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Crítica | Pássaro Branco na Nevasca

Os únicos limites das nossas realizações de amanhã são as nossas dúvidas e hesitações de hoje. Baseado na obra homônima de Laura Kasischke, Pássaro Branco na Nevasca é um drama com uma narrativa lenta que possui leves pitadas de suspense. O diretor Gregg Araki, que também assina o roteiro adaptado, tem méritos por reunir um bom elenco mas o roteiro deixa a desejar, tornando o filme em algumas partes bem maçante.

Na trama, conhecemos um pouco melhor a história de Katrina (Shailene Woodley), uma jovem que vive no final dos anos 80 com os pais em um bairro de classe média no interior dos Estados Unidos. Kat tem inúmeras barreiras provocadas pela difícil relação com os pais. Quando sua mãe desaparece sua vida e a de todos ao seu redor, anos se passam e Kat ainda se vê envolvida por esse misterioso sumiço. É uma atuação forte e corajosa de Shailene Woodley. Muitas cenas envolvendo sexo são vistas, onde o diretor Gregg Araki faz um excelente trabalho nessas sequências, mostrando a sensualidade sem ser ofensivo em nenhum momento.

O filme se molda como uma confissão de uma adolescente provocada pelos estragos emocionais de sua família problemática e nada convencional. Kat expõe o que pensa e vive, principalmente suas aventuras sexuais com o namorado e um homem mais velho. Muitas dessas confissões são feitas durante sessões de terapia e nos inúmeros e longos bate papos com seus amigos mais próximos.

A relação de Kat com sua mãe era desgastante. A insanidade da figura materna levava a protagonista pra dentro de diálogos fervorosos. Eve, mãe de Kat (interpretada pela bela Eva Green), parece ter inveja da filha que vira seu principal alvo nos surtos depressivos que passa ao longo do tempo. Já a relação entre Kat e seu pai Brock (interpretado pelo ótimo Christopher Meloni) é muito carinhosa mas vai se tornando muito esquisita por conta de uma mistério que ronda a família.

Apesar das boas atuações que vemos ao longo dos 95 minutos de fita, a fórmula de misturar a lentidão das cenas dramáticas com um ritmo mais acelerado quando há um mistério a ser resolvido, deixa o trabalho sem identidade, não chegando a envolver o público como deveria, apesar do arco final surpreendente. Pássaro Branco na Nevasca é o tipo de filme mais ou menos que logo sairá da memória dos cinéfilos.

Crítica | ‘Unhas e Dentes’ – Novo terror da NETFLIX apresenta ZUMBIS CORREDORES contra a força do Muay Thai

Sem grandes pretensões além de entregar sustos e tensão típicos do universo zumbi, o longa-metragem tailandês Com Unhas e Dentes aposta em uma narrativa desenfreada onde artes marciais colidem com cadáveres reanimados por um vírus desconhecido. Dirigido por Kulp Kaljareuk e já disponível na Netflix, o filme não busca reflexões profundas — é um convite direto a quem quer embarcar em uma jornada de ação desenfreada.

Ambientado em um mundo distópico onde a fome se tornou um dos graves problemas da humanidade, um lutador de Muay Thai (Mark Prin Suparat) sobrevive do jeito que pode ao lado da companheira, a cirurgiã Rin (Nuttanicha Dungwattanawanich). Quando o local onde ela trabalha é tomado por uma epidemia zumbi, o lutador fará de tudo para conseguir salvá-la.

Mesmo partindo de um cenário promissor — um planeta devastado por seus próprios erros, onde a fome já ultrapassou o nível de alerta e a opressão domina nas mãos de quem detém o poder — o projeto estanca qualquer tentativa de aprofundamento, evitando explorar com mais contundência as possíveis críticas sociais. Uma pena!

As cenas de ação e luta são bem feitas, com os mais conhecidos exageros de outras estruturas narrativas de filmes onde zumbis tem um certo protagonismo. É clichê pra tudo que é lado, mas aqui adicionado ao fato de fugir da previsibilidade, talvez o maior mérito da produção. Com sangue jorrando em toda parte, o cenário caótico se prende ao ambiente hospitalar, um lugar onde a cura é constante mas aqui ganha ares horripilantes.

A proposta é muito simples: embarcar nos velhos e batidos dilemas de toda luta pela sobrevivência em um universo dominado pelo caos. Nessa batalha forçada entre o bem e o mal, com um lutador de artes marciais de um lado caminhando todos os passos e desafios na sua jornada do herói, e zumbis (do estilo corredores) dominando a vilania, é estabelecido um clássico molde narrativo onde pode entreter quem curte filmes do gênero.

Crítica Netflix | Ava – Jessica Chastain ganha uma ‘Atômica’ para chamar de sua

Ava ou Eve?

Jessica Chastain é uma das atrizes mais empoderadas de Hollywood. Em constante apoio a questões femininas, a estrela duas vezes indicada ao Oscar usa seu status para que mais mulheres protagonizem histórias no cinema, e também participem atrás das câmeras nas mais variadas funções. Ela incentiva colegas, como a vencedora do Oscar Octavia Spencer, para que invistam em filmes como produtoras, tomando assim as rédeas de suas próprias carreiras. Não por menos é isso que Spencer tem feito, em suas recentes séries de TV, e filmes, como o thriller Ma (2019).

Não é coincidência então que o diretor de Ma seja o mesmo Tate Taylor deste Ava. O cineasta é igualmente um porta-voz de histórias femininas e tem no currículo além dos citados, Histórias Cruzadas (2011) e A Garota no Trem (2016). Taylor e Octavia Spencer são colegas de longa data, e adicionaram Chastain ao seu círculo interno de amigos após trabalharem com ela no longa citado, indicado a quatro Oscar (incluindo melhor filme), sobre empregadas e patroas na década de 1960. E após o diretor ter revivido a parceria com Spencer, segue para reviver com sua outra musa, Jessica Chastain, neste thriller de espionagem lançado recentemente na Netflix por aqui.

Também como produtora do filme, o que Jessica Chastain faz aqui é pegar um subgênero onde esperaríamos um homem protagonizando, e essencialmente transformar em uma história feminina, dona de todas as questões de seu universo. Mas veja bem, o que muitas vezes ocorre em filmes assim, é que apenas temos trocado o papel masculino pelo feminino sem que o tratamento desta adaptação seja sequer adereçado. Ou seja, apenas os nomes são trocados no roteiro. Aqui não. Ava é um thriller de espionagem e ação sobre uma assassina de aluguel, mas que aborda tópicos como o relacionamento familiar com a mãe e a irmã, ex-companheiros amorosos, o alcoolismo e até um elo paterno com o superior que a alistou.

Chastain, a produtora, faz um ótimo trabalho ao dar chance para atores esquecidos em papeis de destaque em “seu filme”. Assim, a veterana Geena Davis reaparece no papel de sua mãe, John Malkovich vive seu treinador e figura paterna e Joan Chan vive uma rainha do submundo. O mais legal é que todos recebem tempo de tela suficiente para brilhar em verdadeiras atuações e momentos que parecem saídos diretamente de um drama intimista. Este é inclusive um dos aspectos mais fortes de Ava. Além disso, a produtora traz para um dos papeis mais importantes, a melhor amiga da vida real, a atriz Jess Weixler, que interpreta sua irmã no longa. Common e Colin Farrell (com quem Chastain já havia trabalhado em Miss Julie) completam o elenco principal.

Ava, que anteriormente era intitulado Eve (e precisou, sem que saibamos o motivo, ser retrabalhado como o novo título – o que inclui redublagem e refilmagem de cenas), traz ainda exímias coreografias de luta, com Chastain (e sua dublê) sendo colocadas à prova. O filme cria cenas verdadeiramente viscerais, com direito a muito sangue e contato físico. Pode não manter o nível do citado Atômica (com Charlize Theron), talvez mais pela falta de criatividade da câmera de Taylor (em contraste aos planos-sequência arquitetados por David Leitch) do que pelo comprometimento e criatividade nos movimentos da ação em si. Fora isso, o que não falta são tiroteios e Chastain matando a torto e a direito.

Pois bem, apesar de ter sido só elogios até aqui com Ava, não espere uma reinvenção da fórmula e para apreciar minimamente a obra é preciso ter gosto pelo subgênero. O roteiro é básico, e nem de longe algo que já não tenhamos visto antes inúmeras vezes – de forma até mesmo mais chamativa. É inegável, no entanto, que aqui temos bons atores, interagindo de forma séria, o que termina por dar credibilidade a qualquer material. E apesar de se sair bem tanto no quesito ação quanto no quesito drama, sentimos falta de um aprofundamento maior em ambos. Enquanto assistia, pensava em como um diretor do nível de Quentin Tarantino, por exemplo, trataria o tema – ou melhor, ele já o fez, com Kill Bill. Dá para sentir a diferença?

Lá fora, críticos apontaram a falta de coligação justamente entre a ação e o drama do filme, como se Jessica Chastain em um vestido longo vermelho matando soldados alemães como mosquitos e Jessica Chastain abrindo o coração numa reunião do AA nunca se misturassem, como água e óleo. Fora isso, outros acharam que Chastain e sua personagem mereciam reaparecer numa sequência, mas que estavam presas a um filme que não as faz jus. Seja como for, Ava já engatilhou sua continuação – como mostra o desfecho do filme. Se irá ganhar, só o tempo dirá. Se o resultado for negativo, não vale se desesperar, pois muito em breve Chastain estará de volta ao gênero, ao lado de mais quatro mulheres muito poderosas (Penélope Cruz, Lupita Nyong’o, Diane Kruger e Fan Bingbing) na superprodução As Agentes 355.

Crítica | Scream – 2×12: Quando um Estranho Chama [Season Finale]

[SPOILERS na crítica]

Olá, horror fans, sobrevivemos a mais um confronto final! Depois de 12 semanas, com muitos altos e baixos, finalmente chegamos ao novo momento em que a máscara é retirada. Mas, antes de falarmos sobre essa Finale sangrenta, tenho boas notícias para vocês. Apesar de nenhum pronunciamento a respeito de uma possível renovação ou cancelamento, foi anunciado oficialmente um Especial de Halloween com duas horas de duração. No Twitter, o elenco ainda torce por um terceiro ano, então digamos que o destino da série continua no ar – apesar desse especial parecer uma medida de segurança para encerrar as tramas soltas que essa segunda temporada deixou. Curiosamente, o título desse episódio era The Grudge (homenagem à franquia O Grito, que se traduzido literalmente ficaria “O Rancor”), que faria referência direta ao motivo do novo assassino. Ao invés disso, optaram por Quando um Estranho Chama, que além de conectar com a trama em geral, também era o filme em cartaz no cinema em que os protagonistas se esconderam nesse episódio.

Antes de mais nada, eu avisei a todos vocês! Avisei há semanas! E agora finalmente foi revelado o que todo nós já sabíamos: Kieran era o assassino o tempo inteiro. Essa revelação foi tão óbvia quanto a da Piper no ano passado, mas pelo menos fazia sentido. Há vários elementos na primeira temporada, como o misterioso vídeo do Kieran com a Nina – a primeira vítima da série –, que nunca foi propriamente explicado, que o colocavam no centro das suspeitas. Também não podemos esquecer da avó do Brandon James reconhecendo o rosto dele quando a Emma foi investigar. O fato é que eu tenho gritado para todos os cantos que o Kieran era o responsável, e ele de fato era. Não achei de todo ruim, mas até agora não consegui engolir os seus motivos para começar todos esses assassinatos. É bastante similar ao do namorado da Sidney no primeiro filme da franquia Pânico, porém, menos convincente.

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Crítica | Scream – 2×08: A Cidade dos Amaldiçoados 

‘Scream’: Um dos protagonistas é esfaqueado no teaser do 10º episódio da 2ª temporada 

Pelo menos o ator Amadeus Serafini, o intérprete do Kieran, entregou a sua melhor interpretação na série. O ator sempre foi um dos piores, com expressões vagas e mal conseguindo passar qualquer emoção em suas falas, porém, parece que o jogo virou, não é mesmo? Serafini esteve deliciosamente psicótico nos minutos finais da temporada, apesar de todo o clichê “o namorado é o assassino” – que já era clichê nos anos 90. No entanto, o maior vilão da série aparentemente ainda está para ser revelado. Esse é o gancho para o terceiro ano da série (ou que possivelmente pode acabar sendo resolvido no especial de Halloween mesmo, dependendo do seu futuro). E, como aprendemos com a icônica franquia em que a série é baseada, na terceira vez não há regras, e a revelação do assassino está ligada com todos os massacres anteriores. É por isso que eu acho que finalmente iremos descobrir exatamente o que aconteceu no massacre do passado. Minha aposta continua sendo que o pai da Emma é o verdadeiro autor dos crimes e, consequentemente, o assassino final da série.

‘Scream’: Netflix confirma mais 2 episódios após Season Finale da 2ª temporada 

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Por falar nos filmes, tivemos algumas ótimas referências neste episódio final. Primeiro com a cena no carro de polícia, que se parece muito com a tensa escapatória da Sidney e sua melhor amiga em Pânico 2. E, além do namorado da protagonista ter sido o assassino assim como no primeiro filme, tivemos o mesmo questionamento da final girl a respeito de alguém que ela gosta estar ou não envolvido nos crimes. Eli foi o mártir dessa Finale, e morreu tentando ajudar. O roteiro forçou tanto a culpa dele que, quando o mesmo acusou o Kieran, não havia dúvidas de que estava falando a verdade. Como o próprio Eli disse, ele poderia ter ido embora e deixado a Emma, mas voltou por causa dela quando ouviu os seus gritos. E o que ele ganhou em troca? Um tiro disparado pela própria Emma! Aliás, esse tiro deve ter doído muito mais do que os 10 que o Kieran deu no peito dele, matando-o de vez.

‘Scream’: Prévia do especial de Halloween que amarrará as pontas soltas [SPOILERS] 

Uma das partes que eu mais estava esperando nesta Finale era a cena do cinema, onde todos os personagens principais estavam juntos tentando pegar o assassino. As fotos promocionais liberadas prometiam uma sequência tensa, especialmente envolvendo mais uma perseguição com a Brooke. Infelizmente, foi uma decepção. A cena foi curta demais e acabou antes mesmo que eu pudesse sentir o suspense. Poderia ter tido uma pequena perseguição antes da Brooke ter sido esfaqueada, ainda mais depois dela ter sido negligenciada durante a maior parte deste segundo ano. Pelo menos a personagem sobreviveu a mais um ataque, assim como todos os outros Lakewood Five. Aliás, com a prisão do Kieran, seria Lakewood Four agora? Não de acordo com o desenho final do Stavo, que inclui ele ao lado dos outros quatro sobreviventes.

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No desfecho, fiquei com bastante pena do Eli; ele era uma boa pessoa, afinal de contas. E também destaco a rápida cena do Stavo no hospital, chorando depois da Brooke ter sido atacada. Foi de partir o coração ver o personagem sendo frágil, e o momento provavelmente deve ter sido responsável por excluí-lo imediatamente das suspeitas alheias. No geral, ficou claro que esse não é o fim; a grande questão agora é se o Especial de Halloween será. O assassino final ainda está para ser revelado, e eu espero que os nossos personagens principais consigam escapar de mais um massacre. Depois de vê-los lutar por tanto tempo, seria triste se morressem na reta final (Brooke, estou falando com você). Enfim, não resisto a uma revelação, e, apesar de ter sido divertido, também reconheço que esta foi bem previsível e a série desperdiçou alguns momentos promissores. Mais uma vez, fica a expectativa da melhora, porque a trama tem muito potencial, assim como os seus personagens – que passamos a amar. Agora só resta vocês escolherem suas fantasias, porque nós temos um encontro marcado no Halloween!

 

 

‘Gotham’: Última temporada ganha trailer SENSACIONAL; Confira!

A FOX divulgou um novo trailer sensacional da quinta (e última) temporada de ‘Gotham‘.

Confira:

O último ano da série estreia no dia 3 de Janeiro de 2019, nos EUA.

A FOX encomendou 12 episódios para encerrar a trama. Ao total, a série terá exatamente 100 episódios.

Recentemente, durante uma entrevista ao Comic Book, o produtor John Stephens garantiu que o Homem-Morcego irá (finalmente!) aparecer na 5ª e ultima temporada de ‘Gotham’.

“Eu realmente não quero estragar surpresas, mas daremos os últimos passos dessa história. Não deixaremos nada passar, nem uma frase sequer. Não haverá nenhum passo para Bruce Wayne se tornar o Batman que não abordaremos nesta temporada. Iremos até o fim.”

A 4ª temporada de ‘Gotham‘ sofreu uma queda de quase 30% na audiência em relação a temporada anterior, registrando uma média de 0.78 na demo.

‘Stranger Things 3: Criadores afirmam que a 4ª temporada ‘será muito diferente’

Em entrevista ao EW, os criadores de ‘Stranger Things‘, Matt e Ross Duffer, afirmaram que a 4ª temporada será muito diferente dos ciclos anteriores.

“Nós já temos a direção que vamos seguir. É apenas uma questão de preencher os detalhes [da trama]. Estamos muito animados com a direção que vamos seguir. Será muito diferente dessa temporada, mas eu acho que será uma decisão acertada e será muito legal.”

Eles completam, “Se tivermos uma quarta temporada, obviamente a identidade do americano e o que eles estão fazendo com o Demogorgon são apenas pequenos ganchos. A coisa mais diferente que irá acontecer é que ficará maior, não necessariamente em termos de escala ou efeitos especiais, mas em termos de abrir a possibilidade de explorar áreas além de Hawkins.”

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

A terceira temporada já está disponível na Netflix!

‘The Circle’: Reality da Netflix é renovado para mais DUAS temporadas

A Netflix renovou oficialmente o seu reality show ‘The Circle‘ para mais duas temporadas, garantindo sua continuidade até, pelo menos, o terceiro ano.

O elenco das novas temporadas está sendo escolhido atualmente pelo site TheCircleCasting.com.

O conceito do reality é um grupo de pessoas interagindo on-line e ganhando popularidade entre os participantes, seja através de verdades… ou mentiras.

Michelle Buteau apresenta a versão original.

‘What Lies Below’: Homem entra em lago de fogo em novo clipe sinistro; Assista!

O terror ‘What Lies Below‘, estrelado por Mena Suvari, ganhou um novo clipe.

Confira, com o trailer:

O longa é escrito e dirigido por Braden R. Duemmler.

Liberty, uma adolescente de 16 anos, retorna de um acampamento após dois meses e é surpreendida ao ser apresentada ao noivo de sua mãe, Josh Smith, cujo charme, inteligência e beleza deixam claro que ele é perfeito demais para ser humano.

Ema HorvathTrey Tucker também estrelam a produção.

O longa será lançado direto em VOD no dia 4 de dezembro.

‘The Witcher: Lenda do Lobo’: Filme animado ganha novo trailer SANGRENTO; Confira!

A Netflix divulgou o trailer completo do filme derivado ‘The Witcher: Lenda do Lobo‘.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 23 de agosto.

Antes de Geralt, havia seu mentor Vesemir – um jovem bruxo fanfarrão que escapou de uma vida de pobreza para matar monstros por moedas. Mas, quando um novo monstro estranho começa a aterrorizar um reino politicamente carregado, Vesemir se encontra em uma aventura assustadora que o força a enfrentar os demônios de seu passado.

A produção contará com as vozes de Theo James, Lara Pulver, Graham McTavish e Mary McDonnell.

Vale lembrar que a 2ª temporada da série principal será lançada no dia 17 de dezembro.

Criada por Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

‘Animais Fantásticos 3′ tem a PIOR estreia da franquia nas bilheterias dos EUA

Após dividir a opinião da crítica (com apenas 48% de aprovação no Rotten Tomatoes), a sequência ‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore‘ registrou a PIOR estreia da franquia nas bilheterias norte-americanas.

O longa arrecadou apenas US$ 43 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA – o que representa quase US$ 20 milhões a menos que a estreia do criticado ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald‘ (US$62.1M).

No mercado internacional, o longa se saiu um pouco melhor com US$ 150.4 milhões, totalizando uma estreia GLOBAL de US$ 193.4 milhões.

De acordo com o Deadline, o resultado é preocupante e coloca em risco a continuidade da franquia – especialmente por causa das mudanças nos bastidores da Warner Bros. com sua fusão com o Discovery.

Com cinco filmes planejados, a franquia pode acabar precocemente. Segundo a Variety, há chances da saga ser encerrada no quarto filme – com o roteiro condensando os eventos das próximas duas sequências.

“Há especulações se Animais Fantásticos completará ou não suas ambições como uma franquia de cinco filmes. No momento, não há roteiro para uma quarta parte, segundo fontes seguras. Executivos da Warner estão esperando para ver como ‘Os Segredos de Dumbledore’ será recebido, antes de dar a luz verde para as demais partes restantes”, diz o artigo do site.

Veja nossa crítica:

David Yates (‘A Lenda de Tarzan’) retorna à direção.

Muitos anos depois dos trágicos eventos de ‘Os Crimes de Grindelwald‘, Newt Scamander se envolve numa nova trama que o levará para o Rio de Janeiro e Berlim, além do envolvimento do mundo bruxo com a Segunda Guerra Mundial.

O elenco conta com Eddie Redmayne, Jude Law, Ezra Miller, Dan Fogler, Alison Sudol, William Nadylam, Callum Turner, Jessica Williams, Victoria Yeates, Poppy Corby-Tuech, Fiona Glascott, Katherine Waterston, Maria Fernanda Cândido, Richard Coyle e Oliver Masucci.

O ator Johnny Depp, que havia interpretado o personagem Gellert Grindelwald nos dois primeiros filmes, foi afastado da produção após as acusações de abuso doméstico. Posteriormente, ele foi substituído por Mads Mikkelsen.

E em uma entrevista concedida ao The Hollywood Reporter, Mikkelsen falou sobre essa mudança e como todo processo aconteceu: “Foi bastante caótico tudo isso”. Segundo ele, os produtores deram um prazo de apenas dois dias para o ator decidir se aceitaria ou não interpretar o vilão.

“Você não vai querer copiar nada que Depp estava fazendo – isso seria suicídio criativo. Mesmo que o papel tenha sido feito com perfeição, você quer torná-lo seu. Mas ainda tem que construir algum tipo de elo entre o que veio antes”, comentou Mikkelsen.

Lembrando que Johnny Depp já foi uma escolha polêmica desde que foi escalado para viver Grindelwald, substituído por controvérsias relacionadas a seu conturbado divórcio e acusações sérias contra ele por parte da ex-mulher do ator, a também atriz Amber Heard.

Entre muitas denúncias, Heard relata que as primeiras cenas de violência ocorreram em 2015, na Austrália, durante as gravações do quinto filme ‘Piratas do Caribe’. A defesa enfatiza que Johnny Depp se tornava um monstro quando usava medicamentos misturados com coquetéis de álcool, cocaína, ecstasy e cogumelos alucinógenos – onde a atriz divulgou um vídeo desse momento.

Na época, Amber alegou que Johnny a “atacou violentamente” e jogou um telefone em seu rosto com “força extrema”. O ator negou os abusos.

Dias antes do julgamento, o ex-casal divulgou uma nota declarando que haviam resolvido a questão. “Nosso relacionamento foi intensamente passional e, às vezes, volátil, mas sempre baseado no amor. Nenhuma das partes fez acusações falsas por ganhos financeiros. Nunca houve intenção de dano físico ou emocional”, disseram.

Mads Mikkelsen possui uma carreira com diversos papéis de destaque, como é o caso de ‘007: Cassino Royale‘, ‘A Caça‘ e a série ‘Hannibal‘.

Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore‘ mostra as aventuras de Newt Scamander (Eddie Redmayne), que junto com seus aliados é instruído por Dumbledore (Jude Law) a investigar o crescente exército do bruxo das trevas Grindelwald.

Luta pela sobrevivência no ESPAÇO no trailer de ‘The Ark’, nova série do SyFy

O canal SyFy divulgou o primeiro trailer da série de ficção científica ‘The Ark‘.

A trama se passa 100 anos no futuro, quando missões de colonização planetária começam a se tornar uma necessidade para garantir a sobrevivência da raça humana.

Confira o trailer:

A produção estreará oficialmente no dia 1º de fevereiro.

Uma missão de colonização em uma espaçonave conhecida como Ark One encontra um evento catastrófico que causa destruição maciça e perda de vidas. Faltando mais de um ano para chegar ao planeta-alvo, com falta de suprimentos para sustentar a vida e perda de liderança, a tripulação restante deve se tornar a melhor versão de si mesma para permanecer no curso e sobreviver.

O elenco conta com Christie BurkeRichard FleeshmanReece RitchieStacey ReadRyan Adams.

Dean Devlin (‘Independence Day’) e Jonathan Glassner (‘Stargate SG-1’) servem como showrunners.

Emma Stone brilha em novo vídeo com cenas INÉDITAS de ‘Pobres Criaturas’; Confira!

Para promover o vindouro lançamento de ‘Pobres Criaturas‘ – que estreará nos cinemas nacionais no dia 8 de dezembro – a 20th Century Studios divulgou um novo vídeo com cenas inéditas da produção.

“[Minha personagem] está tentando entender o que é ser um membro da sociedade. Quanto mais autônoma ela se torna, mais os homens parecem se sentir desafiados por ela. É um filme muito divertido,” declarou a atriz Emma Stone.

Confira:

Stone dará vida à Bella Baxter, uma jovem trazida de volta à vida por Dr. Godwin Baxter (Willem Dafoe), um cientista excêntrico, mas brilhante. Mark Ruffalo também faz parte do elenco.

Dirigido por Yorgos Lanthimos (‘A Favorita’), o longa é baseado no romance homônimo assinado por Alasdair Gray.

Bella Baxter (Emma Stone), uma linda jovem erotomaníaca trazida de volta à vida com o cérebro de um infante. A ambição de Godwin Baxter (Willem Dafoe) em criar a companheira perfeita se concretiza quando ele encontra o corpo afogado de Bella – mas seu sonho é ameaçado pelo amor ciumento do Dr. Archibald McCandless pela criação.”

Margaret Qualley, Mark Ruffalo e Christopher Abbott completam o elenco.

Canguru zumbi ataca no trailer do terror australiano ‘The Red’; Confira!

O terror australiano ‘The Red‘, que traz um enorme canguru zumbi, ganhou o primeiro trailer.

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Dirigido por Ryan Coonan, o longa serve como uma expansão do curta-metragem Waterborne, de 2014.

A trama segue a jovem policial Maddy, que está determinada a viver de acordo com o legado de seu falecido pai. Sua coragem é posta à prova quando moradores locais são encontrados brutalmente despedaçados por Rippy, o Canguru Zumbi. Enquanto a fera morta-viva deixa um rastro de carnificina, Maddy, com a ajuda de seu excêntrico tio Schmitty e da resiliente tia Donna, deve embarcar em uma batalha de alto risco para salvar a cidade.

O elenco conta com Michael Biehn, Tess Haubrich, Aaron Pederson e Angie Milliken.

O terror será lançado nos cinemas australianos no dia 31 de outubro. No Brasil, segue sem previsão.

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Ator de ‘Alquimia das Almas’ retorna no trailer de ‘Querido Hongran’, novo dorama de época da Netflix

A Netflix divulgou o trailer completo de ‘Querido Hongran‘, novo dorama de época estrelado por Lee Jae-wook (‘Alquimia das Almas’).

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A produção será lançada na plataforma no dia 16 de maio.

Na trama, quando um herdeiro desaparecido volta sem se lembrar de nada, amor e desconfiança entram em choque. Será que ele é mesmo Hongrang ou um estranho no ninho e nos corações?

Jo Bo-ah, Jung Ga-ram, Uhm Ji-won, Park Byung-eun e Kim Jae-wook estrelam a série.

‘Werwulf’: Filmagens do novo terror de LOBISOMENS do diretor Robert Eggers já foram finalizadas!

Através do seu Twitter/X, Ralph Ineson (‘A Bruxa’) confirmou que as filmagens de ‘Werwulf‘, novo longa de lobisomens do aclamado cineasta Robert Eggers (‘Nosferatu’), já foram encerradas.

O ator compartilhou uma imagem inédita dos bastidores da festa de encerramento da produção. “Isso foi divertido,” declarou.

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O elenco ainda conta com Aaron Taylor-Johnson (‘Extermínio: A Evolução’), Lily-Rose Depp (‘Nosferatu’), Willem Dafoe (‘O Farol’) e Bodhi Rae Breathnach (Hamnet: A Vida Antes de Hamlet).

“Ambientada no Século 13 e descrita como um ‘terror medieval’, a trama gira em torno de uma criatura misteriosa que espreita em uma zona rural enevoada enquanto o folclore local se torna uma realidade aterrorizante para os moradores.”

O terror está programado para estrear no dia 25 de dezembro de 2026.

O roteiro foi escrito por Eggers em colaboração com Sjón, parceiro criativo no épico ‘O Homem do Norte‘.

O filme será financiado e produzido pela própria Focus Features, em parceria com a Working Title Films, sob comando de Tim Bevan e Eric Fellner. A Maiden Voyage, de Chris e Eleanor Columbus, entra como produtora executiva. A dupla Eggers e Sjón também assina a produção criativa.

Embora poucos detalhes tenham sido divulgados, o nome Werwulf remete à forma antiga da palavra “werewolf” (lobisomem, em inglês), indicando que o longa pode abordar lendas germânicas ou escandinavas, com a atmosfera gótica e mitológica já característica do diretor.

‘Os Anarquistas vs Isiss: Jake Gyllenhaal vai estrelar drama sobre o Estado Islâmico

Jake Gyllenhaal vai estrelar uma nova produção dirigida por Daniel Espinosa, responsável pelo mais recente sci-fi ‘Vida’.

Intitulado ‘The Anarchists Vs. Isis’, o projeto é uma adaptação de um artigo escrito por Seth Harp para a revista Rolling Stone.

Produzido pela Bold Films, a trama acompanha um grupo de voluntários americanos, socialistas e desajustados que se comprometem a ajudar uma milícia curda na luta contra o Estado Islâmico na Síria.

Ainda sem roteirista para o projeto, Jake Gyllenhaal também assume como produtor, por meio de sua produtora intitulada Ninestories.

‘Venom’: Tom Hardy apanha em vídeo direto do set de filmagens; Confira!

Um novo vídeo extraído do set de filmagens de ‘Venom’ traz Tom Hardy nocauteado no chão. Na tomada em questão, ele contracena com Scott Haze.

Confira:

Finalmente foi liberada pelo IGN a primeira imagem oficial de Tom Hardy em ‘Venom’. O ator aparece como Eddie Brock:

Assista também o vídeo direto do set do filme, exibido na CCXP17:

Tom Hardy publicou em seu Instagram duas novas fotos dos bastidores de ‘Venom’. Em uma delas, o ator aparece com o produtor Avi Arad. Confira:

Shout goes out to Ben and Newman 🇬🇧🇦🇺

Uma publicação compartilhada por Tom Hardy (@tomhardy) em

Os fãs de ‘Venom’ devem ficar atentos ao longo desta semana para novidades. O site de notícias IGN anunciou que divulgará o visual do vilão com exclusividade nos próximos dias.

Continue acompanhando o CinePOP, pois em breve teremos novas informações sobre o assunto.

‘Venom’: Treinador de Tom Hardy diz que ‘será um dos vilões mais poderosos e sombrios da Marvel’; Veja vídeo!

Tom Hardy, Michelle WilliamsJenny Slate estrelam a adaptação.

O longa, da Columbia Pictures conta com o roteiro de Scott Rosenberg (‘Jumanji’), Kelly Marcel (’50 Tons de Cinza’) e Jeff Pinker (‘A Torre Negra’) e a produção de Avi Arad, Matt Tolmach (‘O Espetacular Homem-Aranha’) e Amy Pascal (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’). Ruben Fleischer (‘Zumbilândia’) dirige.

Venom’ tem estreia marcada nos cinemas em 5 de Outubro de 2018.

‘Spawn’: Filmagens são adiadas novamente; Vem ver a nova data!

A produção do reboot de ‘Spawn’ passou por novos entraves e mais uma vez o início das filmagens foi adiado. A informação foi veiculada pelo Production Weekly.

Segundo a publicação, os fãs terão que esperar um pouco mais, com o começo das gravações sendo adiado para o final do primeiro semestre de 2019, mais precisamente durante o verão norte-americano.

Até então, a produção começaria em junho de 2019, após ter sido adiada pela primeira vez. Originalmente, as filmagens começariam durante a primavera norte-americana, no primeiro semestre deste ano.

 

A Blumhouse contratou o brasileiro Lula Carvalho para ser o diretor de fotografia do longa-metragem ‘Spawn’.

Carvalho não é desconhecido em Hollywood, já tendo trabalhado em longas como ‘RoboCop’, ‘As Tartarugas Ninjas’ e a série ‘Narcos’, da Netflix. No Brasil, o diretor ficou conhecido por seu trabalho em ‘Tropa de Elite’.

Jamie Foxx viverá o personagem-título.

Jeremy Renner irá interpretar Twitch, detetive que é aliado do anti-herói. Assim como foi dito anteriormente, Twitch servirá como personagem central da trama, enquanto Spawn terá uma participação menor.

A direção fica a cargo de Todd McFarlane.

Oreboot será produzido pela Blumhouse, a produtora de ‘Corra!’.

Crítica TIFF | Luta por Justiça: Jamie Foxx e Michael B. Jordan em bela história real sobre racismo

Filme assistido durante o Festival de Toronto 2019

Em um país onde a segregação pulsa com voracidade, o sonho de Martin Luther King parece – gradativamente – ter se distanciado da realidade norte-americana atual. Em uma América onde os negros continuam sendo condenados até que se prove o contrário, os 12,3% da população afro-americana (segundo os dados do Departamento de Censo dos Estados Unidos) pelejam para encontrar o seu lugar fora das prisões, mas ainda se veem, naturalmente, sentenciados por uma justiça caucasiana parcial, que trabalha no esquema dois pesos e duas medidas. E nessa mesma América, onde 2.3 milhões de pessoas formam a população carcerária (dados de 2016), sua própria nação se vê encurralada e destinada a uma vida onde quanto mais negra a pele, mais perigoso o seu futuro.

Luta por Justiça tenta exatamente projetar os holofotes para essa história real de homens que – em virtude de sua raça – se viram sentenciados social e culturalmente, marcados com a Letra Escarlate, escrita com seu próprio sangue. Aqui, a inspiradora história do jovem advogado Bryan Stevenson ganha destaque, a fim de chamar a atenção para uma narrativa que continua se repetindo na América de Donald Trump. Em tempos de cólera, a produção visa se tornar um alerta emocional e impactante, a fim de lembrar a todos, americanos ou não, do injusto sistema judicial e carcerário que já condenou homens inocentes e puniu exageradamente culpados, os extirpando de uma segunda chance. Com o termo misericórdia em seu título original, o longa do cineasta Destin Daniel Cretton é uma carta aberta de repúdio e redenção que veio em uma precisa hora.

Construindo a história a partir de uma fórmula pronta comum no gênero de cinebiografias, o drama baseado em fatos reais não inova em seu roteiro, se sentindo completamente confortável em apenas retratar as circunstâncias verdadeiras vividas por Stevenson e seu pequeno escritório de advocacia que prestava assistência a negros sentenciados e suas famílias. Na pele de Michael B. Jordan, o protagonista conquista a audiência com facilidade, que naturalmente se encanta pela trama, em virtude do fator “real”. No entanto, ainda que entregue uma atuação emocionante, o ator tem dificuldades de cruzar a linha de seu próprio estereótipo, carregado de feições mais rígidas e um ar que beira o marrento. Tentando se despir diante do público, ele sofre para trazer uma suavidade e leveza para o papel, não consegue totalmente, o que é quase frustrante – uma vez que aqui ele tinha em mãos a chance de virar a chave em sua performance artística.

Mesmo assim, B. Jordan está longe de ser um desapontamento, com sua caracterização sendo aperfeiçoada graças à bela dinâmica relacional construída com o personagem Walter McMillian, de Jamie Foxx – que por sinal está fascinante, da personificação física aos maneirismos. Juntos, eles conseguem extrair aquelas temidas e inevitáveis lágrimas que a história já carrega em si, nos proporcionando uma imersão hipnotizante em seu relacionamento. Dentro desse contexto, Brie Larson tenta orbitar ao redor da narrativa principal, mas é tão apática quanto a cor de sua peruca. Suas breves aparições são desnecessárias e apenas visam construir uma sensação maior de identificação entre Jordan e a audiência, o que de fato não é necessário, tamanho o carisma do ator. Tecnicamente, ela está ali para uma pura validação alheia, desqualificando até mesmo o papel real de Eva Ansley, que foi peça chave para a excepcionalidade do trabalho de Stevenson.

Mas de maneira geral, Luta por Justiça ainda consegue nutrir um brilho encantador, principalmente por usar a sofrida história de superação de um homem inocente como um manifesto para a discussão sobre o sistema carcerário norte-americano. Falhando em chocar brutalmente sua audiência, a produção faz pequenos confrontos quanto aos perigos de tirar o direito de justiça de um ser humano, à medida que tenta promover um debate sobre as adversidades de ser negro nos Estados Unidos. Emocionante por sua essência pura e realista, o drama promove sentimentos dúbios em seu público propositalmente, nos levando a uma pequena montanha russa emocional que visa dilacerar a alma. Efêmero em sua abordagem, mas intenso nos momentos cruciais da vida de Stevenson e McMillian, a cinebiografia é imperfeita, mas nunca foi tão fundamental e necessária para os tempos sombrios em que vivemos.

‘Guardiões da Galáxia’: Atração do parque da Disney inspirada na saga está quase pronta; Confira!

O universo de ‘Guardiões da Galáxia‘ vai ganhar vida para além das telonas com mais uma nova atração, só que dessa vez feita para parque Epcot (Disney World), intitulada Guardians of the Galaxy: Cosmic Rewind.

Já em fase final de construção, a atração ganhou uma nova imagem, que traz os engenheiros testando os carrinhos da montanha-russa inspirada na franquia.

A foto em questão foi compartilhada por um “imagineer” da Disney. Esse termo se refere aos engenheiros imaginativos que criam as atrações dos parques da empresa.

Confira:

“Aqui está uma prévia exclusiva de dois dos nossos engenheiros de passeio enquanto preparam alguns dos veículos atração da Guardians of the Galaxy: Cosmic Rewind de EPCOT, em nosso armazém na Flórida. Se você olhar atentamente para o design da pintura colorida dos veículos (chamados de ônibus no jargão da engenharia de montanhas-russas), cada um é único com diferentes padrões de desgaste e marcas de impacto. Os imagineers foram inspirados por marcações que aparecem nos ônibus espaciais da NASA e outras espaçonaves, após a reentrada na atmosfera da Terra. Mal podemos esperar para compartilhar mais sobre esta atração incrível, verdadeiramente fora do comum, à medida que avançamos na construção e colocamos esses ônibus na pista!”

Vale lembrar que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ ainda não tem previsão de estreia, mas especula-se que a sequência chegará aos cinemas somente em 2023.

Há alguns meses, Gunn revelou ao Comic Book que a sequência será a despedida de Rocket nas telonas.

Além disso, ele é o único membro dos Guardiões que ainda não morreu de alguma forma. Groot se sacrificou pela equipe, Gamora foi morta por Thanos, e os outros membros ‘morreram’ no estalar de dedos do vilão.

‘Finch’: Aventura sci-fi estrelada por Tom Hanks já está disponível na Apple TV+

Finch‘, a aventura sci-fi estrelada por Tom Hanks, já está disponível na Apple TV+. A produção teve a sua estreia na última sexta-feira (05) na grade de programação.

Na trama, Hanks interpreta Finch, um engenheiro de robótica e um dos poucos sobreviventes de um evento solar cataclísmico, que acarretou na desolação da humanidade. Ao adquirir uma doença terminal, ele decide criar um robô (vivido por Caleb Landry Jones – ‘Corra!‘) para que ele possa cuidar do seu cachorro, Goodyear, quando ele morrer. A partir disso, os três vão embarcar em uma peculiar jornada em meio a uma América desolada, na qual Finch vai tentar ensinar ao seu robô o que significa ser humano e como cuidar do seu bichano, que terá que se adaptar ao seu novo mestre.

Este é o segundo filme estrelado por Hanks a ser lançado na Apple TV, depois do thriller da Segunda Guerra Mundial, ‘Greyhound‘. Embora Hanks não tenha ficado totalmente satisfeito com a Apple ter enviado o drama de guerra direto para streaming, isso resultou no maior fim de semana de abertura do streamer como o filme mais assistido na época, com audiência equivalente a um blockbuster teatral de verão.

Confira o trailer:

Miguel Sapochnik (‘Game of Thrones‘, ‘True Detective‘), assume a direção do longa, a partir de um roteiro assinado por Craig Luck (que marca sua estreia em longa metragem) e Ivor Powell.

O elenco ainda conta com Laura Harrier, Samira Wiley, and Skeet Ulrich.

‘Yellowstone’: Finn Little retornará para nova série derivada focada em Beth e Rip

O universo de ‘Yellowstone‘ está prestes a se expandir mais uma vez — e com rostos familiares. O ator Finn Little foi confirmado como parte do elenco regular do novo spin-off da série, que terá foco nos personagens Beth Dutton (Kelly Reilly) e Rip Wheeler (Cole Hauser), dois dos mais icônicos da trama original criada por Taylor Sheridan.

Ainda sem título oficial, o spin-off se passará na mesma linha do tempo atual da série principal e, segundo fontes, será a produção mais diretamente ligada ao núcleo original do rancho Dutton.

Finn Little voltará a viver Carter, o jovem problemático que foi acolhido por Beth e Rip após perder o pai por conta do vício em drogas. Introduzido na quarta temporada, Carter encontrou um novo propósito ao trabalhar no rancho, construindo laços profundos com seus guardiões, mesmo diante da resistência inicial de Beth em assumir um papel materno.

A nova série marca uma continuação direta da relação entre Carter, Beth e Rip, prometendo explorar de forma mais íntima essa nova configuração familiar.

O projeto ainda não tem previsão de estreia nem maiores detalhes divulgados, mas se junta a uma série de outras produções que expandem o universo ‘Yellowstone‘, como os já lançados ‘1883‘ e ‘1923‘, além dos futuros ‘The Madison‘, estrelado por Michelle Pfeiffer, ‘Y: Marshals‘ com Luke Grimes, e os em desenvolvimento ‘1944‘ e ‘6666‘.

A expectativa é alta para os fãs que acompanham a saga da família Dutton — e, ao que tudo indica, ainda há muito território a ser explorado nesse faroeste moderno.

Taylor Sheridan, criador da série original, está trabalhando no projeto.

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Bohemian Rhapsody

(Bohemian Rhapsody)

 

Elenco:

Rami Malek

Aidan Gillen

Mike Myers

Gwilym Lee

Joseph Mazzello

Direção: Dexter Fletcher, Bryan Singer

Gênero: Biografia / Drama

Duração: 134 min.

Distribuidora: 20th Century Fox

Orçamento: US$ 52 milhões

Estreia: 1º de Novembro de 2018

Sinopse:

Bohemian Rhapsody é uma celebração exuberante do Queen, sua música e seu extraordinário cantor principal Freddie Mercury, que desafiou estereótipos e quebrou convenções para se tornar um dos artistas mais amados do planeta. O filme mostra o sucesso meteórico da banda através de suas canções icônicas e som revolucionário, a quase implosão quando o estilo de vida de Mercury sai do controle e o reencontro triunfal na véspera do Live Aid, onde Mercury, agora enfrentando uma doença fatal, comanda a banda em uma das maiores apresentações da história do rock. Durante esse processo, foi consolidado o legado da banda que sempre foi mais como uma família, e que continua a inspirar desajustados, sonhadores e amantes de música até os dias de hoje.

Crítica | Bohemian Rhapsody – Um virtuoso exercício de puro Rock n Roll (Nota: 8.0)

 

Crítica em Vídeo: 

Curiosidades: 

» O diretor Bryan Singer deixou a produção faltando algumas cenas para o fim das filmagens devido ao mal comportamento e desentendimentos com a equipe;

Trailer:

Cartazes:

Fotos: 

 

‘Máquinas Mortais’: Fantasia de Peter Jackson ganha novo trailer épico; Vem ver!

A Universal Pictures divulgou um novo e épico trailer da fantasia produzida por Peter Jackson, ‘Máquinas Mortais’ (‘Mortal Engines’). Confira:

Confira a primeira arte do filme:

A série de romances infantis de Philip Reeve ocorre em um futuro pós-apocalíptico onde as cidades são móveis e perambulam o planeta devorando uns aos outros para obter combustível: um sistema chamado Darwinismo Municipal. A catedral de São Paulo, em Londres, é a mais forte dessas Cidades Tração, num mundo onde a “velha tecnologia” é extremamente procurada. Em uma dessas estruturas maciças móveis, Tom Natsworthy tem um encontro inesperado com uma jovem misteriosa, que vai mudar o curso de sua vida para sempre.

As filmagens foram iniciadas em março, com Jackson produzindo e também co-escrevendo o roteiro juntamente com Fran Walsh e Philippa Boyens. Christian Rivers vai dirigir a produção para a Universal Pictures.

A adaptação chega aos cinemas em 14 de dezembro de 2018.

Opinião | Star Wars precisa de reboot nos cinemas?

Começaram a circular boatos de que a Disney estaria considerando “rebootar” a franquia Star Wars nos cinemas por conta das bilheterias frustrantes não apenas de Star Wars: A Ascensão Skywalker, mas também pela arrecadação muito abaixo do esperado de Solo: Uma História Star Wars. Problemas esses que teriam ressaltado que a franquia estaria seguindo para rumos errados. Se esses boatos se concretizarem, a casa do Mickey Mouse estará cometendo um dos maiores crimes da história do cinema.

Não só por estar passando uma enorme borracha na saga de Luke, Leia, Han Solo, Darth Vader e diversos outros personagens imortalizados e amados por mais de 40 anos, mas também por assinar um recibo de que é incapaz de usar sua criatividade para explorar uma franquia de forma inteligente sem ter que mexer no passado. A relação entre Disney e Lucasfilm, por enquanto, passou longe de ser brilhante como a situação com a Marvel. E tudo isso é culpa da Disney, que não soube tratar bem, comercialmente falando, a franquia que tem em mãos.

Os filmes de Star Wars costumavam ser grandes eventos. Cada trilogia marca uma geração diferente, sendo que as duas primeiras realmente foram tratadas como filmes eventos – mesmo que alguns tenham qualidade bastante discutível. A trilogia mais recente sofreu com um desgaste de público muito grande porque a Disney decidiu empurrar spin-offs enquanto o próximo capítulo da saga principal não chegava aos cinemas. E por mais que tenha saído um longa-metragem espetacular nesse selo de spin-offs (Rogue One), foi uma estratégia de mercado ruim para conquistar o público e dar essa sensação de importância para trilogia nova.

Para quê correr para os cinemas se todo ano tem um novo filme de Star Wars?

O primeiro filme da nova trilogia fez mais de US$ 2 bilhões em bilheteria, sendo uma exceção na “Fase Disney”

 

Isso sem contar que a trilogia nova tem dois filmes que dialogam bem entre si, O Despertar da Força e A Ascensão Skywalker, e uma aventura no meio que ignora o Ep. VII e meio que foi apagada pelo Ep. IX, mostrando que houve um erro gravíssimo de planejamento da produção.

Colocar o Rian Johnson, que é conhecido por suas gracinhas e vontade de inovar, para dirigir o capítulo intermediário de uma trilogia, sabendo que o próximo diretor seguia um estilo mais nostálgico e conservador – seria o Colin Trevorrow, mas ele acabou abandonando e foi substituído por J.J. Abrams, que também costuma apostar na nostalgia – foi um erro crasso de planejamento. Resultado, o fim da saga Skywalker nos cinemas foi realizado em uma trilogia que não conversa com si mesma tão bem quanto poderia.

O filme do Han Solo foi um prejuízo histórico na franquia “Star Wars”No entanto, a saga da família Skywalker já foi. Mas nem por isso a Disney precisa passar a borracha nisso tudo para tornar a franquia vistosa e lucrativa de novo. E há lições que a empresa pode tirar de seus próprios filmes.

Han Solo era um personagem amado pelo público e que tinha poucas coisas mais a serem mexidas nele. Ainda assim, optaram por fazer uma prequel dele, que despertou repulsa dos fãs logo de cara, principalmente por não ter o amado Harrison Ford no projeto. Resultou em uma bilheteria catastrófica.

Rogue One: Uma História Star Wars mostrou que o público quer ver essa galáxia muito, muito distante ser mais explorada.

Rogue One trouxe pela primeira vez uma aventura estrelada por gente normal. O povo daquele universo sofreu demais nas mãos do Império. E enquanto Luke duelava com Darth Vader utilizando seus poderes Jedi e sabres de luz, a Aliança Rebelde se virava como podia para se manter viva e atrasar os planos imperiais de dominação.

Ver como era isso é um caminho interessantíssimo e cheio de possibilidades. The Mandalorian se junta a Rogue One como ver outras facetas dessa galáxia é realmente chamativo e pode ser trabalhado em outras mídias, sem precisar necessariamente ir para os cinemas e ainda assim conquistar os fãs.

O ideal agora é que a Disney abrisse mão de filmes com Jedi e Sith nos cinemas e explorasse mais a franquia poderosa no mundo televisivo.

Essa duplinha já mostrou que não precisa de personagens famosos, apenas de uma boa históriaSéries requerem um engajamento maior e fazem os fãs criarem expectativas para os próximos episódios. E é essa palavra que pode salvar a franquia: expectativa. Depois de alguns anos tendo acesso a materiais mais ousados e apenas pelo streaming, haverá expectativas pelo que virá para os cinemas.

Aí podem trabalhar a Antiga República, acompanhar a Ahsoka Tano (Rosario Dawson) ou até mesmo trazer a nova trilogia (iniciada e concluída) de Rian Johson. Não há necessidade de esquecer tudo que aconteceu até aqui para continuar ganhando dinheiro, Dona Disney. Basta ter um pouco mais de carinho com o que se tem em mãos.

Que a Força esteja com vocês.

Crítica | A Maldição do Espelho – Reabertura dos cinemas começa com filme de terror ruim….

Com umas poucas salas de cinema reabrindo em algumas cidades no Brasil, devagarinho as distribuidoras vão liberando algumas sessões de filmes inéditos, para ir testando o público e arrecadar alguma bilheteria. E, bom, a experiência do cinema também se completa quando a gente mata a saudades até mesmo de assistir a um filminho de terror beeem ruizinho na telona né, como este ‘A Maldição do Espelho’, novo lançamento do mês.

Olya (Angelina Strechina) e Artyom (Daniil Izotov) são dois irmãos que estão no carro com a mãe quando sofrem um terrível acidente e acabam se tornando órfãos. Sem terem com quem ficar, acabam indo para uma escola-orfanato isolada no meio do nada, onde outras crianças e adolescentes moram durante a semana porque os pais não têm tempo para eles. Uma vez lá, eles são orientados pelo professor Igor (Valeriy Pankov) e conhecem outros estudantes, mas Artyom sente muita saudade da mãe e, numa noite, eles acabam invocando a Rainha de Espadas, contando a ela seus desejos mais profundos.

Como dá pra ver, o argumento de Maria Ogneva é bem frágil, pedindo ao espectador que simplesmente aceite as motivações dos personagens mesmo que eles não façam por onde. O roteiro parece o tempo todo se distrair com novos elementos, sem conseguir focar em encaminhar a história para uma direção plausível. Começa com o tal acidente de carro, pula pras crianças indo pro internato (sem lhes dar tempo para sofrer), aí do nada Olya passa a detestar e se afastar do irmão, do nada o professor Igor sabe muito mais do que aparenta saber, do nada esses e outros personagens tomam atitudes cujos embasamentos não são bem trabalhados. E, embora o filme tenha um final (ufa!), todo o caminho percorrido até ele é um cansativo ziguezague.

A direção de Aleksandr Domogarov parece seguir bem a cartilha de segurança, obedecendo o passo a passo mas sem pensar muito no que está reproduzindo. Portanto, as cenas parecem encaixadas lado a lado, não como uma sequência de desencadeamento de fatos. Com tantos personagens para serem explorados, o diretor não foca nem nos protagonistas, nem nos coadjuvantes – estes, por suas vezes, têm seus lados obscuros tão somente jogados na tela, sequer moldados.

Vale lembrar também que ‘A Maldição do Espelho’ é uma sequência de um outro filme dessa franquia da Rainha de Espadas, mas, embora tenha alguma ligação com a produção anterior, ‘A Maldição do Espelho’ pode ser visto isoladamente, sem prejuízo da compreensão da história – ou, ao menos, esse não será o motivo para não se entender esse longa tão modorrento.

Enquanto produção do gênero terror, ‘A Maldição do Espelho’ entedia. Não assusta nem quando a monstrenga aparece. A única coisa bacana neste filme é saber que é um exemplar de terror russo – e valorizar o fato de termos uma diversidade nas ofertas dos cinemas brasileiros. Mas, para quem está com saudade de um cineminha, ‘A Maldição do Espelho’ só serve para lembrar como é assistir um filme meia bomba em tela grande.

‘Capitã Marvel’ ganha novo cartaz animado; Confira!

O perfil oficial da Marvel na Índia revelou um novo cartaz para ‘Capitã Marvel‘.

Confira:

Dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck, longa terá 130 minutos (2h10) de duração.

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

Os Melhores Filmes de Terror dos Anos 1980

A década de 1980 é um período de puro divertimento para os fãs do terror. Claro, levando em conta a extensa história do cinema, o gênero em questão havia ganhado um palanque considerável: temos, por exemplo, as memoráveis investidas do expressionismo alemão com ‘Nosferatu’ em 1922 e ‘Fausto’, quatro anos mais tarde.

Entretanto, mesmo com a consagração dessas narrativas alguns anos mais tarde com produções como ‘A Múmia’ (1932) e ‘A Noiva de Frankenstein’ (1935), não seria até quase cinco décadas depois que o gênero seria reinventado e apresentado de forma expansiva dentro de uma indústria movida pelo drama e pela fantasia juvenil. Afinal, nomes como John Carpenter e Wes Craven ganhariam notoriedade nessa época, revitalizando certas fórmulas fílmicas e adicionando elementos que seriam utilizados por diversos cineastas com o passar dos anos.

Até hoje, as obras listadas nesta nova e especial matéria são capazes de nos deixar sem dormir. É certo que um ou outro fã pode alegar a duvidosa qualidade das tramas e das construções estéticas; entretanto, são poucos os longas-metragens que realmente envelheceram: num panorama geral, a suposta obviedade ainda é relida e revisitada por realizadores da contemporaneidade – James Wan não criaria a aclamada franquia ‘Invocação do Mal’ sem ter como fonte os clássicos dos anos 1980.

E é em homenagem a essa polvorosa e chocante década que separamos quinze icônicos filmes de terror, que oscilam entre brinquedos demoníacos, serial killers indestrutíveis e a perfeita união do gore com o sci-fi.

Confira nossas escolhas abaixo e não se esqueça de deixar seu comentário. Quais são os seus favoritos?

15. Brinquedo Assassino (1988)

Em determinado momento, alguém deve ter percebido que todas as histórias já haviam sido contadas para o cinema. Nesse contexto, o diretor Tom Holland resolveu dar um passo a mais e assombrar o inocente cosmos infantil ao arquitetar uma trama que envolvia um brinquedo possuído pelo espírito de um serial killer – e assim nasceu Chucky, o psicótico boneco protagonista de ‘Brinquedo Assassino’.

O filme tornou-se um instantâneo sucesso de bilheteria, arrecadando quase 45 milhões de dólares à época de seu lançamento. Apesar de suas inúmeras sequências não terem o mesmo frescor do original, é inegável dizer que o longa mudou o panorama do gênero – e conscientizou mães e pais a pensarem duas vezes antes de aceitarem presentes de estranhos.

14. Gremlins (1984)

As regras são claras: não os coloque em contato com a água; mantenha-os longe da luz do sol; e nunca os alimente depois da meia-noite.

Realmente, as responsabilidades para se ter um Mogwai são inúmeras, mas não impediu que o jovem Rand Peltzer (Hoyt Axton) comprasse a fofa criatura e, ignorando um dos avisos mais importantes, abre espaço para que o bichinho “desse a luz” aos terríveis ‘Gremlins’, monstros psicóticos que não param por nada até desencadearem um caótico reino de destruição e agonia.

13. Hellraiser – Renascido do Inferno (1987)

‘Hellraiser’ surge na tênue linha entre o terror e a insanidade, sendo um dos principais representantes do suis-generis do gore. A trama, encabeçada pelo diretor Clive Baker, chocou o público à época de seu lançamento devido às cenas explícitas de sadomasoquismo e da vulnerabilidade do corpo humano – tudo isso girando em torno de uma demoníaca criatura com pregos na cabeça.

O filme foi banido de vários cinemas pelo conteúdo e pela violência gráfica, e deu vida a uma interessante mitologia que seria explorada ao longo de sete sequências e um remake – que não fizeram o mesmo sucesso que o original.

12. Um Lobisomem Americano em Londres (1981)

John Landis fez história com ‘Um Lobisomem Americano em Londres’, cuja trama gira em torno de dois estudantes que são atacados pela criatura-título durante um mochilão pela Inglaterra – com um deles se transformando no terrível monstro em uma jornada tragicômica.

O filme foi aclamado quando estreou nos cinemas, além de ser considerado um dos pioneiros para os efeitos especiais utilizados na indústria contemporânea – levando para casa o Oscar de Melhor Maquiagem no ano seguinte. Talvez o maior mérito do longa-metragem seja, conforme disse o Daily Telegraph, “ter encontrado o equilíbrio entre o choque e a comédia com seu visual”.

11. A Hora do Espanto (1985)

Três anos antes de trazer Chucky para as telonas, Tom Holland encontrou sucesso com ‘A Hora do Espanto’, abrindo espaço para uma das primeiras investidas cinematográficas a brincar com a metalinguagem – que seria elevada a outro patamar com ‘Pânico’ (1996).

A trama gira em torno de um adolescente viciado em histórias de terror (o primeiro meta-traço que encontramos na obra) e tem plena convicção de que seu novo vizinho seja um vampiro. Logo depois, entra em contato com um pretensioso caçador que tenta ajudá-lo com esse problema. O resultado é um longa cujo legado é abraçado por diversos filmes que unem o melhor da comédia e do terror – além de ter superado a bilheteria de seu conterrâneo, ‘A Hora do Pesadelo’.

10. Uma Noite Alucinante: A Morte do Demônio (1981)

Sam Raimi é conhecido por diversos feitos – e um deles é ter revolucionado o gênero do terror com ‘Uma Noite Alucinante: A Morte do Demônio’. O clássico cult de humor ácido fez um estrondo à época de seu lançamento e ganhou aclame universal da crítica especializada, além de ter dado início a um império intelectual considerável nos anos seguintes.

A história coloca em foco um grupo de cinco estudantes que viajam para uma remota cabana no meio da floresta e encontram uma estranha fita-cassete que liberta uma legião de demônio e espíritos. Com essa premissa, é quase engraçado pensar que Raimi, décadas depois, seria responsável pela primeira franquia do super-herói Homem-Aranha.

9. Holocausto Canibal (1980)

Muito antes de ‘A Bruxa de Blair’ (1999), que popularizou a importância do found footage, ‘Holocausto Canibal’ já se aventurava pelo mockumentary e chocava o público italiano. Não é à toa que a produção de Ruggero Deodato foi considerado um dos mais controversos da história do cinema – principalmente por levar a audiência a crer que os atores realmente morriam com o desenrolar dos trágicos eventos.

O enredo gira em torno de uma equipe de quatro documentaristas que viajam para a Amazônia com o intuito de filmar tribos canibais. Entretanto, eles desaparecem e deixam para trás apenas as fitas de gravação, que são reavidas anos depois por um grupo de resgate.

8. A Mosca (1986)

David Cronenberg é um nome que muitos conhecem – ainda que indiretamente. Suas habilidades fílmicas colocaram em voga uma outra vertente do terror, o corporal, em que seus personagens passavam por mutações viscerais e horrendas. O cineasta, em sua extensa filmografia, mergulha na busca entre terror e sci-fi que alcançaria o ápice com ‘A Mosca’.

Conquistando o Oscar de Melhor Maquiagem no ano seguinte, a narrativa traz o físico Seth Brundle como protagonista (interpretado por Jeff Goldblum), cujo objetivo é construir uma máquina de teletransporte. Entretanto, ao entrar na cabine para testá-la, seu corpo se funde ao de uma mosca e dá origem a uma monstruosa criatura movida pelo medo.

7. Poltergeist – O Fenômeno (1982)

Poucos longas-metragens causaram tanto medo quando ‘Poltergeist – O Fenômeno’. Perdendo esse posto para filmes como ‘O Exorcista’, a obra dirigida por Tobe Hooper na verdade seria uma continuação do sci-fi ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau’, de Steven Spielberg, mas o diretor resolveu trilhar outro caminho considerando seu apreço  pelo sobrenatural e pelo gore.

A narrativa progressiva traz como centro de um caótico espetáculo uma família da Califórnia que começa a se comunicar com espíritos através de um aparelho de TV. Entretanto, os supostamente amigáveis fantasmas mostram sua verdadeira face ao raptar a filha mais nova do casal e levá-la para outra dimensão. O sucesso de ‘Poltergeist’ foi tamanho, que a obra foi indicada a três estatuetas do Oscar e gerou duas sequências e um remake em 2015.

6. Halloween II (1981)

John Carpenter tem uma filmografia controversa: afinal, grande parte de suas dúzias de longas-metragens se tornaram fracassos de crítica e de bilheteria. Uma das exceções, entretanto, foi uma de suas primeiras investidas. ‘Halloween’, lançado em 1978, colocou nos holofotes uma das scream queens mais notáveis do cinema (Jamie Lee Curtis) e gerou inúmeras produções – inclusive o reinício da franquia no ano passado.

‘Halloween II’, estreado poucos anos depois, não fez grande barulho à época do lançamento, mas tornou-se um clássico cult nos dias de hoje e até mesmo foi considerado como uma “melhora” do filme original. A história tentou finalizar o arco do mortal Michael Myers e da jovem Laurie Strode, construindo um plot twist interessante que seria base para as continuações.

5. Aliens – O Resgate (1986)

Ninguém poderia ter imaginado o sucesso de ‘Alien – O Oitavo Passageiro’, de Ridley Scott. E ninguém poderia imaginar que sua sequência, ‘Aliens – O Resgate’, conseguiria superar o estrondo do filme original e alcançar um patamar de aclame inefável – sendo indicado a sete prêmios do Oscar de 1987.

A continuação da memorável franquia intergaláctica se passa cinquenta e sete anos depois dos eventos que dizimaram a tripulação da nave Nostromo, deixando para trás uma sobrevivente – Ripley (Sigourney Weaver) -, que acorda de um coma induzido para acatar a missão de destruir as perigosas criaturas alienígenas de uma vez por todas (não que isso tenha funcionado).

4. O Enigma de Outro Mundo (1982)

Mais uma vez, John Carpenter observou impotente uma de suas obras receber críticas mistas e se tornar um fracasso de bilheteria. Entretanto, poucas obras foram revisitadas com a mesma paixão que ‘O Enigma de Outro Mundo’ – que hoje é uma das mais marcantes do terror sci-fi e reside com uma das maiores notas dos agregadores de reviews.

A história gira em torno de um grupo de cientistas estadunidenses que tem base fixada na Antártida e que se vê num jogo de vida ou morte quando caçados por uma criatura metamorfa sedenta por sangue. O time, então, deve capturar a destruir a fera antes que seja tarde demais.

3. Sexta-Feira 13 (1980)

Um assassino em série demoníaco; uma cabana no meio da floresta; um grupo de jovens promíscuos. Esses elementos podem parecer datados nos dias de hoje, mas no início dos anos 1980, fizeram parte de uma das maiores franquias do terror de todos os tempos: ‘Sexta-Feira 13’.

A obra de Sean Cunningham tornou-se uma das mais lucrativas desde seu lançamento (alcançando a marca, com todas as suas sequências e remakes, de mais de 500 milhões de dólares) e deu vida a Jason Voorhees, uma problemática criança que supostamente morreu afogada e reviveu décadas depois para se vingar. E, como se não bastasse, a história detém uma das maiores reviravoltas de todos os tempos – numa sutil inclinação para o trágico Complexo de Édipo.

2. A Hora do Pesadelo (1984)

Em 2015, o mundo perdeu um de seus nomes mais importantes do gênero: Wes Craven. O realizador construiu sua carreira no início da década de 1970 com o arrepiante ‘Aniversário Macabro’, mantendo-se ativo até os anos 2010 como produtor executivo da série ‘Pânico’. Porém, uma de suas mais icônicas entregas seria feita em 1984 com ‘A Hora do Pesadelo’ e a imortalização de Robert Englund como o famigerado Freddy Krueger.

Freddy é o amedrontador serial killer que morreu num incêndio e, desde então, ataca suas vítimas no único lugar onde não têm controle de suas ações: os sonhos. E, além de lançar o nome de Johnny Depp no cenário fílmico, o longa é relembrado até hoje como um dos pioneiros a quebrar a barreira entre o real e o onírico – tendo gerado seis sequências e um infeliz remake.

1. O Iluminado (1980)

Por incrível que pareça, Stanley Kubrick criou um dos melhores filmes de terror psicológico de todos os tempos, mas falhou em agradar Stephen King, autor do romance original. É claro que alguns fãs do novelista alegam que a obra cinematográfica se afastou muito dos escritos; entretanto, é quase automático entender o motivo de ‘O Iluminado’ estar em primeiro lugar na nossa lista.

Construindo uma belíssima narrativa que juntou em um mesmo lugar elementos psicológicos e sobrenaturais, explorando até mesmo os conceitos de esquizofrenia, o longa de 1980 tem um legado soberbo e arranca uma das melhores atuações de Jack Nicholson como Jack Torrence, o frustrado romancista que viaja com sua família para o Hotel Overlook e se transforma numa máquina psicótica perigosíssima.

Kubrick não alcança sucesso apenas por sua competente adaptação, mas também por uma estética milimetricamente pensada e de tirar o fôlego. Não é à toa que o filme cause arrepios até hoje – e, quase quarenta anos mais tarde, sirva de inspiração para vários diretores e roteiristas.

‘Cavaleiro da Lua’: Filmagens começam no final de 2020!

Segundo o jornalista Daniel Richtman, a produção da aguardada série ‘Cavaleiro da Lua’ começará no final de 2020. Dessa forma, é provável que o show chegue ao serviço de streaming Disney+ em meados de 2021.

As filmagens vão ocorrer nos estúdios Pinewood, no Reino Unido, que já estão sendo utilizados para rodar obras como ‘Os Eternos’‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’.

Recentemente, o site Patreon revelou o principal antagonista da trama: Raoul Bushman.

Confira:

Bushman era um mercenário que viajou ao Sudão com Marc Spector/Cavaleiro da Lua para ajudá-lo. Bushman e seus homens tinham como objetivo roubar o ouro egípcio encontrado pelo Dr. Peter Alraune e por sua filha, Marlene. Spector, por sua vez, se sacrifica para impedi-los de concluir a missão e, prestes a morrer, encontra um milenar espírito e se transforma no herói-titular.

Rumores anteriores indicavam que a Dama do Vitral seria a principal antagonista da produção, mas a confirmação de Bushman faz mais sentido visto que dialoga com a história do origem do personagem principal.

Apesar de poucas informações sobre o show, sabe-se que Shia LaBeouf está sendo cotado para o papel principal.

No entanto, LaBeouf não é o único astro em que o estúdio está interessado e, por enquanto, não foi divulgado o estágio das negociações para o papel.

O ‘Cavaleiro da Lua‘ apareceu pela primeira vez em 1975 e traz a história de Marc Spector, um antigo militar que virou um mercenário.

Sua vida muda drasticamente quando ele recebe a visita do deus Khonshu, que o transforma em um herói, uma espécie de avatar da divindade épica.

Com múltiplas personalidades, ele é uma figura bem peculiar e que deve render uma série intrigante.

Nas palavras de Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, “talvez ele seja apenas louco”. Ele foi ainda mais longe, afirmando que a produção “é algo muito único e animador para nós”.

‘Patrulha do Destino’: HBO Max vai disponibilizar os três primeiros episódios da série gratuitamente

Em celebração à 2ª temporada de ‘Patrulha do Destino’, uma das séries mais aclamadas do panteão DC, a HBO Max irá disponibilizar os três primeiros episódios da temporada de estreia gratuitamente no YouTube.

Confira o anúncio:

“Estamos celebrando a estreia da 2ª temporada de ‘Patrulha do Destino’ na HBO Max ao dar a vocês os três primeiros episódios da 1ª temporada de graça no YouTube! Confira como tudo começou no dia 22 de junho, diz a legenda.

O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 25 de junho.

A trama mostrará o futuro da equipe após a derrota do Sr. Ninguém (Alan Tudyk), mais especificamente em Dorothy, filha recém-reavida do Niles Caulder (Timothy Dalton).

Para aqueles que não se recordam, o season finale mostrou a Patrulha resgatando ambos os personagens, mesmo depois de descobrirem que Niles foi o principal responsável por suas tragédias pessoais do passado. Essa será a principal linha narrativa do próximo ciclo.

“[Os personagens] ainda não se resolveram com isso”, Carver declarou. “Eles irão lidar com novos sentimentos na segunda temporada”.

“Agora há uma criança morando com eles, que demanda muita atenção devido aos poderes incontroláveis que ela tem”, ele acrescentou. “[Ela] é tão amável quanto perigosa. Eles e Niles deverão descobrir um jeito de manter o mundo a salvo de Dorothy”.

Assista à abertura da série:

Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.

Parte grupo de apoio, parte equipe de super-heróis, a Patrulha do Destino é um bando de malucos super-poderosos que lutam por um mundo que não quer nada com eles. Continuando após os eventos de ‘Titãs’, a série encontrará esses heróis relutantes em um lugar que eles nunca esperavam estar, chamados para a ação por ninguém menos que Cyborg, que chega a eles com uma missão difícil de recusar, mas com um aviso que também é difícil de ignorar: suas vidas nunca mais serão as mesmas.

O elenco conta com Matt Bomer (Homem-Negativo), Joivan Wade (Cyborg), April Bowlby (Mulher-Elástica), Timothy Dalton (Chefe), Diane Guerrero (Crazy Jane), Brendan Fraser (Robotman), Alan Tudyk (Sr. Ninguém) e Matthew Zuk (Negative Man).

‘The Nest’: Jude Law e Carrie Coon no trailer oficial do drama; Confira!

O drama ‘The Nest’ ganhou seu primeiro trailer oficial.

Confira, junto às imagens promocionais:

O filme, que estreia no Festival de Sundance 2020, é dirigido e escrito por Sean Durkin (‘Martha Marcy May Marlene’).

O carismático empreendedor Rory (Jude Law) se muda da suburbana América para sua terra natal na Inglaterra ao lado da esposa Allison (Carrie Coon) e seus filhos Sam e Ben, com sonhos ambiciosos de lucrar em cima do boom mercadológico londrino. Enquanto Rory luta para encontrar negócio na cidade, Allison e as crianças tentam se adaptar à nova realidade. Antes uma mulher de negócios de sucesso, Allison também se vê de volta para o papel de dona de casa em uma mansão que não podem mobiliar. À medida que a estranha isolação de seu novo lar cria um abismo na família, e a promessa de um recomeço lucrativo começa a desaparecer, Rory e Allison devem enfrentar a infeliz verdade que se esconde sob a superfície de seu casamento.

O filme ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

‘The Gray Man’: Começam as gravações do filme MAIS CARO da Netflix

Segundo o ComicBook.com, as filmagens de ‘The Gray Man’, o projeto mais caro da Netflix, finalmente começaram.

O anúncio foi feito pelos diretores AnthonyJoe Russo (‘Vingadores: Ultimato’) através do Twitter.

O filme é estrelado por Chris Evans e Ryan Gosling. Ana de Armas, Regé-Jean Page, Bily Bob Thornton, Alfre Woodard e Wagner Moura completam o elenco.

Baseado no romance homônimo assinado por Mark Greaney, a produção traz Gosling como Court Gentry, assassino freelancer e ex-agente da CIA, que está sendo caçado pelo ex-aliado Lloyd Hansen (Evans).

Segundo Anthony Russo, o filme terá o mesmo tom sombrio de ‘Capitão América: O Soldado Invernal’, com massivo orçamento de US$200 milhões.

Christopher MarkusStephen McFeely (também de ‘Vingadores: Ultimato’) ajudaram a “polir” o roteiro assinado por Joe Russo.

‘Missão Impossível 7’: Hayley Atwell estampa nova foto de bastidores do longa; Confira!

Através do Instagram, a atriz Hayley Atwell divulgou uma nova imagem de bastidores do aguardado ‘Missão Impossível 7’, que chega aos cinemas mundiais em meados de 2022.

Na legenda, ela escreveu: “graça sob pressão”.

Confira:

 
 
 
 
 
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O elenco do novo filme conta com o retorno de Tom CruiseRebecca Ferguson, Simon Pegg e Ving Rhames, Vanessa Kirby e Angela Bassett.

A sequência também marca a estreia das estrelas da Marvel Pom Klementieff e Atwell na franquia.

Recentemente, foi anunciado que Rob Delaney (‘Deadpool 2’), Charles Parnell (‘Top Gun: Maverick’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Mark Gatiss (‘Sherlock’) e Cary Elwes (‘Stranger Things’) se juntaram ao elenco.

Lembrando que a Paramount Pictures anunciou que não vai mais filmar ‘Missão: Impossível 7‘ e ‘Missão: Impossível 8‘ simultaneamente.

O estúdio também divulgou que ‘Missão: Impossível 7‘ foi adiado de 18 de novembro de 2021 para 26 de maio de 2022.

Já ‘Missão: Impossível 8‘ foi adiado de 03 de novembro de 2022 para 06 de Julho de 2023

Confira as mudanças no cronograma do estúdio:

NOVAS DATAS

– G.I. JOE ORIGENS: SNAKE EYES – 22 de julho de 2021
– JACKASS 4 – 21 de outubro de 2021
– TOP GUN:MAVERICK – 18 de novembro de 2021
– MISSION: IMPOSSIBLE 7 – 26 de maio de 2022
– BEE GEES (SEM TÍTULO) – 03 de novembro de 2022
– DUNGEONS & DRAGONS – 02 de março de 2023
– STAR TREK (SEM TÍTULO) – 08 de junho de 2023
– MISSION: IMPOSSIBLE 8 – 06 de julho de 2023
– THE SHRINKING OF TREEHORN – 09 de novembro de 2023
– RYAN REYNOLDS/JOHN KRASINSKI FILM (SEM TÍTULO) – 16 de novembro de 2023

O roteirista e diretor Christopher McQuarrie pretendia lançar os filmes em 2021 e 2022 – mas o atraso nas filmagens fez com que essa possibilidade fosse descartada e os filmes fossem adiados em um ano, para 2022 e 2023.

As produções não serão filmadas simultaneamente porque o astro Tom Cruise agora terá que partir em sua turnê promocional mundial para a estreia de ‘Top Gun: Maverick‘, que também foi adiado de 2 de julho de 2021 para 19 de novembro de 2021.

A produção de ‘Missão: Impossível 8‘ começará logo após Cruise concluir as tarefas promocionais de ‘Maverick‘.