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Fãs COMEMORAM anúncio de ‘Frozen 3’, mas CRITICAM ‘Toy Story 5’; Confira as reações!

A Disney anunciou ontem que está desenvolvendo diversas sequências de suas animações, como ‘Toy Story 5′, ‘Frozen 3eZootopia 2‘.

Enquanto os fãs receberam ‘Frozen 3eZootopia 2‘ com bastante animação, a maioria criticou a decisão do estúdio em fazer mais um filme da franquia ‘Toy Story‘.

Como justificativa, muitos disseram que faz sentido dar a ‘Frozen‘ uma trilogia, e uma continuação de ‘Zootopia‘ será uma aposta nostálgica.

No entanto, os fãs reclamaram que a Disney está sugando o sucesso de ‘Toy Story‘ e que a sequência é “desnecessária e apenas para arrecadar mais dinheiro”.

Confira as reações:

E você, o que achou da novidades?

Por enquanto, ainda não há maiores detalhes sobre as sequências, como uma previsão de estreia.

Até lá, vale lembrar que todos os filmes das franquias mencionadas estão disponíveis na Disney+!

Relembre o trailer de ‘Toy Story 4′:

Dirigido por Josh Cooley, esse é o seu primeiro longa-metragem.

Quando Bonnie leva os brinquedos em sua viagem com a família, Woody acaba se dispersando inesperadamente e se juntando à sua amiga Bo Peep, que com seu espírito aventureiro e depois de anos na estrada já esconde seu delicado exterior de porcelana. Woody e Bo, que são totalmente diferentes quando se trata da vida como um brinquedo, logo percebem que esse é o menor dos seus problemas.

Crítica | Pearl: Prequel do terror ‘X’ traz Mia Goth em um impecável ensaio sobre um surto psicótico

Filme assistido durante o Festival de Toronto 2022

A frustração de uma vida reduzida ao ostracismo do anonimato se transforma em um contemplativo banho de sangue pelas mãos de Ti West em seu terror X: A Marca da Morre. Com ares de Sexta-feira 13, sob uma fotografia solar e uma hipersexualização de seus personagens, o terror conceitual é um frescor dentro do gênero, que emana a estética oitentista em um longa que, muito mais do que assustar, se preocupa em nos tragar para a sanguinolência de seus atos. Uma sucessão de assassinatos motivados pela infelicidade de uma isolada senhora que vive às custas de sonhos jamais realizados, o original é uma observação sobre o ser humano em seu estado mais primitivo possível – longe do convívio social e distante da sanidade lógica que governa a humanidade.

Pearl: Uma História de Origem ‘X’ chega aqui como uma história de origem não necessária, mas inegavelmente espetacular. Explicando quem foi a maldita vilã que nos revirou o estômago com mortes tão gráficas, a prequel de ‘X: A Marca da Morte‘ não é aquele clássico terror de jumpscares, mas é definitivamente um impecável ensaio sobre um surto psicótico. A realidade de Pearl (Mia Goth) poderia ser de enlouquecer qualquer um. Com seu esposo no fronte de batalha, ela dedica seus dias de volta à casa de seus pais, onde deve cuidar do seu pai – que segue em estado vegetativo -, enquanto é constantemente humilhada e maltratada por sua mãe. Entre os afazeres da fazenda e os cuidados paliativos que lhe tomam a energia, ela sonha com a vida de uma vedete nos palcos e nos cinemas. Sempre entre a mais pura e alucinante fantasia e uma dura realidade jamais desejada, ela tenta traçar seus caminhos em direção ao sucesso, fama e beleza plástica. O que não lhe disseram é que em uma terra árida, os sonhos nascidos do campo não tendem a florescer.

E sob uma estética bem technicolor, que remonta o formato dos filmes dos anos 50 e 60, West entrega outro brilhante terror que vai muito mais além do combo de sustos que normalmente nos aguarda em um terror slasher. Pearl é de fato uma espiral caótica de uma jovem à deriva de sua própria existência, que perece em uma vida medíocre onde sua identidade e personalidade são abafadas e sucumbidas pelas pressões de uma matriarca agressiva, insensível e indiferente. Mas independente do contexto familiar que nos trouxe Pearl, é inegável que a vilania já habitava nela, como West faz questão de mostrar em sua tortuosa forma de sacrificar animais indefesos. E essa construção é fundamental para tornar a idosa Pearl de ‘X‘ em uma criatura cruel e monstruosa aos olhos dos personagens e, obviamente, da audiência.

Conectando ambos os filmes de forma natural e quase imperceptível, Pearl é um derivado que caminha por suas próprias pernas e em diversos momentos nada se assemelha a ‘X‘. Com uma abordagem levemente metalinguística e um desenvolvimento narrativo diferente, o longa concentra-se na jornada autodestrutiva de uma jovem que enlouquece diante de sua realidade e da impossibilidade de seus sonhos. Trazendo uma performance poderosa de Mia Goth, o longa mostra uma vez mais a versatilidade da atriz em navegar em três personagens distintas em uma mesma franquia: Maxine – atriz de filmes adultos; a idosa Pearl em seu estado moribundo; e a jovem Pearl – uma garota entre a inocência e a insanidade histérica que a leva em uma epifania de assassinatos.

Caprichando em seu segundo ato com uma sanguinolência de encher os olhos dos mais famintos pelos slasher, Pearl ainda abre espaço para um toque de humor e brinca com as oscilações emocionais de sua protagonista, transformando-na em uma pequena mistura entre o horror e um sarcasmo de um humor ácido e cortante. Violento, mas nada assustador, o mais novo filme de Ti West é uma espécie de jornada do vilão. E embora não acrescente nada genuinamente novo à X: A Marca da Morte, Pearl é o tipo de horror conceitual que é tão meticulosamente bem feito, que merece ser desfrutado até mesmo como uma experiência única sobre uma jovem frente à frente com a pior versão de si mesma.

Titanic – Relançamento Remasterizado e em 3D

(Titanic)

Elenco:

Leonardo DiCaprio
Kate Winslet
Billy Zane
Kathy Bates
Frances Fisher
Gloria Stuart
Bill Paxton
Bernard Hill

 

Direção:  James Cameron

Gênero: Romance, Aventura

Duração: 195 min.

Distribuidora: 20th Century Studios

Orçamento: US$ 100 milhões

Estreia: 9 de Fevereiro de 2023

Sinopse: 

Aclamado pela crítica, ‘Titanic‘ fez um estrondo de bilheteria, dominando o topo das produções mais bem-sucedidas de todos os tempos até ser destronado por ‘Avatar’ (também de Cameron), tornando-se o primeiro filme a ultrapassar a marca de US$1 bilhão mundialmente e estacionando com nada menos que US$2,2 bilhões. Como se não bastasse, Titanic conquistou 11 estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme, e permanece como o mais condecorado da premiação ao lado de ‘A Malvada’ (1950) e ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’ (2003).

Curiosidades: 

» Poucos filmes conseguiram o status lendário que Titanic, épico romântico dirigido e escrito por James Cameron. Mais de 25 anos após seu recorde de bilheteria, o filme está voltando aos cinemas.

» Uma versão remasterizada do filme de James Cameron chegará aos cinemas no próximo ano, em 3D 4K e HDR, assim como aconteceu com o recente relançamento de ‘Avatar‘.

» A Disney marcou o relançamento no Brasil para o dia 9 de Fevereiro de 2023.

Trailer:

Cartazes: 

 

Fotos: 

Titanic (1997)
Directed by James Cameron
Shown: Kate Winslet, Leonardo DiCaprio, Director James Cameron

Desapega!

 

Elenco:

Glória Pires
Maisa Silva
Marcos Pasquim

 

Direção: Hsu Chien

Gênero: Comédia

Duração: 90 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: R$ 10 milhões

Estreia: 09 de Fevereiro de 2023

Sinopse: 

Bem-sucedida em sua carreira como organizadora pessoal e controlada de seu vício em compras há sete anos, Rita (Gloria Pires) é convidada a liderar um excêntrico e divertido grupo de apoio a compradores compulsivos, onde conhece Otávio (Marcos Pasquim), com quem engata um relacionamento amoroso. Tudo está bem, até que recebe a notícia de que Duda (Maisa), sua filha única e melhor amiga, conseguiu uma bolsa de estudos para cursar fotografia em Chicago, nos Estados Unidos, e tem planos de sair de casa. De maneira leve e bem-humorada, o filme aborda a ansiedade da separação como gatilho para uma recaída no consumismo da protagonista.

Crítica: 

Crítica | Desapega! – Glória Pires vive compradora compulsiva ao lado de Maísa em Divertida Comédia Nacional

Entrevista: 

Curiosidades: 

» Leandro Matos (‘Samantha!’) assina o roteiro da produção;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Oferenda ao Demônio

(The Offering)

 

Elenco:

Nick Blood
Emily Wiseman
Allan Corduner

 

Direção:  Oliver Park

Gênero: Terror

Duração: 93 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 09 de Fevereiro de 2023

Sinopse: 

Após o desaparecimento de uma jovem judia, o filho de um agente funerário hassídico volta para casa com sua esposa grávida na esperança de se reconciliar com seu pai. Mal eles sabem que logo abaixo no necrotério da família, um antigo mal com planos sinistros para o feto se esconde dentro de um cadáver misterioso.

Crítica | Oferenda ao Demônio é uma grande SURPRESA para os fãs de TERROR!

Curiosidades: 

» Hank Hoffman e Jonathan Yunger assinam o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Till – A Busca por Justiça

(Till)

 

Elenco:

Danielle Deadwyler
Jalyn Hall
Frankie Faison

 

Direção: Chinonye Chukwu

Gênero: Drama

Duração: 130 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 09 de Fevereiro de 2023

Sinopse: 

Em 1955, Emmett Hill foi linchado quando visitava seus primos no Mississippi. No coração da pungente jornada de Mamie Till Mobley, que transformou seu luto em ação, está o poder universal da coragem de uma mãe disposta a mudar o mundo.

Crítica: 

Crítica | Till: A Luta Por Justiça – Danielle Deadwyler entrega atuação poderosa em DRAMA real pesado

Curiosidades: 

» A trama segue a verdadeira história da busca incansável de Mamie Till Mobley por justiça para seu filho de 14 anos, Emmett Till;

» Além de dirigir, Chinonye Chukwu também assina o roteiro ao lado de Michael Reilly e Keith Beauchamp;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

O Menino e o Tigre

(Tiger’s Nest)

 

Elenco:

Claudia Gerini
Sunny Pawar
Amandeep Singh

 

Direção: Brando Quilici

Gênero: Aventura

Duração: 94 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 8 milhões

Estreia: 09 de Fevereiro de 2023

Sinopse: 

O órfão Balmani resgata o filhote de tigre Mukti de caçadores cruéis e, juntos, eles partem em uma aventura para encontrar um lar seguro para o tigre. Balmani e Mukti enfrentarão ameaças dos caçadores que estão determinados a recapturar o filhote, e terão que sobreviver a desafios enquanto desenvolvem um forte vínculo de confiança e afeto.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Brando Quilici também assina o roteiro ao lado de Hugh Hudson e Rupert Thomson;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Perlimps

 

Elenco:

Stênio Garcia
Giulia Benite
Lorenzo Tarantelli

 

Direção: Alê Abreu

Gênero: Animação

Duração: 75 min.

Distribuidora: Vitrine Filmes

Orçamento: R$ 8 milhões

Estreia: 09 de Fevereiro de 2023

Sinopse: 

Claé (com dublagem de Lorenzo Tarantelli, que empresta sua voz ao protagonista de ‘Young Sheldon’) é uma jovem criaturinha do Reino do Sol parecida com uma raposa, mas que, na real, é um agente infiltrado na floresta, com a missão de captar os sinais e descobrir a localização dos ‘Perlimps’, únicos seres capazes de barrar o avanço do Capitão Dourado e da grande inundação, que ameaça a estabilidade da floresta. Enquanto realiza sua missão, Claé descobre que não está sozinha: Bruô (na voz de Giulia Benite, a Mônica de ‘A Turma da Mônica’), uma criaturinha que parece um urso, oriunda do Reino da Lua, o está seguindo e acaba se juntando a ele na aventura, cuja trajetória ainda faz com que cruzem seus caminhos com o sábio João de Barro (voz de Stênio Garcia).

Crítica: 

Crítica | Perlimps – Animação de Alê Abreu é como um ‘O Pequeno Príncipe’ Brasileiro

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Alê Abreu também é responsável pelo roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | Perlimps – Animação de Alê Abreu é como um ‘O Pequeno Príncipe’ Brasileiro

O ano de 2023 começa com tudo na indústria cinematográfica brasileira. E, particularmente, no campo da animação, o Brasil começou o ano mostrando que tem muita técnica e muita coisa boa para apresentar ao público – de todas as idades. Em janeiro, tivemos a estreia em circuito do longa de animação ‘Chef Jack: O Cozinheiro Aventureiro’, e agora, após pré-estreia durante o Festival do Rio 2022, a partir do próximo fim de semana teremos a estreia nas salas de cinema nacionais do segundo longa animado brasileiro do ano: a aventura ‘Perlimps’.

Claé (com dublagem de Lorenzo Tarantelli, que empresta sua voz ao protagonista de ‘Young Sheldon’) é uma jovem criaturinha do Reino do Sol parecida com uma raposa, mas que, na real, é um agente infiltrado na floresta, com a missão de captar os sinais e descobrir a localização dos ‘Perlimps’, únicos seres capazes de barrar o avanço do Capitão Dourado e da grande inundação, que ameaça a estabilidade da floresta. Enquanto realiza sua missão, Claé descobre que não está sozinha: Bruô (na voz de Giulia Benite, a Mônica de ‘A Turma da Mônica’), uma criaturinha que parece um urso, oriunda do Reino da Lua, o está seguindo e acaba se juntando a ele na aventura, cuja trajetória ainda faz com que cruzem seus caminhos com o sábio João de Barro (voz de Stênio Garcia).

Ao longo dos cento e vinte minutos de duração (tempo ideal para a criançada mais novinha), ‘Perlimps’ é uma aventura deslumbrante aos olhos, com uma técnica de traço bastante suave e autoral. A mistura de cores ajuda a construir o aspecto lúdico no filme de Alê Abreu (da animação ‘O Menino e o Mundo’, de 2013), ora alterando em tons mais escuros/azulados, ora mais alaranjados, de acordo com o protagonismo do longa que alterna entre os fofíssimos e agêneros Claé e Bruô.

A história já começa com a aventura acontecendo, o que pode causar certa estranheza, especialmente com o público mais jovem que talvez precise de uma introdução mais mastigada. O roteiro vai sendo costurado a partir da entrada dos elementos na trama e que não são comuns à nossa realidade. Após meia hora as peças começam a se encaixar, ainda que através de metáforas e subtextos, se assemelhando bastante à construção narrativa do clássico da literatura infantil ‘O Pequeno Príncipe’.

A seu modo, ‘Perlimps’ tenta mostrar os impactos da destruição das florestas por parte das hidrelétricas e outros invasores (como os garimpeiros, madeireiros, etc), mas não de maneira drástica. Não à toa, o longa tem a produção de Luiz Bolognesi (‘A Última Floresta’) e Laís Bodanzky (‘Bicho de Sete Cabeças’), cineastas bastante engajados com a preservação do meio-ambiente.

Perlimps’ é uma fábula metafórica esteticamente apaixonante, para ser vista não só pelas crianças, mas também por adultos, para que a conversa sobre a importância da floresta em pé comece desde a primeira infância.

‘Pantera Negra 2’: Kevin Feige diz que as asas de Namor vão voltar a crescer

O clímax de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ conta com uma intensa luta entre Shuri (Letitia Wright) e Namor (Tenoch Huerta).

Durante o confronto, Shuri acaba decepando parte das asas no tornozelo de seu adversário.

No entanto, a ferida não será permanente e as asas de Namor vão voltar a crescer.

A informação foi revelada por Kevin Feige (via Comic Book), diretor criativo da Marvel Studios.

“Sabe, as pessoas que leem os quadrinhos sabem que há 80 anos de histórias com Namor que podemos explorar. Mas achamos que este é um personagem incrivelmente icônico que está sendo apresentado pela primeira vez. Provavelmente, para a maioria das pessoas, a maioria dos espectadores pela primeira vez. E esperamos que eles queiram ver mais de seus voos.”

O coordenador de dublês Aaron Toney também comentou sobre a perda das asas, dizendo que foi umaforma de humanizar um personagem considerado divino.

“Com Namor, quando se trata de estilos de luta, eu peguei referências não apenas em aspectos culturais, como Lucha Libre… Mas também adicionei movimentos de culturas asiáticas. Foi divertido brincar com as asas também, você sabe, elas lhe atribuem ataques rápidos. Mas quando ele tem suas asas decepadas, é uma virada na trama, porque humaniza esse ser divino.”

Lembrando que ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ já está disponível na Disney+.

A sequência também conta com Letitia Wright, Angela Bassett, Lupita Nyong’o, Dominique Thorne, Winston Duke, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Madonna Completa 40 Anos de Carreira | Elegemos os MELHORES e PIORES filmes da cantora

Madonna, a eterna rainha do POP, anunciou uma turnê mundial em comemoração aos seus 40 anos de carreira. Madonna é um verdadeiro ícone da cultura mundial, importantíssima para a consolidação da música dançante (conhecida como pop) durante a chamada “geração MTV” nos anos 80. Pensa só, essa geração foi agraciada simplesmente com o rei e a rainha da música pop: Michael Jackson e Madonna. E sem dúvida a época foi o auge destes artistas e seu momento de ouro. De fato, Madonna “nasceu” para o mundo da música ao mesmo tempo em que o canal especializado em videoclipes nos EUA, e a simbiose entre estas duas forças da natureza foi perfeita, com os clipes de Madonna ajudando a impulsionar a MTV nos lares americanos, e por sua vez o canal servindo como trampolim para o estrelato absoluto da cantora.

Desde que surgiu em cena Madonna ficou conhecida por uma personalidade que gostava de quebrar padrões e o fazia de uma forma muito livre e avassaladora. Tanto que ficou automaticamente conhecida como uma figura que chocava. Madonna era pura e simplesmente um tapa na cara do conservadorismo. A artista tratava seu corpo e o sexo de uma forma despudorada, assumindo total controle de sua sexualidade. Hoje, diversas estrelas da música pop seguem pelo mesmo caminho e tal atitude se tornou lugar comum. Porém, Madonna fez primeiro e conquistou o feito numa época em que não era visto com bons olhos. Isso se chama pioneirismo, quando um indivíduo consegue ver além dos padrões sociais para se destacar. É claro que isso acarretou em diversas polêmicas envolvendo sua vida pessoal. E essas controvérsias seguem acontecendo até hoje, com a cantora já na terceira idade.

O sucesso avassalador que foi Madonna nos anos 80, é claro, despertou o interesse da musa pop em se enveredar por outros caminhos, como o cinema. E nessa trajetória ela também conheceu os altos e baixos dos resultados das produções nas quais esteve envolvida. Aqui, para homenagear esse tesouro cultural de nossa época, iremos dar uma olhada nos destaques positivos e negativos da carreira de Madonna no cinema, com os melhores e piores filmes de seu currículo. Confira abaixo.

PIORES

05 | W.E. – O Romance do Século (2011)

Como nem tudo são flores na carreira da musa Madonna, no cinema a cantora também teve seus maus momentos. E aqui começamos com o top 5 de seus pontos baixos no currículo cinematográfico. O primeiro que chega pode causar preocupação sobre a tão falada autobiografia que a material girl irá dirigir nas telonas. Acontece que aqui em W.E., Madonna não atua, e somente dirige o longa – marcando assim, o segundo e último (até o momento) filme dirigido por ela, com um resultado… digamos, nada impressionante. Fora isso, a rainha do pop também é responsável pelo roteiro da obra ambiciosa. O tema é caro para a estrela e retrata uma de suas heroínas, a socialite Wallis Simpson, uma americana divorciada que foi responsável pela abdicação do trono pelo monarca Edward VIII, que deveria se tornar o Rei da Inglaterra em linha de sucessão, mas escolheu se casar a mulher que era o amor de sua vida.

Leia também: ‘Uma Equipe Muito Especial’ estreia na Amazon | Madonna foi um PESADELO nos bastidores do filme que deu origem à Série

04 | Sobrou pra Você (2000)

Verdadeiro campeão de indicações no Framboesa de Ouro, o resultado deste filme fez Madonna adentrar a década de 2000 com os “dois pés esquerdos”. De fato, as coisas só piorariam para a musa e ela logo sairia de cena, sem protagonizar nenhum outro filme (depois de duas produções desastrosas) até hoje. Aqui, bancado pela Paramount, Madonna vive Abbie, uma mulher cansada de relacionamentos fracassados em sua vida. Então, ela e seu melhor amigo gay (um clichê que toda comédia romântica precisava ter no passado) terminam caindo em tentação e passando uma noite juntos. Dessa noite de amor um imprevisto acontece, a mulher fica grávida, e agora os dois decidem ter o filho juntos. Uma ideia arriscada que fica na tênue linha do aceitável – mas que até poderia ter funcionado nas mãos certas. Do jeito que ficou, Sobrou pra Você recebeu indicações de pior filme do ano, pior diretor, pior dupla, pior roteiro e saiu “vitorioso” de pior atriz para Madonna. Mas não apenas isso, a cantora também seria indicada como pior atriz da década pelo filme.

03 | Corpo em Evidência (1992)

No mesmo ano em que lançou Uma Equipe Muito Especial (considerado seu melhor filme), Madonna resolveu investir numa obra… digamos, mais picante. Embora tenha sido lançado em apenas um país da Ásia em 1992, sua estreia foi mesmo em 1993 no resto do mundo, incluindo nos EUA, onde foi lançado em janeiro do ano citado. Não tem jeito, quando todos pensam em Corpo em Evidência, pensam logo numa “cópia deslavada” de Instinto Selvagem, um dos maiores acertos de 1992, que soprou nova vida aos thrillers eróticos nos anos 90 e ainda por cima serviu para jogar a carreira de Sharon Stone rumo ao estrelato. Madonna queria algo nos mesmos moldes, mas o tiro terminou saindo pela culatra. No filme, ela vive uma mulher indo a julgamento pela morte de um companheiro. A arma do crime? Seu próprio corpo. Ela é simplesmente sensual demais e o matou na hora do sexo. O elenco conta ainda com Willem Dafoe e Julianne Moore.

02 | Surpresa de Shanghai (1986)

Mesmo sendo uma das figuras mais emblemáticas da época, nem tudo foram rosas para Madonna nos anos 1980. Na parte profissional, a cantora se tornava a maior estrela da música no período, e de quebra realizava uma transição muito bem-sucedida para a frente das telonas em uma estreia de grande estilo em Procura-se Susan Desesperadamente (1985). O segredo do sucesso de tal filme talvez tenha sido ter Madonna interpretando… bem, basicamente a própria Madonna. As coisas começaram a sair dos trilhos para a material girl quando conheceu o ator e bad boy de plantão Sean Penn. Foi “paixão à primeira treta”, os dois se apaixonaram, se casaram, mas viviam entre tapas e beijos, declarando guerra aos paparazzi e um ao outro. O fato refletiu no primeiro e único filme que os pombinhos decidiram protagonizar juntos – um fracasso retumbante de crítica e público. Todos estavam cansados a esta altura do relacionamento problemático do casal. A trama tenta pegar carona no sucesso das aventuras de matinê trazido de volta à tona por Indiana Jones, e “copiado” por longas como Tudo por uma Esmeralda e As Minas do Rei Salomão.

01 | Destino Insólito (2002)

Chegamos ao primeiro lugar da lista, com o pior filme da carreira da estrela Madonna. Não tem jeito, por mais que a cantora tenha alguns filmes bem ruins em seu currículo, eles não se comparam em termos de “desastre de trem” a Destino Insólito. O mundo do cinema de Hollywood é feito de glamour, fama e dinheiro. Mas pode ser muito prejudicial também para a vida pessoal destes astros. Um filme ruim fica para a história e pode ser responsável pelo divórcio de seus envolvidos. Veja por exemplo o caso de Ben Affleck e Jennifer Lopez com Contato de Risco (Gigli, 2003). A própria Madonna viu o fiasco Surpresa de Shanghai contribuir para o fim do casamento caótico com Sean Penn. E mais de dez anos depois o mesmo acontecia com outro casamento da diva pop – desta vez com o diretor Guy Ritchie, que a comandou aqui. O longa é o remake de uma produção italiana da década de 70. Na trama, uma dondoca insuportável maltrata seus funcionários. Após uma tempestade avariar seu iate, ela e um empregado terminam náufragos numa ilha deserta. Desta vez a hierarquia de poder irá mudar, com o sujeito “domesticando” a socialite. E no fim, os dois ainda se apaixonam. É mau gosto para todo o lado. Não por menos, Destino Insólito venceu os Framboesas de Ouro de pior filme, atriz para Madonna, diretor para Ritchie, casal e remake. Em 2005 foi nomeado para pior drama dos últimos 25 anos no mesmo “prêmio” e também para pior drama e pior atriz da década. Além, é claro, de ser conhecido como um dos piores filmes da história do cinema. Feito para poucos.

 

MELHORES

05 | Dick Tracy (1990)

Madonna adentrava os anos 90 com um sucesso nas costas. Produzido pela Disney, através da subsidiária Touchstone Pictures, Dick Tracy foi a resposta do estúdio do camundongo Mickey para o sucesso rolo-compressor que foi Batman (1989), da Warner. O filme de Tim Burton sobre o Homem-Morcego ligou o sinal de alerta em Hollywood sobre a possibilidade de tratar histórias em quadrinhos de forma séria, adulta e mais sombria. Era a mescla na medida certa entre o mundo real e suas questões, levadas ao mundo de fantasia. Assim, sem perder muito tempo, a Disney tirava do papel outro personagem clássico saído das tirinhas de papel, o detetive incorruptível de queixo quadrado e vilões tão grotescos quanto os de Batman em sua galeria, Dick Tracy. Ao contrário do citado blockbuster da Warner, a Disney deu o controle total de Dick Tracy para o astro Warren Beatty, que realmente investiu pesado na ideia, produzindo, estrelando e dirigindo o longa. E Beatty escalou Madonna para impulsionar o projeto, no papel de Breathless Mahoney, uma cantora de cabaré felina e extremamente sensual, que é uma verdadeira “Mulher-Gato” sem máscara. Madonna, é claro, ficou responsável pela trilha sonora, e o filme foi indicado para 7 Oscar, levando 3 estatuetas técnicas, incluindo para a canção ‘Sooner ou Later’, performada pela cantora.

04 | Evita (1996)

Em quarto lugar dos melhores filmes de Madonna no cinema temos outro musical. Aliás, o primeiro, já que apesar de Dick Tracy ter momentos de apresentações cantadas de Madonna, ele não é exatamente um musical. Com esta aqui a coisa muda de figura. Trata-se de um ambicioso projeto do diretor Alan Parker (O Expresso da Meia-Noite e Mississippi em Chamas), baseado no clássico musical dos palcos da Broadway da década de 70, sobre a primeira-dama argentina Evita Perón, considerada pelos cidadãos do país uma figura quase santificada. Justamente por isso, causou enorme polêmica a escolha da “depravada” Madonna para uma personagem celestial para toda uma nação. Muitos protestos ocorreram depois da escolha da estrela pop para o papel, mas Parker e a Disney compraram o barulho e lançaram o filme nos cinemas do mundo. Afinal, se tem uma coisa que Madonna sabe fazer é cantar. E para a surpresa de todos, a performance da estrela terminou elogiada, o filme perdoado e prestigiado com 5 indicações ao Oscar, com a vitória pela música ‘You Must Love Me’.

03 | Procura-se Susan Desesperadamente (1985)

Voltamos agora para a década de 80, “berço” do surgimento de Madonna em cena. De fato, esse foi seu primeiro papel de destaque no cinema após sua explosão como fenômeno da música pop, que havia ocorrido no ano anterior com o hit Like a Virgin e o início da MTV. Assim, os produtores da Orion Pictures viram a oportunidade de levar o estilo MTV de ser da cantora (que incluía o figurino extravagante e os apetrechos típicos da década, além de toda uma atitude) para as telonas num longa-metragem. Escrito por uma mulher e dirigido por uma mulher, Procura-se Susan… é um filme muito girl power e totalmente à frente de seu tempo. A mensagem aqui é o empoderamento e libertação de uma jovem dona de casa que vivia apenas para o marido. Ela sofre um acidente, fica com amnésia e é confundida com uma jovem de espírito livre e festeira chamada Susan (papel de Madonna). Ao se colar com Susan, Roberta (Rosanna Arquette) começa a dar valor a si e à sua vida.

02 | Na Cama com Madonna (1991)

Em segundo lugar dentre os melhores projetos de Madonna nos cinemas está este documentário intitulado Truth or Dare no original – algo como “Verdade ou Consequência”. Desde que explodiu nas paradas de sucesso nos anos 80, os fãs criaram uma verdadeira fixação por Madonna. A cantora estava em todos os lugares, e havia se tornado um verdadeiro fenômeno, incapaz de ser mensurado hoje em dia – numa época em que fenômenos surgem a cada esquina de cinco em cinco minutos. Antes era uma coisa única mesmo. Assim, a paixão do público por Madonna só aumentava e os fãs tinham curiosidade de saber como era a vida da estrela e o seu dia a dia. E o ídolo pop fez questão de responder, presenteando seus fãs com este documentário que, para variar, foi alvo de inúmeras polêmicas por seu conteúdo, digamos, explícito demais para as mentes pudicas da época. Hoje, seria considerado uma grande bobagem já que temos coisas bem mais fortes vindo das celebridades. No ano seguinte, Madonna lançaria seu livro do sexo e apareceria topless num desfile de moda, mas aqui expunha de forma nua e crua os bastidores de sua turnê Blond Ambition, de 1990.

01 | Uma Equipe Muito Especial (1992)

Recentemente, falei em algumas matérias deste agora clássico drama cômico, que aborda um tema importantíssimo de empoderamento feminino no baseball e no esporte em geral, e está completando 30 anos de seu lançamento em 2022. Para a comemoração, a Amazon Prime Video acaba de lançar uma série baseada no argumento do longa, agora incluindo atletas femininas negras em seu elenco. Madonna foi uma peça-chave no sucesso do filme, que ainda conta com as presenças de Geena Davis e Tom Hanks protagonizando. Apesar de ser reportado que o comportamento da diva pop tenha sido algo próximo a um pesadelo durante os bastidores, Madonna batalhou, treinou baseball e atuação, e ainda entregou uma canção de sucesso para a trilha sonora.

Leia também: ‘Uma Equipe Muito Especial’ estreia na Amazon | Relembre o Clássico dos anos 90 que deu origem à Série

‘Heartstopper’: 2ª temporada irá explorar a ASSEXUALIDADE de Isaac, revela criadora da série

Em uma recente entrevista à Attitude, a criadora, roteirista e quadrinhista Alice Oseman revelou que a 2ª temporada da aclamada série adolescente Heartstopper irá acompanhar a descoberta da assexualidade de Isaac (Tobie Donovan).

“A Netflix vai me odiar por contar, mas sim, a assexualidade será discutida na televisão de uma forma grande”, ela contou. “Estou animada. Espero que mude o mundo. Espero que, quando aconteça em Heartstopper, não pareça uma lição. Você conhece Isaac, você se importa com ele e, agora, irá descobrir algo novo”.

Lembrando que as gravações do próximo ciclo já foram finalizadas e que os novos episódios chegam em 2023 ao catálogo da plataforma.

A vindoura iteração apresentará quatro personagens: David Nelson (Jack Barton), irmão mais velho do Nick (Kit Connor); Sahar Zahid (Leila Khan), uma estudante da Escola Higgs; James McEwan (Bradley Riches), um estudante da Escola Truham; e Mr. Farouk (Nima Taleghani), um professor da Truham.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 3ª temporada.

Baseada na graphic novel LGBTQ+ da autora Alice Oseman, que também atua como roteirista, a produção alcançou o TOP 10 da plataforma de streaming em mais de 50 países.

Na trama, o meigo Charlie e o fã de rúgbi Nick se conhecem no colégio. Mas logo essa amizade improvável começa a se transformar em romance. Agora, Charlie, Nick e seu círculo de amigos precisam encarar essa jornada de autodescoberta e aceitação, apoiando uns aos outros e aprendendo a ser eles mesmos.

Heartstopper‘ é sobre amor, amizade, lealdade e saúde mental. O enredo abrange todas as pequenas histórias das vidas de Nick e Charlie que, juntos, formam algo maior.

Joe LockeConnor, William Gao, Yasmin Finney, Corinna BrownKizzy Edgell também fazem parte do elenco.

‘The Flash’: Grant Gustin diz que está PRONTO para se despedir do personagem

E, apesar dos fãs estarem lamentando a proximidade do fim, o protagonista Grant Gustin disse que está pronto para se despedir do personagem.

Conversando com a E! News, o astro foi questionado como está lidando com o encerramento da atração após nove longos anos de corridas.

Em resposta, ele disse:

“Estou pronto para dizer adeus. E isso não é por nenhuma razão negativa. É como quando você está se preparando para terminar o ensino médio e – admito que não sei para qual faculdade vou depois disso, posso nem entrar na faculdade – mas você fica animado para encerrar um ciclo e passar para a próxima fase de sua vida.”

Gustin também disse que ele sempre será o Flash e agradeceu pelo apoio do público.

“Vou ser o Flash para sempre, mesmo quando a série acabar. Não poderíamos ter feito isso por tanto tempo se não tivéssemos pessoas nos apoiando por tantos anos e isso realmente moldou quem eu sou.”

Lembrando que o próximo episódio, intitulado ‘Hear no Evil‘, vai ao ar no dia 15 de fevereiro.

Na trama, “Barry se sente culpado pelo que aconteceu a Caitlin, e Mark cria um plano que deixa todos céticos. Enquanto isso, Red Death invade Central City e anuncia que falhar não é uma opção. Joe pede que Cecile faça uma escolha, o que a leva a pensar sobre o bem maior. Allegra e Chester dão um passado em uma nova direção. Por fim, amigos antigos visitam os Laboratórios S.T.A.R.”.

Confira a prévia:

Depois de derrotar o Flash Reverso de uma vez por todas, a nona temporada de The Flash começa uma semana depois da batalha épica, e Barry Allen (Grant Gustin) e Iris West-Allen (Candice Patton) estão se reconectando e ficando mais próximos do que nunca. Mas quando um grupo mortal de Rogues chega a Central City, liderado por uma nova e poderosa ameaça, Flash e sua equipe – Caitlin Snow (Danielle Panabaker), a meta-empata Cecile Horton (Danielle Nicolet), a meta de luz Allegra Garcia (Kayla Compton), o brilhante nerd da tecnologia Chester P. Runk (Brandon McKnight) e o ladrão de criogenia reformado Mark Blaine (Jon Cor) – devem mais uma vez desafiar probabilidades impossíveis de salvar o dia. Mas quando os Rogues são derrotados, um novo adversário mortal surge para desafiar o legado heróico de Barry Allen. E em sua maior batalha até agora, Barry e o Time Flash serão levados ao limite para salvar Central City pela última vez.

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

Fãs estão ODIANDO o anúncio de ‘Toy Story 5’ pela Disney; Confira as reações!

A Disney pegou os fãs de surpresa e anunciou ontem que está desenvolvendo diversas sequências de suas animações, como ‘Toy Story 5′.

Entretanto, a notícia não agradou a todos os fãs da franquia: enquanto alguns comemoraram as boas-novas, a maioria disse que não há necessidade de fazer mais um filme da aclamada saga animada.

Confira:

Tim Allen, que dublou o patrulheiro espacial Buzz Lightyear nos quatro primeiros filmes da franquia, confirmou que vai reprisar o papel na sequência.

Na publicação, ele escreveu:

“Vejo você em breve, Woody, você é um homenzinho triste e estranho e sinto pena de você. E lá vamos nós para o número 5! Ao infinito e além!”

Confira:

Por enquanto, ainda não há maiores detalhes sobre a sequência, como uma previsão de estreia.

Mas, considerando a publicação de Allen, Tom Hanks também deve retornar como o Xerife Woody.

Até lá, vale lembrar que todos os filmes da franquia estão disponíveis na Disney+!

Dirigido por Josh Cooley, esse é o seu primeiro longa-metragem.

Quando Bonnie leva os brinquedos em sua viagem com a família, Woody acaba se dispersando inesperadamente e se juntando à sua amiga Bo Peep, que com seu espírito aventureiro e depois de anos na estrada já esconde seu delicado exterior de porcelana. Woody e Bo, que são totalmente diferentes quando se trata da vida como um brinquedo, logo percebem que esse é o menor dos seus problemas.

‘Toy Story 5’: Tim Allen confirma retorno de Buzz Lightyear na sequência

A Disney pegou os fãs de surpresa e anunciou ontem que está desenvolvendo diversas sequências de suas animações, como ‘Toy Story 5′.

Logo após a novidade, Tim Allen, que dublou o patrulheiro espacial Buzz Lightyear nos quatro filmes da franquia, confirmou que vai reprisar o papel na sequência.

Na publicação, ele escreveu:

“Vejo você em breve, Woody, você é um homenzinho triste e estranho e sinto pena de você. E lá vamos nós para o número 5! Ao infinito e além!”

Confira:

Por enquanto, ainda não há maiores detalhes sobre a sequência, como uma previsão de estreia.

Mas, considerando a publicação de Allen, Tom Hanks também retornar como o Xerife Woody.

Até lá, vale lembrar que todos os filmes da franquia estão disponíveis na Disney+!

Dirigido por Josh Cooley, esse é o seu primeiro longa-metragem.

Quando Bonnie leva os brinquedos em sua viagem com a família, Woody acaba se dispersando inesperadamente e se juntando à sua amiga Bo Peep, que com seu espírito aventureiro e depois de anos na estrada já esconde seu delicado exterior de porcelana. Woody e Bo, que são totalmente diferentes quando se trata da vida como um brinquedo, logo percebem que esse é o menor dos seus problemas.

‘Pantera Negra’: Dominique Thorne contracenou com Chadwick Boseman em teste para o papel de Shuri; Confira o vídeo!

Antes de Dominique Thorne ser escalada como Riri Williams em ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘, ela fez testes para o papel de Shuri (Letitia Wright) no filme anterior.

E um usuário do Twitter divulgou um vídeo revelando que Wiiliams chegou a contracenar com o protagonista Chadwick Boseman.

Um detalhe interessante é que Boseman vestia uma camisa de campanha contra o câncer, doença que acabou causando sua morte em 2020.

Confira o vídeo:

“Então Dominique Thorne tentou ser Shuri e não conseguiu o papel. Mas eles a trouxeram de volta para jogar a Coração de Ferro. Legal. Além disso… Repare a camisa de Chadwick. Droga.”

Vale lembrar que o produtor Nate Moore disse que a série dedicada à ‘Coração de Ferro‘ será uma sequência direta de ‘Pantera Negra 2‘.

Em entrevista para o Cinema Blend, o cineasta foi questionado sobre o quão importante é a presença de Williams na sequência, ao que ele respondeu:

“Tão grande que deu a ela sua própria série de TV. Basicamente, a série é uma consequência do quanto gostamos dela neste filme e será uma consequência direta desses eventos.”

Ele continuou:

“Quando conversamos com Dominique sobre o projeto, juntamos suas ideias com a de Ryan Coogler sobre o que a série poderia ser. Digamos que Riri Williams estará levando para o MIT as experiências que teve em Wakanda. E há algumas repercussões interessantes em suas aventuras que a colocarão em um caminho interessante.”

O elenco da série também conta com Anthony Ramos como o vilão Capuz, além de Lyric Ross, Shea Couleé, Zoe Terakes, Alden Ehrenreich, Manny Montana, Shakira Barrera, Jim Rash, Cree Summer e Harper Anthony, todos escalados em papéis atualmente desconhecidos.

Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner da série.

Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

Jessie Ware anuncia data de lançamento de ‘That! Feels Good’, seu 5º álbum de estúdio

A aclamada cantora e compositora Jessie Ware anunciou hoje, 09 de fevereiro, a data de lançamento de seu vindouro 5º álbum de estúdio, ‘That! Feels Good!’.

O compilado de originais será disponibilizado nas plataformas de streaming no dia 28 de abril e conta com os singles “Free Yourself”“Pearls”.

A artista britânica fez sua estreia oficial no mundo da música em 2012, com o lançamento do disco Devotion. Sua última produção, ‘What’s Your Pleasure’, ganhou o mundo em 2020 e se tornou um sucesso tanto crítico e comercial – aparecendo em nossa lista de Melhores Álbuns de 2020Melhores Álbuns do Século XXI. A faixa titular, por sua vez, apareceu na nossa lista de Melhores Músicas Internacionais Femininas do Século.

Em sua carreira, Ware foi indicada a diversos prêmios, incluindo seis BRIT Awards.

Wytches | Conheça a HQ que vai virar série animada pelo Prime Video

Esqueça tudo o que já ouviu falar sobre bruxas. Enterre todos os filmes, livros, séries sobre mitologia céltica e sobre o misticismo que perdurou desde a antiga sociedade britânica até os dias atuais. Em Wytches, nova HQ publicada pela editora Darkside, o leitor é apresentado às reais representações desses seres milenares e que desde a construção da primeira identidade cultural, assombram milhares e milhares de pessoas, sendo constantes alvos de exploração e adaptação pelos sete âmbitos artísticos. Entretanto, a narrativa criada por Scott Snyder não se restringe apenas ao que já nos foi contado, preferindo mergulhar de cabeça em um mundo mais sombrio e perigoso.

A história se inicia no final da década de 1910, trazendo em primeiro plano imagens escuras, polvilhadas com respingos vermelhos e que gradativamente ganham mais claridade e visibilidade. Vemos uma mulher presa em algum lugar indecifrável e claustrofóbico, tateando às cegas por uma escuridão inebriante em busca de uma saída – e é só então que percebemos onde ela está: dentro de uma árvore. 

O fato da impossibilidade disso acontecer já é assustador. Buscando inspiração em diversos thrillers psicológicos – incluindo as viradas e as descobertas da franquia gore Jogos Mortais’ ou até mesmo um parente do gênero sobrenatural, A Bruxa’ -, estamos diante de uma situação mística envolvendo alguém cuja resiliência não é a das melhores. A mulher sem nome tenta gritar por socorro, e as coisas ficam ainda mais tensas quando um jovem garoto inexpressivo aparece. A partir daí, o suspense começa a aumentar, e atinge seu ápice catártico no momento em que ela revela, ainda que sutilmente, saber o motivo de estar presa: ao que tudo indica, tudo aquilo faz parte de um ritual no qual ela é a principal oferenda para aplacar as forças inomináveis de criaturas mortais e desconhecidas a priori. E então descobrimos que na verdade o rapaz a colocou lá dentro – e pior: ela é sua própria mãe. 

“Uma jura é uma jura”, ele diz de forma cândida, momentos antes de garras brotarem detrás delas e arrastarem-na para a escuridão. 

Este é um prólogo digno das melhores franquias de terror, sejam cinematográficas e literárias. A atmosfera sombria é reafirmada constantemente não apenas pelos incríveis e ambíguos diálogos, mas sim pela construção visual da floresta, a qual é perscrutada por alterosas árvores salpicadas com tons vermelhos e pretos, substituindo o clássico marrom e permitindo que todo o cenário se funda em um buraco negro nem um pouco convidativo, mas temeroso o suficiente para nos fazer pensar sobre aquilo que se esconde nas sombras. É exatamente pela mesma sensação que a protagonista da história, Sailor Rook, passa ao chegar com sua família na cidade de Litchfield, New Hampshire, após passar por um dos momentos mais traumáticos de sua vida – o qual é explorado com profundidade ao longo da obra. 

Ela não é a única a viver com os fantasmas de um passado recente voltando para assombrá-la em momentos de fraqueza. Vivendo com o pai, Charlie, um escritor em decadência e totalmente desequilibrado, e a mãe Lucy, que se tornara paraplégica após um grave acidente de carro, todos desejam recomeçar as vidas, encontrando uma suposta paz no interior dos Estados Unidos e deixando de lado as tragédias que alimentam sua reputação – como passamos a saber logo no primeiro ato, Sailor sofria agressões diárias de uma valentona chamada Annie, até ela ser capturada pelas mesmas criaturas do prólogo, sendo arrastada para um mundo desconhecido. A garota, a partir daí, começou a duvidar de seu próprio equilíbrio de personalidade, questionando-se sobre o que vira e o que realmente se sucedera naquele dia, puxando para si a responsabilidade de tal desaparecimento. 

Porém, a pacificidade pela qual tanto lutaram começa a ser bombardeada por aparições inexplicáveis de criaturas esqueléticas e sobre-humanas, as quais aparentemente estão caçando pela nossa “heroína”. Não entendemos à prima vista o porquê dessas ameaças, mas através de diversas histórias paralelas, somos conduzidos através de uma mitologia totalmente reformulada por um caminho de traições, atos de desespero e o próprio sacrifício – obrigatório ou voluntário. 

É interessante entender que a família Rook não se restringe aos clichês do gênero em se tratando de construções arquetípicas. As obviedades permanecem na superfície da narrativa, como o fato dos três serem forasteiros em um território desconhecido e alimentado pela fé e pelo misticismo – mas por trás dessa primeira camada, encontramos diversos níveis simbólicos que dialogam com os instintos mais primitivos do ser humano. Ora, a caracterização das bruxas foge do convencional “chapéu preto e nariz pontudo” e admite para si o real significado desses lendários personagens. Aliás, Snyder faz bom uso de suas experiências pessoais para arquitetar as tramas de sua obra, alegando que, na verdade, tudo o que conhecia sobre os julgamentos de mulheres e homens na Idade Média por práticas satânicas era mentira. 

No microcosmos idealizado pelo autor, as bruxas na verdade são pouco semelhantes ao seres humanos. Elas não têm exatamente uma varinha para transformar seus inimigos em animais inofensivos, mas sim poderes profanos para garantir os desejos mais distorcidos da mente humana, em troca de uma oferenda – afinal, elas precisam se alimentar. A deformação de seus rostos e até mesmo sua incapacidade de conviver em sociedade são metáforas dentro de uma perspectiva parental; durante toda a jornada, Charlie tenta proteger sua filha daquilo que não conhece e que não sabe enfrentar – e esse é o principal medo dos pais em relação a seus infantes: não poder enfrentar suas batalhas vinte e quatro horas por dia. 

Esta não é apenas uma obra-prima narrativa, mas também sinestésica e estética – e isso emerge graças ao incrível trabalho do desenhista Jock e do colorista Matt Hollingsworth. Todo o escopo inicial é trabalhado com nanquim e gradativamente preenchido com camadas e mais camadas de cores complementares. As cores frias são constantes e entram em contraste com elementos extradiegéticos, como traços de sangue e borrões que seguem os personagens em momentos de grande tensão ou descoberta. Além das caracterizações irreverentes, a majestuosidade vem na crueza dos protagonistas e coadjuvantes: Snyder não se preocupa em romantizar ou mascarar os reais sentimentos de suas criações, utilizando-se de jargões, gírias e palavrões para fornecer uma visão ainda mais realista dos acontecimentos em Litchfield. 

Wytches é uma HQ que ousa, nas mais variadas ramificações do sentido. Fornecendo uma história competente com começo, meio e fim, através de uma montagem narrativa que busca irreverências inclusive nas vanguardas literárias, a saga da família Root teve apenas seu pontapé inicial – um macabro e sangrento tour de force.

‘Harley Quinn’: Especial do Dia dos Namorados já está disponível na HBO Max!

O especial de Dia dos Namorados de ‘Harley Quinn‘, série animada estrelada por Kaley Cuoco, já está disponível na HBO Max.

O episódio foi lançado hoje, 09 de fevereiro, na plataforma de streaming.

“Enquanto Harley se torna obcecada em garantir um Dia dos Namorados perfeito com a Ivy, os esforços de Bane para impressionar seu encontro saem terrivelmente errados. Enquanto isso, após um desafortunado encontro online, Clayface reserva um tempo para o amor próprio.”

Relembre o trailer:

O especial é intitulado ‘Harley Quinn: Especial de Um Dia dos Namorados Muito Problemático’.

Criada também por Paul DiniBruce Timm, a série é baseada nos quadrinhos da DC Comics.

A trama segue as aventuras de Arlequina após romper com o Coringa e começar a trabalhar sozinha. Com a ajuda de Hera Venenosa e uma equipe desorganizada de rejeitados da DC, ela tenta ganhar um lugar na maior mesa de vilões: a Legião do Mal.

A produção também conta com as vozes de Lake Bell, Alan Tudyk, Tony Hale, Ron Funches, Jason Alexander e JB Smoove.