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‘The Watchful Eye’: Episódio FINAL da temporada ganha prévia oficial; Confira!

Freeform divulgou a prévia oficial de “Hale Fellow Well Met”, episódio final da temporada de estreia do suspense The Watchful Eye.

Na trama, “alianças são testadas e novas são formadas. Os Greybourne nunca serão os mesmos depois de uma tsunami de verdades que está chegando”.

O capítulo vai ao ar no dia 27 de março.

Confira:

Julie Durk (‘Grace e Frankie’) é a criadora da série, enquanto Emily Fox entra como sahowrunner

The Watchful Eye acompanha Elena Santos, uma jovem mulher com um passado complicado que consegue trabalhar como babá de uma influente família em Manhattan. Ela logo descobre que todos no misterioso condomínio têm seus segredos. O que eles não sabem, entretanto, é que Elena também tem coisas a esconder.

Mariel Molino interpreta Elena. Amy AckerWarren ChristieJon-Michael EckerAliyah RoyaleBaraka RahmaniGrace KaufmanChristopher Redman e outros completam o elenco.

‘All American: Homecoming’: ÚLTIMO episódio da 2ª temporada ganha prévia oficial; Confira!

Foi divulgada a prévia oficial de “Diary”, 15º e último episódio da 2ª temporada de All American: Homecoming’, série derivada de All American.

Na trama, “conforme Simone se prepara para o Torneio de Exibição, ela se vê à frente de obstáculos inesperados que a ajudam a decidir entre Damon e Lando. JR defende Cam de maneira incomum. Damon recebe conselho de uma fonte fortuita, à medida que lida com uma importante entrevista. Nate descobre a verdade sobre seu admirador secreto. Keisha vê sua situação com Dr. Pace sob uma nova luz e, por fim, Marcus surpreende Amara com algo que ela não esperava”.

O capítulo vai ao ar no dia 27 de março. No Brasil, a série é exibida na HBO Max.

Confira:

A série foi criada por April Blair.

O drama jovem-adulto tem como pano de fundo a experiência HBCU e gira em torno de uma jovem e esperançosa jogadora de tênis de Beverly Hills e de um jogador de basebol de elite de Chicago, conforme eles lidam com as altas expectativas dos esportes universitários e navegam pelos altos e baixos da vida adulta sem supervisão.

Geffri Maya, Peyton Alex Smith, Kelly Jenrette, Cory Hardrict, Sylvester Powell, Netta Walker e Camille Hyde completam o elenco.

‘Schmigadoon!’: Cecily Strong e Keegan-Michael Key estão de volta no cartaz oficial da 2ª temporada; Confira!

A Apple TV+ divulgou o cartaz oficial da 2ª temporada da aclamada série de comédia musical ‘Schmigadoon!‘.

O próximo ciclo tem estreia agendada para o dia 07 de abril.

Confira, junto ao trailer:

A nova temporada explorará o cenário musical dos anos 60-70. Na trama, após encontrarem o amor verdadeiro na cidade de Schmigadoon, Josh (Keegan-Michael Key) e Melissa (Cecily Strong) vão parar em Schmicago.

O novo ciclo ainda contará com o retorno de Ariana DeBose, Dove Cameron, Jaime Camil, Kristin Chenoweth, Alan Cumming, Ann Harada, Jane Krakowski, Martin Short e Aaron Tveit, além de introduzir Tituss Burgess e Patrick Page.

A série foi criada por Cinco Paul e Ken Daurio.

‘9-1-1’: Terminam as gravações da 6ª temporada!

A 6ª temporada da adorada série 9-1-1 segue a todo vapor – mas foi apenas recentemente que a FOX revelou que as gravações do recente ciclo chegaram ao fim.

As boas novas foram anunciadas ao lado de várias imagens de bastidores e a seguinte legenda: “muito orgulhosa do elenco, da equipe e de todo o time por trás das câmeras”.

Confira:

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco é formado por Angela Bassett, Peter Krause, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Jennifer Love Hewitt e Ryan Guzman.

‘Footloose’: Drama musical com Dennis Quaid ganha data de estreia na Paramount+!

O remake do drama musical Footloose, lançado em 2011, ganhou data de estreia na Paramount+.

O longa será lançado na plataforma de streaming no próximo dia 23 de março.

Na trama, “o jovem Ren se muda de Boston para uma cidade pequena onde a dança e a música alta são proibidas. Ren desafia as restrições e compartilha sua paixão pela dança com o resto da cidade”.

Relembre o trailer:

O filme foi dirigido e escrito por Craig Brewer.

Kenny WormaldJulianne HoughMiles TellerAndie MacDowellDennis Quaid e outros fizeram parte do elenco.

Footloose fez um sucesso moderado de bilheteria, arrecadando US$63 milhões ao redor do mundo, e conquistou 68% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘Maravilhosa Sra. Maisel’ se despede no trailer LEGENDADO da 5ª e última temporada; Confira!

O Prime Video divulgou o  trailer oficial e legendado da 5ª e última temporada de Maravilhosa Sra. Maisel’ (The Marvelous Mrs. Maisel), aclamada série estrelada por Rachel Brosnahan.

Os novos episódios têm estreia marcada para o dia 14 de abril.

Confira:

A série foi criada por Amy Sherman-Palladino (‘Gilmore Girls’).

Em 1958, Nova York, a vida de Midge está nos eixos: marido, filhos e elegantes jantares em seu apartamento no Upper West Side. Mas quando a vida dela dá uma reviravolta, ela tem que decidir rapidamente o que mais ela sabe fazer. Se tornar uma comediante é uma escolha inusitada para todos, exceto para ela.

O elenco também conta com Alex Borstein, Michael Zegen, Marin Hinkle e Tony Shalhoub.

Dumbo | Mais de 80 anos depois, animação da Disney continua como um profundo e necessário clássico

Walt Disney carrega um estigma acerca de suas animações: é um lugar-comum muito errôneo acreditar que suas obras são superficiais e conversam em um nível cru com uma audiência essencialmente infanto-juvenil. De certo modo, se analisarmos suas investidas em relação aos inúmeros contos-de-fada, podemos dizer que a construção das protagonistas princesas segue um padrão até meados da década de 1990, provavelmente para se tornar mais “acessível” e seguir um estereótipo onírico que mantenha relações com o público-alvo. Entretanto, é inegável dizer que certos filmes vão muito além do que nos é mostrado e mergulham em universos complexos que falam de autoaceitação, preconceito e até mesmo realizam críticas sociais tragicômicas em meio a um escopo “feliz”, por falta de outro adjetivo. 

Se Pinóquio’ já teve um sucesso incrível ao delinear uma história como nenhuma outra, bem como trazer uma evolução nas técnicas de animação, Dumbo consegue algo mais aplaudível em um tempo bem menor. Retornando na cadeira de direção, Ben Sharpsteenarquiteta uma narrativa que não precisa de muitas falas ou de muito tempo cênico para entregar uma mensagem atemporal e que serve cada vez mais para a sociedade contemporânea: afinal, tudo gira em torno do pequeno elefante que empresta seu nome ao título e que é entregue para uma carente e protetora mãe cuja solidão logo transforma-se em esperança. A primeira sequência nos leva às histórias que nossos pais contavam quando mais novos no melhor estilo “de onde vêm os bebês?”, mostrando uma coreografia incrível de cegonhas levando pequenos filhotes para os diversos animais em um zoológico-circo. 

A Sra. Jumbo, como é chamada, sente-se decepcionada quando é a única a não receber a “entrega especial”, mas no dia seguinte é visitada por uma atrapalhada cegonha e finalmente se torna completa. Entretanto, diferente de outros da sua espécie, Dumbo tem uma pequena característica destoante: orelhas enormes e que não conversam esteticamente com o restante de seu pequenino corpo. O filhote logo se torna motivo de chacota pelo restante da manada que vive no circo e, apesar da inocência, não pode deixar de se sentir atacado por ser “diferente” – e é justamente aqui que uma simples trama começa a encontrar uma profundidade inigualável e inesperada. 

Dumbo traça paralelos com os clássicos protagonistas da jornada do herói, principalmente por ser dotado de traços físicos e psicológicos que o tornam especial – e é isso que também permite que o público construa uma relação de empatia. Afinal, o longa-metragem foi arquitetado como uma representação não-convencional daquilo que grande parte das pessoas enfrenta todo dia – a necessidade de se encaixar nos padrões estabelecidos pela sociedade como forma de integração e de autoaceitação. Apesar dessa crescente imposição, o protagonista não abandona a sua fidelidade por ser a personificação de uma “criança” e não compreender por que a sua persona não é aceita dentro daquela comunidade, ainda que sua mãe repetitivamente o acolha e o acalente como um igual. 

Joe Grant e Dick Huemer praticamente fazem mágica com o breve tempo de história, a qual mal chega aos sessenta minutos: mesmo com condições tão limitadoras quanto esta, ambos conseguem escolher de forma precisa o que desejam explorar mais a fundo, e é interessante analisar como cada personagem, seja com mais protagonismo ou entrando como coadjuvante, é de extrema importância para o arco de amadurecimento de Dumbo. Sua mãe, endeusada e colocada em um patamar superior a qualquer outra figura, é o arquétipo da protetora e não cede aos clichês do gênero, estando fadada a sofrer as consequências de seus atos – como destruir as instalações circenses para proteger seu filho de abusos físicos. As outras elefantes-fêmeas do grupo possuem poucas distinções entre si e resgatam as imagens alcoviteiras da commedia dell’arte, insurgindo como críticas ferrenhas à estética do filhote e que, como já é de esperar, provam do próprio veneno à medida que a história chega ao seu fim. 

Ambos também percebem que a superexposição dialógica é um erro comum para filmes do gênero e que resolvem trazer questões pertinentes à tona. Logo, é comovente ver que nem Dumbo nem sua mãe tenham falas, optando pela utilização de expressões claras que refletem seus problemas e suas frustrações anteriores, bem como os laços afetivos que os unem. Aqueles que falam normalmente são caracterizados com personalidades frias e frívolas ou insurgem na figura de uma consciência mais humanizada. Nesta obra, tal papel é materializado pelo cômico camundongo Timothy – cuja presença já demonstra como o diretor tem afinidade para brincar com os opostos (afinal, reza a lenda que elefantes e roedores não tem uma convivência muito agradável). Tal personagem é o otimista conselheiro que acompanha o filhote em toda a sua breve jornada, encorajando-o a não se deixar levar pelas ridicularizações sem escrúpulos de seus colegas de trabalho e a acreditar em seu próprio potencial. 

O time criativo por trás da obra-prima não apenas traz essas mensagens esperançosas e alegres com um desfecho satisfatório, mas aproveita o escopo para realizar diversas divagações antropológicas. Basicamente, toda a construção é uma grande metáfora para pautas como preconceito e supremacia racial: em determinado momento, perto do encerramento do segundo ato, Dumbo é forçado a trabalhar com os palhaços do circo para que tente integrar em um novo “nicho social”; ao perceberem que o maltratado elefante fez uma escolha imperdoável, as alcoviteiras se unem e decidem que ele não será mais visto como um dos seus e será para sempre um pária dentro de uma bolha extremamente intolerante e hostil. E como se não bastasse, a única figura que o aceitava como realmente é torna-se prisioneira de seu próprio amor e é enclausurada em uma prisão-solitária, além de ser tachada de louca e violenta. 

Sharpsteen não poupa esforços para igualar a complexidade narrativa aos simbolismos cênicos: diversas sequências buscam referência na incrível arte do locus horrendus das escolas Romântica e Realista, principalmente em um momento crucial e divisor de águas que se desenrola ainda no ato introdutório – a construção do circo. Aqui, temos diversos trabalhadores humanos e homogêneos (uma leve inclinação para as questões de meritocracia e desigualdade social) utilizando todas as suas forças para erguerem a tenda, sendo ajudados pela resiliência da própria manada de elefantes. Além de serem acompanhados por uma profunda e ressonante canção intitulada Song of the Roustabouts”, o caótico cenário é polvilhado por uma torrencial chuva, por enquadramentos e ângulos distorcidos e por uma paleta de cores fria e macabramente envolvente. 

Dumbo prova que há mais coisas dentro de uma simples animação do que sonha a nossa vã percepção estigmatizada. Em poucos minutos – talvez o único problema do filme -, o público é apresentado a uma incrível e épica jornada que navega por inúmeras facetas sociais e que, eventualmente, reafirmam o status dessa narrativa como uma verdadeira obra-prima do cinema. 

‘The Orville’ terá 4ª temporada? Seth MacFarlane afirma estar “otimista”

Através do seu Twitter, o criador Seth MacFarlane voltou a falar sobre a possibilidade da série ‘The Orville‘ retornar para uma 4ª temporada.

Apesar do futuro ainda permanecer incerto, o realizou se mostrou otimista com o retorno da produção.

“A indústria está passando por um momento de turbulência e transição. Gostaria de poder fornecer uma resposta definitiva sobre [a 4ª temporada de ‘The Orvillle’], mas, no momento, tudo o que posso dizer é que continuo… cautelosamente otimista.”

Anteriormente, o ator Chad L. Coleman também havia se mostrado positivo em relação ao futuro da série: “Nós achamos que [a quarta temporada] irá acontecer, mas a decisão ainda não foi tomada. Há muitas coisas acontecendo nos bastidores desses estúdios, mas esperamos que possamos retornar. [O criador] Seth [MacFarlane] tem uma excelente relação com a Dana [Walden] e com a Disney, que agora está no comando da série. Eles tiveram algumas reuniões promissoras, então veremos.”

Lembrando que, no Brasil, a série está disponível no Star+.

Criada e estrelada por Seth MacFarlane (‘Family Guy‘), a série se passa 400 anos no futuro seguindo as aventuras da U.S.S. Orville, uma nave exploradora tripulada por humanos e aliens, que juntos enfrentarão as maravilhas e perigos do universo.

O elenco ainda inclui Adrianne Palicki, Penny Johnson Jerald, Scott Grimes, Peter Macon, Halston Sage, J. Lee, Mark Jackson e Jessica Szohr.

Diretores de ‘Pânico 6’ explicam por que não mataram [SPOILER]

Cuidado: muitos spoilers à frente.

Pânico 6 chegou aos cinemas mundiais recentemente e já se provou um sucesso tanto de crítica quanto de público. Entretanto, alguns fãs se perguntaram por que, diferente do filme anterior, os diretores Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett resolveram não matar nenhum dos personagens principais.

Para aqueles que não se recordam, Dewey Riley (David Arquette), considerado um personagem-legado da saga slasher, encontrou sua ruína nas mãos de Ghostface e mostrou que ninguém estaria a salvo do serial killer. Porém, como pudemos ver na mais recente iteração, nomes como Gale Weathers (Courteney Cox) e Kirby Reed (Hayden Panettiere) saíram (quase) ilesas da narrativa.

“Acho que falamos sobre isso. Porque sempre falamos, nós fizemos isso com o último filme. ‘Precisamos matar mais pessoas?'”, Gillett explicou em entrevista ao Fangoria“Toda vez que pensamos isso por um segundo, parece insensível. […] E acho que também é uma reviravolta em si mesmo, a expectativa de ‘franquia! Um grande banho de sangue, maior número de vítimas’. Mindy diz isso o tempo todo. E nós pensamos: ‘não, não precisa ser assim’. A ideia de que [o filme] pode se desafiar é muito divertida para nós”.

Bettinelli-Olpin completa: “também acho que no último, com a morte de Dewey, é tão difícil – e deveria ser difícil. Então, o filme tem que lidar com isso pelos próximos 15-20 minutos. De uma forma muito real, precisamos desacelerar o filme, todo mundo precisa lidar com isso. Acho que, com este filme, por design, é meio que uma espingarda vai até o fim. Há também essa parte em que não queríamos fazer um desserviço e matar personagens e depois seguir em frente. Acho que uma das coisas que realmente gostamos em Pânico 5′ foi que realmente levou tempo – embora fosse muito difícil matar Dewey – para ver como isso afetou Gale, como afetou Sid”.

Além de quebrar recordes no território norte-americano – com uma estreia sólida de US$ 44.5 milhões –, ‘Pânico 6‘ também surpreendeu no Brasil, onde a sequência registrou a maior estreia da franquia.

De acordo com o Deadline, o novo longa arrecadou R$ 9.46 milhões durante o primeiro final de semana em nosso país. O resultado representa um aumento de 55% em comparação ao lançamento do filme anterior, ‘Pânico‘ (2022).

Além disso, a arrecadação global de ‘Pânico 6‘ também quebrou recordes da saga. O terror arrecadou US$ 22.6 milhões internacionalmente, através de 53 mercados – um aumento de 60% em comparação ao quinto filme.

O longa também teve o maior lançamento da franquia no Reino Unido, Austrália, México, Itália e Holanda.

Ao total, a produção teve uma estreia global de US$ 67.1 milhões.

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

O terror acompanha os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado.

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

Diretor de ‘Um Pequeno Favor’ deve comandar novo suspense da Netflix

De acordo com o Deadline, Paul Feig (‘Um Pequeno Favor’) deve assumir a direção do suspense ‘A Casa do Outro Lado do Lago‘ (The House Across the Lake), que está sendo desenvolvido pela Netflix.

O longa será baseado no livro homônimo de Riley Sager, autor de sucessos do gênero como ‘As Sobreviventes‘ e ‘Sobreviva à Noite‘.

Na trama…

“Casey Fletcher é uma atriz recém viúva que tenta escapar de uma série de notícias ruins ao se isolar no sossego da casa do lago da sua família no Vermont. Com um par de binóculos e várias garrafas de Bourbon, Casey passa o tempo observando Tom e Katherine Royce, o glamoroso casal perfeito que vive na casa do outro lado do lago.”

“Um dia, no lago, Casey salva Katherine de se afogar, e as duas começam uma amizade intensa. Mas, quanto mais elas se conhecem – e quanto mais Casey observa a casa de vidro –, mais claro se torna que o casamento de Katherine e Tom não é tão perfeito como parecia. E, quando Katherine desaparece repentinamente, Casey suspeita imediatamente de que Tom está envolvido. O que ela não se apercebe é que a história é muito mais complexa do que parece  – e que segredos chocantes podem espreitar por baixo das superfícies mais plácidas. Quão bem conhecemos realmente alguém?”

Sarah Schechter, Greg Berlanti e Mike McGrath servirão como produtores da adaptação.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Glorious’: Terror com ator de ‘True Blood’ ganha trailer legendado SINISTRO; Confira!

O terror ‘Glorious‘, estrelado por Ryan Kwanten (‘True Blood’), ganhou seu trailer legendado.

Confira:

Rebekah McKendry (‘Contos de Halloween’) é responsável pela direção.

Um jovem começa a perder o controle após o término de um relacionamento. Sua situação piora após ele ficar preso dentro de um banheiro com uma figura misteriosa (J.K. Simmons), que fala com ele da cabine ao lado. Enquanto ele tenta escapar, ele percebe que está participando de algo muito mais sinistro do que poderia imaginar.

Com o roteiro assinado por Joshua Hull, David Ian McKendry e Todd Rigney, o terror será lançado pelo Shudder. Infelizmente, a produção ainda não teve a data de estreia divulgada.

Nostalgia! Relembre as Continuações Mais Famosas dos anos 80 que Completam 40 Anos em 2023

O estabelecimento de franquias multimilionárias pode até ser um pensamento moderno em Hollywood, que cada vez toma mais forma como norte para guiar a indústria. No entanto, a continuação de um filme de sucesso é algo tão antigo quanto a própria arte cinematográfica. Um dos maiores exemplos de sequências de sucesso é a série 007, baseada nos livros de Ian Fleming, que no cinema teve início ainda em 1962 com ‘007 Contra o Satânico Dr. No’ e dura até hoje, com um total de 25 filmes oficiais. É claro que este é apenas o exemplo mais popular, mas é provável que a continuação mais antiga do cinema seja ‘The Fall of a Nation’ (1916), sequência de ‘O Nascimento de uma Nação’ (1915), de D.W. Griffith. Entre esta última citada e 007, temos também o exemplo de ‘A Noiva de Frankenstein’ (1935), continuação do clássico absoluto do terror ‘Frankenstein’ (1931).

Tudo isso para dizer que ao voltarmos 40 anos no passado, já podíamos notar uma Hollywood dominada por sequências de filmes de sucesso. Sim, eram os anos 80, a época da consolidação dos blockbusters e do cinema comercial como entretenimento. Época do surgimento de algumas das marcas mais populares que ainda hoje geram lucro para seus criadores. Pensando nessa viagem nostálgica, iremos relembrar com você as 10 continuações mais famosas que completam 40 anos em 2023. Confira.

O Retorno de Jedi

Nos anos 80, já surgiam algumas das maiores franquias de Hollywood, que até hoje seguem com a popularidade em alta, capturando novas gerações de fãs a cada década, assim como mantendo sua base mais antiga. E talvez a franquia mais famosa e lucrativa da história ainda seja ‘Star Wars’ – que surgiu no fim dos anos 70, mas se consolidou na década de 80, devido a suas duas continuações e à durabilidade no mercado de vídeo e nas reprises da TV. Há 40 anos a trilogia original se encerrava com ‘O Retorno de Jedi’, que hoje pode até ser considerado o menos favorito do trio, mas na época fez um tremendo sucesso e a cabeça dos fãs com sua ação caprichada, e o último duelo entre Luke Skywalker e o pai Darth Vader.

007 Contra Octopussy

Como dito, a franquia 007 ainda se mantém como a primeira mais popular ainda em atividade em Hollywood. Quando começou, muitos dos fãs atuais sequer sonhavam em nascer. Hoje, todos vibram com os filmes de Daniel Craig – assim como uma nova geração irá embarcar no vindouro intérprete do espião. Os que são um pouco mais velhos, ainda pegaram a era de Pierce Brosnan e quem sabe Timothy Dalton. Os que estavam vivos nos anos 80 reconhecem Roger Moore como o James Bond que estava em atividade. E há 40 anos, Moore lançava seu sexto e penúltimo filme como 007, enfrentando a contrabandista que dá título ao filme, vivida pela bela Maud Adams.

Superman III

Quem dava as caras há 40 anos em mais uma continuação também era o maior de todos os heróis dos quadrinhos, o Superman, antes conhecido como Super-Homem. É claro que naquela época, os filmes do gênero de heróis não eram o que são hoje, mesmo assim o primeiro ‘Superman – O Filme’ (1978) se tornou um fenômeno, mostrando que uma obra do tipo podia ser levada a sério e feita para adultos. Deu muito certo e a continuação ‘Superman II’ (1980) sairia logo dois anos depois. A ideia para o terceiro filme surgiu quando o comediante sensação da época, Richard Pryor, começou a dar diversas entrevistas afirmando o quanto adorava os filmes do Homem de Aço. Assim os produtores viram uma oportunidade e colocaram Pryor para contracenar com Christopher Reeve.

Impacto Fulminante

Na década de 1970, antes de nomes como Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger, o lendário Clint Eastwood era “o” cara da ação. Nessa época ele dava vida a um dos policiais mais emblemáticos do cinema, o tira durão Dirty Harry. E o primeiro ‘Perseguidor Implacável’ (1971) fez tanto sucesso que acabou gerando uma sequência. O curioso é que assim como 007 em seus títulos originais, Dirty Harry escolhia não colocar números nos títulos das continuações, como 2, 3, 4, e sim dar um título novo a cada aventura. Assim vieram ‘Magnum 44’ (1973) e ‘Sem Medo da Morte’ (1976), as partes dois e três da jornada deste incorreto herói. Há 40 anos éramos brindados com a quarta aventura, ‘Impacto Fulminante’, a primeira dos anos 80, na qual Harry ajuda uma vítima de estupro. A franquia ainda receberia um quinto episódio em 1988.

Tubarão 3

Além de continuações, há 40 anos o cinema via o auge de um artifício que vira e mexe cisma em voltar: o uso da técnica do 3D. Só aqui nesta lista teremos dois exemplares. O primeiro a chegar é o terceiro filme de ‘Tubarão’. O primeiro longa, dirigido por Steven Spielberg, colocou o nome do cineasta no mapa e se tornou o primeiro blockbuster da história. Ainda extremamente popular, a obra-prima recebeu indicação ao Oscar de melhor filme (acredite). Três anos depois, surgia a primeira continuação, que visava seguir os mesmos moldes do original, sem o mesmo brilho. Mas quando falamos na década de 80, adentramos uma era de galhofa. Assim, nesse terceiro filme, em 3D, o tubarão ataca num parque aquático e enfrenta… golfinhos!

Psicose II

O conceito de sequências tardias muito em voga na Hollywood tampouco é algo novo. Há 40 anos, a Universal Pictures decidia revisitar um de seus maiores clássicos, e um dos maiores clássicos da história do cinema – ‘Psicose’ (1960) de Alfred Hitchcock. Foram 23 anos que separaram esta continuação do original em preto e branco, que falava sobre um hotel de beira de estrada e os estranhos habitantes vivendo nele. Em especial Norman Bates e sua “mãe”. O protagonista Norman, novamente vivido pelo saudoso Anthony Perkins, sai do sanatório e retorna para o estabelecimento que herdou da mãe, a fim de começar sua vida do zero. No entanto, o local pode não ser o mais favorável. Ele começa a trabalhar num restaurante, mas em breve voltará a ser assombrado pelo fantasma da mãe.

Os Embalos de Sábado Continuam

Pode ter certeza que se um filme fizer um sucesso fenomenal, os executivos lutarão com todas as forças para fazer uma sequência e dar continuidade a esse sucesso – na maioria das vezes pensando unicamente no fator financeiro. Até mesmo filmes que conta histórias fechadinhas, que não necessitavam de continuação – e que algumas vezes se torna até difícil imaginar como se dará a sequência – terminam ganhando as chamadas continuações “caça-níquel”. E sim, o item acima, ‘Psicose II’ é uma delas. Assim como este aqui, que continua ‘Os Embalos de Sábado à Noite’, filme com John Travolta que pegava o embalo das discotecas para contar sobre um sujeito sem muitas aspirações na vida, mas que à noite se tornava um rei das boates. Seis anos depois, ninguém menos que Sylvester Stallone aproveitando a popularidade da franquia Rocky, resolveu dirigir a continuação, transformando Tony Manero (Travolta) em um sujeito musculoso e coberto de óleo, que agora visava se tornar um dançarino da Broadway.

Porky’s 2 – O Dia Seguinte

‘Porky’s – A Casa do Amor e do Riso’ se tornou uma das mais bem sucedidas comédias juvenis escrachadas do início dos anos 80. E quando digo escrachada, talvez esteja sendo bonzinho demais, já que na época o filme empurrou bastante os limites da censura, com cenas de cunho sexual nunca antes vistas no cinema de Hollywood – com direito à nu frontal das atrizes e atores. Cada cena do longa parecia girar em torno de piadas sexuais. A bilheteria foi gorda, então o que fazer para continuar e ao mesmo tempo evitar parte da polêmica? Uma continuação mais “domada”, já que grande parte do público eram os adolescentes, os que os pais permitiam assistir e os que os pais não permitiam também. Na segunda investida da turminha de Angel Beach, os adolescentes estão mais politicamente corretos, lutando contra racismo, contra a Ku Klux Klan, religiosos hipócritas e políticos corruptos.

Amityville 3

Uma das franquias de terror mais confusas do cinema – ‘Amityville’ pegou carona na tendência da época dos filmes satânicos, que vieram ao longo da década de 1970 após ‘O Bebê de Rosemary’ (1968). Filmes como ‘O Exorcista’ (1973) e ‘A Profecia’ (1976), por exemplo. ‘Terror em Amityville’ chegou no fim da década, em 1979, e trouxe James Brolin e Margot Kidder (a Lois Lane dos filmes de ‘Superman’ com Christopher Reeve) como pais de uma família que se muda para uma nova casa. Eles irão descobrir da pior maneira possível que a casa é assombrada por espíritos malignos, dos antigos moradores, que viveram uma grande tragédia. Amityville 2 – A Possessão foi lançado em 1982 e resolveu contar a história da tal família que viveu antes na casa, e que teve o filho mais velho possuído e comentando atos terríveis de violência contra os seus. A terceira parte embarca na onda do 3D para contar sobre um jornalista que se muda para o local. O filme traz os primeiros trabalhos no cinema de atrizes como Meg Ryan e Lori Loughlin.

A Maldição da Pantera Cor-de-Rosa

Outra franquia que possui muitos exemplares, mas que confunde os fãs sobre sua ordem ou sobre quantos filmes possui na realidade. Esse é o preço a se pagar quando não são colocados números para esclarecer ao público. Ainda mais quando a franquia continua sem seu astro protagonista. Aqui, quase tão antiga quanto a franquia 007 no cinema, tudo começou em 1963, com ‘A Pantera Cor-de-Rosa’, filme que trazia o icônico Inspetor Clouseau de Peter Sellers como coadjuvante. Depois veio ‘Um Tiro no Escuro’ (1964), promovendo o personagem à protagonista. Em 1968, ‘Inspetor Clouseau’ substituiu Sellers por Alan Arkin no papel e não deu certo.

A volta de Sellers ao papel seria em, bem, ‘A Volta da Pantera Cor-de-Rosa’ (1975). Como não parava de fazer sucesso, o ator ainda retornaria em ‘A Nova Transa da Pantera Cor-de-Rosa’ (1976) e ‘A Vingança da Pantera Cor-de-Rosa’ (1978). Até mesmo depois de falecido em 1980, Peter Sellers seguia fazendo os filmes da franquia, ou quase. ‘A Trilha da Pantera Cor-de-Rosa’ (1982) foca no desaparecimento de Clouseau e usa imagens de arquivo do ator para compor a narrativa. Há 40 anos, como não dava para usar o mesmo truque de ter Clouseau sem Peter Sellers, a opção foi por substitui-lo por um novo trapalhão, Sleigh (Ted Wass), em ‘A Maldição da Pantera Cor-de-Rosa’ e compensar a troca utilizando todos os coadjuvantes mais legais dos filmes anteriores para completar o elenco. A franquia ainda teria mais uma sequência em 1993, um remake (2006) e sua continuação (2009).

Diretor de ‘Shazam! 2’ diz que dispensarem crossover com ‘Adão Negro’ foi “jogar dinheiro FORA”

O diretor de Shazam!: Fúria dos Deuses’, David F. Sandberg, falou sobre um possível crossover entre Shazam e Adão Negro no DCU.

Adão Negro é um inimigo conhecido de Billy Batson nos quadrinhos da DC Comics, mas nos filmes, os dois nunca se cruzaram – e com o universo da DC reiniciando em breve, parece improvável que eles realmente se encontrem.

O The Hollywood Reporter perguntou ao diretor se ele estava desapontado por não ter a oportunidade de explorar o relacionamento de Adão Negro e Shazam nos filmes.

“Não, na verdade não”, disse Sandberg. “O problema do Adão Negro é que ele tem os mesmos poderes do Shazam, e fizemos isso no primeiro filme em que demos a Sivana [Mark Strong] os mesmos poderes. Portanto, não acho que a luta em si teria sido super interessante, mas acho que é uma oportunidade perdida. Mas é assim que é.”

Shazam! 2: Fúria dos Deuses‘ estreou na última quinta-feira e arrecadou apenas US$ 65,5 milhões em sua abertura mundial, uma quantia bem fraca para um filme de super-heróis deste calibre.

E aí, qual é a sua opinião sobre o assunto?

Confira nossas impressões:

Além do retorno de Zachary Levi no papel principal e da introdução de Helen Mirren, Lucy Liu e Rachel Zegler, o elenco conta com Adam Brody, Asher AngelJack Dylan Grazer.

Henry Gayden volta como roteirista, enquanto David F. Sandberg assume novamente a cadeira de direção. Peter Safran entra como produtor.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

‘Super Mario Bros – O Filme’: Chris Pratt justifica ausência dos bordões na dublagem

Os trailers de ‘Super Mario Bros – O Filme‘ trouxeram breves amostras da voz de Chris Pratt como o amado encanador Mario.

Mas os fãs reclamaram da ausência de alguns bordões do personagem, como seu famoso “wahoo!” ou um “Sou eu, o Mario!

Em entrevista para o The One Show, da BBC, Pratt explicou porque não fez uma dublagem exatamente igual a de Charles Martinet, dublador do personagem nos games.

“Há apenas um punhado de coisas que já ouvimos Mario dizer. O ‘wahoo!’ Algumas coisas como… ‘Sou eu! Vamos’, esse tipo de coisa”, disse Pratt, fazendo a voz do Mario. “Então, estávamos tentando encontrar uma maneira de colocar isso no filme, mas de uma forma que fosse natural e de acordo com o enredo desses caras americanos da classe trabalhadora do Brooklyn.”

Confira:

Em seu perfil do Twitter, Pratt compartilhou os bastidores enquanto se preparava para a entrevista e aproveitou para fazer um pouco mais da voz do personagem.

Confira:

“Mario & Luigi juntos novamente… com @ParisHilton? Vocês REALMENTE não sabem o que está prestes a atingi-los. Eu prometo a vocês, isso vai ser o que todos vocês esperavam… e vocês NÃO ficarão desapontados. Sigam-me pela Rainbow Road em 05 de abril – Vamoooos!!!” 

Por falar em dublagem, os fãs iniciaram uma campanha para que a Universal Pictures não contrate famosos para dublarem o filme, e a hashtag #MarioSemStarTalent viralizou nas redes sociais.

E o estúdio ouviu os fãs. Pouco depois, foi anunciado o elenco de dubladores composto por profissionais do ramo e não celebridades.

Confira o nome dos dubladores na nova sinopse oficial:

Na animação, Mario (Raphael Rossatto) e Luigi (Manolo Rey) vão parar no famoso mundo dos cogumelos, governado pela princesa Peach (Carina Eiras), precisando defendê-lo das ameaças do icônico Bowser (Marcio Dondi). Durante a aventura, Mario irá reviver diversas cenas que o acompanham ao longo das últimas décadas, como dirigir um kart, passar por ambientes desafiadores, além de ter a companhia de outros personagens marcantes, como Toad (Eduardo Drummond) e Donkey Kong (Pedro Azevedo).

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais dia 05 de abril.

Aaron Horvath e Michael Jelenic entram como diretores.

A animação conta com Chris Pratt como Mario, Anya Taylor-Joy como a Princesa Peach, Charlie Day como Luigi, Seth Rogen como Donkey Kong, Jack Black como Bowser e Keegan-Michael Key como Toad. Fred Armisen, Kevin Michael Richardson, Sebastian Maniscalco e Charles Martinet, voz original de Mario, Luigi, Wario e Waluigi, completam o elenco.

Roteiristas não tinham ideia de quem escolheriam como os Ghostfaces de ‘Pânico 6’

Cuidado: muitos spoilers à frente.

Embora ‘Pânico VI‘ troque a cidade de Woodsboro por Nova York, algumas tradições da franquia continuaram neste novo filme da saga, especialmente com a revelação de quem é o assassino por trás da máscara do Ghostface.

No entanto, os roteiristas Guy Busick e James Vanderbilt comentaram que a revelação não estava nos seus planos originais até o início da escrita do roteiro.

No terceiro ato de ‘Pânico VI‘, é revelado que o detetive Bailey e seus filhos Quinn e Ethan são os assassinos, empenhados em fazer Sam pagar por matar seu filho Richie nos eventos de ‘Pânico 5‘. Como os fãs notaram, o personagem vingativo de Bailey é semelhante ao de Nancy Loomis em ‘Pânico 2′, que planejou se vingar de Sidney por matar seu filho homicida no primeiro filme de 1996.

Em uma nova entrevista com a Entertainment Weekly, Busick explicou que, embora sempre “soubessem que seria uma família“, a dupla não sabia quem exatamente deveriam ser os assassinos até que o processo de escrita já tivesse começado.

“O motivo dos assassinos no último filme é muito intelectual – é mais sobre uma ideia dos fãs tóxicos sentindo que sua franquia caiu em qualidade e ‘temos que voltar aos trilhos’, e eles estão levando isso muito a sério”, Busick continuou. “Mas é muito intelectual, é muito específico, e queríamos algo mais pessoal.”

“[A motivação do assassino] parecia muito com Nancy Loomis, e fazia sentido dentro da franquia, dessa maneira interessante”, continuou ele. “Então, ficamos emocionados por poder fazer isso e ver os três trabalhando como uma família. Foi super divertido.”

Além de quebrar recordes no território norte-americano – com uma estreia sólida de US$ 44.5 milhões –, ‘Pânico 6‘ também surpreendeu no Brasil, onde a sequência registrou a maior estreia da franquia.

De acordo com o Deadline, o novo longa arrecadou R$ 9.46 milhões durante o primeiro final de semana em nosso país. O resultado representa um aumento de 55% em comparação ao lançamento do filme anterior, ‘Pânico‘ (2022).

Além disso, a arrecadação global de ‘Pânico 6‘ também quebrou recordes da saga. O terror arrecadou US$ 22.6 milhões internacionalmente, através de 53 mercados – um aumento de 60% em comparação ao quinto filme.

O longa também teve o maior lançamento da franquia no Reino Unido, Austrália, México, Itália e Holanda.

Ao total, a produção teve uma estreia global de US$ 67.1 milhões.

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

O terror acompanha os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado.

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

Keri Russell enfrenta problemas no teaser de ‘A Diplomata’, novo drama político da Netflix

Netflix divulgou o teaser oficial de A Diplomata (‘The Diplomat’), drama político estrelado por Keri Russell (‘The Americans’).

A produção chega à plataforma de streaming no dia 20 de abril.

Confira:

A série foi criada por Debora Cahn (‘Homeland’, ‘The West Wing’).

A obra é descrita como um thriller político ambientado na Embaixada dos Estados Unidos em Londres e acompanha uma diplomata que consegue um novo papel como embaixadora em Londres – mas com grandes implicações para seu trabalho e vida pessoal. Isso tudo enquanto uma crise internacional está se desenrolando em segundo plano.

Rufus SewellDavid Gyasi, Ali Ahn, Rory Kinnear e Ato Essandoh completam o elenco.

A 1ª temporada é composta por oito episódios.

Amigas partem em uma viagem recheada de descobertas no trailer da comédia ‘Joy Ride’; Confira!

Lionsgate divulgou o trailer oficial de Joy Ride, comédia estrelada por Ashley Park (‘Emily em Paris’), Sherry Cola (‘Good Trouble’), Stephanie Hsu (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’) e Sabrina Wu (‘Doogie Kamealoha: Doutora Precoce’).

O longa, que fez sua estreia no Festival South by Southwest, será lançado nos Estados Unidos em 07 de julho de 2023, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Confira:

O filme é dirigido pela estreante Adele Lim, enquanto Cherry ChevapravatdumrongTeresa Hsiao assinam o roteiro.

Audrey, Lolo, Kat e Deadeye são quatro mulheres asiático-americanas que viajam pela Ásia em busca da mãe biológica de Audrey. Nessa aventura, as amigas veem suas vidas mudarem através de sexo, muita cocaína e de descobertas que nem ao menos imaginavam fazer.

O elenco também conta com Ronny ChiengLori Tan ChinnDavid DenmanAnnie MumoloDesmond ChiamAlexander HodgeChris Pang.

Nazistas são MASSACRADOS no trailer legendado de ‘Sisu’; Confira!

O violento thriller de ação ‘Sisu‘ ganhou trailer legendado.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Jalmari Helander.

Durante os últimos dias da Segunda Guerra Mundial, um garimpeiro solitário cruza o caminho de nazistas em um retiro de terra arrasada no norte da Finlândia. Quando os nazistas roubam seu ouro, eles rapidamente descobrem mexeram com a pessoa errada. Sendo uma máquina de matar, ele fará de tudo para recuperar o seu tesouro – mesmo que isso signifique matar todos os nazistas que aparecerem em seu caminho.

O elenco conta com Jorma Tommila, Aksel Hennie, Jack Doolan, Mimosa Willamo e Onni Tommila.

A produção será lançada nos cinemas norte-americanos no dia 28 de abril.

Terry Crews, de ‘As Branquelas’ e ‘Brooklyn 99’, vai estrelar a nova comédia da CBS

De acordo com o Deadline, Terry Crews vai estrelar a série de comédia ‘Jumpstart‘, que está sendo desenvolvida pela CBS.

Familiar ao gênero, o ator é conhecido por sua participação no filme clássico ‘As Branquelas‘, e nas séries ‘Todo Mundo Odeia o Chris‘ e ‘Brooklyn Nine-Nine‘.

A produção será baseada na popular tirinha lançada em 1989, que mostrava o dia a dia de um jovem casal negro.

Crews interpretará Joseph L. Cobb, um policial da Filadélfia que tenta ser perfeito em todas as áreas de sua vida. A trama seguirá o personagem e sua esposa, a enfermeira Marcy, e o seu parceiro, Crunchy.

O personagem é descrito como “um marido devoto e homem negro orgulhoso, que sente a pressão de ser um modelo perfeito – especialmente considerando as polêmicas envolvendo sua profissão.”

Além de estrelar, Crews também servirá como produtor executivo da série.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Shazam! Fúria dos Deuses’ se torna um FRACASSO COLOSSAL na China

Além de ter decepcionado em sua estreia nos EUA – com apenas US$ 30.5 milhões arrecadados em seu primeiro final de semana –, a sequência ‘Shazam! Fúria dos Deuses‘ se tornou um fracasso ainda maior na China.

De acordo com o Deadline, o longa arrecadou apenas US$ 4.4 milhões no país. Para termos de comparação, o primeiro filme estreou com US$ 30 milhões na região – um resultado quase 7x superior ao lançamento da sequência.

Desde a pandemia de COVID, o público da China tem demonstrado um enorme desinteresse por produções americanas – com exceção da franquia ‘Avatar‘. Além disso, o site destaca a reformulação do universo da DC – e sua falta de integração com os personagens de ‘Shazam!‘ – como um dos grandes fatores para o fracasso da produção.

Com estreia global de US$ 65.5 milhões, a produção estreou com US$ 4 milhões no México (-32% em comparação ao filme original) e US$ 3 milhões no Reino Unido (39% abaixo do primeiro filme).

No Brasil, o longa alcançou o TOP 1 no final de semana, arrecadando R$ 8.5 milhões.

Shazam! Fúria dos Deuses‘ está atualmente com 53% de aprovação no Rotten Tomatoes, uma pontuação bem mais baixa do que seu antecessor (90%), com um consenso da crítica que diz: “mais desfocado e menos satisfatório do que seu antecessor, Shazam! 2’ ainda retém quase o suficiente do charme bobo do material de origem para salvar o dia.”

Confira nossas primeiras impressões:

Além do retorno de Zachary Levi no papel principal e da introdução de Helen Mirren, Lucy Liu e Rachel Zegler, o elenco conta com Adam Brody, Asher AngelJack Dylan Grazer.

Henry Gayden volta como roteirista, enquanto David F. Sandberg assume novamente a cadeira de direção. Peter Safran entra como produtor.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.