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‘Berlim’: Fãs estão ANSIOSOS pela estreia da série DERIVADA de ‘La Casa de Papel’

Há alguns dias, a Netflix divulgou o teaser oficial de Berlim, série derivada de La Casa de Papel focada no personagem titular vivido por Pedro Alonso.

Além disso, foi revelado que a produção chega em dezembro ao catálogo da plataforma de streaming, ainda sem dia confirmado.

Após o lançamento da prévia, os fãs do personagem já estão ansiosos pela estreia.

Nas redes sociais, os internautas estão contando os dias para matarem a saudade do amado e odiado assaltante em sua nova aventura.

Confira as reações:

O plano: roubar 44 milhões de euros… em uma tarde.

Confira o teaser:

O criador Alex Pina já havia adiantado que não há possibilidade de uma nova temporada da produção original, mas não descartou séries derivadas focadas em outros personagens.

“Foi uma gravação muito complicada, é um gênero de guerra extrema e estamos editando agora a temporada final. Depois que terminarmos assistir e descobrir se realmente existem portas abertas para um spin-off, ou se queremos contar algo mais sobre algum dos personagens. Por enquanto, não decidimos ainda”, afirmou. 

‘Good Omens’: Crowley e Aziraphale ganham destaque em novo pôster da 2ª temporada

Através do Twitter, a página oficial de ‘Good Omens‘ divulgou um novo pôster da 2º temporada, destacando os protagonistas Crowley (David Tennant) e Aziraphale (Michael Sheen).

Confira, junto com o trailer:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 28 de julho.

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A nova temporada também conta com o retorno de Jon Hamm, Derek Jacobi, Niamh Walsh, Mark Gatiss e Steve Pemberton.

A série baseada no aclamado romance de Neil GaimanTerry Pratchett.

Na trama, o fim do mundo está próximo e as pessoas se preparam para o juízo final. Mas o anjo Aziraphale e o demônio Crowley não estão nada animados com o final dos tempos. Agora, os dois se unem para tentar encontrar o anticristo e evitar que o apocalipse aconteça.

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‘The Walking Dead: Daryl Dixon’ ganha teaser trailer

A AMC divulgou o novo teaser de ‘The Walking Dead: Daryl Dixon‘, novo spin-off da franquia focado no personagem de Norman Reedus.

Confira:

Prevista para o segundo semestre de 2023, entre outubro e dezembro, a série se passará na França, mostrando um lado inexplorado do apocalipse zumbi.

David Zabel servirá como showrunner.

O elenco contará com Clémence Poésy, Adam Nagaitis, Anne CharrierEriq EbanoueyLaika Blanc Francard, Louis Puech Scigliuzzi Romain Levi.

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Chris Hemsworth comemora ‘Resgate’ e sua sequência no topo dos filmes MAIS ASSISTIDOS da Netflix; Confira!

Resgate 2‘ chegou ao catálogo da Netflix na última sexta-feira (16) e já está ocupando a 1ª posição entre os filmes mais assistidos da plataforma de streaming.

No novo filme, depois de sobreviver aos acontecimentos do primeiro filme, o mercenário Tyler Rake embarca em mais uma missão mortal: invadir uma prisão impenetrável para resgatar a família de um gângster georgiano impiedoso.

O sucesso foi tanto que o primeiro filme voltou a ganhar popularidade, subindo para a 2ª posição no TOP 10 do catálogo.

Em seu perfil do Instagram, o protagonista Chris Hemsworth não conteve o entusiasmo e comemorou a conquista, escrevendo:

“Put# merd#! Não posso agradecer a todos por fazerem ‘Resgate1 e 2 estarem nas primeiras posições na Netflix agora.”

Confira:

 

Lembrando que o diretor Sam Hargrave confirmou recentemente que, neste momento, a história de ‘Resgate 3‘ já está em desenvolvimento na Netflix.

No entanto, a produção do terceiro filme aguardará a recepção do público ao segundo antes de receber sinal verde.

Em uma entrevista ao BroBible, Hargrave compartilhou sua empolgação com o projeto, dizendo: “Estamos meio que esperando para ver como esse filme [Resgate 2] será recebido. Todos estão com os dedos cruzados.”

Ele revelou que há uma história em desenvolvimento para o terceiro filme e acrescentou: “O que é exatamente? Não posso dizer, mas acredito que há outra aventura no horizonte para Tyler Rake.”

Assista ao trailer de ‘Resgate 2‘:

O longa-metragem alcançou uma impressionante aprovação de 77% no popular site agregador de críticas Rotten Tomatoes. Para efeito de comparação, o primeiro filme da franquia está com 67% de aprovação.

Confira algumas avaliações:

“Não há história, riscos e humanidade na sequência de Sam Hargrave para seu filme de 2020. Mas como ação pura e brutal, é inegavelmente impressionante.” – TV Guide

“Sobrecarregado por sua fanfarronice, ‘Resgate 2’ é apenas uma bagunça barulhenta e assustadora disfarçada de escapismo gratificante.” – New York Times

“A sequência aumenta a ação, o que torna o resto do filme ainda mais inútil.” – Inverse

“Basta dizer que, se você gostou de ‘Resgate’, vai se divertir muito com este, que, no típico estilo de franquia, estoura tentando superar seu antecessor.” – The Hollywood Reporter

“O primeiro filme foi divertido o suficiente, mas este novo é apenas cinicamente sobre ‘resgatar’ o dinheiro.” – The Guardian

“‘Resgate 2’ oferece uma história previsível e despretensiosa que é fácil de seguir, turbulência emocional mínima e alguns visuais atraentes para nos manter viciados.” – Screen Rant

Dirigido por Sam Hargrave, o filme é baseado na graphic novel Ciudad, escrita por Ande Parks a partir de uma história do próprio autor com Joe Russo e Anthony Russo.

A atriz Golshifteh Farahani também retorna para a sequência, que ainda conta com Daniel Bernhardt e Tinatin Dalakishvili no elenco.

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EXCLUSIVO! Edmilson Filho, Aline Campos e Carol Castro no cartaz da comédia ‘Férias Trocadas’

O CinePOP acaba de divulgar, com EXCLUSIVIDADE, o cartaz oficial do longa ‘Férias Trocadas‘, nova comédia de Bruno Barreto (‘Flores Raras” e ‘Crô: O Filme”), protagonizada por Edmilson Filho (“Cine Holliúdy”). A distribuição é da Paris Filmes.

Confira:

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No filme, o ator aparece em dose dupla, nos papeis de Zé e Edu, dois homens que se chamam José Eduardo Santos e são absolutamente diferentes. Por coincidência, seus destinos se cruzam quando eles viajam no mesmo dia para o mesmo local. O elenco conta também com Carol Castro (‘Veneza” e ‘Um Suburbano Sortudo”), Aline Campos (‘Os Farofeiros”), Klara Castanho (‘Tudo por um Popstar”), Matheus Costa (‘Derrapada”) e o humorista Gustavo Mendes. A produção é da Paris Entretenimento e a distribuição da Paris Filmes, com estreia prevista para 12 de outubro nos cinemas.

Na produção, filmada em Cartagena, os dois ‘Josés Eduardos Santos’ viajam no mesmo voo para Cartagena, na Colômbia, com as famílias, que têm estilos e classes sociais bem diferentes. Zé é dono de uma escolinha de futebol e tira a sorte grande: ganha numa rifa passagem e hospedagem para viajar com a mulher Suellen (Aline Campos) e a filha blogueira Rô (Klara Castanho). A ideia é comemorar o aniversário de Suellen fora do Brasil e na primeira viagem internacional da família. Já Edu é um empresário bem-sucedido, engomadinho e cheio de preconceitos que vai sair de férias com sua esposa Renata (Carol Castro) e o filho tik toker João (Matheus Costa).

A confusão começa quando os dois, por engano, trocam de hospedagem. Zé chega com a família no desembarque, encontra o motorista de Edu com uma placa em seu nome e vai parar no hotel de luxo. Já Edu acaba na pousada simples de Zé. As famílias vivem experiências totalmente inusitadas, mas que podem acabar unindo as duas ainda mais.

O ator Edmilson Filho também assina o roteiro do longa junto a Bia Crespo, Juliana Araripe e Otávio Martins, com colaboração de Dario Pato, baseado na ideia original de Bia Crespo.

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Fotos: 

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‘Asteroid City’: Imagens nos levam aos BASTIDORES do novo filme de Wes Anderson; Confira!

Asteroid City, novo filme do aclamado realizador Wes Anderson (‘O Grande Hotel Budapeste’, ‘A Crônica Francesa’), chega em breve aos cinemas nacionais e, agora, a Universal Pictures divulgou duas imagens de bastidores inéditas do projeto.

Confira:

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 86% de aprovação, com nota 8.30/10 baseada em 21 reviews. No entanto, conforme mais exibições para a imprensa foram acontecendo, o filme caiu para uma aprovação de 74%, a mais baixa de um filme de Wes Anderson no site.

Veja os principais comentários:

Wes Anderson retorna com um de seus filmes mais deslumbrantes, ricos e autorreflexivos até hoje, trazido à vida por um elenco de todos os tempos” – Little White Lies.

“Embora pareça leve como um suflê, é uma comida mais substancial do que Anderson tem servido recentemente” – London Evening Standard.

“É uma coisa muito boa para os fãs do cineasta, que adoram a narrativa idiossincrática de Anderson, o elenco peculiar e o design de produção obsessivo” – Toronto Star.

Asteroid City lembra que Anderson continua sendo o que sempre foi, apesar do que os irmãos da IA ​​podem fazer você acreditar: completamente inimitável” – Daily Telegraph.

“Anderson visita novas fronteiras com um contato imediato de grau peculiar, mantendo sagacidade, capricho e sabedoria astuta em equilíbrio flexível” – Total Film.

O longa é descrito como uma meditação poética do significado da vida. A história gira em torno de uma deserta cidade estadunidense em meados de 1950 e foca em uma convenção chamada Junior Stargazer, que reúne estudantes e pais ao redor do pais para uma competição escolar.

O estelar elenco é formado por Jason Schwartzman, Scarlett Johansson, Tom HanksJeffrey Wright, Tilda Swinton, Bryan Cranston, Ed Norton, Adrien Brody, Liev Schreiber, Hope Davis, Stephen Park, Rupert Friend, Maya HawkeSteve Carell, Matt Dillon, Hong Chau, Willem DafoeMargot Robbie, Tony Revolori, Jake Ryan, Grace Edwards, Aristou Meehan, Sophia Lillis, Ethan Lee, Jeff Goldblum e Rita Wilson.

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O filme recebeu a classificação Rated-R nos EUA, o que significa que somente poderá ser visto por maiores de 17 anos. O detalhamento da restrição indica apenas “Breve nudez gráfica”. O diretor, os produtores e a distribuidora do filme devem recorrer para tentarem abaixar a alta classificação visando uma melhor bilheteria.

O longa é baseado em uma história criada por Anderson e Roman Coppola.

Garoto quer ser um grande MC no novo clipe da comédia musical ‘O Melhor do Mundo’; Confira!

Disney+ divulgou um clipe inédito de O Melhor do Mundo, sua mais nova comédia musical.

O longa chega à plataforma de streaming no dia 23 de junho.

Confira, junto ao trailer:

O filme é dirigido por Rosham Sethi.

Navegando pelas tumultuadas dificuldades da adolescência, o gênio da matemática Prem Patel, de 12 anos, descobre que seu pai recentemente falecido era um rapper famoso e imediatamente começa a seguir uma carreira para si mesmo como uma estrela do rap. Embora suas ações possam parecer imprudentes e a maneira mais rápida de perder tudo, Prem, fortalecido por fantasias imaginativas movidas a hip-hop onde ele se apresenta com seu pai, está determinado a descobrir se a música realmente está em seu DNA. Afinal, como seu pai sempre dizia, “os melhores do mundo nunca descansam”.

Manny Magnus estrela como Prem.

Utkarsh AmbudkarPunam PatelJake ChoiMax MalasPiper WallaceKayla NjeriDorian GiordanoKathryn GreenwoodChristopher JacksonDoug E. Fresh completam o elenco.

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‘Riverdale’: Betty e Veronica dão uma festa do pijama na prévia do episódio 07×12; Confira!

A CW divulgou a prévia oficial de “After the Fall”, décimo segundo episódio da 7ª (e última) temporada de ‘Riverdale‘.

Na trama, “Archie e Reggie se apoiam um no outro conforme se preparam para um grande jogo de basquete contra a Stonewall Prep. Enquanto isso, conforme eles lidam com problemas contínuos com os pais, Betty e Veronica decidem dar uma festa do pijama com Kevin e Clay”.

O capítulo vai ao ar no dia 21 de junho.

Confira:

O ciclo final estreará oficialmente no dia 29 de março.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

Na trama da última temporada, Jughead Jones se encontra preso nos anos 50. Ele não tem ideia de como foi parar lá, nem como voltar ao presente. Seus amigos não podem ajudar, uma vez que eles estão vivendo vidas aparentemente autênticas – sem lembranças de terem vivido em outra época.

O elenco conta com KJ Apa, Lili Reinhart, Camila Mendes, Cole Sprouse, Madelaine Petsch, Casey Cott, Charles Melton, Vanessa Morgan, Drew Ray Tanner, Mädchen Amick e Erinn Westbrook.

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‘FUBAR’: Assista aos HILÁRIOS erros de gravação da série de espionagem com Arnold Schwarzenegger!

Netflix divulgou um novo vídeo promocional de FUBAR, série de comédia de ação estrelada por Arnold Schwarzenegger, mostrando os hilários erros de gravação da temporada de estreia.

Lembrando que a produção já foi renovada para um segundo ciclo.

Confira:

A atração marca a estreia do astro em séries de TV, interpretando um agente secreto da CIA prestes a se aposentar.

No entanto, seus planos vão por água abaixo quando ele descobre um segredo de família que vai mudar sua vida, obrigando-o a voltar para o campo de batalha.

Na trama, Luke (Schwarzenegger) e sua filha (Monica Barbaro) descobrem que ambos têm trabalhado em segredo para a CIA há anos. Ao perceber que todo o seu relacionamento é uma mentira e que eles não se conhecem de verdade, a dupla é forçada a trabalhar junta em uma missão cheia de ação, humor e espiões.

O elenco ainda contará com Adam Pally, Jay Baruchel, Aparna Brielle, Andy Buckley, Milan Carter, Fortune Feimster, Barbara Eve HarrisGabriel Luna, Fabiana Udenio e Travis Van Winkle.

Phil Abraham (‘Mad Men’ e ‘Demolidor’) será responsável pela direção do episódio piloto, além de também servir como produtor executivo do projeto.

A série foi criada por Nick Santora (‘Reacher’).

Além de estrelar, Schwarzenegger também serve como produtor executivo ao lado de Adam Higgs, Scott Sullivan, David Ellison, Dana Goldberg e Bill Bost.

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‘Rebel Moon’: Épico sci-fi de Zack Snyder ganha INCRÍVEL cartaz oficial; Confira!

Intitulado ‘Rebel Moon‘, o ambicioso sci-fi de Zack Snyder (‘Liga da Justiça’) ganhou um belíssimo cartaz oficial.

A produção será lançada na Netflix no dia 22 de dezembro.

Confira:

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Tropas comandadas por forças tiranas ameaçam acabar com a paz de uma colônia localizada nos confins de uma galáxia, e Kora (Sofia Boutella), uma jovem com um passado misterioso, passa a ser a esperança de sobrevivência de todos. Com a missão de encontrar guerreiros de outros planetas que possam ajudar a defender a colônia, Kora monta um pequeno grupo formado por forasteiros, rebeldes, camponeses e órfãos de guerra com algo em comum: a necessidade de redenção e vingança. Com a sombra de um reino se aproximando da mais improvável das luas, uma batalha que decidirá o futuro de uma galáxia se iniciará, dando origem a um exército de heróis.

Snyder reuniu diversos nomes que já colaboraram com ele em seus filmes, como Ray Fisher, o Ciborgue de ‘Liga da Justiça’, e Jena Malone, a Rocket de ‘Sucker Punch‘.

Além disso, o cineasta convidou astros de destaque, incluindo o vencedor do Oscar Anthony Hopkins (‘O Silêncio dos Inocentes’) e o indicado ao Oscar Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’).

Confira o elenco completo:

Sofia Boutella (‘A Múmia’) será Kora, uma ex-membro do “Imperium”, que agora vive na lua Vedt e monta uma equipe para enfrentá-los.

Charlie Hunnam (‘Sons of Anarchy’) será Kai; descrito como o “piloto de nave Mercenária”.

Michiel Huisman (‘Game of Thrones’) será Gunnar; um fazendeiro recrutado para a causa.

Hounsou será o General Titus.

Staz Nair (‘Supergirl’) será Tarak; um ferreiro trabalhando para pagar uma dívida como servo contratado, anteriormente comparado a Tarzan.

Doona Bae (‘A Viagem’) será Nemesis, descrito como “mestre da espada”, e que se revela como metade homem, metade máquina.

Fisher e Cleopatra Coleman (‘Dopesick’ serão Darrian e Devra, irmãos lutadores que se juntam à resistência.

E. Duffy (‘Girlfriends’) será Milius; o último membro do grupo reunido.

Malone é descrita apenas como “um ser-aracnídeo etéreo”, enquanto Hopkins será “um robô ornamentado com séculos de idade chamado Jimmy”.

Ed Skrein (‘Deadpool’) será o Almirante Noble.

Fra Fee (‘Gavião Arqueiro’) será o Regente Balisarius

Outros membros do elenco também foram confirmados para o filme, ou talvez sua sequência, mas ainda não tiveram os detalhes de seus personagens confirmados, incluindo: a novata Charlotte Maggi, Sky Yang (‘Halo’), Corey Stoll (‘Homem-Formiga 3’), Cary Elwes (‘A Princesa Prometida’), Alfonso Herrera (‘O Exorcista’), Rhian Rees (‘For All Mankind’) e Ray Porter, que dublou o Darkseid em ‘Liga da Justiça‘.

Em entrevista exclusiva à Vanity Fair, Snyder confirmou que o filme será lançado em duas partes, cada uma delas contando com dois cortes diferentes: um PG-13 (adequado para maiores de 13 anos) e outro Rated R (restrito para maiores de idade).

“Um corte é um filme que qualquer um pode assistir e curtir. O outro é mais explícito e é estritamente para adultos. Acho que esse segundo corte será mais divertido para os meus fãs e para as pessoas que estão preparadas para um mergulho mais profundo e intenso”, afirmou Snyder.

Rebel Moon inicialmente foi concebido como um único filme de mais de três horas. No entanto, a Netflix solicitou a divisão em duas partes, baseando-se na constatação de que “por algum motivo, filmes com cerca de duas horas têm um desempenho melhor no streaming”.

Confira as imagens divulgadas:

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Além de dirigir, Snyder assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead’) e Kurt Johnstad (‘300’).

Rebel Moon‘ é descrito como uma grande aventura de fantasia que segue uma jovem enigmática vivendo em uma colônia pacífica nos arredores da galáxia. Ela recebeu a tarefa de encontrar guerreiros que possam se defender de uma invasão iminente do despótico regente Balisarius.

O elenco inclui Sofia Boutella, Charlie Hunnam, Djimon Hounsou, Ray Fisher, Doona Bae, Jena Malone, Staz Nair, E. Duffy e Michiel Huisman.

Snyder desenvolveu o projeto pela primeira vez como uma proposta para o universo ‘Star Wars‘ que antecedeu a aquisição da Lucasfilm pela Disney em 2012. Como as negociações não avançaram, Snyder o transformou em sua propriedade intelectual.

‘Anônimo’: Filme de ação com Bob Odenkirk já está disponível no Star+!

Bob Odenkirk as Hutch Mansell in Nobody, directed by Ilya Naishuller.

O thriller ‘Anônimo‘ (Nobody), estrelado por Bob Odenkirk (‘Better Call Saul’), já está disponível no Star+.

A produção foi lançada no último dia 09 de junho na plataforma de streaming.

Na trama, Odenkirk interpreta Hutch Mansell, um esposo e pai de família pacato e que tende a passar despercebido por aqueles que o cercam. Tudo muda quando dois ladrões invadem sua residência em uma noite, incendiando uma ira até então desconhecida nele, levando-o a um caminho brutal que irá revelar alguns segredos obscuros com os quais ele lutou a vida inteira para deixar para trás.

Relembre o trailer:

O longa é dirigido por Ilya Naishuller, o mesmo responsável por ‘Hardcore: Missão Extrema‘.

Christopher LloydConnie Nielsen também fazem parte do elenco. Derek Kolstad (John Wick) assina o roteiro.

O longa de ação é produzido por Odenkirk ao lado de Kelly McCormick (‘Atômica‘ e ‘Deadpool 2‘) e David Leitch (‘Deadpool 2 e ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw).

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‘The Idol’: Família é para sempre na prévia oficial do 4º episódio; Confira!

The Idol, série criada por Sam Levinson (‘Euphoria’) e estrelada por The Weeknd e Lily Rose-Depp, já estreou na HBO Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou a prévia oficial do 4º episódio.

Intitulado “Used and Abused”, o capítulo vai ao ar no próximo dia 25 de junho.

Confira:

A trama acompanha um guru de autoajuda e líder de um culto contemporâneo que entra em um relacionamento complicado e perigoso com uma estrela da música em ascensão.

Após a exibição de seus primeiros episódios em Cannes, a produção alcançou apenas 27% de aprovação da crítica especializada no Rotten Tomatoeso que representa a PIOR média da história para uma série original da HBO.

Para termos de comparação, as únicas outras séries “podres” da emissora foram ‘The Nevers‘ (49%) e ‘A Mulher do Viajante do Tempo‘ (38%) – e nenhuma das duas ganhou uma segunda temporada.

Os críticos destacaram que ‘The Idol‘ é extremamente exagerada quanto ao seu conteúdo sexual e nudez, sendo incapaz de sustentar uma narrativa rodeada de clichês com o intuito de apenas chocar o telespectador.

Confira algumas avaliações:

“‘The Idol’ carece da autoconsciência necessária para ser muito de qualquer coisa, na verdade. É a extensão da autoconfiança equivocada de uma estrela da música sobre suas credenciais de estrela de cinema em potencial. Resumindo, é grosseiro, nojento e sexista.” The Playlist.

“O que Levinson percebe como provocativo e subversivo é bastante decepcionante. Como pode um programa com tanta nudez, sexo e erotismo ser tão sem graça?”Collider

“O roteiro parece calculado para enganar o público fazendo-o pensar que está observando como Hollywood funciona, quando muito disso se resume a clichês espalhafatosos.”Variety

“Levinson aplica sua direção eficiente e elegante a cada cena. Algumas delas têm impulso, outras são contraditórias e a maioria delas é confusa. Isso faz você se perguntar se, ao tentar tanto ser transgressivo, o programa acaba se tornando regressivo.”The Hollywood Reporter

“O conteúdo de Levinson não é para todos – e muitas vezes não para mim – mas ‘The Idol’ oferece entretenimento regular o suficiente para equilibrar seu floreio agressivo e a arrogância de suas ambições temáticas.”Vanity Fair

The WeekndSam LevisonReza Fahim são os co-criadores e produtores do show.

Suzanna SonMelanie LiburdTunde AdebimpeSreve ZissisTroye SivanElizabeth Berkley LaurenNico HiragaAnne Heche completam o elenco.

Joseph Epstein entra como showrunner e roteirista principal da obra.

A 1ª temporada será composta por seis episódios.

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‘O Diabo Veste Prada’ envelheceu como um bom vinho…

Ah… O Diabo Veste Prada… O mundo da moda é um dos poucos com uma gama extensa de infinitas possibilidades a serem exploradas. Desde que o homem aprendeu a se enxergar como um ser autossuficiente e dotado de personalidade, a maior forma de expressão com o qual conseguiu de identificar foi através do vestuário: e a história das roupagens e dos trajes dita, ao mesmo tempo, as regras socioeconômicas de determinada época, correlacionando-se a um pano muito maior do que se pensa, além de servir como principal fator para a diferença abismal entre as castas sociais.

Entretanto, apesar das duras críticas que são feitas acerca dessa indústria multibilionária, é inegável dizer que ela dá margem a aspirações, desejos, ambições, permitindo o constante fomento do ser humano de ser qualquer pessoa que bem desejar apenas por portar um símbolo de seu individualismo.

‘O Diabo Veste Prada 2’ ultrapassa US$ 600 milhões nas bilheterias mundiais

Não é nenhuma surpresa que essa vertente artística seja uma das principais a serem exploradas ao máximo pelo cinema, pela televisão e pela literatura – e se os esforços de Ryan Murphy para recontar os eventos acerca da morte de Gianni Versace partem de uma premissa dramática e verídica, David Frankel já havia nos fornecido uma perspectiva tão crível quanto, mas se valendo de doses muito equilibradas de humor, drama e uma ácida ironia crítica com uma das obras mais adoráveis da contemporaneidade: O Diabo Veste Prada.

Baseado no romance homônimo de Lauren Weisberger – e de forma inesperada em suas próprias experiências profissionais -, a narrativa traz figuras que se tornariam icônicas e até mesmo idolatradas por grande parte do público apaixonado por comédias românticos e jornadas de superação. O resultado não é apenas satisfatório, como transforma o escopo arquitetado por ambos o cineasta e a autora em um microcosmos deliciosamente perigoso e envolvente.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Revelado quanto Meryl Streep, Anne Hathaway e Emily Blunt receberam pelo longa; Confira!

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O gosto agridoce do poder e do sucesso é um dos principais temas a girarem em torno da protagonista da história. Iniciando-se com uma sequência quase surreal na qual inúmeras mulheres com corpos esculturais e dotadas de uma beleza magnífica e artificial, é justamente o rosto de Andrea “Andy” Sachs (interpretada pela carismática Anne Hathaway) que se destaca, seja por sua personalidade dissonante, seja pelo naturalismo exacerbado que sua despreocupada personalidade se propõe a mostrar aos outros. É claro que, a priori, ela não se encontra mergulhada na competitiva indústria da moda – inclusive reafirma através de breves e sedutores monólogos o quão vazio ela acha essa vertente artística, principalmente por considerá-la extremamente manipuladora.

Mesmo assim, Andy está inserida em um contexto vivido pela maioria das pessoas: a forma irônica com que o destino trabalha. Não é surpresa, levando essa premissa em consideração, que seu promissor currículo como jornalista recém-formada caia nas mãos do empresário Irv Ravitz (Tibor Feldman), responsável pela firma editorial Elias-Clark. O grupo independente é reconhecido por ser um dos mais viscerais do mundo editorial e por sua expansiva gama de temas e abordagens – e seu nome é sustentado pela revista de moda Runway, uma das mais conhecidas globalmente e que inclusive possui filiais em diversos países, incluindo a capital da moda, Paris. A personalidade despojada e kitsch da personagem principal logo é percebida até mesmo com certo receio; sua autoestima e força de vontade funcionam como um paradoxo a ser analisado com exímia cautela, ainda mais durante o primeiro encontro entre ela e a egocêntrica primeira-assistente Emily (Emily Blunt).

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O confronto ideológico entre as duas também serve como base para todo o desenrolar da narrativa e para a concepção de arcos de redenção e de amadurecimento que permeiam cada uma das figuras do longa-metragem. Emily tornou-se responsável por escolher a segunda-assistente da diretora da revista, mas até agora não conseguiu achar alguém à altura de substituí-la, visto que foi recentemente promovida. Mas sua habilidade em se mostrar para os outros não é de forma alguma intimidadora para Andy, a qual observa o seu possível futuro local de trabalho com uma mistura de pavor e reverência, evidenciada pelo uso de cores explosivas e quentes em contraste com seu figurino desbotado e bem mais sutil.

Frankel já demonstra suas habilidades de criação atmosférica logo no primeiro ato, com sequências filler e de continuidade que se repetem de forma quase cronológica ao longo da obra. O mais incrível, sem dúvida, é também sua capacidade de não cair na monotonia, e sim em uma fluidez inenarrável que garante a fidelidade catártica da audiência para os personagens e para a trama. Essa concretização já ocorre com a chegada da enigmática e severa Miranda Priestly (Meryl Streep em um de seus melhores papéis): sua expressão blasé é o fator que lhe tira a humanidade e a coloca num pedestal divino a ser idolatrado e temido ao mesmo tempo. Ora, o público segue os mesmos passos de Andy dentro da companhia multibilionária com a chegada de Miranda à sua própria sede, tentando entender o pânico que se alastra pelos corredores e para cada um dos funcionários, os quais são forçados a abandonar seus momentos de prazer – como comer ou vestir sapatos confortáveis – e retornar para o impecável mundo da haute-couture.

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A “encarnação do diabo” é uma metáfora muito bem posta nas páginas do romance assinado por Weisberger e não poderia ter sido melhor traduzida para sua adaptação cinematográfica. O título logo é compreendido pela monumental presença de Streep em cada uma das construções cênicas – e sua primeira aparição é adornada com uma bolsa Prada de valor inestimável e que já mostra sua afeição pelo luxo. Miranda não tem papas na língua, mas nunca desce do salto ou perde a compostura: ela se mantém em uma incrível linearidade tonal, recusando-se a aumentar a voz para falar com suas subordinadas e poupando-se de palavras extras para expressar seu constante descontentamento. “É só isso” emerge como um de seus bordões mais relembrados, principalmente por seguir uma série de pedidos ininteligíveis, vagos e cômicos pelas razões erradas.

Não podemos deixar de sentir compaixão pela completa falta de senso de Andrea dentro dos iluminados e impecáveis corredores da Runway. Ela é contratada sem nenhuma premeditação e, assim que pisa com seus sapatos de terceira idade na sala de sua chefe, mergulha em um tour-de-force que é ao mesmo tempo real e inadmissivelmente prazeroso de ser acompanhado. Sua jornada em busca de reconhecimento e até mesmo da reiteração de sua individualidade, outrora movida pela passagem por aquela revista até conseguir escalar para seu sonho de consumo (o The New York Times), é bombardeada por uma série de imposições demandadas por Miranda – uma versão carne e osso da ácida Cruella de Vil.

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Andy talvez seja uma das protagonistas menos incômodas das comédias românticas atuais. Ela foge aos paradigmas, ainda que sofra com o peso das suas escolhas em relação ao namorado Nate (Adrian Grenier) e aos amigos Lily (Tracie Thoms) e Doug (Rich Sommer), e representa uma investida ao empoderamento feminino no tocante à preferência pelo trabalho e à total dedicação ao mundo corporativo que manter-se em uma zona de conforto familiar. Mesmo assim, o filme preza por mostrar os dois lados de uma mesma moeda e, como é de se esperar, a protagonista eventualmente se funde àquilo que mais criticava, percebendo como a cultura iconográfica é realmente importante até mesmo para o progresso de uma sociedade inteira.

Sua completa falta de tato para questões da alta-costura pode ser encarada com desprezo tanto por Miranda quanto por Emily, mas é a irreverente e sonhadora personalidade de Nigel (Stanley Tucci) que insurge como a figura do guardião mais inesperada possível. Ele lhe apresenta os deliciosos e quase orgásmicos momentos da prova de roupas e do encontro de um estilo próprio, o qual serve de deleite para os olhos. A transição de uma mulher rebelde para as modelos inspiradoras para as capas da revista vem num plano-sequência magnífico e perscrutado pela atemporalidade de Vogue, música cantada por Madonna e que preza pela beleza e pela arte.

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Em se tratando de uma tour-de-force, Andy obviamente irá passar por inúmeros obstáculos. Além dos enfrentados dentro da editora, ela também lida com a pressão que sofre por seus relacionamentos mais íntimos de voltar a perseguir o que sempre sonhou ao mesmo tempo em que admite sua fragmentação: a protagonista passa a adorar o ambiente em que vive, as conexões que faz e as infinitas portas que finalmente se mostram abertas em seu futuro – incluindo a de um perigoso romance que toma forma entre ela e o charmoso escritor e jornalista Christian Thompson (Simon Baker). Mas o mais inesperado e incrível é a afeição às avessas que começa a cultivar por Miranda, respeitando sua história, sua trajetória e entrando em alguns conflitos silenciosos a respeito de seu tratamento para com as outras pessoas.

‘O Diabo Veste Prada’ e os filmes que fazem IMERSÃO no universo da Moda!

C’MON, VOGUE

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Se Hathaway rouba a cena, Streep faz mágica. É inegável dizer que a atriz, conhecida por sua versatilidade, conseguir entregar uma rendição emocionante da personagem inspirada por uma das reais chefes de Weisberger quando esta trabalhava em uma prestigiada revista de moda. E aqui, Miranda Priestly é o suprassumo do mundo da moda, um nome temido, como supracitado, mas que deve ser tratado com o respeito que tanto merece, principalmente por ter feito para essa indústria visceral o que muitos consideraram impossível – incluindo o lançamento de nomes que viriam a se tornar extremamente famosos dentro de poucos anos.

Opinião | ‘O Diabo Veste Prada’ mudou a cultura pop para sempre

Como já foi dito, sua presença é majestosa. Os diálogos tão bem traçados e colocados sobre a suposta “vilã” da narrativa são simples, humildes, porém dotados de um impacto chocante que apenas reafirma sua superioridade perante a mortandade do restante dos personagens. Ela é vista como o demônio em saltos, e não é por qualquer coisa: desde sua primeira aparição até os momentos finais, sua expressão endurecida não deixa transpassar de forma redundante o que realmente sente, preferindo manter-se dentro de sua bolha e dizer através de duras e ácidas palavras o que ela espera de seus empregados e como tudo deve estar na mais perfeita ordem.

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As sequências que trazem como foco o profissionalismo da editora-chefe são equilibradas com um senso dramático e cômico imprescindíveis para a fluidez do longa. Ela não mede esforços para diminuir, por exemplo, a falta de compreensão da recém-contratada assistente acerca da escolha de dois cintos que parecem realmente muito idênticos: nesse momento, Streep vale-se até mesmo de uma investida mais teatral, arregalando os olhos momentaneamente antes de despejar seu monólogo verborrágico sobre as diferenças da cor azul para uma desesperada Andy. E isso se repete mais algumas vezes e não apenas com ela, mas sim com a “incompetência” de seu time criativo que não consegue enxergar além da caixa na qual estão enfurnados.

Isso tudo parece muito endossado até meados do segundo ato, durante o qual passamos por uma brusca mudança de cenário. Auxiliado pela dialógica fotografia de Florian Ballhaus, é notável como a opção por uma luz dura é diretamente proporcional à ambiência atmosférica arquitetada por Frankel: cada uma das peças dispostas nas construções cênicas é dotada de personalidade, até mesmo as inanimadas, reafirmando o conceito de idolatria iconográfica defendida pelos funcionários da Runway. Andrea não compreende a grandiloquência daquilo tudo, mas logo se vê rumo a um arco de epifania que a permite compreender até mesmo a personalidade intransigente de sua chefe.

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A estética logo muda para algo mais intimista quando a protagonista leva a última versão atualizada da revista para a casa da editora-chefe. A coercitividade da iluminação logo é substituída pela amálgama entre personagens e cenário. Aqui, deflagra-se um dos maiores medos enfrentados por Miranda – o medo de sua família ser destruída por sua carreira: a lividez de tons mais quentes é trocada por cores mais neutras e frias, como o roxo, o marrom e até mesmo o branco, que mostram os traumas nos quais ela se vê presa e deseja sair o mais rápido possível ao retornar para a segurança e o controle do império que construiu.

Sua personalidade inabalável encontra uma mortal barreira conforme chegamos ao final do filme. Assim que Andy finalmente se transforma naquilo que mais temia, andando numa corda-bamba que a leva a viajar para Paris juntamente à sua chefe e assemelhando-se cada vez mais a um cachorrinho de estimação, ela percebe que todos os esforços aos quais se para manter-se fiel aos valores que sempre defendeu não valeram de absolutamente nada. Em uma sequência dominada pela tensão ideológica e ambientada dentro de uma limusine, Miranda mostra como todas as escolhas que obrigou à sua subordinada realizar na verdade foram feitas dentro de um escopo de livre-arbítrio involuntário, o qual mostrou a verdadeira natureza e ambição da protagonista. “Todos querem ser nós”, ela declara para uma consternada Andrea Sachs que não se reconhece mais.

Em se tratando de um filme cuja base é a moda, o figurino escolhido pelas hábeis mãos de Patricia Field obviamente não funcionariam apenas como vestimentas, mas sim como símbolos metafóricos das emoções dos personagens. A narrativa é sensorial, e esse envolvimento, ao invés de ser retratado pela trilha sonora, por exemplo, encontra um espaço de grande exploração com os trajes, os quais, além de representarem uma ode à alta-costura, também funcionam como paródias das tendências que marcaram época e dos sacrifícios feitos dentro desse cosmos para que o tão sonhado renome seja alcançado.

A FALSA FRIVOLIDADE

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Se tem uma coisa que O Diabo Veste Prada nos ensina é que há muito mais do que a superfície nos mostra. Essa obra não apenas nos fala sobre a importância da moda para o ser humano e como ela está diretamente relacionada aos desejos mais íntimos de qualquer indivíduo, mas também serve como uma sutil e deliciosa crítica para aquilo que compreendemos como sacrifício e sonho. Desde a criação de seus personagens até a progressão narrativa, essa comédia romântica às avessas é digna de ser relembrada por vários e vários anos.

De qualquer forma, o longa nos mostra como a moda é frequentemente considerada superficial, resultado de seu inerente caráter efêmero. Deveria ser reconhecida como uma indústria global que movimenta trilhões e emprega centenas de milhares de pessoas para satisfazer a necessidade de autoexpressão da era pós-moderna e a crescente demanda dos consumidores por novidades. Estamos todos sujeitos a ela, como escreveu Oscar Wilde com sua típica ironia em O Retrato de Dorian Gray’: “só os superficiais não julgam pelas aparências”.

‘The Righteous Gemstones’: 3ª temporada já está disponível na HBO Max!

A 3ª temporada da aclamada série The Righteous Gemstones finalmente chegou ao catálogo da HBO Max.

O novo ciclo estreou hoje, 18 de junho, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

A produção é estrelada por Danny McBride e John Goodman.

Na trama, McBride vive Jesse Gemstone, o filho mais velho e “herdeiro do trono” de uma família mundialmente conhecida pelo seu trabalho televangelístico, “com uma longa tradição de desvios, ganância e trabalhos sociais, tudo feito no nome em prol do nome de Cristo” – conforme aponta a descrição oficial.

Goodman interpreta Eli, pai de Jesse, conhecido “mundialmente por suas técnicas agressivas de evangelização, seus ministérios espalhados pelo mundo e por seu premiado programa de TV semanal”. Na trama, “Jesse acaba se tornando independente no ramo na ministração, absorvendo tudo o que seu pai construiu e expandindo-o para uma audiência muito mais moderna”.

Edi PattersonAdam DeVineCassidy FreemanTony CavaleroTim BaltzSkyler GisondoWalton Goggins também fazem parte do elenco.

‘The Flash’: Zack Snyder revela que está “super animado” para assistir ao filme; Confira!

The Flash fez sua estreia oficial nos cinemas de todo o mundo nos últimos dias e, agora, o conhecido diretor Zack Snyder (‘Liga da Justiça’) revelou que está “super animado” para assistir ao longa-metragem.

Durante o evento TUDUM no Brasil, em que aproveitou para promover seu próximo projeto, ‘Rebel Moon’, Snyder contou que ainda não assistiu ao longa-metragem, mas que está ansioso para conferi-lo.

“Nós ainda não assistimos, vamos ver no próximo final de semana”, ele disse ao perfil @therealsupes. “Estou muito animado. Ezra [Miller], eu adoro ele. Tenho trocado mensagens com ele. Estou animado para ver [o filme]”.

De acordo com o The Hollywood Reporter, o desfecho original de ‘The Flash‘ teria sido muito diferente.

O site afirma que o final criado por Mike De Luca e Pam Abdy, executivos da Warner Bros, contaria com o retorno do Superman (Henry Cavill) e da Mulher-Maravilha (Gal Gadot).

A cena, que chegou a ser filmada e exibida em testes de exibição no ano passado, foi cortada para que o desfecho do filme se encaixasse melhor nos planos de James Gunn e Peter Safran, que estão construindo um novo universo cinematográfico para a DC.

Esta versão do desfecho foi criada durante um período conturbado nos bastidores da Warner Bros. Discovery, que estava tentando reestruturar o universo da DC, ao mesmo tempo em que tentava se afastar do universo criado pelo Zack Snyder.

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”.

Sasha CalleMichael ShannonRon LivingstonMaribel VerdúKiersey Clemons Antje Traue completam o elenco.

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É Muita NOSTALGIA! Relembre as Franquias que Mais Tiveram Filmes nos ANOS 80!

Todos nós temos nossos filmes favoritos da década de 80. A época é o paraíso dos nostálgicos. Quem viveu esses anos politicamente incorretos jamais esquecerá. Quando falamos de cinema, os anos 80 foram especiais porque foram a época em que o cinema entretenimento e seus blockbusters surgiram modificando para sempre a cena. Aqui, como você já deve ter visto pelo título iremos usar como tema mais uma matéria nostálgica da década de 80. A graça dessa nova lista é revelar quais foram as franquias que mais tiveram filmes durante os 80’s. Mas antes de começar, vamos a algumas regras no parágrafo abaixo.

Primeiro, para a lista não ficar imensa e interminável, levaremos em conta apenas as franquias que tiveram pelo menos três filmes, ou seja, um filme que teve apenas uma continuação não entrará na lista. Segundo, é preciso que todos os filmes de tal franquia tenham sido lançados na década de 80. Trilogias muito queridas como ‘De Volta para o Futuro’ e ‘Star Wars’ ficaram de fora, por exemplo, já que o primeiro ‘Guerra nas Estrelas’ é de 1977, e o terceiro ‘De Volta para o Futuro’ é de 1990. O mesmo vale para uma franquia que tenha um total de cinco filmes, mas se um deles tiver sido lançado antes ou depois dos anos 80 não será computado.

Outra regra é que todos os filmes precisam necessariamente ter sido lançados nos cinemas. Ou seja, se o primeiro filme foi para os cinemas e os demais tiveram lançamento em vídeo ou na TV, não serão contabilizados. Também não contaremos produções de baixo orçamento e de nível B do cinema, é preciso ter nomes de astros e estrelas, ou um grande estúdio bancando. Bem, acho que é tudo. Sem mais delongas, vamos a eles.

Indiana Jones / 3 Filmes

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É seguro dizer que nos anos 80 as três franquias ainda preferidas do grande público são ‘De Volta para o Futuro’, ‘Star Wars’ e ‘Indiana Jones’. No entanto, diferente das outras duas, a franquia do arqueólogo mais famoso do cinema teve três filmes lançados na década, em 1981, 1984 e 1989. Esse mês aguardamos ansiosos a volta de Harrison Ford em ‘A Relíquia do Destino’, o quinto filme.

Superman / 3 Filmes

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O universo DC será “rebootado” em breve com a liderança de James Gunn para arrumar a casa na Warner. Voltando para os anos 80, nos deparamos com o primeiro grande filme de super-herói do cinema e a primeira grande franquia do gênero, com os longas ‘Superman’, com Christopher Reeve. Sim, essa franquia teve quatro filmes, mas como o primeiro é de 1978, não iramos contar (como explicado na regra). Assim sobram as três continuações seguintes, de 1980, 1983 e 1987.

Karatê Kid / 3 Filmes

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A franquia ‘Karatê Kid’ voltou com tudo graças ao sucesso da série ‘Cobra Kai’ (que lança sua sexta e última temporada este ano) e ainda promete mais um filme nos cinemas no ano que vem. Como sabemos, tudo começou em 1984, com a primeira aventura de Daniel ‘San’ e o Sr. Miyagi, personagens icônicos daquela década, e suas duas continuações, em 1986 e 1989. Sim, tivemos um quarto filme, mas foi em 1994.

Rambo / 3 Filmes

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Outro personagem icônico nascido nos anos 80, Rambo se tornou o segundo papel mais marcante da carreira do astro Sylvester Stallone, atrás somente do pugilista Rocky Balboa. E enquanto ‘Rocky’ possui nada menos que seis filmes e três derivados (agora com a sub-franquia ‘Creed’), ‘Rambo’ chegou à marca de cinco filmes em 2019. Mas quando falamos apenas dos anos 80, Rambo é quem pega a liderança, já que Rocky teve apenas dois filmes lançados na época (o três e o quatro), enquanto Rambo teve uma trilogia completa, em 1982, 1985 e 1988.

Férias Frustradas / 3 Filmes

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Essa franquia cômica da Warner marcou a carreira do icônico Chevy Chase, se tornando o filme pelo qual é mais lembrado. Esse ano, o primeiro ‘Férias Frustradas’ está completando 40 anos de sua estreia, e está disponível na HBO Max para todos comemorarem esse aniversário especial – assim como toda a franquia, num total de cinco filmes. Para a matéria no entanto, só os três primeiros, lançados nos anos 80, irão contar – em 1983, 1985 e 1989.

Poltergeist / 3 Filmes

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Poltergeist’ é um dos filmes de terror mais queridos dos anos 80, e o motivo para isso é que reuniu duas verdadeiras lendas do cinema atrás das câmeras: o produtor Steven Spielberg (que dizem que dirigiu muito do longa) e o diretor Tobe Hooper. Aliás, ‘Poltergeist’ é um destes filmes tão marcantes, que acabou por eclipsar totalmente suas continuações – com grande parte do público simplesmente ignorando-as. Mas elas existem, produzidas pela mesma MGM e com grande parte do mesmo elenco, formando uma trilogia em 1982, 1986 e 1988.

Desejo de Matar / 3 Filmes

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Hoje, a premissa do homem comum que pega numa arma e resolve fazer justiça com as próprias mãos pode não ser vista da mesma forma, tendo forte conotação politicamente incorreta. Mas nos anos 70 e 80 esse tipo de insatisfação social contra o crime era um enredo muito celebrado. Esse se tornou um dos pilares da filmografia de Charles Bronson com a franquia ‘Desejo de Matar’, que começou em 1974. A saga do arquiteto Paul Kersey continuou em 1982, 1985 e 1987. E ainda ganharia um quinto filme em 1994 e uma refilmagem – que não foram contados.

Braddock / 3 Filmes

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Seguindo muito de perto a premissa do segundo ‘Rambo’, o Coronel James Braddock de Chuck Norris era justamente isso, um veterano de guerra que volta ao Vietnã para resgatar prisioneiros americanos ainda mantidos no país. Mesmo sendo uma cópia deslavada do personagem de Stallone, Braddock serviu para fazer a carreira do durão Norris e ganhou nos anos 80 nada menos que três filmes: em 1984, 1985 e 1988.

Porky’s / 3 Filmes

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Outro que talvez não resista ao teste do tempo nessa era politicamente correta em que vivemos, ‘Porky’s’ era basicamente um ‘American Pie’ dos anos 80, porém, ainda mais escrachado e sacana. O curioso é que o primeiro filme é sujo até a alma, no entanto, com o segundo uma guinada mais consciente e ativista era dada à trama. O enredo social não agradou muito e no terceiro retomavam as “travessuras” de costume. ‘Porky’s’ teve sua trilogia em 1981, 1983 e 1985.

Conan / 3 Filmes (Quase)

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Aqui demos uma leve trapaceada. Explico. O primeiro ‘Conan’ serviu para dar protagonismo à carreira de Arnold Schwarzenegger, sendo seu primeiro sucesso. Dois anos depois, a sequência ‘Conan – O Destruidor’ chegava aos cinemas. A ideia era reunir Conan em um terceiro filme com outra criação do autor Robert E. Howard, a guerreira ruiva Red Sonja. Arnold estava dentro e Sonja havia contratado a modelo Brigitte Nielsen para o papel. Só tinha um pequeno grande problema: a Universal, produtora dos dois primeiros filmes, não liberou os direitos do personagem para o terceiro filme, que foi da MGM. Assim, de forma marota, os produtores transformaram Conan em Kalidor e lançaram o filme. Mas todos sabemos que ali é o Conan de Arnold, fazendo uma trilogia (mesmo que não oficial) em 1982, 1984 e 1985.

Jornada nas Estrelas (Star Trek) / 4 Filmes

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A franquia ‘Jornada nas Estrelas’ (ou ‘Star Trek’) é uma das mais bem-sucedidas da cultura pop, e nasceu em uma série de TV ainda na década de 1960. Em 1979, esse programa ganhava vida nas telonas na forma de uma superprodução. A continuação, surgia nos anos 80, em 1982. Assim seguiram nada menos do que treze filmes para o cinema até 2016 – com um décimo quarto prometido para estrear entre 2024 e 2025. Mas aqui levaremos em conta apenas os filmes dois, três, quatro e cinco, lançados em 1982, 1984, 1986 e 1989.

Halloween / 4 Filmes

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A nova trilogia de ‘Halloween’ chegou ao fim ano passado com ‘Halloween Ends’. Essa nova trinca de filmes, iniciada em 2018 e que marcou a volta de Jamie Lee Curtis, levava em conta apenas o filme original de John Carpenter, lançado quarenta anos antes, em 1978. Mas a verdade é que a franquia do maníaco de máscara branca Michael Myers possui nada menos do que treze filmes (assim como ‘Star Trek’), dos quais levaremos em conta apenas o dois (1981), o três (1982), o quatro (1988) e o cinco (1989).

Cheech & Chong / 4 Filmes

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Esse é outro que foi apagado com o tempo, ficando preso em uma era específica. Filmes cult por natureza, as comédias maconheiras de Cheech Marin e Tommy Chong marcaram época. Embora não sejam exatamente continuações de uma franquia, a dupla sempre interpretava os mesmos personagens e todos os filmes tinham o mesmo teor. Tudo começou em ‘Queimando Tudo’ (1978). Mas aqui contaremos apenas ‘As Novas Aventuras de Cheech e Chong’ (1980), ‘Altos Sonhos de Cheech e Chong’ (1981), ‘Pintou Sujeira’ (1982) e ‘Sonhos Alucinantes’ (1983). A dupla fez também ‘Os Irmãos Corsos’ (1984) – mas esse foge um pouco o estigma da comédia maconheira. E se você acha que os filmes eram de baixo orçamento nível B, saiba que por trás de tais obras tinham grandes estúdios como a Universal, a Columbia e a Paramount produzindo.

A Hora do Pesadelo / 5 Filmes

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Nos anos 80, duas franquias de terror reinavam absolutas: ‘Sexta-Feira 13’ e ‘A Hora do Pesadelo’. Sim, muitos podem preferir ‘Halloween’, mas a verdade é que na década não dá para comparar a popularidade de Michael Myers com o fenômeno que foram Jason e Freddy. A maníaco dos sonhos de Wes Craven foi o último a entrar na brincadeira, com seu primeiro filme sendo lançado em 1984. Mesmo assim, seguiu para estrelar nada menos que sete filmes, um derivado e uma refilmagem. Aqui, contaremos os cinco filmes dos anos 80, em 1984, 1985, 1987, 1988 e 1989.

007 / 5 Filmes (ou 6)

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Se a lista fosse apenas das franquias mais longevas da sétima arte, ponto, sem dúvida 007 – James Bond estaria em primeiro lugar com seus vinte e cinco filmes oficiais. Não tem para ninguém. Também pudera, a franquia começou ainda no início dos anos 60 e dura até hoje, lançado seu último episódio (até o momento) em 2021. Aqui, levaremos em conta apenas o fim da era Roger Moore, com ‘Somente para Seus Olhos’ (1981), ‘Octopussy’ (1983) e ‘Na Mira dos Assassinos’ (1985), e os da era Timothy Dalton, com ‘Marcado para a Morte’ (1987) e ‘Permissão para Matar’ (1989). No entanto, os anos 80 também marcaram a volta de Sean Connery para ‘Nuca Mais Outra Vez’ (1983), refilmagem de ‘A Chantagem Atômica’ (1965) fora da franquia oficial.

Loucademia de Polícia / 6 Filmes

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Agora chegamos ao top 3 das franquias que mais tiveram filmes nos anos 80. Pegando a medalha de bronze em terceira posição temos essa marca da Warner na década, que mostrava alguns dos policiais mais sem noção do cinema. ‘Loucademia de Polícia’ estreou em 1984 e depois lançou um filme por ano até o fim dos anos 80. Foram seis filmes de 1984 a 1989. Hoje, fala-se em um reboot/continuação moderno.

Sexta-Feira 13 / 8 Filmes

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Com a medalha de prata em segunda posição está a franquia de terror da Paramount, ‘Sexta-Feira 13’. Como dito, nos anos 80 não tinha para ninguém, quando o assunto era horror, os nomes de Jason e Freddy eram os astros. A franquia da data de azar começou logo no início da década em 1980 mesmo e lançou simplesmente 8 filmes, praticamente um por ano. Apenas dois anos da década ficaram sem exemplares do maníaco Jason, 1983 e 1987. Já pensou, poderia ter zerado a década, com dez longas. Depois disso, ainda obteve mais duas continuações, um derivado e um remake.

Os Trapalhões / 20 Filmes

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Em primeiríssimo lugar, recebendo a medalha de ouro, temos nossos conterrâneos ‘Os Trapalhões’. Assim como as produções de ‘Cheech e Chong’, os filmes do quarteto brazuca formado por Didi, Dedé, Mussum e Zacarias (que também interpretavam sempre os mesmos personagens) não são necessariamente continuações dentro de uma franquia. A franquia é ‘Os Trapalhões’, a marca registrada. Nascidos em programas de TV, Os Trapalhões ganharam os cinemas ainda na década de 1960, com outras formações. Mas é inegável que seu auge de popularidade veio da formação clássica, que imperou nos anos 80.

Ao contrário de qualquer outra franquia, ‘Os Trapalhões’ lançaram seus filmes durante todos os anos da década de 80, mas não apenas isso, estreando também até três filmes em um único ano. Justamente por isso, são um total de 20 filmes lançados na década. No Brasil, os filmes do quarteto no período eram campeões de público, batendo inclusive as grandes produções de Hollywood. Não tinha para ninguém. A maioria dos filmes consistia em paródias de clássicos, como Os Três Mosqueteiros, O Mágico de Oz e O Auto da Compadecida; mas também tiveram aventuras espaciais, de fantasia enfrentando monstros, versões em desenho animado e até um filme retrospectiva de suas carreiras. Os destaques ficam para ‘Os Saltimbancos Trapalhões’ (1981), ‘Os Vagabundos Trapalhões’ (1982), ‘Os Trapalhões no Reino da Fantasia’ (1985) e ‘Os Trapalhões no Auto da Compadecida’ (1987).  Inesquecível.

‘The Walking Dead: Dead City’: Atores comentam sobre possível ROMANCE entre Maggie e Negan

Em entrevista ao TVLine, a atriz Lauren Cohan (‘Boneco do Mal’) comentou sobre a possibilidade de um romance entre a Maggie e o Negan na série derivada ‘The Walking Dead: Dead City‘.

“[A ideia de um romance entre eles] é engraçada e não poderia estar mais longe da realidade. É muito interessante que isso sempre acontece com os protagonistas em seriados. As pessoas sempre veem química em personagens platônicos, como em séries de televisão e dramas legais. Alguns fãs querem ver [um romance], mas seria uma direção muito redutiva para eles. De muitas formas, a parte mais profunda de um relacionamento não significa necessariamente explorar este aspecto.”

Ela completa, “Quando as pessoas perguntam sobre como será o relacionamento entre eles, sinto que nem mesmo os personagem sabem. É o destino que uniu esses dois, com todos os seus problemas e incertezas – e todas essas perguntas que só podem ser respondidas através desta conexão. É realmente dinâmico.”

O ator Jeffrey Dean Morgan, por outro lado, brincou com a possibilidade: “Há muita química entre eles. Definitivamente. Acho que eles podem acabar juntos.”

“Anos se passaram desde a última vez que vimos Maggie e Negan, eles agora devem formar uma aliança tênue para completar uma missão perigosa. Eles vão à ilha de Manhattan, que desenvolveu as ameaças únicas ao se manter isolada desde o início do apocalipse dos caminhantes. Na cidade, Maggie e Negan encontram moradores de Nova York, fogem de um delegado com passado conturbado e caçam um famoso assassino. Mas à medida que a dupla se aprofunda na cidade infestada de zumbis, torna-se evidente que os traumas de seu passado tumultuado podem ser uma ameaça tão grande quanto os perigos do presente.”

O roteiro fica por conta de Eli Jorné, que também assume as funções de coprodutor executivo e showrunner.

Essa será a quinta série oficial do universo de ‘The Walking Dead‘, seguindo ‘Tales of The Walking Dead‘, ‘Fear the Walking Dead‘ e ‘The Walking Dead: World Beyond‘. Vale lembrar que um spin-off focado no Daryl e outro no Rick & Michonne também estão em desenvolvimento.

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‘The Flash’: Final ORIGINAL teria o retorno de DOIS heróis veteranos [SPOILER]

De acordo com o The Hollywood Reporter, o desfecho original de ‘The Flash‘ teria sido muito diferente.

O site afirma que o final criado por Mike De Luca e Pam Abdy, executivos da Warner Bros, contaria com o retorno do Superman (Henry Cavill) e da Mulher-Maravilha (Gal Gadot).

A cena, que chegou a ser filmada e exibida em testes de exibição no ano passado, foi cortada para que o desfecho do filme se encaixasse melhor nos planos de James Gunn e Peter Safran, que estão construindo um novo universo cinematográfico para a DC.

Esta versão do desfecho foi criada durante um período conturbado nos bastidores da Warner Bros. Discovery, que estava tentando reestruturar o universo da DC, ao mesmo tempo em que tentava se afastar do universo criado pelo Zack Snyder.

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”.

Sasha CalleMichael ShannonRon LivingstonMaribel VerdúKiersey Clemons Antje Traue completam o elenco.

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‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é BANIDO de país por defender as “crianças trans”

Homem-Aranha: Através do Aranhaverso já acumulou US$ 412,5 milhões pelo mundo. Os números até poderiam ser maiores, mas a Variety divulgou que a sequência foi banida dos Emirados Árabes Unidos por “não se adequar às diretrizes de censura do país”.

Embora o motivo exato da proibição não tenha sido mencionado, as fontes indicaram que o motivo é devido a um banner mostrado no quarto de Gwen Stacy, que traz a legenda: “Proteja as crianças trans”.

Como o país do Oriente Médio é extremamente conservador, cenas de representatividade gay são estritamente proibidas.

Inclusive, ‘Lightyear’ também foi banido por lá por apresentar uma cena de beijo entre personagens do mesmo sexo.

Lembrando que Homem-Aranha: Através do Aranhaversocontinua em exibição nos cinemas nacionais.

Confira a nossa crítica de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’!

Assista ao trailer:

Kemp PowersJustin K. Thompson também entram como diretores.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

Netflix PERDE 1 milhão de usuários na Espanha

A Netflix perdeu 1 milhão de usuários nos três primeiros meses de 2023 na Espanha. As informações foram divulgadas pelo grupo de pesquisa Kantar, que afirmou que a debanda é diretamente relacionada às mudanças que a Netflix começou a implementar em fevereiro.

A Netflix bloqueou o compartilhamento de senhas entre os usuários que não estiverem na mesma residência, o que fez o streaming perder usuários. A decisão obriga os usuários a pagarem uma taxa extra de R$ 12,90 caso queiram adicionar um usuário que esteja fora dos domínios da casa.

No Brasil, o Sensor Tower revelou a Netflix perdeu 3% de usuários ativos mensais em maio de 2023, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Os números não levam em conta quantidade de cancelamentos, mas sim de acessos ao serviço.

A pesquisa ainda revelou que a HBO Max cresceu 33% em relação a maio de 2022, enquanto a Globoplay subiu 15% em comparação ao período.

Vale lembrar que a Netflix virou alvo de reclamações de consumidores e recebeu notificações no Procon de São Paulo e do Paraná para prestar esclarecimentos sobre a mudança anunciada aos assinantes.

A diretora-presidente do Procon do ES, Letícia Nogueira, lembra que a modificação contratual dos consumidores que já têm assinatura configura alteração unilateral do contrato, que contraria o Código de Defesa do Consumidor.

Até mesmo o slogan da Netflix (assista onde quiser) entrou em pauta, como apontou Claudia Silvano, coordenadora do Procon-PR.

Para ela, a cobrança adicional configura propaganda enganosa, uma vez que “o material publicitário da empresa, que inclusive está disponível no seu site, traz frases como “assista onde quiser”, o que induz o consumidor ao erro, pois o mesmo imagina que os perfis podem ser utilizados em qualquer local”, afirmou a coordenadora.

A plataforma recebeu um prazo de 20 dias para fornecer informações ao órgão. Segundo o Procon-PR, se o serviço pode ser acessado por meio de dispositivos móveis, a empresa não pode restringir o acesso apenas à residência.

Vários assinantes foram às redes sociais ameaçar cancelar a assinatura.

Veja:

 

A Netflix pretende converter em assinantes pagos quem usa contas pertencentes a famílias separadas, com a introdução de restrições de compartilhamento de contas e taxas extras para membros em mais países.

“O compartilhamento desenfreado de senhas limita nossa capacidade de investir e melhorar a Netflix a longo prazo, e de construir nosso negócio. Enquanto os termos de uso limitam a Netflix para uma residência, nós reconhecemos isso como uma mudança para membros que compartilham suas contas para além de seus lares.”