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‘Monarch’: Drama com Susan Sarandon estreia na Paramount+!

Monarch‘, drama estrelado pela icônica Susan Sarandon, já está disponível na Paramount+.

A temporada única foi lançada hoje, 19 de março, na plataforma de streaming.

O drama musical acompanha as gerações da primeira família da música country, os Romans. Dottie Cantrell Roman (Sarandon), considerada a rainha do country, construiu com seu talento e rigor uma dinastia na indústria da música. Mas mesmo que o sobrenome revele autenticidade, a própria fundação do seu sucesso também é uma mentira. E quando tudo é ameaçado, a herdeira Nicolette “Nicky” Roman (Anna Friel) não parará por nada pra proteger o legado da família e garantir o que é seu por direito.

Relembre o trailer:

Jason Ensler fica a encargo da direção do episódio piloto, enquanto Melissa London Hilfers assina o roteiro.

Os Romans construíram uma dinástica da música country – mas quando seu reinado como realeza é colocado em xeque, uma jovem fará de tudo para proteger o legado da família.

Ava GraceEva AmurriMartha HigaredaAnna Friel, Trace AdkinsJoshua SasseAdam CroasdellFaith Prince e outros completam o elenco.

Betty Gilpin é destaque no cartaz oficial do suspense sci-fi ‘Mrs. Davis’; Confira!

Peacock divulgou o cartaz oficial de Mrs. Davis, suspense sci-fi estrelado por Betty Gilpin (‘GLOW’, ‘A Caçada’).

A série chega à plataforma de streaming no dia 20 de abril. No Brasil, ela deve ser exibida pela Lionsgate+.

Confira, junto ao trailer:

Mrs Davis 2

A produção foi criada por Tara HernandezDamon Lindelof.

Mrs. Davis é a inteligência artificial mais poderosa do planeta. Simone é uma freira devotada em destruí-la. Quem será que vai vencer?

O elenco também conta com Jake McDormanMargo MartindaleAndy McQueenBen ChaplinDavid ArquetteElizabeth MarvelChris DiamantopoulosAshley RomansKatja Herbers.

‘Abracadabra’: Astros do filme original revelam que não foram convidados para retornar à sequência

Quase três décadas depois, o adorado clássico cult Abracadabra ganhou uma aguardada sequência que trouxe Bette MidlerSarah Jessica ParkerKathy Najimy de volta como as Irmãs Sanderson.

Agora, durante o painel da 90s Con neste último final de semana, o ator Omri Katz, que interpretou Max Dennison na produção original, revelou que parte do elenco não foi convidada para participar da continuação (via People).

“Nós não fomos convidados para a reunião”, ele contou. “Então, não sabemos realmente o porquê disso. Acho que a fanbase queria ver algo conosco… Não sei. É difícil entender as decisões que são feitas em relação ao que eles querem fazer”.

Thora Birch, que viveu Dani Dennison, acrescentou que trazer os astros originais de volta foi algo trazido como pauta, mas que o processo de chegar na sequência foi muito longo e que, às vezes, as coisas simplesmente não funcionam.

“O desejo [e] o conceito de talvez fazer [uma sequência] começou dez anos atrás”, ela disse. “Mas há vários roteiristas e diretores diferentes que embarcaram no projeto – e a história e o conceito e a direção que queriam seguir continuava evoluindo, mudando e crescendo

Ela continua: “eu sei que houve alguns conceitos e algumas ideias de nos trazer de volta. E, por alguma razão, não funcionou. Alguns de nós estaríamos [na sequência], alguns de nós, não. E foi uma montanha-russa. O que gostamos de dizer no show business: tivemos conflitos de agenda”.

Lembrando que Abracadabra 2’ está disponível no Disney+.

O filme é dirigido por Anne Fletcher.

Já se passaram 29 anos desde que alguém acendeu a Vela da Chama Negra e ressuscitou as irmãs do século XVII, e elas estão em busca de vingança. Agora, cabe a três adolescentes impedir que as vorazes bruxas despertem um novo tipo de caos em Salem antes do amanhecer da véspera do Dia de Todos os Santos.

O elenco ainda conta com Whitney Peak, Lilia Buckingham, Belissa Escobedo, Tony Hale, Sam Richardson, Hannah Waddingham, Juju Brener, Froy Gutierrez, Taylor Henderson e Nina Kitchen.

Abracadabra2 5

‘RuPaul’s Drag Race’: 15ª temporada do reality de competição estreia na Paramount+!

A 15ª temporada do reality de competição vencedor do Emmy ‘RuPaul’s Drag Race’ finalmente chegou ao catálogo da Paramount+ Brasil.

O novo ciclo foi lançado na plataforma de streaming no último dia 15 de março.

Relembre o trailer:

A vencedora do Grammy Ariana Grande é uma das juradas convidadas do novo ciclo, bem como Janelle MonáeHayley KiyokoAmandla StenbergAli WongHarvey GuillénJulia GarnerMaren MorrisMegan StalterOrville Peck também irão aparecer nos episódios.

As novas participantes são: Robin FierceMistress Isabelle BrooksSalina EsTittiesMarcia Marcia MarciaSasha ColbyPrincess PoppySpiceSugarLoosey LaDucaLuxx Noir LondonAnetraAura MayariJaxAmethystIrene Dubois e Malaysia Babydoll Foxx.

Confira os cartazes individuais:

Rpdr 17 Rpdr 16 Rpdr 15 Rpdr 14 Rpdr 13 Rpdr 12 Rpdr 11 Rpdr 10 Rpdr 9 Rpdr 8 Rpdr 7 Rpdr 6 Rpdr 5 Rpdr 4 Rpdr 3 Rpdr 2

RuPaul retorna como apresentadora do programa.

Além disso, foi divulgado um vídeo apresentando as novas queens.

Assista:

‘Grandes Esperanças’: Série baseada no clássico romance de Charles Dickens ganha teaser INÉDITO; Confira!

FX divulgou um teaser inédito de Grandes Esperanças, drama de época baseado no lendário romance homônimo de Charles Dickens.

A produção estreia no Hulu em 26 de março. No Brasil, a série deve ser exibida pelo Star+, mas ainda não tem data de lançamento confirmado.

Confira:

Steven Knight, criador de Peaky Blinders, é responsável pela minissérie de seis episódios.

Tom HardyRidley Scott estão a bordo do projeto como produtores executivos ao lado de Dean BakerDavid W. ZukerKate Crowe Mona Qureshi.

Na trama, o órfão Pip começa a crescer na vida graças à ajuda de um benfeitor misterioso. Ele passa a ganhar espaço e conviver em meio à alta sociedade londrina, portando-se como um verdadeiro cavalheiro. Já adulto, Pip resolve usar seu status para impressionar a bela Estella, por quem sempre foi apaixonado. O problema é que a origem da fortuna recentemente adquirida por Pip é obscura e acaba por provocar consequências devastadoras às pessoas que vivem ao seu redor.

Fionn WhiteheadOlivia Colman estrelam. Ashley ThomasJohnny HarrisHayley SquiresOwen McDonnellLaurie OgdenMatt BerryTrystan GravelleRudi Dharmalingam completam o elenco.

10 filmes pra indicar pra sua sogra (caso ela seja LEGAL)

Nem sempre acontece mas alguns sortudos e sortudas além de encontrar o grande amor de suas vidas se depara também com uma sogra fantástica (a minha é, graças a Deus!) que em vez de ficar implicando na sua relação, está sempre por perto com uma palavra importante que só nos faz crescer. Pensando nesse recorte, e pra você que busca sempre agradar a mãe de seu amor que te faz bem, segue abaixo 10 filmes pra indicar pra sua sogra (caso ela seja legal):

 

Kon Tiki

Em Kon Tiki (filme que leva o nome do barco da missão) conhecemos mais de perto a história do lendário explorador de sociedades Thor Heyerdal que após muitas pesquisas, reunidas em um trabalho de quase uma década, resolve convencer seus patrocinadores a investirem em uma travessia de 4.300 milhas para dentro do oceano Pacífico navegando em uma jangada de madeira obsoleta, no ano de 1947, para provar sua teoria de que era possível para os sul-americanos, navegar e chegar na Polinésia pela América do Sul em tempos pré-colombianos.

 

Força para Viver

Na trama, conhecemos o confiante e bem sucedido Sam (Billy Crudup), um pai de família que vive intensamente seu cotidiano fazendo dinheiro com seu estável trabalho. Certo dia, uma grande tragédia acontece na biblioteca onde seu filho estudava e esse fato muda completamente o protagonista que se joga no alcoolismo, muda de cidade e vai morar em um barco bem longe de casa. Passados dois anos, agora trabalhando como pintor e sem muitas pretensões na vida, Sam recebe de sua ex-mulher Emily (interpretado pela sempre maravilhosa Felicity Huffman) uma caixa com alguns pertences do filho e isso o faz despertar para um elo esquecido que eles tinham, a música. Preso ainda pelos pensamentos doloridos de seu passado, Sam embarca numa jornada musical, principalmente quando conhece o carismático Quentin (Anton Yelchin) e resolve criar uma banda.

 

Pérola

Na trama, conhecemos Mauro, já adulto, que recebe uma notícia que o faz refletir sobre uma das pessoas mais importantes de sua vida, sua mãe, Pérola (Drica Moraes). Essa, uma mãe de família, esposa carinhosa, com dois filhos, moradora de Bauru, que tem uma personalidade forte mas nunca deixa de ser amável. Ao longo de alguns anos, onde, entre outras questões, vemos uma curiosa e demorada construção de uma piscina, vamos entendendo os grandes embates dessa família como tantas outras pelo Brasil, que brigam, fazem as pazes, buscam se entenderem nos conflitos mas nunca deixam de se amar.

 

A Boa Esposa

Na trama, conhecemos Paulette Van Der Beck (Juliette Binoche), que junto ao seu marido Robert (François Berléand) comandam uma escola na Alsácia que basicamente tem o objetivo de treinar adolescentes para se tornarem donas de casa perfeitas. Lá aprendem a cozinhar, a costurar, todos os elementos absurdos sem escolhas para seguirem ordens do marido, só podendo ficar calada. Mas visões feministas chegam para as jovens através do rádio, de algumas experiências escondidas das jovens culminando em uma espécie de revolta ainda tímida mas que ganha força com a união entre elas. Em paralelo a isso, após um acontecimento trágico, Paulette redescobre o amor que fora separado anos atrás pela guerra o que a faz entrar também em uma nova linha de pensar, ensinando o que já não acredita, há um conflito interno pouco exposto que começa a surgir com a chegada desse inacreditável novo amor.

 

Retrato de uma Jovem em Chamas

Na trama, conhecemos a jovem pintora Marianne (Noémie Merlant) que é contratada por uma mulher (Valeria Golino) para pintar o retrato de sua filha Héloise (Adèle Haenel). Só que essa última não aceita o futuro casamento que já está entrelaçada com um homem em milão e assim, Marianne precisa disfarçar a princípio seus reais motivos do convívio diário durante algumas semanas com Héloise. Só que após muitas conversas, um interesse mútuo vira algo que transborda, transformando dramas em uma paixão arrebatadora.

 

A Volta por Cima

Na trama, conhecemos, Jonathan (Jérôme Niel) e Pierre (Ludovik Day), dois amigos de longa data, bem sucedidos que descobrem uma comemoração da turma que estudaram quando criança e sofriam bastante bullying. Agora de bem com a vida, resolvem ir até esse encontro para se gabarem de seu presente mas acabam esquecendo que surpresas podem ocorrer quando se há um reencontro depois de muito tempo e obviamente nada sai como o esperado deixando a dupla em situações onde precisarão tomar decisões rápidas para se sentirem bem.

 

O Genro da Minha Vida

Na trama, conhecemos Stéphane (o ótimo Kad Merad), um médico dedicado e bem sucedido, sócio de uma clínica especializada em gestações. Sua grande frustração na vida, foi nunca poder ter tido um filho homem para poder dividir tudo que conquistou. Mesmo assim, é um pai muito amoroso para suas três filhas. Assim, quando a mais jovem da família embarca em uma romance improvável com um astro do rúgbi francês, Stéphane fará de tudo para ela não terminar com ele.

 

Chocolate

Na trama, protagonizada pelo ótimo ator Omar Sy, conhecemos a trajetória de Rafael Padilha, um ex-escravo que nasceu em Cuba no ano de 1868 e foi vendido quando ainda era criança. Tentando sobreviver mesmo sem ter a documentação para viver na França, resolve embarcar no universo mágico do circo e assim após encontrar-se com George Footit (James Thierrée), um palhaço em franca decadência, resolvem juntos montar um espetáculo em dupla que é um tremendo sucesso num dos principais teatros de uma Paris que respirava grandes espetáculos. Mas nem tudo são flores na vida de Chocolat, seu vício em jogos e bebidas acabaram levando sua carreira de sucesso para um sofrimento sem limites.

 

Marguerite

Inocente, sonhadora, indomável. Marguerite, interpretada pela fabulosa Catherine Frot, é uma mulher deveras interessante, louca por ópera, milionária, vive em quase total reclusão em um casarão longe do agito do centro da capital francesa. Sua vida consiste em sonhar, projetar e realizar pequenas apresentações em um limitado círculo de amigos da alta sociedade francesa. A questão é que a personagem principal, que exala uma dose exorbitante de carisma em cada sequência, canta completamente desafinada e suas performances são camufladas pelo orgulhoso círculo de amigos.

 

Uma Nova Amiga

Na trama, acompanhamos a trajetória sofrida de Claire (Anaïs Demoustier), uma mulher de meia idade que não se desgrudava da amiga Laura (Isild Le Besco). Ambas cresceram juntas e ao longo do tempo desenvolveram uma amizade muito forte. Tudo ia bem até Laura falecer precocemente. Claire, fica muito abalada e sem saber direito como seguir em frente sem a amiga. Até que um certo dia, em uma visita a casa da amiga, ela é surpreendida com a descoberta de um segredo de David (Romain Duris), marido de Claire.

Os 3 Lá Embaixo | Há 5 anos, Guillermo del Toro expandia o incrível panteão de Contos da Arcadia

Em 2016, Guillermo del Toro marcava sua primeira colaboração ao lado de um dos maiores serviços de streaming do mundo, a Netflix. O diretor, conhecido por seu requintado gosto técnico e suas obras artisticamente perfeitas, como ‘O Labirinto do Fauno’ e ‘Hellboy II – O Exército Dourado’, teria um território vasto para explorar, visto que se lançaria no mundo das animações em uma construção um tanto quanto convencional, mas com bastante potencial para mergulhar de cabeça em uma narrativa interessante, comovente e voltada para quaisquer públicos. E foi de sua paixão pelas fabulescas e impossíveis aventuras que nasceu Caçadores de Trolls, uma jornada no melhor estilo heroico que focava na transformação do jovem Jim Lake Jr. (Anton Yelchin) em um guerreiro humano presenteado com a graça dos poderes de Merlin. 

Apenas dois anos depois, com uma aclamação gigantesca pelos espectadores e pela crítica, Del Toro anunciou que iria expandir seu cosmos com dois derivados, uma centrada em alienígenas e outra em feiticeiros – e com a última temporada da série original, já marcou a primeira fusão entre os dois mundos. Os 3 Lá Embaixo, cuja história gira em torno de três extraterrestres exilados de sua terra natal que encontram conforto na Terra até conseguirem rearranjar suas vidas e recuperarem o que lhes foi tirado. E diferente das fórmulas presentes em Trolls, as quais funcionam em sua completude, o pano de fundo aqui é mais profundo, não abrindo mão de certos preciosismos que apenas contribuem para aumentar a complexidade de seus próprios personagens e seus arcos. É claro, talvez o spin-off não encontre, por ora, a mesma originalidade nostálgica de sua predecessora, mas é uma ótima entrada para a misteriosa cidade de Arcadia. 

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A narrativa parte do mesmo preceito que o show anterior: o encontro entre dois mundos diferentes, mas agora separados por anos-luz de distância. Aqui, a futura rainha Aja Tarron (Tatiana Maslany) renega sua condição como membro da família real, preferindo muito mais a vida livre de uma simples plebeia. Seu irmão, Krel (Diego Luna), apesar de mais complacente com o destino, também se vê dividido entre o que quer e o que é o certo a se fazer para a continuidade de paz de seu planeta, Akiridian-5, logo agora que dois clãs inimigos haviam se unido em matrimônio e gerado os primeiros descendentes dessa história trégua. Entretanto, as coisas não ficam em paz por muito tempo, visto que pouco depois as tropas comandadas pelo General Morando (Alon Aboutboul) invadem o Palácio, “assassinando” o rei e a rainha e tomando controle, logo após um módulo de fuga com os príncipes e um dos soldados mais fiéis aos Tarron entrar em modo de escape para a Terra. 

O início dessa mais nova aventura é um tanto quanto sem ritmo e pode incomodar aqueles que se deparam com esse universo único. Enquanto Jim Lake Jr. lidou gradativamente com sua condição como guerreiro, Aja e Krel, auxiliados por Varvatos Vex (Nick Offerman), se viram separados dos pais, agora reduzidos aos núcleos, espécie de coração de cada um dos habitantes de Akiridian-5 que os mantém vivos mesmo sem uma forma física, em um território diferente, onde os costumes primitivos em nada se equiparam à monarquia da qual faziam parte há pouco tempo. Entretanto, Del Toro, apesar de sua habilidade incrível para recuperar as rédeas e fazer o que for necessário para nos chocar e fugir do esperado, se perde nos primeiros passos e arquiteta algo histérico demais, forçando alguns acontecimentos em prol de algo maior. 

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Felizmente, as coisas vão se estabilizando e encontram seu caminho. Além dos subplots antológicos, iniciados e finalizados dentro de um mesmo capítulo, a trama principal segue sem pressa e, inacreditavelmente, tem início, meio e fim em treze episódios de apenas vinte minutos cada. O showrunner, ao lado de uma competente equipe criativa, faz bom uso das animações, mantendo-se no saudosismo do início dos anos 2000 ao mesmo tempo que utiliza bem diversos elementos da contemporaneidade para mostrar que a perspectiva que deseja entregar não é nada com o que já conhecemos. A adição de personas também se mescla com rostos bastante familiares, como Ivan (Cole Sand) e Steve (Steve Yuen), que tinham ganhado certo prestígio na série predecessora e agora são condecorados com um protagonismo merecido. Steve, por exemplo, se vê num enlace romântico com Aja que em nenhum momento é desperdiçado – pelo contrário: os hilários momentos entre os dois se mesclam com cenas de luta e uma resolução incrivelmente prática, por mais que seja irreal. 

Se aprendemos algo no passado, é que Del Toro tem uma habilidade narrativa gigante, não pensando duas vezes em sacrificar o que for preciso para o que bem quiser. Aqui, o sacrifício vem na credibilidade e no caráter de certos personagens, transformando, por exemplo, a figura paternal de Varvatos na de um traidor, movido pelo ódio e agora buscando redenção ao cuidar dos herdeiros do trono. Além disso, a orquestra, regendo conforme a música, traz temas interessantes de aceitação, ditadura e misericórdia, por essa mesma razão insurgindo como uma produção mais profunda e, numa probabilidade ínfima, não conversando com a mesma potência com o público mais jovem. 

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Os 3 Lá Embaixo, mesmo não tendo explorado seu imenso potencial ao extremo na temporada de estreia, é uma ótima adição ao antológico cosmos de Arcadia e à própria filmografia do diretor. Com um elenco de ponta, que traz inclusive Glenn Close em participações especiais, e tramas emocionantes, este é apenas o princípio de um ótimo spin-off que reflete a criatividade ímpar de um dos realizadores mais incríveis da atualidade. 

‘Creed 3’ quebra recordes e se torna a MAIOR arrecadação da trilogia

Sucesso! A sequência ‘Creed III‘ já arrecadou sólidos US$ 224.2 milhões nas bilheterias mundiais – tornando-se a maior arrecadação da trilogia.

Em menos de um mês, o longa conseguiu ultrapassar a bilheteria total de ‘Creed II‘ (US$214.2M). Apesar disso, o terceiro filme da nova saga ainda não conquistou o posto de maior bilheteria da franquia.

Com US$ 300.4 milhões arrecadados mundialmente, ‘Rocky IV‘ segue como o capítulo mais popular da saga nas telonas. No entanto, há boas chances de ‘Creed III‘ derrotá-lo nas próximas semanas – apesar da forte concorrência que tem enfrentado nas bilheterias.

Nos EUA, ‘Creed III‘ já soma US$ 127.6 milhões. No mercado internacional, foram US$ 96.6 milhões.

Vale lembrar que o novo filme também já havia registrado a maior estreia da franquia nos EUA, com US$ 58.6 milhões arrecadados durante o primeiro final de semana. Para termos de comparação, os dois primeiros filmes estrearam com US$ 29 milhões e US$ 35.5 milhões, respectivamente.

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Estudo revela que Amber Heard é a mulher com o rosto MAIS PERFEITO do mundo

Apesar das últimas notícias sobre Amber Heard ressaltarem seu processo de difamação contra Johnny Depp, a estrela de Aquaman‘ também se destaca por conta de sua beleza.

De acordo com o Wion News, Heard foi eleita a mulher com o rosto mais perfeito do mundo em uma pesquisa realizada pelo Dr. Julian de Silva, especialista do Centro de Cirurgia Plástica e Cosmética Avançada em Londres.

Para isso, a equipe de Silva se baseou na técnica denominada Golden Ratio of Beauty Phi, popularmente conhecida como Proporção Áurea, que por sua vez usa o padrão de beleza grego para medir suas escalas.

A técnica considera vários recursos para desenhar o rosto perfeito, desde a proximidade entre olhos, grossura dos lábios, formato e tamanho do nariz, e até mesmo a curvatura das sobrancelhas.

Aparentemente, a análise de rosto de Heard  revela o quão próximo um rosto está da proporção perfeita, que é 1,618, ou Phi.

Realizada em 2016, a pesquisa revelou que o rosto de Heard tem aproximadamente 91,85% de compatibilidade com a escala.

Na época, Silva disse ao Us Weekly que sua pesquisa foi motivada por uma simples curiosidade depois que uma nova técnica de mapeamento computadorizada foi implementada, então ele testou o rosto de algumas das mulheres consideradas mais bonitas do mundo.

“Os gregos descobriram que a Proporção Áurea ocorre em todos os lugares da natureza e, por milhares de anos, foi considerada a fórmula secreta por trás dos rostos mais bonitos do mundo. Há muito tempo, pensávamos que chegar à proporção de 1,618 era um conto de fadas, mas agora com o mapeamento computadorizado podemos calcular como isso se aplica a mulheres reais.”

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Usando o mesmo algoritmo, descobriu-se que Scarlett Johansson tinha os olhos perfeitos, já a modelo e atriz Emily Ratajkowski é a dona dos lábios mais bonitos, enquanto Selena Gomez e Kim Kardashian têm as sobrancelhas mais alinhadas.

Entre os homens, Robert Pattinson (‘Batman’) ocupa o topo da lista.

Robert Pattinson é claramente o vencedor pois todos os elementos do seu rosto apontaram uma quase perfeição física”, disse Silva.

De acordo com o teste, o rosto de Pattinson é 92.15% perfeito.

Em segundo lugar, ficou o ator Henry Cavill, com 91.64%. A lista ainda conta com Bradley Cooper (91.08%) e Brad Pitt (90.51%).

Confira como foram realizadas as porcentagens:

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Crítica | Três Vidas – Maite Perroni em Dose Tripla em Série de Suspense da Netflix

Os fãs de RBD não têm do que reclamar: no mesmo ano em que o famoso grupo mexicano decide anunciar uma turnê pelos lados sul das Américas, a queridinha do grupo, Maite Perroni, lança sua mais nova série nos streamings. Mais ainda: na produção a atriz e cantora vive papel triplo, o que certamente agradará aos fãs que assistirem a série, afinal, ela está o tempo todo na telinha! Estamos falando de ‘Três Vidas’, lançamento da Netflix para esse mês de março e que coincidiu, inclusive, com a data de aniversário de quarenta anos da grande estrela mexicana.

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Em ‘Três Vidas’, Maite Perroni basicamente vive… três vidas. A série conta a história da jovem Becca, ou melhor, da profissional de criminalística Rebecca (Maite Perroni), que trabalha com a perícia técnica do departamento de polícia. Em uma noite comum ela e sua equipe são chamados para fazer a análise de uma cena de crime em que uma paciente entrara atirando no consultório de sua psicanalista e infelizmente acabara falecendo. Porém, quando Becca se aproxima do cadáver, tem duas surpresas: a primeira delas é que a mulher ainda está viva, e ela imediatamente chama os paramédicos; a segunda é que a moça que está à sua frente, Aleida, é simplesmente igualzinha a ela, e ainda por cima a chama pelo nome antes de desmaiar. A partir desse momento a vida de Becca vira de pernas pro ar, pois descobre ter uma irmã gêmea cuja existência ela desconhecia. E quanto mais vai investigando sobre essa história doida, descobre também a existência de uma terceira irmã, Tamara. Agora Becca fará de tudo para entender o que aconteceu com o passado das três, que fez com que elas se separassem contra suas vontades.

Dividido em oito episódios que giram entre quarenta e cinquenta minutos, ‘Três Vidas’ poderia muito bem ser apenas uma minissérie, pois seus últimos episódios respondem bem boa parte das perguntas levantadas ao longo da sua trama. Ou seja, para o espectador que não gosta de arriscar ver séries com medo dos eventuais cancelamentos, esta é uma produção de baixo risco, porque no final muitas respostas são entregues, ainda que algumas fiquem soltas com o intuito de renovar para uma segunda temporada – mas nada extremamente comprometedor.

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Inspirado em uma história real, essa informação contribui para tornar a história da série ainda mais instigante, afinal, como uma doideira dessas pode ter acontecido de verdade? O roteiro de Letícia López Margalli, Nayura Aragon e Patricio López Margalli foca completamente no talento de Maite Perroni para carregar a série e manter a atenção do espectador, dosando a participação da atriz com cenas sensuais de pole dance, algumas cenas de pegação mais caliente com dois personagens distintos e, como fio condutor, as dúvidas da protagonista Becca, que, por ser investigadora policial, consegue fazer e acontecer com muito mais facilidade do que qualquer das outras irmãs. Por outro lado, a primeira metade da série dá uma arrastada boa, demorando demais para fazer com que as três personagens se conectem e a investida contra os vilões de sua vida tarde em acontecer. Ou seja, nos quatro episódios iniciais temos um pouco de excesso de Becca confusa, em dúvida se se joga para uma recaída na bebedeira, e um tanto de drama pessoal do policial Humberto (David Chocarro), o que acaba gerando uma barriga no ritmo da série – sinal de que ‘Três Vidas’ poderia ter sido contemplada com seis episódios.

Mas como tudo que Maite Perroni está se propondo a fazer tem qualidade e a atriz está disposta a se mostrar como uma mulher madura, dona de si e do próprio corpo, em ‘Três Vidas’ é exatamente isso que ela entrega. Com desenvoltura e competência, a atriz mexicana encara e cumpre o desafio de ser três personalidades diferentes, muitas vezes atuando na mesma cena juntas, conduzidas por um enredo misterioso que faz o espectador querer descobrir a verdade ao fim. ‘Três Vidas’ é um bom entretenimento seriado para ver num final de semana.

Tres Vidas Netflix

Uma das melhores cenas de ‘Pânico 6’ quase teve que ser CORTADA do filme

Em entrevista ao CBR, o codiretor Matt Bettinelli-Olpin revelou que uma das melhores cenas de ‘Pânico 6‘ quase teve que ser cortada do filme.

O cineasta afirmou que a sequência no metrô foi muito difícil de tirar do papel, uma vez que eles não poderiam gravar em uma locação real e precisavam construir um cenário convincente que poderia estourar o orçamento da produção – que girou em torno de US$ 35 milhões.

“A cena no metrô foi um grande desafio. Poderia nos custar muito caro. Nós conversamos muito sobre isso. Trinta porcento da pré-produção foi pensando: ‘Como podemos criar essa cena no metrô?’. Houve alguns momentos que cogitamos cortar essa sequência do filme, mas não queríamos abrir mão dela.”

Ele completa, “O resultado final mostra o quanto nossa equipe é incrível. Todos trabalharam juntos para descobrir como poderíamos filmar essa cena; como poderíamos criar algo que parecia estar em movimento. Tivemos que passar por todos os departamentos, e todos eles deram o seu melhor. Quando chegamos no set pronto, nossa reação foi: ‘Isso realmente parece uma estação de metrô. Eu sinto em Nova York’. Era exatamente o que nós queríamos. Não parecia um set; parecia uma locação real.”

Assista a entrevista com a Melissa Barrera e siga o CinePOP no YouTube:

 

Além de quebrar recordes no território norte-americano – com uma estreia sólida de US$ 44.5 milhões –, ‘Pânico 6‘ também surpreendeu no Brasil, onde a sequência registrou a maior estreia da franquia.

De acordo com o Deadline, o novo longa arrecadou R$ 9.46 milhões durante o primeiro final de semana em nosso país. O resultado representa um aumento de 55% em comparação ao lançamento do filme anterior, ‘Pânico‘ (2022).

Além disso, a arrecadação global de ‘Pânico 6‘ também quebrou recordes da saga. O terror arrecadou US$ 22.6 milhões internacionalmente, através de 53 mercados – um aumento de 60% em comparação ao quinto filme.

O longa também teve o maior lançamento da franquia no Reino Unido, Austrália, México, Itália e Holanda.

Ao total, a produção teve uma estreia global de US$ 67.1 milhões.

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

O terror acompanha os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado.

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

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‘Succession’: Acerto de contas no trailer DUBLADO da 4ª e última temporada; Confira!

A HBO divulgou o trailer dublado da 4ª (e última) temporada de ‘Succession‘.

O ciclo final estreará oficialmente no dia 26 de março.

Confira:

A venda do conglomerado de mídia Waystar Royco ao visionário da tecnologia Lukas Matsson (Alexander Skarsgård) está cada vez mais próxima. A perspectiva dessa venda sísmica provoca angústia existencial e divisão familiar entre os Roys, pois eles antecipam o que seus as vidas serão assim que o acordo for concluído. Uma luta pelo poder ocorre quando a família avalia um futuro em que seu peso cultural e político é severamente reduzido. 

A série foi criada por Jesse Armstrong, e o elenco conta conta com Brian Cox, Kieran Culkin, Jeremy Strong e Sarah Snook.

Succession Final Season

Melissa Barrera comenta fracasso de ‘Em um Bairro de Nova York’: “Me ensinou uma lição”

Em entrevista ao PEOPLE, Melissa Barrera (‘Pânico’) quebrou o silêncio sobre o fracasso nas bilheterias do musical ‘Em um Bairro de Nova York‘, seu primeiro grande filme nas telonas norte-americanas.

A atriz afirmou que, apesar de ter se sentindo afetada com o resultado, também se tornou grata pela experiência e pelas lições que aprendeu ao participar do projeto.

“[O fracasso do filme nas bilheterias] realmente me afetou, mas também me ensinou uma lição importante – que eu não tenho controle sobre o que acontece quando um filme ou série são lançados. A única coisa que eu posso controlar é a minha experiência e meus sentimentos enquanto participo de um projeto, e o orgulho que sinto do meu trabalho. Eu não posso deixar coisas que estão além do meu controle tirarem isso de mim.”

Ela completa, “Imagine se ‘Em um Bairro de Nova York’ fosse um grande sucesso, mas o meu filme seguinte fosse um fracasso. Acho que isso seria muito pior, então sou grata por ter passado por isso. ‘Em um Bairro de Nova York’ foi a primeira vez que eu vi pessoas como eu em um palco da Broadway.”

Apesar de ter sido extremamente aclamado pelos críticos – com 94% de aprovação no Rotten Tomatoes –, ‘Em um Bairro de Nova York‘ fracassou nas bilheterias ao arrecadar apenas US$ 45.1 milhões, a partir de um orçamento de US$ 55 milhões.

Na trama, as luzes se acendem em Washington Heights… O cheirinho de um cafecito caliente paira no ar, na saída da estação de metrô da Rua 181, onde um caleidoscópio de sonhos mobiliza essa comunidade vibrante e muito unida. No meio de tudo, temos o querido e magnético dono de uma mercearia, Usnavi (Anthony Ramos), que economiza cada centavo do seu dia de trabalho enquanto torce, imagina e canta sobre uma vida melhor.

Dirigido por Jon M. Chu (‘Podres de Ricos’), o longa é baseado em uma peça original criada por Lin-Manuel Miranda em 2008.

O elenco é formado por Anthony RamosLeslie GraceCorey HawkinsMelissa BarreraJimmy SmitsOlga MeredizGregory DiazNoah CatalaDaphne Rubin-VegaStephanie BeatrizDascha Polanco Marc Anthony.

In The Heights

Alicia Silverstone quer ‘De Volta para o Presente 2’: “Adoraria voltar a trabalhar com o Brendan Fraser”

Durante o painel na 90s Con, Alicia Silverstone revelou que adoraria retornar para uma sequência da comédia sci-fi ‘De Volta para o Presente‘.

A atriz expressou o seu desejo em voltar a trabalhar com o Brendan Fraser (‘A Múmia’) – seu par romântico no filme clássico de 1999.

“Uma sequência com o Brendan [Fraser]? Eu adoraria voltar a trabalhar com o Brendan. Foi muito divertido. Eu cheguei a vê-lo após sua vitória no Oscar, e ele é muito fofo. Em seu discurso, ele comentou sobre como todos nós passamos por momentos difíceis, que temos que crescer e que essas lutas fazem parte da nossa vida. E olha só o que aconteceu com ele! Então, sim, eu adoraria retornar para uma sequência de [‘De Volta para o Presente’] com ele.”

Apesar de ter se tornado um cult clássico, o longa não teve uma boa recepção na época de seu lançamento. Além de decepcionar nas bilheterias – com US$ 40.2 milhões arrecadados mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 35 milhões –, a produção também não agradou os críticos (conquistando apenas 53% de aprovação no Rotten Tomatoes).

Em 1962, com medo de uma guerra nuclear, o cientista Calvin Webber (Christopher Walken) e sua esposa se escondem em seu abrigo antibombas. É nesse abrigo que nasce e cresce Adam (Brendan Fraser), o filho do casal. Agora, 35 anos depois, Adam sai do abrigo pela primeira vez para conseguir mantimentos e encontrar uma garota não mutante com quem possa se casar e repovoar o planeta. Mas descobre um mundo bem diferente do que esperava e logo conhece Eve Rustikov (Alicia Silverstone), que irá ajudá-lo a desbravar a louca Los Angeles dos anos 90. Eve é uma garota do seu tempo, mas desiludida com os garotos que conheceu e com os empregos que teve, e se apaixona pelo inocente, deslumbrado e anacrônico Adam.

O longa foi dirigido por Hugh Wilson, que co-assinou o roteiro ao lado de Bill Kelly.

10 Filmes baseados em livros para assistir num dia frio

Um dia frio, uma bom lugar pra…ver um filme. Desculpa o Djavan mas para nós cinéfilos, mesmo sem deixarmos de ler ótimas obras ao longo dos anos, gostamos mesmo é de assistir a um bom filme (não só num dia frio!). Buscando indicar aqui filmes que geram ótimas reflexões segue abaixo 10 filmes baseados em livros para assistir num dia frio:

 

A Livraria

Ganhador do prestigiado prêmio Goya, o longa-metragem A Livraria, trabalho da renomada cineasta Isabel Coixet, é um singelo retrato sobre o mundo da literatura e tudo o que gira ao seu redor quando pensamento em sociedade em uma Europa repleta de transformações no final da década de 50. Baseado no aclamado romance homônimo de Penelope Fitzgerald, o projeto dá luz a força feminina em uma época repleta de tensões movidas por interesses.

 

Trem Noturno para Lisboa

Certo dia em sua vida monótona, o Professor Raimund Gregorius caminha a passos largos em direção a escola onde dá aula. Ao se ver diante de uma bela donzela a caminho do suicídio, intervém e a salva da eminente fatalidade. Com pressa para não perder o horário, convida a moça para assistir sua aula. Após alguns minutos, a ex-suicída vai embora deixando seu casaco vermelho e um livro do desconhecido escritor Amadeu do Prado. Fascinando pelas palavras que descobre a cada página virada, o Professor Gregorius embarca em uma aventura para descobrir a história desse fascinante autor.

 

O Regresso

Com um roteiro escrito por Mark L. Smith e o próprio diretor do filme, Alejandro González Iñárritu, baseado no romance homônimo escrito por Michael Punke, inspirado pela história real de Hugh Glass, O Regresso (The Revenant) conta a história de um famoso explorador chamado Hugh Glass (Leonardo DiCaprio) que é atacado, sem piedade, por um imenso urso e acaba sendo deixado para morrer por sua própria equipe. Em uma natureza mais que selvagem, lutando para sobreviver, Glass busca suas esperanças guiado pelo instinto de vingança contra John Fitzgerald (Tom Hardy), homem que assassinou seu único filho a sangue frio. O foco principal do projeto é a vingança, às vezes, um pouco camuflada em uma luta constante pela sobrevivência.

 

Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha

A força de uma amizade. Acostumado a projetos de grandes orçamentos, e muitos desses filmes de época, o cineasta britânico Stephen Frears, creditado como diretor em mais de 60 produções em toda a carreira, que vão de longas, curtas até episódios de seriados, chegou aos cinemas anos atrás com uma delicada história de amizade que a família real britânica tentou esconder durante anos. Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha, baseado no livro homônimo de Shrabani Basu, é uma bonita história sobre culturas diferentes que reunidas por uma amizade fazem o conhecimento do mundo chegar aos olhos dos envolvidos. O projeto traz uma atuação de gala da genial Judi Dench na pele da protagonista, com uma curiosidade: Dench já havia interpretado a Rainha Victoria em outro filme, o belo Sua Majestade, Mrs. Brown.

 

Os Meninos Que Enganavam Nazistas

Nas grandes batalhas da vida, o primeiro passo para a vitória é o desejo de vencer. Dirigido pelo experiente cineasta canadense Christian Duguay, Os Meninos Que Enganavam Nazistas é mais um recorte da grande guerra. Mostra um lado do conflito que dizimou populações de vários países. Aos olhos de dois carismáticos irmãos somos testemunhas dos absurdos que os nazistas faziam, uma perseguição em massa contra os judeus em uma França dividida na década de 40. O roteiro é baseado em fatos reais e na obra Un Sac de Billes escrito por Joseph Joffo, um dos protagonistas da história.

 

A Viagem de Fanny

A amizade é um amor que nunca morre. Falando sobre os horrores da maior guerra que esse mundo já viu na visão de um grupo de crianças, A Viagem de Fanny é mais um recorte sobre a caçada nazista aos judeus em uma época onde confiar era muito difícil tamanho o medo que a população das cidades ocupadas pelas tropas alemães tinham. Baseado na obra Le Voyage de Fanny – L’Histoire Vraie d’une Jeune Fille au Destin Hors du Commun, um livro de memórias da protagonista dessa saga pela sobrevivência, a cineasta francesa Lola Doillon percorre o caminho das emoções de maneira doce sem deixar de mostrar as realidades dessa jornada.

 

Livre

Na trama, conhecemos Cheryl, uma mulher que se vê em uma fase da vida cheia de mágoas, decepções, e resolve percorrer quase 2.000 quilômetros de trilha, enfrentando calor, frio e os perigos de andar sozinha por lugares pouco frequentados.  Ao longo dessa gigantesca caminhada, vamos entendendo melhor a vida dela por meio de flashbacks e memórias, principalmente, a intensa relação de carinho com sua mãe (interpretada de maneira fabulosa por Laura Dern) e seu ex-marido Paul (Thomas Sadoski). O roteiro, assinado pelo craque Nick Hornby (Alta Fidelidade), é baseado nas memórias da verdadeira Cheryl, na obra Wild: From Lost to Found on the Pacific Crest Trail.

 

Relatos do Mundo

Na trama, conhecemos o respeitado capitão Kidd (Tom Hanks), um homem que serviu ao exército, depois foi tipógrafo e após a guerra (onde perdera quase tudo que conquistara) abandonou a esposa anos atrás indo de cidade em cidade anunciando notícias que chegam do mundo através das poucas publicações jornalísticas que haviam naquele tempo (o longa-metragem é ambientado em 1870). Certo dia, saindo de uma cidade para outra, encontra uma jovem perdida, chamada Johanna (Helena Zengel), que fala um idioma indígena. Sem saber direito o que fazer para ajudar a menina, após tentativas de pedir ajuda para terceiros, resolve ele mesmo percorrer mais de 600 kms para levar a jovem a seu destino que é a casa dos únicos parentes vivos dela. Mas esse caminho não será fácil e ele precisará defender a menina e a si mesmo das garras de muitos inescrupulosos que atravessam o caminho deles. O roteiro é baseado no livro de sucesso da escritora norte-americana Paulette Jiles.

 

Querido Menino

Depois de devastar nossos corações cinéfilos com o drama Alabama Monroe, o cineasta belga Felix van Groeningen volta a atingir em cheio nossas emoções com seu trabalho, Querido Menino. Baseado nos livros Querido Menino, de David Sheff, e Tweak: Growing up on Methamphetamines, de Nic Sheff, o filme preenche a maioria das lacunas sobre o sentimento de um pai em busca de uma solução para os problemas de drogas do filho. Em atuações cativantes e dignas de Oscar, Timothée Chalamet e Steve Carell formam filho e pai nesse projeto importante também para mostrar essa realidade, para alguns distante para outros nem tanto, do desespero emocional que passa não só a pessoa que possui problema com drogas mas também todos que estão ao seu redor.

 

Vidas à Deriva

Volta e meia, filmes sobre problemas em alto mar são trazidos por Hollywood e geralmente vindos de relatos reais, livros que fazem relativo sucesso sobre as experiências vividas. Dirigido pelo bom cineasta islandês Baltasar Kormákur (do ótimo Sobrevivente, lançado em 2012 no Brasil – também um filme sobre problemas no meio do mar), Adrift, no original, segue pelo mesmo caminho e conta com uma atuação esforçada e competente da atriz, já conhecida pelo público brasileiro, Shailene Woodley. Baseado no livro Red Sky in Mourning: The True Story of a Woman’s Courage and Survival at Sea escrito por Tami Oldham Ashcraft (a protagonista do filme), o projeto promete e cumpre muitas emoções para o lado de cá da telona.

Animação que traz Elvis Presley como um agente secreto já está disponível na Netflix!

A série animada ‘Agente Elvis’, que traz o Rei do Rock Elvis Presley como um agente secreto do governo estadunidense, já chegou à Netflix.

A produção foi lançada no último dia 17 de março na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

A série, que é produzida pela Sony Pictures Animation, traz o Rei do Rock como um espião do serviço secreto para ajudar a combater as forças do mal que ameaçam o seu país – tudo isso enquanto ele mantém sua vida como astro da música.

Vale destacar que a série é criação de Priscilla Presley junto com John Eddie. Mike Arnold, famoso pela série animada ‘Archer‘, assina o roteiro e atua como showrunner. Fletcher Moules, que dirigiu Entergalactic, está atuando como diretor supervisor.

Agent Elves

‘Rainha Charlotte’: Novo teaser da série derivada de ‘Bridgerton’ apresenta a jovem Lady Danbury; Confira!

A página oficial da série Bridgerton divulgou recentemente um novo teaser oficial da série derivada ‘Rainha Charlotte’, que será focada na icônica monarca titular (interpretada originalmente por Golda Rosheuvel).

O breve vídeo apresenta a jovem Lady Agatha Danbury, encarnada por Arsema Thomas. Na produção original, Adjoa Andoh interpreta a personagem.

Confira:

Lembrando que a produção chega à Netflix no dia 04 de maio.

Nos últimos meses, a showrunner Shonda Rhimes conversou com o The Sunday Times sobre o que os fãs poderão esperar do spin-off – dizendo que nem tudo serão flores para a jovem monarca.

“A Rainha Charlotte é uma presença exagerada”, ela conta. “Ela tem tudo que sempre quis, mas ainda carrega um sofrimento”.

India Amarteifio dá vida à versão mais nova da Rainha.

Michelle FairleyCorey MylchreestArsema ThomasSam ClemmettFreddie DennisRichard CunninghamTunji KasimRob MaloneCyril NriHugh SachsArsema Thomas completam o elenco.

Rhimes retorna como produtora executiva ao lado de Betsy Beers e Tom Verica, e deve ficar responsável pelo roteiro.

Dylan O’Brien conta o VERDADEIRO motivo de não ter voltado em ‘Teen Wolf – O Filme’

A sérieTeen Wolf‘ ganhou um revival em forma de filme pela Paramount+, trazendo grande parte do elenco principal, incluindo o astro Tyler Posey. Porém, algumas ausências que deixaram os fãs chateados.

Dylan O’Brien e Arden Cho não aceitaram o convite para reprisarem seus papeis como e Stiles Stilinski e Kira Yukimura.

O’Brien revelou em entrevista à Variety o motivo de ter decidido não retornar.

“Foi uma decisão difícil. Muita coisa aconteceu. A série não poderia ser mais querida para mim. Foi a primeira coisa que eu fiz e tantas pessoas lá são extremamente queridas para mim. Era algo que eu estava tentando fazer funcionar, mas tudo aconteceu muito rápido. Nós realmente não sabíamos que isso estava acontecendo e eles meio que jogaram isso em nós um pouco, o que é bom porque todos nós amamos a série. Estávamos tentando descobrir.”

No entanto, ele diz: “Em última análise, decidi que o personagem foi deixado em um lugar muito bom para mim e ainda quero deixá-lo lá. Desejo-lhes boa sorte e vou assisti-lo na primeira noite em que for lançado. Espero que seja foda, mas eu não vou estar nele.

Em entrevista exclusiva ao CinePOP, Shelley Hennig e Colton Haynes falaram sobre o retorno a ‘Teen Wolf – O Filme‘ e a saída de Dylan O’Brien e Arden Cho.

Assista:

Arden Cho, segundo o Deadline, teria recebido uma proposta de salário bem menor que suas colegas para retornar à produção.

O portal revelou que a estrela iria receber apenas metade do salário oferecido às outras atrizes, mesmo sua personagem sendo uma parte central da trama.

Para quem não sabe, ela interpretou Kira nas duas últimas temporadas da atração e ainda assim tornou-se uma das mais aclamadas personagens.

A polêmica gerou o debate sobre as desigualdades salariais que atingem mulheres e minorias raciais.

Vale lembrar que o final da última temporada abre margem para uma continuação, com Scott e sua trupe deixando a cidade para recrutar mais lobos para se juntar ao seu bando e ajudar a lutar na guerra.

Teen Wolf Poster

 

Bruce Willis Completa 68 anos! Relembre os MAIORES Sucessos da carreira deste grande Astro

É difícil para um ator se manter no auge por décadas. Difícil não, digamos que é quase impossível. O mundo privilegia os jovens, é a lei natural, e no cinema isso não é diferente. Ao passar de determinada idade, as ofertas começam a ser mais escassas e os papeis oferecidos para atores e atrizes ficam mais restritos. Sim, é verdade que no caso das mulheres é ainda pior. E quando se fica conhecido por filmes de ação, espera-se que determinados artistas fiquem no gênero até já terem ultrapassado bastante seu auge. É o caso com astros B da ação como Steven Seagal, Dolph Lundgren e Jean-Claude Van Damme. Todos tiveram sua época de ouro. Mas não pense você que isso se resume apenas aos lutadores dublês de atores – até monstros sagrados do nível de Robert De Niro, Al Pacino e Marlon Brando (antes deles) amargam produções, digamos, menos dignas de seu talento ao adentrarem a terceira idade.

Assim, a carreira de Bruce Willis parecia destinada aos lançamentos direto no mercado de vídeo – como Nicolas Cage antes dele. Mas uma revelação viria à tona sobre o estado de saúde de Bruce Willis, revelado por sua própria família. O ator está em um estado avançado de demência. Primeiro, havia sido divulgado que o astro havia desenvolvido uma doença que não estava permitindo que decorasse os textos, e por isso estava aceitando todo tipo de papel que lhe era oferecido a fim de estrelar o maior número de filmes que pudesse, no tempo que lhe restava. Sabia-se que ele não poderia seguir por muito tempo mais atuando. E depois veio a revelação de sua demência – algo muito mais grave.

Hoje, Bruce Willis completa 68 anos de vida – e ainda tem pelo menos um filme engatilhado para ser lançado, o thriller policial ‘Assassin’, com Dominic Purcell. Por aqui, torcemos pelo melhor para o astro, e iremos para sempre lembrar de seus filmes – que nos entretiveram e nos fizeram tão felizes desde a década de 1980. Como forma de homenagear este grande astro de Hollywood, daremos uma olhada em seus maiores sucessos da carreira. Confira abaixo.

A Gata e o Rato (1985-1989)

Moon Cinepop

Bruce Willis começou sua carreira fazendo participações em seriados como ‘Miami Vice’ e ‘Além da Imaginação’. Em 1985, ganharia seu próprio programa para estrelar – que surgiria como divisor de águas em sua carreira, lhe dando oportunidade de estrelar filmes no cinema. ‘Moonlighting’ (no título original) trazia Willis como David Addison Jr., um detetive particular espertinho e cheio de carisma, que monta uma agência de detetives ao lado da ex-modelo Maddie Hayes, papel de Cybill Shepherd. ‘A Gata e o Rato’ se tornou um dos ícones da TV nos anos 80, sucesso no mundo todo, e durou cinco temporadas no ar.

Duro de Matar (1988)

Die Cinepop

Foi graças ao sucesso de ‘A Gata e o Rato’ que Bruce Willis teve a oportunidade de estrelar o thriller de ação ‘Duro de Matar’, que marcaria para sempre sua carreira, se tornando ainda hoje o filme que todos associam a ele. O ator traz muito da personalidade que mostrava na série para o papel de John McClane, policial de Nova York cheio de tiradas engraçadinhas, enfrentando terroristas num prédio de Los Angeles. De fato, ‘A Gata e o Rato’ ainda estava no ar quando ‘Duro de Matar’ estreou. O filme de ação fez tanto sucesso que gerou nada menos que quatro continuações (em 1990, 1995, 2007 e 2013) – sendo as duas primeiras, as melhores. A franquia está completa disponível no Star+.

Olha Quem Está Falando (1989)

Look Cinepop

No mesmo ano em que ‘A Gata e o Rato’ chegava ao fim, Bruce Willis lançava ainda outro grande sucesso de sua carreira, que igualmente marcava época. Você pode até ficar confuso e não conseguir encontrar o ator nessa comédia infantil sobre uma mãe solteira e seu bebê “falante”, estrelada pela saudosa Kirstie Alley e John Travolta. Acontece que Willis realmente não aparece, mas cedeu sua voz dublando o bebê Mikey. Ele ainda retornaria na sequência ‘Olha Quem Está Falando Também’ (1990), no mesmo ano de ‘Duro de Matar 2’, no qual Mikey ganha uma irmãzinha (com a voz de Roseanne Barr). O primeiro filme está disponível na HBO Max e o segundo na Netflix.

Pulp Fiction – Tempo de Violência (1994)

Pulp Cinepop

O reencontro nas telas entre Bruce Willis e John Travolta seria num filme bem diferente da franquia dos bebês falantes. Esse era o segundo trabalho de Quentin Tarantino, o diretor que redefiniu a violência nos filmes e o cinema independente americano. O que dizer desta obra-prima que já não tenha sido muito dita? Quem protagoniza é Travolta como o mafioso Vincent Vega, e Bruce Willis tem um papel importante como Butch Coolidge, um boxeador em fim de carreira, comprado para perder, mas que decide não entregar a luta. O filme está disponível no Telecine Play.

Os 12 Macacos (1995)

Monkeys Cinepop

No ano seguinte de ‘Pulp Fiction’, Bruce Willis continuava encantando a crítica e o público com suas escolhas de projetos. ‘Os 12 Macacos’ é uma ficção científica totalmente fora da caixinha, e que se tornou cult instantaneamente. Dirigida por Terry Gillian, aqui somos apresentados a um futuro completamente devastado por um vírus letal – produzido em laboratório. Qualquer semelhança com a vida real não é mera coincidência. E pensar que na época da estreia do longa, tudo era visto com olhos incrédulos da mais pura ficção. Bruce Willis vive James Cole, um criminoso preso, que para diminuir a pena aceita voltar no tempo e tentar impedir que a pandemia aconteça. Brad Pitt foi indicado ao Oscar pelo filme, e Madeleine Stowe também está no elenco. O filme está disponível na Netflix.

O Quinto Elemento (1997)

Element Cinepop

Esse foi o filme que revelou ao mundo o talento de Milla Jovovich. Dirigido pelo francês Luc Besson, ‘O Quinto Elemento’ também é uma ficção científica futurista, mas seu teor é bem diferente de ‘Os 12 Macacos’. Esse aqui está mais perto de uma história em quadrinhos super estilizada. Bruce Willis vive Korben Dallas, um motorista de táxi voador, que é o escolhido para impedir o fim da Terra, com a ajuda de alienígenas.

Armageddon (1998)

Armageddon Cinepop

Já pensou em um ator que conseguisse estar no filme de maior bilheteria durante toda uma década? O que isso faria para sua carreira? Pois bem, só assim para os que não viveram os anos 90 tentarem entender o que foi Bruce Willis no período. ‘Duro de Matar 2’, ‘Duro de Matar: A Vingança’, ‘O Quinto Elemento’, ‘Armageddon’ – ano após ano, um filme estrelado pelo ator estava entre os mais rentáveis de seu respectivo ano de lançamento. Após o sucesso de ‘O Quinto Elemento’ foi a vez de ‘Armageddon’, filme em que Willis vive o líder de uma equipe de perfuradores de petróleo. Ele é treinado, ao lado de sua exótica equipe, para viajar ao espaço, perfurar um asteroide e evitar que ele colida com a Terra, destruindo a vida em nosso planeta. O filme está disponível no Star+.

O Sexto Sentido (1999)

Sense Cinepop

Com ‘O Sexto Sentido’, Bruce Willis obtinha sucesso em outro tipo de gênero. Durante os anos 80 e 90, o ator ficaria muito associado a filmes de ação. Mas M. Night Shyamalan, cineasta estreante e revolucionário, viu que Willis poderia ser mais que o herói de ação, e o escalou para um drama sobrenatural com fortes tintas de terror – mostrando um outro lado do ator. Ele vive o Dr. Malcolm Crowe, psicólogo estrela cujo novo paciente é um menino que acredita ver gente morta. O filme foi indicado ao Oscar e está disponível na Star+.

Corpo Fechado (2000)

Break Cinepop

Logo no ano seguinte do fenômeno ‘O Sexto Sentido’, Bruce Willis fazia nova parceria com o diretor M. Night Shyamalan. Na época, grande parte do público e inclusive alguns críticos não entenderam muito bem a proposta do longa e só fizeram compara-lo com o indicado ao Oscar citado. Shyamalan, no entanto, visava um comentário sério sobre o mundo dos personagens de quadrinhos, numa época anterior à reformulação do gênero no cinema. ‘Corpo Fechado’ virou cult instantâneo e gerou um universo próprio, ligado a ‘Fragmentado’ e ‘Vidro’. O filme está disponível no Star+.

Meu Vizinho Mafioso (2000)

Yards Cinepop

Nessa época, o cinema emplacava alguns sucessos com comédias sobre mafiosos. O primeiro foi o elogiado ‘Máfia no Divã’ (1999), que trazia Robert De Niro brincando com os tipos que havia criado no passado. No ano seguinte, foi Bruce Willis quem viveu um matador da máfia escondido numa vizinhança tranquila, fugindo de uma organização criminosa após ter delatado seus contratantes. Um dentista pacato descobre a identidade do sujeito e começa a surtar (papel de Matthew Perry). Willis e Perry ficaram amigos nos bastidores e no mesmo ano o astro de ‘Duro de Matar’ fazia participação em dois episódios na série de Perry, uma tal de ‘Friends’. A comédia está disponível na HBO Max.

Sin City – A Cidade do Pecado (2005)

Sin Cinepop

Em 2005, a carreira de Bruce Willis estava a toda. Assim, o ator foi o nome de peso à frente da ambiciosa adaptação dos quadrinhos de Frank Miller – que contaram com a participação do próprio (decepcionado anteriormente com Hollywood). Quem conseguiu convence-lo foi Robert Rodriguez, o diretor da superprodução. Com estilo para dar e vender em preto e branco, Willis interpretou o policial Hartigan, que em uma das histórias consegue impedir um maníaco sexual de atacar uma menininha. Anos depois, ele precisa defende-la de novo, agora já crescida e nas formas de Jessica Alba. Muitos atores do filme, incluindo Willis, voltariam na sequência ‘Sin City – A Dama Fatal’ (2014).

Os Mercenários (2010)

Expendables Cinepop

Sylvester Stallone decidiu pegar novamente as rédeas de sua carreira, e assim escreveu, dirigiu e estrelou em ‘Os Mercenários’, uma grande brincadeira com os filmes de ação dos anos 80 e 90. Sabe o que ‘Pânico’ foi para os filmes slasher adolescentes? Uma sátira que ajudou a promover o gênero. Stallone fazia o mesmo com o gênero ação de brucutus. Mas para a brincadeira ser completa era necessário escalar os veteranos de tais longas – e ele conseguiu. Bruce Willis e Arnold Schwarzenegger fazem uma pontinha no primeiro, e retornam em participação maior no segundo (de 2012), ao lado de Jean-Claude Van Damme e Chuck Norris. O filme está disponível na Netflix.

RED – Aposentados e Perigosos (2010)

Red Cinepop

No mesmo ano do primeiro ‘Os Mercenários’, Bruce Willis se unia a outro grupo de veteranos para um filme de ação baseado em quadrinhos alternativos e adultos. ‘RED’ mostrava uma equipe de agentes aposentados, já na terceira idade, precisando voltar à ativa. Ao lado de Willis, figuras como Morgan Freeman, Helen Mirren e John Malkovich. O sucesso foi o suficiente para uma sequência, lançada em 2013, cujas novidades no elenco foram Anthony Hopkins e Catherine Zeta-Jones. O filme está disponível na Star+ e na Amazon Prime Video.

Looper – Assassinos do Futuro (2012)

Looper Cinepop

Finalizando a matéria dos sucessos da carreira de Bruce Willis, temos essa ficção científica de alto conceito que logo viria a se tornar cult. Como podemos reparar só por esta lista, alguns dos maiores sucessos da carreira do ator fazem parte do gênero da ficção científica. Escrito e dirigido por Rian Johnson, talentoso cineasta da franquia ‘Entre Facas e Segredos’, o diretor cria um futuro onde a viagem no tempo é possível. Mas não apenas isso, esta é uma realidade onde os condenados são enviados ao passado para serem eliminados por um matador. Mas o que acontece quando este matador se depara com ele próprio vindo do futuro para que extermine? Willis é este azarado, e vivendo sua versão mais jovem temos Joseph Gordon-Levitt, também no auge de sua carreira, maquiado para parecer com Willis. Completando o elenco, Emily Blunt.

2 anos após ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’, fãs ainda pedem que “Snyderverse” vá para Netflix

Já se passaram dois anos desde que o filme ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘ foi lançado no HBO Max. Como parte do grande aniversário, alguns fãs estão pedindo que a história continue.

Tem sido uma agitação contínua entre alguns fãs da DC que gostariam de ver a história continuada de alguma forma. No início deste ano, esse desejo se materializou em pessoas pedindo à Netflix para comprar o intitulado “Snyderverse” de alguma forma.

É muito difícil descobrir as especificidades logísticas de tal acordo se acontecesse. Mas, depois dos últimos anos, é preciso considerar todas as possibilidades.

Vale lembrar que o Snyder Cut de Liga da Justiça só foi possível depois que a base de fã do diretor Zack Snyder se uniu para promover a campanha #releasethesnydercut. Infelizmente, o universo criado pelo cineasta foi encerrado após o lançamento do longa em 2021.

Agora, o novo chefão da DC, James Gunn, respondeu um fã no Twitter que postou a hashtag #sellsnyderversetonetflix.

“Devo dizer que essa deve ser a hashtag mais maluca que já vi. 1) A Netflix não demonstrou nenhum interesse (embora tenhamos discutido outras coisas) e 2) Zack não demonstrou nenhum interesse e parece estar feliz em fazer o que ele está fazendo (e, sim, nós também conversamos).”, ele afirmou.

Nas redes sociais, milhares de pessoas aderiram ao movimento nos últimos meses.

Confira:

“Minha vez: estou fazendo TUDO, a QUALQUER CUSTO, para ver o arco iniciado há 9 anos ser DEVIDAMENTE concluído. Pouco importa para mim se é ‘possível’ ou não, contanto que falemos, nunca paremos de perguntar, nem vamos perder a esperança.”

“Como você segue em frente a partir disso? Nada e quero dizer nada jamais chegará perto.”

“Ganhe todo o dinheiro que a Warner Bros Discovery está recusando, Netflix.”

“Não estou surpreso.”

“Se James Gunn e David Zaslav não querem que a Warner Bros Discovery ganhe dinheiro e gere receita, isso é culpa deles. Mas pelo menos faça a coisa honrosa e deixem Zack Snyder terminar seu arco e visão vendendo sua ideia para
a Netflix.”

“É um sonho, mas assim já aconteceu uma vez.”

“Darei suporte 100% ao Snyderverse em qualquer plataforma/estúdio que torne isso possível. Aonde Zack for, eu o seguirei.”

“Se você vir este tuíte, comnpartilhe com #sellsnyderversetonetflix.”

“Consegue imaginar as possibilidades?”

E aí, você é a favor da campanha ou acha que o Snyderverse não tem mais volta?

Enquanto isso, relembre o trailer de ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘, que está disponível no HBO Max:

Determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar seus próprios demônios do passado antes que possam finalmente formar uma liga de heróis sem precedentes. Porém, pode ser tarde demais para Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e Flash (Ezra Miller) salvarem o planeta dos vilões Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e seus planos malignos.

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