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Anna Wintour deixa cargo de Editora-Chefe da Vogue EUA após 37 anos no comando

Após quase quatro décadas moldando o universo da moda através das páginas da Vogue americana, Anna Wintour está oficialmente deixando o cargo de editora-chefe da edição dos EUA, conforme confirmado pela Variety nesta quinta-feira (26). A decisão marca o fim de uma era para uma das figuras mais influentes da indústria da moda e da mídia.

Wintour anunciou a saída em comunicado interno à equipe, informando que a revista iniciará a busca por um novo(a) chefe de conteúdo editorial para os Estados Unidos — um cargo que faz parte da estrutura global implementada pela Condé Nast desde 2020.

Apesar da saída da editoria norte-americana, Wintour permanece como Chief Content Officer da Condé Nast e diretora editorial global da Vogue, supervisionando a publicação em todos os seus mercados, incluindo Reino Unido, França, Japão, China, Índia, Itália e Oriente Médio.

Ela continuará a influenciar o conteúdo de títulos como Vanity Fair, GQ, AD, Bon Appétit, Allure e Wired — com exceção do The New Yorker, comandado por David Remnick.

Anna Wintour assumiu o posto em 1988, sucedendo Grace Mirabella. Sua primeira capa foi icônica: a modelo Michaela Bercu usando um blazer Christian Lacroix com uma cruz bordada e jeans stonewashed da Guess — uma quebra de paradigma que simbolizava uma nova era editorial.

“Essa capa rompeu todas as regras”, escreveu Wintour em 2012. “As pessoas interpretaram de diversas formas: que era sobre o ‘high-low’, que a modelo estava grávida, ou até uma mensagem religiosa. Mas não era nada disso. Eu apenas senti que os ventos estavam mudando.”

Ao longo de sua carreira, Wintour se tornou sinônimo de poder, elegância fria e olhar apurado para tendências culturais. Sob sua liderança, a Vogue consolidou-se como a bíblia da moda e se manteve relevante em meio às transformações digitais da mídia.

A transição permitirá que Wintour concentre-se ainda mais em seu papel global, estrategicamente alinhando as edições internacionais da Vogue e impulsionando a transformação digital da Condé Nast. A busca por um(a) novo(a) editor(a)-chefe para a edição americana se insere na estrutura atual da editora, onde cada mercado opera com um líder editorial local reportando-se a um diretor global — no caso da Vogue, ainda sob o olhar de Wintour.

Pedro Almodóvar elege ‘Me Chame Pelo Seu Nome’ como o melhor filme do ano

De acordo com o IndieWire, a cineasta Pedro Almodóvar elegeu o drama gay ‘Me Chame Pelo Seu Nome’ como o melhor filme do ano durante votação anual do site espanhol Otros Cines Europa.

Ainda segundo ele, Timothée Chalament, que concorre ao Globo de Ouro, “é a revelação de 2017”.

“Tudo é muito bonito, charmoso e desejável nesse filme. Os meninos, as meninas, os cafés da manhã, as frutas, os cigarros, os reservatórios, as bicicletas, as danças ao ar livre, os anos 1980, as dúvidas e a devoção dos protagonistas, a sinceridade de todos os personagens, o relacionamento com os pais. Veja o compromisso dos autores André Aciman, James Ivory e Luca Guadagino com a paixão dos sentidos e a luz do norte da Itália.”

Por enquanto temos que esperar para saber. No Brasil o filme lança dia 18 de janeiro nos cinemas.

O premiado drama gay ‘Me Chame Pelo Seu Nome’ também ganhou o prêmio de Melhor Filme do ano na Associação de Críticos de Cinema de Los Angeles.

O drama tem deixado sua marca em diversos festivais esse ano, passando pelo Festival do Rio, Toronto, Sundance e Berlim. Também ganhou o prêmio principal no Gotham Independent Film Awards 2017 e é um dos mais cotados para o Oscar 2018.

‘Corra!’ e ‘Me Chame Pelo Seu Nome’ vencem o Gotham Independent Film Awards 2017

‘Me Chame Pelo Seu Nome’ teve dois clipes divulgados.

Assista:

Em entrevista recente, o diretor Luca Guadagnino defendeu a ausência de nudez frontal masculina no filme estrelado por Armie Hammer e Timothée Chalamet:

“Eu sou o diretor menos puritano que você pode conhecer. Sou bem preciso em usar os corpos femininos e masculinos nas telas para transmitir todo o tipo de emoções. Acho que a exibição da nudez nesse filme especificamente era bastante irrelevante e entendo que para James [o roteirista] era algo relevante, mas essa é a visão dele. O que está claro é que não tivemos limitações no que queríamos fazer”.

O roteirista James Ivory afirmou que tinha cenas de nu frontal, mas o contrato dos atores não permitiu:

“Certamente meu roteiro tem todos os tipos de nudez. Mas, segundo Luca, os dois atores tinham no contrato que não poderia ter nudez frontal e não teve, o que é uma pena. Novamente, é apenas essa atitude americana. Ninguém parece se importar tanto ou ficar chocado sobre o nu total feminino. É com os homens. Isso é algo que deve ser tão profundamente cultura que alguém deveria perguntar: ‘Por quê?’”.

A trama acompanha um jovem de 17 anos que começa um romance com um dos convidados de seu pai, durante as férias da família na Riviera italiana. O longa foi exibido no Festival do Rio desse ano.

‘Me Chame Pelo Seu Nome’ estreia no Brasil em 18 de janeiro.

‘Dragon Empire’: Princesas lutam contra dragões em nova animação da Disney

Mais um filme da Disney Animation foi confirmado pelo That Hashtag Show.

De acordo com site, a empresa está desenvolvendo a animação medieval ‘Dragon Empire’, que contará com a direção de Pail Briggs e Dean Wellins, que possuem créditos por ‘Frozen: Uma Aventura Congelante’ e ‘Operação Big Hero’.

A trama apresentará a valente Jan-Jinn, que aprende com o mentor Bolin, um senhor de 600 anos de idade, como lutar e vencer dragões. O filme está sendo descrito como “uma aventura empoderada”.

A atriz Jamie Chung (‘Gotham’) está em negociações para dar voz à protagonista. Ainda não há data de estreia definida.

 

 

Coringa | 5 Vilões da DC que Merecem Filme Solo

Coringa‘ está nos cinemas há pouco tempo, mas já mostrou seu valor. Ele é, em teoria, o primeiro filme do novo selo da Warner nas telonas, o DC Black, que tem uma missão muito interessante e até mesmo pretensiosa: funcionar como um tipo de Fox Searchlight dos quadrinhos. Ou seja, eles pegam personagens de HQs e ganham liberdade quase total para fazer o que quiserem com eles, sem precisar estar ligado ao Universo DC dos Cinemas.

São histórias isoladas, com custos não tão altos quanto as principais produções da casa e mais chance de ousar em relação a expectativa dos fãs. Já existem boatos de que o próximo filme no forno da DC Black é Lex Luthor, que deve mostrar o icônico nêmesis do Superman como Presidente dos Estados Unidos. É um filo muito bom a ser explorado, porque a única coisa que precisa ser mantida é a essência dos personagens. Pensando nisso, o CinePOP separou cinco personagens que poderiam render filmaços para esse novo selo. Confiram!

 

O Exterminador

Slade Wilson vem sendo usado à exaustão pela Cultura Pop nos últimos 10 anos. Nascido como vilão dos Jovens Titãs, tendo sua primeira aparição lá nos anos 80, o Exterminador galgou um espaço nas HQs muito forte. Seu visual preto e laranja e sua personalidade intensa são muito marcantes e renderam até uma paródia na Marvel, um tal de Deadpool, não sei se vocês conhecem… nos últimos anos, ele se popularizou na série de jogos da DC, na série Arrow e chegou até a aparecer no final do filme da Liga da Justiça.

Enfim, ele é um Mercenário que teve seu corpo aprimorado pelo exército, até que se rebelou e passou a agir por conta própria. Ele tem um código de honra muito forte, habilidades impressionantes com armas brancas e armas de fogo e uma história familiar trágica, envolvendo a perda de um olho causada pela própria esposa, a morte da esposa e dos filhos por conta de sua ações e um sentimento forte de culpa. Também é um grande estrategista e funciona tanto como vilão ou anti-herói. É o personagem perfeito para o DC Black!

 

Lobo

Pedido antigo dos fãs, o Lobo é o típico personagem feito para filmes de baixo orçamento, classificação etária para maiores de 18 anos e um diretor meio surtado no comando, ao melhor estilo Robert Rodriguez. Satirizando os grandes heróis do cinema dos anos 70 e 80, o alienígena de 400 anos tem seu visual inspirado pela banda Kiss, e foi o responsável pela extinção da vida em seu planeta natal. Sua raça é imortal ao tempo, mas não ao enxame de escorpiões voadores que ele criou de sacanagem (risos).

Completamente amoral, ele é um assassino por natureza e praticamente inderrotável. Sua única fraqueza são gases venenosos. Seu vocabulário é repleto de palavrões e suas missões como Caçador de Recompensas espacial envolvem muita violência gráfica, alcoolismo e fumo. O cara é tão badass que já foi cuspido do inferno, mas também é tão aleatório que tem um código próprio de não matar cachorros e golfinhos espaciais, sem contar que já foi contratado pelo Coelhinho da Páscoa para matar o Papai Noel.

 

Sinestro

Vilão do Lanterna Verde, o Sinestro é uma história de derrocada de um dos maiores soldados da Tropa dos Lanternas. Ele era um arqueólogo em seu planeta natal quando viu um embate entre um alien monstruoso e um Lanterna Verde moribundo. O herói esverdeado cedeu seu anel para que Sinestro derrotasse a criatura e ele assim o fez, só que em vez de devolver a arma espacial, o vilão ficou com ela para si e deixou o Lanterna para morrer.

Chegando a Oa como o sucessor do anel, Sinestro passa a lutar ao lado de Abin-Sur e se torna um dos principais nomes da Tropa. Sua força de vontade só não é tão grande quanto sua sede de poder. Enquanto defendia a galáxia como Lanterna Verde, Sinestro escravizava em segredo seu planeta natal. Ele chega a treinar Hal Jordan quando Abin-Sur é abatido, mas acaba tendo seu esquema maléfico de ditadura descoberto pelos Guardiões.

Banido para o Universo Antimatéria, ele tem contato com a substância Qwardamita e empunha seu poderoso anel de Lanterna Amarelo, se tornando um dos inimigos mais cruéis da Tropa dos Lanternas Verde. É uma história de ego, traições e ilusões causadas pela luxúria, quase shakespeariano. É a típica trama que costumam associar a Kenneth Branagh e seria uma chance de ver mais do universo dos Lanternas sem ter uma ligação com o UDC.

 

Vandal Savage

Um déspota imortal que importuna a humanidade desde sua origem, esse é Vandal Savage. Ele foi afetado pela radiação de um meteorito em 50 mil antes de Cristo e ganhou a imortalidade e um intelecto mais do que privilegiado. Com o sentimento de superioridade ante os homens da caverna, Vandal parece estar sempre um passo a frente da humanidade comum e diz ter sido Alexandre, O Grande, Gêngis Khan, o Imperador Julio Cesar e até mesmo o Pirata Barba Negra.

É um sádico, louco por poder e com gosto refinado para artes e cultura. Há versões em que ele viaja no tempo e causa verdadeiras tragédias nas linhas temporais. Estrategista nato e dono de muita força, Savage também usa suas experiências adquiridas ao longo da história com nomes como Napoleão Bonaparte, Adolf Hitler e Ras al Ghul. É o típico vilão que já deu muita dor de cabeça para os heróis separados e para a Liga da Justiça completa. Um malfeitor de peso, alucinado pela própria ganância e tentando forjar um autocontrole que não engana ninguém. No final das contas, por mais intelectualmente privilegiado que seja, ele é um homem das cavernas.

 

Entre a Foice e o Martelo

E se o Superman não tivesse caído em Smallville, mas aterrissasse na antiga União Soviética? É baseado nessa pergunta que Superman: Entre a Foice e o Martelo desenvolve uma das melhores tramas da história dos quadrinhos. O roteiro de Mark Millar é simplesmente genial e mostra as perspectivas de heroísmo em cada nação e como os papéis mudariam nos EUA caso o Super fosse russo e Lex Luthor o típico empresário americano. É um exercício delicioso de imaginação que convida o leitor a adentrar diferentes conceitos de utopia e se chocar com um dos maiores plot twists das HQs.

É espetacular ver como Mark usa os quadrinhos para fazer críticas pesadas ao capitalismo, comunismo, militarismo, ultranacionalismo e aos regimes ditatoriais, sejam eles assumidos ou não. É uma trama muito atual, principalmente nesse momento de polarização política absurda que vivemos, em que não há exatamente um vilão. Todos são moralmente questionáveis, sejam eles americanos ou soviéticos. Adorado pelos fãs, esse universo seria um material de base excelente para um filme do DC Black.

 

Coringa está em cartaz em todo o país.

 

Crítica | Aruanas – Série da Globo faz Denúncia do Desmatamento no Amazonas

O Brasil é um país continental, com culturas diferentes e cujo território abrange a maior parte da Floresta Amazônica – o pulmão da Terra. Justamente por ser o centro através do qual o planeta respira, ele desperta a cobiça de empresas do mundo inteiro, que visam na região atrás da madeira, dos minérios, dos animais, dos recursos naturais e, claro, do próprio território, que cada vez mais vem sendo devastado para se transformar em pasto para o agronegócio. E é neste ponto que entra as Aruanas.

Partindo de uma realidade atual e cruel, a série produzida pela Rede Globo busca aproximar a ficção do cenário cotidiano das populações diretamente afetadas pelo desmatamento e jogar luz sobre o que se passa na região norte brasileira. A série desconstrói a ideia de imaginário ocidental da selva inexplorada, jogando luz para um cenário já em desmatamento, já em destruição.

Com um argumento extremamente pertinente, o tema é justamente o forte de ‘Aruanas’. A série parte da luta de uma organização não governamental chamada Aruana, da qual fazem parte a advogada Verônica Muniz (Taís Araujo), a jornalista Natalie Lima (Débora Falabella) e a ativista Luiza Laz (Leandra Leal) – três amigas de infância que fundaram a ONG –, além da estagiária Clara (Thainá Duarte), que chega na ONG fugindo do seu ex abusivo. Juntas elas e outros funcionários da Aruanas irão lutar contra a mineradora KM, empresa de Miguel Kiriatos (Luiz Carlos Vasconcelos), que recebe assessoria constante da lobista Olga Ribeiro (Camila Pitanga) para conseguir burlar Brasília e se apropriar das reservas indígenas na cidade de Cari, no Amazonas.

O roteiro de Estela Renner e Marcos Nisti, escrito com Pedro de Barros, transita suavemente entre o drama e o thriller, afinal, as três ativistas se colocam sob constante risco em nome da causa – o que é legal, porque não exagera nos elementos de nenhum desses dois gêneros. Entretanto, exagera nos diálogos enciclopédicos, que engessam por muitas vezes a fala dos personagens – os quais explicam o tempo todo coisas uns aos outros e elencam estatísticas, em um artifício didático de transmitir a realidade enfrentada pelos povos indígenas e ribeirinhos. Além disso, embora o argumento seja centrado nessa luta pela manutenção da floresta amazônica, o roteiro é preenchido boa parte pelos dramas pessoais das quatro protagonistas, desviando o interesse do espectador do foco principal para apresentar mais profundamente essas personagens, tendo já em vista uma segunda temporada – já confirmada.

Com dez episódios de cerca de quarenta e cinco minutos cada, a primeira temporada toda nos conduz para a cena final, que é realmente emocionante. Os momentos ápices da história ocorrem no final do episódio 4; no 7º, quando o grande drama é revelado; e no 8º, quando a coisa toda vai para o ventilador.

A atuação do elenco – reunido pela primeira vez em uma mesma produção – é bastante competente, embora nos primeiros episódios se aproxime mais com a atuação de teatro (que tem movimentos mais marcados). O destaque é Leandra Leal, mais familiarizada com o cinema, e em Gustavo Vaz e Bruno Goya, cujas performances são mais naturais.

A direção competente de Estela Renner – aliada com uma super produção que levou a equipe para gravar no Amazonas e incluiu indígenas de verdade para representarem a si mesmos na ficção, inclusive falando em guarani – consegue um resultado de encher os olhos, sem se demorar em cenas de violência e trazendo belíssimas imagens de uma parte do Brasil pouquíssimo conhecida pelos próprios brasileiros. A série – que teve premiere em Nova York em 2019 na inauguração da Globoplay como streaming internacional – se encaminha para ser uma das principais referências de produção nacional no resto do mundo, e tem tudo para trazer uma segunda temporada mais aprofundada no tema.

ep 5 – cena 24 – Bastidor – Raoni ( Abraão Mazuruna ), Payall ( Kay Sara ) e Anderson Kay.

‘Capitã Marvel’: Diretores querem ver a personagem lutando contra Thanos

Em diversas ocasiões, já foi contado que a Capitã Marvel será uma das personagens mais fortes do MCU se tornando uma peça principal para os Vingadores derrotarem Thanos no próximo filme.

Comentando justamente sobre esse inevitável embate, os diretores Ryan Fleck e Anna Boden falaram ao AMC Theather que estão ansiosos para ver isso acontecer nas telas:

“No começo do nosso filme, ela não sabe o quão poderosa ela é. Mas no final, vocês verão que, bem… Vamos apenas dizer isso: estou muito empolgado para ver o que ela faz com Thanos em ‘Ultimato‘.”

Confira o trailer mais recente:

Dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck, longa terá 130 minutos (2h10) de duração.

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘The Terror’: 2ª temporada ganha trailer perturbador; Confira!

‘The Terror: Infamy’ ganhou o trailer oficial de sua segunda temporada. O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 12 de agosto.

Confira:

A série antológica foi criada por Alexander Woo (‘True Blood‘) e Max Borenstein (‘Kong: A Ilha da Caveira‘), que também servem como produtores executivos. Woo será o novo showrunner.

A próxima temporada acontecerá durante a Segunda Guerra Mundial, e terá foco em um espectro que assombra a comunidade nipo-americana durante a Segunda Guerra Mundial, no sul da Califórnia, em que vários campos de concentração foram mantidos.

O elenco inclui Kiki Sukezane, Miki Ishikawa, Shingo Usami, Yuki Morita, Naoko MoriGeorge Takei Cristina Rodlo.

Lendário videoclipe de “Take On Me”, da banda a-ha, ganha versão remasterizada; Confira!

O icônico e revolucionário videoclipe da música “Take On Me” ganhou na última noite de Ano Novo uma versão remasterizada em 4K – e o resultado ficou incrível!

Confira:

A canção original foi produzida por Tony Mansfield e remixada por John Ratcliff, em outubro de 1984. Um ano depois, Alan Tarney realizou uma nova investida da música para o segundo álbum de estúdio do grupo, ‘Hunting High and Low’.

Após o terceiro lançamento, “Take On Me” alcançou a terceira posição dos charts do Reino Unido, além de ter entrado para a Billboard Hot 100.

Dirigido por Steve Barron, o videoclipe foi aclamado por sua estética inovadora, tendo levado para casa seis prêmios do MTV Video Music Awards.

Crítica | Chloe e Halle Bailey superam todas as expectativas com ‘Ungodly Hour’

A dupla Chloe x Halle, formada por Chloe e Halle Bailey, surgiu ainda em 2013 com uma arte que fazia covers a diversas divas do pop. Não demorou muito para que a lendária Beyoncé se apaixonasse pela rendição que as irmãs haviam realizado com “Pretty Hurts”, uma de suas músicas mais icônicas. A partir daí, as duas aceitaram o convite de integrarem a multi-milionária Parkwood Entertainment, supervisionada pela Queen-B, e entrando em uma carreira meteórica em tempo recorde. Não é surpresa que, sendo consideradas como o brilhante futuro do R&B, elas já tenham sido indicadas a duas categorias do Grammy Awards e, a cada dia, são agraciadas com uma fama merecida.

Agora, dois anos após o lançamento de seu primeiro álbum de estúdio, Chloe x Halle retornam para os holofotes com a estreia de ‘Ungodly Hours’. O novo CD é uma competente produção que explora, talvez mais que a investida anterior (‘The Kids Are Alright’), as habilidades e as incursões vocais de ambas as artistas, bem como letras recheadas com uma envolvência sensual e imediatamente relacionável com qualquer ouvinte que venha procurando boas músicas. Além disso, as irmãs se unem com a icônica produtora e compositora Nija Charles – que é conhecida por trabalhar com alguns dos maiores nomes da indústria fonográfica, incluindo SZA, Cardi B e Lady Gaga. O resultado é uma homenagem clássica e ao mesmo tempo contemporânea a um gênero que já vinha se saturando no cenário mainstream, com uma revisitação poderosa ao fin de siècle.

A maior conquista desse novo álbum é, com certeza absoluta (e como já foi mencionado por cima), a versatilidade sonora à qual somos apresentados. Afinal, seguindo os passos – e as claras influências – de Destiny’s Child, Aaliyah e Alicia Keys, Chloe e Halle não pensam duas vezes antes de provarem para o que vieram. A introdução mescla-se com fluidez a “Forgive Me”, uma faixa bombardeada com o espectro do trap e do trap-pop através das batidas de uma seca percussão e de um orgânico piano ao fundo – e, apesar de sua coesão do começo ao fim e de performances on point de ambas as integrantes da dupla, é um tanto quanto destoante quanto colocada ao lado das críticas e pungentes tracks que a procedem, incluindo a onírica “Baby Girl” e a nu-funk “Do It” (que não poderia ser mais representativo à estética noventista que influencia as cantoras).

À medida que as breve treze faixas vão se desenrolando, percebe-se que as artistas tratam sua imagem sem quaisquer escrúpulos, transformando-se em audaciosas vozes para a nova geração e em futuros ícones da música, livrando-se de rótulos segregacionistas para dar vida a um gênero próprio – do mesmo modo que Solange com ‘When I Get Home’, ou até mesmo AURORA com basicamente todas as suas produções. Essa concepção abstrata começa a se concretizar com a trindade formada por “Tipsy”, a faixa homônima “Ungodly Hour” e “Busy Boy” – esta certamente uma das melhores canções do ano.

“Tipsy” funde em um mesmo escopo sinestésico o oitentismo dos sintetizadores, os drills e a familiar retroatividade de uma bateria usada de forma nada ortodoxa, resgatando o aspecto atribulado do new jack swing com poder descomunal e uma letra que discorre sobre relacionamentos tóxicos e um estigma histérico comumente associado às mulheres pretas; “Ungodly Hour” reduz o tempo em uma apaixonante declamação romântica que tangencia uma deliciosa e pecaminosa blasfêmia muito bem estruturada e que não perde a chance de ser uma das entregas mais mercadológicas da obra; concluindo o streak irretocável, “Busy Boy” opta por uma atmosfera dark que nos arremessa de volta para os últimos anos da década de 2010, pegando certas progressões que dialogam com o extinto e subestimado grupo Mis-Teeq.

“Catch Up”, por sua vez, é um irreverente divisor de água que dá início à segunda metade do álbum, optando por afastar-se do confortável saudosismo e fixar-se na atualidade e num futurista prospecto para o gênero analisado nesta crítica. É a partir daí que o interlúdio-esque “Overwhelmed”, pecando pela curtíssima duração, se arquiteta e prepara o terreno para a balada com ares new-wave “Lonely”, valendo-se de inflexões emocionantes que alcançam agudos que não achávamos necessários até ouvirmos. Já em “Don’t Make It Harder On Me”, temos um convite gospel guiado pelo baixo e pela guitarra e por um dos maiores anthems R&B dos últimos anos, revestindo-se com solilóquios sobre superação e amadurecimento.

Em comparação às obras que nos entregaram nos anos anteriores, as irmãs Bailey parecem finalmente ter se rendido à esfera menos faturada e mais voltada à cultura mainstream – e talvez esse seja o único erro desse glorioso CD. Afinal, à medida que o retorno às faixas lentas e respaldadas nos conceitos fonográficos da elegia épica, percebe-se que, novamente, nada é o que parece ser e, se imaginávamos alguma coisa, a construção das tracks muda de direção no meio do caminho – “Wonder What She Thinks of Me” é a principal representante desse choque proposital. “ROYL”, nutrindo-se de uma mimética cortesia para ‘Lemonade’, é a perfeita canção para fechar esse ciclo de pura sensorialismo que não nos cansa em momento algum.

‘Ungodly Hours’ supera todas as expectativas que tínhamos acerca da identidade da dupla Chloe x Halle, mostrando que, dia após dia, sua presença ganha mais fúria em um momento crítico para a representatividade e para o padronizado entretenimento contemporâneo.

Nota por faixa:

  • Intro – 5/5
  • Forgive Me – 4/5
  • Baby Girl – 5/5
  • Do It – 4,5/5
  • Tipsy – 5/5
  • Ungodly Hour – 5/5
  • Busy Boy – 5/5
  • Catch Up (feat. Mike WiLL Made-It) – 4,5/5
  • Overwhelmed – 4/5
  • Lonely – 4,5/5
  • Don’t Make It Harder On Me – 5/5
  • Wonder What She Thinks of Me – 4,5/5
  • ROYL – 5/5

‘Crônicas de Natal: Parte Dois’: Papai Noel e Mamãe Noel estampam cartaz oficial da sequência; Confira!

Netflix divulgou o cartaz oficial de ‘Crônicas de Natal: Parte Dois’, sequência do filme de 2018 que marca o retorno de Kurt Russell como Papai Noel.

Confira, junto ao trailer:

Já faz dois anos desde que os irmãos Kate (Darby Camp) e Teddy Pierce (Judah Lewis) salvaram o Natal – e muito mudou. Kate, agora uma adolescente cínica, está relutantemente passando os feriados natalinos em Cancún com o novo namorado de sua mãe e seu filho, Jack (Jahzir Bruno). Indisposta a aceitar essa nova versão da família, Kate decide fugir. Mas quando um encrenqueiro misterioso e mágico chamado Belsnickel ameaça destruir o Polo Norte e acabar com o Natal de uma vez por todas, Kate e Jack são arrastados para uma nova aventura com Papai Noel (Russell).

O filme será lançado no dia 25 de novembro.

A sequência será dirigida por Chris Columbus – que também volta a produzir.

A sequência também contará com o retorno Goldie Hawn, Darby Camp, Kimberly Williams Paisley e Judah Lewis. Os novatos Julian Dennison e Jahzir Bruno completam o elenco.

Crítica | Crônicas de Natal – Kurt Russell é o Papai Noel que precisávamos

‘Falcão e Soldado Invernal’ se reúnem em novo comercial DUBLADO com cenas inéditas; Confira!

Disney+ divulgou um novo comercial DUBLADO da série ‘Falcão e Soldado Invernal‘.

Confira:

A aguardada série será lançada em menos de duas semanas, no dia 19 de março.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam como os respectivos personagens titulares. Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios.

 

Elenco de ‘Eu Nunca…’ lê tweets em português em novo vídeo HILÁRIO; Confira!

A 2ª temporada de ‘Eu Nunca…‘ (Never Have I Ever) estreou na Netflix e, para promovê-la, a gigante do streaming reuniu Maitreyi Ramakrishnan (Devi), Poorna Jagannathan (Nalini) e Richa Moorjani (Kamala) para ler tweets de fãs brasileiros.

Confira:

A série foi criada por Lang Fisher e Mindy Kaling.

Nos capítulos recém-lançados, Devi está cheia de coragem para tomar decisões ousadas, enquanto lida com o seu tumultuado relacionamento com a mãe, novos amores e a chegada de novos colegas na escola.

Maitreyi Ramakrishnan estrela a produção. Poorna Jagannathan, Richa Shukla, Darren Barnet, Aitana Rinab Perez, John McEnroe, Hanna Stein, Sendhil Ramamurthy, Jaren Lewison, Ramona Young e Lee Rodriguez.

Os PIORES Filmes Originais da Netflix em 2021

Da mesma maneira que a Netflix entregou produções incríveis ao longo de 2021, também pisou na bola diversas vezes e apostou fichas em títulos esquecíveis e que não cumpriram com as expectativas geradas.

Desde a péssima adaptação de ‘A Mulher na Janela’, um thriller psicológico que, de fato, não conseguiu honrar o material original, até a execrável comédia romântica ‘Amor sem Medida’, que se tornou palco de inúmeras controvérsias, separamos os dez piores filmes originais lançados pela gigante do streaming neste ano.

Confira abaixo as nossas escolhas:

10. UM NINHO PARA DOIS

Apesar de ter títulos muito bons em sua carreira (como ‘Poderia Me Perdoar?’‘Missão Madrinha de Casamento’), Melissa McCarthy participou de algumas produções que poderiam facilmente ser eliminadas de sua filmografia – e um deles é o recente drama ‘Um Ninho para Dois’. Mesmo tentando ao máximo superar o fraco roteiro com sua versátil rendição, o problema do longa foi se deixar levar pela presunção desmedida e querer entregar mais do que conseguiu, mergulhando num raso e cansativo melodrama novelesco.

 

9. A MULHER NA JANELA

Joe Wright e Amy Adams são dois dos nomes mais aclamados do cenário do entretanimento, mas nem o peso que os artistas representam conseguiu salvar A Mulher na Janela’ do fracasso. Massacrado pela crítica, o longa-metragem não conseguiu capturar a essência do romance original de A.J. Finn, com um plot convulsionado e recheado de diálogos medíocres.

 

8. CÉU VERMELHO-SANGUE

“Os múltiplos equívocos poderiam facilmente ser ignorados – se a obra não se levasse a sério. O entretenimento está ali e até cumpre com o objetivo de divertir, mas só quando não se volta para mensagens subliminares de maternidade e abandono. Optar por uma homenagem aos slashers seria um caminho melhor e mais coeso, mas o realizador insiste em apostar fichas em um drama escondido que força laços com os espectadores e tenta aprofundar personalidades bastante estereotipadas, no sentido de tipos sociais em longas-metragens. Nadja é a anti-heroína que, vítima de uma maldição, tenta fazer o máximo para não se render à escuridão; Elias é a personificação da inocência e, à medida que seu arco se desenrola, mergulha em um mandatório amadurecimento e sacrifício; Farid (Kais Setti) é o ajudante-herói que, no final das contas, é encarado como o culpado antes do grand finale – e por aí seguimos.” – Thiago Nolla

7. UM CLÁSSICO FILME DE TERROR

“‘Um Clássico Filme de Terror‘ traz umas das reviravoltas mais bobas que já vi em uma produção do gênero. Além de desconstruir tudo o que tínhamos visto anteriormente, não faz o menor sentido no contexto geral da história. Para piorar a situação, o roteiro nunca se prontifica a explorar sua própria reviravolta e, quanto mais pensamos em todas as suas circunstâncias, mais ridículos e improváveis ficam esses acontecimentos.” – Nefferson Taveira

6. ENCRENCÃO

Encrencão pode ter passado do radar mainstream dos assinantes da Netflix – e talvez isso tenha sido por um motivo bom. A animação gira em torno de um insuportável cãozinho que vive no luxo e que vê a vida mudar completamente quando a dona falece inesperadamente. Lançando-se em uma aventura para recuperar o que perdeu (se é que podemos chamar essa infeliz proposta de aventura), ele não tem qualquer evolução de arco e continua tão esnobe quanto antes.

 

5. ESQUADRÃO TROVÃO

“Com quase duas horas de duração, a comédia peca por não saber usar o seu tempo de tela com sabedoria e muitas vezes patina em uma trama pouco dinâmica e cativante. Sua segunda metade tenta trazer algumas cenas de ação mais eletrizantes e os bons efeitos visuais até conseguem suprir a carência do humor. Mas ainda assim, o longa desperdiça os seus protagonistas, apaga a Melissa Leo de tal forma que mal conseguimos percebê-la e traz Jason Bateman relembrando os tempos de comédia, em um personagem que tenta ser um alívio cômico adicional, mas pouco nos interessa genuinamente.” – Rafaela Gomes

 

4. ELE É DEMAIS

Na onda de remakesreboots, o clássico noventista ‘Ela É Demais’ (que já não era aquelas coisas) recebeu uma versão modernizada que invertia os papéis de gênero e que ficou intitulada ‘Ele é Demais’. Estrelada por Addison RaeTanner Buchanan e outros, a história é centrada em uma jovem popular que aceita o desafio de transformar um garoto desajeitado e antissocial no próximo rei do baile de sua escola. Além da produção ser totalmente irrelevante, ela é pincelada com atuações forçadas e uma narrativa que não faz nada além de copiar o filme original – motivo pelo qual foi massacrada tanto pelo público quanto pela crítica.

3. A BARRACA DO BEIJO 3

‘A Barraca do Beijo’ fez sua estreia lá em 2018 e, apesar dos clichês, se tornou um prazer culposo dos assinantes da Netflix e dos amantes de comédia romântica. Mas o que ninguém entendeu foi o motivo do filme se transformar em uma trilogia, expandindo um universo narrativo (se é que podemos chamá-lo disso) totalmente desnecessário e que funciona apenas como uma amulação de qualquer outra produção do gênero. O terceiro capítulo, consagrando-se como o pior deles, é uma mistura vergonhosa de más atuações, um fraco roteiro e uma direção sem sentido.

 

2. VOZES E VULTOS

Outro título que prometia reacender a emoção dos espectadores foi o terror ‘Vozes e Vultos’. O longa-metragem marcou o retorno da indicada ao Oscar Amanda Seyfried ao gênero em questão, mas, apesar de interessantes trailers e imagens promocionais, a obra não conseguiu cumprir com o prometido. Trazendo inúmeros temas para um arrastado enredo de duas horas, o filme também peca por um desfecho frustrante e pela falta de coerência.

 

1. AMOR SEM MEDIDA

‘Amor sem Medida’ se tornou um sucesso de exibição no mercado internacional – mas uma boa recepção financeira não tira o fato do longa-metragem ser um dos piores títulos não só de 2021, mas também de todo o catálogo da Netflix. Trazendo Leandro HassumJuliana Paes, o enredo é centrado entre uma advogada recém-divorciada e um conceituado cardiologista de baixa estatura. Entretanto, nem mesmo a despreocupada comédia pastelão consegue salvar a obra de ser uma completa bomba, infundida em personagens caricatos e rodeada de controvérsias acerca do capacitismo, que chamaram a atenção de nomes como Peter DinklageJuliana Caldas.

‘O Soldado que Não Existiu’: Drama de guerra com Colin Firth estreia na Netflix!

‘O Soldado que Não Existiu’ (Operation Mincemeat), drama da II Guerra Mundial baseado em fatos reais, já está disponível na Netflix.

A produção estreou hoje, 11 de maio, no catálogo da plataforma de streaming.

A história, adaptada do romance homônimo de Ben Macintyre, é ambientada em 1943, momento no qual os Aliados se preparavam para reconquistar a Europa nazista. O time responsável pela missão, porém, enfrenta um obstáculo impossível de ser contornado: proteger uma invasão massiva de colidir com o poderio germânico e evitar um potencial massacre. Dois oficiais da inteligência britânica, Ewen Montagu (Colin Firth) e Charles Cholmondeley, portanto, criam uma estratégia de desinformação, centrada no cadáver de um homem.

Relembre o trailer:

John Madden, indicado ao Oscar por ‘Shakespeare Apaixonado’, fica responsável pela direção, com roteiro assinado por Michelle Ashford (‘Masters of Sex’).

Matthew Macfadyen, Kelly Macdonald e Johnny Flynn completam o elenco.

‘Alguém Avisa?’: Comédia natalina com Kristen Stewart já está disponível no Prime Video!

Prime Video acaba de disponibilizar em seu catálogo a elogiada comédia romântica natalina LGBTQIA+ ‘Alguém Avisa?‘ (‘Happiest Season’), estrelada por Kristen Stewart e Mackenzie Davis.

A produção foi lançada na plataforma de streaming no último dia 01 de outubro.

Conhecer a família da sua namorada pode ser difícil. Planejar pedir a mão dela em casamento durante o jantar anual de Natal da família – até você descobrir que eles nem sabem que ela é lésbica – é mais difícil ainda. Quando Abby (Kristen Stewart) descobre que Harper (Mackenzie Davis) vem escondendo o relacionamento das duas de sua família, ela começa a questionar a namorada que pensava conhecer.

Relembre o trailer:

O filme tem direção de Clea DuVall e conta também com Alison Brie, Dan Levy, Victor Garber e Mary Steenburgen no elenco.

Oscar 2023 | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ conquista o prêmio de Melhor Figurino

Os vencedores do Oscar 2023 estão sendo revelados hoje (12) e o adorado ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ não ficaria fora da lista de ganhadores.

A incrível Ruth Carter conquistou a estatueta de Melhor Figurino por seu incrível trabalho no longa-metragem. Ela já levou o prêmio na mesma categoria por ‘Pantera Negra’, o primeiro capítulo da franquia.

Lembrando que ‘Pantera Negra 2‘ continua em exibição nos cinemas.

No filme, o mundo de Wakanda se expande. Após a morte do ator de T’Challa (Chadwick Boseman) o foco de Wakanda para Sempre’ são os personagens em volta do Pantera Negra. Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milage lutam para proteger a nação fragilizada de outros países após a morte de T’Challa. Enquanto o povo de Wakanda se esforça para continuar em frente neste novo capítulo, a família e amigos do falecido rei precisam se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o), integrante dos Cães de Guerra, e Everett Ross (Martin Freeman). Em meio a isso tudo, Wakanda ainda terá que aprender a conviver com a nação debaixo d’água, Talokan, e seu rei Namor (Tenoch Huerta).

‘Outlander’: 2ª parte da 7ª temporada ganha teaser trailer; Confira!

A primeira parte da 7ª temporada do aclamado drama de época ‘Outlander‘ chegou ao fim no último dia 11 de agosto e, agora, foi divulgado o teaser trailer oficial da segunda metade do novo ciclo.

A próxima leva de episódios estreia em 2024, ainda sem dia confirmado.

Confira:

Lembrando que a série chegará ao fim na 8ª temporada.

Vale lembrar que um spin-off, que servirá de pré-sequência da série original, foi confirmado e está em produção.

Baseado nos livros de Diana Gabaldon, o drama histórico segue Claire Randall (Caitriona Balfe), uma enfermeira de combate da Segunda Guerra Mundial que vai parar misteriosamente na Escócia, em 1743.

O elenco conta com Caitriona Balfe, Sam Heughan, Richard Rankin, Sophie Skelton, John Bell, César Domboy, Lauren Lyle, Caitlin O’Ryan, Mark Lewis Jones, Jessica Reynolds e Alexander Vlahos.

Donald Glover diz que está “VELHO demais” para interpretar o Miles Morales no live-action do Homem-Aranha

Em uma recente participação ao Lie Detector Test, um dos programas da revista Vanity FairDonald Glover disse que se sente velho demais para interpretar o Miles Morales na versão live-action do Homem-Aranha.

Os fãs de Glover, que ganhou reconhecimento mundial através de sua carreira como ator, roteirista, diretor e músico, já haviam expressado interesse em vê-lo como o Teioso em uma possível adaptação cinematográfica – mas o mais próximo que receberam foi uma participação em voz em ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’.

“Eventualmente, haverá um live-action focado em Miles Morales – e acho que eles provavelmente estão mais preocupados comigo interpretando Prowler ou algo assim”, ele comentou. “Estou velho demais para ser o Homem-Aranha agora”.

Lembrando que Glover divide os holofotes na recém-estreada série ‘Sr. e Sra. Smith’ ao lado de Maya Erskine.

“Dois estranhos solitários conseguem empregos em uma misteriosa agência de espionagem que oferece a eles uma vida gloriosa de espionagem, riqueza, viagens pelo mundo e uma bela casa em Manhattan. A pegadinha? Novas identidades em um casamento arranjado como Sr. e Sra. John e Jane Smith. Agora casados, John e Jane enfrentam uma missão de alto risco toda semana, ao mesmo tempo em que enfrentam um novo marco no relacionamento. Sua complexa história de cobertura se torna ainda mais complicada quando eles desenvolvem sentimentos reais um pelo outro. O que é mais arriscado: espionagem ou casamento?”.

O elenco também conta com Wagner Moura, Alexander Skarsgård, Eiza González, Sarah Paulson, Sharon Horgan, Ron Perlman, Billy Campbell, Úrsula CorberóPaul Dano, Michaela Coel, John Turturro Parker Posey.

Glover é creditado como co-criador e produtor executivo de ‘Sr. e Sra. Smith‘, ao lado de Francesca Sloane, que também atua como showrunner.

‘O Urso’: 3ª temporada chega ESTA SEMANA ao catálogo do Disney+!

A 3ª temporada de ‘O Urso’, estrelada pelo ator Jeremy Allen White (‘Shameless’), chega esta semana ao catálogo do Disney+.

O próximo ciclo tem estreia agendada para o dia 17 de julho na plataforma de streaming.

No Rotten Tomatoes, a nova leva de episódios abriu com 94% de aprovação com base em 63 reviews – mas amargou apenas 59% de aprovação por parte do público.

Os críticos em geral elogiaram a terceira temporada por manter a excelência do programa, mas apontaram que o novo ano é inferior aos anteriores.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“‘O Urso’ ainda alcança momentos de transcendência na jornada dos seus personagens em busca de excelência profissional e crescimento pessoal, mas o programa mostra-se mais imperfeito do que sua aclamação efusiva poderia sugerir”, disse Alison Herman da Variety.

“Episódio por episódio, a terceira temporada de ‘O Urso’ está à altura do melhor que o programa já apresentou. Talvez até melhor”, disse Daniel Fienberg do The Hollywood Reporter.

“O novo ano de ‘O Urso’ não alcança exatamente o triunfo decadente da segunda temporada, mas em seus momentos de profunda introspecção emocional, ainda é — para usar uma comparação comum na gastronomia — notavelmente delicado. Talvez isso seja suficiente por enquanto”, disse John Nugent da Empire.

“O elenco continua esplêndido e a narrativa é sombria e lírica, de uma maneira que tanto desafia quanto recompensa o público por estar atento aos pequenos detalhes. O que ‘O Urso’ perdeu é o elemento de surpresa que marcou sua estreia”, disse Brian Lowry da CNN.

“Em seu auge, ‘O Urso’ continua inovador, excelente e tão habilmente retratado que assistir pode ser uma verdadeira delícia. No entanto, em alguns momentos, a temporada também parece confusa, exagerada e inconsistente”, disse Alan Sepinwall da Rolling Stone.

“Desta vez, a maior aposta do programa é perseguir corajosamente a disfunção, ao mesmo tempo em que permite espaço para graça e crescimento”, disse Lili Loofbourow do The Washington Post.

“A terceira temporada de ‘O Urso’ não consegue encontrar o equilíbrio ideal, como fez a temporada anterior, mas serve pratos suficientemente satisfatórios para manter os espectadores interessados até que as coisas realmente peguem fogo novamente”, disse Ben Travers do IndieWire.

“Este é o tipo de programa que inspira um afeto profundo e, mesmo com seus defeitos, sinto um grande carinho por ‘O Urso’ . No entanto, sinceramente, este não representa o ápice da série”, disse Rebecca Nicholson do The Guardian.

No Brasil, as duas primeiras temporadas também estão disponíveis no Disney+.

A série foi criada por Christopher Storer.

A trama segue um jovem chef que volta para Chicago para comandar a loja de sanduiches de sua família.

O elenco conta com Jeremy Allen WhiteEbon Moss-BachrachAyo EdebiriLionel BoyceLiza Colón-Zayas e Abby Elliott.

Jackie Chan e Ralph Macchio no trailer INCRÍVEL de ‘Karatê Kid: Lendas’; Confira!

‘Karatê Kid: Lendas’, filme que trará no elenco as lendas Jackie Chan e Ralph Macchio, ganhou seu incrível trailer oficial.

Confira:

Ben Wang também estrela.

O longa estava programado para estrear no dia 12 de dezembro, e agora chega aos cinemas em 30 de maio de 2025.

O elenco contará com talentos como Aramis Knight (‘Ms. Marvel’), Wyatt Oleff (‘Guardiões da Galáxia’), Joshua Jackson (‘Atração Fatal’), Sadie Stanley (‘Kim Possible’) e Ming-Na Wen (‘Agentes da S.H.I.E.L.D.’).

A trama, ambientada na Costa Leste, focará em um adolescente chinês que encontra força e direção através da mentora de artes marciais.

Jonathan Entwistle (‘Goosebumps 2: Halloween Assombrado’) é responsável pela direção.

O roteiro do novo longa é assinado por Rob Lieber, criador da série ‘I Am Not Okay with This‘.

Miley Cyrus divulga prévia de “Easy Love”, faixa de seu novo álbum de estúdio; Ouça!

A vencedora do Grammy Miley Cyrus divulgou hoje (19) uma prévia de “Easy Love”, faixa inédita de seu aguardado álbum ‘Something Beautiful’.

A canção será lançada nesta próxima sexta-feira, 23 de maio.

Ouça:

O álbum virá acompanhado de um filme visual dirigido por Cyrus, Jacob Bixenman Brendan Walter, com fotografia de Debie, e que terá estreia mundial no Festival de Tribeca.

O disco conta com treze faixas inéditas e funcionará como uma experiência visual única que inclui nomes importantes do mundo da moda: Thierry MuglerJean Paul GaultierAlexander McQueen e Alaïa.

‘Something Beautiful’ tem lançamento agendado para o dia 30 de maio.

Vale lembrar que o último álbum de estúdio de Cyrus foi o elogiado ‘Endless Summer Vacation’, que lhe rendeu nada menos que duas estatuetas do Grammy Awards pelo single “Flowers” – incluindo Gravação do Ano.

No ano passado, Cyrus integrou o aclamado álbum ‘Cowboy Carter’, de Beyoncé, na faixa “II Most Wanted” – que lhe rendeu mais um gramofone dourado.

‘O Bad Boy e Eu’: Adaptação de POPULAR romance juvenil ganha trailer; Confira!

Diamond Films revelou o trailer oficial de ‘O Bad Boy e Eu’, adaptação do sucesso do Wattpad que conquistou milhões de leitores e leitoras em todo o mundo.

Com Siena Agudong (‘Resident Evil: A Série’) no papel da protagonista Dallas Bryan e Noah Beck (‘Doctor Odyssey’) como o carismático Drayton Lahey, o longa chega aos cinemas de todo o Brasil em 13 de novembro.

Confira:

Baseado no romance de Tay Marley, o filme é centrado na jovem sonhadora Dallas (Agudong), que está determinada a honrar a memória de sua mãe e entrar na melhor escola de dança do país. Tudo parecia sob controle até Drayton Lahey, o bad boy mais popular do colégio, entrar na sua vida. De repente, entre passos de dança, provocações e segredos que ninguém imagina, os dois vão descobrir que às vezes o amor chega justamente quando você menos espera.

Justin Wu assume a cadeira de direção, enquanto Crystal FerreiroMary Gulino assinam o roteiro.

James Van Der Beek (‘Dawson’s Creek’) integra o elenco.

‘One Piece: A Série’: Vídeo revela como foram coreografadas as INCRÍVEIS cenas de ação da 2ª temporada

A segunda temporada de ‘One Piece: A Série’, fenômeno da Netflix, já está disponível para os assinantes – e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional inédito do mais recente ciclo.

O material nos leva aos bastidores da iteração e explora como foram coreografadas as incríveis cenas de ação.

Confira:

No Rotten Tomatoes, a nova temporada conquistou aprovação quase unânime, alcançando 100% de aprovação da crítica especializada, com base em 26 avaliações, e 96% de aprovação do público.

Para comparação, a primeira temporada registrou 86% de aprovação da crítica e 95% do público.

Os críticos, em geral, elogiaram a adaptação, destacando especialmente a fidelidade da produção da Netflix em relação à animação original.

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Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“One Piece incorpora o otimismo infinito de sua tripulação de piratas com uma segunda temporada que é mais forte e confiante em quase todos os aspectos. Esta é a adaptação live-action que os fãs de longa data merecem”, disse David Opie do GamesRadar+.

“A 2ª temporada de One Piece prova que a adaptação live-action da Netflix pode prosperar por muitos anos e temporadas, desde que continue fiel ao mangá”, disse Ernesto Valenzuela do Discussing Film.

‘One Piece’: Netflix revela processo de criação de Tony Tony Chopper; Confira!

“É sinceramente impressionante ver como eles conseguem concluir tudo tão bem aqui. Que venha a 3ª temporada”, disse Nick Valdez do ComicBook.

“Resumindo, a 2ª temporada de One Piece consolida a série como uma das melhores da TV”, disse Lewis Glazebrook do Screen Rant.

“É bobo, deliberadamente estranho e demonstra seus sentimentos de forma aberta, e isso já é suficiente para dar um impulso à série”, disse Clint Worthington do RogerEbert.

‘One Piece: A Série’: Desbrave os bastidores da 2ª temporada com novo vídeo promocional; Confira!

“Esta temporada aposta ainda mais em emoção e ação de alto risco. Prepare-se para lágrimas enquanto exploramos mais histórias de fundo dos Chapéus de Palha”, disse Tessa Smith do Mama’s Geeky.

‘One Piece: A Série’ está disponível na Netflix.

A produção acompanha as aventuras dos Piratas do Chapéu de Palha em sua jornada pelo mundo em busca do lendário tesouro deixado pelo Rei dos Piratas. Nesta nova temporada, a trama adaptará os arcos que antecedem a épica Saga de Alabasta, confirmada como o foco central do terceiro ano da produção.

Iñaki Godoy, Mackenyu, Emily Rudd, Jacob Romero Gibson, Taz Skylar, Peter Gadiot, Morgan Davies, Ilia Isorelýs Paulino, Aidan Scott e Jeff Ward. 

‘Viúva Negra’: Kevin Feige faz grandes revelações sobre o filme solo da personagem

Desde o anúncio do filme solo da ‘Viúva Negra‘, os fãs não param de se questionar sobre época do filme, quais heróis e vilões podem aparecer na narrativa e qual será seu impacto no MCU.

Durante uma entrevista para o io9, Kevin Feige expôs seu pensamento sobre o que a Marvel Studios pretende realizar com esse filme:

“Sempre existe um método, e fazer as coisas de uma maneira inesperada é algo que achamos divertido. Existem maneiras de fazer prelúdios menos informativos ou que respondem a perguntas que você nem sequer imaginou, e há maneiras em que você aprende todo tipo de coisas que você nunca conheceu antes.”

O passado de Natasha Romanoff como uma assassina da KGB foi encoberto desde sua introdução em ‘Homem de Ferro 2‘, e é de se imaginar que em seu filme veremos alguns desses eventos sombrios que a levaram à S.H.I.E.L.D. e à sua relação com o Gavião Arqueiro.

Feige também explicou as referências que estão usando para construir um prelúdio baseado em produções de sucesso.

“Eu vejo ‘Better Call Saul‘ como um exemplo maravilhoso de prelúdio que quase se sustenta por si só, além de ‘Breaking Bad‘, porque ele te informa sobre muitas coisas que você não conhecia antes. Então o tempo dirá para que lado seguiremos.”

As gravações do longa dirigido por Cate Shortland (‘A Síndrome de Berlin‘) já começaram e a história deve ser focada na origem da heroína.

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence PughO.T. Fagbenle

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia.

 

 

‘Velozes e Furiosos 9’: Fãs ficam desapontados com adiamento da estreia; Confira as reações!

Diversas produções do cinema estão sofrendo atrasos nas gravações e adiamentos das estreias por causa do Coronavírus, e não foi diferente com ‘Velozes e Furiosos 9‘, adiado para abril de 2021.

Nas redes sociais, os fãs da franquia publicaram mensagens de decepção e protestaram contra o adiamento.

Confira:

Através de um comunicado, a Universal Pictures do Brasil também confirmou o adiamento da estreia por aqui.

Confira:

Para a nossa família de fãs de Velozes,
Nós sentimos todo o amor e a expectativa de vocês pelo próximo capítulo da nossa saga. É por isso que é especialmente difícil comunicá-los que nós precisamos mudar a data de lançamento do filme. Se tornou claro que não vai ser possível para todos os nossos fãs ao redor do mundo assistir ao filme em maio.

Nós estamos mudando a data do lançamento mundial para abril de 2021, com a América do Norte lançando em 2 de abril. Embora saibamos que é decepcionante ter que esperar um pouco mais, essa mudança está sendo feita pela segurança de todos como nossa principal consideração. A mudança de data vai permitir que a nossa família global viva junta a experiência do novo capítulo. Vemos vocês no ano que vem.

Com amor,
Sua Família Velozes

Como diversos cinemas e shoppings foram fechados ao redor do mundo para evitar a propagação da doença, o estúdio decidiu aguardar um ano até que a situação seja amenizada.

Lembrando que diversas produções tiveram sua estreia adiada por causa da epidemia, incluindo ‘007 – Sem Tempo para Morrer’, adiado de abril para novembro, e ‘Um Lugar Silencioso 2‘, que ainda não teve previsão divulgada.

Dirigido por Justin Lin, o filme será estrelado por Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris, Helen Mirren, Charlize Theron, John Cena, Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

‘Queen Sono’: Série africana da Netflix é cancelada com apenas uma temporada

No final de abril, a Netflix tinha anunciado que a série afriacana ‘Queen Sono‘ havia sido renovada para a 2ª temporada.

No entanto, a plataforma de streaming reverteu a decisão por conta da pandemia do Coronavírus, o que impediu as gravações dos novos episódios.

Lembrando que 1ª temporada foi gravada em 37 locações diferentes em todo o território africano, incluindo África do Sul, Quênia, Nigéria e Zenzibar.

E a 2ª temporada prometia ser uma aventura muito mais grandiosa, abrangendo grande parte do continente, uma tarefa que se mostrou completamente difícil devido à atual situação.

Através de um comunicado, os representantes da Netflix disseram que:

“Tomamos a difícil decisão de não avançar com a segunda temporada de ‘Queen Sono’, mas estamos extremamente orgulhosos da equipe por compartilhar sua visão audaciosa e trazê-la à vida em parceria a Netflix. Um enorme obrigado aos nossos fãs em todo o mundo pelo amor partilhado pela primeira série africana da plataforma. Continuaremos a trabalhar em estreita colaboração com a indústria criativa da África do Sul para continuar a produzir histórias ‘Made-in-South Africa’ da forma como elas merecem.”

Em seu perfil do Twitter, Kagiso Lediga, criador da atração, lamentou a notícia.

Na publicação, ele escreveu:

“Mais uma baixa em 2020. Obrigado a todos os fãs e à incrível equipe por trás de ‘Queen Sono’ por toda a magia e pela ajuda que nos deram.”

Sucesso entre a crítica especializada, a série registrou 91% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira o trailer:

A história gira em torno de uma espiã de elite sul-africana encara a missão mais perigosa de sua vida enquanto lida com problemas pessoais.

Pearl ThusiVuyo DabulaSechaba MorojeleChi MhendeLoyiso MadingaRob Van VuurenKate LiquorishKhathu RamabulanaEnhle MaphumuloAbigail Kubeka e outros estrelam a produção.

‘Homem-Aranha 3’: Fãs estão EXTASIADOS com as surpresas no trailer da sequência; Confira

Após uma longa e exaustiva espera, os fãs da Marvel foram recompensados com o incrível trailer de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’.

Além de destacar os desafios de Peter (Tom Holland) tentando lidar com a revelação de sua identidade no filme anterior, o destaque da prévia é a abertura do Multiverso… Ou Aranhaverso.

Como já era de se esperar, o retorno do Duende Verde (Willem Dafoe), Dr Octopus (Alfred Molina) e Eléctro (Jamie Foxx) está causando êxtase nos fãs, que sempre sonharam em ver os vilões reunidos.

Além disso, O Homem de Areia e o Lagarto também são vistos em alguns vislumbres do vídeo.

Nem é preciso dizer que todas essas evidências estão gerando diversas teorias sobre o retorno dos Aranhas de Tobey Maguire e Andrew Garfield.

Confira as reações:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ estreia em 16 de dezembro de 2021 nos cinemas nacionais.

‘A Lista Terminal’: Série de suspense com Chris Pratt ganha novas imagens oficiais; Confira!

Através do Twitter, a página oficial da série de suspense ‘A Lista Terminal‘ divulgou novas imagens oficiais, destacando alguns dos personagens da trama

Estrelada por Chris Pratt (A Guerra do Amanhã; Jurassic World), a produção tem estreia agendada para o dia 1º de julho na Amazon Prime.

Confira, junto com o trailer e a sinopse:

Baseado no romance homônimo de Jack Carr, ‘A Lista Terminal‘ acompanha James Reece (Chris Pratt) depois que todo o seu pelotão das Forças de Operações Especiais da Marinha dos Estados Unidos (Navy SEALs) é emboscado durante uma missão secreta de alto risco. Reece volta para casa, para sua família com memórias conflitantes do evento e perguntas sobre sua culpa no acontecimento.

No entanto, à medida que novas evidências vêm à tona, Reece descobre que forças obscuras estão trabalhando contra ele, colocando em risco não apenas sua vida, mas também a vida daqueles que ele ama.

Confira a primeira imagem oficial:

Além de Pratt, a série é estrelada por Constance Wu, Taylor Kitsch, Jeanne Tripplehorn, Riley Keough, Arlo Mertz, Jai Courtney, JD Pardo, Patrick Schwarzenegger, LaMonica Garrett, Stephen Bishop, Sean Gunn, Tyner Rushing, Jared Shaw, Christina Vidal, Nick Chinlund, Matthew Rauch, Warren Kole e Alexis Louder, entre outros.

O cinema pode acabar? Kevin Feige, da Marvel Studios, dá sua opinião sobre o assunto

Durante a pandemia do Coronavírus, diversas redes de cinema pelo mundo fecharam as portas, levando o público a e perguntar se seria o fim da experiência de ir ao cinema.

A pandemia foi a prova de como a indústria cinematográfica é frágil, considerando que muitos cinemas ainda adotam medidas de distanciamento para evitar novos contágios da doença.

Durante sua participação The Movie Business Podcast, o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, foi convidado a dar sua opinião sobre “o fim do cinema”, mas ele sustenta uma perspectiva bem otimista.

“Eu estava conversando com alguém, e não vou citar nomes, mas estava em uma chamada de vídeo com um grupo de pessoas e meio que compartilhei isso: ‘O cinema vai acabar? A indústria do cinema vai acabar?’ E essa pessoa muito esperta disse: ‘Não vai’. Se acabar, não será daqui a alguns anos’. Durante a pandemia, lá em 2020, essa pessoa disse: ‘Daqui a três anos, estaremos voltando ao cinema normalmente’. Eu pensei: ‘Caramba, é muito tempo, isso é horrível. Espero que seja em seis meses’. Mas aquela pessoa estava certa.”

Ele continuou:

“Essa pessoa também disse: ‘Não sou fã de esportes, e qualquer pessoa pode assistir aos jogos na frente da TV. Mas o que as leva a sair de casa, na chuva, no meio de multidões, enquanto procuram vagas de estacionamento só para assistirem aos jogos no estádio?’ Bom, você sabe a resposta… É a experiência compartilhada. É o calor humano. E, se um dia você encontrar estádios vazios, aí você pode começar a se preocupar com o fim do cinema’.”

Por fim, Feige disse:

“Eu concordo totalmente com esse ponto de vista, por isso sou otimista quanto a permanência do cinema no cotidiano. Haverá novas mudanças, interrupções e obstáculos pela frente, mas as pessoas sempre vão querer rir e chorar juntas.”

Bom, se há alguém que entende sobre a indústria do cinema é Feige, já que ele ele está por trás do sucesso de filmes da Marvel há mais de 20 anos.

Lembrando que o filme mais recente do estúdio é ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘, que chega à Disney+ no dia 1º de fevereiro. 

A sequência também conta com Letitia Wright, Angela Bassett, Lupita Nyong’o, Dominique Thorne, Winston Duke, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiro ‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Aos 83 anos, Chuck Norris vai retornar aos filmes de ação em ‘Agent Recon’; Confira a sinopse e imagem oficial!

De acordo com o Deadline, o lendário artista marcial Chuck Norris (‘Braddock – O Super Comando’) vai retornar aos filmes de ação em ‘Agent Recon‘, vindoura produção que vai misturar o gênero com ficção científica.

A última vez que Norris havia atuado em filme de ação foi em ‘Os Mercenários 2’, dirigido por Simon West em 2012.

Em ‘Agent Recon‘, ele interpreta Alastair, o comandante de uma força-tarefa secreta de segurança que é enviado a uma missão liderada pelo rigoroso Coronel Green (Marc Singer) e seus experientes fuzileiros navais para rastrear uma misteriosa perturbação de energia em uma base no Novo México, suspeita de experimentar tecnologia alienígena.

Quando a equipe encontra um ser desconhecido não apenas de força e velocidade extraordinárias, mas também capaz de controlar soldados, Alastair deve lutar contra inimigos imparáveis para descobrir a verdade por trás da fortaleza hostil e evitar a morte da humanidade.

Escrito e dirigido por Derek Ting (‘Agent Revelation’), que também faz parte do elenco, o longa já foi gravado e estará à venda no American Film Market, evento que reúne diversas produtoras, distribuidoras e plataformas de streaming.

O filho de Norris, Dakota, também faz parte da produção como coordenador de dublês, como revelou Ting em um comunicado.

“Com os maiores heróis da Terra, Chuck Norris e Marc Singer, literalmente se preparando para isso, eu sabia que tínhamos que garantir que os fãs experimentassem uma diversão épica. Minha equipe de dublês ultrapassou os limites da minha visão para uma ação clara e fundamentada, elevada com uma narrativa motivada, e o filho de Chuck, Dakota, veio a bordo para coreografar todas as sequências de luta de seu pai. Além disso, filmamos com as câmeras cinematográficas ARRI Alexa nos cenários e paisagens mais deslumbrantes de Hollywood e finalizamos com efeitos visuais de ponta, uma trilha sonora revigorante e efeitos sonoros de tirar o fôlego.”

Berry Meyerowitz e Jeff Sackman, co-presidentes da Quiver Distribution, também se mostraram bastante empolgados em trabalhar com Norris.

“Estávamos procurando uma oportunidade de trabalhar com o lendário Chuck Norris, onde ele pudesse mostrar suas habilidades de luta ainda excepcionais. Ficamos emocionados quando ele entrou imediatamente no filme depois de ler o roteiro de Derek Ting, e mal podemos esperar que seus muitos fãs o vejam de volta à ação.”

A previsão é que o longa seja lançado já no ano que vem na América do Norte.

Confira a primeira imagem oficial:

Norris, Ting e Singer

Cinebiografia do lutador Hulk Hogan estrelada por Chris Hemsworth é CANCELADA

Desde 2019, Chris Hemsworth estava se preparando para intérpretar o ex-lutador Hulk Hogan numa cinebiografia dirigida por Todd Phillips (‘Coringa‘) para a Netflix.

No entanto, Phillips revelou que o projeto não está mais em desenvolvimento depois que a plataforma de streaming abandonou a ideia.

Enquanto promovia ‘Coringa: Loucura a Dois‘, Phillips foi questionado pelo ComicBook sobre a cinebiografia, ao que ele respondeu:

“Eu amo o que estávamos tentando fazer, mas isso não vai se concretizar para mim. Isso é praticamente um encerramento, e parece que não há volta depois que a Netflix saiu do projeto.” 

O próprio Hogan já havia abandonado a parceria com a Netflix devido à demora no desenvolvimento.

Em entrevista para o Insight, ele culpou uma falha comercial que resultou em sua saída, mas ainda deseja colaborar com Hemsworth e Phillips.

“Foi uma situação em que, em termos de negócios, a Netflix meio que perdeu a data no que diz respeito a uma estratégia comercial. Eu tive a opção de mudar de marcha naquele momento. Meus direitos de vida e outras coisas estão com outro estúdio agora e há muitas coisas que estão para acontecer. Espero que [o diretor] Todd Phillips e Chris Hemsworth ainda queiram atuar, ainda há uma grande oportunidade por aí.”

Lembrando que Ben Affleck, conhecido por filmes como ‘Gênio Indomável‘, pode interpretar Hogan em ‘Killing Gawker’, cinebiografia do atleta.

A cinebiografia, produzida pela empresa de Affleck e Matt Damon, a Artists Equity, irá dramatizar a épica batalha legal entre Hogan e a Gawker Media, que culminou no fechamento do site.

O roteiro, baseado no livro de Ryan Holiday, “Conspiracy: Peter Thiel, Hulk Hogan, Gawker e a Anatomia da Intriga”, será escrito por Charles Randolph (‘A Grande Aposta’).

O filme promete explorar os bastidores da disputa judicial, que teve início quando a Gawker publicou um vídeo íntimo de Hogan sem sua autorização. O lutador processou o site por invasão de privacidade, buscando uma indenização milionária. Após anos de batalhas legais, a Gawker foi à falência.

Gus Van Sant (‘Milk: A Voz da Igualdade’) está em negociações para dirigir o filme.

Este é o segundo filme biográfico sobre Hogan em desenvolvimento, com Chris Hemsworth interpretando o lutador em uma dramatização mais direta de sua vida.

Para quem não conhece, Hogan alcançou popularidade nacional em 1980 e 1990, como o personagem Hulk Hogan na World Wrestling Federation (WWF, agora WWE). Encabeçando diversos par-per-views em sua carreira, as exibições de seus confrontos sempre foram populares, rendendo ao lutador uma condecoração por sua jornada no Hall da Fama da WWE, em 2005.

Produtor de ‘Batman & Robin’ culpa a Warner por FRACASSO do filme

Em uma entrevista recente ao canal do YouTube Traversing the Stars, o produtor de ‘Batman & Robin‘, Michael Uslan, abordou o fracasso de bilheteria que o filme enfrentou após seu lançamento em 1997, atribuindo a culpa à Warner Bros.

Uslan comentou sobre a orientação que o estúdio deu ao diretor Joel Schumacher na época, buscando um tom mais leve e familiar para o filme, a fim de impulsionar a venda de brinquedos infantis relacionados ao filme, seguindo a tendência de produtos como os brindes do McLanche Feliz.

“Joel, naquela época, recebia uma orientação do estúdio”, explicou Uslan. “Naquela época, o estúdio era muito apaixonado por brinquedos e brindes do McLanche Feliz. E após os filmes de Tim Burton, eles queriam se voltar para esse lado das coisas e queriam filmes que fossem mais leves, mais brilhantes, mais infantis e voltados para a família.”

Essa mudança de abordagem afetou significativamente o resultado final do filme, que recebeu críticas negativas e teve um desempenho abaixo do esperado nas bilheterias.

O produtor também expressou sua preocupação com a direção que a franquia ‘Batman‘ estava tomando, sentindo que os filmes estavam se tornando mais focados em promover produtos e brinquedos do que em contar histórias cinematográficas genuínas.

“Minha sensação era que as coisas começaram a se inverter, e o que estávamos fazendo não eram filmes. Estávamos fazendo comerciais de duas horas para brinquedos”, afirmou Uslan.

Relembre o trailer:

A dupla dinâmica enfrenta uma terrível dupla de vilões: o gélido Mr. Freeze (Arnold Schwarzenegger) e a delicada botânica que, ao sofrer um acidente, transforma-se na perigosa e vingativa Hera Venenosa (Uma Thurman). Mas, para poder livrar Gotham City das garras dos vilões, Batman (George Clooney) e Robin (Chris O’Donnell) contam com uma nova companheira, a Batgirl (Alicia Silverstone).

Kirsten Dunst, estrela da trilogia ‘Homem-Aranha’, responde se faria outro filme de super-heróis

Kirsten Dunst, conhecida por seu papel como Mary Jane na trilogia ‘Homem-Aranha’, dirigida por Sam Raimi entre 2002 e 2007, recentemente falou sobre a possibilidade de trabalhar novamente em filmes de super-heróis.

Durante uma entrevista à Marie Claire, a atriz, que tem se dedicado a filmes mais intimistas desde sua saída da trilogia, declarou:

“Eu definitivamente voltaria a fazer filmes de super-heróis”, diz Dunst com uma sinceridade refrescante, “porque você recebe muito dinheiro, e eu tenho dois filhos para sustentar, além de cuidar da minha mãe.”

Lembrando que o próximo filme de Kirsten Dunst é ‘Guerra Civil’, sci-fi distópico co-estrelado pelo brasileiro Wagner Moura (‘Narcos’).

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de abril.

Guerra Civil‘ é dirigido por Alex Garland, também responsável por ‘Ex_Machina‘.

Em um futuro próximo nos EUA, a corrida à Casa Branca coloca em risco o futuro de todos.

O elenco ainda conta com Cailee Spaeny, Stephen McKinley Henderson Nick Offerman.