Site Página 2548

John Bradley, de ‘Game of Thrones’, fala sobre a possibilidade de voltar em derivado da série

O ator John Bradley, conhecido por interpretar o sábio dos livros Samwell Tarly em Game of Thrones, abordou recentemente a possibilidade de reprisar seu papel no derivado da série focado em Jon Snow (Kit Harington).

“David e Dan [Weiss] em ‘O Problema dos 3 Corpos’ me deram um tipo totalmente novo de personagem para interpretar. E isso descarta parte da persona de Samwell Tarly, e algumas das coisas que você associava a esse personagem. Acho que se eu voltasse agora, pareceria um retrocesso. Não tenho certeza se poderia entrar em contato com aquele personagem tão facilmente quanto antes”, disse Bradley segundo a Collider.

Embora o ator não tenha descartado completamente um retorno a Westeros, ele não demonstrou um forte interesse em reprisar o papel de Sam. Vale lembrar que o spin-off está previsto para se passar após os eventos do polêmico final de Game of Thrones, acompanhando Jon Snow e o próximo capítulo de sua vida.

No entanto, até o momento, o único spin-off de Game of Thrones em desenvolvimento é a 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ que estreará em junho.

Relembre os trailers:

 

  

 

Lembrando que a 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ será mais curta que a anterior, como oito episódios em vez de 10, o que deixou os fãs bem chateados.

No final da primeira temporada, Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy) deveria se tornar a governante legítima dos Sete Reinos, tendo sido nomeada por seu falecido pai, o Rei Viserys (Paddy Constantine). Infelizmente, as coisas dão errado quando a Rainha Alicent (Olivia Cooke) coroa seu filho, Aegon (Tom Glynn-Carney) como o novo rei. A temporada termina com um dos filhos de Alicent matando um dos filhos de Rhaenyra, essencialmente iniciando uma guerra que deverá florescer nos próximos episódios.

Confira o teaser da 2ª temporada:

 

 

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘Watchmen’: James Gunn revela se haverá nova adaptação dos quadrinhos de Alan Moore

James Gunn recentemente falou sobre o novo DCU, revelando sua posição sobre novas adaptações de Watchmen, a icônica série de quadrinhos de Alan Moore.

Segundo o ComicBook, durante uma entrevista recente, Gunn destacou a importância do DC Elseworlds, que se concentrará em histórias fora do universo principal do DCU.

De acordo com o diretor, a DC Comics tradicionalmente explorou versões alternativas de seus personagens principais com mais frequência do que a Marvel Comics, o que significa que os Estúdios DC têm muitos universos paralelos para se inspirar na criação de novos filmes e séries.

Na visão de Gunn, um excelente exemplo disso é Watchmen, uma das melhores histórias em quadrinhos já escritas.

Quando questionado sobre a possibilidade de uma nova adaptação para o cinema, Gunn teve dificuldades em encontrar a maneira mais educada de dizer “não”.

Ele acabou enfatizando: “Eu realmente respeito Alan Moore, diria isso”. Gunn rapidamente acrescentou que “realmente amou a série de TV”, mas deixou claro que não haverá uma nova adaptação para o cinema.

Vale lembrar que Alan Moore tem sido bastante enfático sobre seu desdém por todas as adaptações, sequências e spin-offs de sua obra-prima.

Figura mascarada na chuva, atmosfera sombria.

Lembrado que marcado para julho de 2025, ‘Superman também incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo, Isabela Merced como Mulher-Gavião, e Edi Gathegi como Sr. Incrível.

Com lançamento marcado para 11 de julho de 2025, Superman será o primeiro filme do novo DCU.

david corenswet as superman
david corenswet as superman

Rachel Zegler quebra o silêncio sobre o fracasso de ‘Branca de Neve’: “Não escolho a mentalidade de vítima”

Rachel Zegler, a atriz que protagoniza o live-action de Branca de Neve, quebrou o silêncio sobre o fracasso comercial do filme e o ódio massivo que recebeu nas redes sociais.

Segundo o ComingSoon, Zegler abordou o fato de ter sido responsabilizada pelo desempenho abaixo do esperado da produção e se tornou alvo de críticas, especialmente após se posicionar politicamente a favor da Palestina.

“É claro que existem coisas em jogo ao ser alguém que se posiciona, mas nada vale mais do que vidas inocentes”, disse a atriz. “Meu coração não tem cercas, e se isso for considerado minha ruína? Há coisas piores”.

Após o forte impacto do fracasso de Branca de Neve, Zegler revelou que chegou a deixar seu apartamento em Nova York e retornou para sua cidade natal, em Nova Jersey. Foi ao conversar com um psiquiatra que ela percebeu o quanto o ódio que recebeu foi extremo,  e decidiu que não se deixará abater.

“Meu psiquiatra viu tudo o que eu passei”, disse ela. “‘O que você está passando não é normal’, essa frase teve um efeito transformador em várias situações da minha vida”.

A atriz enfatizou sua postura de resiliência: “Acho que a mentalidade de vítima é uma escolham e eu não escolho isso. Também não escolho a maldade diante disso. Não escolho a negatividade. Escolho positividade, luz e felicidade. E eu realmente acredito que, às vezes, a felicidade é uma escolha, e todos os dias eu acordo me sentindo muito sortuda por viver a vida que tenho”.

Nos cinemas, o longa arrecadou apenas US$ 205,6 milhões ao redor do mundo, o que o coloca entre os remakes live-action de menor desempenho da história da Disney.

 

Crítica | ‘Branca de Neve’ recaptura a magia da animação original através da fabulosa atuação de Rachel Zegler

Do produtor e produtor executivo de Wicked, Marc Platt e Jared LeBoff, e do diretor Marc Webb (O Espetacular Homem-Aranha), ‘Branca de Neve traz uma nova roupagem da clássica animação que inaugurou a Disney Animation e eternizou o nome de Walt Disney.

branca de neve poster

Saiba qual será o papel de Scarlett Johansson no novo ‘O Exorcista’

O próximo filme da franquia ‘O Exorcista’, que chega às telas no próximo ano sob a direção do aclamado cineasta de horror Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’), teve novos detalhes revelados, incluindo o papel de Scarlett Johansson e o título provisório.

Conforme o World of Reel, o filme tem o título provisório de ‘The Exorcist: Martyrs’ (O Exorcista: Mártires).

A reportagem ainda destaca que no longa Scarlett Johansson vai interpretar uma detetive novata de uma pequena cidade, que assume um caso envolvendo uma “escuridão inconcebível”.

Mike Flanagan, que assumiu o comando após o desempenho decepcionante de ‘O Exorcista: O Devoto’ (2023), buscou deliberadamente se afastar dos capítulos anteriores da franquia, explorando um conceito totalmente novo.

Em entrevistas, incluindo um painel na NYCC (New York Comic Con) em 2024, Mike Flanagan falou sobre seu objetivo com o projeto:

“Eu persegui ‘O Exorcista’ de forma muito agressiva porque estava convencido de que tinha algo que poderia acrescentar. Esta é uma oportunidade de fazer algo que acredito que nunca foi feito dentro da franquia – algo que honra o que veio antes, mas não é construído sobre a nostalgia. Meu objetivo é fazer o filme mais assustador que já fiz,” disse Flanagan.

Ele também expressou grande entusiasmo pela atriz: “Scarlett é uma atriz brilhante cujas performances cativantes sempre parecem realistas e autênticas, desde filmes de gênero até grandes sucessos de bilheteria, e eu não poderia estar mais feliz em tê-la neste filme do Exorcista.”

“Eu vi a oportunidade de fazer o filme mais assustador que já fiz”, ele afirmou.

O diretor revelou que pretende criar o filme mais assustador de sua carreira, com foco em trazer algo novo para a franquia ao invés de se apoiar na nostalgia dos capítulos anteriores.

“Não estamos em uma missão fácil, mas sempre senti que não há sentido em entrar em uma franquia consolidada sem trazer algo novo. Eu quis dirigir um novo filme da saga ‘O Exorcista’ porque estava convencido de que poderia adicionar algo significativo.”

Ele completa, “Essa é a oportunidade de fazer algo que nunca foi feito anteriormente na franquia – algo que honre o legado dos filmes anteriores, mas que não se apoie em nostalgia. Eu apenas vi a oportunidade de fazer o meu filme mais assustador. Sei que as expectativas são altas. Ninguém está mais intimidado do que eu.”

O novo reboot será lançado no dia 13 de março de 2026. Curiosamente, a data caiu em uma arrepiante sexta-feira 13.

Fernanda Torres REAGE a elogio de Jennifer Lopez sobre ‘Ainda Estou Aqui’

A estrela nacional Fernanda Torres, aclamada por sua atuação como Eunice Paiva emAinda Estou Aqui, voltou a comentar sobre a enorme repercussão positiva do longa no cenário internacional. Desta vez, o destaque foi um depoimento da cantora e atriz Jennifer Lopez, que revelou ter chorado ao assistir ao filme brasileiro com sua família enquanto enfrentava o turbulento processo de divórcio de Ben Affleck.

De acordo com a Variety, ao ser questionada pelo jornalista Gregg Goldstein sobre qual filme recente havia mudado sua visão de mundo, J.Lo escolheu justamente a obra dirigida por Walter Salles.

“Eu estava passando por um divórcio e pensando muito nos meus filhos. Assistir ao filme com minha família durante o Natal curou uma parte de mim que precisava ser curada”, explicou Lopez.

A revista mostrou o vídeo com essa declaração diretamente para Fernanda Torres. Ao assistir ao depoimento da colega americana, a atriz brasileira ficou visivelmente comovida. Quando o vídeo terminou, ela respirou fundo e desabafou: “Uau. Isso é tão, tão emocionante”.

Em seguida, a atriz analisou como o longa consegue tocar pessoas de realidades tão diferentes ao redor do mundo: “Essa reação diz muito sobre o trabalho de Walter. Este é um filme político, mas acima de tudo é um filme sobre família. É uma história quase arcaica sobre uma mãe que precisa criar cinco filhos sozinha. É uma tragédia grega que vai além de qualquer posicionamento político ou ideológico. Qualquer pessoa, independentemente de sua origem, consegue compreender essa ideia fundamental de família. Essa sensibilidade é característica do trabalho de Walter. É uma questão humana”.

Torres também relembrou o impacto de sua própria experiência ao assistir ao corte final da produção pela primeira vez:

“É difícil explicar essa relação com a memória. O filme mostra de forma tão bonita imagens que inicialmente parecem realidade e depois se transformam em fragmentos registrados em Super 8. O cinema tem essa capacidade de preservar e proteger a memória. É lindo que uma mulher como Eunice represente isso para tantas pessoas. Foi uma grande honra interpretá-la e ver esse impacto contínuo. Isso me emociona muito”, acrescentou.

Fernanda Torres anuncia seu próximo filme após ‘Ainda Estou Aqui’, intitulado ‘Os Corretores’

Refletindo sobre o futuro após o fenômeno deAinda Estou Aqui‘, Fernanda Torres admitiu que precisou de um ano inteiro para se recuperar da intensa maratona de festivais internacionais e campanhas de divulgação. Agora, ela já se prepara para novos desafios criativos.

“‘Os Corretores’ era um projeto que estava guardado na minha gaveta criativa há algum tempo e decidi finalmente realizá-lo. Já o filme da Bárbara me deixa extremamente feliz, porque considero o documentário dela sobre Héctor Babenco, ‘Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou’, algo profundamente impressionante”, revelou a atriz, referindo-se à cineasta Bárbara Paz.

O novo projeto internacional promete colocá-la ao lado de grandes nomes do cinema mundial:

“A Bárbara me convidou para contar uma história muito interessante ao lado de Willem Dafoe, um artista que admiro muito, e que, por coincidência, mora na Itália. Então tudo parece estar fechando um ciclo neste momento. Estou muito feliz. Confesso que levei um tempo para sair do fenômeno que foi ‘Ainda Estou Aqui’, mas sinto que finalmente consegui”, concluiu.

‘Cuddle’: Fernanda Torres contracenará com Willem Dafoe em novo longa

Ainda Estou Aqui’ está disponível no GloboPlay.

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, também estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

aindaestouaqui 1

Os 10 melhores filmes da Marvel Studios

Antes de trazer esse mágico universo de super-heróis para as telas, que acabaria se tornando o principal filão da indústria cinematográfica contemporânea e consecutivamente a maior franquia da história da sétima arte, pelo menos no que se refere à popularidade e lucro financeiro, os personagens da Marvel haviam passado por algumas outras produtoras. É o caso do Homem de Ferro, que em 1990 a Universal Studios adquiriu da Casa das Ideias os direitos e planejava fazer um filme de baixo orçamento com Stuart Gordon na direção, o que não aconteceu.

Quando em 1996 a Fox tomou posse do Ferroso, muito se ventilou a respeito: de citação a nomes como Nicolas Cage e Tom Cruise para o papel principal, até Quentin Tarantino sendo cotado para dirigir a adaptação. Também nada foi acordado e o personagem acabou vendido em 1999 para New Line Cinema, que naquele período recebeu inúmeros roteiros e chegou a marcar o início da produção para 2004. Mas como novamente o projeto foi adiado, os direitos legais voltaram para a Marvel.

E foi mesmo em 2005, quando Kevin Feige escolheu de Jon Favreau para comandar a nova empreitada, que a dita Marvel Studios anunciou o lançamento de seu primeiro filme independente em parceria com a Buena Vista International. De lá pra cá, muita coisa aconteceu e o universo que hoje domina também outras mídias foi se solidificando com estratégia e responsabilidade – coisa que a rival DC/Warner parece não ter.

Agora, com vários longas lançados, o CinePOP resolveu fazer o seu Top 10 da Marvel Studios. As escolhas, apesar de analíticas, são de certo modo imparciais, pois o que realmente importa aqui é o debate geral. Queremos saber a opiniões de vocês, nossos leitores.

Sem mais delongas, segue abaixo a nossa lista:

10 – O Incrível Hulk (2008)

18927325_jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx

Na época de lançamento, este correto trabalho de Louis Leterrier (Fúria de Titãs), foi bem quisto pela crítica especializada e acolhido pelo público (arrecadou $ 263.427.551 de dólares, sendo a bilheteria mais baixa da Marvel) por trazer novos elementos e aprofundar a personalidade do gigante verde – que há cinco anos havia voltado para as telonas com o trabalho autoral de Ang Lee.

Aqui vemos conflitos humanos e o que há de melhor no personagem: o monstro que guardamos dentro de nós e que há todo momento quer se libertar, soando como uma bela metáfora. Por outro lado é visível que suas veias artísticas são mínimas e sua estética suja e escura acaba destoando dos demais títulos do estúdio. Sendo até ignorado por alguns, principalmente depois que Edward Norton abandonou o posto.

9 – Homem de Ferro 3 (2013)

20308268_jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx

Como filme solo, o Homem de Ferro 3 é de longe o que mais deu lucro ao estúdio. Trazendo pela quarta vez Tony Stark, o personagem mais famoso desse universo, recheado de cenas explosivas como a guerra das armaduras, além do aguardado conceito do Extremis e à dinâmica e maluquice de Shane Black, o filme faturou a incrível quantia de $ 1.215.439.994.

No entanto, possui um roteiro que trata de inúmeras subtramas, mas é pedestre em todas, principalmente com o fato da regeneração. O troço simplesmente não consegue prender o público mais atento. Falhando, miseravelmente, no desenvolvimento do personagem e trazendo um Robert Downey Jr. extremamente automatizado e caricatural, ainda reciclando piadas prontas que pouco funciona. O bom elenco não consegue suprir os problemas da fita e esta acaba sendo apenas entretenimento vazio, quando poderia explorar mais seus conceitos.

8 – Homem de Ferro 2 (2010)

19912317_jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx

Trazendo praticamente toda equipe do anterior, com exceção de Don Cheadle que foi contratado para substituir Terrence Howard no papel de James Rhodes, Homem de Ferro 2 deu certa refrescância para a franquia por ser mais descompromissado e Downey Jr. está ainda mais a vontade no papel de Stark. Isso sem falar nas canções do AC/DC que deram um ritmo especial e marcaram definitivamente o personagem.

Mas apostando num roteiro que traz três pontos importantes para desenvolvimento – um até com grau de dramaticidade mais forte, o caso do personagem Ivan Vanko vivido por Mickey Rourke –, o longa, no fim das contas, não conseguiu obter êxito total. O primeiro ato é realmente excelente, tem todo lado fantástico e cômico do Ferroso, personagens potencialmente interessantes e um clima de romance conflitado, só que por muito se atentar apenas às tomadas de ação, deixa a desejar no andamento da trama.

7 – Thor 2: O Mundo Sombrio (2013)

21010090_201306041140202_jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx

Continuando a chamada Fase 2, ousadia era uma palavra que quase não existia no dicionário da Marvel Studios, isso em relação à complexidade de roteiros. Em O Mundo Sombrio, temos uma introdução enorme em formato de flashback, sobre o que vai desencadear o conflito da trama. Logo depois, no início do segundo ato, Odin nos conta, novamente, como tudo aconteceu. Prova do didatismo.

Ainda assim, o longa comandado por Alan Taylor quase seria um épico, pelo menos em seu primeiro ato, não apostasse em subtramas mais humanas. O que acabou tornando a obra ainda mais atraente foi a química do casal Chris Hemsworth e Natalie Portman, a apresentação familiar e a boa dose de comédia tornou a narrativa orgânica e resgatou a esperança do subgênero.

6 – Capitão América: O Primeiro Vingador (2011)

19922656_jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx

Já tendo feito filmes como Rocketeer e participado da equipe de produção da saga original de Star Wars, Joe Johnston apareceu como um nome perfeito para comandar o líder e principal personagem d’Os Vingadores, Capitão América. O diretor contou com um fiel e belo design de produção, auxiliado por uma direção de arte fabulosa, além do refinado figurino.

Assumindo-se como uma obra puramente gracejada e sem maiores aspirações, ainda que contenha cenas de impacto, tomadas de fuga e batalhas atraentes, seus personagens tridimensionais são bem aprofundados e a ideia do símbolo americano é implantada de forma orgânica e nunca maniqueísta.

5 – Homem de Ferro (2008)

18792515_jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx

Possuindo um elenco afiado, efeitos especiais incríveis e um roteiro absolutamente amarrado e contido, o filme dirigido por Jon Favreau pegou a todos de surpresa e fez muita gente olhar diferente para a Marvel Studios. Já que, até aquele momento, somente X-Men (Fox) e Homem-Aranha (Sony) eram os trabalhos elogiados do selo.

Homem de Ferro abriu novas perspectivas e foi enaltecido por crítica e público. Mais que isso: foi responsável por todo universo cinematográfico da Casa das Ideias. Podendo, facilmente, ficar entre os primeiros da lista.

4 – Thor (2011)

19918528_jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx

Do mesmo modo que Joe Johnston apareceu como uma figura de confiança para dirigir um grande herói, o britânico Kenneth Branagh causou uma reação exatamente oposta. Isso por ser um diretor autoral, não acostumado com blockbusters e realizar obras mais dramáticas, como os excelentes Frankenstein de Mary Shelley e Hamlet.

Mas é justamente aí que reside o grande trunfo do cineasta. Não poderia ter casado melhor Branagh para o filme, já que criou um perfeito enredo shakespeariano entre os irmãos Thor e Loki. Além de possuir o grande romance da franquia e efeitos espetaculares, o mundo de Asgard é um dos elementos mais mágicos que o estúdio já fez.

3 – Os Vingadores: The Avengers (2012)

534662_jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx

A sorte de Joss Whedon foi ter ao seu dispor personagens extremamente carismáticos – que já haviam sido explanados nos filmes solos – e em cima deles desenvolver toda proposta do enredo. Além das figurinhas carimbadas, a atração dentre a equipe foi a do HULK, interpretado competentemente por Mark Ruffalo. Ou mesmo da Viuva Negra e o Gavião Arqueiro, que ganharam um tempo especial. Aliás, todos os heróis brilharam.

Portanto, criando um universo recheado de humor e aventura, Whedon presenteou os fãs do gênero com uma fiel e legitima transposição cinematográfica de uma história em quadrinhos. E, mesmo cumprindo bem o que se propôs ser, vejo que o roteiro poderia ter sido um pouco mais ambicioso pela total dimensão. Tendo em sua ideia central o simples fato de Loki se juntar a uma determinada raça alienígena – mal explorada, por sinal – para que pudesse destruir a Terra por vingança. Não que um roteiro simplório seja algo ruim, mas certamente um pouco de ousadia tornaria a obra ainda mais grandiosa em sua plenitude.

2 – Guardiões da Galáxia (2014)

120582_jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx

Diferente d’Os Vingadores, a tarefa de James Gunn com Guardiões da Galáxia era ainda mais difícil. Se Whedon teve a maioria de seus personagens apresentados e desenvolvidos nos títulos solos, Gunn, além de realizar esse feito em apenas um filme, trabalhou com figuras completamente desconhecidas no cenário mundial, colocando-as em ascensão e sendo, num todo, imensamente eficaz.

Detentor de um final emocionante, fortes doses de humor e aventura, além de possuir batalhas épicas empolgantes, do ponto vista visual e coreográfico, o filme já é um dos maiores acertos da Marvel. Se no início capengaram, os últimos longas da chamada Fase 2 foram completamente eficientes e preparam bem o terreno para o próximo grande evento que está por vir.

1 – Capitão América 2: O Soldado Invernal (2014)

imagem-filme-capitao-america-o-soldado-invernal-1

Escolher o primeiro lugar é sempre algo difícil e controverso, mas pensamos num título que tivesse ido além de todas as demais produções do estúdio e fosse um tanto mais sério e ambicioso. Logo, essa segunda aventura do Bandeiroso possui todas as características pedidas.

Pulsante em seus três atos, variando entre belíssimos planos abertos e impactantes cenas de combates corpo-a-corpo, em meio a uma trama densa, que tem como background alguns conflitos políticos, sociais e militares, Capitão América 2 – O Soldado Invernal é, sem duvidas, o que surgiu de melhor, em todos esses anos, no universo Marvel.

‘Matéria Escura’: Alice Braga e Jimmi Simpson entram para o elenco da série

Segundo o Deadline, Alice Braga (‘A Rainha do Sul’) e Jimmi Simpson (‘Westworld’) se juntaram ao elenco da série ‘Matéria Escura‘, adaptação da elogiada obra de Blake Crouch, atualmente em desenvolvimento na Apple TV+.

A brasileira interpretará Amanda, uma psiquiatra, enquanto Simpson será Ryan, um brilhante neurocientista e amigo do protagonista Jason.

Até o momento, sabemos que a plataforma encomendou nove episódios para a primeira temporada, e um detalhe interessante é que o próprio Crouch foi definido como roteirista e produtor principal.

Um dos romances de ficção científica mais cultuados da década, ‎‎’Matéria Escura‘ é uma história sobre o caminho não tomado.

Blake Crouch (Autor e roteirista) é conhecido pela trilogia ‘Wayward Pines‘, que já foi adaptada em uma série de TV produzida por M. Night Shyamalan (‘O Sexto Sentido’).

Confira a sinopse oficial:

“VOCÊ É FELIZ COM A VIDA QUE TEM?” Essas são as últimas palavras que Jason Dessen ouve antes de acordar num laboratório, preso a uma maca.  Raptado por um homem mascarado, Jason é levado para uma usina abandonada e deixado inconsciente. Quando acorda, um estranho sorri para ele, dizendo: “Bem-vindo de volta, amigo.”

Neste novo mundo, Jason leva outra vida. Sua esposa não é sua esposa, seu filho nunca nasceu e, em vez de professor numa universidade mediana, ele é um gênio da física quântica que conseguiu um feito inimaginável. Algo impossível. Será que é este seu mundo, e o outro é apenas um sonho? E, se esta não for a vida que ele sempre levou, como voltar para sua família e tudo que ele conhece por realidade?

Com ritmo veloz e muita ação, Matéria escura nos leva a um universo muito maior do que imaginamos, ao mesmo tempo em que comove ao colocar em primeiro plano o amor pela família. Marcante e intimista, seus múltiplos cenários compõem uma história que aborda questões profundamente humanas, como identidade, o peso das escolhas e até onde vamos para recuperar a vida com que sonhamos.

Matéria Escura entrou instantanteamente para a lista de mais vendidos do New York Times, além de ser traduzido para 35 línguas diferentes.

Thor 2: O Mundo Sombrio

(Thor 2: The Dark World)

 

Elenco:

Chris Hemsworth, Tom Hiddleston, Natalie Portman, Anthony Hopkins, Idris Elba, Kat Dennings, Ray Stevenson, Stellan Skarsgård.

Direção: Alan Taylor

Gênero: Aventura

Duração: 112 min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: US$ 120 milhões

Estreia: 1º de novembro de 2013

Sinopse:

Thor: O Mundo Sombrio da Marvel dá seguimento às aventuras no cinema de Thor, o Poderoso Vingador, enquanto ele luta para salvar a Terra e os Nove Reinos de um inimigo sombrio que destrói o universo. Na sequência de acontecimentos de Thor da Marvel e de Os Vingadores – The Avengers da Marvel, Thor luta para restaurar a ordem no cosmo… mas uma antiga raça liderada pelo vingativo Malekith retorna para levar o universo de volta às trevas. Enfrentando um inimigo que nem mesmo Odin e Asgard são capazes de derrotar, Thor precisa embarcar em sua jornada mais perigosa e pessoal, que o reunirá com Jane Foster e o forçará a sacrificar tudo para nos salvar.

Curiosidades:

» Mads Mikkelsen (007 – Cassino Royale), que viveria o vilão, se desligou do elenco de ‘Thor 2‘. O motivo é conflito de agenda: as filmagens acontecerão no mesmo período que as da série ‘Hannibal‘, que ele protagoniza.

» Don Payne, roteirista da bomba ‘O Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado‘, é o responsável pelo roteiro.

» Mark Protosevich (‘Eu Sou a Lenda’), responsável pelo roteiro do original, não retorna.

» Kenneth Branagh não retorna à direção. O motivo de sua saída não foi divulgado, mas foi uma decisão amigável.

» O ator Stellan Skarsgard, que interpretou o Dr. Erik Selvig em ‘Thor‘ e ‘Os Vingadores‘, retorna.

» O irlandês Brian Kirk (‘Game of Thrones’) foi o primeiro contratado para a direção, mas se desligou do projeto. Em seu lugar, entrou Patty Jenkins, de ‘Monster – Desejo Assassino‘, que abandonou o filme por diferenças criativas. Agora, a Marvel definiu quem ficará com o lugar deixado. É Alan Taylor, que tem no currículo direção de séries de TV, incluindo episódios de ‘Game of Thrones‘. Ele concorria ao cargo com Daniel Minahan, que tem episódios da mesma série no currículo.

Comic-Con:



Trailer:


Cartazes:

thor2_14

thormundosombrio_3

 

 

Thor O Mundo Sombrio 2

Thor O Mundo Sombrio 1

Thor O Mundo Sombrio 2

Thor O Mundo Sombrio 1

thormundosombrio_10

thormundosombrio_11

thormundosombrio_10

thormundosombrio_9

thormundosombrio_8

thor2_14

Thor O Mundo Sombrio 2

Thor O Mundo Sombrio 1

thormundosombrio_6

thormundosombrio_7

 

thormundosombrio_1

thor2_12

Fotos:

Rick como vilão da sexta temporada de ‘The Walking Dead’?

A sexta temporada de ‘The Walking Dead‘ ganhou um novo teaser-trailer, que traz um perigoso Rick.

A série ganhará um episódio especial em avião – Saiba mais!

Assista:

Segundo a atriz Lauren Cohan, a nova temporada terá um começo mais tenso e sufocante

Se já não bastasse o trailer mostrado na San Diego Comic Con, em uma entrevista dada ao EW, a atriz Lauren Cohan, a Maggie Greene da série, confirmou que a estreia da sexta temporada será tensa à um nível ainda não visto na série:

“Temos o mais sufocante início de todas as temporadas que eu já participei”, disse Cohan ao EW.

“Eu acho que o que tem sido mais interessante é que vocês verão nosso progresso como civilidade ou civilização e uma sociedade mais regimentada”, afirmou Lauren.

“É sobre sermos realmente contestados. Vamos ver uma tonelada de desafios, e vamos mostrar às pessoas, personagens confiáveis em ruínas, e eu acho que será muito assustador. Bem-vindos ao The Walking Dead“, terminou a atriz.

 

 

‘The Walking Dead’: Fotos apresentam novos personagens da série 

A sexta temporada estreia dia 11 de outubro, nos EUA e Brasil.

‘Esquadrão Suicida’ ganha vídeo paródia baseado na abertura de ‘Friends’

O Movie Trailer Trash criou uma divertida paródia de Esquadrão Suicida‘ recriando a abertura da série ‘Friends‘.

Assista:

 

Batman em imagens de ‘Esquadrão Suicida’ 

Em ‘Esquadrão Suicida‘, Amanda Waller dirige uma agência secreta do governo que se chamado ARGUS e cria uma força tarefa ‘suicida’ de super-vilões. O governo norte-americano recruta um grupo de criminosos, formado por Pistoleiro, Arlequina, Capitão Bumerangue, Coringa e Rick Flagg, para missões especiais.  Eles são obrigados a embarcar em uma missão perigosa e mortal em troca de penas mais curtas.

Ben Affleck deve aparecer mais que Henry Cavill em ‘Batman vs Superman’

Esquadrão Suicida‘ tem Cara Delevingne como Magia; Viola Davis como Amanda Waller; Gary Sinise (‘CSI: NY’) como o General Eiling, Raymond Olubowale como o Tubarão-Rei; Scott Eastwoodcomo Steve Trevor; e Alex Meraz (‘A Saga Crepúsculo’) em papel desconhecido. Jesse Eisenbergdeve retornar como Lex Luthor, reprisando o seu papel em ‘Batman V Superman’. Do lado dos antagonistas, integram o time: Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje), Pensador (Jackie Earle Haley), Exterminador (Jim Parrack) e Antiphon, líder da organização terrorista Onslaught (que pode ser vivido por Ed Harris).

Dirigido por David Ayer, o filme tem lançamento marcado para 5 de agosto de 2016.

 

Rainha Má estrela cartaz da 4° temporada de ‘Once Upon a Time’

A Entertainment Weekly liberou o primeiro cartaz da 4° temporada de ‘Once Upon a Time‘, com a Rainha Má (Lana Parrilla) mostrando um pouco de seu poder.

Note que a maça está com um lado escuro e outro como vermelho, indicado que vão vir grandes reviravoltas para a psicologia da personagem.

Confira:

onceuponatime

Vale lembrar que ao contrário da temporada anterior, divida em duas histórias, e cada trama com 11 episódios, a 4° temporada terá um arco geral, que envolverá os 22 episódios e outros menores, para aprofundar a relação entre os personagens.

A 4° temporada de ‘Once Upon a Time‘ retorna no domingo, 25 de setembro, nos Estados Unidos pela ABC.

Kéfera canta “Sou Fadona” em vídeo da comédia ‘É Fada!’

O filme ‘É Fada!‘ será uma estreia em dose dupla para a atriz e youtuber Kéfera Buchmann. Além de ser seu primeiro papel nas telonas, Kéfera revelará sua voz para o grande público.

O vídeo de “Sou Fadona” apresenta a canção composta por Umberto Tavares e Jefferson Jr., nomes por trás de grandes hits como “Bang” (Anitta) e “Hoje” (Ludmilla).

Assista:

“O Daniel (Filho) que inventou isso! (risos) Ele viu minhas paródias no canal e pediu que eu gravasse uma música para o filme. Eu falei ‘Meu Deus, Daniel, não me faça isso!’ (risos). Fiquei insegura no começo, mas rolou legal, eu gosto de cantar. Aos 11 anos, já fazia coral no colégio e cantava na igreja. Na época, minha mãe sugeriu que eu entrasse primeiro no teatro, porque a gente não tinha dinheiro para pagar os dois cursos ao mesmo tempo. Fiz aulas de canto em Curitiba e em São Paulo e agora vou passar por um intensivo. Cantar é meu sonho de infância!”, conta Kéfera.

A Imagem Filmes agendou o lançamento para o dia 6 de outubro de 2016.

O longa é baseado no livro ‘Uma Fada Veio Me Visitar‘, da escritora Thalita Rebouças, e é dirigido por Cris d’Amato (‘S.O.S. Mulheres Ao Mar’).

Geraldine (Kéfera Buchmann) é uma fada que perdeu suas asas por utilizar métodos pouco convencionais em suas missões. Sua última chance para recupera-las será a missão Julia (Klara Castanho). Julia foi criada somente pelo pai, com muito amor e poucos recursos. Depois de anos, a mãe retorna e passa a questionar a educação de Julia. Eis que surge Geraldine para ajudá-la a vencer os preconceitos e estabelecer novas amizades. Mas Geraldine continua atrapalhada e Julia logo descobrirá que nem todas as fadas são iguais.

Daniel Filho (‘Se Eu Fosse Você’) produz.

efada_1

efada_4

efada_3

Sexo e romance no novo trailer de ‘Cinquenta Tons Mais Escuros’

Cinquenta Tons Mais Escuros‘ teve seu segundo trailer divulgado, repleto de romance e cenas de sexo.

Assista:

Lembrando que a Motion Picture Association of America (MPAA), órgão responsável pela classificação indicativa de filmes e séries nos Estados Unidos, confirmou em seu site que ‘Cinquenta Tons Mais Escuros‘ recebeu a classificação “R“, ou seja, apenas maiores de 17 anos poderão assistir a produção.

No Brasil, a classificação indicativa similar é para maiores de 18 anos!

E a justificativa do órgão é a seguinte:

“Conteúdo sexual erótico forte, nudez e linguagem”.

Cinquenta Tons Mais Escuros‘ e ‘Cinquenta Tons de Liberdade‘ foram rodados simultaneamente.
Os produtores de ‘Cinquenta Tons de Cinza’ teriam oferecido US$ 1,5 milhão para Jamie Dornan (Christian Grey) protagonizar uma cena de nu frontal em ‘Cinquenta Tons Mais Escuros’. Ele já havia vetado esse tipo de cena no primeiro filme, mas agora pode ganhar seis vezes mais que o salário de US$ 250 mil para mostrar seu órgão genital – saiba mais!

James Foley comanda as duas sequências.

Ele tem no currículo alguns episódios da série ‘House of Cards‘, e dirigiu um filme com narrativa similar: ‘Medo‘ (Fear, 1996), em que Mark Wahlberg interpretava o violento namorado de Reese Witherspoon.

Astros de ‘Cinquenta Tons de Cinza’ querem aumento salarial 

Cinquenta Tons Mais Escuros’ e ‘Cinquenta Tons de Liberdade’ chegarão aos cinemas em 10 de fevereiro de 2017 e 9 de fevereiro de 2018.

 

Disney revela novo título de ‘Detona Ralph 2’

Detona Ralph 2’ agora é intitulado ‘Ralph Breaks the Internet: Wreck-It Ralph 2‘, em uma referência mais prática ao plot da sequência, onde Ralph entrará no mundo dos aplicativos de celular.

O primeiro filme arrecadou ótimos US$ 471 milhões em 2012. A continuação será lançada nos cinemas dia 9 de março de 2018.

Confira o teaser:

detonaralph2_1

A sequência se passará nos dias atuais, e mostrará Ralph e Vanellope invadindo o mundo da internet.

Rich Moore, diretor do original, vai comandar a sequência ao lado de Phil Johnston, que co-escreveu ‘Detona Ralph‘ e ‘Zootopia‘.

 

Detona Ralph‘ (Wreck-It Ralph) conta a história de um Bandido de um jogo de fliperama determinado a provar que pode ser um Mocinho. Ralph (voz no original de John C. Reilly) quer muito ser tão adorado quanto seu adversário de jogo, o Mocinho perfeito, Fix-It Felix (voz no original de Jack McBrayer). O problema é que ninguém gosta de Bandidos. Mas todo mundo adora heróis… então quando surge um moderno jogo de tiro que mostra a perspectiva do protagonista, apresentando o personagem durão do Sargento Calhoun (voz no original de Jane Lynch), Ralph encara o jogo como sua chance para o heroísmo e a felicidade. Ele invade o jogo com um plano simples – ganhar uma medalha, mas não demora a arruinar tudo, libertando sem querer um inimigo mortal que põe em risco todos os jogos do fliperama. Qual a única esperança de Ralph? Vanellope von Schweetz (voz no original de Sarah Silverman), uma jovem e encrenqueira “pane” de um jogo de corrida de carros com cobertura de bala que pode acabar sendo quem ensinará a Ralph o que significa ser um Mocinho. Mas será que ele vai perceber que é bom o bastante para se tornar um herói antes seja “Fim de Jogo” para todo o fliperama?

A versão em português traz as vozes do ator Tiago Abravanel, do ator e humorista Rafael Cortez e da apresentadora de TV e estilista MariMoon.

Não há cronograma definido para a sequência, que deve estrear somente em 2017.

Nova prévia do season finale de ‘Pretty Little Liars’ relembra momentos marcantes

O canal Freeform liberou um novo vídeo para o season finale de ‘Pretty Little Liars.

Confira:



Na série, cinco amigas inseparáveis têm suas vidas mudadas para sempre quando uma delas, a líder do grupo, desaparece misteriosamente. Um ano depois, Alison ainda está sumida e ninguém sabe se ela ainda está viva. Enquanto isso, as outras quatro adolescentes passam a receber mensagens ameaçadoras de alguém que sabe de um grande segredo que elas guardam.

 

 

EXCLUSIVO: Assista ao sangrento teaser do elogiado terror ‘O Animal Cordial’

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o teaser do terror nacional ‘O Animal Cordial‘.

Exibido no Fantasia Film Festival, o terror teve um acolhimento caloroso por parte do público e da imprensa especializada.

Confira o teaser, e algumas críticas:

Gabriela Amaral Almeida criou um filme intenso, que quase não deixa espaço para respirar, com reviravoltas que levam aos lugares mais sombrios do coração humano.”
ScreenAnarchy, Shelagh Rowan-Legg

“Animal Cordial captura a definição da palavra hipnotizante, e o faz com bravura.”
Cinepunx, Jaime Burchardt

“Animal Cordial é um olhar desconcertante sobre a inadequação masculina.”
Bloody Disgusting, Kalyn Corrigan

“Nada irá prepará-lo para as profundezas de insensatez deste filme.”
Quiet Earth, Marina Antunes

“Na superfície, Animal Cordial é um thriller intenso que nos apresenta a jornada de descoberta de personagens oprimidos e inconscientes de quem são e do que desejam. Debaixo desta primeira camada, há muitas outras que dão conta de temas como disputa por controle (especialmente no que tange aos relacionamentos homem-mulher), embate racial e confrontos de classes sociais.”
That Moment in, Kim Lo

“A diretora Gabriela Amaral Almeida nos coloca em um grupo de pessoas que estão escondendo segredos e possivelmente uma ou duas tendências psicopatas”.
Never Think Impossible

“Almeida fez uma estreia e tanto com seu longa-metragem. Eu mal posso esperar para ver o que ela vai fazer depois” 
Jaime Burchardt, Cinepunx
O Animal Cordial  é uma fábula violenta sobre desejo na sociedade brasileira.

Um restaurante de classe média em São Paulo é invadido, no fim do expediente, por dois ladrões armados. O dono do estabelecimento, o cozinheiro, uma garçonete e três clientes são rendidos. Entre a cruz e a espada, Inácio – o homem pacato, o chefe amistoso e cordial – precisa agir para defender seu restaurante e seus clientes dos assaltantes.

O elenco conta com Murilo Benício, Luciana Paes, Camila Morgado, Irandhir Santos e Humberto Carrão.

Trata-se do primeiro projeto de longa metragem de Gabriela Amaral Almeida, diretora, roteirista e dramaturga baiana radicada em São Paulo.

A estreia no Brasil acontece em 2018.

Crítica em Vídeo | Um Lugar Silencioso – Tensão e angústia do começo ao fim

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do suspense ‘Um Lugar Silencioso‘, dirigido e protagonizado por John Krasinski (’13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi’).

Assista a crítica:

Confira a crítica EM TEXTO:

Crítica | Um Lugar Silencioso – Suspense raiz vai te deixar aterrorizado… 

Com estreia marcada para o dia 5 de abril, o longa narra a história de uma família que precisa se manter em total silêncio para sobreviver a uma ameaça que pode atacá-los ao menor sinal de barulho. O filme traz Emily Blunt (‘A Garota do Trem’) no papel de Evelyn, uma mãe de família que, ao lado do marido, tenta proteger os dois filhos pequenos e o bebê que está por vir.

Com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, site americano que reúne críticas de cinema e televisão, o filme foi aclamado por especialistas.

Franquia ‘X-Men’ – Nosso Ranking do Pior ao Melhor

Com a estreia de ‘X-Men: Fênix Negra‘ e ‘Os Novos Mutantes‘ finalmente se “aproximando”, após diversos adiamentos, decidimos reviver uma das melhores franquias de super-heróis dos cinemas…

Tudo começou no já longínquo ano de 2000 quando um diretor ainda novato chamado ‘Bryan Singer’ foi escalado para trazer à telona um dos grupos de super-heróis mais famosos dos quadrinhos: os X-Men. Mesmo quem não leu os gibis deve ter se familiarizado com os personagens graças ao excelente desenho animado da década de 90 que fez muito sucesso na televisão brasileira e retratou a “Era Jim Lee” dos mutantes. Eu sou um grande fã dos X-Men e acompanhei justamente esta era fantástica deles nos quadrinhos e na TV.

‘Logan’: Em que lugar da linha do tempo de ‘X-Men’ o novo Wolverine se encaixa? 

Apesar dos personagens serem propriedade da Marvel, os direitos para seus filmes estão com a Fox. Nesses anos desde que debutaram no cinema, existiram altos e baixos. Ainda assim, diferente do que fez com outros heróis cujos direitos detém (como o Quarteto Fantástico, por exemplo), a Fox não decepcionou e no geral os filmes do X-Men mantiveram uma boa qualidade e alcançaram o sucesso de bilheteria que garantiu sua continuidade. Os últimos, inclusive, foram sucesso de crítica e público imensos.

Como estamos falando do “universo X-Men”, é bom deixar claro que farão parte da lista todos os filmes que foram estrelados por mutantes e não só os do grupo principal, ou seja, foram incluídos os filmes solo do ‘Wolverine’ e ‘Deadpool’. Contando com o último filme, isto nos dá um total de 12 longas para serem ranqueados. Sem mais delongas, vamos à lista! Por favor compartilhe a sua opinião e o seu ranking pessoal na seção de comentários!

Os Melhores e Piores Filmes dos ‘X-Men’:

12. X-Men Origens: Wolverine (2009)

Não há dúvidas de que um dos maiores responsáveis pelo sucesso dos filmes dos X-Men foi o Wolverine interpretado por Hugh Jackman. Sendo assim, e considerando também todo o legado do personagem nos quadrinhos, nada mais natural do que ele ganhar seu filme solo. Após a primeira trilogia do grupo de mutantes, foi a vez de Wolverine brilhar em carreira solo. A expectativa era enorme, principalmente pela questão da história de origem que traria as “garras de osso” e pela oportunidade de vermos um “Dentes-de-Sabre”, um dos maiores vilões dele nos quadrinhos, feito da forma correta. No entanto, o resultado final foi muito decepcionante, principalmente no terceiro ato que ficou marcado pela transformação de Deadpool em um misto de “Baraka” e “Ciclope” com a boca costurada. Nem mesmo as aparições de Gambit e de um Ciclope adolescente ajudaram a diminuir o estrago. Para completar a bagunça, o filme vazou meses antes de ter seus efeitos finalizados e uma versão com efeitos toscos e fios aparecendo foi assistida por muitos, o que acabou piorando a recepção.

 

11. X-Men: O Confronto Final (2006)

Após ter alcançado enorme sucesso dirigindo os dois primeiros filmes dos X-Men e ter elevado seu nome ao status de um dos diretores mais promissores do cinema, Bryan Singer decidiu “mudar de lado” e foi comandar o novo filme do Superman. Desta forma, a Fox o substituiu por Brett Ratner e seguiu em frente com sua franquia de mutantes. O terceiro filme da série veio e, para a tristeza de muitos, foi muito inferior aos dois primeiros. Apesar de contar com os mesmos atores principais já apresentados antes e com algumas adições interessantes (como a Kitty Pride de Ellen Page), o filme padeceu de uma trama muita rasa e genérica e que significou um retrocesso para os filmes de super-heróis em geral com sua pegada excessivamente leve. A forma como foi tratada a “Saga da Fênix” também não agradou os fãs, tanto que o penúltimo filme dos X-Men aproveitou o conceito de viagem no tempo para apagar este terrível erro do passado da franquia.

 

10. Wolverine: Imortal (2013)

O fato do segundo filme solo do Wolverine ter sido bem melhor do que o primeiro não diz muita coisa e a verdade é que a Fox ainda está nos devendo um filme digno do talento de Hugh Jackman e da importância do personagem. A ideia de usar a história de Logan no Japão foi bem interessante, mas a execução dela foi fraca. Mais uma vez se perdeu a oportunidade de explorar mais a fundo os conflitos psicológicos de Logan e o roteiro nos deu um vilão clichê, isso sem falar da atrocidade de transformar o “Samurai de Prata” em um robô. Hugh Jackman já disse que o próximo filme solo de Wolverine será seu último na pele do mutante canadense e estou torcendo para que ela possa se despedir de forma magistral.

 

9. Era uma Vez um Deadpool (2018)

Na era dos reboots e remakes –  a famosa reciclagem de histórias –  não é de se admirar que alguém poderia surgir com a ideia de reeditar o próprio filme para transforma-lo em algo apropriado, em tese, para os pais assistirem com seus filhos mais novos – estes os quais não possuem idade suficiente para o original. Era Uma Vez um Deadpool traz essa premissa em sua base e como diz a própria sinopse, “(…) volta aos cinemas em sua versão conto de fadas (…) o público de quase todas as idades poderá desfrutar o Mercenário Boca Suja repaginado através do prisma da inocência infantil.” Se você, caro telespectador, está esperando uma história com diferentes inserts, cenas novas e situações não vistas anteriormente, meu conselho é nem comparecer ao cinema. O longa-metragem em questão é exatamente o mesmo filme que teve estreia no mês de maio só que alguns cortes, uns dois momentos inseridos e é, claro, toda a narração de Wade Wilson (Ryan Reynolds) dos acontecimentos para Fred Savage (The Wonder Years). No geral, Era Uma Vez um Deadpool seria melhor se tivesse sido lançado em home vídeo invés de nos cinemas. É, de fato, uma reedição do longa-metragem original, com alguns poucos cortes aqui e ali, umas poucas cenas preguiçosamente colocadas que ganha seu público muito mais pelas cenas pós-créditos, em especial, a homenagem ao mestre Stan Lee. No final só fica a sensação de que a história de Wade Wilson não funciona quando censurada.

 

8. X-Men: Apocalipse (2016)

Já na cena pós-créditos do filme anterior ficou claro que o próximo filme dos X-Men iria explorar um dos vilões mais famosos dos quadrinhos: Apocalipse. A expectativa era enorme, mas logo depois dos primeiros trailers algumas pessoas já começaram a torcer o nariz para o que parecia ser uma tradução muito literal do gibi. Na minha opinião, o filme inseriu esse “mutante Deus” no universo dos X-Men da melhor forma possível, mas infelizmente isso não quer dizer que o filme seja perfeito. Muito pelo contrário. Um mutante que é praticamente um Deus, com poucas expressões humanas e poderes ilimitados, dificilmente causará uma empatia com o público. Considerando tudo isso, até que Bryan Singer conseguiu superar minhas expectativas e dar alguns traços humanos ao vilão, mas suas motivações e personalidade ainda continuaram esvaziadas e genéricas. Outro problema enfrentado pelo filme é ter que lidar com muitas novidades ao mesmo tempo. As “estreias” de mutantes nesta linha de tempo são numerosas e infelizmente não há tempo de desenvolver todos da forma necessária. Personagens interessantes como Tempestade, Psylocke e Anjo tem pouquíssimas falas e são relegados a capangas acéfalos. O excesso de conteúdo também retirou tempo para a evolução de relacionamentos pré-existentes como o de Xavier com Magneto e dos dois com a Mística. Problemas à parte, é inegável o fato deste filme ser o mais ambicioso da franquia em termos de escala e de cenas de ação. E, neste quesito, o filme não decepciona. Temos batalhas épicas individuais e grupais que elevam alguns desses mutantes ao status de deuses e um desfecho que irá arrancar gritos dos mais empolgados e deixar os fãs com água na boca. Tanto que, quando os créditos rolaram, eu pensei: “espere, eu quero ver esse filme aí!”. No final das contas, para mim ficou a lição de que nem tudo que dá certo nos quadrinhos necessariamente irá funcionar também no cinema. Eu só espero que o pessoal da Marvel também tenha visto isso e nos poupe de cometer os mesmos erros com a próxima saga da “Guerra Infinita” que está sendo preparada e que trará outro “supervilão” com Thanos.

 

7. X-Men: O Filme (2000)

Para entender a importância deste filme é preciso voltar a um tempo onde os filmes de super-heróis ainda eram tratados como entretenimento bobo e juvenil. Seguindo o embalo do excelente “Blade”, de 1998, que marcou o ressurgimento dos heróis da Marvel nos cinemas, o diretor Bryan Singer conseguiu superar a enorme desconfiança sobre o projeto e nos presentear com uma versão realista desse universo que revolucionou a forma de se fazer filmes do gênero e formou a base para esta franquia de sucesso. A própria escalação de Hugh Jackman para o papel de Wolverine foi algo polêmico devido à clara diferença de estatura entre ele e o personagem nos quadrinhos, mas nos primeiros segundos em cena o ator australiano conquistou os fãs e provou que Singer estava certo. Claro que existem defeitos no filme, como por exemplo a transformação de “Dentes-de-Sabre” em um monstro acéfalo e sem nenhuma relação com Wolverine, mas sem dúvidas os pontos positivos se sobressaem e o resultado é um filme que soube explorar bem o tema de discriminação e que se mantém atual até hoje.

 

6. Deadpool (2016)

Quem conhece o personagem Deadpool nos quadrinhos sabe que a sua versão que foi retratada no primeiro filme solo do Wolverine é totalmente absurda e ofensiva aos fãs. O único acerto foi escalar Ryan Reynolds para o papel, uma vez que ele sempre confessou ser fã do personagem. Porém, após aquele desastre, foram preciso anos de insistência e muito trabalho da parte dele e do diretor Tim Miller para convencer a Fox a fazer um filme solo do mercenário falastrão. Felizmente para nós, o filme foi feito com a devida censura de 18 anos e pudemos ver na telona o verdadeiro Deadpool que conversa com o espectador e o quão criminoso foi “costurar sua boca” no filme de 2009. O filme fez tanto sucesso que parece ter disparado uma onda de “filmes de super-heróis para adultos” com essa classificação prometida para o próximo filme do Wolverine e uma “versão adulta” do recente “Batman vs Superman”. A parte do humor e da ação são representados de forma perfeita e este filme só não está mais acima na lista devido à sua trama genérica que acabou cedendo a muitos clichês do gênero tão criticados em muitas falas do protagonista.

 

5. Deadpool 2 (2018)

Dois anos depois do lançamento de ‘Deadpool’, eis que a sequência chega aos cinemas com um orçamento muito mais robusto (especula-se que na casa dos US$ 120 milhões), e sem medo de arriscar. A brilhante dupla de roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick (‘Zumbilândia’) conseguiu pegar tudo que funcionou no primeiro filme e repetir em uma dose ainda maior: piadas de cunho sexual, metalinguagem abusiva, linguagem nerd e referências a milhares de outros produtos pop – passando pelo tenebroso ‘Lanterna Verde‘, os filmes da franquia ‘X-Men‘, as produções da Marvel Studios e até o obscuro Universo Cinematográfico da DC. Irreverência é a palavra da ordem aqui. Todos os possíveis rumos que você acredita que o roteiro possa tomar, ele vai totalmente ao contrário entregando um filme repleto de reviravoltas chocantes, e algumas até dramáticas e mortais. Se você nunca imaginou chorar em um filme do Deadpool, você definitivamente pode se surpreender. ‘Deadpool 2’ consegue a difícil proeza de ser ainda melhor que o filme original. Apesar de se levar um pouco mais a sério, o filme não perde seu característico humor irreverente e usa seu orçamento maior para adicionar mais ação, efeitos especiais, explosões e participações de outros X-Men – afinal, agora sobrou uma graninha para pagar o cachê do resto dos alunos do Professor X.

 

4. X-Men: Primeira Classe (2011)

Depois da fraca recepção de ‘X-Men: O Confronto Final‘, ficou claro que os X-Men precisavam se reinventar e foi exatamente isso que aconteceu com este filme de 2011. O roteiro é muito bem escrito e, além de desenvolver bem os personagens, ele insere de forma muito inteligente a temática mutante em um dos incidentes mais tensos da guerra fria: a crise dos mísseis em Cuba. Mesmo um excelente roteiro não poderia obter sucesso sem bons atores para trazê-lo à vida e podemos dizer que o filme é extremamente afortunado neste quesito. Se aproveitando bem da ousadia de atores promissores e em ascensão (algo que parece ser uma das marcas dos filmes da equipe mutante, como diziam Halle Berry e Hugh Jackman), os produtores e o diretor conseguiram montar um elenco de luxo. Quem não ficaria empolgado para assistir a um filme que reúne James McAvoy, Michael Fassbender e Jennifer Lawrence? Com este elenco estelar e uma direção excepcional de Matthew Vaughn, realmente eu colocaria esta película no hall dos filmes de super-heróis que transcendem este universo e conseguem agradar a um público mais tradicional, assim como a trilogia do Cavaleiro das Trevas de Nolan.

 

3. X-Men 2 (2003)

Depois do inesperado sucesso da estreia dos mutantes no cinema, era só uma questão de tempo até que tivéssemos uma continuação. A diferença é que a cobrança e a expectativa eram bem maiores, mas Bryan Singer não decepcionou e conseguiu entregar um filme bem superior e que desenvolveu de forma ainda melhor seus personagens. Ele fez isso se aprofundando na questão da intolerância ao “fenômeno mutante” e no impacto que isso teria no governo e na sociedade. Além disso, ele elevou o nível das cenas de ação e nos mostrou o quão intenso poderia ser um filme de super-heróis em uma época ainda anterior aos filmes de Nolan e do universo cinematográfico da Marvel. Para fechar o pacote, ainda tivemos um excelente gancho para a ‘Saga da Fênix Negra” que prometia muitas emoções. Infelizmente, “tiraram o doce da nossa boca” no filme seguinte, mas como esse erro já foi “apagado” ainda há esperança de vermos essa saga aparecer nas telonas da forma que merece.

 

2. X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (2014)

Aproveitando uma saga famosa dos quadrinhos, “Dias de um Futuro Esquecido”, surgiu a ideia de juntar as “duas fases” dos X-Men nas telonas. Mesmo modificando a história original dos quadrinhos, isto é feito de forma inteligente para adequar ao que já havia sido feito no cinema nos filmes anteriores. Ainda assim, alguns acontecimentos são ignorados, principalmente do fiasco ‘X-Men: O Confronto Final’, mas isso não prejudicou em nada a experiência, muito pelo contrário, serviu para dar novo sopro de vida à franquia nos cinemas. Além da união de atores da primeira trilogia e de Primeira Classe para formar os protagonistas, temos participações especiais de praticamente todos os atores dos filmes da franquia. É preciso destacar a forma magistral como o diretor conseguiu homenagear o elenco antigo e criar uma consistência de todo o legado já estabelecido anteriormente. Mais uma vez, os atores de Primeira Classe roubam a cena e esbanjam talento, com destaque para James MacAvoy e Jennifer Lawrence. Isso sem falar da fantástica cena do Mercúrio que, por si só, já valeria o ingresso, ou da aguardada aparição das sentinelas. Em minha modesta opinião, não há dúvidas que este foi o ponto mais alto dos mutantes no cinema que aperfeiçoou a fórmula definida antes e nos deu um dos melhores filmes de super-heróis recentes.

 

1. Logan (2017)

Logan‘ é ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas‘ da franquia ‘X-Men‘, um filme sério, brutal e dramático – que deixa o “fator” super-herói de lado para mostrar o lado humano desses personagens… A alta classificação indicativa (17 anos) dá liberdade para que o diretor James Mangold adicione cenas de violência extremas das quais os fãs dos quadrinhos estavam ávidos para conferir nos cinemas desde que Hugh Jackman deu vida ao personagem pela primeira vez. As cenas de violência são gráficas e podemos ver Wolvie destruindo o crânio e a jugular de seus inimigos enquanto o sangue jorra para todos os lados – algo NUNCA visto antes nos filmes dos mutantes. É o fim de uma era, e isso fica bastante explícito no derradeiro capítulo final da trilogia Wolverine. Em sua despedida, Jackman nos brinda com o melhor filme do personagem e o melhor da franquia ‘X-Men.

 

‘Entre Facas e Segredos’: Trailer e cartaz do suspense com Daniel Craig e Chris Evans no estilo Agatha Christie

O suspense ‘Entre Facas e Segredos‘ (Knives Out) ganhou seu cartaz nacional e trailer legendado.

Confira:

Escrito e dirigido por Rian Johnson (‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘), o suspense traz um clima semelhante às clássicas histórias de Agatha Christie.

Quando o renomado escritor de livros criminais Harlan Thrombey (Plummer) é encontrado morto em sua mansão logo após seu aniversário de 85 anos, o inquisitivo Detetive Benoit Blanc (Craig) é misteriosamente encarregado do caso. Da família desfuncional do autor à seus empregados, Blanc caminha através de uma teia de mentiras para desvendar a verdade por trás da morte de Harlan.

O grandioso elenco conta com Daniel Craig, Chris Evans, Ana de Armas, Jamie Lee Curtis, Toni Collette, Don Johnson, Michael Shannon, Lakeith Stanfield, Katherine Langford, Jaeden Lieberher e Christopher Plummer.

Entre Facas e Segredos‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de Novembro.

Atriz não sabe se ‘Mulher-Maravilha 1984’ realmente será lançado em Agosto

Connie Nielsen, que interpreta a Rainha Hipólita em ‘Mulher-Maravilha 1984‘, revelou que tem dúvidas em relação à estreia do filme.

Segundo a atriz, a Warner está sendo bastante otimista em marcar o filme para 14 de agosto, pois não sabe se até lá os cinemas do mundo estarão abertos.

“Eu não sei se eles vão conseguir manter a estreia em agosto. Eu estou torcendo. Realmente espero que aconteça. Todo mundo quer voltar a trabalhar, estamos todos esperando para começar novos projetos”, afirmou em entrevista à ABC.

Enquanto Hollywood tenta lidar com a crise do coronavírus, os estúdios continuam adiando os seus filmes, e muitos deles podem ser lançados direto no streaming. O motivo? A janela entre os lançamentos vão ficar cada vez mais concorrida.

Filmes grandes como ‘Viúva Negra‘, ‘Mulan‘, ‘Um Lugar Silencioso 2‘, ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘, ‘Velozes e Furiosos 9‘, entre outros, sofreram adiamento.

Em seu Twitter, a diretora Patty Jenkins comentou o adiamento e aproveitou para desmentir os rumores de que o filme seria lançado direto em streaming.

“Fizemos Mulher-Maravilha 1984 para ser exibido NAS TELONAS e acredito no poder do cinema. Nestes tempos terríveis, quando os proprietários de cinemas estão lutando para sobreviverem, estamos empolgados por adiar nosso filme para 14 de agosto de 2020 em um CINEMA perto de você, e orar por melhores tempos para todos até lá…”, afirmou.

 

Patty Jenkins retorna à direção da sequência, que se passará no período da Guerra Fria.

Gal Gadot estrela como a heroína. O elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução de Kristen Wiig como a Mulher-Leopardo.

Confira trechos da nossa entrevista com a Gal:

‘The Witcher’: Filmagens da 2ª temporada são paralizadas após membros testarem positivo para COVID-19

Segundo o Deadline, filmagens da 2ª temporada de ‘The Witcher‘ foram paralizadas ontem (7), após quatro membros da equipe testarem positivo para Covid-19. Nenhum dos atores do elenco principal estava entre os positivados.

Após o incidente, todos os membros da equipe foram isolados para uma testagem em massa. A Netflix só retomará as filmagens quando o set estiver seguro.

Vale lembrar que um novo lockdown entrou em vigor na Inglaterra.

Na última semana, foram divulgados vários vídeos de bastidores mostrando Henry CavillAnya Chalotra como Geralt de Rivia e Yennefer, respectivamente.

Confira:

 

Ver essa foto no Instagram

 

#thewitcher #thewitchernetflix #thewitcherseason2 #thewitcherseries #henrycavill #netflix

Uma publicação compartilhada por Sara Talib (@sara.talib1) em

 

Ver essa foto no Instagram

 

#thewitcher #thewitchernetflix #thewitcherseason2 #thewitcherseries #henrycavill #netflix

Uma publicação compartilhada por Sara Talib (@sara.talib1) em

 

Ver essa foto no Instagram

 

Henry Cavill today filming the Witcher 2. #thewitcher #henrycavill #witchers #netflix

Uma publicação compartilhada por Sara Talib (@sara.talib1) em

 

Ver essa foto no Instagram

 

Henry filming The Witchers 2 – today 6 Nov 🙂 #thewitcherseries #thewitcherseason2 #henrycavill #thewitcher

Uma publicação compartilhada por Sara Talib (@sara.talib1) em

As gravações do novo ciclo devem ser finalizadas somente em fevereiro de 2021, então não há previsão de estreia para os novos episódios

Lembrando que todos os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na Netflix.

Assista ao trailer:

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

‘Hypnotic’: Alice Braga vai estrelar o suspense ao lado de Ben Affleck

A brasileira Alice Braga continua ganhando destaque em Hollywood.

Após fazer parte do elenco de ‘Novos Mutantes‘ e ‘O Esquadrão Suicida‘, a atriz foi confirmada no novo suspense de Robert Rodriguez, intitulado ‘Hypnotic‘.

Braga vai estrelar o projeto ao lado de Ben Affleck.

Na trama…

“Um detetive se envolve um mistério envolvendo a filha desaparecida e um programa secreto do governo enquanto investiga uma série de assaltos impossíveis e sofisticados.”

Rodriguez coescreveu o roteiro ao lado de Max Borenstein (‘Kong: A Ilha da Caveira‘).

As filmagens do longa começam em 20 de setembro em Austin, no Texas.

A data de estreia ainda não foi definida.

‘Batgirl’: Rumores afirmam que Dylan O’Brien viverá o Robin do DCEU

As filmagens do aguardadoBatgirl finalmente começaram e apresentará Leslie Grace como a personagem-titular, alter-ego de Barbara Gordon, no universo cinematográfico da DC.

Além dela, já foi confirmado que o Robin de “Dick Grayson” estará no filme, ao lado do Batman de Michael Keaton.

Hoje, o insider KC Walsh revelou que Dylan O’Brien (‘Maze Runner’) está negociando há meses com a Warner Bros. para viver personagem, e minutos depois apagou o tweet.

O nome dos atores rapidamente foi parar nos Trending Topics e outras fontes afirmaram que o já teria escalado Dylan para interpretar o primeiro parceiro de Batman, notícia que sem dúvida foi do agrado dos fãs do Cavaleiro das Trevas.

O que você acha da ideia?

O projeto também fará diversas referências a outros personagens do panteão super-heroico, incluindo Dinah Lance/Canário Negro, que, nos quadrinhos, é fundadora do grupo conhecido como Aves de Rapina ao lado de Barbara.

Agora, à medida que as gravações continuam, fotos de bastidores viralizaram nas redes sociais – e a primeira leva delas, que você confere abaixo, faz uma conexão à Canário Negro, vivida por Jurnee Smollett no live-action ‘Aves de Rapina’, de 2020.

Vale lembrar, entretanto, que a atriz não foi confirmada em Batgirl, pelo menos por enquanto:

A outra imagem mostra um mural de Batman e Robin sendo colocado para a filmagem do projeto. A rendição artística de Robin não mostra um ator específico e o traz com uma máscara amarela na parte inferior do rosto.

Veja:

Anteriormente, o diretor Adil El Arbi divulgou outra imagem de bastidores, adiantando que Barbara Gordon será uma policial na trama.

Confira:

El Arbi e Bilall Fallah, co-diretor do longa, também revelaram que o vindouro projeto terá presença de John Mathieson como diretor de fotografia.

Além de Grace, o icônico ator Brendan Fraser (‘A Múmia’, ‘Patrulha do Destino’) será o antagonista Firefley (Vagalume).

Para quem não conhece, Firefly fez sua estreia nos quadrinhos em Detective Comics #184, em junho de 1952, e foi reimaginado décadas mais tarde como um piromaníaco sociopata com uma compulsão obsessiva por começar incêndios.

Além disso, ele também é equipado com um traje que carrega um pesado arsenal de armas de fogo, incluindo lança-chamas, granadas, napalm e bombas de fumaça, bem como uma lâmina de plasma super-aquecido para combate próximo.

J.K. Simmons (Comissário James Gordon) e Jacob Scipio (papel não revelado) também farão parte da produção.

Anteriormente, Grace revelou um pouco sobre a trama do longa.

“Bárbara é alguém que foi subestimada até mesmo por seu próprio pai. E, como a filha mais nova, às vezes você está isolada de todas as coisas difíceis da vida, então ela está ansiosa para provar a si mesma e a todos que há algumas coisas com as quais ela pode lidar sozinha.”

Ela continuou, comparando-se com a personagem:

“Na pesquisa que tenho feito para a pré-produção, aprendi muitas coisas sobre Barbara que me conectam a ela. Eu me identifiquei muito com ela porque este é apenas o meu segundo trabalho como atriz e sinto que estou em uma jornada para provar a mim mesma quais barreiras posso quebrar, quais limites posso ultrapassar e estou animado para incorporar toda essa ansiedade, teimosia e determinação que compõem o caráter de Barbara.”

Por fim, ela comentou qual foi sua reação ao descobrir que foi escalada.

“Ah, cara! Foi um choque, foi muito louco. Eu fiz os testes e foi alucinante, mas no fundo você nunca espera por isso. Eu descobri via Zoom, porque os responsáveis fizeram uma surpresa e tudo mais. Eu achei que faria mais um teste e ainda é alucinante pensar sobre isso. Eles me fizeram ler um e-mail e estava escrito: ‘Eu sou a Batgirl. Eu só fiquei me tremendo sem entender o que estava acontecendo. Foi lindo e esse papel será uma bênção na minha carreira.”

Crítica | ‘MEGAN’ é divertido e perspicaz, mas pode decepcionar quem espera um filme de terror…

Eu sempre achei bonecos sinistros. Quem cresceu nos anos 80 provavelmente se lembra da lenda da boneca da Xuxa, que supostamente teria sido possuída durante a noite e crescido garras em seus dedos que causaram a morte de uma garotinha em Sorocaba, interior de São Paulo. Por que espalhavam essa “história”, eu não sei. Mas lembro de ter ouvido dezenas de vezes sempre que eu pedia um brinquedo novo. Talvez um truque dos pais para sossegar os pedidos incessantes dos filhos?

Mesmo com aversão de bonecos, eu amo assistir filmes de terror sobre eles. De ‘Chucky‘ a ‘Annabelle‘, eu assisti todas as produções do subgênero. Agora chega aos cinemas a mais nova boneca vilã do pedaço, criada com inteligência artificial: a ‘M3GAN‘.

O calibre do projeto não poderia ser mais pomposo: a história foi gerada na cabecinha doentia e genial de James Wan, o criador de ‘Invocação do Mal‘ e ‘Jogos Mortais‘,  e produzida por Jason Blum – o mestre da quase sempre ótima Blumhouse.

O filme é divertidíssimo. Quem espera assistir um terror com cenas gore pode se decepcionar. ‘M3GAN‘ é um “terrir” estilão sessão da tarde, que acerta em cheio ao aprofundar o dilema das protagonistas antes de deixar a bonequinha em pane brilhar… ou melhor, matar.

A trama acompanha Gemma (Allison Williams), uma brilhante roboticista de uma empresa de brinquedos que usa inteligência artificial para desenvolver uma boneca realista programada para ser a maior companheira de uma criança e a maior aliada dos pais. Quando Cady (Violet McGraw), sua sobrinha órfã, vai morar com ela, Gemma pega um protótipo da boneca para testar e as consequências são aterrorizantes.

Obviamente não demora muito pra boneca virar uma Skynet e se rebelar contra Gemma e a humanidade, matando todo muito que representa uma possível ameaça para Cady. E Megan pode ser bem vingativa e irônica também…

Ao invés de investir no terror, o roteirista Akela Cooper dosa bem cenas de suspense, com drama e humor. E o resultado é surpreendentemente ótimo. As mortes são bem criativa, mas o filme se preocupa mais em desenvolver os personagens e criar uma conexão da audiência com eles, o que faz com que a plateia se importe.

Allison Williams, de ‘Corra!‘, está muito bem como a cientista por trás da criação da boneca. E a boneca, por sinal, é extremamente bem feita e você acredita que aquilo realmente é um protótipo real. Os efeitos visuais são ótimos, e a Megan rende algumas cenas icônicas como a que ela faz uma dancinha Tik Tok antes de sair para a matança. Impagável.

O diretor Gerard Johnstone faz um ótimo trabalho, com cenas que vão se tornar icônicas. E a trilha sonora inspirada rende momentos brilhantes, como uma cena que envolve a música Titanium, de Sia e David Guetta.

M3GAN‘ é um ótimo suspense, que levanta alguns tópicos interessante sobre IA e como os pais modernos enchem os filhos de gadgets para não terem que lidar com eles. O filme não se aprofunda muito nessas discussões, mas ele cumpre o que se propõe a fazer: entreter e divertir. E ele faz isso deliciosamente bem.

Cena CORTADA de ‘As Marvels’ revelariam que a Capitã Marvel e a Valquíria eram um casal

De acordo com o Can We Get Some Toast, a Capitã Marvel e a Valquíria viveriam um casal em ‘As Marvels‘, mas a cena foi cortada.

No filme, as duas heroínas teriam um diálogo que deixaria claro que elas foram um casal no passado, mas preferiram terminar o relacionamento. “Nós funcionamos melhor como amigas”, afirmava a Valquíria. A Disney não teve a coragem de manter a cena. 

Vale lembrar que o longa arrecadou apenas US$ 10.2 milhões em seu segundo final de semana nas bilheterias norte-americanas, o que representa a maior queda da história do MCU.

O título sofreu uma queda de -78% em comparação ao final de semana anterior. O recorde anterior pertencia ao filme ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ (-69%).

Internacionalmente, o longa registrou uma estabilidade um pouco melhor, somando US$ 19.5 milhões através de 52 mercados (o que representa uma queda de -67%).

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 65 milhões. No mercado internacional, foram US$ 96.3 milhões – totalizando US$ 161.3 milhões nas bilheterias mundiais.

Vale destacar que, apesar do retorno decepcionante nas telonas, ‘As Marvels‘ já conseguiu superar, em menos de duas semanas, a bilheteria total de outros fracassos recentes do gênero, como ‘Shazam! Fúria dos Deuses‘ (US$133.8M) e ‘Besouro Azul‘ (US$129.8M).

Confira nossa critica:

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer:

Conheça a história da série que dará sequência aos eventos de ‘Divertida Mente 2’

Se você amou Divertida Mente 2‘, você não pode perder a série animada da franquia que será lançada no Disney+ em 2025.

Dream Productions‘ é uma série recém-anunciada do mundo de ‘Divertida Mente‘ sobre o estúdio dentro da mente de Riley, onde os sonhos realmente se tornam realidade graças à aclamada diretora de sonhos Paula Persimmon (voz em inglês de Paula Pell).

A série nos levará aos bastidores dos Estúdios dos Sonhos, onde as aventuras noturnas de Riley tomam forma.

A produção promete revelar os segredos por trás da criação dos sonhos e explorar o impacto que eles têm em nossas vidas.

Escrita e dirigida por Mike Jones e produzida por Jaclyn Simon, a série de quatro episódios também apresenta as vozes de Richard Ayoade, Amy Poehler, Maya Rudolph, Alli Maki, Kensington Tallman, Liza Lapira, Tony Hale, Lewis Black e Phyllis Smith.

Confira, com nossa entrevista, fotos e siga o CinePOP no Youtube:

dreamproductions 7
dreamproductions 7
dreamproductions 6
dreamproductions 6
dreamproductions 5
dreamproductions 5
dreamproductions 4
dreamproductions 4
dreamproductions 3
dreamproductions 3
dreamproductions 2
dreamproductions 2
dreamproductions 1
dreamproductions 1

Lembrando queDivertida Mente (2015) foi um enorme sucesso, arrecadando US$ 858,8 milhões e conquistando o Oscar de Melhor Animação em 2016.

Divertida Mente 2‘ conseguiu ultrapassar a marca de US$ 1,667 bilhão nas bilheterias mundiais.

O longa superou a arrecadação total do live-action de ‘O Rei Leão‘ (US$1,662B), entrando para o TOP 9 das maiores bilheterias globais da história do cinema. O filme da Pixar ainda deve desbancar ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros‘ (US$1.67B) nos próximos dias, subindo mais uma posição no ranking.

Além de já ter ultrapassado sucessos como ‘Os Vingadores‘ (US$1.52B), ‘Velozes e Furiosos 7‘ (US$1.51B) e ‘Top Gun: Maverick‘ (US$1.49B), a produção também superou ‘Frozen 2‘ (US$1.45B) e ‘Super Mario Bros‘ (US$1.36B), tornando-se a maior animação da história.

Nos EUA, o filme já arrecadou US$ 651.2 milhões, o que representa a maior animação da história do país – ultrapassando ‘Os Incríveis 2‘ (US$608.5M).

Ficção científica com Robert Pattinson que prejuízo de US$ 75 milhões faz SUCESSO no Max

Mickey 17‘, sci-fi de Bong Joon-ho (‘Parasita’) estrelado por Robert Pattinson, estreou fazendo sucesso na Max.

O filme, que deu um prejuízo de US$ 75 milhões nas bilheterias, estreou em terceiro lugar no streaming.

Confira o TOP 6:

 

Crítica | ‘Mickey 17’ traz o melhor de Robert Pattinson e de Bong Joon-ho às telonas

Na trama, Mickey (Robert Pattinson) faz parte de um programa espacial de colonização e sempre é enviado para missões perigosas, quase suicidas. Se morrer, ele é clonado e boa parte de suas memórias são recuperadas. Mas, após seis mortes, ele começa a entender o porquê de seu cargo nunca ter sido ocupado antes.

O elenco também conta com Steven Yeun, Mark Ruffalo e Toni Collette.

Crítica | O Informante – Drama da Netflix com Rosamund Pike e Ana de Armas aborda as interpretações da Filosofia Moral

Do que vale a palavra quando há interpretações sobre a ética? Homônimo (pelo menos o título em português) a um excelente filme do final dos anos 90, dirigido por Michael Mann, com Al Pacino e Russell Crowe no elenco, O Informante lançado em 2021 pela Netflix, no final do mês de abril, busca de maneira despretensiosa chegarmos à conclusões, ou pelo menos refletir sobre, a filosofia moral, também chamada de ética, dentro de um combate emocional preenchido com licença poética em relação a uma não aceitação provocada pelo desespero. Em um imenso tabuleiro onde as regras são quebradas instantaneamente pela ganância, o desejo de estar no controle e um já batido desfile de hipocrisia acompanhamos a saga de um homem com destino duvidoso que consegue muitas vezes estar no lugar, na hora errada, mas que assume os erros que comete pelo caminho. O filme é dirigido pelo cineasta italiano Andrea Di Stefano.

 

Na trama, acompanhamos o ex-soldado Pete Koslow (Joel Kinnaman), casado com Sofia (Ana de Armas), que após uma situação emocional que envolveu uma briga no passado vai parar na prisão pegando uma pesada pena por seus atos. Acaba virando informante do FBI, mais precisamente da unidade chefiada pelos agentes Wilcox (Rosamund Pike) e Montgomery (Clive Owen) que estão atrás da prisão de membros de uma organização criminosa polonesa chefiada por Klimek (Eugene Lipinski).  Só que durante a conclusão dessa parceria, uma situação acontece o que faz Pete ter que trilhar novos caminhos em busca de sua liberdade.

Há pontos interessantes nesse longa-metragem que fora lançado fora do Brasil meses atrás. O imprevisível cenário dos conflitos éticos ou morais se associam com a parábola escancarada de um duelo sob a informação entre o departamento de polícia de Nova Iorque e a mais famosa agência federal do mundo, o FBI. Um outro fator interessante, e até mesmo trivial em sua essência, é como se coloca em cheque a função do vilão em um filme que pune o protagonista, as várias variáveis sobre a questão, que vão desde quem deveria exercer a ética e respeitar as normas das leis e também sob a ótica do crime organizado e suas acopladas ações à atitudes sem escrúpulos. A direção é competente, principalmente em dar dinâmica à camada superficial de sua trama, mostra o movimento e interações dos personagens, o sofrimento vivido pelo quase sem esperança protagonista.

Mas nem tudo se encaixa. Por exemplo, a trama chega com força no alto clímax instaurado, em um arco distante de qualquer redenção mas pretencioso em tentar chegar à razão e conclusões de subtramas que apenas compõem a engenharia criativa de todo o contexto. Joel Kinemann dentro de seu quase enigmático e por vezes perdido personagem se esforça nas profundas camadas emocionais de sua construção introspectiva mas há muitas limitações em sua atuação.

10 DICAS DE SÉRIES que vão te fazer virar noites!

Poucas coisas, para quem ama séries, são melhores do que aquele final de episódio que te faz assistir ao próximo em um ciclo constante até o desfecho da temporada. Para você que curte se aventurar em uma maratona sempre que possível, segue abaixo algumas ótimas sugestões:

 

Garota Sequestrada (Paramount Plus)

Prestes a concluir o ensino médio, duas irmãs gêmeas se veem em possíveis estradas diferentes para o futuro. Acontece que, um dia, uma delas é sequestrada pelo próprio professor e acaba ficando presa em um cubículo por anos, um acontecimento que muda para sempre a vida de muitas pessoas.

 

The Assassin (Universal +)

Uma ex-assassina experiente vive uma vida pacata e longe do antigo trabalho. Quando reencontra o filho, seu passado volta a confrontá-la.

 

Fabrizio Corona: A Notícia Sou Eu (Netflix)

Nessa impactante série documental, lançada no início de 2026 na Netflix, acompanhamos a trajetória de Fabrizio Corona, um homem que conseguiu marcar seu nome no universo dos famosos, sobretudo por estar sempre à frente de escândalos envolvendo várias celebridades.

 

O Lendário Martin Scorsese (Apple Tv)

Dirigido pela ótima cineasta Rebecca Miller, o documentário Mr.Scorsese nos leva, em cinco episódios, até detalhes marcantes da vida pessoal e da carreira fantástica de um dos mais lendários cineastas da história do cinema. Uma aula, pra quem ama cinema!

 

O Falso Sheik (Prime Video)

Reflexões sobre as linhas tênues entre jornalismo e crime. Na década de 1990, tabloides sensacionalistas dominam as rodas de conversa de uma sociedade sedenta pela informação – e ainda longe dos avanços das redes sociais. Nesse período, no Reino Unido, um introspectivo e reservado repórter buscava seu espaço ilustrando situações e transformando em interesse público, inclusive se passando por um falso sheik.

 

Efeitos Colaterais (HBO MAX)

Marshall dedica sua vida a suas pesquisas. Um dia, pelas florestas peruanas, encontra um cogumelo azul que logo se mostra como um poderoso remédio contra qualquer coisa. Observado de perto por agentes enviados por pessoas que não querem que esse cogumelo vire de conhecimento público, Marshall precisará encontrar soluções para sobreviver tendo a ajuda apenas de uma ex-amiga dos tempos de colégio.

 

O Naufrágio do Heweliusz (Netflix)

O Naufrágio do Heweliusz, nova minissérie da Netflix, dirigido por Jan Holoubek e roteiro assinado por Kasper Bajon, chega para jogar luz sobre uma tragédia, mostrando de forma detalhada o antes, o durante e o depois, reunindo fatos que se juntam para uma explicação complexa sobre o que realmente aconteceu em uma madrugada que ficaria marcada na história.

 

O Homem das Castanhas (Netflix)

Na trama, conhecemos a policial Naia (Danica Curcic), uma mulher que sofre por não ter tempo para cuidar de sua filha. Mãe solteira, ela tem como objetivo mudar de trabalho para conseguir mais tempo para sua família. Só que uma série de assassinatos cometidos pela mesma pessoa, um serial killer que deixa como rastro bonecos feitos de castanhas, começam a acontecer, levando Naia a uma angustiante jornada rumo à verdade.

 

Seus Amigos e Vizinhos (Apple Tv Plus)

Nessa hilária série, também cheia de camadas de crises existenciais, acompanhamos um homem bem-sucedido que passa a viver um verdadeiro inferno astral ao pegar a esposa o traindo e, tempos depois, ser demitido. Sem direção do que fazer, resolve roubar seus amigos e vizinhos ricos para não quebrar.

 

Task (HBO MAX)

Um ex-padre, que se tornou agente do FBI, precisa liderar uma força tarefa designada para investigar uma série de roubos e acontecimentos violentos. Por diversas perspectivas, vamos acompanhando essa história rumo a um final de temporada de tirar o fôlego.

 

Atores que se TRANSFORMARAM totalmente para um papel

Há certo tempo, escrevi uma matéria (que acaba de ser relançada) sobre doze atrizes que se transformaram – ou costumam se transformar – para seus papeis no cinema. E o esforço dá certo, já que na maioria das vezes tais intérpretes são lembradas para nomeações por seus desempenhos nestas produções. É claro que só a mudança física de nada serviria se elas não viessem acompanhadas de uma performance igualmente poderosa – coisa que todas as artistas citadas na lista são conhecidas por entregar. Você pode conferir a lista no link abaixo.

12 Atrizes que se Transformaram para um Papel

Agora, chegou a vez dos homens. E para a lista dos atores pensamos em algo diferente. Iremos nos concentrar em trabalhos mais recentes, mesmo que de atores que costumam sempre modificar sua aparência por toda a filmografia. A ideia se deve porque certas transformações são mais batidas e foram muito comentadas ao longo dos anos por todos os especialistas, sejam as dos anos 1980 – como Robert De Niro em Touro Indomável –, dos anos 1990 – como Jim Carrey em O Mundo de Andy – ou até mesmo da década de 2000 – vide Tom Hanks em Náufrago. Assim, optamos por nos concentrar em transformações ocorridas de 2010 para cá. Vamos a elas.

Christian Bale

Um dos atores mais camaleônicos que o cinema já viu, Bale intercala seus filmes com performances em que está com sua própria aparência e os que não pode ser reconhecido. Não bastasse a notória (e perigosa) mudança de peso radical, passando do esquelético em O Operário (2004) para a montanha de músculos que sequer coube no figurino de Batman Begins (2005), Bale segue em trabalhos recentes se mostrando um dos artistas mais versáteis, não apenas de sua geração, mas do cinema em geral.

Sua primeira indicação ao Oscar seguida de vitória surgiu justamente de uma destas grandes transformações recentes. Continuando o modo de O Operário, Bale emagreceu bastante e apresentou um visual precário para interpretar um ex-boxeador viciado em crack na biografia O Vencedor (2010), de David O. Russell. A segunda indicação veio servida por outra grande metamorfose, e novamente num filme de Russell. Em Trapaça (2013), Bale engordou e exibiu um penteado bizarro para interpretar um vigarista de primeira. Sua quarta e mais recente indicação veio com o retrato do controverso político americano Dick Cheney em Vice (2018), onde mais uma vez engordou e fez uso de uma maquiagem que o envelheceu, tornando-o irreconhecível ao grande público.

Joaquin Phoenix

Não podemos falar de transformações sem falar de Joaquin Phoenix. Há debate inclusive se ele não deveria ter sido o primeiro item da lista. Antes de mais nada, precisamos falar de seu insano desempenho como o palhaço Coringa, que lhe rendeu o Oscar de melhor ator este ano. Phoenix emagreceu, e contorceu seu corpo ficando corcunda para o retrato do sofrido personagem, dono de um dos psicológicos mais abalados do cinema. O ator já havia ensaiado uma performance parecida em O Mestre (2012), de Paul Thomas Anderson. Outras de suas metamorfoses podem ser vistas em trabalhos como Ela (2013), Vício Inerente (2014), Você Nunca Esteve Realmente Aqui (2017), A Pé Ele Não Vai Longe (2018) e Maria Madalena (2018), onde interpretou Jesus Cristo.

Gary Oldman

Outro grande cameleão do cinema, Gary Oldman foi o ator que mais tempo eu levei para reconhecer de trabalho para trabalho. Afinal, dificilmente víamos seu rosto “destransformado” em filmes como Drácula de Bram Stoker (1992), Amor à Queima-Roupa (1993), O Profissional (1994) e O Quinto Elemento (1997). Em Hannibal (2001), por exemplo, sua atuação não creditada fez com que o público demorasse a descobrir que se tratava do ator no papel do farrapo humano Mason Verger, tamanho o brilhantismo da maquiagem. Diabos, Oldman fez até o papel de um deficiente físico de baixa estatura no pouco visto Na Ponta dos Pés (2003), e num filme no qual tínhamos um anão de verdade, o ator Peter Dinklage.

Mas é claro que aqui o foco é em seu desempenho vencedor do Oscar na pele de Winston Churchill em O Destino de uma Nação (2017). O vigor de sua atuação mereceu o prêmio incontestavelmente, mas se não soubéssemos, quem de fato reconheceria o ator no papel?

Jim Carrey

Como citamos acima, seu fenomenal desempenho em O Mundo de Andy (1999) é muito comentado. Assim como seu trabalho em O Máskara (1994), na transição de um personagem introspectivo para outro que é a definição do sem-vergonha. Mas na última década, Carrey igualmente coleciona trabalhos onde as pessoas muitas vezes têm dificuldade de reconhecê-lo. O escolhido aqui na lista é um desempenho não creditado do ator, que certamente passou em branco pelo grande público – assim como o próprio filme em que se encontra. Amores Canibais (2016), da cineasta Ana Lily Amirpour, traz Carrey na pele de um ermitão, um sem-teto que vaga pelo deserto, portando barba e cabelos longos, dentes apodrecidos e um óculos modernoso, já que este é um filme pós-apocalíptico. Ah sim, o ator também se transformou comicamente para viver o vilão no recente Sonic – O Filme.

Eddie Redmayne

Aqui temos outro ator que adora desafios. A cada nova performance, um estilo diferente, mais puxado para o humor ou o drama. Para uma atuação contida ou um exagero. Eddie Redmayene rapidamente se tornou um grande intérprete e o trabalho que serviu como divisor de águas em sua carreira foi o papel do astrofísico Stephen Hawking em A Teoria de Tudo (2014), atuação que lhe rendeu o Oscar de melhor ator. Mas nossa escolha foi um trabalho ainda mais complexo, que veio no ano seguinte. Em A Garota Dinamarquesa (2015), Redmayne entrega um estupendo desempenho, repleto de puro brilhantismo ao viver o primeiro homem da história a realizar a mudança de sexo para se tornar uma mulher. Sentimos a transformação do personagem, provida pelo ator, mesmo antes de começar de fato a incorporar a nova persona feminina. Resultado, nova indicação ao Oscar.

Matthew McConaughey

A Academia adora transformações físicas, isto é fato. E aqui temos outro ator cujo prêmio foi recebido justamente por um trabalho assim. McConaughey ressurgiu das sombras e o epicentro de tal renovação foi Clube de Comprar Dallas (2013), onde viveu um malandro que se descobre com AIDS e começa a contrabandear os remédios que fazem parte do coquetel para conter a doença – ajudando inúmeros portadores. Para o papel, McConaughey emagreceu absurdamente, além de portar um “bigodon”, cabelos mais escuros e longos.

Jared Leto

Por falar em Clube de Compras Dallas (2013), longa de Jean-Marc Vallée, o filme não foi bom apenas para Matthew McConaughey, e o excêntrico Jared Leto igualmente saiu com uma estatueta do Oscar da premiação. Seu personagem é um transexual portador do vírus da AIDS, e Leto consegue emocionar no papel. O ator também perdeu bastante peso, e a equipe de maquiagem fez algo sensacional ao transformar o artista na trans Rayon. No entanto, um papel destes interpretado por um ator hétero, nos tempos politicamente corretos de hoje, possivelmente seria visto com maus olhos.

Javier Bardem

O ator espanhol igualmente levou um Oscar por um desempenho irreconhecível, na pele do matador sem remorso Anton Chigurh na obra-prima dos irmãos Coen, Onde os Fracos Não Tem Vez (2007). Poderíamos citar também seu recente trabalho em Piratas do Caribe: A Maldição de Salazar (2017), onde interpretou o personagem título, fazendo uso de muita maquiagem pesada e efeitos visuais. Mas o escolhido para esta lista foi outro vilão, de outra franquia bilionária. Na pele de Silva em 007 Operação Skyfall (2012), Bardem optou por um visual mais clean (dentro do possível), com um penteado rico em volume, cabelos loiros platinados e uma arcada dental digna de Jaws.

Jamie Foxx

O versátil Jamie Foxx é outro intérprete que já pode descansar sossegado, sendo dono de uma estatueta da Academia. A vitória veio por Ray (2004), onde interpretou o músico icônico Ray Charles. Em 2009, participou ao lado de Robert Downey Jr. de O Solista, uma obra que tem muito a ver com música também, na qual ele viveu um homem sem-teto e para isso seu visual precisou corresponder. Mas a transformação que iremos mencionar aqui é a de um filme “maldito”, que desagradou mais do que agradou. Falamos do filme de super-herói O Espetacular Homem-Aranha 2 (2014), longa que pôs um fim nas investidas do cineasta Marc Webb no personagem, mas que trouxe um Foxx irreconhecível na pele de Max Dillon, vulgo Electro. Tanto sua caracterização humana – de óculos, pouco cabelo e dentes separados – quanto sua versão vilanesca (parecendo um membro do blue man group) apresentam um exímio trabalho de maquiagem.

Brad Pitt

O veterano Pitt é outro que desde cedo pegou o gostinho por mudanças no seu visual galã nas telonas. Tanto que já em 1995, quando atuou em 12 Macacos, o ator fez questão de apresentar uma caracterização, digamos, peculiar para seu personagem. Assim seguiram obras como O Curioso Caso de Benjamin Button (2008) e Bastados Inglórios (2009), por exemplo, que pouco lembram o Pitt que conhecemos na vida real. Aqui dois trabalhos poderiam ser citados. Primeiro, em A Grande Aposta (2015), filme indicado ao Oscar, produzido por Pitt, no qual ele faz uma participação na pele de um economista estilo nerd, mais rechonchudo, de barba e mais desleixado. Mas a que escolhemos é sua “imitação” do amigo George Clooney, de cabelos grisalhos platinados, fazendo caras e bocas como um atrapalhado general na sátira militar da Netflix, Máquina de Guerra (2017).

Adam Sandler

Adam Sandler, ame-o ou odeie-o. Famoso humorista, Sandler já viveu tipos de caracterizações pra lá de estranhas em suas comédias, vide um filho de diabo com problema de fala e cabelo emo em Little Nicky (2000), e se travestiu para viver a irmã gêmea de seu personagem em Cada um tem a Gêmea que Merece (2011). Mas aqui, iremos nos concentrar em suas obras mais sérias e dramáticas. O simples fato de Sandler evitar seus maneirismos, vozes caricatas e atuação exagerada já faz pensarmos estar diante de outra pessoa. Mas na pele do enrolador negociante de diamantes Howard Ratner no injustiçado Joias Brutas, Sandler entrega um dos melhores desempenhos de sua carreira – pelo qual muitos acreditam que o ator deveria ter recebido uma indicação ao Oscar. De óculos, cordões, anéis e uma prótese nos dentes, Sandler constrói seu personagem tipicamente judeu, que só pensa em dinheiro e mantém um caso extraconjugal.

Jake Gyllenhaal

De ator adolescente, Jake Gyllenhaal se tornou um ator favorito para muitos no início da última década. Mais precisamente quando protagonizou O Abutre (2014), o jovem foi celebrado e sua atuação elogiada ao ponto de ser considerado injustiçado sem uma menção ao Oscar daquele ano. Um dos melhores trabalhos, e um dos melhores filmes de sua carreira, o ator emagreceu e ficou com a aparência cadavérica do sociopata Louis Bloom, cuja ambição desenfreada o afastou totalmente dos elementos humanos que nos compõem, como a apatia. No ano anterior, Gyllenhaal já havia chamado atenção na pele do policial obcecado em desvendar seus casos, e o ator cria tiques específicos para ele, como piscar constantemente, no filme Os Suspeitos (2013). Mas o que lhe rendeu o título de ator sanfona, foi seguir de perto os colegas Robert De Niro, Tom Hanks e Christian Bale, que iam do ponto A do sobrepeso à magreza extrema em pouquíssimo tempo. Depois de perder muito peso, ele o encontrou todo de volta ao viver um boxeador musculoso em Nocaute (2015).

‘Mary Shelley’, drama sobre a autora de ‘Frankenstein’, ganha trailer

Mary Shelleydrama biográfico sobre a autora do emblemático ‘Frankenstein‘, ganhou o seu primeiro trailer.

Assista:

O grande elenco é encabeçado por Maisie Williams (‘Game of Thrones‘) e Elle Fanning.

O filme, que estreou no Festival de Toronto deste ano, foi dirigido por Haifaa Al-Mansour que, em 2012, dirigiu a O Sonho de Wadjda, conhecida como a primeira peça filmada na Arábia Saudita.

Na trama, quando ainda utilizada o sobrenome de Wollstonecraft, Mary era um tipo de adolescente rebelde. Quando conhece o poeta Percy Shelley, surge uma chama de atração entre os dois desajustados que estão presos em uma sociedade totalmente educada. Com seu jeito de falar sobre liberdade sexual e ideias progressistas muito além de sua idade, ele causa uma paixão à primeira vista na jovem.

‘Killing Eve’: 2ª temporada ganha as primeiras imagens oficiais

O EW divulgou as primeiras imagens da 2ª temporada da série ‘Killing Eve‘.

Confira:

Porém, a nova temporada terá uma nova equipe de criação. O roteiro, antes escrito pela Phoebe Waller-Bridge, agora passará para as mãos da jovem Emerald Fennell. O seriado também contará com duas novas diretoras Lisa Bruhlmann (‘Blue My Mind‘) e Francesca Gregorini (‘Electric Dreams‘).

‘Killing Eve’: Sandra Oh é a primeira atriz asiática a ser indicada ao Emmy

A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanella.

Sandra Oh (‘Grey’s Anatomy‘) e Jodie Comer (‘My Mad Fat Diary‘) estrelam.

Baseada nos contos do autor Luke Jennings, a série foi criada por Phoebe Waller-Bridge.

 

‘A Casa das Flores’: 2ª temporada ganha data de estreia

Netflix finalmente divulgou quando a 2ª temporada de ‘A Casa das Flores‘ irá estrear. O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 18 de outubro.

Confira o teaser:

A série foi criada por Manolo Caro.

A trama gira em torno de uma aparentemente bem-sucedida e idílica família de floricultores, cheia de segredos. Um dia, o patriarca descobre que sua amante de longo tempo morreu inesperadamente, e ele decide trazer os filhos dela para sua casa, para viverem junto à sua mulher e família, que não sabiam da existência deles.

O elenco inclui Aislinn Derbez, Cecilia Suárez, Verónica Castro, Dario Yazbek Bernal, Juan Pablo Medina e Verónica Langer.