVA do trailer de ‘Coringa: Delírio a Dois’

A Warner Bros. divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Coringa: Delírio a Dois’, aguardada sequência do filme de 2019 que traz Joaquin Phoenix reprisando o papel icônico do palhaço do crime e Lady Gaga como Arlequina.

Não levou muito tempo até que diversos consórcios de imprensa ao redor do mundo rasgassem elogios para o material, destacando a atuação impecável de Phoenix e de Gaga – bem como a direção de Todd Phillips e a fotografia assinada por Lawrence Sher.

Até mesmo grandes nomes da indústria ficaram impressionados com a recepção positiva do trailer, incluindo o produtor Michael Uslan.

No YouTube, Uslan escreveu: “é raro quando um teaser trailer conquista críticas reais, como os filmes. Mas Coringa: Folie à Deux’ está recebendo ótimas críticas de profissionais e fãs que estão intrigados e animados com o que viram (e o que não viram). Muito legal!”.

Ele continua: “não vi esse tipo de reação com um trailer desde que o nosso primeiro trailer de ‘Batman’, de 1989, foi lançado”.

Imagem

Vale lembrar que o filme ganhou classificação indicativa para maiores de 18 anos devido a cenas de violência, linguagem inapropriada, nudez completa e sexo.

Essa é a mesma classificação do filme anterior, mas a sequência deve ser um pouco menos perturbadora, já que o original foi classificado para maiores por “extrema violência sangrenta”.

Como o novo filme apresenta Gaga como Harley Quinn, as cenas mais impactantes devem se concentrar na sexualidade.

O longa será um musical maníaco com Joaquin Phoenix reprisando o papel do Coringa e Lady Gaga interpretando Arlequina. A decisão de transformá-lo em um musical dividiu os fãs, mas o filme está sendo descrito como um “jukebox”.

Para quem não está familiarizado, musicais jukebox são aqueles que usam canções populares interpretadas pelos próprios atores, como vimos em ‘Mamma Mia!’ e ‘Moulin Rouge!’.

Segundo a Variety, o filme apresentará pelo menos 15 reinterpretações de músicas “muito conhecidas”, além de algumas canções originais. Uma das músicas em destaque será “That’s Entertainment”, do musical ‘The Band Wagon’ (1953).

O orçamento do filme está estimado em cerca de US$ 200 milhões, sendo um dos lançamentos mais aguardados da Warner.

Lembrando que Coringa: Folie à Deux estreia em 04 de outubro de 2024.

Confira as fotos, com a nova logo:

Vale destacar que Folie à Deux é um termo que significa “psicose compartilhada”, o que pode ser referência ao fato de que Gaga irá interpretar Arlequina.

Lançado em 2019, ‘Coringa‘ ultrapassou a impressionante marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de apenas US$ 70 milhões.

O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder | Quem é o Mago Sombrio, personagem interpretado por Ciarán Hinds?

A 2ª temporada de O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder segue a todo vapor – e introduziu um dos personagens mais misteriosos da narrativa até agora: o Mago Sombrio.

Interpretado por Ciarán Hinds (‘Belfast’), toda a construção do antagonista é rodeada por mistérios e por um mortal desejo de encontrar o Estranho (Daniel Weyman) para artimanhas condenáveis e que podem colocar o futuro da Terra-média em xeque. O personagem aparece no segundo episódio em uma breve cena e demonstra ter um poder inimaginável e um anseio de alcançar seus objetivos, seja como for. E, enquanto sua verdadeira identidade não é revelada, inúmeras especulações continuam a despontar nas redes sociais – com poucas informações que incluem sua localização, Rhûn, e que ele possui uma legião de acólitos a seu dispor.

Mas quem pode ser ele?

OS MAGOS AZUIS

imagem 2024 09 17 175808023

Uma das teorias mais consistentes é de que o Mago Sombrio, na verdade, seja um dos dois Magos Azuis mencionados na mitologia de J.R.R. Tolkien: Morinehtar ou Romestamo. Nos romances originais, ambos são exilados para o Leste e para o Sul da Terra-média para tentar impedir o retorno de Sauron. E, considerando que eles percorreram esse mundo antes de nomes como Gandalf, Saruman e até mesmo Radagast, é bem provável que tanto o Mago Sombrio quanto o Estranho configurem-se como essa dupla – e, dessa maneira, nos dando pistas controversas sobre a índole do personagem interpretado por Hinds.

SARUMAN

anéis de poder 3 saruman

Outra possibilidade é que o Mago Sombrio seja, na verdade, o icônico Saruman (que foi encarnado por Christopher Lee na trilogia original encabeçada por Peter Jackson). Saruman também é um Istar, da mesma maneira que o Estranho, é foi enviado à Terra-média na Terceira Era para ajudar a derrotar Sauron; porém, ele se voltou contra seus companheiros e tornou-se um dos asseclas mais poderosos do Lorde das Trevas. Porém, tal hipótese não é tão sólida quanto aparenta, considerando que o caminho percorrido por Saruman é de “mocinho a vilão”, grosso modo – e, em Os Anéis de Poder, ele já é pincelado com inúmeros trejeitos antagônicos e uma presença deliberadamente sombria.

O REI BRUXO DE ANGMAR

imagem 2024 09 17 175844163

Nas redes sociais, alguns fãs especularam que o Mago, na verdade, é o primeiro vislumbre do que os fãs viriam a conhecer como o Rei Bruxo de Angmar – braço-direito de Sauron que tem papel de importância significativa em O Senhor dos Anéis. Para aqueles que não se recordam, Angmar é o líder dos Nazgûl (homens que sucumbiram ao poder de Sauron e transformaram-se em espectros quase imortais pouco depois da forja do Um Anel) e, em ‘O Retorno do Rei’, foi derrotado por Éowyn (Miranda Otto).

Considerando a personalidade vilanesca do Mago Sombrio, é provável que ele, de fato, seja o Rei Bruxo. E, para aqueles não familiarizados com a história, o personagem em questão foi firmado no cânone de Tolkien como um humano que se rendeu ao poder de um dos Anéis de Poder, rendendo-se involuntariamente a Sauron. Aliás, é possível que o Mago Sombrio não seja um Istari, e sim um homem feiticeiro que finge ser imortal e que, por essa razão, pode estar atrás do Estranho para descobrir como alcançar a perpetuidade na Terra-média.