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‘Station 19’: Spin-off de ‘Grey’s Anatomy’ é RENOVADO para a 7ª temporada

A ABC renovou oficialmente a série ‘Station 19‘ para a 7ª temporada.

Zoanne Clack e Peter Paige assumirão como os showrunners do próximo ciclo, substituindo Krista Vernoff – que também deixou o cargo na série original, ‘Grey’s Anatomy‘. Ambos também servirão como produtores da série.

A sexta temporada tem registrado uma média de 0.7 na demo, e um total de 5.3 milhões de espectadores. Dentre todas as séries dramáticas do canal, o índice demográfico da produção só perde para ‘Grey’s Anatomy‘.

Criada por Stacy McKee, a série é o segundo spin-off de ‘Grey’s Anatomy‘.

A trama segue um grupo de bombeiros heroicos do Departamento de Bombeiros de Seattle na Estação 19, mostrará desde o capitão até o recruta mais novo, contando as histórias de homens e mulheres corajosos que arriscam suas vidas e seus corações, no trabalho e fora dele.

O elenco conta com Jaina Lee Ortiz, Jason George, Boris Kodjoe, Grey Damon, Barrett Doss, Jay Hayden, Okieriete Onaodowan, Danielle Savre e Stefania Spampinato.

‘Only Murders in the Building’: Filmagens da 3ª temporada já foram finalizadas!

Através do seu Instagram, Selena Gomez anunciou que as filmagens da 3ª temporada da aclamada série ‘Only Murders in the Building‘ já foram finalizadas.

“Finalizamos as gravações da terceira temporada de ‘Only Murders in the Building’. Não sei se tenho palavras suficientes para explicar quão incrível será esta nova temporada. Será deliciosamente hilária, desafiadora e, para mim, um sonho absoluto,” declarou a atriz.

O anúncio veio acompanhado de uma nova imagem dos bastidores da produção, que destaca a icônica atriz Meryl Streep.

Confira:

 

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Além de Streep, Jesse Williams (‘Grey’s Anatomy’), Paul Rudd (‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’), Ashley Park (‘Emily em Paris’), Don Darryl Rivera (‘Deixe Ela Entrar’), Allison Guinn (‘Maravilhosa Sra. Maisel‘) e Gerald Caesarto (‘Querido Evan Hansen‘) foram escalados como novos personagens do novo ciclo.

No Brasil, ela é exibida pela plataforma do Star+.

A trama segue três estranhos que compartilham uma obsessão pelo gênero true crime e que, de repente, se veem envolvidos em um crime na vida real. Quando uma morte horrível ocorre dentro de seu exclusivo prédio de apartamentos no Upper West Side, o trio – formado por Mabel (Selena Gomez), Charles (Steve Martin) e Oliver (Martin Short) – começa a suspeitar de assassinato e usa seu conhecimento de true crime para investigar o caso. Mas não demora para que o trio perceba que um assassino pode estar vivendo entre eles e que, portanto, estão em perigo. Agora, eles vão ter de correr para decifrar as pistas e descobrir a verdade – antes que seja tarde demais.

A série foi criada por Martin e John Hoffman.

‘Venom 3’: Juno Temple, de ‘Ted Lasso’, se junta ao elenco da sequência

De acordo com o Deadline, Juno Temple (‘Ted Lasso’) entrou para o elenco da sequência ‘Venom 3‘, que está sendo desenvolvida pela Sony Pictures.

Apesar do seu papel não ter sido revelado, o site declara que a atriz era uma das principais escolhas dos produtores.

Temple já participou de outras adaptações de quadrinhos, como ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘ e ‘Sin City: A Dama Fatal‘, além de ter recebido uma indicação ao Emmy pela sua performance na aclamada série ‘Ted Lasso‘.

Tom Hardy retornará como Eddie Brock/Venom.

Kelly Marcel assumirá como a diretora do projeto, substituindo Andy Serkis, que havia comandado o segundo capítulo da franquia.

Em entrevista ao SlashFilm, Serkis explicou por que não retorna para a direção: “Olhe, eu me diverti muito fazendo [‘Venom: Tempo de Carnifinca’]. Tom Hardy é um grande amigo e fiquei muito orgulhoso do trabalho. Ser o guardião dessa franquia por um tempo foi ótimo. Eu tenho vários projetos em que começarei a trabalhar, como ‘A Revolução dos Bichos’, por exemplo. Estávamos prestes a entrar em produção e tivemos que pausar quando ‘Venom’ surgiu. […] Mas estou muito feliz que Kelly está fazendo [a sequência]”.

Marcel e Hardy estão produzindo e roteirizando o terceiro filme.

O Deadline também relata que ‘Venom 3‘ é o “capítulo final” da história de Eddie Brock, que tem um simbionte alienígena como seu parceiro.

A Sony Pictures adiou seu próximo filme em parceria com a Marvel de 6 de outubro de 2023 para 7 de junho de 2024.

Hardy já indicou que o roteiro do terceiro filme do ‘Venom‘ está pronto, tanto que ele já está decorando suas falas. O ator vai retornar como Eddie Brock no filme do universo de vilões do Homem-Aranha na Sony.

Venom‘ ganhou filme solo em 2018, que acabou arrebentando na bilheteria mundial, com US$ 856 milhões arrecadados no mundo todo. A sequência, ‘Venom: Tempo de Carnificina‘ (2021) trouxe Woody Harrelson com o psicopata Cletus Kasady.

Confira nossa crítica em vídeo:

MACHISMO? ‘As Marvels’ se torna o filme com mais DISLIKES da história do MCU no YouTube

O longa ‘As Marvels‘, sequência de ‘Capita Marvel‘, acabou de quebrar um recorde – que, infelizmente, não é nada positivo. O teaser trailer da produção se tornou o vídeo de um longa-metragem com mais dislikes da história do MCU.

De acordo com o MovieWeb, o vídeo já registra mais de 468 mil dislikes – e está prestes a superar a quantidade de likes (471 mil). Apesar da enorme negatividade por parte dos espectadores, a produção ainda perde para rejeição do trailer de ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

Embora tenha conquistado mais de 786 mil likes, o trailer da série registrou 554 mil dislikes – recorde absoluto nas produções da Marvel. O vídeo havia sido muito criticado na época de seu lançamento por causa do seu tom cômico e dos efeitos visuais questionáveis.

Vale lembrar que, à época da divulgação de ‘Capitã Marvel‘, em 2019, o YouTube tomou medidas para enfrentar o crescente número de dislikes ao tentar mudar o algoritmo. O motivo dessa recepção, inclusive, vem amparada em uma visão bastante machista e retrógrada que a saga de Carol Danvers enfrenta desde seu anúncio.

As Marvels‘ chegará aos cinemas nacionais no dia 9 de novembro.

Confira o trailer:

 

Carol Danvers (Brie Larson), também conhecida como Capitã Marvel, recuperou sua identidade dos tirânicos Krees e se vingou da Inteligência Suprema. Mas as consequências levam Carol a carregar o fardo de um universo desestabilizado.

Quando seus deveres a enviam para um buraco de minhoca anômalo ligado a um revolucionário Kree, seus poderes se confundem com os da sua superfã de Jersey City, Kamala Khan (Iman Vellani), também conhecida como Ms. Marvel, e a sobrinha distante de Carol, a capitã Monica Rambeau (Teyonah Parris). Juntas, esse trio improvável deve se unir e aprender a trabalhar em conjunto para salvar o universo como ‘As Marvels‘.

Lembrando que ‘As Marvels‘ terá direção de Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’) com Brie Larson de volta ao papel principal, além de Teyonah Parris como Fóton e Iman Vellani como Ms. Marvel.

Vale destacar que o roteiro é responsabilidade de Megan McDonnell, que trabalhou em ‘WandaVision‘. Trata-se de uma troca completa na equipe criativa do primeiro filme.

Criador de ‘Os Cavaleiros do Zodíaco’ faz participação SURPRESA na première do filme no Japão; Confira!

A franquia Saint Seiya, conhecida como ‘Os Cavaleiros do Zodíaco‘ no Brasil, ganhará uma adaptação em live-action que será lançada em breve. Recentemente, a première do filme ocorreu no Japão e contou com a presença do criador da franquia, Masami Kurumada.

Durante o evento, Kurumada foi flagrado nas câmeras enquanto cumprimentava a plateia e dando sua bênção ao filme, mostrando que está animado com a nova adaptação de seus personagens.

Confira abaixo:

Masami Kurumada já assistiu ao filme live-action, e revelou o que achou. Em uma nova nota para os fãs, o criador chamou o filme de “emocionante e apaixonante” antes de sua estreia no Japão.

“Os jovens homens e mulheres que cresceram assistindo Cavaleiros do Zodíaco do outro lado do oceano fizeram um filme tão emocionante. Acredito que todos que assistirem sentirão a paixão por trás disso, assim como eu senti”, compartilhou o escritor .

A trama escrita por Josh Campbell e Matt Stuecken acompanha Seiya, um órfão que mora nas ruas e recebe um chamado após uma energia cósmica despertar dentro de si. O protagonista embarca em uma jornada para conquistar a antiga armadura grega de Pegasus, e escolhe seu lado em uma batalha sobrenatural pelo destino de Athena (Iseman), uma jovem que luta para controlar seus poderes.

Com estreia marcada para dia 27 de Abril, o longa também conta com Famke Janssen (‘X-Men: O Confronto Final’), Sean Bean (‘Game of Thrones’), Madison Iseman (‘Eu sei o que vocês fizeram no verão passado’), Mark Dacascos (‘John Wick 3: Parabellum’), Nick Stahl (‘Fear The Walking Dead’) e Diego Tinoco (‘On My Block’).

Originalmente, Os Cavaleiros do Zodíaco surgiu como uma série japonesa de mangá escrita e ilustrada por Masami Kurumada. Foi publicada originalmente de 1986 a 1990, e adaptada para anime pela Toei Animation de 1986 a 1989.

Especial | E se ‘Os Cavaleiros do Zodíaco’ ganhasse um filme live-action?

A série conta a história de guerreiros místicos chamados “Cavaleiros”, que lutam vestindo “Armaduras” sagradas baseadas nas diversas constelações. Os Cavaleiros têm como missão defender a reencarnação da deusa grega Athena em sua batalha contra outros deuses do Olimpo, ou de outras mitologias que pretendem dominar a Terra.

Trailer legendado da série de ESPIONAGEM da Netflix estrelada por Arnold Schwarzenegger

A Netflix divulgou o primeiro trailer legendado de ‘FUBAR, série de comédia de ação estrelada por Arnold Schwarzenegger.

Com estreia agendada para 25 de maio, a atração marca a estreia do astro em séries de TV, interpretando um agente secreto da CIA prestes a se aposentar.

No entanto, seus planos vão por água abaixo quando ele descobre um segredo de família que vai mudar sua vida, obrigando-o a voltar para o campo de batalha.

Assista:

Na trama, Luke (Schwarzenegger) e sua filha (Monica Barbaro) descobrem que ambos têm trabalhado em segredo para a CIA há anos. Ao perceber que todo o seu relacionamento é uma mentira e que eles não se conhecem de verdade, a dupla é forçada a trabalhar junta em uma missão cheia de ação, humor e espiões.

O elenco ainda contará com Adam Pally, Jay Baruchel, Aparna Brielle, Andy Buckley, Milan Carter, Fortune Feimster, Barbara Eve HarrisGabriel Luna, Fabiana Udenio e Travis Van Winkle.

Phil Abraham (‘Mad Men’ e ‘Demolidor’) será responsável pela direção do episódio piloto, além de também servir como produtor executivo do projeto.

A série foi criada por Nick Santora (‘Reacher’).

Além de estrelar, Schwarzenegger também serve como produtor executivo ao lado de Adam Higgs, Scott Sullivan, David Ellison, Dana Goldberg e Bill Bost.

Anitta sai da Warner Music e assina contrato com a PODEROSA gravadora Republic Records

A cantora e atriz Anitta mal terminou seu contrato milionário com a Warner Music e já  contrato com a gravadora Republic Records, de Drake, Post Malone, Taylor Swift, The Weeknd e Ariana Grande.

Segundo a Variety, a cantora deixou a Warner de maneira não tão amigável após 11 anos na Warner Records, que iniciou sua carreira como cantora nos Estados Unidos com seu último álbum multi-gênero “Versions of Me”, lançado há pouco mais de um ano.

Apesar de uma performance de sucesso no festival Coachella do ano passado, um grande sucesso internacional com a música “Envolver” (que acumulou mais de 500 milhões de streams no Spotify) e colaborações no álbum com hitmakers como Max Martin, Ryan Tedder e Stargate – o álbum não foi um sucesso nos Estados Unidos, embora ela continue sendo uma superestrela na América Latina e em outros territórios.

A Anitta tornou públicas suas queixas contra a Warner Music, afirmando que leiloaria até seus órgãos para terminar seu contrato.

Ela não se tornou a maior popstar brasileira por qualquer razão.

Começando sua carreira em 2010, a cantora e compositora brasileira ascendeu a uma fama monumental e abriu portas para diversas artistas da nova geração ao ganhar exposição internacional – chegando até mesmo a ser indicada para o Grammy de Artista Revelação. Através de uma discografia recheada de sucessos, Anitta navegou pelo funk, pelo R&B nacional, pelo reggaeton e pelo pop em uma versatilidade invejável e que serve de inspiração para qualquer um.

Preparamos uma breve lista elencando suas dez melhores músicas, desde o clássico “Bang” até Versions of Me (que merecia ter se tornado single de seu último álbum de estúdio). Para montar o ranking, separamos as canções em que ela emerge como artista principal, e não como convidada.

Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós a sua favorita:

10. “DEIXA ELE SOFRER”

Álbum: Bang!

Anitta já demonstrava ter um conhecimento mercadológico gigantesco em meados dos anos 2010, conforme que prestava atenção às tendências internacionais que ganhavam destaque no cenário mainstream. E foi assim que surgiu “Deixa Ele Sofrer”, uma exaltação do R&B bastante brasileira que se mescla com um pop chiclete envolvente. A narrativa discorre sobre um ex-namorado que precisa perceber o que perdeu – e presta homenagem à década anterior com paixão narcótica e saudosista na dose certa.

9. “BANG”

Álbum: Bang!

Lá em 2013, Anitta fazia sua estreia oficial no mundo da música com seu álbum homônimo. Dois anos depois, a artista já havia se estabelecido como um nome em crescimento exponencial – consagrando-se como uma força descomunal com o lançamento de “Bang”, a faixa titular de seu segundo disco. A divertida e dançante faixa traz elementos do R&B e do pop-trap em uma sensual rendição que é relembrada até os dias de hoje e que nos faz mexer o esqueleto desde as primeiras batidas.

8. “VAI MALANDRA”, com Mc Zaac, Maejor feat. Tropkillaz & DJ Yuri Martins

Single sem Álbum

Pouco depois de ter mergulhado de cabeça no reggaeton, Anitta resolveu voltar às raízes do funk carioca com a ótima “Vai Malandra” (que, na opinião deste que vos escreve, é uma das melhores canções do gênero das últimas décadas). A faixa reiterou o poder da artista no escopo nacional e mostrou que, mesmo tendo reconhecimento internacional, não abandonaria o estilo que adotou no começo de sua carreira. E, como a cereja do bolo, comentar sobre o sucesso comercial da track é simplesmente redundante.

7. “PARADINHA”

Single sem álbum

Em 2017, Anitta estava em um dos melhores momentos de sua carreira, lançando diversas músicas que se tornaram favoritas dos fãs e demonstrando que amava a arte a que havia se lançado anos antes. E, em “Paradinha”, é notável como a performer se diverte com uma canção magnética, despojada e que dominou as playlists – consagrando-se como a primeira aposta internacional de Anitta (e que rendeu frutos incontáveis).

6. “VENENO”

Álbum: Solo (EP)

Depois de estabelecida como um ícone da América Latina, Anitta percebeu que poderia explorar outras vertentes estilísticas – e tal promessa se concretizou com a subestimada “Veneno”, uma irretocável amálgama de pop latino, synth-latinreggaeton que desenrola uma narrativa ácida, sensual e recheada de metáforas inteligentes que caíram no gosto do público automaticamente. De fato, esta é uma das joias da cantora que merece mais atenção do que tem.

5. “BOYS DON’T CRY”

Álbum: Versions of Me

“Boys Don’t Cry”lead single do álbum Versions of Me, é uma homenagem ao synth-pop e electro-pop dos anos 1980 que, apesar de apoiada em construções bastante familiares, é dançante e envolvente no melhor dos sentidos. Mais do que isso, a vibrante faixa promoveu uma revolução completa na sonoridade de Anitta, que aproveitou as incursões nostálgicas do início da década para imortalizar seu próprio cosmos e expandir seu nome para ainda mais mercados internacionais.

4. “DOWNTOWN”, com J Balvin

Single sem álbum

Em uma de suas incursões de maior sucesso ao redor do mundo, “Downtown” une a arte de AnittaJ Balvin em uma química sensual explosiva e regada a reggaeton – um estilo que a cantora adotou com força considerável. Aqui, para além do icônico dueto, temos uma narrativa que discorre sobre flerte e sexo – que garantiu a ambos os artistas uma indicação ao Grammy Latino de Melhor Música Urbana.

3. “MEDICINA”

Single sem álbum

Infelizmente, “Medicina” não faz parte de nenhum álbum da artista, mas foi lançada como single promocional que tornou-se, em pouco tempo, uma das melhores e mais bem produzidas canções de sua carreira. Contando com a mão certeira de Jon Leone, Anitta arquitetou um reggaeton recheado de mensagens positivas que fala sobre deixar a vergonha de lado e deixar a música te levar – e tudo isso acompanhado com um videoclipe impecável.

2. “VERSIONS OF ME

Álbum: Versions of Me

No ano passado, Anitta retornou com força descomunal com Versions of Me, uma ode a todas as camadas artísticas pelas que passou durante sua carreira. E a faixa-titular, infundida em uma produção irretocável e bastante nostálgica, tem um dos refrãos mais envolventes do ano, incrementado pelo baixo, pelos sintetizadores e pela mixórdia exuberante do synth-pop dos anos 1980 e de sua consecutiva revitalização na passagem dos anos 2000 para os anos 2010.

1. “ENVOLVER”

Álbum: Versions of Me

“Envolver” foi a música responsável por garantir a merecida indicação de Anitta ao Grammy de Artista Revelação. Para além do sucesso, que garantiu o primeiro lugar do Spotify Global para a performer e já angaria mais de 500 milhões de visualizações no YouTube, a canção consagra-se como uma perfeição do reggaetonsexy na medida certa e com uma polêmica letra que não tem papas na língua, falando abertamente sobre sexo e prazer.

‘Renfield’: Nicholas Hoult se solta em divertido clipe musical do terror cômico; Confira!

Através do seu Twitter, o ator Nicholas Hoult (‘Meu Namorado é um Zumbi’) divulgou um novo clipe divertido do terror cômico ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘.

O vídeo traz o personagem titular fazendo uma incrível performance musical ao som da música clássica Higher and Higher, do cantor Jackie Wilson.

Infelizmente, ‘Renfield‘ decepcionou em sua estreia nos cinemas. O longa estreou abaixo das projeções, com apenas US$ 7.7 milhões nos EUA. Internacionalmente, o terror cômico soma apenas US$ 2.2 milhões – totalizando uma estreia global de apenas US$ 10 milhões.

Apesar do gênero terror ser conhecido por ter retornos financeiros confiáveis nas telonas, a situação de ‘Renfield‘ é um pouco mais complexa do que isso. Além de ter decepcionado em seu lançamento, a produção também contou com um orçamento de US$ 65 milhões – um custo grande para um filme considerado “niche”.

Dirigida por Chris McKay (‘A Guerra do Amanhã’), a produção é baseada em uma ideia criada por Robert Kirkman (‘The Walking Dead’), que serve como produtor do filme.

Renfield é o sofrido ajudante do chefe mais narcisista da história, Drácula. Ele é forçado a encontrar as vítimas para seu mestre e fazer tudo o que ele lhe pede, qualquer que seja o grau de degradação da ordem recebida. Mas agora, depois de séculos de servidão, Renfield está pronto para descobrir se há vida lá fora, para além da sombra do Príncipe das Trevas. Se pelo menos ele puder descobrir como dar fim à sua dependência dele…

Nicholas Hoult (‘Meu Namorado é um Zumbi’) estrela como o personagem titular, o mordomo de Drácula. O elenco ainda conta com Awkwafina (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), Adrian Martinez (‘Golpe Duplo’), Shohreh Aghdashloo (‘The Expanse’), James Moses Black (’24 Horas: O Legado’) e Ben Schwartz (‘Sonic: O Filme’).

No romance original de Bram Stoker, Renfield era um paciente lunático de um manicômio que foi diagnosticado de insanidade; mas, na verdade, ele era um servo de Drácula. O longa-metragem deve ser ambientado nos dias atuais em vez de ser construído como um filme de época.

 

Nova série baseada no universo de Anne Rice, de ‘Entrevista com o Vampiro’, está em desenvolvimento

De acordo com o Deadline, a AMC está desenvolvendo oficialmente uma nova série baseada no universo sobrenatural criado pela autora Anne Rice, que já conta com ‘As Bruxas Mayfair‘ e ‘Entrevista com o Vampiro‘.

A produção será focada na Ordem de Talamasca, uma organização secreta que existe não apenas no universo literário de Rice, como também em ambas adaptações da AMC.

Talamasca é uma sociedade misteriosa que busca pesquisar, observar e registrar atividades paranormais, incluindo bruxas, espíritos, lobisomens e vampiros. Eles eram considerados pela própria autora como “detetives psíquicos”.

John Lee Hancock (‘O Telefone do Sr. Harrigan’) será responsável pelo roteiro, além de também servir como showrunner.

Anteriormente, o produtor executivo Mark Johnson já havia indicado o desenvolvimento de novos projetos baseados nos livros da Anne Rice.

“Nós estamos desenvolvendo três outros projetos [baseados nos livros da Anne Rice], mas todos são diferentes. As pessoas me perguntam o que essas histórias têm em comum, e eu acredito que são os personagens que ela criou. Os vampiros dela, ao contrário do que estamos acostumados, são muito humanos. Não há uma divisão entre vampiros e humanos. Eles são humanos que também são vampiros. Eles sofrem da perda do amor, e da falta de amor e amizade.”

Ele completa, “Algumas dessas histórias têm os mesmos temas. Em ‘As Bruxas Mayfair’, há muitas possibilidades para serem exploradas. Podemos fazer uma série focada no Lasher ou Fang Gang? Não há nenhum livro sobre a [sociedade] Talamasca, e sinto que isso poderia render uma ótima série. Eles têm a função de monitorar eventos e criaturas extraordinárias, mas sem se envolver – apenas observar.”

Esta Spaulding (‘Masters of Sex’) e Michelle Ashford (‘The Pacific’) são responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtoras executivas.

A trama foca em uma jovem neurocirurgiã que descobre ser a improvável herdeira de uma família de bruxas. Enquanto ela tenta entender os seus poderes, ela deve enfrentar uma presença sinistra que assombra sua família por gerações.

Alexandra Daddario (‘The White Lotus’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Harry Hamlin, Annabeth Gish, Tongayi Chirisa, Beth Grant, Erica Gimpel, Jen RichardsMaura Grace Athari.

‘Quatro Amigas Numa Fria’: Comédia nacional com Maria Flor e Fernanda Paes Leme será lançada no Star+

O Star+ finalmente anunciou quando a comédia nacional ‘Quatro Amigas Numa Fria‘ será lançada em sua plataforma.

A produção estreará no serviço de streaming no dia 26 de abril.

Estrelada por Maria Flor, Fernanda Paes Leme, Micheli Machado e Priscila Assum, a trama acompanha quatro amigas de infância que viajam a Bariloche para a despedida de solteira de Dani, esperando uma viagem tranquila e divertida. Ao chegarem na cidade argentina, no entanto, as coisas não saem exatamente como elas planejaram. Entre chalés sem aquecedores, esquis e muita neve, a viagem se torna uma oportunidade para revelações do passado e mágoas do presente que alterarão para sempre o futuro das amigas.

Confira o trailer:

Roberto Santucci é responsável pela direção.

O filme foi gravado em 2018 na cidade do Rio de Janeiro e em Bariloche, na Argentina. Na cidade argentina, as filmagens aconteceram em lugares emblemáticos, como Cerro Catedral, Bahía López e nos hotéis Llao Llao e Tunquelén, além da Rua Mitre e do Centro Cívico, entre outras locações.

 

‘Querida Zoe’: Filme dramático com Sadie Sink ganha trailer LEGENDADO; Confira!

A A2 Filmes divulgou o trailer legendado do drama ‘Querida Zoe‘, estrelado pela Sadie Sink (‘Stranger Things’).

Confira:

Dirigido por Gren Wells, o longa é baseado no romance homônimo de 2004, do escritor Philip Beard.

A trama segue Tess, uma adolescente que está lutando para lidar com a morte de sua meia-irmã em um acidente de carro em 11 de setembro. O trauma coletivo prejudica seu relacionamento com a família e, quando ela suspeita que sua mãe Elly está tendo um caso, Tess decide morar com seu pai distante, Nick. Enquanto morava com ele, Tess conhece seu vizinho, Jimmy, que a ajuda a lidar com os problemas familiares e a iniciar o processo de cura.

O elenco ainda conta com Theo Rossi, Jessica Capshaw, Justin Bartha, Vivien Lyra Blair, Tanyell Waivers, Sophie Guest, Emmy James, Jean Zarzour, Laurie Klatscher, Anita Farmer Bergman, Edlyn Sabrina e Adrienne Wehr.

A produção fará parte do Festival Filmelier de Cinema, que acontecerá do dia 19 de Abril até o dia 10 de Maio em várias cidades do Brasil.

K-drama da Netflix é a nova FEBRE entre os assinantes da plataforma; Confira as reações!

A Netflix vem apostando em diversas produções sul-coreanas, e a mais nova adição ao catálogo é a série ‘Queenmaker‘.

Ao longo de 11 episódios na temporada de estreia, ‘Queenmaker‘ explora o universo da política através de Hwang Do-hee (Kim Hee-ae), que trabalha como consultora de relações públicas de uma poderosa agência de que lida com a imagem de candidatos ao governo.

Seu trabalho se resume a abafar os escândalos dos ricos e poderosos. Mas, por conta da culpa que sente após um trágico acidente, ela passa a fazer de tudo para tentar eleger uma advogada e ativista como a nova prefeita de Seul.

A mudança de posicionamento logo causa a ira de sua superior, que usa seu poder econômico para influenciar o resultado das eleições.

Criada por Oh Jin-seok, da elogiada ‘The Heavenly Idol‘, a série vem recebendo bastante elogios dos assinantes na Netflix e já ocupa a 7 posição do ranking global de originais da plataforma (via Asia Update).

Entre os comentários, os destaques vão para a atuação de Kim Hee-ae, que consegue faz um ótimo trabalho ao demonstrar os dilemas emocionais de sua personagem de forma tão convincente.

Além disso, a trama chama bastante atenção por expor como os bastidores da política são cruéis.

Confira as reações:

‘Industry’: Começam as gravações da 3ª temporada!

Através do Twitter, a HBO revelou que as gravações da aclamada série Industry já começaram.

As boas novas foram anunciadas com quatro imagens de bastidores – incluindo uma de Kit Harrington, que entrou para o elenco do novo ciclo como Henry Muck, o CEO e fundador da empresa sustentável Lumi.

Confira:

Mais detalhes sobre a próxima iteração não foram revelados.

Lembrando que as duas primeiras temporadas estão disponíveis na HBO Max!

A premiada dupla Mickey DownKonrad Kay, ambos vencedores do BAFTA, é responsável pelo roteiro.

A história gira em torno de um grupo de jovens graduandos competindo por limitadas vagas em uma empresa de investimento em Londres. As fronteiras entre colegas, amigos, amantes e inimigos logo se fundem umas com as outras à medida que eles mergulham num mundo marcado pelo sexo, pelas drogas e pela egolatria.

Diretor de ‘Logan’ abre o jogo sobre retorno de Wolverine em ‘Deadpool 3’

O diretor James Mangold falou sobre o retorno de Hugh Jackman como Wolverine em ‘Deadpool 3‘ em uma entrevista ao Entertainment Tonight.

Ele havia dirigido Jackman em ‘Logan‘, de 2017, filme que marcou a despedida do ator como seu icônico personagem.

Agora, Mangold expressou sua empolgação com a oportunidade de Jackman reprisar o papel mais uma vez.

“Estou empolgado por ele ter a chance de interpretar este personagem novamente”, disse Mangold. “De uma maneira ou de outra, eu sempre soube que Logan não seria a última vez que veríamos Wolverine no cinema. Nós tivemos o nosso momento, e eu fico emocionado sobre como esse filme vive na memória das pessoas. Você não pode sumir com esses personagens.”

Ryan Reynolds e Hugh Jackman irão estrelar o filme.

Karan Soni e Leslie Uggams também foram confirmados no terceiro capítulo da franquia. Soni interpreta o carismático taxista Dopinder, enquanto Uggams é a Cega Al, uma idosa com humor irreverente que serve como conselheira para Deadpool.

Os atores se juntam aos novatos na franquia Emma Corrin e Matthew Macfadyen, que completam o elenco.

Zeb Wells foi escalado para escrever o roteiro final. Ele é conhecido por seu trabalho em ‘O Espetacular Homem-Aranha’‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis’.

Lembrando que ‘Deadpool 3‘ será lançado em novembro de 2024.

A direção fica a cargo de Shawn Levy (‘Stranger Things’).

‘Transformers’: Produtor dá DETALHES sobre novo filme ANIMADO da franquia

O produtor Lorenzo di Bonaventura revelou novos detalhes sobre o longa-metragem em animação de Transformers’, que está em desenvolvimento, intitulado ‘High Moon‘.

Em entrevista ao Collider, o produtor disse que a animação vai contar a história de origem de Optimus Prime e Megatron e como eles eram aliados e se tornaram inimigos.

“É algo que estamos tentando fazer. Nós discutimos sobre a possibilidade de ser um live-action, mas seria financeiramente impossível. É sobre a história de origem do jovem Optimus Prime e do jovem Megatron. Eles começaram como amigos, mas as coisas foram evoluindo e eles acabam em lados diferentes. Então, essa é a história que nós queremos contar. Nós pretendemos contar a história de origem de todos os Transformers.”

O produtor acrescentou que a animação provavelmente será o começo de uma nova trilogia. Ele reforçou ainda que seria impossível de fazer se fosse um live-action.

“Pessoalmente, acredito que pode ser uma trilogia. Nós nem sempre temos a intenção de fazer vários filmes, mas nesse caso acho que é uma trilogia natural. O público verá Cybertron de uma maneira que nunca viu antes. Como é uma animação, podemos realmente ir com tudo. Se fosse um live-action, provavelmente custaria um bilhão de dólares.”

Transformers: High Moon‘ está agendado para chegar aos cinemas no dia 19 de julho de 2024.

Enquanto os fãs aguardam por novidades, um novo filme live-action está chegando muito em breve com ‘Transformers: O Despertar das Feras‘.

A sequência promete ser um dos títulos mais ambiciosos da franquia, apresentando os Maximals, Predacons e Terrorcons, que pertencem a diferentes facções de Autobots e Decepticons.

E, durante uma entrevista para o Comic Book, o produtor Lorenzo di Bonavetura garantiu que isso vai levar à maior batalha já vista em toda a franquia.

“Quando se trata dessa franquia, muitas pessoas falam sobre escala, como superar os filmes anteriores? Penso que o grandioso é algo épico, e foi essa a nossa preocupação, tanto m termos visuais quanto narrativos. Este filme traz uma das maiores batalhas que já fizemos – se não a maior . Portanto, estamos muito conscientes de que a experiência que o público espera de nós é dessa escala.”

Ele também explicou como o filme renova a relação entre os humanos e as máquinas, e acredita que o público vai ficar encantado com a forma em que isso é mostrada.

“Os seres humanos no filme são a conexão com o público na sala de cinema, especialmente quando você está lidando com um monte de robôs. Para nós, o mais importante é que o público se sinta no lugar dos personagens humanos, sentindo suas emoções ao lidarem com os robôs. A experiência do protagonista quando vê um robô pela primeira vez o robô é um dos grandes momentos desse filme. Então você tem que ser capaz de se colocar no lugar do personagem enquanto assiste, então você também vai experimentar suas reações.”

E aí, você está animado para o novo filme?

Assista ao trailer:

Transformers: O Despertar das Feras‘ será o primeiro filme de uma nova trilogia e se passará em 1994, mostrando dois humanos do Brooklyn que entram em um antigo conflito que se relaciona com três facções de Transformers.

O filme é dirigido por Steven Caple Jr.

Confira a sinopse:

Voltando à ação e ao espetáculo que capturou pela primeira vez os espectadores ao redor do mundo 14 anos atrás com o ‘Transformers‘ original, ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ levará o público à uma aventura pelo mundo, ambientada nos anos 90, e apresentará os Maximals, Predacons e Terrorcons à batalha existente na Terra entre Autobots e Decepticons.

O grande vilão será o Scourge, que incorpora pedaços de Transformers derrotados em seu corpo. Também teremos o Optimus Primal, o gorila líder dos Maximals, confidente de Optimus Prime.   

A história se passará em Machu Picchu, no Peru, na América do Sul e nos Estados Unidos. 

Anthony Ramos (‘Em um Bairro de Nova York’) e Dominique Fishback (‘Judas e o Messias Negro’) são os astros do próximo filme da franquia, que teve roteiro escrito por Joby Harold (‘Rei Arthur: A Lenda da Espada’).   

Lançada em 2007, a saga cinematográfica Transformers sempre teve performance considerável nas bilheterias, apesar das duras críticas negativas à grande parte dos filmes. Dirigida por Michael Bay, os cinco primeiros capítulos arrecadaram mais de US$4,3 bilhões, enquanto o spin-off Bumblebee, comandado por Travis Knight, conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou quase US$469 milhões.

‘Quarteto Fantástico’: Rumor indica que Vanessa Kirby interpretará Sue Storm no novo filme

Após rumores de que o ator Adam Driver (‘Casa Gucci’, ‘Star Wars’) estaria em negociações para interpretar Reed Richards no vindouro filme ‘Quarteto Fantástico‘ para a Marvel Studios, chegou a vez da pipocarem rumores sobre quem interpretará a heroína Sue Storm/Mulher Invisível.

De acordo com a insider Grace Randolph, a atriz Vanessa Kirby (‘Missão: Impossível’) é a escolha principal da Marvel Studios para interpretar a personagem.

Outras atrizes na mira do estúdio também são Mila Kunis (‘Amizade Colorida’), Allison Williams (‘M3GAN’) e Jodie Comer (‘Killing Eve: Dupla Obsessão’).

Por enquanto, considere que essas informações são apenas rumores e nada foi oficialmente confirmado pela Marvel Studios.

Por falar em elenco, o diretor Matt Shakman tocou no assunto durante uma entrevista para o Comic Book, dizendo:

“Há muito lá fora, cara”, ele conta. “Realmente há. É doido. Como eu aprendi com ‘WandaVision’, é adorável ver o nível de engajamento que os fãs têm com esse material, porque sou fã também e tenho lido Quarteto Fantástico desde que eu era uma criança”.

Shakman continua: “eu amo esses personagens. Amo a chance de poder trazê-los ao MCU e realmente quero acertar. E sei que todo mundo está muito animado. E eu encorajo isso. Acho que é ótimo. Mas não tenho respostas para ninguém hoje sobre o elenco”.

Lembrando que o roteiro fica a encargo de Jeff Kaplan e Ian Springer.

O curioso é que nenhum dos dois roteiristas têm experiência com grandes projetos do cinema, a não ser com comédias românticas como ‘Bert and Arnie’s Guide to Friendship‘ (2013) e ‘The Last of the Great Romantics‘ (2014).

Esta será a quarta tentativa de honrar o legado da equipe, logo depois do imemorável filme de Roger Corman em 1994, a mini-franquia fracassada de Tim Story iniciada em 2005, e a versão de Josh Trank em 2015, que foi massacrada pelo público e pela crítica. 

Por enquanto, ainda não há nenhuma outra informação sobre a vindoura adaptação.

O último reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ foi um dos maiores fiascos de críticas e público na história recente, enquanto os bastidores caóticos geraram uma das histórias mais interessantes da indústria cinematográfica (especialmente quando foi revelado que um dos atores quase chegou às vias de fato com o diretor Josh Trank).

O remake de ‘Quarteto Fantástico‘ custou US$ 120 milhões e a arrecadou apenas US$ 167 milhões mundialmente.

‘Velozes e Furiosos 10’: Personagens são destaque em novos cartazes individuais; Confira!

A aguardada sequência ‘Velozes e Furiosos 10‘ será lançada no dia 18 de maio nos cinemas, e a divulgação do filme está a todo vapor.

Aproveitando o embargo do novo trailer, foi divulgado cartazes inéditos dos personagens do longa.

Confira:

Confira o trailer:

Como esperado, o filme recebeu uma baixa classificação etária (PG-13) nos EUA – a mesma que a iterações anteriores.

No entanto, a produção promete causar muita tensão. O MPAA classificou o longa por “cenas intensas de ação e violência, linguagem e algum material sugestivo”.

No novo filme…

“Dom Toretto e sua família devem lidar com o adversário mais letal que já enfrentaram. Alimentada pela vingança, uma ameaça terrível emerge das sombras do passado para destruir o mundo de Dom e todos que ele ama.”

O longa marca a estreia de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.

Retornam ao elenco nomes como Charlize Theron, Michelle Rodriguez, Scott Eastwood, Jordana Brewster e Sung Kang.

Assinantes do Prime Video estão AMANDO o novo suspense estilo ‘A Queda’; Confira as reações!

O Amazon Prime Video lançou o tenso suspense ‘Perseguição nas Alturas‘ (The Ledge) em seu catálogo, e o filme logo se tornou o segundo mais assistido do streaming.

Na trama, uma aventura de escalada entre duas amigas se transforma em um pesadelo aterrorizante. Depois que Kelly registra na câmera o assassinato de sua melhor amiga, ela se torna o próximo alvo de um grupo de homens que não vai parar por nada para destruir as evidências e qualquer um em seu caminho.

Desesperada por sua segurança, ela começa uma escalada traiçoeira em uma montanha e seus instintos de sobrevivência são postos à prova quando ela fica presa com os assassinos a apenas 6 metros de distância.

Nas redes sociais, os assinantes elogiaram o filme e as cenas de tensão.

Confira as reações e o trailer:

Brittany Ashworth, Ben Lamb e Nathan Welsh estrelam a produção. Howard J. Ford dirige.

Crítica 2 | ‘Beau Tem Medo’ leva o BIZARRO a outro nível nas telonas

Enfim chega aos cinemas um dos filmes mais misteriosos dos últimos anos: Beau Tem Medo. Anunciado por um bom tempo como Disappointment Blvd., o novo projeto do promissor Ari Aster foi inicialmente descrito como uma comédia de terror sobre um dos maiores empresários da história, com nome não revelado. Isso já seria uma grande surpresa, já que o diretor se popularizou por histórias de terror sobre relacionamentos, não pessoas públicas. No entanto, com a mudança do título para o atual, esse papo de ser uma biografia de um empresário foi ficando meio de lado e começou a ficar mais próximo do Ari Aster que conhecemos. Até porque um de seus primeiros trabalhos foi o curta “Beau”, que conta a história de um homem de meia idade paranoico que pretende visitar a mãe, mas começa a sofrer com uma série de eventos incomuns.

Conheça ‘Beau’, o curta de Ari Aster que influenciou ‘Beau Tem Medo’

Foto: Divulgação/ Diamond Films

Depois de muitas especulações e uma campanha publicitária que explorou ao máximo a aparência peculiar do jovem Armen Nahapetian, que muitos afirmaram categoricamente ser uma criança de CGI, o filme estreia e justifica toda a estranheza prometida nos materiais promocionais com uma condução narrativa que beira o abstrato, criando uma obra que propõe ao espectador não apenas refletir sobre o filme durante seu próprio desenrolar, mas também participar da trama como um grande componente do roteiro.

Em outras palavras, o roteiro e a direção te convidam a sentir na pele a desgraça que é ser o Beau e viver as situações mais constrangedoras e humilhantes possíveis, ao mesmo tempo que você também participa como promotor dessa humilhação. É um longa que te põe na pele de vítima e agressor em uma trama que exige completo desapego à realidade. As reações ao fim da sessão para qual fui convidado foram sensacionais. Enquanto alguns se questionavam sobre o que acabaram de assistir, outros afirmavam categoricamente não terem entendido nada. É um daqueles casos de “Não entendi, nota 9”. Isso porque é um longa que causa sensações, não necessariamente boas sensações, e propõe que você aceite a história sem se apegar a pontos racionais para “justificar” alguma cena ou algum acontecimento, assim como o próprio Beau ao longo das 2h59 de filme.

E por se tratar de um filme do Ari Aster, tudo gira em torno da mente supostamente problemática do medroso Beau, que só perde em nível de problemas para sua relação misteriosa com a própria mãe, uma personagem cuja aura transita entre a imaculada e a controversa conforme os flashbacks e as situações são apresentadas.

Foto: Divulgação/ Diamond Films

O filme tem cinco atos bem segmentados, cada um mais perturbador que o outro, crescendo a escala do absurdo com uma falta de naturalidade propositalmente incômoda. Afinal, foi construindo muito bem climas desconfortáveis e situações desagradáveis que o diretor fez seu nome no meio do terror atual. Só que neste filme, o protagonista carrega uma inocência praticamente infantil, o que deixa tudo que acontece com ele ainda mais incômodo. É como se Ari Aster construísse as desventuras de seu próprio Forrest Gump, com a diferença que absolutamente tudo dá errado para ele.

O primeiro ato consegue ser o mais “normal” deles, mesmo mostrando desde o nascimento até o presente do protagonista, já levantando algumas questões. Ele praticamente pega o curta original de 2011 e o expande com mais orçamento e tempo de tela. É nele que conhecemos a faceta “social” de Beau e como ele vive em um ambiente hostil, representado pelas mazelas sociais comuns a todo o planeta, como a pobreza, a luxúria, a violência descontrolada, o vício nas redes sociais e a total falta de apreço pela vida humana que o modelo social vigente proporciona diariamente. O conflito inicial de Beau é com seus vizinhos, que o acusam de estar escutando música alta durante a noite, criando a primeira divergência do público e o primeiro sinal de que o desprendimento da realidade será essencial para embarcar na proposta do filme. Isso porque apesar dos vizinhos e passantes da rua trazerem conflitos, acusando Beau de consumar os atos, em momento algum nos é mostrado ele realizando as ações.

É também o ato mais sutil acerca da personalidade do protagonista. Ele ainda parece ser um homem teoricamente normal, apenas vítima do contexto miserável em que está inserido. Ainda assim, ele se mostra um homem cordial e muito, mas muito submisso, mantendo contato apenas com sua amada mãe, para quem prometeu uma visita.

Foto: Divulgação/ Diamond Films

O segundo ato é ambientado em uma casa familiar, onde Ari Aster mostra que tortura pode ser entretenimento se for conduzida por um diretor que sabe o que está fazendo e um elenco completamente compromissado. Nessa sequência, Beau é tratado como um visitante no lar de uma família tradicional, em que apenas a filha parece se incomodar com sua presença. É outro momento bastante comum a crianças em fase de crescimento e amadurecimento, que é passar a noite fora. Não surpreendentemente, a direção dá um jeito de colocá-lo em situações nas quais ele pede pela mãe, exatamente como uma criança que dormiu fora de casa pela primeira vez.

E sem dar muitos detalhes, esse ato é um dos mais grotescos de todo o filme. Ele promove um contraste de imagem com os personagens apresentados que vão se somando à trama, que novamente é incômodo e traz novos conflitos e mistérios. É também um momento carregado de críticas, principalmente porque esses personagens tão idealizados e que representam a típica família americana são responsáveis por ações muito questionáveis e injustificáveis, enquanto ostentam uma roupagem muito próxima do cotidiano de muitos.

Foto: Divulgação/ Diamond Films

Eis que o filme transita de forma ofegante para o terceiro ato, aquele que provavelmente vai marcar o imaginário das pessoas quando lembrarem desse filme. Marcado pelas cores fortes e pela metalinguagem, ele leva Beau para uma sessão de teatro em meio à floresta, onde surgem personagens que criam algum tipo de vínculo positivo com o protagonista, e é quando o filme abraça uma estética colorida de encher os olhos. É o momento em que a ficção e a ‘realidade’ se misturam e Beau se permite sonhar acordado, levando o espectador a viajar por meio de seus medos e traumas de forma quase didática. Essa sequência é tão fascinante e surtada quanto triste. Suas aspirações são simples, dignas de quem apenas quer uma vida comum e não consegue por conta de seus traumas e paranoias.

É uma outra clara situação de contraste, mas que é feita de forma tão envolvente e surrealista que mesmo em meio a situações pesadas e tristes, consegue criar uma catarse misturando passado, presente e futuro. Fazendo o paralelo com as situações infantis às quais o protagonista é submetido, é como a primeira vez que uma criança vai a uma feira ou ao cinema em si, criando amigos, encontrando desconhecidos e se envolvendo pelos próprios sonhos e desejos projetados na arte. É um breve momento de acolhimento real em meio a tantas provações.

Foto: Divulgação/ Diamond Films

Os atos finais são quando tudo descamba e conseguem se tornar ainda mais bizarro. É principalmente no quarto ato que a proposta de ser um pesadelo em carne e osso se materializa e os níveis da bizarrice se tornam ilimitados. Absolutamente tudo neste ato é cruel, traumático e surpreendente. Por isso, vamos falar o mínimo possível dele e do quinto no texto, apenas dizer que são construídos de forma que o abstrato se torna palpável e os conflitos desenvolvidos e sugeridos ao longo da história se encontram em uma situação pra lá de inusitada, reunindo os maiores pesadelos da existência de Beau em uma sequência complexa envolvendo a busca por respostas e os horrores da psique humana.

Entre os atos, a direção traz flashbacks da infância de Beau, mostrando um pouco mais de seu comportamento nas diferentes faixas etárias. As cenas de sua infância são retratadas em um cruzeiro, sempre ao fim do dia ou no início da noite, com cores quentes que destoam das demais. É uma representação de tempos mais vívidos em que Beau conseguiu criar vínculos com pessoas de fora da família. O mais curioso é ver como ele se tornou esse adulto tomado pelo medo, enquanto ele tenta sobreviver às provações da desventura da vida.

Foto: Divulgação/ Diamond Films

Outro ponto que se destaca e pode passar despercebido é o uso da trilha musical para ajudar a construir no subconsciente a ideia de que Beau é visto como uma criança. Além de praticamente todos os personagens o tratarem sob um tom professoral, se colocando acima dele em vários sentidos, todas as canções do longa contam histórias de alguém sendo guiado ou influenciado por uma mãe ou uma pessoa não revelada, o que casa perfeitamente com a proposta do filme. Mas não indicamos que vocês procurem a trilha antes de ver o longa, porque os nomes das trilhas originais são bastante reveladores e podem tirar um pouco da abstração.

Falando em passar despercebido, esse filme conta com uma infinidade de detalhes e autorreferências que enriquecem muito a história. Só que são tantas que chega a ser quase impossível. Por isso, se você embarcar na proposta, é bem provável que termine sua análise pós-sessão com vontade de assisti-lo novamente só para prestar atenção nesses pequenos detalhes, mesmo que isso signifique encarar mais uma vez 2h59 de filme. E grande parte desse tempo é conduzida pela atuação brilhante de Joaquin Phoenix, que interpreta o Beau adulto e idoso.

No entanto, não acredito que ele seja indicado nas grandes premiações. É que, apesar da mudança física expressiva dele para o papel, o Beau é um personagem de meia idade com personalidade passiva, vítima de uma sociedade, tem um relacionamento misterioso e complexo com a mãe, vive com psicológico abalado e passa o tempo inteiro fugindo. Ou seja, cai exatamente no mesmo arquétipo do Arthur Fleck, personagem que rendeu ao ator um Oscar em Coringa (2019). Mesmo assim, ele está fantástico como Beau.

Foto: Divulgação/ Diamond Films

Beau Tem Medo é um daqueles filmes que despertará as mais diferentes reações nos espectadores. Inclusive, se uma pessoa assisti-lo a mais de uma vez, a probabilidade de mudar sua visão sobre a trama, os personagens e afins, terminando a sessão com uma nova interpretação, é altíssima. Entretanto, muitos podem não comprar a proposta e aí a experiência das quase 3h não será das mais positivas. A boa notícia é que os fãs do Ari Aster vão se deleitar com o diretor praticamente estabelecendo seu parque de diversões, elevando ao máximo seu estilo e estética de direção. E quem não gosta do trabalho do diretor, muito provavelmente não vai mudar de ideia com esse aqui. Até porque a mescla de comédia com drama e terror não é das mais palatáveis, por mais que funcione muito bem em tela.

No final das contas, Beau Tem Medo me remeteu a escutar a música Bohemian Rhapsody, do Queen. É uma grande mistura de estilos que não tem medo de propor coisas novas e não quer que o público ache um sentido na obra, mas que sinta sua proposta e se deixe envolver por seus extremos. Mesmo que você não entenda nada, essas obras são capazes de causar sensações e gerar interpretações. E o melhor de tudo é que não tem um “caminho certo” a se seguir. Todas as rotas e viagens compõe a totalidade dessas produções e é justamente isso que faz delas trabalhos únicos. No caso de Beau, é um filme que definitivamente merece ser visto no cinema, porque como é longo e requer que você viaje junto com o protagonista, a experiência de assisti-lo em uma sala climatizada escura, onde não haverá pausas e estímulos externos, como telefones e outras telas, é a melhor para vivenciar a produção com a intensidade que ela pede.

Foto: Divulgação/ Diamond Films

Beau Tem Medoestá em cartaz nos cinemas do Brasil.

Saiba QUANTO ‘Avatar 2’ deu de lucro… (é MENOS do que você imagina)

O Deadline revelou quanto ‘Avatar: O Caminho da Água‘ deu de lucro para o 20th Century Studios. Apesar de arrecadar US$ 2,316 bilhões nas bilheterias mundiais, o lucro líquido foi de “apenas” US$ 531,7 milhões.

Confira as contas:

Bilheteria:

EUA – US$ 683 milhões
Internacional – US$ 1,387 bilhão
China – US$ 246 milhões
Total – US$ 2,316 bilhões

Outros Ganhos:

Cinemas – US$ 1,268 bilhão (O líquido)
Venda Online – US$ 150 milhões
Streaming e TV – US$ 200 milhões
Total – US$ 1,618 bilhão

Despesas:

Orçamento do filme – US$ 400 milhões
Marketing – US$ 175 milhões
Custos de vídeo – US$ 100 milhões
Residuais – US$ 40 milhões
Juros e despesas gerais – US$ 72 milhões
Participações de lucro – US$ 300 milhões
Total – US$ 1,087 bilhão

Sendo assim, o lucro líquido foi de US$ 531,7 milhões.

Quem sonhava em assistir ‘Avatar: O Caminho da Água‘ nos cinemas mais uma vez, terá uma nova chance. A 20th Century Studios relançou o filme por tempo limitado em 3D nos cinemas a partir de hoje, dia 20 de abril.

Confira o anúncio abaixo:

  

Vale destacar que James Cameron é o único cineasta a ter dirigido três filmes no TOP 5 das maiores bilheterias.

Confira a lista:

1 – ‘Avatar’ – US$2,923 bilhões
2 – ‘Vingadores: Ultimato’ – US$2,798 bilhões
3 – ‘Avatar – O Caminho da Água’ – US$ 2,314 bilhões

4 – ‘Titanic’ – US$ 2,261 bilhões
5 – ‘Star Wars Ep. VII: O Despertar da Força’ – US$ 2,06 bilhões

Assista nossa entrevista com Zoe Saldana e Jon Landau:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.