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Paul Walker e outros 9 Atores que nos Deixaram Cedo Demais

Neste dia 30 de novembro de 2013, completam 7 anos que o astro Paul Walker morreu, o que nos fez lembrar de outros atores talentosos que, como ele, morreram muito jovens. Além da tristeza e da saudade, o que se destaca também é o sentimento de perda que fica ao imaginarmos quais outros filmes memoráveis poderiam ter sido estrelados por estes atores. Sendo assim, nada mais justo do que prestarmos uma justa homenagem e relembrar os nomes de 10 atores que sofreram este triste destino.

Infelizmente, não faltam casos de atores ou outras pessoas famosas e providas de muito talento que perdem sua vida de forma precoce. Seja no esporte, como Ayrton Senna, na música como Freddie Mercury ou até mesmo na política como John F. Kennedy, temos vários exemplos disto. Como dito antes, na maioria dos casos, sua partida inesperada acaba deixando um vazio no coração dos fãs e interrompendo uma carreira que prometia ainda agradáveis surpresas.

De qualquer forma, essa tristeza não diminui em nada o poder do legado já construído por eles, muito pelo contrário, acaba conferindo o status de lenda a alguns desses ícones e os eternizando ainda mais em nossa memória e na história. Vale lembrar que não se trata de um “Top 10” (a lista está ordenada pela idade de cada ator ao falecer) e que esta lista só traz atores, por isso a ausência de nomes de atrizes. Fique à vontade para compartilhar nomes de outros atores que eram admirados e nos deixaram ainda muito jovens.

 

Phillip Seymour Hoffman – 46 anos

Phillip Seymour Hoffman

O papel mais icônico de Phillip Seymour Hoffman veio com seu retrato do autor Truman Capote no filme ‘Capote’ (2005). Hoffman havia recebido vários prêmios – incluindo o prestigiado Oscar de Melhor Ator. Suas outras performances famosas incluem Jogos de Poder (2007), O Mestre (2012), e a franquia Jogos Vorazes. Ele faleceu em fevereiro de 2014 com a idade de 46 anos devido a uma “intoxicação aguda por drogas, incluindo heroína, cocaína, benzodiazepínicos e anfetaminas”.

 

John Candy – 43 anos

John Candy

Candy foi um dos maiores e mais engraçados atores comediantes do Canadá. Seu estilo bem conhecido como o “atrapalhado de grande coração” lhe rendeu clássicos em ‘Quem Vê Cara de: Não Vê Coração’ (1989) e ‘Antes Só do Que Mal Acompanhado’ (1987). Sua carreira teve alguns períodos de seca, mas ele sempre se recuperou antes de nos deixar prematuramente em 1994.

 

Paul Walker – 40 anos

Paul Walker

Nascido em Glendale, Califórnia, Paul William Walker IV tornou-se um grande astro de ação quando atuou em ‘Velozes e Furiosos’, uma série de filmes de perseguição do carro cheias de ação com acrobacias que desafiam a morte. Ele também apareceu em séries como ‘The Young and the Restless’ bem como em outros filmes como ‘Mergulho Radical’ (2005) e ‘Contagem Regressiva’ (2013). Em um caso de ironia dramática horrível, Walker – no auge de sua fama – foi envolvido em um acidente de carro terrível em seu caminho para um evento de caridade para ajudar os atingidos pelo tufão Haiyan. O Porsche que seu amigo estava dirigindo perdeu o controle, bateu em uma árvore e explodiu em chamas.

 

Chris Farley – 33 anos

Chris Farley

Chris Farley foi um dos mais engraçados atores de sua geração, com uma graça e facilidade de movimento que desmentia sua grande fisicalidade. Foi a estrela de Saturday Night Live por seis anos e suas performances eram as melhores deste programa na década de 1990, o que lhe valeu papéis em filmes que ele, sozinho, tornou engraçados, como ‘Mong e Lóide’ (1995), Um Ninja da Pesada (1997) e A Ovelha Negra (1996). Ele nasceu em Madison, Wisconsin em 1964 e estudou teatro durante sua passagem na Universidade Marquette. Ele morreu de uma overdose de drogas em 1993, vítima de seus problemas de dependência graves e estilo de vida desregrado.

 

John Belushi – 33 anos

John Belushi

Belushi foi um Chris Farley antes que houvesse uma Chris Farley. Belushi era um daqueles caras que conseguia ser engraçado sem fazer nada, poderia ficar parado por 5 min e te fazer rir. Na TV, teve uma ascensão meteórica no programa Saturday Night Live. No cinema, seu maior sucesso foi o filme ‘Os irmãos cara-de-pau‘ (1980), no qual contracenou com Dan Aykroyd.

 

Bruce Lee – 32 anos

Bruce Lee

Bruce Lee ainda é o maior nome das artes marciais que a humanidade já conheceu e desenvolveu, sozinho, novos sistemas de artes marciais além de trazer o gênero a Hollywood e à América do Norte. Ele nasceu em 1940 em San Francisco e viveu em Hong Kong, onde atuou em várias funções antes de retornar aos Estados Unidos para ser um professor apaixonado do Wing Chun e estilos Jeet Kune Do de luta. Ele faleceu em 1973 após ter estrelado apenas um grande filme para Hollywood, o aclamado ‘Operação Dragão’, com os médicos sugerindo a causa oficial da morte sendo um edema do cérebro devido a uma má reação a analgésicos. Muitas teorias bizarras cercam sua morte, alguns afirmando que ele foi assassinado ou morreu devido a uma maldição.

 

Brandon Lee – 28 anos

Brandon Lee

Teorias da maldição de Bruce Lee ressurgiram quando seu filho, Brandon Lee, foi acidentalmente baleado e morto enquanto filmava ‘O Corvo’. Aparentemente, em vez de balas de festim, a arma tinha uma bala verdadeira escondido na câmara, ferindo fatalmente Brandon em 1993. Brandon nasceu em Oakland em 1965 e atuou em filmes de ação, como ‘Massacre no Bairro Japonês’ (1991) e ‘Rajada de Fogo’ (1992) antes de seu grande papel em ‘O Corvo’. Como seu pai, ele estudou artes marciais e estava para se casar com Eliza Hutton menos de dois meses antes de sua morte.

 

Heath Ledger – 28 anos

Heath Ledger

Heath Ledger estava rapidamente se tornando conhecido como um dos melhores atores de sua geração após o papel definidor de Coringa em ‘O Cavaleiro das Trevas’ de Christopher Nolan, que inclusive lhe rendeu um Oscar póstumo. Ele alcançou o estrelato por seu papel em ‘Brokeback Mountain’ como um trabalhador de fazenda que tem um caso de amor clandestino com um peão de rodeio, interpretado por Jake Gyllenhaal. Foi esse papel que foi elogiado pela crítica e público e ele recebeu o Globo de Ouro e indicação ao Oscar. No auge de sua carreira, e no meio das filmagens de ‘O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus’ (2009), Ledger morreu. A causa foi listada como uma combinação acidental de soníferos e outros medicamentos prescritos. Acredita-se que ele se tornou emocionalmente e fisicamente exausto depois de seu retrato psicótico do Coringa no ano anterior.

 

Anton Yelchin – 27 anos

Anton Yelchin

Anton Yelchin foi a adição mais nova a esta triste lista, conhecido por interpretar Bobby em ‘Lembranças de Um Verão’ (2001), Charlie Brewster no ‘A Hora do Espanto’ (2011) e, mais recentemente, Chekov nos filmes da renovada franquia ‘Star Trek’. Além de um talento nato e de ter uma carreira extremamente promissora, o que mais nos entristece é a forma bizarra como ele morreu. Depois de estacionar o carro e sair para checar as correspondências, ele foi esmagado pelo carro que começou a descer sem que ele percebesse.

 

James Dean – 24 anos

James Dean

Nascido em Marion, Indiana, em 1931, James Dean inicialmente estudou Direito em Santa Monica antes de perseguir sua verdadeira paixão e se matricular na UCLA para estudar teatro. Após se mudar para Nova York, ele rapidamente se estabeleceu como um ator talentoso na produção teatral de ‘O Imoralista‘ antes de fazer sua marca nos filmes ‘Vidas Amargas’ (1955), ‘Assim Caminha a Humanidade’ (1956) e mais notavelmente, como um galã icónico em ‘Juventude Transviada’ (1955). Seu estrelato foi subindo para níveis meteóricos quando ele faleceu em um acidente de carro em 1955. O talento de Dean e carisma lhe renderam duas indicações ao Oscar póstumos – fazendo dele a única pessoa a ser nomeada duas vezes depois de sua morte.

‘Viúva Negra’ recebe certificado “FRESH” no Rotten Tomatoes

Com mais de 140 reviews publicadas, ‘Viúva Negra‘ finalmente recebeu seu selo de certificado Fresh no Rotten Tomatoes.

Quando pelo menos 60% das críticas são positivas, o filme recebe o status de Fresh no Rotten Tomatoes, e um ícone de tomate vermelho é exibido na página do título com destaque.

Segundo o consenso geral, “os temas mais profundos se afogam em meio a tanta ação, mas [o filme] continua como uma sólida e divertida aventura solo que é guiado por um estelar elenco coadjuvante”. 

O longa recebeu 84% de aprovação, com nota 7.20/10.

Confira os principais comentários abaixo:

Crítica | Viúva Negra é um eletrizante espetáculo de cenas de ação, com direito a assuntos bem complexos

“Uma mistura satisfatória de músculos e emoção” – Time Out.

“Mesmo onze anos depois, Natasha Romanoff ganhou um filme que faz justiça ao seu status como espiã lendária” – Cinemanía.

Viúva Negra dá a Nat um legado que pode estender fundo no MCU e mudá-lo para o melhor” – Den of Geek.

“[O filme] parece uma oportunidade perdida – uma adição enérgica no Universo Cinemático Marvel que acalma o público até aventuras maiores e mais ricas chegarem” – Screen International.

“Apesar de não saber por que o filme precisava existir, acredito que [a diretora] Cate Shortland consturiu uma obra realmente fascinante e divertida” – Le Noir Auteur.

Lembrando que Viúva Negra tem estreia marcada para 08 de julho nos cinemas nacionais e para 09 de julho na plataforma do Disney+, com o Premier Access.

No thriller de espionagem, Natasha Romanoff confronta as partes obscuras de sua racionalidade quando uma perigosa conspiração atada ao seu passado vem à tona. Perseguida por uma força que não vai parar até destruí-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e com os relacionamentos despedaçados deixados para trás depois de se tornar uma Vingadora.

Além de Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

OI? Zack Snyder é PROIBIDO de concorrer ao Oscar por ‘Liga da Justiça’… Entenda o motivo!

Há alguns anos, os organizadores do Oscar descartaram os planos de introduzir a categoria Melhor Filme Popular na premiação. Porém, a edição deste ano apresentará a categoria Filme Favorito dos Fãs, que será decidido pelos usuários do Twitter.

Utilizando a hashtag #OscarFanFavorite e o título do filme em inglês, os cinéfilos poderão decidir os vencedores da categorias online até o dia 03 de março.

No entanto, o Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘ foi vetado da lista de concorrentes.

De acordo com o CBM, há especulações de que a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas pode ter tomado esta decisão com medo de que a tag #RestoreTheSnyderVerse roube a atenção do evento.

A versão de quatro horas de ‘Liga da Justiça‘, lançada no ano passado, não está listada como opção e também não pode participar da categoria de Filme Favorito dos Fãs, que será votada através do Twitter.

As regras estipulam que “O Filme Favorito de um participante pode ser qualquer um dos filmes elegíveis para o 94º Oscar – todos os filmes são mostrados no site do Oscar. Filmes caseiros ou filmes que não foram elegíveis NÃO PODEM ser usados como Filme Favorito.”

A Academia também forneceu uma lista de filmes elegíveis (não se preocupe, Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa está entre eles), e ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘ não foi listado. 

Perseguição?

Lembrando que a votação começou no dia 14, e o filme preferido tem que ter sido lançado em 2021 – mesmo não tendo sido indicado oficialmente ao Oscar.  

Qual foi o seu filme preferido do ano passado?

O resultado será reconhecido durante a transmissão da cerimônia oficial, que está marcada para 27 de março de 2022.

Vale lembrar que a Rede Globo abriu mão dos direitos de exibição da cerimônia do Oscar 2022 e não exibirá o evento na TV Aberta. Ao invés de ser exibido na Globo pela metade, por causa do BBB, o evento terá transmissão na íntegra apenas para os assinantes do GloboPlay.

Na TV paga, o evento será exibido pela TNT. As informações são da Folha de São Paulo.

Os vencedores serão revelados no dia 27 de Março em uma cerimônia presencial em Los Angeles.

Confira a lista completa de indicados:

MELHOR FILME

Belfast

CODA

Não Olhe para Cima

Drive My Car

Duna

King Richard: Criando Campeãs

Licorice Pizza

O Beco do Pesadelo

Ataque dos Cães

Amor, Sublime Amor

MELHOR DIREÇÃO

Kenneth BranaghBelfast

Ryusuke Hamaguchi, Drive My Car

Paul Thomas AndersonLicorice Pizza

Jane CampionAtaque dos Cães

Steven SpielbergAmor, Sublime Amor

MELHOR ATRIZ

Jessica Chastain, Os Olhos de Tammy Faye

Olivia Colman, A Filha Perdida

Penélope Cruz, Mães Paralelas

Nicole KidmanBeing the Ricardos

Kristen StewartSpencer

MELHOR ATOR

Javier Bardem, Being the Ricardos

Benedict CumberbatchAtaque dos Cães

Andrew Garfield, Tick, Tick… Boom

Will SmithKing Richard: Criando Campeãs

Denzel Washington, A Tragédia de Macbeth

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Jessie Buckley, A Filha Perdida

Ariana DeBose, Amor, Sublime Amor

Judy Dench, Belfast

Kirsten Dunst, Ataque dos Cães

Aunjanue Ellie, King Richard: Criando Campeãs

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Ciarán Hinds, Belfast

Troy Kotsur, CODA

Jesse Plemons, Ataque dos Cães

J.K. Simmons, Being the Ricardos

Kodi Smit-McPhee, Ataque dos Cães

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

CODA

Drive My Car

Duna

A Filha Perdida

Ataque dos Cães

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

Belfast

Não Olhe para Cima

Licorice Pizza

King Richard: Criando Campeãs

A Pior Pessoa do Mundo

MELHOR ANIMAÇÃO

Encanto

Flee

Luca

A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas

Raya e o Último Dragão

MELHOR DOCUMENTÁRIO

Ascension

Attica

Flee

Summer of Soul

Writing with Fire

MELHOR DOCUMENTÁRIO EM CURTA-METRAGEM

Audible

Lead Me Home

The Queen of Basketball

Three Songs for Benazir

When We Were Bullies

MELHOR FILME INTERNACIONAL

Drive My Car

Flee

A Mão de Deus

Lunana: A Yak in the Classroom

A Pior Pessoa do Mundo

MELHOR FIGURINO

Cruella

Cyrano

Duna

O Beco do Pesadelo

Amor, Sublime Amor

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO

Duna

O Beco do Pesadelo

Ataque dos Cães

A Tragédia de Macbeth

Amor, Sublime Amor

MELHOR MONTAGEM

Não Olhe para Cima

Duna

King Richard: Criando Campeãs

Ataque dos Cães

Tick, Tick… Boom!

MELHOR FOTOGRAFIA

Duna

O Beco do Pesadelo

Ataque dos Cães

A Tragédia de Macbeth

Amor, Sublime Amor

MELHORES EFEITOS VISUAIS

Duna

Free Guy – Assumindo o Controle

007 – Sem Tempo para Morrer

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis

Homem-Aranha: Sem Volta para Casa

MELHOR MAQUIAGEM & CABELO

Um Príncipe em Nova York 2

Cruella

Duna

Os Olhos de Tammy Faye

Casa Gucci

MELHOR SOM

Belfast

Duna

007 – Sem Tempo para Morrer

Ataque dos Cães

Amor, Sublime Amor

MELHOR TRILHA SONORA

Não Olhe para Cima

Duna

Encanto

Mães Paralelas

Ataque dos Cães

MELHOR MÚSICA ORIGINAL

“Be Alive”, King Richard: Criando Campeãs

“Dos Oruguitas”, Encanto

“Down To Joy”, Belfast

“No Time To Die”, 007 – Sem Tempo para Morrer

“Somehow You Do”,  4 Good Days

MELHOR CURTA-METRAGEM ANIMADO

Affairs of the Art

Bestia

Boxballet

A Sabiá Sabiazinha

The Windshield Wiper

MELHOR CURTA-METRAGEM EM LIVE-ACTION

Ala Kachuu – Take and Run

The Dress

The Long Goodbye

On My Mind

Please Hold

Suspense tira a liderança de ‘Avatar: O Caminho da Água’ nas bilheterias após 7 semanas

Batem à Porta‘, novo suspense de M. Night Shyamalan, tirou a liderança de ‘Avatar: O Caminho da Água‘ após o filme de James Cameron ficar inacreditáveis sete semanas no topo.

O suspense fez US$ 5,4 milhões em seu primeiro dia de exibição, e deve encerrar o fim de semana com US$ 14,7 milhões.

A comédia ‘80 for Brady‘ deve encerrar o fim de semana com US$ 13 milhões, e ‘Avatar: O Caminho da Água‘ deve cair para o terceiro lugar com US$ 10,2 milhões.

Segundo a VarietyBatem à Porta, novo suspense de M. Night Shyamalan (‘Fragmentado’), deve destronar ‘Avatar: O Caminho da Água’ do topo da arrecadação nas bilheterias neste próximo final de semana.

 Assista nossa crítica de ‘Batem à Porta‘:

O longa traz Jonathan Groff (‘Mindhunter’) e Ben Aldridge (‘Fleabag’) como um casal de férias numa cabana na floresta, que são surpreendidos por um grupo de fanáticos religiosos que acreditam que eles serão a causa do início do Apocalipse. A jovem e seus pais precisam fazer uma escolha impensável para evitar o apocalipse, enquanto estão com acesso limitado ao mundo exterior.

O longa também é estrelado por Dave Bautista (‘Army of the Dead’), Rupert Grint (‘Servant’) e Nikki Amuka-Bird (‘Tempo’).

De Sexta-Feira 13 a Star Wars | As Franquias que Dominaram os Cinemas nos ANOS 80…

Ah, os anos 80! Só quem viveu sabe. A época mais que especial continua bastante viva na cultura popular. Hoje, diversos canais de Youtube (a TV moderna) são especializados em nostalgia desta década marcante, seja no Brasil ou internacionalmente, como nos EUA. Fora isso, é claro, diversos produtos da época cismam em querer voltar, através de continuações, reboots e remakes de filmes, séries e desenhos do período. Além, é claro, de intermináveis homenagens, sendo o programa Stranger Things, da Netflix, uma das mais populares da atualidade.

Pensando nisso, resolvemos voltar justamente para os anos 80, e relembrar das franquias cinematográficas que mais fizeram parte do período – seja devido a suas intermináveis sequências, sucesso monstruoso de seu marketing e peças de merchandising, ou abrangência para outras mídias (como cartoons, por exemplo). Confira abaixo.

 

Sexta-Feira 13

Nem só de comédia, ação e aventura são feitas as franquias que dominaram os anos 80. Na década tivemos bons exemplares de terror também, que ainda são lembrados com muito carinho pelos fãs. E se os anos 80 são a casa do cinema slasher, duas franquias são perfeitos exemplares de sucesso no subgênero. A primeira é Sexta-Feira 13, “cópia” de Halloween que podemos dizer que elevou o conceito a um novo patamar. Lançado em 1980, o primeiro Sexta-Feira 13 gerou basicamente uma continuação por ano até o fim da década. Se isso não é moral…

Foram um total de 7 filmes lançados de 1980 a 1989, com apenas os anos de 1983 e 1987 órfãos do maníaco imortal Jason e suas vítimas, os adolescentes com hormônios à flor da pele. Para tentar “tapar esse buraco” e surfando em cima da popularidade da marca e nem tanto de Jason em si, era lançada a série de Sexta-Feira 13 ainda nos anos 80. Aposto que essa nem todos sabiam. Conhecida por aqui como A Loja do Terror, o programa trazia um casal dono de uma loja de antiguidades, precisando lidar com objetos amaldiçoados. Nem sinal de Jason, melhor para eles. O programa durou de 1987 (estreando na lacuna de um ano sem filme da franquia no cinema) a 1990.

A Hora do Pesadelo

E se Sexta-Feira 13 marcou um golaço logo no início da década de 80 para o terror, encontraria um rival à altura em 1984 – quando estreava o primeiro exemplar de A Hora do Pesadelo. Freddy Krueger, o psicopata queimado que faz suas vítimas no mundo dos sonhos, surgia para se tornar um dos personagens mais populares do cinema (e não apenas do terror), virando um verdadeiro símbolo da época. Depois de sua estreia em 1984, Krueger também bateu ponto por quase toda a década, se ausentando somente em 1986. Foram quatro sequências, que perduraram para além dos anos 80.

Na época, os fãs de terror também possuíam uma rivalidade para saber qual era a melhor franquia e quem era o assassino mais sádico e “competente”. Tudo que se falava na época era Freddy versus Jason, e a dupla chegou inclusive a “protagonizar” um álbum de figurinhas para os aficionados e entusiastas. Não é o máximo um produto voltado para as crianças estampando psicopatas sanguinários? Coisas que só os anos 80 proporcionavam para nós. Ah sim, Freddy também ganhou uma série de TV. Intitulada O Terror de Freddy Krueger (Freddy’s Nightmares), o programa trazia o serial killer celebridade (ainda interpretado por Robert Englund) como apresentador do programa de antologia, e às vezes se metendo nos episódios para atormentar novas vítimas. O programa durou de 1988 a 1990.

Star Wars

Falar do domínio mundial de Star Wars – ou Guerra nas Estrelas para os íntimos – é chover no molhado. Porém, muito antes de se tornar propriedade da Disney e da Disney Plus, a franquia da Galáxia muito, muito distante já era uma febre entre os jovens da década de 80. Tudo bem, o filme original é de 1977, e logo no ano seguinte inclusive foi lançado o infame “especial de natal”. No entanto, Foi quando O Império Contra-Ataca (1980) estreou nos cinemas e tivemos a confirmação de uma trilogia que tudo atingiu novos níveis de histeria em massa.

Sim, a trilogia foi “concluída” em 1983, com O Retorno de Jedi. Mas não parava por aí. Logo no ano seguinte, em 1984, o próprio criador George Lucas produzia Caravana da Coragem, um filme passado no mesmo universo, protagonizado pelos ursinhos Ewoks, na época muito adorados. Esse filme chegou a receber uma continuação em 1985, intitulada Batalha de Endor. Acha que acabou? Os mesmos ursinhos se tornaram protagonistas de um desenho animado, que durou de 1985 a 1987, e fez a alegria de crianças da geração. Mas não parou por aí, e os robozinhos mais famosos do cinema, C3PO e R2D2 também viravam animação em uma série de desenhos com Droids, que durou de 1985 a 1986. Isso que é uma verdadeira febre.

 

Indiana Jones

Por falar em George Lucas, o cineasta estava no topo do mundo na época, sendo responsável por duas das franquias mais bem sucedidas dos anos 80. Além de Star Wars, Lucas também foi o produtor e criador de Indiana Jones, que entregou para o amigo Steven Spielberg dirigir. Tudo começou com Os Caçadores da Arca Perdida (1981), e o longa se tornou tão famoso e prestigiado (com direito inclusive a uma indicação de melhor filme no Oscar), que gerou duas continuações, reinando absoluto na década. Vieram O Templo da Perdição (1984) e A Última Cruzada (1989). Este ano foi lançado quinto episódio das aventuras do arqueólogo mais famoso do cinema, que tem Phoebe Waller-Bridge e Mads Mikkelsen no elenco, além do próprio Harrison Ford.

Karatê Kid

Muitos fãs descobriram a franquia Karate Kid graças ao sucesso atual da série Cobra Kai, uma muito bem-vinda homenagem ao clássico dos anos 80, sua mitologia e à época em si. Voltando para 1984, Karate Kid – A Hora da Verdade era um coming of age diferente, falava sobre bullying, numa época em que tais questões não eram amplamente discutidas, e pegava carona na febre que eram as lutas marciais na época. O sucesso foi tanto que uma continuação era lançada dois anos depois, levando os personagens para o Japão. Três anos depois e quem conseguiria dizer não para o rio de dinheiro que entrava, mesmo no fundo sabendo que já deviam ter parado? Assim, um terceiro filme, repetindo muito os feitos do original, tirava mais alguns caminhões de dinheiro do nosso bolso. Assim como Rambo, embora não tão violento assim, Karate Kid virou bonecos de ação para a garotada e um desenho animado, que estreava na mesma época do lançamento do terceiro filme.

 

Rambo

Pode não parecer tanto, mas as franquias Rambo e Indiana Jones possuem muito em comum. Primeiro, ambas reinaram na década de 80 com trilogias e só existiram por lá. Isso é, até a chegada de 2008, ano em que ambas lançaram suas quartas aventuras com os heróis, digamos, mais maduros. Quando falamos em quintos filmes, porém, Rambo saiu na frente e lançou Rambo – Até o Fim em 2019, enquanto a quinta aventura de Indy sai só ano que vem. Sylvester Stallone tirou a sorte grande ao protagonizar um livro que servia de crítica anti-guerra, e decidir não matar o protagonista, como na obra original. Rambo – Programado para Matar (1982) fez bastante sucesso e gerou uma continuação. Mas nada prepararia o ator ou o mundo para a chamada “Rambomania” que seria instaurada a partir de 1985, com o lançamento de Rambo II – A Missão.

Fenômeno de bilheteria, o personagem se tornava ícone da cultura pop e garoto propaganda da era Ronald Regan. Para termos uma ideia, Rambo virava inclusive desenho animado no ano seguinte, com Rambo – A Força da Liberdade. Além disso, vieram bonecos, lancheiras e todo tipo de merchandising. No Brasil, o saudoso Gugu Liberato comandava o concurso do Rambo brasileiro nos sábados à noite em seu programa Viva a Noite. Uma terceira parte era inevitável, e ela chegaria em 1988, com Rambo III.

Loucademia de Polícia

Esquecida atualmente, a franquia de comédia Loucademia de Polícia era simplesmente a mais famosa e bem sucedida dos anos 80. Volumosa, a série cinematográfica lançou praticamente um filme por ano desde sua estreia em 1984, e ajudou muitos estrangeiros a aprenderem a falar inglês. É inegável também que o primeiro filme é o “mais sacana”, com diversas piadinhas sujas e miradas aos mais velhos, e que com o passar dos anos os filmes foram ficando cada vez mais bobinhos, mirados aos fãs de “Chaves” – os produtores devem ter percebido quem era seu público-alvo de verdade e decidido “pegar leve” nos temas picantes.

Assim, Loucademia de Polícia lançava: A Primeira Missão (1985), De Volta ao Treinamento (1986) e O Cidadão se Defende (1987) – todos protagonizados por Steve Guttenberg. Após a saída do ator, a franquia não quis saber de parar e seguiu com: Missão Miami Beach (1988) e Cidade em Estado de Sítio (1989). Na década seguinte, Loucademia de Polícia ainda estreou mais um filme e uma série de TV live action. Antes disso, ainda nos anos 80, é claro que os policiais atrapalhados viraram desenho animado, num programa que durou de 1988 a 1989.

Os Caça-Fantasmas

Todos os itens da matéria até agora ganharam várias continuações no cinema. Mas aqui, temos um caso raro, de filme que se tornou fenômeno logo com seu primeiro exemplar e rendeu apenas uma única continuação… até o momento. Muitos filmes faziam sucesso nos anos 80, mas quando falamos de Os Caça-Fantasmas, estamos falando de um verdadeiro fenômeno. Lançado em 1984, a obra é lembrada com enorme carinho até hoje. A prova disso é que segue constantemente homenageada, como na segunda temporada de Stranger Things, por exemplo. Dois anos depois do filme, os personagens se tornavam desenho animado, num programa para a criançada que durou de 1986 a 1991. Com a série animada ainda no ar, finalmente todos concordaram em retornar para a continuação Os Caça-Fantasmas 2 (1989), fazendo a alegria das crianças dos anos 80. A franquia ganhou um novo reboot que terá sequência lançada no ano que vem.

007

Um verdadeiro ícone da cultura pop, o agente secreto britânico James Bond – 007 nasceu nos livros do autor Ian Fleming no início da década de 1950. No início da década seguinte, chegava às telonas nas formas do eterno Sean Connery. Ou seja, 007 é a franquia mais duradoura da sétima arte, com quase 6 décadas de estrada, 24 filmes oficiais (2 fora do “cânone”) e mais um a caminho (com estreia programada para 2021). Sendo assim, é claro que o espião faria parte dos anos 80 também. Já nas formas de Roger Moore e sua fase galhofeira (tudo a ver com a época), o herói estrelou 3 filmes: Somente para Seus Olhos (1981), Octopussy (1983) e Na Mira dos Assassinos (1985).

Além disso, passava o manto para o mais sisudo Timothy Dalton, que fechava a década com os filmes: Marcado para a Morte (1987) e Permissão para Matar (1989). Mas calma, não para por aí. Como dito, existem filmes fora da cronologia oficial da série e um deles é estrelado pelo homem em pessoa. Sean Connery protagonizou Nunca Mais Outra Vez doze anos após sua “aposentadoria” do papel, e em 1983 ocorria um verdadeiro duelo de 007 nos cinemas. Se isso não é overdose de James Bond…

Star Trek

Antes de Marvel vs DC, os nerds já se digladiavam para ver qual franquia de ficção científica era a melhor: Star Wars ou Star Trek. Antes do universo criado por George Lucas, Jornada nas Estrelas virava um programa televisivo cult, permanecendo no ar de 1966 a 1969, e ganhando seguidores graças às constantes reprises. Em 1979, tal universo ganhava vida nas telonas, com o primeiro filme de Jornada nas Estrelas (Star Trek), protagonizado pelos mesmos atores da TV. Assim a franquia seguiu com filmes melhores nos cinemas por toda a década de 80. Foram um total de 4 filmes no período: A Ira de Khan (1982), À Procura de Spock (1984), A Volta para Casa (1986) e A Última Fronteira (1989). Fora isso, na TV, a ideia ganhava sobrevida com A Nova Geração, que trazia uma nova tripulação, e durou de 1987 a 1994.

‘Elle’: Reese Whiterspoon começa a procurar atriz para a PRÉ-SEQUÊNCIA de ‘Legalmente Loira’

A atriz Reese Whiterspoon confirmou que a Amazon Prime começou as buscas pela atriz que viverá a jovem protagonista de ‘Elle’, série pré-sequência da clássica mini-franquia Legalmente Loira.

“Começamos a procurar a atriz para viver a versão jovem de Elle Woods. O processo de testes está aberto, então você já pode se inscrever no link da minha bio.”, ela afirma.

Assista:

Amazon MGM Studios confirmou oficialmente a produção de ‘Elle’, e Reese Witherspoon será uma das produtoras principais do spin-off através de sua companhia Hello Sunshine.

Criada por Laura Kittrell (‘Insecure’), que também entra como showrunner‘Elle’ acompanha Elle Wood no colégio e nos apresentará às experiências de sua vida que a moldaram na icônica mulher que aprendemos a amar nos filmes originais. A série se passará anos antes dos eventos do longa-metragem original.

Esta é a segunda série do universo Legalmente Loira a ser produzida pela Amazon. A outra é escrita e supervisionada por Josh SchwartzStephanie Savage, produtores/criadores de ‘Gossip Girl’.

No filme original, Witherspoon vive Elle, “uma jovem que namora o garoto mais bonito de seu colégio, Warner Huntington III, e planeja casar com ele no futuro. O grande problema é que Warner considera Elle muito fútil. Ele decide estudar Direito na Universidade de Harvard, termina o relacionamento com Elle e começa a namorar uma nova garota. Elle não se dá por vencida e decide estudar a fim de também passar para o curso de Direito e ainda por cima provar sua inteligência”.

Além de receber críticas bastante positivas, a produção fez um considerável barulho financeiro ao arrecadar US$141 milhões mundialmente contra um orçamento de US$18 milhões. Witherspoon foi indicada ao Globo de Ouro de Melhor Atriz em Comédia/Musical, enquanto o título conquistou uma indicação a Melhor Filme – Comédia/Musical.

O sucesso rendeu uma sequência direta lançada em 2003, que levou Elle para o Capitólio dos Estados Unidos, um spin-off chamado ‘Legally Blondes’, em 2009, e uma versão musical que chegou à Broadway em 2007.

O filme foi dirigido por Robert Luketic e também trouxe nomes como Luke WilsonSelma BlairMatthew DavisJennifer Coolidge e outros ao elenco.

Cartaz de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ mostra aracnídeo de ponta cabeça

Homem-Aranha: Um Novo Dia’, novo capítulo da franquia estrelada por Tom Holland, teve seu primeiro cartaz divulgado em um evento.

A arte mostra o aracnídeo de ponta cabeça.

Confira:

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem estreia marcada para 31 de julho de 2026.

Esse será o quarto filme solo do Homem-Aranha no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), resultado da parceria entre Sony e Disney.

O novo longa é baseado no arco homônimo dos quadrinhos. Na história original, Peter Parker faz um pacto com o demônio Mephisto para que o mundo esqueça sua identidade como Homem-Aranha e para salvar a vida de Tia May. No entanto, o feitiço essencialmente reinicia sua realidade, apagando até mesmo seu casamento com MJ.

A direção de ‘Um Novo Dia’ está a cargo de Destin Daniel Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’. O filme também promete participações especiais de Jon Bernthal como o Justiceiro e Mark Ruffalo como Bruce Banner, o Hulk.

Geração Big Brother: Em Busca da Fama

Certa vez, o famoso artista pop Andy Warhol refletiu que haveria um dia em que todas as pessoas teriam os seus 15 minutos de fama. Ou então, os desejaria em algum momento. A reflexão profética é praticamente uma realidade na contemporaneidade, mas essa busca desenfreada pela projeção nas mídias para alcançar sucesso não é coisa da atualidade. Na terra de ninguém que é o ciberespaço, por exemplo, o circo de horrores se estabeleceu há algum tempo: as pessoas, tanto as famosas quanto os nossos colegas, bem como amigos e conhecidos, constantemente apelam para ganhar atenção. Com as redes sociais, houve um aumento vertiginoso desse panorama. Já percebeu como tem se tornado uma celeuma frequente? Mesmo sem o que conhecemos por talento artístico, você já percebeu quantas pessoas estão ganhando os seus minutos de fama na mídia? Desprovidas de qualquer habilidade que as transforme em representantes de seus postos em músicas, videoclipes, filmes, programas televisivos e nas redes sociais, as celebridades do mundo contemporâneo e os seus anseios pela fama rendem discussões calorosas para os comunicólogos, mas nos assustam pela forma como buscam esse posto a qualquer custo, nem que seja através de situações consideradas extremas.

Será que tal postura realmente vale à pena? Há um diálogo em Tudo Sobre Minha Mãe, do cineasta Pedro Almodóvar, em que a personagem Huma Rojo (Marisa Paredes), famosa atriz de teatro que atravessa uma bela turnê com a peça Um Bonde Chamado Desejo, clássico moderno de T. Williams, confessa para a protagonista Manuela (Cecília Roth) que a fama não é isso tudo que se imagina, pois “depois que a pessoa se acostuma é como se não existisse”. A afirmação da personagem, trazida para o tecido da realidade, comprova-se ao olharmos artistas famosos que afundaram diante da incapacidade de lidar com os proventos e pressões diante do sucesso: Amy Winehouse, Britney Spears, Michael Jackson, Whitney Houston, etc. Diante disso, uma questão me veio quando esbocei os primeiros trechos desta reflexão iniciada em 2017 e retomada cinco anos depois: por qual motivo as pessoas alimentam esse desejo pela fama, mesmo diante de tantos exemplos que comprovam a efemeridade numa sociedade do espetáculo ávida por novidades responsáveis por descartar celebridades no mesmo ritmo que fabrica outras?

Para melhor compreender, fiz o habitual investimento em leituras de especialistas, o que chamamos na metodologia científica de referencial teórico para embasamento das minhas afirmações. De acordo com Lisete Barlach, psicóloga e professora da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP, “a valorização do visual e do espetáculo é algo que surgiu e evoluiu no século XX, com grande influência da TV, do cinema e, agora, das multimídias e redes sociais”, isto é, “nosso parâmetro de bem estar e felicidade ficou intimamente ligado aos famosos e ao processo de superexposição destes indivíduos”. Antes de versar sobre figuras mais contemporâneas, farei uma breve digressão para ilustrar a linha de pensamento que se propõe aqui, combinado? O desejo por fama e glória não é algo atual. Ao longo do poema épico Ilíada, de Homero, a mãe do herói Aquiles faz uma aparição e o questiona sobre o desejo de ter uma vida longa, entretanto, tranquila, ou morrer cedo, mas ser lembrado pela eternidade. Como sabemos, o herói vai honrar o seu nome na guerra de Tróia, lutar pelos gregos e derramar bastante sangue. Como previa a profecia, no entanto, é tudo efêmero, pois o herói morre atingido no calcanhar, dando espaço para a famosa expressão popular que conhecemos atualmente, um símbolo de fragilidade.

Antes da conversa com a sua mãe, Aquiles recebera a visita de Odisseu, rei de Ítaca, convidando-o para a batalha na guerra que já se arrastava por bastante tempo. Aquiles avisa que vai pensar e antes da sua decisão, recebe um aconselhamento que pode ser definido como uma profecia devidamente delineada, isto é, ele pode ir para a guerra e demonstrar bravura, ter o seu nome eternizado, mas infelizmente, não sobreviverá ao conflito. O herói, desta forma, decide partir para o enfrentamento bélico com os troianos, mesmo ciente da condição. O seu interesse maior era ser eternizado. Alegoricamente, podemos relacionar com a busca pela fama na contemporaneidade, salvaguardadas as devidas proporções, obviamente, pois o que observamos no cenário contemporâneo é uma metáfora desgastada e bastante caricata da decisão de Aquiles, pois muitas pessoas alçadas para a fama submetem-se constantemente a situações que beiram ao extremismo. Se ser famoso é algo tão bom, por que as há artistas que agridem fotógrafos e jornalistas ao terem as suas vidas expostas?

O sabor da fama pode ser agridoce para alguns. Para outros, pode ser bastante amargo. Um ponto, no entanto, sempre é levantado quando promovo o debate com meus estudantes em sala de aula. Convenhamos, diante das críticas e dos perigos que envolvem a questão, temos que considerar: não é tão bom ter determinados privilégios? É o que me perguntam constantemente. Ser capa de revista, estrelar filmes ou campanhas de moda, adentrar para o imaginário coletivo, usufruir dos melhores maquiadores, cabelereiros, usar as melhores roupas e sapatos, ampliar o número de seguidores no Instagram e assim, gozar de muitos privilégios que uma pessoa comum supostamente não pode alcançar. Quem não gostaria de mimos do tipo? Acredito que poucos. Ir aos eventos sem precisar de ingresso ou convite, ganhar bastante dinheiro, circular entre pessoas famosas que admiramos e aparecer na televisão. Tudo isso é fama e tem um sabor peculiar, mas o problema é que há muita gente disposta a arriscar a própria vida em prol da causa. Outras se perdem dentro do processo e violam os limites da ética, do bom-senso e até mesmo de suas respectivas sanidades, algo tão caro num mundo pós-pandêmico.

Em minha navegação com bússola, isto é, as palavras-chave adequadas para o encontro de reflexões que dialoguem com o tema, tive acesso ao elucidativo artigo de Nelson Traquina, intitulado “O estudo do Jornalismo no século XX”, texto onde o especialista reforça o meu ponto de vista e alega que esta busca desenfreada por fama não é algo tão atual. Ele aponta que essa prática de deslumbramento pelo mundo das celebridades nos remete também ao século XV, especificamente no ano da morte de Shakespeare, por volta de 1616, época em que 30% dos 25 livros noticiosos tratavam do modo de vida das rainhas, bem como notícias sensacionalistas e assassinatos misteriosos e polêmicos. Considerei a informação bastante curiosa, pois muita gente acredita que a busca pela fama é algo especificamente do mundo atual. Como já mencionado, sabemos que isso se tornou mais intenso com a “certa” democratização da internet, da televisão, bem como o advento das redes sociais. Assim, ser uma celebridade, aparentemente, é fazer parte de um esquema de vendas, não apenas de pequenas e grandes marcas, mas também da imagem de uma pessoa. Além da vontade de ser parte da teia glamorosa tecida cotidianamente pelos jornais e redes sociais, os adeptos ao posto de famosos tornam-se um perigo para si mesmos quando a obsessão pela fama se torna uma questão patológica, algo ilustrados em três exemplos, selecionados para o leitor.

Inês Brasil, Quem é Essa Garota?

Prazer culposo: eu também gargalho com alguns vídeos de Inês Brasil. Confesso. Pronto, falei. Quando bate o tédio e a mente está cansada de tanta produção intelectual, basta um clique no YouTube para o espetáculo de horror e humor se fazer diante dos meus olhos. Toda vez que a vejo, lembro do que aponta o psiquiatra Eduardo Arnet, numa entrevista concedida há alguns anos na mídia. Ele diz que “desejar ser visto ou ouvido é algo inerente ao ser humano, comportamento que pode ser observado desde a infância”. Colocação simples, mas muito elucidativa para entendermos Inês Brasil, parte do que chamo de cultura do excesso. Como pode uma mulher tão incoerente fazer tanto sucesso? Sinal dos nossos tempos? Como lidar? Basta sentar para assistir a um vídeo da musa dos “cibernavegadores” que temos, da melhor maneira possível, uma aula de coesão e coerência pronta para os estudantes que se preparam para o ENEM. Leia-se: uma aula de como a falta de coesão e coerência podem prejudicar uma mensagem.

Chego a me questionar se a pictórica personagem é real ou apenas uma construção midiática. Será que é possível existir alguém assim? Verdade seja dita, Inês Brasil é um sucesso: nas boates que frequenta fazendo os seus shows, o público faz questão de lotar. São palavras soltas sem uma mensagem conexa, além de absurdos para levar o público ao riso, como por exemplo, o microfone penetrado em si mesma, num espetáculo trash realizado em Manaus, ação que ganhou bastante repercussão na internet. Por ter apoiado um político genocida na eleição brasileira de 2018, a celebridade perdeu muitos de seus seguidores, mas em nosso cenário posterior ao advento da pandemia da covid-19, o “vírus” do nonsense desta senhora continua em circulação, mesmo que o vigor de antes não seja mais o mesmo. Inês Tânia Lima da Silva é descrita em seu perfil na internet como cantora, compositora, vlogueira, dançarina e web-celebridade. A “artista” ganhou notoriedade com o vídeo enviado para a seleção dos participantes do Big Brother Brasil 2013, publicado no final de 2012, material que “viralizou” no ciberespaço e até hoje é um recordista de acessos, ao surgir constantemente nas redes sociais.

O sangue de artista circula na história de sua família. O seu pai foi cantor e compositor da Escola de Samba Quilombo dos Palmares. Inês já cantou no coral da Igreja e depois de um tempo no Rio de Janeiro, morou com o marido na Alemanha. Em 16 de junho de 2016, foi parte da campanha de divulgação da série Orange is The New Black, produto original do serviço de streaming Netflix. Musa da internet, a subcelebridade deu o retorno positivo que a campanha buscou, mas não trouxe uma molécula de oxigênio para a carreira de uma artista que talvez não possa ser rotulada como tal. Ou será que pode? Você, caro leitor, o que acha? Em 2016, ao recorrer ao fappening, isto é, vazamento de vídeos sexuais, Inês comprovou mais uma vez a fragilidade da sua imagem e a necessidade de se manter presente. Lembrou-me de trechos do A Vida é um Filme: fama e celebridade no século XXI, organizado por Eduardo Cintra Torres e José Pedro Zúquete, reflexões que tratam da fama e da idolatria na cultura dos tabloides, afirmando que estes produtos são “enlatados para consumo rápido que entram e saem rapidamente”, isto é, “pessoas que ganham notoriedade repentina, por conta de algum escândalo na mídia”. Algumas delas desaparecem no ar sem deixar vestígios. Inês Brasil mostra-se eficaz neste sentido. No “ar” desde 2013, ainda consegue views com suas postagens. Como explicar este fenômeno?

Ei, Essa Não é a Britney Spears: Uma Análise de Lorna Bliss

Revelada no mesmo programa que o fenômeno vocal Susan Boyle, Lorna Bliss chocou os telespectadores em duas performances extremamente apelativas no divertido Britain’s Got Talent. Cover da cantora Britney Spears desde 2001, a garota possui semelhanças físicas com a artista, além de uma dimensão psicológica bem direcionada: ser performer e fazer sucesso, mesmo que para isso, tenha que passar por constrangimentos e humilhações. Bliss fez plástica para ficar ainda mais parecida com a sua musa. Quando Britney teve o seu momento colapso em 2007, a moça também raspou a cabeça, numa atitude de “solidariedade”, pois de qualquer maneira, precisava emular o fenômeno que acompanhava cotidianamente. Com um roupão preto que a deixava misteriosa no palco, a candidata do Britain’s Got Talent começou a performance ao som de Toxic, uma das canções do álbum In The Zone. Logo nos primeiros segundos da apresentação, jogou o roupão para o lado e ficou praticamente nua. Vaiada por conta da coreografia descompassada, pela voz de Pato Donald e pelos demais exageros, a jovem deixou o palco.

Os produtores do programa compreenderam as controvérsias e deram outra chance para a sua apresentação, desta vez mais certinha e bem elaborada, repleta de dançarinos e mapa de palco organizado, no entanto, tal como a artista que admira, Lorna Bliss não tinha a voz suficiente para cantar, e, por isso, foi eliminada da competição. Mais adiante, no X-Factor, provocou outra polêmica. Era 2012 e no palco, a moça se apresentou ao som da canção Till The World’s End, do álbum Femme Fatale, de Spears. O resultado, por sua vez, foi ainda pior, pois a performance era igualmente apelativa. Diferente do programa anterior, não rolou segunda chance. Talvez consciente da inabilidade para ganhar prêmios em shows de talento, Lorna Bliss continua o seu trabalho como cover da musa Britney Spears. Tentativas em programas de auditório do tipo? Ao menos em minhas pesquisas, não encontrei nenhum vestígio da garota que desejou, e ainda deve desejar, ser famosa a qualquer custo.

“Eu Já Contei Tantas Mentiras Que Comecei a Acreditar Nelas”: Fama e Psicopatia

Em A Busca pela Fama, artigo da jornalista Paloma Bueno, publicado no Correio Paulista, a especialista afirma que a fama em alguns casos deixou de ser consequência, mas um objetivo. Plataformas como BBB e outros genéricos são veículos que promovem o desejo de fama alimentado por estes indivíduos, muitas vezes baseados em aspectos superficiais. A busca pela fama às vezes se torna patológica. Na ficção, filmes e séries já trataram muito bem a temática, tais como o musical Hairspray – Em Busca Pela Fama e a série Star, ambos sobre jovens em busca de sucesso no bojo da indústria cultural. No entanto, nenhum deles é tão impactante quanto Pânico 4, orquestrado por Wes Craven e escrito por Kevin Williamson, filme que encerra a franquia com uma interessante discussão sobre a obsessão pela fama e pelos tais “minutos de sucesso” na sociedade do espetáculo. Na produção, a protagonista Sidney (Neve Campbell) já foi vítima nos três filmes anteriores. Dez anos depois da sua história de vida ter se tornado um fenômeno midiático contra a sua vontade, ela decidiu escrever para espantar os fantasmas do passado. Com o livro, vem a turnê de lançamento. O problema é que na parada em sua cidade natal, a semente do mal que habita o seu passado retornou para ceifar não apenas a sua vida, mas eliminar as pessoas que gravitam em torno da sua existência. É a sina de Sidney.

Depois de muitas cenas metalinguísticas, o filme alcança o seu auge com a revelação dos responsáveis pelos crimes. Jill (Emma Roberts) é parte do projeto de matança. Tocada pela tocha da inveja por conta do sucesso da prima, decide esboçar o seu próprio plano de celebridade. Ela pretende matar Sidney, para surgir como heroína de uma cena criminal que deixou imenso rastro de sangue. Ela, como sobrevivente, iria se transformar numa celebridade instantânea. Ao revelar a sua identidade, Jill deixa claro que atualmente, basta acontecer algo ruim na vida de alguém para que esta pessoa se torne famosa, reforçando ainda que a internet é um dos lugares onde as pessoas se tornam famosas atualmente. Para a jovem, não é preciso ter amigos, mas fãs. Ela reitera que hoje ninguém lê e tudo que precisamos se encontra na internet. A reflexão é de 2011, mas ainda cabível na atualidade. O que Jill faz para simular o lugar de vítima beira ao absurdo, talvez ao nonsense, mas na verdade é uma alegoria da falta de limites das pessoas quando o assunto é saciar o desejo por fama e sucesso.

Mas, Afinal, Vale a Pena Ser Uma Pessoa famosa?

Os psicólogos estadunidenses Daniel Kahne e Amos Tversky desenvolveram alguns estudos sobre raciocínio humano que desaguam no campo da heurística, isto é, ciência que tem por objetivo a descoberta de fatos. Para os especialistas, há uma tendência em muitos seres humanos para o que eles chamam de “heurística da representatividade”, isto é, a celebridade deve possuir traços que permitam rotulá-la e integrá-la num conjunto. Seremos populares quanto mais se recordarem de nós. Para isso, alguns recorrem para atitudes como chamar à atenção, revelando a vida íntima, expondo histórias de sexo, morte, sedução, tendo em vista despertar a curiosidade pública. Há alguns anos, um programa televisivo fez uma reportagem de grande repercussão, intitulada “Síndrome da Fama”. Nos depoimentos, algumas pessoas disseram que fariam de tudo para estar ao lado de seus ídolos, mas, em contrapartida, tais ídolos deixavam claros em seus depoimentos que fariam de tudo para ter sossego e uma vida comum. Complexo, concorda? Alguns estudos nos mostram que determinadas pessoas colocam as suas vidas em risco, através de comportamentos autodestrutivos e perigosos, tendo em vista acompanhar a popularidade de seus ícones midiáticos. No Instagram, por exemplo, é algo cotidiano.

É atraente ser famoso? Sim. Na abertura, explanei uma série de privilégios que podem justificar essa busca. O problema é que a fama vem como uma série de variantes: a liberdade tolhida para dizer o que pensa, ou então, o preço que se paga pelo que é dito, principalmente diante das redes sociais e das formas de comunicação contemporâneas, a famosa cultura do cancelamento. Bastou um deslize para os prints e compartilhamentos destruírem a carreira de determinadas celebridades instantâneas ou manchar a trajetória de pessoas já consagradas. Para alguns famosos, a fama beira ao insuportável, principalmente quando o assédio se torna excessivo. Além da falta de privacidade, você pode sofrer represálias ou ser alfinetado em momentos difíceis da sua vida, tais como luto ou fracasso pela perda de algum ente famoso. Ter inteligência emocional e não transformar tudo em apenas deslumbramento é um dos caminhos para se manter famoso por longa data. Um dos caminhos é o equilíbrio diante de tantas emoções e egos possivelmente inflados. Inês Brasil é um caso que requer um estudo mais profundo, mas outras subcelebridades do mesmo quilate não tiveram vida tão longa.

Para estas pessoas, cabe o devido exercício da inteligência emocional, pois muitas não conseguem se firmar na mídia por muito tempo, como é o caso da maioria dos ex-participantes de programas como o Big Brother Brasil e A Fazenda. Aos que posam nus em revistas ou fazem constantes barracos em eventos, o sucesso ainda perdura por um tempo maior, mas na maioria dos casos, o ostracismo é o caminho mais certo. No final das contas, para que serve a celebridade? Alguns especialistas acreditam que “o famoso” seja a tela na qual as pessoas comuns projetam coisas que lhe faltam. Para que elas servem? Estes mesmos profissionais apontam que elas agenciam uma diferenciação num mundo que se deseja construído por iguais. A grande falácia deste processo é o fato de que muita gente acredita que o sucesso está atrelado ao reconhecimento público. A popularidade, em muitos casos, pouco tem a ver com a contribuição de muitos “desconhecidos” para o progresso da humanidade. O que dizer de cientistas, professores, jornalistas, médicos e domésticas que fazem grandes coisas pelo desenvolvimento social sem sequer serem notados durante a trajetória de suas vidas? A nossa sociedade está doente e carece de propostas de intervenção urgentes, pois uma revolução reflexiva precisa, mais do que nunca, ser “televisionada” e compartilhada.

Crítica | ‘Continente’ – Terror Rural com ares vampirescos! [Festival do Rio 2024]

Já na reta final do Festival do Rio de cinema, nos deparamos com um filme brasileiro pra lá de louco que a partir de uma distopia busca reflexões sociais imersas a um clima de tensão recheado de cenas chocantes e com sangue de sobra.

Cena do filme 'Continente', de Davi Pretto
Cena do filme ‘Continente’, de Davi Pretto

Dirigido pelo porto-alegrense Davi Pretto, que 10 anos atrás estreou seu primeiro longa-metragem, Castanha, no Festival de Berlim, Continente peca por uma falta de clareza sobre o discurso, com uma premissa que busca nas entrelinhas os embates sobre classes sociais, entre outros pontos. Se mantém lúcido até as respostas sobre a pergunta: O que estaria acontecendo naquele lugar? A partir daí, é um show de desencontros.

Na trama, ambientada numa região do sul do país, conhecemos Amanda (Olivia Torres), que depois de muitos anos no exterior, volta para casa para se despedir do pai – perto da passagem – que é dono de uma enorme fazenda numa região isolada. Logo quando chega ao lugar, ao lado do namorado francês Martin (Corentin Fila), percebe que as coisas estão esquisitas e logo a tensão toma rumos inesperados quando descobrimos sobre as incertezas de um certo acordo que gera ações desesperadas entre os trabalhadores do local.

Cena do filme 'Continente', de Davi Pretto
Cena do filme ‘Continente’, de Davi Pretto

Filmado logo após a pandemia, financiado por cinco países e com um orçamento modesto, esse filme de horror brasileiro se joga sem muita direção nas rupturas do lógico com pitadas do sobrenatural. Com um clima onde gradativamente chegamos na tensão, o filme pode ser dividido em duas partes complementares onde na primeira se camufla o desespero e a extrema opressão, e na segunda transforma as consequências em ações desenfreadas, e bem vampirescas!

Cena do filme 'Continente', de Davi Pretto
Cena do filme ‘Continente’, de Davi Pretto

Selecionado para o Festival de Cinema de Sitges, na Espanha, um dos principais eventos cinematográficos de filmes de horror do mundo, Continente tem como ponto positivo a fotografia, que joga a atmosfera da tensão pro centro do olhar. Não há dúvidas que é bem filmado. Mas tem uma questão que envolve esse elemento. As sensações e a transmissões dos conflitos emocionais são notórios mas como a narrativa naufraga com a falta de lucidez sobre o discurso, que envolve as interpretações sobre as regras de uma imposição local, até mesmo um ritual denominado ‘a hora do certo’, acaba virando um achismo atrás do outro testando a paciência do espectador.

Crítica | Duas Rainhas – Saoirse Ronan enfrenta Margot Robbie pelo trono da Inglaterra em drama

Guerra de Tronos

Quando soubemos lá atrás da produção de Duas Rainhas (Mary Queen of Scots), o pensamento coletivo foi só um: Oscar. Veja estes elementos e diga se não concorda. Primeiro, se trata do novo trabalho de duas jovens atrizes do momento, recém saídas de indicações ao prêmio da Academia – Saoirse Ronan, de Lady Bird, e Margot Robbie, de Eu, Tonya. Segundo, este é um drama de época sobre a corte britânica e uma clássica trama histórica, gênero adorado pela ala mais velha dos votantes. E terceiro, a direção de uma mulher – coisa que depois da indicação de Greta Gerwig, imaginava-se virar uma constante. Bem, o filme não emplacou como deveria – o que não diminui seus muitos predicados.

Indicado merecidamente nas chamativas categorias de figurino e maquiagem, Duas Rainhas se tornou um filme “quase”, daqueles que chegaram perto, geraram falatório, mas terminaram passando reto na época de premiações. Baseado no livro ‘Queen of Scots: The True Life of Mary Stuart’, de John Guy, o roteiro foi adaptado por Beau Willimon – um especialista em conspirações políticas entranhadas, tendo no currículo textos como os da série House of Cards e do filme Tudo Pelo Poder (2011).

A história fala sobre a colisão de realezas entre Mary Stuart, Rainha da Escócia, e verdadeira herdeira do trono do Reino Unido – devido à sua linhagem familiar – e a Rainha Elizabeth I, regente da Inglaterra. As tramoias de bastidores da corte vão escalando até o desfecho trágico. Elizabeth não possuía herdeiros, ou sequer era casada, e de saúde frágil começa cada vez mais a se tornar suscetível a influências externas e a ser conduzida de acordo com a maré, mesmo reconhecendo como equivocadas algumas de suas decisões. Ela sabia que Mary era a verdadeira e legítima Rainha. Por outro lado, a Rainha da Escócia, mais decidida e imponente, ditava suas regras, desafiava sua corte e inclusive colocava a prima (a Rainha da Inglaterra) contra a parede clamando o que era seu por direito – numa das cenas mais belas plasticamente, o único encontro entre as duas (que pode nunca ter acontecido de fato).

Mary tratou de casar e gerar um herdeiro, que assumiu o trono depois de Elizabeth. Todas as suas decisões eram estratégicas. O que não a tornava uma mulher fria, muito pelo contrário. Em seus retratos, as duas meninas de ouro da nova geração de Hollywood sobressaem-se. Apesar das prévias, como cartazes e trailers, não se engane, este é um filme de Saoirse Ronan. A ruiva domina grande parte da projeção, deixando Robbie como participação de luxo. Ronan é pura energia em sua atuação, desde cenas onde despeja diálogos de forma vibrante até desempenhos mais ousados. Sua Mary Stuart é brilhante e ao mesmo tempo arrogante, inteligente e firme.

Sabemos que o trabalho de maquiagem de um filme é eficiente quando se propõe e tem êxito em “enfeiar” uma beleza como a da musa Margot Robbie. Usando uma prótese no nariz, aos poucos a personagem de Robbie vai se deteriorando devido a uma doença epidêmica que adquire, custando-lhe a beleza. Com o rosto marcado e os cabelos secos e escassos, a estrela se transforma em outra pessoa diante de nossos olhos, incrédulos com tamanho perfeccionismo da equipe técnica. Esta jogada para escanteio não eclipsa a performance da atriz, que já se provou dona de grande talento e não apenas um rostinho bonito. Ainda mais quando nem o rostinho bonito temos.

Fora as atuações virtuosas e uma parte técnica pulsante, a diretora Josie Rourke conduz a narrativa de forma dinâmica e de fácil acesso a todo tipo de público. A cineasta mistura o charme clássico de obras assim com um discurso moderno, mostrando que muito ainda permanece igual. É fácil notar esta conexão entre séculos proposta pela diretora, onde percebemos a força feminina guiada por mulheres independentes e, já naquela época, empoderadas, que decidiam sobre o destino de nações. Este frescor de modelagem é um dos grandes trunfos de Duas Rainhas, um filme elegante, contundente e dono de um discurso muito atual.

Já viu Todos? Conheça 12 Remakes de Clássicos de Terror dos Anos 80!

Os anos 80 foram igualmente uma década inesquecível, muito querida, mas também uma época, digamos, peculiar. Com seus altos e baixos, seu lado positivo e negativo, os anos 80 são simplesmente inigualáveis. Algumas produções atuais que se passam nos anos 80 conseguem, através de um excelente trabalho de caracterização de época, recriar o sentimento do que foi o período para todos aqueles que não o conheceram compreender o que significou. Um bom exemplo disso é a série ‘Stranger Things’.

Mas temos também casos de produções dos anos 80 que terminam saindo da querida década para os tempos atuais. Isso se deve quando alguma refilmagem de um clássico do período ganha forma. O segredo é trazer a ideia toda para a modernidade. Bem, em alguns casos dá certo em outros não. Aqui, iremos adereçar doze remakes de clássicos dos anos 80, focando exclusivamente no nosso gênero preferido, o terror. Confira abaixo.

Hellraiser (2022)

Começaremos com o filme mais recente do lote. O remake de ‘Hellraiser – Renascido do Inferno’ foi lançado exclusivamente para o streaming e infelizmente quase ninguém assistiu. O filme até recebeu elogios modestos dos que se aventuraram, mas a conclusão foi de que o original é o que ainda prevalece. ‘Hellraiser’ não é uma franquia que podemos citar como bem-sucedida, e muitas de suas sequências lançadas direto em vídeo são dignas de qualquer nota. A verdade é que o original de 1987 ainda permanece como um baita filme de terror e um dos maiores representantes do gênero nos anos 80.

Brinquedo Assassino (2019)

Agora passamos para um remake que eu curiosamente gosto. Isso porque os realizadores desta reimaginação do boneco Chucky acertam na abordagem e na transição do conceito para os dias de hoje. Certos filmes dos anos 80 não cabem mais nos dias de hoje, a não ser que sua essência mude. Foi o caso com ‘Brinquedo Assassino’. Em 1988, um serial killer conhecedor de magia negra consegue através dos ritos transportar sua alma moribunda para dentro de um boneco. Amamos o original, mas hoje essa premissa seria digna de risadas. Assim, a ideia foi transformar em um boneco tecnológico dono de inteligência artificial, em uma história sobre amizade deturpada. Funciona muito.

Cemitério Maldito (2019)

No mesmo ano do remake de ‘Brinquedo Assassino’, ganhamos uma refilmagem sem qualquer personalidade. O ‘Cemitério Maldito’ original, de 1989, assombrou as crianças e adolescentes no fim dos anos 80 com seu tema macabro da vida além-túmulo. Alguns momentos do filme ainda marcam o subconsciente dos espectadores. Porém, é um filme que não resistiu ao teste do tempo, portanto, talvez seja melhor deixar as lembranças apenas na cabeça e não tentar revisitar o longa. O remake foi tão esquecível, que mesmo quem assistiu não consegue lembrar.

Poltergeist (2015)

Por falar em remakes sem personalidade e completamente esquecíveis, aqui temos um dos piores exemplares do lote. ‘Poltergeist’, de 1982, é um dos clássicos mais icônicos do período, que ganhou fama de ser extremamente assustador. O filme tem seus momentos, mas está longe do nível de ‘O Exorcista‘, por exemplo. Isso não tira de forma alguma seus muitos méritos como uma das melhores pedidas até hoje para o dia das bruxas. Mas esqueça suas sequências. Agora um que certamente não irá mexer com você é a deplorável reimaginação de 2015, mesmo contando com atores do porte de Sam Rockwell e Rosemarie DeWitt.

A Morte do Demônio (2013)

Voltamos para os bons remakes de clássicos. Ainda bem. ‘Evil Dead – A Morte do Demônio’, de Sam Raimi, lançado em 1981, foi o primeiro filme do diretor. E dizer que foi lançado talvez seja muita bondade, afinal se trata de uma produção tão independente que foi descoberta em rodinhas cult muito tempo depois de sua finalização. Foi a partir de ‘Uma Noite Alucinante’ (1987), a sequência, que todos começaram a procurar o original, inclusive aqui no Brasil. O remake pega bem o espírito da coisa, mas transforma em um resultado tão barra-pesada, que apesar de ser bom, muitos não conseguiram identifica-lo como ‘Evil Dead’. Acontece que o original e suas continuações possuem um clima próprio, dono de bastante humor nas entrelinhas – ausente na refilmagem.

A Hora do Espanto (2011)

Com um pé lá e outro cá, no meio termo entre uma refilmagem satisfatória e uma decepção, está essa atualização no clássico de vampiros ‘A Hora do Espanto’. O filme original, de 1985, foi um ponto tão fora da curva, um sucesso adorado, que nem mesmo uma continuação lançada três anos depois conseguiu fazer jus ao antecessor. E o que dirá uma refilmagem. Aqui temos o mesmo diretor de ‘Eu, Tonya’, Craig Gillespie, e o sujeito até que tenta de forma empenhada. Algumas coisas funcionam, como centrar a trama em Las Vegas (a cidade que propositalmente troca o dia pela noite), e outras não (como a caracterização do melhor amigo do protagonista). Colin Farrell, como sempre, está inspirado como uma versão moderna de Jerry Dandrige

A Hora do Pesadelo (2010)

O filme original do saudoso Wes Craven está completando 40 anos de lançamento em 2024. ‘A Hora do Pesadelo’ segue ainda hoje como um dos melhores exemplares, não apenas de uma produção slasher, como de um filme de terror dos anos 80 e de todos os tempos. O maníaco dos sonhos Freddy Krueger se tornou ícone pop e nos anos 80 estava em todos os lugares. A impressão foi tão forte que o personagem ainda ecoa até hoje. O que não ajudou muito foi a tentativa de reimaginar o clássico em 2010 – sem o intérprete que o imortalizou, Robert Englund. Os fãs podem até chiar, mas é o que terá que ser feito daqui para a frente, pois Englund se encontra com 77 anos. O remake não é de todo ruim, mas ficou soando como uma cópia carbono totalmente apagada do original.

Sexta-Feira 13 (2009)

Um ano antes de o remake de ‘A Hora do Pesadelo’, o outro ícone dos anos 80 ganhava nova roupagem. A verdade é que ambos ‘Sexta-Feira 13’ e ‘A Hora do Pesadelo’ pareciam ter tentado de tudo nos anos 80 e 90, e não se tinha muito mais para onde levar os personagens – a não ser para tramas repetitivas. Assim, Jason foi pro espaço, Freddy foi para o mundo real e os dois até mesmo se enfrentaram em um crossover (esse sim deveria ter ganhado uma continuação). Os anos 2000 ficaram conhecidos como a década dos remakes para os filmes do terror, e não apenas isso, mas reimaginações mais sombrias, dramáticas e realistas. O de ‘Sexta-Feira 13’ também fica entre erros e acertos. Um ponto onde acerta é no prólogo, em que conta o primeiro e o segundo filme logo na abertura, fazendo o remake na verdade ser do terceiro filme.

Dia dos Namorados Macabro (2009)

Dia dos Namorados Macabro’, de 2009, saiu no mesmo ano do remake de ‘Sexta-Feira 13’ e foi um filme bem melhor. Um dos motes da refilmagem foi se aproveitar do artifício que bombava na época: as salas e óculos 3D. O original era uma cópia canadense de ‘Halloween’ e ‘Sexta-Feira 13’, que pegava carona no sucesso slasher do início dos anos 80. O filme ficou conhecido como o slasher proletário, porque seus personagens eram todos jovens trabalhadores de uma mina de carvão em uma pequena cidade. No dia dos namorados, um maníaco começa a matar a população e ficamos tentando adivinhar quem dentre os personagens é o assassino. O remake segue essa linha, brinca bem com a situação e apresenta uma história bastante criativa. Esse é um dos melhores remakes de um slasher de todos os tempos.

Prom Night (2008)

De um remake slasher bastante satisfatório, passamos para um que deixou bastante a desejar. Assim como ‘Dia dos Namorados Macabro’ original, aqui temos um exemplar ainda mais obscuro, que apenas os aficionados pelo subgênero conhecem. Falo de ‘Baile de Formatura’, de 1980, que mesmo contando com a presença de Jamie Lee Curtis (saída de ‘Halloween’) continua nos dias de hoje sendo uma produção desconhecida do grande público. O remake achou que podia fazer o que quisesse, afinal o original não teria tantos defensores assim. Isso é verdade, já que não cabia tentar reproduzir o que havia sido feito lá atrás. Apesar de quase ninguém ligar para ‘Baile de Formatura’, o sentimento foi o mesmo quando todos deram de ombros para ‘A Morte Convida para Dançar’, o título até criativo da refilmagem, que escolheu falar sobre abuso contra a mulher, mas manteve uma censura baixa.

A Morte Pede Carona (2007)

A Morte pede Carona’ é outro clássico dos anos 80 que deixou toda uma geração apavorada com suas cenas para lá de chocantes. Seja a cena da lanchonete com “batatas fritas” bem diferentes ou quando o psicopata interpretado por Rutger Hauer resolve testar a elasticidade do corpo humano. Recentemente, ouvi a comparação de que o filme original de 1986 é basicamente uma outra versão de ‘O Exterminador do Futuro’ – e sem dúvida aqui também temos um maníaco que não pode ser parado. O remake não se atreve muito a se distanciar do que foi apresentado antes, apenas coloca o protagonismo em um casal e não apenas somente em um rapaz. Aliás, no desfecho ganhamos inclusive uma troca de gênero de protagonismo. Apesar dos esforços louváveis, esse é outro remake que ninguém fala.

Fog (2005)

Quando um remake tem o título diferente de seu original, optamos por chama-lo por seu nome em inglês (esse sim, igual no Brasil e nos EUA). O ‘Fog’ original é de 1980, também conta com Jamie Lee Curtis no elenco e é dirigido por John Carpenter. Por esse motivo, é claro que se trata de um filme cult com bastante fãs. Esse foi o filme que Carpenter fez depois de ‘Halloween’, mas não obteria o mesmo sucesso. Com o passar dos anos, mais e mais pessoas descobriram ‘Fog’, que no Brasil se chamou ‘A Bruma Assassina’. O Remake de 2005 resolveu chamar o filme de ‘A Névoa’, e criou um longa genérico e sem grandes atrativos – que surge como o típico produto da época e dessa categoria que se tornou um subgênero no período. É claro que efeitos especiais ocuparam o lugar dos efeitos práticos bacanas do original – assim, criando uma atmosfera mais artificial possível.

 

‘Coringa’: Diretor compartilha primeira imagem oficial de Zazie Beetz no filme

O diretor de ‘Coringa‘, Todd Philips, compartilhou em seu Instagram a primeira imagem oficial de Zazie Beetz (‘Deadpool 2‘) no filme.

Confira:

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

So excited to be working with @zaziebeetz. Joker. 📷@nikotavernise

Uma publicação compartilhada por Todd Phillips (@toddphillips1) em

 

 

O longa, estrelado pelo vilão do Batman, será chamado de Coringa por aqui, como era esperado, e chegará um dia antes da estreia norte-americana, em 3 de outubro de 2019.

Confira também algumas imagens direto do set do filme:

A trama deve explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease. Ou seja, é muito provável que o filme seja para maiores de idade.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix diz que não se importa com opinião dos fãs sobre sua interpretação

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

O plano é lançar um novo selo chamado de DC Dark ou DC Black, parte de uma mudança de estratégia da Warner após o péssimo resultado de Liga da Justiça nas bilheterias.

O longa contará com o orçamento de US$ 55 milhões, valor relativamente baixo.

“20 anos antes do Batman salvar a cidade na trilogia de ‘Cavaleiro das Trevas’, Gotham era um lugar perigoso. Nos cantos onde o crime se escondia, um homem tenta escapar do seu terreno desafortunado, através de uma paixão pela teatralidade e pela comédia stand-up. No entanto, um dia ruim é tudo o que basta nesta cidade, e logo, este homem de boas intenções se tornou o criminoso mais perigoso de todos: o Coringa. Dirigido pelo indicado ao Oscar, Todd Phillips (‘Cães de Guerra’) e produzido pelo vencedor do Oscar, Martin Scorsese (‘Os Bons Companheiros’), esta prequel do indicado ao Oscar, Christopher Nolan, ‘Cavaleiro das Trevas’, vai explorar como o Palhaço Príncipe do Crime veio a se tornar o que é”.

Vale ressaltar que a história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separado do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.

‘Batwoman’: Série com Ruby Rose ganha trailer COMPLETO; Assista!

A CW divulgou o trailer completo da série ‘Batwoman‘, estrelada pela Ruby Rose.

Confira:

A série faz parte do Arrowverse, e sua personagem principal foi apresentada durante o crossover Elseworlds.

Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.

O elenco ainda conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Nicole Kang, Camrus Johnson, Rachel Skarsten e Nicole Kang.

 

Tô Ryca 2

 

Elenco:

Samantha Schmütz

Katiuscia Canoro

Evelyn Castro

Anderson Di Rizzi

Marcelo Mello Jr.

 

Direção: Pedro Antonio

Gênero: Comédia

Duração: — min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 3 de Fevereiro de 2022

Sinopse: 

Selminha está de volta! E agora é Ryca, esbanjadora, paga mais caro em tudo que quer e pode. O problema é que alegria de pobre sempre dura pouco. Aparece uma homônima que se coloca como a herdeira legitima. Os bens de Selminha são congelados, agora sua única fonte de renda é a que a justiça concede até se resolver o processo: um salário mínimo por mês, ou seja: 30 reais por dia. Mas Selminha já não sabe como viver na falência, no miserê, na desgraçada da pobreza. E pior: ela era a patrona da comunidade de Quintino, e com a sua pobreza toda a comunidade também acaba passando aperto. A Selminha guerreira, batalhadora, brasileira que não desiste nunca, ressurge para resolver não só a sua vida, mas de todos que ela ama.

Crítica | Tô Ryca 2 – Samantha Schmütz BRILHA em seu MELHOR papel na comédia (Nota: 7.0)

Curiosidades: 

» Sequência do sucesso ‘Tô Ryca‘, lançado em 2016;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

 

‘The Morning Show’: Steve Carell é promovido ao elenco regular da 2ª temporada

De acordo com o TVLine, Steve Carell foi promovido ao elenco regular da 2ª temporada da série ‘The Morning Show‘.

O ator interpreta Mitch Kessler, âncora de um noticiário que é demitido após diversas acusações de assédio.

Vale lembrar que as filmagens da 2ª temporada foram há alguns meses devido à pandemia do novo coronavírus e, recentemente, o ator Mark Duplass revelou que o novo ano será reescrito para incluir a crise sanitária global na narrativa.

“Nós rodamos dois episódios antes de pararmos por causa da pandemia, mas sei que eles estão reescrevendo, o que é insano, porque foi isso o que aconteceu na primeira temporada. Eles tinham vários roteiros e então reescreveram tudo para incluir o movimento #MeToo, e agora temos outro fenômeno global, bem maior, com que lidar. Não sei o que eles estão fazendo, mas sei que estão reescrevendo”.

A série foi criada por Jay Carson e Kerry Ehrin.

Um olhar por trás dos bastidores da vida das pessoas que ajudam a América a acordar pela manhã, explorando os desafios únicos enfrentados pelos homens e mulheres que realizam este ritual diário televisionado.

O elenco conta com Jennifer Aniston, Reese Witherspoon, Desean Terry, Victoria Tate, Billy Crudup, Mark Duplass e Gugu Mbatha-Raw.

‘A Lenda de Candyman’: Reboot ganha cartaz e novas imagens oficiais; Confira!

O reboot ‘A Lenda de Candyman‘ ganhou um novo cartaz e imagens oficiais.

Confira:

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de agosto.

Nia DaCosta é responsável pela direção.

O filme acompanha Anthony, um artista socialmente pronunciado em Chicago que pesquisa a lenda urbana de Candyman. Depois de investigar o último paradeiro conhecido do assassino, assassinatos estranhos começam a ocorrer em torno de Anthony. O protagonista desempenhará um papel semelhante ao de Helen Lyle, a personagem principal do filme original.

Abdul-Mateen II será o vilão do novo filme, e o elenco ainda conta com Nathan Stewart-Jarrett, Colman Domingo e Teyonah Parris.

Além de produzir, o vencedor do Oscar Jordan Peele (‘Corra!‘) também irá coescrever o roteiro ao lado de Win Rosenfeld.

‘O Massacre da Serra Elétrica 2’: Diretor revela ter “ideias INCRÍVEIS” para a sequência

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o diretor David Blue Garcia revelou que já tem “ideias incríveis” para uma possível sequência do terror ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘, que estreou na Netflix na última semana.

“Eu tenho pensado muito sobre o que aconteceria em uma sequência dessa história ou outro conto desse universo. Eu tenho algumas ideias incríveis que eu adoraria compartilhar com a produtora Legendary se ela quiser desenvolver um novo filme. Também há coisas que eu gostaria de ter feito nesse filme, e queria de ter a oportunidade de trazê-las para a continuação.”

Ele completa, “E, claro, há aquele gancho [para uma sequência] na cena pós-créditos do filme, então definitivamente há um futuro para ser explorado.”

Nesta sequência, um grupo de jovens decide dar vida nova a uma cidade fantasma no Texas, mas acaba se deparando com Leatherface, o famoso maníaco da serra elétrica.

A trama se passa anos após os chocantes eventos do filme original, em um cenário em que Leatherface não foi visto desde então.

Vale lembrar que a lendária Sally Hardesty, única sobrevivente do filme de 1974, retornará no novo filme. A personagem será interpretada por Olwen Fouéré (‘Contágio em Alto Mar’).

‘After 4 – Depois da Promessa’: Último filme da franquia ganha data de estreia no Prime Video

O Prime Video finalmente confirmou quando a sequência ‘After – Depois da Promessa‘ (After Ever Happy), quarto e ÚLTIMO filme da franquia, será lançada no catálogo brasileiro do serviço de streaming.

O longa estreará na plataforma no dia 25 de novembro.

Confira o trailer legendado:

Dirigido por Castille Landon, o longa é baseado na popular saga de livros de Anna Todd.

No filme, o casal “Hessa” está crescendo e pode nunca mais ser o mesmo. Embora já tenham encarado inúmeras adversidades, o capítulo final trará um desfecho de conto de fadas ou destruirá o relacionamento apaixonado e tóxico? Tessa não é mais a garota doce e ingênua de antes. Ela entende todas as emoções que estão se formando em Hardin e sabe que é a única que pode acalmá-lo quando ele explode. Ele precisa dela, mas ela precisa dele?

Josephine Langford e Hero Fiennes Tiffin retornam. O elenco ainda conta com Louise Lombard, Kiana Madeira, Rob Estes, Carter Jenkins e Chance Perdomo.

Diretor CONFIRMA que ‘Deadpool 3’ será para MAIORES de idade

Em entrevista ao Deadline, Shawn Levy (‘Free Guy: Assumindo o Controle’) confirmou que a vindoura sequência ‘Deadpool 3‘ manterá a alta indicação etária dos filmes anteriores, e só poderá ser assistida por maiores de idade.

Após a compra a 20th Century Studios pela Disney, os fãs estavam preocupados com a possibilidade do estúdio trazer uma versão mais leve e menos sangrenta do Mercenário Tagarela – como os outros filmes de super-herói da Marvel.

“Muito antes que eu amar o Ryan Reynolds, que já amava o Deadpool. Eu amo esse personagem. Para mim, o primeiro filme é simplesmente perfeito, então eu não tenho a intenção de mexer com o DNA da franquia.”

O cineasta também revelou novos detalhes sobre a produção: “Estávamos na metade das filmagens de ‘Deadpool 3’ [antes da greve dos atores]. Foi muito divertido, e a química entre [Ryan Reynolds e Hugh Jackman] é absolutamente incrível. É tudo o que estávamos esperando que fosse.”

Vale lembrar que a Marvel Studios antecipou ‘Deadpool 3‘ para 3 de maio de 2024. Anteriormente, o longa estava previsto para 8 de novembro de 2024.

Infelizmente, a data pode ser alterada novamente por causa das greves.

Embora os detalhes da trama de ‘Deadpool 3‘ sejam mantidos em segredo, rumores sugerem que o Mercenário Tagarela causará problemas nas linhas temporais e terá que lidar com a “vigilância” da Autoridade de Variação Temporal (AVT).

O terceiro filme também contará com a presença de Stefan Kapičić como Colossus, o mutante que transforma sua pele em aço; Brianna Hildebrand e Shioli Kutsuna como Míssil Adolescente Megassônico e sua namorada Yukio, respectivamente; e Morena Baccarin como Vanessa, o par romântico do personagem titular.

Karan Soni e Leslie Uggams completam o elenco como o carismático taxista Dopinder e a Cega Al, uma idosa com humor irreverente que serve como conselheira para o Deadpool.

A direção fica a cargo de Shawn Levy (‘Stranger Things’).

O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.

2ª temporada de ‘Arcane’ será a ÚLTIMA da série; Confira o teaser!

A Netflix confirmou que a 2ª temporada da aclamada animação ‘Arcane‘ também será a sua última da série.

No ciclo final, “O ataque de Jinx ao Conselho prepara o terreno para uma terrível escalada do conflito entre Piltover e Zaun.”

“‘Arcane’ é apenas o começo de uma história maior neste universo e em nossa parceria com o incrível estúdio de animação Fortiche,” declarou o criador Christian Linke. “Desde o começo, quando começamos a trabalhar no projeto, tínhamos um desfecho muito específico em mente, o que significa que a narrativa será concluída na segunda temporada. Mas ‘Arcane’ é apenas o primeiro capítulo de muitas histórias que queremos contar em Runeterra.”

Lembrando que o ciclo final tem estreia agendada para novembro de 2024.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Pôster de "Arcane: League of Legends", só na Netflix.

Ambientada na próspera região de Piltover e na oprimida cidade subterrânea de Zaun, a história explora as origens de duas campeãs icônicas e do poder que irá separá-las. Em meio ao conflito entre essas cidades-gêmeas, duas irmãs lutam em lados opostos de uma guerra entre tecnologias mágicas e convicções incompatíveis.

A série foi criada por Christian Linke e Alex Yee.

‘Garota Infernal 2’: Amanda Seyfried afirma que SEQUÊNCIA está em desenvolvimento

Em entrevista recente, Amanda Seyfried (‘Meninas Malvadas’) confirmou que uma sequência para o clássico ‘Garota Infernal‘ está em desenvolvimento.

“Acho que eles estão fazendo [uma continuação]. Eu não estou confirmando! Eu disse que ‘acho’,” declarou a atriz, piscando para a câmera. “Estamos trabalhando em uma sequência”.

Anteriormente, a roteirista Diablo Cody (‘Juno’) havia revelado que adoraria ver o retorno das atrizes Amanda Seyfried e Megan Fox na sequência: “Eu adoraria trazer a Megan [Fox] e a Amanda [Seyfried] de volta para uma sequência de ‘Garota Infernal’ – isso seria o ideal. Quero muito voltar a explorar aquele universo, e já pensei em diversas permutações que poderíamos fazer. Poderíamos fazer uma pré-sequência, uma sequência e até mesmo um musical. Estou disposta a fazer qualquer coisa, só preciso encontrar o parceiro certo.”

Cody já havia comentado sobre seu desejo em desenvolver uma continuação: “Eu quero fazer uma sequência [para ‘Garota Infernal’]. Eu ainda tenho mais coisas para contar [naquele universo]. Eu só preciso encontrar um parceiro que acredite neste projeto tanto quanto eu, e isso ainda não aconteceu. Preciso de alguém que acredite nesta sequência e tenha dinheiro.”

Ao ser possuída por um demônio, a estudante Jennifer se torna muito brava com os rapazes que nunca a deram uma chance. Enquanto a maldosa Jennifer satisfaz seu apetite com carne humana de meninos da escola, sua amiga nerd Needy descobre o que está acontecendo e promete colocar um fim na carnificina.

Conheça drama CRIMINAL baseado em história real que está fazendo SUCESSO na HBO Max

O drama criminal ‘Ângela Diniz: Assassinada e Condenada‘, inspirado em uma história real e baseado no famoso podcast Praia dos Ossos, está fazendo sucesso na HBO Max.

Com apenas quatro episódios lançados até o momento, a produção alcançou o TOP 2 das produções mais assistidas do serviço de streaming – atrás apenas do fenômeno ‘IT: Bem-vindos a Derry‘.

Estrelada pela Marjorie Estiano (‘As Boas Maneiras’), a trama acompanha o caso do feminicídio de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 pelo então companheiro Raul Fernando do Amaral Street, o Doca Street. A série documental reconstrói os acontecimentos que levaram ao crime, explora como o réu foi inicialmente tratado como vítima pela defesa e pela mídia, e mostra a mobilização social que transformou o julgamento em um marco do movimento feminista brasileiro, revelando as injustiças, o machismo estrutural e o impacto duradouro desse caso na luta pelos direitos das mulheres.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigida por Andrucha Waddington, a série conta com um roteiro assinado por Elena Soáre.

O elenco ainda conta com Emílio Dantas como Doca Street; Antônio Fagundes como o renomado advogado Evandro Lins e Silva; Thiago Lacerda como o colunista social Ibrahim Sued; Joaquim Lopes como o milionário mineiro Tuca Mendes; e Renata Gaspar como Gilda Rabelo.

Novo ‘Resident Evil’ será para MAIORES por “violência extrema e gore”

O novo filme da franquia ‘Resident Evil‘, dirigido por Zach Cregger (‘A Hora do Mal’), recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência extrema, gore e linguagem”.

Anteriormente, o cineasta havia declarado que a vindoura adaptação será o filme mais violento de sua carreira: “Este definitivamente é o filme mais violento que eu já dirigi. Eu queria fazer algo realmente grotesco! Queria ultrapassar os limites. [O filme] é sinistro e brutal. É uma produção muito sangrenta.”

Ele completa, “A proposta deste filme não é focar na Umbrella Corporation e no funcionamento do T-vírus. A trama gira em torno de um cara comum enfrentando monstros. Não me importei em cumprir requisitos ou seguir fórmulas. A única coisa que me importava era contar uma história divertida. Pisamos fundo no acelerador logo aos oito minutos e não tiramos mais o pé dele.”

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de setembro.

Além de dirigir, Cregger assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

O elenco ainda conta com Zach Cherry (“Ruptura”), Kali Reis (“True Detective: Terra Noturna”) e Paul Walter Hauser (“O Caso Richard Jewell”).

A Constantin Film, que detém os direitos de exibição do título desde o final dos anos 1990 e está por trás dos filmes anteriores, produz o reboot junto com a PlayStation Productions.

Vale lembrar que a adaptação mais recente, ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘, foi massacrada pelos críticos – com apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nas bilheterias, arrecadando meros US$ 41.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.

Charlie Cox fala sobre as expectativas para a 3ª temporada de ‘Demolidor’

Com o início das filmagens da terceira temporada de ‘Demolidor‘ agendado para outubro, as expectativas em relação ao que vem por aí começam a surgir.

E em uma entrevista recente ao site Collider, logo após o lançamento do crossover ‘Os Defensores‘, o intérprete de Matt Murdock, Charlie Cox, falou sobre o que espera ver no novo ciclo, apontando para o seu relacionamento com Karen e para os aspectos emocionais ligados ao fardo que carrega como o Diabo de Hell’s Kitchen.

Segundo ele:

“Eu não sei o que eles estão planejando para a terceira temporada, mas eu adoraria que seu relacionamento com a Karen fosse abordado, para sabermos para onde está seguindo. Seria legal também Matt encontrar aquela vulnerabilidade necessária para ser honesto e franco com ela, que se importa tanto com ele. Eu espero que ele tenha tirado algumas lições de ‘Os Defensores‘, sabendo que de vez em quando nós precisamos uns dos outros. Ele crê em Deus e acho que está começando a entender que ele coloca pessoas no nosso caminho por uma razão e que não há necessidade de ser tão teimoso assim, a ponto de querer resolver tudo sozinho”.

 

‘Demolidor’ ganha versão para deficientes visuais

‘Arrow’: Elenco celebra início da produção 7ª temporada com nova imagem

A produção da 7ª temporada de ‘Arrow‘ começou e para celebrar o retorno, com a primeira roda de leitura do roteiro, a página oficial do Twitter Arrow Writers Room publicou uma nova foto, com parte do elenco.

A imagem traz Echo Kellum (Curtis Holt), Emily Bett Rickards (Felicity Smoak), Stephen Amell (Oliver Queen/Arqueiro Verde) e David Ramsey (John Diggle).

Confira:

 

3ª temporada ‘The Handmaid’s Tale’ é detonada pelos críticos; Confira!

A 3ª temporada de ‘The Handmaid’s Tale‘ estreia apenas em 15 de junho, mas a crítica especializada já pôde conferir os primeiros seis episódios da produção e as primeiras impressões da série estão entre nós.

Mas ao contrário da expectativa projetada nos fãs, a produção parece ter perdido força em seu novo ciclo. Segundo algumas avaliações, a série caminha em círculos e não consegue manter o elevado ritmo das duas temporadas anteriores.

Indo mais além, os críticos pontuam que THT parece ter perdido o fio da meada e parece não ter mais um bom motivo para continuar no ar.

Confira:

“Se o final da segunda temporada deixou você gritando em sua tela: ‘Pelo amor de Deus, June, por que você não está pegando a maldita caminhonete para sair de Gilead com Emily (Alexis Bledel) e a bebê Nichole?’, a terceira temporada não fará muito para restaurar sua confiança nessa decisão.  […] Com base nos seis primeiros episódios, June e a série que ela lidera estão presos em um ciclo sombrio de sofrimento combativo, trabalhando cada vez mais para um futuro que fica cada vez mais fora de alcance”.  (EW)

“Embora a ‘The Handmaid’s’ tenha encontrado um caminho melhor, a 3ª temporada mantém uma falha profunda desde que a série foi além do livro de Margaret Atwood. Não há história suficiente para ser divulgada e quanto mais a série mergulha na burocracia e cultura de Gilead (incluindo uma excursão a Washington, DC), mais as rachaduras na construção do mundo começam a aparecer. June pode até ter algo pelo que brigar neste ano, mas eu me pergunto o quanto de seu conto ainda há para ser contado”.  (USA Today)

“Talvez a segunda metade da temporada mude as coisas de rumo. Infelizmente, seis horas é muito tempo para trabalhar duro por uma história que simplesmente parece ficar mais e mais deprimente”.  (The AV Club)

“A terceira temporada começa restabelecendo o propósito da nossa protagonista: resistência. Só que desta vez, é uma resistência muito mais ativa. Tendo tomado sua decisão, June precisa de mais coisas a fazer do que sobreviver, mas construir uma rebelião é um trabalho lento, depende de sacrifícios. Gilead é grande e forte, aparecendo ameaçadoramente nos altos quadros de cada cena e incutido nas aias através de vislumbres dolorosos”. […] Os primeiros seis episódios são convincentes, mas mais lentos e trabalhosos do que nas duas primeiras temporadas”.  (IndieWire)

“Os seis novos episódios estão repletos de elementos para admirar e respeitar, quando você não se atrapalha em se sentir como um programa que parecia ter muito a dizer, mas que não está mais participando da conversa no mesmo nível que antes”. (The Hollywood Reporter).

Confira o trailer

Criada por Bruce Miller, a série é baseada no livro ‘O Conto da Aia‘, escrito por Margaret Atwood.

A história se passa na distopia de Gilead, uma sociedade totalitária que foi anteriormente parte dos Estados Unidos. Enfrentando desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda, Gilead é governada por um fundamentalismo religioso que trata as mulheres como propriedade do estado. Como uma das poucas mulheres férteis restantes, Offred é uma serva na casa do comandante, uma das castas de mulheres forçadas à servidão sexual como uma última tentativa desesperada para repovoar um mundo devastado. Nesta sociedade aterrorizante onde uma palavra errada pode acabar com sua vida, Offred vive entre comandantes, as suas mulheres cruéis e seus servos – onde qualquer um poderia ser um espião para Gilead – tudo com um único objetivo: sobreviver para encontrar a filha que lhe foi tirada.

O elenco inclui Elisabeth Moss, Max Minghella, Amanda Brugel, Yvonne Strahovski, Joseph Fiennes, Ann Dowd e Madeline Brewer.

‘Dopesick’: Michael Keaton vai estrelar nova minissérie da Hulu

O veterano Michael Keaton vai estrelar a nova minissérie ‘Dopesick‘, da plataforma de streaming Hulu. O anúncio foi feito pelo próprio serviço, que pertence à Walt Disney Company.

A produção é baseada no livro homônimo que é um best-seller do jornal New York Times, escrito por Beth Macy.

A trama acompanha a crônica crise que os Estados Unidos sofre há anos com opioides e seu uso indiscriminado no país – o que tem gerado uma sucessão de viciados em remédios controlados, além de ser responsável por um alto índice de mortes.

A produção é descrita como “um olhar ambicioso, angustiante e cativante do epicentro da luta da América contra o vício em opioides, levando o público à uma comunidade mineira da Virgínia, aos corredores do Departamento de Narcóticos e à opulência do centros farmacêuticos de Manhattan”.

O roteiro será assinado pelo vencedor do Emmy Award Danny Strong (‘Empire‘), sob a direção de outro ganhador do mesmo prêmio, Barry Levinson (‘Bom Dia, Vietnã‘).

 

 

‘Good Girls’: Atriz faz apelo aos fãs, após rumores de cancelamento da série

Após o inesperado cancelamento de ‘Zoey’s Extraordinary Playlist‘, novos rumores começaram a circular a respeito da possibilidade de mais uma produção da emissora NBC passar pelo mesmo corte.

A comédia dramática ‘Good Girls‘ parece estar na berlinda e a atriz Mae Whitman decidiu convocar os seus fãs para ajudar o elenco a salvar a produção. Embora ainda não tenha sido oficialmente cancelada, a série segue em análise por parte dos executivos da empresa.

E tentando evitar o pior, Whitman compartilhou um story na sua conta oficial do Instagram (via E!News), iniciando uma nova hashtag, #RenewGoodGirls. O objetivo é motivar os amantes da série a expressarem o seu apoio pela produção, o que pode contribuir diretamente para a decisão final da NBC.

Na ocasião, ela publicou:

“Olá! Nós gostaríamos muito de não sermos canceladas e aparentemente estamos ‘na bolha’, o que significa que eles estão considerando não nos trazer de volta. Quanto a mim, estou na dúvida. Então se, talvez, você estiver na dúvida também, você poderia deixar a NBC e a Netflix saberem o quanto você nos ama. Obrigada exército Good Girls. Amo vocês”. 

Confira o trailer completo da 4ª temporada de ‘Good Girls‘.:

 

As três primeiras temporadas estão disponíveis na Netflix!

Na trama, as mães que viraram criminosas – Beth, Ruby e Annie – precisam enfrentar as consequências das suas decisões impulsivas tomadas na temporada anterior.

Crítica | Good Girls – Netflix lança deliciosa série com mulheres assaltantes

Christina Hendricks, Retta, Mae Whitman, Matthew Lillard, Reno Wilson, Manny Montana, Lidya Jewett, Izzy Stannard e David Hornsby estrelam.

‘Baldoni vs Lively: A Hollywood Feud’: Processo entre Blake Lively e Justin Baldoni ganhará série documental para o Discovery+

O tumultuado processo envolvendo Blake Lively e Justin Baldoni vai ganhar uma minissérie documental para o Discovery+. A informação foi confirmada pelo The Hollywood Reporter.

Segundo a publicação, ‘Baldoni vs Lively: A Hollywood Feud‘ será produzido pela Optomen para a Warner Bros. Discovery UK & Ireland.

A série do Discovery+ será lançada em junho deste ano e seguirá a ITN Productions criando seu próprio documentário, intitulado ‘He Said, She Said: Blake Lively vs. Justin Baldoni‘, sobre o impasse jurídico entre os colegas de ‘É Assim que Acaba‘.

A série examinará a preparação para os processos judiciais envolvendo ambos os atores, trazendo entrevistas com figuras atuantes na indústria cinematográfca, bem como personalidades com conhecimento direto do caso.

Baldoni vs Lively: A Hollywood Feud‘ é parte de um anúncio mais amplo feito pela Warner Bros. A gigante do entretenimento vai desenvolver uma série de novos projetos ficcionais e documentais.

Por meio de um comunicado oficial, o vice-presidente de comissionamento da empresa, Charlotte Reid, comemorou as novidades:

“Estamos animados em anunciar mais de 50 horas de conteúdo, trazendo de volta e desenvolvendo alguns dos nossos formatos mais amados, como os documentários ‘vs’, e introduzindo novos talentos e novas ideias para nossas plataformas”.

Entenda o caso

A atriz Blake Lively se uniu a Ryan Reynolds, ao New York Times, à publicitária Leslie Sloane e à Vision PR em uma moção judicial solicitando que a ação de difamação e extorsão no valor de US$ 400 milhões de dólares movida por Justin Baldoni seja rejeitada pela justiça.

De acordo com o Deadline, os representantes de Lively afirmam:

“O tribunal deve rejeitar todas as alegações contra a Sra. Lively com prejuízo, negar permissão para emendar e conceder à Sra. Lively todas as indenizações solicitadas”, diz o memorando jurídico protocolado recentemente no tribunal federal de Nova York, junto com a moção de Lively para rejeitar o caso.

A defesa de Lively se apoia em uma medida da Califórnia de 2023, que visa proteger acusadores e aparentemente enfraquecer a argumentação de Baldoni.

Os advogados de Lively alegam que “a lei proíbe o uso de processos de difamação, como este, para retaliar indivíduos que entraram com processos legais ou falaram publicamente sobre assédio sexual e retaliação”.

“Nada no FAC (Primeira Queixa Alterada) se assemelha a uma alegação legal válida”, afirmam os advogados de Lively em um memorando de 44 páginas.

Com um acordo ainda distante na amarga batalha entre as equipes de Blake e Baldoni, ambas as partes tentam, neste momento, fazer com que seus respectivos processos sejam rejeitados.

“Trata-se de um brutal instrumento de relações públicas, projetado para dar continuidade à campanha sombria das partes da Wayfarer para ‘enterrar’ e ‘destruir’ a Sra. Lively por ela ter falado sobre assédio sexual e retaliação”, argumentam os advogados da atriz.

“O tribunal deve rejeitar o FAC e, como exige a lei da Califórnia, realizar um procedimento adicional para calcular uma premiação apropriada pelos honorários advocatícios da Sra. Lively, danos triplicados pelos prejuízos causados por esse processo sem mérito e danos punitivos contra cada uma das partes da Wayfarer”, acrescenta.

Conforme o Deadline, em resposta às moções, os advogados de Justin Baldoni se manifestaram, alegando que os pedidos não passam de um abuso do sistema legal.

“A recente moção de despejo da Sra. Lively para se livrar do desastre auto-iniciado é um dos exemplos mais abomináveis de abuso do nosso sistema legal. As leis não devem ser distorcidas e manipuladas por elites privilegiadas para atender a seus próprios interesses pessoais”, disse o advogado Bryan Freedman.

“Regras rigorosas são estabelecidas para proteger os inocentes e permitir que indivíduos se defendam corretamente. Como dissemos em resposta às mesmas medidas covardes de Ryan Reynolds, continuaremos a responsabilizar a Sra. Lively por suas ações de pura malícia, que incluem acusações falsas de assédio e retaliação contra meus clientes. Suas alegações fantasiosas serão rapidamente refutadas conforme o processo de descoberta avança, facilmente desmentidas com provas reais”, conclui.

O processo movido pela atriz Blake Lively contra seu colega de elenco de ‘É Assim Que Acaba’, Justin Baldoni, já possui data de julgamento. O juiz federal Lewis J. Liman marcou para o dia 9 de março de 2026 o início do julgamento para resolver a disputa entre os atores.

No passado recente, o advogado de Lively, Michael J. Gottlieb, escreveu uma carta ao juiz sobre o suposto “fluxo interminável de declarações difamatórias e extrajudiciais” feitas por Bryan Freedman, advogado de Baldoni, pedindo que essas práticas fossem interrompidas.

O advogado, comentou sobre o comportamento combativo de Freedman: “Já há um risco sério de que a má conduta dele esteja contaminando os jurados”. Gottlieb também afirmou que Freedman estava agravando “uma corrida armamentista de divulgações seletivas de mensagens de texto para a mídia”.

“As ações dos réus da Wayfarer estão sendo financiadas por um bilionário que se comprometeu a gastar US$ 100 milhões para arruinar as vidas de Sra. Lively e sua família”, disse Gottlieb. “O Sr. Freedman está usando esse dinheiro, sua lista de clientes atuais e ex-clientes, e uma estratégia descarada de mídia e redes sociais para assassinar o caráter de Sra. Lively antes do julgamento”.

Além disso, no processo no estado do Texas, a defesa de Lively afirmou que Wallace e sua empresa, Street Relations, “armaram um exército digital por todo o país, incluindo em Nova York e Los Angeles, para criar, semear, manipular e promover conteúdo difamatório que parecia autêntico em plataformas de redes sociais e fóruns de bate-papo na internet”.

Além disso, o que as comunicações de Freedman ignoram – e provavelmente foram feitas para obscurecer – é que a Sra. Lively está de posse de inúmeras comunicações adicionais relacionadas às suas alegações contra as partes da Wayfarer”, concluiu Gottlieb

O ator Justin Baldoni entrou oficialmente com um processo contra Blake Lively e Ryan Reynolds, acusando o casal de ter roubado seu filme, ‘É Assim Que Acaba’, e de tentar destruir sua carreira com falsas acusações de assédio sexual.

De acordo com a Variety, no processo de 179 páginas, apresentado no Distrito Sul de Nova York, Baldoni e seus publicitários acusam Lively e Reynolds de extorsão civil, difamação e invasão de privacidade.

A ação judicial solicita pelo menos US$ 400 milhões em danos.

“Em essência, este não é um caso de celebridades se atacando na imprensa”, afirma o processo de Baldoni. “Este é um caso sobre duas das estrelas mais poderosas do mundo utilizando seu imenso poder para roubar um filme inteiro das mãos de seu diretor e estúdio de produção… Quando os demandantes tiverem seu dia no tribunal, o júri reconhecerá que nem a celebridade mais poderosa pode manipular a verdade para seu próprio benefício”.

Anteriormente, foram reveladas mensagens de texto que supostamente mostram que Justin Baldoni e sua equipe jurídica fabricaram uma campanha difamatória contra Blake Lively durante o lançamento do filme.

“Ele quer sentir que ela pode ser derrotada”, escreveu uma publicitária que trabalha com o estúdio e o Sr. Baldoni em uma mensagem de 2 de agosto para a especialista em gerenciamento de crises, Melissa Nathan.

Melissa respondeu:

“Você sabe que podemos acabar com qualquer um”.

A publicista respondeu:

“A narrativa on-line é tão boa e os fãs ainda estão defendendo Justin e literalmente não houve captação desses dois artigos, o que é realmente chocante para mim. Mas eu vejo isso como um sucesso total, assim como Justin.”

‘É Assim que Acaba’ | Entenda TODA a treta envolvendo Blake Lively e Justin Baldoni

Justin Baldoni foi dispensado pela agência de talentos WME.

A decisão de se separar do diretor e estrela de ‘É Assim que Acaba’ veio da agência no sábado, depois que Blake Lively entrou com uma queixa de assédio sexual e retaliação contra ele na sexta-feira à noite, confirmaram fontes.

Baldoni foi informado da decisão no sábado, disseram fontes. A WME também representa Lively, e com base na seriedade das alegações na reclamação de Lively, a agência sentiu que ações precisavam ser tomadas rapidamente.

A WME não fez comentários.

Lively moveu um processo judicial contra Baldoni, seu ex-diretor e colega de elenco no filme, acusando-o de assédio sexual e de liderar uma campanha destinada a manchar sua reputação pública.

Baldoni refuta as acusações e contra-ataca, afirmando que Lively estaria utilizando a situação para tentar recuperar sua imagem, que, segundo ele, teria sido prejudicada por seu próprio comportamento no set.

Conforme documentos judiciais obtidos pelo TMZ, as tensões entre os dois teriam escalado a ponto de ser necessária uma reunião de emergência com toda a equipe de produção.

O encontro, que contou até mesmo com a presença do marido de Blake, o ator Ryan Reynolds, buscava resolver o que ela descreve como um ambiente de trabalho hostil.

No processo, Blake descreve episódios que teriam contribuído para essa atmosfera tóxica.

Ela alega que Baldoni teria exibido imagens de mulheres nuas, abordado assuntos pessoais inapropriados, incluindo supostos problemas de vício, e feito comentários desrespeitosos sobre a aparência dela e de outros membros da equipe.

A atriz também denuncia que seu falecido pai foi mencionado de maneira inadequada durante as gravações, além de relatar pressões para incluir cenas explícitas que não estavam previstas no roteiro original.

Lively acusa Baldoni de ser o principal responsável por uma estratégia de manipulação social com o objetivo de prejudicar sua carreira.

Por outro lado, Bryan Freedman, advogado de Baldoni, repudiou as alegações, classificando-as como “falsas e sensacionalistas”.

Ele ainda caracterizou Lively como uma figura problemática no set, afirmando que a atriz teria ameaçado abandonar as filmagens e boicotar a promoção do longa, ações que, segundo ele, contribuíram para o fracasso do projeto.

Vale lembrar que a adaptação de ‘É Assim que Acaba‘, que arrecadou mais de US$ 350 milhões mundialmente, está disponível no streaming do Max.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Você pode estar assistindo ‘Stranger Things’ do jeito errado. ENTENDA!

Há uma grande possibilidade de que você esteja assistindo sua TV de forma errada, e quem está furioso com isso são os irmãos Duffer, criadores de Stranger Things.

É uma questão técnica, os televisores mais atuais já vêm de fábrica com uma configuração chamada “Soap Opera Effect”, que não se adapta à maneira como filmes e séries estão sendo filmados.

Segundo a revista Superinteressante, a maioria dessas produções são gravadas em uma frequência de 24 frames por segundo, ou seja, para cada segundo de imagem a filmadora tira 24 fotos, que conseguem enganar nossos olhos para que vejamos movimento.

O problema é que esse acordo para o número de frames só existe entre as produções culturais. Transmissões ao vivo de esportes, por exemplo, tendem a ter mais frames por segundo, já que a frequência maior ajuda na percepção de detalhes importantes.

O que os novos modelos de televisão fazem é, automaticamente, exibir tudo em uma frequência superior. Dessa forma, na hora de ver Stranger Things, por exemplo, seu aparelho tenta aumentar o número de frames por cena. Você sobrecarrega a imagem. As cenas ficam com pequenos “defeitos”, como uma espécie de sombra gelatinosa atrás de tudo que se mexe um pouco mais rápido. Matt Duffer comentou em entrevista à Vulture:

“Nós e todo mundo em Hollywood investimos tanto tempo e dinheiro para que tudo fique lindo, e aí quando você vai ver na casa de alguém, parece que filmamos com um iPhone”

Para arrumar esse problema, basta alterar as configurações da sua TV. O tutorial varia de aparelho para aparelho, mas, em geral, tudo se resolve quando você desativa alguma função que tenha algum nome derivado de “Movimento”, ou “motion”. Algo como “efeito de movimento suave”.

O vídeo abaixo mostra como funciona esse efeito em sua TV, assista:


Fonte: Superinteressante

Veja a nossa crítica da 2ª temporada:

A 2ª temporada de Stranger Things já está disponível com 9 episódios na Netflix.

 

‘Star Wars’: Mark Hamill responde qual é a melhor ordem para assistir aos filmes da franquia

Uma questão recorrente entre os fãs e admiradores da franquia Star Wars é qual é a melhor maneira de assistir aos filmes: conforme foram lançados ou seguindo a cronologia da história?

Pensando nisso, o ator Mark Hamill respondeu em entrevista ao Collider que nem ele mesmo saberia dizer qual a melhor forma:

“Olha, eu sempre penso que o melhor jeito seria seguindo a estreia. Agora, talvez esteja errado, porque se você está começando do zero, talvez devesse ir I, II, III, IV, V, VI, Rogue One? É difícil! Quer dizer, espere um segundo, Rogue One acontece antes do IV. Então seria I, II, III, Rogue One, IV, V, VI, VII, VIII. Estou apenas chutando…”

Ainda sem título revelado, o ‘Episódio IX’ de Star Wars chega aos cinemas em 20 de dezembro de 2019.

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ foi o filme mais lucrativo de 2017

Enquanto isso, com alguns projetos já sendo filmados e outros anunciados para os próximos anos, a franquia Star Wars não para de crescer, e é exatamente sobre isso que Mark Hamill conversou com o Cinema Blend. O ator, que deu vida ao Luke Skywalker, diz estar um pouco preocupado com a quantidade de filmes que estão em fazendo.

Segundo Hamill, caso continuem nesse ritmo, existe a possibilidade dos fãs sentirem uma certa saturação.

“Acredito que eles precisam ter um pouco mais de calma com esses filmes. Não queremos que existe essa saturação com ‘Star Wars’. Me lembro de ter dito em uma reunião com a Disney, ‘É sério? Cinco meses depois de ‘Os Últimos Jedi’ já estão chegando com ‘Han Solo’? Não poderiam ter esperado pelo menos até o Natal?’ Mas, é coisa de estúdio. Eles possuem esse calendário, também são responsáveis pela Marvel, outras produções. É algo fora do meu poder de alcance”

 

Veja também algumas novas imagens que mostram cenas deletadas do filme:

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’: Vídeo reúne todos os easter eggs do filme; Vem ver!

Descubra onde está o capacete de Darth Vader em ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’

‘Sideral’: Nova série da DC ganha logo oficial; Confira!

A DC Universe, plataforma de streaming da DC Comics, confirmou sua mais nova série live-action: ‘Stargirl, focada na heroína Stargirl, também conhecida como Sideral, que recentemente apareceu no seriadoLegends of Tomorrow.

Além disso, o programa ganhou seu primeiro logo oficial. Confira:

A série já é a quarta anunciada para o serviço, que também contará com Titãs,Monstro do Pântano e A Patrulha do Destinoe as animações ‘Young Justice: OutsidersHarley Quinn, seriado solo da Arlequina, que chegam ao serviço de streaming à partir de 2019.

Anunciado em 2017, o lançamento da DC Universe acontecerá a partir de 15 de outubro de 2018 em fase de testes, com a versão final prevista para o fim do mesmo ano. Vale ressaltar que, até o momento, o serviço só deve sair nos EUA.

Nos EUA, o plano anual sairá no valor de US$ 74,99 e um outro plano onde você pagará mensalmente, sai por US$ 7,99.

Dica do fim de semana | Lançamentos nos principais streamings

Como de costume, a reta final do ano está cheia de lançamentos nos principais streamings. Pensando em você, que não quer perder tempo procurando o que assistir, o CinePOP listou cinco produções, dentre filmes, séries e documentários, que acabaram de chegar aos streamings no Brasil.

Tem suspense, biografia, aventura e muito mais. E para ajudar, o streaming em que a produção está disponível está citado logo abaixo da dica. Confira!

Ligação Sombria

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Vamos abrir a lista com uma produção excêntrica, mas bastante interessante. Após brilhar no terror sobrenatural Longlegs, Nicolas Cage estreia esse suspense cheio de neons, em que interpreta um passageiro demoníaco e violento que pede um táxi e vai infernizar a vida do coitado do motorista em uma noite sem fim. Para piorar, o rapaz está esperando o nascimento de seu bebê. Nessa corrida contra o tempo, o motorista vai tentar sobreviver às ações de Cage, enquanto sofre as piores torturas físicas e psicológicas possíveis. É tudo muito inesperado.

Onde assistir: Amazon Prime Video.

Super/Man: A História de Christopher Reeve

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Garantia de lágrimas, Super/Man é a primeira produção oficial do novo Universo DC. O mais curioso é que esse documentário não foi produzido pela empresa, mas assim que James Gunn assistiu pela primeira vez, ficou tão encantado que encheu a paciência da Warner para comprar os direitos de distribuição e integrar a produção a essa nova fase dos quadrinhos no cinema. O filme é um documentário sobre o lendário Christopher Reeve, que imortalizou o Superman nos cinemas e abriu portas para que os super-heróis tivessem chance nas telonas. Porém, ele sofreu um acidente e ficou tetraplégico. Após enfrentar muitos desafios e sofrimentos, o ator decidiu usar sua influência e importância para chamar atenção para a causa e tentar ajudar a todos. É uma história cheia de surpresas, com depoimentos emocionantes e muitas lembranças de um dos atores mais queridos que já passou por Hollywood.

Onde assistir: Max.

Produção de Sonhos

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Minissérie derivada da franquia Divertida Mente, Produção de Sonhos é uma história divertida que se passa entre os dois filmes da saga. A trama é focada na parte do cérebro de Riley que é responsável, como indica o nome, pela produção dos sonhos da menina. Ou seja, é um “estúdio de cinema” com acesso às opções mais criativas possíveis. Porém, com a Riley crescendo, novos desafios chegam para essa equipe, que precisa inovar para manter os sonhos da menina interessantes. E a melhor parte é que a série é conduzida naquele melhor estilo The Office.

Onde assistir: Disney+.

Bagagem de Risco

bagagem de risco

Aposta da Netflix para essa época natalina, Bagagem de Risco é um suspense interessante ambientado durante as Festas nos EUA. Na trama, um agente da equipe de segurança de transportes aéreos dos EUA é subornado para liberar o transporte de uma bagagem suspeita em um voo durante a véspera de Natal. O primeiro problema é que esse suborno inclui a segurança de sua própria família. O segundo problema é que ele descobre que a tal bagagem de risco que ele liberou é, na verdade, uma bomba que vai explodir um voo comercial abarrotado de gente inocente. Ciente de suas ações, o rapaz agora vai correr contra o tempo para tentar impedir uma tragédia aérea durante o principal feriado do ano.

Onde assistir: Netflix.

Kubrusly – Mistério Sempre Há de Pintar Por Aí

img 1166Considerado uns dos jornalistas de maior criatividade da imprensa brasileira, Maurício Kubrusly marcou época nos anos 80, quando entrou para a Globo e começou a aparecer nacionalmente na emissora. No Fantástico, seu quadro “Me Leva, Brasil” conquistou a audiência e se destacou na grade do programa. Foram quase 20 anos de Globo, até que ele simplesmente “desapareceu” do dia a dia dos brasileiros. Ele foi diagnosticado Demência Fronto Temporal e vive no Sul da Bahia com sua esposa. O documentário conta um pouco da vida profissional de Maurício, mas se destaca por mostrar a história de amor entre esse casal tão unido.

Onde assistir: Globoplay.