A força e determinação de uma mãe de muitos. Livremente inspirado em fatos reais, Pureza mete o dedo na ferida em um grave problema que acontece não só no Brasil mas em vários lugares do mundo: o trabalho escravo. Em um país onde a palavra não vale nada, onde há corrupção por todos os lados, o projeto traz à luz feridas em aberto de uma sociedade que tem muitas dificuldades em buscar seus direitos pela lei. Dirigido pelo cineasta Renato Barbieri o filme teve exibição no Festival do RJ em 2019 e só agora em 2022 consegue chegar aos cinemas brasileiros.
Na trama, ambientada ainda na época do cruzeiro real, conhecemos Pureza (Dira Paes) uma mulher batalhadora que vive uma vida simples com seu filho Abel (Matheus Abreu). Quando esse último resolve ganhar a vida em uma região distante de onde mora, sua mãe logo fica sem saber notícias sobre ele. Assim, a protagonista, durante meses, resolve ir atrás do paradeiro de seu único filho e acaba caminhando pelas estradas do absurdo político, do trabalho escravo, em lugares onde a lei não existe. Essa mãe que iniciou uma busca por seu filho acabou sendo uma intensa força propulsora para denúncias contra o trabalho escravo no Brasil.
A forte protagonista acaba sendo nossos olhos nesse filme denúncia que além de escancarar os absurdos do trabalho escravo, fala do sentimento de uma mãe e toda coragem de uma mulher batalhadora que aprendeu a ler aos 40 anos. A forte relação, maternal, que Pureza cria com os trabalhadores nas fazendas da região amazônica que esteve nos levam a refletir sobre a tristeza e solidão de muitos que precisam sobreviver sem auxílios, lidando com condições de trabalho precárias, sem carteira de trabalho e todos os direitos que a lei determina.
O projeto, que teve um mês de gravações com muitas cenas realizadas em Marabá (no Pará) é inspirado na história real de Pureza Lopes Loyola, cuja luta deu origem à criação do Grupo Especial de Fiscalização Móvel, a primeira ação na História do Brasil destinada a combater o trabalho escravo em todo o território nacional. Uma mulher guerreira com uma causa importante. Para vocês terem ideia, em 2018, pode-se afirmar que cerca de 40 milhões de pessoas foram submetidas a trabalhos escravo em todo o mundo.
Toda nova semana vamos trabalhar já pensando no próximo momento de folga, um momento onde relaxar no sofá e assistir a um filme – ou até mesmo ir ao cinema – se torna um dos programas preferidos de muitos de nós. Para você não perder tempo procurando pelos streamings e no circuito, reunimos abaixo uma lista com filmes que podem virar os seus favoritos da semana:
Uma funcionária exemplar de uma grande empresa passa para uma fase complicada quando o filho do dono assume a direção da companhia. Deixada de lado, sua última cartada é mostrar serviço durante uma viagem de negócios à Tailândia. No caminho, um acidente de avião acontece, deixando apenas ela e o novo chefe vivos. Enquanto tentam sobreviver em uma ilha completamente isolados, uma série de situações começam a deixar o ambiente completamente fora de qualquer controle.
Um jovem casal está prestes a se casar quando, durante uma saída com amigos, uma revelação chocante e inesperada coloca tudo o que construíram até ali à beira de se perder.
Isso Ainda Está de Pé? (Disney Plus)
Alex (Will Arnett) vive em um momento difícil após a recente separação de sua esposa, Tess (Laura Dern). Buscando se reerguer emocionalmente, ele descobre o stand-up comedy como uma espécie de terapia, onde, a cada noite, faz novos amigos e amigas, além de desabafar sobre suas tristezas causadas pelo fim de seu relacionamento. Aos poucos, sua vida começa novamente a fazer sentido, e o destino lhe reservará algumas novas oportunidades de estar com quem ama.
Um dos filmes brasileiros mais criativos que você verá numa tela de cinema no ano de 2026 chama-se Mambembe. Dirigido pelo excelente cineasta goiano Fabio Meira, este projeto coloca o tempo como uma variável importante para percorrer histórias entre o real e a ficção, tendo a comunicação cultural e artística da arte circense como um alicerce lapidado de maneira delicada, trazendo um contagiante leque de sensações.
Tova (Sally Field) é uma mulher que busca se manter ativa na fase final de sua vida trabalhando como faxineira no aquário da pacata cidade de Sowell Bay. A chegada do músico Cameron (Lewis Pullman) ao local – um jovem que herdou da mãe distante uma van e segue em busca do pai, acaba rapidamente aproximando os dois protagonistas. No meio disso tudo, um polvo observa e interage como um narrador importante, conduzindo o público às profundezas dos sentimentos que afligem os personagens.
Enroscando a fantasia aos modos de sobrevivência na natureza selvagem, chegou à Netflix, Como Mágica, uma aventura com técnicas de animação que encontra reflexões tanto para a garotada quanto para os adultos. Com personagens carismáticos e diversas lições permeando as entrelinhas das ações que se seguem, o projeto dirigido por Nathan Greno usa das cores exuberantes e analogias com animais conhecidos para criar um deleite de conhecimento sobre o meio ambiente.
Agneta (Eva Melander) é um mulher que leva uma rotina entediante, há mais de duas décadas trabalhando no departamento de trânsito de sua cidade e presa a um casamento, apenas de aparência, com Magnus (Björn Kjellman). Ela ama a cultura francesa e alimenta o sonho de viver naquele lugar. Um dia, logo após ser demitida, resolve se candidatar a uma vaga de Au Pair para cuidar de Einar (Claes Månsson), na Provença. Essa decisão mudará para sempre sua forma de enxergar a vida.
Na trama, conhecemos uma viúva que decide se encontrar com uma pessoa que conheceu por um aplicativo. Chegando lá, é surpreendida por uma série de mensagens aterrorizantes, que transformam seu encontro em um enorme pesadelo. Buscando soluções, ela viverá uma noite repleta de tensão e surpresas.
Daniel (João Guilherme) é um jovem estudante que passa seu tempo preso a uma rotina de bullying no colégio e à rigidez que seu pai impunha em casa. Quando descobre o fascinante mundo da computação, investindo tempo em fóruns, invasões e mecanismos hackers, seu universo, antes limitado, desperta para possibilidades sem limites – entrando de cabeça em um mundo sem volta. Quando seus feitos ganham visibilidade, ele passa a entregar uma quadrilha criminosa, comandada por Fábio (Marcelo Serrado), especializada em roubos virtuais.
Lu JiaCheng (Chang Chen) é um imigrante chinês que vive nos Estados Unidos há alguns anos e trabalha como entregador por aplicativos. Juntando dinheiro para trazer sua família para perto, vive os dias focado no trabalho. Próximo de conseguir o seu maior sonho – ter sua esposa e a filha (que mal conhece) morando com ele -, vê sua ferramenta de trabalho, uma bicicleta elétrica, ser roubada. Desesperado, e rodando pelas ruas nas horas que se seguem após o roubo em busca de soluções, percebe que sua situação se transforma em um labirinto de poucas oportunidades.
Desde que o romance se instaurou entre o cinema e a música, essa se mostrou uma união inseparável. Certos aperfeiçoamentos chegam para ficar, afinal já imaginaram como seria se o cinema fosse mudo até hoje? Mas acreditem, na época muitos defendiam o cinema silencioso, visto e sentido só através de imagens – afirmando que longas falados e com som eram “modinha” passageira. Para termos ideia da estranheza que isso causaria hoje basta conferir grandes homenagens à época como O Artista(2011), por exemplo.
Não há dúvida, o cinema é melhor, muito melhor, com som. E não apenas isso, mas com música também. A música certa, no momento certo, é capaz de encantar, emocionar, fazer refletir, apaixonar, abrir o sorriso ou causar arrepio na espinha (um exemplo deste último é a versão da banda Type O Negative para Summer Breeze na abertura do slasher Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado – talvez um dos melhores momentos do longa).
Igualmente podemos ter o outro lado da moeda, quando cantores e músicos famosos resolvem sair dos bastidores e arriscar como atores, participando e até mesmo protagonizando seus próprios filmes. Às vezes dá certo, tantas outras não. Pensando nestes artistas da música metidos a atores, trazemos uma nova matéria. Mas não apenas isso, de forma nostálgica (como gostamos bem), voltamos diretamente para a década de 80, ver quais cantores andaram se enveredando pelo cinema da época. Confira abaixo.
A rainha do pop dominou as paradas de sucesso nos anos 80 e ajudou a iniciar a carreira do canal MTV graças a seus videoclipes hoje clássicos. De fato, Madonna foi o maior exemplo da geração MTV e de seu estilo de ser. A material girl estreou no cinema em 1979 com o drama Um Certo Sacrifício, mas foi após sua explosão na música nos anos 80 que viriam seus filmes mais famosos no período. Procura-se Susan Desesperadamente (1985) e Quem é Essa Garota?(1987) foram os mais marcantes, ganharam trilha da musa e reprisados até não poder mais na TV aberta.
Mas a década de 80 também trouxe Madonna em pequenas participações nos filmes Em Busca da Vitória(1985) e Doce Inocência (1989); além do fiasco que foi a aventura de época Surpresa de Shanghai (1986), frisando seu relacionamento conturbado com o então marido Sean Penn. A estrela seguiu com outros trabalhos famosos pelas décadas seguintes, como Dick Tracye Evita, e inclusive se tornou diretora. Agora ela promete comandar a própria biografia nas telonas.
E se a rainha da música pop adentrava a sétima arte nos anos 80, o rei não poderia ficar de fora. Sempre primando pela qualidade técnica de seus videoclipes, Michael Jackson era um perfeccionista. Seus clipes eram verdadeiras preciosidades do audiovisual, verdadeiras obras-primas do gênero que impressionam até hoje. Assim como Madonna, a estreia de Michael nas telonas foi no fim da década de 70, com O Mágico Inesquecível (1978), subversão de O Mágico de Oz (1939) bancada pela gravadora Motown, protagonizada por atores e cantores negros. Apesar de ser um verdadeiro fenômeno midiático pop, Michael Jackson só protagonizou dois filmes em sua carreira – sem contar suas pequenas pontinhas aqui e acolá (como em MIB 2).
Nos anos 80, o que todo mundo se lembra é do cult Moonwalker(1988), mistura de sonho nonsense (ou seria pesadelo?) e viagem lisérgica que era vendido para ser um estouro acompanhado de tudo que é peça de merchandising, como um vídeo game por exemplo, mas cujo resultado não foi exatamente esse. Fora isso, em 1986 protagonizou o curta de 17 minutos Captain EO, parte de uma atração em 3D dos parques da Disney, dirigido por ninguém menos que Francis Ford Coppola e escrito por George Lucas – que era uma espécie de Star Warscom Jackson. O astro nos deixou cedo demais em 2009 aos 50 anos.
Prince montando sua Honda customizada para a capa do filme (e disco) “Purple Rain”.
Tido como “rival” de Michael Jackson nos anos 80. E se os fãs elegiam Michael como o rei do pop, bem, Prince se auto intitularia o seu “príncipe”. Falecido 7 anos depois de Jackson, aos 57 anos, apesar de sempre ser o “número 2” nas paradas de sucesso, no cinema ao menos o artista teve seu sucesso. Trata-se dePurple Rain (1984), febre da época que veio acompanhado de uma trilha sonora igualmente muito bem-sucedida, embalada por Prince.
De fato, muitos podem argumentar que Purple Rain é a canção de maior sucesso do artista. No filme, ele vive The Kid, um jovem precisando superar a criação abusiva do seu pai e os desafios da rua para se tornar a sensação da música. Depois de estar no topo do mundo, Prince viria a se empolgar e seguir para a direção de Sob o Luar da Primavera (1986), o qual marcou a estreia nas telas da talentosa Kristin Scott Thomas. O artista viria ainda a protagonizar a sequência de Purple Rain, com Graffiti Bridge(1990), outro projeto de vaidade, escrito e dirigido pelo próprio – que marcaria sua última aparição nas telonas.
David Bowie como o Rei dos Duendes cantou, dançou e fez maldade em “Labirinto – A Magia do Tempo”.
O camaleão da música David Bowie talvez seja o cantor mais constante da sétima arte. Foram nada menos do que 22 participações no cinema ao longo de sua carreira, entre aparições rápidas e personagens protagonistas e coadjuvantes. A carreira de Bowie no cinema começou ainda em 1969, com uma ponta não creditada em Os Soldados Virgens. A primeira atuação como protagonista viria em O Homem que Caiu na Terra (1976), ficção científica experimental que se tornou cult, no qual Bowie vive um alien em missão na Terra.
Já nos anos 80, seu filme mais marcante é a fantasia juvenil Labirinto – A Magia do Tempo (1986), longa pelo qual é mais lembrado e viveu o vilão rei dos Duendes. O filme foi dirigido por Jim Henson, o criador dos Muppets. A década ainda ficaria marcada por suas participações no thriller vampiresco Fome de Viver (1983), o drama de guerra Furyo – Em Nome da Honra (1983), a aventura cômica O Pirata da Barba Amarela (1983), o suspense de ação Um Romance Muito Perigoso (1985), o romance musical Absolute Beginners (1986) e o polêmico A Última Tentação de Cristo (1988).
Sempre ele. o onipresente Jeff Goldblum foi o parceiro da gracinha Cyndi Lauper em “Vibes”.
Se podemos dizer que Prince era o “número 2” de Michael Jackson nos anos 80, Madonna também tinha sua própria medalha de prata nas formas da “maluquinha” Cyndi Lauper. Tão exuberante e excêntrica quando a material girl, Lauper apostava mais numa inocência quase infantil para suas firulas, ao contrário da pulsante sexualidade de sua “rival”. Lauper, é claro, marcaria a década de 80 com sua trilha sonora para Os Goonies(1985), um dos filmes mais adorados do período, ainda hoje enaltecido pelos fãs.
No mesmo ano faria uma participação não creditada no romance Dançando na TV, estrelado por Sarah Jessica Parker. No entanto, nos anos 80, Cyndi Lauper estrelou apenas um filme: a comédia Vibes – Boas Vibrações (1988), na qual protagoniza ao lado de Jeff Goldblum como dois videntes contratados para encontrar um tesouro Inca no Equador. O filme passou completamente abaixo do radar – você conhecia? Depois disso, Lauper fez mais participações no cinema pela década de 90.
Tina Turner
Poderosa! Tina Turner foi uma vilã à altura na pele da Tia Entity em “Mad Max – Além da Cúpula do Trovão”.
Uma das maiores musas empoderadas da música dos anos 80, Tina Turner venceu as adversidades, sobreviveu ao marido abusivo que a espancava, cantando e dançando até o topo das paradas de sucesso. Uma história de vida pra lá de edificante sobre superação, que inclusive ganhou as telas em 1993 na biografia Tina (What’s Love Got to Do With It), onde foi interpretada numa performance indicada ao Oscar por Angela Bassett.
No cinema, a estreia de Turner foi ainda na década de 70, onde participou do musical Tommy(1975), seguindo para O Sargento Pepper e Sua Banda (1978). Porém, seu filme mais famoso estreava na década de 80, com o terceiro e mais ambicioso (então) da franquia pós-apocalíptica Mad Max – Além da Cúpula do Trovão (1985). O filme marcou o período e trouxe Turner como a grande vilã “Titia” Entity. Além, é claro, de embalar a trilha sonora com a música tema inesquecível We Don’t Need Another Hero.
Estrela da música country, marcante por seus dotes voluptuosos e madeixas loiríssimas impecáveis, Dolly Parton segue firme e forte estrelando filmes, séries e realities no auge de seus gloriosos 75 anos. A estreia no cinema foi logo no início da década, em 1980, com o que se tornou um de seus maiores sucessos: Como Eliminar Seu Chefe. O longa, dono de uma pegada de empoderamento feminino trazia Parton ao lado das musas Jane Fonda e Lily Tomlin como três secretárias alvo de um chefe misógino e cafajeste. O longa segue rendendo frutos até hoje e se tornou uma bem sucedida peça de teatro. Parton marcaria os anos 80 com suas comédias inusitadas ao lado de grandes machões da época.
Em A Melhor Casa Suspeita do Texas (1982) ela contracena com Burt Reynolds, grande nome do cinema de ação. Parton é a cafetina de um bordel, enquanto Reynolds é o xerife da cidade e cliente assíduo que luta para mantê-lo funcionando. Dois anos depois e a parceria era com Sylvester Stallone (então saído de três Rocky e um Rambo) no filme Rhinestone – Um Brilho na Noite (1984), onde devido a uma aposta Parton precisa transformar um motorista de taxi (Stallone) num cantor. Fechando a década, Flores de Aço (1989) trouxe Dolly Parton como parte de um elenco de mulheres muito poderosas num filme sobre a amizade feminina. Contracenam com a estrela: Shirley MacLaine, Olympia Dukakis (falecida recentemente), Sally Field, Daryl Hannah e Julia Roberts.
It’s Alive! Sting é o cientista louco que cria a mulher perfeita (Jennifer Beals) em “A Prometida”.
Marcante para a música tanto em sua participação como líder da banda de rock The Police, quanto em carreira solo,Sting ficaria marcado nos anos 80 por suas atividades humanitárias e ecológicas, já naquela época conhecido como forte defensor da preservação da Floresta Amazônica. O grande artista tem quatro indicações ao Oscar por suas contribuições nas canções de filmes. Assim como a maioria dos músicos que viveu nos anos 80, Sting não deixaria passar a oportunidade de aparecer nas telonas, fosse em participações menores como coadjuvante, fosse protagonizando seu próprio filme.
A estreia de Sting nas telonas ocorreu ainda em 1979, mas seu primeiro filme marcante viria somente em 1984, com a ficção científica Duna – adaptação de um famoso livro que é uma verdadeira superprodução. O filme fracassou e anos depois ressurgiu como obra cult, inclusive gerou um remake que está em vias de ser lançado, dirigido por Denis Villeneuve. Outra participação marcante de Sting nos anos 80 foi em A Prometida (1985), o único filme de fato protagonizado pelo cantor. Esta é uma reinterpretação do clássico A Noiva de Frankenstein, no qual Sting vive o cientista criando a mulher perfeita nas formas de Eva, papel de Jennifer Beals recém-saída do sucesso de Flashdance (1983).
Os diretores já revelaram que o Thanos é provavelmente o personagem com mais tempo de tela no filme, o que indica que veremos muito do vilão em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘. Em uma entrevista ao Empire Magazine, o ator Tom Holland (o Homem-Aranha) sobre um pouco sobre a assustadora performance do ator Josh Brolin (Thanos):
“Josh é assustador! Ele tem que usar um traje bem engraçado com ombros largos e uma bola de tênis acima de sua cabeça. O visual é ridículo, mas assim que as câmeras começam a rolar, ele se torna esse alien enorme e aterrorizante.”
Robert Downey Jr. (Homem de Ferro) também comentou sobre o vilão.
“Eu o amo. Brolin não se leva a sério, mas tem bastante peso em como ele está interpretando esse vilão. Nós literalmente ficamos um pouco assustados quando ele para de rir brincar e começa a gravar.”
Vilões sempre foram algumas das críticas mais fortes contra os filmes da Marvel, mas parece que, desta vez, eles não poderiam ter acertado mais, não é verdade? Principalmente colocando a narrativa da história sob o seu ponto de vista.
Sagal terá caráter recorrente no próximo ano. Ela interpretará Ingrid Jones, uma paciente psicótica que se envolve com Frank depois de conhecê-la na emergência.
Já Cox fará uma participação especial como Jen Wagner, uma atriz famosa que será apadrinhada na A.A. por Lip. Apesar de ter tido problemas com bebidas no passado, a personagem levará Lip à loucura enquanto procura por um drink pela cidade.
Além disso, Richard Flood foi promovido ao elenco fixo.
Recentemente, o canal Showtime encomendou dois episódios adicionais para a 9ª temporada. O novo ano, no entanto, agora com 14 episódios, será dividido em duas partes.
Os sete primeiros episódios serão exibidos a partir de 9 de setembro, com término no dia 21 de outubro. A segunda metade da temporada estreará no dia 20 de janeiro.
A trama se inicia noventa e sete anos após uma guerra nuclear ter destruído a civilização, quando uma nave espacial que aloja os sobreviventes solitários da humanidade envia cem delinquentes juvenis de volta à Terra, na esperança de possivelmente repovoar o planeta.
A Warner Bros. acaba de divulgar o primeiro trailer de ‘Tenet‘, novo filme do Christopher Nolan.
Confira:
Além de dirigir, Christopher Nolan também é responsável pelo roteiro da produção.
Além de John David Washington, Robert Pattinsone Michael Caine, que já trabalhou em vários filmes de Nolan, incluindo os três filmes do ‘Cavaleiro das Trevas’, o elenco é composto por Kenneth Branagh, Dimple Kapadia, Aaron Taylor-Johnson, Clemence Poesy eElizabeth Debicki.
Ainda não se sabe muito sobre ‘Tenet‘, mas o Comic Book sugere que o longa terá um elemento de viagem no tempo, com o astro John David Washington(‘Infiltrado na Klan’) sendo capturado em algum tipo de loop.
Muitos fãs estão fazendo comparações e conexões entre os filmes de Nolan, imaginando que a tecnologia dos sonhos de ‘A Origem‘ evoluiu para lidar com viagens no tempo.
A principal teoria diz que ‘Tenet‘ poderia revelar que a tecnologia de ‘A Origem‘ se transformou em algo ainda mais perigoso, permitindo que as missões de espionagem ultrapassem o reino dos sonhos, invadindo as linhas temporais. O que serviria como uma sequência para o filme de 2010.
É claro que ainda não há um vínculo concreto entre os dois filmes, mas o visual surreal do teaser de ‘Tenet‘ é muito semelhante ao trabalho de Nolan em ‘A Origem‘.
A reposta será revelada em 23 de julho de 2020, quando ‘Tenet‘ chega aos cinemas..
Uma cidade é infectada por um vírus misterioso, causando um caos sem controle. Joon-Woo (Yoo Ah-In) and Yoo-Bin (Park Shin-Hye) em um complexo de apartamentos, isolados dos infectados, com tudo – internet, telefone e eletricidade – fora do ar.
Na trama, o caos se instala no planeta depois que um acontecimento global neutraliza todos os equipamentos eletrônicos e acaba com a capacidade humana de dormir.
Confira o trailer:
O filme é dirigido por Mark Raso, que também assina o roteiro ao lado de Joseph Raso.
Rodriguez dá vida a uma ex-soldado chamada Jill, que tem um passado traumático e que carrega a cura para um evento global que destrói todos os aparelhos eletrônicos e tira a capacidade da humanidade de dormir. O caos logo consume o mundo e Jill talvez possa salvar a todos através de sua filha, Matilda. A pergunta é: será que ela consegue entregar a filha e curar o mundo antes de ficar louca?
De acordo com o Deadline, a sequência ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ ultrapassou a arrecadação total de ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros‘ ($1.67B), tornando-se a 6ª MAIOR bilheteria da história do cinema.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 721 milhões. No mercado internacional, foram US$ 970.1 milhões.
Ao total, a produção já arrecadou impressionantes US$ 1.69 bilhão mundialmente.
Além disso, após levar mais de 15 milhões de brasileiros aos cinemas e arrecadar quase R$ 300 milhões, o filme já é a segunda MAIOR bilheteria da história do cinema nacional, ficando atrás apenas de ‘Vingadores: Ultimato‘.
Confira o TOP 10:
1. Vingadores: Ultimato – R$ 353 milhões
2. Homem-Aranha: Sem Volta para Casa – R$ 290 milhões
3. O Rei Leão (2019) – R$ 287 milhões
4. Vingadores: Guerra Infinita – R$ 259 milhões
5. Vingadores: Era de Ultron – R$ 187 milhões
6. Minha Mãe É uma Peça 3 – R$ 175 milhões
7. Coringa – R$ 156 milhões
8. Capitã Marvel – R$ 153 milhões
9. Aquaman – R$ 149 milhões
10. Minions – R$ 146 milhões
Lembrando que ‘Homem-Aranha 3‘ continua em exibição nos cinemas nacionais.
Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta comTom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.
A Netflix divulgou o primeiro trailer do documentário ‘Depp v. Heard‘, que irá explorar o infame julgamento de Johnny Depp e Amber Heard.
Confira:
A produção será lançada na plataforma no dia 16 de agosto.
A série documental irá examinar “o infame caso de difamação que capturou a atenção do mundo e se tornou o primeiro julgamento de TikTok. Mostrando testemunhas de ambos os lados pela primeira vez, o projeto irá explorar este evento de mídia global, questionando a natureza da verdade e o papel que cumpriu em nossa sociedade moderna”.
Vale lembrar que o julgamento já rendeu um documentário do Discovery+, intitulada ‘Johnny vs Amber: The U.S. Trial‘, além de um filme do Tubi – ‘Hot Take: The Depp/Heard Trial‘.
O ator havia processado a ex-mulher Amber Heard em US$ 50 milhões, em relação a um artigo de 2018 escrito por ela no jornal Washington Post sobre ser uma sobrevivente de abuso doméstico. Já Heard o processou em uma ação em que pediu US$ 100 milhões (R$ 500 milhões).
Após seis semanas de julgamento, os jurados condenaram a atriz a pagar US$ 15 milhões, valor que foi reduzido para US$ 10,35 milhões. Já Depp foi condenado a pagar US$ 2 milhões à ex-mulher.
O terror norueguês ‘Handling the Undead‘ ganhou um novo trailer sinistro.
Confira:
Dirigido por Thea Hvistendahl, o longa é baseado no livro homônimo de John Ajvide Lindqvist, autor de Deixa Ela Entrar.
Em um dia quente de verão em Oslo, os mortos despertam. Agora, três famílias em luto tentam entender o que essas ressurreições significam e se os seus entes queridos realmente estão de volta.
De acordo com o Deadline, Scott Foley (‘Scandal’) foi confirmado no elenco da aguardada sequência ‘Pânico 7‘, que está sendo desenvolvida pela Spyglass.
O ator já é conhecido pelos fãs da franquia, tendo interpretado o diretor Roman Bridger no terceiro filme da saga – que, no ato final, se revelou o assassino e meio-irmão da Sidney Prescott (Neve Campbell).
Ainda não se sabe se ele reprisará o papel ou interpretará um novo personagem. Considerando o seu desfecho trágico, é provável que o ator retorne em flashbacks ou até mesmo alucinações (como foi o caso do Billy Loomis).
Lembrando que ‘Pânico 7‘ está atualmente em produção e tem lançamento previsto para 27 de Fevereiro de 2026.
De acordo com vazamentos, o próximo episódio da famosa franquia de terror contará novamente com a presença de mais de dois assassinos, seguindo a tradição de filmes anteriores, exceto pelo terceiro, que foi o único a não apresentar pelo menos dois Ghostfaces trabalhando em conjunto.
Especula-se também que haverá um “grande salto no tempo” após os eventos do filme anterior, provavelmente para permitir que os filhos de Sidney cresçam até uma idade compatível com o gênero de terror.
Além disso, fontes anteriores indicaram que este filme será parcialmente ambientado em uma nova cidade (não em Woodsboro) e que ele marcará o início de uma nova trilogia dentro da franquia.
Chegou em 2022 ao streaming da Amazon Prime Video o intrigante projeto Outer Range. Misturando dramas familiares com um mistério digno dos melhores projetos de ficção científica, ao longo dos oito episódios da primeira temporada, somos guiados pela excelência do criador da série Brian Watkins, para um dos mais impactantes seriados dos últimos anos.
Abaixo, colocamos alguns pontos que validam a afirmativa: Outer Range é o seriado mais impactante até agora em 2022.
As verdades em confronto com os segredos
Tudo é intrigante por aqui. Há uma análise profunda em relação ao caos emocional, quando personagens se veem sem saída, levando-os à conflitos que vão desde suas crenças sobre a fé e a religião, até mesmo o acesso de memórias terríveis de um passado, ou mesmo um assassinato que acaba com o destino de muitos. Protagonizado por Josh Brolin, Imogen Pootse Lili Taylor. Todos excelentes.
Enredo Empolgante
Na trama, conhecemos o fazendeiro Royal Abbott (Josh Brolin), um homem introspectivo, seco, de poucas palavras que vive com sua família: sua esposa Cecilia (Lili Taylor), seus dois filhos, Perry (Tom Pelphrey) e Rhett (Lewis Pullman), em uma casa no décimo maior dos 50 estados dos EUA, e o menos populoso, Wyoming. Em paralelo a uma luta por terras com uma família rival, os Tillerson, Royal encontra um imenso buraco misterioso na região oeste de suas terras. Quando uma tragédia acontece, oriunda de uma briga entre os filhos dessas duas famílias, a questão desse buraco misterioso vai ganhando contornos cada vez mais misteriosos, que se completam com a chegada de Autumn (Imogen Poots).
Em Outer Range não há tempo para definições simplistas
Quando pensamos sobre heróis e vilões, sua narrativa alcança um campo de reflexão complexo explorando os caminhos da terceira lei de Newton, a da ação e reação, onde paralelos de forças (entenda aqui como personagens) parecem estar em mesma direção só que em sentidos opostos. Os diálogos seguem na linha do incomodativo, alguns parecem não ter fundamento dentro de um pequeno show de excentricidades mas é só começarmos a fazer um paralelo com o contexto que logo tudo faz muito sentido.
Os coadjuvantes preenchem bem algumas lacunas com grandes chances de serem melhor desenvolvidos nas próximas temporadas
E por falar nos passos seguintes dessa história, um fato importante aqui é que mesmo algumas respostas não chegando por completo nessa primeira parte, grandes questões são objetivamente respondidas, como se parte do mistério começasse a ser explicado, o que também, por outro lado, abre inúmeras portas para serem desenvolvidas no futuro.
Mistérios na medida certa
Outer Range fascina nos seus mistérios, choca nos seus poderosos dramas. Um seriado empolgante, que luta pela originalidade de sua história a todo instante, em qualquer linha do tempo.
O mundo das séries tá bombando em 2026! Muitas obras de qualidade já se encontram disponíveis pelos catálogos dos streamings. Para você que ama esse universo, separamos abaixo alguns projetos imperdíveis já lançados este ano:
O Segredo de Widow’s Bay (Apple Tv)
Em uma pequena cidade nos Estados Unidos, um prefeito faz de tudo para conseguir visibilidade pro local, enquanto se surpreende com estranhos acontecimentos.
Shah Latif (Riz Ahmed) é um ator que vive endividado e possui diversas questões com sua família. Um dia, surge a chance de sua vida: um teste para ser o novo James Bond. A questão é que, ao mesmo tempo, sua vida pessoal parece virar de cabeça pra baixo, com uma série de situações conflituosas que resolvem aparecer todas as mesmo tempo justamente nesse momento importante de sua carreira.
Nessa primeira jornada, o projeto foca seu olhar em Hannah (Ella Bright) e Garrett (Belmont Cameli). Ela é uma talentosa estudante de música; ele, o grande astro do time de hóquei. Dessa relação, que se inicia com uma situação inusitada – os dois fingem ser namorados para que Hannah tente fisgar o coração do músico Justin (Josh Heuston) – nasce um amor profundo, marcado por situações também ligadas a traumas do passado.
Emergência Radioativa, ao longo de cinco partes, e sob a direção geral do competente Fernando Coimbra (Os Enforcados e O Lobo atrás da Porta), revela a dor de famílias atingidas por um material altamente radioativo, os embates políticos em torno do caso, a luta de físicos, químicos e médicos na luta pela vida. O projeto coloca em evidência também o preconceito enfrentado pelas vítimas e as lições que essa tragédia deixou – com marcas até hoje.
O Testamento: O Segredo de Anita Harley (Globoplay)
Uma herança bilionária, uma disputa pelo poder, narrativas antagônicas e possíveis relacionamentos amorosos são alguns dos elementos que moldam um dos casos jurídicos mais complexos em andamento em nosso país. Muitas vezes, a vida real consegue ser mais impactante do que qualquer obra de ficção: O Testamento: O Segredo de Anita Harley é a prova disso.
Enfim chegou ao Brasil uma série que, num primeiro momento, já gerava imensa ansiedade nos amantes das séries ao flertar com crise existencial e serial killers. Navegando nessa mistura atraente, Sweetpea segue à risca esses temas, somados a um texto cheio de sarcasmo – muitas vezes ácido – que coloca na tela, de forma cômica e sangrenta, os conflitos de uma jovem que acorda para a vida matando.
María José Cano (Paulina Dávila), conhecida como Santita, é uma médica obstetra paraplégica que tem uma clínica popular e vem passando por dificuldades financeiras, fruto também de seu vício em jogos de azar. Um dia, ressurge em sua vida o ex-noivo, Alejandro (Gael Garcia Bernal) – fato que a faz recordar de um passado doloroso, transformando seu presente em uma série de dilemas.
Alguns dilemas da vida surgem quando se menos espera. A vida da patologista escocesa Caroline Muirhead seguia em uma caminhada de esperança por dias apaixonantes, mesmo com o peso de um passado com desilusões amorosas, até ela acessar um dos mais famosos aplicativos de relacionamentos e descobrir um novo e intenso amor. Tempos mais tarde, uma revelação bombástica do seu ‘príncipe encantado’ a coloca novamente na gangorra emocional, com difíceis passos que é obrigada a dar.
Andar na Pedra – A História do Raimundos (Globoplay)
Apresentando os mais curiosos detalhes da ascensão meteórica de uma das bandas mais impactantes da história da nossa música, chegou ao Globoplay uma série documental espetacular, Andar na Pedra – A História do Raimundos. Tendo como pano de fundo a origem de canções conhecidas até hoje, o projeto fortalece seu discurso ao mesmo tempo que surpreende ao destrinchar, sem papas na língua e ao passar por assuntos controversos e polêmicos, a trajetória – do começo, passando pelo meio (sucesso) e chegando ao ‘quase o fim’.
Sufocadas pela opressão de um mundo machista e pela falta de oportunidades que as atinge diariamente, um grupo de amigas, moradoras de uma área de classe média baixa francesa, resolve assaltar um banco para conseguir algum respiro nas contas diárias que se acumulam. A questão é que, elas acabam se jogando nesse mundo do crime repleto de pessoas gananciosas, dispostas a tudo para ter sua parte em cada novo evento criminoso realizado.
Muitos lembram das produções cinematográficas ou televisivas hollywoodianas como “a” forma de nostalgia dos anos 80. Mas aqui no Brasil também temos nossos próprios produtos que marcaram a época. Um dos mais queridos e saudosos atendia pelo nome Armação Ilimitada. Estreando em 1985 às sextas-feiras à noite na Rede Globo, o programa durou até 1988. Na trama, dois grandes amigos, Juba e Lula (vividos por Kadu Moliterno e André de Biase), eram sócios profissionais e também no amor. No trabalho, eram donos de uma pequena empresa de prestação de serviços – que levava o nome do programa. Em casa, a dupla dividia a namorada Zelda Scott (papel de Andrea Beltrão) num triângulo amoroso que deu o que falar na época, demonstrando um estilo de vida bem moderninho. A série focada na ação e aventura (além de certo humor) era propriamente centrada na zona sul carioca, cenário elitista da cidade.
Também na década de 1980, mais especificamente um ano após a estreia de Armação Ilimitada, no outro lado do mundo o prestigiado cineasta Oliver Stone realizava Platoon (1986), drama sobre a Guerra do Vietnã que fez grande sucesso no Oscar, chegando inclusive a levar para casa os prêmios de melhor filme e diretor (além de outros dois, num total de 8 indicações). Ou seja, durante toda a década de 80 e também a de 90, Oliver Stone esteve ocupado com produções mais sérias, como Wall Street (1987), Nascido em 4 de Julho(1989) e JFK (1991), filmes que discutiam abertamente questões doloridas dos EUA.
Armação Ilimitada gringa. Ben, Chon e O vivem um triângulo amoroso nos moldes de Juba, Lula e Zelda.
Corta para 2012, vinte e quatro anos depois do término de Armação Ilimitada, quando o cultuado diretor dono de intensa veia política entregou sua própria versão do programa brazuca. Ou quase. Selvagens é o décimo oitavo longa de ficção da carreira de Oliver Stone, e é também, até o momento, seu penúltimo filme lançado – com quatro anos de hiato até Snowden: Herói ou Traidor (2016), e este com mais cinco até hoje. Baseado no livro de Don Winslow e com roteiro do próprio em parceria com Stone, a obra debutou no dia 25 de junho de 2012 nos EUA, chegando ao Brasil no dia 5 de outubro do mesmo ano.
Na trama saem Juba e Lula, e entram Ben e Chon, melhores amigos surfistas donos do próprio negócio em Laguna Beach, a “zona sul carioca” da “zona sul do mundo” Califórnia. Ah sim, a dupla norte-americana também divide a namorada – mas ao invés da jornalista espirituosa de Beltrão, no filme de Stone temos a loiríssima patricinha “rata de praia” Ophelia, apelidada ‘O’. Se tratando de um filme de Oliver Stone tudo ganha proporções, digamos, mais violentas e em certas partes realistas. A “armação ilimitada” aqui é um próspero negócio de venda de maconha, a melhor da região, o que atrai atenções de toda a parte – desde cartéis mexicanos até agentes do FBI. ‘Juba’ e ‘Lula’ também sofrem suas repaginadas para o mundo real, com Chon sendo um ex-militar que serviu na Guerra do Afeganistão e é o braço forte da equação. Ben é o cérebro, um universitário especializado em administração e botânica, o que faz dele o responsável pela criação de uma nova espécie de erva capaz de virar a cabeça da Califórnia inteira, e também o homem por trás dos números da empresa.
A Zelda Scott da vez não é uma jornalista, mas sim a rata de praia O (papel de Blake Lively.
De fato, Selvagens é teoricamente o que Oliver Stone entregaria se o pedissem para adaptar Armação Ilimitada no cinema – ou seja, um filme violento, explícito, sexual e drogado. Que nada foge à regra de seus trabalhos anteriores. Esse, no entanto, é seu filme mais “leve”, despretensioso, colorido (dá para ver pelo cartaz) e pop – focado em belas paisagens, praias e no estilo de vida de jovens ricos e famosos. Isto é, quando uma decapitação provida pela máfia mexicana não surge para chocar, como logo na abertura do filme. Muitos dos momentos mais tensos são trazidos pelo peso do vencedor do Oscar Benicio Del Toro na pele do matador Lado, uma das melhores coisas do longa.
Benicio Del Toro é o ameaçador Lado – sempre o melhor “lado” de qualquer filme.
Apesar de ser provavelmente o filme mais comercial da carreira de Oliver Stone, o cineasta não desvia de cenas quentes de sexo, sangue, sequestro, chicotadas que arrancam a pele da carne, estupro e tudo de mais sombrio que o ser humano pode produzir. No entanto, embalado numa bela roupagem de seriado adolescente com cenário de Los Angeles, do tipo Barrados no Baileou The OC. Bem, mais uma vez, nos moldes do que Stone entregaria.
Para o trio de protagonistas foram escalados Taylor Kitsch (Chon), Aaron Taylor-Johnson (Ben) e Blake Lively (O). Mas nem sempre seria assim. Kitsch foi o privilegiado do elenco, contratado por Stone após o diretor assisti-lo em cena em alguns trechos de Battleship – A Batalha dos Mares, então em fase de pós-produção, lançado no mesmo ano de Selvagens. Já Ben poderia ter tido as formas de Leonardo DiCaprio, James Franco ou Tom Hardy, todos considerados para o papel antes de Taylor-Johnson assumir. Por fim, para o papel de O, a estrela em ascensão Jennifer Lawrence havia sido contratada, mas terminou pulando fora em prol do papel protagonista em Jogos Vorazes, igualmente lançado em 2012. Decisão acertada, já que a franquia foi o que tornou J-Law uma estrela internacional. Já imaginaram Lawrence num papel tão cru e “sujo” quanto este?
No elenco, o veterano John Travolta (talvez o maior nome do filme) vive o agente federal corrupto Dennis Cain, num papel coadjuvante. Selvagens marcaria o terceiro encontro nas telas entre o astro e sua colega de Pulp Fiction (1994) Uma Thurman. A dupla voltou a dançar juntos em Be Cool – O Outro Nome do Jogo (2005), e a brincadeira poderia ter continuado aqui. Thurman havia sido escalada para interpretar Paqu, a mãe da personagem de Lively, porém, suas cenas foram cortadas e a personagem nunca chega a aparecer no filme.
Nos embalos da corrupção. John Travolta é Dennis, o agente do FBI comprometido em Selvagens.
Fechando o elenco, a mexicana Salma Hayek vive a Rainha do crime, a líder do cartel Elena Sanchéz. Sua personagem é levemente baseada em Mireya Moreno Carreon, a primeira mulher chefona de um cartel mexicano. Fora isso, um fato curioso sobre sua personagem é que o toque de seu celular pode ter passado em branco para audiências dos EUA, mas sem dúvida foi reconhecido pelos mexicanos e brasileiros. Trata-se da música tema de abertura do programa de TV mais famoso e popular do México: Chaves – que ficou no ar de 1972 a 1983, e no Brasil marcou com as reprises do SBT por décadas.
Poderosa! A mexicana Salma Hayek é a “rainha do sul” Elena.
Bancado pela Universal Pictures, Selvagens custou US$45 milhões. Sendo um filme restrito ao grande público por possuir censura alta, o longa apenas se pagou nos EUA, arrecadando em bilheteria algo em torno de US$47 milhões. Pelo mundo o resultado passou longe do sucesso esperado somando menos do dobro de seu orçamento, com US$82 milhões em caixa. Com os críticos o filme igualmente dividiu opiniões. Marcando a metade exata com 50% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas garantindo o “tomate podre”, a consideração final sobre Selvagens foi que era definitivamente uma bagunça, porém marcava o retorno de Oliver Stone à uma forma sombria, corajosa e sinistra. O que é muito mais do que podemos dizer sobre a maioria dos filmes atuais voltados ao entretenimento.
Afirmando ainda mais sua veia “alegre”, “ensolarada” e “amorosa” em Selvagens, Oliver Stone optou por mudar o desfecho do livro, que era um final pra lá de pessimista. Na verdade, o diretor ainda mantém tal final em seu filme. Mas o trata como o “fim fantasia”, o que poderia ter acontecido, somente para voltar a fita e entregar uma conclusão mais otimista, na qual os mocinhos se dão bem e os vilões terminam presos. Selvagens demonstra que o sol brilha não apenas nas praias da Califórnia ou do Rio de Janeiro, mas também na mente de cineastas cínicos e controversos.
Novas fotos inéditas dos bastidores de ‘Liga da Justiça‘ foram divulgadas.
Confira:
Já foi confirmado que o tempo do diretor Zack Snyder no Universo Cinematográfico da DC chegou ao fim, então não devemos esperar que ele esteja por trás de ‘Liga da Justiça 2′ – se é que o filme vai acontecer.
Porém, o diretor continua divulgando detalhes de como seria a visão dele para ‘Liga da Justiça‘ antes da entrada de Joss Whedon.
Agora, um fã descobriu uma cena na versão Ultimate Cut de ‘Batman vs Superman‘ que mostrava três cruzes indicando três mortes…
Snyder então apontou que esta cena era uma referência a eventos que seriam mostrados em ‘Liga da Justiça 2‘.
Infelizmente, ele usa o hashtag de “#untilitwasnt“, o que significa que esses planos provavelmente não se concretizarão.
Snyder sempre foi muito ativo nas redes sociais, especialmente no app Vero, onde ultimamente ele tem postado fotos dos bastidores do seu último filme, ‘Liga da Justiça‘.
No entanto, fãs estão começando a ficar suspeitos de que todas as postagens possam estar dando pistas de um possível corte do diretor . A teoria da conspiração começou quando Snyder postou essa foto na rede social:
A atriz Kiersey Clemons estava cotada para viver Iris West, interesse amoroso de Barry Allen, mas sua participação foi cortada completamente na edição final do filme. Com a postagem da foto da atriz, fãs acreditam que assim como suas cenas existem, também há um corte específico do diretor para o filme.
Vocês acreditam na teoria? Querem a versão do Snyder? Ou estão esperando o Barry Allen acabar com a timeline novamente?
O terror ‘A Freira’, novo filme do universo ‘Invocação do Mal‘, ganhou uma nova imagem sinistra.
Confira, com um novo featurette:
Segundo informações da Variety, a estimativa da Warner é que ‘A Freira’ arrecade US$32 milhões em sua estreia nos EUA, com possibilidade do número chegar a US$37 milhões.
Esse valor é considero bom, se igualando à outros derivados da franquia, como ‘Annabelle 2’, porém, fica um pouco abaixo dos dois ‘Invocação do Mal’, que chegaram à US$40 milhões.
“Quando uma jovem freira que vive enclausurada em um convento na Romênia comete suicídio, um padre com um passado assombrado e uma noviça prestes a fazer seus votos finais são enviados pelo Vaticano para investigar o caso. Juntos, eles desvendam o segredo profano da ordem. Arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas, eles confrontam a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”, à medida que o convento se torna um horripilante campo de batalha entre os vivos e os amaldiçoados.”
A FOX cancelou oficialmente a comédia ‘Rel‘ depois de apenas uma temporada.
A primeira temporada registrou uma média de 0.77 na demo, e um total de 2 milhões de espectadores – sendo uma das produções de menor audiência do canal.
A série foi criada por Kevin Barnett, Josh Rabinowitz e Lil Rel Howery, sendo este último também o protagonista da produção, que é baseada em sua vida.
Depois de perder tudo e ser deixado pela esposa, Rel vai buscar apoio com sua família e os amigos da igreja, que no final das contas acabam tirando sarro dele por ter perdido sua mulher para o barbeiro local. Nem o mesmo o pastor da igreja desperdiça um bom sermão para dar um puxão de orelha no irmão Rel.
O elenco ainda conta com Jessica ‘Jess Hilarious’ Moore, Jordan L. Jones, Sinbad, Leah Jeffries e Che Tafari.
O Hulu divulgou o trailer completo do terceiro episódio, intitulado ‘Midnight Kiss‘, da 2ª temporada da série antológica de terror ‘Into the Dark‘, produzida em parceria com a Blumhouse.
Confira:
Carter Smith (‘As Ruínas‘) é responsável pela direção.
Um grupo de melhores amigos gays de longa data voam para uma bela casa no deserto para comemorar a véspera de Ano Novo. Uma de suas tradições anuais é jogar “Midnight Kiss”, um desafio sexy, mas perigoso, encontrar alguém especial para ajudá-lo a passar o Ano Novo. À medida que as amizades se tornam tensas com segredos, ciúmes e ressentimentos, o grupo enfrenta outro desafio quando um assassino sádico quer participar da brincadeira. Os relacionamentos são postos à prova e as verdades são reveladas à medida que a noite se transforma em uma luta pela sobrevivência.
Em entrevista ao USAToday, a diretora Niki Caro revelou o motivo de não ter introduzido o Mushu, um dos personagens mais amados e icônicos da animação, no live-action de ‘Mulan‘.
“Nós nos inspiramos muito pelo o que o Mushu acrescentou à animação, que é o humor e a leveza. O desafio foi trazer esse elemento aos relacionamentos reais da Mulan com seus colegas soldados. Além de ser um dos personagens mais amados da animação, Mushu era o confidente da Mulan.”
Ela completa, “Parte do motivo de criar um live-action é se comprometer com o realismo da jornada da protagonista, e ela precisava fazer essas conexões com os colegas soldados. Definitivamente nos dedicamos a essa parte da história.”
Com 77% de aprovação no Rotten Tomatoes, ‘Mulan‘ foi eleito um dos melhores live-action baseado em uma animação daDisney.
Devido ao sucesso, a Disney já está discutindo ideias para desenvolver uma sequência de ‘Mulan‘. As informações são do Full Circle Cinema.
O projeto ainda está nos estágios preliminares, mas o estúdio está confiante no sucesso da produção.
Até o momento, a única informação é que os produtores Chris Bender, Jason Reed e Jake Weiner retornarão para a possível sequência.
Elogiado pela direção e pelos incríveis cenários, a adaptação “poderia ter contado a clássica história com maior profundidade”, mas eventualmente é um “espetáculo visual que serve como uma atualização envolvente de seu predecessor”.
James Berardinelli | ReelViews:
“Uma aventura envolvente e envolvente que representa não apenas uma recontagem eficaz do filme de 1998, mas indiscutivelmente a melhor das reconstruções de animação live-action do estúdio.”
Johnny Oleksinski | New York Post
“Sim, o filme perdeu a música cativante da animação de 1998 e os animais falantes – Eddie Murphy como um dragão brincalhão chamado Mushu pode ser difícil de agradar em 2020 – mas fiquei encantado pelos cenários chineses de tirar o fôlego e pelas batalhas de alto risco.”
Kate Erbland | indieWire
“Em ‘Mulan’, de Niki Caro, a história avança com elegância e energia, uma mensagem atemporal feita para agora.”
Travis Hopson | Punch Drunk Critics
“Um conto de fadas transformador com toda a esgrima de um épico chinês.”
Joanna Langfield | Movie Minute
“Agora, este é meu tipo de filme de super-herói. O remake live-action da Disney é mais do que um filme da Marvel, é arrebatador, inspirador e lindamente feito, que qualquer família pode e deve desfrutar.”
Diferente do que se esperava, ‘Mulan’ não será lançado no Brasil através do Disney+ em novembro. A expectativa é que o estúdio lance o filme nos cinemas por aqui, e só o adicione ao catálogo em 2021.
A versão live-action é dirigida por Niki Caro e é estrelada pela chinesa Liu Yifei,também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.
A Netflix divulgou o primeiro trailer do longa ‘Selva Trágica‘. A produção será lançada na plataforma no dia 9 de julho.
Confira:
Yulene Olaizola é responsável pela direção.
1920, na fronteira entre o México e Belize. Nas profundezas da selva maia, um território sem lei onde abundam os mitos, um grupo de seringueiros mexicanos encontra com Agnes, uma misteriosa jovem belizenha. Sua presença provoca tensão entre os homens, despertando suas fantasias e desejos. Cheios de um novo vigor, eles enfrentam seu destino, sem saber que acordaram Xtabay, um ser lendário que se esconde no coração da selva.
Indira Andrewin, Gilberto Barraza e Mariano Tun Xool estrelam a produção.
Ainda sem título divulgado, o suspense está sendo escrito como “uma história de obsessão”.
O site afirma que, atualmente, a cineasta está se encontrando com atores para começar a escalar o elenco.
Fennell irá escrever, dirigir e produzir o novo filme.
A expectativa é que o projeto comece a ser filmado durante o verão norte-americano.
Vale lembrar que Emerald Fennell venceu o Oscar de Melhor Roteiro Original por ‘Bela Vingança‘, além de ter também sido nomeada nas categorias Melhor Direção e Filme do Ano.
Apesar de não ter anunciado oficialmente, parece que a FOX já deu sinal verde para a 3ª temporada do reboot de ‘A Ilha da Fantasia‘ (Fantasy Island).
De acordo com o Production Weekly, as filmagens do próximo ciclo estão previstas para começarem em janeiro de 2023.
Vale lembrar que, no Brasil, a produção está disponível no catálogo do Globoplay.
Confira o trailer:
A trama é ambientada em um resort de luxo, onde literalmente qualquer fantasia solicitada pelos convidados é realizada, embora raramente resultem como o esperado. O resort é administrado por Elena Roarke (Roselyn Sanchez), que deixou de lado suas próprias ambições, e até mesmo o amor de sua vida, para defender o legado de sua família. Sofisticado, perspicaz e sempre charmoso, o exterior calmo de Elena mascara os desafios das responsabilidades que ela assumiu como administradora desta ilha misteriosa.
Baseado em um capítulo arrepiante do clássico romance ‘Drácula’, de Bram Stoker, o filme conta a história de um navio mercador chamado Demeter, que foi designado para levar uma carga privada (cinquenta estacas de madeira não marcadas) dos Cárpatos para Londres. Eventos estranhos caem sobre a tripulação conforme tentam sobreviver à viagem, perseguidos todas as noites por uma presença impetuosa a bordo. Quando o Demeter finalmente atraca na Inglaterra, não há qualquer sinal da tripulação.
Dirigido pelos irmãos Sean & Bryan Furst, o longa está sendo descrito como “uma reimaginação do filme original produzido pelo Wes Craven“.
Na trama…
“Em sua busca por cachorros abandonados em uma ilha remota, Violet logo se vê em uma luta aterrorizante pela sobrevivência.”
Novas informações devem ser divulgadas em breve.
O longa original, estrelado pela Michelle Rodriguez, Taryn Manning e Oliver Hudson, segue um grupo de amigos que viaja para a cabana isolada para um fim de semana relaxante. Porém, não muito tempo depois de chegar, o grupo é cercado por cães ferozes.
A produção estreará no serviço de streaming no dia 3 de abril.
Na trama, forças sinistras estão em jogo para abrir o portal entre os reinos humano e demoníaco. No meio de tudo isso está Dante, um caçador de demônios de aluguel, sem saber que o destino de ambos os mundos está pendurado em seu pescoço.
A série foi criada por Adi Shankar, que também servirá como showrunner e produtor executivo.
“Fiquem tranquilos, nós estamos trabalhando muito duro porque amamos a franquia e porque queremos entregar algo ótimo,” declarou o showrunner. “Nosso objetivo não era apenas produzir outra série de animação. Meu objetivo é fazer um dos melhores programas da plataforma Netflix — ponto final.”
O projeto foi desenvolvido em parceria com o Studio Mir, estúdio responsável por ‘A Lenda de Korra‘ e ‘The Witcher: Lenda do Lobo‘.
Uma das coisas mais importantes que o universo mágico do cinema nos presenteia sempre que assistimos a um filme é o ato de refletir sobre o mundo em que vivemos. Não importante se é um suspense, uma comédia, um drama, todo o filme é capaz de nos fazermos pensar sobre nossa vida.
Pensando sobre isso, segue abaixo ótimas dicas de produções cinematográficas que nos fazem refletir bastante:
Mãos Sujas
A arte da sobrevivência as vezes nos leva à atos violentos difíceis de superar. Mãos Sujas, é um filme pequeno, de apenas 87 minutos, que surpreende pela direção quase impecável do diretor Josef Wladyka. O público é testemunha de uma grande luta pela sobrevivência em meio as águas perigosas dos rios colombianos.
Hermano
Utilizando o Futebol como pano de fundo, o longa-metragem explora muito mais do que esse sonho de muitos jovens de comunidades carentes. A dura realidade das favelas na Venezuela (muito parecida com os problemas aqui do Brasil), a luta da família em arranjar criativas soluções para os obstáculos do cotidiano, o amor proibido, as consequências da compaixão, o valor da amizade na vida dos personagens principais, são alguns dos pontos em que o filme se aprofunda de maneira certeira. A lente inteligente do diretor Marcel Rasquin consegue passar uma verdade comovente sobre essa realidade enfrentada pelos personagens.
Deixe a Luz Acesa
Em um relacionamento, as pessoas se somam ou se complementam? Para falar de amor a um nível intenso, cheio de dramas e conflitos, o diretor Ira Sachs aborda todas essas variáveis aplicadas a um relacionamento homossexual no excelente drama Deixe a Luz Acesa. Além da direção primorosa, o longa conta com uma atuação espetacular de seu protagonista, o dinamarquês Thure Lindhardt.
As Neves de Kilimanjaro
Dirigido pelo cineasta francês Robert Guédiguian, As Neves de Kilimanjaro, é um drama comovente que fala sobre sindicato, família, amizades e traição. O filme chega a emocionar a partir do momento que você se conecta com a história, fato que pode ocorrer em vários momentos. Os obstáculos que surgem nas vidas dos protagonistas acabam sendo grandes testes para ver como é forte essa relação entre esposa e marido.
Apego
Na trama, conhecemos Ana (Kattia González) uma bem-sucedida profissional de arquitetura, mãe de duas filhas pequenas, que passa por um verdadeiro tsunami em sua vida: recém divorciada, descobre que sua mãe está se relacionando com um antigo amor pelas redes sociais e que o pai está com uma doença grave. Em meio a isso tudo, no seu trabalho, um importante projeto está em evidência e ela precisa se dedicar com toda força a ele. Crises, conflitos num presente que deixará lições sobre a vida.
O sentido de um filme visto pelas entrelinhas. Câmeras estáticas em lugares em movimento, um observador calado que testemunha as coisas simples e novas tendências do mundo em relação ao trato social, preconceito, política, imigração e outros assuntos. Fruto da mente visionária do cineasta palestino Elia Suleiman (do excelente O Que Resta do Tempo), onde ele mesmo faz o papel de observador protagonista, O Paraíso deve ser Aqui explica sentimentos por imagens e situações cotidianas com pitadas saborosas de comédia em muito dos casos. É uma saga de um calado protagonista e suas percepções do mundo tentando entender e encontrar um lugar para descansar.
Da aparente simplicidade em contar a realidade, até a riqueza de chamar a atenção para uma reflexão da sociedade. Daquelas gratas surpresas que nós cinéfilos sempre assistimos ao longo dos anos, aquele filme que você nunca tinha ouvido falar e por acaso assistiu e se impressionou. Bem, isso acontece com Rosie, dirigido pelo cineasta irlandês Paddy Breathnach (que também assinou a direção do ótimo filme Viva) com roteiro de Roddy Doyle. Uma mãe, um marido e as dificuldades de arranjarem um lugar para morar. Parece simples? Mas não é não, drama dos bons, forte e impactante.
Festas para uns, vida para outros. A subida lenta pela escada, logo no início do filme mostrava que muitos detalhes seriam mostrados durante os poucos mais de 90 minutos do ótimo drama argentino O Último Elvis. Dirigido pelo cineasta Armando Bo, o longa personifica o drama em torno de um pai de família que busca uma vida melhor, paralela ao sonho que sempre teve. A maneira comovente que é apresentada essa história aproxima o público na série de fatos que preenchem aos poucos a telona.
“Eu não te amo.” “Eu também tão pouco.” Ouvir esse pequeno diálogo já causaria certo espanto de qualquer pessoa que preza pelo carinho, pelo amor. Saber que isso é fruto de uma discussão entre uma mãe e seu filho causa espanto, causa dor. Vem da Venezuela um dos filmes mais impactantes dos últimos tempos quando pensamos em relações familiares, Pelo Malo. Dirigido pela cineasta Mariana Rondón, o longa-metragem venezuelano é uma excursão rumo ao mundo dos sonhos daqueles que possuem uma realidade dura, cheia de preconceitos.
Matar Jesus
Os questionamentos ao poder, a inconsequente justiça com as próprias mãos. Exibido no Festival de Toronto no ano de 2017, Matar Jesus, escrito e dirigido pela cineasta Laura Mora Ortega é um recorte impactante de um choque entre dois mundos, duas realidades dentro de uma mesma cidade. Uma tragédia inesperada. Uma família em dúvidas sobre o futuro em uma cidade tomada pela criminalidade. Uma jovem em busca de respostas e justiça. Um filme que gera uma dezena de reflexões. Potente fita colombiana.
A Copa do Mundo de Futebol Masculino está chegando e, durante o evento, várias partes do planeta param para acompanhar essa competição. Mas há quem não curta futebol, e, nesse período, o que mais deseja é fugir para algum streaming e maratonar bons filmes. Para você que está nessa segunda opção, segue abaixo algumas dicas de filmes bem legais:
Salve Rosa (Netflix)
Aos 13 anos, Rosa (Klara Castanho) é uma jovem introspectiva que virou uma celebridade na internet com um canal que reúne milhões de assinantes. Ela vive sob o olhar atento da mãe (Karine Teles), uma mulher controladora, enigmática e que esconde segredos. Nessa relação que vai se mostrando cada vez mais conflituosa, acompanhamos os desenrolares desse chocante retrato quando Rosa começa a descobrir verdades da sua própria história.
Numa das 14.125 ilhas geladas do Japão encontramos três personagens que através de um objetivo passam por reflexões sobre a própria vida. Um garoto chamado Takuya (Keitatsu Koshiyama) pratica Hockey mas se fascina pela patinação artística, ajudado pelo professor e ex-atleta Arakawa (Sousuke Ikematsu) começa a treinar junto de Sakura (Kiara Takanashi), uma garota prodígio desse esporte, para uma competição em duplas. Mas algo entre as alegrias, imaturidade e olhares curiosos podem ser obstáculos no forte vínculo criado.
Maren (Sandra Hüller) e Robert (Max Riemelt) são um casal que vivem os tempos de incertezas após o início da reunificação da Alemanha, meses depois da queda do Muro de Berlim. Moradores de um condomínio onde outros moradores passam pelas mesmas dificuldades e sem saber o que será do futuro, um dia encontram um bunker cheio de dinheiro prestes a perder o valor. Buscando trocar esse dinheiro o mais rápido possível, a família comunista e seus amigos embarcam numa série de aventuras para conseguir estabilidade num mundo novo que está por vir.
O Clube do Crime das Quintas-Feiras (Netflix)
Com atuações maravilhosas e um ritmo equilibrado, percorremos a história de um grupo de pessoas na melhor idade que vivem em um enorme lar e se reúnem para refletir sobre crimes. Até que, um dia, um assassinato acontece bem próximo a eles, levando-os a embarcar pelas verdades sobre o ocorrido.
Inspirado em uma história real, conhecemos a história de uma jovem que, após dar entrada na emergência de um hospital na cidade de Tucumán e sofrer um aborto espontâneo, é injustamente acusada e presa. Depois de passar anos na prisão, a advogada Soledad Deza (Dolores Fonzi) resolve ajudá-la, começando uma intensa luta por justiça e mobilizando uma forte rede de apoio.
Nessa obra acompanhamos a história de Iris (Naomi Watts), uma escritora que acaba de perder seu amigo e mentor, o professor Walter (Bill Murray). Para sua surpresa, logo após o funeral, descobre um desejo dele: que ela ficasse com seu cachorro, Apolo – algo que vira sua vida do avesso.
Ambientado em meados da década de 1990, acompanhamos a história de Amaia (Susana Abaitua), uma jovem oficial da guarda civil espanhola que se infiltra em uma célula do grupo separatista ETA, com o objetivo de localizar alvos e prevenir futuros atos terroristas praticados pelo grupo. Durante quase uma década, ela se vê em vários dilemas, descartando a vida pessoal e se jogando numa estrada marcada por tensão e violência.
Nesse forte drama, com altas doses de ação e violência, conhecemos Nathan (Taron Egerton), que, por conta de suas escolhas erradas, passou longos anos na prisão. Quando consegue sair, é perseguido por uma gangue da qual se tornou inimigo durante o encarceramento e logo percebe que sua família também virou alvo. Com a ex-mulher assassinada, ele corre para proteger Polly (Ana Sophia Heger), sua filha, com que teve pouco contato até então. Juntos, os dois embarcam em uma jornada para fugir dos criminosos, enquanto tentam se reaproximar.
Lu JiaCheng (Chang Chen) é um imigrante chinês que vive nos Estados Unidos há alguns anos e trabalha como entregador por aplicativos. Juntando dinheiro para trazer sua família para perto, vive os dias focado no trabalho. Próximo de conseguir o seu maior sonho – ter sua esposa e a filha (que mal conhece) morando com ele -, vê sua ferramenta de trabalho, uma bicicleta elétrica, ser roubada. Desesperado, e rodando pelas ruas nas horas que se seguem após o roubo em busca de soluções, percebe que sua situação se transforma em um labirinto de poucas oportunidades.
A obra percorre histórias curiosas contadas por amigos e familiares, entrelaçadas com reportagens de TV e canções que muitos de nós sabemos de cor e seguimos cantando até hoje. Clássicos como Faz Parte do Meu Show, Codinome Beija-Flor e tantos outros não ficam de fora. O mais interessante é como essas músicas surgem dentro de um contexto que dialoga com os arcos da narrativa, permitindo que o filme flua com leveza, mesmo ao abordar temas polêmicos que marcaram a trajetória de Cazuza.
Cada década no cinema é reflexo de sua época e sociedade. Ou seja, é muito fácil identificarmos produções das mais variadas décadas apenas olhando para o conjunto que compõe o todo, vide figurinos, penteados, cenários, músicas, estilos, comportamentos, gírias e diálogos. Mas em especial o tipo de trama que estamos assistindo. Afinal, nosso mundo sempre em evolução deixa bastante datado o contexto das obras específicas de seu tempo. Isso é, ou quase.
O que acontece é que vira e mexe ganhamos em nossa época atual tipos de filmes que parecem parados no tempo. São produções que fazem uso de uma história ou estrutura narrativa muito conhecida para os que são um pouco mais velhos, pois já as viram inúmeras vezes no passado. É claro que os realizadores menos preguiçosos irão modificar uma coisa aqui e outra ali, em especial no que diz respeito a diálogos, colocando uma frase mais moderninha ou elemento atual. Apesar disso, na maioria dos casos a impressão que fica é que determinados filmes tiveram seus roteiros escritos lá nas décadas de 80 ou 90, e depois foram engavetados, vendo a luz do dia somente agora.
Pensando nisso, resolvemos formular uma nova matéria abordando 10 filmes recentes que facilmente poderiam ter sido gravados ainda nas décadas de 80 e 90, substituindo um CGI por um efeito prático aqui, ou um celular por telefone público ali. Confira abaixo.
O novo suspense da Netflix vem dando o que falar. Esse é mais um dos casos onde crítica e público parecem discordar. Enquanto o filme com a talentosa Amy Adams é destroçado pelos especialistas, os espectadores fizeram do longa o novo sucesso da plataforma, o fazendo adentrar na lista dos filmes mais vistos. Quem já conferiu, percebeu que ele possui certo “teor” recorrente de alguns filmes das décadas de 90, onde uma protagonista feminina se via no meio de uma trama misteriosa, geralmente usando como tema o cenário de uma casa ou apartamento, vide Morando com o Perigo (1990) e Mulher Solteira Procura (1992). Em se tratando de revelações de mistérios simplistas, podemos incluir O Colecionador de Ossos (1999) na lista – todos figurando facilmente como bons exemplares do Supercine.
Estamos no ano de 2021, mas para que criar histórias modernas e únicas, quando Hollywood pode reciclar à exaustão o mesmo tipo de material que sempre usou, certo? Aqui, neste novo thriller de ação, que marca o retorno de Angelina Jolie ao gênero (com estreia programada para o dia 27 deste mês), a trama utilizada é a da criança em perigo que precisa ser protegida pela heroína. Nesta seara, James Cameron fez escola, com as superproduções Aliens – O Resgate(1986) e O Exterminador do Futuro 2 (1991). O mote também foi utilizado em Código para o Inferno (1998), com Bruce Willis.
Essa comédia é mais uma produção lançada diretamente pela Netflix. A trama conta sobre duas amigas quarentonas e um pouco acima do peso, se descobrindo como as novas super-heroínas do pedaço, vividas por Melissa McCarthy e Octavia Spencer. Ao mesclar comédia com o gênero da ação e fantasia de super-heróis, o longa soa muito como um produto tipicamente das décadas de 80 e 90, quando não se sabia muito bem como transformar quadrinhos em filmes. A lista de filmes do gênero que apelaram para a galhofa é longa, mas podemos citar Superman 3 (1983), Batman Eternamente(1995), Batman & Robin (1997), O Juiz (1995) e Heróis Muito Loucos (1999).
Mulher Maravilha 1984
Por falar nos heróis da DC, o segundo filme da Amazona mais popular da cultura pop pegou tanta carona na nostalgia que terminou com gostinho requentado de alguma produção saída diretamente de tais décadas. Aqui temos diversos elementos anteriormente vistos, seja o tom de cores e o visual chamativo, as subtramas de trocas de corpo com Steve Trevor, o vilão que no passado era tímido e introvertido, até a trama central do objeto mágico que realiza desejos, tudo soa muito como se tivesse vindo do passado.
Por mais que este último filme da FOX tenha a proposta diferenciada de mesclar os gêneros do terror e de super-heróis, muito anunciado como o pioneiro em tal feito, aqui podemos notar fortes influências de produtos do passado. De Clube dos Cinco (1985) temos os personagens disfuncionais reunidos na “detenção”, realizando um curso relâmpago em entrosamento. Fora isso, ecoa A Hora do Pesadelo 3(1987), com jovens pacientes de uma instituição psiquiátrica precisando enfrentar com seus poderes um mal comum a todos.
Nos anos 80 e 90, era comum termos filmes com alguma criaturinha estranha que causa alvoroço, atrai a atenção de caçadores ou do governo, mas que na verdade é dócil e bondosa. A lista é grande e vai desde E.T. – O Extraterrestre (1982), passando por Um Hóspede do Barulho (1987), O Milagre veio do Espaço (1987), Howard – O Super-herói(1986) e a série Alf – O Eteimoso (1986). É claro que na época todos eram criações em animatrônicos, fantasias ou fantoches, e hoje confia-se quase que exclusivamente no CGI. Temos até o careteiro Jim Carrey no elenco, totalmente em modo anos 90.
Outro artifício tipicamente popular nos anos 80 e 90 eram os filmes de animais falantes. Talvez o maior expoente do subgênero seja Babe – O Porquinho Atrapalhado (1995), que recebeu indicação ao Oscar de melhor filme. Aqui, temos muitos animais falantes, todos propriamente gerados por CGI, para Robert Downey Jr. se divertir em tela (e talvez só ele). Fora isso, temos adicionada na mistura a história infantil criada por Hugh Lofting, que foi adaptada pela segunda vez ao cinema, de forma moderna, em 1998, quando o personagem foi vivido por Eddie Murphy.
Podemos analisar este thriller de sobrevivência com toques de terror e ficção científica protagonizado pela musa Kristen Stewart como uma grande homenagem ao subgênero que reinou nos anos 80 e 90. Talvez nenhum outro ano da década de 80 tenha sido tão marcando para o estilo do que 1989. Foi quando ganhamos longas como O Segredo do Abismo (de James Cameron), Leviathan (do mesmo diretor de Rambo 2) e Abismo do Terror(do mesmo diretor de Sexta-Feira 13). Fora isso, os anos 90 nos deram obras como Esfera (1998), Tentáculos (1998) e Vírus (1999).
Freaky – No Corpo de um Assassino
Outra tendência muito forte nestas décadas inesquecíveis era a narrativa da troca de corpos. Pais e filhos, homens e mulheres, e jovens e velhos, não faltava era mudança inusitada. Assim vieram filmes como Um Espírito Baixou em Mim (1984), Tal Pai, Tal Filho(1987), Vice-Versa (1988), Um Pedido Especial (1988), Um Sonho Diferente (1989), Por Trás Daquele Beijo (1992) e Wish Upon a Star (1996). Em Freaky, temos adicionada à mistura o elemento dos filmes de terror slasher, muito populares nos anos 80, e reinventados nos 90 com Pânico (1996).
O mais recente exemplar de filmes de ação de Liam Neeson é tão genérico e datado que sinceramente poderia ter saído do enredo de diversas produções das décadas de 80 e 90. Veja se esta trama lhe é familiar. Um talentoso ladrão de cofre decide realizar um último trabalho antes de se aposentar. Porém, neste último ato encontra complicações e agora precisa correr e fugir para limpar seu nome. Tudo desde Profissão: Ladrão (1981) a O Grande Assalto (1993) é usado como inspiração.
Não é novidade que os diretores Phil Lord e Chris Miller foram retirados da produção de ‘Han Solo: Uma História Star Wars‘ devido a “diferenças criativas”, e Ron Howard foi contratado para completar o trabalho.
Pelo que parece, não muito das cenas filmadas pela dupla permaneceram no corte final, considerando que foi revelado que eles não receberão crédito pela direção do filme.
“Nós estamos muito orgulhosos das muitas contribuições que fizemos para aquele filme. Devido a diferenças criativas, nós decidimos ficar apenas com os créditos de produtores executivos,” anunciaram os diretores durante a coletiva de um festival.
Apesar de não saber quantas das cenas na tela foram realmente filmadas pela dupla, boatos afirmam que o estúdio reiniciou tudo e começou do zero.
A Disneydivulgou a sinopse de ‘Han Solo: Uma História Star Wars’ em que ressalta os perigos que os personagens irão enfrentar desbravando a galáxia. Confira:
“Embarque na Millennium Falcon e viaje para uma galáxia muito, muito distante em ‘Solo: Uma História Star Wars’, a nova aventura com o sacana mais adorado da galáxia. Ao longo de uma série de aventuras ousadas nas profundezas do perigoso e sombrio submundo do crime, Han Soloconhece seu futuro copiloto Chewbacca e encontra o notório Lando Calrissian, numa jornada que definirá os rumos de um dos heróis mais improváveis da saga Star Wars“.
O Deadline confirmou que a 4ª temporada de ‘Mr. Robot‘ será a última da série.
Exibido pelo canal USA, o aclamado drama foi criado por Sam Esmail.
Na série, “Elliot é um jovem programador que sofre de uma desordem mental que o torna antissocial. Ele trabalha como técnico de segurança virtual durante o dia, e como hacker vigilante durante a noite. Elliot se vê numa encruzilhada quando o líder de um misterioso grupo de hackers o recruta para destruir a firma que ele é pago para proteger. Motivado pelas suas crenças pessoais, mesmo tendo noção do expressivo controle que essa corporação exerce sobre a sociedade mundial ele tenta resistir à oportunidade de destruir os CEOs dessa multinacional.”
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência, analisar o tráfego e personalizar conteúdo. Também podemos coletar nome e e-mail quando você preenche formulários. Ao continuar navegando, você concorda com nossa
Política de Privacidade.