Paredes rachadas, utensílios desgastados e o ritmo frenético da mais alta gastronomia se fundem ao fervilhar de mentes incansáveis, embalsamadas em culpa e temperadas com trauma, na 2ª temporada de O Urso. Diante do desafio de abrir um novo restaurante, Carmy, Sydney e o restante de seu pelotão são forçados a ir muito mais além em seus conflitos internos e externos, a fim de realizar um sonho que – em certos momentos – parece até ter gostinho de pesadelo.
Conforme a insanidade de uma movimentada cozinha se confunde com a síndrome do pânico, do impostor e a ansiedade crônica, mais somos convidados ao universo particular incomum e denso, onde o riso, o amor, o ódio, a fúria e a busca por perfeição se tornam tão nossos quanto dos próprios protagonistas. E nessa montanha-russa emocional com aroma de sucesso, Christopher Storer e a emissora FX entregam uma das obras-primas mais fascinantes da TV contemporânea.
E agora que todas as devidas introduções foram feitas em seu ciclo inaugural, O Urso tem espaço suficiente para expandir o arco de seus personagens, permitindo que todos tenham seu próprio momento em tela, onde a vulnerabilidade, as agruras e alegrias de cada um sejam genuinamente expostas para o público. E nessa fase de desabrochamento, a narrativa da série do canal FX ganha novas camadas profundas e aprendemos ainda mais a apreciar a jornada particular de cada caótico membro desse restaurante.
Como parte dessa espécie de jornada da redenção, somos presenteados com episódios mais longos e segmentados, focados unicamente no amadurecimento particular de cada um dos personagens. E sob uma escrita afiada e profundamente delicada, assistimos O Ursopor uma ótica diferente e nunca nos identificamos tanto com figuras tão díspares e peculiares assim.
Essa relação cada vez mais íntima firmada entre a audiência e a produção muito se dá pela brilhante coletânea de performances. Ayo Edebiri e Jeremy Allen White, lideram o elenco com voracidade e vigor, como duas pessoas caóticas buscando o equilíbrio uma na outra. Já Ebon Moss-Bachrach nos arrebata com sua transformação como Richie, revelando uma versão emocionante e sensível, que até então permanecia escondida. Abby Elliott, Lionel Boyce e Liza Colón-Zayas completam o time com performances igualmente ricas e apaixonantes.
Repetindo o mesmo formato da direção com cortes rápidos, valorizado por uma montagem cirúrgica e frenética, O Ursoainda nos surpreende ao reunir um grupo impecável de estupendas participações especiais. Com Bob Odenkirk, Jon Bernthal, Gillian Jacobs, John Mulaney, Sarah Paulson e Jamie Lee Curtis, o episódio “Peixes” é um alucinante flashback do catastrófico Natal da família Berzatto. Digno de prêmios, o capítulo em questão é um adendo à trama contemporânea, que muito mais do que explicar a disfuncional dinâmica familiar entre Carmy, seus irmãos e sua instável mãe, responde as perguntas mais profundas que nutrimos a respeito da tumultuada e incansável mente do nosso premiado chef.
E superando todas as expectativas, O Urso retorna poderosamente às telinhas como um dos mais ricos espetáculos da televisão. Abordando questões psicoemocionais de maneira visceral e palpável – sem cair em enfadonhas reflexões e discursos pedantes -, a original FX é uma injeção de adrenalina que eleva nossos sentidos a níveis astronômicos. Salpicando o caos com pitadas de leveza que garantem um respiro entre uma cena e outra, a 2ª temporada da comédia dramática é uma genuína experiência transcendente. Aguça o apetite com pratos deliciosos, deixa um sabor agridoce nos lábios e se encerra nos deixando à deriva, com o amargor de um vazio que não pode ser preenchido.
Baseado em relatos históricos, a premissa de Devil ‘s Bath / Des Teufels Bad (na tradução livre O Banho do Diabo) é sobre os horrores da vivência dos papéis de gênero, principalmente feminino, sob a pressão do patriarcado durante o sacro império austríaco, no século XVIII.
Logo no início, os diretores e roteiristas austríacos Veronika Franz e Severin Fiala – do arrepiante longa Boa Noite, Mamãe(2014) – apresentam a cena de choque a fim de colocar o público tenso e na expectativa para serem aterrorizados durante os minutos seguintes. Uma mulher caminha pela floresta com bebê nos braços e chega ao topo de uma alta cachoeira. De lá, ela joga o pequeno corpo ladeira abaixo pela correnteza.
Em seguida, ela bate à porta da igreja e confessa seu crime. Como punição, amputação dos dedos dos pés e das mãos e decapitação, além de exposição em praça pública. Assim, Veronika e Severim deixam em aberto as motivações daquela mulher para confabulação e gancho com os espectadores.
Ambientação montada e punição concedida, o enredo despede-se da mutilação e do lado sombrio e dá passagem para Agnes (Anja Plaschg), uma jovem radiante no dia do seu casamento. Celebrado com grande festa pela comunidade campestre, os rituais são passados um a um até a despedida da mãe e do irmão, cujo presente é um dedo amputado da mulher da sequência inicial.
Uma cena simbólica e crucial para as interpretações do futuro de Agnes. Seria este dedo um amuleto, uma chave ou um presságio? Com devoção, Agnes beija o dedo e o coloca embaixo da sua cama ao pedir aos céus para ter um bebê.
Ela prepara-se para consumação do matrimônio, mas este não ocorre na primeira noite, nem nas posteriores. O marido, Wolf (David Scheid), não possui entusiasmo para o ato. A narrativa insinua um interesse homossexual em relação a um colega próximo durante a festa de casamento, cujo o futuro será trágico.
Em uma comunidade extremamente religiosa, os desvios de conduta são severamente punidos não somente pela igreja, mas também pelos seus membros. Como uma abelha zanzando o ninho, a mãe de Wolf (Maria Hofstätter) não sai da casa dos recém-casados e questiona todos os passos de Agnes.
Eles precisam pagar a dívida da casa adquirida e o trabalho braçal de Agnes é mais do que almejado, é exigido. A jovem desejava o filho, o desejo e a proteção do casamento, mas tudo que ela recebe são reprovações, controle e humilhação. Na construção da personagem plebeia apenas com a fé como escapatória, O Banho do Diabo apresenta as crescentes frustrações da protagonista e o contínuo desejo de partir.
Apesar de tratar-se de um filme baseado em fatos reais de três séculos atrás, a ambientação não deixa de se comunicar com o público atual e de construir pontes para a psique da protagonista. Rejeitada pelo marido emocionalmente e sexualmente, Agnes entrega-se à apatia, busca conforto em Deus, mas não encontra. Ela tenta retornar à casa da família, mas é enviada de volta.
Em desespero e sem saída, Agnes engole pequenas doses de veneno de rato. O suficiente para mostrar sua pulsão de morte, isto é, desejo de fuga da realidade, mas não tanto para cometer o terrível pecado do suicídio. Neste momento, O Banho do Diabo é um filme que maltrata a figura feminina para o voyeurismo do terror.
Contudo essa tortura não é gratuita, ela é latente e figurativa nos enlaços e denúncias da prisão dos desejos das mulheres, ainda mais em sociedade campesinas e religiosas. Para tentar “concertá-la”, o marido a encaminha para o “banho”, um local onde um clérigo fura dois pontos em suas costas passando uma linha.
Quando o “diabo chamá-la”, ela deve mexer a linha para afastar o mal através da dor da purificação. Seria este o tratamento de choque dessa comunidade no século XVIII? Se hoje diríamos que Agnes sofre de depressão por conta de uma decepção profunda, naquela época ela era tentada pelo diabo.
Ver Agnes desesperada para encontrar uma saída é o verdadeiro horror do filme. A tensão não pesa sobre um mistério ou o momento de resolução. Para tentar criar um “segredo”, os roteiristas omitem um pouco do terrível contexto histórico. As mulheres que não seguiam os preceitos religiosos e sociais, não serviam para comunidade.
Agnes não é culpada por não gerar filhos, em um momento de completo delírio de obter este prazer, o objeto causa do desejo — como explica Jacques Lacan —, ela rouba um bebê na floresta. Seus atos são desesperados, pois ela está presa tanto pela amarga infelicidade conjugal quanto pela crença da punição divina.
Como experiência aterrorizante, O Banho do Diabo está longe de ser A Bruxa, de Robert Eggers, o longa não tem suspense latente ou reviravoltas. Ele faz um ciclo para explicar a cena inicial através de Agnes e deixa em evidência o começo de um próximo na horripilante sequência final, tão desconfortante quanto Midsommar – O Mal Não Espera a Noite (2019), de Ari Aster.
Único filme de terror na mostra competitiva do Festival de Berlim 2024, Veronika Franz e Severin Fiala colocam o gênero entre produções de artes e dramas políticos ao trazer atos macabros como denúncia de mentes maltratadas. Em outras palavras, O Banho do Diabo é a demarcação de uma época violenta às mulheres, onde a suas infelicidades — por conta da repressão — eram julgadas como histeria ou possessão demoníaca.
Polêmica na produção do terror ‘Ghostland’. A atriz Taylor Hickson está processando a produtora Incident Productions após ter o rosto desfigurado em um acidente no set do filme. As informações são do Deadline.
O acidente aconteceu em 2016, porém só foi divulgado agora. De acordo com a publicação, o diretor Pascal Laugier (do marcante ‘Martyrs’) pediu que a atriz batesse com força em uma porta de vidro durante uma forte cena, com medo das consequências, Hickson questionou a produção sobre a segurança, que disseram que seria seguro fazer.
O vibro acabou cedendo e atriz teve que receber 70 pontos, além de ter ficado com uma cicatriz permanente no rosto. O processo também afirma que ela teve traumas emocionais após o acontecido e recusou vários papéis durante o período de recuperação.
O terror tem estreia marcada para março nos Estados Unidos.
A história segue uma mãe que herda a casa de sua tia. Na primeira noite no novo lar, ela é confrontada com intrusos assassinos e lutas pela vida de suas filhas. Dezesseis anos depois, quando as filhas se reencontram na casa, e é aí que as coisas ficam ainda mais estranhas.
O diretor Jon Turteltaub contou ao site Blooding Disgusting que, originalmente, ‘Megatubarão’ teria cenas de extrema violência. Porém, foram cortadas para que o longa conseguisse a classificação indicativa de 13 anos nos Estados Unidos.
“Minha esposa está orgulhosa e eu também, afinal, minhas crianças poderão ver o filme. O número de mortes realmente terríveis, sangrentas e desagradáveis, nós combinamos que não seriam tão trágicas… Nós filmamos e até usamos efeitos especiais para essas cenas, quando percebemos que não teríamos classificação de 13 anos se mostrássemos isso dessa forma. Estava indeciso em cortar o sangue e o gore, não tiraria se fosse destruir a história, mas isso não destruiu”
Apesar do corte final ser mais leve, o diretor acredita que os fãs do gênero ainda sairão agradados das sessões.
A produção estreia no Brasil dia 9 de Agosto de 2018, um dia antes da estreia norte-americana.
Em ‘MegaTubarão‘, um submarino de águas profundas – parte de um programa internacional de observação subaquática – foi atacado por uma criatura gigantesca, que se pensava estar extinta. Agora, ele se encontra incapacitado no fundo da fossa mais profunda do Oceano Pacífico… com a tripulação presa dentro dele. Com o tempo se esgotando, o mergulhador especializado em resgates em águas profundas Jonas Taylor (Jason Statham) é recrutado por um visionário oceanógrafo chinês (Winston Chao), contra a vontade de sua filha Suyin (Li Bingbing), para salvar a tripulação – e o próprio oceano – desta ameaça incontrolável: um tubarão pré-histórico com mais de 20 metros de comprimento conhecido como Megalodon. O que ninguém poderia imaginar é que, anos antes, Taylor já havia encontrado esta mesma criatura aterrorizante. Agora, junto com Suyin, ele deve confrontar seus medos e arriscar sua própria vida para salvar todos os tripulantes… ficando frente a frente com o maior e mais poderoso predador de todos os tempos.
A franquia Missão: Impossível se tornou símbolo de qualidade e referência para os filmes de ação. Dentre o alto nível alcançado, um dos capítulos que mais se destaca é o penúltimo lançado: Efeito Fallout.
Com a adição de Henry Cavill ao elenco, o filme se tornou o mais bem sucedido da saga e virou o favorito de grande parte do fandom. E o nível de casos complicados de bastidores foi proporcional ao nível de qualidade atingida aqui. Pensando nisso, o CinePOP separou 10 curiosidades que você pode ou não saber sobre os bastidores do filme. Confira!
Longa duração
A icônica sequência da luta no banheiro foi programada inicialmente para ser filmada em apenas quatro dias. No entanto, essa sequência acabou sendo tão complexa que foi finalizada em algumas semanas. Mas há de convir que valeu a pena esse atraso no cronograma, porque o resultado foi um dos momentos mais memoráveis do filme. Inclusive, a cena em que Henry Cavill “recarrega” seu braço para dar um soco foi improvisada por ele.
Polêmico
Falando sobre a sequência do banheiro, o grande destaque dela é o galã Henry Cavill, que ostentou um polêmico bigode. Polêmico porque o ator estava gravando Missão: Impossível quando foram anunciadas as refilmagens de Liga da Justiça por Joss Whedon. E para não atrapalhar as gravações de Missão: Impossível, por contrato, ele não pôde tirar o bigode para as refilmagens como Superman. Isso causou muita controvérsia porque a produção da Warner precisou remover o bigode digitalmente e o resultado foi tão ruim que virou alvo de piada.
Profissionais
Outro momento extremamente lendário do filme é o salto do avião deEthan Hunt(Tom Cruise) em queda livre. O movimento é chamado de “HALO” e é considerado um dos mais complexos do paraquedismo profissional e que costuma ser realizado após mais de mil saltos. É tão perigoso que eles evitam de realizá-lo. Para gravar a sequência, Tom Cruise treinou fazendo cinco saltos desse em ambiente fechado… Por dia.
Risco
O momento da gravação final do salto foi descrito por membros como o mais estressante do filme, já que a todo instante havia a sensação de que Cruise, Cavill e o câmera morreriam a qualquer momento. A ideia para gravar a cena era para ter a França como cenário, mas não foi possível por conta das regras do espaço aéreo. Então, eles foram para os Emirados Árabes, que requereram 106 saltos profissionais do trio para que eles pudessem realizar o HALO três vezes. E foram nesses três saltos que as cenas foram gravadas.
Lesionou
Se Tom Cruise não se machucou realizando um dos saltos mais difíceis do mundo, em uma loucura um pouco “menor”, ele acabou dando um susto na produção. Na cena de perseguição em que ele pula de um prédio para o outro, ele novamente dispensou o dublê e realizou o salto. Só que ao chegar no terraço em que ele deveria “pousar”, seu peso caiu todo sobre o pé em um pisão em falso e acabou quebrando o tornozelo. Ele prosseguiu com a cena, correndo com o tornozelo quebrado e tudo. E o mais insano: a cena foi mantida no filme. Se você pausá-la, vai ver o tornozelo dele virando mais do que o normal.
Atraso
Por conta desta lesão, Tom Cruise precisou se afastar das filmagens por mais de oito semanas, causando um atraso considerável. A situação foi tão inesperada que até hoje ele não entende como aconteceu isso. O ator diz que esse foi um dos saltos mais simples que ele já realizou na franquia.
Alta velocidade
As cenas de corrida de carro em Paris foram bastante complexas. A produção usou 70 carros ocupados por dublês para simularem o trânsito parisiense, enquanto o inabalável Tom Cruise corria de moto na contramão em direção a esses automóveis em altíssima velocidade. Ah, vale ressaltar que houve um problema no equipamento de segurança da motocicleta de Cruise nesta cena. E apesar do diretor querer atrasar as filmagens para consertar o dispositivo, Tom disse que precisava resolver essa sequência logo e acelerou o máximo que pôde para fazer a cena com realismo, não necessitando gravar mais de uma vez.
Imprevistos
Os bastidores desse filme foram repletos de bastidores. Além da fratura de Cruise e de seu tempo afastado, a produção contou com seis membros do filme grávidas, sendo uma delas a atriz Rebecca Ferguson. Ao fim das gravações, ela estava no sétimo mês de gravidez. Fora isso, o filme teve cinco pausas nas filmagens.
O shape fala
Henry Cavill foi convidado para participar do filme por meio de um comentário no Instagram feito pelo diretor Christopher McQuarrie. Mas não pensem que foi fácil. Segundo o próprio ator, nem mesmo o seu treinamento para viver o Superman foi o bastante para prepará-lo para o alto nível de exigência física das cenas de Missão: Impossível. Ele teve de trocar os exercícios para ganhar massa muscular por atividades funcionais, como cardio.
Bolso cheio
O orçamento para realizar esse filme foi gigantesco. Estima-se que o custo final tenha ficado em torno de 250 milhões de dólares, simplesmente o dobro de Missão: Impossível – Nação Secreta (2015). E muito disso se deu por conta das oito semanas que Cruise levou para se recuperar do acidente. No que diz respeito aos custos médicos do ator, a produção quase não teve prejuízo, porque as despesas foram pagas pelo seguro, mas eles tiveram de bancar toda a equipe de produção por oito semanas a mais. No final, Efeito Fallout arrecadou mais de 790 milhões de dólares, fazendo dele o filme de maior bilheteria da franquia, e acumulou uma série de críticas extremamente positivas, o marcando como um dos melhores filmes de ação do século XXI.
Missão: Impossível – Efeito Fallout está disponível no Star+ e na Netflix.
Abril é o mês de pensar e celebrar a existência e a resistência dos povos indígenas no mundo todo. Aqui no Brasil, o dia 19 era, antigamente, chamado de “dia do índio”, mas, a partir da luta dos povos indígenas e por respeito, a data passou a se chamar “dia dos povos indígenas”, nome que significa originários da terra. E o que era apenas um dia se tornou o mês inteiro, afinal, uma única data não dá conta de visibilizar as múltiplas culturas dos povos. Para você, espectador sensível, que está buscando outras narrativas, fizemos aqui um levantamento de 10 filmes e séries recentes nos streamings para você assistir e conhecer (ou reconhecer) um pouco mais dos povos indígenas.
Tudo bem que a franquia trate de questões alienígenas e seja feita por Hollywood, mas o mais novo filme de ‘O Predador’ mostra uma protagonista indígena do território norte e seu povo nômade lutando pela sua terra contra os invasores, ao mesmo tempo em que ‘O Predador’ chega por ali para aumentar ainda mais a tensão. Leia a crítica completa aqui.
Esta é uma minissérie feita por Luiz Bolognesi que reconta a história de formação de Brasil. Se não der para ver todos os quatro, atente-se ao menos ao episódio 1, quase todo narrado pelo pensador Ailton Krenak, que fala justamente da invasão dos europeus em 1500 e como essa tensão reflete até hoje.
Premiado filme de Maya Da-Rin, conta a história de um homem indígena que trabalha como segurança no porto de Manaus e que, de repente, é acometido por uma febre sem explicação. O filme é todo metafórico sobre as relações sociais.
7 – Krenak – Globoplay
Série documental com cinco episódios de treze minutinhos cada. Apresenta, pela voz dos próprios Krenak, como é a vivência na aldeia indígena após a barragem da Samarco desmoronar e contaminar toda a região de Brumadinho, incluindo a aldeia.
Série de ficção criada por Taika Waititi, com duas temporadas disponíveis, sendo a segunda melhor do que a primeira. Com muito humor, conta a história de quatro jovens no território indígena em Oklahoma, nos EUA, que têm o sonho de sair da aldeia e ir para a Califórnia. Leia a crítica completa aqui.
Para quem quer começar a trabalhar as temáticas indígenas com a garotada mais jovem, esta é uma dica de filme de animação com uma protagonista indígena na Amazônia, com muitos bichinhos e o embate da invasão territorial. Leia a crítica completa aqui.
Documentário de 2018 que busca (re)encontrar os dois últimos representantes do povo Piripkura, que, por vontade própria, decidiram viver isolados do contato com o povo branco em um território demarcado e cercado por fazendeiros por todos os lados.
Misturando documentário e ficção, conta a história da criação do povo Yanomami, descendentes de Omama, narrado pelo líder Davi Kopenawa e protagonizado por dois jovens. O filme também mostra o perigo que a aldeia vive constantemente, cercada por invasores sedentos pela terra atrás de mineração ilegal. Leia a crítica completa aqui.
Filme do ano passado que foi mais longe em representar o Brasil no Oscar. O documentário acompanha a luta do povo Uru Eu Wau Wau, na fronteira do Acre, quando, de repente, uma das lideranças desaparece e a produção é atravessada pela pandemia do corona vírus. Leia a crítica completa aqui.
1 – ‘Histórias Impossíveis: Falas da Terra’ – Globoplay
Exibido em rede nacional na última segunda-feira, o episódio faz parte do projeto ‘Falas da Terra’, também disponível na plataforma. Este ano, através da ficção, o episódio contou a história de três mulheres indígenas jovens que entram no território para gravar um videoclipe, até que uma ameaça passa a rondá-las na floresta.
A ideia de Deadpool entrando para o Universo Cinemático Marvel ainda está nos estágios iniciais, mas um fã fez um trabalho incrível ilustrando como isso poderia acontecer.
O usuário do Instagram rahalarts recentemente compartilhou uma foto na qual colocou Wade Wilson/Deadpool (Ryan Reynolds) no uniforme vermelho e branco que deve aparecer em ‘Vingadores: Ultimato’. A edição ganhou uma atenção especial da mídia e até mesmo ganhou uma curtida do próprio Reynolds.
Veja:
https://www.instagram.com/p/Btjn_GuBTK1/
No momento, Dedpool ainda existe dentro da Fox, o que significa que não há chance dele aparece na conclusão de ‘Vingadores’. Porém, com a aquisição da companhia pela Disney – e o chefe dos estúdios sugerindo que não se opõe à ideia de continuar a franquia para maiores -, pode ser que o irreverente mutante ganhe um futuro promissor.
A Warner Bros. divulgou um novo featurette de ‘Aves de Rapina’, que estará presente no formato digital do longa-metragem e que traz o elenco e a equipe técnica falando sobre a construção das personagens e da narrativa.
Confira:
O filme encerrou sua jornada nos cinemas com apenas US$ 199 milhões mundialmente.
Foram US$ 84 milhões nos EUA e US$ 115 milhões no resto do mundo.
Orçado em US$ 85 milhões, a adaptação dirigida por Cathy Yanprecisava alcançar a marca de US$ 250 milhões para que a Warner Bros não saísse no prejuízo – o que não aconteceu. O prejuízo ficou na casa dos US$ 50 milhões.
Vale lembrar que o filme não foi lançado na China, devido ao surto de Coronavírus.
Já ouviu falar daquela sobre o policial, o passarinho, a psicótica e a princesa da máfia? ‘Aves de Rapina’ é um conto deturpado contado pela própria Harley Quinn, e da única forma como Harley consegue contá-la. Quando o vilão mais narcisista e nefasto de Gotham City, Roman Sionis, e sua zelosa mão-direita, Zsasz, colocam o alvo em uma garota chamada Cass, a cidade vira de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Harley, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya colidem um com o outro e o time não tem escolha a não ser derrubar Roman de seu pedestal.
Em seu Instagram oficial, Noah Centineo divulgou duas novas imagens de bastidores de ‘Adão Negro’, nas quais revela seu intenso treinamento para viver o vilão Esmaga-Átomo.
Confira:
Recentemente, o astro Dwayne Johnson divulgou a primeira prévia do longa-metragem para o DC FanDome. No vídeo de menos de trinta segundos, The Rock aparece de costas como o personagem titular.
É provável que mais prévias do longa-metragem sejam divulgadas durante o evento, que ocorre em 22 de agosto.
Confira:
THEY NEEDED A HERO.
INSTEAD THEY GOT ME⚡️🖤
Excited for the first-ever global celebration of the DC Multiverse – #DCFanDome!
This one’s just for you – THE FANS AROUND THE WORLD!
Stay healthy, my friends, and I’ll see you all on August 22nd! 🥃
-The Man In Black#BlackAdampic.twitter.com/m3S4tySYT8
Devido aos adiamentos do filme ‘Red Notice’, que devem terminar no final desse ano, Johnson terá uma agenda relativamente cheia nos próximos meses – o que significa que a produção do novo filme da DC e da Warner Bros. também sofrerá atrasos e deve começar suas gravações apenas em 2021.
As filmagens originalmente deveriam começar na primavera estadunidense, mas já haviam sido adiadas uma vez.
Além de Johnson, que vive o personagem titular, o elenco também é formado por Centineo, que viverá o Esmaga-Átomo, um personagem que consegue controlar sua estrutura molecular e pode manipular o próprio tamanho e a própria força. Smasher já apareceu nas telinhas antes, em um dos episódios da série ‘The Flash’.
Jaume Collet-Serra (‘Jungle Cruise’) comanda o projeto. Ainda não se sabe quando as filmagens irão começar, visto que o projeto sofreu adiamentos em virtude da pandemia do novo Coronavírus.
Apesar dos detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, sabe-se que Adão Negro é o antagonista principal do herói conhecido como Shazam. Nos tempos modernos, entretanto, o personagem evoluiu para um anti-herói extremamente complexo e conturbado – tornando-se uma das criações mais proeminentes do panteão DC.
‘Adão Negro’ continua com estreia marcada para o dia 22 de dezembro de 2021.
A primeira série da Shonda Rhymes para a Netflix, intitulada ‘Bridgerton’, estreou há alguns dias e já se tornou um sucesso imenso.
Agora, para promover o show, que é baseado nos romances de Julia Quinn, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo reunindo Nicola Coughlan eClaudia Jessie, intérpretes de Penelope Featherington e Eloise Bridgerton, respectivamente, para lerem tweets de fãs brasileiros.
Confira:
A história acompanha as vidas dos oito irmãos da família Bridgerton, uma das mais importantes da alta-sociedade inglesa do século XIX.
Há exatos 25 anos, o conhecido filme-catástrofe ‘Twister’ estreava oficialmente nas telonas e tornava-se um dos símbolos principais do gênero cinematográfico.
Estrelada por nomes como Helen Hunt, Bill Paxton, Jami Gertz e Cary Elwes, a obra é centrada em um grupo de “caçadores de tempestades” que tentam implantar um dispositivo de pesquisa de tornados durante um severo surto da natureza em Oklahoma.
Apesar das críticas mistas em relação ao roteiro, a produção recebeu elogios quanto aos efeitos visuais e ao design sonoro – até mesmo conquistando duas indicações ao Oscar. Além disso, arrecadou massivos US$495 milhões nas bilheterias mundiais, tornando-se o segundo filme mais bem-sucedido de 1996.
Para relembrar o adorável longa-metragem, o CinePOP separou uma lista com dez curiosidades de bastidores para você conhecer segredos da obra.
Confira:
HOMENAGEM ESPECIAL
Quando Paxton morreu, a Spotter Network coreografou nada menos que 200 caçadores de tempestades para soletrar BP com rastreadores de GPS em um radar, para honrá-lo. Esse tributo havia sido feito apenas cinco vezes antes – sendo a primeira a alguém que não fazia parte da profissão.
SOM INESPERADO
Como mencionado no começo da matéria, o filme foi elogiado pela produção sonora e conquistou uma nomeação ao Oscar de Melhor Som, perdendo para ‘Independence Day’. Para criar os efeitos do tornado, o time criativo diminuiu a velocidade do gemido de um camelo.
ZEBRA NO TORNADO!
De acordo com o livro de bastidores do longa-metragem, a vaca que é levantada pelos tornados-irmãos era, originalmente, uma das zebras em CGI da clássica aventura ‘Jumanji’, lançado um ano antes.
BILL HANKS
Tom Hanks era a escolha original do estúdio para interpretar Bill Harding. O ator leu algumas falas com o restante do elenco e até mesmo opinou quanto aos figurinos do personagem (que foram para o corte final), antes de sair do projeot. Kurt Russell e Michael Keaton também estavam na lista de opções; entretanto, Paxton foi escolhido por causa de seu “charme sulista” e por recomendação do diretor James Cameron, com quem havia colaborado em ‘Titanic’ e ‘True Lies’.
APENAS PARA MAIORES
‘Twister’ foi rodado como um filme para maiores, em virtude de certas profanidades e detalhes bastante explícitos. Entretanto, ele foi editado com a classificação indicativa PG-13, o que ocasionou o corte de diversas cenas, principalmente as divididas por Elwes e Philip Seymour Hoffman.
O MÁGICO DOS SONS
O som único da sirene emitida pela máquina Dorothy foi fruto de uma combinação complexa de sons como sirenes de polícia, de incêndio e de ambulância. A mesma incursão sonora seria utilizada mais tarde em ‘O Exterminador do Futuro 3: A Rebelião das Máquinas’, mas de forma acidental.
EFEITOS CLÁSSICOS
Uma das razões pelas quais o diretor Jan de Bont assinou contrato para comandar o projeto foi que, em virtude do crescimento exponencial dos efeitos computadorizados nos anos 1990, ele o encarou como, talvez, a última oportunidade de dirigir um filme de grande escala com efeitos práticos.
DESCREDITADOS
O rascunho de agosto de 1995 traz os nomes de Joss Whedon e Jeff Nathanson como os roteiristas principais. Entretanto, nenhum deles aparece nos créditos finais do longa-metragem, visto que a narrativa foi reescrita quase por completo por Michael Crichton e Anne-Marie Martin.
O INÍCIO DE UMA ERA
Enquanto os DVDs já podiam ser adquiridos em novembro de 1996 no Japão, ‘Twister’ tornou-se a primeira obra notável a ser comercializada no revolucionário formato nos Estados Unidos.
PERSPECTIVAS VARIADAS
‘Twister’ flutuou pela indústria durante vários anos e foi encarado como um dos projetos mais procurados por realizadores antes de finalmente entrar na ativa. Antes mesmo da contratação de Bont, nomes como Steven Spielberg (que eventualmente entrou como produtor executivo), Robert Zemeckis, Tim Burton, John Carpenter, Cameron e John Badham foram considerados ou até mesmo atados à cadeira de direção.
A CW divulgou as imagens oficiais de “Mad as a Hatter”, episódio de estreia da 3ª temporada de ‘Batwoman’.
Na trama, “conforme a heroína continua a manter as ruas de Gotham seguras, Batwing entra para a ação, mas Luke logo percebe que ele ainda dominou seu traje. Enquanto isso, à medida que Alice permanece desesperançosa em Arkham, Sophie aproveita usa liberdade. Quando Ryan faz uma visita à vilã para perguntar sobre a bomba que revelou – que a mãe de Ryan ainda está viva -, ela deve decidir se continuará a cair no buraco de coelho de seu passado. Mary, por sua vez, se prepara para se formar na faculdade de medicina, mas sente a falta da família mais do que nunca. Mas quando um admirador de Alice tropeça em um de seus Troféus perdidos, Gotham e o time de heróis são arrastados para a loucura, culminando em uma graduação horrenda e chocante”.
O episódio será exibido no dia 13 de outubro.
Confira:
Criada por Caroline Dries, a série faz parte do Universo Compartilhado da DC nas telinhas, conhecido como o Arrowverse.
A trama segue Kate Kane e Ryan Wilder, enquanto elas lutam para enfrentar seus demônios se tornando vigilantes, combatendo o crime na cidade de Gotham.
A NBC anunciou recentemente que o adorado drama de suspense estrelado por James Spader foi renovado para a 10ª temporada (via TV Line).
A encomenda de um novo ciclo fará com que a série ultrapasse a impressionante marca de 200 episódios e deve ser lançada na temporada 2022-2023 na grade televisiva estadunidense.
Enquanto detalhes sobre a próxima iteração não são revelados, relembre o trailer da temporada anterior, que teve estreia em outubro do ano passado.
No Brasil, a série é exibida através da Netflix.
Segundo a sinopse da 9ª temporada, “nos dois anos seguintes à morte de Elizabeth Keen, Raymond Reddington e os membros da Força-Tarefa do FBI desbandaram – e suas vidas mudaram de formas inesperadas, com o paradeiro de Reddington desconhecido. Vendo-se cada um em uma encruzilhada, um propósito em comum os reúne para sua missão original: derrubar os membros perigosos e excêntrico da Lista Negra. No processo, eles começa, a descobrir adversários letais, conspirações inimagináveis e traições surpreendentes que irão ameaçar alianças e espalhar vingança, tudo liderado pela mente mais criminosa de todas: Raymond Reddington”.
A 3ª temporada da aclamada animação adulta ‘Solar Opposites‘ chegou ao catálogo do Star+ no último dia 13 de julho e, agora, foi divulgado um novo clipe promocional dos novos episódios.
A história gira em torno de uma família de alienígenas de um mundo melhor que se refugiam na América Central. Eles, então, começam a discordar sobre essa repentina mudança ser incrível ou horrível.
A produção conta com as vozes de Roiland, Thomas Middleditch, Sean Giambrone, Mary Mack, Sagan McMahan e Liam Cunningham.
Vale lembrar que a produção já está renovada para a 4ª temporada!
Com dezembro já chegando ao fim, está na hora de continuar nossas listas de final de ano relembrando os ótimos longas-metragens e séries que nos encantaram em 2022.
Neste mais novo ranking, trouxemos a vocês os melhores filmes de terror do ano, desde o surpreendente ‘Sorria’ até o aclamado ‘Pearl’, pré-sequência de ‘X – A Marca da Morte’ que trouxe Mia Goth em um dos papéis definidores de sua carreira.
Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual foi o seu título favorito:
“O maior mérito da produção é, sem sombra de dúvida, a assombrosa atmosfera arquitetada pelo diretor Parker Finn. Responsável pelo curta original, Finn toma as rédeas criativas ao também ficar a encargo do roteiro, tendo liberdade o suficiente para trabalhar como quer e destrinchar uma breve narrativa em uma espécie de análise antropológica que nos deixa à beira de um ataque de nervos quase o tempo inteiro. Os elementos estéticos são arquitetados com maestria invejável que prestam homenagem a mestres do horror: temos a brincadeira entre supressão e dilatação de tempo com planos-sequência à la James Wan; o jogo de luz e sombra que nos remete, em certa instância, aos clássicos de Alfred Hitchcock; e uma exaltação hiperbólica da angústia e da total falta de prospecto que pega elementos emprestados de Dario Argento e Mike Flanagan” – Thiago Nolla
9. MORTE, MORTE, MORTE
O terror adolescente ‘Morte, Morte, Morte’, da A24, é uma celebração da estupidez humana e, apesar de não apresentar nada de novo para o gênero em questão, ganha pontos por nos guiar em um caminho totalmente diferente do que esperávamos. Aclamado pelos críticos internacionais, o longa acompanha um grupo de jovens que planeja fazer uma festa durante um furacão em uma mansão numa ilha remota. Entretanto, a celebração se torna mortal quando um assassino começa a eliminá-los, um por um.
“Numa espécie de releitura torcida do conto de fadas ‘A Bela e a Fera’, ‘Piggy’ é um filmão que fala com precisão do maior terror da vida de qualquer adolescente: o de sofrer agressões verbais e morais por outros colegas. Escrito e dirigido por Carlota Pereda, o enredo parte dessa jovem obesa para mostrar a malícia intrínseca nas ações (ou melhor, na falta delas) dos moradores de um povoado, inclusive seus próprios pais, que decidem ignorar o sofrimento da moça, pois, fazendo-o, a convivência entre todos flui mais naturalmente. Porém, o filme também mostra que ignorar esse problema só faz com que ele ferva ainda mais dentro da vítima, e que as consequências dessas agressões podem ser múltiplas, inclusive, irreversíveis” – Janda Montenegro
“A atmosfera conceitual nascida da direção de Mimi [Cave] traz corpo à trama, promovendo uma mistura deliciosa entre o terror e o cult. Devorando nossa atenção e entusiasmo em quase duas horas de filme, ‘Fresh’ nos deixa sempre à beira de uma catástrofe, nos instigando a cada novo absurdo descoberto a respeito do nosso lindo e temível vilão Steve (Sebastian Stan). Diferente do que muitas vezes o gênero nos reserva, o longa brinca com a nossa percepção, desafia os nossos sentidos e pavores, dando aquela sagaz piscadela para a nova era de relacionamentos – em que tudo é digital e cada vez mais desconfiável” – Rafaela Gomes
6. NÃO! NÃO OLHE!
“Conhecendo o estilo de Peele, nada é o que parece ser – e o terceiro longa-metragem do cineasta não seria diferente. Revestido por uma roupagem sci-fi que traz lembranças da rebeldia kitsch de ‘Marte Ataca!’ e do crescente suspense de ‘Guerra dos Mundos’, ‘Não! Não Olhe!’ mascara as verdadeiras intenções sob convencionalismos que, de certa maneira, já nos vem cansando há alguns anos. Afinal, temos a iminente e beligerante presença de um ser extraterrestre cujas intenções não são benévolas; a dinâmica de uma família marcada pelo luto e que precisa reatar os laços para conseguirem superar um problema gigantesco; e personagens coadjuvantes que servem como guias para a resolução da narrativa. Ora, não é surpresa que Kaluuya faz um ótimo trabalho, mas é Palmer quem rouba nossa atenção e que faz um glorioso retorno para os cinemas” – T.N.
5. X – A MARCA DA MORTE
“A iteração é comandada pelo conhecido cineasta Ti West, cuja filmografia inclui ‘A Casa do Demônio’, ‘Hotel da Morte’ e ‘V/H/S’ – o que significa que o realizador não é nenhum estranho à história que traz à vida. E, considerando que ele também fica a encargo da produção e do roteiro, a narrativa é pincelada com uma identidade bastante clara e com um propósito objetivo e prático, que faz ótimo uso dos convencionalismos em uma atmosfera original e que se afasta do mero sobrenatural. Afinal, não estamos lidando com uma criatura demoníaca que caça adolescentes aleatoriamente em um monte de vingança; enfrentamos um casal de idosos que, em uma crise de ódio e de inveja que cresce exponencialmente ao descobrir o que seus hóspedes estão fazendo, resolvem se vingar pelo simples fato de serem rejeitados pela idade. Em outras palavras, há uma belíssima e impactante análise sobre etarismo que paira sobre o enredo principal e que serve como mote dos antagonistas para coletarem suas vítimas” – T.N.
“[…] grande parte da veracidade e urgência do filme vem do talento de seu elenco. Mason Thames entrega uma atuação angustiante como o jovem Finney, e consegue passar todo o desespero do personagem através de suas expressões bastante emotivas. Uma grande atuação de um jovem em ascensão. Ethan Hawke como sempre entrega uma atuação poderosa e aterrorizante como o vilão, e consegue aterrorizar a audiência mesmo usando uma máscara sinistra boa parte do filme” – Renato Marafon
3. PÂNICO
“A concepção mais inteligente da obra é não se aventurar no caminho sem volta de deixar os personagens clássicos roubarem os holofotes. Pelo contrário, não é até o começo do segundo ato que Sidney Prescott (Neve Campbell), Dewey Riley (David Arquette) e Gale Weathers (Courteney Cox) dão as caras. Os diretores, que se aliam ao roteiro espetacular de James Vanderbilt e Guy Busick, levam o tempo necessário para que o grupo de novas vítimas ganhe a nossa atenção e demonstre que veio para ficar. Nesse quesito, Ortega e Barrera fazem um trabalho espetacular, mas não posam como artistas egoístas que não deixam os outros brilhar – e talvez o aspecto mais interessante é o confronto geracional que emerge com essas vibrantes introduções” – T.N.
Claustrofóbico, instigante e angustiante são apenas algumas das palavras que podem descrever o surpreendente terror ‘Noites Brutais’. O filme, dirigido por Zach Cregger, se tornou uma das grandes sensações do ano ao subverter nossas expectativas e apostar fichas em uma palpável narrativa do gênero. Na trama, uma jovem descobre que a casa que alugou já está ocupada por um estranho. Contra seu melhor julgamento, ela decide passar a noite, mas logo percebe que há muito mais a temer do que apenas um hóspede inesperado.
“[…] sob uma estética bem technicolor, que remonta o formato dos filmes dos anos 50 e 60, Ti West entrega outro brilhante terror que vai muito mais além do combo de sustos que normalmente nos aguarda em um terror slasher. ‘Pearl’ é de fato uma espiral caótica de uma jovem à deriva de sua própria existência, que perece em uma vida medíocre onde sua identidade e personalidade são abafadas e sucumbidas pelas pressões de uma matriarca agressiva, insensível e indiferente. Mas independente do contexto familiar que nos trouxe Pearl, é inegável que a vilania já habitava nela, como West faz questão de mostrar em sua tortuosa forma de sacrificar animais indefesos. E essa construção é fundamental para tornar a idosa Pearl de ‘X‘ em uma criatura cruel e monstruosa aos olhos dos personagens e, obviamente, da audiência” – R.G.
O gênero pós-apocalíptico sempre foi um dos mais adorados por parte do público; afinal, seja na literatura, no cinema ou na televisão, histórias desse estilo reimaginam um mundo que foi devastado por alguma praga ou pela própria ação humana, delineando as consequências diretas e indiretas para os sobreviventes.
E isso não é tudo: a principal ideia por trás de tais narrativas é revelar a frágil natureza humana e seu condicionamento automático à selvageria, à barbárie e ao totalitarismo, servindo como inflexões muito interessantes sobre a própria sociedade.
Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando dez séries do gênero que você precisa assistir e que estão disponíveis nas plataformas de streaming.
‘Revolution’ estreou na NBC em 2012 e durou por apenas duas temporadas, mas teve uma recepção consideravelmente sólida por parte da crítica. Na trama, somos levados a um futuro próximo, quinze anos depois de um apagão permanente de toda a energia elétrica. Após diversos eventos catastróficos em virtude do apagão e com o colapso dos governos, várias milícias começaram a se organizar para comandar áreas sob um estrito autoritarismo.
‘The Strain’ tem início quando um Boeing 777 aterrissa no aeroporto JFK, em Nova York, e subitamente para na pista. Todas as janelas são cobertas e ninguém consegue se comunicar com a tripulação ou com os passageiros. O Dr. Ephrain “Eph” Goodweather é chamado para investigar uma suspeita de ameaça biológica e, quando vê o que está dentro do avião, seu sangue congela. Em outra parte da cidade, o sobrevivente do Holocausto Abraham Setrakian sabe que algo está acontecendo e que chegou a hora de explodir uma grande guerra. Assim tem início uma batalha gigantesca contra um antigo vírus vampiresco que infecta Nova York.
Seis anos após um vírus brutal ter massacrado quase que toda a população da Escandinávia, dois irmãos dinamarqueses decidem sair da segurança de seu búnquer para verificar o que se passa do lado de fora de sua fortaleza. Em meio aos escombros, eles encontram um grupo de jovens sobreviventes e juntos irão até o fim para encontrar uma única esperança de uma vida melhor.
Em ‘Expresso do Amanhã’, um grupo de pesquisadores cria um experimento capaz de pôr fim à ameça do aquecimento global, mas seus planos não saem como o planejado e eles acabam eliminando quase toda a vida da Terra, que, por sua vez, transforma-se em um deserto de gelo. Os únicos sobreviventes vagam pelo planeta a bordo de um trem chamado Snowpiercer, mas nem todos estão conformados com a situação. Com isso, uma revolução está prestes a eclodir.
‘Sweet Tooth’ nos leva para um futuro distópico em que a humanidade foi dizimada por um vírus mortal. Os sobreviventes foram forçados a lutar pelo lugar no planeta e reconstruir a sociedade como a conheciam – mas perceberam que, com a pandemia, uma nova raça de híbridos entre seres humanos e animais começou a dar as caras (calcando uma atmosfera que prenuncia uma caça às bruxas e uma guerra civil). Com produção executiva de Robert Downey Jr. e Susan Downey, a série é uma tocante análise do que o medo do desconhecido pode causar, trazendo para o centro dos holofotes um pequeno garoto-cervo que resolve explorar o mundo em busca da mãe perdida.
‘Station Eleven’ veio sem muito alarde ao catálogo da HBO Max e se transformou em uma das melhores minisséries da plataforma de streaming. Estendendo-se em múltiplas linhas do tempo, a produção conta a história de sobreviventes de uma gripe mortal, à medida que tentam reconstruir e reimaginar um novo mundo conforme se atêm ao melhor do que foi perdido. Além do aclame crítico, ‘Station Eleven’ foi indicado a sete prêmios do Emmy, incluindo Melhor Ator em Série Limitada ou Antologia para Dev Patel.
‘Y: The Last Man’ durou por apenas uma temporada, mas foi o suficiente para conquistar os fãs. A série é baseada nos quadrinhos homônimos escritos por Brian K. Vaughan e Pia Guerra emostra um mundo pós-apocalíptico depois que um evento cataclísmico dizimou todos os homens da Terra, exceto por um. A tragédia abriu espaço para uma nova ordem mundial comandada pelas mulheres, explorando gênero, raça, classe e sobrevivência.
‘The Last of Us’ se tornou uma das grandes produções televisivas não apenas de 2023, mas talvez do século. Baseada na franquia de games homônima da Naughty Dogs e trazendo Craig Mazin e Neil Druckmann como criadores, a série da HBO Max se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel (Pedro Pascal), um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie (Bella Ramsey), uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.
Uma das mais recentes iterações pós-apocalípticas a chegar aos streamings foi ‘Silo’, que já se tornou um sucesso de crítica e de público. Estrelada por Rebecca Ferguson e baseada na saga literária de Hugh Howey, a trama é ambientada em futuro distópico onde uma comunidade existe em um silo gigante com centenas de andares abaixo da terra; lá, homens e mulheres vivem em uma sociedade cheia de regulamentações que acreditam ser destinada a protegê-los. Depois que seu xerife quebra uma regra fundamental e os residentes morrem misteriosamente,uma habilidosa engenheira começa a descobrir segredos chocantes sobre o silo.
Escrita e dirigida por Cho Ui-seok, ‘Black Knight’, que chegou recentemente à Netflix, é baseada na webtoon ‘Delivery Knight’, de Lee Yoon-gyun. A trama é ambientada em 2071, quando é impossível viver sem um respirador por causa da extrema poluição do ar. Com a maior parte da península coreana tendo sido devastada e apenas 1% da população original ainda viva, a sobrevivência da humanidade depende de um extraordinário grupo de entregadores.
O Disney+ e o National Geographic revelaram recentemente o primeiro vídeo promocional da 4ª temporada da série antológica ‘Genius’ será focada nas icônicas figuras de Martin Luther King Jr. e Malcolm X.
Além disso, foi anunciado que o novo ciclo tem estreia marcada para o dia 01 de fevereiro de 2024.
Confira:
Intitulada ‘Genius: MLK/X’, o novo ciclo será produzido por Reggie Rock Bythewood (‘Swagger’) e Gina Prince-Bythewood (‘The Old Guard’).
A narrativa irá explorar os principais anos das duas personalidades que lutaram no movimento pelos direitos civis, bem como as conquistas pioneiras e as ideologias defendidas por ambos.
Confira a sinopse oficial:
“Enquanto King avançava na luta pela equidade racial através de protestos não-violentos, Malcolm X discutia com anseio pelo empoderamento, pela identidade e pela autodeterminação negra. Com suas formidáveis esposas, Coretta Scott King e Betty Shabazz, ao lado deles, King e Malcolm X se tornaram sinônimos na era dos direitos civis e na luta contra a injustiça racial e econômica. Apesar de terem se conhecido apenas uma vez e, normalmente, terem confrontado a ideologia um do outro, eles não teriam alcançado sucesso sem ajuda mútua”.
Lembrando que as três primeiras já estão disponíveis no Disney+, com a mais recente delas focando na Rainha do soulAretha Franklin (interpretada pela indicada ao Oscar Cynthia Erivo).
O Disney+ Brasil divulgou o novo cartaz nacional da 14ª temporada de ‘Doctor Who‘, que marca o retorno de Ncuti Gatwa interpretando o personagem titular após o especial de 60 anos da clássica série sci-fi.
O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 10 de maio na plataforma de streaming.
Confira, junto aos títulos oficiais dos episódios:
‘Space Babies‘: (Roteiro de Russell T Davies e direção de Julie Anne Robinson).
‘The Devil’s Chord‘: (Roteiro de Russell T Davies, com direção de Ben Chessell).
‘Boom‘: (Roteiro de Steven Moffat, com direção de Julie Anne Robinson).
‘73 Yards‘: (Roteiro de Russell T Davies, com direção de Dylan Holmes Williams).
‘Dot and Bubble’: (Roteiro de Russell T Davies, com direção de Dylan Holmes Williams).
‘Rogue‘: (Roteiro de Kate Herron e Briony Redman, com direção de Ben Chessell).
‘The Legend of Ruby Sunday‘: (Roteiro de Russell T Davies, com direção de Jamie Donoughue).
‘Empire of Death’: (Roteiro de Russell T Davies, com direção de Jamie Donoughue).
O terceiro episódio de ‘Agatha: Desde Sempre’, série derivada de ‘WandaVision’ estrelada por Kathryn Hahn, já está disponível no catálogo do Disney+ – e trouxe uma inesperada morte à narrativa.
Após enfrentarem o primeiro desafio, as bruxas do clã de Agatha Harkness conseguem sair ilesas – com exceção de um dos membros. Ao retornarem ao Caminho das Bruxas, o grupo percebe que a Sra. Hart/Sharon Davis (Debra Jo Rupp) faleceu após ingerir um vinho envenenado destino ao coven em si.
Sharon nunca fez parte do clã, visto que não é dotada de habilidades mágicas – logo, sua ruína já era premeditada desde os capítulos de estreia. E, após tomar nada menos que duas grandes taças da bebida, uma dose de antídoto não foi o suficiente para mantê-la viva.
Agora, em entrevista à Total Film, a showrunnerJac Schaeffer explica que a decisão foi vital para o arco da Sra. Hart, estabelecendo os grandes perigos que o coven irá enfrentar nessa viagem.
“Era uma grande questão – os personagens morrem na série? Demos voltas e mais voltas, foi uma decisão que tomamos bem tarde. Os roteiros foram todos escritos, tínhamos até o elenco, ainda não estávamos filmando, mas normalmente eu gosto de ter as respostas para essas perguntas antes. Foi arriscado”, ela comentou.
Schaeffer continua: “a resposta foi ‘sim’, porque queríamos que o show tivesse garras. Essa é uma série sobre uma personagem que é classificada como vilã. Além disso, há algo sobre a bruxaria que, se você remover a morte ou riscos parecidos, ela se torna suave e inautêntica. Então, sim, matamos alguém”.
Lembrando que o próximo capítulo vai ao ar no dia 02 de outubro.
Agatha Harkness se vê impotente depois de escapar de seu aprisionamento em Westview, Nova Jersey. Ela espera que alguns aliados improváveis se juntem a ela em sua busca para recuperar seus antigos poderes.
Jac Schaeffer entra como showrunner.
Além de Hahn reprisando seu papel como Agatha Harkness, o elenco conta com Joe Locke, Sasheer Zamata, Ali Ahn, Maria Dizzia, Paul Adelstein, Miles Gutierrez-Riley, Okwui Okpokwasili, Debra Jo Rupp, Patti LuPone e Aubrey Plaza.
O aclamado drama ‘Ainda Estou Aqui’ fez história no Oscar 2025 e conquistou o prêmio de Melhor Filme Internacional – a primeira vitória do nosso país no evento.
‘Ainda Estou Aqui’ conquistou 97% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Os críticos elogiaram amplamente o filme, destacando a forma humanizada com que retrata os eventos reais, bem como o desempenho notável do diretor Walter Salles e da atriz Fernanda Torres.
“Ainda Estou Aqui é um filme envolvente e profundamente tocante, que revela uma rica camada de emoção. Sem dúvida, é uma das melhores obras de Salles”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“O excelente filme de Walter Salles, baseado em fatos reais — uma vez que ele foi amigo da família Paiva na adolescência — é um tributo profundo e comovente a uma mulher e sua família notáveis”, disse Wendy Ide do Screen International.
“Fazer com que o destino desta casa bem equipada, de classe média alta, remeta ao de um Brasil cada vez mais oprimido pode parecer uma metáfora forçada, mas o empenho de Salles na direção é notável por sua elegância e realismo”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.
“Clássico na forma, mas radical na empatia, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) talvez não precise das seções adicionais que alteram um pouco o ritmo emocional. Mas, por outro lado, esses personagens são tão vívidos que não queremos deixá-los também”, disse Jessica Kiang da Variety.
“Fernanda Torres oferece uma atuação que, sem dúvida, será aclamada como um dos maiores marcos de sua carreira e, provavelmente, a tornará mais reconhecida internacionalmente”, disse Nicholas Bell da IonCinema.
“O respeito que ele demonstra pela família Paiva, com a qual mantém uma relação próxima, comprova que ele foi a escolha certa para este filme”, disse Robert Ruggio do AwardsWatch.
“O relato baseado em fatos de [Walter Salles] sobre a situação dos desaparecidos é compreensivelmente afetado e pode carregar uma certa dose de sentimentalismo. No entanto, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) continua sendo um drama profundo e comovente sobre os desaparecidos da nação”, disse Xan Brooks do The Guardian.
“Vibrante e comovente, com uma performance excepcional de Fernanda Torres no papel de Eunice Paiva, o filme se destaca por nos fazer experimentar a essência da absoluta arbitrariedade”, disse Fernando E. Juan Lima do Otroscines.
“Talvez, se Ainda Estou Aqui fosse apresentado como a vida de Eunice através dos olhos de Marcelo, a maior parte dos amplos e idealizadores traços desse retrato santificado seriam muito mais aceitáveis”, disse Savina Petkova do The Film Stage.
“Independentemente de qualquer vínculo pessoal com esse período sombrio, os espectadores serão cativados pela história desta família corajosa e, especialmente, pela força de Eunice, tudo graças à atuação de Torres”, disse Ema Sasic do Next Best Picture.
‘Ainda Estou Aqui‘ já foi assistido por mais de 1,9 milhões de espectadores no Brasil – ultrapassando o público do clássico ‘Central do Brasil‘ (1.6M) e se tornando o filme mais popular do diretor em nosso país.
A produção ainda deve superar os números de ‘Minha Irmã e Eu‘ (2.3M).
‘Ainda Estou Aqui‘ se beneficiou da vitória de Fernanda Torres como Melhor Atriz no Globo de Ouro e DOBROU o número de salas nos cinemas do Brasil.
A Sony Pictures do Brasil revelou o número exato ao CinePOP:
• 350 cinemas (de 145) • 400 salas (de 187)
Relatos informam que várias sessões do filme chegaram a lotar essa semana, e ele registrou a maior MÉDIA de público por sessão no fim de semana.
Em sua quarta semana em cartaz, o filme arrecadou mais R$ 1,27 milhão e já soma R$ 66,6 milhões nas bilheterias do Brasil.
Assista ao trailer:
O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.
No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.
O longa-metragem chega aos cinemas nacionais no dia 4 de setembro.
Confira:
A direção fica a encargo de Jon Avnet, que co-assina o roteiro ao lado de Derek Presley e McDonough.
Um ícone aposentado do rodeio (McDonough) arrisca tudo para salvar o neto. Enfrentando traumas antigos e os medos da família, ele se inscreve na competição de montaria mais desafiadora como o adversário mais velho.
O site Feature First (via SFFGazette.com) acaba de revelar uma suposta descrição do primeiro trailer de ‘Duna 3’, terceiro capítulo da aclamada saga sci-fi dirigida por Denis Villeneuve.
O próximo capítulo adaptará o romance ‘Duna: Messias’, de Frank Herbert, trazendo Timothée Chalamet de volta como Paul Atreides.
Confira a descrição:
[O trailer] começa com Paul Atreides (Chalamet) como narrador, afirmando que seu pai (Duque Leto Atreides, interpretado por Oscar Isaac em ‘Duna: Parte Um’) tinha algo ruim no coração.
Uma cena de flashback de Paul e sua mãe, Lady Jessica (Rebecca Ferguson). Há também cenas de Alia Atreides (Anya Taylor-Joy), com cabelos negros e um vestido branco esvoaçante. Uma cena de Duncan Idaho (Jason Momoa) também é mostrada, caminhando com um grupo por um desfiladeiro de rochas brancas.
Há ainda uma cena de Chani (Zendaya) caminhando na frente de um verme da areia, semelhante a uma cena de Paul em ‘Duna: Parte 2’. Outra cena mostra uma figura careca com placas metálicas incrustadas na cabeça. Há apenas uma cena de Paul Atreides com a cabeça raspada no trailer, e não careca.
Ainda não se sabe quando o primeiro teaser da sequência será lançado, então, trate as informações como uma descrição em potencial.
Na trama do livro, Paul Atreides governou como Imperador por 12 anos. Ao aceitar o papel de messias para os Fremen, ele desencadeou uma jihad que conquistou a maior parte do universo, mas é impotente para deter os excessos letais movimento religioso que ele criou.
Lembrando que a franquia está disponível na HBO Max.
‘Muito Esforçado‘ (Overcompensating), comédia LGBTQ+ criada e estrelada por Benito Skinner, sagrou-se uma das melhores séries do ano e já foi renovada para uma antecipada 2ª temporada – levando os fãs a imaginar o que o próximo ciclo os aguarda.
Em uma recnete entrevista à People, Skinner foi questionado sobre o que o público pode esperar dos novos episódios, afirmando que o segundo ciclo “parece mais queer” que o primeiro, visto que o protagonista irá explorar mais sua identidade e sua orientação sexual.
“Não criamos uma série completamente nova, mas aprimoramos a original em muitos aspectos. Acho que ela ganhou maturidade”, ele afirmou. “Estou muito animado — e é incrível”.
Skinner acrescenta: “estou muito orgulhoso desses roteiros — trabalhei muito neles. O que fizemos até agora parece ainda mais com o que eu queria criar. Tudo parece muito mais natural e todos estão muito engraçados e inteligentes”.
Sobre a segunda temporada, o astro disse que queria replicar a “especificidade” que conquistou o público na primeira temporada da série. “Eu pensei: ‘vamos ver o quão honestos podemos ser sem que todos se sintam desconfortáveis’, sem que eu pense: ‘não posso fazer isso porque e se minha tia assistir?’”.
A nova temporada ainda não tem previsão de lançamento.
A trama acompanha Benny, um jogador de futebol americano, em sua luta para aceitar sua sexualidade na faculdade, descobrindo que está compensando demais ao tentar parecer algo que não é.
Os astros do ‘Arrowverse‘ estão se reunindo na San Diego Comic Con, trazendo painéis, entrevistas e bate-papo com os fãs, como fazem todos anos.
No entanto, a estrela de ‘Batwoman’, Ruby Rose, teve que abandonar o evento no último minuto para concluir algumas gravações num episódio da vindoura série.
Rose deu a notícia num vídeo publicado em seu Instagram na quinta-feira (18). A atriz se desculpou e prometeu aos fãs que vai encontrar uma maneira de recompensar a ausência.
‘Batwoman’ faz parte do Arrowverse, e sua personagem principal foi apresentada durante o crossover ‘Elseworlds’.
Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.
O elenco conta com Ruby Rose, Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Nicole Kang, Camrus Johnson, Rachel Skarsten e Nicole Kang.
Jesse Eisenberg foi alvo de críticas e elogios quando deu vida a Lex Luthor em ‘Batman vs Superman‘, mas o que ninguém sabia é que o astro teve apenas 90 minutos para ler o roteiro completo antes de participar das audições.
Durante uma entrevista para o Konbini, Eisenberg revelou que não estava entre os favoritos ao papel e foi chamado às pressas para fazer o teste.
“O roteiro escrito por Chris Terrio foi um dos mais densos que já li… Eu achei que iria receber um aperto de mão, um agradecimento e não voltaria mais, porque me deram apenas 90 minutos para ler o roteiro antes das audições. Eu estava imerso na leitura e não me importei com o tempo, eu só queria continuar lendo. Eu nunca tinha visto tantas referências literárias e filosóficas em um filme de heróis.”
Depois disso, Eisenberg revelou que foi escolhido para o papel por conta de sua paixão pelo roteiro, já que os outros candidatos acharam a história um tanto confusa.
“Eu fiquei muito impressionado com a inteligência e a sagacidade de Lex. Eu tentei expor isso ao máximo, e acho que foi assim que me escolheram. Lembro quando disseram que nenhum outro candidato tinha mergulhado na história como eu.”
Confira a entrevista:
Infelizmente, o astro só voltou a interpretar o vilão em uma curta cena pós-créditos de ‘Liga da Justiça’.
Antes do universo compartilhado da DC falhar, diversos fãs perguntaram quando o astro voltaria ao papel, mas será que ele ainda estaria interessado?
Durante uma entre entrevista para o canal In The Panda, Eisenberg foi questionado com a mesma pergunta, ao que ele respondeu:
“Ah, mas é claro! Eu adoraria, porque ele é um personagem tão legal. Interpretar um vilão em um filme de super-heróis é a parte mais divertida. Os mocinhos são bons, mas o vilão é a alma do filme, é o que dá graça á história. O herói geralmente consegue sobreviver, mas o vilão tem todas as frases engraçadas, pelo menos no meu caso.”
Confira, a partir dos 16 minutos:
Diferente de Eisenberg, Ben Affleck desistiu de interpretar o Batman e revelou a GQ que teve uma péssima experiência em ‘Liga da Justiça‘ depois que Zack Snyder foi afastado da produção.
“Infelizmente, a produção de ‘Liga da Justiça‘ foi marcada por uma tragédia pessoal quando a filha de Zack [Synder] faleceu. Depois disso houve uma série de barreiras, sabe? Um problema atrás do outro e isso é desanimador.”
Affleck disse que estava empolgado para dar o seu melhor em ‘Batman vs Superman‘, e o mesmo não aconteceu em ‘Liga da Justiça‘ porque ele não se sentia motivado.
Para completar, o astro disse que essa foi a principal razão para pendurar a capa.
“Me perguntaram se eu gostaria de dirigir e estrelar um filme solo do Batman e eu até topei, mas depois de um tempo eu havia perdido o entusiasmo e a paixão por essa coisa toda… Achei que estava na hora de passar a ideia para alguém que estivesse mais compromissado. Estava claro que eu deveria seguir em frente. Mas ainda carrego ótimas lembranças, principalmente de ‘Batman vs Superman‘.”
Lembrando que ‘The Batman‘ tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.
Dirigido por Matt Reeves, a trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.
“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”
Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.
Sabe quando reconhece um ator ou atriz, mas não se lembra de onde os viu? Pois é, isso acontece com muita gente a todo instante.
Pensando nisso, a Netflix preparou um interessante vídeo que te ajuda a relembrar de onde você conhece alguns artistas que estão ou já estiveram em destaque no catálogo da plataforma.
Confira também a lista de estreias do fim de semana:
01/01
Cobra Kai: Temporada 3
O novo ano da produção começa logo após a violenta briga entre os dois dojos na escola, que deixou Miguel gravemente ferido. Enquanto Daniel Larusso (Ralph Macchio) revisita o passado à procura de respostas e Johnny Lawrence (William Zabka) busca redenção, John Kreese (Martin Kove) manipula ainda mais os alunos com suas ideias de dominação.
Headspace – Meditação Guiada
Headspace analisa as práticas de meditação e seus efeitos com uma visão simpática e moderna. Cada episódio termina com uma meditação guiada.
Monarca: Temporada 2
Atitudes do passado ameaçam o futuro do império Monarca, e os irmãos Carranza enfrentam uma nova inimiga: a prima Sofía.
Da Decoração ao Makeover: Temporada 2
Shea e Syd McGee criam ambientes que refletem o estilo e a personalidade dos clientes, seja uma casinha confortável ou uma mansão com decoração esportiva.
Pose: Temporada 2
Em Nova York, em 1987, Blanca, uma frequentadora de bailes LGBTQ, acolhe como filhos um dançarino talentoso e uma trabalhadora do sexo apaixonada por um cliente yuppie.
A Rainha do Sul: Temporada 4
Forçada a trabalhar para o cartel que recentemente matou seu namorado, Teresa (Alice Braga) só pode contar com sua esperteza, um misterioso caderno e uma pessoa leal.
Full Out 2: You Got This!
Depois de perder sua atleta principal, a equipe de ginástica da Universidade de Oklahoma faz de tudo para vencer mais um campeonato nacional.
Apenas o Começo
Leo (Tommy Lee Jones) vai morar em uma casa de repouso. Só que, em vez de paz e tranquilidade, ele encontra Duke (Morgan Freeman), um senhor disposto a tudo para manter sua popularidade.
Power Rangers: Morfagem Feroz
Os novos Power Rangers precisam impedir um impiedoso vírus de computador de roubar a fonte de energia ilimitada que os criou.
Ninjago: Mestres do Spinjitzu- Temporadas 4-9
Kai, Jay, Cole e Zane precisam aprender a usar seus poderes e as armas de Spinjitzu para proteger Ninjago dos seres que habitam o submundo.
LEGO Jurassic World – A Fuga do Indominous Rex
Os cientistas de Jurassic World criam uma criatura cativante e assustadora que adora cachorros-quentes. Mas… e quando os cachorros-quentes acabam?
Lego DC Comics Super Heroes Batman: Asediado
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A adaptação live-action de ‘Cruella‘ foi bastante elogiada pela originalidade do roteiro, dando à personagem uma origem completamente satisfatória conduzida pela atuação de Emma Stone.
E a Disney ficou tão satisfeita com a recepção do longa, que já está desenvolvendo a sequência com o retorno do roteirista Tony McNamarae do diretor Craig Gillespie.
Durante uma entrevista para o Comic Book, Gillespie adiantou que o novo filme vai mostrar a personagem começando a se transformar naquela vilã que o público conheceu em ‘101 Dálmatas‘.
“Existem várias conversas sobre como será a sequência. Onde este mundo nos leva agora, sabe? Antes de mergulharmos fundo, ainda estamos naquela fase de explorar o que pode dar certo ou não […] Mas o que eu mais gostei no filme é que se torna cada vez menos Estella, ela vai se afastando de quem ela era, até se entregar àquela personalidade que conhecemos como Cruella.”
Ele continuou:
“Agora ela tem que viver de acordo com essa personalidade pública, mesmo estando em conflito consigo mesma, o que eu acho muito interessante. Ela está numa área cinzenta, mas vai se transformar naquela vilã de ‘101 Dálmatas’, sem dúvidas… Mas como ela se deixará ser levada pelo lado sombrio? Na minha mente, é disso que se trata o novo filme.”
Orçado em US$ 100 milhões, o longa conseguiu incríveis US$ 233,3 milhões em plena pandemia do Coronavírus, além de conquistar 74% de aprovação da crítica.
E aí, você está animado para a sequência?
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, os atores Joel Fry e Paul Walter Hauser comentaram sobre a oportunidade de fazer parte da nova versão da vilã, que já fora vivida nos cinemas pela atriz Glenn Close e compartilharam a insana ideia que possuem para a possível sequência da produção.
Assista:
‘Cruella‘ conquistou US$ 219,5 milhões pelo mundo e recebeu 74% de aprovação da crítica especializada.
Por outro lado, é o live-action da Disney com a melhor aceitação do público, alcançando 97% de avaliações positivas.
Anteriormente, Gillespie já havia dito ao Collider que estava interessado em retornar para a sequência.
“Eu sinto que só acabamos de conhecer a Cruella. Eu adoraria ver a vilã com a sua maldade totalmente desenvolvida e carregada. Ela conseguiu mostrar suas origens e agora tem condições de expandir sua maldade. Gostaria de ver aonde isso poderia levá-la”, afirmou.
A HBO Max finalmente anunciou que a aclamada série de piratas ‘Our Flag Means Death‘ foi oficialmente renovada para uma 2ª temporada.
Misturando comédia e elementos históricos, o programa estrelado por Rhys DarbyeTaika Waititi recebeu elogios da crítica e do público após a estreia da primeira temporada, tornando-se ainda mais comentada que ‘Cavaleiro da Lua‘, daMarvel/Disney+.
E, durante uma entrevista para o Collider, Waititi, intérprete do Barba Negra, revelou quando as gravações dos novos episódios serão iniciadas.
“Vamos começar a filmar em outubro, eu espero. Nós filmamos a temporada de estreia em Los Angeles, um lugar estranho para tentar fazer algo sobre o oceano, então vamos para a Nova Zelândia desta vez, que é cercada pelo mar. Essa é uma das coisas que mais me empolga para os próximos episódios.”
Por enquanto, ainda não há previsão para a 2ª temporada.
‘Our Flag Means Death‘ é livremente baseada nas aventuras reais de Stede Bonnet, um aristocrata mimado que abandona sua vida cheia de privilégios para se tornar um pirata.
Waititi co-estrela a produção como o icônico corsário Barba Negra, cujo nome verdadeiro era Edward Teach.
Alegadamente, Teach não usava violência, preferindo assustar as pessoas e fazê-las se submeter às próprias vontades, construindo uma imagem arrepiante que viajaria o mundo e os sete mares. Depois de alguns anos vivendo com pirata, ele foi assassinado por soldados e marinheiros contratados por Alexanders Spotswood, governador do estado da Virgínia.
Lançado recentemente, o pôster de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ gerou críticas entre os fãs por conta da falta de criatividade da imagem, que reúne os membros da equipe.
Mas, parece que o material incomodou até mesmo Karen Gillan, intérprete da Nebulosa.
Na imagem, ela aparece fazendo uma estranha pose, da qual não se sabe se ela estava tentando sensualizar ou parecer descontraída.
Através de um vídeo do Tik Tok, Gillan fez piadas sobre si mesma enquanto admitia seu arrependimento em relação à pose:
“Ok, alguém aí poderia me dizer onde eu estava com a cabeça quando decidi posar assim em um pôster internacional e mundial que permanecerá para sempre. Lembro-me de fazer essa pose e pensar: ‘Acho que estou bem legal assim’. Portanto, assumo total responsabilidade por esta escolha.”
Ela continuou:
“Mas, meu Deus, eu estava me apoiando em que? O que meu cotovelo está fazendo? Não, eu sei que não está nada bom, não é? Talvez eu faça isso em alguns tapetes vermelhos, vamos ver se dá certo. Pode se tornar algo novo, como quando os homens sempre verificam suas abotoaduras, talvez as mulheres comecem a posar se inspirando em mim. Provavelmente não. Eu encarei isso por tanto tempo, eu estava tipo ‘Oh, talvez eu esteja pegando uma arma para tirar e lutar contra alguém’. E então eu lembrei que eu não estou usando coldre ou qualquer coisa que carregue uma arma, então também não é isso. Você verá aquela pose novamente em algum lugar, quando menos esperar. Eu vou fazer isso viralizar.”
Lembrando que a sequência chega aos cinemas em 05 de maio deste ano.
Confira o trailer:
“Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.”
E aí, você está animado para o encerramento da trilogia?
Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está parecendo um pouco diferente nos dias de hoje. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe ao seu redor para defender o universo, juntamente com a proteção de um dos seus. Uma missão que, se não concluída com sucesso, poderia muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões como os conhecemos
Há algumas semanas, a indústria cinematográfica foi pega de surpresa com o cancelamento da adaptação live-action de ‘Coyote vs. Acme‘, estrelada por John Cena (‘Velozes e Furiosos 9’).
A decisão foi recebida com muitas críticas, tanto por parte da indústria quanto por fãs que simplesmente queriam ver o filme.
Pouco depois, foi relatado que a Warner Bros. consideraria vender o filme para outras distribuidoras ou plataformas de streaming em vez de descartá-lo. Pelo visto, o estúdio quer pelo menos US$ 70 milhões ou mais para cobrir o orçamento real de produção.
E, de acordo com o Comic Book, tanto a Netflix quanto a Paramount fizeram propostas para a aquisição, com a segunda prometendo um lançamento nos cinemas como parte do acordo.
Foi dito que Apple, Sony e Amazon também teriam visto o filme, mas os executivos da Sony e da Apple não tiveram interesse na aquisição, enquanto os da Amazon estariam “meditando” sobre a possível compra.
Recentemente, o diretor Dave Green recorreu às redes sociais para expressar sua consternação com o cancelamento de seu filme.
Embora o longa estivesse concluído, a Warner Bros optou por arquivá-lo em troca de um crédito fiscal no valor de US$ 30 milhões, oferecidos pelo governo.
Ao contrário de ‘Batgirl’, que enfrentou o mesmo destino, ‘Coyote vs. Acme’ estava originalmente programado para ser lançado no HBO Max. No entanto, ao contrário do filme da heroína, a produção tinha um grande apelo popular, recebendo críticas positivas de todos que tiveram a oportunidade de assisti-lo.
Relembre o comunicado de Green sobre o cancelamento:
“Por três anos, tive a sorte de fazer um filme sobre Wile E. Coyote, o personagem mais persistente, apaixonado e resiliente de todos os tempos“, escreveu Green. “Estava cercado por uma equipe brilhante, que dedicou suas almas a este projeto por anos. Todos estávamos determinados a honrar os legados desses personagens históricos e realmente fazê-los certos. Ao longo da jornada, fomos acolhidos por audiências de teste que nos recompensaram com pontuações fantásticas. Estou além de orgulhoso do produto final e além de devastado pela decisão da WB. Mas, no espírito de Wile E. Coyote, resiliência e persistência ganham o dia.”
O compositor Steven Price também se manifestou, compartilhando um vídeo no Twitter que apresentava uma performance coral temática do Papa-Léguas:
Had a lot of fun scoring Coyote Vs Acme. As no-one will be able to hear it now, due to bizarre anti-art studio financial shenanigans I will never understand, here is a bit of behind the scenes footage of our “Meep Meep” Roadrunner choir, with apologies to Tchaikovsky… pic.twitter.com/HL7h00rXpp
“Me diverti muito criando a trilha sonora para Coyote Vs Acme. Como ninguém mais poderá ouvi-la agora, devido a estranhas e inexplicáveis manobras financeiras anti-arte de estúdio que eu nunca entenderei, aqui está um pouco dos bastidores de nossa ‘Meep Meep’ Roadrunner choir, com desculpas a Tchaikovsky…” desabafou Steven Price.
‘Coyote vs. Acme’ foi dirigido por Green a partir de um roteiro escrito por Samy Burch e uma história concebida por James Gunn, Jeremy Slater e Burch. A narrativa foi, segundo relatos, parcialmente inspirada por um artigo do The New Yorker, escrito por Ian Frazier em 1990.
O filme centrava-se no personagem Looney Tunes, Wile E. Coyote, que finalmente decide processar a Acme Corporation após anos lidando com produtos defeituosos que o feriam constantemente e o impediam de capturar o Papa-Léguas. O elenco incluía John Cena como o chefe da Acme, Will Forte como o advogado de Wile E. Coyote, e Lana Condor em um papel não revelado.
Série de desenho dos anos 40 moveu toda a indústria da animação
No episódio piloto do seriado Superman & Lois tem um momento em que o herói de Krypton interage com um adolescente que ele acabou de salvar. Na ocasião o jovem elogia seu traje, com um visual clássico mas com um escudo que mistura o S vermelho com um pentágono de cor preta – apesar de semelhante ao visto pelo velho Clark em Reino do Amanhã não é o mesmo. Esta é a versão da animação da Fleischer Studios.
Em meados da primeira metade do século XX a indústria do entretenimento que mais crescia era, sem dúvidas, o cinema. Em 1927 a produção O Cantor de Jazz trouxe o som gravado junto da película pela primeira vez, a empresa Technicolor começou a implantar um novo sistema de colorização de filmes a partir de 1924 para rivalizar com a britânica Kinemacolor e em 1937 Walt Disneymudou o cinema com Branca de Neve e os Sete Anões.
Esse foi o primeiro longa animado do estúdio mas não sua primeira empreitada no terreno da animação, visto que em 1928 foi lançado o curta O Vapor Willie no qual a presença de Mickey Mouse foi popularizada (ainda que não tenha sido sua estreia em uma animação). Entretanto, no caso de Branca de Neve e os Sete Anões, o estúdio atingiu um outro patamar no quesito animação.
Episódio piloto fez referência ao uniforme criado pela série animada da Fleischer
Na ficha do longa assinada por J.B. Kaufman e publicada pela Biblioteca do Congresso, redigida para o programa de Preservação Nacional de Filmes, é apontado quais foram as inovações apresentadas pela obra da Disney. “Como a maior parte dos ‘primeiros’ celebrados, não foi de fato a primeira produção animada. Porém é justo dizer que nenhuma produção anterior apresentou toda gama de animação técnica que Branca de Neve mostrou, ou que o combinou com cores tão ricas, uma trilha musical viciante ou com uma história cuidadosamente desenvolvida”.
Dessa forma, no alvorecer da década de 40 a Walt Disney Productions era a grande referência da indústria no quesito animação mas isso não implicava necessariamente em um monopólio; correndo por fora havia uma outra empresa conhecida como Fleischer Studios. Fundada pouco antes da Walt Disney Production, por volta de 1921, a companhia começou com o nome de Inkwell Studios, Inc. em referência a sua série de animações mudas Out of the Inkwell (lançadas entre 1918 e 1929).
Foi essa produção, com todas as inovações técnicas proporcionadas por ela, bem como outros projetos como Popeye e Betty Boop , que conferiu um status de competidora oficial à supremacia da Disney; essa mesma situação atraiu o interesse da Paramount Pictures que, em 1941, incorporou a Fleischer a suas propriedades. No decorrer desse mesmo período os irmãos fundadores da companhia, Max e Dave Fleischer, estavam desenvolvendo seu mais novo projeto: As Viagens de Gulliver. Este seria o segundo longa animado a ser produzido por um estúdio após o feito da Disney e, para a Paramount, essa seria a obra que deveria ultrapassar Branca de Neve e os Sete Anões.
A Fleischer já tinha um nome bem conhecido na indústria por sucessos como Popeye e Betty Boop
Ao mesmo tempo, nesse período, outro fenômeno cultural se espalhava pelo país. Alguns anos antes, por volta de 1938, foi publicado pela então National Periodical Publications a revista Action Comics #1; ela que também é conhecida como a primeira aventura do Superman e a primeira história em quadrinhos com um super-herói. Tamanho foi o sucesso de vendas da edição que a Paramount negociou os direitos de uma adaptação do personagem para uma animação nos cinemas junto à editora.
Importante citar que naquela altura já existia uma adaptação para outra mídia envolvendo o Superman. Em 1940 a estação WOR – AM lançava semanalmente o programa The Adventures of Superman voltado para a transmissão radiofônica; tal show era indiscutivelmente um sucesso de público.
De início a sugestão não foi bem recebida pela Fleischer Studios pois ao mesmo tempo em que eles estavam focados no lançamento de sua próxima produção, eles sabiam que negar o pedido do estúdio não seria algo de bom tom e poderia complicar o relacionamento. Dessa maneira eles pensaram na seguinte tática: eles aceitariam o projeto mas, a cada episódio produzido, eles inflacionariam o orçamento da produção contando que isso desestimularia a Paramount a continuar com a ideia.
“As Viagens de Gulliver” era o projeto que a empresa queria verdadeiramente lançar na época
O custo de produção voltado para cada episódio atingiria os US$ 100.000 (o equivalente em valores hoje a US$ 1.886.442,86) com a justificativa de que para atingir o nível de qualidade exigido pela Paramount seria necessário que um grande montante fosse investido; mesmo que fosse um valor considerado o quádruplo do orçamento padrão para animações na época. Porém a vontade dos irmãos foi contrariada quando a Paramount não recuou perante o assustador orçamento e decidiu negociar com eles.
Ficou decidido então que eles iriam disponibilizar para o primeiro episódio um total de US$ 50.000 e para o resto dos capítulos um total de US$ 30.000; além de um tempo para a produção bem mais amplo do que o normal para a época: sete meses. No tocante a estrutura narrativa ficou decidido que cada episódio seria uma história fechada de no máximo dez minutos que passaria em sessões prévias aos filmes em cartaz nos cinemas, não fugindo muito do conceito de curtas animados que eram bem populares no período.
A concepção de origem do Superman para essa versão, apresentada em menos de um minuto por uma narração em off no início do primeiro episódio, se manteve bem fiel ao que era canônico até então (conforme o que foi apresentado na primeira página da Action Comics #1); Krypton explode, Jor-El envia seu único filho à Terra, a criança é encontrada por um motorista e enviada a um orfanato e então a história se inicia para o ponto em que ela já o Superman.
Em suas primeiras aventuras Superman não podia voar
Assim como nas primeiras histórias assinadas por Jerry Siegel e Joe Shuster a origem do herói não era tão importante quanto contar os feitos dele já adulto, logo naquele primeiro momento haviam muitas lacunas a serem preenchidas sobre sua origem; além de consequentemente repensadas nos anos que viriam.
De qualquer forma, as histórias apresentadas pela Fleischer eram bastante diretas e simples, geralmente apresentando o vilão da vez prestes a cometer algum ato criminoso quando ele é confrontado pelo protagonista e, em certas ocasiões, Lois Lane acabava ficando em perigo e necessitando do auxílio do Superman. Como dito antes, essa narrativa era muito alinhada com o que era proposto pelos quadrinhos da época e a concepção do personagem também; não só em termos de origem como também de poderes, afinal tanto na animação quanto nos quadrinhos ele ainda não voava e dependia de super saltos para alcançar grandes alturas.
O roteiro não foi nem de longe o que tornou essa série animada algo realmente memorável, mas sim seu estilo técnico de animação. Esteticamente a Fleischer se inspirou muito, principalmente para os primeiros nove episódios, no visual dos filmes noir que estavam em alta nas décadas de 30 e 40, apelando bastante para o uso exacerbado de sombras nos cenários (principalmente com o vilão em cena).
O uso de sombra e luz foi bem utilizado pela Fleischer na composição dos cenários para criar um clima noir
No artigo The First Onscreen Superman Was a Gorgeous Series of Animated Shorts o autor Charley Parker aponta sobre o quão diferente foi o estilo visual adotado pela animação. “…Tudo isso é retratado em uma bela e renderizada direção de arte ao estilo cinematográfico dos anos 40, com poças de luz sombrias, silhuetas de figuras, longas sombras contra a parede e sombras nas janelas; uma paleta de cor profunda e rica além de uma incrível vocação para efeitos como arco elétrico, visão de raio-x, humano e maquinário voador, cenas da cidade a noite…”.
Tamanha foi a aceitação com esse visual que, décadas depois, ele serviria de inspiração para compor a também aclamada Batman Animated Series. Com uma duração de 1941 a 1942, a série animada da Fleischer pode não ter alcançado seu objetivo inicial de destronar a Disney mas ela de fato mudou os rumos da indústria de quadrinhos, servindo de inspiração para grandes nomes que viriam a surgir nas décadas posteriores como Frank Miller (que credita a ela a inspiração ao criar O Retorno do Cavaleiro das Trevas) e Alex Ross (cuja a idealização para o visual do Superman tanto no já mencionado Reino do Amanhã quanto em outros trabalhos seus se apoia nessas animações).
The Fleischer Superman Cartoons sem dúvida permanece como não só uma das visões mais clássicas do personagem mas como um dos mais lembrados exemplares da Era de Ouro das animações por suas conquistas e inovações. Da mesma forma que seu herói era capaz de pular edifícios com um só salto a empresa de animação, com um só salto, levou a indústria a novos rumos.
Nia DaCosta, diretora de ‘As Marvels‘, revelou em uma recente entrevista a idade de Kamala Khan durante os eventos que serão retratados no filme do Marvel Studios.
Em uma conversa com a Total Film Magazine, DaCosta confirmou que Kamala terá 16 anos, a mesma idade que a personagem possui em sua estreia no MCU em ‘Ms. Marvel’. Essa informação sugere que os acontecimentos do filme se desenrolarão logo após o que foi apresentado na série.
A cineasta também explicou a dinâmica entre as personagens, destacando a troca de lugares entre elas como uma dimensão intrigante para o filme: “Elas estão todas trocando de lugar. Isso dá toda uma dimensão [para o filme], e também torna muito divertido”, disse DaCosta. “E então você tem a complicação de que duas delas podem voar e são basicamente invulneráveis, e então [há] uma garota de 16 anos que pode fazer luz sólida. Então, como combinamos e mantemos o perigo e as apostas altas com essas três mulheres trocando de lugar? Isso foi tão divertido.”
‘As Marvels‘ promete não apenas dar continuidade às histórias de ‘Capitã Marvel‘, ‘Ms. Marvel‘ e ‘WandaVision‘, mas também servirá como sequência para ‘Invasão Secreta‘.
De acordo com informações da Entertainment Weekly, os desencontros acidentais entre as heroínas causarão obstáculos no trabalho de espionagem do personagem Nick Fury, interpretado por Samuel L. Jackson, que já foi adiantado pelo primeiro trailer do filme.
No entanto, ainda não está claro quais serão as consequências específicas da série para a trama do longa.
Em uma entrevista, Samuel L. Jackson comentou sobre o encontro de seu personagem, Fury, com Carol Danvers: “Fury estava ligando para Carol, enquanto ela estava longe, em galáxias muito, muito distantes. Ela diz ‘Fury, por que você está me ligando? Te disse para não usar esse número’. E ele responde ‘você me deu, então vou usar. E estou te ligando porque preciso da sua ajuda'”.
Para Larson, os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘ tiveram um profundo impacto na heroína.
A atriz compartilhou sua perspectiva sobre o desenvolvimento da personagem: “Entrei na história e a entendi pela ideia de que Carol se tornou meio workaholic. Ela se desconectou do seu coração, da sua família e dos seus amigos. Isso é algo com o qual certamente consigo me identificar”.
Vale lembrar que ‘As Marvels‘ chega aos cinemas em 09 de novembro.
Carol Danvers também conhecida como Capitã Marvel, recuperou sua identidade dos tirânicos Krees e se vingou da Inteligência Suprema. Mas as consequências levam Carol a carregar o fardo de um universo desestabilizado.
Quando seus deveres a enviam para um buraco de minhoca anômalo ligado a um revolucionário Kree, seus poderes se confundem com os da sua superfã de Jersey City, Kamala Khan (Iman Vellani), também conhecida como Ms. Marvel, e a sobrinha distante de Carol, a capitã Monica Rambeau (Teyonah Parris). Juntas, esse trio improvável deve se unir e aprender a trabalhar em conjunto para salvar o universo como ‘As Marvels‘.
‘As Marvels‘ terá direção de Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’).
Vale destacar que o roteiro é responsabilidade de Megan McDonnell, que trabalhou em ‘WandaVision‘. Trata-se de uma troca completa na equipe criativa do primeiro filme.
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