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Arnold Schwarzenegger rasga ELOGIOS para ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ e para Chris Pratt

Através de uma nova postagem no Twitter, o astro e ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger revelou que já assistiu ao vindouro Guardiões da Galáxia Vol. 3’, que encerra a trilogia de James Gunn, e rasgou elogios tanto para o filme quanto para Chris Pratt.

Para aqueles que não sabem, Pratt, que retorna como Peter Quill/Senhor das Estrelas na produção, se casou com a filha de Arnold, Katherine Schwarzenegger, em 2019.

“Assisti a Guardiões da Galáxia Vol. 3’ ontem à noite e UAU. [Chris Pratt] você arrasou. Uma mistura perfeita e ininterrupta de comédia e ação. Eu amei e estou muito, muito orgulhoso de você”, ele escreveu.

Lembrando que o filme estreia nos cinemas nacionais em 04 de maio.

As primeiras impressões já foram divulgadas na internet, e destacam um filme divertido, engraçado e emocionante, chegando a ser o melhor filme da Marvel Studios desde ‘Vingadores: Ultimato‘ para alguns críticos.

Confira:

“[‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’] tem cenários de ação espetaculares, é divertido, divertido e emocionante. É um encerramento perfeito e bonito para seus personagens e a saga. E é o melhor filme da Marvel desde Ultimato (e Top 3 em geral).”Valentina Morillo, do El Español.

“Posso confirmar que derramei uma lágrima durante [‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’]. E que ficaria muito feliz em assistir a um filme solo de Adam Warlock. Revisão completa (e entrevistas com o elenco) em breve.”Rory Cashin, da Joe.

“Este filme… meu coração está cheio e partido ao mesmo tempo, foi MUITO para processar, uma história muito complexa, mas me deixou incrível”@ForumLily.

“‘Guardiões da Galáxia Vol 3’ é um final brilhante para uma trilogia brilhante. É muito engraçado, emocionante e todos têm seu momento de destaque. Warlock de Will Poulter é uma adição incrível, mas o foco está justamente em contar um final satisfatório para os Guardiões. Vou sentir falta deles.”Ian Sandwell, do Digital Spy.

“[‘Guardiões da Galáxia Vol.3 ‘] é provavelmente o filme mais triste e sombrio do MCU e uma conclusão maravilhosamente arredondada para a trilogia de Gunn, onde todos na luta contra um vilão malvado (mas bastante superficial) obtêm seu grande momento novamente. Tenha lenços prontos!”Markus Trutt, do FilmStarts.

“Fui com uma ideia preconcebida para [‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’] e James Gunn conseguiu me surpreender de vez. É mais sombrio e tem até toques de terror, mas ainda é muito engraçado e com muito de personalidade. Rocket e Nebulosa se destacam em uma despedida muito digna.”Jesús Agudo, do Ecartelera.

“‘[Guardiões da Galáxia Vol. 3’] é, mais do que nunca, Star Wars como uma comédia idiota. Estranhos adoráveis, grande ação da Marvel e piadas bobas.
Mas nada pode prepará-lo para todas as emoções. A história de origem de Rocket Raccoon é linda e comovente.”Alexander Kardelo, do Movie Zine.

Crítica | ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ é um sólido e emotivo encerramento da trilogia de James Gunn

Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O novo filme conta com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

Uma das comédias mais ACLAMADAS das últimas décadas faz 12 anos em 2023; Veja curiosidades!

Em 2011, a comédia Missão Madrinha de Casamento chegou aos cinemas de todo o mundo e tornou-se um dos filmes mais recebidos do ano e da década.

A história, escrita por Kristen WiigAnnie Mumolo (que inclusive receberam uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original), girou em torno de Annie (Wiig), madrinha de sua melhor amiga, Lilith (Maya Rudolph), que passa pelas mais divertidas e bizarras e situações ao perceber que precisaria disputar a atenção e a proximidade da noiva com uma bela e rica mulher (vivida por ninguém menos que Rose Byrne).

Trazendo no elenco, também, nomes icônicos da comédia – incluindo Melissa McCarthy Ellie Kemper -, o longa recentemente completou doze anos e, para celebrá-lo, o CinePOP separou uma breve lista com curiosidades de bastidores da produção.

Confira abaixo:

ACLAMAÇÃO TOTAL

Por sua interpretação como Megan Price, McCarthy conquistou sua primeira indicação ao Oscar, na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante, além de ter recebido nomeações ao BAFTA e ao SAG Awards. Ela seria indicada novamente por sua incrível performance no drama biográfico ‘Poderia Me Perdoar?’.

SEQUÊNCIA CANCELADA

Devido ao sucesso comercial e crítico do filme, a Universal Pictures ficou interessada em produzir uma sequência. Entretanto, em 2014, Wiig fez uma aparição no programa The Ellen DeGeneres Show e negou os rumores, dizendo que a história havia terminado de um jeito ótimo e que não haveria necessidade para uma continuação.

VERSATILIDADE

Byrne era conhecida por ser uma atriz dramática, com trabalhos que incluíam ‘Sunshine – Alerta Solar’‘Damages’. Quando escalada para viver Helen, antagonista principal do filme, o elenco ficou surpreso com sua habilidade de improvisação durante as gravações – exemplicada principalmente pela cena do noivado em que tenta usurpar o discurso de Annie.

INSISTÊNCIA CÔMICA

O produtor Judd Apatow queria que o filme fosse selvagem e bastante físico, enquanto Mumolo e Wiig optaram por uma veia mais sutil. A cena mais notória do filme – a escatológica sequência da diarreia – foi colocada no corte final por insistência tanto de Apatow quanto do diretor Paul Feig.

TRABALHO CONSTANTE

O projeto foi escrito em questão de semana. Wiig participava do programa de esquetes ‘Saturday Night Live’, em Nova York, enquanto Mumolo trabalhava no roteiro em Los Angeles. As duas se encontravam aos finais de semana e comparavam notas e conduziam leituras de mesa, normalmente com a presença de Apatow.

ESCOLHA DIFÍCIL

Vários diretores foram considerados para comandar o filme, incluindo Greg MottolaTodd PhillipsDavid Gordon GreenDavid WainJake Kasdan. Entretanto, todos estavam indisponíveis. Anne Fletcher foi a única cineasta mulher a ser considerada, mas o estúdio decidiu não contratá-la.

SUCESSO COMERCIAL

Faturando um estrondoso valor de quase US$289 milhões (a partir de um orçamento de US$32,5 milhões), Missão Madrinha de Casamento superou ‘Sex and the City’ como a comédia feminina para maiores mais bem sucedida de todos os tempos nos Estados Unidos. Além disso, esse é o título mais bem sucedido já produzido por Apatow.

O MÉTODO DO IMPROVISO

Antes das filmagens começarem, o elenco protagonista se reuniu durante duas semanas para improvisarem umas com as outras. Grande parte dessas sessões foram incorporadas ao corte final.

ESCOLHAS CRIATIVAS

Nos comentários do DVD, Feig e Wiig tomaram a deliberada decisão de Annie manter seu sutiã durante as cenas de sexo com Ted (Jon Hamm), mas tirá-lo nas mesmas sequências com Nathan (Chris O’Dowd). A ideia era simbolizar o fato de Annie se sentir segura o bastante para se abrir emocional e fisicamente para Nathan de um jeito que não conseguia com Ted.

ESTREIA NO PROTAGONISMO

Wiig deu vida a Annie Walker, a problemática e hilária madrinha de casamento de Lillian. Além de ter escrito o roteiro, esse foi o primeiro papel principal da atriz nos cinemas.

‘Citadel’: Série de espionagem com Richard Madden e Priyanka Chopra Jonas já está disponível no Prime Video!

Citadel‘, a ambiciosa série de ação e espionagem produzida pelos irmãos Anthony e Joe Russo (‘Vingadores: Ultimato’), finalmente chegou ao catálogo do Prime Video.

A produção foi lançada no último dia 28 de abril na plataforma de streaming.

Na trama, Richard Madden (‘Game of Thrones’) e Priyanka Chopra Jonas (‘Triplo X: Reativado’) são agentes secretos sem lembranças de suas vidas passadas, mas ambos trabalham para a misteriosa organização chamada Citadel e terão que se unir para enfrentar um sombrio sindicato.

Relembre o trailer:

A atração conta com seis episódios e também traz Stanley Tucci (‘O Diabo Veste Prada’) e Lesley Manville (‘Trama Fantasma’) no elenco.

Josh Appelbaum, André Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg entram como roteiristas e produtores executivos.

‘Love to Love You, Donna Summer’: Documentário sobre a rainha do disco ganha trailer OFICIAL e data de estreia; Confira!

HBO divulgou o trailer oficial de Love to Love You, Donna Summer, documentário sobre a icônica rainha da música disco.

Além disso, foi revelado que a produção tem estreia marcada para o dia 20 de maio tanto no canal pago quanto na plataforma de streaming HBO Max.

Confira:

O documentário é comandado por Roger Ross Williams, que se tornou o primeiro diretor afro-americano a conquistar um Oscar em virtude de seu aclamado trabalho em ‘Music by Prudence’ (que levou a estatueta de Melhor Documentário em Curta-Metragem).

Julie Goldman entra como produtora ao lado de Carolyn HepburnChris ClementsDavid Blackman e Williams. J. Daniel Torres também entra como coprodutor.

Confira a sinopse oficial:

“Moldado pelas próprias reflexões de Summer, as memórias da família, amigos e colegas, e recheado com o som da música de Summer, Love to Love You é um olhar aprofundado sobre a icônica artista, à medida que ela cria músicas que a levam do cenário avant-garde da Alemanha aos clubes noturnos de Nova York e ao aclame mundial – com sua voz e sua arte definindo uma era inteira. Um retrato intimamente pessoal de Summer dentro e fora dos palcos, o longa traz uma série de fotografias e filmagens nunca vistas – normalmente rodadas pela própria performer -, reiterando a versatilidade de suas habilidades, da composição à pintura, à medida que explora os altos e os baixos de uma vida global”.

Nascida LaDonna Adrian Gaines, Summer se tornou um dos maiores nomes da indústria da música e é responsável por clássica e atemporais canções, como “Last Dance”“Hot Stuff”“Bad Girls” e várias outras. Ao longo de sua carreira, a artista trabalhou principalmente com os produtores Giorgio MoroderPete Bellotte, além de ter conquistado cinco estatuetas do Grammy e vendido mais de 100 milhões de discos e singles ao redor do mundo.

Ela faleceu em maio de 2012, em virtude de câncer de pulmão. Em 2013, foi induzida ao Hall da Fama do Rock and Roll.

Britne Oldford, de ‘Gêmeas – Mórbida Semelhança’, adoraria voltar para ‘American Horror Story’ [EXCLUSIVO]

O thriller psicológico ‘Gêmeas: Mórbida Semelhança‘, uma releitura moderna do clássico suspense de 1988 dirigido por David Cronenberg, já está disponível no Prime Video.

Recentemente, tivemos a oportunidade de conversar com Britne Oldford, que interpreta Genevieve na produção, e ela nos contou algumas histórias de bastidores, como foi participar da série e que adoraria voltar para ‘American Horror Story’ (antologia em que estrelou na 2ª temporada).

Confira:

A minissérie é estrelada por Rachel Weisz na pele das personagens Beverly e Elliot Mantle, irmãs gêmeas idênticas que compartilham tudo na vida: drogas, amantes e um desejo implacável de fazer o que for preciso — incluindo ultrapassar os limites da ética médica — em um esforço para desafiar as práticas antiquadas na ginecologia e obstetrícia e trazer atenção à saúde da mulher em primeiro plano.

Relembre o trailer:

As gêmeas Mantle, interpretadas por Weisz, são as pessoas mais brilhantes e extraordinárias que você já conheceu. Idênticas dos pés à cabeça, elas têm uma missão de mudar a forma como as mulheres dão a luz, começando em Manhattan. Drogas, pioneirismo através de procedimentos ilegais, sexo e relacionamentos amorosos, essa série nos levará em um território mais estranho e sombrio do que poderíamos ter imaginado.

O elenco ainda conta com Michael Chernus, Emily Meade, Poppy Liu, Britne OldfordJeremy ShamosJennifer Ehle.

Alice Birch é responsável pelo roteiro da série.

Demônio Lilith é despertado no trailer do novo TERROR do diretor de ‘Annabelle’; Assista!

O terror sobrenatural ‘Canção de Ninar‘ (Lullaby), dirigido por John R. Leonetti (‘Annabelle’), ganhou seu trailer legendado e já está disponível nas plataformas digitais do Brasil.

A trama segue uma jovem mãe que descobre uma canção de ninar em um livro antigo. Pensando ser uma benção, ela a canta para seu filho, mas logo seu mundo se transforma em um pesadelo quando a canção ressuscita um demônio antigo conhecido como Lilith.

Você pode assistir o filme no Google Play Movies, Apple TV, Microsoft Store para comprar o Download ou no Google Play Movies, Claro video, Apple TV, Amazon Video, Microsoft Store alugando online.

Confira:

A dupla Alex Greenfield & Ben Powell assina o roteiro.

O elenco conta com Oona Chaplin, Rámon Rodríguez, Liane BalabanKira Guloien e Moni Ogunsuyi

‘Renfield’ e os Filmes de Vampiros Cômicos do Cinema

Está em cartaz nos cinemas do Brasil e do mundo ‘Renfield – Dando o Sangue pelo Chefe’, nova comédia de terror da Universal Pictures, cujo chamariz é a presença do grande Nicolas Cage no papel do maior de todos os vampiros: Drácula. O astro vencedor do Oscar já foi de tudo nas telonas, super-herói, já fez papel duplo, já foi vilão e inclusive interpretou a si mesmo no recente sucesso ‘O Peso do Talento’. Mas um dos personagens que faltavam entrar no acervo do ator era o rei de todos os vampiros, extraído do livro de Bram Stoker e que se tornou desde os primórdios da sétima arte uma das figuras mais icônicas da cultura pop.

Como podemos perceber pelo título do novo filme, o foco desta vez não é em Drácula, ele surge como personagem coadjuvante. Pela primeira vez na trajetória do personagem, o protagonismo é dado para seu assecla, Renfield, papel de Nicholas Hoult. Na trama, após passar séculos sob o comando de seu mestre, precisando matar pessoas para arranjar sangue fresco para o vampiro se alimentar, Renfield decide que é hora de se libertar e viver sua própria vida. Com uma guinada interessante do roteiro, a relação de mestre e súdito das trevas, é revisitada como uma relação tóxica e abusiva.

Pegando esse gancho para lá de sarcástico, resolvemos lembrar com você alguns filmes deste mesmo subgênero. Ou seja, filmes sobre vampiros, que ousaram subverter suas narrativas, adicionando bastante humor às tramas. Confira abaixo.

A Dança dos Vampiros (1967)

No fim dos anos 1950, o saudoso Christopher Lee vestia a capa de Drácula pela primeira vez no filme ‘O Vampiro da Noite’ (1958) Depois disso, o ator interpretou o personagem inúmeras vezes em todas as sequências das produções do estúdio inglês Hammer. É neste clima que o cineasta Roman Polanski resolveu criar seu próprio filme de vampiros, fazendo uma produção com o mesmo estilo das obras da Hammer, com uma direção de arte gótica, de castelos, escadarias e tochas. Seu filme, ‘A Dança dos Vampiros’, no entanto, é uma comédia, que mostra dois atrapalhados caçadores de vampiros (Polanski vive o assistente mais jovem), que chegam para dar cabo das criaturas das trevas em um pequeno vilarejo. Até mesmo a escolha do ator Ferdy Mayne, que vive o vampirão, cria semelhança com Lee.

Um Estranho Vampiro (1988)

Acredite, querido leitor, antes de ‘Renfield’, Nicolas Cage já havia estrelado um filme de vampiros. O próprio ator tem citado esta produção constantemente durante a divulgação de seu mais recente trabalho. Muitos certamente não conhecem essa estranha comédia, já que Cage não era um nome muito famoso na época, mesmo assim, ele já havia feito trabalhos cult como em ‘Arizona Nunca Mais’ e ‘Feitiço da Lua’. Olhe só essa premissa: após um encontro bizarro com uma misteriosa mulher (papel da belíssima Jennifer Beals – de ‘Flashdance’), um executivo yuppie (papel de Cage) acredita estar aos poucos se tornando uma criatura das trevas. Ou será que está apenas perdendo sua sanidade? O filme é impagável e dele saíram alguns dos melhores memes envolvendo Nicolas Cage, que você facilmente reconhecerá.

Os Garotos Perdidos (1987)

Nos anos 80 tivemos muitos filmes especiais, que marcaram uma geração. Nessa época dos primórdios do cinema entretenimento como o conhecemos hoje, a máxima “tudo o que dava certo era repetido” já entrava em vigor. Assim, após o sucesso de ‘Os Goonies’ ganhávamos diversas aventuras protagonizadas por um grupo de crianças – que se formos pensar bem, datam de ‘E.T.‘ (1982). Assim, dois anos depois da aventura de Mikey, Bocão, Gordo e Dado, a mesma Warner tirava do papel ‘Os Goonies vs. Vampiros’. Bem, ou quase. Na verdade, trata-se de ‘Os Garotos Perdidos’, que fala sobre dois irmãos, um mais velho (assim como Mikey e Brand), indo morar com a mãe na casa do avô, após o divórcio dos pais. No local, eles descobrem que histórias de terror são reais, já que existe uma gangue de motoqueiros com atitudes muito suspeitas, que vão além da arruaça. No mesmo ano de 1987 era lançado também ‘Deu a Louca nos Monstros’ (The Monster Squad) – filme que seguia a mesma linha.

Procura-se Rapaz Virgem (1985)

Jim Carrey em um filme de vampiros cômico? Sim, isso realmente aconteceu. Mas foi numa época antes da explosão do ator nos anos 90, quando ele se tornou um dos maiores nomes de Hollywood e um dos atores mais bem pagos do mundo. Uma década antes disso, Carrey já aprontava das suas e estrelava este cult sobre um rapaz tímido, que não tem muita sorte com as mulheres. Constantemente provocado por seus amigos, ele conhece numa noite uma mulher mais velha extremamente sensual e provocativa, papel da bela Lauren Hutton. Achando que tirou a sorte grande, o rapaz logo perceberá que nada é o que parece, quando a mulher se revela na verdade a Condessa das Trevas, uma vampira atrás de sangue novo. Para o papel da sedutora sanguessuga, no entanto, a ideia inicial era ter Cassandra Peterson, mais conhecida como a Elvira, a Rainha das Trevas – personagem cult dos anos 80. Antes de Jim Carrey no papel principal também, os criadores queriam Michael J. Fox, que no mesmo ano seria um lobisomem em ‘O Garoto do Futuro’, além de estrelar o irretocável ‘De Volta para o Futuro’.

Um Vampiro no Brooklyn (1995)

Sabemos que um filme de vampiro não se leva totalmente a sério quando estrelando temos alguma lenda do humor. Acima tivemos Jim Carrey, e aqui temos Eddie Murphy. Lançado 10 anos depois de ‘Procura-se Rapaz Virgem’, ‘Um Vampiro no Brooklyn’ na verdade faz homenagem a clássicos do terror blaxploitation, em especial ‘Blacula – O Vampiro Negro’ (1972). Produzido pela Paramount Pictures e escrito pelos irmãos Eddie e Charlie Murphy, o que muitos podem não saber ou lembrar é que o longa tem assinatura do saudoso mestre do terror, Wes Craven – conhecido por mesclar obras assustadoras com certo humor, vide a franquia ‘Pânico’. Na trama, Murphy vive um príncipe vampiro caribenho aportando em Nova York. Ele pega para si um lacaio e mira numa policial, que acredita ser a reencarnação de sua amada, papel da indicada ao Oscar Angela Bassett. Fora isso, assim como em muitos de seus filmes, Murphy interpreta diferentes personagens com o uso da maquiagem.

Drácula – Morto mas Feliz (1995)

Já tivemos Jim Carrey e Eddie Murphy em filmes de vampiros, e agora chega à lista o saudoso Leslie Nielsen, veterano da franquia ‘Corra que a Polícia Vem Aí!’ – os filmes do atrapalhado policial Frank Drebin estavam em alta nos anos 90, assim o diretor Mel Brooks, um dos expoentes do humor norte-americano, resolveu escalar Nielsen para esta produção, que marcaria o último trabalho de Brooks como diretor. O que o cineasta cria aqui é uma paródia do clássico ‘Drácula’, de Bram Stoker, que havia sido reimaginado em 1992 por Francis Ford Coppola. O filme de Brooks, no entanto, remete mais à versão clássica de 1931, estrelada por Bela Lugosi. Nielsen vive Drácula, e para isso não dispensou seus cabelos brancos platinados, que eram sua marca registrada. Antes de Nielsen, no entanto, Brooks chegou a considerar Kelsey Grammer, mais conhecido pelo seriado ‘Frasier’ e também por ter sido o Fera de ‘X-Men: O Confronto Final’ (2006). Já imaginou como seria?

Buffy – A Caça-Vampiros (1992)

Antes de a personagem ficar imortalizada nas formas de Sarah Michelle Gellar no seriado cult do fim dos anos 1990, Buffy já havia sido tentada nas telonas, num filme que não deu muito certo, e grande parte do público, incluindo os fãs da série, talvez não conheçam bem. O ano era 1992, e o roteirista e diretor Joss Whedon (o mesmo dos primeiros ‘Vingadores’ da Marvel) criava a ideia de uma “patricinha de Beverly Hills’, fútil e consumista, se descobrindo como uma heroína e precisando se erguer para salvar o mundo de ameaças das trevas. Antes de Sarah Michelle Gellar, a loirinha foi interpretada por Kristy Swanson (‘A Maldição de Samantha’). O filme também contava com Luke Perry (‘Barrados no Baile’), David Arquette, os veteranos Donald Sutherland e Rutger Hauer, e participações de Hilary Swank, Ben Affleck e do guitarrista Slash no elenco. A produção para o cinema não deu certo, apesar de ter ressurgido como cult, mas Whedon resolveu tentar de novo e levou a premissa para o canal da Fox – que aceitou tirar do papel na forma de uma série de TV, e o resto é história.

Daniel Craig pediu para matarem James Bond em ‘007: Sem Tempo para Morrer’ e revela o MOTIVO!

Os fãs da franquia ‘007‘ ficaram chocados quando James Bond morreu em ‘Sem Tempo para Morrer’, filme que marcou a despedida de Daniel Craig como o personagem.

Na trama, Bond se sacrifica para salvar a vida de outras pessoas, e a ideia foi fortemente defendida por Craig nos bastidores.

Em entrevista para o Los Angeles Times, o astro disse que uma das principais razões pelas quais ele gostou do final foi porque que manteve a porta fechada para qualquer possível retorno de sua encarnação do personagem.

“Foi uma boa ideia por dois motivos: para mim e para a franquia. Eu já estava pensando que estava na hora de reformular o personagem. Então, que forma melhor de fazer isso se não matar meu personagem e encontrar outro Bond em outra história? Comecem com alguém de 23 anos, 25 ou 30.”

Ele argumentou também que já estava pronto para pendurar o smoking e não queria ser questionado sobre isso pelo resto de sua carreira.

“A outra era para que eu pudesse seguir em frente. Eu não queria voltar. Acho que teria muita sorte se eles me chamassem de volta, mas o fato é que preciso seguir em frente. O sacrifício que ele faz no filme foi por amor, e não há maior sacrifício. Portanto, essa parecia uma ótima maneira de terminar minha contribuição à franquia.”

Para quem não se lembra, Craig estrelou um total de cinco filmes da franquia, começando com ‘Cassino Royale‘ (2006), ‘Quantum of Solace (2008), ‘Operação Skyfall‘ (2012), ‘Contra Spectre’ (2015) e ‘Sem Tempo para Morrer’ (2021).

Relembre o trailer do último filme:

Sucesso entre os críticos (84% de aprovação no Rotten Tomatoes) e nos cinemas, o longa arrecadou US$ 774 milhões mundialmente – tornando-se a segunda MAIOR bilheteria do ano para uma produção hollywoodiana.

O filme MAIS CARO da história! Orçamento de ‘Velozes e Furiosos 10’ explodiu após problemas no set

Os ataques de estrelismo de Vin Diesel fizeram ‘Velozes e Furiosos 10‘ se tornar o filme mais caro da história. Segundo o The Wrap, o orçamento da produção da chegou na casa dos US$ 340 milhões, 70% acima do filme anterior, que custou US$ 200 milhões.

Justin Lin abandonou as gravações por atritos com Diesel e cada dia que a produção ficou sem diretor a Universal gastou US$ 1 milhão por dia até encontrar um substituto.

O orçamento ainda incluiu reajuste no salário de Vin Diesel e custos com protocolos de segurança para o COVID-19.

O novo escolhido para dirigir ao filme foi Louis Leterrier, de ‘Truque de Mestre‘ e ‘Carga Explosiva‘.

Lembrando que ‘Velozes e Furiosos 10‘ chega aos cinemas em 18 de maio.

Durante o painel da CinemaCon, Diesel confirmou que o próximo longa-metragem será intitulado Velozes e Furiosos 10 – Parte 2’ (‘Fast X: Part 2’) para o verão norte-americano de 2025, ainda sem dia específico.

De acordo com o Deadline, os roteiristas Christina Hodson (‘The Flash’, ‘Aves de Rapina’) e Oren Uziel (‘Cidade Perdida’, ‘O Paradoxo Cloverfield’) foram escolhidos para escreverem o próximo longa-metragem.

O diretor do décimo filme, Louis Leterrier, irá retornar para a direção.

Série de suspense do criador de ‘Big Little Lies’ com Neve Campbell é DESCARTADA pela ABC

No início deste ano, foi anunciado que Neve Campbell (‘Pânico’) iria estrelar ‘Avalon‘, nova série de suspense criada por David E. Kelly, de ‘Big Little Lies‘ e ‘Big Sky‘.

Campbell assinou contrato com a ABC para interpretar uma detetive “um tanto impertinente” na série que seria baseada em um conto de Connelly.

Agora, a Variety revelou que a ABC descartou a série depois de ver o piloto.

De acordo com o canal, a ABC está “optando por não avançar” com a série. Porém, o A+E Studios está considerando outras opções, então a série ainda pode seguir em outro canal.

Desenvolvida pela ABC, a produção é baseada no conto homônimo de Michael Connelly, trazendo Campbell no papel principal.

Confira a sinopse:

A trama se passa na cidade de Alavon, na Ilha Catalina, onde a detetive de Los Angeles Nicole “Nic” Searcy (Campbell) é encaminhada para servir. Catalina tem uma população local que acolhe mais de 1 milhõa de turistas por ano.

Cada dia, quando a barca chega, centenas de potenciais novas histórias são introduzidas à ilha. A Detetive Searcy será puxada para um dos maiores mistérios de sua carreira, que irá mudar tudo o que ela acredita sobre si mesma e sobre a ilha.

A personagem de Campbell é descrita como “uma detetive solitário que não é facilmente intimidada e mantém firme sua moral. Ironicamente, são os seus valores que a fizeram ser banida da cidade grande para Avalon”.

Crítica 2 | Os Cavaleiros do Zodíaco – Saint Seya: O Começo – Live Action Eleva o Cosmos do Seu Coração!

Se você tem mais de 30 anos você provavelmente passou parte de sua infância ou adolescência assistindo a um dos desenhos mais dramáticos de todos os tempos: o anime japonêsOs Cavaleiros do Zodíaco’. A série, exibida em tv aberta no fim da tarde pós-escola, trazia um grupo de meninos pré-adolescentes com a absurda missão de salvar e proteger a deusa Athena, reencarnada no corpo de uma humana, contra outras dezenas de jovens guerreiros que, por diversas razões, queriam destrui-la. No meio do caminho era muito soco, porrada, sangue e morte… como morriam! Depois que a gente cresceu, vieram algumas novas continuações (meio mais ou menos, é verdade), mas, agora que somos gente grande, ganhamos um filme de gente grande: a versão em live-action, de carne e osso, dos nossos heróis, com o nome ‘Os Cavaleiros do Zodíaco – Saint Seya: O Começo’.

A era dos humanos está prestes a mudar, pois a deusa Athena reencarnou entre os mortais no corpo da jovem Saori Kido (Madison Iseman, da nova franquia ‘Jumanji’ e ‘Annabelle 3’). Entretanto, seu pai, Alman Kido (Sean Bean) quer protegê-la, enquanto sua mãe, Guraad (Famke Janssen), quer destrui-la. No meio disso, o Sr. Kido encontra Seya (Mackenyu, o bonitão de ‘Samurai X’, filme de maior bilheteria no Japão em 2021 e também adaptado de mangá de sucesso), um jovem que, sem querer, acendeu seu cosmos durante uma luta underground contra Cassius (Nick Stahl, que fez filmes como ator mirim). Recrutado pelo Sr. Kido, Seya deve aprender a discernir entre a obsessão por encontrar sua irmã sequestrada e focar na sua verdadeira missão, que é proteger Athena. Mas, no meio do caminho, muitos oponentes aparecerão, e, no momento, sua maior preocupação é Ikki (Diego Tinoco), o Cavaleiro de Fênix.

Com roteiro de Josh Campbell, Matt Stuecken e Kiel Murray, a história pega “o começo” do Seya, mas tipo, bem o começo meeeesmo. Para os fãs da saga, não conta nem a história linear: parte do Seya e a irmã órfãos, pula para ele já grande e conta como ele conquista a armadura de Pégasus (coisa que é contada em flahsbacks no anime). Então, é só o início mesmo, até porque o filme só tem meros uma hora e quarenta de duração e nenhuminha cena pós-crédito.

Claro, é uma coprodução, filmada no Canadá, Hungria, Japão e Estados Unidos, de uma história japonesa sobre heróis gregos e que pretende conquistar o público ocidental, então, a gente releva os loiros do elenco, até porque o filme de Tomasz Baginski resolve esse lance – aliás, ele resolve boa parte das ocidentalidades que a gente entranhou no trailer, então, pode confiar.

Para quem não é fã da saga ou nunca viu nada, ‘Os Cavaleiros do Zodíaco – Saint Seya: O Começo’ será apenas um filme mediano de ação, com uma história mirabolante e acelerada de fundo. Agora, quem é fã raiz, que colecionou álbum e comprou lanche do Bob’s só por causa do boné, poxa… tá cheio de referência linda do anime dos anos 90. Tem cena clássica de luta que fã que é fã vai lembrar do original, bem como novos detalhes acrescentados para deixar pistas do que está por vir. E, numa determinada cena importante, os acordes de uma determinaaaada música faz o coração palpitar, acendendo o cosmos dentro do peito do fã.

Tecnicamente, ‘Os Cavaleiros do Zodíaco – Saint Seya: O Começo’ é de fazer cair o queixo. Os efeitos especiais dos elementos zodiacais são lindos, bem como o dos golpes saindo da mão dos cavaleiros. As cenas de luta são muito bem coreografadas, um verdadeiro balé, encabeçados por Mackenyu e Diego Tinoco em total sintonia.

Os Cavaleiros do Zodíaco – Saint Seya: O Começo’ é lindo, empolgante e nostálgico, seguindo o seu valor máximo: trazer uma história totalmente trágica estrelada por jovens em desenvolvimento. Até mesmo a chata da Saori continua chata! Um filmão para reviver a paixão dos fãs – e, quem sabe, conquistar novos do lado de cá do planeta, porque ‘Os Cavaleiros do Zodíaco – Saint Seya: O Começo’ não fica abaixo dos filmes da Marvel ou da DC, não, tá. E a versão dublada está ótima, tem o querido Mauro Ramos (que faz a voz do Danny DeVito) na voz do Ikki!

10 ÓTIMOS filmes sobre Terapia de Casais

Um casamento não se vive apenas de momentos felizes. Muitos casais encontram-se em crises, conflitos em seus relacionamentos e alguns desses buscam ajuda na terapia de casal. Buscando encontrar recorte interessantes sobre o tema, criamos uma lista abaixo com 10 filmes sobre Terapia de Casais:

 

Encontro de Casais

Filme norte-americano lançado em 12 anos atrás nos mostra um grupo de casais que vai para um retiro e lá descobrem o quanto o relacionamentos de cada um deles está com problemas. Dirigido por David Christiaan.

 

Se Sabem Como Eu Sou, Por que Me Convidam?

Nessa produção colombiana, conhecemos um grupo de pessoas que resolve ir até um lugar par atentar consertar seus conflituosos relacionamentos.

 

Terapia do Prazer

Lançado no final da década de 90, escrito e dirigido por Lance Young, em Terapia do Prazer acompanhamos um casal recém casados que resolvem procurar ajuda de um terapeuta sexual para melhorar seu relacionamento.

 

Encontro de Casais

Um dos mais famosos filmes sobre o tema, em Encontro de Casais, conhecemos quatro casais de amigos que vão até uma ilha paradisíaca onde acontecem sessões de terapia de casais obrigatórias.

 

Amor no Divã

O filme brasileiro, dirigido por Alexandre Reinecke, nos conta a história de uma terapeuta de casais que se encontram em um presente com uma forte crise no seu próprio relacionamento, ao mesmo tempo que precisa ajudar um jovem casal com os conflitos deles.

 

Ira & Abby

Nessa comédia romântica lançada no início dos anos 2000, acompanhamos um casal que precocemente resolve e juntar e acabam enfrentando diversos problemas.

 

Divã a 2

Nessa comédia brasileira lançada em 2015, acompanhamos um casal, juntos a cerca de uma década, que resolvem tentar soluções para seus conflitos com a terapia de casal.

 

Má Terapia

Nesse filme, que é baseado em fatos reais, um casal resolve procurar ajuda de uma terapeuta matrimonial afim de resolver alguns conflitos no relacionamento deles.

 

Um Divã para Dois

Na trama, um casal já na flor da terceira idade enfrenta uma crise intensa em seu relacionamento. Para tentar fugir da mesmice procuram se entender em algumas sessões de aconselhamento de casais, sob o comando de um médico experiente no assunto. A lembrança de momentos vivos na vida daquele casal reacende a chama que não mais existia. O pedido de casamento com direito a anel no pão doce, noites inesquecíveis, viagens memoráveis, todas essas situações despertam novamente aquele sentimento que estava guardado dentro daquele casamento de 31 anos.

 

Como Nossos Pais

Na trama, conhecemos Rosa (Maria Ribeiro) uma mulher guerreira que está em crise no casamento com seu marido Dado (Paulo Vilhena), infeliz no emprego que tem e ainda é pega de surpresa com uma notícia atordoante de sua mãe Clarisse (Clarisse Abujamra) que seu pai Homero (Jorge Mautner) na verdade não é seu pai. Essa notícia mexe bastante com a protagonista que passa por uma grande transformação ao longo de todos os 102 minutos de projeção.

Netflix já CANCELOU 11 séries em 2023; Confira quais!

O ano de 2023 começou difícil para algumas produções da Netflix, com a plataforma cancelando ONZE séries e alegando apenas que os shows não alcançaram a audiência pretendida.

Isso nos leva a crer que essa temporada deverá ser bem difícil para os títulos da gigante do streaming se manterem firmes.

Isso porque, agora não basta apenas agora fazer sucesso em sua estreia, apostar na qualidade do produto ou contar com trabalhos outrora reconhecidos, os shows atuais precisam continuar rendendo semanalmente e alcançando bons números, em vários lugares do mundo – pelo menos àqueles de maior investimento.

Confira as 11 séries que a Netflix já cancelou esse ano:

– Sex/Life

– O Jovem Wallander

  • Ridley Jones

Hot Skull

1899

O Clube da Meia-Noite

Departamento de Conspirações (Inside Job)

The Chair

Dead End: Paranormal Park (que aqui no Brasil ficou ‘Guardiões da Mansão do Terror’)

Uncoupled

Juvenile Justice

Nas redes sociais, os assinantes ficaram furiosos com os cancelamentos:

No caso de Uncoupled‘, a série nem chegou a permenecer por muito tempo no ranking semanal do TOP 10 da plataforma de streaming, fazendo uma única aparição em 6º lugar após seu lançamento, em 29 de julho do ano passado.

No mesmo ano, já havia a especulação de que ‘Uncoupled não continuaria na Netflix, quando fontes indicaram que a co-produtora MTV Entertainment Studios estava tentando encontrar uma nova plataforma ou emissora para a atração.

Para completar, segundo analistas de mercado, existe uma lista extensa de outras atrações que também devem ser canceladas pela plataforma ainda esse ano.

E você, o que acha dessa onda de cancelamentos da Netflix, será que estão poupando gastos ou simplesmente querem manter a plataforma através de grandes hits?

Shelley Duvall, estrela de ‘O Iluminado’, retorna em trailer de terror com lobisomem

O terror ‘The Forest Hills‘, que traz o retorno da atriz Shelley Duvall ao gênero mais de duas décadas após o lançamento do clássico ‘O Iluminado‘ (1980), ganhou o primeiro trailer.

O filme traz a história de um homem chamado Rico (Chiko Mendez) que começa a ser atormentado por visões e pesadelos após sofrer um intenso ferimento na cabeça durante uma viagem para acampar.

Confira:

O longa é escrito e dirigido por Scott Goldberg, cineasta que foi produtor assistente em ‘Madrugada dos Mortos‘ (2004) e que tem uma longa carreira em curta-metragens e documentários.

Edward Furlong (‘O Exterminador do Futuro 2’) e Dee Wallace (‘Os 3 Infernais’) completam o elenco.

‘Primal’: Genndy Tartakovsky promete um “mundo totalmente novo” para o futuro da série

Primal, de Genndy Tartakovsky, tornou-se uma das animações mais bem recebidas das últimas décadas e caiu no gosto tanto do público quanto da crítica.

Agora, em entrevista ao ComicBook.com, o criador da produção revelou que está guardando algo “espetacular” na manga para o futuro da série – e que tem em mente um “mundo totalmente novo”.

Na ocasião, ele disse que está com “uma ideia na cabeça que é tão espetacular, que mal posso esperar para fazê-la”.

Tartakovsky continua, dizendo que está muito animado para explorar o que encara como uma “progressão natural” para o mundo de Primal – e que ele está ansioso para desenvolver mais dele.

Anteriormente, em entrevista à EW, o criador também falou que a próxima iteração trará várias mudanças.

Tartakovsky admitiu que ele quer que a produção se torne “um show antológico, em que a 3ª temporada seria chamada Primal, mas com um subtítulo diferente”. Mas ainda teríamos a apresentação dos ciclos anteriores.

“Poucos diálogos, alta emoção, sobrevivência, crueza, narrativa visual: todas essas coisas, mas com personagens diferentes. Há mais coisas que quero fazer com Primal, não necessariamente Spear e Fang”, ele explicou. “Talvez se houver um clamor gigante, nós continuaremos a história com sua filha e Mira e os dinossauros. Eu teria que realmente pensar sobre isso.”

Lembrando que a série está disponível na HBO Max.

A série gira em torno de um homem das cavernas no alvorecer da evolução e de um dinossauro à beira da extinção. Unidos pela tragédia, a dupla desenvolve uma amizade inesperada que se torna o único modo de sobreviver em um mundo primitivo e violento.

A série foi criada e dirigida pelo vencedor do Emmy Genndy Tartakovsky (‘Samurai Jack’, ‘Star Wars: A Guerra dos Clones’).

10 filmes que refletem sobre a Psicanálise

Quem nunca ouviu falar sobre a principal vertente dentro do vasto universo da psicologia que foco seus esforços no inconsciente? O psicanalista mais famoso do mundo, figura emblemática do século XX, o austríaco Sigmund Freud desfilou suas ideias ao longo de toda sua carreira sendo uma enorme referência para milhares de pessoas em todo o mundo. Pensando sobre esse recorte da psicanálise envolvida em tramas e conflitos de personagens, separamos abaixo uma lista super interessante com 10 filmes que refletem sobre a Psicanálise:

 

Freud, Além da Alma

Dirigido pelo grande cineasta John Huston, indicado para o Urso de Ouro em Berlim, além de duas indicações ao Oscar, lançado no início da década de 60 nos cinemas, nesse projeto acompanhamos um recorte da trajetória de Sigmund Freud e alguns de seus casos.

 

Quando Nietzsche Chorou

Baseado no livro homônimo do escritor norte-americano Irvin D. Yalom, gira em torno de um encontro entre duas figuras conhecidas nas suas áreas, o filósofo alemão Friedrich Nietzsche e o médico austríaco Josef Breuer, quando o segundo busca soluções para uma crise existencial do primeiro.

 

Little Joe

Na trama, conhecemos a viciada em trabalho Alice (Emily Beecham), uma bióloga que trabalha em uma clínica de engenharia genética que lida com diversas experiências com plantas. Um dos mais prolíferos, Little Joe, é uma planta vermelha que busca mudar sensações de humor. Tudo ia bem até que algumas reações inusitadas com todos que se aproximam dessa planta acontece, deixando a protagonista em uma curiosa linha tênue entre o acreditar ou não no poder de sua criação. Exibido no Festival do Rio, Little Joe é um filme para os que curtem detalhes. Uma mescla argumentativa entre o subconsciente e a nossa necessidade de preencher todas as lacunas de nossa vida.

 

Um Divã na Tunísia

Na trama, conhecemos Selma (Golshifteh Farahani) uma jovem e solitária psicanalista que chega na Tunísia, mais precisamente em sua terra natal Túnis, que não visita desde os 10 anos, para abrir um consultório e atender pacientes no terraço de uma casa. Buscando mudar a natureza dos problemas das pessoas, trazendo uma nova perspectiva, logo faz bastante sucesso com a vizinhança mas a burocracia quase de fachada do enrolado serviço público local a pressiona para uma licença que nunca chega.

 

Bem-Vinda, Violeta!

Filmado em Ushuaia, na Patagônia argentina, na trama conhecemos a escritora Ana (Débora Falabella) que resolve embarcar em uma viagem para uma espécie de laboratório criativo onde ela e outros escritores participam de dinâmicas comandadas pelo enigmático Holden (Darío Grandinetti), um homem cheio de personalidade que ficara famoso no mundo literário após queimar exemplares dos seus livros no dia do lançamento. Os dias nesse lugar são intensos e provocantes, há uma necessidade de um abandono de si mesmo e um embarque na personalidade dos principais personagens das respectivas obras. Aos poucos, a forte protagonista começa a se perder, se descontruindo em torno de uma de suas personagens do seu último livro.

 

Jimmy P.

Na trama, conhecemos o introvertido Jimmy Picard (Benicio Del Toro), um índio católico, ex-soldado, que após um grave acidente na guerra teve seu pedido de dispensado aceitado pelos militares norte-americanos. Quando volta para casa de sua irmã começa a ter diversos casos de tonteira e cegueiras parciais. Assim, sua irmã resolve procurar ajuda e o leva a um centro de tratamento vinculado ao exército. Após séries intensas de análises e baterias de exames a todo instante, a alta cúpula do hospital fica perdida por não achar um diagnóstico lógico para o que Jimmy tem. Nessa hora, entra em cena o antropólogo Georges Devereux (Mathieu Amalric), um mulherengo, hiperativo e genial profissional que fará de tudo para tirar Jimmy dessa situação.

 

Um Método Perigoso

Sexo x Sonhos. Quando dois grandes nomes da psicologia se juntam. O mundo da psicanálise fica em evidência, no trabalho do experiente diretor David Cronenberg, Jung é o principal, Freud é um mero coadjuvante. Há um conflito interno dentro do pensador suíço, uma cessação da ética. Essa violação da regra elementar da profissão, leva-o à um mar de conflitos.

 

Um Doce Refúgio

Na trama, conhecemos o tímido e contido Michel (Bruno Podalydès), um artista gráfico que vive uma pacata vida com sua mulher Rachelle (Sandrine Kiberlain). Andando com sua motinho de casa para o trabalho e do trabalho para casa, mostra não estar muito feliz com a vida que leva. Michel é fascinando pelo mundo aeronáutico e sem querer acaba descobrindo que um caíque tem uma engenharia parecida. Assim, resolve comprar esse enorme objeto, escondido de sua mulher e amigos, e acaba embarcando em uma peculiar história de autodescoberta.

 

4 Konige

Na trama, acompanhamos Alex (Paula Beer), Lara (Jella Haase), Timo (Jannis Niewöhner) e Fedja (Moritz Leu), quatro jovens que se internaram em uma clínica em busca de melhoras nos seus quadros emocionais. O psiquiatra Dr. Wolff (Clemens Schick) busca ajuda-los de todas as formas e inclusive propõe que eles passem o natal juntos. Assim, aos poucos, vamos descobrindo os motivos de cada um deles estar ali e a busca constante de todos por uma melhora.

 

Gênio Indomável

Nesse genial projeto, acompanhamos a história de um jovem que trabalha como faxineiro em uma universidade e possui um grande talento para a matemática. Após ser abraçado por um dos professores do lugar, vai contar com a ajuda de um psicólogo para lidar com suas emoções. Uma curiosidade, é que Matt Damon frequentou a Universidade de Harvard (inclusive o roteiro de Gênio Indomável foi escrito por ele durante um exercício em uma aula) mas teve que sair antes da conclusão do curso (faltava um semestre pra se formar bacharel em Inglês) pois já embarcou em projetos cinematográficos.

LINDA! Conheça a primeira heroína sobrepeso da Disney

Contrariando alguns comentários, a Disney apresentou a sua primeira protagonista plus size no curta-metragem animado chamado ‘Reflexo’.

A produção, que já está disponível no Disney+, conta a história de uma bailarina, Bianca, que luta contra seu próprio reflexo e supera a dúvida e o medo canalizando sua força interior, graça e poder, como diz a sinopse oficial divulgada pelo estúdio.

O filme tem 7 minutos e faz parte do projeto ‘Pane Elétrica’, que reúne uma série de curtas metragens experimentais feitos por talentos do estúdio, com a ideia de abordar temas diferentes.

Nessa temporada da iniciativa, por exemplo, foi elaborada com o objetivo de abordar a questão da imagem corporal e a importância de encontrar sua própria identidade e proteger a autoestima.

Veja o trailer do projeto:

Reflexo’ é dirigido por Hillary Bradfield, que atuou como artista de storyboard em filmes da Disney como ‘Frozen 2’ e ‘Encanto’. Essa é a estreia dela na direção de uma animação do estúdio.

‘Vingadores: Guerra Infinita’, filme que marcou o início do fim da ‘Saga do Infinito’, completa 5 anos

Essa semana entre o fim de abril e o comecinho de maio costuma ser bastante especial para os fãs dos filmes da Marvel, porque geralmente é reservada pelo estúdio para o lançamento de algum grande projeto. Em 2023, esse posto fica com Guardiões da Galáxia Vol.3 (que estreia no próximo dia 4), mas há cinco anos, no já longínquo 2018, o dia 26 de abril ficou lembrado como o dia em que nenhum cinema do país, quiçá do mundo, pôde reclamar da falta de público, já que estreava oficialmente Vingadores: Guerra Infinita, a primeira parte do capítulo final da maioria dos heróis que marcaram as telonas na última década.

Embalado por uma campanha publicitária que remetia aos primórdios dos Vingadores nos cinemas, como no trailer, que bateu recordes e mais recordes, em que os Heróis Mais Poderosos da Terra repetiam o discurso que Nick Fury (Samuel L. Jackson) usou para justificar a formação do grupo no filme de 2012, houve uma certa expectativa – talvez até mesmo um receio – do público de que a nostalgia seria usada como muleta para a trama desta aventura. No entanto, o resultado foi surpreendentemente positivo, investindo mais nas interações dos personagens do que nas referências e fan services, que foram deixados para a continuação lançada no ano seguinte.

Outro desafio que assombrava os fãs era como os Irmãos Russo iriam gerenciar tantos personagens convergindo em um único filme. Que eles conseguiam trabalhar com grupos já tinha ficado provado em Capitão América: Guerra Civil (2016). Só que agora era a vez de usar todos os “bonecos” disponíveis na casa, um desafio completamente diferente. Na época, o sucesso dessa aventura era quase certo, mas pairava aquele fantasminha do “e se?”. Alguns se perguntavam: “E se for ruim?”, mesmo que fossem tirados para pessimistas. Era simplesmente impossível para certos fãs que esse longa desse errado. No entanto, Vingadores: Era de Ultron (2015) seguia lá para segurar as emoções de alguns emocionados. No fim das contas, felizmente deu tudo certo. Pelo menos pros fãs, né?

Isso porque, pela primeira vez na história do MCU, os heróis terminaram o filme derrotados, em todos os sentidos. O que fica emblemático pelo clima depressivo da batalha final, sediada em Wakanda, em que os Vingadores tentam impedir o vilão e falham, tendo como sonorização praticamente os ventos do país, dando uma sensação de vazio que precede a morte. E no caso, foi pesadíssimo ver alguns do supers mais queridos, como o Homem-Aranha (Tom Holland), o Pantera Negra (Chadwick Boseman) e o Groot (Vin Diesel) virando pó. Por outro lado, por serem medalhões que claramente precisariam retornar para suas franquias, alguns poucos não se sentiram tão impactados, porque já sabiam que eles voltariam no próximo filme.

A ideia da equipe criativa de transformar o vilão, Thanos (Josh Brolin), no grande protagonista da vez foi uma alternativa inteligente do roteiro, porque ele era claramente o único elo capaz de unir todos numa trama coerente. Ele é “pai” de dois membros dos Guardiões da Galáxia, destruiu metade do que restou de Asgard ao fim de Thor: Ragnarok (2017) e precisava de duas joias que estavam na Terra, com o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) e Visão (Paul Bettany). É como já dizia a introdução clássica escrita por Stan Lee nos anos 1960: “E houve um dia como nenhum outro, em que os maiores heróis do mundo se viram unidos contra uma ameaça comum. Naquele dia, os Vingadores nasceram… Para combater os inimigos que nenhum super-herói poderia enfrentar sozinho!”.

Ou seja, ter um bom vilão era fundamental não só para unir os heróis, mas para segurar a trama em si. Então, exploraram ao máximo a relação dele com Gamora (Zoe Saldana) para mostrar mais do lado “paterno”, por assim dizer, de Thanos e legitimar todo o ódio que ela sentia por ele nos filmes anteriores de sua franquia. E o mais interessante é que construíram um relacionamento tão complexo entre os dois, que mesmo na iminência dele trocar a vida da “filha” por uma joia, é possível ver sinais de afeto por parte dele, como na cena em que ele traz um prato de sopa e se senta com ela na escada, após ouvi-la dizer que sempre odiou aquela cadeira. E uma tristeza por parte dela quando pensou ter matado o Titã Louco em Luganenhum. Isso são traços claros de um relacionamento abusivo, que o filme também faz questão de mostrar ao trazer a cena em que ele massacra metade do planeta de Gamora, enquanto a sequestra, e pela forma como ele trata a Nebulosa (Karen Gillan) e os outros “filhos”.

Foi um desenvolvimento incrível do personagem – cuja presença já era sugerida há seis anos, mas nunca havia sido revelada sua motivação -, que teve sua chacina “justificada” por um ultrapassado pensamento neomalthusiano de que o crescimento da população do universo era a causa da pobreza generalizada que assolava a galáxia. Por mais que seja uma teoria furada, dar esse embasamento ao vilão deu uma motivação crível a ele – bem mais que nos quadrinhos, por exemplo, em que ele queria matar geral para conquistar a morte – e fez com que o público comprasse sua ideia. Na cabeça de Thanos, ele é um herói, então vai sacrificar o que for necessário para concluir seu plano de “salvação” universal. Fora isso, ele tem um dos melhores trabalhos recentes de CGI, com a equipe se dando ao trabalho de renderizar poros da pele e detalhes como fios de cabelo raspados e sulcos das unhas com uma perfeição ímpar.

Voltando aos heróis, a forma como eles foram utilizados também foi fundamental para o funcionamento da trama. A divisão em núcleos na Terra e no Espaço permitiram que cada um tivesse seu tempo de tela, proporcionando momentos épicos e feitos exclusivamente para engrandecer seus personagens, como a entrada triunfal do Capitão América (Chris Evans) saindo das sombras na estação de trem para quebrar dois alienígenas superpoderosos na porrada, e a impactante chegada de Thor (Chris Hemsworth), Rocket Raccoon (Bradley Cooper) e Groot em Wakanda, varrendo uma legião de vilões, conseguindo criar no público, completamente capturado em uma catarse insana, a sensação de esperança.

E até chegar à Wakanda/ Titã, quando há o ápice das interações absurdas nesse filme, há uma série divertidíssima de encontros que conseguem exprimir o melhor que cada personagem tem, como nos diálogos hilários do trio Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Doutor Estranho e Homem-Aranha com Senhor das Estrelas (Chris Pratt), Drax (Dave Bautista) e Mantis (Pom Klementieff) no espaço, ou do reencontro de Bruce Banner (Mark Ruffalo) com seus antigos amigos, após passar três anos preso no espaço sob a forma do Hulk, tentando entender o que aconteceu no período que ele esteve fora.

É um filme que consegue te fazer torcer por seus heróis, mesmo sabendo que talvez não dê para terminar tudo certo. E já dá para ver que eles embarcaram nessa missão para deter Thanos a qualquer custo. Thor praticamente se suicida ao se colocar como peneira para a energia do núcleo de uma estrela, Groot arranca o próprio braço para formar o cabo do machado do Deus do Trovão, o Homem de Ferro larga a esposa sozinha para ir ao espaço e o Capitão América, inimigo número um do Estado neste filme, revela sua localização para o Governo, colocando sua liberdade em risco pela proteção da Terra.

Por fim, tudo culmina em uma batalha épica sem precedentes em um cenário recém-apresentado para o público, a nação de Wakanda, e com um senso de urgência como pouquíssimos filmes do Universo Cinematográfico Marvel conseguiram criar. Tudo isso graças a uma direção segura e um roteiro sólido, que fizeram de Vingadores: Guerra Infinita o filme favorito do MCU de muitos fãs.

Até hoje os fãs esperam por essa cena com o Hulk, que acabou não entrando no corte final do filme.

Vingadores: Guerra Infinita está disponível no catálogo do Disney+.

Nova Scream Queen? Atriz de ‘Noites Brutais’ se junta ao elenco do terror dirigido pela filha de M. Night Shyamalan

De acordo com o THR, Georgina Campbell entrou para o elenco do terror ‘The Watchers‘, que será dirigido por Ishana Night Shyamalan – filha do aclamado cineasta M. Night Shyamalan (‘Fragmentado’).

Atriz, conhecida por estrelar o aclamado ‘Noites Brutais‘ – com 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa foi considerado um dos melhores do gênero em 2022 –, também foi confirmada nos vindouros ‘Cold Storage‘ (sobre um vírus mortal), ‘Psycho Killer‘ (que mostrará a caçada de um serial killer), ‘A Ciegas‘ (terror pós-apocalíptico estilo ‘Bird Box’) e ‘T.I.M.‘ (que focará em um androide sinistro).

Parece que estamos testemunhando o nascimento de uma nova Scream Queen. Ansiosos para os novos projetos da atriz?

Anteriormente, Dakota Fanning (‘O Protetor: Capítulo Final’) havia sido confirmada em ‘The Watchers‘. A atriz interpretará Mina, uma artista que se perde em uma misteriosa e sinistra floresta no no oeste da Irlanda.

O projeto marcará a estreia diretorial de Ishana, que também assina o roteiro.

Na trama…

“Você não pode vê-los. Mas eles podem ver você. Esta floresta não está mapeada em nenhum mapa. Todo carro quebra perto das árvores. Com Mina não é diferente. Deixada encalhada, ela é forçada a entrar na floresta escura apenas para encontrar uma mulher gritando, incitando Mina a correr para um bunker de concreto. Quando a porta bate atrás dela, o prédio é cercado por gritos. Mina se encontra em uma sala com uma parede de vidro e uma luz elétrica que se ativa ao anoitecer, quando os Vigilantes vêm à tona. Essas criaturas emergem para observar seus humanos cativos e coisas terríveis acontecem com quem não chega ao bunker a tempo. Com medo e presa entre estranhos, Mina está desesperada por respostas. Quem são os Vigilantes e por que essas criaturas os mantêm aprisionados, ansiosos para observar cada movimento?”

O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 7 de junho de 2024.

A produção será baseada no livro homônimo de A.M. Shine.

M. Night Shyamalan e Ashwin Rajan atuarão como produtores.

Anteriormente, Ishana Night Shyamalan serviu como roteirista e diretora na série ‘Servant‘. Ela escreveu o roteiro de dez episódios e comandou seis deles, incluindo duas Season Finales. Ela também trabalhou como diretora de segunda unidade em filmes recentes do pai, como ‘Tempo‘ e ‘Batem à Porta‘.

‘Besouro Azul’: Bruna Marquezine quer ser uma inspiração para brasileiras que sonham com Hollywood

Desde que Bruna Marquezine foi anunciada como membro de destaque do elenco de ‘Besouro Azul‘, o público brasileiro está ansioso para conferir a participação da estrela no filme baseado nos quadrinhos da DC.

Na trama, Bruna interpreta Jenny Kord, o interesse amoroso do protagonista Jaime Reyes (Xolo Maridueña).

Apesar de não ser a primeira brasileira a atuar em Hollywood, ela espera que seu trabalho seja uma inspiração para as jovens que sonham em trilhar os mesmos caminhos que os dela.

Em entrevista para a Elle Magazine, Bruna comentou sobre a experiência e não escondeu o entusiasmo sobre se tornar um motivo de orgulho ao ser a nova representante o Brasil em Hollywood.

Eu cresci assistindo filmes da DC, e isso era muito distante da minha realidade. Eu nunca pensei em toda a minha vida que eu seria a primeira em qualquer coisa. Fazer parte desse universo é tão especial e surreal. Não só é um grande momento para mim, mas para o meu país e para todas as meninas que compartilham o mesmo sonho que eu.”

E aí, você está ansioso para vê-la nas telonas?

Falando sobre sua personagem, o sobrenome Kord é bastante conhecido para quem acompanha o Besouro Azul, já que Ted Kord foi o segundo portador do escaravelho que dá os poderes a Reyes.

Ted até chegou a fazer parte da Liga da Justiça, tornando-se parceiro do Gladiador Dourado em muitas de suas aventuras… Inclusive, o Gladiador vai ganhar sua própria série de TV daqui a alguns anos.

No trailer de ‘Besouro Azul‘, vemos Jenny entregando a Jaime o escaravelho que o transforma no personagem. Mas como ela estava em posse do objeto? Teria ela alguma ligação com Ted, de fato? Provavelmente uma filha, sobrinha ou neta?

Seja qual for a resposta, Jenny esconde grandes segredos, pois leva Jaime e sua família para uma instalação com diversos acessórios – aquela na qual Jaime compara à Batcaverna.

O esconderijo abriga alguns trajes do Besouro Azul e até uma nave, confirmando que Jenny conhece a fundo o heroísmo de Ted.

Por outro lado, a prévia também indica que Jenny pode ter alguma ligação com a vilã Victoria Kord (Susan Sarandon), que aparece num trecho proclamando-se dona do escaravelho.

Levando em conta a pressa de Jenny em tirar o objeto da empresa, tudo indica que ela quer evitar que o objeto caia em mãos erradas e acabe sendo usado para o mal.

Mas só saberemos as respostas em agosto, quando ‘Besouro Azul‘ chega aos cinemas nacionais.

Confira o trailer:

“O recém-formado Jaime Reyes (Xolo Maridueña) volta para casa cheio de aspirações para o futuro, apenas para descobrir que o lar não está exatamente como ele o deixou. Enquanto procura encontrar seu propósito no mundo, o destino intervém quando Jaime inesperadamente se encontra em posse de uma antiga relíquia de biotecnologia alienígena: o Escaravelho. Quando o artefato escolhe Jaime como hospedeiro simbiótico, o jovem recebe uma incrível armadura que contém poderes extraordinários e imprevisíveis, mudando para sempre seu destino e fazendo dele o super-herói conhecido como Besouro Azul.”

Susan Sarandon substituiu Sharon Stone na interpretação da vilã Victoria Kord. A personagem em questão foi criada especialmente para o filme e não existe nas HQs.

Raoul Max Trujillo (‘Mayans MC’) viverá o outro vilão, Conrad Carapax, o Homem Indestrutível. Ele era um arqueólogo rival de Daniel Garrett, o primeiro Besouro Azul.

Belissa Escobedo, Harvey Guillén e Raoul Max Trujillo estão confirmados no elenco principal.

Angel Manuel Soto (Charm City Kings) dirige, com o roteiro assinado por Gareth Dunnet-Alcocer (Miss Bala).