O novo filme do cineasta Edgar Wright, o mesmo responsável pelo sucesso ‘Em Ritmo de Fuga‘, está ganhando forma e dois novos membros de seu elenco foram confirmados.
Segundo a revista Variety,Matt Smith (‘The Crown‘ e ‘Doctor Who‘) e a novata Thomasin McKenzie estão em negociações finais para estrelar a produção.
As informações sobre seus respectivos personagens permanecem em sigilo.
O elenco já conta com Anya Taylor-Joy (‘A Bruxa‘ e ‘Fragmentado‘).
Além de dirigir, Wright também coescreveu o roteiro ao lado de Krysty Wilson-Cairns (‘Penny Dreadful‘).
A história será ambientada em Londres, no distrito de Soho, mas detalhes sobre a trama não foram revelados.
A expectativa é que a produção comece no verão norte-americano.
Para ajudar os seus fãs a enfrentarem o tumultuado período de reclusão social, o astro Will Smith fez a curadoria de uma playlist musical relaxante, que traz canções instrumentais que mesclam o ritmo R&B, a batida do Hip Hop, além de sons urbanos e da natureza.
Com 1h30 de duração, a playlist pode ser conferida pelo canal oficial do ator no YouTube.
Ouça:
Recentemente, durante uma entrevista à Uproxx, Will Smith disse que se também se sente responsável pela desinformação em torno do coronavírus por causa de seu papel em ‘Eu Sou a Lenda‘.
Para quem não se lembra, o longa é ambientando em futuro pós-apocalíptico causado pela propagação de um vírus que transforma as vítimas numa espécie de zumbi.
Para acalmar os fãs, Smith aconselhou que estudem sobre o caso antes de espalharem falsas notícias.
“Eu queria esclarecer tudo isso porque fiz ‘Eu Sou a Lenda‘, e algumas pessoas que assistiram acham que o mundo vai ficar assim. Então me sinto responsável por grande parte de toda essa desinformação. Enquanto eu estava me preparando para o filme, tive a oportunidade de estudar com alguns virologistas. Isso realmente mudou minha vida, porque agora tenho uma compreensão básica sobre vírus e patógenos, então aconselho que as pessoas estudem antes de espalharem notícias falsas.”
Apesar do sucesso de ‘Eu Sou a Lenda‘, a ficção dirigida por Francis Lawrence nunca ganhou sequência.
Em entrevista ao Happy Sad Confused, o diretor explicou o motivo.
“A Warner realmente queria uma sequência, e eu simplesmente não sabia como fazê-la. As pessoas vieram ver o último homem na Terra. Nós fizemos o último homem na terra, ele morreu no final do filme, não podemos fazê-lo novamente. E as pessoas não estavam apaixonadas por ele como personagem. Não é tipo o Indiana Jones, ou um personagem icônico que você quer ver novamente e novamente e novamente”, ele disse.
Segundo o Lawrence, faltou uma boa ideia que justificasse a sequência.
“Eles mandaram eu fazer uma pré-sequência para trazer de volta o Will Smith. Mas achei isso realmente burro, então não aceitei”, concluiu.
Na trama do original, um terrível vírus incurável, criado pelo homem, dizimou a população de Nova York. Robert Neville (Smith) é um cientista brilhante que, sem saber como, tornou-se imune ao vírus. Há 3 anos ele percorre a cidade enviando mensagens de rádio, na esperança de encontrar algum sobrevivente. Robert é sempre acompanhado por vítimas mutantes do vírus, que aguardam o momento certo para atacá-lo. Paralelamente ele realiza testes com seu próprio sangue, buscando encontrar um meio de reverter os efeitos do vírus.
Lançado em 2007, ‘Eu Sou a Lenda‘ arrecadou US$ 586 milhões pelo mundo, a partir de uma orçamento de US$ 160 milhões.
O vindouro sci-fi da Netflix, intitulado‘The Adam Project’, ganhou várias novas imagens divulgadas pelo astro Ryan Reynolds.
As fotos, oficiais e dos bastidores das gravações, trazem os atores Mark Ruffalo, Rosario Dawson e Jennifer Garner em destaque, e salientam o clima leve presente na produção.
Os materiais foram compartilhados por meio da conta oficial do Instagram de Reynolds, que ainda ponderou sobre a prazerosa atmosfera de trabalho ao lado do seu elenco, demonstrando o seu entusiasmo pela produção.
Na publicação, o ator ainda revelou que as filmagens do longa foram encerradas.
Confira:
“Gamora, Elektra, Hulk, Deadpool e o garoto que eventualmente interpretará o Deadpool, quando eu me rastejar para dentro de uma caixa e me transformar em um esqueleto. Se The Adam Project é uma fração tão linda, engraçada e maluca como foi filmá-la, então eu creio que nós realmente conseguimos fazer algo legal.
Obrigado Netflix e Skydance e minha alma gêmea espiritual e cinematográfica, Shawn Levy. Além disso, um prolongado, desconfortável e indulgente abraço à minha terra natal, Vancouver. E em especial, à toda equipe técnica de The Adam Project, que trouxe o navio ao porto, quatro dias antes do planejado!”
Reynolds estrela a produção ao lado de Mark Ruffalo, Zoe Saldaña, Catherine Keener e Jennifer Garner.
O longa é dirigido por Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) e roteirizado por Jonathan Tropper.
Na trama, Reynolds vive um homem amargurado que volta no tempo em busca do seu eu de 13 anos de idade, na tentativa de encontrar seu falecido pai para realizar um misterioso propósito.
A produção ainda não possui previsão de lançamento.
Lembrando que Reynolds já trabalhou com Levy em ‘Free Guy‘, que foi adiado devido ao COVID-19.
Em meio a sete visões de um mesmo crime, o leitor do conto Dentro de um Bosque é levado a uma espiral de meias verdades e mentiras afloradas sobre a morte de um samurai. Até hoje uma das maiores histórias da literatura japonesa, a obra de Ryūnosuke Akutagawa continua ganhando vida, diferentes percepções e novas leituras. E de 1922 em diante, passando pelos anos 50 com a adaptação de Akira Kurosawa – intitulada Rashomon, chegamos em 2022 – mais especificamente no filme As Verdades. Aqui, o diretor José Eduardo Belmonte e o roteirista Pedro Furtado transformam o icônico conto em uma história que exala a brasilidade regional do interior da Bahia, a partir de um tema universal.
Provocador e instigante, o longa rapidamente arrebata a audiência com uma trama cheia de questionamentos, mas pouquíssimas respostas. Trazendo um Lázaro Ramos de visual mais abatido e exausto, As Verdades o apresenta como um policial marcado por memórias inacabadas de um amor furtivo e avassalador. Diante de uma misteriosa tentativa de assassinato, ele deve questionar três personagens bem complexos para desvendar o crime: um político em ascensão (José Carlos Machado), um matador de aluguel (Thomás Aquino) e uma jovem e sensível mulher (Bianca Bin).
Confundindo nossas percepções em seus dois primeiros atos, o thriller criminal é construído em camadas e pequenas subtramas que juntas formam uma complexa teia de violência contra a mulher. Alicerçando a trama no contraste entre fatos e mentiras, As Verdades é muito mais do que uma profunda análise sobre a capacidade humana de perceber e transmitir a verdade objetiva. Explorando as densas raízes de abusos que nascem a partir de relações disfuncionais, o longa é uma eclosão de personalidades, princípios e comportamentos erráticos que são frutos dos meios sociais aos quais cada personagem pertence.
Com um plot twist surpreendente, o thriller é um genuíno mosaico artístico, que entrega um excepcional entretenimento para os fãs do gênero, à medida em que convida a audiência a uma poderosa reflexão sobre corrupção de caráter e as consequências em efeito dominó de famílias desestruturadas. Com uma direção de fotografia belíssima, que destaca a beleza do interior da Bahia, As Verdades é um banquete de performances poderosas, que salienta ainda mais a versatilidade criativa de Lázaro Ramos, que nos leva consigo em sua profunda tristeza e indignação. Drica Moraes também fortalece seu brilhantismo em uma atuação apaixonante, complexa e delicada, ao lado de uma Bianca Bin que parte nossos corações em suas lágrimas genuínas.
Valorizando o tempo de tela de cada um dos personagens, dando espaço para Thomás Aquino, Edvana Carvalho e o veterano Zé Carlos Machado explorarem seus dons artísticos, o suspense criminal é mais uma validação da riqueza do nosso cinema brasileiro, capaz de unir elementos conceituais e o fator entretenimento em um único filme. Reflexivo, mas formado também por momentos eletrizantes que levam a audiência para o extremo da ansiedade e angústia, As Verdades é um thriller existencial introspectivo, que nos tira o fôlego. Seu final simbólico e agridoce ainda nos deixa um tanto à deriva, sob uma densa incógnita: Qual é o real significado de se fazer justiça e trazer a verdade à tona em uma terra esquecida?
Exatamente, no dia 25 de abril de 2001, chegava aos cinemas franceses, belgas e suíços a obra O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, de Jean-Pierre Jeunet. Com um fotografia inebriante, uma montagem inventiva e uma personagem totalmente cativante, o longa passou 83 semanas em cartaz na França e levou 8,6 milhões de pessoas aos cinemas, sendo o segundo filme mais visto no país atrás somente do fenômeno literário Harry Potter e a Pedra Filosofal, com 9,4 milhões de audiência.
Após 20 anos do surpreendente sucesso, Amélie Poulain continua a influenciar o cinema atual e a encantar os amantes da sétima arte. Apesar de ter chegado ao Brasil quase um ano depois, no dia 8 de fevereiro de 2002, impulsionada pelas cinco indicações ao Oscar daquele ano, a personagem título – vivida por Audrey Tautou – ganhou status de cult e queridinha entre os cinéfilos brasileiros.
Em entrevista ao CinePOP, este ano, a diretora Júlia Rezendeconfessou ter se inspirado bastante no longa francês para compor a ambientação e enquadramento do seu último lançamento, Depois a Louca Sou Eu. Depois de duas décadas, a obra ainda influencia viajantes a fazerem seus registros fotográficos em locais presentes no roteiro, principalmente no Café des 2 Moulins e no Canal Saint-Martin, em Paris.
Se você ainda não viu o filme, você encontrará motivos de sobra para colocá-lo na sua lista. Já para aqueles que, como eu, se apaixonaram à primeira vista, vamos descobrir algumas pequenas curiosidades sobre esta obra tão mágica e peculiar. Além de ter alavancado a carreira de Audrey Tautou, Jean-Pierre Jeunet trouxe um novo marco cinematográfico para o país berço do cinema mundial. Vamos aos fatos?
1 – A icônica cena que nunca aconteceu
A cena emblemática da pedra ricocheteando no Canal de Saint-Martin é falsa. Se você já tentou fazer este movimento, talvez tenha percebido que a arte do ricochete não é para todos. De fato, Audrey Tautou foi incapaz de realizar a tarefa no canal e sobrou para os efeitos visuais. A famosa sequência foi, portanto, editada com o saltar das pedras em imagens inseridas digitalmente. Pois é, às vezes, uma cena parece simples, mas não é.
2 – Crème brûlée para toda a equipe!
Uma sequência rápida, mas importante do filme é a que o narrador (André Dussollier) comenta os gostos de Amélie, um deles é quebrar a crosta do crème brûlée com uma colher de chá. Esta cena foi filmada dezenas de vezes para capturar o melhor “crack” e, por isso, exigiu muitos crèmes brûlées. Para não desperdiçar, um membro da equipe de filmagem sempre comia a sobremesa após cada tomada.
3 – Existe uma sequência Amélie 2?
A verdade é que o título existe. Estrelado por Audrey Tautou, O Bater de Asas da Borboleta (2000), de Laurent Firode, foi vendido na Coréia do Sul, na Rússia e em Hong Kong, sob o título Amélie 2. Porém, não se preocupe, este filme não tem absolutamente nada a ver com a obra de Jean-Pierre Jeunet. O título é simplesmente uma jogada de marketing da época, com a esperança de atrair um público maior para uma obra pouco conhecida.
4 – Emily Poulain? Audrey Tautou não era a 1ª opção
Você já imaginou Amélie Poulain de olhos azuis? Pois bem, a atriz cotada para viver a protagonista desta fábula moderna era a britânica Emily Watson, visto seu papel como a doce Bess, em Ondas do Destino (1996), de Lars von Trier. Inicialmente interessada, Watson desistiu do projeto devido à longa duração das filmagens.
Logo depois, Jean-Pierre Jeunet interessou-se por Audrey Tautou ao vê-la no filme Instituto de Beleza Vênus (1999). Em entrevista anos mais tarde, o cineasta confessou que a atriz conseguiu o papel após três segundos de teste. Quando a viu, ele teve uma “sensação de obviedade”.
Instituto de Beleza Vênus (1999)
5 – Ignorado por Cannes e sucesso mundo afora
Por mais estranho que possa parecer, o Festival de Cannes não quis Amélie Poulain em sua seleção oficial. O filme, no entanto, foi exibido ao ar livre na Croisette. Contrariando as previsões francesas, o longa fez estrondoso sucesso nos Estados Unidos, arrecadou US $33,2 milhões por lá e ganhou cinco indicações ao Oscar. Com mais de 32,4 milhões de espectadores ao redor do mundo, O Fabuloso Destino de Amélie Poulain é o quinto filme francês com maior bilheteria internacional, atrás, respectivamente, de Intocáveis (2011), Busca Implacável 2 (2012), O Quinto Elemento (1997) e Busca Implacável (2008).
6 – Um brasileiro serviu de inspiração à produção
As cores principais do longa (verde, amarelo e vermelho) são uma inspiração direta da obra do artista brasileiro Juarez Machado, nascido em Joinville (SC). Desde 1986, ele vive em Paris e expõe suas obras pela Europa. Aos 80 anos, Juarez possui ateliês em Paris, Rio de Janeiro e Joinville. Agora, você já sabe a fonte inventiva da saturação cromática de Jean-Pierre Jeunet a fim de criar um microcosmo parisiense tão impactante aos nossos olhos.
7 – Trilha sonora apaixonante e premiadíssima
Com exceção de duas canções (“Guilty”, de George Shearing e “Si tu n’étais pas là”, de Fréhel), a trilha sonora de O Fabuloso Destino de Amélie Poulain é inteiramente composta por Yann Tiersen, entre criações originais e seleções de seus álbuns anteriores. Apaixonado pela mistura de violino, sanfona e piano do músico, Jean-Pierre Jeunet fez uma aposta certeira. Em 2003, a trilha sonora de Amélie ganhou um disco triplo de platina com 900 mil unidades vendidas na França e 2 milhões ao redor do mundo. O álbum recebeu vários prêmios, incluindo o César de Melhor Trilha Sonora em 2002.
8 – Baseado em fatos reais
De onde Jean-Pierre Jeunet tirou as ideias para este roteiro? Em entrevistas ao longo dos anos, o cineasta declarou que grande parte dos personagens e detalhes vêm de histórias de amigos e da sua própria experiência. Por exemplo, a caixa de souvenirs é da sua infância, assim como o peixe vermelho suicida.
Contudo, o “personagem” mais emblemático, o álbum de fotografias de Nino Quincampoix (Mathieu Kassovitz), e todo mistério em torno da coleção é verídica. É uma referência à coleção de Michel Folco, fotógrafo e escritor francês. Ao morar ao lado da Gare de Lyon, em Paris, o artista tomou gosto por encontrar fotos pelos chãos das estações, próximas às cabines de foto, e colecioná-las.
9 – A verdadeira “sequência” de Amélie Poulain
Em 2019, Jean-Pierre Jeunet declarou à Indiewire que estava preparando um falso documentário sobre sua célebre heroína Amélie Poulain. “Um pouco como o que Peter Jackson fez sobre o início do cinema [Forgotten Silver,1995]. Será algo leve, muito engraçado e barato de produzir, espero. ” declarou o cineasta. Ele também descartou a hipótese de uma continuação, ou mesmo uma série. Em suas palavras: “Não seria a mesma atriz, seria de má qualidade porque não teríamos o mesmo orçamento. Paris está feia agora por causa dos muitos canteiros de obras…” É estimado que O Fabuloso Destino de Amélie Poulain custou US $10 milhões.
10 – Dia 29 de Agosto, Dia de Amélie Poulain
A cultura pop já criou o Dia da Toalha, dia 25 de maio, em homenagem ao livro O Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams, assim como o Dia de Star Wars, May 4th Be With You, 4 de maio. Por que não o Dia de Amélie Poulain? Dia 29 de agosto é lembrado todos os anos nas redes sociais pelos fãs em tributo a uma marcante cena do filme, que diz: “É 29 de agosto. Em 48 horas, o destino de Amélie Poulain mudará. Mas, por ora, ela não sabe disso.” (No original: Nous sommes le 29 août, dans 48 heures le destin d’Amélie Poulain va basculer. Mais ça, pour le moment, elle n’en sait rien.) Vamos oficializá-lo?
O jornalista Jeremy Conrad revelou que houve uma sessão-teste secreta de ‘X-Men: Fênix Negra’ e, segundo ele, o filme está sendo considerado parecido com o elogiado ‘X-Men: Primeira Classe’.
De acordo com as informações, o nível está mais “adulto” que os últimos filmes da franquia, além de ter uma história mais séria e com pouco humor.
O trabalho do diretor Simon Kinberg também foi elogiado. Além disso, o público que assistiu o longa também confirmou que os Skrull realmente aparecem na história, mas não é revelado o tamanho de seu papel na trama.
‘X-Men: Fênix Negra‘ tem estreia prevista para 2 de novembro de 2018.
‘X-Men: Fênix Negra’ é situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse’. Agora, Mística (Jennifer Lawrence), Fera (Nicholas Hoult), Tempestade (Alexandra Shipp), Noturno (Kodi Smit-McPhee) e Mercúrio (Evans Peters) são considerados heróis nacionais. Charles Xavier (James McAvoy) consegue a capa da revista Time. Mas esse ego coloca a equipe em risco. Depois de serem despachados para uma missão no espaço, um raio solar atinge o X-Jato e esse aumento de energia desperta uma força maligna em Jean: a Fênix.
Jessica Chastain (‘Histórias Cruzadas’) viverá a vilã.
Com o sucesso comercial da animação ‘Bob Esponja: Um Herói Fora d’Água‘, segunda aventura cinematográfica do Calça Quadrada, a Paramount Pictures Animation agendou a data de estreia de ‘Bob Esponja 3‘.
A produtora antecipou a estreia nos EUA para 17 de julho de 2020, antes prevista para chegar aos cinemas apenas em 31 de julho, sob o título ‘The SpongeBob Movie: It’s a Wonderful Sponge’ (‘Bob Esponja – O Filme: É uma Esponja Maravilhosa’ em tradução livre).
O diretor Paul Tibbitt retorna, assim como as vozes do último filme: Tom Kenny, Clancy Brown, Rodger Bumpass, Bill Fagerbakke e Carolyn Lawrence.
Ainda não se tem maiores detalhes sobre a trama do terceiro filme.
‘Bob Esponja: Um Herói Fora d’Água‘ custou US$ 74 milhões e arrecadou US$ 315 milhões mundialmente.
Quando se analisa o MCU atualmente, produzindo épicos espaciais, grandes batalhas em escala universal e tudo mais, parece difícil lembrar que começou de forma bem mais pé no chão, com um filme sobre a indústria armamentista, cujo protagonista era um bilionário fanfarrão. E isso deu certo para público e crítica, que se apaixonaram pela proposta diferente do estúdio. Porém, tinha uma parcela da audiência que ainda não havia embarcado tanto no hype: o público feminino. Dessa forma, se espelhando pelo tipo de filme que fazia sucesso para essa galera na época, surgiu a franquia Thor, que resolveu introduzir o herói mitológico-espacial nos cinemas deixando as guerras mitológicas e espaciais de lado para apostar numa versão mais romântica. O resultado foi a franquia com menor avaliação de todo esse universo.
Na época, as sagas de romance adolescente, como Crepúsculo, estavam movendo milhões em bilheteria e dominando as revistas voltadas para o público feminino. Provando que ninguém é perfeito, Kevin Feige apostou nessa abordagem para tentar atrair essa galera. Para isso, Kenneth Branagh, famoso por sua visão shakespeariana de cinema, foi chamado para comandar as aventuras amorosas do deus nórdico do trovão na Terra. Foi uma adição interessante porque permitiu, principalmente na questão da ambientação e da caracterização, que muito do universo clássico de Asgard dos quadrinhos fosse explorado. Em termos estéticos, foi um dos longas mais ousados do MCU. O problema é que o roteiro se esforçou tanto em empurrar um romance goela abaixo entre Thor e Jane Foster, que toda a questão da origem do herói ficou em segundo plano. É praticamente uma comédia romântica cheia de diálogos metafóricos embalando uma trama água com açúcar com o mesmo ritmo de uma telenovela mexicana.
A direção desse primeiro filme é tão perdida que eles dão um close na Natalie Portman apenas para ela falar “meu Deus” e olhar maravilhada para o Thor.
E essa questão da construção dos personagens foi realmente terrível, não só por desperdiçar uma atriz do calibre da Natalie Portman em um papel completamente esquecível e de motivações pífias, mas também por trazer um inexperiente Chris Hemsworth para fazer um Thor ausente de personalidade. É complicado quando um personagem conhecido por sua personalidade forte vai para os cinemas e fica irreconhecível. Se não fosse o martelo e o capacete com asinhas, talvez nem identificassem que era o Thor. Isso sem contar a subutilização de atores consagrados, como Anthony Hopkins e Rene Russo, para servirem de escada para a trama.
Odin, o (Meu) Pai de Todos, ficou subutilizado na trama original
Essa questão dos personagens sem personalidade refletiu diretamente em toda a bagunça que foi o Thor nos anos seguintes. Com o desempenho mediano do filme, o personagem ficou meio em baixa e teve pouco tempo de tela em Os Vingadores (2012), onde ganhou uma abordagem mais grosseira, quase como um Viking Playboy. E mesmo com esse pouco tempo, os fãs já viram um avanço ali. Assim, a sequência deveria ter esse jeitão mais de “épico mitológico”. Então, chamaram Patty Jenkins (Mulher Maravilha), para a dirigir a continuação. Só que, por divergências criativas, ela pediu para sair e foi substituída por Alan Taylor, que dirigiu alguns episódios de Game Of Thrones. Mais uma vez, o Thor sofreu com a falta de personalidade e excesso de romance meia boca, e ganhou um filme vazio, avaliado como um dos piores do MCU. Paralelamente a esse fracasso nos filmes solo, o personagem ganhava um jeitão mais divertido e poderoso quando estrelava cenas nos filmes dos Vingadores. E assim, em 2017, chegou aos cinemas Thor: Ragnarok, que redefiniu toda a franquia e enfim deu uma personalidade ao deus do trovão. Dirigido por Taika Waititi, o longa abandonou de vez os laços amorosos do herói e deu a ele um upgrade nos poderes e um jeito mais irônico, arrogante e divertido. A partir deste filme, o Thor se tornou um dos personagens favoritos dos fãs e foi muito bem desenvolvido, se tornando peça chave para Vingadores: Guerra Infinita (2018) e Vingadores: Ultimato (2019).
A falta de personalidade do Thor em seu filme de introdução fez com que o personagem passasse por diversos ‘reboots’ ao longo da franquia.
Entretanto, se teve uma coisa positiva no filme que completa dez anos de existência hoje, essa coisa é o Loki. Interpretado de forma irônica e charmosa por Tom Hiddleston, o deus da trapaça se tornou um dos queridinhos dos fãs. Além disso, não é absurdo dizer que ele foi o único que conseguiu o objetivo principal do filme: se aproximar do público feminino. Quem habitava a internet na década passada provavelmente se lembra da enxurrada de GIFs e vídeos postados por meninas no Tumblr, Twitter e Facebook exaltando o Loki. E veja só, foi logo um dos poucos personagens do filme que não tinham absolutamente nada a ver com a pegada romântica e acabou fazendo sucesso com o público feminino. É uma prova de que esse planejamento e mapeamento de mercado que é constantemente associado ao Marvel Studios nem sempre foi tão bom como é hoje.
O sucesso do Loki foi tão grande que, além de ter roubado o protagonismo do filme, se fazendo mais popular que o herói do título, ele retornou para praticamente todas as outras produções envolvendo o meio-irmão, incluindo três dos quatro filmes dos Vingadores. Ele também ganhará uma série própria que estreia no Disney+ em 11 de junho desse ano.
E mesmo que o Loki acabe se revelando o verdadeiro vilão da trama, o filme acaba gastando um dos rivais icônicos das HQs em um única cena completamente esquecível no meio de uma rua numa cidadezinha do interior. Chega a ser triste ver como utilizaram uma arma poderosíssima como o Destruidor – que teve uma caraterização perfeita, diga-se de passagem – e o coloca em cena por apenas 10 minutos para uma batalha besta que desperdiça totalmente o potencial visual que esse embate teria nas mãos de alguém focado em contar uma boa história de aventura.
Sério, isso aqui não tem perdão.
Outro personagem que apareceu na trama, mas aposto que muitos esqueceram, foi o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner). Sim, ele foi introduzido em uma cena rapidinha de “Thor”, na qual o herói que dá nome ao filme invade uma instalação da S.H.I.E.L.D. e tenta recuperar o Mjölnir. Entretanto, ele ainda não é digno e fracassa na tentativa, fazendo com que o Gavião não jogasse uma flecha nele, apenas o observasse falhar.
Responda com honestidade: você lembrava dessa cena?
Atualmente, os personagens que sofreram com a introdução em Thor estão sendo resgatados e “rebootados” em outras produções do MCU. O próprio Thor ganhou uma nova personalidade e está viajando com os Guardiões da Galáxia, Loki vai ganhar um série própria viajando pelas linhas temporais, Darcy Lewis (Kat Dennings) virou doutora em WandaVision, e agora é a vez da Dra. Jane Foster ganhar poderes ao se tornar a Poderosa Thor no vindouro Thor: Amor e Trovão.
Darcy voltou para as telas em WandaVision
É interessante ver como o fracasso inicial da franquia resultou em algo não muito comum de se ver nas telonas, que é a “correção” de praticamente todos os personagens. A ideia inicial era muito promissora e até louvável, que era levar o mundo dos super-heróis para algo que atraísse mais as meninas e mulheres, só que a abordagem foi errada, baseada numa visão deturpada do que queria o público feminino, que acabou sendo eventualmente conquistado pelas outras aventuras que se preocupavam mais em contar boas histórias do que criar algum tipo de romance. Entre erros e acertos, essa franquia foi se acertando com o tempo e, atualmente, o Thor é um dos heróis mais amados pelos e pelas fãs de todo o mundo.
A expectativa dos fãs agora é que Jane ganhe um papel maior do que a cientista apaixonada.
Todos os filmes do Thor estão disponíveis no Disney+
Ter um filme selecionado para um importante festival de cinema internacional é o tipo de selo que faz com que uma produção se destaque em um universo de milhares de títulos de outros países todos os anos. Quando um filme é selecionado para dois importantes festivais, então, isso significa que esta produção realmente tem algo de diferencial que merece a atenção do público, seja de onde for. É assim que o longa eslovaco ‘Nightsiren’ chegou ao Festival do Rio esse ano, após ser exibido também pelo Festival de Locarno.
Quando criança, Šarlotae sua irmã mais nova, Tamara, viviam em uma cabana na floresta com a mãe e o pai, que era abusivo com a mãe. Certo dia, chateada com um acontecimento e determinada a fugir de casa, Šarlotasai, com Tamara em seu encalço, mas algo acontece que faz com que Tamara se desequilibre e caia de um penhasco. Confusa, desolada e, acima de tudo, determinada, Šarlotasegue adiante, retornando ao vilarejo anos depois, já adulta, num instinto de procurar o que teria acontecido com sua irmã. De volta ao seu local de origem, Šarlota (Natalia Germani) terá que enfrentar os costumes enraizados da população e reencontrar amizades deixadas no passado.
Com quase duas horas de duração, a extensão desse filme talvez jogue contra a acepção de ‘Nightsiren’. A primeira sequência do longa traz essa cena do passado da protagonista, e, em seguida, já a temos de volta ao vilarejo de origem; daí em diante, o roteiro de Barbora Namerova e Tereza Nvotová passa a reconstruir a vida de Šarlota como um quebra-cabeças que ela mesma desconhece, dificultando um pouco a vida do espectador, por mais de metade do longa nos fazendo nos perguntar o por quê do gênero terror. Mas então, quando a coisa toda começa de fato a acontecer, entendemos que o mote de ‘Nightsiren’ se vale da realidade das mulheres e do feminino em si como argumento para a construção do clima de suspense crescente que passa a apertar a vida dessa protagonista enquanto ela tenta transitar por entre o vilarejo machista, misógino, ultrarreligioso e preconceituoso que não tolera a liberdade e a individualidade feminina em nenhuma época.
Para tal, a diretora Tereza Nvotová parte do drama cotidiano de uma jovem em busca das raízes de seu passado para transformar o conflito de ideologias o principal catalisador das tragédias em seu longa. De um cenário mais aberto e luminoso na primeira metade para uma segunda parte sombria e mística – que nos leva de volta a histórias como as vistas em ‘A Bruxa’, ‘Midsommar’ e semelhantes – Tereza Nvotovádemonstra, com a simplicidade de seu filme, que o pior terror na vida de uma mulher é ser uma mulher em uma sociedade conservadora.
Com belas cenas de bruxaria, misticismo e um clima de thriller cozido a banho maria, ‘Nightsiren’ confirma a expectativa criada por sua passagem em festivais de cinema, trazendo ao público uma história esteticamente impactante e visceral. É o cinema de terror e suspense das montanhas europeias comprovando, mais uma vez, que tem muito a oferecer ao imaginário dos fãs do gênero.
O ano de 2020 está chegando ao fim (ainda bem!). Foram meses de muita luta e uma pandemia que afetou (e afeta) a vida de todo mundo. O cinema e as séries, muitas vezes, serviram como meio de apoio/entretenimento para todos nós em confinamento. Mas muitas vezes esse apoio se revelou algo decepcionante, para não dizer trágico, com filmes péssimos e frustrantes.
E é neste clima que o CinePOP preparou para vocês uma lista com os Piores Filmes de 2020. Tem para todos os gostos. E você está mais do que liberado para discordar. Participe através dos comentários com sua lista de decepções cinematográficas do ano.
Agora, fique com nosso “top” 15 do ano!
15) O Limite da Traição
Talvez fosse melhor que Tyler Perry continuasse fazendo comédias. Não que suas comédias sejam grandes obras, mas ao menos fazem sucesso. Já o thriller O Limite da Traição é um completo fracasso de crítica, e também não parece ter conquistado muito o público, embora não tenhamos os números de audiência da Netflix. O longa acompanha o julgamento de Grace Waters (Crystal Fox), uma mulher acusada de assassinar o marido Shannon DeLong (Mehcad Brooks). Além de dirigir e escrever o filme, Perry integra o elenco na pele de Rory, membro da defensoria pública.
14) Era Uma Vez um Sonho
Era Uma Vez um Sonho não só é o título do filme, mas a razão pela qual Glenn Close e Amy Adams aceitaram embarcar nessa trágica jornada. Duas das atrizes mais injustiçadas da história do Oscar, elas devem ter visto aqui a oportunidade de conquistar uma estatueta. O filme cheira a Oscar. Oferece grandes transformações físicas às atrizes e ainda conta com direção de um cineasta amado pela Academia: Ron Howard, de Uma Mente Brilhante, Rush e companhia. Mas o tiro saiu pela culatra. Não só o filme deve ficar de fora de toda temporada de premiações, como colecionou uma série de críticas negativas.
13) Artemis Fowl
A mais nova tentativa da Disney de conseguir um Harry Potter para chamar de seu não deu nada certo. Adaptação da saga literária escrita por Eoin Colfer, Artemis Fowl estava previsto para chegar aos cinemas em 2020, mas acabou jogado diretamente para o Disney Plus. E ninguém parece ter sentido falta do filme na tela grande. Dirigido por Kenneth Branagh, o longa traz Ferdia Shaw na pele do personagem-título, um jovem de 12 anos que usa sua inteligência para cometer pequenos crimes. Decidido a encontrar o pai, ele descobre um mundo mágico de fadas. A trama é tão genérica e desinteressante que nem mesmo nomes como Judi Dench, Josh Gad e Colin Farrell conseguem se destacar.
12) Dolittle
Algumas decisões são difíceis de entender… Após anos envolvido no Universo Cinematográfico da Marvel, o que faria Robert Downey Jr. se envolver em uma produção tão desinteressante e sem perspectivas como Dolittle? Não é como se ele estivesse precisando de dinheiro, não é mesmo? O filme é um verdadeiro desastre. A trama é boba, as piadas pouco funcionam e nem mesmo os efeitos visuais são muito chamativos. Na verdade, pelo contrário. O excesso de CGI é algo que tira ainda mais o espectador da história. Isso e o roteiro nada inspirado escrito por Stephen Gaghan (que também é diretor do filme), Dan Gregor e Doug Mand.
11) Bloodshot
A carreira de Vin Diesel é bem curiosa. Péssimo ator, ele parece vencer pela insistência. E pela tentativa desenfreada de criar franquias. Algumas deram certo, como Velozes e Furiosos, outras nem tanto, como As Crônicas de Riddick. Bloodshot parecia uma franquia que morreria no primeiro filme, mas alguns lunáticos ainda defendem a ideia de uma continuação. O longa é risível de ruim. Conta com atuações horríveis, não só de Diesel, mas também de Eiza González e Sam Heughan.
10) O Grito
Um remake do remake. O que poderia dar errado? Estrelado por Sarah Michelle Gellar, O Grito (2004) foi uma refilmagem de filme de terror japonês feita às pressas para aproveitar o sucesso de O Chamado (2002). O longa não foi um completo fracasso, mas também passou longe de agradar muita gente. Agora, 16 anos depois, Hollywood achou que estava na hora de tentar mais uma vez trazer a história para a tela grande. Pois bem, não estava. O novo O Grito traz Lin Shaye, John Cho, Demián Bichir e Andrea Riseborough no elenco principal. E nem mesmo a experiência de Shaye no gênero (ela é uma das estrelas da franquia Sobrenatural) foi o suficiente para fazer o filme algo melhor.
9) A Última Coisa que Ele Queria
Anne Hathaway, Ben Affleck, Willem Dafoe, Rosie Perez, Toby Jones… O elenco prometia um filme com potencial para figurar na temporada de premiações. Todos sob direção da competente Dee Rees, em alta após o sucesso com Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi. Mas o que parecia um sonho logo se revelou um pesadelo. Atuações cafonas e uma trama completamente desinteressante sobre uma jornalista que abandona o trabalho em uma campanha presidencial para ajudar o pai em um negócio suspeito.
8) O Halloween do Hubie
Adam Sandler figurou em um dos melhores filmes lançados pela Netflix em 2020: Jóias Brutas. Mas ele não resiste e também tratou de lançar sua bomba anual tradicional: O Halloween do Hubie. Ao lado de seu parceiro regular, o diretor Steven Brill (A Herança de Mr. Deeds, Zerando a Vida, dentre outros), Sandler preparou esta comédia de Dia das Bruxas sobre um homem que é piada entre crianças e adultos de sua região, mas que assumirá a responsabilidade de salvar o Halloween. Kevin James, Julie Bowen, Steve Buscemi e Rob Schneider integram o elenco.
7) Macabro
Macabro é um filme repleto de boas intenções, mas com uma mensagem deplorável por trás. Dirigido por Marcos Prado, badalado produtor responsável por Tropa de Elite, o longa conta a história real de dois irmãos acusados de crimes brutais numa área rural no interior do Rio de Janeiro. O caso chama a atenção da política do estado, que manda especialistas para tentar capturar os jovens. Aos poucos, vamos vendo que existe muito por trás dos crimes que não é igual à versão oficial dos moradores da região. Macabro poderia funcionar como um thriller de investigação policial, mas se perde na abordagem dos dois jovens, com uma conotação que pode ser vista até como racista. Os garotos, que são pretos, são retratados como verdadeiros selvagens, quase como monstros. Mesmo com o filme reforçando o abuso que eles sofreram, a abordagem grotesca dos jovens vem carregada de muito preconceito. Eticamente, um dos longas mais problemáticos do ano.
6) O Cobrador de Impostos
Apesar das inúmeros polêmicas em que se meteu nos últimos anos, Shia LaBeouf volta e meia aparece em um filme em que busca sua redenção na indústria. E a tentativa, em 2020, foi com O Cobrador de Impostos, lançado diretamente em VOD no Brasil. Acontece, que o filme é tão ruim que dificilmente ajudará na imagem do ator. Pelo contrário, seu comportamento errático durante as gravações parecem só ter afastado ainda mais o interesse de Hollywood por seu trabalho. O longa é péssimo e conta com direção de David Ayer, conhecido por aquela outra bomba chamada Esquadrão Suicida.
5) Os Órfãos
Versão para os cinemas de clássico da literatura escrito por Henry James, Os Órfãos é basicamente uma sucessão de equívocos. Apesar do pedigree da obra original, a produção entregou a adaptação da trama na mão de dois roteiristas com muito mais erros do que acertos. Para cada Invocação do Mal, Chad Hayes e Carey W. Hayes possuem vários exemplos de roteiros mal sucedidos, como A Casa de Cera, A Colheita do Mal e Terror na Antártida, para citar apenas três. O elenco também não ajuda muito. Mackenzie Davis está pouquíssimo inspirada e Finn Wolfhard parece completamente fora da história.
4) Luccas Neto em: O Hotel Mágico
Por um instante, ficou até a dúvida se este filme merecia fazer parte da lista, afinal: trata-se de um filme? Vamos considerar que sim, mas a verdade é que está muito mais para propaganda ou post patrocinado para o YouTube do que qualquer outra coisa. A obra é basicamente uma sucessão de product placement atrás da outra, cujo único objetivo parece ser promover marcas e o nome de seu protagonista: Luccas Neto. Não por acaso, o nome do ator/youtuber está no título do longa. Luccas Neto em: O Hotel Mágico é tudo aquilo que você pode esperar caso tenha mais de 10 anos de idade. Na verdade, é pior do que você pode esperar.
3) A Possessão de Mary
Gary Oldman é um forte concorrente ao Oscar 2021 pelo trabalho em Mank, de David Fincher, mas ele também teve um momento muuuuuuito baixo em 2020. Ele é o protagonista de A Possessão de Mary, filme que foi recusado por Nicolas Cage. Sim, Nicolas Cage recusou o projeto. Se isso não é indicativo de algo ruim, não sei o que é. A Possessão de Mary conta a história de uma família que compra um navio para um novo negócio, mas acaba descobrindo que o local guarda segredos assustadores. Além de Oldman, o elenco traz as presenças de Emily Mortimer, Manuel Garcia-Rulfo, Stefanie Scott e Jennifer Esposito.
2) 365 Dias
Basicamente um “Quero ser Cinquenta Tons de Cinza”. E se o Cinquenta Tons de Cinza já é péssimo, imagina a versão genérica… O soft-porn polonês fez barulho nas telinhas da Netflix no primeiro semestre de 2020. O que só mostra que o povo está muito carente. A trama é risível e as atuações são sofríveis, com um casal principal sem muita química e um roteiro pra lá de mal desenvolvido. Isso tudo sem falar na premissa ultrapassada e problemática que envolve uma mulher se apaixonando por seu sequestrador. Um filme de 2020 com premissa de 1986.
1) The Last Days of American Crime
A maior bomba de 2020 também vem da Netflix. Trata-se de The Last Days of American Crime, confuso drama policial estrelado por Edgar Ramírez. Dirigido por Olivier Megaton, de Busca Implacável 2 e 3, o filme é uma verdadeira tragédia, a começar pela duração escolhida. São 142 minutos de uma duração quase que interminável. A trama se passa em um futuro não tão distante, em que o governo americano desenvolve um sinal que faz com que seja impossível qualquer pessoa cometer um crime. Diante disso, um criminoso embarca em um último golpe para roubar uma quantia que faria com que não precisasse se preocupar pelo resto da vida.
‘The I-Land’ é a nova série de terror da Netflix, mas parece que sua promissora história não agradou muitas pessoas: a produção abriu com 0% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 1,67/10baseada em 8 reviews até o momento.
Ainda sem consenso geral, confira algumas críticas abaixo:
“Ao longo de seus sete episódios, ‘The I-Land’ oscila entre o limite de uma paródia ridícula e de um drama risível” – Thrillist.
“‘As coisas vão ficar piores antes de começarem a melhorar’, diz um dos personagens. À medida que a série se desenrola, é dolorosamente claro que ele estava certo” – La Nación.
“Acho que caixinha de surpresas não é a descrição certa para este desastre indisputável, visto que surpresas vêm com alguma intriga para ser resolvida e caixas são, na verdade, bem úteis” – TV Guide.
“Bem possível que seja o pior show da televisão de 2019” – entertaiment.ie.
“Os diálogos desajeitados e os personagens genéricos fazem com que nos importemos bem pouco sobre o porquê desses dez idiotas estarem presos na ilha” – Decider.
A produção será lançada na plataforma no dia 12 de setembro.
Quando dez pessoas acordam em uma ilha misteriosa sem memória de quem são ou como chegaram lá, eles começam um plano para voltar para casa. Logo, eles descobrem que esse mundo não é o que parece. Desafiados com desafios psicológicos e físicos, eles terão que se superar – ou morrer em seus fracassos.
O elenco inclui Kate Bosworth, Natalie Martinez, Alex Pettyfer, Ronald Peet, Kyle Schmid, Kota Eberhardt, Sibylla Deen, Anthonly Lee Medina, Gilles Geary e Michele Veintimilla.
Na trama, doze estranhos acordam sem saber onde estão, após um apagão. O longa reúne elementos de filmes de ação com sátira social, ao mostrar um grupo de elite que persegue e mata humanos por esporte. Hilary Swank (ganhadora do Oscar), Emma Roberts (American Horror Story), Betty Gilpin (O Grito e Juntos Para Sempre) e Justin Hartley (This is Us) são alguns dos nomes do elenco.
Assista ao trailer:
“A caça está liberada. Apenas as pessoas designadas podem ser caçadas na mansão”, diz o slogan do filme.
A lendária Toni Braxton, vencedora de sete estatuetas do Grammy Awards, anunciou ontem (31)que vai lançar seu 10º álbum de estúdio em 28 de agosto através da Island Records.
Intitulado ‘Spell My Name’, a obra trará colaboração com o aclamado produtor Antonio Dixon, que já trabalhou também com Beyoncé, Teddy Riley e Ariana Grande.
Confira a capa:
Além disso, a cantora e compositora lançou um novo single promocional do álbum, o nu-disco setentista “Dance”.
Ouça:
A nova canção promocional é precedida por “Do It”, que alcançou o 3º lugar das paradas de R&B da Billboard duas semanas atrás e ganhou um remix incrível da rapperMissy Elliott.
‘Spell My Name’ é o primeiro álbum de inéditas de Braton desde ‘Sex & Cigarettes’, lançado em 2018.
E aí, você está animado para assistir à pré-sequência?
Quando os criminosos mais cruéis da história se reúnem para tramar uma guerra para roubar milhões, um homem deve correr contra o tempo para detê-los. Descubra as raízes da primeira agência de inteligência independente em ‘King’s Man: A Origem‘.
Dirigido por Matthew Vaughn, o filme é estrelado por Ralph Fiennes, Djimon Hounsou,Aaron Taylor-Johnson, Harris Dickinson, Gemma Arterton, Rhys Ifans, Matthew Goode e Stanley Tucci.
‘The Ghost and Molly McGee’ é a mais nova série animada da Disney Television Animation e, agora, o canal divulgou a música-tema oficial da produção.
Confira:
A produção, criada por Bill Motz e Bob Roth (‘LEGO Star Wars’), deve ser lançada no Disney Channel em outubro de 2021.
Ashly Burch (‘Mythic Quest: Raven’s Banquet’) e Dana Snyder (‘Aqua Teen Hunger Force’) estrelam como Molly e o epônimo fantasma, respectivamente.
A série gira em torno de uma jovem otimista chamada Molly, que vive para transformar o mundo em um lugar melhor, e do fantasma ranzinza Scratch, cujo trabalho é espalhar miséria e caos por onde passa. Mas quando uma das maldições de Scratch sai pela culatra, ele se vê para sempre atado à vida de Molly.
A 2ª temporada de ‘The Witcher’ nem mesmo chegou à Netflix, mas a plataforma de streaming aproveitou a última edição do Festival TUDUM para confirmar que a série já foi renovada para o terceiro ciclo.
E só mais uma coisinha: a 3ª temporada de The Witcher está confirmada!
Lembrando que os próximos episódios têm estreia agendada para 17 de dezembro.
Confira os títulos dos episódios abaixo:
Episódio 1 – A Grain of Truth Episódio 2 – Kaer Morhen Episódio 3 – What Is Lost Episódio 4 – Redanian Intelligence Episódio 5 – Turn Your Back Episódio 6 – Dear Friend Episódio 7 – Voleth Meir Episódio 8 – [NÃO REVELADO]
Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.
Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.
O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.
A 20th Century Studios divulgou hoje (13) um novo teaser oficial de ‘Sem Saída’ (‘No Exit’), thriller estrelado por Havana Rose Liu (‘Mayday’).
Além disso, foi revelado que o filme tem estreia marcada para o dia 25 de fevereiro na plataforma de streaming do Hulu, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.
O filme é dirigido por Damien Power, com roteiro assinado por Andrew Barrer e Gabriel Ferrari.
Darby (Liu) é uma jovem mulher a caminho de uma emergência familiar que se vê no meio de uma nevasca e encontra abrigo em uma área de descanso na rodovia, juntamente a um grupo de estranho. Quando ela cruza caminho com uma garota sequestrada em uma van, ela mergulha numa luta pela vida para descobrir quem, dentre eles, é o responsável.
Danny Ramirez, David Rysdahl, Dale Dickey, Mila Harris e Dennis Haysbert completam o elenco.
‘Sem Saída’ é baseado no romance homônimo de Taylor Adams, lançado em 2017.
‘Spencer’ se tornou um dos filmes mais elogiados do ano passado e garantiu à Kristen Stewart uma indicação ao Oscar por sua aplaudida performance como Lady Di.
Agora, a produção finalmente chegou ao Prime Video.
O longa-metragem foi disponibilizado no último dia 01 de julho no catálogo da plataforma de streaming.
Relembre o trailer:
‘Spencer’ é um longa cujo título faz referência ao sobrenome de solteira de Diana. Se passando nos anos 1990, Diana passa o feriado do Natal com a família real na propriedade de Sandringham, em Norfolk, Reino Unido. Apesar das bebidas, brincadeiras e comidas que Diana já sabe o script da realeza, mas esse final de ano vai ser diferente. Após rumores de traição e de divórcio, a princesa se vê em um impasse quando percebe que seu casamento com Príncipe Charles já não está dando mais certo e nunca dará, já que o príncipe ama somente Camilla Parker Bowles, mesmo com os dois filhos, portanto ela decide o deixar. Após o pedido, Diana se vê atormentada pelo fantasma da ex-rainha Ana Bolena, também deixada de lado pelo marido. Spencer é apenas uma especulação do que pode ter acontecido durante esses turbulentos dias e noites de paparazzi rodeando sua vida que antecedem o Natal e os seguintes após seu pedido oficial de divórcio.
Jack Farthing, Sally Hawkins e Timothy Spall também fazem parte do elenco.
‘The Last of Us’, aguardada adaptação da aclamada franquia de games, chega em breve à HBO e à HBO Max – e os fãs mal podem esperar para ver a produção ganhar vida.
O drama narra um futuro pandêmico que foi devastador para humanidade, deixando os seres humanos à beira da extinção. O vírus transforma pessoas em canibais e se espalha rapidamente com uma simples mordida. Algumas décadas depois, os poucos sobreviventes que restaram vivem viajando ou em quarentenas protegidas por oficiais do governo. Este é o cenário em que acompanhamos Joel, um sobrevivente durão que é contratado para levar a jovem Ellie para fora da zona de quarentena opressiva onde vive. Os dois devem encontrar um grupo de rebeldes paramilitares que se rebelou contra as autoridades. Porém, eles descobrem no caminho que Ellie está possivelmente infectada com o vírus, apesar da jovem não apresentar os sintomas recorrentes da doença. Por conta disso, eles acreditam que a imunidade de Ellie pode ser a chave para encontrar a cura do vírus e potencialmente salvar a humanidade.
Recentemente, o CinePOP teve a honra de conversar com Pedro Pascal (Joel), Bella Ramsey (Ellie), Merle Dandridge (reprisando o papel que interpretou nos jogos, Marlene) e Gabriel Luna (Tommy). O elenco falou sobre as experiências que teve no set de filmagens e de que forma Neil Druckmann, criador dos games originais, e Craig Mazin uniram forças para honrar o material original e garantir que os fãs tivessem a mesma sensação de quando se aventuraram nos jogos.
“Acho que tem sido fascinante para todos nós. Estou sentado ao lado de uma das atrizes originais [Merle], o que é algo que nem consigo começar a descrever. É um tipo diferente de material com que qualquer um de nós tenha trabalhado antes, é um bastante informativo. E acho que, de certa maneira, estávamos todos ‘nascendo’ – é uma ótima palavra essa, ‘nascendo’ [risadas] – juntos. Foi incrível participar da adaptação televisiva do jogo brilhante de Neil, mas pegar peças da obra original… Eu nunca tive a oportunidade de fazer nada como isso antes. Talvez Craig estivesse nervoso que estávamos jogando muito os games e emulando os papéis demais. Eu e Bella talvez tenhamos feito isso em segredo e escondido dele. Mas também foi interessante colocar juntas as diferentes peças do jogo, levando-as para as páginas do roteiro e para a atmosfera que vinha sendo criada”, contou Pascal.
Ramsey complementou: “exatamente, tudo isso. Nós estudamos o gameplay. Nenhum de nós é gamer, então não conseguíamos fazer tudo, mas assistimos e acho que foi tão importante quanto, porque recebíamos os episódios à medida que as gravações ocorriam, não os recebemos de uma vez. Craig teve a tarefa quase impossível de escrever conforme as coisas andavam. E foi muito bom ver o gameplay, porque precisávamos entender a história. Ter o material original é ótimo. Nós rodamos em um período de um ano, sob condições climáticas, e estamos muito orgulhosos do que conseguimos”.
Dandridge também contribuiu com a conversa, explicando as diferenças de dublar Marlene nos jogos e interpretá-la em carne e osso.
“Devo dizer que participar [da história] em uma mídia diferente, com a intimidade de uma nova estrutura, foi o maior desafio para mim. Eu precisava esquecer de várias coisas que sabia sobre Marlene, porque tinha vivido com ela há dez anos. A experiência, a família e os núcleos que eu compreendia sobre este mundo foi completamente diferente – bom, não totalmente diferente, mas como se tivesse sido colocado em um contexto diferente. Tirando a versão em palcos que nós fizemos uma vez, fiquei bastante insegura [com a série]. Como eu iria manifestar isso fisicamente? O mais incrível é que tivemos um time fantástico por trás da adaptação, que amava e se preocupada com a história, os personagens… Todos no show se preocuparam muito em elucidar as coisas mais lindas sobre a narrativa. Ter a oportunidade dessa colaboração e das conversas exaustivas foi uma experiência brilhante. Fui tirada da minha ‘zona de conforto’ e senti como um belo presente. Foi assustador e maravilhoso”, ela disse.
Luna aproveitou o momento para falar de sua história com os games: “minha introdução aos games foi em 2013, quando o jogo original saiu. Eu não tinha um PlayStation, então fui à casa do meu amigo, porque ele tinha. Hoje em dia, Austin, no Texas [local onde a história se passa], aparece muito mais na mídia, mas à época, não. Então, foi muito legal ver isso, porque eu sou originalmente de lá. Não consegui terminar, porque era o jogo dele [risadas]. No ano passado, eu descobri que estavam fazendo a série e queria participar. E tive a chance de ignorar minhas tarefas e jogar, minha esposa me pedia para tirar o lixo e eu dizia: ‘querida, não posso, estou trabalhando’ [risadas]. Pude explorar o jogo e aprender sobre o enredo e os personagens. E foi incrível e difícil. Eu tinha que jogar em doses, uma hora de cada vez, por causa da densidade da narrativa e todos os eventos emocionantes que aconteciam. Levou dois meses e meio e eu terminei os dois games. Então vamos trabalhar e eu estava completamente imerso nesse mundo. É uma experiência que transforma seu mundo, eles construíram todas essas texturas e eu conseguia tocar nas coisas. Tem sido arrepiante e espetacular”.
Durante a coletiva, o elenco e os criadores também foram questionados sobre o que os fãs podem esperar da série, considerando que, normalmente, os apaixonados pela franquia original podem se tornar muito protetores em relação à história que aprenderam a amar.
“Eu entendo desse tipo de relação, por ser um grande consumidor de filmes e séries – eu me apaixono por personagens e enlouqueço se conheço os atores que os interpretam”, Pascal comentou. “Mas isso foi levado a outro nível, porque é uma experiência imersiva. Eu não tenho ideia se conseguimos fazer isso, mas eles [Neil e Craig] conseguiram. Porque eles amam [‘The Last of Us’] tanto quanto ou ainda mais que os gamers aficionados. Eles estão fazendo isso para vocês, dando tudo de si. Então, não sei, acho que estamos todos em boas mãos”.
“Eusei”, disse Dandrige. “Eu espero que vocês sintam essa paixão que vem de Craig; é como se você fosse entregue por um pai a um guardião legal e confiável. A parceria entre esses dois fez eu me sentir tão acolhida e amada. Vou dizer uma coisa: não acho que eu seja de chorar muito. Mas não teve um dia sequer que não chorei no set, porque eu estava visceralmente tocada por tudo. Eu convivi com este mundo, convivi com esses personagens, e quando coloquei os pés no set, com [Pedro e Bella] nos figurinos, me conectei intimamente com esses personagens. Conhecê-los em carne e osso, conhecer Joel e Ellie, foi muito emocionante para mim. E não foi apenas por talentos incríveis, mas porque [Neil e Craig] estavam trabalhando arduamente para garantir que a história fosse elucidada e elaborada… E não consigo explicar o quão apaixonada fiquei por esse processo”.
E aí? Animados para a série?
Lembrando que ‘The Last of Us’ estreia no dia 15 de janeiro de 2023.
A 4ª (e última) temporada da aclamada série ‘Succession‘ finalmente estreou na HBO Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional legendado nos levando aos bastidores do 7º episódio.
Assista:
Lembrando que o próximo capítulo, intitulado “America Decides”, vai ao ar no dia 14 de maio.
A venda do conglomerado de mídia Waystar Royco ao visionário da tecnologia Lukas Matsson (Alexander Skarsgård) está cada vez mais próxima. A perspectiva dessa venda sísmica provoca angústia existencial e divisão familiar entre os Roys, pois eles antecipam o que seus as vidas serão assim que o acordo for concluído. Uma luta pelo poder ocorre quando a família avalia um futuro em que seu peso cultural e político é severamente reduzido.
A série foi criada por Jesse Armstrong, e o elenco também conta com Brian Cox, Kieran Culkin, Jeremy Strong e Sarah Snook.
O Collider divulgou um clipe inédito e angustiante de ‘Suitable Flesh’, novo terror inspirado em um conto do lendário escritor H.P. Lovecraft.
Confira:
Judah Lewis loses control of his body in an exclusive sneak peek of ‘Suitable Flesh,’ in theaters and everywhere you rent movies on October 27, 2023. pic.twitter.com/D69ttJjVZZ
Dirigido por Joe Lynch, a trama, baseada na história ‘A Coisa na Soleira da Porta’, acompanha uma outrora estimada psiquiatra que, depois de assassinar um jovem paciente, observa impotente sua vida se transformar em um turbilhão de pesadelo de histeria sobrenatural e mortes horríveis, todas ligadas a uma antiga maldição aparentemente inescapável.
O filme, que conquistou 94% de aprovação no Rotten Tomatoes, tem estreia marcada nos Estados Unidos e em VOD para 27 de outubro de 2023, chegando ao serviço de streaming da Shudder em janeiro de 2024. No Brasil, o título segue sem previsão de lançamento.
Barbara Crampton, Bob Portal, Inderpal Singh e Joe Wicker produzem, enquanto Heather Graham, Judah Lewis, Bruce Davison, Johnathon Schaech, Crampton e outros estrelam.
‘Da Ponte Pra Lá‘, suspense nacional estrelado pelo João Guilherme (‘De Volta aos 15’), chegou recentemente ao catálogo da Max Brasil.
Com um total de sete episódios, a produção é ambientada na cidade de São Paulo, a trama traça paralelos sobre diferenças sociais e culturais dos jovens da periferia e do centro das grandes cidades, ao mesmo tempo, em que fala sobre paixão e luto, temas contextualizados entre dois mundos divididos por um grande mistério. Nele, uma jovem periférica se infiltra na escola mais exclusiva da alta sociedade paulistana em busca de uma única resposta: quem matou seu melhor amigo?
Beau DeMayo, ex-showrunner de ‘X-Men ’97‘, revelou que a Marvel Studios exigiu que ele deixasse a dinâmica entre dois icônicos personagens da série “menos gay” enquanto trabalhava na atração.
Através das redes sociais, DeMayo respondeu à recente polêmica envolvendo a Pixar, uma das subsidiárias do conglomerado Walt Disney Studios, envolvendo uma mudança na caracterização de Riley em ‘Divertidamente 2’. Segundo reportagens recentes, o time de animadores da aclamada animação foi orientado a deixar a personagem menos gay – e o realizador não pensou duas vezes antes de falar sobre o problemático comportamento da companhia.
Em seu perfil no Instagram, De Mayo repostou a matéria com a seguinte legenda: “como eu disse, é um problema generalizado na companhia”.
Já no X, DeMayo afirmou que também recebeu orientações similares ao ser exigido que a dinâmica entre o Professor Charles Xavier e Magneto fosse remodelada para parecer menos gay.
Em uma postagem, ele escreveu: “ouvi as mesmas palavras, ‘menos gay’, no tocante a Magnus e a Xavier, bem como em relação ao marketing”.
Vale lembrar que, apesar de ambos não terem um arco romântico nos quadrinhos originais, essa exploração já ocorreu em ‘X-Men: Primeira Classe’, longa-metragem comandado por Matthew Vaughn.
A 1ª temporada da animação já está disponível na Disney+, e ainda não há previsão de lançamento para a 2ª.
Em uma recente aparição ao podcast Reclaiming, Olivia Munn revelou ter recusado uma oferta de pelo menos um milhão de dólares para concordar em ficar em silêncio sobre um incidente traumático ocorrido em um set de filmagem.
A atriz, conhecida por seu trabalho em produções como ‘New Girl’, ‘The Newsroom’ e ‘X-Men: Apocalypse’, relembrou a experiência e, embora não tenha detalhado o incidente nem nomeado o filme, ela afirmou que o ocorrido se deu no início da era #MeToo, que começou por volta de 2017.
“Houve coisas que aconteceram neste set de filmagem, pessoalmente para mim, que realmente não foram boas e foram tão traumáticas, que tive que registrar reclamações no estúdio”, ela conta. “Cheguei a um ponto em que me ofereceram muito dinheiro, muito dinheiro – sete dígitos – para aceitar o pedido de desculpas. Mas veio junto com um acordo de confidencialidade”.
Munn continua: “não que eu fosse falar sobre isso, de verdade, porque eu só queria superar tudo. E é por isso que não quero falar sobre as coisas específicas que aconteceram naquela situação. Mas eu disse: ‘não vou assinar um NDA’. E eles disseram: ‘você precisa fazer isso’. E eu simplesmente senti que era muito errado. Foi no início da era #MeToo e do Time’s Up… Quando as pessoas tinham como alvo qualquer um que assinasse um NDA e diziam: ‘oh, você só fez isso por dinheiro’. Então eu estava com medo de que, [ao assinar o acordo], tirar qualquer validade sobre [o que aconteceu]… Eu estava preocupada que o estúdio, em um esforço para diminuir minha voz, vazasse que eu havia assinado um NDA por dinheiro.”
A atriz também se recordou de que seu advogado a incentivou a pensar um pouco sobre o assunto, mas ela insistiu que sua decisão era irredutível e que ela mesma queria contar à equipe jurídica da outra parte.
“Uma pessoa me disse: ‘isso é muito dinheiro, você seria louca se não aceitasse isso’”, ela afirmou. “E eu respondi: ‘sei que isso é muito dinheiro para você, mas não dinheiro o suficiente para me fazer perder a voz’. E saímos de lá e lembro-me de ter me sentido muito orgulhosa de tudo”.
Vale lembrar que Munn já veio a público várias vezes para denunciar maus comportamentos em sets de filmagem. Em 2017, ela foi uma das seis mulheres que acusaram o diretor Brett Ratner de assédio sexual, alegando que Ratner se masturbou na frente dela enquanto visitava o set ‘Ladrão de Diamantes’.
Já em 2018, durante as gravações de ‘Predadores’, Munn foi aos executivos da agora extinta 20th Century Fox para reclamar sobre o fato de ter que atuar ao lado de um criminoso sexual registrado – e amigo de longa data do diretor Shane Black.
O Disney+ revelou recentemente que ‘A Família Radical: Maior e Melhor’, revival da aclamada série animada ‘A Família Radical’, foi oficialmente renovado para a 4ª temporada (via Deadline).
As boas novas vêm antes da estreia do terceiro ciclo no dia 6 de agosto.
Mais detalhes não foram revelados.
Na trama, acompanhamos o “dia a dia de Penny Proud, uma jovem que navega de forma hilária pelo crescimento e amadurecimento dentro de uma casa vibrante com uma amável mãe e um pai superprotetor”.
Bruce W. Smith e Ralph Farquhar entram como showrunners e criadores da produção.
O elenco conta com o retorno de Kyla Pratt (Penny), Tommy Davidson (Oscar), Paula Jai Parker (Trudy), JoMarie Payton (Suga Mama), Cedric the Entertainer (Tio Bobby), Karen Malina White (Diljonay Jones) e Soleil Moon Frye (Zoey Howzer).
Keke Palmer, Billy Porter, Zachary Quinto, Lizzo, Lil Nas X, Chance the Rapper, Normani, Leslie Odom Jr., Tiffany Haddish, Lena Waithe, Anthony Anderson, Gabrielle Union, Debbie Allen, James Pickens Jr., Courtney B. Vance, Jane Lynch, Marsai Martin, Jaden Smith, Eva Longoria, Al Roker, Bretman Rock, Gabby Douglas, Laurie Hernandez, Dominique Dawes e vários outros fazem participações especiais na série.
A 2ª temporada de ‘Percy Jackson e os Olimpianos’, que adapta o segundo livro da franquia, ‘O Mar de Monstros’, finalmente chegou ao streaming com os dois primeiros episódios – e, pouco antes da exibição do próximo capítulo, foi divulgado um trailer inédito que nos prepara para os próximos perigos enfentados por nossos heróis.
No Rotten Tomatoes, a temporada alcançou 100% de aprovação da crítica, com base nas primeiras seis avaliações.
Para efeito de comparação, a 1ª temporada, que adaptou “O Ladrão de Raios”, conquistou 91% de aprovação da crítica, com base em 65 avaliações.
“Com quatro episódios lançados, a 2ª temporada de Percy Jackson e os Olimpianos é uma melhora satisfatória em relação à já sólida 1ª temporada”, afirmou Aidan Kelley do Collider.
“Com sua segunda temporada, Percy Jackson e os Olimpianos, do Disney+, prova que chegou para ficar, e não vai cair nas mesmas armadilhas de outras adaptações malfadadas”, afirmou Dais Johnston do Inverse.
“Scobell incorpora esse personagem icônico sem esforço, mesmo que o público possa sentir que sua interpretação carece de mais contundência. A 2ª temporada também desperdiça o potencial de subverter expectativas e, no fim das contas, Percy Jackson aposta no seguro”, afirmou Martin Carr da CBR.
“A segunda temporada de Percy Jackson e os Olimpianos é uma grande aventura ao redor do mundo, e seu trio de protagonistas cresce de forma adequada, tornando-se mais velho e emocionalmente maduro para enfrentá-la”, afirmou Lauren Coates do Next Best Picture.
“Se você vai gostar da série ou não, imagino que será fortemente influenciado por quanto você amava os livros de Rick Riordan quando criança, e eu amava, muito, mas a ação é ágil, os monstros são agradavelmente nojentos e o humor continua afiado”, afirmou Vicky Jessop do Standard.
“A 2ª temporada de Percy Jackson and the Olympians é um retorno mágico a um mundo onde mitologia não é apenas algo que você aprende e esquece. É maior. É mais irreverente. É mais ousada. E pode muito bem ser melhor do que a 1ª temporada”, afirmou Lissete Lanuza Sáenz do Fangirlish.
A série acompanha o jovem Percy Jackson, um garoto que acaba de descobrir que é um semideus – metade humano, metade deus. Percy é filho de Poseidon, o deus dos mares e oceanos na mitologia grega, e precisa aprender a controlar suas habilidades especiais. Frequentando o Acampamento Meio-Sangue, um lugar para crianças e adolescentes como ele, Percy se aproxima de Grover e Annabeth. Grover é um sátiro sensível à natureza e as emoções dos outros, enquanto Annabeth é uma garota astuta e curiosa, características de sua mãe, a deusa Atena.
Juntos, os melhores amigos embarcam em uma jornada para impedir que aconteça uma guerra entre os deuses do Olimpo. Pouco depois de descobrir sua verdadeira origem como semideus, Percy é acusado por Zeus, o deus do céu e também seu tio, de ter roubado o seu mais precioso raio. Percy e seus amigos devem viajar pelo país para encontrar o raio e restaurar a ordem no Olimpo.
A série é estrelada por Walker Scobell (Percy Jackson), Leah Sava Jeffries (Annabeth Chase), Aryan Simhadri (Grover Underwood), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue) e Charlie Bushnell (Luke Castellan).
A HBO Max divulgou as primeiras cenas oficiais da 4ª temporada do popular drama de época ‘A Idade Dourada’.
O próximo ciclo ainda não tem previsão de lançamento na plataforma de streaming.
Confira, a partir de 1:08:
Vale lembrar que Jim Gaffigan, Dallas Roberts, Elizabeth Marvel e Andrew Burnap foram contratados em caráter convidado para os novos episódios. Além disso, Kelley Curran foi promovida ao elenco regular da nova iteração. Curran tem integrado o elenco recorrente da série desde a 1ª temporada como Enid “Turner” Winterton.
A série foi criada por Julian Fellowes (‘Downton Abbey’).
A trama é ambientado nos Estados Unidos, em 1882. A jovem Marian Brook é a filha órfã de um general do sul que se muda para a casa de suas tias rígidas e tradicionais, na cidade de Nova York. Acompanhada pela misteriosa Peggy Scott, ela se envolve na vida deslumbrante dos novos vizinhos, todos estupendamente ricos. Será que Marian seguirá as novas regras sociais ou traçará um caminho próprio?
O elenco conta com Carrie Coon, Morgan Spector, Louisa Jacobson, Denée Benton, Taissa Farmiga, Blake Ritson, Thomas Cocquerel, Simon Jones, Jack Gilpin, Cynthia Nixon e Christine Baranski.
Agora que Ian McDiarmid está retornando ao universo ‘Star Wars‘ em ‘A Ascensão Skywalker‘, a Lucasfilm decidiu utilizar sua voz em um antigo episódio da série ‘Rebels’.
Na 2ª temporada da animação, o Imperador Palpatine é dublado por Sam Witwer (que também dubla Darth Maul), mas McDiarmid foi convidado a redublar o personagem para manter sua originalidade.
A novidade foi compartilhada por um usuário do Reddit.
Lembrando que ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ estreia em 19 de dezembro nos cinemas nacionais.
Assista ao trailer:
Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.
Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.
O grandioso elenco conta com Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Loud, Naomi Ackie, Richard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.
Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.
Durante uma entrevista para o Screen Rant, Chiwetel Ejiofor confirmou que vai reprisar seu papel como Barão Mordo em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, que será dirigido por Sam Raimi (‘Homem-Aranha‘).
O astro disse que ainda não há previsão para o início das filmagens, mas está empolgado em retornar ao MCU.
“Eu não sei quando vamos começar a filmar, mas espero que em breve, porque estou muito empolgado para retornar a esse universo. É só o que eu tenho dizer, ainda não sei qual será o papel de Mordo desta vez. Mal posso esperar para descobrir.”, disse ele.
Ainda não há muitos detalhes sobre a participação do anti-herói, mas a cena pós-créditos do filme original indicou que Mordo está buscando outros usuários da magia para eliminá-los, na tentativa de evoluir seu próprio poder.
Recentemente, o Collider divulgou que a Marvel Studios contratou Michael Waldron (‘Loki’) para reescrever o roteiro da sequência, que estava sendo escrito Jade Halley Bartlett na função.
Lembrando que Raimi vai comandar o projeto no lugar de Scott Derrickson – que deixou o filme devido a divergências criativas, mas permanece no cargo de produtor.
Confira a sinopse oficial:
Depois dos eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Stephen Strange continua sua pesquisa sobre a Joia do Tempo. Entretanto, um antigo amigo que se tornou inimigo acaba com seus planos e leva Strange a desencadear um mal terrível.
O material reitera o retorno da Joia do Tempo, que fora destruída em ‘Vingadores: Ultimato‘. É provável que um dos mistérios da sequência seja justamente como Strange consegue continuar nessa procura, principalmente considerando a forte possibilidade de que a produção traga o personagem Baron Mordo de volta, a contar pela descrição.
Benedict Cumberbatch retornará como o protagonista, encontrando a Feiticeira Escarlate de Elizabeth Olsen. Benedict Wong e Tilda Swinton também retornam.
A sequência também deve introduzir Clea no MCU, já que Kevin Feige disse que Wanda não seria a única feiticeira do filme.
‘Doutor Estranho no Multiveso da Loucura’ tem estreia marcada para o dia 25 de Março de 2022.
De acordo com a Variety, a Warner Bros confirmou para 22 de outubro de 2021 a estreia de ‘Cry Macho‘, novo drama faroeste dirigido por Clint Eastwood.
Além de chegar aos cinemas norte-americanos, o longa também estará disponível no catálogo da HBO Max no mesmo dia.
Baseado no romance homônimo escrito por N. Richard Nash em 1975, o roteiro foi lapidado por Nick Schenk (‘Gran Torino’) a partir dos rascunhos desenvolvidos pelo próprio Nash, falecido em 2000.
A trama acompanha um criador de cavalos de raça e ex-astro do rodeio aceita o trabalho de transportar um jovem do México para o Texas, para longe de sua mãe alcoólatra.
Durante a viagem, os dois desenvolvem laços inesperados e aprendem muito um com o outro, e o cavaleiro cansado do mundo pode encontrar seu próprio senso de redenção ensinando ao menino o que significa ser um bom homem.
Além de dirigir, Eastwood também irá estrelar, junto com Eduardo Minett e Dwight Yoakam
O veterano também entra como produtor ao lado de Al Ruddy, Jessica Meier e Tim Moore.
‘Cry Macho’ será o retorno de Clint Eastwood como ator desde ‘A Mula’, drama lançado em 2018. Seus recentes créditos incluem o remake do aclamado ‘Nasce Uma Estrela’, estrelado por Lady Gaga e Bradley Cooper, e ‘O Caso Richard Jewell’, que rendeu a Kathy Bates uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante.
O CBM divulgou um novo pôster de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, mostrando um Peter Parker (Tom Holland) desanimado ao perceber que o mundo já sabe que é ele por baixa da máscara do aracnídeo.
Numa Nova York coberta pela neve, os prédios da cidade exibem seu rosto e o apontam como inimigo público.
Confira:
Lembrando que a sequência estreia em 16 de dezembro nos cinemas nacionais.
Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.
Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.
Desde o anúncio de ‘House of the Dragon’, a derivada de ‘Game of Thrones’ era aguardada com bastante expectativa por conta da fama da antecessora, mas desta vez em uma trama focada no auge da casa Targaryen.
Primeiro, os fãs tiveram uma certa dúvida por conta do final decepcionante da série original, mas o entusiasmo parecia se renovar a cada novo trailer lançado.
E é claro que os fãs estavam ansiosos para retornar a Westeros, onde é ambientada a trama, e testemunhar os Targaryen com seus dragões em toda a sua glória.
Agora que a nova série foi lançada, o público é praticamente unânime ao elogiar a atração, seja em relação aos efeitos, à trama, às atuações…
Nas redes sociais, o público está confiante de que ‘House of the Dragon’ terá um futuro promissor e que irá restaurar a paixão pelo universo criado por George R.R. Martin.
Matt Smith simplesmente roubou a cena em House of the Dragon. se alguém tinha qualquer receio dele na série, ele calou a boca de geral https://t.co/UNz8icSKeM
a cena inicial do piloto de house of the dragon com a rhaenyra voando e em seguida pousando em kingslanding é tão encantadora, é tão épica, é estranho pq é como se a série estivesse sendo exatamente o que sonhávamos que ela fosse, que incrível pic.twitter.com/BWgil0tRp8
sem acreditar que o twitter vai voltar a ser uma loucura como era em cada episódio novo de game of thrones com house of the dragon pic.twitter.com/yTIMu0ybRe
hoje tem house of the dragon e já peço desculpas pela pessoa que me tornarei para quem não me conheceu na época de got, pois, estarei apoiando incesto, violência, dragões queimando todo mundo E DAEMON TARGARYEN SENDO AGENTE DO CAOS SIM CACETEpic.twitter.com/CdoARhOQ6N
house of the dragon confirmou que o jon snow condenou westeros e todo o mundo conhecido a perdição quando impediu que daenerys sentasse no trono de ferro pic.twitter.com/y2Pip4CCtB
nossa quando apareceu 172 anos antes do nascimento da Princesa Daenerys Targaryen… lenda atemporal que marcou mesmo o mundo a maior pic.twitter.com/hOXDEz5vMX
Lembrando que o segundo capítulo será exibido em 28 de agosto e a plataforma de divulgou mais um trailer promocional preparando o público para os próximos eventos do show.
Confira:
A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance ‘Fogo & Sangue’, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.
O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly Alcock e Emily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.
A Netflix cancelou oficialmente a série ‘Lockwood & Co‘, baseada nos romances escritos por Jonathan Stroud, depois de apenas uma temporada.
De acordo com o Variety, apesar do serviço de streaming ter gostado da produção, os números de audiência não foram altos o suficiente para garantir um novo ciclo.
Mesmo assim, parece que a atração tinha uma legião de fãs, que estão compartilhando mensagens de decepção nas redes sociais.
Apesar da baixa audiência, a série era uma adaptação fiel aos romances e tinha um narrativa atraente e promissora, então o cancelamento pegou a todos de surpresa
Confira as reações:
COMO A NETFLIX TEVE CORAGEM DE DEIXAR ESSA CRIANÇA DESEMPREGADA
pensar que a ruby deixou bridgerton porque na s1 a personagem não foi valorizada então ela foi buscar outra oportunidade e a netflix vai lá e cancela lockwood & co que ódio pic.twitter.com/IhMdDOWjSh
pensando muito que a Ruby (nossa ex Francesca) saiu de Bridgerton pra entrar em Lockwood & CO e agora essa série foi cancelada… https://t.co/AVpeUzKq8w
tadinha da ruby stokes deixou de ser a francesca em bridgerton que um dia teria uma temporada todinha dela pra fazer lockwood & co e agora a série foi cancelada e a coitada perdeu tudo!! pic.twitter.com/7ApC4n0Dsu
O site ainda afirma que, apesar do cancelamento, a produtora Complete Fiction – que foi fundada por Joe Cornish, Edgar Wright, Nira Park e Rachael Prior – continuará sua parceria com a Netflix através de outros projetos.
Anteriormente, o diretor Joe Cornish havia declarado que tinha planos para o desenvolvimento de mais duas temporadas: “Há cinco livros da saga ‘Lockwood & Co‘ escritos pelo brilhante Jonathan Stroud. Adoraríamos ter a chance de colocar tudo isso na tela, mas, ao mesmo tempo, estamos muito orgulhosos da 1ª temporada. Se você quer descobrir o que está além daquela porta e mal pode esperar por mais, então leia os livros.”
Relembre o trailer:
A série é escrita e dirigida por Joe Cornish.
Em Londres, os mais talentosos caçadores de fantasmas adolescentes viajam todas as noites para um perigoso combate com espíritos mortais. Entre as muitas agências corporativas, uma pequena startup está sozinha: Lockwood & Co, operada por dois jovens e uma garota psiquicamente talentosa, que formam um trio de renegados livres de motivos financeiros, supervisão adulta e destinado a desvendar um mistério que mudará curso da história.
Ruby Stokes, Cameron Chapman e Ali Hadji-Heshmati estrelam.
Ivanno Jeremiah, Luke Treadaway, Morven Christie, Jack Bandeira, Ben Crompton, Hayley Konadu, Rhianna Dorris, Paddy Holland e Rico Vina completam o elenco.
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