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‘O antigo e o novo Nicolas Cage vão colidir”, diz Nicolas Cage sobre filme sobre Nicolas Cage

Em uma recente entrevista à EmpireNicolas Cage falou um pouco sobre interpretar a si mesmo no aguardado The Unbearable Weight of Massive Talent(‘O Peso Insuportável do Talento Massivo’), revelando detalhes sobre a obra.

“É uma versão estilizada de mim, e o fato de eu até mesmo me referir a mim mesmo na terceira pessoa me deixa extremamente desconfortável. Há várias cenas no filme nas quais o contemporâneo Nic Cage e então o jovem Nic Cage estão colidindo e discutindo e lutando. É uma abordagem acrobática para a atuação”.

No filme, Cage desenvolve conversas internas com sua versão mais jovem, que é um astro hollywoodiano dos anos 90 e bem sucedido. Na trama, o ator conhece um bilionário mexicano que quer contratá-lo para um projeto. Mas ele vai acabar descobrindo que esse homem é um magnata do mundo das drogas e Cage vai ser recrutado pela CIA para tentar capturar esse traficante.

Inicialmente, ‘The Unbearable Weight of Massive Talent‘ foi escrito sem o consentimento de Cage por Tom Gormican (‘Ghosted‘) e Kevin Etten (‘Euphoria‘). Gormican enviou o material para Cage, acompanhado de um bilhete, e o ator topou assumir também o cargo de produtor do projeto.

Escrito como uma espécie de amostra, o projeto rapidamente ganhou o interesse de diversas produtoras e após uma guerra entre a HBO Max e a Paramount, a divisão Lionsgate conseguiu os direitos de produção do longa, que ainda não tem data de estreia.

Além de roteirizar, Gormican dirige ‘Unbearable Weight‘, cuja estreia está marcada para este ano.

‘Vingança Sabor Cereja’ não deve ter 2ª temporada na Netflix

Vingança Sabor Cereja‘ (Brand New Cherry Flavor) se tornou o novo fenômeno da Netflix ao trazer uma história de terror tensa e cheia de reviravoltas, que tem agradado em cheio os críticos e o público.

Muitos fãs estão ansiosos para saber se teremos uma segunda temporada, já que a série termina com várias pontas soltas.

Porém, a Netflix está vendendo e promovendo ‘Vingança Sabor Cereja‘ como uma MINISSÉRIE, ou seja, uma série limitada com apenas uma temporada.

Assim como a aclamada minissérie ‘O Gambito da Rainha‘, o streaming contou toda a história em apenas uma temporada. Então, para aqueles fãs que estão esperando uma segunda temporada: ela provavelmente não vai acontecer.

Confira nossa crítica em vídeo:

Crítica | ‘Vingança Sabor Cereja’ apela para o gore e entrega uma divertida e sangrenta narrativa

No Rotten Tomatoes, a primeira temporada abriu com nada menos que 100% de aprovação, com nota 7.80/10 baseada em 6 reviews.

Confira os principais comentários abaixo:

“A série sugere que a ambição cria monstros” – Slant Magazine.

“Raramente há uma história que prova a premissa ‘ninguém sabe de nada’ como este” – IndieWire.

Vingança Sabor Cereja é a dose de surrealismo neon que os fãs de David Lynch esperavam desde o fim de ‘Twin Peaks’” – IGN Movies.

“[A série] é estranha, bizarra e mágica, e não será para todo mundo” – But Why Tho? A Geek Community.

“Uma aventura selvagem e bizarra que entrega uma reviravolta após a outra” – Perri Nemiroff.

A produção será lançada na plataforma no dia 13 de agosto.

Criada por Nick Antosca e Lenore Zion, dupla responsável por ‘Channel Zero‘, a série é baseada no livro homônimo escrito por Todd Grimson.

A trama segue a história de Lisa Nova, um aspirante a diretora de cinema no mundo ensolarado e úmido de Los Angeles, em 1990, que embarca em uma jornada surpreendente – das ruas de Beverly Hills às florestas do Brasil – de vingança sobrenatural.

Rosa Salazar (‘Alita: Anjo de Combate’) estrelará a produção. O elenco ainda contará com Catherine Keener (‘Corra!’), Eric Lange (‘A Escolhida’), Jeff Ward (‘Agents of SHIELD’), Manny Jacinto (‘The Good Place’), Hannah Levien (‘The Magicians’), Leland Orser (‘I Am The Night’) e Patrick Fischler (‘Em Defesa de Jacob’).

BRAND NEW CHERRY FLAVOR (L to R) ROSA SALAZAR as LISA NOVA and CATHERINE KEENER as BORO in episode 101 of BRAND NEW CHERRY FLAVOR Cr. SERGEI BACHLAKOV/NETFLIX © 2021
BRAND NEW CHERRY FLAVOR (L to R) ROSA SALAZAR as LISA NOVA in episode 101 of BRAND NEW CHERRY FLAVOR Cr. MERIE WEISMILLER WALLACE/NETFLIX © 2021
BRAND NEW CHERRY FLAVOR (L to R) ERIC LANGE as LOU BURKE and ROSA SALAZAR as LISA NOVA in episode 101 of BRAND NEW CHERRY FLAVOR Cr. MERIE WEISMILLER WALLACE/NETFLIX © 2021
BRAND NEW CHERRY FLAVOR (L to R) JEFF WARD as ROY HARDAWAY and ERIC LANGE as LOU BURKE in episode 102 of BRAND NEW CHERRY FLAVOR Cr. COURTESY OF NETFLIX © 2021
BRAND NEW CHERRY FLAVOR (L to R) MANNY JACINTO as CODE in episode 103 of BRAND NEW CHERRY FLAVOR Cr. COURTESY OF NETFLIX © 2021

Minissérie de ação policial com astro de ‘The Walking Dead’ se torna um dos títulos mais vistos da HBO Max!

A minissérie de ação ‘A Cidade é Nossa‘ (We Own This City), estrelada por Jon Bernthal (‘The Walking Dead’, ‘O Justiceiro’), estreou fazendo sucesso na HBO Max e estreou em quinto lugar entre os títulos mais assistidos do streaming.

A série foi elogiada e também recebeu 95% de aprovação entre os críticos do Rotten Tomatoes e nota média 8,4/10.

Confira, com o trailer:

Baseada no livro do repórter do Baltimore Sun, Justin Fenton, a trama narra a ascensão e queda da Força-Tarefa de Rastreamento de Armas do Departamento de Polícia de Baltimore e a corrupção e o colapso moral que se abateram sobre uma cidade americana, na qual as políticas de proibição de drogas e prisão em massa foram defendidos em detrimento ao trabalho policial real.

George Pelecanos e David Simon assinam a criação, além de serem produtores executivos do projeto.

O elenco ainda conta com Wunmi Mosaku, Jamie Hector, McKinley Belcher III, Darrell Britt-Gibson, Josh Charles, Dagmara Domińczyk, Rob Brown, Don Harvey, David Corenswet, Larry Mitchell, Ian Duff, Delaney Williams e Lucas Van Engen.

Revelada a duração do live-action de ‘A Pequena Sereia’

Segundo a rede de cinemas AMC Theatres, a adaptação do live-action de ‘A Pequena Sereia‘ terá 2 horas e 15 minutos. O filme animado original tinha 1 hora e 23 minutos.

Além disso, foi liberado um novo vídeo promocional que traz o elenco e produção do novo filme dando mais detalhes sobre a trama e os bastidores.

O vídeo também revela cenas inéditas da Ariel de Halle Bailey, assim como a vilã Úrsula, interpretada por Melissa McCarthy.

Confira, junto com o trailer:

Lembrando que o longa estreia em 25 de maio nos cinemas nacionais.

Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.

O elenco é formado por Halle Bailey (Ariel), Melissa McCarthy (Úrsula), Daveed Diggs (Sebastião), Awkwafina (Sabidão), Jonah Hauer-King (Príncipe Eric) e Jacob Tremblay (Linguado).

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

A obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda. O filme é dirigido por Rob Marshall (‘Caminhos da Floresta’).

‘Moana 2′: Retorno de Dwayne Johnson e Auil’i’ Cravalho é CONFIRMADO

Auli’i Cravalho confirmou que está de volta no elenco de voz de ‘Moana 2‘.

Na versão original, o elenco de dublagem contou com Auil’i’ Cravalho (‘Meninas Malvadas’) como a voz da personagem titular, enquanto Dwayne Johnson (‘Adão Negro’) deu voz a Maui.

De acordo com o Deadline, os dois astros retornam à dublagem.

Moana 2‘ foi inicialmente concebido como uma série do Disney+, mas o estúdio gostou tanto do resultado que reeditou em forma de filme.

A estreia foi agendada nos cinemas em 26 de Novembro de 2024!

Confira a sinopse, o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

“Depois de receber um chamado inesperado de seus ancestrais navegadores, Moana vai viajar para mares distantes da Oceania em águas perdidas e realizar mais uma aventura perigosa”.

O CEO da Disney, Bob Iger, anunciou a chegada de ‘Moana 2‘, a sequência direta de Moana, indicado ao Oscar de 2016.

Moana continua sendo uma franquia incrivelmente popular”, disse Iger. “E mal podemos esperar para dar a vocês mais de Moana e Maui. Moana 2 chega aos cinemas em novembro.”

O filme é dirigido por Dave Derrick Jr. com músicas de Abigail Barlow, Emily Bear, Opetaia Foa’i e Mark Mancina.

O filme original acompanha uma adolescente polinésia de 16 anos (dublada por Cravalho), que se aventura pelo Oceano Pacífico para desvendar o mistério que envolve seus ancestrais. Durante sua incrível jornada, ela encontra o poderoso semideus Maui (Johnson) e, juntos, eles atravessam o mar aberto em uma viagem cheia de ação, enfrentando criaturas ferozes, com momentos de muita diversão e aventura.

Sucesso de crítica e público, ‘Moana – Um Mar de Aventuras’ arrecadou US$ 643 milhões pelo mundo.

 

Marinheiro ‘Popeye’ vira ASSASSINO sádico no trailer de novo terror

Após o Ursinho Pooh, Cinderela, Peter Pan e até mesmo o Bambi ganharem suas próprias versões de terror… chegou a vez do marinheiro Popeye.

O site Bloody Disgusting divulgou as primeiras imagens da produção.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

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Dirigido por William Stead, o longa não fará parte do universo iniciado por ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel‘, intitulado Poohniverse.

Na trama, a lenda do marinheiro Popeye assombra um grupo de conselheiros que tem a intenção de abrir um novo acampamento de verão.

Steven Murphy interpretará o personagem titular.

Sem data de estreia, o longa deve ser lançado no início de 2025.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘A Grande Inundação’: Assinantes da Netflix ficam CONFUSOS com o filme que dividiu opiniões; Veja as reações!

O filme coreano ‘A Grande Inundação‘ está fazendo o maior sucesso no catálogo da Netflix, mas deixou os assinantes confusos e dividiu opiniões.

Na trama, com o grande avanço de uma inundação, mãe e filho se apegam a uma chance remota de resgate, que também pode ser a salvação da humanidade.

Alguns amaram o filme e outros acharam confuso demais, mas o consenso foi o ódio generalizado pela criança do filme.

Confira as reações, o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Kim Byung-woo (‘Zona Desmilitarizada’) é responsável pela direção.

Kim Da-mi (‘Nosso Eterno Verão’) e Park Hae-soo (‘Round 6’) estrelam a produção.

5 Grandes Séries sobre DISTOPIAS

Buscando refletir sobre um cenário onde a sociedade caminha para um choque entre a população e realidades de grande opressão, geralmente ambientadas em futuros, as distopias são a base de muitos roteiros que vemos em grandes séries lançados nos últimos anos no mundo dos streamings. Pensando nisso, e pra quem curte o tema, segue abaixo uma lista bem legal com 5 Grandes Séries sobre DISTOPIAS:

 

Station Eleven

Na trama, até certo ponto complexa, com muitos paralelos nas suas linhas temporais, conhecemos uma figura central de todos os personagens, Arthur Leander (Gael García Bernal), um ator muito famoso que está estreando uma adaptação da peça Rei Lear de William Shakespeare. Acontece que ele sofre um infarto e morre no meio da peça. Sabendo dessa informação, alguns personagens, ou que estavam presentes nesse dia ou que faziam parte da vida de Arthur, vão precisar fazer escolhas e lutar pela sobrevivência 20 anos depois quando uma gripe terrível e mortal matou mais de 90% da população mundial. Mas será que seus destinos vão se cruzar?

 

Black Mirror

Com seis temporadas impactantes, com episódios dentro do já conhecido formato de antologia, a última lançada faz poucos meses, o seriado, com produção britânica, Black Mirror, criada por Charlie Brooker nos apresenta histórias e situações dentro de uma análise ampla e comportamental da sociedade reagindo aos avanços tecnológicos.

 

O Homem do Castelo Alto

Imaginem um mundo onde os aliados tivessem perdido a Segunda Guerra Mundial. Partindo dessa distopia, chegou ao universo das séries em 2015 um seriado de quatro temporadas, baseado no romance homônimo Philip K. Dick publicado pela primeira vez no início da década de 60. Ao longo das temporadas vamos vendo tensões geopolíticas que impactam a vida da população dos principais países envolvidos.

 

Os Contos do Loop

Os Contos do Loop, Tales From The Loop no original, disponível no bom catálogo da Amazon Prime, é inspirada na obra do artista e designer sueco de 36 anos Simon Stålenhag. Uns dirão ser lenta, outros talvez dirão que não conseguem invocar a paciência necessária para absorver toda a mágica desse projeto. Mas com certeza quem consegue se conectar acaba embarcando em uma jornada tão rica pela alma humana que fica impossível não sair mexido com tantos retratos impactantes e poéticos que conferimos ao longo dos extensos e extremamente competentes oito episódios da primeira temporada.

 

Agentes do FBI

O que foi, o que é, e o que pode ser. A visão de uma turma de aprendizes do FBI sobre o mundo virtual mapeando o mundo real, conectadas por novas leis ligadas a avançada nova tecnologia, é a base de Agentes do FBI, minissérie disponível na Star Plus criada por Tom Rob Smith. Em três linhas temporais, uma no presente, uma no passado e uma no futuro, vamos percorrendo a obsessão pelo trabalho, os dilemas pessoais, as difíceis escolhas, os traumas que nunca vão embora de diferentes personagens e seus respectivos pontos de vistas na hora de entender mudanças drásticas na instituição que fazem parte. As relações pessoais são a base do refletir dessa distopia, através de um microscópio social proposto.

 

Crítica | Elis

Por Julie Nunes

É pau, é pedra, é o fim do caminho?

Contar a história de uma figura importante de um país definitivamente não é uma tarefa fácil, mas na qual vemos o cinema brasileiro se aventurar mais nos últimos tempos com títulos como Cazuza (2004), Heleno (2011), Gonzaga (2012), Tim Maia (2014), Não Pare na Pista (2014), entre outras que possuem um caráter documental, como Simonal – Ninguém sabe o duro que Dei (2009), Raul- O Início, o Fim e o Meio (2012) e Marighella (2012).  Peças biográficas, sejam em qual formato for, costumam conseguir uma excelente atenção do público que por diversas razões – que vão desde a admiração pelo personagem em questão até mesmo a mais simples curiosidade  – são instigados a consumir.

Elis Regina é um desses personagens riquíssimos de se abordar. Com uma simples pesquisa se encontrará uma infinidade de materiais sobre, e com toda certeza não é por menos, dado o talento estrondoso da cantora, que se perpetua até hoje como um dos principais nomes da MPB. Contudo, Elis ia muito além do quesito musical, e como todo e qualquer ser humano era bem mais complexa do que o seu papel enquanto cantora.

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Aqui surge o maior problema do longa Elis, dirigido Hugo Prata: seu principal arsenal é quase que exclusivamente a cantora Elis Regina e muito pouco a pessoa. O fato interfere inegavelmente na atuação de Andreia Horta, que não evolui presa dentro de um círculo vicioso de imitações caricatas, na tentativa de a cada segundo, ou melhor, a cada frame, lembrar a si mesma de que aquela é Elis Regina. Dado o desenvolvimento do longa, Elis não é muito além de uma risada larga e uma voz descomunal ( sendo, obviamente, a da própria Elis usada na obra).

Seu primeiro plano é o único acerto visual de todo o longa que, por meio de uma silhueta,  pouco revela a atriz e traz imediatamente uma sensação real de Elis Regina cantando um de seus maiores clássicos. Desse momento em diante a narrativa se revela clipada, exagerando no uso de fades out para conseguir ligar uma cena a outra, pois na história os pontos escolhidos como  condutores não conseguem dialogar entre si, praticamente não existindo cenas que sejam consequência de outras anteriores. Mas não se engane, não se trata de uma tentativa de linguagem de vanguarda, não são os famosos “jump-cuts”, apenas uma falta de estrutura firmada em fazer nada além do mínimo para ainda haver sentido.

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Existem ainda questões de caracterização que podem ser bastante questionáveis, como, por exemplo, a peruca do início do longa, ou o pouco trabalho com o ator Ícaro Silva – esse que já é Simonal no teatro há algum tempo, e agora faz e Jair Rodrigues no cinema. Já este ponto certamente faz lembrar a ausência lamentável de Milton Nascimento e Belchior enquanto personagens, no entanto, também há a feliz presença de Lannie Dale interpretado por Julio Andrade, que consegue desempenhar um bom papel mesmo dentro de uma narrativa tão difusa.

Fraco e com muitos clichês visuais apelativos, como a cena em que Elis (Andreia Horta) faz sexo com Bôscoli (Gustavo Machado) – que só existe para justificar a concepção, mesmo assim se mostrando desnecessária, por ser algo natural e esperado de recém casados –  perdendo tempo com algo insignificante para o desenvolvimento da história.  Outro exemplo é a cena na qual Elis chega e vê o berço vazio, levando-a a um instante de pânico, que não só é mal construído, como mais uma vez pouco acrescenta para a história como um todo. Infelizmente, a obra é bastante rasa, irregular, e não merece o amplo destaque que vem ganhando, principalmente na atual safra do cinema nacional.

Nostalgia! Relembre as Continuações Mais Famosas dos anos 80 que Completam 40 Anos em 2023

O estabelecimento de franquias multimilionárias pode até ser um pensamento moderno em Hollywood, que cada vez toma mais forma como norte para guiar a indústria. No entanto, a continuação de um filme de sucesso é algo tão antigo quanto a própria arte cinematográfica. Um dos maiores exemplos de sequências de sucesso é a série 007, baseada nos livros de Ian Fleming, que no cinema teve início ainda em 1962 com ‘007 Contra o Satânico Dr. No’ e dura até hoje, com um total de 25 filmes oficiais. É claro que este é apenas o exemplo mais popular, mas é provável que a continuação mais antiga do cinema seja ‘The Fall of a Nation’ (1916), sequência de ‘O Nascimento de uma Nação’ (1915), de D.W. Griffith. Entre esta última citada e 007, temos também o exemplo de ‘A Noiva de Frankenstein’ (1935), continuação do clássico absoluto do terror ‘Frankenstein’ (1931).

Tudo isso para dizer que ao voltarmos 40 anos no passado, já podíamos notar uma Hollywood dominada por sequências de filmes de sucesso. Sim, eram os anos 80, a época da consolidação dos blockbusters e do cinema comercial como entretenimento. Época do surgimento de algumas das marcas mais populares que ainda hoje geram lucro para seus criadores. Pensando nessa viagem nostálgica, iremos relembrar com você as 10 continuações mais famosas que completam 40 anos em 2023. Confira.

O Retorno de Jedi

Nos anos 80, já surgiam algumas das maiores franquias de Hollywood, que até hoje seguem com a popularidade em alta, capturando novas gerações de fãs a cada década, assim como mantendo sua base mais antiga. E talvez a franquia mais famosa e lucrativa da história ainda seja ‘Star Wars’ – que surgiu no fim dos anos 70, mas se consolidou na década de 80, devido a suas duas continuações e à durabilidade no mercado de vídeo e nas reprises da TV. Há 40 anos a trilogia original se encerrava com ‘O Retorno de Jedi’, que hoje pode até ser considerado o menos favorito do trio, mas na época fez um tremendo sucesso e a cabeça dos fãs com sua ação caprichada, e o último duelo entre Luke Skywalker e o pai Darth Vader.

007 Contra Octopussy

Como dito, a franquia 007 ainda se mantém como a primeira mais popular ainda em atividade em Hollywood. Quando começou, muitos dos fãs atuais sequer sonhavam em nascer. Hoje, todos vibram com os filmes de Daniel Craig – assim como uma nova geração irá embarcar no vindouro intérprete do espião. Os que são um pouco mais velhos, ainda pegaram a era de Pierce Brosnan e quem sabe Timothy Dalton. Os que estavam vivos nos anos 80 reconhecem Roger Moore como o James Bond que estava em atividade. E há 40 anos, Moore lançava seu sexto e penúltimo filme como 007, enfrentando a contrabandista que dá título ao filme, vivida pela bela Maud Adams.

Superman III

Quem dava as caras há 40 anos em mais uma continuação também era o maior de todos os heróis dos quadrinhos, o Superman, antes conhecido como Super-Homem. É claro que naquela época, os filmes do gênero de heróis não eram o que são hoje, mesmo assim o primeiro ‘Superman – O Filme’ (1978) se tornou um fenômeno, mostrando que uma obra do tipo podia ser levada a sério e feita para adultos. Deu muito certo e a continuação ‘Superman II’ (1980) sairia logo dois anos depois. A ideia para o terceiro filme surgiu quando o comediante sensação da época, Richard Pryor, começou a dar diversas entrevistas afirmando o quanto adorava os filmes do Homem de Aço. Assim os produtores viram uma oportunidade e colocaram Pryor para contracenar com Christopher Reeve.

Impacto Fulminante

Na década de 1970, antes de nomes como Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger, o lendário Clint Eastwood era “o” cara da ação. Nessa época ele dava vida a um dos policiais mais emblemáticos do cinema, o tira durão Dirty Harry. E o primeiro ‘Perseguidor Implacável’ (1971) fez tanto sucesso que acabou gerando uma sequência. O curioso é que assim como 007 em seus títulos originais, Dirty Harry escolhia não colocar números nos títulos das continuações, como 2, 3, 4, e sim dar um título novo a cada aventura. Assim vieram ‘Magnum 44’ (1973) e ‘Sem Medo da Morte’ (1976), as partes dois e três da jornada deste incorreto herói. Há 40 anos éramos brindados com a quarta aventura, ‘Impacto Fulminante’, a primeira dos anos 80, na qual Harry ajuda uma vítima de estupro. A franquia ainda receberia um quinto episódio em 1988.

Tubarão 3

Além de continuações, há 40 anos o cinema via o auge de um artifício que vira e mexe cisma em voltar: o uso da técnica do 3D. Só aqui nesta lista teremos dois exemplares. O primeiro a chegar é o terceiro filme de ‘Tubarão’. O primeiro longa, dirigido por Steven Spielberg, colocou o nome do cineasta no mapa e se tornou o primeiro blockbuster da história. Ainda extremamente popular, a obra-prima recebeu indicação ao Oscar de melhor filme (acredite). Três anos depois, surgia a primeira continuação, que visava seguir os mesmos moldes do original, sem o mesmo brilho. Mas quando falamos na década de 80, adentramos uma era de galhofa. Assim, nesse terceiro filme, em 3D, o tubarão ataca num parque aquático e enfrenta… golfinhos!

Psicose II

O conceito de sequências tardias muito em voga na Hollywood tampouco é algo novo. Há 40 anos, a Universal Pictures decidia revisitar um de seus maiores clássicos, e um dos maiores clássicos da história do cinema – ‘Psicose’ (1960) de Alfred Hitchcock. Foram 23 anos que separaram esta continuação do original em preto e branco, que falava sobre um hotel de beira de estrada e os estranhos habitantes vivendo nele. Em especial Norman Bates e sua “mãe”. O protagonista Norman, novamente vivido pelo saudoso Anthony Perkins, sai do sanatório e retorna para o estabelecimento que herdou da mãe, a fim de começar sua vida do zero. No entanto, o local pode não ser o mais favorável. Ele começa a trabalhar num restaurante, mas em breve voltará a ser assombrado pelo fantasma da mãe.

Os Embalos de Sábado Continuam

Pode ter certeza que se um filme fizer um sucesso fenomenal, os executivos lutarão com todas as forças para fazer uma sequência e dar continuidade a esse sucesso – na maioria das vezes pensando unicamente no fator financeiro. Até mesmo filmes que conta histórias fechadinhas, que não necessitavam de continuação – e que algumas vezes se torna até difícil imaginar como se dará a sequência – terminam ganhando as chamadas continuações “caça-níquel”. E sim, o item acima, ‘Psicose II’ é uma delas. Assim como este aqui, que continua ‘Os Embalos de Sábado à Noite’, filme com John Travolta que pegava o embalo das discotecas para contar sobre um sujeito sem muitas aspirações na vida, mas que à noite se tornava um rei das boates. Seis anos depois, ninguém menos que Sylvester Stallone aproveitando a popularidade da franquia Rocky, resolveu dirigir a continuação, transformando Tony Manero (Travolta) em um sujeito musculoso e coberto de óleo, que agora visava se tornar um dançarino da Broadway.

Porky’s 2 – O Dia Seguinte

‘Porky’s – A Casa do Amor e do Riso’ se tornou uma das mais bem sucedidas comédias juvenis escrachadas do início dos anos 80. E quando digo escrachada, talvez esteja sendo bonzinho demais, já que na época o filme empurrou bastante os limites da censura, com cenas de cunho sexual nunca antes vistas no cinema de Hollywood – com direito à nu frontal das atrizes e atores. Cada cena do longa parecia girar em torno de piadas sexuais. A bilheteria foi gorda, então o que fazer para continuar e ao mesmo tempo evitar parte da polêmica? Uma continuação mais “domada”, já que grande parte do público eram os adolescentes, os que os pais permitiam assistir e os que os pais não permitiam também. Na segunda investida da turminha de Angel Beach, os adolescentes estão mais politicamente corretos, lutando contra racismo, contra a Ku Klux Klan, religiosos hipócritas e políticos corruptos.

Amityville 3

Uma das franquias de terror mais confusas do cinema – ‘Amityville’ pegou carona na tendência da época dos filmes satânicos, que vieram ao longo da década de 1970 após ‘O Bebê de Rosemary’ (1968). Filmes como ‘O Exorcista’ (1973) e ‘A Profecia’ (1976), por exemplo. ‘Terror em Amityville’ chegou no fim da década, em 1979, e trouxe James Brolin e Margot Kidder (a Lois Lane dos filmes de ‘Superman’ com Christopher Reeve) como pais de uma família que se muda para uma nova casa. Eles irão descobrir da pior maneira possível que a casa é assombrada por espíritos malignos, dos antigos moradores, que viveram uma grande tragédia. Amityville 2 – A Possessão foi lançado em 1982 e resolveu contar a história da tal família que viveu antes na casa, e que teve o filho mais velho possuído e comentando atos terríveis de violência contra os seus. A terceira parte embarca na onda do 3D para contar sobre um jornalista que se muda para o local. O filme traz os primeiros trabalhos no cinema de atrizes como Meg Ryan e Lori Loughlin.

A Maldição da Pantera Cor-de-Rosa

Outra franquia que possui muitos exemplares, mas que confunde os fãs sobre sua ordem ou sobre quantos filmes possui na realidade. Esse é o preço a se pagar quando não são colocados números para esclarecer ao público. Ainda mais quando a franquia continua sem seu astro protagonista. Aqui, quase tão antiga quanto a franquia 007 no cinema, tudo começou em 1963, com ‘A Pantera Cor-de-Rosa’, filme que trazia o icônico Inspetor Clouseau de Peter Sellers como coadjuvante. Depois veio ‘Um Tiro no Escuro’ (1964), promovendo o personagem à protagonista. Em 1968, ‘Inspetor Clouseau’ substituiu Sellers por Alan Arkin no papel e não deu certo.

A volta de Sellers ao papel seria em, bem, ‘A Volta da Pantera Cor-de-Rosa’ (1975). Como não parava de fazer sucesso, o ator ainda retornaria em ‘A Nova Transa da Pantera Cor-de-Rosa’ (1976) e ‘A Vingança da Pantera Cor-de-Rosa’ (1978). Até mesmo depois de falecido em 1980, Peter Sellers seguia fazendo os filmes da franquia, ou quase. ‘A Trilha da Pantera Cor-de-Rosa’ (1982) foca no desaparecimento de Clouseau e usa imagens de arquivo do ator para compor a narrativa. Há 40 anos, como não dava para usar o mesmo truque de ter Clouseau sem Peter Sellers, a opção foi por substitui-lo por um novo trapalhão, Sleigh (Ted Wass), em ‘A Maldição da Pantera Cor-de-Rosa’ e compensar a troca utilizando todos os coadjuvantes mais legais dos filmes anteriores para completar o elenco. A franquia ainda teria mais uma sequência em 1993, um remake (2006) e sua continuação (2009).

‘Castle Rock’: Série de suspense de Stephen King e J.J. Abrams ganha novos teasers; Assista!

“Coisas ruins acontecem aqui.”

A nova série da plataforma Hulu – baseada na obra de Stephen King -, intitulada ‘Castle Rock‘, ganhou quatro novos teasers incríveis.

Confira:




Além disso, confira o novo trailer que destaca o ator Bill Skarsgård e se conecta a IT: A Coisa e Cujo’.

Segundo a publicação, o primeiro episódio da produção será exibido ao longo do painel da Hulu, no salão 20. O produtor da série, J.J. Abrams, não estará presente na ocasião, em virtude das filmagens de ‘Star Wars: Episódio IX‘, que atualmente acontecem no Reino Unido. Além dele, King também ficará de fora.

No entanto, os protagonistas Sissy Spacek, Bill Skarsgård, entre outros, participarão do painel. A expectativa é que Abrams apareça para os fãs em vídeo.

A plataforma de streaming Hulu confirmou a encomenda de 10 episódios para a primeira temporada da série antológica, que trará vários personagens inspirados nas clássicas obras de King.

Todos eles estarão “confinados” numa cidade que tem o mesmo nome da série.

Só pra você ter ideia do quão curioso é o projeto, personagens de ‘Cujo‘, ‘Sonâmbulos‘ e ‘It – A Coisa‘ deverão fazer parte do elenco principal.

Cada temporada acompanhará um grupo distinto de protagonistas e narrativas, à medida que também se conecta com os ciclos anteriores e seus respectivos personagens. ‘Castle Rock‘ foi encomendada pela plataforma de streaming Hulu e ainda não possui data de estreia ou quantidade de episódios para sua primeira temporada.

Para aqueles que desconhecem o universo literário de King, Castle Rock é uma cidade fictícia no estado americano de Maine onde muitos de seus thrillers e contos se passam. A primeira vez que ela apareceu foi no livro de 1979, ‘A Zona Morta‘. Além disso, ela surge novamente em ‘Cão Raivoso‘ (1981), ‘O Corpo‘(1982), ‘O Caminhão do Tio Otto‘ (1983), ‘O Atalho da Sra. Todd‘ (1984), ‘A Metade Negra‘ (1989), ‘O Cão da Polaroid‘ (1990), ‘Trocas Macabras‘ (1993), entre outros.

Castle Rock será lançada em 25 de julho 2018.

Veja fotos:

 

‘Arrow’: 8ª temporada será a ÚLTIMA da série!

Através de seu Twitter, o astro Stephen Amell confirmou que a 8ª temporada de ‘Arrow‘ será a última da série.

O ator também confirmou que o último ciclo terá apenas 10 episódios.

“Interpretar o Oliver Queen tem sido a maior experiência profissional da minha vida… mas eu não posso ser um vigilante para sempre. ‘Arrow’ retornará para a última temporada de 10 episódios no final do ano. Há muita coisa para dizer… mas por enquanto eu só quero dizer obrigado.”

Baseada nos quadrinhos da DC Comics, a série deu origem ao Arrowverse da CW.

A trama segue Oliver Queen, um playboy bilionário de Starling City, que passa cinco anos naufragado em uma ilha misteriosa. Após seu retorno à Starling City, ele se reencontra com sua mãe, Moira Queen, sua irmã, Thea Queen, e seu melhor amigo, Tommy Merlyn. A série centra-se em Oliver reacendendo seus relacionamentos, passando as noites caçando, e, às vezes, matando criminosos como um vigilante encapuzado. Ele descobre uma conspiração para destruir os Glades, um bairro mais pobre da cidade que se tornou sobreposta com a criminalidade. John Diggle e Felicity Smoak ajudam Oliver em sua jornada. Oliver também se reconecta com a ex-namorada, Laurel Lance, que ainda está irritada com seu envolvimento na morte presumida de sua irmã. A série também apresenta flashbacks de Oliver no período em que esteve na ilha, e mostra como ela o mudou.

O elenco conta com Stephen Amell, David Ramsey, Emily Bett Richards, Katie Cassidy, Paul Blackthorne, Willa Holland e Echo Kellym.

‘Weeds’: Série da criadora de ‘Orange is the New Black’ ganhará continuação

De acordo com o Variety, o canal Starz está desenvolvendo uma continuação da série ‘Weeds‘.

A nova produção irá mostrar a família Botwin 10 anos após os eventos da série original, na era da legalização.

Mary-Louise Parker voltará a estrelar a nova série e também servirá como produtora executiva.

A série está sendo desenvolvida pela roteirista Victoria Morrow, que também trabalhou na série original. Infelizmente, Jenji Kohan, criadora da produção original, não terá envolvimento com a continuação.

A Lionsgate também produzirá a nova série.

Novas informações devem sair em breve.

Confirmado! Brad Dourif voltará a dublar o brinquedo assassino na série ‘Chucky’

Agora é oficial! De acordo com o TV Line, foi confirmado que o ator Brad Dourif voltará a dublar o icônico brinquedo assassino na série ‘Chucky‘.

Vale lembrar que o ator dublou o personagem em TODOS os filmes da franquia (com exceção do remake), então seu retorno à série não é uma surpresa.

Nos EUA, a produção será lançada em 2021 em dois canais diferentes, SyFy e USA.

Confira o teaser:

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.

Em entrevista ao Syfy Wire, Don Mancini deu novos detalhes sobre a série, revelando que o icônico vilão terá um objetivo diferente na nova produção.

“Com essa série, nossa missão é preservar o clima tenso do filme original. Mas, ao mesmo tempo, continuar expandindo a trama que nós construímos no decorrer dos sete filmes que lançamos nos últimos 30 anos. Acho que os fãs irão amar os novos personagens que nós introduzimos na produção e também o retorno de outros personagens conhecidos. Não será apenas o Chucky, mas também teremos o retorno de outros personagens que os fãs querem voltar a ver. Há uma boa chance deles aparecerem.”

Ele completa, “Acho que as pessoas vão achar interessante que o Chucky irá implementar suas habilidades. É importante dar ao Chucky novas armas, estratégias, objetivos e alvos. O personagem terá um objetivo diferente na série – algo nunca visto anteriormente.” 

Vale lembrar que a Jennifer Tilly já confirmou o seu retorno na produção.

‘The Sons of Sam’: Documentário da Netflix questiona a verdade por trás de caso fechado; Confira o trailer!

A Netflix divulgou o primeiro trailer de sua nova série documental, intitulada ‘The Sons of Sam: A Descent into Darkness‘, que irá investigar os crimes do serial killer David Berkowitz, conhecido como Filho de Sam.

Confira:

Joshua Zeman é responsável pela direção.

A produção será lançada na plataforma no dia 5 de maio.

“A caçada pelo “Filho de Sam” chamou a atenção do mundo no final da década de 1970, mas a história por trás de um dos mais notórios assassinos em série da América foi esquecida – até agora. Apesar da prisão e condenação de David Berkowitz ter trazido o fim de um pesadelo para muitos nova-iorquinos, para o jornalista Maury Terry, autor do livro ‘Ultimate Evil’, o verdadeiro mistério estava apenas começando.”

A série contará com quatro episódios de 60 minutos.

Demônios atacam durante a 2ª Guerra Mundial no trailer de ‘Warhunt’; Confira!

O terror sobrenatural ‘Warhunt‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Mauro Borrelli é responsável pela direção do longa, que conta com o roteiro de Reggie Keyohara III e Scott Svatos.

“Um avião de carga militar dos EUA perde o controle e bate violentamente atrás das linhas inimigas no meio da floresta negra alemã. Imediatamente, o cruel Major Johnson (Rourke) envia um esquadrão de seus mais bravos soldados em uma missão de resgate para recuperar o material ultrassecreto que o avião carregava. Liderados pelo sargento Brewer (Knepper) e Walsh (Rathbone), os soldados se aventuram nas profundezas da floresta perto do local do acidente. Eles logo descobrem soldados nazistas enforcados e outros corpos com símbolos mágicos antigos. De repente, suas bússolas falham, suas percepções se distorcem e eles são atacados por uma força sobrenatural poderosa. Lutando para sobreviver, eles devem descobrir a chocante verdade por trás da força antes dos nazistas e fazer tudo o que puderem para remover todas as evidências de que ela já existiu, mesmo ao custo de suas próprias vidas.”

Mickey RourkeJackson RathboneRobert Knepper estrelam a produção.

O terror será lançado em VOD no dia 21 de janeiro.

Atriz de ‘Elite’ vai estrelar o novo terror do diretor de ‘[REC]’

De acordo com o Bloody Disgusting, Ester Expósito (‘Elite’) vai estrelar ‘Venus‘, novo terror dirigido por Jaume Balagueró, do popular e elogiado ‘[REC]‘.

O longa será o segundo lançamento da saga ‘The Fear Collection‘, criada por Álex de la Iglesia, que é composta por filmes antológicos e independentes. O primeiro foi ‘Veneciafrenia‘, que foi lançado na Espanha no ano passado.

O novo filme está sendo descrito como um terror sobrenatural que mostrará luta pela sobrevivência, trazendo elementos de bruxaria moderna.

Confira o cartaz:

O terror é inspirado pelo conto Sonhos na Casa da Bruxa, de HP Lovecraft.

O elenco ainda contará com Ángela Cremonte, Magüi Mira, Fernando ValdiviesoFederico Aguado.

A produção está prevista para chegar aos cinemas da Espanha no dia 2 de dezembro, com lançamento posterior no Prime Video.

Atriz de ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’ interpretará Kitana em ‘Mortal Kombat 2’

De acordo com o THR, Adeline Rudolph (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) entrou para o elenco da sequência ‘Mortal Kombat 2‘.

A atriz interpretará a Kitana. A personagem, que foi originalmente introduzida no segundo jogo, tem uma forte ligação com a Jade (que será interpretada pela Tati Gabrielle).

Karl Urban (‘The Boys’) também foi confirmado como o Johnny Cage. Ao contrário do que se especulava, a equipe criativa decidiu seguir a abordagem dos jogos recentes, onde Cage é um astro de Hollywood veterano e já aparece com cabelos grisalhos.

A produção, que está em desenvolvimento na New Line Cinema, deve começar a ser filmada em junho.

Simon McQuoid retorna como diretor, enquanto Jeremy Slater (‘Cavaleiro da Lua’, ‘The Umbrella Academy’) substitui Greg Russo como roteirista.

Ed Boon, criador da franquia, foi escolhido como consultor criativo.

Anteriormente, o protagonista Lewis Tan concedeu uma entrevista para o Comic Book e foi questionado sobre o avanço em torno do projeto após a fusão da Warner Bros. Discovery.

Em resposta, o intérprete de Cole Young disse que a mudança:

“Afeta muito o trabalho nos bastidores, mas não a nós em particular, porque estamos mais em contato com a New Line, que é o estúdio sob supervisão da Warner Bros. Mas eles estão muito felizes com o filme e, obviamente, ele teve um desempenho muito bom. É um dos filmes mais vistos da Warner Bros, mesmo tendo sido lançado no pior momento possível.”

Em seguida, ele aumentou as expectativas dos fãs ao dizer que:

“Mas nós estamos a todo vapor. E agora, temos Ed Boon [co-criador dos jogos] conosco também, então recebemos o selo de aprovação da própria lenda. A sequência será absolutamente mais insana e mais ambiciosa.”

O roteirista Jeremy Slater afirmou que o objetivo da sequência é criar algo que corresponda à expectativa dos fãs.

“Eles definitivamente aprenderam algumas lições com o primeiro filme e tenho certeza que agora vamos entregar algo que corresponde à expectativa dos fãs.”

Ele continuou:

“Desta vez sabemos do que o público gostou ou não, sabemos o que deu certo e errado e estamos trabalhando em cima disso. Então, estamos realmente olhando para isso como uma chance de pegar tudo o que funcionou no primeiro e torná-lo ainda melhor para dar ao público o que eles merecem. Algo realmente satisfatório, emocionante e imprevisível.”

Para quem não sabe, Slater também escreveu o roteiro do reboot de ‘Quarteto Fantástico’ e da aclamada série do ‘Cavaleiro da Lua‘.

Slater já havia compartilhado no Twitter que a sequência será ainda maior e mais SAGRENTA que o primeiro filme.

“Estou muito animado por fazer parte dessa equipe! Nós estamos construindo algo ainda maior, melhor e bem mais sangrento, que irá surpreender a todos,” revelou Slater.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia para o novo filme.

Até lá, o reboot de ‘Mortal Kombat‘ está disponível no streaming da HBO Max.

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

Após ser resgatada pelo Showtime, ‘Uncoupled’ é CANCELADA novamente

De acordo com o Deadline, a comédia ‘Uncoupled‘, estrelada pelo astro Neil Patrick Harris (‘How I Met Your Mother’), foi cancelada novamente.

Originalmente, a produção havia sido resgatada do cancelamento do Showtime, após a Netflix decidir não seguir em frente com uma segunda temporada.

As filmagens do segundo ciclo estavam programadas para o ano passado, mas tiveram que ser adiadas por causa da greve de roteiristas em Hollywood.

Na época, Harris havia declarado: “Nós iríamos começar a filmar no começo de julho, mas a greve de roteiristas está acontecendo. Então, tudo está meio em pausa – vão roteiristas! Agora, vamos esperar até as coisas voltarem. Com sorte, conseguiremos começar a filmar em um clima mais quente. Rodamos a primeira temporada no frio – e é muito menos divertido ter as datas quando estamos andando no Central Park e estamos congelando e tremendo”.

Infelizmente, a produção não teve a chance de concluir sua narrativa com um desfecho apropriado – deixando pontas para uma nova temporada.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Estrelada por Harris (‘How I Met Your Mother’, ‘Desventuras em Série’), a série foi criada por Darren Star (‘Emily em Paris’) e Jeffrey Richman (‘Modern Family’).

A trama gira em torno de Michael, cuja vida aparentemente perfeita vira de cabeça para baixo quando seu marido inesperadamente o deixa após 17 anos. De repente, Michael precisa enfrentar dois pesadelos: perder quem ele pensou ser sua alma gêmea e encarar uma nova vida como um gay solteiro de 40 e poucos anos em Nova York.

Emerson BrooksColin HanlonIván Amaro BullónJay SantiagoJhulenty DelossantosPaul Robert Kane e outros completam o elenco.

‘Ash’, thriller sci-fi com Eiza González e Aaron Paul, ganha data de estreia

O suspense sci-fi ‘Ash‘, estrelado por Eiza González (‘Em Ritmo de Fuga’) e Aaron Paul (‘Breaking Bad’), finalmente ganhou data de estreia.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 21 de março de 2025.

Na trama, uma mulher (González) acorda em um planeta distante e descobre que toda a tripulação de sua nave foi brutalmente assassinada. Logo, ela deve decidir se pode confiar no homem (Paul) enviado para resgatá-la. Enquanto a investigação do incidente começa uma cadeia aterrorizante de acontecimentos, o homem começa a questionar quão inocente a mulher realmente é.

Confira o teaser legendado e siga o CinePOP no Youtube:

 

Iko UwaisBeulah Koale Kate Elliott completam o elenco.

Flying Lotus (‘V/H/S/99’) será responsável pela direção. Ele também irá compor a trilha sonora original do longa.

“Nós estamos desenvolvendo algo novo e único com Ash. Ter Eiza e Aaron conosco torna este projeto ainda melhor. Eles são absolutamente incríveis, corajosos e igualmente inspiradores,” declarou o cineasta.

Neill Blomkamp (‘Distrito 9’) servirá como produtor do projeto.

O roteiro foi assinado por Jonni Remmler.

‘Segredos do Deserto’: Terror bíblico com Nicolas Cage será para MAIORES por “violência extrema e nudez”

O terror bíblico ‘Segredos do Deserto‘ (The Carpenter’s Son), que trará Nicolas Cage interpretando o pai de Jesus, recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência extrema e sangrenta e breve nudez”.

A trama conta a sombria história de uma família escondida no Egito romano. O filho, conhecido apenas como ‘o Menino’, é levado à dúvida por outra criança misteriosa e se rebela contra seu guardião, o Carpinteiro, revelando poderes inerentes e um destino além de sua compreensão. Enquanto ele exerce seu próprio poder, o Menino e sua família se tornam alvos de horrores, naturais e divinos.

Confira o teaser e siga o CinePOP no YouTube:

O longa se baseia no Evangelho da Infância de Tomé, um apócrifo do século II d.C. que narra a infância de Jesus de forma pouco convencional.

A direção fica a cargo do cineasta egípcio-americano Lotfy Nathan (‘Harka’).

A cantora e compositora FKA twigs (‘O Corvo’) será a Mãe, enquanto Noah Jupe (‘Um Lugar Silencioso’) dará vida ao Menino Jesus.

Nova aventura no País das Maravilhas no teaser DUBLADO de ‘Descendentes 6’; Confira!

O Disney+ divulgou o primeiro teaser dublado de ‘Descendentes: País das Maravilhas Malvado‘ (Descendants: Wicked Wonderland), sexto capítulo da icônica franquia da Disney Channel.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção chegará ao serviço de streaming no dia 17 de julho.

A sequência explora o verdadeiro significado de “felizes para sempre” para Red (Kylie Cantrall) e Chloe (Malia Baker).

Ambientado na atual Terra das Maravilhas, o longa mergulha nas consequências perigosas de se alterar o tecido do tempo, retomando o alerta deixado no filme anterior. Na trama, as protagonistas tentam esconder o relógio de bolso que permite viagens temporais no Cofre Real, sem saber que Maddox Hatter surgiu como um vilão implacável, determinado a usar o artefato para manipular o destino de Wonderland.

O filme marca o retorno de rostos conhecidos e a chegada de novos personagens ao elenco: Kylie Cantrall, Malia Baker, Leonardo Nam, Melanie Paxson, Brandy, Paolo Montalban e Rita Ora

Liamani Segura, Alexandro Byrd, Brendon Tremblay, Kiara Romero, Joel Oulette, Zavien Garrett, Ryan McEwen e Dayton Paradis, completam o elenco.

A direção está a cargo de Kimmy Gatewood, com roteiro de Tamara Chestna, Dan Frey e Ru Sommer. Como é tradição na franquia, o coreógrafo Emilio Dosal será o responsável pelas novas e vibrantes sequências musicais.

Descendants: Wicked Wonderland’ estreia ainda este ano, exclusivamente no Disney+.

descendentes

Leonardo DiCaprio vai produzir versão para TV do filme ‘Os Eleitos – Onde o Futuro Começa’

O vencedor do Oscar, Leonardo DiCaprio, vai produzir uma série de TV baseada no livro ‘The Right Stuff’, escrito por Tom Wolfe, e que já foi adaptado para os cinemas com o título ‘Os Eleitos – Onde o Futuro Começa’. A produção, lançada em 1983, conquistou quatro estatuetas do Oscar.

A nova versão será conduzida com o amparo da National Geographic. A produção vai relatar as histórias reais do grupo de astronautas que fez parte do time Mercury Seven. Cada um deles foi selecionado a dedo pela NASA para o Projeto Mercury e esta foi a única equipe que voou em todas as classes de naves espaciais tripuladas da instituição no século 20: a Mercury, a Gemini, a Apollo, e o Ônibus espacial.

Participarão do grupo os astronautas Alan Shepard, Gus Grissom, John Glenn, Scott Carpenter, Wally Schirra, Gordon Cooper, Deke Slayton.

‘Jack Ryan’: Série de ação com John Krasinski ganha nova imagem; Confira!

Jack Ryan‘, série inspirada no icônico personagem criado por Tom Chancy, ganhou uma nova imagem, com destaque para o ator e diretor, John Krasinski.

Confira:

Em conversa com o The Wrap, John Krasinski (‘The Office’) revelou alguns detalhes com relação à série.

John comentou que a primeira leva de episódios terá um forte vilão ligado ao grupo terrorista Estado Islâmico. Krasinski fez questão de frisar que a ideia da série é fazer com que Jack lute contra ações e atividades reais.

Por fim, John revelou que a produção está sendo preparada como um filme, porém dividida em 10 partes/episódios, já que o orçamento será um tanto pesado por conta das filmagens ao redor do mundo.

Jack Ryan‘ estreia na Amazon em 2018.

Jack Ryan estreou no cinema em 1990 sendo vivido por Alec Baldwin em ‘Caçada ao Outubro Vermelho’. As adaptações seguintes foram ‘Jogos Patrióticos‘ e ‘Perigo Real e Imediato‘, com Harrison Ford no papel de Jack Ryan. Em 2002 o personagem foi interpretado por Ben Affleck em ‘A Soma de Todos os Medos‘. Chris Pine foi o último a interpretar o personagem no mediado ‘Operação Sombra – Jack Ryan’.

Segundo o Deadline, a série foi encomendada pela Amazon e ainda precisa receber sinal verde após o episódio piloto ficar pronto.

Carlton Cuse e Graham Roland (‘Lost’) serão os showrunners.

A série não deve ser baseada em nenhum dos livros de Clancy, dando total liberdade criativa para seus roteiristas.

EXCLUSIVO: Visitamos o set de ‘Annabelle 3: De Volta para Casa’ e trazemos novidades!

Outdoors de filmes a se perder de vista, transito insano estilo ‘La La Land‘, a cidade de Los Angeles é um grande universo onde residem várias histórias. Com pequenos mundos em si, galpões instalados em posições estratégicas fazem da cidade a Capital do Cinema. Lá, tudo se desdobra em mil cores, contos, fábulas e assombros. E foi nela que os primeiros passos da temida boneca Annabelle começaram. De 2014 para cá, dois filmes, US$ 21 milhões em orçamento e uma arrecadação que ultrapassa os US$ 500 milhões nos trouxeram aqui, ao terceiro e enigmático capítulo daquela que tira o sono de qualquer um.

Pouca iluminação, uso profundo das sombras e cortes rápidos. Para construir o obscuro, há mais luz artificial do que se espera. À portas fechadas, silêncio absoluto e concentração pautam duas cenas misteriosas aos olhos da imprensa. Um objeto é colocado na Sala de Artefatos por McKenna Grace. Entusiasmada, ela repete a tomada consecutivamente, segurando a respiração de todos como se algo extremamente valioso estivesse acontecendo e eu – entusiasmada – apenas contemplo o instante. Com cores primárias, o objeto é indescritível, mas é repetidamente guardado com cautela na prateleira. Não é preciso saber muito para entender que ele é uma das peças-chave da trama. Alguma coisa desencadeou sua presença ali. Algo que só descobriremos em 3 de julho nos cinemas.

McKenna Grace

Ao som da campainha, início e fim das gravações da cena são pautados. Além desta, Katie Sarife protagoniza seu próprio momento, flagrado por mim e mais 4 jornalistas em uma pequena sala de luz baixa, localizada na parte debaixo de uma escada, também extensão do cenário. Em duas telas planas, acompanhamos dois ângulos – onde ela guarda um pingente misterioso em uma pequena caixa – distintos monitorados pelos olhos do diretor Gary Dauberman. Estreante na direção, o Universo Invocação já faz parte de sua vida. Como alguém que bebeu da fonte de James Wan, ele sabe o que está fazendo e extrai os mais diversos elogios do elenco e da equipe de produção.

“Ele tem visão e é como eu gosto de chamar de ‘diretor de atores’. Ele se envolve conosco, coloca suas mãos, colabora com nosso trabalho e realmente nos escuta, permanecendo fiel à história. E se ele já ficou estressado alguma vez, eu nunca vi. Ele é um cara realmente amável e é notável o quão apaixonado é pelo que faz, e todos percebem isso”, como Sarife compartilhou.

Em uma breve aparição entre tomadas, ele exala a mesma gentileza aos jornalistas, troca cinco minutos de prosa e responde, com tom descontraído e humildade, porque Mckenna Grace teve que gravar uma tomada – aparentemente – tão simples mais de dez vezes.

“A culpa é minha, eu fiz besteira! Ela estava ótima, como sempre”, solta com um rápido riso.

Foto EXCLUSIVA dos bastidores de Annabelle 3

E Grace é quase um capítulo à parte. Cativante, ela ilumina o set com seu carisma. Apaixonada pelo gênero de terror, ela se diverte no ambiente, está em casa. Com um ursinho sempre em mãos, ela percorre os espaços ao lado de DD, carrega uma Polaroid Mini azul e sai fotografando todos.

“A câmera é nova, ganhei na noite anterior e hoje eu quero tirar fotos de todo mundo”. Sempre acompanhada de sua mãe, ela responde as perguntas com agilidade, tem tudo na ponta da língua. Domina o set, domina as entrevistas.

E como parte dos desafios de estrelar mais um terror, a garotinha que já faz sua jornada no cinema cult com Troop Zero – ao lado das vencedoras do Oscar Viola Davis e Allison Janney, ela faz de ‘Annabelle  3: De Volta para Casa‘ seu rápido retorno ao gênero amado, após o sucesso avassalador de ‘A Maldição da Residência Hill‘. Ávida para responder, ela compartilha que “têm muitas cenas emocionais no filme, então isso é um pouco difícil de fazer. Mas também gosto daquelas que são mais terror, então penso que o desafio é meio a meio. Eu não sinto medo enquanto gravo essas tomadas, pois me preparo para parecer assustada, mas não me assusto porque eu sei que não é nada de verdade. E me preparo escrevendo um diário da personagem, como se eu fosse ela. Essa é uma tradição que tenho desde Troop Zero, com cada papel que interpreto”.

Os Warrens reunidos

No papel de Judy Warren, Grace traz os traços delicados de Sterling Jerins, a intérprete da personagem na saga de ‘Invocação do Mal’. Segundo o produtor Peter Safran,

“obviamente, Judy é uma personagem que nós já estabelecemos nos filmes anteriores, então nós queríamos alguém que pudesse se encaixar na mesma veia e alguém que pudesse sentir que poderia ser a filha de Patrick Wilson e Vera Farmiga. E nós todos vimos Gifted e ela está incrível nesse filme. Ela veio, fez o teste e foi lindo. Foi a decisão mais fácil que fizemos”.

E como alguém que já domina a arte de encantar a audiência, a atriz de 12 anos sabe muito bem para onde quer ir. Ao ser questionada por mim se gostaria de ser a próxima Princesa do Terror, sem hesitação, ela sorri dizendo,

“sim, eu espero mesmo ser a próxima Princesa do Terror, eu amo filmes dos gêneros. […] E se pudesse estrelar qualquer reboot de algum clássico, só poderia ser O Iluminado”.

Sem hesitar, Katie Sarife compartilha do mesmo entusiasmo. Confortável na cadeira de frente para nós, jornalistas, ela partilha do desejo de estar em ‘O Iluminado‘.

“Até parece que eu sou copiona ou algo do tipo, mas não…é simplesmente um dos melhores filmes de terror que existe”.

Encantada pelo sobrenatural, ela papea como quem está à vontade. Simples e carismática, ela cativa com suas histórias, como o pavor pela ruiva boneca Anna Green Gables que tem até hoje. Distante da cultura brasileira, ela dá o mesmo medo que o Fofão dava na nossa infância. E segurando os spoilers até pra quem está ali dentro, revirando o set com perguntas quase intimidadoras – natural de qualquer repórter, ela desvia o olhar, mantém o conforto na pequena poltrona e conta o máximo que poderíamos trazer aos leitores.

“Eu não quis basear minha personagem em nenhuma outra figura, eu tentei criar minha própria percepção dela e com Garry, considerando como ele acha que Danielle deveria ser. Mas também fiz muitas pesquisas em filmes antigos. Acho que aqui tem a mesma vibe do novo It: A Coisa, com as crianças e a criatura. Acho que tem também de Halloween, além de outras referências de filmes desse tipo”.

E muito mais do que um simples filme de terror, Annabelle já se perpetua como um fenômeno. Com mais liberdade criativa, em virtude de seu sucesso, o terceiro capítulo parece brincar, despreocupadamente, com as nossas percepções e expectativas emocionais. Baixando a guarda da audiência, Sarife adianta que, aqui, há uma pequena brisa do cômico, só para enganar os nosso instintos de sobrevivência, aguçados em sessões do gênero.

“E a nossa produção ainda tem alguns momentos cômicos. O humor em Annabelle é mais no sentido de que tem momentos acalentadores, como quando estamos vivendo uma vida comum – o que eu acho que é divertido. Existem aspectos nos diálogo. Existe uma mistura onde há cenas que não se tratam apenas de terror, mas sim do desenvolvimento da história. Os momentos de humor são uma forma de distrair a audiência para surpreendê-las com o terror. É como na vida real, você não vive aterrorizado o tempo todo. É o fato de que algo acontece no meio da sua rotina que é tão aterrorizante, quando você menos espera. É algo que gosto. Você se diverte um pouco, se distrai e então, é pego de surpresa”.

Tá bom pra você?

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Gary Dauberman (roteirista de ‘A Freira, ‘IT: A Coisa‘ e ‘Annabelle‘) dirige seu primeiro longa-metragem na franquia ‘Invocação do Mal‘, que já conquistou US$ 1.5 bilhão em bilheterias pelo mundo.

Determinados a impedir que Annabelle crie ainda mais caos, os demonólogos Ed e Lorraine Warren trazem a boneca possuída à sala de artefatos que fica trancada em sua casa, isolada em um local “seguro”, protegida por um vidro sagrado e com a benção de um padre. Porém, o que os espera é uma noite de horror, à medida que Annabelle desperta os espíritos malignos na sala, que voltam suas atenções a um novo alvo – a filha de 10 anos dos Warrens, Judy, e suas amigas.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de junho.

‘Aterrorizante 2’: Sequência de terror sobre palhaço assassino ganha primeira imagem

A sequência do terror ‘Aterrorizante‘ (Terrifier) ganhou sua primeira imagem, compartilhada pela página oficial do filme no Facebook.

A foto em questão traz em destaque a protagonista Sienna, vivida pela atriz Lauren LaVera.

Na publicação, os fãs do terror slasher ainda foram atualizados quanto ao andamento da sequência.

Confira:

“Atualização para todos os nossos fãs ansiosos: Estamos usando essa quarentena para preparar nossos últimos dias de direção de fotografia e para editar a grande quantidade de filmagens que já temos! Tudo o que posso dizer é que vocês vão amar esse filme! Mais atualizações em breve… talvez até mesmo um teaser. Como sempre, obrigado a todos pelo apoio incrível! Seu entusiasmo por T2 realmente nos motiva a trabalhar ainda mais. Por favor, fiquem seguro e saudáveis por aí!”


Confira a descrição oficial de ‘Aterrorizante 2‘ (Terrifier 2):

“Após ser ressuscitado por uma entidade sinistra, o palhaço Art retorna à Miles County, onde ele deve caçar e destruir uma adolescente e seu irmão mais novo na noite de Halloween. Ore para que você não apareça no seu caminho”.

 

Aterrorizante‘ foi originalmente lançado em 2016 de forma limitada e acabou conquistando os fãs de terror slasher.

O longa será dirigido por Damien Leone.

‘Younger’: Sutton Foster revela o que mais vai sentir falta na série

Os quatro primeiros episódios da 7ª e última temporada da popular série ‘Younger‘ já estão disponíveis nas plataformas Paramount+ e Hulu nos Estados Unidos.

E com o fim da produção chegando, a atriz Sutton Foster refletiu sobre sua jornada à frente da narrativa, revelando o que mais vai sentir falta:

“Vou sentir falta de tudo o que rola nos bastidores. Sentirei falta de passar tempo com eles, de compartilharmos fotos, de rir juntos e até do nosso clube do crochê…Nós nos divertimos tanto e estávamos juntos por muitos dias seguidos. Trabalhamos juntos por sete anos e compartilhamos nossas vidas e esse tempo de forma conjunta. É disso que vou sentir falta”.

A Paramount+ divulgou o trailer completo da 7ª (e última) temporada de ‘Younger‘.

Confira:

O restante dos episódios será lançado semanalmente em ambas as plataformas.

As 6 primeiras temporadas estão disponíveis na Amazon Prime Video.

Vale lembrar que Miriam Shor (Diana Trout) e Charles Michael Davis (Zane Anders) deixaram o elenco fixo da série, mas retornarão em caráter recorrente.

“Por causa de problemas na agenda e as complicações provocadas pela pandemia de COVID, Miriam Shor e Charles Michael Davis não puderam retornar como parte do elenco fixo da sétima temporada,” afirmou o criador Darren Star em uma declaração. “No entanto, eles sempre serão parte fundamental da nossa família e acrescentaram muito coração e alma à série.”

Criada por Darren Star (‘Sex and The City‘ e ‘Emily in Paris‘), a série é baseada no livro homônimo escrito por Pamela Redmond Satran.

A trama segue Liza (Foster), uma mãe solteira que de repente se encontra de volta no mercado de trabalho, mas sua idade se tornará um fator de dificuldade. Porém, as coisas mudam quando ela conhece Maggie (Mazar), que acha que ela aparenta ser muito mais jovem do que realmente é. Ela acaba trabalhando como assistente e faz amizade com colegas na casa dos 20 anos, como Kelsey (Duff).

O elenco inclui Sutton Foster, Miriam Shor, Debi Mazar e Nico Tortorella.

Primeiras Impressões | The Acolyte: Série de Star Wars se distancia da Saga Skywalker e aposta em novos personagens

Em uma outra era bem distante do sobrenome Skywalker, os jedi protagonizam um outro tipo de história no universo Star Wars. Governando a galáxia e mantendo a ordem entre os mais diversos povos, eles formam e moldam os alicerces narrativos de The Acolyte, a nova e temerosa vindoura estreia do Disney+. Aqui, em um cenário de personagens desconhecidos e narrativas jamais exploradas, as cores, os aromas e a atmosfera tão originalmente criadas por George Lucas se desmembram em uma trama de desconfianças, mistérios jamais solucionados e resquícios de uma maldade nascida ainda na fase pueril. E em um território completamente novo, a showrunner Leslye Headland tenta deixar sua marca em meio a uma prateleira de séries inconstantes, marcadas por desníveis, derrapadas e resultados que mais frustraram do que agradaram os fãs.

Mas ao contrário do que muito fora explorado no passado televisivo de Star Wars, The Acolyte carrega em si um frescor diferente, regado por um rico potencial ainda não consumado. Em apenas quatro episódios é possível notar uma pequena mudança de ritmo, ainda que seja incerto precisar se o resultado final será genuinamente bom ou não. Indo além dos conflitos envolvendo rebeliões e resistências, a nova original Disney+ logo de cara se apresenta como uma espécie de detective story muito inspirada em alguns títulos hollywoodianos clássicos. Seguindo o formato “murder mystery” (mistério de assassinato), a produção nos introduz a um crime que logo se destrinchará em uma sucessão de novas mortes e dilemas ainda maiores.

Nessa aventura por territórios novos, vastas extensões de selva e formação de inúmeras gerações de jedi, um grupo distinto e quase disfuncional de protagonistas se forma, a fim de perambular em busca de respostas para um tenebroso rastro de tragédias. E dentro desse pequeno hiato temporal de feições distintas e figuras peculiares, a atriz Amanda Stenblerg (O Ódio que Você Semeia) é os dois lados de uma mesma moeda…O yin yang, o bem e o mal, o puro e o impuro. Ao seu lado, carregando o peso do passado, surge um Lee Jung-jae (Round 6) com um inglês mais rudimentar. De fala mansa e dócil, ele é a expressão máxima da pureza e retidão de um jedi. Dafne Keen (Logan), Manny Jacinto (The Good Place) e Charlie Barnett (Boneca Russa) completam o elenco principal, dessa série que busca mostrar um lado mais obscuro e menos solar dessa galáxia tão distante.

Amanda nos surpreende nas sutis mudanças de sua atuação. Encarando duas personagens díspares, ela alterna entre a delicadeza e a ferocidade de duas gêmeas cujas visões de mundo são bem opostas. Liderando a trama e dominando o tempo de tela, ela assume o protagonismo ainda sem uma presença muito marcante, mas é promissora e talentosíssima. E com um roteiro mais moroso, marcado por poucas cenas de ação, The Acolyte patina na sua própria lentidão, mas tenta cativar a audiência em seus primeiros episódios a partir da construção de toda uma mitologia em torno de seu grande mistério. Seguindo o modelo “slow burn” – que cresce lenta e gradativamente a cada novo capítulo, a produção começa sua trajetória com muitas promessas, mas poucas entregas no momento.

Mas por explorar o subgênero de histórias de detetive de maneira diferente e autêntica, a nova original Star Wars já é capaz de nos cativar pela curiosidade. Tentando romper com alguns formatos e padrões repetitivos tão replicados no passado recente da amada franquia, The Acolyte é uma aposta no novo, no inusitado. Expandindo as histórias dessa rica galáxia para além dos inúmeros materiais fonte que a obra de George Lucas possui, ela tenta preencher as caixinhas da Disney e sinalizar virtude como de costume, à medida em que aparenta querer se desvencilhar do estigma que tanto custou aos cofres da empresa em 2023. E estampando sets bem produzidos – como a impressionante construção de uma floresta – a série é sim um risco para a Casa do Mickey, mas pode funcionar muito bem…se der voz aos antigos anseios de seu fandom.

Entrevista | “Não Precisei Me Inspirar em Ninguém”, diz Guy Pearce Sobre Seu Papel em ‘O Brutalista’ (Oscar 2025)

Entre os grandes concorrentes ao Oscar deste ano, O Brutalista se destaca como uma das obras mais impactantes da temporada. Indicado em dez categorias, incluindo Melhor Filme, Direção e Ator, o longa de Brady Corbet estreou no Festival de Veneza no ano passado e chegou ao Brasil no último dia 20 de fevereiro. Guy Pearce, em entrevista exclusiva ao CinePOP, demonstrou simpatia ao falar sobre seu papel como Harrison Lee Van Buren e revelou: “Não precisei me inspirar em ninguém para construir o personagem, pois ele já estava bem definido no roteiro.

A Construção de Harrison Lee Van Buren

Se Adrien Brody brilha no papel do arquiteto húngaro e sobrevivente do Holocausto László Tóth, Guy Pearce entrega uma das melhores performances de sua carreira como o enigmático e poderoso Van Buren. Conhecido por suas inesquecíveis interpretações em  Amnésia (2000), de Christopher Nolan e Priscilla, a Rainha do Deserto (1994), de Stephan Elliott, — cuja sequência já foi confirmada e está em pré-produção —, esta é a primeira indicação do ator britânico 57 anos ao maior prêmio da academia de Hollywood.

Com uma performance acachapante, Guy Pearce dá vida a um aristocrata excêntrico, cuja relação com László Tóth oscila entre a admiração e a destruição. Durante a entrevista, Pearce destacou que não buscou referências diretas para compor o papel, pois o roteiro de Brady Corbet e Mona Fastvold já trazia uma clareza impressionante sobre quem era esse homem e suas motivações. “Eu não criei o personagem. Ele já estava ali no roteiro. Eu apenas me juntei à jornada e o interpretei“, afirmou. 

Interpretação Soberba num Épico

A dinâmica entre Van Buren e Tóth é um dos pontos centrais da trama, abordando temas como poder, inveja e tensão cultural. Em sua conversa com o CinePOP, Pearce analisou a dualidade do personagem, que, apesar de reconhecer e admirar o talento do arquiteto, sente a necessidade de controlá-lo e, eventualmente, destruí-lo. “Ele se sente impotente em muitos aspectos de sua vida, então quando vê alguém como Laszlo, que tem essa confiança inabalável, ele acaba sendo consumido pelo desejo de dominá-lo”, explicou o ator.

Adrien Brody e Guy Pearce em O Brutalista.

Essa dualidade entre esses personagens foi uma das principais razões do ator entrar no projeto, descrito por ele como os “dois lados da mesma moeda”. A cinematografia de Lol Crawley e a direção de arte de Judy Becker reforçam essa dicotomia e a grandiosidade da narrativa na iluminação e arquitetura, criando o palco perfeito para a tragédia moderna sobre ambição e destruição, na qual o protagonista foge do facismo para cair nos braços do capitalismo. 

Van Buren se apresenta como poderoso, conhecedor de tudo, tem dinheiro, controle e também ganância. Esse é o lado destrutivo do capitalismo presente nesse homem. Ele, entretanto, é mais complexo do que apenas uma representação do capitalismo, ele tem um senso e gosto refinado, porém está repleto de inveja.”, reflete Pearce. 

Carimbo na História do Cinema

O Brutalista não só se destaca como um dos filmes mais marcantes do ano, mas também evoca o espírito dos grandes épicos do cinema. Assim como Ben-Hur (1959, 3h32 de duração) e Lawrence da Arábia (1962, 3h47), o filme constrói sua grandiosidade por meio de uma fotografia detalhada, cenários imponentes e uma narrativa que se desdobra ao longo dos anos, criando um impacto visual e emocional duradouro. 

Guy Pearce em entrevista com Letícia Alassë para o CinePOP (Foto: Reprodução/YouTube)

Guy Pearce, em especial, entrega uma performance digna de prêmios ao lado de Adrien Brody e Felicity Jones. Sua corrida para o Oscar, no entanto, enfrenta uma forte concorrência, com Kieran Culkin, de A Verdadeira Dor, dominando a categoria de Ator Coadjuvante e garantindo uma série de reconhecimentos nesta temporada, como Globo de Ouro, BAFTA e SAG Awards. 

A construção visual e narrativa de O Brutalista transforma o longa em uma experiência cinematográfica duradoura. Com performances viscerais e uma estética que remete à grandiosidade das narrativas antigas, o filme estabelece um diálogo entre o passado e o presente do cinema, consolidando-se como um marco da década.

Veja entrevista completa no YouTube: 

‘Jovens Titãs em Ação’: Nicolas Cage será o Superman na animação

A aguardada animação Jovens Titãs em Ação ganhou novidades que vão deixar os fãs da DC felizes! A Warner revelou que Mulher-Maravilha, Superman e Lanterna Verde farão participações no filme.

O ator Nicolas Cage será o dublador do Superman, lembrando que ele quase viveu o herói em um filme cancelado do diretor Tim Burton, chamado Superman Lives.

Já a Mulher-Maravilha será dublada pela cantora Halsey, o Lanterna Verde pelo rapper Lil Yachty. Confira a imagem:

Enquanto isso, a Warner Bros. Animation e o Cartoon Network divulgaram um novo cartaz da animação Jovens Titãs em Ação, que tira sarro de ‘Liga da Justiça’.

“Eles definitivamente não conseguem salvar o mundo sozinhos”, brinca a arte.

Confira, com o trailer:

A Warner Bros. agendou a data de lançamento de sua nova animação, Jovens Titãs em Ação(Teen Titans Go!), para 27 de julho de 2018. Além de revelar detalhes sobre a trama do filme animado dos heróis da DC.

O ComicBook revelou a sinopse do filme, que mostra as dificuldades que os heróis enfrentarão nos cinemas:

“Ao que parece, todos os grandes heróis estão ganhando seus próprios filmes, menos os Jovens Titãs. Mas Robin, o líder do grupo, está determinado a mudar essa situação, tornando-se uma estrela em vez de ser apenas um ajudante. Se eles ao menos conseguissem fazer com que o maior diretor de Hollywood os notasse. Com algumas ideias loucas e uma música no coração, os Jovens Titãs viajam para Tinsel Town, para realizarem seus sonhos. Mas quando tudo dá errado por causa de um super vilão com um plano louco para dominar a Terra, as coisas realmente desandam. A amizade e o espírito guerreiro do grupo são abalados, colocando em risco o destino de cada um”

Scott Menville é Robin, Khary Payton é o Ciborgue, Tara Strong é Ravena, Hyden Walch é Estelar e Greg Cipes faz o Mutano. Will Arnett e Kristen Bell, que ainda terão os papéis revelados.

Além da animação dos Titãs na telona, o grupo também chegará em sua forma live-action a TV em 2018.

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‘A Era do Gelo’ ganhará uma série de TV com a parceria entre Fox e Disney

De acordo com um novo relatório do Wall Street Journal, a franquia A Era do Gelo ganhará uma série de TV pela Fox.

A animação teve ao longo dos anos 5 títulos lançados no cinema, todos produzidos pela Blue Sky Studios, sendo que os três primeiros foram comandados pelo diretor brasileiro Carlos Saldanha.

Ainda não há mais informações sobre o projeto.

A série é mais uma aposta da fusão da Fox com a Disney, que também está desenvolvendo seriados das franquias Uma Noite no Museu e Diário de Um Banana.

 

Análise ‘Monarch – Legado de Monstros’ | Quinto episódio aborda o trauma do ‘Dia-G’

[ANTES DE COMEÇAR A ANÁLISE, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]

Se você ainda não assistiu o quinto episódio de Monarch – Legado de Monstros, evite esta matéria, pois ela contém spoilers

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Análise ‘Monarch – Legado de Monstros’ | Quarto episódio mistura ficção com aventura perfeitamente

Inicialmente, o episódio parece querer se construir sobre a palavra “mistério”. Afinal, Lee (Kurt Russell) e May (Kiersey Clemons) têm seus passados abordados diretamente, principalmente o Lee. O fato dele ser um idoso fisicamente ativo, mesmo que as datas de seu envolvimento com o surgimento da Monarch indiquem que ele deveria ter mais de 90 anos. Esse questionamento já foi feito antes na série, mas o primeiro indício do que pode ter acontecido com ele veio somente neste quinto episódio, quando um dos agentes que o mantém sob cárcere comenta brevemente que ele se envolveu em uma missão secreta no passado que não deu certo. É um excelente indício de que sua história será contada em breve. E até lá teremos que nos aguentar de curiosidade. O mesmo acontece com May, que é confrontada pela agente da Monarch como alguém que “sabe apagar pistas” e que tem duas identidades em seus passaportes. Para alguém que vinha se mostrando uma mera coadjuvante, ela ganhou um destaque considerável nesse episódio. Ainda mais agora que ela provavelmente traíra seus amigos.

Mas essa parte do mistério acaba dando espaço a outra palavra que define perfeitamente o que foi esse episódio: trauma.

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Com foco total no trio jovem de 2015, o episódio explora os traumas de Cate (Anna Sawai) e recria seus momentos anteriores ao ataque do Godzilla a São Francisco, em 2014, o “Dia G”. É curioso descobrir o passado da personagem enquanto ela embarca numa jornada de vida ou morte para descobrir o passado do pai. Isso, inclusive, é mostrado num paralelo que o subconsciente dela faz em relação ao pai e ao irmão, Kentaro (Ren Watabe).

Mas o trauma também se manifesta na mãe de Cate, Caroline (Tamlyn Tomita), que foi a grande motivadora da viagem da filha à Tóquio. Aqui, de forma nada sutil, elas debatem tudo isso e como a insegurança dela em relação ao marido refletiu numa infância problemática para a filha.

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E outro grande mérito da série, que é o que mais tem me encantado nesse universo trazido para a TV, é como ele mostra o reflexo do filme de 2014 nesse mundo. Novamente vemos os aeroportos do mundo trazendo orientações de segurança para caso o Godzilla apareça novamente. Há comerciais de TV vendendo bunkers para pessoas muito ricas que queiram se proteger. E nesse episódio, em especial, sabemos o que aconteceu com a parte pulverizada de São Francisco. Os sobreviventes foram realocados para moradias provisórias, que eventualmente viraram casas fixas nos subúrbios, quase como projetos de comunidades, enquanto a parte mais afetada da cidade foi isolada pelo governo e agora é explorada ilegalmente por guias de turismo que querem lucrar com a tragédia. Ao mesmo tempo, militares corruptos aceitam propina para permitir a entrada, sem sequer conseguir garantir a saída dessa gente, já que a ordem é para executar qualquer um que seja encontrado no interior.

Também é fantástico ver o impacto psicológico desse trauma, não só na Cate, mas nos sobreviventes em si. Há um diálogo em que Carol diz que os sobreviventes não querem dinheiro ou objetos caros, mas fazem de tudo para recuperarem coisas que remontem a suas memórias, como álbuns de fotografia e objetos pessoais de entes queridos. Em meio a lutas de monstros gigantes, há muita gente sofrendo e tendo suas memórias e vidas saqueadas pelo desrespeito humano à natureza, que é o grande causador da vinda desses monstros.

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Esse quinto episódio é incrível e ajuda a consolidar a série como uma das melhores ficções científicas do ano até aqui. Vale destacar também uma cena fantástica da direção em que eles sobrepõe uma imagem do Lee de Wyatt Russell sobre o corpo do Lee de Kurt Russell. Visualmente falando, ela é sensacional e faz valer todo o esforço para contar com a semelhança de pai e filho na vida real para interpretar um mesmo personagem em diferentes épocas.

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Os novos episódios de Monarch – Legado de Monstros estreiam toda sexta no Apple TV+.

Crítica | Prisão 77 – Miguel Herrán, de ‘La Casa de Papel’, vai pra Prisão em Intenso Drama Real Espanhol

A ditadura é um regime de governo que ocorreu em muitos países do mundo inteiro, sempre com histórias tenebrosas que ainda hoje estão vindo à público. Também a ficção exerce importante papel em recontar ou reconstruir partes dessas histórias obscuras cujas verdades absolutas dificilmente serão conhecidas totalmente. Na Espanha, por exemplo, houve a ditadura franquista, cujo fim deu espaço à redemocratização daquele país. Na transição entre ambos os sistemas governamentais houve muita luta e muita injustiça, e uma dessas histórias chega esse mês aos assinantes da plataforma Looke, através do drama de ficção ‘Prisão 77’.

Manuel (Miguel Herrán) trabalha como contador em uma empresa e fora pego desviando dinheiro, o que o levou à prisão. Ele nega as acusações, dizendo que seu amigo, filho do dono, o estimulara a fazer o desvio. Enquanto aguarda julgamento, Manuel ficará mantido em cárcere junto com presidiários de diferentes níveis de periculosidade. Certo de que seu caso é simples e de que é inocente, Manuel custa a entender que não haverá julgamento para ele, pois a justiça não está interessada em soltar nem ele, nem ninguém. Por outro lado, as condições penitenciárias são péssimas e fazer amigos ali dentro é uma questão de sobrevivência. Entre erros e acertos, Manuel se envolverá com um grupo que quer lutar pelos direitos dos detentos e briga pela anistia de todos após o fim da ditadura franquista.

Com duas horas de duração, ‘Prisão 77’ é um daqueles filmes baseados em histórias reais que surpreende e revolta, seja pelo inacreditável dos fatos, seja pelo inaceitável da vida. E também demonstra quantos episódios seguem obscuros acerca do período franquista, quantas vidas e quantas histórias talvez jamais ganhem luz.

O roteiro de Rafael Cobos e Alberto Rodríguez constrói bem o embate do protagonista – um filhinho de papai da classe média que cai numa roubada – dentro de um universo ao qual ele resiste a pertencer por se achar superior – ou melhor, menos pior do que os demais. Porém, a imaculada aura do protagonista às vezes irrita, pois mesmo com seu jeitão arrogante ele encontra pouca resistência na prisão, e ainda por cima consegue se tornar um líder, muito por conta de ser justamente um sujeito de classe média intelectualizado.

A direção de Alberto Rodríguez acompanha com firmeza o desenrolar da história, centrando-a sempre em seu protagonista, o que por vezes torna os personagens secundários um pouco obscuros demais, até o fim sem definir se são amigos ou inimigos. O diretor faz bom uso das locações e do contraste das vivências entre os personagens Miguel e Pino (Javier Gutiérrez), um cara mais sisudo que, diante do protagonista, reforça o quão ingênuo ele é. As cenas dos dois são sempre as melhores, inclusive em situações absurdas que provocam o riso.

É inevitável fazer uma ponte entre ‘Prisão 77’ com a sérieLa Casa de Papel’, uma vez que Miguel Herrán participa de ambas, sendo que em uma ele é um assaltante e no outro ele está na prisão. Dá pra brincar de construir esse universo, muito embora os contextos sejam completamente diferentes.  ‘Prisão 77’ demonstra a complexidade do sistema penal espanhol dos anos 1970 e que, em muitas camadas, permanece até hoje.