‘Terminal‘ conta a história de dois atiradores de elite (Fletcher e Irons) que embarcam em uma missão suicida para faturar milhões para um empregador misterioso. Ao longo do caminho, os dois encontram a femme fatale Annie (Margot Robbie), que pode estar mais envolvida do que eles inicialmente suspeitavam.
Aclamado no Festival de Cinema de Tribecca de 2018, ‘Little Woods‘ traz Tessa Thompson como Ollie, uma traficante de drogas quebrada, que está prestes a perder a casa. Para tentar manter o seu lar e dar dignidade à sua irmã Deb (James), ela voltará a contrabandear remédios controlados do Canadá.
O filme marca a estreia na direção da cineasta Nia DaCosta e ainda não tem data de estreia no Brasil.
O terrível passado da vilã Alice vira ainda mais à tona no 15º episódio de ‘Batwoman’. E a contar pela novo promo recentemente divulgada, o capítulo em questão promete fortes emoções para os fãs da heroína.
Confira:
No Brasil, ‘Batwoman’ é exibida pela Warner Channel.
Assista ao trailer:
Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.
O elenco conta com Ruby Rose, Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.
A 78ª edição do Globo de Ouro será realizada de uma forma completamente diferente, em virtude da pandemia do coronavírus.
Segundo a revista Variety, a premiação – que será conduzida pelas comediantes e melhores amigas Tina Fey e Amy Poehler – será realizada de dois cantos distintos do país.
Enquanto Fey apresenta o evento direto do “The Rainbow Room”, do Rockefeller Center, na cidade de Nova York, Poehler conduzirá a atração do Beverly Hilton Hotel, em Beverly Hills, Califórnia – local onde tradicionalmente a premiação é realizada.
Ainda é incerto dizer se os apresentadores e indicados de cada categoria comparecerão fisicamente à premiação ou se tudo será conduzido de forma remota, via chamada de vídeo.
Em um comunicado oficial emitido no ano passado, Paul Telegdy, presidente da emissora NBC – responsável pela realização e transmissão do evento nos Estados Unidos – comemorou o retorno das comediantes à apresentação do Globo de Ouro:
“A NBC há muito tempo é o lar de duas das pessoas mais engraçadas do planeta, Tina Fey e Amy Poehler, e não queríamos esperar mais para compartilhar a grande notícia de que elas serão as anfitriãs do Globo de Ouro mais uma vez”.
A premiação acontecerá no dia 28 de fevereiro e no Brasil será transmitida às 22h (horário de Brasília), pela TNT.
Vale lembrar que Tina Fey e Amy Poehler apresentaram a cerimônia em 2013 e 2015.
Elas foram contratadas após a apresentação ácida e duramente criticada do comediante Ricky Gervais, , que era tão temido que alguns dos astros mais famosos de Hollywood se recusaram a sentar na primeira fileira da premiação de 2020, segundo o Daily Mirror.
O motivo é por causa do medo das piadas do comediante, que foi o apresentador do evento pela quinta vez e é conhecido por suas críticas à pretensão e à hipocrisia de Hollywood.
Duas das figuras mais polêmicas e importantes da cultura POP dos anos 90, Pamela Anderson e Tommy Lee podem até estar bem distantes do cenário mundial atual, mas é inegável que seus nomes provavelmente continuarão ecoando vez outra como aqueles que acidentalmente preveram a subversiva e tórrida cultura da hiper sexualidade exposta no meio virtual. E antes de Kim Kardashian criar o seu império a partir de uma sex tape, antes de sites de fofoca como TMZflodarem o Google, existiu esse casal – o mais controverso, amado/odiado e vigiado pelo mundo. E sua intimidade, que já permeou sonhos mais aflorados e pensamentos pecaminosos, foi o alvo de muita gente. Mas “graças” a um eletricista frustrado, o que um dia parecia ser apenas fruto da imaginação masculina, ganhou forma na fita íntima mais viralizada e emblemática da história do entretenimento.
E a minissériePam & Tommy abre o ano de 2022 como aquela que já era uma das produções mais famigeradas e desejadas do ano. Resgatando esse conto para o deleite de quem cresceu ao som da música tema da série S.O.S Malibu – estrelada por Pamela Anderson -, Robert D. Siegel e Craig Gillespie se unem para contextualizar as novas gerações a respeito de como o mundo POP e a World Wide Web eram “tudo mato” antes deles chegarem. Aqui, estamos diante de uma fábula romântica às avessas, onde a sexualidade é explorada excessivamente, nos trazendo uma memória viva de uma década que hoje sabemos que evidentemente ditou os rumos das mídias sociais, onde todo mundo parece ter a necessidade de mostrar um pouco demais de si mesmo.
E baseando-se no enorme e detalhado artigo da jornalista Amanda Chicago Lewis, Pam and Tommy: The Untold Story of the World’s Most Infamous Sex Tape, a minissérie da plataforma Hulu (pertencente à Disney) chega ao Brasil por sua casa nacional, o streaming Star+, como uma epifania imperdível, que nos promete muito mais do que uma cinebiografia, mas sim uma galhofa bem flamboyant. E por ocasião, ainda faz um estudo do voyeurismo na década onde a indústria pornográfica faturava milhões em Los Angeles, sob o afrouxamento das leis locais e o acesso ampliado ao clássico VHS. Sob esse contexto global de transformações tecnológicas e uma cultura de celebridades que crescia vertiginosamente,Lily James eSebastian Stan se apresentam de forma hipnotizante e esdrúxula como esse casal que dominou as manchetes dos anos 90 desde o famoso casamento improvisado, de um relacionamento que nem sequer contou com um primeiro encontro.
Despindo-se (literalmente) da sua natural delicadeza e pele bem clara, James nos engana facilmente como o maior sex symbol desde Marilyn Monroe. Bronzeada, com sobrancelhas finas e batom cintilante (ah, os anos 90), ela surge brevemente em seu primeiro episódio como um sonho caliente, uma miragem distante demais de todos nós. A partir daí, ela domina a tela, transforma Pam & Tommy em seu próprio show e nos deixa embasbacados por sua poderosa transformação. Entre próteses mamárias e uma peruca impecável, enxergamos um pouco de James em Pamela Anderson, neste retrato cru que facilmente lhe levaria a umas boas indicações.
Já Stan nos prova uma vez mais do seu poder e sua versatilidade em tela. Agressivo, explosivo e constantemente irritante, ele é a personificação do clássico rockstar dos anos 70-80, nascido em uma época onde a “lei” era determinada pelo seu degrau de popularidade em Hollywood. E ainda que sua transformação obviamente chame menos a atenção do que a de James, é inegável que sua presença em tela nos faz parar. Sua obsessão narcisista nos enoja e hipnotiza, nos levando por uma incansável espiral de sentimentos dúbios, assim como muitos também sentiram nos idos dos anos 90, no auge do famoso vazamento da sex tape do casal.
Espalhafatosa e ostensiva, Pam & Tommy é uma fração de uma década de exageros socioculturais que alinhavaram os anos 90. Divertida, a minissérie nem sempre se leva a sério, transforma seus personagens e o momento em que viviam em uma espécie de histeria coletiva e nos faz comprar a ideia rapidamente. E ainda que a falta de semelhança de Seth Rogen com Rand Gauthier seja um incômodo, a licença poética narrativa nos pressiona a relevar a questão.
Adaptando bem o texto de Lewis, Siegel entrega um produto que funciona e que ainda conta com o mesmo padrão de direção que Gillespie nos entregou em Eu, Tonya. Com um design de produção seguindo à risca toda a estética da época, Pam & Tommy é uma nostalgia convidativa, mas que corre o risco de reforçar os mesmos estereótipos que até hoje assombram Pamela Anderson. Sua história será honrada, corrigindo a perseguição e o machismo do passado? Essa é uma pergunta que apenas os próximos episódios responderão. Mas fica aqui a expectativa.
Eis então que uma das melhores séries da Netflix por duas temporadas seguidas retorna para uma terceira etapa, ou deveria dizer volume?! Bom, Cara Gente Branca marcou seu retorno neste mês de agosto para dar continuidade aos acontecimentos que o público pôde presenciar durante a season finale passada, afinal, todos foram deixados com o cliffhanger do encontro entre Samantha White (Logan Browning) e Lionel Higgins (DeRon Horton) com o narrador, e agora também personagem, uma parte do quebra-cabeças em relação a Order of X, o ator Giancarlo Esposito.
Após dois anos de muito soco no estômago sem dó e nem piedade, a terceira temporada parece se conter dentro de si e trazer uma storyline mais branda e menos assertiva. É como se, ao mesmo tempo em que a história perde um pouco do foco antes proposto, os personagens também se inserem nesta dinâmica, se mostrando perdidos dentro dos seus próprios conflitos e problemas. A sensação de um só caminho com histórias paralelas parece agora se tornar diversos caminhos que sequer estão se cruzando.
Para início de conversa, a querida Sam parece roubada de parte da essência vista nos dois anos anteriores. Agora ela se encontra focada no filme que precisa fazer para defender sua tese e o programa de rádio, Dear White People, que antes norteava toda a dramaturgia está esquecido no churrasco. Com a saída da protagonista e Joelle Brooks (Ashley Blaine Featherson) assumindo, os roteiristas optam por deixá-lo de escanteio e apenas mostrar poucos momentos do mesmo.
Lionel também está em outra vibe, aquilo que fazia dele um jornalista promissor está em algum lugar que não é possível ver enquanto ele explora sua sexualidade, conhece novas pessoas e passa a escrever uma espécie de diário sobre suas aventuras como um gay assumido. Esta, inclusive, se torna uma das poucas partes intrigantes, ao mesmo tempo em que faz com que o espectador se questione dos motivos pelos quais o personagem não poderia fazer as duas coisas, dando-lhe até mesmo mais camadas no processo. O interessante é o desenvolvimento de sua relação com um aluno da Winchester University.
Reggie Green (Marque Richardson) nunca foi o mais interessante dos personagens, mas vamos combinar que sua trama era uma das mais importantes dentro de Cara Gente Branca. Entretanto, agora ele se torna boring ao nível hard e seu relacionamento com Joelle não ajuda em nada, já que os dois juntos sequer possuem química diante das telas. Coco Conners (Antoinette Robertson) tinha tudo para ter uma trama bem desenvolvida, ainda mais se formos considerar as crises de ansiedade, entretanto, neste universo perdido, todos se mostram assim (perdidos).
Contudo, alguém precisava obter um desenvolvimento, no mínimo, e Troy Fairbanks (Brandon P Bell) mostra que finalmente está crescendo e amadurecendo. A improvável amizade que surge entre ele e Abigail (Sheridan Pierce) é um dos pontos altos desta temporada e mostra que o jovem tem muito mais a apresentar do que o público pensava. Do outro lado, Gabe Mitchell (John Patrick Amedori) também tem seu arco bem explorado e traz debates intrigantes, assim como cenas singulares que resgatam a essência da série criada por Justin Simien.
De uma perspectiva geral, Cara Gente Brancafez uma temporada mediana com pouquíssimos pontos altos, sendo um deles – e não poderia deixar de citar – a crítica ao feminismo branco de The Handmaid’s Tale. Contudo, essas cenas e diálogos bem direcionados não conseguem salvar a produção deste caminho com pouco sentido em que se inseriu. É como se o público estivesse assistindo a algo que lembra aquilo que já foi visto antes, contudo, sem a mesma qualidade. A trama deixa uma abertura na história que indica as chances de uma próxima temporada, então, resta aguardar e torcer para voltarmos a era instituída pelos dois primeiros anos.
O filme é descrito como uma nova versão de ‘Garota Exemplar‘.
Adaptado do romance deDarcey Bell, ‘Um Pequeno Favor‘ é o primeiro de uma série de dois livros, que conta a história de Emily, uma mulher bem sucedida que trabalha para uma famosa marca do ramo da moda em Manhattan. Solitária e viúva com um filho pequeno, Stephanie se inspira em seu blog, acompanhando rotineiramente sua vida direto do subúrbio de Connecticut e imaginando Emily como uma espécie de confidente. Tudo muda de forma trágica quando a empresária de sucesso desaparece subitamente, sem deixar qualquer rastro.
Quando se analisa o MCU atualmente, produzindo épicos espaciais, grandes batalhas em escala universal e tudo mais, parece difícil lembrar que começou de forma bem mais pé no chão, com um filme sobre a indústria armamentista, cujo protagonista era um bilionário fanfarrão. E isso deu certo para público e crítica, que se apaixonaram pela proposta diferente do estúdio. Porém, tinha uma parcela da audiência que ainda não havia embarcado tanto no hype: o público feminino. Dessa forma, se espelhando pelo tipo de filme que fazia sucesso para essa galera na época, surgiu a franquia Thor, que resolveu introduzir o herói mitológico-espacial nos cinemas deixando as guerras mitológicas e espaciais de lado para apostar numa versão mais romântica. O resultado foi a franquia com menor avaliação de todo esse universo.
Na época, as sagas de romance adolescente, como Crepúsculo, estavam movendo milhões em bilheteria e dominando as revistas voltadas para o público feminino. Provando que ninguém é perfeito,Kevin Feige apostou nessa abordagem para tentar atrair essa galera. Para isso, Kenneth Branagh, famoso por sua visão shakespeariana de cinema, foi chamado para comandar as aventuras amorosas do deus nórdico do trovão na Terra. Foi uma adição interessante porque permitiu, principalmente na questão da ambientação e da caracterização, que muito do universo clássico deAsgard dos quadrinhos fosse explorado. Em termos estéticos, foi um dos longas mais ousados do MCU. O problema é que o roteiro se esforçou tanto em empurrar um romance goela abaixo entre Thor e Jane Foster, que toda a questão da origem do herói ficou em segundo plano. É praticamente uma comédia romântica cheia de diálogos metafóricos embalando uma trama água com açúcar com o mesmo ritmo de uma telenovela mexicana.
A direção desse primeiro filme é tão perdida que eles dão um close na Natalie Portman apenas para ela falar “meu Deus” e olhar maravilhada para o Thor.
E essa questão da construção dos personagens foi realmente terrível, não só por desperdiçar uma atriz do calibre da Natalie Portman em um papel completamente esquecível e de motivações pífias, mas também por trazer um inexperiente Chris Hemsworth para fazer um Thor ausente de personalidade. É complicado quando um personagem conhecido por sua personalidade forte vai para os cinemas e fica irreconhecível. Se não fosse o martelo e o capacete com asinhas, talvez nem identificassem que era o Thor. Isso sem contar a subutilização de atores consagrados, como Anthony Hopkins e Rene Russo, para servirem de escada para a trama.
Odin, o (Meu) Pai de Todos, ficou subutilizado na trama original
Essa questão dos personagens sem personalidade refletiu diretamente em toda a bagunça que foi o Thor nos anos seguintes. Com o desempenho mediano do filme, o personagem ficou meio em baixa e teve pouco tempo de tela em Os Vingadores (2012), onde ganhou uma abordagem mais grosseira, quase como um Viking Playboy. E mesmo com esse pouco tempo, os fãs já viram um avanço ali. Assim, a sequência deveria ter esse jeitão mais de “épico mitológico”. Então, chamaram Patty Jenkins (Mulher Maravilha), para a dirigir a continuação. Só que, por divergências criativas, ela pediu para sair e foi substituída por Alan Taylor, que dirigiu alguns episódios de Game Of Thrones. Mais uma vez, o Thor sofreu com a falta de personalidade e excesso de romance meia boca, e ganhou um filme vazio, avaliado como um dos piores do MCU. Paralelamente a esse fracasso nos filmes solo, o personagem ganhava um jeitão mais divertido e poderoso quando estrelava cenas nos filmes dos Vingadores. E assim, em 2017, chegou aos cinemas Thor: Ragnarok, que redefiniu toda a franquia e enfim deu uma personalidade ao deus do trovão. Dirigido por Taika Waititi, o longa abandonou de vez os laços amorosos do herói e deu a ele um upgrade nos poderes e um jeito mais irônico, arrogante e divertido. A partir deste filme, o Thor se tornou um dos personagens favoritos dos fãs e foi muito bem desenvolvido, se tornando peça chave para Vingadores: Guerra Infinita (2018) e Vingadores: Ultimato (2019).
A falta de personalidade do Thor em seu filme de introdução fez com que o personagem passasse por diversos ‘reboots’ ao longo da franquia.
Entretanto, se teve uma coisa positiva no filme que completa dez anos de existência hoje, essa coisa é o Loki. Interpretado de forma irônica e charmosa por Tom Hiddleston, o deus da trapaça se tornou um dos queridinhos dos fãs. Além disso, não é absurdo dizer que ele foi o único que conseguiu o objetivo principal do filme: se aproximar do público feminino. Quem habitava a internet na década passada provavelmente se lembra da enxurrada de GIFs e vídeos postados por meninas no Tumblr, Twitter e Facebook exaltando o Loki. E veja só, foi logo um dos poucos personagens do filme que não tinham absolutamente nada a ver com a pegada romântica e acabou fazendo sucesso com o público feminino. É uma prova de que esse planejamento e mapeamento de mercado que é constantemente associado ao Marvel Studios nem sempre foi tão bom como é hoje.
O sucesso do Loki foi tão grande que, além de ter roubado o protagonismo do filme, se fazendo mais popular que o herói do título, ele retornou para praticamente todas as outras produções envolvendo o meio-irmão, incluindo três dos quatro filmes dos Vingadores. Ele também ganhará uma série própria que estreia noDisney+ em 11 de junho desse ano.
E mesmo que o Loki acabe se revelando o verdadeiro vilão da trama, o filme acaba gastando um dos rivais icônicos das HQs em um única cena completamente esquecível no meio de uma rua numa cidadezinha do interior. Chega a ser triste ver como utilizaram uma arma poderosíssima como o Destruidor – que teve uma caraterização perfeita, diga-se de passagem – e o coloca em cena por apenas 10 minutos para uma batalha besta que desperdiça totalmente o potencial visual que esse embate teria nas mãos de alguém focado em contar uma boa história de aventura.
Sério, isso aqui não tem perdão.
Outro personagem que apareceu na trama, mas aposto que muitos esqueceram, foi o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner). Sim, ele foi introduzido em uma cena rapidinha de “Thor”, na qual o herói que dá nome ao filme invade uma instalação da S.H.I.E.L.D. e tenta recuperar o Mjölnir. Entretanto, ele ainda não é digno e fracassa na tentativa, fazendo com que o Gavião não jogasse uma flecha nele, apenas o observasse falhar.
Responda com honestidade: você lembrava dessa cena?
Atualmente, os personagens que sofreram com a introdução em Thor estão sendo resgatados e “rebootados” em outras produções do MCU. O próprio Thor ganhou uma nova personalidade e está viajando com os Guardiões da Galáxia, Loki vai ganhar um série própria viajando pelas linhas temporais, Darcy Lewis (Kat Dennings) virou doutora em WandaVision, e agora é a vez da Dra. Jane Foster ganhar poderes ao se tornar a Poderosa Thor no vindouro Thor: Amor e Trovão.
Darcy voltou para as telas em WandaVision
É interessante ver como o fracasso inicial da franquia resultou em algo não muito comum de se ver nas telonas, que é a “correção” de praticamente todos os personagens. A ideia inicial era muito promissora e até louvável, que era levar o mundo dos super-heróis para algo que atraísse mais as meninas e mulheres, só que a abordagem foi errada, baseada numa visão deturpada do que queria o público feminino, que acabou sendo eventualmente conquistado pelas outras aventuras que se preocupavam mais em contar boas histórias do que criar algum tipo de romance. Entre erros e acertos, essa franquia foi se acertando com o tempo e, atualmente, o Thor é um dos heróis mais amados pelos e pelas fãs de todo o mundo.
A expectativa dos fãs agora é que Jane ganhe um papel maior do que a cientista apaixonada.
Todos os filmes do Thor estão disponíveis no Disney+
A Vingança chegou aos cinemas. E ela tem o sabor amargo da verdade.
É véspera de Halloween, e Bruce Wayne (Robert Pattinson) sabe que esse é o momento mais tenso em Gotham City, onde a criminalidade só faz aumentar. Vigilante, o Homem-Morcego se esconde nas sombras para encontrar os malfeitores que atacam a cidade. Porém, por dentro, Batman sofre – por sua cidade, por ter crescido órfão, por não encontrar motivação em ser otimista com o futuro ou com o presente. Então, uma série de ataques a personalidades importantes da cidade – o prefeito Mitchell (Rupert Penry-Jones), o procurador Colson (Peter Sarsgaard), o delegado Merkel (Barry Keoghan) – com bilhetes endereçados ao Cavaleiro das Trevas faz com que Batman se envolva na questão, junto com o policial James Gordon (Jeffrey Wright) e a jovem Selina (Zoë Kravitz) e deter este que está sendo chamado de O Charada (Paul Dano).
Narrado pelo próprio Batman, a primeiríssima cena do filme é de suma importância, pois é ela que dá o tom do que é esta nova história do personagem mais famoso da DC: nela a voz de Bruce Wayne é completamente desconsolada, sem ânimo nenhum; enquanto conta em seu diário como o Halloween é um dos momentos mais tensos de Gotham, uma música de fundo começa a tocar – e esta será a música tema da versão de Matt Reeves do Cavaleiro Solitário. Esta canção nada mais é do que ‘Something in the Way’, do Nirvana (aliás, do álbum mais icônico, “Nevermind”), cantada pelo igualmente solitário Kurt Cobain.
Agora, façamos o paralelismo entre Kurt e Bruce. Na vida real, Kurt Cobain foi um dos mais importantes cantores dos anos 1990, um símbolo de rebeldia e ídolo de uma juventude desiludida de fim de milênio, numa época pré-internet e de início de globalização, com novas drogas sintéticas e novos vírus rolando mundo afora. Kurt não aguentou, e, em 5 de abril de 1994, o cantor tirou a própria vida. Ele é, até hoje, um dos principais cantores de um estilo de rock chamado grunge, que misturava o peso das guitarras com o sentimento de desolação dessa geração pós-Woodstock que não viu mais nem as cores do arco-íris nem a euforia do rock’n roll dos anos1980.
Não é coincidência que ‘Something in the Way’ canta: “debaixo da ponte / a lona deixa cair um gotejamento / E os animais que eu aprisionei / Se tornaram todos de estimação / estou vivendo de comer grama / e das gotas do meu telhado / está tudo bem comer peixe / porque eles não têm nenhum sentimento”. Mesmo tendo sido lançada em maio de 1991, a música conta exatamente o mote de ‘The Batman’: o cavaleiro solitário em sua mansão aos pedaços, sofrendo com o gotejamento na cidade (em Gotham, a principal droga se chama gota), lidando com pessoas-bicho (como o Pinguim, interpretado pelo incrível Colin Farrell), que come peixe e não tem sentimentos.
Se essa é a música-tema em ‘The Batman’, ela também dá o tom da personalidade do protagonista: enquanto mascarado, o Homem-Morcego é movido pelo ódio, pela adrenalina, pela vingança, pela desilusão; enquanto Bruce Wayne, suas roupas são folgadas, largadas e desleixadas (tal como o líder do Nirvana), com o cabelo comprido cobrindo-lhe parcialmente o rosto, principalmente os olhos de maquiagem escorrida, o rosto sempre inclinado, com uma melancolia dolorida que derrama sofrimento toda vez que fala, e uma voz sussurrada, como quem sabe que, apesar de todos seus esforços, parece saber não fazer diferença nesse mundo.
Assim é o Batman de Pattinson e Reeves. É claro, também há um quê de Edward, de ‘Crepúsculo’, afinal, a mulherada merecia isso. Assim, temos a famosa cena de Robert salvando o menino de ser atropelado por um carro (como fez com Kristen Stewart / Bella Swan), a travada de maxilar que só faltava dizer “diga, diga em voz alta”, entre outras cositas. Além disso, é também um Batmanwestern, meio bangue-bangue: não são poucas as cenas em que ele aparece e suas botas ecoam como se tivessem esporas; ainda que não ande armado, seu comportamento é igual aos dos xerifes do velho-oeste estadunidense. Deve ganhar indicação ao Oscar de Melhor Som em 2023.
Em suma, ‘The Batman’ é um filme mesmo sobre o Batman. Não é sobre como os vilões aparecem com suas histórias e fazem o Batman prendê-los, nem como o Batman se junta a outros coleguinhas para combater um mal externo. Não é nem mesmo o Batman bilionário cheio das tecnologias a la Tony Stark. Não. É o Batman real, humano, puto com a sociedade, de saco cheio da corrupção, desiludido com a inutilidade de seus esforços – e, justamente por isso, é o verdadeiro herói do dia a dia e a versão definitiva deste que é, mais do que nunca, o Cavaleiro Solitário.
Evitando toda e qualquer polêmica sobre o uso de animais em uma produção cinematográfica, a Marvel revelou que, apesar de ter usado dois gatinhos treinados para algumas cenas com Goose em ‘Capitã Marvel’, ao menos 80% delas foram feitas com modelos em CGI.
Quem revelou a informação foi Chris Townsend, supervisor de efeitos visuais, em entrevista ao Huffington Post.
“Tem mais de 100 cenas com o gato no filme e 70 ou 80 % delas é com CGI, incluindo, obviamente, as cenas com os tentáculos para fora. Sempre que a Brie (Larson), que é alérgica, está segurando um gato é CGI e muitas vezes quando o gato está no colo de Fury é também CGI. Tem muitas coisas que um espectador diria que um gato poderia fazer a mesma coisa, mas não, um gato não teria essa mesma performance nas cenas com os atores.”
Impressionante, não?
Em apenas três semanas, ‘Capitã Marvel‘ ultrapassou a impressionante marca de US$ 900 milhões mundialmente – tornando-se a produção de maior bilheteria da história para um filme de super-heroína.
Nos EUA, o filme já arrecadou US$ 321.4 milhões. No mercado internacional, foram US$ 588.8 milhões.
Ao total, o longa já acumula sólidos US$910.2 milhões, e deve ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão na próxima semana.
Escrito e dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck, o filme é ambientado nos anos 90.
Carol Danvers (Larson) é uma ex-piloto da aeronáutica que se torna uma das heroínas mais poderosas da galáxia. Ao se juntar à Força Estelar, uma equipe militar Kree, ela retorna à Terra com novas dúvidas sobre seu passado e sua identidade quando o planeta se encontra no centro de um conflito entre dois mundos alienígenas.
O vindouro ‘Halloween Kills’ vai trazer ainda mais elementos do filme original de 1978!
Segundo o site HalloweenMovies.com, Kyle Richards irá reprisar seu papel como Lindsay Wallace na sequência. Lindsay era uma das crianças das quais Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) cuidava durante a fatídica noite do Dia das Bruxas em que Michael Myers deu início à sua matança.
Richards se junta ao previamente anunciado Anthony Michael Hall, que também participou do longa-metragem original como Tommy Doyle.
As duas novas sequências, intituladas ‘Halloween Kills‘ e ‘Halloween Ends‘, serão filmadas simultaneamente e estrearão no dia 16 de outubro de 2020 e 15 de outubro de 2021, respectivamente.
David Gordon Green, responsável pelo reboot de 2018, retornará à direção.
Segundo a Variety, Megan Fox vai estrelar o novo thriller de suspense ‘Aurora’, da Arclight Films.
Dirigido por Lazar Bodroža, a história gira em torno de uma astronauta que foi mandada para o espaço para monitorar tempestades solares que ameaçam a terra. Ela, então, descobre que essas sondas solares estão distorcendo o tempo e levando-a a uma luta emocional e psicológica com seu passado e seu presente.
Gary Hamilton, Jordan Gertner e Toby Gibson entram como produtores. Pete Bridges, Gibson e Stuart Willis assinam o roteiro.
Através da Total Film, a Warner Bros. divulgou sete novas imagens oficiais da aguardada sequência ‘Bill & Ted: Encare a Música’, cuja estreia foi adiada em virtude da pandemia do novo coronavírus.
Confira, junto ao teaser:
Assista ao trailer completo:
Desta vez, os melhores amigos partem para uma nova aventura quando um visitante do futuro os avisa que apenas suas músicas podem salvar o mundo como o conhecemos. Ao longo da jornada, eles serão ajudados por suas filhas, por um novo lote de figuras históricas e algumas lendas da música – tudo em busca da música que definirá seu mundo e trará harmonia ao universo.
A Amazon Prime Video anunciou hoje (30) que o aclamado drama ‘Sylvie’s Love’, estrelado por Tessa Thompson e Nnamdi Asomugha ganhou data de lançamento.
O longa será lançado no serviço de streaming no dia 23 de dezembro.
Em Sylvie’s Love, ambientada na era do jazz em Nova York, entre os anos 50 e 60, Sylvie (Thompson) é uma jovem mulher que trabalha na loja de discos de seu pai, no Harlem. Seu coração se apaixona intensamente quando conhece Robert (Asomugha), um aspirante a saxofonista que consegue um emprego na mesma loja em que ela trabalha.
A Amazon Prime precisa divulgar melhor seus produtos bons. THEM é uma porrada, mistura terror psicológico com questões sociais. Vale a pena demais assistir. https://t.co/USPToSUgVf
“Them” é uma série extraordinária. Digo isso não assistindo tudo, mas pelo que vi, é uma história muito importante e uma produção que beira o impecável. Vejam! Tem na Amazon. pic.twitter.com/0PUwyTBaJh
comecei a ver THEM, da Amazon Prime e pra quem curte terror é bem legal. a vibe da série lembra muito US (do Jordan Peele).
na história, a gente acompanha essa família da foto, q se muda pra um subúrbio habitado por BRANCOS, em Los Angeles. e pra piorar a casa deles é ASSOMBRADA pic.twitter.com/cXT5tyhYOv
pra quem gosta da vibe e temática de Us, Get Out e Lovecraft County, assista THEM na Amazon Prime. Não terminei ainda, mas tô gostando do que tô vendo, é bem promissor
Eu acabei de assistir o primeiro episódio de #THEM e estou impactado! Mto boa caras, já quero assistir os próximo, amazon acertou mto nessa pic.twitter.com/CB3kfbRmu6
Sobre a nova série da Amazon, lembrou Lovecraft Country. Parece que vai ser boa também. No primeiro episódio de #THEM senti raiva, medo, fiquei agoniado. Tem um clima bem elaborado de terror, mistério e suspense.
‘Them’ é uma série que mistura terror com comentário social, trazendo uma nova história a cada temporada. A primeira acompanha Henry (Ashley Thomas) e Lucky Emory (Deborah Ayorinde), um casal afro-americano que, nos anos 50, decide se mudar com sua pequena família da Carolina do Norte para um bairro totalmente branco de Los Angeles. Eles tentam escapar da segregação racial e da discriminação predominantes no sul dos EUA, onde as leis de Jim Crow ainda vigoravam. A nova casa dos Emory está localizada em uma rua arborizada e aparentemente tranquila, mas logo se torna palco de fenômenos sobrenaturais. Henry e Lucky desconfiam de que os eventos perturbadores podem estar relacionados a sua filha, que tem habilidades especiais e não sabe disso. Determinados a mantê-la como uma garota normal do ensino médio, os dois precisam encarar as forças do mal que ameaçam expô-la, bem como destruir seus entes queridos.
Em outubro do ano passado, o The Hollywood Reporter havia publicado uma matéria dizendo que o popular astro James Foxx poderia reprisar seu papel como Electro no aguardado ‘Homem-Aranha 3’, confirmando a existência de um multiverso que uniria as três franquias cinematográficas do herói.
A confirmação não viria com muita surpresa, visto que Alfred Molina recentemente apareceu no trailer oficial de ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’, retornando como o icônico vilão Dr. Octopus. Mas Foxx ainda parece desviar da pergunta e, em uma recente entrevista à revista Men’s Health, se manteve neutro quanto à participação na sequência, respondendo: “esses filhos da p*** são bons”.
Você gostaria de ver Electro no próximo filme?
Em entrevista à Variety, Benedict Cumberbatch, que volta como Doutor Estranho na produção, disse que a sequência do aracnídeo será um dos filmes de super-herói solo mais ambiciosos que os fãs já viram. De acordo com o astro, grande parte disso é resultado do diretor Jon Watts, que Cumberbatch chama de gênio.
“Vai ser um grande filme, eu acho. Acho que Jon Watts é um gênio, toda a equipe que participou desses três filmes é extremamente brilhante”.
O astro rasgou elogios para Watts.
“Jon [Watts] é ótimo, ele tem um toque tão leve, ele está tão seguro. É ótimo sair com ele no set. Ele é muito espirituoso, mas incrivelmente generoso e apoiador. Tudo o que você quer em um diretor. Ele é jovem, é enérgico, ele conquista as crianças – eu me considero uma ‘pessoa mais velha’ para as pessoas mais velhas. É uma atmosfera maravilhosa naquele set. É um grupo unido, eles fizeram três agora, lindo ambiente de trabalho. Eu realmente gostei de estar naquele set, realmente gostei”.
Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.
Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.
A CW divulgou novas imagens oficiais de “Broken Toys”, décimo primeiro episódio da 3ª temporada de ‘Batwoman’.
Na trama, “justo quando as coisas não poderiam ficar piores… A identidade de Batwoman fica em risco de ser exposta, e alguns dos vilões mais perigosos de Gotham unem forças. Sophie se junta a Luke em uma missão, enquanto Alice entra na mente de Mary”.
O capítulo, que é dirigido por Camrus Johnson (intérprete de Luke Fox/Batwing), será exibido no dia 02 de fevereiro.
Confira, junto à promo:
Criada por Caroline Dries, a série faz parte do Universo Compartilhado da DC nas telinhas, conhecido como o Arrowverse.
A trama segue Kate Kane e Ryan Wilder, enquanto elas lutam para enfrentar seus demônios se tornando vigilantes, combatendo o crime na cidade de Gotham.
A sequência ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ já chegou ao catálogo brasileiro do Disney+.
O longa, estrelado por Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen, foi lançado hoje,dia 22 de junho, na plataforma de streaming.
Após derrotar Dormammu e enfrentar Thanos nos eventos de Vingadores: Ultimato, o Mago Supremo, Stephen Strange (Cumberbatch), e seu parceiro Wong (Benedict Wong), continuam suas pesquisas sobre a Joia do Tempo. Mas um velho amigo que virou inimigo coloca um ponto final nos seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indescritível, o obrigando a enfrentar uma nova e poderosa ameaça.
O longa se conecta com a série do Disney+ ‘WandaVision’ e tem relação também com ‘Loki’, e também pertence à fase 4 do MCU onde a realidade do universo pode entrar em colapso por causa do mesmo feitiço que trouxe os vilões do Teioso para o mundo dos Vingadores e o Mago Supremo precisará contar com a ajuda de Wanda (Olsen), que vive isolada desde os eventos de ‘WandaVision’.
A trama se aprofunda em um novo capítulo da espetacular saga dos Vikings e começará no início do século XI, focando nas aventuras dos Vikings mais lendários que já viveram: Leif Eriksson (Sam Corlett), Freydis Eriksdotter (Frida Gustavsson), Harald Hardrada (Leo Suter) e o Rei William o Conquistador. Esses homens e mulheres construírão seus nomes e lutarão pela sobrevivência em um mundo marcado pela mudança e evolução.
Shinji Aramaki também fica responsável pela direção.
‘Ultraman‘ foi uma série japonesa e um dos primeiros seriados de super-herói exibido a cores pela televisão japonesa. O seu sucesso foi tão grande que acabou gerando uma franquia de série e filmes que perdura até os dias atuais. A história tem início quando acidentalmente a nave-asteroide de Ultraman colide com uma nave da Patrulha Científica, causando a morte de um patrulheiro chamado Hayata.
Segundo o conhecido perfil insider @mytimetoshineh, o reboot de ‘X-Men’ da Marvel Studios não contará com uma nova versão do Wolverine, visto que o astro Hugh Jackman deve continuar interpretando o personagem até ‘Vingadores: Guerras Secretas’, que concluirá a Saga do Multiverso.
As informações indicam que, “por enquanto, ele continuarão com Hugh Jackman até que a saga termine. O novo Wolverine não aparecerá por um bom tempo, mas eles irão preparar sua criação ao mostrar adamantium em ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’“.
For now they’re sticking with Hugh Jackman until this saga is done. The new Wolverine wont show up for awhile but they will tease his creation by showing Adamantium in Captain America Brave New World https://t.co/BohZZREhhR
De acordo com o Deadline, o estúdio está entrando em uma fase de avaliação de roteiros nos próximos dias para o reboot.
Fontes confiáveis indicaram que a Marvel Studios começará a agendar reuniões com roteiristas ainda neste trimestre para apresentar propostas para o projeto.
No entanto, não há pressa para preencher o cargo, já que o filme ainda não recebeu uma data de lançamento oficial. É altamente provável que a decisão sobre o roteirista seja tomada no início de 2024.
Vale lembrar que a Marvel Studios está produzindo ‘Deadpool 3‘, que será lançado em maio de 2024 e trará Ryan Reynolds de volta como o Mercenário Tagarela junto com Jackman reprisando seu papel icônico como Wolverine.
Anteriormente, o insiderDaniel Richtman disse o filme será ambientando no multiverso porque o Deadpool vai iniciar uma busca para encontrar a variante perfeita do Wolverine para substituir Jackman no MCU.
No entanto, ao longo da missão, ele conclui que o astro é insubstituível.
Confira a publicação:
“No filme, é dito que o #Deadpool embarca em uma busca para encontrar o Wolverine perfeito. Depois de encontrar inúmeras variantes, ele conclui que Hugh Jackman não pode ser substituído. (Fonte: @DanielRPK).”
In the film, #Deadpool is said to embark on a quest to find the perfect Wolverine. After encountering numerous variants, he ultimately concludes that Hugh Jackman cannot be replaced.
Vale lembrar que a Marvel Studios antecipou ‘Deadpool 3‘ para 3 de maio de 2024. Anteriormente, o longa estava previsto para 8 de novembro de 2024.
Infelizmente, a data pode ser alterada novamente por causa das greves.
Embora os detalhes da trama de ‘Deadpool 3‘ sejam mantidos em segredo, rumores sugerem que o Mercenário Tagarela causará problemas nas linhas temporais e terá que lidar com a “vigilância” da Autoridade de Variação Temporal (AVT).
O terceiro filme também contará com a presença de Stefan Kapičić como Colossus, o mutante que transforma sua pele em aço; Brianna Hildebrand e Shioli Kutsuna como Míssil Adolescente Megassônico e sua namorada Yukio, respectivamente; e Morena Baccarin como Vanessa, o par romântico do personagem titular.
Karan Soni e Leslie Uggams completam o elenco como o carismático taxista Dopinder e a Cega Al, uma idosa com humor irreverente que serve como conselheira para o Deadpool.
O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.
A icônica popstarOlivia Rodrigo lançou hoje (22) o aguardado ‘GUTS (Spilled)’, versão deluxe de seu aclamado segundo álbum de estúdio, ‘GUTS’.
A produção conta com cinco novas faixas: “So American”, “Obsessed”, “Girl I’ve Always Been”, “Scared of My Guitar” e “Stranger” (estas últimas quatro disponíveis apenas na edição em vinil do compilado original).
Relembre a tracklist oficial:
1. All-American Bitch 2. Bad Idea Right? 3. Vampire 4. Lacy 5. Ballad of a Homeschooled Girl 6. Making the Bed 7. Logical 8. Get Him Back! 9. Love Is Embarrasing 10. The Grudge 11. Pretty Isn’t Pretty 12. Teenage Dream
Rodrigo foi uma das grandes vencedoras do Grammy 2022, levando para casa os prêmios de Melhor Álbum Pop Vocal por ‘SOUR’, Artista Revelação e Melhor Performance Pop Solo pelo sucesso “drivers license”.
Nascida em 2003, Rodrigo teve seu primeiro papel de destaque em ‘Bizaardvark’, série original do Disney Channel, antes de interpretar Nini Salazar-Roberts na série ‘HSM’, do Disney+.
Em 2021, a cantora e compositora fez sua estreia oficial no mundo da música com “drivers license”, que caiu no gosto da crítica e alcançou o primeiro lugar de diversas paradas musicais, incluindo a Billboard Hot 100.
A Paramount+Brasil divulgou o trailer legendado do terror psicológico ‘Apartamento 7A‘, que servirá de pré-sequência ao clássico ‘O Bebê de Rosemary‘.
Assista:
O novo longa vai explorar o que aconteceu no icônico apartamento antes de Rosemary se mudar e chega ao catálogo da plataforma de streamingParamount+ Brasil em 27 de setembro – mesmo dia de lançamento no EUA.
Dirigido por Natalie Erika James (‘Relíquia Macabra’), que também assina o roteiro ao lado de Christian White, o longa recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.
O longa foi classificado pelo MPAA por “cenas violentas e uso de drogas”.
Ambientada em 1965, em Nova York, a trama se passará antes dos eventos do longa original, explorando o que aconteceu no apartamento antes da Rosemary Woodhouse se mudar.
Enquanto passa por dificuldades após uma lesão devastadora, uma jovem dançarina (Julia Garner) se encontra atraída por forças malignas quando um casal mais velho e afortunado a promete uma chance de ganhar fama.
Segundo o Deadline, Kiernan Shipka (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) e Mckenna Grace (‘Pânico 7’) irão estrelar o novo thriller de sobrevivência ‘The Nowhere Game’.
O filme segue Carin (Grace) e Allie (Shipka), cuja viagem toma um rumo angustiante quando as duas jovens são sequestradas por um sádico de sangue frio e lançadas em um jogo brutal de sobrevivência. Com uma pequena vantagem inicial, Carin e Allie serão soltas na floresta com suprimentos limitados enquanto são caçadas na frente de um público online que assiste com fascinação sombria. Sem nenhum sinal de civilização e sem forma de pedir ajuda, as mulheres confiam na sua inteligência e umas nas outras para escapar à captura.
Navegando pela natureza hostil, eles descobrem pistas misteriosas deixadas por “concorrentes” anteriores, pintando um quadro sombrio dos riscos que enfrentam. À medida que o caçador se aproxima, eles percebem: sobreviver não é apenas improvável – é quase impossível. Carin e Allie devem abandonar o medo e transformar-se de presas em predadoras para levar este jogo distorcido à sua conclusão final e sangrenta.
Na trama, após a perda da esposa, Youssef, um pai dedicado, enfrenta os altos e baixos da paternidade enquanto carrega o peso da dor. A série explora a jornada de Youssef através do luto, da paternidade e da cura, ao mesmo tempo que mostra os momentos íntimos entre pai e filho.
O filme apresenta um olhar sensível sobre a coragem de uma mulher em mudar radicalmente de vida depois dos cinquenta anos.
Confira o trailer:
Na trama…
Depois de toda uma vida em uma comunidade de pesca em Florianópolis, a professora Ana Catarina prepara-se para mudar para Portugal. Entre desapegos materiais e muitas decisões, a mais desafiadora é se desvencilhar de 5 livros, que guardam dedicatórias de amigos que foram importantes, em diferentes momentos de sua vida. Ana decide reencontrar aqueles que a presentearam, entregando esses livros para que os guardem, quem sabe até uma possível volta, quem sabe para sempre. Os reencontros, alguns passados 20 anos, mexem nas profundezas de sua memória, fazendo-a refletir sobre o passado para seguir em frente na nova vida.
O que Ana não previa era o impacto desses reencontros, de revirar o passado, reviver emoções e encontrar não os amigos de anos atrás, mas as pessoas em quem se transformaram. Essa entrega de livros acaba por mexer no presente e impulsionar Ana Catarina para que repense e resolva questões guardadas nas profundezas de sua memória, traumas que carrega, situações adormecidas e silenciadas. Só se rearrumando ela vai conseguir, de fato, resolver o passado, viver o presente e fazer do futuro um caminho libertário.
Augusto Madeira, Renato Turnes, Vanderleia Will, Andrea Buzato, Marcinho Gonzaga, Manuela Campagna, Paulo Vasilescu, Severo Cruz, Joana dos Santos e outros integram o elenco.
A batalha entre ‘Mortal Kombat 2’ e ‘O Diabo Veste Prada 2’ nas bilheterias mundiais está mais acirrada do que nunca – e a sequência do filme de ação da Warner Bros. e da New Line fez bonito ao arrecadar sólidos US$5,2 milhões nas pré-estreias desta última quinta-feira (7) (via Variety).
O segundo filme da franquia está projeto para estrear com uma arrecadação entre US$40 milhões e US$45 milhões na América do Norte.
Apesar do estúdio oferecer uma estimativa mais modesta (US$35 milhões), o longa de ação inspirado na clássica franquia de games enfrentará ‘O Diabo Veste Prada 2’, da Walt Disney Studios, que deve faturar um expressivo montante de US$38-US$42 milhões em seu segundo fim de semana em cartaz -o que significa que ambos os títulos irão competir pelo primeiro lugar no ranking.
É possível que a sequência estrelada por Meryl Streep e Anne Hathaway possa alcançar a surpreendente marca de US$50 milhões nesta semana, como apontam exibidores e concorrentes, considerando a celebração do Dia das Mães e a crescente popularidade do filme.
Espera-se que ‘Mortal Kombat II’ arrecade pelo menos US$30 milhões nas bilheterias internacionais; dessa forma, a estreia global pode variar entre US$70 milhões e US$80 milhões.
A sequência foi produzida com um orçamento de US$80 milhões, superior aos US$55 milhões do filme anterior. O primeiro ‘Mortal Kombat’ estreou com US$23 milhões, lançado simultaneamente na HBO Max durante o desastroso experimento de um ano conhecido como Projeto Pipoca. Apesar das intercorrências, a adaptação fez um modesto sucesso, com US$42 milhões na América do Norte e US$84 milhões no mundo todo.
Lembrando que o filme está programado para estrear no dia 8 de maio.
No novo filme, os campões favoritos dos fãs – agora acompanhados pelo próprio Johnny Cage – são colocados uns contra os outros numa sangrenta e derradeira batalha, sem regras ou limites, para derrotar o sombrio governo de Shao Kahn que ameaça a própria existência do Plano Terreno e seus defensores.
O roteiro já está prestes a ser escrito e dirigido por Jeremy Garelick (‘Separados pelo Casamento’), com produção de Adam Fields, e deve ter um elenco diversificado a ser anunciado pelos próximos meses.
“O que mais me entusiasmou foi ter quatro filhos, incluindo gêmeos, e isso é algo que o público pode assistir e compartilhar algumas das experiências que tive com minha esposa”, disse Garelick. “Tipo, descobrir como criar essas crianças, com todos os erros que acontecem. Isso realmente parece uma ideia divertida. Todos podem se relacionar com bebês. O desafio é que foi um filme realmente bom, Travolta e Kirstie Alley tiveram uma ótima química eAmy Heckerling escreveu um ótimo roteiro incrível. Estamos nos estágios iniciais para descobrir como contar a história numa versão moderna.”
O filme original custou US$ 7,5 milhões e foi um sucesso, arrecadando arrecadou quase US$ 300 milhões pelo mundo. Também foram lançadas duas sequências e uma série de TV derivada.
Josh Brolin fez um ótimo trabalho interpretando Cable em ‘Deadpool 2‘, mas depois que a Disney adquiriu os direitos da franquia da Fox, o futuro do personagem parece incerto.
Mesmo assim, parece que Brolin está ansioso para reprisar o papel quando a franquia for lançada no MCU, como revelou Rob Liefeld.
Durante uma entrevista para o Cosmic Book News, o criador do Cable e do Deapool, disse que:
“Josh está ansioso para participar do MCU novamente, só que agora reprisando seu papel como Cable. Ele adorou participar de ‘Deadpool 2‘, mesmo sabendo que não se parece com o Cable. Ele até me disse que vai treinar pesado para tentar se aproximar da versão dos quadrinhos. A verdade é que eu não nem me importei com a aparência dele, porque eu adorei o filme, Josh é o cara.”
Por enquanto, ainda não há informações oficias sobre o retorno de Brolin no próximo filme do ‘Deadpool‘, que já está em desenvolvimento na Marvel Studios.
Há algumas semanas, o WGTC, adiantou que o estúdio está desenvolvendo uma série de TV do Cable para a Disney+.
A informação veio da mesma fonte que revelou a produção de ‘Mulher-Hulk‘ antes de sua confirmação oficial.
Foi dito que a série irá acompanhar as viagens no tempo de Cable, e Deadpool será um personagem recorrente em alguns episódios, mas não foi revelado se Dominó também estará presente.
Apesar da novidade, a trama terá baixa classificação indicativa para se adequar ao conteúdo da plataforma de streaming, então não espere algo como ‘Deadpool 2‘.
Além disso, a produção não deve começar tão cedo, já que os executivos do estúdio devem esperar o lançamento de ‘Deadpool 3‘ antes de apresentar o personagem no MCU.
Como a ideia ainda está nos estágios iniciais, novas informações devem surgir pelos próximos meses.
Mesmo assim, vale lembrar que a Marvel não se pronunciou sobre a informação, então considere como rumor.
O portal também divulgou que o estúdio está considerando Taika Waititipara assumir a direção de ‘Deadpool 3’.
Foi dito que Waititi está no topo da lista de desejos do estúdio depois que ele foi premiado com o Oscar de melhor Roteiro Adaptado por ‘Jojo Rabbit‘.
Além disso, o humor de Waititi combina perfeitamente com a proposta dos filmes do ‘Deadpool‘, sem contar que ele e Ryan Reynolds são grandes amigos e trabalharam juntos em ‘Lanterna Verde‘ (2011).
Mesmo assim, ainda não há nada confirmado, e como a Marvel não se pronunciou sobre a informação, considere como rumor.
Até lá, os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick aguardam a aprovação de Kevin Feige para começarem a escrever o roteiro.
Por enquanto, Waititi está ocupado com o planejamento de ‘Thor: Amor e Trovão’, e confirmou ao The Wrap que as filmagens da sequência irão começar em agosto deste ano.
Questionado sobre o desenvolvimento da sequência, ele disse:
“Acabei de gravar ‘Netx Goal Wins‘, com Michael Fassbender, e agora vou direcionar minha atenção para o elenco de ‘Thor: Amor e Trovão‘. Estou muito ansioso, porque as filmagens começam em agosto e já estamos montando os preparativos.”
Esta será a segunda vez que ele assume a direção de um filme da Marvel, já que também foi o responsável pelo elogiado ‘Thor: Ragnarok‘ (2017).
Anteriormente, Waititi revelou à Entertainment Weekly que o filme será mais ousado e mais brilhante que o anterior, ‘Ragnarok’.
“O próximo filme do Thor que estou fazendo, basicamente, nos leva mais uma vez para o espectro da aventura. Essa foi a coisa que mais gostei sobre fazer ‘Ragnarok’, parecia que estávamos colocando Thor em uma aventura super legal. Há sempre coisas novas para ver e fazer, e neste, acho que vamos dobrar muitas coisas e criar algo maior, mais ousado e mais brilhante. Teremos coisas muito loucas no filme”.
Recentemente, boatos indicaram que a vencedora do Oscar, Jennifer Lawrence, foi cotada para interpretar a vilã Amora no longa. Para quem não a conhece, Amora é uma das maiores inimigas dos asgardianos e uma das feiticeiras mais poderosas e manipuladoras da Marvel, embora ela e Thor também tenham sido amantes nos quadrinhos.
Por enquanto, Lawrence e a Marvel ainda não se pronunciaram sobre a informação, então considere como rumor.
Lembrando ‘Thor: Amor e Trovão‘ estreia em 05 de novembro de 2021.
Finalmente acabou a espera para o desfecho da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, e o episódio foi cheio de emoções e surpresas!
Além de mostrar o aguardado duelo entre Din Djarin (Pedro Pascal) e o agora não tão temido Moff Gideon (Giancarlo Esposito), os fãs foram pegos de surpresa com a presença do jovem Luke Skywalker.
Com a promessa de treinar o Baby Yoda, Luke decide partir e levá-lo para a nova Academia Jedi. É aí que Mando (Din Djarin) remove seu capacete mais uma vez, com lágrimas em seus olhos, observando o pequeno ir embora com Luke e R2-D2.
Em seu perfil do Twitter, Mark Hamill, intérprete do personagem no cinema, fez piada e provocou os fãs ao perguntar:
Meus pais: que gritaria e barulho de choro esse ai?
Eu assistindo #TheMandalorian e surtando porque o Luke Skywalker apareceu e chorando porque o Grogu e Din foram separados novamente
A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
Em seu perfil o Instagram, o ilustrador da Marvel Ryan Meinerding divulgou um arte conceitual de ‘Loki’, detalhando o visual do Throg.
Para quem não se lembra, Throg surge aprisionado em um pote de vidro na dimensão paralela em que o Deus da Trapaça é enviado no episódio 05.
Na cena, o sapinho pula em direção ao Mjolnir, mas é impedido pelo vidro, que contém uma etiqueta escrita T-365.
O número é uma referência à revista Thor #365, quando o Throg aparece pela primeira vez nos quadrinhos, onde ele também é conhecido como Simon Walterson em sua versão humana.
A participação especial do sapinho conquistou os fãs da série, que publicaram diversas mensagens de entusiasmo e surpresa pela referência.
Confira as reações:
Talvez você não tenha percebido, mas se você olhar um pouco mais de perto, verá uma placa de metal que diz ‘T365’, esse é o número da edição dos quadrinhos onde Thor faz sua primeira aparição como Throg nos quadrinhos. #Lokipic.twitter.com/YRXREwLfoU
Throg, mais conhecido como “Thor Sapo” aparece em uma pequena cena no episódio 5 de Loki. Ele está dentro de um pote aparentemente tentando sair dele, um pequeno Easter Egg do episódio. #Lokipic.twitter.com/f8valtGUBE
Lembrando que ‘Loki’ foi confirmada oficialmente para a 2ª temporada!
Criada por Michael Waldron, a série se passa após os eventos do filme ‘Vingadores: Ultimato‘, no qual uma versão alternativa de Loki cria uma nova linha do tempo.
Depois de roubar o Tesseract, uma versão alternativa de Loki é trazida para a misteriosa Autoridade de Variação Temporal (AVT), uma organização burocrática que existe fora do tempo e do espaço, e monitora a linha do tempo. Eles dão a Loki uma escolha: ser apagado da existência por ser uma “variante do tempo” ou ajudar a consertar a linha do tempo e impedir uma ameaça maior. Loki acaba preso em seu próprio thriller policial, viajando no tempo e alterando a história da humanidade.
A produção de ‘Velozes e Furiosos 10‘ já está em andamento, e a sequência está repleta de novos rostos, como Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’).
Apesar de sua personagem estar sendo mantida em segredo, ela deve ter um importante papel na trama.
Isso porque Vin Diesel, astro e produtor da franquia, compartilhou uma imagem de Dominic Toretto abraçando a personagem de Melchior, que parece bastante abalada nos braços do amigo.
Na legenda, Diesel escreveu:
“Os ícones originais ao lado dos novos e incríveis membros da nossa família… Abençoados e gratos! Daniela Melchior, espero deixá-la orgulhos!”
A produção também irá introduzir Jason Momoa (‘Aquaman’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Alan Ritchson (‘Reacher’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’).
Vale lembrar que Dwayne Johnson NÃO retornará após sua briga com o Vin Diesel, assim como diretor Justin Lin, que deixou a produção após conflitos com o ator.
Louis Leterrier (‘O Incrível Hulk’) foi contratado para assumir a direção.
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