As informações indicam que a dupla irá co-estrelar em ‘The Redemption’, longa-metragem sobre ex-criminosos que unem forças para combater um oficial de polícia corrupto.
Reeves é conhecido por seu trabalho em obras como ‘Drácula de Bram Stoker’, ‘Constantine’ e a aclamada franquia de ação ‘John Wick’ – cujo quarto capítulo chegou recentemente aos cinemas nacionais. Ele reprisará seu papel como o personagem titular no spin-off‘Bailarina’, que trará Ana de Armas como protagonista.
Statham, por sua vez, estrelou a franquia ‘Os Mercenários’, de Lee Christmas, além de títulos como ‘Velozes e Furiosos’, ‘Megatubarão’, ‘Infiltrado’ e ‘A Espiã que Sabia de Menos’.
O diretor Zack Snyder, responsável por dirigir Henry Cavill como Superman em ‘O Homem de Aço‘, ‘Batman vs Superman‘ e ‘Liga da Justiça‘, revelou uma foto inédita do astro com o figurino do super-herói.
A imagem foi divulgada na rede social Vero, muito utilizada pelo cineasta.
Agora que Cavill não é mais o Superman no Universo DC, resta aguardar quem será o escolhido por James Gunn para assumir o manto do herói no novo filme ‘Superman: O Legado‘, que já está em pré-produção.
“Me sinto honrado por fazer parte deste legado. E que dia melhor do que o aniversário do Superman para mergulhar totalmente na pré-produção de ‘Superman – O Legado’? Figurinos, design de produção e muito mais, agora em desenvolvimento.”
A trama vai se concentrar em Clark Kent já vivendo em Metrópolis e trabalhando no Planeta Diário.
Gunn já havia dado detalhes sobre os personagens de apoio, dizendo que:
“Os personagens em torno de Clark não estarão sendo apresentados pela primeira vez, pois ele já convive com eles. Não é uma história de origem, é apenas uma versão mais jovem dele”.
Após a declaração, alguns fãs e perguntaram se o cineasta estaria se referindo aos membros da Liga da Justiça.
Mas, considerando que a trama vai explorar os primeiros anos de Clark como herói, tudo indica que esses personagens devem ser Lois Lane, Jimmy Olsen, Perry White e outros colegas de trabalho.
E aí, quem você gostaria de ver como o novo Homem de Aço?
Adaptadas para o cinema e a televisão inúmeras vezes, as histórias dos Três Mosqueteiros de Alexandre Dumas (datadas entre 1844 e 1850) — tal como as tragédias de Shakespeare —,nunca perdem o seu poder de encantar plateias por meio da ambientação heroica de cavaleiros de capas e espadas. Com um elenco de estrelas europeias, Os Três Mosqueteiros: D’Artagnan é uma das mais ambiciosas produções francesas em anos.
Através do bordão: “Um por todos e todos por um”, Os Três Mosqueteiros já fazem parte do imaginário social coletivo, mesmo se algumas pessoas desconhecem a origem do grito de batalha. Após dezenas de versões, Os Três Mosqueteiros: D’Artagnan apresenta frescor e cenas de combate de tirar o fôlego. Com direção do — até então — insípido Martin Bourboulon, o longa possui um plano sequência majestoso de luta na floresta, digno das produções de super-heróis hollywoodianas.
Conhecido pelas comédias de divórcio Relacionamento à Francesa 1 e 2 (2015, 2016) e, recentemente, a cinebiografia decepcionante de Gustave Eiffel, em Eiffel (2021), Martin Bourboulon tem nas mãos a chance de mudar sua carreira. O diretor começa sua narrativa de modo perspicaz e audaz com sequências dinâmicas, mas perde substância longe das cenas de lutas. Sem espadas e tiros, o enredo decai em citações diretas do romance pouco conectadas com a atmosfera moderna e vigorosa pretendida.
O percurso da chegada do jovem D’Artagnan (François Civil) a Paris no início do século XVII — para servir na guarda de mosqueteiros do rei Luís XIII (Louis Garrel) — é de uma agilidade e graça ímpar. Os “encontros” com seus adversários [e futuros camaradas] Aramis (Romain Duris), Porthos (Pio Marmaï) e Athos (Vincent Cassel) adicionam um tom cômico entre os duelos, tal como — mais uma vez — os roteiros da Marvel.
Com a sequênciaOs Três Mosqueteiros: Milady prevista para dezembro deste ano, esta primeira aventura é uma apresentação dos personagens para o enredo subsequente e, apesar do desfecho, deixa lacunas para a segunda parte. No filme, Luís XIII — sem saber lidar com o trono herdado — é manipulado por seu primeiro ministro, o Cardinal de Richelieu (Eric Ruf), o qual ao lado da misteriosa Milady de Winter (Eva Green) arma um plano para conflagrar uma guerra entre os católicos franceses e os protestantes britânicos por via do amor impossível entre a rainha Ana da Áustria (Vicky Krieps) e Duque de Buckingham (Jacob Fortune-Lloyd).
Como prova de devoção à majestade e, principalmente, ao pedido da sua amada Constance Bonacieux (Lyna Khoudri), D’Artagnan atravessa o Canal da Mancha para reencontrar a joia da rainha dada ao amante e defender sua honra. Com uma mistura de intrigas, paixões e combates, Os Três Mosqueteiros: D’Artagnan é uma obra visada ao divertimento, contudo os minutos iniciais são muito mais impactantes que o resto do enredo. O filme sofre, portanto, uma queda na narrativa por não aprofundar nem seus temas políticos, nem o relacionamento entre os quatro mosqueteiros.
Os diretores e roteiristas de ‘Agente Oculto‘, Joe e Anthony Russo, divulgaram uma atualização empolgante sobre a sequência do filme estrelado por Ryan Gosling.
Em entrevista ao Collider, os irmãos Russo revelaram que estão trabalhando arduamente no roteiro de ‘Agente Oculto 2‘.
“Estamos no meio disso agora. Estamos no meio do trabalho de roteiro para ‘Agente Oculto 2’, então, novamente, tudo é sobre a história. Estamos trabalhando duro, com as mangas arregaçadas e muito mais por vir”, disseram os diretores.
O primeiro filme foi lançado em 2022 na Netflix e é estrelado por Ryan Gosling e Chris Evans. Por mais que tenha sido um sucesso entre os assinantes da plataforma, o longa conquistou apenas 46% de aprovação da crítica.
Ryan Gosling é o agente da CIA Court Gentry, também conhecido como Agente Oculto e Sierra Six, eChris Evans é seu adversário psicopata Lloyd Hansen neste thriller.
Arrancado de uma penitenciária federal e recrutado por Donald Fitzroy (Billy Bob Thornton), Gentry já foi um mercenário altamente qualificado e sancionado pela Agência. Mas agora a situação virou e ele é o alvo, caçado em todo o mundo por Hansen, um ex-membro da CIA que não vai parar por nada até derrubá-lo. A seu favor, Six conta com a ajuda da agente Dani Miranda (Ana de Armas). Ele vai precisar.
Orçado em US$ 200 milhões, o projeto mais caro da plataformaé baseado na série de livros ‘The Gray Man‘, do autor Mark Greaney.
O diretor da franquia ‘John Wick‘, Chad Stahelski, confirmou em entrevista ao The Direct que apresentou um projeto para a Marvel Studios para a franquia ‘Blade’, mas acabou não avançando.
“Fui um dos muitos a apresentarem uma abordagem, eu acho. Essa é a única franquia [‘Blade’] pela qual sempre fui fascinado. Eu sempre me interessei por vampiros e artes marciais. Acho que são uma boa combinação”, disse o cineasta.
Stahelski, no entanto, afirmou que atualmente uma entrada no gênero dos super-heróis não é a sua principal prioridade.
“Quatro ou cinco anos atrás, eu teria aceitado um trabalho como esse, eu acho. Mas eu espero ter evoluído como cineasta. Eu me sinto confortável criando coisas. Me sinto confortável ao trabalhar com pessoas que estejam tentando construir algo. Já existem tantas pessoas trabalhando em ótimas franquias. Vou procurar evoluir e fazer minhas próprias coisas. Alguém precisa colocar uma nova franquia em jogo. Então, por um tempo, eu vou tentar fazer isso”, explicou.
Apesar disso, o diretor afirmou ser um fã do Universo Marvel e de outras franquias de super-heróis.
“Eu adoro o Batman. Eu adoro o Universo Marvel. Eu adoro o primeiro ‘Homem de Ferro’. Eu adoro o primeiro ‘Guardiões da Galáxia’. Todos esses foram marcos no cinema, eu acho. Mas eu sinto que existem pessoas que entendem essa franquia melhor do que eu. Eu sei no que eu sou bom. Eu me saio melhor quando não existem limites. Eu gosto de quebrar as regras. Gosto de ser um pouco subversivo”, finalizou Stahelski.
Lembrando que o novo filme do ‘Blade‘ será dirigido por Yann Demange, e estrelado por Mahershala Ali no papel-titular. O longa estreia em 2024.
Enquanto isso, o aclamado ‘John Wick 4: Baba Yaga‘ está em cartaz nos cinemas, e já fez US$ 350 milhões mundialmente, superando a bilheteria total do terceiro filme e se tornando a maior arrecadação global da franquia.
No Rotten Tomatoes, o longa reside com nada menos que 93% de aprovação, com nota 8.10/10 baseada em 89 reviews até o momento, tornando o capítulo o mais bem avaliado do site. A encargo de comparação, os outros capítulos possuem 86%, 89% e 89% de aprovação, respectivamente.
Além de rasgarem elogios para as cenas de ação e para o estelar elenco, os especialistas disseram que a produção é uma das melhores do gênero de ação da última década.
Confira os comentários:
“Com duração de 2 horas e 49 minutos, é maior que os filmes anteriores em todos os sentidos – nem melhor nem pior, apenas mais” – BBC.com.
“‘John Wick 4’ ganha cada segundo de seu tempo de execução épico, e há um forte argumento a ser feito de que é a melhor das sequências” – CinemaBlend.
“[O filme] é um épico em todos os sentidos da palavra: épico em extensão, épico em escala e épico em emoções” – Digital Spy.
“‘John Wick 4’ pode ser um pouco longo, mas quando é divertido, poucos filmes conseguem competir com seu magnetismo” – Sunshine State Cineplex.
“Se os três filmes anteriores não foram sua preferência, o que é servido por ‘John Wick 4’ não vai mudar sua opinião. Mas se você adora ação cinética ambientada em locais deslumbrantes, não há ninguém em Hollywood fazendo isso melhor do que Reeves e [o diretor Chad] Stahelski” – The Lamplight Review.
Segundo o Deadline, o filme deve abrir com US$ 60 a US$ 70 milhões em seu primeiro final de semana em exibição nos EUA.
Até então, a maior abertura da franquia foi ‘John Wick 3: Parabellum‘ com US$ 56,8 milhões em seu primeiro fim de semana, finalizando sua jornada com US$ 171 milhões arrecadados nos Estados Unidos.
Além disso, o quarto longa da franquia terá 2 horas e 49 minutos (169 minutos) – tornando-se o filme mais longa da saga.
Relembre o trailer:
O novo filme traz John Wick descobrindo um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.
Chad Stahelski volta a dirigir e prometeu um filme à altura da franquia:
“Estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação,” afirmou.
A Netflix anunciou que os criadores da série de sucesso ‘Stranger Things‘, Matt e Ross Duffer, produzirão uma nova série de ficção científica chamada ‘The Boroughs’, criada por Jeffrey Addiss e Will Matthews. (via Deadline)
A série se passa em uma comunidade de aposentados no Novo México, onde um grupo de heróis desajustados se unem para enfrentar uma ameaça sobrenatural. Os showrunners da série serão Addis e Matthews.
Os Duffers elogiaram a escrita dos criadores da nova série: “Somos fãs da escrita de Jeff e Will há muito tempo, e quando eles nos apresentaram sua ideia para The Boroughs, imediatamente sabíamos que eles tinham algo muito especial em suas mãos”, disseram.
“Embora os heróis de ‘The Boroughs’ tenham uns anos a mais do que as crianças de ‘Stranger Things’, eles são um bando de desajustados igualmente adorável, e mal podemos esperar para que você se junte a eles em uma aventura que pode ser assustadora, engraçada e profundamente comovente.”
Enquanto isso, vale lembrar que todas as quatro temporadas de ‘Stranger Things‘ estão disponíveis na Netflix.
Seis meses depois da batalha de Starcourt, que deixou um rastro de terror e destruição em Hawkins, o grupo de amigos se separa pela primeira vez – enquanto passam por um período turbulento na escola, o que dificulta ainda mais as coisas. Nesse momento vulnerável, surge uma ameaça sobrenatural ainda mais terrível, trazendo um grande mistério que pode ser a chave para acabar com os horrores do Mundo Invertido.
A série foi criada por Matt Duffer e Ross Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.
Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.
Segundo o Geek Vibes Nation, a dupla de realizadores formada por Scott Beck e Bryan Woods irá escrever e dirigir um novo terror original para a aclamada produtora A24.
Com poucas informações reveladas, sabe-se que o longa-metragem se chamará ‘HERETIC’ e acompanhará dois missionários mórmons que viajam para a casa de um homem para convertê-lo – apenas para descobrir que foram atraídos para uma armadilha mortal.
O indicado ao Oscar Ryan Gosling está em negociações para estrelar.
Beck e Woods já colaboraram em diversas produções juntos: ambos co-escreveram o roteiro do terror ‘Um Lugar Silencioso’, além de assinarem e dirigirem produções como ‘Nightlight’, ‘Haunt’ e ’65 – Ameaça Pré-Histórica’. O projeto mais recente da dupla é ‘Boogeyman: Seu Medo é Real’, baseado no conto de Stephen King e que chega aos cinemas brasileiros em 01 de junho de 2023.
Gosling, por sua vez, é conhecido por vários longas-metragens de grande sucesso, incluindo ‘La La Land: Cantando Estações’, pelo qual foi indicado ao Oscar de Melhor Ator. Seu próximo projeto é a adaptação em live-action de ‘Barbie’, em que co-estrela com Margot Robbie.
A minissérie dramática ‘Um Homem da Flórida’ (‘Florida Man’), estrelada por Edgar Ramírez (‘The Last Days of American Crime’), recebeu 0% de aprovação dos críticos.
Apesar da premissa instigante, a produção foi massacrada. Em justificativa, o jornalista do Decider descreve a produção como “uma série confuso que tem alguns personagens interessantes e alguns pontos altos, mas eles estão perdidos em uma trama que lotada de informações aleatórias…”
Na trama, o astro vive um ex-policial que volta para a Flórida para procurar a namorada de um mafioso. Mas o que era para ser um trabalho rápido acaba virando uma odisseia alucinante em meio a segredos de família e a tentativa inútil de fazer a coisa certa em um lugar onde tudo está errado.
Por outro lado, a atração está se garantindo entre os assinantes da Netflix. Apesar de não ter recebido grandes elogios nas redes sociais, parece que as cenas de ação foram suficientes para agradar o público.
Confira as reações:
“ ‘Um Homem da Flórida’, na Netfix. Recomendo, é 11/10.”
A minissérie foi criada por Donald Todd (‘This Is Us’).
Abbey Lee, Anthony LaPaglia, Otmara Marrero, Lex Scott Davis, Emory Cohen, Clark Gregg, Isaiah Johnson, Paul Schneider e Lauren Buglioli completam o elenco.
A série é inspirada nos romances escritos por Maurice LeBlanc e traz Omar Sy como o primeiro ator negro a encarnar uma versão do icônico Lupin, aqui contemporaneizado na roupagem de Assane Diop.
Na adolescência, Assane Diop enfrentou a morte do pai, que foi acusado de um crime que não cometeu. Depois de 25 anos, como forma de vingança, ele passa a agir sob a alcunha de “Arsène Lupin, o Ladrão de Casaca”.
A modelo e agente imobiliária Christine Quinn estrelou as cinco primeiras temporadas ‘Sunset – Milha de Ouro‘, reality show transmitido pela Netflix.
No entanto, ela não vai retornar para os futuros episódios da atração, que foi renovada para mais duas temporadas recentemente.
A 6ª temporada teve seu trailer divulgado que confirmou sua saída. Os novos episódios estreiam dia 19 de Maio.
Assista:
Quinn se tornou um marco para o reality – que acompanha a empresa imobiliária Oppenheim Group, responsável pela venda das casas de luxo mais exclusivas de Los Angeles.
Desde 2019, os fãs assistiram Quinn não apenas vender imóveis inigualáveis, mas também se envolver em dramas com todos os seus colegas de elenco.
Em um conflito explosivo da 5ª temporada, a modelo Emma Hernan alegou que Quinn subornou um cliente com US$ 5.000 para parar de trabalhar com ela, acusação que foi negada por Quinn.
“Acusar alguém de um delito criminal não é apenas difamatório – mas você não pode pagar meus advogados. Então não é uma coisa engraçada de se dizer”, defendeu-se Quinn. “Eu nunca subornaria um cliente. Eu nunca subornei um cliente. Eu não preciso subornar um cliente, porque eles vão trabalhar comigo organicamente.”
Mas qual seria o real motivo por trás de sua saída da atração?
Em abril, Quinn anunciou que estava saindo da Oppenheim Group para se dedicar a um novo empreendimento imobiliário baseado em criptomoedas junto com o marido, Christian Dumontet.
Com seu contrato chegando ao fim, o futuro de Quinn em ‘Sunset – Milha de Ouro‘ já era incerto, especialmente depois que ela perdeu a reunião da 5ª temporada após contrair COVID-19.
Em maio, ela negou os rumores de que havia falsificado seu diagnóstico na tentativa de evitar discussões com seus colegas de elenco.
“Eu absolutamente tive COVID. Eu absolutamente fui infectada”, disse Quinn durante o Watch What Happens Live com Andy Cohen.
Na época, um representante da empresária reforçou que:
“Ela não compareceu à reunião porque está tomando cautela para evitar contágio a outras pessoas. Ela ainda está se sentindo mal e está tomando todas as precauções necessárias para manter sua família segura.”
Além disso, parece que ela tem interesse em ter sua própria série, como sugeriu durante uma entrevista ao The New York Times no mês passado.
Questionada sobre seu futuro em ‘Sunset – Milha de Ouro‘, ela apenas disse:
“Hulu, me ligue. Vamos negociar.”
Apesar de ser uma fala sem tom de seriedade, já havia criticado o atual reality show, dizendo que era a única peça do elenco que tem o que é preciso para fazer um show de sucesso.
“Sinto que fui a única que entendeu a tarefa. Eu fui a única que disse: ‘Ei, isso é um show, e eu vou dar um show ao mundo.’ “
Mas o elenco quase contou com a participação deJohnny Depp (‘Piratas do Caribe’) e Mark Wahlberg (‘Ted’).
A informação foi revelada pelo próprio Clooney em entrevista para a EW durante a TCM Classic Film Festival.
“[O diretor] Steven [Soderbergh] tinha acabado de fazer ‘Erin Brockovich’ e ‘Traffic’, e ele foi indicado ao Oscar pelos dois filmes. Então, vários artistas realmente queriam trabalhar com ele.”
Soderbergh, que também participou da entrevista, brincou:
“Mesmo assim, outras pessoas disseram não para nós”
Então Clooney confirmou que Depp e Wahlberg foram abordados para interpretar o novato Linus Caldwell, que acabou sendo vivido por Damon, que reprisou o papel em ‘Doze Homens e Outro Segredo’ e ‘Treze Homens e um Novo Segredo‘.
“Pois é, eles disseram não para nós. Mark Wahlberg, Johnny Depp. Havia mais alguns outros. Eles se arrependem agora, do mesmo jeito que eu me arrependo de ter feito ‘Batman & Robin‘”, brincou o astro.
Há alguns meses, o Deadline revelou que Ryan Gosling (‘Blade Runner 2049’) está em negociações para se juntar ao elenco da pré-sequência da franquia, que será ambientada em 1960.
O projeto será estrelado pela Margot Robbie (‘O Esquadrão Suicida’), com quem o ator dividirá a tela no vindouro live-action da ‘Barbie‘.
Jay Roach, que já havia trabalhado com o atriz no aclamado ‘O Escândalo‘, será responsável pela direção.
O roteiro, assinado por Carrie Solomon, será ambientado em 1960, na Europa. Infelizmente, detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo.
A expectativa é que as filmagens comecem em 2023.
Anteriormente, a franquia havia ganhado continuidade com o spin-off feminino ‘Oito Mulheres e Um Segredo‘. O longa conquistou 68% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, além de arrecadar quase US$ 300 milhões mundialmente.
As gravações de ‘Coringa: Loucura a Dois‘ já chegaram ao fim, mas as imagens oficiais da sequência devem demorar para serem lançadas.
Pensando nisso, um usuário do Instagram compartilhou uma interessante fan art mostrando Harley Quinn (Lady Gaga) armada com duas pistolas, provocando o que podemos esperar da personagem.
Vale destacar que Folie à Deux é um termo que significa “psicose compartilhada”, o que pode ser referência ao fato de que Gaga irá interpretar Arlequina.
Lançado em 2019, ‘Coringa‘ ultrapassou a impressionante marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de apenas US$ 70 milhões.
Na década de 90, David Yost, sofreu bastante preconceito por se assumir gay enquanto atuava em ‘Power Rangers‘.
Na época, os fãs não aceitavam a orientação sexual do intérprete de Billy, o Ranger Azul, o que o levou a se afastar da franquia.
Mas agora que a franquia ganhou um especial de 30 anos na Netflix, a trama faz questão de trazer representatividade LGBTQ+, ainda que seja por um breve momento.
Em um determinado trecho do episódio, há uma cena em que a filha da falecida Ranger Amarela Trini, Minh (Charlie Kersh), salva um homem e seu namorado quando eles são perseguidos pelos ‘bonecos de massa’ de Rita Repulsa.
“Levou muito tempo para chegarmos até aqui [normalizar casais LGBTQ+ na TV]. Então, contar com essa cena no especial foi ótimo, nós apenas mostramos um casal gay como algo presente no cotidiana, o que eu acho incrível.”
Ao longo da entrevista, ele expressou como o preconceito o fez se sentir mal consigo mesmo por ser um gay atuando em uma série infantil.
“Sendo um ator que estava em um dos programas infantis de maior sucesso na época, às vezes eu ficava envergonhado porque não queria que as pessoas soubessem o que eu estava passando e o que passei. No começo, eu certamente não queria que as pessoas soubessem que eu era gay. Eu me forcei a uma terapia de conversão porque não queria ser gay. E eu realmente lutei e lutei e lutei contra isso. Infelizmente, tive um colapso nervoso e fiquei cinco semanas internado em um hospital e meio que tive que começar o processo de aprender a me aceitar, o que foi muito difícil; demorei muitos anos para me aceitar como gay.”
Yost disse que também ficou muito feliz ao ver a primeira representação gay na franquia em um episódio de ‘Power Rangers: Dino Fúria’, que mostrou a a Ranger Verde Izzy (Tessa Rao) de mãos dadas com Fern (Jacqueline Joe).
Ele acrescentou que a franquia sempre enfatizou a representatividade por conta da diversidade do elenco, mas a representação gay era algo que faltava.
“De muitas maneiras, estávamos à frente de nosso tempo em 1993 por causa do elenco que tínhamos. Todos os nossos personagens eram tão diversos, mas nós realmente mostramos o que era o trabalho em equipe – e que todos nós poderíamos nos unir e poderíamos ser de diferentes origens e poderíamos ser amigos.”
Walter Emmanuel Jones, que interpretou o Ranger Preto Zack, concordou com a afirmação de Yost, dizendo:
“Naquela época, eu era realmente o primeiro super-herói negro na TV em live-action. Então, sendo visto mais 40 países, foi um fator motivador para qualquer um que fosse da minha cor. Eu imaginava muitas crianças pensando: ‘Eu posso ser como ele’. A confiança que isso deu às pessoas, eu acho incrível.”
Lembrando que ‘Power Rangers: Agora e Sempre‘ estreou com 100% de aprovação do público no Rotten Tomatoes.
Entre os críticos, a atração também vem ganhando bastante elogios, como na análise do Comic Book, que diz:
“No geral, ‘Power Rangers: Agora e Sempre‘ oferece o melhor tipo de viagem nostálgica, que reúne todas as coisas que você amou na série original e combina elementos modernos e uma história central que significa algo para a base de fãs e para a franquia como um todo.”
Nas redes sociais, os fãs estão completamente emocionados com o clima de nostalgia e com as homenagens aos falecidos Jason David FrankeThuy Trang, o Ranger Verde e a Ranger Amarela.
Apesar de curto, o especial foi o bastante para fazer os fãs se sentirem como crianças novamente.
Confira as reações:
“power rangers: agora e sempre” é um misto de emoção e nostalgia!
O Episódio especial de Power Rangers, é sem dúvidas o melhor e mais nostálgico especial dos Rangers.
E assistindo agora, perto do almoço, ficou ainda mais nostálgico
O especial já havia sido filmado antes da morte de Frank, intérprete de Tommy Oliver, e ele revelou em entrevistas que não estava envolvido em nada do que estava acontecendo com a franquia.
Ainda assim, Tommy parece fazer parte deste episódio, já que o Ranger Verde é visto na filmagem.
Quanto à Trini, seu legado também parece ser uma grande parte do especial, já que sua filha Minh fará sua primeira aparição e provavelmente é quem está no traje da Ranger Amarela (a menos que seja um flashback).
Esperançosamente, é possível que o especial inclua uma homenagem à Frank e Trang através de cenas arquivo… Mas, de qualquer forma, é reconfortante para os fãs saber que o episódio seja dedicado a eles.
A trama acontece no meio de uma crise global, quando os Rangers são chamados para mais uma vez serem os heróis que o mundo precisa. Inspirado pelo lendário mantra ‘uma vez Ranger, sempre Ranger’, ‘Agora e Sempre‘ reforça a todos que, quando você se torna um ranger, você é sempre parte da família.
Abaixo você confere o teaser e as imagens de divulgação desse aguardado encontro:
Os fãs pediram e a Netflix ouviu. Tudum, o evento da Netflix mais amado pelos fãs, está de volta a São Paulo, presencialmente. De graça, ele acontece nos dias 16, 17 e 18 de junho e promete muitas surpresas e experiências imersivas em torno dos filmes e séries preferidos dos brasileiros. O público vai ter a chance de ver suas estrelas favoritas de perto e se divertir em dois andares – são mais de 2000 metros quadrados! – repletos de ativações, games e pocket shows na Bienal do Parque Ibirapuera.
As informações sobre as séries, filmes e atores presentes no evento serão divulgadas em breve.
O Tudum, cujo nome é inspirado naquele primeiro som que você ouve quando dá o play para assistir algo na Netflix, nasceu no Brasil em 2020 e já teve diversos formatos: festival, live, almanaque. Esta é a sua segunda edição em São Paulo, e os ingressos começarão a ser distribuídos a partir do meio-dia (horário de Brasília) do dia 3 de maio, por ordem de chegada virtual, no site Tudum.com/brasil.
Serviço Tudum Quando: 16, 17 e 18 de junho de 2023 Onde: Pavilhão da Bienal (Pavilhão Ciccillo Matarazzo) | Parque Ibirapuera – Portão 03 (Av. Pedro Álvares Cabral S/N), São Paulo
A ação agora desloca-se da floresta para a cidade. A MORTE DO DEMÔNIO – A ASCENSÃO conta a perturbadora história de duas irmãs distantes, interpretadas por Alyssa Sutherland e Lily Sullivan, cujo reencontro é interrompido por demônios devoradores de carne que aparecem de repente, levando-as a uma batalha primal pela sobrevivência, enfrentando a versão mais assustadora que se possa imaginar de uma família.
» Originalmente, o longa seria lançado direto no serviço de streaming da HBO Max, mas o plano foi alterado para uma estreia exclusiva nos cinemas após a fusão da Warner Bros. com o Discovery;
» A produção recebeu uma classificação R pela Motion Picture Association, órgão que regulamenta a faixa etária de filmes e séries nos EUA. Foi dito que a faixa etária será elevada por conta de “excesso de conteúdo violênto de horror sangrento e linguagem inapropriada”.
» Sam Raimi e Bruce Campbell, diretor e astro, respectivamente, da trilogia original, servem como produtores da nova versão;
» Em 2013, o aclamado cineasta Fede Alvarez investiu em um remake que, arrecadou US$ 100 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 16 milhões. Além disso, garantiu uma recepção sólida pela crítica especializada, acumulando 62% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes;
Em BEAU TEM MEDO, Beau (Joaquin Phoenix) é um homem paranoico que embarca em uma odisseia épica para visitar a casa de sua mãe controladora. O trailer do filme mostra Beau em uma aventura nada convencional.
» Do mesmo diretor de ‘Hereditário‘ e ‘Midsommar‘. Ao contrário dos filmes anteriores do cineasta, ‘Beau is Afraid‘ não é um filme de terror. O longa é descrito como uma “comédia cheia de pesadelos”;
» O longa é baseado no curta-metragem ‘Beau‘, dirigido pelo próprio Ari Aster;
» Originalmente, o filme era intitulado Disappointment Boulevard;
O antes influencia o depois. Baseado no livro homônimo de 378 páginas, lançado 23 anos atrás, pela escritora espiritualista paulista Zíbia Gasparetto, Ninguém é de Ninguémmolda seus olhares e reflexões para um dos mais delicados estados emocionais do ser humano, o ciúmes. Caminhando por estradas dolorosas das reações complexas que se estabelecem nas desconfianças para com o outro, o roteiro busca ampliar seu campo de desenvolvimento através dos conflitos de seus personagens mas acaba se perdendo no momento em que a técnica é aplicada na narrativa.
Subtramas rasas geram certo desequilíbrio, como se peças faltassem para um entendimento mais amplo do complicado caminho do abstrato proposto. Por outro lado, a mensagem consegue chegar ao campo de reflexão, até mesmo com várias interpretações sobre quais lições a história busca passar, principalmente sobre a explicação estar em acontecimentos de vidas passadas.
Na trama, conhecemos Gabriela (Carol Castro, em destacada atuação) e Roberto (Danton Mello), um casal que passa por uma séries de instabilidades na relação após o segundo caminhar por diversos obstáculos e seu empreendimento afundar, ao mesmo tempo que Gabriela, uma advogada em ascensão na empresa onde trabalha, começa a colher os frutos de sua dedicação.
A situação piora quando Roberto começa a desconfiar da fidelidade da esposa com o dono da empresa onde ela trabalha, o Dr. Renato (Rocco Pitanga). Esse último também passa por situações complexas no relacionamento com a socialite Gioconda (Paloma Bernardi), também com a motivação do ciúmes no epicentro dos problemas. Ao longo do filme vamos vendo que esses destinos de alguma forma já estavam entrelaçados.
O relacionamento abusivo no centro da questão. Tendo como foco o ciúmes, a desconfiança, numa estrada com um forte viés espiritual, somos levados a abrir a porta da casa de duas famílias que passam por situações dolorosas, amarguradas, que geram inconsequências para todos os lados.
Nesse olhar íntimo para casamentos na iminência do naufrágio, o desenvolvimento do roteiro gira em torno desses conflitos dos personagens e num segundo momento no resgate de acontecimentos em vidas passadas com imersões sobrenaturais. Nesse último ponto a história se perde chegando em uma conclusão interpretativa onde nada-se para o oceano do perdão, do arrependimento, de forma simplista, sem profundidade.
Esse é o segundo lançamento recente de um filme baseado em um livro de Zíbia Gasparetto, no final do ano passado chegou aos cinemas Nada é Por Acaso.
Dirigido por Wagner de Assis, cineasta que já dirigiu filmes Kardece Nosso Lar, dois filmes também com essa pegada espírita, Ninguém é de Ninguém, de forma atabalhoada, consegue chegar em seu objetivo, sua mensagem, muito ligada à uma emblemática questão existencial associada ao indivíduo possuir somente a si e as várias formas de entender a vida dessa forma.
D’Artagnan, um jovem gascão espirituoso, é deixado para morrer depois de tentar salvar uma jovem de ser sequestrada. Ao chegar a Paris, ele tenta por todos os meios encontrar seus agressores. Ele não sabe que sua busca o levará ao centro de uma guerra real onde o futuro da França está em jogo. Aliado a Athos, Porthos e Aramis, três mosqueteiros do Rei com uma temeridade perigosa, D’Artagnan enfrenta as maquinações sombrias do Cardeal de Richelieu. Mas é quando se apaixona perdidamente por Constance Bonacieux, a confidente da Rainha, que d’Artagnan se coloca verdadeiramente em perigo. Pois é essa paixão que o leva ao rastro daquela que se torna sua inimiga mortal: Milady de Winter.
Curiosidades:
» A produção é baseada no romance clássico de Alexander Dumas;
» O longa foi filmado simultaneamente com sua sequência, ‘Os Três Mosqueteiros: Milady‘. As gravações, que começaram no verão de 2021, foram finalizadas em sete meses;
COLDPLAY - MUSIC OF THE SPHERES: LIVE AT RIVER PLATE
Elenco:
—
Direção: Paul Dugdale
Gênero: Show
Duração: 138 min.
Distribuidora: Trafalgar
Orçamento: US$ — milhões
Estreia: 19 de Abril de 2024
Sinopse:
A banda retorna às telonas de cinema, em uma versão inédita. Gravado ao longo das dez noites esgotadas dos shows no Estádio River Plate em Buenos Aires, esse filme espetacular teve o seu áudio remixado e remasterizado, e consiste de imagens captadas pelo diretor vencedor do BAFTA e indicado ao Grammy, Paul Dugdale, incluindo uma série de cenas inéditas.
Curiosidades:
» Coldplay é uma banda britânica de rock alternativo fundada em 1996, na Inglaterra, pelo vocalista e pianista Chris Martin e o guitarrista Jonny Buckland;
O filme ‘Vingadores: A Dinastia Kang‘ chega só em 2025, e não foram dados muitos detalhes sobre a trama do filme, apenas que o personagem (ou as variantes do personagem) Kang, interpretado por Jonathan Majors, será o vilão principal do filme.
Enquanto o ator segue confirmado no filme, a Disney precisa decidir o que fará com as várias acusações de assédio que Majors recebeu nos últimos dias.
Segundo a Variety, a Disney está cautelosa e monitorando a situação para não se apressar como fez comJohnny Depp – que foi demitido e depois inocentado no julgamento.
E o problema do estúdio é milionário. O cachê de Majors para ‘Vingadores: A Dinastia Kang‘ é de US$ 20 milhões, um dos mais caros de Hollywood.
Enquanto Jonathan Majors se prepara para uma audiência no tribunal em 8 de maio por acusações de violência doméstica, seus problemas continuam a piorar.
Segundo a Variety, várias supostas vítimas de abuso de Majors se apresentaram após sua prisão em março e estão cooperando com o escritório do promotor distrital de Manhattan.
A perspectiva de mais mulheres esperando nos bastidores marcaria uma virada dramática no caso e vem logo após os publicitários de Majors e a empresa de gerenciamento cortarem os laços com o ator em apuros no início desta semana.
O promotor se recusou a comentar. Um representante da Majors não comentou o registro.
Vale lembrar que o ator teve o seu contrato com a agência Entertainment 360 finalizado. A ruptura, que aconteceu três semanas após o polêmico caso de agressão, foi alegadamente tomada por causa do comportamento problemático do artista.
A Lede Company, empresa de relações públicas, também havia cortado ligações com o ator. Como resultado disso, Majors perdeu o seu convite ao Met Gala – em uma decisão anunciada como uma “concordância mútua”.