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Roger Moore vs. Sean Connery | Há 40 Anos Estreavam DOIS FILMES de 007 nos cinemas! Você Sabia?

A franquia popular mais longeva da sétima arte encerrou mais uma fase no final de 2021. Estamos falando é claro de 007, que fechou sua era Daniel Craig quando o ator se despediu do personagem James Bond e da franquia em Sem Tempo para Morrer, após cinco filmes no papel. Agora é esperar para outra fase do personagem e por um novo intérprete para protagoniza-lo. James Bond já teve seis intérpretes e uma longa caminha repleta de fases – se formos pensar que o personagem existe nas telonas desde o início dos anos 1960, 007 está adentrando agora sua sétima década mergulhado na cultura pop sem nunca deixar de ser popular ou relevante. Ou seja, o espião mais famoso do entretenimento não é importante apenas para o cinema, é um pilar cultural de nossos tempos, passado através das gerações, lidando com problemas de seus respectivos momentos.

Enquanto esperamos uma nova fase da franquia mais duradoura do cinema, propriedade da EON Productions e da MGM (agora em parceria com a Universal), e o anúncio de quem irá suceder Daniel Craig na função, voltaremos no tempo, como sempre gostamos de fazer, para relembrar com você um dos fatos mais curiosos ocorridos dentro da franquia do agente secreto da Rainha Britânica. Sem Tempo para Morrer marcou o 25º filme oficial da franquia 007 no cinema. Porém, existem dois outros filmes baseados nos livros do autor Ian Fleming e contendo o personagem James Bond que foram lançados nos cinemas e não fazem parte da cronologia oficial. O primeiro é a paródia Cassino Royale (1967) – o qual vale uma matéria só para ele também. Mas hoje nos concentraremos no segundo, intitulado Nunca Mais Outra Vez, que está completando 40 anos de lançamento em 2023 e que chama mais atenção pelo duelo ocorrido nas telonas entre os que são considerados pelos fãs os maiores James Bond de todos: Sean Connery e Roger Moore.

Nunca Mais Outra Vez’ é o sétimo filme de Sean Connery como James Bond, mas não está contido na franquia oficial.

Comecemos pelo começo. Como todos sabem muito bem, o icônico Sean Connery foi o primeiro 007 do cinema, estreando ainda em 1962 no primeiro filme do personagem nas telonas: 007 Contra o Satânico Dr. No. O personagem, o agente secreto número 1 da Rainha inglesa (ou melhor, o número 7), dono de uma personalidade que é misto de sofisticação e bruteza, foi criado nas páginas de uma série de livros escritos pelo autor Ian Fleming – o criador do espião. Para fazer de James Bond a figura maior que a vida que se tornou, entrava em cena os produtores Albert R. Broccoli e Harry Saltzman, que formaram a produtora EON – responsável por todos os filmes oficiais de 007 no cinema. Assim tomava forma os primórdios da maior franquia de filmes da história. Mas depois de três filmes lançados (Dr. No, Moscou Contra 007 e 007 Contra Goldfinger), algo iria mudar na franquia logo em seu quarto filme.

007 Contra a Chantagem Atômica foi lançado em 1965, tendo Sean Connery pela quarta vez personificando James Bond. Tudo parecia no lugar para este se tornar “apenas” mais um filme da franquia, mas a verdade é que nesta época não tinha nada de normal quando falávamos da franquia 007. Acontece que a esta altura, a propriedade era quentíssima e uma das mais rentáveis no mundo. Os filmes de 007 se tornavam um fenômeno comparável apenas ao que eram os Beatles na época. Deste forma, todos queriam uma fatia deste bolo e 007 gerou um bocado de “imitadores” vindos de outros estúdios. Era uma febre de espiões e agentes secretos que dominavam a indústria cinematográfica. Nessa esteira surgia Kevin McClory, o nome responsável por termos dois filmes de 007 nos cinemas há 40 anos atrás.

Kevin McClory, produtor e roteirista do 4º 007 nos cinemas, A Chantagem Atômica, herdaria o filme para si.

O que acontece é que 007 Contra a Chantagem Atômica foi o primeiro filme da franquia a não ser baseado em um livro escrito por Ian Fleming, como os três anteriores. Os produtores queriam algo novo e resolveram bolar uma história do zero mais próxima ao que os fãs esperavam ver em tela de uma aventura de James Bond. Sim, Ian Fleming ainda estaria envolvido na produção e desenvolveu a história. Mas eis que surge em cena o tal Kevin McClory para ajudar a desenvolver a narrativa do quarto filme de 007 ao lado de seu criador. E não apenas isso, McClory também ganhou cargo de produtor, acima inclusive dos donos da EON, Broccoli e Saltzman – que serviram de produtores executivos no filme. Com tanto poder em mãos, é claro que McClory não deixaria barato e ganhou nos tribunais em cima da EON o direito sobre A Chantagem Atômica (Thunderball). É como se o quarto filme da franquia fosse de McClory e não da EON. É bem verdade que o produtor não podia fazer muito com isso, afinal o juiz decretou que a única coisa que ele poderia fazer seria uma refilmagem de A Chantagem Atômica.

Kevin McClory não se deu por vencido, no entanto, e esperaria o momento certo. Enquanto isso, Sean Connery faria o seu quinto filme como James Bond com Só Se Vive Duas Vezes (1967) e deixaria o papel (pela primeira vez) no sexto filme após insatisfações salariais. Em seu lugar entrava o modelo transformado em ator George Lazenby para 007 – A Serviço Secreto de Sua Majestade (1969). Lazenby não agradou e foi jogado para escanteio. Após uma proposta polpuda e certo convencimento, ninguém menos do que Sean Connery retornaria ao papel em Os Diamantes São Eternos (1971). Mesmo retornando para mais um filme, Connery deixava claro que essa seria sua canção do cisne, sua despedida de vez do papel. E de certa forma o foi, ao menos da cronologia oficial.

Roger Moore foi o segundo ator a herdar o papel de 007 depois da saída de Sean Connery, sendo aceito pelo público.

Na década de 1970, a EON encontra nas formas de Roger Moore um substituto à altura para Connery. A estreia de Moore ocorreria em 007 – Viva e Deixe Morrer (1973) e o ator permaneceria no papel por nada menos que sete filmes, sendo ainda hoje o intérprete que mais vezes viveu James Bond dentro da cronologia oficial. Depois da estreia de Moore no papel, vieram O Homem com a Pistola de Ouro (1974), O Espião que me Amava (1977), O Foguete da Morte (1979) e Somente para Seus Olhos (1981). E aí chegava o ano de 1983, e Roger Moore estava pensando em deixar o papel no sexto filme de sua era. Mas algo muito forte faria os produtores persuadi-lo a viver 007 mais uma vez em Octopussy: a volta de Sean Connery ao papel. O curioso é que o sucesso de Octopussy ainda faria Roger Moore ficar no papel para um sétimo filme, já aparentando sua idade de 58 anos na época para Na Mira dos Assassinos (1985). Já pensou como seria um 007 sessentão hoje em dia? Daniel Craig deixou o papel com 53 anos, por exemplo.

Acontece que finalmente Kevin McClory se viu motivado a tirar do papel seu remake de A Chantagem Atômica e para isso iria trazer de volta George Lazenby para viver James Bond. No entanto, McClory recebeu uma notícia ainda melhor do que poderia imaginar: Sean Connery estava interessado em retornar ao personagem do espião! Talvez no fundo como uma espécie de vingança contra os donos da EON, o astro escocês aceitou a oferta de McClory e topou retornar, aos 53 anos de idade, ao papel que o consagrou. Quando se despediu da franquia em Os Diamantes São Eternos, Connery afirmou que nunca mais aceitaria viver o personagem. Justamente por isso, segundo reza a lenda, foi a esposa do ator, Michelle Roquebrune, com quem ficou casado de 1975 até sua morte em 2020, quem sugeriu o título ‘Never Say Never Again’ (no original – algo como ‘nunca diga nunca outra vez’) para o filme como uma espécie de brincadeira com o companheiro.

Aos 53 anos de idade, Sean Connery aceitou retornar ao papel de James Bond. Roger Moore só se despediria aos 58 anos.

Assim, com Connery contratado para reprisar seu papel mais famoso pela sétima vez, Kevin McClory forçava a EON a segurar Roger Moore no personagem para mais um round dentro da franquia oficial. Afinal, a EON não poderia arriscar trazer um novo ator para estrear como Bond num momento desses, ou seja, para enfrentar Sean Connery nas bilheterias num ano que ficaria marcado como o duelo entre dois James Bond. Um novato no papel não teria a menor chance contra o sujeito que deu forma ao personagem tantas vezes. A solução seria combater fogo com fogo, impondo mais uma vez a figura de Roger Moore, o James Bond com o qual o público estava acostumado na época.

Ter Sean Connery de volta ao papel de 007, mesmo que fora da franquia oficial e numa espécie de refilmagem de uma produção na qual ele já havia protagonizado, fez a atriz Barbara Carrera recusar um papel em 007 Contra Octopussy, o filme oficial da franquia que iria enfrentar o remake, e embarcar ao lado de Connery em Nunca Mais Outra Vez por desejo de trabalhar com o lendário ator. E esse era só um demonstrativo da “Guerra Fria” que ocorreu na época, quando há 40 anos dois filmes de 007 estreavam nos cinemas. Já pensou em algo assim nos dias de hoje?

O ano de 1983, há 40 anos atrás, ficaria marcado pelo duelo de dois 007 nos cinemas: Roger Moore (Octopussy) vs Sean Connery (Nunca Mais Outra Vez).

Quem saiu na frente, ao menos no que diz respeito à data de estreia foi o filme oficial da franquia, 007 Contra Octopussy, trazendo Roger Moore novamente para enfrentar a contrabandista que dá título à obra (vivida por Maud Adams) em junho de 1983. Já Sean Connery aparecia com seu remake em outubro de 1983. Hoje em dia, os críticos possuem mais apreço pelo filme de Connery do que este exemplar de Moore, talvez por saudosismo de homenagear o que é considerado o “maior” Bond de todos. Já em termos do público, a balança pende mais para Octopussy.

No entanto, o que conta mesmo sempre foi o retorno em bilheteira, e neste quesito, contra todas as expectativas, o filme oficial de Roger Moore levou a melhor na batalha dos dois maiores 007 no cinema. Isso porque Octopussy arrecadaria US$67 milhões nas bilheterias, contra os US$55 milhões arrecadados por Nunca Mais Outra Vez, que teve distribuição da Warner nos EUA. No fim das contas, podemos dizer que quem saiu ganhando foram os fãs, que puderam conferir dois filmes de 007 num único ano, ganharam mais um capítulo de sua cronologia oficial, assim como o retorno do astro que deu início à franquia em uma espécie de “capítulo especial”. O motivo até pode ter sido mais “nefasto” do que agradar os fãs, mas no fim tudo deu certo e o público foi quem saiu verdadeiramente ganhando. No fim das contas o que importa de verdade é isso.

Brendan Fraser gravou cena totalmente NU com Matt Damon e revela detalhes

O ator Brendan Fraser, indicado ao Oscar deste ano por sua atuação no filme ‘A Baleia‘, contou em entrevista ao podcast The Howard Stern Show (via Entertainment Weekly) que ele e Matt Damon estavam completamente despidos na cena de briga no chuveiro em ‘Código de Honra‘.

Na cena em questão, Dillon (Damon) revela para o time de futebol que David (Fraser) é judeu, levando a dupla a entrar em conflito dentro do vestiário.

“Eu agradeço que isso não seja realmente um ‘fator uau’ que dizem, ‘Ei, olhe para isso, pessoas nuas’” comentou o ator. “O ponto disso é que, quando o personagem de Damon diz aquilo sobre David, ele apenas revela quem ele é. Seu anti-semitismo e seu preconceito são brutos e feios.[…] e eles brigam por isso como macacos barbeados que precisam ser separados porque ficaram sem coisas para dizer um ao outro, e isso simplesmente se transforma em uma briga feia”

Ele explicou que foi uma experiência “assustadora” estar totalmente nu no set de filmagens, principalmente por se tratar de seu primeiro trabalho.

“Quando você é um ator e está começando, você é ambicioso e joga para praticamente qualquer coisa. Eles dizem ‘pule’, você diz ‘a que altura?’” Brincou Fraser.

Código de Honra‘ foi lançado em 1992 e dirigido por Robert MandelBrandon FraserMatt DamonBen Affleck e Chris O’Donnell integram o elenco.

Quando David Greene ganha uma bolsa de estudos como jogador de futebol para frequentar uma prestigiosa escola preparatória nos anos 50, sente-se pressionado a esconder que é judeu de seus colegas e professores, temendo que eles sejam anti-semitas. Ele rapidamente torna-se famoso no campus graças às suas habilidades como atleta, mas quando sua origem judia é descoberta, seus piores medos se concretizam e seus amigos se voltam contra ele com ameaças violentas e ridicularização pública.

‘M3GAN’ | Novo terror da Blumhouse traz a desventura da maternidade na juventude do século XXI

M3GAN gira em torno de uma jovem cientista que trabalha no desenvolvimento de brinquedos tecnológicos. Ela trabalhava num projeto secreto, quando perdeu a irmã e acabou se tornando guardiã legal de sua sobrinha, que está sofrendo com a morte dos pais. Nesse caos, ela termina seu projeto: uma boneca de alta tecnologia, feita para ser a melhor amiga das crianças, a M3GAN. O problema é que a menininha eletrônica perde o controle de sua programação inicial e começa a matar qualquer um que chateie a menina.

Apesar de se vender como um Terror Pop, o longa se sustenta mais como uma aventura de ficção com um ou outro jumpscare manjado. E isso de forma alguma diminui o filme, já que ele entretém com maestria e diverte o público com suas ideias não inovadoras, mas bem executadas. Mais do que isso, M3GAN faz parte de uma leva de filmes recentes que tentam trazer de forma bem superficial, por meio da tecnologia, a dificuldade da geração atual de pais e mães em lidar com a tecnologia na hora de criar os filhos.

Na comunidade científica e na pedagogia, existe um longo debate sobre a inserção de aparatos tecnológicos, como smartphones e tablets, na educação infantil. Enquanto alguns criticam o uso, há outras vertentes que apontam para o desenvolvimento de novas habilidades mediante uso da tecnologia. Em uma pesquisa realizada em 2019 por cientistas canadenses e norte-americanos, publicada na JAMA Pediatrics, eles chegaram à conclusão de que houve um aumento considerável na exposição à telas em crianças de até 3 anos de idade, que ficavam de frente para telas de telefones, tablets e televisores, por até 25h semanais. De acordo com a pesquisa, o foco infantil nas telas pode fazer com que a criança pequena perca oportunidades de olhar, aprender e dominar habilidades importantes para seu desenvolvimento, já que não tira os olhinhos das animações e das cores das telinhas. E isso pode acabar limitando o desenvolvimento de certas habilidades, como interações sociais, um atraso na fala e até mesmo reduzir o tempo dedicado à prática de atividades físicas.

Por outro lado, a própria UNESCO recomenda o uso de tablets no aprendizado de salas de aula. Isso porque ajuda no desenvolvimento de certas habilidades motoras, pode ajudar a melhorar o foco e a inclusão em sala de aula. No entanto, esse uso só é recomendado para crianças acima dos dois anos de idade. É quase unanimidade que a melhor coisa para as crianças nos primeiros anos de vida é explorar o mundo real sob a tutela de um adulto. Mas em ambos os casos, de quem é a favor ou contra do uso dessas tecnologias, é consenso que são aparelhos que vieram para ficar e caso as crianças sejam expostas a eles, deve haver um limite de uso diário. Quanto mais novinha a criança, menos horas de exposição são indicadas.

Por conta da correria e do ritmo insano que o mercado de trabalho exige nos dias atuais, a nova geração de pais e mães acaba recorrendo a esses aparatos para ajudar a prender a atenção de seus bebês ou filhos mais novos enquanto trabalham. E isso vem rendendo uma série de críticas sociais e científicas, que parecem ter chegado com força nos filmes de terror/ ficção.

No caso de M3GAN, a boneca é usada praticamente como uma ferramenta terapêutica para a jovem Cady, que viu seu mundo virar de ponta-cabeça após seus pais morrerem em um acidente. O interessante é que o filme faz questão de deixar escancarado desde a primeira cena que o debate sobre o uso de aparelhos eletrônicos na criação dos jovens será o tema principal do longa, quando a mãe da pequena discute com o pai sobre os brinquedos atuais e como alguém pode achar divertido passar horas com o rosto enfiado em um tablet. No entanto, assim como indicam as pesquisas, eles estabeleceram limites de tempo de uso, o que é mostrado justamente pela ótica de Cady, que observa mais a paisagem e seu brinquedo durante a viagem fatal.

Após o acidente, a menina fica sob a guarda da tia, que é bem mais jovem que a mãe e completamente focada em sua carreira. Despreparada para receber uma criança em sua casa, a jovem tem um lar frio e cheio de brinquedos de coleção, daqueles que não podem ser abertos. E com os prazos apertados no trabalho, ela não consegue dar atenção para a sobrinha. Para tentar compensar o tempo e o afeto não dados, ela deixa que a menina passe quanto tempo quiser brincando com um tablet. Com a chegada da M3GAN, a menina passa a brincar, contar segredos e ser educada pela boneca cibernética, que se torna sua melhor amiga e passa a exercer a função de tutora ou de mãe. Elas desenvolvem uma relação de respeito, até que a robozinha passa a ser mais importante para ela do que a própria tia. Afinal, o laço afetivo foi criado com a boneca.

Essa metáfora já havia sido feita de forma ainda mais superficial em Vingadores: Era de Ultron (2015). No filme, Tony Stark (Robert Downey Jr.) cria uma inteligência artificial baseado em uma joia do infinito e em suas próprias ondas cerebrais. Assim que “nasce”, Ultron é deixado ao relento e encontra sua mentoria justamente na internet. Seu “pai”, Stark, deu a orientação de “buscar a paz mundial”. E com apenas 15 minutos interpretando as notícias obtidas on-line, o robô potencializou uma personalidade narcisista, agressiva e fechada a outras visões de mundo. Além, claro, de chegar à conclusão de que a paz só seria atingida com a extinção da raça humana.

Tirando essa última parte, alguns dos sintomas da personalidade corrompida de Ultron são observados em pacientes com nomofobia, o medo de ficar sem contato com telefones celulares ou aparelhos eletrônicos. Um transtorno que vem cada vez mais sendo identificado nas pessoas e pode gerar ansiedade e depressão.

Outro filme a abordar essa temática, e que tem uma trama bem parecida com a de M3GAN, é o Brinquedo Assassino de 2019. Remake do clássico dos anos 80, por questões contratuais, o longa substitui o icônico Chucky pelo estranho Buddi. A trama acompanha um socialmente distante Andy, que se muda para uma nova cidade com a mãe, mas tem dificuldade em fazer novos amigos. Então, a mãe compra para ele o Buddi, um boneco tecnológico desenvolvido para ser seu melhor amigo e se conectar com todos os aparelhos feitos por sua fabricante, que é fenômeno de vendas de eletrodomésticos e drones.

Então, em vez da criança ficar viciada no boneco, o longa subverte o padrão do mundo real e coloca o boneco dando defeito e se viciando na criança. Novamente sem prestar atenção no mundo exterior, orientado por comandos virtuais e obcecado por Andy, o boneco começa a matar qualquer um que atravesse seu caminho, com o diferencial de ter acesso a outros aparelhos eletrônicos, permitindo mortes mais criativas. É um terrir divertido, mas que chega a ser ofensivo para os fãs do Chucky.

Mas voltando a falar da M3GAN, o filme ainda consegue falar bem brevemente das redes sociais e dos riscos do mercado, que não se preocupa com os possíveis efeitos colaterais que suas tecnologias possam causar nas crianças e decide lançá-las mesmo assim. Afinal, se o dinheiro estiver entrando, tudo estará bem para a empresa.

Nesse ponto, o longo aborda o tema com mais humor, que diverte bastante, apesar de estar nítida a crítica feita. E por ironia do destino, acabou que a maior crítica do filme se tornou sua principal ferramenta publicitária. Isso porque a dancinha mortal que a boneca do mal faz durante o filme viralizou no TikTok, virou trend, rendeu diversos vídeos com as pessoas imitando a coreografia e promoveu de forma orgânica o lançamento do longa.

Agora, depois de milhões de vídeos de gente usando o vestidinho bege e repetindo a dancinha da M3GAN, o público em geral já pode ir aos cinemas conferir o mais novo filme do brilhante James Wan, que entende como poucos de como vender um bom blockbuster e virou mestre dos filmes de terror pipoca. Dessa vez, ele aproveita a chance de fazer suas críticas ao sistema de trabalho dos dias de hoje e da atual geração de pais e mães para criar um terror que se sustenta mais pela aventura e pela estranheza da identificação com certas situações do que pelo clima de tensão e sustos criativos. Wan quer mostrar que o verdadeiro terror dos tempos atuais é a rotina laboral. É estar tão envolvido com o trabalho que a presença de uma mãe ou um pai possa ser facilmente substituída por um tablet, por mais que isso crie uma geração cada mais distante e fria de pessoas agressivas e egoístas.

M3GAN está em cartaz em todo o Brasil.

Tara e Sam são interrogadas em novo comercial com cenas inéditas de ‘Pânico 6’

Pânico 6‘ ganhou mais um comercial cheio de cenas inéditas.

Desta vez, vemos Tara e Sam sendo interrogadas na delegacia e um pouco mais sobre a Kirby.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

O site australiano da Paramount Pictures havia divulgado qual seria a duração de ‘Pânico 6‘, mas foram adicionados mais cinco minutos de cenas no terror.

A duração final será 2 horas e 3 minutos de duração (123 minutos).

O filme será o mais longo da franquia, na frente de ‘Pânico 2‘ (2h 2m) e ‘Pânico 3‘ (1h 56m). O primeiro e o 4º filme tiveram 1h 51m, enquanto a duração do quinto filme foi de 1 hora e 54 minutos.

O longa chega ao Brasil no dia 09 de março de 2023, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

A AMC Theatres confirmou que o terror será lançado em selecionados cinemas no formato 3D nos Estados Unidos. Não foi revelado se o filme terá sessões 3D também no Brasil.

É o primeiro filme da franquia a ser lançado no formato tridimensional, aproveitando o sucesso de ‘Avatar – O Caminho da Água‘.

O lançamento em 3D também deve impulsionar as bilheterias do filme.

Relembramos os BASTIDORES de ‘Pânico 3’, problemático filme da franquia que completa 23 anos…

Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de março.

O terror acompanhará os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado. Fazem parte do elenco Courteney Cox, Jenna Ortega, Hayden Panettiere, Mason Gooding, Jasmin Savoy Brown e Melissa Barrera.

O elenco conta com o retorno de Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy), além de introduzir os novatos Samara Weaving, Tony Revolori, Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

 

‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’ tem estreia morna na China

Pantera Negra: Wakanda Para Sempre, o primeiro filme da Marvel Studios a ser lançado na China em três anos, teve uma estreia morna nos cinemas chineses.

O filme estreou na terça-feira (07) e arrecadou US$ 3,47 milhões, de acordo com a agência de ingressos Maoyan. Isso representou uma participação de mercado de 17% e um terceiro lugar atrás dos líderes de bilheteria produzidos na China ‘The Wandering Earth II’ e do drama de ação histórico ‘Full River Red’.

A trajetória prevista para o longa parece fraca em comparação com a bilheteria alcançada pelo primeiro filme ‘Pantera Negra‘, lançado na China em março de 2018, que arrecadou US$ 105 milhões. Mas dado o intervalo de dois meses desde que o filme foi lançado no resto do mundo, um curto período para a realização do marketing e um lançamento incomum na terça-feira, o número alcançado até agora é considerado satisfatório.

Este é o primeiro filme da Marvel Studios a ser lançado no país desde ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ em 2019. Títulos como ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ e ‘Thor: Amor e Trovão‘ não foram lançados.

O próximo lançamento do estúdio na China é ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, que conseguiu uma estreia para o fim deste mês nos cinemas chineses.

Crítica | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ é uma incrível aventura da Marvel e uma tocante carta de amor a Chadwick Boseman

Confira o trailer:

O filme se encontra disponível para streaming exclusivamente no Disney+

Dirigido por Ryan Coogler, a sequência conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-herói a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

‘Cidade Invisível’: Novos perigos no teaser trailer OFICIAL da 2ª temporada; Confira!

A Netflix finalmente divulgou o teaser trailer oficial da 2ª temporada de ‘Cidade Invisível’, série brasileira que abrange várias lendas do folclore nacional.

Os novos episódios chegam em 2023 à plataforma de streaming, ainda sem dia confirmado.

Confira:

A temporada de estreia foi dirigida por Carlos Saldanha (‘A Era do Gelo’), a partir de uma história idealizada pelo casal Carolina MunhózRaphael Draccon.

Ao investigar um assassinato, um detetive se envolve em uma batalha entre o mundo visível e um reino subterrâneo habitado por criaturas folclóricas.

Marco PigossiAlessandra Negrini estrelam a produção. Jéssica CoresFábio LagoWesley GuimarãesManu Diegues completam o elenco.

Andy Samberg e Jean Smart vão estrelar nova comédia da Amazon Studios

Andy Samberg (‘Brooklyn 99’) e Jean Smart (‘Hacks’, ‘Babilônia’) vão protagonizar comédia romântica ‘42.6‘, do diretor Craig Gillespie (‘Cruella’, ‘Eu, Tonya’), produzida pela Amazon Studios. A informação é do The Hollywood Reporter.

A história gira em torno de um jovem (Andy Samberg) que, para salvar sua vida, passa por um procedimento experimental no qual é congelado criogenicamente. Quando ele acorda 42,6 anos depois, fisicamente inalterado graças ao congelamento, ele se vê sozinho em um futuro sem ninguém a quem recorrer a não ser sua ex-namorada (Jean Smart), que agora é muito mais velha que ele.

Samberg teve a ideia original e co-escreveu o roteiro com Seth Reiss, recém-indicado ao WGA Awards por ‘O Menu‘.

Samberg também servirá como produtor, junto Ali Bell. Craig Gillespie também está produzindo.

O filme não tem previsão de estreia.

Adorada fantasia com astro de ‘The Good Doctor’ faz 15 anos em 2023; Veja curiosidades!

A icônica saga literária de Holly Black e Tony DiTerlizziAs Crônicas de Spiderwick, vai ganhar uma nova adaptação – dessa vez a encargo do Disney+. Mas, antes da versão seriada, os romances foram relidos para as telonas com a adorada e um tanto quanto subestimada produção de 2008.

Com direção de Mark Waters, a trama acompanha Jared, um dos três filhos de uma família disfuncional que sempre foi considerado o causador de problemas. Assim, quando coisas estranhas acontecem depois que a família se muda para uma propriedade arruinada, a irmã Mallory, o irmão gêmeo Simon e a mãe pensam que Jared é o responsável por tudo. Na verdade, eles descobrem que criaturas mágicas que vagueiam pelas terras querem o livro mágico que Jared encontrou, um guia sobre criaturas fantásticas, escrito por Arthur Spiderwick.

Trazendo nomes como Freddie HighmoreSarah BolgerMary-Louise ParkerDavid Strathairn no elenco, a produção arrecadou quase US$163 milhões ao redor do mundo, além de conquistar 81% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Em poucos dias, o filme completará 15 anos desde o seu lançamento e, para celebrar seu aniversário, preparamos uma breve lista trazendo algumas curiosidades de bastidores.

Confira:

  • Toda a gama de eventos que ocorre no longa-metragem se estende por apenas um dia.
  • Apesar do faturamento proeminente, o ator Nick Nolte tem aproximadamente 4 minutos de tempo de tela adequado, embora sua voz seja ouvida ao longo do filme em outras cenas.
  • Este foi o primeiro longa-metragem produzido pela Nickelodeon a ser lançado em formato IMAX.

  • Várias incursões da trilha sonora são muito similares ao clássico ‘Gasparzinho – O Fantasminha Camarada’, de 1993. James Horner ficou responsável por compor a música de ambos os projetos.
  • Em uma entrevista, Bolger disse que as filmagens levaram cerca de cinco meses para serem finalizadas. Ela disse que ficou “em frente a uma tela azul 24 horas por dia” e que, na maior parte, estava “chutando e cortando coisas que não existiam”.

  • Considerando que a personagem de Bolger é perita em esgrima, ela passou cinco semanas em intenso treinamento e três horas com o treinador da equipe de esgrima canadense olímpica quase todos os dias.
  • O filme traria uma música original, uma rendição da clássica rima infantil “London Bridge Is Falling Down”, cantada por Jordy Benattar. Entretanto, a faixa eventualmente não foi incluída na trilha sonora.

  • Nos livros originais, Arthur Spiderwick, que escreveu o guia das criaturas fantásticas encontrado por Jared, é mantido como refém por elfos, depois de tentar enganá-los. No filme, entretanto, ele foi resgatado por sílfides depois delas terem-no salvado do ataque dos goblins.
  • No romance, o perigoso vilão Mulgarath, dublado por Nolte, utiliza uma capa que auxilia em sua figura intimidadora. Na adaptação cinematográfica, ele não usa a vestimenta.

Samara Joy, vencedora do Grammy de Artista Revelação, vem ao Brasil em MAIO

Samara Joy, icônica cantora de jazz que levou a estatueta do Grammy Awards 2023 de Artista Revelação, irá se apresentar no Brasil este ano.

A artista, que conquistou dois prêmios na última edição do evento, irá performar no C6 Fest, que ocorre no Parque Ibirapuera, em São Paulo, entre os dias 19 e 21 de maio.

Dentre os outros confirmados, teremos Weyes Blood, que lançou o aclamado ‘And In The Darkness, Hearts Aglow’ no ano passado; e Tim Bernardes, que fará uma homenagem à saudosa Gal Costa, falecida em 2022.

A cantora de jazz começou a ganhar fama em 2019, depois de vencer a Competição de Jazz Vocal de Sarah Vaughan. Em 2021, foi homenageada como Artista Revelação na Jazz Times.

Seu último álbum, ‘Linger Awhile’, foi lançado no ano passado e foi muito bem recebido pela crítica.

TUDO de Imperdível nos Streamings em Fevereiro Para Você Maratonar!

O mês do Carnaval chegou! Entre blocos, viagens e muito calor, nós, cinéfilos, também curtimos ficar no sofá, né? Seja você um folião ou aquele que espera o Carnaval para maratonar as novidades, confira agora tudo que estreia nos streamings neste fevereiro: 

Santo Maldito’ – StarPlus

A primeira temporada completa chega dia 8/2 e traz Felipe Camargo no papel de um homem que decide dar um fim à vida da esposa, que está em estado vegetativo, e, quando decide fazê-lo, um milagre ocorre e ela desperta.

‘Horário Nobre’ – StarPlus

A primeira temporada completa chega dia 15/2 contando a história de Ramiro del Solar, âncora do programa mais assistido e respeitado do México e que, durante um encontro com sua amante, a jovem acaba morrendo, e, em vez de chamar a polícia, para não se complicar ele decide esconder os vestígios.

‘Cozinha Selvagem: O Duelo’ – Starplus

É reality que vocês querem? A primeira temporada, que chega dia 8/2, coloca dois renomados chefs no meio da floresta para, além de sobreviver, colher ingredientes naturais para preparar um prato digno de restaurante cinco estrelas.

‘Planeta Sexo com Cara Delevigne’ – Starplus

Uma das pessoas mais fotografadas da indústria da moda e do cinema, Cara estrela esta série documental contando experiências pessoais de sua trajetória. Estreia dia 14/2.

‘A Nova Vida de Toby’ – Starplus

Recém-divorciado, Toby está fazendo sucesso nos aplicativos de namoro. Porém, quando sua ex-esposa desaparece e deixa a seus cuidados as duas filhas do casal, Toby terá que reaprender como manejar sua nova vida. A primeira temporada completa estreia dia 22/2.

Abestalhados 2’ – Starplus

Com estreia presencial no Festival do Rio 2022, esta comédia nacional é um grande presente a todos os cinéfilos. E o Cinepop entrevistou os diretores!

‘Jovem Diaba’ – Starplus

Série de animação cuja primeira temporada estreia em 8/2 e mistura comédia e terror com na vida de uma protagonista de 13 anos.

Bleach: A Thousand Year Blood War’ – Starplus

Finalmente o spin-off do anime ‘Bleach’ chega à plataforma dia 22/2, trazendo o Ceifador de Almas Substituto de volta ao campo de batalha para ajudar os necessitados.

Um Suburbano Sortudo’ – Canal Brasil

Estreia dia 11/2 a comédia nacional estrelada por Rodrigo Sant’Anna no papel de um suburbano que descobre que sua mãe teve um relacionamento no passado com um ricaço que lhe deixou uma inesperada e polpuda herança.

Marte Um’ – Canal Brasil

O representante brasileiro ao Oscar 2023 estreia dia 5/2 com exclusividade no Canal Brasil, contando a história de um jovem menino jogador de futebol mas cujo sonho é se tornar astrofísico e participar da Missão Marte Um, da NASA.

Maratona Crepúsculo – Telecine

Neste sábado, 11/02, é aniversário do nosso lobinho Taylor Lautner e, para comemorar, a Telecine Touch irá exibir uma maratona Crepúsculo a partir das 13:30hs.

Maratona Minions – Telecine

E como a garotada adora as criaturinhas amarelas, o Telecine Pipoca também programou uma maratona ‘Minions’ a partir das 13:15hs com os quatro filmes da franquia ‘Meu Malvado Favorito’.

‘O Alfaiate’ – Telecine

Com roteiro e direção assinados pelo vencedor do Oscar, Graham Moore, o longa sobre um sofisticado alfaiate inglês vai ao ar no Telecine Premium no sábado (dia 4), às 22h, e no Telecine Pipoca no domingo (dia 5), às 20h. 

Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’ – DisneyPlus

A aguardada continuação do reinado de T’challa chegou à plataforma dia 1/2, poucos dias depois de receber suas indicações ao Oscar 2023

‘Clube dos Graves’ – DisneyPlus

Série musical latinoamericana sobre um conservatório de música que decide excluir todos os tons graves de seus cantores, e, portanto, os excluídos montam o ‘Clube dos Graves’. Estreia dia 22/2.

‘J-Hope in the Box’ – DisneyPlus

O especial que acompanhou 200 dias na vida do jovem cantor Jung Hoseok, do grupo sul-coreano BTS, chega no dia 17/2, trazendo toda a sua preparação para o lançamento e a estreia de seu show solo.

‘A Bela e a Fera: Celebrando 30 Anos’ – DisneyPlus

O especial mistura animação com live-action em apresentações musicais para celebrar o 30o aniversário deste longa animado que é um dos favoritos de muita gente.

‘Lendas da Marvel’ – DisneyPlus

A série já está disponível na plataforma, mas um novo episódio sobre o Homem-Formiga e a Vespa chega dia 10/2 – para a gente já ir entrando no clima do novo filme.

‘Querido Edward’ – Apple TV+

Série dramática baseada no romance best-seller homônimo, conta a história de Edward Adler (Colin O’Brien), um menino de 12 anos que sobrevive a um devastador acidente de avião. Enquanto as pessoas afetadas pela tragédia tentam dar novo sentido à vida, amizades e romances inesperados acontecem. Estreia dia 3/2.

‘Make or Break: Na Crista da Onda’ – Apple TV+

Segunda temporada da aclamada série documental acessa os bastidores da grande disputa entre os melhores surfistas do mundo pelo título da Championship Tour da Liga Mundial de Surfe. Quatro episódios estreiam na sexta-feira, 17/2 e mais quatro episódios na sexta-feira, 24/2.

‘Olá, Amanhã!’ – Apple TV+

Ambientada em um futuro de aspecto retrô, ‘Olá, Amanhã!’ gira em torno de um grupo de vendedores viajantes que vendem casas na Lua.  Crudup é o protagonista Jack, um vendedor de grande talento e ambição, cuja inabalável fé em um futuro promissor inspira seus colegas de trabalho e revigora seus clientes ansiosos, mas ameaça deixá-lo perigosamente perdido no próprio sonho. Estreia dia 17/2.

Sharper- Uma Vida de Trapaças’ – Apple TV+

Filme com Julianne Moore é ambientado na cidade de Nova York: das coberturas da Quinta Avenida aos cantos sombrios do bairro do Queens. Quando nada é o que parece ser, as motivações de milionários e vigaristas são suspeitas e as expectativas são viradas de cabeça para baixo. Estreia dia 17/2.

‘Liaison’ – Apple TV+

Thriller contemporâneo com Vincent Cassel que explora como os erros do passado têm o potencial de destruir o futuro. Combinando ação com um enredo imprevisível e multifacetado, a série traz espionagem e intriga política em meio à uma história de paixão e amor. Estreia dia 24/2.

‘O Viajante Relutante’ – Apple TV+

Série sobre viagens apresentada e produzida pelo vencedor do prêmio Emmy Eugene Levy levando-o a países como Costa Rica, Finlândia, Itália, Japão, Maldivas, Portugal, África do Sul e Estados Unidos. Estreia dia 24/2.

Sem Filtro’ – Netflix

Cansada de estudar, Marcely larga a faculdade para correr atrás do sonho de virar influencer. Mas a vida online não é tão fácil quanto parece… A série estreia dia 15/2.

‘Você’ – Netflix

A quarta temporada estreia dia 9/2 com Joe recomeçando a vida em Londres com a promessa de enterrar o passado e ser uma pessoa melhor. 

Outer Banks’ – Netflix

A terceira temporada estreia dia 23/2 levando os Pogues para o Caribe e novos territórios em busca de aventuras, mas acabam se envolvendo na perigosa busca pela lenda de uma cidade perdida.

Red Rose’ – Netflix

Um grupo de adolescentes precisa sobreviver a um verão aterrorizante depois de baixar um app que dá ordens perigosas com consequências mortais. A série estreia dia 15/2.

‘Freeridge’ – Netflix

Um grupo de amigos adolescentes compra uma caixa estranha e agora precisa reverter a maldição que está estragando suas vidas. A série estreia dia 2/2.

‘Classes’ – Netflix

Três jovens de um bairro pobre entram em uma conceituada escola de elite em Déli, onde segredos e fofocas podem ter consequências fatais. A série estreia dia 3/2.

Três Vidas’ – Netflix

Após descobrir que tem duas irmãs gêmeas idênticas a ela, uma detetive inicia uma perigosa jornada para saber a verdade sobre seu passado. A série estreia dia 22/2.

‘Love To Hate You’- Netflix

Para ela, perder para homens é inadmissível. Para ele, confiar nas mulheres é impossível. E se esses dois fossem obrigados a se encontrar? A série estreia dia 10/2.

As Leis de Lidia Poët’- Netflix

Proibida de advogar, uma mulher se prepara para lutar contra a decisão do tribunal. Inspirada na vida de Lidia Poët, a primeira advogada italiana. A série estreia dia 15/2.

‘Match Perfeito’ – Netflix

Nesta competição de namoro que mistura estratégia e sedução, os casais mais compatíveis devem juntar ou separar outras duplas para ganhar. O reality estreia dia 14/2.

‘De Quem Estamos Fugindo?’ – Netflix

Atormentadas por um passado doloroso, mãe e filha vivem como fugitivas, suspeitando de todos que cruzam seu caminho. A série estreia dia 24/2.

Na Sua Casa ou na Minha?’ – Netflix

Apesar de opostos, Debbie e Peter são grandes amigos. Eles trocam de casa por uma semana, e essa experiência pode abrir as portas para o amor. O filme estreia dia 10/2.

Fantasma e CIA’ – Netflix

A família de Kevin viraliza ao descobrir que um fantasma chamado Ernest assombra sua nova casa. Mas, quando Kevin ajuda Ernest a investigar o passado, todos viram alvos da CIA. O filme estreia dia 24/2.

Meu Nome é Chihiro’ – Netflix

Uma ex-acompanhante irreverente começa a trabalhar no restaurante de uma cidadezinha do litoral e alegra quem cruza o seu caminho. O filme estreia dia 23/2.

Re/Member – Netflix

Seis estudantes presos em um loop temporal precisam encontrar as partes do corpo de uma vítima desconhecida para quebrar essa maldição e dar fim ao ciclo de horror. O filme estreia dia 14/2.

Querido David’ – Netflix

Uma estudante exemplar tem apenas um segredo: um blog picante sobre o crush. Mas a vida dela vira de cabeça para baixo quando suas histórias vazam para a escola toda. O filme estreia dia 9/2.

Destemida’ – Netflix

Uma adolescente australiana corre atrás do sonho de se tornar a pessoa mais jovem a velejar ao redor do mundo sozinha. O filme estreia dia 3/2.

‘10 Dias de Um Homem Bom’- Netflix

Um detetive particular investiga um desaparecimento e acaba embarcando em uma missão que mudará sua vida de maneiras inesperadas. O filme estreia dia 10/2.

Simonal’- Netflix

Acompanhe a ascensão e queda de Wilson Simonal, que viu sua carreira desmoronar por ter supostamente colaborado com a ditadura militar. O filme estreia dia 8/2 e você poder ler a crítica aqui.

Whindersson Nunes: Isso Não é um Culto – Netflix

Whindersson Nunes sabe que o fim está próximo e reflete sobre acontecimentos da atualidade, redes sociais, religião e mais em seu novo especial de stand-up. O stand-up estreia dia 19/2.

Rainhas Africanas: Nzinga  – Netflix

Misturando dramatização e documentário, esta série mostra a ascensão e o reinado da rainha Nzinga de Angola entre traições familiares e rivalidades políticas. O docu-série estreia dia 15/2.

Escândalos e Assassinatos na Família Murdaugh – Netflix

Tragédias chocam uma pequena comunidade da Carolina do Sul e expõem os segredos arrepiantes de uma poderosa família local. O docu-série estreia dia 22/2.

Detetive Conan: Hanzawa, o Culpado – Netflix

Nesta paródia derivada de Detective Conan, uma silhueta suspeita com sede de sangue se muda para uma cidade perigosa. O anime estreou dia 1/2.

‘Party Down’ – Lionsgate+

A nova temporada da comédia cult de sucesso terá seis episódios e estreia na sexta-feira, 24 de fevereiro, com novos capítulos disponibilizados às sextas-feiras.

‘Lilo, Lilo Crocodilo’ – HBO Max

A graciosa adaptação da história do crocodilo Lilo chega à plataforma este mês, para animar as férias da garotada. Leia a crítica aqui.

Morte Morte Morte’ – HBO Max

Filme de terror com Maria Bakalova e um grupo de jovens que decidem jogar um jogo em que dois deles são assassinos e devem matar o resto do grupo.

‘Acampamento em Família’ – HBO Max

Duas famílias completamente diferentes têm que dividir uma mesma cabana em um acampamento. O filme estreia dia 17/2.

‘After – Depois do Desencontro’ – HBO Max

A terceira parte da história de Tess e Hardin chega à plataforma para celebrar o Dia de São Valentim. Confira a crítica aqui. 

Harley Quinn: Especial de um Dia dos Namorados Muito Problemático’ – HBO Max

Especial de animação romântico envolvendo Arlequina e a Hera Venenosa. Estreia dia 9/2.

Paloma’ – Globoplay

A emocionante história de uma travesti de nome Paloma que, no interior do nordeste brasileiro, quer realizar seu sonho de se casar na igreja. Confira a crítica aqui.

Operação Maré Negra’ – Prime Video

Estrelada por Bruno Gagliasso, a segunda temporada estreia dia 10/2, exato um ano após a chegada da série na Prime Video

‘La La Land’ vai ganhar adaptação teatral na Broadway

O filme La La Land: Cantando Estações’, vencedor de 6 Oscars, vai ganhar uma adaptação teatral na Broadway. As informações são da Variety.

Bartlett Sher (‘O Sol é para Todos’, ‘Um Violinista no Telhado’) está dirigindo a adaptação teatral baseada no livro escrito pelos dramaturgos Ayad Akhtar e Matthew Decker. Assim como o longa, o show contará com músicas de Justin Hurwitz e composições de Benj Pasek e Justin Paul.

“Estou emocionado em me reunir com a Lionsgate e a incrível equipe por trás de ‘La La Land’ para adaptar o filme para o palco da Broadway, o próximo capítulo emocionante de sua evolução”, disse Marc Platt, que produziu o filme. “Reunimos uma equipe de classe mundial para criar um musical que encantará os milhões de fãs e apresentará a propriedade a um público totalmente novo.”

Esta não é a primeira vez que ‘La La Land‘ se expande para além das telas. Uma versão em concerto do filme está em turnê ao redor do mundo desde 2017.

“Com ‘La La Land in Concert’ marcando seu sexto ano de turnê mundial e o filme original sendo um pedaço da cultura atemporal e globalmente reverenciado, estamos empolgados em oferecer aos fãs mais uma maneira de experimentar ‘La La Land’ “, disse Jenefer Brown, vice-presidente executiva e chefe de produtos e experiências globais da Lionsgate.

Ao chegar em Los Angeles o pianista de jazz Sebastian (Ryan Gosling) conhece a atriz iniciante Mia (Emma Stone) e os dois se apaixonam perdidamente. Em busca de oportunidades para suas carreiras na competitiva cidade, os jovens tentam fazer o relacionamento amoroso dar certo enquanto perseguem fama e sucesso.

Relembre o trailer:

O filme, lançado em 2016, foi dirigido por Damien Chazelle.

John LegendRosemarie DeWittFinn Wittrock J. K. Simmons também fizeram parte do elenco.

La La Land: Cantando Estações’ levou inúmeros prêmios para casa, incluindo seis prêmios da Academia: Melhor Direção para Chazelle, Melhor Atriz para Stone, Melhor Música OriginalMelhor FotografiaMelhor Design de Produção e Melhor Trilha Sonora Original.

Primeiras reações a ‘Magic Mike – A Última Dança’ são MISTAS: “Falta magia…”

O terceiro filme da franquia ‘Magic Mike‘, intitulado ‘Magic Mike – A Última Dança‘ (Magic Mike’s Last Dance), teve suas primeiras exibições no EUA essa semana e as reações iniciais mostram que o longa não agradou muito a crítica.

O filme abriu com 45% no Rotten Tomatoes e 54 no Metacritic.

As primeiras reviews apontam para um filme com roteiro medíocre, mas alguns destacam a atuação e a sensualidade do protagonista interpretado por Channing Tatum.

“É desconcertante, e a tensão dramática e o foco são dissipados com a cena de dança final estendida. Mas é bom ver Tatum de volta: um artista nato com uma graça física maravilhosa e um estilo cômico (subutilizado).” disse Peter Bradshaw do The Guardian.

 




“O enredo não precisa de muito e se mantém por tempo suficiente para oferecer um show de dança verdadeiramente espetacular.” apontou Jude Drew do IndieWare.

“Tatum ainda se mantém, e ele não está pra aposentar, mesmo que seu herói semi-autobiográfico, Mike Lane, tenha perdido sua magia e pareça pronto para pendurar sua tanga.” comenta Peter Debruge, da Variety.

“Magic” Mike Lane (Tatum) sobe ao palco depois de uma longa pausa, após um negócio falido que o deixa sem dinheiro e o leva a trabalhar como barman na Flórida. À procura de uma última oportunidade, Mike voa para Londres com uma celebridade rica (Salma Hayek) que, com os seus próprios objetivos, o alicia com uma oferta que não pode recusar. Quando tudo está em jogo e Mike percebe o que ela realmente planeja, será que ele – e o grupo de novos atraentes dançarinos que tem de pôr em forma – vão conseguir realizar?

Steven Soderbergh volta a dirigir.

Assista ao trailer:

Magic Mike – A Última Dança‘ (Magic Mike’s Last Dance) foi adiado no Brasil, sem previsão de estreia.

O roteiro é assinado por Reid Carolin, também responsável pelos dois primeiros longas.

Além de Tatum e Hayek, o elenco também traz Caitlin Gerard e Gavin Spokes.

Magic Mike‘ foi o filme mais lucrativo da carreira de Soderbergh: custou apenas US$ 7 milhões e arrecadou US$ 167 milhões mundialmente.

Já a sequência, ‘Magic Mike XXL‘, fez US$ 122 milhões no mundo todo, a partir de um orçamento de US$ 15 milhões.

Crítica | Bloodshot – Netflix lança estiloso filme recheado com ação e reviravoltas estrelado por Vin Diesel

Que Vin Diesel consegue segurar uma franquia, não é segredo para ninguém. Mas será que o ator tem cacife para adaptar as histórias em quadrinhos da editora americana Valiant Comics pela primeira vez? A resposta é sim.

Recém lançado na Netflix, Bloodshot se sobressaí ao entregar mais do que ser uma história genérica sobre um soldado que recebe poderes especiais, como vimos já tantas vezes em filmes como Capitão América (2011) e Deadpool (2016). Porém, o roteiro de Bloodshot se diferencia por suas reviravoltas inteligentes e inovadoras, criando um filme de ação brutal e realmente intenso em sua proposta.

Foto: Sony Pictures

Diesel interpreta Ray Garrison, um soldado recentemente morto em combate e ressuscitado como o super-humano Bloodshot da empresa RST. Com um exército de nanotecnologia nas suas veias, Ray é uma força praticamente imortal – mais forte do que nunca e capaz de se curar instantaneamente. Mas, ao controlar o seu corpo, a empresa controla também a sua mente e as suas memórias. Agora, Ray não sabe o que é real e o que não é, mas está decidido a descobrir a verdade.

Lançado como uma tentativa de criar um universo cinematográfico da Valiant nos cinemas, Bloodshot pega carona nessa onda em que os filmes de herói precisam ser mais realistas e menos grandiosos em sua concepção, e é isso que temos aqui em alguns níveis. Trata-se uma aventura que se baseia nos instintos humanos e de sobrevivência, uma trama bastante pessoal, que brinca com as noções de realidade e percepção do espectador.

O filme entrega algumas boas passagens que são completamente retiradas dos quadrinhos, brincando com as nossas noções de privacidade através de uma história bastante real e verossímil, sem perder um lado moderno no melhor estilo Black Mirror.

O roteiro escrito pelas mãos de Eric Heisserer, dos filmes A Chegada (2016) e Bird Box (2018), e Jeff Wadlow, de Kick Ass 2, deixa o espectador curioso para saber o que irá acontecer com algumas reviravoltas e surpresas que a trama reserva para Ray Garrison (Diesel) e seus colegas de experimento.

Numa primeira olhada Bloodshot pode parecer um filme extremamente genérico, mas como uma história de origem consegue se destacar por conta de Diesel, e a dupla de coadjuvantes Eiza González e Sam Heughan. Seus personagens não deixam a peteca cair e entregam cenas de ação bem interessantes para se acompanhar em tela. Já o personagem interpretado por Guy Pearce acaba por cair no lugar comum de empresários/cientistas que querem desenvolver seus projetos à todo custo num mix de Lex Luthor-B com algum executivo da série de Tv Westworld.

Por conta o diretor Dave Wilson, ter vindo da área de cinematografia e efeitos visuais, o visual das cenas de Bloodshot são incrivelmente bem feitas e com um ótimo trabalho de escolha de cores. Em uma das cenas um dos personagens entra em uma sala com uma fumaça vermelha que é realmente um espectáculo visual que lembra um pouco o que foi feito em Aves de Rapina – Arlequina e sua Emancipação Fabulosa (2020) na cena da invasão na delegacia. 

Foto: Sony Pictures

Outro destaque para Bloodshot fica com os efeitos especiais que ajudam a contar a história, em vez de apenas estarem lá para suprirem alguma deficiência de roteiro. Como vemos ao longo do filme Ray Garrison ganha a habilidade de se regenerar, como se fosse o Wolverine da franquia X-Men, em tempo real, e em uma das cenas vemos seu rosto ser atingido por uma bala e se reconstruir digitalmente, onde a vontade que temos é de ver pausadamente os efeitos especiais acontecerem em tela.  

No final, Bloodshot é uma grata surpresa, um filme que poderia ser um completo desastre, mas que entrega uma interessante e frenética história, marcada por excelentes efeitos visuais. Em um mundo de grandes filmes e sequências multimilionárias, Bloodshot parece dar um tiro certeiro rumo ao começo de mais uma franquia que deve movimentar o mercado de Hollywood.

Crítica em Vídeo:

Quem vai estrelar ‘Quarteto Fantástico’? Diretor fala sobre os rumores acerca do elenco do reboot

O novo filme do ‘Quarteto Fantástico‘ tem estreia marcada apenas para 14 de fevereiro de 2025 e, apesar de nenhuma confirmação ter sido feita oficial pela Marvel Studios, diversos rumores apontam que o reboot pode ser estrelado por Adam DriverDev PatelPenn Badgley ou Diego Luna como o Sr. Fantástico.

Agora, em entrevista ao ComicBook.com, o diretor Matt Shakman quebrou o silêncio acerca dos boatos.

“Há muito lá fora, cara”, ele conta. “Realmente há. É doido. Como eu aprendi com ‘WandaVision’, é adorável ver o nível de engajamento que os fãs têm com esse material, porque sou fã também e tenho lido Quarteto Fantástico desde que eu era uma criança”.

Shakman continua: “eu amo esses personagens. Amo a chance de poder trazê-los ao MCU e realmente quero acertar. E sei que todo mundo está muito animado. E eu encorajo isso. Acho que é ótimo. Mas não tenho respostas para ninguém hoje sobre o elenco”.

Lembrando que o roteiro fica a encargo de Jeff Kaplan e Ian Springer.

O curioso é que nenhum dos dois roteiristas têm experiência com grandes projetos do cinema, a não ser com comédias românticas como ‘Bert and Arnie’s Guide to Friendship‘ (2013) e ‘The Last of the Great Romantics‘ (2014).

Esta será a quarta tentativa de honrar o legado da equipe, logo depois do imemorável filme de Roger Corman em 1994, a mini-franquia fracassada de Tim Story iniciada em 2005, e a versão de Josh Trank em 2015, que foi massacrada pelo público e pela crítica. 

Por enquanto, ainda não há nenhuma outra informação sobre a vindoura adaptação.

O último reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ foi um dos maiores fiascos de críticas e público na história recente, enquanto os bastidores caóticos geraram uma das histórias mais interessantes da indústria cinematográfica (especialmente quando foi revelado que um dos atores quase chegou às vias de fato com o diretor Josh Trank).

O remake de ‘Quarteto Fantástico‘ custou US$ 120 milhões e a arrecadou apenas US$ 167 milhões mundialmente.

‘Homem-Formiga 4’ vai acontecer? Produtor da Marvel responde!

O terceiro capítulo da franquia ‘Homem-Formiga’ tem tudo para ser um dos maiores sucessos da nova fase do MCU – e, antes mesmo da estreia, alguns fãs já estão se perguntando se a saga ganhará um quarto filme.

Em entrevista ao ComicBook.comStephen Broussard, produtor da Marvel Studios, confirmou que discussões sobre um próximo longa-metragem já estão acontecendo dentro da companhia.

“Já estamos pensando sobre isso”, Broussard revelou. “Tipo, cada filme é uma batalha diferente e você aguenta as cicatrizes de fazê-lo e fazê-lo bem. Mas a esperança sempre existe e você começa a se juntar depois dessa jornada. Você pensa: ‘é, e se fizéssemos X ou Y?’. Tipo, as engrenagens começam a girar, você não pode evitar. Não quero dizer nada específico sobre isso, mas, sim, você não consegue evitar. Essas conversas, esses murmúrios já começaram a acontecer entre eu, [o diretor] Peyton [Reed] e [o CEO] Kevin [Feige]“.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que as primeiras reações ao terceiro capítulo, Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’, já despontaram nas redes sociais.

Dentre os principais comentários, os jornalistas disseram que o longa-metragem é a melhor entrada do Universo Cinemático Marvel desde ‘Vingadores: Ultimato’, além de rasgarem elogios para a performance de Jonathan Majors como o vilanesco Kang.

Confira:

“[O filme] dá início à Fase 5 do MCU com a ajuda de Jonathan Majors como um vilão mortalmente sério para a saga do multiverso”.

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ é a melhor entrada do MCU desde ‘Vingadores: Ultimato’. O filme é uma montanha-russa psicodélica através do Reino Quântico, que entrega momentos de risos, lágrimas e ação”.

“[O filme] é um sólido, ainda que excessivamente ambicioso começo para a próxima fase do MCU. Jonathan Majors é uma força descomunal como Kang, o novo rei do multiverso. A batalha final é de tirar o fôlego, mas realmente senti falta do charme cômico”.

“Kang é o melhor vilão dos quadrinhos de todos os tempos. Jonathan Majors vai ser indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em 2023, com uma sólida chance de vencer. A performance dele é lendária. Ele realmente é um conquistador”.

‘Quantumania’ arrisca sua frivolidade com uma comédia dramática que, visualmente, nos lembra de ‘Pequenos Espiões’. Apesar do filme não ter o carisma dos anteriores, o conflito finalmente dá movimento à saga do multiverso, dando destaque a Jonathan Majors como o temível Kang”.

O Box Office Pro (via ComicBook.com) revelou recentemente que a sequência deve arrecadar entre US$ 96 milhões e US$ 131 milhões no primeiro fim de semana em exibição nos EUA, configurando a maior abertura da trilogia.

No mesmo período em 2015, ‘Homem-Formiga’ arrecadou US$ 57,2 milhões no mercado interno, enquanto ‘Homem-Formiga e a Vespa‘ (2018) estreou com US$ 75,7 milhões.

O longa será novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Além de Majors e do protagonista Paul Rudd, o elenco conta com o retorno de Evangeline Lilly, Michael Douglas e Michelle Pfeiffer.

Kathryn Newton é a nova adição do grupo, interpretando Cassie, a filha de Scott Lang.

‘Batgirl’: Brendan Fraser rende ELOGIOS à trama e ao vilão Vagalume no filme cancelado

O filme da ‘Batgirl‘ traria Brendan Fraser (‘A Múmia’) como o vilão Vagalume, e a escalação do astro era um dos motivos que faziam da adaptação um dos projetos mais aguardados da DC.

Infelizmente, o filme acabou sendo cancelado e não há possibilidade de ser lançado nem nos cinemas e nem na HBO Max, o que deixou os fãs do astro bastante frustrados.

Durante sua participação no The Howard Stern Show, Fraser rendeu elogios à adaptação, desde o trabalho dos diretores, à trama e à construção de seu vilão.

“Foi ótimo trabalhar com Adil [El Arbi] e Bilall [Fallah], que fizeram o filme ‘Bad Boys para Sempre. Eles são realmente bons em explodir coisas merda e adoram fazer isso. Você sabe, como efeitos práticos de fogo fazendo coisas explodirem… O Vagalume está no meio de tudo isso.”

Ele continuou, elogiando a representação de Gotham:

“E a cidade de Gotham nunca pareceu tão fiel por causa dos cenários de Glasgow, na Escócia. Você sabe que é decadente e simplesmente lindo. Parece que é a Gotham dos quadrinhos e você realmente acredita nisso.”

Por fim, ele deu alguns detalhes sobre as motivações por trás dos estragos causados por seu personagem.

“Era uma história sobre um ex-militar e seus benefícios foram cortados, então ele estava muito zangado com o sistema, pensando no que mais ele faria além de transformar a cidade em cinzas. Isso é tudo que você precisa saber. Ele é um super-vilão bem inconsequente, mas você tem alguma simpatia por ele. Você sente a humanidade dele e, além disso, enxerga um parafuso solto porque você sabe que ele é o cara mau, mas ele é realmente como todos os melhores bandidos, você meio que gosta deles um pouco. Esse era o papel. Um papel muito bom. Eu adorei esse personagem.”

Nos quadrinhos, há diferentes versões do vilão, sendo Garfield Lynns uma das mais famosas.

No entanto, Fraser daria vida a outro personagem, um ex-militar maníaco chamado Ted Carson.

A informação foi revelada pelo próprio Fraser durante uma sessão de perguntas e respostas na GalaxyCon, em Raleigh.

“Meu personagem se chama Ted Carson. Isso não foi muito bem divulgado, eu notei. É um novo personagem. Ele é um veterano militar que sofre de ansiedade e tem uma esposa doente. Ele está bastante zangado porque seus benefícios foram suspensos pelos governantes de Gotham, então ele quer queimar a cidade abaixo. A missão do Batman e da Batgirl é detê-lo.”

Ted não é necessariamente um novo personagem, pois já apareceu na edição de Nº 126 do #Batman, escrita por Bill Finger e Sheldon Moldoff.

Ele se tornou um incendiário conhecido como Vagalume, mas era um herdeiro rico que se voltou para o crime por ganância. Como o ator deixou claro, sua história de origem seria modificada de forma muito mais dramática.

Como a declaração de Fraser foi feita antes do cancelamento, então ainda não há informações sobre o parecer do astro sobre a decisão, mas certamente é um choque, já que interpretar um vilão seria um salto em sua carreira após anos sem destaque nas telonas.

Confira a ocasião:

Além de Leslie Grace e Brendan Fraser, o elenco ainda contaria com Michael Keaton (Batman) J. K. Simmons (James Gordon), Jacob Scipio (Anthony Bressi), Ivory Aquino (Alysia Yeoh), Rebecca Front, Corey Johnson e Ethan Kai.

Christina Hodson ficou responsável pelo roteiro.

Série cancelada com Shailene Woodley é RESGATADA por outro streaming

Segundo o The Hollywood Reporter, a Starz resgatou a série Three Women, que havia sido cancelada pela Showtime antes mesmo da estreia da primeira temporada.

As informações também indicam que o projeto também estava em disputa com outras plataformas, incluindo a HBO e a Amazon Studios.

Baseado no romance homônimo best-seller de Lisa Taddeo, a produção é estrelada por Shaielen Woodley (‘Big Little Lies’) como Gia, uma escritora que perdeu a família e que convence as três mulheres titulares a compartilharem suas histórias de luto, desejo e dor.

Confira a sinopse oficial:

Nesse íntimo e assombroso retrato do desejo feminino americano, três mulheres estão em uma rota de colisão que irá mudar completamente a vida delas. Lina, uma dona de casa que vive no subúrbio de Indiana, está casada há dez anos e decide ter um caso que logo escala a algo gigantesco. Sloane, uma glamourosa empresária, tem um casamento aberto com Richard, até dois estranhos começarem a ameaçar seu casamento. Maggie, uma estudante da Dakota do Norte, enfrenta grandes problemas quando acusa o marido de ter um relacionamento inapropriado. Gia, uma escritora que lida com a perda da família, convence essas três espetaculares mulheres a contar suas histórias, e a relação com elas muda sua vida para sempre.

Taddeo entra como produtora ao lado de Laura Eason, também showrunnerKathy CiricEmmy RossumLouise Friedberg entra como produtora executiva e dirige dois episódios da série.

DeWanda WiseBetty GilpinGabrielle CreevyBlair UnderwoodJohn Patrick Amedori também estrelam.

Three Women ainda não tem previsão de estreia.

Confira 10 Curiosidades da série de sucesso ‘The Last of Us’

The Last of Us’ mal estreou e já é um sucesso mundial! Com apenas dois episódios exibidos, a produção da HBO já acumula críticas elogiosas e notas altas tanto no IMDb quanto no Rotten Tomatoes (e, claro, aqui no Cinepop também). Tanto sucesso se justifica, por isso, separamos aqui 10 curiosidades sobre a primorosa adaptação desse jogo que está conquistando todo mundo:

10 – Título

Logo na abertura da série já temos uma curiosidade: o título de abertura mostra o fungo Cordyceps ganhando a forma de várias paisagens… até formar as figuras de Joel e Ellie.

9 – Do jogo pras telas

Na série, quatro atores reprisam seus papéis do jogo: Merle Dandridge volta como Marlene; Ashley Johnson, que foi a Ellie Williams em ambos os jogos, volta na série como um personagem novo, de nome Anna; Troy Baker, que interpretou Joel Miller no jogo, entra na série como James, um personagem secundário do jogo original que é membro de um grupo sobrevivente gerenciado por David; e Jeffrey Pierce que fez o Tommy, irmão do Joel, será um novo personagem na série, de nome Perry.

8 – HBO

Apesar de possuir muitos sucessos no seu catálogo,  ‘The Last of Us’ é a primeira série da HBO baseada em um videogame

7 – Mesma música

A canção “Alone and Forsaken” utilizada no teaser da série é a mesma usada no primeiro jogo, quando Joel e Ellie estão dirigindo em Pittsburgh.

6 – Em time que está ganhando…

E falando em música, Gustavo Santaolalla, compositor das músicas dos jogos  ‘The Last of Us’ e  ‘The Last of Us: Part II’ foi trazido para o projeto para compor a trilha sonora da série.

5 – Um pouco de ordem

Por incrível que pareça, a primeira temporada de  ‘The Last of Us’ foi quase toda gravada na ordem cronológica da série.

4 – Recordes

O jogo original ‘The Last of Us’ (2013) ganhou mais de 200 prêmios como Jogo do Ano, tornando-se um dos mais bem-sucedidos jogos da história; sete anos depois a sequência  ‘The Last of Us: Part II’ (2020) conseguiu bater o próprio recorde da franquia.

3 – Troca-troca

Inicialmente o ator Con O’Neill havia sido escalado para interpretar Bill na série, porém, devido a conflitos na sua agenda, ele teve que abandonar o projeto e Nick Offerman acabou ficando com o papel.

2 – Longe das redes

Quando foi anunciada no elenco de ‘The Last of Us’ a atriz Bella Ramsey foi aconselhada a ficar longe da internet e das redes sociais. O motivo? As muitas mensagens negativas que provavelmente viriam a partir do anúncio – o que de fato aconteceu, infelizmente. Porém, experiente como é, Bella seguiu o conselho, pois apesar de esta ser sua primeira experiência com comentários negativos sobre seu trabalho, ela estava ciente de que isso poderia acontecer e se protegeu emocionalmente sobre o assunto. 

1 – Parceria de sucesso

Tanto Pedro Pascal quanto Bella Ramsey atuaram juntos no sucesso anterior da HBO: ‘Game of Thrones’. Pedro interpretou Oberyn Martell e Bella foi a destemida Lyanna Mormont.

Filme INSANO de ação com Vin Diesel estreia em 1º lugar entre os mais vistos da Netflix

Um dos filmes mais afetados pela pandemia acaba de chegar na Netflix fazendo o maior sucesso.

A adaptação de Bloodshot foi lançada no fim de semana que os cinemas começaram a fechar por causa da pandemia e arrecadou apenas US$ 10.5 milhões em seu primeiro final. No mercado internacional, a produção se saiu um pouco melhor, com US$ 15.1 milhões através de 50 mercados (conquistando o topo em metade deles), totalizando uma estreia global de US$ 25.6 milhões.

Bloodshot (Vin Diesel) é um ex-soldado com poderes especiais: o de regeneração e a capacidade de se metamorfosear. Assassinado ao lado da esposa, ele é ressuscitado e aprimorado com nanotecnologia, desenvolvendo tais habilidades. Ao apagarem sua memória várias vezes, ele finalmente descobre quem realmente é e parte em um busca de vingança daqueles que mataram sua família.

O público deu ao longa uma nota B.

Filmes que ACABARAM de sair nos cinemas e você pode assistir em CASA; Confira!

Assista o trailer e a nossa crítica:

Crítica | Bloodshot – Vin Diesel estrela estiloso filme recheado com ação e reviravoltas

O elenco ainda conta com Eiza Gonzalez, Toby Kebbell, Michael SheenTalulah Riley, Alex Hernandez e Sam Heughan.

Dirigido por Dave Wilson, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Kevin VanHook, Yvel Guichet, Don Perlin e Bob Layton.

Assinantes da Netflix estão DECEPCIONADOS com novo suspense; Confira as reações!

Viking Wolf. Elli Rhiannon Müller Osborne as Thale Berg in Viking Wolf. Cr. Courtesy of Netflix © 2022

Intitulado ‘O Lobo Viking‘, o novo suspense psicológico disponível na Netflix conta a história de Thale (Elli Rhiannon Müller Osborne), uma jovem que se muda com seus pais para uma pequena cidade após sua mãe ter conseguido um novo emprego na polícia local.

Após um estudante ser brutalmente assassinado em uma festa que Thale compareceu, ela se torna a testemunha chave para o que parece ser obra de um predador animal.

No entanto, no decorrer da trama, a cidade percebe que está lidando com obra de uma aberração da natureza, que transforma a pacífica cidade em um abatedouro.

Dirigido por Stig Svendsen em 2022, o longa não agradou o público e recebeu apenas 43% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Nas redes sociais, os assinantes da plataforma de streaming também estão massacrando a trama, afirmando que entediante e com um final decepcionante.

Confira as reações:

Além de dirigir, Svendsen também assina o roteiro junto com Espen Aukan.

O elenco também conta com Arthur Hakalahti, Sjur Vatne Brean, Vidar Magnussen, Marius Lien, Mia Fosshaug Laubacher e Ívar Örn Sverrisson.

Confira o trailer: