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‘Shang-Chi’ se torna o 1º filme a ultrapassar US$ 200 milhões nos EUA após a pandemia

Sucesso! ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ se tornou o primeiro filme da ultrapassar a marca dos US$ 200 milhões nas bilheterias dos EUA após a pandemia de COVID.

Além disso, o filme também conseguiu desbancar a bilheteria total de ‘Viúva Negra‘ (US$ 378.8m), com US$ 386.9 milhões arrecadados mundialmente.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 206.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 180.8 milhões.

Vale lembrar que o filme continua está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira a nossa crítica:

Crítica | Shang-Chi – Marvel acerta novamente com filme envolvente, emocionante e com cenas de ação IMPRESSIONANTES

Dirigido por Destin Daniel Cretton, o filme também conta com Awkwafina, Tony Chiu-Wai Leung, Michelle Yeoh, Florian Munteanu, Fala Chen e Ronny Chieng.

Shang-Chi é o filho de um globalista com base na China que criou e educou o descendente dele em um recluso complexo chinês, treinando artes marciais e adquirindo habilidades insuperáveis. Quando ele tem a chance de entrar em contato com o resto do mundo, logo percebe que seu pai não é o humanitário que dizia ser, vendo-se obrigado a se rebelar.

Sorria

(Smile)

 

Elenco:

Sosie Bacon
Kyle Gallner
Rob Morgan
Caitlin Stasey

Direção: Parker Finn

Gênero: Terror

Duração: 105 min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 29 de Setembro de 2022

Sinopse: 

Após testemunhar um incidente traumático envolvendo uma paciente, a Dra. Rose Cotter começa a ser assombrada por ocorrências sobrenaturais que ela não consegue explicar. Logo, ela deve confrontar seu passado problemático para sobreviver e escapar de sua nova realidade sinistra.

Crítica: 

Crítica | ‘Sorria’ explora o trauma com uma ambiciosa e dissonante narrativa

Entrevistas: 

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Parker Finn também assina o roteiro da produção;

» ‘Sorria’: Terror conquista 77% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as reações!

» Moradores dos EUA ficaram ATERRORIZADOS com marketing de novo filme de terror; Assista!

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘John Wick 4: Baba Yaga’ deve se tornar a MAIOR estreia da franquia nos EUA

De acordo com o BoxOfficePro, a sequência ‘John Wick 4: Baba Yaga‘ deve dominar os cinemas norte-americanos, quebrando recordes e se tornando a maior estreia da franquia no país.

Projeções indicam que o longa arrecadará sólidos US$ 64 milhões em seu primeiro final de semana.

Para termos de comparação, as sequências anteriores, ‘John Wick 3: Parabellum‘ e ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar‘, estrearam nos EUA com US$ 56.8 milhões e US$ 30.4 milhões, respectivamente.

John Wick 4‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de março.

Vale lembrar que o nosso editor-chefe Renato Marafon teve a chance de conversar com o astro Keanu Reeves. Sempre despojado e carinhoso, Keanu refletiu sobre a carreira que construiu:

“Eu tentei construir uma carreira, mas isso só possível se as pessoas gostassem do meu trabalho, seja o público ou os artistas com quem trabalhei, como os diretores. Você só pode fazer o seu melhor, o que você espera de uma história, e trabalhar duro. Você espera que as pessoas gostem do que você está fazendo. Ser relevante é complicado. Não sei. Você precisa de diretores e roteiristas visionários. Eu sou apenas uma ferramenta para dar voz à visão de outra pessoa.”, ele afirmou. 

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

O novo filme traz John Wick descobrindo um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.

Chad Stahelski volta a dirigir e prometeu um filme à altura da franquia:

“Estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação,” afirmou.

Relembre o trailer:

Invasão alienígena no trailer da 3ª temporada de ‘Resident Alien’; Confira!

O canal SyFy divulgou o trailer completo da 3ª temporada de ‘Resident Alien‘, série cômica de ficção científica estrelada por Alan Tudyk.

Confira:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 14 de fevereiro. Originalmente, a terceira temporada contaria com 12 episódios, mas o ciclo sendo encurtado para apenas oito capítulos.

Criada por Chris Sheridan, a série é baseada nos quadrinhos da Dark Horse.

Harry é um extraterrestre que pousa no planeta Terra e tenta se passar como um médico humano. Com a missão secreta de matar todos os humanos, Harry começa a viver uma vida simples – mas as coisas ficam difíceis quando ele é encarregado de ajudar a resolver um assassinato local e ele percebe que precisa entender esse novo mundo.

O elenco ainda conta com Sara Tomko, Corey Reynolds, Alice Wetterlund e Levi Fiehler.

Oi? Guaxinim cracudo toca o TERROR no trailer ‘Crackcoon’; Confira!

O terror ‘Crackcoon‘, que traz um guaxinim drogado e assassino, ganhou um novo trailer.

A produção segue a tendência de um novo “subgênero” de filmes em que animais criam instintos assassinos após acidentalmente consumirem drogas, iniciada por ‘Urso do Pó Branco‘.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Brad Twiggs, ‘Crackcoon‘ conta a história de um guaxinim inocente que acaba acidentalmente ingerindo pedras de crack e desenvolvendo uma raiva incontrolável, capaz de matar brutalmente todos à sua frente.

“Quando uma droga sintética é descartada na floresta por um traficante durante uma perseguição policial, as consequências se mostram nada menos que horríveis quando um guaxinim inocente a ingere, transformando-se em uma máquina assassina direto das profundezas do inferno. Com campistas, turistas e moradores de uma comunidade montanhosa todos próximos ao epicentro, ninguém está seguro da implacável onda de destruição do monstro.”

O elenco inclui Rosaria Eraso, Justin P. Martin, Gary Lee Vincent, Jessa Flux, Angel Bradford, Tim Hale, Morrigan Thompson, Hunter Redfern, Chris O’Brocki, John A. Russo, Tom Hoover e George Stover.

Nos EUA, o terror foi lançado direto em VOD. No Brasil, segue sem previsão.

crackcoon poster scaled

Confira o trailer SANGRENTO de ‘Com Unhas e Dentes’, novo terror de ZUMBIS da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro trailer do terror pós-apocalíptico ‘Com Unhas e Dentes‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado na plataforma no dia 9 de julho.

Em um mundo assolado pela escassez de alimentos, um tenaz lutador de Muay Thai enfrenta um surto de zumbis dentro de um hospital para salvar sua amada das garras da morte.

Kulp Kaljareuk é responsável pela direção.

O elenco conta com Mark Prin Suparat, Nychaa Nuttanicha, Vayla Wanvayla, Johnny Anfone, Pim Pimmada, Jason Young, Suphachai Seanphong, Keerati Sivakuae e Phumphat Chartsuriyakiat.

Diretor RECUSOU sequência de ‘A Morte do Demônio: A Ascensão’ para comandar ‘Maldição da Múmia’

Em entrevista ao GamesRadar, o diretor Lee Cronin declarou ter recusado comandar uma sequência do aclamado terror ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘.

O cineasta confessou que queria apostar em algo novo e arriscado – o que o levou à reimaginação de ‘A Múmia‘, intitulada no Brasil como ‘Maldição da Múmia‘.

“Eu arrisquei não fazer uma sequência do meu último filme [‘A Morte do Demônio: A Ascensão’], porque isso seria muito fácil. Eu recusei retornar para uma sequência porque queria fazer algo diferente, e eu gosto de riscos.”

Ele completa, “Outro risco a ser considerado é que há ótimos filmes intitulados ‘A Múmia’, mas eles existem desde os anos 30. Não é apenas sobre Brendan Fraser, há 25 anos, mas há um risco porque a cultura moderna provavelmente já têm uma visão específica deste título. Talvez o reboot com o Tom Cruise não tenha sido bem recebido, apesar de eu ter gostado daquele filme, mas o risco, para mim, era quebrar essa expectativa do público.”

A nova versão será lançada nos cinemas nacionais no dia 16 de abril.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, uma jovem reaparece de forma misteriosa para sua família após desaparecer no deserto há oito anos. No entanto, o reencontro rapidamente se transforma em um verdadeiro pesadelo, revelando que algo profundamente errado voltou junto com ela.

O elenco conta com Jack ReynorLaia CostaVeronica FalcónMay Calamawy, May ElghetyNatalie Grace, Shylo MolinaBillie Roy.

James Wan, Jason Blum e John Keville são os produtores. Michael Clear, Judson Scott e Macdara Kelleher assinam como produtores executivos. Alayna Glasthal está supervisionando o projeto pela Atomic Monster.

James Gunn revela qual personagem da Fox traria para ‘Guardiões da Galáxia’

Com alguns heróis da Marvel sob a tutela exclusiva da 20th Century Fox, uma série de personagens que se encontrariam nos quadrinhos podem jamais repetir o encontro nas telonas.

Mas se estivéssemos em um mundo perfeito, ou em um contexto semelhante ao firmado entre a Sony e a Marvel Studios, o diretor de ‘Guardiões da Galáxia’, James Gunn, já sabe quem traria para o universo intergalático dos heróis.

Durante uma live de perguntas e respostas pelo Facebook, o cineasta respondeu que o vilão Annihilus de ‘Quarteto Fantástico’ teria grande chances de entrar para a trama:

“Eu acho que haveria uma grande chance, caso tivéssemos todos os personagens – eu realmente gosto do Annihilus. E há uma chance de eu ter feito Annihilus como um vilão em um dos filmes”.

Para os que desconhecem, Annihilus é um vilão dos quadrinhos de ‘Quarteto Fantástico’, que teve sua primeira aparição em 1968. O personagem foi criado por Stan Lee e Jack Kirby.

 

James Gunn vai escrever e dirigir ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ 

James Gunn, de ‘Guardiões da Galáxia’, elogia ‘Logan’

[SPOILER] Saiba novos detalhes da trama de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’

Com direção de James Gunn, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ tem no elenco Karen Gillan (Nebula), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (a voz de Rocket), Vin Diesel (a voz de Baby Groot),  Kurt Russell (Ego) e Michael Rooker (Yondu).

Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ já está em exibição  nos cinemas nacionais.

‘Novos Titãs’: Gotham City aparece em nova imagem; Confira!

A nova série de TV ‘Novos Titãs’ segue com sua produção em Toronto e uma nova foto está circulando na internet, trazendo um furgão de uma emissora de TV.

Observando atentamente, é possível confirmar que o veículo pertence a um canal de TV de Gotham City.

Confira:

O ator Brenton Thwaites também postou novas fotos em seu instagram caracterizado como o Robin para a série de TV ‘Novos Titãs’. Nas imagens, podemos ver detalhes do uniforme do herói.

Além disso, o ator também revelou que filmou uma sequência de luta que se passa em um beco em Gotham City.

Confira as imagens:

A série em live-action sobre o grupo de heróis juvenis da DC Comics teve seus atores principais escalados para viver os heróis.

A equipe da DC surgiu pela primeira vez em 1964, como uma equipe de jovens heróis, ainda com o nome de Turma Titã. A série, prevista para estrear em 2018, reunirá os justiceiros Asa Noturna, Estelar, Mutano, Ravena e a dupla Columba e Rapina.

Brenton Thwaites será Dick Grayson (Asa Noturna)

Ryan Potter será o Mutano:

Teagan Croft viverá a Ravena:

Anna Diop será a Estelar:

Minka Kelly será Columba:

Alan Ritchson no papel de Rapina:

O programa, previsto para estrear em 2018, é de autoria de Greg Berlanti, produtor deArrow’, ‘The Flash’, ‘SupergirleLegends of TomorrowLindsey Gort também está no elenco. A série terá Akiva Goldsman (‘Star Trek: Discovery’) e Geoff Johns na equipe de roteiristas dos 13 episódios.

Brad Anderson (Fringe) dirigirá o piloto.

‘Aquaman’: Livro traz belas artes conceituais do filme; Confira!

Um dos pontos mais fortes de Aquaman é, certamente, seu riquíssimo design de produção. Com uma fotografia bem elogiada e cenários de tirar o fôlego, a adaptação dirigida por James Wan traz uma estética impressionante. E esses mundos criados para o filme poderão ser revistos no novo livro The Art and Making of Aquaman.

A obra reúne artes conceituais que detalham a construção de Atlantis, cenas de ação, entre outros detalhes do design do longa.

Confira as imagens:

No livro, Wan comenta seu entusiasmo em desenvolver uma estética desafiadora:

“Eu sou um grande fã da criação de mundos. Eu quero que esteja seja, de certa maneira, meu ‘Star Wars’, em termos de criação de personagens realmente interessantes. Você está criando esses cenários realmente interessantes e esses mundos grandiosos, do pontoo de vista do design. Você só é limitado pela sua própria imaginação”.

 

Crítica | Aquaman: O filme que vai mudar a história do Universo DC

Sucesso de bilheteria, ‘Aquaman‘ já arrecadou mais de US$ 266 milhões mundialmente.

James Wan dirige o filme, e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

O meio-humano, meio-Atlante Arthur Curry, é levado à jornada de sua vida — uma jornada que vai forçá-lo a não só encarar sua verdadeira identidade, mas também a descobrir se ele tem o que é necessário para ser… um rei.

O elenco conta com Jason Momoa no papel principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna).

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

 

‘Cherish the Day’: Nova série de Ava DuVernay ganha nova imagem; Confira!

‘Cherish the Day’, nova série da OWN criada por Ava DuVernay (‘Selma’, ‘Olhos que Condenam’), ganhou uma nova imagem.

Confira:

Cherish the Day
“TBD”

A produção já está em exibição nos Estados Unidos. 

Confira o trailer oficial:

O drama antológico gira em torno de um casal diferente e sua respectiva história de amor a cada temporada.

O primeiro ciclo é estrelado por Xosha Roquemore e Alano Miller, que se cruzam e se apaixonam em Los Angeles. A narrativa se estende ao longo de cinco anos e oito episódios.

Cicely Tyson tamém faz parte do elenco.

Paul Garnes, Tanya Hamilton e Oprah Winfrey entram como produtores executivos ao lado de DuVernay.

‘WandaVision’: Saiba quantos episódios a 1ª temporada da série do Disney+ terá

Uma das principais estreias de 2021, a série ‘WandaVision‘ começará a sua jornada no Disney+ logo na primeira quinzena do ano e tudo indica que a quantidade de episódios da sua 1ª temporada já tenha sido anunciada.

Segundo o portal Murphy’s Multiverse, o site oficial Disney Latino trouxe detalhes inéditos a respeito da primeira série do Universo da Marvel. Em sua descrição, confirma-se que um novo capítulo da produção será lançado toda sexta-feira, com o episódio final da temporada chegando aos assinantes no dia 05 de março.

Essas informações ainda confirmam a contagem de episódios da série, que terá oito capítulos em sua temporada inaugural.

Confira o novo teaser dublado:

A série estreia no dia 15 de janeiro de 2021.

‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany e Teyonah Parris.

Ah, Nostalgia! Relembre os 10 Filmes mais QUERIDOS dos anos 80

Vanguardista, o cinema oitentista era um reflexo futurista da moda, da revolução tecnológica que definiria o mundo digital contemporâneo e trazia uma visão ousada na arte de contar narrativas, fossem elas estreladas por crianças, adolescentes ou adultos. Da comédia teen coming of age à aventura de Indiana Jones, os anos 80 são responsáveis por alguns dos melhores filmes já feitos.

E exalando uma irreverência tão inigualável, a época foi capaz de transformar o cinema de maneira permanente, com longas que uniam a revolução tecnológica que emergia durante o período a um universo de narrativas peculiares e sinestésicas, onde a moda ditava os figurinos dentro e fora das telas e a música refletia o zeitgeist.

Originalidade, autenticidade e tendência faziam dos filmes um banquete imensurável de experiências divertidas. Foi nos anos 80 que os melhores filmes teens foram produzidos. Foi aqui também que muitos se imortalizaram, após fracassarem na mão de alguns críticos algozes que não compreendiam o quão à frente do seu tempo esses longas já eram (vide Roger Ebert).

E nesse ritmo de Stranger Things, separamos para você os 10 melhores filmes dos anos 80. Aqui constam aquelas produções essenciais que fizeram da década a memória histórica cultural mais deliciosa que o mundo possui.

10 – Os Caça-Fantasmas (1984)

Unindo quatro gêneros distintos (comédia, fantasia, aventura e ficção científica), Os Caça-Fantasmas traz efeitos visuais inovadores para a época, com uma narrativa original que brincava com o antigo imaginário infantil de que fantasmas estariam rondando ao nosso redor. Expandindo essa premissa para toda a cidade de Nova York, o longa traz um elenco divertido e com bom engajamento, à medida que promove um encontro hilário entre o mestre do humor Rick Moranis com Bill Murray, ambos cujas trajetórias iniciaram no programa de sketches Second City.

Com uma trilha sonora que traz a essência da batida do synthpop, Os Caça-Fantasmas conta com um elenco representativo e é dono de um humor absolutamente original, que faz do sobrenatural sua arma para construir uma narrativa cheia de ironias. E embora muitas de suas piadas não tenham sido percebidas pelo público infantil em primeira instância, elas hoje são consideradas algumas das grandes pérolas da comédia.

9 – E.T. – O Extraterrestre (1982)

Steven Spielberg possui um fascínio pelo imaginário infantil e sabe explorar narrativas fantásticas por uma ótica fascinante, capaz de agradar o público mais jovem, bem como o mais velho. Popular ao redor do mundo, seus longas possuem características que fortalecem a amizade entre as crianças, colocando-as sempre em uma posição de vantagem em relação aos adultos. Em seus filmes, são justamente a simplicidade e poder imaginativo que permitem os pequenos viverem aventuras que os adultos jamais conseguiriam.

E E.T. – O Extraterrestre traz exatamente essa essência. Destacando apenas a mãe de Elliot entre os personagens mais velhos, a trama é contada a partir da forte conexão entre o garotinho e esse peculiar ser de outro mundo. Enquanto os argumentos dos adultos costumam ser pouco explorados, os ângulos de filmagens os posicionam sempre na extremidade, muitas vezes até deixando de mostrar seus rostos (vide o professor da escola), para salientar a falta de importância para a construção narrativa. E para garantir o apelo emocional necessário, o cineasta ainda filmou o longa em ordem cronológica, a fim de extrair as sensações mais autênticas dos atores mirins.

8 – De Volta Para o Futuro (1985)

A trama de Robert Zemeckis e Bob Gale tinha tudo para ser um filme de sucesso da Disney, não fosse a bizarra história da mãe se apaixonando por seu filho (o estúdio rejeitou o projeto por conta disso). À primeira instância de gosto duvidoso, esse plot na verdade ajuda a construir o humor ideal do longa, envolvendo a audiência em uma narrativa onde a viagem no tempo vira uma divertida brincadeira sobre predestinação e os impactos que as nossas atitudes exercem no nosso futuro.

Com um elenco inusitado de gerações tão díspares, De Volta Para o Futuro reúne o popular ator teen Michael J. Fox ao peculiar veterano Christopher Lloyd, dando início a uma das aventuras mais apaixonantes e estilísticas da cultura POP. Muito mais que fazer rir, o filme se tornou um marco sócio cultural, lançou tendências futuristas em sua sequência e até hoje é ovacionado e replicado em produções contemporâneas. Irreverente e bem dirigido, o filme é um dos maiores presentes que a década de 80 poderia ter nos dado.

7 – Clube dos Cinco (1985)

A adolescência era um dos grandes focos dos filmes oitentistas. Como uma geração extravagante e unapologetic, ela por si só rendia boas produções. De Gatinhas e Gatões, passando por Mulher Nota Mil, Digam o Que Quiserem e A Garota de Rosa Shocking, os longas teen da época são tudo menos óbvios e entregam histórias que expressam com realismo a essência da juventude. E o pai/mentor dessa turma era justamente John Hughes. Mestre em filtrar toda a teen angst do período, ele é o dono dos melhores filmes coming of age, além de ser o mesmo responsável por nos fazer conhecer Kevin McCallister, de Esqueceram de Mim (o melhor filme natalino que você respeita!).

E em Clube dos Cinco ele vai muito mais fundo na sua narrativa estudantil/juvenil. Deixando o humor de Mulher Nota Mil e Curtindo a Vida Adoidado de lado, ele entrega uma dramédia que explora a fragilidade de cada uma das famílias das quais esses adolescentes pertencem, explicando – por meio de um tumultuado e desconfortável sábado de detenção – o quanto cada um deles é fruto de seu próprio meio. Usando os famosos estereótipos escolares como uma desconstrução social, o filme vai além do retrato da galera do fundão, dos nerds, das patricinhas e dos playboys, e faz uma reflexão sobre o peso que a juventude carrega em virtude das cobranças familiares, expondo uma ferida real existente entre os jovens. Sensível e tocante, a comédia dramática ainda permanece insuperável na estética e estilo que ela mesma criou.

6 – Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (1981)

Spielberg nos presenteou com uma das melhores obras da história do cinema. Indiana Jones não é apenas um marco da infância das crianças nascidas e crescidas nos anos 80 e 90. A narrativa do personagem compreende um imaginário infantil poderoso, onde arqueologia, história e o universo da fantasia se encontram em uma única vez.

Se tornando a maior bilheteria do ano, ultrapassando a marca dos US$ 389 milhões, o longa foi indicado a nove Oscar – levando quatro estatuetas, possui uma produção riquíssima em termos visuais e em 1999 foi selecionado para preservação pelo National Film Registry, da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, sendo considerado “cultural, histórica e esteticamente significante”.

5 – Star Wars – Episódio V: O Império Contra-Ataca (1983)

A década de 70 não estava preparada para o que iria lhe atingir. O ano de 1977 foi transformado por aquela que se tornaria a maior franquia da cultura POP do mundo. E embora ‘Uma Nova Esperança‘ tenha sido fundamental para fazer de ‘Star Wars‘ o sucesso imortal que ele é, é inegável que o melhor longa da trilogia original é de fato ‘O Império Contra-Ataca‘.

Com uma trama bem desenvolvida, a sequência traz novos personagens, explora a narrativa de maneira bem mais profunda e capricha nos efeitos visuais práticos, uma das melhores e mais elogiadas características do longa. Construindo todo aquele universo com o uso de miniaturas e muito stop motion, o filme é realista, palpável e ajuda a consolidar ainda mais a marca como o maior presente que George Lucas poderia ter dado para o mundo. #gratidão

4 – Robocop – O Policial do Futuro (1987)

Robocop é uma daquelas raras experiências cinematográficas onde cada quadro promove sensações sinestésicas muito imersivas. Com um roteiro que explora a decadência moral e social de Detroit, em meio a uma mudança comportamental, cultural e tecnológica brutal, o longa explora a vida de um policial sendo reduzida a uma simples máquina. E com uma mente parcialmente lúcida presa em um corpo mecânico, suas reações – até então supostamente programadas – o levarão a extremos que salientam, com muita autenticidade, a violência de uma cidade industrial acabada e todas as consequências que a negligência do poder público, em meio à ascensão de uma inovadora empresa, podem gerar.

Dirigido por Paul Verhoeven, Robocop é um relato cru e crítico da revolução tecnológica que emergia no auge dos anos 80 e mescla os gêneros de ação e ficção científica com maestria, entregando uma narrativa violenta, visceral e bem gráfica. Vencedor do Oscar de Melhor Mixagem de Som, o longa segue atemporal e continua fascinando o público, mesmo depois de tantas décadas.

3 – O Exterminador do Futuro (1984)

James Cameron tem poucos filmes em seu currículo, mas a maior parte deles vale por uma filmografia inteira. O Exterminador do Futuro é um desses casos, sendo uma obra-prima inovadora do começo ao fim. Riquíssimo em efeitos visuais práticos, o longa faz da atuação blasé de Arnold Schwarzenegger um instrumento importantíssimo para a própria construção de seu personagem. Com uma trama vanguardista, que pensa na tecnologia décadas à frente de seu tempo, o sci-fi segue como a maior referência quando o assunto é inteligência artificial nos cinemas e os perigos que a tecnologia robótica pode apresentar para o mundo.

Trazendo a temática da Skynet, que se assemelha muito à conectividade global que a internet trouxe a todos nós, a produção tem um roteiro impecável do começo ao fim, apresenta Sarah Connor ao mundo, consolidando-na como uma das personagens mais badass da história do cinema, referência para a construção conceitual de inúmeras personagens femininas futuras. Considerado um dos grandes precursores do gênero de ficção científica, o filme é mais um dessa lista que foi selecionado, em 2008, pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, para ser preservado na National Film Registry, sendo considerado “cultural, histórica e esteticamente significativo”.

2 – O Iluminado (1980)

Stanley Kubrick tinha um jeito todo peculiar de produzir seus filmes. Metódico e perfeccionista, ele tinha o dom de explorar a expressividade dos atores em ângulos categóricos e marcantes, que contribuíram para tornar suas obras em peças admiráveis e inesquecíveis para a história do cinema.

E embora essa adaptação do livro de Stephen King não seja uma das favoritas do autor, o longa é uma das melhores produções cinematográficas já feitas. Trazendo um Jack Nicholson exagerada e propositalmente overacting, o filme sabe construir a tensão do começo ao fim, entregando um terror que honra o gênero, à medida que se consolida como um cult impagável. Poderoso, O Iluminado não conseguiu ter uma jornada lucrativa nos cinemas, mas o tempo lhe consolidou como umas das joias raras eternas da indústria.

1 – Touro Indomável (1980)

Ainda é incompreensível o quão Martin Scorsese fora injustiçado no Oscar de 1981, quando Touro Indomável perdeu a estatueta de Melhor Filme para o coming of age Gente Como a Gente. Ainda assim, o tempo fez justiça e atestou a maestria que é essa cinebiografia do lutador Jake LaMotta. Com uma fotografia toda feita em preto e branco (salvo o pouco mais de um minuto de vídeo familiar, gravado com o que parece ser uma Super 8), o longa faz um relato fascinante da tumultuada vida do boxeador, que encerrou sua carreira como um fracassado comediante stand up. Com Joe Pesci e Robert DeNiro entregando suas melhores atuações e caracterizações, o longa é dirigido com um vigor surpreendente, promove uma experiência sinestésica e conta com uma trilha sonora simbólica e emocional, que ajuda a ditar o ritmo do drama.

Impecável, ele é um lembrete escancarado do inerente talento cinematográfico de Scorsese e recebeu oito indicações ao Oscar, levando a estatueta nas categorias de Melhor Edição e Melhor Ator. Recebendo críticas mistas na época de seu lançamento, a produção já se apresentava estilística e esteticamente à frente do seu tempo e hoje é considerada o Magnum opus do cineasta. Em 1990, tornou-se o primeiro filme a ser selecionado para preservação no National Film Registry, em seu primeiro ano de elegibilidade.

The Gifted – Episódio 1×07 – eXtreme measures

eXtreme measures”, nome dado ao sétimo episódio de The Gifted, dirigido por Stephen Surjik (Quanto Mais Idiota Melhor 2), tem uma pegada mais lenta e menos ação do que o público está acostumado. Cada grupo de personagens está vivendo os próprios dilemas e precisando resolvê-los.

Thunderbird (Blair Redford) decide rastrear a Blink (Jamie Chung), muito mais pelo fato de que ela sabe a localização da resistência do que por preocupação (ou preocupação sim, mas ele estava apenas não demonstrando). Com isso, o telespectador pode ter um vislumbre do passado da mutante que foi criada em um lar de crianças órfãs com habilidades que não conseguem se passar por humanos. É triste ver o que os sentinelas fizeram na casa em que a mesma cresceu e quão devastada a personagem fica. Mais determinada a ficar na luta agora, pergunto-me se veremos novas camadas do poder da mesma.

E por falar em camadas e personagens, vem cá, pois precisamos conversar sobre Marcos Diaz (Sean Teale). Que ele trabalhou para o cartel já se sabia, porém, ver na expressão do mesmo o quanto ele estava gostando de colocar fogo em toda aquela carga de drogas, é aquilo que chamamos de cinza. Carmen (Michelle Veintimilla) talvez o conheça até melhor do que a própria Polaris (Emma Dumont), afinal, o que ela disse se confirmou e caiu como uma luva na personalidade do rapaz. Agora imagina os conflitos internos que poderemos ter daqui para frente e o quanto isso pode prejudicar não só a relação dele com Lorna, mas também com o próprio John e os outros membros da resistência.

Wes (Danny Ramirez) mostrou que é possível se redimir e contar a verdade. O leve conflito causado pela descoberta da ficha criminal do mesmo por Reed (Stephen Moyer) só causou mais certeza no público de que Caitlin (Amy Acker) é a base da família Strucker. A humanização, o crescimento e as mudanças de pensamentos/comportamentos pelo promotor demonstra a estabilidade do roteiro em deixar os personagens complexos o suficiente ao ponto de torná-los reais. Pois imagina como a mente de alguém que teve a vida completamente virada de cabeça para baixo, inclusive, as coisas em que acreditava, deve ficar.

Acredito que o ponto de maior destaque do episódio é a visão do Dr. Campbell (Garret Dillahunt) e o quão longe ele está disposto a ir para conseguir o que quer. Talvez este seja o verdadeiro vilão da história contada por The Gifted. Está claro que ele comanda o programa dos hound e tem a intenção de atacar os mutantes sem ao menos separar quem, para os federais, é uma ameaça e quem não é. Como um cientista, o doutor deve ter um complexo de Deus e pensa no quanto de poder ele terá em mãos cada vez que capturar mais um humano com habilidades e transformá-lo num hound –  poder este que ele pode usar contra o próprio governo. Ao que tudo indica o próprio Jace Turner (Coby Bell) terá opiniões diferenciadas do cientista, o que pode provocar conflitos na relação dos dois. Acredito que o sentinela já se deu conta que fez acordo com o diabo.

O que me leva a cena final de “eXtreme measures” em que Reed Strucker afirma que o pai dele trabalhava para o laboratório, aparentemente fechado há anos, do Dr. Campbell. Parece que a linhagem dos Strucker está mais interligada com toda a história da caça aos mutantes do que prevíamos. Se o pai dele trabalhou para eles, então, não é errado presumir que deve ter muito mais na história dessa família para ser desvelado ao longo dos próximos episódios. Espero que o telespectador possa conhecer em breve o vovô Strucker.

‘Jessica Jones’ aparece acorrentada em nova imagem da 2ª temporada

A 2ª temporada de ‘Jessica Jones ganhou novas imagens. Uma delas mostra a heroína, vivida pela Krysten Ritter, acorrentada. Confira:

A Empire também divulgou fotos inéditas em que a personagem mostra sua força em um momento tenso, e também da misteriosa personagem vivida pela atriz Janet McTeer. Confira, junto com um teaser:

http://youtu.be/Ckzo0Jx5BFg

Assim como na primeira, e em todas da casa (com exceção de Os Defensores), a segunda temporada de Jessica Jones terá 13 episódios, todos estreando de forma simultânea em 08 de março de 2018.

Krysten Ritter retorna como a personagem título. Assim como seu arqui-inimigo Kilgrave (David Tennant).

‘Castle Rock’: Série de suspense de Stephen King e J.J. Abrams ganha novo pôster

A nova série da plataforma Hulu – baseada na obra de Stephen King -, intitulada ‘Castle Rock‘, terá sua estreia mundial durante a San Diego Comic-Con. A informação foi revelada pelo portal Deadline.

Além disso, confira o novo pôster:

Segundo a publicação, o primeiro episódio da produção será exibido ao longo do painel da Hulu, no salão 20. O produtor da série, J.J. Abrams, não estará presente na ocasião, em virtude das filmagens de ‘Star Wars: Episódio IX‘, que atualmente acontecem no Reino Unido. Além dele, King também ficará de fora.

No entanto, os protagonistas Sissy Spacek, Bill Skarsgård, entre outros, participarão do painel. A expectativa é que Abrams apareça para os fãs em vídeo.

A plataforma de streaming Hulu confirmou a encomenda de 10 episódios para a primeira temporada da série antológica, que trará vários personagens inspirados nas clássicas obras de King.

Todos eles estarão “confinados” numa cidade que tem o mesmo nome da série.

Só pra você ter ideia do quão curioso é o projeto, personagens de ‘Cujo‘, ‘Sonâmbulos‘ e ‘It – A Coisa‘ deverão fazer parte do elenco principal.

Cada temporada acompanhará um grupo distinto de protagonistas e narrativas, à medida que também se conecta com os ciclos anteriores e seus respectivos personagens. ‘Castle Rock‘ foi encomendada pela plataforma de streaming Hulu e ainda não possui data de estreia ou quantidade de episódios para sua primeira temporada.

Para aqueles que desconhecem o universo literário de King, Castle Rock é uma cidade fictícia no estado americano de Maine onde muitos de seus thrillers e contos se passam. A primeira vez que ela apareceu foi no livro de 1979, ‘A Zona Morta‘. Além disso, ela surge novamente em ‘Cão Raivoso‘ (1981), ‘O Corpo‘(1982), ‘O Caminhão do Tio Otto‘ (1983), ‘O Atalho da Sra. Todd‘ (1984), ‘A Metade Negra‘ (1989), ‘O Cão da Polaroid‘ (1990), ‘Trocas Macabras‘ (1993), entre outros.

Castle Rock será lançada em 25 de julho 2018.

Veja fotos:

 

Dica do fim de semana | Filmes da A24 para ver nos streamings – parte 2

No último fim de semana, recomendamos cinco filmes da produtora A24 que estão disponíveis nos principais streamings do país. Prosseguindo com o especial, a parte dois traz mais cinco longas, dentre vencedores do Oscar a obras consagradas do terror. Confira!

Moonlight: Sob a Luz do Luar (HBO Max)

Vencedor de três estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme, Moonlight é um drama baseado em uma peça sobre a vida de Chiron, um rapaz negro e homossexual que passou por diversos traumas ao longo da vida. O filme aborda três fases da vida do rapaz, a infância pobre com a mãe abusiva, que o obriga a se refugiar com Juan (Mahershala Ali), um traficante de drogas que simpatiza com o garoto; A adolescência é marcada pela busca de sua personalidade e a tentativa de aceitação de sua sexualidade em meio aos problemas e preconceitos que ser negro e pobre nos EUA costuma trazer; Por fim, a vida adulta é marcada por sua transformação em um traficante que agora olha para trás e vê sua vida desenvolvida de uma forma que ele não esperava, o que não é um impedimento para que ele siga buscando a felicidade.

Moonlight é um filme de elenco majoritariamente negro que aborda temas ainda considerados tabus com muita sensibilidade, sem medo de mostrar as dificuldades e complicações do momento vivido não apenas nos EUA, mas no mundo.

O Farol (Telecine)

Ambientado no início do século XX, esse terror psicológico em preto e branco chamou bastante atenção em 2019 por sua excentricidade e recursos muito similares aos que eram utilizados nos clássicos do cinema mudo. A trama conta a história de Thomas (Willem Dafoe), o dono do farol que dá nome ao filme, cujos hábitos envolvem o alcoolismo e se trancar peladão no farol. Ele passa a conviver com um jovem misterioso chamado Ephraim (Robert Pattinson), que ostenta um passado obscuro. Juntos nessa ilha, os dois precisam se entender. No entanto, eles parecem caminhar rumo à loucura, em um terror psicológico de mão cheia, que faz uso da linguagem visual para criar um clima completamente incômodo e aterrorizante.

O fato de ter poucos personagens em cena só ajuda a construir a sensação de clausura e de falta de perspectiva de dois homens que não sabem se nutrem amor ou ódio um pelo outro. É um filme escatológico, tenso e assustador.

 

Projeto Flórida (Amazon Prime Video)

Com direção do queridinho do cinema indie, Sean Baker, Projeto Flórida é um drama sobre a Flórida longe do glamour dos parques temáticos e da tranquilidade das casas de repouso. Tentando se distanciar da “Pura Magia Disney”, o diretor retrata a pobreza em Orlando, que abriga imigrantes, garotas de programa e pessoas de baixa renda. Na trama, uma jovem mãe solteira mora de aluguel em um hotel de beira de estrada com sua filha Moonee (Brooklynn Prince), de apenas seis anos. Nesse contexto, a menina arruma amiguinhos para correr pelas lojas, ruas e hotéis da Flórida, onde busca diversão gratuita. No entanto, ela acaba se metendo em confusões e presenciando cenas que não são adequadas para crianças pequenas. Enquanto isso, sua mãe tenta arrumar uma forma de ganhar dinheiro para pagar o aluguel e sobreviver com a pequena.

O diferencial desse filme para outras abordagens da mesma temática é contar a história pela ótica das crianças e do gerente do hotel (Willem Dafoe), que nutre um carinho quase paternal pelas duas hóspedes. Também impressiona como alguns temas são tratados de forma crua, trazendo a lamúria da situação que as duas vivem. Além disso, a identidade visual desse filme é muito colorida, contrastando a suposta magia que atribuem à cidade com a realidade da pobreza local.

 

Hereditário (HBO Max)

Obra-prima de Ari Aster, esse terrorzão de primeira é um dos maiores filmes recentes do gênero. Sua trama flerta com o sobrenatural e com os conceitos de loucura. Na trama, uma família em crise lida com a morte da avó materna, enquanto lidam com problemas normais de famílias comuns. No entanto, quando coisas estranhas começam a acontecer, a mãe (Toni Collette) vai atrás do passado da falecida matriarca e descobre alguns casos suspeitos. Paralelamente a isso, seus filhos começam a vivenciar coisas terríveis, que vão fazer o público questionar se há algo demoníaco por ali ou é apenas um caso de familiares perdendo a sanidade aos poucos.

A ambientação desse filme é coisa de doido. Como a proposta é criar um clima constante de tensão e horror, todo mundo está sempre muito suado ou com catarros escorrendo, todos os cenários são escuros e úmidos, sem contar que a casa da família é isolada no meio da floresta, dando um sentimento ruim de isolamento e abandono. É um longa assustador que foi construído para deixar o público com uma sensação ruim. E isso ele faz muito bem.

 

Joias Brutas (Netflix)

Famoso por ser o filme em que o Adam Sandler simplesmente DESTRUIU com uma atuação impressionante, Joias Brutas é um filme de suspense policial dos Irmãos Safdie. E como todo longa dos Safdie, espere uma experiência amarga e sensorial que não é facilmente digerida, mas ostenta muita qualidade. Passada na Nova York de 2012, a história apresenta e acompanha o cotidiano de Howard Ratner (Sandler), um dono de joalheria que é viciado em jogos e apostas. Ele está se afogando nas próprias dívidas, mas vê em uma estranha joia bruta, repleta de pedras preciosas, sua grande chance de quitar as pendências e resolver sua vida. Ele começa a negociá-la com um astro da NBA, só que percebe ser um melhor negócio levá-la para leilão. Em meio a essa confusão do negócio de sua vida, problema pessoais, agiotas e até o The Weeknd surgem para infernizá-lo. E agora? Será que ele vai conseguir vender a tal joia e conseguir o seu “felizes para sempre”?

Por conta da direção dos Safdie, essa fábula invertida se torna um thriller de ritmo frenético e cores psicodélicas, que criam, junto a uma trilha sonora eletrônica quase catatônica, uma experiência sensorial alucinante. É um suspense angustiante no qual impera a imprevisibilidade.

Crítica | Escape Room 2: Tensão Máxima – Continuação do Thriller de Sucesso é pura Tensão e Adrenalina

Desde que o primeiro filme da franquia ‘Escape Room’ estreou, em 2019, o público ficou aguardando ansiosamente a sequência – que, dado o final do primeiro filme, sabíamos que iria acontecer. E agora, depois de longa espera – prolongada por conta dos inúmeros adiamentos nas grades de cinema – finalmente a continuação ‘Escape Room 2: Tensão Máxima’ chegou aos cinemas brasileiros esta semana.

Após ter sobrevivido ao perverso jogo de Minos, Zoey (Taylor Russell) ficou obcecada em descobrir a verdadeira identidade de Minos e entregá-lo às autoridades. Para isso ela convence Ben (Logan Miller) a acompanhá-la na missão, porém, ao chegarem em Nova Iorque, os dois são pegos em uma armadilha de Minos, junto com outros quatro desconhecidos (Thomas Cocquerel, Holland Roden, Indya Moore e Carlito Olivero). Agora o grupo terá que correr contra o tempo e desvendar os mistérios das armadilhas para tentar sobreviver e salvar em suas próprias vidas de uma vez por todas.

Logo nos primeiros minutos de ‘Escape Room 2: Tensão Máxima’ o espectador é surpreendido por uma sequência um pouco confusa e bastante sádica, que só virá a fazer sentido no final do filme. Esse é o primeiro indicativo de que o roteiro de Will Howley, Maria Melnik e Daniel Tuch é voltado não só para quem assistiu ao primeiro filme, como também para o espectador que, sozinho, consegue fazer o encaixe das peças do quebra-cabeças sem ter que o próprio filme ficar indicando o caminho.

Se por um lado o primeiro filme trouxe frescor à já desgastada fórmula de filmes-tortura como ‘Jogos Mortais’ e ‘O Albergue’, por outro a continuação não traz nada de muito novo. Entretanto, as sequências de desafios nos quais os personagens são testados para tentar sobreviver – apesar da ameaça de morte – são um tanto quanto divertidas, de modo que, se tirarmos a ameaça, seria um formato interessante para vender nas salas de ‘Escape Room’. Os desafios são coloridos, cheios de luz, plasticamente belos e, portanto, algo tentadores. É o marketing subliminar da produção dialogando com o inconsciente do espectador.

O argumento do filme de Adam Robitel é um pouco fraco, afinal, fica bastante difícil de acreditar que o senso de justiça de um sobrevivente de uma experiência tão traumática quanto esse jogo queira voluntariamente retornar à esta situação tão somente para fazer justiça. Além disso, embora dessa vez tenhamos um casal protagonista que nós já conhecemos, e mesmo considerando que os outros quatro desconhecidos são a novidade neste filme, ele não os aprofunda, de modo que tanto o espectador quanto os protagonistas são surpreendidos pelas histórias pessoais desses indivíduos que pulam do nada no enredo, e nós meio que temos que aceitar a argumentação deles para suas atitudes.

Se deixarmos a história de lado e focarmos apenas na adrenalina dos desafios de sobrevivência, ‘Escape Room 2: Tensão Máxima’ é um thriller que nos faz prender a respiração e eleva o tom do thriller com ameaças bizarras que colocam a vida dos personagens em xeque o tempo todo. Nos moldes “que vença o melhor”, é uma boa sequência para quem curtiu o primeiro longa.

‘Liga da Justiça’: Nova imagem mostra design diferente para o Ciborgue; Confira

Uma nova imagem de arte conceitual de ‘Liga da Justiça‘ foi divulgada hoje, dia 7. O designer responsável pela concepção visual dos personagens, Jerad S. Marantz, revelou o novo conceito.

Confira:

Recentemente, um novo rumor surgiu. Segundo o filho de Zack Snyder, Eli, “boas notícias estão por vir”.

Ainda assim, é difícil afirmar que se trata da versão do diretor do filme. Pode ser alguma divulgação de roteiro ou de algumas artes conceituais descartadas. Só resta esperar.

Liga da Justiça estrelou Ben Affleck como Batman, Gal Gadot como Mulher Maravilha, Jason Momoa como AquamanEzra Miller como Flash, Ray Fisher como Cyborg, Henry Cavill com Superman, Amy Adams como Lois Lane, Jeremy Irons como Alfred Pennyworth, Jesse Eisenberg como Lex Luthor, Amber Heard como Mera e outros.

O universo estendido DC continua com Shazam!’, que estreia em 05 de abril de 2019, Aves de Rapina, marcado para o dia 07 de fevereiro de 2020, e ‘Mulher Maravilha 1984’, que estreia no dia 05 de junho de 2020.

Um filme-solo intitulado Coringa estreia neste ano ainda, no dia 04 de outubro, mas não se insere dentro do panteão de heróis e é estrelado por Joaquin Phoenix.


‘The Last Adventure of Constance Verity’: Awkwafina será protagonista de nova série

A rapper e atriz Awkwafina irá estrelar a nova aventura fantasiosa ‘The Last Adventure of Constance Verity’ (‘A Última Aventura de Constance Verity’, em tradução livre). As informações são da Variety.

Jon Shestack será o produtor. John Raffo, por sua vez, fica responsável pelo roteiro.

Baseada na saga epônima assinada por A. Lee Martinez, a história gira em torno de Constance, uma jovem que, por razões misteriosas, foi destinada a combater forças sobrenaturais desde seu nascimento e, desde então, vem salvando o mundo de todos os desastres. Depois de tanto lutar, ela ficou exausta e quer provar o gostinho do que vem perdendo: ter um namorado, um trabalho normal, melhores amigos… Mas largar mão de tudo não é fácil quando você é a escolhida.

O primeiro romance foi publicado em 2016, com uma sequência sendo lançada em 2018. Martinez já está trabalhando no terceiro livro da saga.

Awkwafina já participou de diversas produções cinematográficas. Além de Podres de RicosOito Mulheres e Um Segredo, filmes que a colocaram em voga, ela também protagonizou o aclamado drama The Farewell, de Lulu Wang. Seus próximos projetos incluem ‘Shang-Chi’Jumanji: Próxima Fase e o remake em live-action de A Pequena Sereia.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

Oscar 2020: Elton John ganha seu primeiro prêmio em 25 anos por ‘Rocketman’

“(I’m Gonna) Love Me Again”, música composta por Elton John para a cinebiografia Rocketman, levou para casa o prêmio de Melhor Canção Original na última edição do Oscar – tornando-se a primeira estatueta do artista em 25 anos.

John já havia ganhado na mesma categoria em 1995 por seu incrível trabalho em O Rei Leão, filme para o qual escreveu “Can You Feel the Love Tonight?”.

A vitória pela música em questão tornou-se a primeira do liricista Bernie Taupin, que trabalhou ao lado do lendário compositor. Como John havia mencionado na cerimônia do Glovo de Ouro, eles nunca haviam ganhado um grande prêmio juntos.

“Obrigado Bernie por ser algo consistente em minha vida – quando eu estava ferrado, quanto eu estava normal, ele sempre esteve lá por mim”, ele disse em seu discurso de aceitação. “Esse é um sonho para nós. Nunca havíamos sido indicados juntos para nada como isso”.

Assista à nossa crítica sobre o filme:

A trama gira em torno da história de ascensão do cantor Elton John, de um aluno prodígio da Academia Royal de Música até uma lenda do rock nos anos 70.

O elenco conta com Taron Egerton, Jamie Bell, Richard Madden, John Reid e Bryce Dallas Howard.

‘Welcome to Chechnya’: Documentário sobre perseguição LGBTQ+ ganha novo vídeo de bastidores

HBO divulgou um novo vídeo de bastidores oficial de seu documentário sobre perseguição LGBTQ+, Welcome to Chechnya.

Confira:

O filme é dirigido por David France e é centrado nos expurgos anti-LGBT da república russa Chechênia, no final dos anos 2010.

Trazendo conversas com inúmeros refugiados da comunidade queer e suas experiências de quase morte, a produção do longa sofreu complicações pela proteção dos entrevistados. Entretanto, em vez de utilizar técnicas convencionais de mascaras o rosto dos participantes, o diretor optou por utilizar substituições faciais com avançados efeitos visuais – principalmente por seu desejo de colocar rostos reais nas histórias.

O filme estreou no Festival de Sundance 2020, conquistando 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Welcome to Chechnya já está disponível na HBO.

‘One Night in Miami’: Estreia diretorial de Regina King ganha poderoso trailer; Confira!

One Night in Miami, estreia diretorial da icônica vencedora do Oscar Regina King, ganhou seu primeiro trailer oficial.

Confira:

O filme será lançado em cinemas selecionados no dia 25 de dezembro, chegando à plataforma de streaming da Amazon Prime no dia 15 de janeiro de 2021.

O filme estreou no Festival de Veneza 2020 e transformou King na primeira diretoria afro-americana a ter realizado tal feito em 77 anos do evento.

Mas isso não é tudo: King também recebeu aclame por sua obra, imediatamente colocando-a como umas das fortes concorrentes à cerimônia do Oscar 2021. Após críticas extremamente positivas, o filme pode concorrer nas categorias de Melhor Roteiro AdaptadoMelhor Ator para Eli GoreeMelhor Ator Coadjuvante para Aldis HodgeLeslie Odom Jr.Ben Kingsley-Adir. King também tem grandes chances de ser indicada na categoria de Melhor Direção.

Lembrando que uma diretora negra nunca foi indicada ou venceu na categoria em questão – o que poderia garantir a ela um espaço de extrema representatividade na esfera do entretenimento.

O filme é baseado na peça homônima assinada por Kemp Powers, que assina o roteiro da adaptação.

Ambientada na noite do dia 25 de fevereiro de 1964, a narrativa gira em torno de um jovem Cassius Clay – antes de ser conhecido por Muhammad Ali -, pouco depois de ter saído vitorioso na luta contra Sonny Liston para o título de peso-pesado, chocando o mundo do boxe. Entretanto, as leis de segregação da era Jim Crow dos Estados Unidos forçaram Clay a comemoração no Hampton House Motel em Overtown, Miami, se unindo a três amigos para discutir sobre suas vidas e sobre a responsabilidade de manter a vitória de um homem negro durante o movimento pelos direitos sociais.

Eli GoreeKingsley Ben-AdirAldis HodgeLeslie Odom Jr. estrelam o longa-metragem.

Terence Blanchard (Destacamento Blood) compôs a trilha sonora da releitura. Jody KelinKeith CalderJess Wu Calder entram como produtores.

‘The Crown’: 5ª temporada começa a ser rodada em julho de 2021

Segundo a Variety, a 5ª temporada da aclamada e premiada série The Crown começa a ser rodada muito em breve, mais especificamente em julho deste ano.

As informações indicam que a equipe técnica e criativa já está se submetendo aos estritos protocolos de segurança contra a COVID-19 e que a produção terá início nos estúdios Elstree, ao norte de Londres – assim como os ciclos anteriores.

Ainda sem previsão de estreia, os próximos episódios trarão um novo elenco que inclui Elizabeth Debicki (‘TENET’) como a Princesa Diana, Dominic West (‘The Affair’) como o Príncipe Charles, Lesley Manville (‘Trama Fantasma’) como a Princesa Margaret, Jonathan Pryce (‘Game of Thrones’) como o Príncipe Philip e Imelda Staunton (‘Harry Potter’) como a Rainha Elizabeth II.

Relembre o trailer do ciclo anterior:

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘Escape Room 2’: Armadilhas mortais no novo teaser angustiante da sequência; Confira!

Sony Pictures Brasil divulgou um novo teaser legendado do aguardado Escape Room 2’, que chega aos cinemas nacionais em 16 de setembro de 2021.

Confira:

Adam Robitel retorna à direção.

No novo filme, seis pessoas se encontram presas em uma nova série de escape rooms, buscando o que elas têm em comum para sobreviver… e descobrindo que todos já jogaram esse jogo antes. Trata-se de um torneio para aqueles que já sobreviveram a outros jogos mortais.

Logan MillerTaylor Russell retornam para o novo filme. O elenco ainda conta com Isabelle Fuhrman (‘A Órfã’), Holland Roden (‘Teen Wolf’), Indya Moore (‘Pose’), Thomas Cocquerel (‘The 100’) e Carlito Olivero (‘A Casa do Medo’).

Sucesso nos cinemas, o primeiro filme arrecadou US$ 155.7 milhões mundialmente.


 

Elza Soares, ícone da música nacional, morre aos 91 anos

E 2022 nos trouxe mais uma triste notícia!

No dia de hoje, 20 de janeiro, a musa da música brasileira Elza Soares nos deixou, aos 91 anos de idade. Soares faleceu em virtudes de causas naturais.

A informação foi confirmada pela família da cantora através das redes sociais.

“É com muita tristeza e pesar que informamos o falecimento da cantora e compositora Elza Soares, aos 91 anos, às 15 horas e 45 minutos em sua casa, no Rio de Janeiro, por causas naturais. Ícone da música brasileira, considerada uma das maiores artistas do mundo, a cantora eleita como a Voz do Milênio teve uma vida apoteótica, intensa, que emocionou o mundo com sua voz, sua força e sua determinação. A amada e eterna Elza descansou, mas estará para sempre na história da música e em nossos corações e dos milhares fãs por todo mundo. Feita a vontade de Elza Soares, ela cantou até o fim”, diz a postagem.

Começando sua carreira em 1960, Elza Soares foi eleita pela Rádio BBC de Londres como a cantora brasileira do milênio e, além disso, apareceu na lista da prestigiada revista Rolling Stone como uma das 100 maiores vozes da música nacional.

Em 2003, Soares foi indicada ao seu primeiro Grammy Latino, na categoria de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira. Em 2016, levou para casa a cobiçada estatueta, na mesma categoria, pela produção ‘A Mulher do Fim do Mundo’. Três anos mais tarde, conquistaria o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro por Melhor Trilha Sonora Original do documentário ‘My Name Is Now’.

‘O Clube da Meia-Noite’: Nova série de terror de Mike Flanagan ganha cartaz ASSUSTADOR; Confira!

Através das redes sociais, o aclamado realizador Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’) divulgou o primeiro cartaz oficial de O Clube da Meia-Noite, sua nova série de terror.

A produção irá estrear no dia 7 de outubro, na Netflix.

Confira, junto ao teaser:

A trama se passa em Rotterdam Home, um hospício para adolescentes com problemas mentais. Um grupo de pacientes começa a se reunir à meia-noite para contar histórias de terror. Logo, eles fazem um pacto para que a pessoa do grupo que morrer primeiro irá contatar os outros do além.

A série será baseada no livro homônimo escrito por Christopher Pike, lançado em 1994, e também deve incorporar outros trabalhos do autor.

Os protagonistas, que formarão o Clube da Meia-Noite, são: Adia, Igby Rigney, Ruth Codd, William Chris Sumpter, Aya Furukawa, Annarah Shephard e Sauriyan Sapkota.

O elenco ainda contará com Heather Langenkamp (‘A Hora do Pesadelo’), Zach Gilford, Samantha Sloyan, William B. Davis, Iman Benson, Larsen ThompsonCrystal Balint, Patricia Drake e Matt Biedel.

Flanagan entra como produtor e roteirista ao lado de Leah Fong (‘Once Upon a Time’).

A primeira temporada será comandada por Emmanuel Osei-Kuffour (‘Black Box’), Axelle Carolyn (‘A Maldição da Mansão Bly), Viet Nguyen (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’), Morgan Beggs (‘Once Upon a Time’) e Michael Fimognari (‘Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre’).

Trevor Macy serve como produtor executivo da adaptação.

‘The English’: Emily Blunt é destaque nas imagens oficiais do novo western do Prime Video

Prime Video divulgou imagens oficiais de ‘The English’, série western estrelada pela aclamada atriz Emily Blunt (‘O Retorno de Mary Poppins’, ‘Um Lugar Silencioso’).

A produção estreia em 11 de novembro na plataforma de streaming.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

Ambientado no mítico cenário do Meio-Oeste estadunidense em 1980, ‘The English’ gira em torno de Cornelia Locke, uma mulher britânica que chega a um novo país em busca de vingança contra o homem que julga responsável pela morte do filho.

Cornelia, então, cruza caminho com Eli Whipp (Chaske Spencer), um ex-soldado e membro de sangue da Nação Pawnee, e ambos se unem e descobrem uma história compartilhada que deve ser derrubada a qualquer custo – se um deles pretende sobreviver.

O restante do elenco conta com Rafe SpallTom HughesStephen ReaValerie PachnerToby JonesCiaran HindsMalcolm StorryNichola McAuliffeSteve WallSule RimiCristian Solimeno.

Greg Brenman entra como produtor ao lado de Blick e Blunt.

Dica do Fim de Semana | ‘Mrs. America’: Uma ótima minissérie estrelada por Cate Blanchett

Na década de 1970, a conjuntura político-social dos Estados Unidos passava por uma grande mudança – e uma luta por direitos igualitários organizado pelo movimento feminista que clamava pela ratificação de uma emenda que diminuiria, ainda que a passos curtos, a disparidade de gênero de uma comunidade dividida entre o pensamento ideológico reacionário e o revolucionário. E, enquanto o cenário parecia pender totalmente a favor da militância liberal, uma figura um tanto quanto peculiar chamada Phyllis Schlafly mobilizou um grupo de mulheres conservadoras para se opor diretamente à aprovação da legislatura, alegando a destruição dos ideais do matrimônio e da família e da perda de privilégios já conquistados desde a primeira onda do feminismo ainda no século XIX.

É claro que, através de um poder de retórica inigualável – e sua familiaridade com termos técnicos devido à carreira política dela e do marido, que buscava um lugar mais considerável nas cadeiras do Sendo -, ela conseguiu disseminar um sentimento antifeminista através dos estados do Centro-Oeste e do Sul, almejando à dignidade submetida ao patriarcado para arrebatar principalmente donas de casa a um lado extremamente ultrapassado e hierárquico ao qual resolviam obedecer por vontade própria (e por uma condição de gênero normatizada desde sempre). E foi a partir desse histórico embate – que estende suas ramificações até hoje com força descomunal – que a FX comprou os direitos de exibição de Mrs. America, uma série que mescla drama, história e comédia de modo infalível, tornando-se uma das melhores e mais necessárias produções do ano.

Guiada por uma versão incrível de Walter Murphy para a 5ª Sinfonia de Beethoven, o show é protagonizado por Cate Blanchett no papel de Phyllis – e, novamente, nos assombra com sua versatilidade performática. Logo no primeiro episódio, a atriz abandona suas raízes australianas para encarnar com visceralidade o sotaque de Missouri e nos fazer apaixonar (e odiar, é claro) uma atuação bastante concisa. Phyllis, outrora apaixonada por questões bélicas e tentando recuperar as rédeas de sua presença política depois de uma derrocada nas últimas eleições, resolve pavimentar seu caminho de uma forma diferente: depois de ser constantemente interrompida por senadores e deputados homens, ela se posiciona contra o movimento ERA e atraí a atenção dos republicanos como uma possível porta-voz para as eleitoras “caseiras” que precisam expressar sua voz.

Enquanto Blanchett rouba todas as cenas em que aparece, ela não está sozinha; ao contrário, está acompanhada de um elenco estelar formado por Sarah Paulson como a ingênua e influenciável Alice, uma forte crítica ao movimento liberal feminista que se recusa a dizer o que pensa com medo de magoar as pessoas próximas; Uzo Aduba, que faz uma interpretação memorável de Shirley Chisholm, a primeira mulher negra a ser eleita para o Congresso dos Estados Unidos; Margot Martindale como a poderosa ativista Bella Abzug, que não poupa comentários quando se trata do que precisa ser reivindicado (isso sem falar de sua crença inabalável de que faria um trabalho melhor caso lhe dada a oportunidade); e, principalmente, a fantástica Rose Byrne, que abandona seus papéis anteriores encarnar Gloria Steinem, uma grandiosa figura pública que trilhou por conta própria sua jornada para Washington e faz de tudo para que as demandas do nicho que representa sejam acolhidas pela maioria masculina do cenário governamental.

A criadora Dahvi Waller busca ao máximo afastar-se das construções tele e cinebiográficas dos últimos anos ao imprimir uma perspectiva mais dinâmica e envolvente para fatos históricos e densos demais para serem absorvidos com clareza pelo público menos engajado. Dessa forma, mesmo que utilize um linguajar mais restrito em certas sequências – o que é de se esperar, considerando a mensagem principal da produção e o fato de que várias cenas se passam em escritórios, tribunais e passeatas -, Waller mergulha em diálogos fictícios e uma romantização bem-vinda dos fatos reais, contribuindo para que fiquemos vidrados nos episódios do começo ao fim. É claro que, em certos aspectos, a showrunner apenas arranha a superfície – talvez como forma de proporcionar uma presença considerável de cada membro do elenco de modo igualitário.

Apesar dos erros visíveis, a série não é, em nenhum momento, dialógica com amadorismos cênicos ou um panfletarismo excessivo. Pelo contrário, ela tem plena ciência do que conta e se vale bastante de seu elenco para estontear os espectadores – e, mais do que isso, é essa equipe on point e suas respectivas construções divergentes que nos conquistam desde os primeiros minutos, criando atribulações instigantes em cada beat (até nos mais políticos). E, caso isso não seja o bastante para atrair a atenção, é sempre válido prestar atenção no respaldo verossímil traduzido pela direção de arte, que arquiteta duas atmosferas distintas colidindo em um explosivo mundo.

De um lado, Washington e Nova York vêm à tona com a exuberância setentista da cultura hippie-disco e new wave, representado pela roupagem kitsch dos membros da militância feminista (inclusive pelo design apaixonante de Byrne); de outro, Missouri emerge como uma resposta estagnada no tempo, canalizada para as longas saias das donas de casas, a paleta de cores pastéis e algumas pinceladas de época que parecem destoar do que as personagens representam.

Unindo história a uma tragicomédia cautelosamente construída, Mrs. America alcança o patamar de uma das melhores minisséries dos últimos anos por uma lista extensa de motivos – cuja narrativa enérgica, às vezes pendendo para uma verborragia aferrada, é sua principal arma de convencimento, vendendo exatamente o que promete (e, em certas partes, até mais do que compramos).

‘Ruim Pra Cachorro’: Comédia com Will Ferrell e Jamie Foxx divide os críticos com 55% de aprovação

Estrelada por Will Ferrell e Jamie Foxx, a comédia ‘Ruim pra Cachorro‘ chega aos cinemas nacionais em 28 de setembro, mas os membros da imprensa já tiveram a oportunidade de assistir.

Na trama, um cão chamado Reggie (Ferrell) é abandonado por quem ele acreditava ser seu melhor amigo, então decide se unir a outros cães de rua, Bug (Foxx), Hunter (Randall Park) e Maggie (Isla Fisher), para planejar uma vingança contra de seu antigo dono, Doug (Will Forte).

Apesar de parecer uma história divertida, o longa dirigido por Josh Greenbaum conquistou apenas 55% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Das 133 críticas publicadas até o momento, 73 são positivas, enquanto 60 são negativas.

Confira as análises:

“A união entre o diretor Josh Greenbaum e o roteirista Dan Perrault não faz de ‘Ruim pra Cahorro‘ um de seus melhores trabalhos. A característica mais satisfatória dessa comédia canina sem brilho é o tempo de execução abençoadamente curto.” – Chicago Reader.

“Sim, ‘Ruim pra Cachorro‘ é engraçado, mas também é misturado com uma boa quantidade de reflexão. No final, é um filme de amigos estrelado por cachorros — e é muito melhor do que o esperado.” – Kaplan vs Kaplan.

“‘Ruim pra Cachorro‘ é uma história repetitiva que se estende por 90 minutos. É o tipo de comédia que poderia usar aquelas risadas de fundo para forçar emoções que não vêm do público.” – Double Toasted.

“Enquanto as piadas ocasionalmente erram o alvo, ‘Ruim pra Cachorro se compromete com seu truque e reúne um excelente elenco cômico. O ridículo nem sempre supera uma história que é bem previsível, mas certas piadas são criativas.” – Flick Fan Nation.

“Embora ‘Ruim pra Cachorro‘ possa não ser um filme para todos, se você gosta de humor sem sentido e de rir de coisas que não deveria, certamente vale a pena dar uma olhada. O filme irá surpreendê-lo com algumas das importantes mensagens que transmite ao seu público.” – Subculture Entertainment.

Josh Greenbaum é responsável pela direção.

Quando Reggie, um Border Terrier ingênuo e implacavelmente otimista, é abandonado nas ruas da cidade por seu dono, Doug, Reggie tem certeza de que seu amado dono nunca o deixaria de propósito. Mas quando Reggie se envolve com um Boston Terrier falador e desbocado chamado Bug, um vira-lata que ama sua liberdade e acredita que os donos são otários, Reggie finalmente percebe que estava em um relacionamento tóxico e começa a ver Doug como o desprezível sem coração que ele é. Determinados a buscar vingança, Reggie, Bug e os amigos de Bug – Maggie, uma inteligente pastora australiana que foi deixada de lado pelo novo cachorrinho de seu dono, e Hunter, um Dogue Alemão ansioso que está estressado por seu trabalho como um animal de apoio emocional – juntos traçam um plano e embarcam em uma aventura épica para ajudar Reggie a encontrar o caminho de casa… e fazer Doug pagar mordendo o que ele mais ama.

O elenco também conta com Harvey Guillén, Brett Gelman, Rob Riggle, Jamie Demetriou e Sofia Vergara.

‘Os Rejeitados’: Aclamado filme de Alexander Payne é acusado de PLÁGIO por roteiristas de ‘Luca’

‘Os Rejeitados’ (‘The Holdovers’), comédia dramática estrelada por Paul Giamatti (‘Billions’), fez um grande sucesso de crítica ao chegar aos cinemas no ano passado, tornando-se uma das produções mais aclamadas da temporada de premiações.

Entretanto, nem tudo são flores em relação ao mais recente projeto do ovacionado cineasta Alexander Payne.

Segundo a VarietySimon Stephenson, roteirista conhecido por seu trabalho em produções como ‘Luca’‘As Aventuras de Paddington 2’, entrou em contato com a diretora sênior de créditos do Writers Guild of America, Lesley Mackey, para tratar de um assunto importante envolvendo o filme.

As informações indicam que Stephenson enviou em extenso e-mail acusando o projeto de Payne de plagiar seu trabalho em ‘Frisco’, drama centrado em médico infantil de meia-idade, cansado do mundo, e no paciente de quinze anos por quem fica responsável. Em 2013, ‘Frisco’ era um dos roteiros mais cobiçados de Hollywood até entrar para a “lista proibida de projetos”, nunca saindo do papel.

Stephenson afirma que encontrou “um problema relacionado a créditos em um projeto de alto perfil supervisionado pela WGA. A evidência de que o roteiro remanescente foi plagiado linha por linha de ‘Frisco’ é genuinamente esmagadora – qualquer um que olha até mesmo para a mais breve amostra inevitavelmente usará a palavra ‘descarado'”.

Payne e David Hemingson, que ficou responsável pelo roteiro de ‘Os Rejeitados’, não se pronunciaram até o momento.

Alexander Payne (‘Os Descendentes’) comanda a produção. David Hemingson assina o roteiro.

O odiado professor da Academia Deerfield, Paul Hunham, é encarregado de supervisionar os alunos que não podem voltar para casa no Natal por não terem família. No entanto, ele é forçado a lidar com um aluno particularmente rebelde, Angus.

Da’Vine Joy RandolphCarrie Preston também fazem parte do elenco.

Vale lembrar que Payne e Giamatti já trabalharam juntos na aclamada dramédia ‘Sideways – Entre Umas e Outras’, de 2004.

Confira o novo teaser EXPLOSIVO da animação ‘Tomb Raider: A Lenda de Lara Croft’!

A Netflix Brasil divulgou o novo teaser legendado de ‘Tomb Raider: A Lenda de Lara Croft‘, série animada que dá continuidade ao jogos recentes da franquia.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 10 de outubro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Tasha Huo entra como criador e showrunner.

Hayley Atwell dá voz à personagem titular.

“Os roteiros são fantásticos e eu vi partes da animação”, disse Atwell sobre o projeto em uma entrevista ao The Movie Dweeb. “É realmente comovente, engraçado e leve, e eu adorei fazer isso. Acho que o que eles entendem tão bem é que eles realmente entendem o tom disso, mas também estão avançando no que os fãs querem,
mas é uma progressão natural de onde poderia ir a seguir. Eu amo isso.

Allen MaldonadoEarl Baylon também fazem parte do elenco de voz.

‘House of David’: Série BÍBLICA sobre o Rei Davi ganha trailer e data de estreia!

Prime Video divulgou o trailer da vindoura série House of David, drama religioso que conta a história do Rei Davi.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 27 de fevereiro.

Confira:

A série foi criada por Jon Erwin.

House of David conta a história da ascensão da figura bíblica Davi, que eventualmente se torna o mais renomado e célebre rei de Israel. A série segue o outrora poderoso Rei Saul enquanto ele é vítima de seu próprio orgulho.

Michael IskanderAli SulimanAyelet ZurerStephen LangMartyn Ford e outros estrelam.