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‘Heels’: Imagens inéditas destacam os novos personagens da 2ª temporada; Confira!

Através do Twitter, a página oficial da série ‘Heels‘ divulgou imagens inéditas da 2ª temporada, que estreia em 28 de julho no canal Starz.

As imagens revelam que ex-lutadora de luta livre profissional de luta livre A.J. Mendez estará no elenco, interpretando a personagem Elle Dorado.

Ela se junta a Josh Segarra (‘Arrow’) e Emmy Raver-Lampman (‘The Umbrella Academy’), que interpretarão Brooks Rizzo e Jen Lussier, respectivamente.

Confira:

Lembrando que a primeira temporada está disponível na plataforma da STARZPLAY.

A série foi criada por Michael Waldron (‘Loki’).

A trama segue dois irmãos e rivais — um vilão, ou “heel”, no ringue; o outro, um herói, ou “rosto”, uma guerra pela promoção de seu pai na luta livre, disputando a atenção nacional na pequena cidade da Geórgia.

O elenco também conta com Alison Luff, Chris Bauer, Kelli Berglund, Allen Maldonado e James Harrison.

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‘Besouro Azul’ será vendido como um filme do novo DCU e pode virar trilogia

O diretor Angel Manuel Soto revelou à Total Film que ‘Besouro Azul‘ será vendido como um filme do novo DCEU.

“Nós iremos fazer parte desse universo, desse mundo, e dos planos que eles têm criado para o futuro do DCU. Não estamos conectados aos filmes do passado. A nossa história se passa em um mundo onde os super-heróis existem, claro, mas nenhum dos eventos dos filmes anteriores tem ligação com nossa história”, ele falou.

O diretor ainda revelou que pretende fazer uma trilogia.

“A ideia sempre foi construir pelo menos três filmes. É a tradicional estrutura de três atos. O nosso primeiro filme é como o primeiro ato da saga dele.”, concluiu.

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais no dia 17 de agosto.

“O recém-formado Jaime Reyes (Xolo Maridueña) volta para casa cheio de aspirações para o futuro, apenas para descobrir que o lar não está exatamente como ele o deixou. Enquanto procura encontrar seu propósito no mundo, o destino intervém quando Jaime inesperadamente se encontra em posse de uma antiga relíquia de biotecnologia alienígena: o Escaravelho. Quando o artefato escolhe Jaime como hospedeiro simbiótico, o jovem recebe uma incrível armadura que contém poderes extraordinários e imprevisíveis, mudando para sempre seu destino e fazendo dele o super-herói conhecido como Besouro Azul.”

Susan Sarandon substituiu Sharon Stone na interpretação da vilã Victoria Kord. A personagem em questão foi criada especialmente para o filme e não existe nas HQs.

Raoul Max Trujillo (‘Mayans MC’) viverá o outro vilão, Conrad Carapax, o Homem Indestrutível. Ele era um arqueólogo rival de Daniel Garrett, o primeiro Besouro Azul.

Bruna Marquezine, Belissa Escobedo, Harvey Guillén e Raoul Max Trujillo estão confirmados no elenco principal.

Angel Manuel Soto (Charm City Kings) dirige, com o roteiro assinado por Gareth Dunnet-Alcocer (Miss Bala).

 

‘Besouro Azul’ é um dos filmes mais aguardados do ano e, agora, foi revelada sua classificação indicativa oficial.

Segundo uma nova listagem do FilmRatings.com, o longa-metragem estrelado por Xolo Maridueña Bruna Marquezine tem recomendação PG-13, isto é, com acompanhamento parental e para maiores de treze anos em virtude de “sequência de ação e violência, linguagem e referências sugestivas”.

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“Vou restaurar minha reputação”, Tenoch Huerta ABANDONA elenco de filme da Netflix após acusações de abuso sexual

De acordo com o Deadline, Tenoch Huerta (‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’), abandonou o elenco de um novo filme da Netflix, intitulado ‘Fiesta en la Madriguera’, após ser acusado de abuso sexual.

“Dado o impacto das recentes declarações falsas de María Elena Ríos e os danos que causaram a mim, não tenho escolha a não ser desistir de participar do filme ‘Fiesta en la Madriguera‘”, disse Huerta em comunicado obtido pelo portal.

Ele continuou:

“É com muita tristeza que faço isso, mas não posso permitir que as ações dela prejudiquem não só a mim, mas também o trabalho de dezenas de pessoas talentosas e trabalhadoras envolvidas no projeto. Meu foco agora é simples: continuar o processo de restaurar minha reputação.”

O filme havia sido anunciado em maio e o início das gravações estava agendado ainda para este mês.

Para quem não sabe, Ríos acusou publicamente Huerta de agressão sexual, abuso emocional e abuso sexual nas redes sociais, referindo-se ao ator como um “predador sexual”.

Ela também acusou o Poder Prieto, uma organização ativista antirracista da qual Huerta é porta-voz, de proteger o ator.

Nas publicações de Ríos, ela escreveu que:

“É muito difícil falar sobre abuso emocional por um predador sexual como Tenoch Huerta porque ele é amado pelo mundo por interpretar um personagem em um filme. Ele parece charmoso, o que é uma característica narcisista e se esconde com vitimização. Por que estou falando sobre isso só agora? Porque tenho meu processo. Por que não denunciei? Porque tinha medo de que isso acontecesse: pessoas que se recusam a acreditar que um SUPER-HERÓI é um abusador, manipulador e predador sexual.”

Até o momento, Huerta não está confirmado para retornar como Namor em uma futura adição do Universo Cinematográfico da Marvel.

Há algumas semanas, Huerta divulgou uma longa declaração negando as alegações, chamando-as de “falsas e completamente infundadas”. Ele disse que há cerca de um ano ele e Ríos tiveram um relacionamento consensual que durou vários meses.

“Durante todo foi um relacionamento amoroso, caloroso e de apoio mútuo. Depois que terminou, no entanto, Elena começou a deturpar nossas interações tanto em particular quanto na frente de grupos de amigos em comum”, disse Huerta em um comunicado. “Como resultado, há alguns meses, contratei uma equipe jurídica para iniciar as ações cabíveis para proteger minha reputação e refutar essas acusações irresponsáveis ​​e falsas que podem causar grandes prejuízos e danos.” 

“Embora eu não seja perfeito, sei que essas alegações são simplesmente falsas. E embora eu sempre trabalhe para melhorar, preciso contestar as afirmações que são falsas e ofensivas”, continuou a declaração do ator. “Sou profundamente grato à minha família e às pessoas que me apoiaram e agradeço muito a todos que estão dispostos a olhar para os fatos e refletir antes de chegar a uma conclusão falsa e injusta.”

Rios afirmou que foi agredida sexualmente por Huerta e que também há várias outras vítimas.

“Deixei bem claro para eles quando saí de sua seita que eles protegem o violador e PREDADOR sexual Tenoch Huerta, e pedi para não publicarem nada sobre mim. Eles ainda foram me procurar em um show de hipocrisia para evitar escândalos com o lançamento do filme da Marvel“, ela afirmou.

“É muito difícil falar sobre o abuso emocional e abuso de poder de um predador sexual que é amado no mundo por interpretar um personagem em um filme como Tenoch Huerta. Charmoso na aparência, a grande marca de um narcisista + uma boa dose de vitimização.”

Christopher Nolan considera ‘Oppenheimer’ um filme de TERROR; Entenda!

Oppenheimer conta a história de J. Robert Oppenheimer, o falecido diretor do Projeto Manhattan e pai da bomba atômica.

Considerando que as equipes do físico vivido por Cillian Murphy (‘Peaky Blinders’) criaram as bombas que matariam mais de 300.000 pessoas no final da Segunda Guerra Mundial, faz sentido que o filme ultrapasse a linha do terror.

Foi isso que disse o diretor Christopher Nolan.

Durante uma entrevista para a Wired, o cineasta disse que o longa explora os horrores da humanidade ao ponto de deixar os espectadores arrasados.

“É uma experiência intensa, porque é uma história intensa. Mostrei a um cineasta recentemente que disse que é uma espécie de filme de terror. Não discordo. Quando estava terminando o filme, comecei a sentir essa cor que não está nos meus outros filmes… Escuridão, apenas escuridão. Está lá. O filme luta contra isso.”

Nolan ainda disse que está feliz por ter finalizado a pós-produção porque estava se sentindo desconfortável em continua trabalhando com um assunto tão sombrio.

“Sabe, fiquei aliviado por ter terminado. É muito pesado. Mas gosto muito de assistir ao filme. Acho que você vai entender o que estou falando quando você assistir. É um complicado se divertir com coisas terríveis, sabe? É aí que entra a dimensão do terror.”

Recentemente, Nolan revelou à revista que ficou surpreso com as reações dos espectadores durante as exibições antecipadas do aguardado filme.

Muitos descreveram a experiência como “devastadora”, deixando-os sem palavras.

“Algumas pessoas saíram das exibições absolutamente devastadas, e não conseguiram falar. Quer dizer, há um elemento de medo que está lá na história, nos alicerces. Ao mesmo tempo, o amor dos personagens e seus relacionamentos… é tão forte quanto qualquer coisa que já fiz.”

Lembrando que o longa terá 3 horas (180 minutos) de duração, tornando-se a produção mais longa da carreira de Nolan.

Além disso, a MPA (Motion Picture Association) classificou o filme como Rated-R (para maiores de 17 anos) por “cenas com sexualidade, nudez e linguagem inapropriada.”

A produção conta a história de J. Robert Oppenheimer (Cillian Murphy), chefe do Projeto Manhattan, um plano do governo dos Estados Unidos encarregado de criar o primeiro armamento nuclear para do país.

O elenco ainda inclui Emily Blunt (‘Jungle Cruise’), Matt Damon (‘O Último Duelo’), Florence Pugh (‘Viúva Negra’), Rami Malek (‘Bohemian Rhapsody’), Benny Safdie (‘Joias Brutas’), Dane DeHaan (‘O Espetacular Homem-Aranha 2’), Jack Quaid (‘The Boys’), Josh Hartnett (‘Penny Dreadful’), David Dastmalchian (‘O Esquadrão Suicida’), Alden Ehrenreich (‘Solo: Uma História Star Wars’), David Krumholtz (‘The Deuce’), Jason Clarke (‘Everest’), Louise Lombard (‘CSI’), James D’Arcy (‘Agent Carter’), Michael Angarona (‘Sky High: Super-Escola de Heróis’) e Matthias Schweighöfer (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

Pugh interpretará Jean Tatlock, membro do Partido Comunista dos Estados Unidos que tem um caso com Oppenheimer e a causa de grandes preocupações de segurança para funcionários do governo.

Safdie interpretará Edward Teller, o físico húngaro conhecido como o pai da bomba de hidrogênio e membro do Projeto Manhattan, a iniciativa de pesquisa dos EUA que desenvolveu a primeira bomba atômica.

Damon será o tenente-general Leslie Groves, diretor do Projeto Manhattan, enquanto Blunt será Katherine Oppenheimer Vissering, esposa do protagonista.

Nolan também entra como produtor executivo do filme ao lado de sua esposa e parceira de produção de longa data, Emma Thomas.

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‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ ULTRAPASSA US$ 500 MILHÕES na bilheterias mundiais

A animação ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ se tornou um grande sucesso para a Sony Pictures, atingindo a marca de US$ 506.3 milhões nas bilheterias ao redor do mundo. (via Comic Book).

A Coreia do Sul marca o último grande mercado para a sequência, que arrecadou US$ 215,9 milhões internacionalmente e US$ 290,4 milhões nos cinemas norte-americanos.

Esta é uma grande vitória para a Sony Pictures Animation, já que ‘Através do Aranhaverso superou os totais de seu antecessor em menos de um mês.

Lançado em 2018, Homem-Aranha no Aranhaverso‘ ganhou o Oscar de Melhor Animação e arrecadou US$ 384,3 milhões ao longo de toda a sua exibição.

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso continua em exibição nos cinemas nacionais.

Confira a nossa crítica de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’!

Assista ao trailer:

Kemp PowersJustin K. Thompson também entram como diretores.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

Pom Klementieff, de ‘Guardiões da Galáxia’, pode se juntar ao DCU de James Gunn

Mais conhecida por interpretar a Mantis nos filmes dos ‘Guardiões da Galáxia’, Pom Klementieff já expressou seu desejo de se juntar ao DCU agora que James Gunn é o presidente da DC Studios.

E parece que a colaboração entre a dupla pode permanecer por mais alguns anos.

Em seu perfil do Twitter, Gunn compartilhou uma notícia sobre as negociações com Klementieff e confirmou que “as conversas esão acontecendo'”.

“Bem, não tanto quanto falamos sobre os vídeos de gatos que ela me envia várias vezes ao dia, mas sim, claro (existem conversas). Pom Klementieff é uma das minhas colaboradoras favoritas!”

Confira:

Até lá, vale lembrar que seu próximo filme é ‘Missão Impossível – O Acerto de Contas‘, no qual ela interpreta uma ameaçadora vilã.

Denominada Paris, ela foi vista no trailer usando uma estranha maquiagem de mímica, e pouco se sabe sobre ela.

Durante uma entrevista para o Comic Book, a estrela comentou sobre como ela criou a personalidade da personagem.

“Foi tão divertido. Eu me diverti muito criando essa personagem porque ela não foi roteirizada. O que Christopher McQuarrie e Tom Cruise fazem é escalar um ator e construir o personagem em torno das habilidades do ator e todas as conversas que tivemos. Então não tínhamos nada no começo, e eu fui adicionando características a partir das nossas reuniões, isso inclui a maquiagem que ela, com o rosto pintado de branco e uma lágrima escorrendo. Achei que seria divertido em vez de usar uma máscara, porque em algum momento outros personagens deveriam usar uma máscara e eu queria me destacar. Eu pensei: ‘Sabe de uma coisa? Ela é uma rebelde’. Ela realmente não se importa com nada além de si mesma. Então pensei que ela usaria algo um pouco estranho apenas para tirar sarro da coisa toda.”

Ela continuou:

“Achei que seria engraçado porque traz um ar pouco triste, melancólico, mas com o suor das lutas e perseguições, tudo fica meio derretido e escorrendo. Então ela passa de um rostinho bonito para algo assustador. Foram tantas pequenas ideias… Foi um processo bem colaborativo.”

E aí, você está curioso para descobrir mais sobre Paris?

Vale lembrar que ‘Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte Um estreia em 12 de julho.

Confira o teaser:

O elenco do novo filme também conta com o retorno de Rebecca FergusonSimon Pegg, Ving Rhames, Vanessa Kirby e Angela Bassett. Pom Klementieff e Hayley Atwell fazem parte das novas adições, ao lado de Rob Delaney (‘Deadpool 2’), Charles Parnell (‘Top Gun: Maverick’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Mark Gatiss (‘Sherlock’), Nick Offerman (‘Parks and Recreation’) e Janet McTeer (‘Ozark’) e Cary Elwes (‘Stranger Things’).

Crítica ‘Invasão Secreta’ | Primeiro episódio mantém padrão de qualidade dos ‘pilotos’ Marvel

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu o primeiro episódio de Invasão Secreta, evite esta matéria, pois ela contém spoilers

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Depois de uma campanha publicitária muito interessante no exterior, em que a Disney pagou atores vestidos como Skrulls para atuarem como “papagaio de pirata” nos principais canais de reportagem dos EUA, dando aquela sensação incômoda de haver aliens vivendo entre nós há algum tempo, Invasão Secreta enfim estreou com um episódio piloto muito interessante e dentro do esperado. No entanto, como visto nas últimas séries do MCU, talvez valha a pena conter um pouco a empolgação, já que, em alguns casos, o primeiro capítulo acabou sendo justamente um dos melhores, com algumas produções caindo de nível conforme a temporada ia se desenrolando.

A proposta é bem de acordo com aquilo proposto na sinopse oficial. Há um clima de incerteza bastante incômoda porque os protagonistas estão lidando com alienígenas metamorfos. Ou seja, qualquer um de todo o Universo Cinematográfico Marvel pode ser um Skrull “disfarçado”. E, nesse ponto, o primeiro capítulo trabalha bastante essa sensação de paranoia, sendo auxiliada por um protagonista em desconstrução.

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Na última década, acompanhamos Nick Fury (Samuel L. Jackson) ser retratado como o maior espião do mundo. Sempre três passos à frente dos adversários, ele parecia imortal e inabalável, já que voltou da morte algumas vezes, se reergueu, teve suas crenças destruídas e se tornou o homem por trás da formação dos Vingadores. Esse arquétipo do espião ‘muy macho’, instaurado até mesmo para passar uma sensação de respeito a ele ante os funcionários e heróis, dá lugar a uma versão mais interessante de Nick, que agora está física e psicologicamente abalado, vivendo um trauma pós-Blip, quando foi apagado por Thanos (Josh Brolin) e trazido de volta pelo Hulk (Mark Ruffalo).

A desconstrução de um personagem, quando bem feita, é muitíssimo bem-vinda. E se isso será feito, só saberemos com o desenrolar dos próximos capítulos. Fato é que trazer essa faceta de vulnerabilidade para Fury justamente em seu maior desafio promete ser bem interessante. E ainda mais agora, com esse final de episódio caótico e surpreendente. Mas antes de falar do choque final, há outra interação que merece destaque.

A dupla Fury e Talos (Ben Mendelsohn) é sensacional. Mendelsohn é um ator espetacular, que ficou famoso nos últimos anos por interpretar vilões com maestria e um porte em cena digno dos grandes nomes da atuação. Neste primeiro capítulo, ele foge de seu habitual padrão maligno e encarna um Skrull relutante em se unir à invasão, que desenvolveu uma amizade de décadas com Fury, como visto lá em Capitã Marvel (2019). O ponto aqui é que ele se vê no maior impasse que um ser digno pode vivenciar. Ele tem que escolher entre seu povo e o lar que o acolheu. Porém, com tantos anos nessa luta de viver sob um disfarce, é nítido que ele está exausto. Não só do trabalho, mas também pela promessa feita por Fury, que havia se comprometido a ajudar a encontrar um mundo para que os Skrulls exilados pudessem viver. Foram três décadas e nenhuma solução foi dado. Ao mesmo tempo, eles se tornaram confidentes da Terra, melhores amigos. Como se trai um melhor amigo? Pior: como se trai um melhor amigo, condenando ele e toda sua espécie a morte certa?

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No entanto, mesmo com todas essas dúvidas, ele se mantém íntegro a seus ideais pela lealdade, amizade e gratidão a Fury. Só que há uma cena bastante emblemática que sugere que essa relação pode azedar em breve. Durante o enfrentamento aos Skrulls invasores, Talos pede ao amigo que não interfira, mesmo que ele esteja apanhando. Em sua luta, ele enxerga no adversário um irmão que batalha a mesma luta que ele, mas com uma ótica, uma opinião diferente da dele. Ele entende a situação e tenta convencê-lo a enxergar essa guerra por uma visão diferente. Claro que não dá certo e ele acaba levando uma surra, interrompida por Fury, que atira contra o Skrull.

A reação de Talos é emblemática. Ele fica desapontado pelo desrespeito de Fury em não cumprir o combinado, mas ainda mais assustado por ver como os humanos não entendem os alienígenas como seres vivos inteligentes, apenas como invasores. Não dá para tirar o mérito da humanidade, óbvio, mas como um indivíduo dividido entre os dois mundo, é nítido o conflito interno de Talos.

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E o final, que já trouxe o primeiro embate de maior peso na série, termina da forma mais cruel possível. A cena de Fury atirando contra Maria Hill (Cobie Smulders), que supostamente morre, é surpreendente e construída de forma exemplar. O momento em que a câmera acompanha o corpo sangrando no chão e não se revela um Skrull, mas a própria Maria Hill, é de uma tristeza muito grande. Imagina você morrer pelas mãos daquele a quem você dedicou amizade e lealdade? E mesmo se tratando de um ‘Nick Skrull’, é um momento daqueles que indicam que a Marvel provavelmente conduzirá essa produção como uma série mesmo, não um “filme de seis horas dividido em capítulos”.

Por fim, há uma “barriga” ali no meio do episódio, principalmente focado no núcleo dos vilões, que se arrastou um pouco mais do que o necessário, dando uma quebra no ritmo paranoico proposto inicialmente. Nada que atrapalhe muito o desenvolvimento, mas que pode se tornar um problema se for repetido nos próximos cinco capítulos. E não daria para encerrar esse texto sem falar dos polêmicos créditos iniciais, que foram inteiramente gerados por inteligência artificial. Confesso não ter bagagem e estudo suficiente para opinar sobre esse uso da tecnologia em vez de artistas criativos. Ainda assim, analisando exclusivamente a questão estética e criativa, esses são os créditos de abertura mais feios das séries do MCU até aqui. E se fosse para usar uma inteligência artificial, seria mais legal se guardassem esse artifício para uma produção que abordasse o retorno de Ultron, que provavelmente voltará a esse universo cinematográfico nos próximos anos.

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Como disse antes, não parece muito seguro afirmar que essa série será “mais um acerto Marvel”, porque o histórico das séries é bastante irregular, mas esse piloto traz promessas de um seriado mais sóbrio e trabalhado na paranoia, algo ainda não explorado dentro do MCU. Resta torcer e assistir para ver se teremos um sucesso ou mais uma série de potencial que poderia ser bem melhor do que foi.

Os novos episódios de Invasão Secreta estreiam toda quarta no Disney+.

‘And Just Like That’: 2ª temporada do spin-off de ‘Sex and the City’ estreia na HBO Max!

A 2ª temporada de ‘And Just Like That…‘, série que dá continuidade aos eventos de ‘Sex and the City‘, finalmente chegou ao catálogo da HBO Max.

Os dois primeiros episódios do novo ciclo foram lançados hoje, 22 de junho, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

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Vale lembrar que a Kim Cattrall reprisará seu papel como a icônica Samantha Jones na 2ª temporada.

A atriz fará apenas uma participação especial no segundo ciclo, em uma conversa no telefone com a Carrie. Vale lembrar que as duas personagens haviam se reaproximado off-screen no final da primeira temporada.

O site ainda afirma que Cattrall não teve nenhum interação real com a Sarah Jessica Parker enquanto filmava sua participação. As atrizes têm um longo histórico de desentendimentos – cujas brigas lendárias se tornaram alvo de polêmicas nos bastidores da série original e dos filmes.

Criada por Darren Star, a série se passa 10 anos após os eventos do filme ‘Sex and the City 2‘.

A trama acompanha Carrie, Miranda e Charlotte conforme navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos.

O elenco conta com o retorno de Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon, Kristin Davis, Mario Cantone, David Eigenberg e Evan Handler, além de introduzir Sara Ramirez e Sarita Choudhury.

Tony Danza também foi escalado para o próximo ciclo como o pai de Che (Ramirez). Mais detalhes não foram revelados.

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‘Pinguim’: Série derivada de ‘Batman’ ganha SANGRENTO logo oficial; Confira!

Max divulgou o novo logotipo oficial da aguardada série ‘Pinguim‘, baseada no icônico vilão do universo ‘Batman‘ e estrelada por Colin Farrell.

Confira:

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Segundo informações da plataforma de streaming, a série já foi classificada como “TV-MA” no serviço de streaming. Essa classificação é equivalente ao “Rated R” no cinema, o que indica que o conteúdo é destinado a um público adulto e pode conter material impróprio para menores.

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As informações cedidas pela plataforma também confirmam que a série terá 8 episódios em sua primeira temporada.

Relembre o teaser de ‘Pinguim‘:

Anteriormente, o astro Colin Farrell havia revelado novos detalhes sobre a série: “Vai ser uma história de oito episódios. Vamos nos apoiar na ascensão de Oswald ao poder, preenchendo o vácuo de poder criado quando Falcone foi morto. A ideia de Matt [Reeves, o diretor de ‘Batman‘] era fazer com que a série do Pinguim começasse cerca de uma semana após o final do filme de ‘Batman‘. E se funcionar, se a trajetória for interessante, e o público aceitar, o segundo ‘Batman‘ vai começar logo após o fim da trama da série.”

Lauren LeFranc (‘Agentes da SHIELD’) será a showrunner do projeto.

Farrell e Reeves também servirão como produtores executivos.

Titanic 111 anos | 10 Curiosidades sobre o navio que inspirou o romance mais famoso do cinema

Na virada do dia 14 para o dia 15 de abril de 1912, o Titanic colidia contra um iceberg e naufragava, vitimando cerca de 1500 passageiros em sua viagem inaugural. O acidente se tornou um dos mais famosos de todos os tempos e permeou a imaginação de várias pessoas pelo mundo, principalmente a do diretor James Cameron, que se tornou fanático pelo caso e decidiu contar sua história por meio de um filme sobre o amor impossível de Jack e Rose em meio à tragédia. Além de lançar Leonardo DiCaprio ao estrelato, faturar um caminhão de dinheiro e conquistar nada menos que 11 prêmios do Oscar, o longa fez com que o fanatismo de Cameron sobre o gigante de aço da White Star Line atiçasse a curiosidade de ainda mais gente pelo mundo.

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Nestes 111 anos da tragédia, o CinePOP separou 10 curiosidades sobre o Titanic. Confira!

 

Mais caro que o original

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Foto do Titanic em sua primeira – e última – viagem

O custo de produção do filme foi altíssimo para a época. O valor gasto para rodar as filmagens de Titanic giraram em torno de US$ 200 milhões, enquanto a embarcação de verdade custou US$ 7,5 milhões, o que dá aproximadamente US$ 150 milhões em valores atualizados. James Cameron justificou os gastos usando o máximo de efeitos práticos possíveis. Ele criou versões praticamente idênticas aos ambientes do navio original. Além disso, o diretor forneceu diversas informações sobre os passageiros para os figurantes do filme. Ou seja, eles estavam mesmo interpretando pessoas reais, com histórias e objetivos, não apenas fazendo figuração.

A viagem de uma vida

16C557D9 FA09 435F AD33 EA3C8E2D9883Na década de 1910, com os motores à vapor dominando o mercado, os grandes navios eram o que havia de mais moderno e tecnológico. Viajar em um desses era sinal não apenas de prestígio, mas para muitos era a viagem de uma vida, tanto que muitos passageiros sequer compraram passagem de volta. Na foto, vemos os membros da família Goodwin, que tinham planos de atravessar o mar em outro navio, mas por conta de problemas no motor, precisaram ser transferidos para o Titanic em cima da hora com passagens da “terceira classe”. Nenhum deles sobreviveu.

Animais no navio

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O Lulu da Pomerânia sobreviveu por mais 7 anos depois do acidente

Sempre que se fala do Titanic, são citados os cerca de 2.200 passageiros que embarcaram e dos aproximadamente 1.500 mortos após a colisão e o naufrágio. Porém, um número curioso do acidente é que havia alguns cachorros no barco, quais apenas três sobreviveram. No filme de James Cameron, a Rose idosa (Gloria Stuart) tem um Lulu da Pomerânia. Essa foi uma homenagem do diretor a um dos três cachorrinhos que sobreviveram. A passageira Margaret Bechstein Hays levou seu cãozinho clandestinamente para o barco. No momento do naufrágio, Hays conseguiu subir à bordo de um dos botes e retribuiu a lealdade de seu Lulu da Pomerânia carregando o mascote junto com ela para o bote salva-vidas número 7. O doguinho ficou vivo até 1919.
Os outros dois cachorrinhos sobreviventes foram o mascote de Elizabeth Rothschild – um cachorro de raça não identificada -, que se recusou a embarcar no bote número 6 se não pudesse levar seu pet junto. O bote número 3 contou também com o pequinês de Henry e Myra Harper.

No fim, a história mais triste envolvendo os mascotes foi o Frou-Frou de Helen Bishop, que foi abandonado por ela dentro da cabine. Segundo a própria, o cachorrinho fincou os dentes em seu vestido e fez tanta força para ir junto que chegou a rasgar a costura: “A perda do meu cãozinho me machuca muito. Eu nunca vou esquecer como ele segurou minhas roupas. Ele queria tanto me acompanhar”, disse Bishop. Ainda assim, ela o deixou lá para morrer.

Além dos cachorros, outros animais, como gatos, canários e galinhas, estavam presentes no navio. Todos morreram. Menos as lagostas e siris da cozinha.

Inimiga da perfeição

2EC6EF01 AE12 40B4 A797 A57FAEC4DC83Uma das causas para o navio ter batido com tanta força no iceberg foi a velocidade do Titanic no momento da colisão. Ele estava navegando a uma velocidade altíssima para uma zona de icebergs. Isso aconteceu porque porque a White Star Line pilhou sua tripulação para conseguir a tão almejada Fita Azul, que premiava a embarcação que completasse a viagem entre Europa e América do Norte no menor tempo possível. A ideia da empresa é que o Titanic se tornasse o navio modelo para o mundo. O mais seguro, o mais confortável e o mais rápido. Infelizmente, acabou não sendo nenhum desses.

O problema dos Botes

botesUma das cenas mais marcantes do filme é quando os personagens da primeira classe perguntam se eles vão embarcar nos botes junto com os passageiros de “classes mais baixas”. O Titanic foi projetado para comportar até 64 botes salva-vidas, porém, por uma questão estética – e até mesmo de arrogância – o projetista Thomas Andrews colocou apenas 20 botes, que não foram desenhados para cobrir longas distâncias, apenas para o transporte de passageiros para embarcações que estivessem por perto.

Encontro fatal

icebergO iceberg que causou o rompimento do casco do Titanic estava na região há mais de 2 mil anos. E, segundo estudos, o encontro fatal com o Titanic poderia ter sido evitado caso o Capitão Edward J. Smith tivesse recebido o alerta de iceberg cerca de 30 segundos antes do que aconteceu. O choque com o gelo danificou de seis a sete estanques dianteiros. Quando o navio foi projetado, as medidas de segurança previam que ele aguentaria navegar com até quatro estanques danificados. Até hoje, o incidente com o Titanic é o único caso de um navio desse porte afundado após a colisão com um iceberg.

O tempo de naufrágio

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Passagem para a primeira classe foi leiloada em 2019

Conforme mostrado no filme, o Titanic não afundou de uma vez, ele foi naufragando aos poucos. A submersão começou às 23h20 e terminou às 2h20 da madrugada de 15 de abril de 1912. Uma curiosidade é que se forem removidas as cenas ambientadas no “presente”, o filme Titanic dura exatamente 2h40, o tempo total do naufrágio.

O Navio está se desintegrandoe1536223a9ace16d7552f1a3507a3785

Habitando o fundo do Oceano Atlântico há 111 anos, o Titanic começou a se deteriorar. Enquanto parte do navio está em boas condições, há outras que sofreram o impacto das condições. Por exemplo, o setor que comportava os alojamentos da tripulação, incluindo a cabine do capitão, está praticamente todo corroído pela salinidade da água e pelas bactérias que se alimentam de metais. Os pesquisadores já avisaram que a desintegração natural do navio não vai parar, e o próximo setor a ser corroído é o dos grandes salões.

 Túmulo gelado

DD8BF147 D43D 4D33 BBAF FC6B8A34DFC5Por conta da salinidade e da deteriorização natural de um navio de aço que permanece há mais de um século embaixo d’água, é simplesmente impossível remover o Titanic do fundo do mar sem destruí-lo por completo. Por isso, ele seguirá enterrado para sempre no túmulo gelado do oceano. No entanto, itens resgatados do navio, como pratarias, louças e ingressos costumam ser encontrados em leilões por valores altíssimos.

Teoria da Conspiração

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O Olympic era considerado o “irmão” mais velho do Titanic

Como toda grande tragédia da humanidade, o naufrágio do Titanic também conta com algumas teorias da conspiração ao seu redor. A mais famosa diz que não foi o Titanic que afundou, mas sim o Olympic, um navio “irmão” do Titanic. Essa teoria foi levantada por Robin Gardiner, autor do livro Titanic: O Navio Que Nunca Afundou. Segundo Robin, a White Star Line, companhia dona das duas embarcações, estava à beira da falência e não poderia arcar com os custos de reforma – não cobertos pelo seguro – que o Olympic precisava depois de ter sofrido uma colisão que danificou sua quilha. Então, visando o dinheiro do seguro de um navio novinho em folha, a companhia teria feito um reparo desleixado no Olympic para que ele afundasse e a White Star Line recebesse uma enorme quantia. Gardiner afirma ainda que o Titanic teria sido usado pela empresa por anos e anos sob o nome do Olympic, chegando até a ser usado na Primeira Guerra Mundial, antes de ser aposentado em 1935 e desmontado em 1936.

1CE1C1E6 3BEF 47EF 9C3F EB156E6D2CA0Titanic está disponível no catálogo do Star+.

Mãe e filha lidam com poderes sobre-humanos no trailer do SUSPENSE sci-fi ‘Gray Matter’; Confira!

HBO Max divulgou o trailer oficial de ‘Gray Matter’, seu mais novo thriller sci-fi.

O longa-metragem chega à plataforma de streaming no dia 13 de julho.

Confira:

A produção marca a estreia diretorial de Meko Winbush. O roteiro é assinado por Phil Gelatt.

‘Gray Matter’ é centrado em Ayla e sua filha Aurora, que possuem habilidades sobre-humanas. Enquanto Ayla tenta treinar Aurora para lidar com essas habilidades, um trágico incidente coloca a jovem no controle de seu destino e força a mãe a confrontar a verdade sobre seu passado.

Jessica Francis DukesMia Isaac e Garret Dillahunt estrelam.

10 Atrizes e Atores que Faziam muito Sucesso nos anos 90 – mas Foram ESQUECIDOS…

Todas as carreiras possuem seus altos e baixos. E a carreira artística é uma das mais imprevisíveis. Uma hora se está por cima, mas no ano seguinte seu nome pode vir a ser esquecido. Em Hollywood, uma série de fatores são levados em conta para isso. O principal deles é que o público precisa gostar de determinado ator. Enquanto ele for popular, sua fama está garantida – e com as redes sociais isso foi elevado a um novo nível. Segundo, precisa escolher projetos que façam sucesso, e isso é ainda mais difícil, pois não pode ser previsto. Mesmo que um determinado ator seja querido, fracassos consecutivos de bilheteria ou crítica podem ser determinantes para o fim de seu estrelato.

O terceiro fato, e mais cruel, é a idade, em especial para as mulheres. Quando determinada atriz (ou ator) sai da faixa etária padrão que se comunica diretamente com o público jovem (antes eram os 40 anos, hoje isso foi até aumentado para os 50, mais ou menos), começa a parar de receber ofertas de papeis interessantes, recaindo para personagens coadjuvantes.

Aqui, voltamos no tempo para 30 anos no passado, e lembraremos de atores muito populares na época, que estrelaram grandes filmes dos maiores estúdios de Hollywood, mas que hoje, três décadas depois, a geração atual mal sabe seus nomes. Confira abaixo e venham conosco nessa viagem nostálgica.

Rebecca De Mornay

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A loiraça Rebecca De Mornay continua na ativa até hoje, mas em participações especiais ou pontas. Aos 63 anos, é inegável que o auge da carreira da atriz foi no início dos anos 90, apesar de estar em cena desde a década de 80 com filmes como ‘Negócio Arriscado’, ‘Expresso para o Inferno’ e ‘Deu a Louca nas Federais’. O filme que todos mais associam à atriz é o thriller de gelar a espinha ‘A Mão que Balança o Berço’ (1992). E no ano seguinte, há 30 anos, De Mornay fazia uso do hype em torno da sua imagem para estrelar grandes produções, como ‘Os Três Mosqueteiros’, da Disney, e outro suspense chamado ‘Culpado como o Pecado’, de Sydney Lumet. Fora isso, ainda estrelou ‘Chantagem Fatal’, outro thriller, para a HBO, com Rutger Hauer.

Bridget Fonda

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Filha de Peter Fonda, sobrinha de Jane Fonda e neta de Henry Fonda, Hollywood está no sangue da graciosa Bridget Fonda. Hoje, aos 59 anos de idade, Fonda está aposentada da carreira de atriz desde 2002, quando participou da minissérie ‘Rainha das Estações’. No ano anterior havia estrelado ‘O Beijo do Dragão’, com Jet Li, e ‘Monkeybone’, com Brendan Fraser. A atriz também trabalhou com Quentin Tarantino em ‘Jackie Brown’ (1997) e enfrentou um crocodilo em ‘Pânico no Lago’ (1999), mas o auge de sua fama ocorreria no início dos anos 90. Seu primeiro papel protagonista foi no suspense ‘Mulher Solteira Procura’ (1992) e no ano seguinte ela já era uma estrela. Foi o que levou ela, há 30 anos, a ser escalada como ‘A Assassina’, remake americano de ‘Nikita’. Fora isso, ainda estrelou o drama de Bernardo BertolucciO Pequeno Buda’ e o drama romântico ‘Corpos em Movimento’ no mesmo ano.

William Baldwin

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Irmão mais novo de Alec Baldwin, hoje aos 60 anos de idade, William é outro ator que estava com tudo há 30 anos. Ele havia acabado de sair de sucessos como ‘Linha Mortal’, com Julia Roberts, e ‘Cortina de Fogo’, o blockbuster de bombeiros com Kurt Russell e grande elenco. Assim, foi escalado para a superprodução da Paramount, o thriller ‘Invasão de Privacidade’, com Sharon Stone, um dos filmes mais caros daquele ano. Além do thriller, no mesmo ano Baldwin estrelaria também o romance ‘As Amantes’, da New Line, que fala sobre um triângulo amoroso, com Kelly Lynch e Sherilyn Fenn.

Tom Berenger

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Veterano na indústria, hoje com 74 anos de idade, Tom Berenger foi indicado ao Oscar ainda em 1987, pelo drama de guerra ‘Platoon’. Na década de 90, o nome do ator voltaria com força aos holofotes e há 30 anos ele estrelava três projetos de bastante renome em sua carreira. Berenger também esteve em ‘Invasão de Privacidade’, uma das maiores produções da Paramount naquele ano – ao lado de William Baldwin e Sharon Stone como o trio protagonista. No mesmo ano, o ator protagonizaria o cult de ação ‘Sniper – O Atirador’, para a Columbia / TriStar (Sony) e o épico sobre a batalha de Gettysburg durante a Guerra Civil Americana em ‘Anjos Assassinos’, superprodução da New Line.

Sherilyn Fenn

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Por falar em ‘As Amantes’, agora falaremos da atriz Sherilyn Fenn, parte daquele elenco. A morena, é claro, ficará para sempre eternizada como Audrey Horne do seriado ‘Twin Peaks’ de David Lynch, um dos mais cult da história do audiovisual, que fez muito sucesso aqui no Brasil também nas exibições da Globo nos anos 90. Hoje, aos 58 anos de idade, Fenn continua na ativa e participa de séries. Ela também retornou no revival de ‘Twin Peaks’ em 2017. Nos anos 90, além da série, há 30 anos, Fenn estava no auge de sua popularidade e estrelou o citado romance ‘As Amantes’. Porém, esse foi seu filme menos conhecido da época, já que todos os holofotes estavam no polêmico ‘Encaixotando Helena’ (leia mais sobre ele no link abaixo). Fora isso, ainda estrelou a paródia policial ‘Distração Fatal’, que tira sarro de ‘Instinto Selvagem’, ‘Atração Fatal’ e outros do tipo, e marcou época.

Leia também: ‘Encaixotando Helena’ | 30 Anos de um dos Filmes Mais Polêmicos de Hollywood – Você Lembrava?

Erika Eleniak

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Agora pulamos de uma morena para uma loira, que também ficou marcada graças ao sucesso de uma emblemática série que estrelou. Eleniak, hoje aos 53 anos de idade, viveu a salva-vidas Shauni de ‘SOS Malibu’ (Baywatch) por três temporadas, da estreia da série em 1989 a 1992 – quando sua carreira nas telonas explodia. Na época, Erika também foi coelhinha na revista Playboy. Nessa fase, ela estrelou ‘A Força em Alerta’ (1992), maior sucesso da carreira de Steven Seagal. No ano seguinte, ela foi escalada para a superprodução da Fox, que levava uma série clássica dos anos 60 às telonas em grande estilo, com ‘A Família Buscapé’, onde vive a caipira durona Elly May Clampett. Depois disso ela ainda estrelaria ‘Uma Loira em Apuros’ para a Warner.

Pauly Shore

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Com um humor típico da era MTV dos anos 90, Pauly Shore foi um dos humoristas mais badalados do cinema naquela década. Hoje, totalmente sumido aos 54 anos (e vizinho de Nicolas Cage). Shore chegou inclusive a brincar sobre seu “desaparecimento” das telas com uma comédia escrita e dirigida por ele em 2003, intitulada ‘Pauly Shore Está Morto’. E lá se vão mais vinte anos. O estilo excêntrico do jovem comediante andrógeno combinou como uma luva em ‘O Homem da Califórnia’ (1992), roubando muitos dos holofotes. Num período de quatro anos, Pauly foi um dos astros mais quentes de Hollywood, estrelando produções da Disney (através da Hollywood Pictures), Columbia e MGM. Assim vieram comédias como ‘Um Maluco no Exército’ (1994), ‘Um Jurado Muito Louco’ (1995) e ‘Malucos por Natureza’ (1996). Mas há 30 anos, seguindo o sucesso de ‘O Homem da Califórnia’, surgia ‘O Genro dos Meus Sonhos’, em que o ator “toca o terror” na família da noiva, uma família de fazendeiros, com seu jeito de rapaz da cidade.

Gabrielle Anwar

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Essa atriz tenho certeza que grande parte do público não conhece e nunca ouviu seu nome. Mas há 30 anos, Anwar esteva por todo lado no cinema. A bela e graciosa morena, hoje aos 53 anos, ganhou destaque ao participar de uma única cena em ‘Perfume de Mulher’ (1992), que deu o Oscar para Al Pacino. Mas foi a cena mais marcante, da dança do tango. Foi o que bastou para no ano seguinte estrelar grandes produções da Warner, da Universal e da Disney. Primeiro veio a ficção científica / terror ‘Os Invasores de Corpos – A Invasão Continua’, terceira adaptação para as telonas do livro clássico de Jack Finney, no qual protagonizou. Depois seguiu para a comédia romântica ‘Por Amor ou Por Dinheiro’, com Michael J. Fox, do mesmo diretor de ‘A Família Addams’. Por último foi a vez do blockbuster ‘Os Três Mosqueteiros’, da Disney.

Nancy Travis

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Outra atriz veterana desconhecida da geração atual, Nancy Travis segue na ativa e está prestes a lançar o drama ‘Ordinary Angels’ ao lado de Hilary Swank. Hoje aos 61 anos de idade, Travis foi um nome marcante em Hollywood, e ainda nos anos 80 estrelou o sucesso ‘Três Solteirões e um Bebê’ (1987) – com Sylvia, a mãe da criança abandonada. Nos anos 90, vieram ‘Justiça Cega’, ‘Um Tiro que Não Deu Certo’, ‘Air America’, ‘Três Solteirões e uma Pequena Dama’ e ‘Chaplin’, todas produções badaladas com elencos renomados e de grandes estúdios. Há 30 anos, Travis foi outra que trabalhou bastante, estrelando filmes como o suspense ‘O Silêncio do Lago’, remake americano de uma produção holandesa homônima, com Jeff Bridges, Kiefer Sutherland e Sandra Bullock. E também a comédia cult ‘Uma Noiva e Tanto’, em que faz a noiva homicida de Mike Myers.

Wesley Snipes

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Esse aqui todos conhecem muito bem, mesmo as gerações mais jovens. Ou ao menos deveriam conhecer. Bem, a onda do momento são os filmes de super-heróis e tenho certeza que todo fã conhece ‘Blade – O Caçador de Vampiros’, estrelado pelo ator. Snipes foi um grande nome nos anos 90, mas terminou condenado por sonegação de imposto de renda na década seguinte, em 2008, cumprindo pena de três anos na prisão, de 2010 a 2013. Depois disso, ensaiou retorno em filmes como ‘Os Mercenários 3’, ‘Meu Nome é Dolemite’ e ‘Um Príncipe em Nova York 2’, além da minissérie ‘A Mais Pura Verdade’, da Netflix, hoje em vias de completar 61 anos de idade.

No início dos anos 90 participou de sucessos como ‘Febre da Selva’, ‘New Jack City’, ‘Homens Brancos Não Sabem Enterrar’ e ‘Passageiro 57’. Há 30 anos, Wesley Snipes protagonizava nada menos do que quatro grandes produções para a Warner e a Fox, duas para cada estúdio, sendo um filme mais badalado e outro menos. Na Warner, o mais badalado, é claro, foi ‘O Demolidor’, cult máximo no qual viveu Simon Phoenix e duelou com o colega Sylvester Stallone no futuro. O menos badalado foi o thriller policial ‘Em Ponto de Bala’ em que viveu um detetive atrás de um criminoso, vivido por Dennis Hopper (e quem mais?). Já na Fox, o mais badalado foi ‘Sol Nascente’, suspense baseado no livro do mesmo autor de ‘Jurassic Park’ no qual atuou ao lado de Sean Connery. E o menos badalado foi ‘Inferno Branco’, no qual fo um poderoso chefão das drogas no gueto.

Mês do Orgulho | 10 ótimas produções LGBTQIA+ para ver no Star+

Mês do Orgulho celebra a comunidade LGBTQIA+ e a diversidade sexual e de gênero do mundo – e, ano após ano, torna-se mais importante por representar uma luta constante e que ainda tem muito a angariar para uma das parcelas mais oprimidas da sociedade.

Ao longo desse mês, traremos diversas dicas de produções queer para quem quiser conferir – e a mais nova dela elenca dez ótimas produções LGTBQIA+ para conferir no Star+.

Veja abaixo as nossas escolhas:

THE ROCKY HORROR PICTURE SHOW (1975)

patricia quinn tim curry e nell campbell em the rocky horror picture show foto reproducao via imd widelg

À época de seu lançamento, The Rocky Horror Picture Show foi massacrado pelos críticos; décadas depois, a icônica produção é considerada por inúmeros especialistas como um dos maiores musicais de todos os tempos. Na trama, os namorados Brad e Janet têm um pneu furado durante uma tempestade e descobrem a misteriosa mansão do louco cientista Dr. Frank-N-Furter. Eles encontram uma casa cheia de personagens selvagens, incluindo um motociclista e um mordomo assustador. Através de danças sistemáticas e canções de rock, Frank-N-Furter revela sua mais recente criação: um homem musculoso chamado Rocky.

MENINOS NÃO CHORAM (1999)

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Meninos Não Choram conta a história de Brandon Teena, um jovem transexual que vive numa cidade rural de Falls City, Nebraska. Brandon inicialmente consegue criar uma imagem masculinizada de si mesma, se apaixonando pela garota com quem sai, Lana, e se tornando amigo de John e Tom. Entretanto, quando a identidade sexual de Brandon vem público, a revelação ativa uma espiral crescente de violência na cidade. Por seu papel protagonista, Hilary Swank conquistou o Oscar de Melhor Atriz.

O SEGREDO DE BROKEBACK MOUNTAIN (2005)

brokeback mountain

Dirigido por Ang Lee, o drama romântico neo-western retrata o complexo relacionamento emocional e sexual entre dois caubóis estadunidenses, chamados Ennis Del Mar e Jack Twist, no Meio-Oeste dos anos 1960. Interpretados por Jake Gyllenhaal e Heath Ledger em rendições que ficariam marcadas para a história, o longa-metragem acompanha os dois protagonistas trabalhando como pastores em uma fazenda em Wyoming e como eles esconderam quem realmente eram do mundo, mantendo um caso romântico por mais de vinte anos. A produção foi extremamente aclamada pelos especialistas e conquistou oito indicações ao Oscar.

A GAROTA DINAMARQUESA (2015)

a garota dinamarquesa

O elogiado A Garota Dinamarquesa rendeu a Alicia Vikander o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, além de garantir a Eddie Redmayne mais uma indicação à cobiçada estatueta. O drama biográfico apresenta ao público a história de Lili Elbe – primeira mulher transgênero a se submeter a uma cirurgia de redesignação de sexo. Ao lado de Vikander no papel da mulher de Lili, Gerda Wegener, Redmayne dá vida à artista e traz para os cinemas os dramas pessoais, a vida profissional e a jornada de Lili até ser considerada pioneira transgênero.

POSE (2018 – 2021)

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Cada elemento dePose, aclamada série encabeçada por Ryan Murphy, deve ser apreciado em sua completude e compreendido como um breve retrato de uma história que auxilia na desconstrução de tabus e máculas que acompanham essa comunidade desde sempre. Por esse e por tantos outros motivos, a série, com apenas suas três temporadas, tornou-se uma das mais importantes e essenciais do escopo mainstream – e suscitou uma revolução queer que mudou para sempre a nossa maneira de enxergar o mundo.

ROCKETMAN (2019)

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A trajetória de como o tímido Reginald Dwight (Taron Egerton) se transformou em Elton John, ícone da música pop. Desde a infância complicada, fruto do descaso do pai pela família, sua história de vida é contada através da releitura das músicas do superstar, incluindo a relação do cantor com o compositor e parceiro profissional Bernie Taupin (Jamie Bell) e o empresário e o ex-amante John Reid (Richard Madden).

LOVE, VICTOR (2020 – 2022)

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Ambientada no mesmo universo de ‘Com Amor, Simon’‘Love, Victor’ acabou entregando uma cândida história sobre aceitação e descoberta. Criada por Isaac Aptaker e Elizabeth Berger, a narrativa segue Victor, um novo aluno na escola Creekwood “em sua própria jornada de auto descoberta, enfrentando desafios em casa, se adaptando a uma nova cidade e lutando com sua orientação sexual.

PRIDE (2021)

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‘Pride’ é uma série documental composta por seis episódios que acompanha a história de luta por direitos civis da população LGBTQ+. Cada episódio acompanha uma década entre os anos 1950 e 2000 e apresenta como o movimento se articulava na luta contra homofobia, bifobia, lesbofobia e transfobia durante cada época. Os episódios também trazem importantes figuras na luta contra LGBTfobia como a ativista Christine Jorgensen, a autora Susan Stryker e o cineasta John Waters.

QUEER AS FOLK (2022)

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Descrita como uma “vibrante reimaginação” da produção original britânica, Queer as Folk foca em um grupo diversificado de amigos em Nova Orleans, cujas vidas são transformadas após uma tragédia. Apesar dos óbvios deslizes, a produção é absolutamente incrível, recheada de reviravoltas e de mensagens que vão para além do espectro político-ideológico, abrindo espaço para que as relações queer e as experiências individuais dialoguem com o que enfrentamos dia após dia.

ORGULHO & SEDUÇÃO (2022)

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Ambientado em um destino de férias gay perto de Long Island, Nova York, ‘Orgulho & Sedução‘ é uma comédia romântica moderna que tem um olhar diversificado e multicultural do mundo queer. Inspirado nos dilemas atemporais do clássico Orgulho e Preconceito de Jane Austen, a história gira em torno de dois melhores amigos (Joel Kim Booster e Bowen Yang) que decidem embarcar em uma lendária aventura de verão com a ajuda de um vinho rosé barato e seu eclético grupo de amigos.

CRUSH: AMOR COLORIDO (2022)

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Crush: Amor Coloridoé uma divertida comédia romântica esportiva estrelada por Rowan Blanchard, Auli’i Cravalho e Isabella Ferreira. Elogiada pela crítica internacional, a produção é centrada em um romance colegial que floresce depois que uma estudante de arte entra para o time de corrida de sua escola e acaba se apaixonando por uma de suas colegas.

‘Invasão Secreta’ estreia com MORTE de importante personagem do MCU

O texto abaixo contém SPOILERS!

Finalmente, a invasão Skrull atingiu o Universo Cinematográfico da Marvel na estreia de ‘Invasão Secreta’, série que acompanha Nick Fury (Samuel L. Jackson) e Talos (Ben Mendelsohn) investigando a proliferação dos aliens transmorfos ao redor da Terra.

Com uma temática mais madura e sombria, o primeiro episódio definitivamente tem muitas emoções e termina com um grande choque: a morte de Maria Hill (Cobie Smulders), que estava presente no MCU desde ‘Os Vingadores‘.

Durante o grande final do episódio, Fury, Hill e Talos estavam agindo com base em uma dica de G’iah (Emilia Clarke) e seguindo alguns Skrulls que potencialmente carregavam bombas.

No meio de uma praça lotada, o vilão Gravik (Kingsley Ben-Adir) detonou essas bombas, matando muitos civis e causando pandemônio.

Na tentativa de deter os Skrulls, Hill se encontra com Fury… Mas era um Skrull disfarçado como o ex-diretor da SHIELD, e ela acaba sendo baleada e morta.

Por um momento, temos a impressão que Hill fosse o Skrull e Fury a tivesse descoberto, mas não era o caso. Ao morrer, ela não muda para a forma Skrull, provando que ela era a verdadeira Maria Hill.

Apesar de Fury ter visto ela sendo atingida, ele foi obrigado a escapar da cena junto com Talos.

Muitos acreditavam que Hill iria ganhar um papel mais presente no MCU agora que Fury está mais ligado ao espaço, mas parece que a Marvel Studios está subvertendo as expectativas com essa série.

E aí, o que você achou do episódio?

Relembre o trailer:

Com somente dois episódios exibidos para a crítica especializada, a série detém marca negativa para Marvel Studios no Rotten Tomatoes.

A produção está atualmente com uma porcentagem de aprovação de 66% baseada em 55 críticas.

Isso coloca ‘Invasão Secreta‘ como a produção menos bem avaliada do Universo Cinematográfico Marvel até o momento.

Anteriormente, o título de menor aprovação pertencia a ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘, que detinha uma avaliação de 80%. Agora, a nova série protagonizada por Samuel L. Jackson e Emilia Clarke superou essa marca negativa.

É importante destacar que as avaliações podem evoluir ao longo do tempo, uma vez que mais episódios são disponibilizados e novas críticas são feitas. No entanto, o resultado inicial de indica uma recepção morna por parte da crítica, o que contrasta com o histórico de sucesso do MCU no site.

Confira algumas avaliações:

“‘Invasão Secreta’ mostra-se tão morna quanto parada.” – IndieWare

Samuel L. Jackson parece tão farto da fórmula da Marvel assim como uma parte crescente do público.” – Daily Telegraph (UK).

“É divertido o suficiente. Afinal, esta é uma série da Marvel, o que significa que é um caso liso e polido que traz diversos Easter Eggs para os fãs saborearem.” – London Evening Standard

“Como um dos projetos mais maduros do MCU até hoje, ‘Invasão Secreta’ é um drama tenso e fascinante que presenteia seus atores com material de peso e encoraja seu público a olhar além do brilho do super-heroísmo.” – Empire

“No geral, ‘Invasão Secreta’ tem ideias que se contentam em provocar um ritmo que um filme da Marvel pode não permitir.” – Variety.

“Na maior parte, ‘Invasão Secreta’ é mais sombrio e até monótono do que se poderia esperar.” – The Hollywood Reporter

Além de Jackson e Ben Mendelsohn, a trama também conta com James Rhodes (Don Cheadle), Sonya Falsworth (Olivia Colman), G’iah (Emilia Clarke), Gravik (Kisngsley Ben-Adir), Maria Hill (Cobie Smulders), Everett Ross (Martin Freeman) e os misteriosos personagens de Carmen Ejogo e Killian Scott.

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Artigo | Há 15 anos, ‘Desperate Housewives’ revolucionava sua própria estrutura narrativa; Relembre!!

Em 2008, Desperate Housewivesentregava uma das melhores temporadas de sua extensa jornada, nos convidando a um salto temporal de nada menos que cinco anos – e não é surpresa que várias coisas mudam drasticamente na vida de todas as nossas protagonistas. Porém, apesar de viradas inesperadas, a essência de cada uma das queridas donas de casa permaneceu a mesma e, mais do que nunca, parece tê-las unido num laço inquebrável. Afinal, depois de tantas tragédias, tendo início com o surpreendente suicídio de Mary Alice (Brenda Young), poucas são as atitudes que poderiam separá-las de vez. E, como se não bastasse, o criador Marc Cherry e seu competente time criativo retoma, mais uma vez, os aspectos mais deliciosos e desconstruídos do suspense televisivo, adicionando um antagonista de causar arrepio até nos mais céticos. 

A quinta temporada rouba nossa atenção, como supracitado, para as complexas mudanças no cotidiano das personagens principais. Gabby (Eva Longoria) é centro de algumas das sequências mais chocantes da série, ao revelar ao público que ficou pobre e agora tem duas filhas, mantendo uma gigantesca casa ao lado de Carlos (Ricardo Chavira), que ficou cego devido aos acontecimentos que sucederam o tornado (vide crítica da iteração anterior). Susan (Teri Hatcher), depois do infinito vai-e-vem com Mike (James Denton), acaba se divorciando do amor de sua vida e segue num relacionamento puramente carnal com o jovem e ingênuo Jackson (Gale Harold). Os filhos de Lynette (Felicity Huffman) cresceram e agora beiram a vida adulta, trazendo problemas ainda maiores para o casal Scavo – e levando. Bree (Marcia Cross) encontra sua verdadeira vocação e torna-se uma empresária de sucesso, abrindo sua própria franquia de comida caseira, lançado livros, participando de programas e reatando os laços conturbados com seu filho Andrew (Shawn Pyfrom). 

Entretanto, é o retorno chocante de uma memorável femme fatale, que algum tempo atrás havia dado adeus a Wisteria Lane, que consegue, como sempre, atrair os nossos olhares. A irreverente Edie Britt (Nicollette Sheridan) aparece anos depois para a mesma casa em que outrora morava, automaticamente levando todas as suas vizinhas a “cumprimentá-la” – ainda que a contragosto. A gritante diferença é que Edie agora se casou com o rico e simpático Dave Williams (Neal McDonough) e também teve uma mudança considerável em sua personalidade nem um pouco afável, transformando-se em uma espécie de dona de casa calma e controlada. 

Desde a temporada de estreia, sabemos que a excêntrica vizinhança esconde podres por trás das fachadas bem cuidadas e dos verdejantes jardins dos sobrados que se estendem ao longo da singela rua. Logo, não seria diferente com as recentes adições ao show, incluindo Dave, cujos macabros motivos logo se tornam bastante evidentes para os espectadores: ele, na verdade, casou-se com Edie para retornar a Fairview e dar início ao seu plano de vingança, arquitetado quando ainda estava internado numa instalação psiquiátrica após perder a esposa e a filha num acidente de carro. 

Os nós logo se atam e, apesar da longevidade desnecessária da temporada, Cherry nos envolve em mais um mistério que demora a ruminar, mas alcança seu objetivo catártico. A tragédia supracitada foi acidentalmente causada por Mike e Susan, que voltavam de uma comemoração e acabaram por bater no carro das duas, tirando suas vidas num piscar de olhos. Desde então, o casal dos sonhos entrou em uma montanha-russa de emoções e resolveu terminar tudo antes que as coisas piorassem – eventualmente, a personagem de Hatcher observa impotente seu ex-marido se envolver com sua amiga, Katherine (Dana Delany). Mas o foco aqui é o modo como esperamos uma tragédia ainda maior acometer nossa querida Susan e seu filho de cinco anos, MJ (Mason Vale Cotton), que se torna alvo das perseguições. 

A construção psicótica de Dave é muito bem aproveitada ao longo da nova epopeia de Desperate Housewives, deixando bem claro até onde ele pode chegar para eliminar os obstáculos de seu caminho. Aliás, os momentos mais instigantes da temporada são causados por suas condenáveis atitudes – incluindo o incêndio no clube noturno local, no acesso de fúria da Sra. McCluskey (Kathryn Joosten) e numa caçada que dá terrivelmente errada. O personagem em questão até mesmo entra em um último arco de salvação antes de perceber o que está fazendo, quase matando a si mesmo antes de voltar a seu tratamento em um incômodo e agonizante vazio existencial. 

Não é apenas essa trama que ganha força ao longo dos episódios: Cherry nos mostra novamente que não pensará duas vezes antes de eliminar algum dos personagens principais em prol da continuidade de sua épica jornada tragicômica que transcende até mesmo as regras do suspense e do drama. Partindo desse princípio, Edie, após descobrir quem seu marido realmente é, parte em uma última tentativa de avisar a suas amigas (principalmente Susan e Katherine, que quase se tornam as vítimas) das reais intenções de Dave. Todavia, antes de conseguir qualquer coisa, é eletrocutada; mas diferente do que poderíamos imaginar, sua chocante morte logo é travestida com uma narração hilária que abre espaço para que as protagonistas rememorem os bons momentos que tiveram junto a ela. 

O mais impressionante de Desperate Housewives é o fato dela encantar em cada um de seus episódios, ainda que aqui alguns deslizes comecem a dar mais as caras. O roteiro persistente e coeso amarra as pontas soltas com habilidade aplaudível, deixando notável o modo como a série revoluciona a si própria. De qualquer forma, regressar a Wisteria Lane é sempre agradável – pelos motivos mais sórdidos possíveis.

Britney Spears, Beyoncé, Madonna e as CANTORAS em filmes que completam 21 anos em 2023

Ver artistas da música participando e até mesmo protagonizando produções cinematográficas há muito tempo já não é mais novidade. De fato, alguns deles chegaram bem longe nessa empreitada, conquistando o prestígio de uma indicação máxima aos prêmios do cinema, o Oscar. É o caso de Lady Gaga, por exemplo, em Nasce uma Estrela, que conquistou o que muitas atrizes e atores que estão na estrada há décadas ainda não conseguiram. Podemos argumentar que os músicos são performáticos por natureza, e desde a invenção dos videoclipes, aprenderam a atuar nestes pequenos curtas musicados.

Todo ano, pelo menos meia dúzia de cantores e músicos de variados níveis de fama e sucesso aderem a este outro lado da carreira, passando a trabalhar como atores seja em séries de TV ou no cinema. Um dos períodos mais frutíferos para esses artistas, inclusive marcando a estreia de alguns deles, muito populares no período, foi há exatos 21 anos atrás. Aqui, iremos revisitar nesta nova matéria, os filmes estrelados por ícones da música pop mundial, que protagonizaram seus próprios filmes. Confira a relação abaixo.

Beyoncé

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Beyoncé Knowles é outra musa da música pop que começou a se tornar conhecida no fim dos anos 90, graças ao seu trio de hip hop chamado Destiny’s Child. Ao contrário de Britney Spears, que teve uma vida problemática em vários aspectos, Beyoncé soube administrar sua carreira e escalar até o topo, permanecendo até hoje como uma das mais importantes cantoras mundiais. No cinema também teve mais êxito estrelando alguns filmes. Embora tenha começado oficialmente em produções de pouca repercussão, vide Beverly Hood (1999) e Carmen – Uma Ópera Pop (2001), muitos lembram de Austin Powers em o Homem do Membro de Ouro, que completa 21 anos em 2023, como seu primeiro trabalho relevante no cinema. No filme, Beyoncé vive a nova parceria do “clone cômico” de James Bond, Foxxy Cleopatra. O que queríamos mesmo é um derivado só com ela. Ah, sim. Britney Spears também faz uma participação especial no terceiro Austin Powers.

Courtney Love

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Os mais novos talvez não lembrem, mas a viúva de Kurt Cobain teve sua própria banda de rock, chamada Hole. E até fez certo sucesso de meados para o fim dos anos 90. Nesta mesma época, Courtney Love estrelaria em filmes como O Povo Contra Larry Flynt (1996) e O Mundo de Andy (1999), recebendo inclusive muitos elogios da imprensa e clamor por indicações ao Oscar. Mas há 21 anos, Courtney Love estrelava numa produção não tão querida assim. O thriller Encurralada (Trapped) foi mais um projeto pessoal para o então casal Charlize Theron e Stuart Townsend que morreu na praia. A dupla vive um casal na história, que tem sua pequena filha (Dakota Fanning) sequestrada por criminosos, encabeçados por Kevin Bacon (sempre ele) e Courtney Love.

Jon Bon Jovi

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Bon Jovi dispensa apresentações. O astro do rock pop já era muito famoso e querido nos anos 80, fazendo uma geração inteira dançar, se apaixonar e curtir ao som de suas baladas e canções mais agitadas. O cantor sempre foi um showman e na década de 90 estendeu sua área de atuação para frente das câmeras em filmes como O Jogo da Verdade (1995), O Sedutor (1996) e Paixões Alucinantes (1997), por exemplo. A maioria das produções estreladas pelo cantor não foram sucesso e terminaram desconhecidas. Porém, há 21 anos, ele tentava a aposta mais ambiciosa. Ou quase. Acontece que Vampiros – Os Mortos é uma espécie de continuação de Vampiros (1998) e tem produção do mesmo John Carpenter. Quem assume a direção é Tommy Lee Wallace, parceiro profissional de Carpenter de longa data, diretor de Halloween III (1982). Por outro lado, o filme teve um lançamento direto em vídeo e quase ninguém viu.

Britney Spears

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Ídolo teen aos 18 aninhos, a cantora Britney Spears foi artista mirim participando ainda na infância de programas para crianças na Disney. Já como uma jovem mulher tomou o mundo da música pop de assalto com seu primeiro disco em 1999. No ano seguinte continuava sua trajetória de dominação mundial com o segundo álbum. Nesta mesma época decidiu estender seus domínios e estrelar seu primeiro longa-metragem no cinema, aproveitando a popularidade fenomenal entre os jovens. Porém, seu primeiro e único filme, Crossroads – Amigas para Sempre, que completa 21 anos em 2023, coprodução entre a Paramount Pictures e a MTV Films, não atingiu o esperado de crítica ou bilheteria. Com roteiro de Shonda Rhimes e nomes como Zoe Saldana, Dan Aykroyd e Kim Cattrall no elenco, a história é quase uma versão atualizada de Thelma & Louise (1991), mostrando não duas, mas três amigas em viagem pelas estradas dos EUA.

 

Madonna

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Falando de musas da música pop, a rainha de todas elas definitivamente é Madonna. Cria dos anos 80, Madonna ajudou a definir a geração MTV com suas roupas, penteados e estilo. Não demorou para que a Material Girl estrelasse seus próprios filmes icônicos na mesma década, vide Procura-se Susan Desesperadamente (1985) e Quem é Essa Garota! (1987). Madonna também seguiu fazendo filmes, mas há exatos 21 anos, infelizmente, encerraria sua carreira como atriz (até o momento) devido ao fiasco de Destino Insólito, considerado um dos piores filmes de todos os tempos, e mostra uma dondoca insuportável perdida numa ilha com um funcionário que destratava. No mesmo ano, ela também entregou a canção tema de 007 – Um Novo Dia para Morrer, ‘Die Another Day’, e fez uma pontinha no filme como a professora de esgrima de James Bond.

Eminem

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Quando falamos de artistas da música bem-sucedidos no cinema, voltando 21 anos atrás nenhum deles fez mais sucesso de crítica e público do que o polêmico rapper branco Eminem. O rap e o hip hop são tradicionalmente ritmos musicais muito ligados à cultura negra. Mas alguns cantores brancos se arriscaram no gênero contra todas as adversidades. Alguns viraram motivo de piada, como Vanilla Ice nos anos 90. Mas quando falamos em Eminem, o artista encontrou um nicho apostando no humor ácido e incorreto de suas músicas, apadrinhado pelo lendário Dr. Dre – um dos integrantes do importante grupo musical NWA. Talvez hoje a carreira de Eminem fosse vista como apropriação cultural por muitos grupos, e talvez por isso ele tenha sumido do mapa. Mas há 21 anos, Eminem atingia o sucesso máximo nas telonas com o biográfico 8 Mile – Rua das Ilusões, que conta um pouco de sua história, e levou o Oscar de melhor canção para ‘Lose Yourself’, que tocou até não poder mais.

Jennifer Lopez

J Lo

Por ser bem-sucedida e estabelecida em ambas as carreiras como cantora popstar e estrela de cinema, muitos talvez achem que a latina Jennifer Lopez começou na música. Mas foi ao contrário. J-Lo começou como atriz em 1991 no programa humorístico In Living Color, uma espécie de Saturday Night  Live voltado ao público negro. Em meados da mesma década estrelava filmes como Minha Família (1995) e o thriller de ação Assalto Sobre Trilhos (1995). Foi só em 1999, que J-Lo lançaria sua carreira musical de sucesso, como a nova estrela pop do pedaço. Assim, aproveitando esse hype, há 21 anos a estrela estreava dois longas badalados. E podemos dizer que em ambos seguiu os passos de Julia Roberts. Ambos foram produzidos pela Columbia/Sony: Encontro de Amor é um Uma Linda Mulher (1990), com Lopez como uma camareira de hotel se apaixonando por um político; e Nunca Mais é o seu Dormindo com o Inimigo (1991), onde ao invés de fugir, a mulher aprende a lutar para dar o troco no marido abusivo.

Aaliyah

Aaliyah cinepop

Princesinha do Hip Hop, a talentosa Aaliyah nos deixou cedo demais, aos 22 aninhos, após um acidente aéreo em 2001. A cantora fez canções para a trilha sonora da animação Anastasia (1997) e Dr. Dolittle (1998) e escalava também para se tornar um talento nas telonas. Em 2000, estrelou ao lado do ator marcial Jet Li no sucesso da Warner, Romeu tem que Morrer, uma reimaginação do clássico de Shakespeare Romeu e Julieta – na forma de um filme de ação. Seu trabalho seguinte, no entanto, seria o último. Em A Rainha dos Condenados, espécie de continuação para o novo clássico dos anos 90, Entrevista com o Vampiro, Aaliyah interpretou a rainha dos vampiros Akasha. Ela veio a falecer na fase de pós-produção do filme e precisou ser dublada em alguns diálogos por seu irmão. Fora isso, já estava escalada para o papel de Zee nas sequências de Matrix, papel que terminou com Nona Gaye.

Busta Rhymes

Busta cinepop

Famoso desde a década de 90, o rapper Busta Rhymes também iniciou sua participação no cinema na mesma época, coadjuvando em filmes como Duro Aprendizado (1995), de John Singleton, por exemplo. Mas o papel pelo qual ficaria mais conhecido faz parte de um filme que está completando 21 anos em 2023. Em Halloween Ressurreição, Rhymes vive o produtor televisivo Freddie, que tem a “brilhante” ideia de um reality show passado dentro da casa do maníaco Michael Myers. Deu ruim e o filme também. E quem poderia esquecer a infame cena em que Rhymes luta kung fu contra o assassino. Patético.

Black Mirror | Os 10 MELHORES episódios da visceral antologia da Netflix…

Black Mirror

Cuidado: spoilers à frente.

Black Mirror se tornou uma das maiores sensações televisivas do século – e não foi por qualquer motivo. A série, criada por Charlie Brooker, oferece uma perspectiva catastrófica dos avanços da tecnologia e da submissão do ser humano a uma entidade que, cada vez mais, controla nossas vidas.

Não é surpresa que, após a estreia da produção em 2011, ela tenha se transformado em uma sensação inimaginável, migrando para o mainstream e sendo adquirida pela Netflix para a construção de episódios futuros. E, apesar da qualidade da série ter decaído consideravelmente nesta última década, é sempre bom nos recordarmos dos tempos de glória do show – e de como ficamos paranoicos com algumas mensagens promovidas pelas histórias.

Pensando nisso, montamos um ranking dos dez melhores episódios de ‘Black Mirror.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

10. “METALHEAD”

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“Metalhead” é um subestimado episódios que, de fato, merecia mais reconhecimento do que tem. Desde sua incrível construção estética – mergulhada no neo-noir sci-fi e na escolha monocromática da montagem – até a potente narrativa, a iteração presta homenagem a franquias como ‘O Exterminador do Futuro’ ao construir um futuro pós-apocalíptico em que as máquinas (ou, no caso, cachorros robóticos) se voltam contra os humanos e têm como única missão exterminá-los. Ainda que não totalmente original, o resultado é bastante positivo e termina com um cliffhanger dilacerante.

9. “USS CALLISTER”

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Trazendo inúmeras referências a ‘Star Trek’, “USS Callister” veio sem muito barulho, causando uma impressão bastante positiva ao estrear na Netflix em dezembro de 2017. Contando com nomes como Jesse Plemons e Cristin Milioti no elenco, o episódio utiliza com maestria suspense, comédia e drama, promovendo uma exaltação saudosista de incursões sci-fi à medida que discorre sobre um frustrado homem que cria uma simulação realista ambientada numa espaçonave – onde seus colegas de trabalho são membros de uma tripulação e devem obedecer a seus comandos. O capítulo, inclusive, trouxe reflexões interessantes sobre abuso de poder e levou para casa quatro estatuetas do Emmy, incluindo Melhor Filme Televisivo.

8. “HANG THE DJ”

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No futuro, o relacionamento entre as pessoas é metrificado através de um aplicativo de última geração – que indica a porcentagem de compatibilidade e até mesmo a duração de namoros com determinado parceiro. Mas isso não é o suficiente para Amy (Georgina Campbell) e Frank (Joe Cole) que, lutando contra o status quo que lhes é imposto, fazem de tudo para deixar as coisas rolarem, por mais que enfrentem obstáculos no meio do caminho. Inspirado pela era do streaming, o episódio foi indicado a três categorias do BAFTA e trouxe uma esperançosa reviravolta que suavizou o pesado ritmo de Black Mirror.

7. “THE ENTIRE HISTORY OF YOU”

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“The Entire History of You” é ambientado em um futuro onde uma nanotecnologia de ponta registra os sentidos audiovisuais das pessoas, permitindo que uma pessoa revise suas memórias. O advogado Liam (Toby Kebbell) participa de um jantar com sua esposa Ffion (Jodie Whittaker), ficando desconfiado ao vê-la interagir zelosamente com um amigo dela, Jonas (Tom Cullen). Isso o leva a examinar suas memórias e as afirmações de Ffion sobre a natureza de seu relacionamento com Jonas. Com twists de arregalar os olhos e uma análise pungente sobre confiança e abandono, o episódio definitivamente não poderia ter sido deixado de fora da nossa lista.

6. “HATED IN THE NATION”

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Black Mirror S1 EP5-6

É notável como a 3ª temporada de Black Mirror é uma das grandes conquistas do circuito televisivo contemporâneo – contando com episódios simplesmente apaixonantes, derradeiros e angustiantes. “Hated in the Nation” é um desses exemplos: o thriller neo-noir acompanha duas detetives investigando mortes misteriosas que estão atreladas ao crescente uso de abelhas-robôs utilizadas para polinização. As vítimas são escolhidas em uma sórdida enquete online em que pessoas de caráter duvidoso e condenável são escolhidas como as “mais odiadas da nação”, tendo seu destino selado de uma vez por todas.

5. “SAN JUNIPERO”

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Black Mirror pode não ter muitas histórias felizes, mas “San Junipero” foge dessa premissa engessada e se consagra como uma cândida trama romântica sci-fi que superou todas as nossas expectativas. Vencedor de duas estatuetas do Emmy Awards, o episódio apresenta uma “cidade-resort” chamada San Junipero, onde Yorkie (Mackenzie Davis) e Kelly (Gugu Mbatha-Raw) se conhecem e começam a se apaixona. A cidade é uma realidade simulada em que pessoas mais velhas podem viver para sempre, mesmo após a morte – e todas as questões existencialistas promulgadas pelo capítulo foram alvo de grande comoção pelos críticos e pelo público.

4. “NOSEDIVE”

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“Nosedive” abriu com sucesso a 3ª temporada – e conquistou os fãs pela proximidade com a realidade. A trama, comandada por ninguém menos que Joe Wright (‘Orgulho e Preconceito’), é situada em um futuro próximo em que as pessoas possuem implantes córneos e utilizam um aplicativo de celular para avaliarem os outros a seu redor com um valor entre uma e cinco estrelas. Dentro desse complexo cosmos, Lacie (Bryce Dallas Howard) tenta ao máximo conseguir a pontuação necessária para comprar a casa dos sonhos e, além disso, se prepara para o casamento de uma velha amiga de infância. É a partir daí que tudo degringola – e Lacie se vê pega em uma burocracia que pode destruir a sua vida.

3. “WHITE BEAR”

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Uma mulher acorda em uma casa e não tem ideia de como foi parar lá – ou até mesmo de quem é. Ao sair, ela percebe que várias pessoas a estão observando, gravando seus movimentos com aparelhos de celular, como se estivessem em transe. Os problemas aumentam quando ela começa a ser caçada por homicidas sedentos por sangue – aliando-se a uma jovem para tentar fazer com que tudo volte à normalidade. O que ela não imaginava é que tudo não passava de uma encenação, uma simulação criada para que ela revivesse o mesmo dia várias vezes como forma de punição pelos crimes que cometeu no passado.

2. “THE NATIONAL ANTHEM”

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O capítulo que deu início a tudo. “The National Anthem” é uma das incursões televisivas mais bizarras da memória recente e, por essa razão – e por sua reviravolta aplaudível -, configura-se como um dos grandes episódios da antologia. Na trama, um membro da família real britânica é sequestrado e, para soltá-la, o criminoso exige que o primeiro-ministro performe atos sexuais com um suíno para todo o país através de uma transmissão ao vivo – levando-o a colocar em xeque os próprios valores e o que significa ser um grande líder. Aclamado pelos especialistas, o episódio deu o tom da série como um todo e deixou bem claro que finais felizes não seriam uma opção.

1. “WHITE CHRISTMAS”

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Em dezembro de 2014, Brooker e seu time criativo aproveitaram a popularização dos “especiais de fim de ano” para lançar o episódio (ou longa-metragem, como preferir) “White Christmas”. Considerado como uma das melhores iterações da antologia, a trama gira em torno de dois homens (interpretados por Jon Hamm e Rafe Spall) que escondem segredos obscuros e que compartilham de suas respectivas histórias em uma tarde de Natal, isolados em uma cabana no meio do ártico. Entretanto, como já podemos imaginar, nada é o que parece ser – e as consequências de suas confissões são desastrosas.

‘Missão Impossível 7’: Diretor revela que Edgar Wright deu conselho que MUDOU o filme inteiro

O diretor de ‘Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte Um‘, Christopher McQuarrie, revelou que um colega de profissão colaborou para a produção do longa.

Em uma entrevista à revista Total Film, McQuarrie compartilhou como seu amigo e renomado diretor, Edgar Wright (‘Em Ritmo de Fuga’), teve um papel fundamental na evolução do longa.

Wright assistiu a uma exibição do filme e fez perguntas sobre um elemento específico de áudio que chamou sua atenção.

“Edgar veio assistir a uma das últimas exibições [do filme] e fez uma pergunta simples sobre um som específico – uma espécie de sinal sonoro – e eu pensei que já havia abordado esse detalhe”, disse McQuarrie. “Para mim, era algo tão óbvio. Mas não era óbvio para o Edgar.”

“E quando eu perguntei ao público, eles também não haviam percebido. Ninguém pensou em mencionar isso até que o Edgar o fez. E isso mudou o filme inteiro”, acrescentou o diretor. “Essa mudança foi para melhor. É preciso ter honestidade, clareza e consciência. Ninguém, nem mesmo o Tom [Cruise], pode realmente ficar olhando para o filme 24 horas por dia e ter uma visão objetiva. Tom e eu apenas olhamos um para o outro e nos perguntamos: ‘devemos mudar isso? Ou é isso que preferimos?'”

O aguardado longa ‘Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte 1‘ teve sua première realizada hoje (19), e as primeiras impressões de quem esteve presente na exibição já estão saindo.

O destaque fica por conta da ação desenfreada protagonizada por Tom Cruise e pelo ambicioso antagonista. Além disso, afirmam que Hayley Atwell rouba a cena e que o filme prepara território para uma “parte 2” épica.

Confira algumas reações:

“‘Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte Um’ é outro acerto para a franquia. Mais uma vez, o valor da produção é DE OUTRO NÍVEL, com alguns dos cenários mais bem definidos e emocionantes, fotografados de maneiras que realmente fazem você se sentir como se estivesse no meio da ação. A ênfase em capturar coisas na câmera faz uma ENORME diferença, e você pode sentir isso.

Também realmente aprofundou a missão desta vez e como a tecnologia que eles procuram influencia os arcos individuais dos personagens.”

“‘Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte Um’ funciona como o ambicioso exame/meditação de Christopher McQuarrie sobre IA e o caminho perigoso em que podemos estar. Com a natureza inerente de ser “parte um”, o longa não é tão satisfatório quanto ‘Efeito Fallout’.”

“Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte Um’ é fenomenal! Hayley Atwell ROUBOU todas as cenas em que ela está. Este agora é meu filme favorito da franquia. Com a IA sendo a vilã, isso funciona como uma história de reflexão. A ação elevou minha frequência cardíaca. A cena do trem é alucinante!”

“‘Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte Um’ é fantástico! Excelentes novos personagens. Enorme variedade de ação e uma peça final que classifica os 2-3 melhores de todos os tempos para a franquia. Às vezes fica um pouco denso, mas seu ritmo e intensidade cobrem isso.”

“Após a insanidade dos últimos filmes, ‘Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte Um’ tem muito a fazer, mas uma coisa eu direi agora em formato de reação rápida: ele faz o melhor trabalho até agora da recente “parte 1 de 2!!” apresenta-se como seu próprio filme enquanto se prepara para a próxima metade.”

“Eu me diverti muito assistindo ‘Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte Um’. Um filme de ação impecavelmente feito que não para de entreter. Cada sequência de ação é longa, louca e intensa. A história é grande e extensa, mas eu gosto de como ela parece completa e deixa você morrendo de vontade de saber o que vem a seguir.”

“‘Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte Um’ é incrível. O filme de 2h30 mais rápido que já vi em muito tempo. Um dos melhores filmes que vi este ano e Tom Cruise acertou de novo. Exige ser visto na tela grande.”


Confira o trailer:

Lembrando que o filme estreia em 13 de julho.

O elenco do novo filme também conta com o retorno de Rebecca FergusonSimon Pegg, Ving Rhames, Vanessa Kirby e Angela Bassett.

Pom Klementieff e Hayley Atwell fazem parte das novas adições, ao lado de Rob Delaney (‘Deadpool 2’), Charles Parnell (‘Top Gun: Maverick’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Mark Gatiss (‘Sherlock’), Nick Offerman (‘Parks and Recreation’), Janet McTeer (‘Ozark’) e Cary Elwes (‘Stranger Things’).

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‘Velozes e Furiosos 10’: Gal Gadot comenta sobre o INESPERADO retorno de Gisele

Além do retorno de Luke Hobbs (Dwayne Johnson) na cena pós-créditos de ‘Velozes e Furiosos 10‘, o longa também conta com a participação de Gisele, vivida por Gal Gadot.

Introduzida em ‘Velozes e Furiosos 4′, a personagem supostamente havia morrido no 6º filme após cair de um avião que tentava decolar enquanto salvava Han (Sung Kang) de um capanga de Owen Shaw (Luke Evans).

No final do mais novo filme, Letty (Michelle Rodriguez) e Cipher (Charlize Theron) vão para a Antártida e um submarino chega, então vemos Gisele saindo do veículo e acenando para elas.

O retorno de Gisele não é explicado, mas provavelmente será no próximo filme…

Durante uma entrevista para a Total Film, Gadot foi questionada sobre o futuro da personagem, ao que ela respondeu:

“Uau. Eu gostaria de poder dizer alguma coisa. Se eu disser algo revelador, alguém vai pular no meu quarto e me amordaçar.”

Gadot acrescentou que:

“O ‘Velozes e Furiosos’ de 2009 foi o primeiro longa que fiz como atriz e não poderia ser mais grata a essa família. Foram eles que me deram minha primeira oportunidade, minha primeira chance em Hollywood. E sou eternamente grata por isso. E eles são uma verdadeira comunidade. Eles são como uma família. Ainda mantemos contato. Eles têm um lugar especial no meu coração e é muito emocionante. Eu acho que a franquia conseguiu criar uma enorme base de fãs, que incríveis e leais como ninguém mais. Eu não vi isso em nenhum outro lugar, sabe? E meu amor por eles e pelos fãs é algo único. É realmente muito emocionante fazer parte disso.”

E aí, você está curioso sobre o futuro de Gisele nos próximos filmes?

Lembrando que ‘Velozes e Furiosos 10‘ já arrecadou US$ 679,2 milhões pelo mundo!

Crítica | ‘Velozes e Furiosos 10’ é tão ABSURDO, surreal e nonsense que diverte e faz rir (Nota: 8.0)

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Warner Bros Discovery pretende vender programas da HBO Max para a Netflix…

O Deadline divulgou que a Warner Bros. Discovery pretende vender alguns dos títulos do catálogo da HBO para a rival Netflix.

Caso seja finalizado, o acordo vai marcar a primeira vez em quase uma década que os programas da HBO serão exibidos em um serviço de streaming rival nos EUA.

O primeiro título que fará parte do acordo é a comédia Insecure‘, que durou cinco temporadas na HBO e terminou em dezembro de 2021.

Até o momento, diversos outros títulos ainda não mencionados estão sendo discutidos como parte da proposta.

Ao que parece, os veteranos da HBO encararam a ideia como um tiro pela culatra, mas a equipe corporativa optou por seguir adiante por considerar o acordo como uma boa estratégia financeira.

Ainda assim, especialistas enfatizam que o acordo não está fechado e pode não ser levado adiante, mas, independentemente disso, marca uma grande mudança de estratégia no cenário de assinaturas de streaming.

Entende-se que os programas devem ser distribuídos de forma não exclusiva, o que ainda permitiria que eles fossem transmitidos na Max (atual serviço de streaming da Warner) ao mesmo tempo em que seriam transmitidos pela Netflix.

O CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, sinalizou no início de seu mandato que está aberto para renunciar à exclusividade e licenciar o conteúdo para aumentar os resultados financeiros do estúdio.

Vale lembrar que, no início deste ano, a Warner Bros. Discovery vendeu os direitos de exibição de títulos como ‘Westworld‘ para plataformas de streaming gratuitas, como Roku e Tubi.

A própria ‘Insecure‘ está sendo exibida em uma emissora a cabo da Warner Bros. Discovery nos EUA, a OWN.

Em 2014, a HBO já tinha fechado um acordo com a Amazon Prime Video para licenciar séries como ‘Família Soprano’, Deadwood, ‘Six Feet Under’ e ‘The Wire.

No entanto, esse acordo foi fechado antes da Amazon produzir suas próprias séries originais e se tornar uma rival no ramo do streaming.

No geral, a estratégia de Zaslav é monetizar o conteúdo que já estava sendo destinado a sair do catálogo, já que a Max pretende criar novos conteúdos exclusivos ao longo dos próximos meses.

Dessa forma, em vez de simplesmente descartar conteúdo, a Warner Bros Dscovery visa colocar os antigos títulos da Max na Netflix para lhes garantir uma exposição adicional, alcançando uma nova audiência global.