Através do Twitter, o Exhibitor Relations Co revelou que ‘Army of the Dead – Invasão em Las Vegas’ terá classificação etária para maiores de 18 anos.
Confira o anúncio:
“Bem, bem, bem… Este é o Snyder Cut que todos nós estávamos esperando. ‘Army of the Dead’ foi classificado para maiores de 18 anos devido à forte violência gráfica, incluindo cenas sangrentas, linguagem inapropriada e conteúdo sexual.”
Dirigido por Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos‘), o longa, que foi rodado em Las Vegas, contou com orçamento de US$ 70 milhões.
Após um surto de zumbis em Las Vegas, nos Estados Unidos, um grupo de mercenários faz uma aposta final, aventurando-se na zona de quarentena para tentar realizar o maior assalto de todos os tempos.
Dave Bautista estrela a produção. O elenco ainda conta com Ella Purnell, Omari Hardwick, Ana De La Reguera, Theo Rossi, Matthias Schweighöfer, Nora Arnezeder, Hiroyuki Sanada, Garret Dillahunt, Tig Notaro, Raúl Castillo, Huma Qureshi, Samantha Win, Richard Cetrone e Michael Cassidy.
O diretor Adam Robitel deu um show de simpatia ao conversar com o Renato Marafon sobre ‘Escape Room 2: Tensão Máxima‘, que estreia no Brasil nesta quinta-feira, 16.
Adam falou sobre as cenas de ação da sequência, com qual franquia gostaria de ver um crossover e ainda revelou várias ideias que ele tem para um possível 3º filme.
Assista a entrevista:
Sucesso nos cinemas, ‘Escape Room 2: Tensão Máxima‘ já arrecadou US$ 44.8 milhões mundialmente.
No novo filme, seis pessoas se encontram presas em uma nova série de escape rooms, buscando o que elas têm em comum para sobreviver… e descobrindo que todos já jogaram esse jogo antes. Trata-se de um torneio para aqueles que já sobreviveram a outros jogos mortais.
Inicialmente previsto para ser lançado nos cinemas nacionais dia 21 de Julho, o terror ‘Não, Não Olhe!‘ (Nope) teve sua estreia adiada mais uma vez no Brasil.
Ao invés de 18 de Agosto, o filme agora chega aos cinemas daqui apenas no dia 25 de Agosto – mais de um mês após a estreia nos EUA, agendada para 22 de Julho.
A Warner Bros. está fazendo novas exibições especiais de ‘The Flash‘ para o público norte-americana e novas reações do filme caíram na internet.
Confira, com nossas primeiras reações:
“The Flash é absolutamente sensacional. Depois de todos os atrasos, todas as frustrações e todas as bobagens que os fãs do DCEU tiveram que suportar, valeu a pena esperar por este filme! É nada menos que uma carta de amor emocional gigante para o personagem e para a própria DC.”
After all the delays, all the frustration and all nonsense that DCEU fans have had to put up with, this film was absolutely worth the wait!
It’s nothing short of one giant emotional love letter to the character and DC itself. pic.twitter.com/cpvkMT8rln
— The Moonlight Warrior (@BlackMajikMan90) May 23, 2023
“#TheFlash não é apenas FENOMENAL, é uma celebração completa de DC. Um passeio cheio de ação emocional TOTALMENTE FOCADO em Barry Allen! O Batman de Keaton e a Supergirl complementam o filme com momentos dignos de aplausos, mas esta é uma história FLASH. O bom se sobrepõe ao ruim. EU AMEI.”
#TheFlash is not just PHENOMENAL it’s a full on celebration of DC . An emotional action packed ride FULLY FOCUSED on Barry Allen! Supergirl & Keaton’s Batman complement the film w/ applauded worthy moments but this is a FLASH story. The good towers way over the bad. I LOVED IT. pic.twitter.com/4YIPKhub08
“Não posso acreditar que estou dizendo isso… mas é verdade. #TheFlash é FANTÁSTICO. Este não é apenas um dos filmes de quadrinhos mais divertidos que já vi, mas está cheio de emoção. Este é um dos melhores filmes da DC que já vi, e IMPERDÍVEL nos cinemas!”
Can’t believe I’m saying this… but it’s true. #TheFlash is FANTASTIC. Not only is this one of the most fun comic book movies I’ve ever seen, but it is full to the brim with SO much heart. This is one of the best DC films I’ve seen in a while, and a MUST SEE in theaters! pic.twitter.com/YdxhHTbVmE
“Então #TheFlashMovie foi, ÉPICO. Este é um dos melhores filmes da DC que já vi. Cheio de ação, engraçado, carregado com grandes participações especiais e uma história emocionante que mantém você na ponta da cadeira com momentos emocionais, engraçados e alegres.”
HOLY. SMOKES. LETS TALK!!
So #TheFlashMovie was, EPIC. This is one of the best DC films I’ve seen in a while. Action-packed, funny, loaded with great cameos, and an exciting story that keeps you on the edge of you your seat and emotional, goofy, and lighthearted moments in one pic.twitter.com/SpWqSNlZZD
“#TheFlash é o SEM VOLTA PARA CASA da DC, um GIGANTICO blockbuster liderado pela performance dupla quase imaculada de Ezra Miller, toda a nostalgia que você poderia querer e mais, depois de ver isso, é difícil imaginar um DCU sem Ezra, um sucesso de bilheteria de verão, vai ser ENORME ⚡️⚡️⚡️”
#TheFlash is DC’s NO WAY HOME, a GIGANTIC audience pleaser led by Ezra Miller’s near immaculate dual performance, all the nostalgia you could want & more, after seeing this it’s hard to imagine a DCU without Ezra, a summer blockbuster bullseye, gonna be HUGE ⚡️⚡️⚡️ pic.twitter.com/JIzo9ezlT2
“Acabei de sair de uma exibição ‘The Flash‘ e não foi bom. Se você quer ver por Michael Keaton ou pelo fan service e nostalgia… okay. Você pode não gostar de tudo. Mas se você quer Ponto de Ignição sendo contada de forma coerente assista a série de TV.”
Just got out of #theflash and it was not good. If you want to see it bc of Keaton and nostalgia/fan service… okay you might not love it all though. But if you want the flashpoint told in a coherent way watch the TV show. #TheFlashMoviepic.twitter.com/s5TewnF8aK
— Ashley Saunders she/her (@ThatAshleyErin) May 23, 2023
O co-CEO da DC Studios, James Gunn, foi questionado por um usuário no Twitter se para assistir a ‘The Flash‘ é necessário ver outros filmes daDC, como os do Batman protagonizados por Michael Keaton.
Em sua resposta, Gunn foi sucinto ao responder que não é necessário assistir nenhum filme para conseguir entender a trama de ‘The Flash‘.
“Já assisti ‘Homem de Aço’. Se o hype for real, o que você recomenda para assistir antes de ‘The Flash’?”, perguntou um seguidor.
“Você não precisa ver nada, desde que saiba que o Batman de Michael Keaton exista”, respondeu Gunn.
You don’t need to see anything, as long as you know the Keaton Batman exists.
‘The Flash‘ terá 144 minutos de duração, ou seja, 2 horas e 24 minutos.
Com estreia marcada para 15 de junho nos cinemas nacionais, a adaptação é dirigida porAndy Muschietti (‘It- A Coisa’).
“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”
‘Abigail’ já está disponível nos cinemas nacionais e gira em torno de uma quadrilha que sequestra a menina de apenas 12 anos na tentativa de receber uma quantia milionária pelo resgate, mas eles logo descobrem o erro e precisam lutar por suas próprias vidas quando percebem que ela é uma vampira.
Além de ter registrado 89% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa já é um sucesso entre o público, conquistando a nota B no CinemaScore.
Para quem não sabe, a pesquisa do CinemaScore já é tradição e acontece desde 1978.
A votação é feita diretamente nos cinemas da América do Norte, com o público preenchendo os cartões de voto logo depois de terem assistido a um filme e atribuindo notas que vão de ‘A+’ a ‘F‘.
Confira a publicação:
“#Abigail obteve uma sólida classificação B! Você já assistiu? Compartilhe sua opinião nos comentários! #Cinemascore.”
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Melissa Barrera falou sobre ‘Abigail‘ e revelou qual é a parte mais desafiadora e a mais divertida em ser uma Scream Queen:
“A parte mais divertida é a sanguinolência. Eu acho super divertido estar coberta de sangue. Eu adoro as sequências de perseguição, as cenas de ação são super divertidas de gravar.”, ela diz.
Sobre os maiores desafios, a atriz revela que é conseguir a conexão do público com os personagens.
“Eu acho que a parte mais difícil é provavelmente manter a trama pé no chão, por que o terror às vezes pode ficar realmente louco, e esse filme fica muito louco. Para mim é manter a verdade emocional presente e estar lá presente. Tipo o relacionamento central, a relação emocional entre Abigail e Joey, que é o coração do filme. Por que eu sinto que é comum em filmes de terror e em outros filmes, onde você não se importa com os personagens, você está lá apenas para assistir a ação, as mortes e tudo isso. Mas se você não se importa com os personagens, então você não vai querer assistir ao filme de novo. Para mim, esse é sempre o desafio no terror, mantê-lo fundamentado e verdadeiro dentro de sua loucura”, ela conclui.
‘Abigail‘ já está em exibição nos cinemas e marca a reunião entre a atrizMelissa Barrera e os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, após ‘Pânico 5 e 6‘.
Na trama, uma quadrilha sequestra a menina de apenas 12 anos na tentativa de receber uma quantia milionária pelo resgate, mas eles logo descobrem o erro e precisam lutar por suas próprias vidas quando percebem que ela é uma vampira.
Da Radio Silence – a equipe de direção de Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett por trás dos terríveis sucessos de terror moderno ‘Casamento Sangrento‘ e ‘Pânico‘ – vem uma nova visão ousada e sedenta de sangue do filme de vampiros, escrita por Stephen Shields (‘The Hole in the Ground’) e Guy Busick (‘Pânico’).
A Universal afirma que o projeto se encaixa no mesmo estilo de filmes como ‘O Homem Invisível‘, de Leigh Whannell, e ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, filmes que oferecem “uma abordagem única para a lenda dos monstros lendários e representam uma direção nova e fresca para celebrar esses personagens clássicos”.
Em DESTRUIÇÃO FINAL 2, a família Garrity, que sobreviveu a um evento de quase extinção quando um cometa interestelar atingiu a Terra, precisa deixar a segurança do bunker da Groenlândia e embarcar em uma jornada perigosa pelo deserto congelado e dizimado da Europa para encontrar um novo lar.
» Sequência direta do filme desastre ‘Destruição Final: O Último Refúgio‘ (2020), que arrecadou US$ 53.2 milhões nas bilheterias mundiais;
» Apesar de ser sequência direta, o contexto mudou: enquanto o primeiro filme focava no desastre global causado por um cometa, este segundo foca na sobrevivência pós-impacto — o mundo agora está destruído, com zonas inabitáveis, radiação e devastação ambiental. A jornada da família tem grande peso dramático.
» O orçamento da sequência aumentou em relação ao primeiro filme (o original tinha orçamento de US$ 35 milhões). Isso sugere uma produção mais ambiciosa — cenários pós-apocalípticos, efeitos, locações internacionais etc.
A Sony Pictures fez uma parceria com a Marvel Studios em 2015 para trazer oHomem-Aranha para o Universo Cinematográfico da Marvel, que começou com a aparição de Tom Holland em ‘Capitão América: Guerra Civil‘.
Com o sucesso do herói, a Sony iniciou seu próprio universo de super-heróis com ‘Venom‘ em 2018, que foi um fracasso de crítica, mas arrecadou US$ 856,1 milhões mundialmente. Depois tivemos as sequências e também ‘Morbius‘ e ‘Madame Teia‘, que foram massacrados pelos críticos.
‘Morbius‘ arrecadou apenas US$ 167,5 milhões mundialmente e ‘Madame Web‘ veio em seguida com US$ 100,5 milhões.
Por fim, ‘Kraven, o Caçador‘ encerrou tudo com apenas US$ 62 milhões mundialmente.
Em entrevista ao programa The Town with Matt Belloni , o CEO da Sony, Tom Rothman, foi questionado se o estúdio retornaria ao universo do ‘Homem-Aranha‘ em live-action.
“Sim, teremos um reboot completo em breve”.
No momento, Phil Lord e Christopher Miller finalizam a bem-sucedida trilogia animada do Aranhaverso.
A estrela Hailee Steinfeld, que dá voz à Gwen Stacy na versão original da animação ‘Homem-Aranha: Além do Aranhaverso’, falou recentemente sobre o andamento da aguardada sequência do sucesso da Sony Pictures.
“Estamos trabalhando nisso. Às vezes, me pergunto se algo realmente é descartado, porque já falei a palavra ‘Miles’ de tantas formas e tons diferentes… provavelmente eles têm uma biblioteca inteira só disso”, brincou a atriz em entrevista a Variety.
Ela também comentou sobre o processo de produção, que segue um caminho pouco convencional: “O processo está em constante mudança. Você nunca recebe o roteiro completo logo de cara. Ele vai evoluindo. E isso torna tudo tão maluco e divertido de fazer parte”.
Após diversos adiamentos, a animação ‘Homem-Aranha: Além do Aranhaverso’ teve sua estreia adiantada em uma semana.
‘Homem-Aranha: Além do Aranhaverso’ está previsto para estreia no dia 18 de junho de 2027.
Vale destacar que ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’, arrecadou impressionantes US$ 683 milhões em todo o mundo, consolidando-se como um dos grandes sucessos do ano passado.
As filmagens da minissérie biográfica ‘Pam & Tommy‘ seguem a todo vapor e o astro Sebastian Stan compartilhou uma nova imagem oficial da produção.
E no registro em questão, o ator aparece caracterizado como o baterista da banda Mötley Crue, manejando uma baqueta em uma de suas mãos.
Confira:
Durante uma entrevista ao ComickBook.com, o diretor Craig Gillespie, falou sobre a série, afirmando que ela terá a mesma sensibilidade de ‘Eu, Tonya‘, aclamada cinebiografia indicada ao Oscar também dirigida por ele.
Na ocasião, o diretor de ‘Cruella‘ ainda ponderou sobre a importância de ponderar sobre como a sex tape de Pamela Anderson e Lee acabou gerando consequências imensuráveis na vida dos indivíduos. Gillespie ainda salientou que a minissérie fará esse confronto com a audiência:
“Eu sei, é meio louco como isso chamou a atenção absolutamente, estamos há quatro semanas e Sebastian e Lilly estão simplesmente arrasando! E você sabe, temos Seth [Rogen] lá também e Nick Offerman e será uma jornada muito, muito louca e divertida que, em última análise, o que adoro é que tem muito coração. Tem uma sensibilidade muito semelhante a ‘Eu, Tonya‘, onde você começa a fazer essa jornada e entende o dano que foi feito à Pamela Anderson e que como público somos novamente cúmplices disso, porque nós devoramos toda essa situação, sem nenhuma preocupação com as consequência que isso traria para os indivíduos”.
Além da dupla, o elenco também contará com Seth Rogen, Nick Offerman (‘Parks and Recreation’) como Uncle Miltie; Taylor Schilling (‘Orange Is the New Black’) como a esposa de Rand, Erica Gauthier; o comediante Andrew Dice Clay como Butchie; Pepi Sonuga (‘Ash vs. Evil Dead’) como Melanie; Mozhan Marno (‘House of Cards’) como Gail Chwatsky; e Spenser Granese como Steve Fasanella.
A 2ª temporada de ‘WondLa – A Trilogia’, série animada baseada na saga de romances ‘The Search for WondLa’, de Tony DiTerlizzi, ganhou o seu primeiro e emocionante trailer.
O vídeo promocional ainda veio acompanhado da data de estreia dos novos episódios, que acontece em 25 de abril na Apple TV+.
Confira:
O novo ciclo contará com sete episódios, que acompanham a jovem Eva em sua jornada épica, à medida em que ela descobre verdades surpreendentes sobre seu passado e o mundo que ela chama de lar.
Bobs Gannaway entra como showrunner e produtor executivo.
A trama acompanha Eva (Jeanine Mason), uma adolescente curiosa, entusiasmada e espirituosa que está sendo criada em um bunker subterrâneo de última geração por Muthr, um robô zelador (Teri Hatcher). No seu aniversário de 16 anos, um ataque ao bunker força Eva a regressar à superfície da Terra, que agora é habitada por alienígenas, coberta por uma fauna de outro mundo e sem outros humanos. Na verdade, o planeta não se chama mais Terra, mas sim Orbona.
Otto (Brad Garrett), um adorável tardígrado gigante com quem Eva compartilha poderes telepáticos, e Rovender (Gary Anthony Williams), um alienígena rabugento com um passado conturbado, juntam-se a Eva enquanto ela lidera a equipe em uma perigosa missão para encontrar humanos, seu lar e seu verdadeiro destino.
Nas HQs, Batson é um menino comum que é escolhido pelo feiticeiro Shazam para ser um ícone da bondade. Ao falar o nome do mago, o garoto se transforma no poderoso herói.
Após a confirmação de Zachary Levicomo o protagonista, agora está faltando a confirmação do vilão de ‘Shazam!’. Ou não mais. De acordo com The Hollywood Reporter, o ator britânico Mark Strong está cotado para o papel do Doutor Silvana.
Nos quadrinhos, Silvana é dito ser um dos homens mais inteligentes do planeta, mas ele também é culpado por “desperdiçar seus talentos em invenções ridículas que ninguém poderia entender, transformando-o amargo, revoltado e ansioso para fazer a coisa errada”.
Após o diretor David F. Sandberganunciar que Zachary Levi (‘Thor‘) irá dar vida ao herói em ‘Shazam!‘, agora, foi a vez do ator comentar em seu Instagram sobre a escalação e ainda brinca, dizendo que terá que fazer academia para o resto da vida:
Uma publicação compartilhada por Zac Levi (@zacharylevi) em
“Honrado de fazer parte do Universo DC dando vida ao Capitão Marvel original. Estou repleto de gratitude, não apenas por essa oportunidade, mas também pelo apoio e demonstrações de amor de tantos de vocês pelo mundo. Agora, se me derem licença, estarei na academia pelo resto da eternidade”.
Uma publicação compartilhada por David F. Sandberg (@ponysmasher) em
“Insira um raio no peito”
E aí, gostaram da escolha? Deixem seus comentários.
Recentemente, o diretor David F. Sandberg (Annabelle 2: A Criação do Mal) contou via twitter que já está se preparando para as possíveis reações negativas dos fãs ao filme que está fazendo.
“É uma experiência interessante fazer um filme em que algumas pessoas apaixonadamente odiarão você, não importam as escolhas que você faça”
E ainda brincou:
“Shazam tem um capuz na capa! Filho da p&%#!!! ” ou “Shazam não tem capuz em sua capa! Queime no inferno!”
It will be an interesting experience making a movie where no matter what choices are made there will be some who passionately hate you.
O terror ‘Hereditário’ (‘Hereditary’), considerado por alguns críticos como “um filme visceral e traumatizante”, ganhou um novo pôster. Confira:
O longa é dirigido pelo novato Ari Astereproduzido pelaótimaA24. Alguns críticos chegaram a considerar o filme como o “novo O Exorcista“.
A Diamond Films lança o filme no Brasil dia 21 de Junho. O CinePOP conseguiu um trailer exclusivo do filme. Assista:
Na trama, a família Graham começa a se revelar após a morte de sua avó reclusa. Mesmo após sua partida, a matriarca ainda exerce um mal sobre a família, especialmente em sua neta adolescente e solitária, Charlie, com quem ela sempre teve um fascínio incomum. À medida que um terror esmagador toma conta de sua casa, sua existência pacífica é desfeita, forçando sua mãe a explorar um reino mais obscuro para escapar do destino infeliz que eles herdaram.
É comum que os filmes de terror da franquia ‘Invocação do Mal’ tenham cenas pós-créditos para fazer ligação com os próximos filmes que compartilham do mesmo universo, como ‘Annabelle 2: A Criação do Mal’, que apresentou duas cenas ligando para os próximos filmes.
Sendo assim, era esperado que o novo capítulo da saga, ‘A Freira’, trouxesse alguma cena que fizesse conexão com ‘Annabelle 3’ ou mesmo ‘Homem Torto’, ambos já anunciados como os próximos filmes, no entanto, infelizmente não possui nenhuma cena pós-créditos.
As primeiras críticas do terror ‘A Freira‘ foram divulgadas nos sites internacionais, e o novo terror do universo ‘Invocação do Mal‘ conquistou apenas 49% de aprovação no site Rotten Tomatoes, com 17 críticas positivas e 18 negativas até o momento, rendendo uma nota baixa de 5.2 de média.
Vale lembar que novas críticas devem ser computadas em breve e essa nota pode se alterar para mais ou para menos.
Confira algumas críticas divulgadas:
“A Freira deixa uma impressão assombrosa de uma oportunidade perdida de capitalizar uma antagonista visualmente assustadora dentro de uma franquia de sucesso existente. O resultado final parece um exercício de juntar pontos de franquia óbvios e abrir o caminho para futuros filmes. Insano, ilógico e quase divertido como um filme B…”. – Sarah Ward, ScreenDaily
“A Freira deixa você com mais perguntas do que respostas. É frustrante ver uma história de origem que falha na criação de uma entidade demoníaca que continuará a nos assombrar através de inúmeros enredos.” – Bindu Rai, Gulf News
“Se você é novo na franquia Invocação do Mal, você pode assistir A Freira e ainda assim ter uma experiência completa e independente. E isso provavelmente irá inspirá-lo a mergulhar no resto do universo Invocação do Mal com os dois pés. O filme coloca algumas questões que permanecem sem resposta, mas conectar os tópicos é uma alegria absoluta para os fãs de gêneros dedicados (e obcecados). E podemos esperar mais filmes com Valak (talvez sendo novamente estrelados pelo padre Burke e pela irmã Irene).”. – Josh Millican, Dead Central
“Quando uma jovem freira que vive enclausurada em um convento na Romênia comete suicídio, um padre com um passado assombrado e uma noviça prestes a fazer seus votos finais são enviados pelo Vaticano para investigar o caso. Juntos, eles desvendam o segredo profano da ordem. Arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas, eles confrontam a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”, à medida que o convento se torna um horripilante campo de batalha entre os vivos e os amaldiçoados.”
Programado para chegar ao Amazon Prime Video na próxima quinta-feira (10), G20 é o novo filme original da plataforma que traz Viola Davis como a presidente dos Estados Unidos em uma trama de conspiração e ação em meio a reunião do G20, grupo das 20 nações de maior poderio econômico do mundo. Para celebrar o lançamento, o Prime Video escolheu o Rio de Janeiro para receber um evento mais do que especial: uma pré-estreia exclusiva no Morro da Urca, um dos cartões-postais mais conhecidos do Brasil no mundo.
Mais do que isso, o filme foi exibido com a presença da própria Viola Davis, que apareceu de surpresa, da diretora Patricia Riggen e do produtor Julius Tennon. Os convidados chegaram ao Morro da Urca pelo bondinho, já os membros vieram em um helicóptero personalizado, fazendo uma entrada triunfal para o público que estava apenas curtindo o ponto turístico. Do heliponto, eles partiram para o tapete azul, onde falaram com a imprensa e posaram para fotos.
Ao cair da noite, o Prime Video realizou uma social para os convidados, com bebidas e quitutes. E nem mesmo a chuvarada foi capaz de conter os ânimos dos convidados para verem o filme e a própria Viola Davis. Perto das 20h, com o Morro da Urca já praticamente fechado para os convidados, o anfiteatro foi aberto, onde distribuíram um kit personalizado de pipoca e refrigerante e acomodaram o público para a exibição do longa. Felizmente, a chuva caiu forte após todos estarem acomodados.
Com todos em seus lugares, o influenciador Hugo Gloss subiu ao palco para apresentar uma mensagem de vídeo enviada pelo vilão do filme, interpretado por Antony Starr, que não pôde comparecer por conta das filmagens da última temporada de The Boys. E vale destacar o carinho que o público brasileiro tem pela série, porque bastou ele aparecer por um segundo e falar ‘The Boys’ para o auditório vir abaixo.
Inclusive, no vídeo, Antony fez uma piada sobre a semelhança de seu papel no filme com o Capitão Pátria.
“Vocês vão me ver loiro, determinado, arrogante e muito sádico. Então… Acho que vão gostar”, brincou o ator.
Após o vídeo, foi a vez de Viola, Patricia e Julius subirem ao palco. A diretora ressaltou a importância desse filme para ela por tudo o que representa ter uma mulher mexicana na direção de um blockbuster, mas disse que sua principal intenção era mesmo divertir o público.
“Bom, eu sou mulher. E mulheres não costumam fazer filmes de ação. Eu sou uma mulher do México, e também não costumamos ter muitas oportunidades de fazer filmes de ação com esse orçamento por lá. Então, tenho que agradecer a esta digníssima aqui do lado [Viola Davis] por me contratar para fazer esse filme. Ela acreditou em mim e agradeço por isso todos os dias. Eu queria fazer um filme que tivesse a ação que também agradasse ao público masculino, mas que fosse legal para as mulheres, trazendo elementos que são importantes para nós, como uma boa história, sentimentos humanos, risadas… Eu espero que vocês gostem”, disse.
Ela também disse que enxerga os filmes como uma ferramenta de mudança.
“É fantástico ter essa oportunidade [de dirigir um filme de ação], porque eu acredito que filmes são capazes de mudar culturas. Então, se você colocar uma mulher na cadeira de direção, você passa a normalizar isso. Se você coloca uma mulher lutando e arrasando com os inimigos em cena, você normaliza ter mulheres como heroínas. Então, minha primeira missão era fazer um filme superdivertido para todos, mas também, inconscientemente, mostrar mulheres no poder, como é a Viola”, concluiu.
O ponto alto da noite foi mesmo a presença de Viola Davis. Ela subiu ao palco bastante animada, com direito a fazer uma rápida dancinha com a música de apresentação. Ao longo de sua participação, a atriz falou sobre o filme, mas também sobre seu amor pelo Brasil, país ao qual ela visita frequentemente, a ponto de ter aberto uma produtora para investir em histórias para unir Brasil e Estados Unidos.
E ela também comentou sobre suas cenas de ação, que são realmente elaboradas. Porém, para ela, as cenas foram o menor dos desafios.
“Na verdade, depois de ‘A Mulher Rei’, eu nunca mais deixei de treinar. Estou sempre me preparando fisicamente o tempo todo. Eu não imponho limites a mim, então fazer essas cenas de ação não me intimidou. Eu sabia, sabia, sabia que podia fazer essas cenas. A parte mais difícil é convencer o público de que eu sou capaz de fazer. Convencê-los de que uma mulher de cor pode ser o ponto central de um filme de ação dirigido por outra mulher de cor. É um filme que pode representar o mundo em si”, explicou a atriz.
E também emocionou o público ao explicar essa sua relação tão especial que construiu com o Brasil, explicando o motivo de se sentir tão bem para vir ao país com tanta frequência, conhecendo mais da cultura e investindo em projetos daqui.
“Eu acho que os brasileiros me dão todo esse amor porque eles me compreendem. Eles me enxergam, veem meu talento, meu coração, minha negritude, meu valor como mulher… Eu me sinto em casa no Brasil. Sabe quando você está com sua família e não precisa ficar se justificando o tempo todo? É assim que eu me sinto no Brasil, como em família. Eu te amo, Brasil!”, concluiu Viola Davis.
E como não podia ser diferente, assistimos o filme em primeira mão, mas ainda está sob embargo, então a crítica será disponibilizada completinha nos próximos dias. Acompanhe o CinePOP para não perder!
Um sonho pode ser proporcionalmente tão intenso quanto a frustração de não realizá-lo. Às vezes criamos expectativas tão grandes sobre algo ou alguém, que, quando isso não se realiza, a decepção é profunda e pode gerar até mágoa. E isso é especialmente verdade quando os sonhos são referentes a lugares e viagens com as quais sonhamos a vida inteira para realizar, juntando dinheiro, pedindo folga no trabalho, organizando cada detalhe… para chegar na hora e tudo dar errado. Imagina! É o que aconteceu de verdade para um grupo de mais de quatro mil pessoas em 2013, que embarcaram em um cruzeiro que mais tarde ficou conhecido como ‘Desastre Total: Cruzeiro do Cocô’, título do ótimo documentário de James Ross lançado recentemente pela Netflix em sua plataforma.
Fevereiro de 2013. Fim no inverno, vésperas do famoso “spring break”, a semaninha de folga que celebra o fim do inverno no hemisfério norte. Milhares de pessoas se programaram para uma viagem de três dias em um minicruzeiro promovido pelo navio Carnival Triumph, cujo roteiro basicamente ia até o Golfo do México e voltaria. Tudo ia bem nas férias coletivas até a véspera do último dia, já tendo deixando a costa mexicana e de volta aos Estados Unidos, quando uma pane elétrica fritou o sistema de alimentação de eletricidade do navio todo, comprometendo todo o navio. Aos poucos, tudo começa a falhar: ar-condicionado, geladeiras, ventilação, luz. A tripulação tenta contornar e abafar a situação. O público tenta acreditar que aquilo é algo momentâneo. Porém, o desastre estava só começando, e a falta de eletricidade se torna, rapidamente, o menor dos problemas das mais de cinco mil pessoas a bordo.
Baseado em eventos reais amplamente noticiado mundialmente, ‘Desastre Total: Cruzeiro do Cocô’ é um excelente documentário tanto em termos de entretenimento quanto em termos técnicos e de pesquisa. Sobre o primeiro quesito, não é preciso dizer que o ser humano tem uma atração doentia pela tragédia alheia, então, criar um filme em que a gente pode ver milhares de pessoas se ferrando em suas férias é o tipo de morbidez que gera engajamento. Em termos técnicos, a construção da narrativa e a montagem dos elementos são feitas de modo a envolver o espectador na crescente tensão que vai sendo erigida à medida que a tragédia vai aumentando.
Mas é exatamente a pesquisa que surpreende no roteiro de Matthew Rangecroft. Mesmo se tratando de um evento recente, de pouco mais de dez anos atrás, e dada a situação delicada em que todos se envolveram, é difícil conseguir pessoas que estejam dispostas a falar abertamente não só do quanto tiveram seus sonhos esmagados, mas, acima de tudo, sobre o quanto foram humilhadas publicamente por causa da situação. É o tipo de coisa que ninguém se orgulha, e, no entanto, o time de pesquisa conseguiu encontrar um grupo muito interessante de depoentes: um pai e filha que estavam tentando estreitar a relação após o divórcio, três amigas celebrando a despedida de solteira de uma delas, a comandante em exercício na época, um funcionário da cozinha do navio, um rapaz que viajou para conhecer o sogro e a família da noiva. Só os depoimentos dessas pessoas já é capaz de dar a dimensão de tudo que aconteceu sob diversas perspectivas, em prol da imparcialidade da produção.
‘Desastre Total: Cruzeiro do Cocô’ é uma tragédia coletiva vivida por um grupo de pessoas que queriam sonhar, mas, enquanto produto de entretenimento, é um prato cheio com o pior do ser humano – literalmente. Para ver e se horrorizar com a sordidez da humanidade quando ela revela sua real faceta.
O show, produzido pela Netflix, gira em torno de um clube parisiense, seu dono, a banda da casa e a caótica cidade que os cerca. As gravações devem começar ainda neste ano.
Holland dará vida a Elliot Udo, um outrora celebrado pianista de jazz em Nova York que se mudou para Paris e agora é um dos donos de um clube noturno prestes a falir. Ele tem uma relação conturbada com a cantora da casa, mas prefere esconder suas emoções. Quando sua filha de quinze anos aparece repentinamente, Elliot deve enfrentar suas fraquezas e amadurecer.
Chazelle, por sua vez, tornou-se o diretor mais jovem da história a levar para casa a estatueta de Melhor Diretor por seu trabalho em ‘La La Land: Cantando Estações’. Seus outros créditos incluem ‘O Primeiro Homem’ e ‘Whiplash: Em Busca da Perfeição’.
‘The Eddy’ será composta por oito episódios e emerge como o primeiro trabalho do diretor para a televisião.
Baseada no livro homônimo de Matt Ruff, a trama gira em torno de Atticus Black, um rapaz de 25 anos que, quando seu pai desaparece, se dedica a buscá-lo junto com a sua amiga Letitia e seu tio George. Nesse processo eles enfrentam os horrores do racismo nos Estados Unidos na década de 1950, assim como espíritos malignos, e tentam sobreviver a tudo isso.
‘Enola Holmes’, adaptação da Netflix estrelada por Millie Bobby Brown, conquistou o coração da crítica e abriu com 82% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Confira as reviews:
“[O filme] se mostra bastante envolvente para uma audiência grande” – IndieWire.
“‘Enola Holmes’ é um encanto total que fará você querer ver outras aventuras dessa jovem detetive” – Collider.
“Com a inteligência e o charme de Milly Bobby Brown no front, ‘Enola Holmes’ é um ótimo começo para uma nova franquia detetivesca” – Solzy at the Movies.
“Milly Bobby Brown está incrível como Enola Holmes” – Digital Spy.
O longa será lançado na plataforma no dia 23 de setembro.
Assista ao trailer:
“Baseado na amada série de livros indicada ao prêmio Edgar Alan Poe, ‘Enola Holmes‘ conta a história da irmã adolescente rebelde de Sherlock e Mycroft Holmes, uma super-detetive talentosa e que muitas vezes supera seus brilhantes irmãos. Quando sua mãe desaparece misteriosamente no seu aniversário de 16 anos, Enola procura a ajuda de seus irmãos mais velhos. Mas ao perceber que eles estão mais interessados em fazê-la terminar os seus estudos, do que de fato resolver o caso, Enola faz a única coisa que uma jovem inteligente, engenhosa e destemida da década de 1880 pode fazer… ela foge de casa para Londres, a fim de encontrá-la. Conhecendo uma série de pessoas bem interessantes ao longo do seu caminho, Enola se vê envolvida em uma conspiração que pode alterar o curso da história política. Enola Holmes traz uma dinâmica reviravolta na brilhante família do maior detetive do mundo”.
O revival da série ‘iCarly‘ está a poucos dias de sua estreia na plataforma Paramount+ e, agora, foi divulgado um novo vídeo em que o elenco protagonista revela detalhes sobre a trama e sobre o arco de cada personagem.
Apesar da ausência de Sam (Jennette McCurdy), os fãs da série teen ficaram bastante animados em rever o elenco original no primeiro trailer oficial da produção.
Nas redes sociais surgiram diversas mensagens em comemoração ao vídeo promocional e também de expectativas e ansiedade pela estreia, que acontece em 17 de junho na Paramount+.
É legal ver o revival de iCarly com personagens novas trazendo mais diversidade pro elenco, desejo todo sucesso pra Laci Mosley e pra Jaidyn Triplett nesse projeto. Eu queria muito o retorno da Sam e do Gibby, mas depois do comportamento abusivo do antigo criador é compreensível. pic.twitter.com/2DPn2FvG4Z
Eu não to sabendo lidar com tudo isso, nosso iCarly ta voltando de verdade gente, a Carly nos prometeu em 2012 que só iam dar um tempo e ela tava falando a verdade. ICARLY IS BACK pic.twitter.com/XJRkXBXhx4
E vamos de trailer do revival de iCarly! Os três primeiros episódios serão lançados no dia 17 de Junho lá nos EUA, ainda não sabemos quando chegarão aqui no Brasil! pic.twitter.com/3UActug8yx
— Ali está jogando Panic ☠️ | Ali&Aqui 400k (@alicesaquino) June 1, 2021
eu agradeço muito as atores por quererem voltar para um revival mesmo não sendo todos, e eu super compreendo o motivo de alguns. icarly foi tão especial na minha vida e espero muitas coisas boas desse revival ♡♡ #iCarlypic.twitter.com/jnQUPTg8un
ICarly vai voltar, mas sem a Sam mas pelo menos tem uma explicação lógica pra isso: a Sam não mora mais em Seattle, ela agora mora com a Cat em Los Angeles, por isso ela não aparece na nova série de ICarlypic.twitter.com/TnrGQAbTHz
— aham Cláudia, senta lá (@notmeneghel) June 1, 2021
EU ESPEREI MINHA VIDA TODA PRA ISSO QPWIEHRKDLQOIWHEJROIWI EU NÃO TÔ BEM
A produção se passará 10 anos após o término da série original e mostrará Carly Shay, a influencer original, e seus amigos tentando equilibrar trabalho, amor e família em seus vinte e poucos anos.
Infelizmente, Jennette McCurdy não retorna como Sam no revival.
‘iCarly‘ teve sua estreia nas telinhas em 2007 e trouxe Cosgrove como Carly Shay, que estrela sua própria websérie, que é produzida com a ajuda dos seus melhores amigos Freddie e Sam, além do seu atrapalhado e peculiar irmão mais velhos, Spencer.
A trama traz ela e seus amigos na realização do primeiro canal de YouTube que metade da geração dos anos 2000 teve contato na vida. Juntos, eles arrumam confusões, enquanto conciliam a vida pessoal com a do programa.
‘iCarly‘ contou com seis temporadas, exibidas entre os anos de 2007 e 2012.
Lembrando que o filme chega aos cinemas em 25 de novembro.
‘Casa Gucci‘ é inspirada na chocante história real do império da família por trás da italiana casa de moda Gucci. Abrangendo três décadas de amor, traição, decadência, vingança e em última instância, assassinato, vemos o que um nome significa, o que vale e quão longe uma família para se manter no controle.
AdamDriver, Jeremy Irons, Jared Leto, Al Pacino, Jack Huston e Reeve Carney também estrelam.
A trama é adaptada do romance de não-ficção ‘The House of Gucci: A Sensational Story of Murder Madness, Glamour, and Greed’.
O aclamado documentário musical ‘Summer of Soul’, que marca a estreia diretorial do musicista Ahmir “Questlove” Thompson, se tornou uma das produções mais elogiadas do ano passado e é claro que não sairia de mãos abanando do Oscar.
No anúncio dos vencedores, o longa-metragem conquistou o prêmio de Melhor Documentário.
O documentário é parte filme musical, parte construção histórica criada através de um épico evento que celebrou a cultura, a moda e a importância da comunidade negra. Ao longo de seis semanas no verão de 1969, apenas a 160 quilômetros de Woodstock, acontecia o Festival Cultural do Harlem, filmado no Monte Morris Park. As gravações nunca tinham sido vistas até o momento. ‘Summer of Soul’ mostra a importância da história e o testamento do poder curativo da música em tempos de crise, tanto passada quanto presente.
A década passada foi marcada por um dos maiores eventos de todos os tempos da televisão – a estreia de ‘Game of Thrones’, adaptação seriada da aclamada saga de fantasia assinada por George R.R. Martin. Ao longo de oito temporadas, o público foi convidado a conhecer o conturbado mundo de Westeros, navegando entre as intrigas, as disputas de poder e as chocantes reviravoltas envolvendo famílias poderosas e personagens extremamente complexos que caíram no gosto dos espectadores e da crítica – não é surpresa, pois, que a produção quebrou recordes de audiência e de prêmios. Entretanto, é necessário falar do “elefante na sala” e comentar que o grand finale dessa épica narrativa deixou muito a desejar, culminando em um agridoce sentimento de frustração.
Agora, está na hora de voltarmos a Westeros com a vindoura adaptação de ‘A Casa do Dragão’ (ou ‘House of the Dragon’, no original em inglês). Anunciada pouco depois do término da série principal, o spin-off nos leva de volta ao passado, duzentos anos antes do nascimento de Daenerys (Emilia Clarke), e desenrola um enredo focado na infame Casa Targaryen no auge de seu poder e no começo de sua decadência derradeira. E o episódio piloto, intitulado “The Heirs of the Dragon”, consegue capturar toda a essência pela qual nos apaixonamos há mais de uma década, apostando fichas em um drama familiar de época que nos arranca suspiros e nos prepara para uma temporada recheada de acontecimentos enervantes. O resultado é bastante positivo, ainda mais considerando que lidamos com o pontapé inicial.
O universo de ‘Game of Thrones’ (ou, se quisermos expandir para os romances de ‘As Crônicas de Gelo e Fogo’) tornou-se um estandarte para obras de fantasia audiovisuais e vem inspirando diversas construções da televisão e do streaming contemporâneos. Logo, ‘A Casa do Dragão’ teria um duro e significativo trabalho não apenas para se manter à par da investida predecessora, como para recuperar uma fanbase que ainda lidava com o luto dos episódios finais, cujos problemas variavam desde um desequilibrado ritmo até um roteiro sem muita inspiração. Felizmente, os mesmos obstáculos não são vistos aqui, ao menos por enquanto – e acredito que o motivo seja a entrada de Martin como co-criador da série derivada, ao lado de Ryan J. Condal. É notável como a visão do romancista impregna cada uma das engrenagens do primeiro capítulo, desde as pungentes escolhas na direção de arte até a caracterização dos personagens.
Mas nada disso seria possível sem a presença de Miguel Sapochnik na cadeira de direção e na supervisão do projeto como showrunner. O vencedor do Emmy ficou encarregado de trazer à vida a iteração da Batalha dos Bastardos, por exemplo, que é relembrado até hoje como um dos melhores episódios de todos os tempos – e, no spin-off, Sapochnik parece condicionado a recuar alguns passos para não entregar as cartas que preparou ao público. Dessa maneira, é bem provável que alguns reclamem do ritmo da história, mas não se enganem: é imprescindível que haja uma apresentação dos personagens, uma revisitação ao mundo de Westeros e a delineação das tramas essenciais para convencer os fãs de comprar o ingresso e mergulhar de cabeça na história – e essa estrutura convencional funciona durante a uma hora de duração.
O livro original é pautado na culminação da guerra de sucessão da Casa Targaryen e os eventos anteriores são adaptados com maestria para as telinhas. Aqui, seguimos a ascensão da Princesa Rhaenyra (com Milly Alcock interpretando a versão mais jovem da protagonista) ao trono, depois de ser ignorada pelo pai, o Rei Viserys I (Paddy Considine), como a próxima na linhagem a governar o reino. Porém, depois de constantes tragédias se abatendo na família, Viserys é obrigado a lutar contra as leis centenárias que regem a realidade como a conhece e elevar a filha à posição de futura Rainha, dando margem para um possível embate civil que envolve os lordes, o povo e um presunçoso príncipe chamado Daemon (Matt Smith) que se sente no ímpeto de reclamar pelo que lhe pertence por direito.
Dizer que a série é grandiosa é quase cair na redundância, mas, para além do magnífico e cinemático escopo (cortesia de uma equipe criativa muito competente), é o elenco que rouba nossa atenção. Considine, conhecido por sua aclamada carreira em filmes independentes, encarna as múltiplas camadas de Viserys em um turbilhão de emoções que revela sua dupla jornada como regente e pai/marido, infundido em um mandatório arco de duras decisões; Smith, veterano da televisão, rende-se a uma performance de tirar o fôlego e que já pode ser colocada na lista de suas melhores atuações; e Alcock, dividindo boa parte das cenas com a ótima Emily Carey como Alicent Hightower, prepara o terreno para a transformação de Rhaenyra de uma jovem rebelde a uma poderosa Rainha pronta para destruir qualquer um que se coloque no caminho.
No momento em que a música-tema de ‘Game of Thrones’ emerge em um explosivo retorno para ‘A Casa do Dragão’, é quase impossível não se emocionar. Mais uma vez, a parceria entre Martin e a HBO gera frutos deliciosos, recheados de um sentimento de nostalgia e originalidade que há muito não tínhamos – e, ao final do primeiro episódio, é quase excruciante ter que esperar mais uma semana para saber o que vai acontecer.
A The CW divulgou a prévia oficial do 11º episódio de ‘Walker: Independence‘, série derivada de ‘Walker’.
Com poucas informações divulgadas, sabe-se que o capítulo vai ao ar no dia 16 de fevereiro.
Confira:
A produção é ambientada no século XIX e acompanha Abby Walker (Katherine McNamara), “uma mulher abastada de Boston cujo marido é assassinado diante de seus olhos durante sua jornada para o oeste. Em sua busca por vingança, Abby cruza com Hoyt Rawlins (Matt Barr), um amável ladino em busca de um propósito. A jornada de Abby e Hoyt os leva a Independence, no Texas, onde eles encontram diversos residentes ecléticos fugindo de seus próprios passados conturbados e perseguindo seus sonhos”.
Hoyt, por sua vez, é descrito como um fora da lei charmoso, escorregadio e apostador que se esconde na cidade de Independence. Convencido, confiante, impetuoso e um pouco imprudente, ele tem tido um caso complicado com Lucia Montero, filha do rancheiro local – mas depois de conhecer Abby, ele parece ter congelado no tempo, chegando a perceber que ela pode ajudá-lo a sair da vida do crime.
Lawrence Kao (‘Wu Assassins’, ‘The Originals’) e Greg Hovanessian (‘Another Life’, ‘When Hope Calls’) também farão parte da produção como Kai e Tom Davidson, respectivamente.
Jared Padalecki, que estrela a produção original, servirá como produtor executivo ao lado de Anna Fricke, Seamus Fahey, Dan Lin e Lindsey Liberatore.
Seamus Fahey fica responsável pelo roteiro ao lado de Fricke, que é a showrunner.
‘The Flash’ continua decepcionando nas bilheterias e, agora, já pode ter ganhado data de lançamento nas plataformas digitais.
Segundo o The Hollywood Handle, a Warner Bros. programou a disponibilização do filme para compra e aluguel em serviços de streaming para o dia 18 de julho, nos Estados Unidos.
No Brasil, ainda não se sabe quando o longa chegará aos serviços digitais.
Vale lembra que ‘The Flash’ pode resultar em um prejuízo de US$ 200 milhões para a WB ao final de sua exibição nos cinemas, de acordo com relatos recentes.
Segundo o analista Luiz Fernando, estima-se que ‘The Flash‘ arrecade entre US$ 280 e 310 milhões em bilheterias globais durante sua exibição nos cinemas.
No entanto, levando em consideração o orçamento de produção de US$ 200-220 milhões, além de outros US$ 150 milhões gastos em marketing e considerando que os estúdios não ficam com toda a arrecadação das bilheterias, o filme pode resultar em uma perda de US$ 200 milhões para a Warner Bros.
Fernando sugere que o estúdio poderia ter tido menos prejuízo se tivesse optado por lançar o filme em sua plataforma de streaming, HBO Max, ou se simplesmente não tivesse lançado.
Painful, but needs to be mentioned: if #TheFlash ends up within the projection,since studio just keeps half share from #BoxOffice global grosses, it won’t even pay its total 150M marketing campaign.
WB would have lost less money releasing it on Max or not releasing it at all.
1/3 https://t.co/GPpx5ReSvO
Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?.
Os 4 episódios da série antológica chegaram ao streaming no último dia 07 de dezembro.
O spin-off foi criado por Ryan Murphy e Brad Falchuk.
O seriado American Horror Stories é um spin off de American Horror Story, trazendo novas histórias de arrepiar, envolvendo tanto personagens já conhecidos do público, como seres completamente novos. A ideia é expandir esse universo tão amado… e tão assustador.
Mariah Carey é um dos nomes mais importantes e conhecidos da história da música e, além de ter sido confirmada na próxima edição do Rock in Rio, fará um show extra em solo brasileiro – mas, desta vez, em São Paulo.
Carey irá se apresentar no Allianz Parque no dia 20 de setembro, com realização da 30e em parceria com o Banco Santander.
Segundo comunicado oficial, clientes com cartões Santander terão um período de pré-venda exclusiva a partir do dia 04 de junho, às 10h, até o dia 06 de junho, às 9h59;e a venda geral dos ingressos inicia no dia 06 de junho, ao meio-dia, no site da Eventim, ou a partir das 13h na bilheteria oficial.
A performer retorna ao país catorze anos depois de sua última vinda, na Festa do Peão de Barretos, que reuniu nada menos que 30 mil pessoas. Ela também se apresentaria no Brasil em 2016 com a turnê ‘Sweet, Sweet Fantasy’, mas os shows foram cancelados.
Vale lembrar que Carey irá se apresentar no dia 22 de setembro no Rock in Rio, no Palco Sunset.
Com nada menos que 20 #1s no chart da Billboard 100 e mais de 220 milhões discos vendidos ao redor do planeta, Mariah Carey é um dos nomes de maior respeito e aclame do cenário fonográfico. A artista começou a ganhar popularidade nos anos 1990 com o lançamento de seu álbum homônimo e, desde então, calcou um legado infindável através de suas irretocáveis rendições vocais e de hits atemporais que incluem “Obsessed”, “Always Be My Baby”, “We Belong Together” e “All I Want for Christmas Is You” (esta lhe rendendo a alcunha de Rainha do Natal).
Apostando em gêneros como R&B, pop, hip hop e soul, Carey tem 15 álbuns de estúdio em seu catálogo e seis estatuetas do Grammy (incluindo o Global Impact Award).
‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’, o novo longa da heroína que fará parte do DCU sob a direção deJames Gunn, ganhou mais uma adição ao seu elenco.
Segundo o Deadline, Eve Ridley (‘O Problema dos 3 Corpos’ foi escalada no papel de Ruthye Mary Knolle na adaptação. Para aqueles que não conhecem, a personagem tem enorme importância nos quadrinhos, aparecendo pela primeira vez após descobrir que seu pai morreu pelas mãos de um assecla de um vilanesco rei conhecido como Krem (MatthiasSchoenaerts).
Ela, então, jura encontrar Krem e procura alguém que possa ajudá-la a fazer isso acontecer, o que a leva a entrar em contato direto com uma Supergirl muito bêbada depois que a pessoa que ela tenta contratar lhe passa a perna. Supergirl intervém e devolve o pagamento roubado, mas não aceita auxiliá-la na busca.
Isso muda quando Krem ataca Supergirl, Ruthye e Krypto, ferindo o filhote no processo. Krem chega até mesmo a roubar a nave de Supergirl – e isso leva à eventual formação de equipe que alimenta a maior parte das HQs.
Lembrando que Mille Alcock será a personagem titular.
Escrito porAna Nogueira, o longa chega aos cinemas em 2026.
Baseado na série de oito edições do escritor Tom King, ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’ será uma aventura de ficção científica que mostrará a prima do Superman de uma maneira que os espectadores não estão acostumados a vê-la. Na trama, Kara Zor-El, acreditando estar sem propósito, é procurada por uma garota alienígena para uma missão de vingança contra os vilões que exterminaram seu planeta. Agora, uma kryptoniana, um cachorro e uma criança com o coração partido partem para o espaço em uma jornada que mudará suas vidas para sempre.
A The CW divulgou o trailer oficial de ‘Sherlock & Daughter’, nova série livremente inspirada no clássico panteão detetivesco de Sir Arthur Conan Doyle.
A produção tem estreia agendada para o dia 16 de abril na emissora e na Discovery+.
Confira:
A série foi criada por Brendan Foley. James Duff entra como showrunner.
Sherlock Holmes se envolve em uma conspiração malévola envolvendo seu arqui-inimigo Professor Moriarty, e acaba unindo forças com Amelia Rojas, uma jovem mulher nativa americana cuja mãe foi recentemente assassinada. Enquanto trabalham juntas para desvendar o caso, Amelia também se propõe a provar que o grande detetive é seu pai há muito perdido.
Durante a Destination D23, a Walt Disney Studios revelou seu calendário de próximos lançamentos no cinema, incluindo os já confirmados ‘Toy Story 5’ e Frozen III’, bem como as animações originais ‘Gatto’ e ‘Hexed’.
No evento, a Casa Mouse também aproveitou para confirmar que o terceiro capítulo da franquia ‘Os Incríveis’, supervisionado pela Pixar, chegará às telonas em 2028.
Confira:
A nova produção promete trazer não apenas a continuação da história da icônica família de super-heróis, mas também mudanças significativas na equipe criativa por trás das câmeras.
Segundo informações divulgadas com exclusividade pelo The Hollywood Reporter, a direção do longa será conduzida por Peter Sohn, cineasta conhecido por seu trabalho em ‘Elementos‘ (2023) e ‘O Bom Dinossauro‘ (2015).
Sohn assumirá o lugar de Brad Bird, o diretor responsável pelos dois primeiros filmes da saga, que foram amplamente aclamados tanto pela crítica quanto pelo público.
Bird não apenas dirigiu os dois primeiros filmes, mas também foi o criador original da franquia ‘Os Incríveis’, desempenhando papel central na construção do universo e dos personagens. Sob sua liderança, os dois primeiros filmes arrecadaram juntos cerca de US$ 1,8 bilhão nas bilheteiras globais, consolidando-se como um dos maiores sucessos da Pixar.
Apesar de não estar mais à frente da direção, Bird continua fortemente ligado ao projeto. Ele será o responsável pela versão final do roteiro, garantindo que a história mantenha a essência e o estilo que conquistaram milhões de fãs ao redor do mundo. Além disso, Bird também atuará como produtor do filme, ao lado de Dana Murray, produtora de renome dentro da Pixar.
‘Young Sherlock’, nova série do maior detetive do mundo noPrime Video, ganhou seu novo trailer oficial.
A atração, que traz Hero Fiennes Tiffin como Sherlock Holmes e Max Irons como Mycroft Holmes, chega à plataforma de streaming no dia 4 de março de 2026.
Colin Firth (‘O Diário de Bridget Jones’) interpretará o Sir Bucephalus Hodge.
“Esta história de origem irreverente e cheia de ação reimagina um Sherlock Holmes aos 19 anos, que se encontra desonrado, amador, sem filtro e sem forma. Logo, ele se vê envolvido em um mistério de assassinato na Universidade de Oxford que ameaça sua liberdade. Mergulhando em seu primeiro caso com uma total falta de disciplina, Sherlock consegue desvendar uma conspiração mundial que mudará sua vida para sempre.”
Matthew Parkhillservirá como roteirista, produtor executivo e showrunner.
Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.
A nova versão da conhecida história foi lançada no catálogo da Netflix neste último dia 9 de julho e, para promovê-la, a plataforma divulgou um vídeo promocional inédito nos levando aos bastidores da atração.
O projeto funciona como parte uma história dramática, parte um conto épico de sobrevivência e parte origem da história do Oeste Americano, oferecendo uma “visão caleidoscópica das lutas e triunfos daqueles que moldaram a fronteira” dos Estados Unidos.
Confira:
O elenco conta com Alice Halsey (‘Uma Questão de Química’) como a protagonista Laura Ingalls, Luke Bracey (‘Elvis’) e Crosby Fitzgerald(‘Palm Royale’) como os pais Charles e Caroline Ingalls, e Skywalker Hughes (‘Joe Pickett’) como a filha mais velha, Mary Ingalls.
Rebecca Sonnenshine (‘The Vampire Diaries’) será responsável pela nova versão, atuando como showrunner.
“A série ‘Os Pioneiros’ capturou os corações e imaginações de milhões de fãs ao redor do mundo, e nós estamos animados em compartilhar seus temas de esperança e otimismo com uma visão original desta história icônica,” Jinny Howe, vice-presidente de drama do serviço de streaming.“A visão da Rebecca aborda esta versão com uma profundidade emocional que irá agradar fãs novos e já existentes desde amado clássico.”
A produção original acompanhava a saga da família Ingalls, de Wisconsin, no final do século 19, obrigados a abandonar sua casa e caminhar para o Oeste americano, se estabelecendo no Kansas, onde cultivam a terra.
De acordo com a Variety, aNetflix foi processada pela Fox porque ‘o serviço de streaming está violando contratos e roubando os funcionários da emissora’ desde 2016.
Os desentendimentos começaram quando a Netflix contratou a produtora executiva Tara Flynn e o analista de marketing Marcos Waltenberg, ambos da Fox. Na época, a emissora acusou a gigante do streaming de convencer a dupla a quebrar seus contratos de exclusividade ainda em vigor.
Por conta disso, o juiz do Tribunal Superior da Califórnia, Marc Gross, atendeu ao pedido da Fox e emitiu uma sentença registrada em 48 páginas proibindo a Netflix de continuar contratando funcionários da emissora, que agora é propriedade da Disney.
“ANetflix está proibida de solicitar funcionários que estejam sujeitos a contratos de trabalho de longo prazo com a Foxou induzi-los a violar seus contratos. Essa prática viola diversos atributos éticos e trabalhistas.”, diz parte do documento.
Em um comunicado, a Netflix se manifestou e irá recorrer da decisão.
“Como o juiz Gross deixou claro, a Fox não conseguiu provar que foi ferida de alguma maneira quando dois executivos decidiram exercer seu direito de migrar para a Netflix. Os contratos ilegais da Fox obrigam os funcionários a permanecerem presos em empregos que não desejam mais, vivendo com salários muito abaixo da taxa de mercado. Continuaremos a lutar para garantir que as pessoas que trabalham na indústria do entretenimento tenham os mesmos direitos que praticamente todos os outros californianos e possam fazer suas próprias escolhas sobre onde querem trabalhar.”
Até o momento, maiores detalhes não foram informados, e ainda não se sabe se o pedido da Netflix foi atendido pelo tribunal.
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