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‘The Last of Us’: Audiência do 3º episódio aumenta 56% em relação ao piloto

The Last of Us‘ continua atraindo mais audiência a cada episódio.

Segundo o medidor Nielsen, o terceiro episódio da série registrou um aumento de audiência de 12% em relação ao segundo.

4.7 milhões de pessoas assistiram ao 3º episódio somente nos Estados Unidos, um aumento de 56% em relação ao piloto.

A trama do episódio é focada na crescente relação amorosa entre Bill (Nick Offerman) e Frank (Murray Bartlett), dois homens de meia idade que encontram paixão em meio ao apocalipse e, percebendo que não podem viver um sem o outro, dão adeus à vida em um trágico estilo shakespeariano.

Em entrevista ao Yahoo!, o cocriador Craig Mazin, que desenvolveu o show ao lado de Neil Druckmann, revelou o que o fez abordar o enredo de maneira tão cândida e humanizada: “eu queria explorar o tema do amor e também dos diferentes tipos de amor”.

Mazin também contou que quis explorar mais a narrativa apresentada nos games originais, permitindo que tanto os fãs dos jogos quanto os novatos ao mundo de The Last of Us pudessem se conectar aos personagens.

“Nós queríamos dar às pessoas mais, se elas tiverem jogado o jogo, e, se não tivessem, queríamos que elas sentissem que isso era algo natural de ocorrer”, ele explica. “Há esses momentos no jogo que Neil e eu pensamos: ‘ah, é aqui que nós nos aventuramos, exploramos e nos divertimos'”.

E você? Gostou do episódio?

Lembrando que o próximo episódio será exibido no dia 05 de fevereiro.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A produção conquistou nada menos que 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 187 críticas publicadas. Dentre os vários elogios, o consenso entre os especialistas internacionais é de que que The Last of Us é uma das melhores releituras de videogames de todos os tempos.

‘Batgirl’: Leslie Grace AMARIA que as pessoas pudessem ver as cenas de ação, nem que vazadas

Durante uma entrevista ao Collider, Leslie Grace revelou que ela amaria que as pessoas um dia pudessem assistir as cenas de ação feitas com efeitos práticos, nem que fosse através de vazamentos.

“Eu realmente tive uma das [melhores] experiências com a Batgirl… Em termos de experiência de filmagem, estávamos todos muito empolgados para que as pessoas vissem muita ação, muitas fotos práticas que fizemos. Nosso filme estava cheio de ação prática, o que foi muito difícil de filmar. Brendan [Fraser], nosso vilão, nosso Vagalume, ele foi tão incrível e tão feliz por estar tendo esse momento incrível – esse Brenaissance, como todo mundo diz. Ele é incrível. Ele é uma das pessoas mais gentis do mundo e me senti muito abençoado por tê-lo como meu sparring. Tivemos tantas cenas de ação incríveis juntos onde estávamos batendo um no outro, mas nos abraçando entre as tomadas porque ele é tão doce. Eu adoraria que as pessoas vissem esses momentos, mas quer saber? Você tem a experiência e continua, e eu me sinto tão abençoada, apesar de tudo, que eu tenho essas memórias e espero que talvez em algum futuro, alguns clipes vazem e as pessoas possam aproveitar um pouco disso. Mas, por enquanto, teremos que continuar como no folclore cômico, eu acho, com todas as nossas memórias e nossas histórias enquanto pudermos”. 

Anteriormente, uma fan page do Twitter dedicada a novidades sobre a produção divulgou imagens inéditas e uma delas destaca o visual completo do Vagalume, enquanto as outras se concentram na personagem principal.

Confira:

“Aqui estão algumas fotos inéditas dos bastidores de Leslie Grace em ‘Batgirl‘. [E pensar] o que poderia ter sido.”

Além de Leslie Grace e Brendan Fraser, o elenco ainda contaria com Michael Keaton (Batman) J. K. Simmons (James Gordon), Jacob Scipio (Anthony Bressi), Ivory Aquino (Alysia Yeoh), Rebecca Front, Corey Johnson e Ethan Kai.

Christina Hodson ficou responsável pelo roteiro.

‘The Flash’: Colecionáveis Funko revelam Mulher-Maravilha e outras participações especiais do filme

Uma página do Twitter divulgou a embalagem de colecionáveis Funko POP inspirados nos personagens de ‘The Flash‘, adaptação estrelada por Ezra Miller.

A imagem revela alguns dos personagens que estarão presentes no longa, incluindo a Mulher-Maravilha (Gal Gadot) e o General Zod (Michael Shannon), vilão de ‘O Homem de Aço’.

Os outros personagens são as versões do Batman de Michael Keaton e Ben Affleck, a Supergirl (Sasha Calle), Iris West (Kiersey Clemons) e as variantes do Flash… Inclusive uma delas será o vilão.

Confira:

Lembrando que ‘The Flash‘ estreia em 15 de junho nos cinemas.

A trama vai mostrar Barry Allen/Flash (Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva… mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

Segundo a Variety, alguns executivos da Warner Bros. Discovery estão dispostos a deixar Miller continuar interpretando o Flash.

O filme tem recebido ótimas avaliações nas exibições-teste, o que teria empolgado a DC… mesmo com a reestruturação liderada por James Gunn e Peter Safran.

“Se levarmos em consideração que Miller ficou longe de problemas desde que começou seu tratamento para saúde mental, os executivos da Warner Bros. Discovery estão favoráveis a ideia de mantê-lo no papel”, afirmou.

O que você acha da ideia?

‘Shazam! Fúria dos Deuses’: Descrição dos principais personagens trazem novos detalhes da aventura; Confira!

Uma página do Twitter dedicada a novidades da franquia ‘Shazam‘ divulgou as descrições dos principais personagens da sequência, intitulada ‘Fúria dos Deuses’.

A publicação traz novos detalhes sobre o que podemos esperar dos adolescentes que se tornaram super-heróis, explicando como cada um deles está lidando com seus poderes e onde os encontramos no novo filme.

Confira:

“Com seu alter ego superpoderoso ganhando a reputação de deixar um pouco de confusão para trás após seus atos heróicos, Billy – um pouco mais velho, mas não muito mais sábio – luta para ser digno de suas imensas responsabilidades.”

“Ainda em busca de seu próprio apelido poderoso, Freddy agora é capaz de superar as limitações de seu eu adolescente e está ansioso para mostrar suas novas habilidades – especialmente para a nova garota da escola.”

“A mais velha dos filhos adotivos da Família Shazam, Mary Bromfield está prestes a se tornar adulta. Agora ela precisa de habilidades sobre-humanas para conciliar sua vida de super-heroína com um emprego diurno e seus estudos universitários (e um pouco de diversão na faculdade).”

“Quando Darla Dudley pronuncia a palavra Shazam, ela se transforma em uma super-heroína tão forte quanto seus irmãos mais velhos. Os poderes de Darla só são igualados por sua admiração, honestidade e determinação de trazer um pouco de doçura para a vida de todos.”

“O gentil adolescente Pedro Peña passou por uma longa luta contra a autoconfiança […] mas suas recentes habilidades como super-herói, bem como o interesse por baseball, estão ajudando-o a se exibir ao mundo como ele realmente é.”

“Seja lutando contra o crime ou se preparando para sua prova na auto-escola, quando o viciado em jogos Eugene Choi diz Shazam, ele toma controle de seus poderes – e de suas habilidades nos games – para agir como um super-herói em sua versão adulta.”

Confira também o novo trailer:

Lembrando que a sequência chegará aos cinemas nacionais no dia 16 de Março de 2023, uma semana depois de ‘Pânico 6‘ e uma semana antes de ‘John Wick 4‘.

David F. Sandberg e Henry Gayden retornam à cadeira de diretor e roteirista, respectivamente.

Adam Brody, Asher AngelJack Dylan Grazer também retornam.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

Jornalistas estão DIVIDIDOS sobre os filmes e séries do ‘Primeiro Capítulo’ do DCU planejado por James Gunn

Agora que James Gunn e Peter Safran são os presidentes da DC Studios, os fãs estão esperando ansiosamente para ver o que a dupla têm reservado para as adaptações do Universo DC.

Tudo o que sabemos até o momento é que eles estão planejando os próximos dez anos de projetos para a TV e para o cinema.

Enquanto aguardamos pelas novidades, alguns jornalistas já tiveram informações privilegiadas sobre o conteúdo e compartilharam suas reações nas redes sociais.

Infelizmente, eles não deram detalhes sobre o que viram, mas suas reações foram bem divididas.

Confira:

“Meus pensamentos são… Ainda é MUITO #DC para melhor ou para pior. NÃO parece em nada com a #Marvel, de jeito nenhum. Na verdade, é uma espécie de pegada ao estilo Snyder em termos de ênfase em ‘mitos’. A apresentação pode mudar minha mente, temos que ver o tom.”

“Ainda não posso dizer nada sobre o que estava fazendo hoje (embora muitos de vocês sejam bons adivinhadores), mas direi que hoje foi um daqueles dias em que realmente amo meu trabalho e estou muito animado para trabalhar muito para poder passar ao longo de muitas (e muitas) novidades incríveis para você o mais rápido possível.”

“Não tenho permissão para dizer o que sei sobre os anúncios da DC, mas estou pensando seriamente em ficar offline amanhã. Interprete isso como quiser.”

Agora resta aguardar para saber se esses poucos projetos incluem os que já esperamos, como o novo filme do ‘Superman‘, a 2ª temporada de ‘Peacemaker‘, ou filmes inteiramente novos e séries de TV para a HBO Max.

Como os fãs já sabem, Gunn dirigiu ‘O Esquadrão Suicida‘ e a série derivada dedicada ao ‘Peacemaker‘.

Enquanto Safran vem produzindo diversos títulos da DC, como ‘Aquaman’ e ‘Shazam!‘ e suas vindouras sequências.

Ao que parece, o presidente da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, quer que a dupla transforme a DC Studios em um setor tão assertivo quanto a Marvel Studios, liderada por Kevin Feige.

Através de um comunicado, Safran disse que a DC agora vai se concentrar em contar uma grande história, justificando o planejamento duradouro.

“Esta foi uma oportunidade única de contar uma grande história abrangente. Uma bela grande história em filmes, jogos, programas de televisão, tudo isso em live-action e animação.”

Gunn observou que:

“Esta é a oportunidade de tornar a DC tão boa quanto possível e como sempre deveria ser – essa é a razão pela qual estou fazendo este trabalho, porque sei que Peter e eu podemos fazer isso. Passamos os últimos dois dias com alguns dos melhores roteiristas da indústria começando a mapear esse plano de oito a 10 anos.”

Quando foi escolhido para dividir a presidência com Safran, Gunn agradeceu a Zaslav pela confiança e disse que está esperançoso sobre a visão do executivod para a DC Studios.

“Eu sei que você está fazendo tudo isso porque você ama esses personagens também, e você ama a possibilidade e a esperança que eles representam. Isso ficou claro para nós desde o início. Nós nunca teríamos considerado isso se não fosse esse o caso, então, obrigado.”

Vale lembrar que Gunn ainda estará ligado à Marvel Studios até o lançamento de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘.

Antes disso, o diretor vai lançar um especial de Natal da equipe.

Abaixo você confere o cartaz e o trailer do especial, que estreia em 25 de novembro, na Disney+:

‘John Wick 4’: Keanu Reeves, Ian McShane e mais nas novas imagens oficiais da sequência; Confira!

A Total Film divulgou, com exclusividade, três novas imagens oficiais da vindoura sequência ‘John Wick 4: Baba Yaga‘.

Confira:

Enquanto participava da CCXP, o astro Keanu Reeves comentou sobre os bastidores da produção e confessou ao Omelete (via Comic Book) que este foi o trabalho mais desafiador de sua carreira.

John Wick 4‘ é o filme mais difícil que já fiz. Em termos de ação, é o filme mais difícil que já fiz.”

Apesar de não entrar em detalhes, não é difícil imaginar o porquê, já que Wick agora é alvo de todos os assassinos que já passaram pela Alta Cúpula.

Assista:

Como ficou claro no trailer, a sequência promete carregar ainda mais ação que os títulos anteriores.

Com estreia marcada para 23 de Março de 2023, o novo filme traz John Wick descobrindo um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.

Confira  o trailer:

Lembrando que Donnie Yen, Shamier Anderson, Bill Skarsgård, Hiroyuki Sanada, Rina Sawayama e Scott Adkins também foram adicionados ao elenco de ‘John Wick 4‘.

A sequência também trará o retorno de Laurence Fishburne como Rei dos Mendigos, Lance Reddick como Charon, o concièrge do Hotel Continental, e Ian McShane como seu empresário, Winston.

Chad Stahelski volta a dirigir e prometeu um filme à altura da franquia:

“Estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação,” afirmou.

O 3ª filme da franquia, ‘John Wick: Parabellum‘, se tornou um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 326,7 milhões mundialmente – com um orçamento de US$ 75 milhões. 

Oscar 2023 | Saiba quais foram os Atores ESNOBADOS na 95ª edição do maior prêmio do cinema

Foram divulgados ontem, na manhã de terça-feira, dia 24 de janeiro, os indicados ao Oscar 2023. Esta será a 95ª edição dos prêmios da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Como de costume algumas produções eram certas de figurarem entre os nomeados, como Os Fabelmans (novo trabalho do genial Steven Spielberg) e Os Banshees de Inisherin (do diretor Martin McDonagh, que vem sendo enaltecido como um dos melhores filmes da temporada). Outros, embora muito badalados e donos de grande torcida por parte de seus fãs, se tornam uma bem-vinda surpresa quando suas indicações são de fato confirmadas. Nesta edição, produções como Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo, Avatar: O Caminho da Água e até mesmo Top Gun: Maverick se tornam os azarões.

Esta nova matéria sobre o Oscar, no entanto, tem como foco os atores que foram “esquecidos no churrasco”. Astros e atores que entregaram tudo de si em uma performance que visava prêmios e que por alguma razão foram completamente esnobados pelos votantes da Academia. Na matéria temos casos de atores que até foram lembrados por outros prêmios de prestígio, como o SAG (premiação do sindicato dos atores americanos), o BAFTA (o Oscar inglês) e o Globo de Ouro, mas deixados de fora do Oscar. Temos também casos de atores cuja performance era dada como certa de figurar entre os indicados pelos especialistas, mas devido à falta de popularidade do filme em que estrelam (seja com o público ou com os críticos), terminaram esnobados. Selecionamos 10 que poderiam figurar nessa edição do Oscar. Confira abaixo.

Will Smith

No meio do caminho tinha um tapa. Tinha um tapa no meio do caminho. Como podemos perceber, os membros da Academia não estão dispostos a perdoar o astro Will Smith por seu impensado e vergonhoso ato de agressão cometido na última edição do Oscar. Por lá, os americanos levam isso muito a sério, e o ator correu sério risco de ser preso. A medida da organização foi bani-lo por dez anos do evento, assim mesmo se fosse indicado como melhor ator por Emancipation – Uma História de Liberdade, no qual vive um escravo fugindo da plantação para se reunir com a família, Smith não poderia comparecer para aceitar o prêmio. Talvez tenha sido cedo demais, mas a Apple TV+ empurrou o filme para essa temporada, e ele terminou passando longe das principais premiações.

Paul Dano / Gabriel LaBelle

Os Fabelmans é definitivamente um dos filmes desta edição do Oscar, e pode sair da noite com a vitória na categoria principal. São nada menos que 7 indicações, incluindo, claro, melhor filme e melhor diretor para Steven Spielberg. De todas as indicações que o longa poderia receber, duas ausências em especial foram muito sentidas: as nomeações de atuação para Paul Dano (que vive o patriarca Burt) e o jovem Gabriel LaBelle, que vive o protagonista Sammy. E não é dizer que não tiveram atuações reconhecidas pela Academia no filme, já que Michelle Williams e Judd Hirsch foram lembrados. Dano recebeu indicação no SAG (o prêmio do sindicado dos atores), mas ambos foram esnobados pela Academia.

Hugh Jackman

Lá atrás, nos últimos meses de 2022, quando falava-se de Oscar duas atuações eram muito mencionadas para indicações de melhor ator: Brendan Fraser por A Baleia, e Hugh Jackman por Um Filho. O primeiro se concretizou, mas Jackman terminou solenemente esnobado. O que chama atenção em Um Filho é a direção de Florian Zeller, que garantia que o longa era uma espécie de continuação espiritual de seu sucesso Meu Pai (2020), indicado ao Oscar de melhor filme e que lhe assegurou o mesmo prêmio na categoria de roteiro adaptado. Dos principais prêmios da temporada, Jackman só recebeu indicação ao Globo de Ouro, já que o filme ficou muito longe do sucesso de crítica como seu predecessor e rapidamente foi esquecido.

Anthony Hopkins

Por falar no sucesso Meu Pai (2020), o veteraníssimo e querido Anthony Hopkins levou seu segundo Oscar de ator principal pelo citado filme, se tornando assim também o intérprete mais velho (aos 83 anos) a ter uma vitória nesta categoria nos prêmios da Academia. Algo nos diz que não será sua última nomeação. E uma nova lembrança poderia ter ocorrido este ano com Armageddon Time, um filme que serve de espécie de biografia da infância do diretor James Gray, assim como Os Fabelmans é para Spielberg. Hopkins vive o avô da família. Acontece que Armageddon Time, apesar de certo prestígio inicial, acabou sumindo do mapa sem que muitos falassem dele.

Brad Pitt

Parece que foi ontem que Brad Pitt era um promissor astro jovem e quente de Hollywood. Hoje, o ator ocupa o posto de um dos veteranos da indústria aos 59 anos. Pitt levou seu Oscar em 2020 como coadjuvante por Era uma Vez em Hollywood, de Quentin Tarantino. Seu mais recente trabalho, Babilônia, guarda certas semelhanças com o filme citado por ser um retrato de uma era específica da maior indústria de cinema do mundo. No entanto, apesar da pompa, o filme do diretor Damien Chazelle não emplacou no gosto popular do grande público e a crítica igualmente não morreu de amores pelo longa. Babilônia ainda recebeu 3 indicações ao Oscar (todas técnicas), mas os votantes não quiseram saber de nomear Brad Pitt esse ano.

Eddie Redmayne

O britânico Eddie Redmayne já possui uma estatueta do Oscar de melhor ator protagonista decorando sua casa, pelo filme A Teoria de Tudo. Logo no ano seguinte foi indicado novamente pelo papel desafiador em A Garota Dinamarquesa. Esse ano, o ator estrelou o thriller dramático baseado numa aterradora história real, O Enfermeiro da Noite, pelo qual recebeu indicações no SAG, no BAFTA (o Oscar inglês) e no Globo de Ouro. Mas por alguma razão os votantes da Academia resolveram esnoba-lo.

Colin Farrell

Calma, não estamos ficando loucos. Sabemos muito bem que o irlandês Colin Farrell descolou sua muito merecida primeira indicação ao Oscar pelo drama cômico Os Banshees de Inisherin. Mas aqui estamos nos referindo à outra atuação arrebatadora de Colin Farrell no ano, essa sim solenemente esnobada pela Academia. É claro que falamos de sua performance irreconhecível em Batman (2022), no papel de Oz, vulgo o Pinguim. Seu trabalho no filme está bem longe de ser apenas baseado na maquiagem que o torna outra pessoa, mas é só ouvi-lo no papel e perceber seus trejeitos para ver que a transformação do ator vem de dentro e é muito natural.

Adam Driver

Quando ouvimos que Adam Driver iria protagonizar um novo filme dirigido por Noah Baumbach, grande parte dos cinéfilos pensava em Oscar. E isso é natural, já que a segunda indicação ao Oscar da carreira do ator saiu por História de um Casamento (2020), dirigido justamente por Baumbach – sendo a primeira por Infiltrado na Klan (2018). No entanto, ao contrário do filme sobre o divórcio com Scarlett Johansson, a nova obra da dupla Driver e Baumbach, que fala sobre uma família passando por uma situação fora do normal, correu fora do radar, sendo totalmente ignorado no Oscar, assim como seu protagonista. Apesar disso, Adam Driver recebeu uma indicação no Globo de Ouro.

Christian Bale

Assim como no item acima, existem casos de atores e diretores que sempre quando trabalham juntos despertam atenção dos cinéfilos e ligam os radares de prêmios. Esse é o caso com a parceria entre o camaleônico Christian Bale e o diretor David O. Russell – cujos trabalhos anteriores renderam uma vitória no Oscar para o ator (O Vencedor, 2010) e uma indicação (Trapaça, 2013). Assim, era de se esperar que a nova reunião da dupla fosse igualmente chegar até a maior noite da sétima arte. No entanto, Amsterdam não “aconteceu” da forma que deveria. Foi um fiasco de bilheteria, sendo rapidamente jogado no streaming, e os críticos acharam seu resultado duvidoso. Assim, apesar da entregada dedicada de sempre de Bale, tudo o que cerca o filme ficou a ver navios.

Timothée Chalamet

Fechando a lista dos atores esnobados pelo Oscar 2023, temos o jovem Timothée Chalamet, que parece estar em todos os lugares atualmente. Mas se isso ocorre é graças a um filme que o rapaz protagonizou lá em 2017 e que o empurrou totalmente para a fama. É claro que estamos falando de Me Chame pelo seu Nome, drama gay que rendeu a única indicação no Oscar como ator da carreira de Chalamet. Assim, era de se esperar que a nova parceria com o diretor italiano Luca Guadagnino, que comandou o filme citado, se tornasse igualmente badalado na época de premiações. No entanto, o projeto escolhido pela dupla, Até os Ossos, foi considerado relativamente intragável por grande parte do público, já que aborda o controverso tópico do canibalismo e tem ares de terror. Ou seja, não é para todos os gostos, é muito incorreto e terminou ignorado.

 

Indicado a 11 Oscars, ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’ voltará aos cinemas nacionais

Atendendo a pedidos do público, a Diamond Films anunciou a volta de Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘ (Everything Everywhere All at Once) aos cinemas brasileiros. O filme entra em cartaz em diversos cinemas a partir desta quinta-feira, 2 de fevereiro.

Destaque no Oscar® 2023 com 11 indicações, a produção está na disputa pelos prêmios de Melhor Filme, Melhor Atriz (Michelle Yeoh), Melhor Diretor (Daniel Kwan e Daniel Scheinert), Melhor Roteiro Original (Daniel Kwan e Daniel Scheinert), Melhor Figurino (Shirley Kurata), Melhor Montagem (Paul Rogers), Melhor Ator Coadjuvante (Ke Huy Quan), Melhor Atriz Coadjuvante (Jamie Lee Curtis e Stephanie Hsu), Melhor Trilha Sonora Original (Son Lux) e Melhor Canção Original (‘This Is A Life’).

Assista a nossa crítica:

Michelle Yeoh (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’) estrela a produção.

Dirigido por Daniel Kwan e Daniel Scheinert, conhecidos como Daniels, ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘ conta a história de Evelyn Wang (Michelle Yeoh) uma mulher que se envolve por acaso em uma aventura multidimensional que coloca o destino de todos os universos em suas mãos – e também a faz questionar quem ela é para si mesma e sua família.

O elenco ainda conta com Ke Huy Quan, Stephanie HsuJenny SlateHarry Shum Jr., James Hong e Jamie Lee Curtis.

Precisa ter assistido ‘Teen Wolf’ para entender a série ‘Wolf Pack’? Rodrigo Santoro RESPONDE! [EXCLUSIVA]

A série de lobisomens ‘Wolf Pack‘ inicialmente foi anunciada como um derivado de ‘Teen Wolf‘, tendo o mesmo autor. Mas é preciso ter assistido ‘Teen Wolf‘ para entender a nova série do Paramount+?

O editor-chefe Renato Marafon perguntou ao astro Rodrigo Santoro no vídeo abaixo. Na entrevista, o brasileiro ainda conta como foi trabalhar com a musa Sarah Michelle Gellar.

Confira:

No Brasil, a produção estreará oficialmente no dia 27 de janeiro.

Criada por Jeff Davis (‘Teen Wolf’), a série é baseada no livro homônimo de Edo van Belkom.

As vidas de Everett e Blake mudam para sempre quando um incêndio na Califórnia desperta uma assustadora criatura sobrenatural. Feridos durante o caos do ataque, os adolescentes são inexplicavelmente atraídos um ao outro e a dois outros, Luna e Harlan, que foram adotados há dezesseis anos por um policial florestal após outro incêndio misterioso. Quando a lua cheia se levanta, os quatro jovens se unem para descobrir o segredo que os une: a mordida e o sangue de um lobisomem.

O elenco conta com Sarah Michelle Gellar, Rodrigo Santoro, Armani Jackson, Bella Shepard, Chloe Rose Robertson e Tyler Lawrence Gray.

‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ estreia AMANHÃ no Disney+ e foi o único filme da Marvel em 2022 a conquistar o selo “fresh” no RT

A aguardada sequência Pantera Negra: Wakanda para Sempre chegará no streaming Disney+ nesta quarta-feira, dia 1º de fevereiro.

O filme deve ser adicionado no catálogo nesta madrugada.

Vale lembrar que o filme foi o único da Marvel Studios a conquistar o selo “fresh” no agregador de críticas Rotten Tomatoes em 2022, com 84% de aprovação. A encargo de comparação, ‘Thor: Amor e Trovão’ reside com 64%, enquanto ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ alcançou 74%.

Pantera Negra: Wakanda Forever‘ ainda foi indicado a 5 Oscars:

– Melhor Atriz Coadjuvante: Angela Bassett.

– Melhor Canção Original com Lift Me Up da Rihanna.

– Melhores Efeitos Visuais

– Melhores Maquiagem e Penteado

– Melhor Figurino

Crítica | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ é uma incrível aventura da Marvel e uma tocante carta de amor a Chadwick Boseman

Confira nossas entrevistas do filme:

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

26 anos de Pânico | Como a Metalinguagem do TERROR renovou o gênero Slasher

Não atenda o telefone. Não grite. Tente não entrar em pânico. Foi assim que o clássico moderno Pânico, escrito por Kevin Williamson e dirigido por Wes Craven foi divulgado em sua época de lançamento no Brasil, há exatos 26 anos. O filme chegou aos nossos cinemas no dia 31 de Janeiro de 1997, pouco mais de um mês após a estreia norte-americana.

Na trama, uma figura misteriosa, Ghostface, assassina violentamente os jovens de Woodsboro, cidade fictícia com passado recente sombrio, cheio de histórias envolvendo falsas aparências e traições. Com elementos metalinguísticos, o assassino, ou os assassinos, como bem sabemos no desfecho, investem em diálogos sobre filmes de terror que tornam a narrativa auto referencial. São debates sobre Sexta-Feira 13, A Hora do Pesadelo, A Morte Convida Para Dançar, Halloween – A Noite do Terror, dentre outros slashers marcantes. No desenvolvimento de Pânico, os realizadores abraçam todos os clichês que tanto amamos nestes filmes, ao mesmo tempo que os critica.

É uma saga deliciosamente tensa e inteligente, responsável por colocar o terror num patamar mais elevado, numa demonstração da possibilidade de ser sagaz e arrojado, algo não esperado num filme do gênero, geralmente tratado com descaso pela crítica especializada, injusta e míope em sua capacidade de refletir detidamente sobre narrativas, sem ficar apenas dentro de padrões de análise.

Vamos nessa?

A clássica cena de abertura. Drew Barrymore interpreta Casey Becker, a personagem que dialoga com Ghostface sobre filmes de terror, antes de ser brutalmente assassinada. Observe que os realizadores dividem a imagem da atriz com uma pipoca em preparação, metalinguagem para o entretenimento e o estabelecimento de uma narrativa fílmica que vai além das referências aos tantos filmes citados.

Há até auto referencia, com a personagem dizendo que o primeiro A Hora do Pesadelo é legal, mas que os demais são umas boas porcarias. Wes Craven conta que aqui, temos uma situação tributária ao que ocorreu com Psicose, isto é, a suposta protagonista da narrativa morre logo na cena de abertura, numa curva sinuosa da narrativa para outros núcleos dramáticos. Ao puxar a faca da bancada nesta passagem, Drew Barrymore já dá pistas do seu destino mais adiante: a morte pelas mãos de Ghostface.

Outra referência nesta passagem de abertura é o clássico Quando Um Estranho Chama, filme sobre uma jovem aterrorizada por um psicopata que a ameaça por telefone, alguém que supostamente está dentro da própria casa onde a garota se situa como babá. O design de produção e a direção de fotografia atuam em conjunto aqui, tendo como foco, explorar ao máximo os espaços e transmitir para os espectadores o clima de perigo vivido pela personagem de Drew Barrymore.

Observe que as janelas e portas de vidro são elegantes, mas deflagram que há falta de segurança ao colocar a moça numa situação longe da proteção imaginada. Na voz, a equipe conseguiu escalar Roger Jackson como o responsável por Ghostface ao telefone. Com experiência em rádio, o intérprete vocal ajudou no estabelecimento da atmosfera de opressão das passagens do filme.

Mais uma passagem que revela a falta de segurança da casa, face ao ataque de Ghostface. As janelas e portas envidraçadas deixam a personagem mais vulnerável. E mais: para o diretor, a popularização gradual dos celulares permitiu que a angústia fosse ainda maior, pois o assassino em seu privilégio de mobilidade poderia estar em qualquer lugar.

Wes Craven contou que para ampliar a sensação de horror da atriz Drew Barrymore nesta famosa cena, contou-lhe uma história sobre a morte de um cão, acontecimento que deixava a moça triste toda vez e a permitia chorar mais copiosamente nas passagens que pediam a sua representação de desespero.

O fundo azul na tela da TV indica, de maneira metalinguística, que uma sessão fílmica vai começar. Na outra passagem, Sidney olha para a cadeira onde sua colega de sala costumava se sentar, agora não mais, haja vista a morte brutal pelas mãos de Ghostface.

A arquitetura das casas em vidro deflagra a vulnerabilidade das personagens. Sidney, personagem que saberemos ser a final girl da narrativa, quebradora de protocolos no slasher metalinguístico de Pânico, vive num lar que, no que tange aos elementos de segurança, não ajudam a personagem, pois o perigo ao seu redor é constante.

Abaixo, o filme faz a primeira apresentação de Maureen Prescott, personagem que terá importância nos pontos nevrálgicos dos três primeiros filmes da franquia, agendada inicialmente para ser uma trilogia, mas que ganhou o excelente quarto filme em 2011.

Nesta cena, Sidney confronta o psicopata por telefone, inicialmente achando ser Randy, o abobalhado amigo que é obcecado por filmes de terror. Ela discute com ele sobre a previsibilidade do slasher, apontando falhas neste tipo de filme ao dizer que são insultantes para a inteligência até mesmo do espectador comum.

Na cena seguinte, Dewey é apresentado em sua estação de trabalho, definido pela direção de arte com objetos que o tornam um cara bobo, sem a seriedade esperada de um agente da lei mais firme e másculo, dentro dos padrões.

Gale Weathers, personagem de Courteney Cox, demonstra que não está para brincadeira em Woodsboro e resolve tentar tirar algumas perguntas inconvenientes de Sidney Prescott. Abaixo, mais metalinguagem, agora numa breve participação de Linda Blair (de O Exorcista) como uma das repórteres da mídia que tenta extrair depoimentos para as suas matérias sensacionalistas sobre os crimes que estão abalando a cidade.

Gale Weathers e Sidney Prescott se encontra num breve diálogo esclarecedor. A repórter sente que a jovem não tem mais tanta certeza sobre a terrível história em torno do assassinato de sua mãe.

Ao sacar esse fraquejar da garota, a esperta e inescrupulosa jornalista percebe o potencial sensacionalista que pode ser extraído desta história e se anima com a possibilidade de lucrar em torno dos acontecimentos que vão reverberar nos próximos filmes da franquia.

Duas passagens com referência ao legado de Wes Craven. A primeira é o próprio diretor em cena, como auxiliar de limpeza da escola, trajado com uma roupa que nos remete ao monstro de A Hora do Pesadelo, o famoso Freddy Krueger.

Depois, Sidney e Tatum conversam na casa da jovem e no diálogo, a amiga da final girl diz que os acontecimentos não seguirão como o imaginado, pois elas não estão num filme de Wes Carpenter, referência também ao diretor de Halloween, criador de Michael Myers, quintessência do slasher referenciado em outros trechos do filme, quando os personagens discutem as regras de sobrevivência num slasher.

O ambiente máximo da cinefilia na época. As videolocadoras, território dos sonhos para os personagens. Na cena, Randy e Stu conversam sobre os suspeitos e o primeiro, um dos mais cinéfilos de todos, aponta que a polícia deveria assistir aos filmes de terror para compreender melhor porque determinadas coisas acontecem. Se todos vissem A Morte Convida Para Dançar, resolver crimes seria muito mais fácil, afirma o jovem.

Enquanto se divertem na festa localizada numa zona distante, os jovens aprendem com Randy as regras básicas de sobrevivência em um filme slasher. Não fazer sexo, tampouco dizer “eu volto já”. Eis algumas das medidas básicas. Para explanar sobre o assunto, ele utiliza o trecho final de Halloween – A Noite do Terror, de 1978, para melhor explicar as tais regras. A metalinguagem, nestes trechos, alcança vários níveis diferentes e demonstram como Pânico é consciente ao flertar com os clichês que critica, abraçando-os sem deixar o senso crítico de lado.

Aqui, a final girl Sidney Prescott quebra os protocolos e se entrega ao namorado. Ao perder a virgindade, ela poderá ser candidata ao posto de sobrevivente? É o que saberemos mais adiante, nas reviravoltas da narrativa. Randy, na passagem seguinte, não imagina a sequência de horrores que ainda está prestes a se estabelecer. Na cena, Jamie Lee Curtis aparece de fundo, num dos trechos mais emblemáticos de Halloween – A Noite do Terror.

No desfecho, descobrimos que Billy e Stu são os assassinos. Sidney os enfrenta, consegue descobrir a localização do pai, desaparecido, além de batalhar pela vida ao lado de Randy e Gale, sobreviventes do massacre. Sucesso de bilheteria e crítica, Pânico revitalizou o gênero e se tornou uma franquia bem-sucedida, com ressonâncias na febre de slashers que surgiram após o seu lançamento.

Podemos compreender, de fato, os motivos do sucesso. Inteligente, sagaz e divertido, o filme demonstra como o terror é um campo profícuo para mescla de entretenimento e críticas sociais. Com personagens mais desenvolvidos que o habitual neste subgênero, a saga de Ghostface continuou em mais três filmes.

Preparados para a próxima empreitada com a franquia Pânico?

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As 10 Dublagens Mais Criticadas feitas por FAMOSOS – #MarioSemStarTalent

A dublagem de famosos sempre foi um tema que gerou muita discussão no Brasil. O país é notoriamente conhecido por sua dublagem de qualidade, com nomes memoráveis como Marco Ribeiro, Mauro Ramos, Selma Lopes, Orlando Drummond, Garcia Júnior, Wendel Bezerra, Guilherme Briggs, Vera Miranda, Marisa Leal, dentre outros. Dos anos 90 pra cá, tais profissionais começaram a perder espaço para celebridades em alguns filmes, principalmente quando falamos de animações.

Quem defende a dublagem de famosos, geralmente vai apontar que muitos atores consagrados emprestam suas vozes para animações lá fora, mas é importante destacar que é um processo muito diferente. Um ator escalado para a voz original de um personagem passa muito tempo se preparando e muito tempo gravando e ajudando na produção. O dublador nacional acaba tendo sessões de poucas horas de gravação. Assim, é inevitável que acabe fazendo diferença se o profissional tem experiência em dublagem.

Recentemente, os fãs iniciaram uma campanha para que a Universal Pictures não contrate famosos para dublar o filme do ‘Super Mario Bros‘, e a hashtag #MarioSemStarTalent viralizou nas redes sociais.

É claro que existem exemplos de dublagens boas de famosos, mas isso é assunto para outra matéria. Aqui, vamos apontar aqueles casos trágicos, que prejudicaram o filme.

Concorda ou não? Deixe sua opinião nos comentários.

 

10) Ivete Sangalo (Aviões)

São vários os exemplos de estúdios que escolhem personagens minúsculos e dão para alguma famoso dublar com o simples objetivo de poder colocar o nome daquela pessoa no cartaz do filme. E é isso o que acontece com Ivete Sangalo em Aviões, spin-off de Carros lançado pela Disney em 2013. A cantora empresta sua voz para Carolina Santos Duavião, uma “aviã” que participa de uma competição nas alturas. O trabalho de Ivete é bem básico. Claramente alguém que está lendo um roteiro com sua voz normal, sem o menor interesse em desenvolver uma personagem. Só não está pior colocada na lista porque é uma participação quase insignificante.

 

9) Isabelle Drummond (A Origem dos Guardiões)

Diferentemente de Ivete, Isabelle Drummond é atriz e ao menos tentou algo diferente, tentou dar uma voz a sua personagem. Ela dublou a Fada do Dente na animação A Origem dos Guardiões. O problema aqui foi a falta de experiência da atriz com dublagem. À época, Isabelle tinha apenas 18 anos e acabou optando por algumas escolhas ruins na execução. Há o claro objetivo que construir uma Fada do Dente elétrica e falante, mas a jovem acabou criando uma personagem praticamente sem respiro, uma falha mortal na dublagem.

 

8) Bussunda (Shrek)

A escolha da discórdia… Sabemos que a presença de Bussunda na lista vai gerar polêmica, afinal muita gente é fã do trabalho do saudoso comediante como Shrek. Mas trata-se sim de uma escolha ruim de celebridade para a dublagem, ainda mais que foi feita após o dublador Mauro Ramos ser escolhido e dispensado pela animação. Ramos, inclusive, substitui Bussunda como Shrek após a morte do comediante. Não entende a diferença que faz ter um famoso ou um dublador? Basta ouvir a dublagem de Bussunda nos dois primeiros filmes e depois ouvir a de Ramos nos dois últimos. Bussunda foi uma verdadeira lenda da comédia nacional, mas nunca foi um ator. E isso pode ser percebido na dublagem sem emoção do ogro. Gritando, fazendo piada, sendo romântico… em qualquer situação, Shrek tinha o mesmo tom de voz.

 

7) Ícaro Silva (O Rei Leão)

O caso mais recente da nossa lista. A dublagem da nova versão de O Rei Leão revoltou muitos fãs da clássica animação, que viram algumas de suas músicas favoritas serem destruídas pelas novas vozes. Ainda que a escolha de Ícaro Silva e Iza tenham sido perfeitas na teoria, a prática foi um pouco diferente, principalmente no que diz respeito ao ator. Talvez tentando se aproximar do tom vocal de Donald Glover, voz original do Simba, Ícaro optou por usar uma voz bem aguda e o resultado não foi nada bom. Na verdade, sua primeira entrada em Hakuna Matata é quase traumática.

 

6) Preta Gil (Os Sem-Floresta)

Assim como no caso de Ivete, Preta Gil teve uma participação bem pequena em Os Sem-Florestas. Mas é bem verdade que já foi espaço suficiente para incomodar bastante. É mais um caso de famoso lendo roteiro e não interpretando. E, pior, a atriz e cantora tratou de deixar sua personagem, a gambá Stella, com um sotaque carioca que surge completamente deslocado na divertida animação. Um triste desfecho pra uma personagem que originalmente era dublada por Wanda Sykes, grande nome da comédia americana, com uma voz e um ritmo vocal bem particular.

 

5) Reynaldo Gianecchini (Robôs)

Vai parecer um trocadilho idiota. Ou um golpe genial do filme. Mas a verdade é que Reynaldo Gianecchini entrega uma voz pra lá de robótica na animação Robôs. Sim, talvez fosse perfeito para um personagem que de fato era um robô. Mas, não, o lado automático e padrão da voz do ator está mais ligado ao fato de que trata-se de uma trabalho pobre de dublagem do que uma verdadeira construção de personagem. A verdade é que Gianecchini soa pouco natural o tempo inteiro. Em momento algum o espectador se acostuma com a voz do protagonista. E não tem coisa pior para uma animação do que ficar sendo jogado para fora do filme a todo momento.

 

4) Paulo Vilhena (O Espanta Tubarões)

– Quem podemos chamar para dublar o personagem feito pelo Will Smith?

– Não sei, que tal o Paulinho Vilhena!

É difícil imaginar, mas esse diálogo aconteceu de verdade no Brasil. Até então conhecido pelo trabalho em Sandy & Junior e Coração de Estudante, o ator foi o escolhido para a voz principal da animação O Espanta Tubarões. O resultado, como não poderia deixar de ser, foi bem decepcionante. Sem ritmo, sem vida, Vilhena criou um peixe que era tudo, menos cativante. Não fosse sofrimento o bastante, ainda tivemos que lidar com uma cena dele fazendo um rap.

 

3) Felipe Dylon (O Mar Não Está Pra Peixe)

Tem escalações para dublagens que são difíceis de entender. Aqui, estamos diante de uma que é impossível de compreender. Primo pobre de Espanta Tubarões e Procurando Nemo, O Mar Não Está Pra Peixe chegou aos cinemas em 2006, sem um grande estúdio por trás. Sem grande verba, acabaram optando por subcelebridades no elenco de vozes. No caso, Felipe Dylon e Grazi Massafera (que tinha acabado de sair do BBB). Grazi nem compromete tanto, mas o mesmo não dá pra falar do músico conhecido por “A Musa do Verão”. A animação já é fraquíssima. A dublagem a torna insuportável.

 

2) Sabrina, Vesgo, Ceará e Mendigo (Asterix e os Vikings)

Não tem como defender os responsáveis por escolher os dubladores de Asterix e os Vikings. A escolha da equipe do Pânico na TV para uma dublagem é algo ruim só de imaginar. Pior aqui quando se trata de uma reincidência. Sim, Sabrina, Vesgo, Ceará e Mendigo já haviam dublado Terra Encantada de Gaya, e o resultado foi péssimo. O fato de terem sido convidados para novo projeto faz tudo ficar mais bizarro. A situação fica ainda pior com Vesgo e Ceará assumindo as vozes de Asterix e Obelix, dois personagens super queridos pelos fãs. E ainda temos Sabrina soltando bordões a todo momento. Realmente doloroso.

 

1) Luciano Huck (Enrolados)

Mas como que alguém conseguiu ser pior que a turma do Pânico?! Pois bem, não podemos esquecer do homem por trás do Caldeirão do Huck. Sim, Luciano Huck é o responsável pela dublagem mais trágica da história. Sem exagero. São inúmeros os casos de pessoas que odiaram Enrolados quando viram pela primeira vez e que descobriram mais pra frente, ao ver com a dublagem original, que se tratava de um ótimo filme. Sem nenhuma experiência em dublagem, Luciano recebeu logo de cara um dos protagonistas de uma animação da Disney. E o resultado é pavoroso.

Dublar não é apenas repetir falas. É uma forma de atuação. Luciano Huck, como bem prova suas participações no cinema (Um Show de Verão, Xuxa e os Duendes…), não é ator. Sua participação em Enrolados torna o filme pior.

‘Pânico’ faz 26 anos | Rankeamos os Filmes da Franquia de Terror do Pior ao MELHOR

Pânico (1996), de Wes Craven, foi lançados há 26 anos nos cinemas nacionais – dia 31 de Janeiro. O filme se tornou um dos maiores sucessos do terror adolescente no cinema. Além disso, revitalizou o subgênero slasher no fim dos anos 1990, que se encontrava sem fôlego no início da mesma década. O uso de humor, metalinguagem e diálogos espertos – que demonstravam como os jovens realmente interagiam entre si – foram alguns dos segredos do sucesso do filme.

Pânico 3 | O Problemático Filme da Franquia completa 20 anos

Talvez muitos não saibam, mas o CinePOP nasceu do amor pelos filmes de terror, em especial em relação a Pânico (Scream) – responsável pela revitalização do terror adolescente, adicionando muitos elementos que vemos reproduzidos até hoje.

Com o aniversário, o CinePOP resolveu revisitar a franquia, para colocar todos os filmes em nossa ordem de preferência. Vem conhecer e não esqueça de comentar abaixo, fazendo a sua lista na ordem também.

Confira o ranking:

5. Pânico 3

Queremos deixar claro que gostamos de todos os filmes da franquia, e somos verdadeiros especialistas nestes filmes. Como fãs ardorosos, é seguro nos incluirmos com a maioria no pensamento de que o terceiro capítulo é, digamos, o menos apreciado da franquia. É claro que Pânico 3 tem muitos atrativos, em especial a forma como brinca com os bastidores de uma produção Hollywoodiana e seu universo de atores, diretores e executivos de estúdios. De fato, a graça deste terceiro episódio é justamente se comportar mais como uma paródia do que como um terror adolescente em si – termo que este terceiro exemplar deixa de lado. Existe até certa denúncia ácida nas entrelinhas sobre ambientes de trabalho tóxico, e o abuso sexual dentro de tais empresas cinematográficas. É triste perceber, no entanto, que essa é uma produção da Miramax, companhia fundada pelos irmãos Weinstein, e saber que tudo que se passa nas telas, de fato acontecia na vida real.

Pânico 3, no entanto, se viu repleto de obstáculos que o colocam em último no gosto popular. O primeiro e mais claro foi a demora para sair do papel, levando em conta que os dois anteriores haviam sido lançados em 1996 e 1997, e que o terceiro deveria ter aproveitado sua popularidade para se encaixar numa lacuna em algum lugar por volta de 1998. Porém, o filme seria lançado somente em 2000, e sem o envolvimento de um dos criadores, o roteirista Kevin Williamson, tão “pai” de Pânico quanto Wes Craven. Assim, o filme sofreu com desencontros de um roteiro meio capenga, que deixava buracos quanto a um segundo assassino, e a reviravolta mais estapafúrdia da franquia – além dos personagens menos marcantes também. Justamente por isso, levaria nada menos que 11 anos até um novo exemplar chegar aos cinemas.

Dos três primeiros filmes, Pânico 3 foi o mais caro para ser produzido (com um orçamento de US$40 milhões) e o menos lucrativo (com um retorno mundial mesmo assim impressionante de US$161 milhões). Como dito, é também o filme menos apreciado pelos fãs e o grande público em geral. Com os críticos o conceito do filme não é muito diferente, sendo definido com uma aceitação de meros 39%, Pânico 3 é o único da franquia a receber um tomate podre no Rotten Tomatoes.

4. Pânico 2

Pânico (1996) foi um sucesso estrondoso, mas não era um filme que pedia necessariamente uma continuação. Aliás, não tinha nada em sua trama que apontasse para isso, muito pelo contrário. Mas ela deixou de vir? É claro que não, pois onde houver cheiro de dinheiro, haverá continuação. É assim que funciona Hollywood. Assim, em 1997, chegava aos cinemas exatamente um ano depois a continuação Pânico 2. Nós brasileiros é que tivemos que penar, porque por motivo de troca de distribuidora por aqui (da Playarte para a Paris Filmes), Pânico 2 sofreu um embargo de quase dois anos, vindo a estrear somente em 1999 em nossas terras tupiniquins. Haja coração. Ainda mais se considerarmos que nestes primórdios da internet, não havia sequer gostinho dos famosos downloads.

O cinema é um lugar mágico, onde a criatividade deve imperar. Por diversas vezes, continuações consideradas desnecessárias de filmes de sucesso se mostraram tão boas que inclusive superaram seus originais. E para grande parte dos fãs é justamente onde se encaixa esse Pânico 2 – que elevou o conceito em diversas maneiras. Novamente Craven e Williamson garantiam os bastidores, enquanto o quarteto de atores principais, sim na época era um quarteto com a inclusão de Jamie Kennedy como o especialista em terror Randy, comandava o show na frente das câmeras. Os realizadores já chegaram a revelar que se arrependem de ter eliminado o personagem citado da franquia – mesmo com sua participação no terceiro filme.

Foi aqui que Pânico passava de um filme de terror bem sucedido e elogiado para uma verdadeira febre da cultura pop – e a máscara do assassino Ghostface se tornava um verdadeiro ícone não apenas do gênero, mas do cinema. Desta forma, sim, as continuações podem expandir seus universos de forma sem precedente, ampliando ainda mais a popularidade de um filme. Com dez milhões a mais no orçamento em relação ao primeiro filme, Pânico 2 fez US$172 milhões, chegando muito perto da bilheteria do original. A verdadeira surpresa está na avaliação dos críticos, que o consideram o melhor exemplar da franquia, dono de espantosos 82%, garantindo assim um tomate mais que fresco no Rotten Tomatoes.

 

3. Pânico (2022)

Pânico‘, de 2022, entrega tudo que promete e mais um pouco, recheado de ação, mortes chocantes, um humor peculiar e reviravoltas de cair o queixo. Fiquei um pouco decepcionado com a grande revelação final, que poderia ter sido melhor trabalhada e com um ritmo mais compreensível, mas isso não afeta o resultado da produção. É o filme que a franquia precisava para ressuscitar, acertando no tom e trazendo um novo grupo de jovens astros que com certeza serão muito apetitosos para o Ghostface retornar nos próximos filmes.

Logo na cena inicial percebemos que o tom da franquia será o mesmo da obra original, muito mais assustador e realista e com menos humor. A metalinguagem continua presente, de uma maneira mais séria e bem escrita que das sequências anteriores. ‘Pânico‘ continua reconhecendo seu legado, mas entende que o cinema mudou nos últimos anos – e sabe brincar com isso de maneira genial. As piadas envolvendo o chamado “terror pós-moderno” de filmes como ‘Babadook‘ e ‘Hereditário‘ são hilárias e certeiras.

As cenas de morte são muito mais brutais e gore, agora com um Ghostface ainda mais sanguinário que deixará um rastro de tripas e desespero pelo seu caminho, de uma maneira muito mais aterrorizante que os seus antecessores. Esse filme é uma carta de amor para a franquia, para Wes Craven e para os fãs dos longas e do gênero terror.

Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin trazem a sagacidade, o suspense e o humor de maneira mais rebuscado para nos lembrar como a saga ainda tem fôlego para nos assustar – e conseguiram convencer Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette a retornarem mais uma vez. Sidney está mais bad-ass do que nunca, Gale está contida em uma jornada para ser uma pessoa melhor e Dewey entrega uma das cenas MAIS INCRÍVEIS de toda a franquia.

 

2. Pânico 4

Esse pode ser considerado o filho temporão da franquia, até o presente momento. O hype aparentemente já havia passado há muito tempo, e o mundo era um lugar diferente para o terror, em especial para os slashers. No entanto, Pânico 4 se beneficiou de uma nova tendência que estava surgindo em Hollywood, as sequências tardias de produções queridas. Era a onda dos revivals. Clássicos dos anos 1980 e 1990 em especial, queridos para toda uma geração, ganhavam novas roupagens no fim dos anos 2000 e início de 2010. Assim, Pânico também voltava. E não apenas isso, mas essa era uma reunião completa da “banda” original, com Craven na direção, Williamson no roteiro, e Campbell, Arquette e Cox à frente do elenco. Não poderia ficar melhor!

É seguro dizer que Pânico 4 é um filme subestimado, menos apreciado do que deveria verdadeiramente. Williamson se mostrava antenado aos novos tempos, brincando com a nova realidade, já alfinetando as mídias sociais, blogs e a prévia da geração Youtube, com lives e todo tipo de transmissão ao vivo. De fato, o mote dos vilões aqui era se tornarem “celebridades instantâneas” – as chamadas subcelebridades da internet. E isso numa era antes da explosão do Instagram. Ao contrário do filme anterior, Pânico 4 voltava às origens, acrescentando novos jovens carismáticos à trama – e promovendo o encontro da velha geração (na faixa dos quase 40 anos), com a nova geração – que espelhavam os personagens originais inseridos numa realidade moderna.

Sem contar que a revelação e motivação da assassina são brilhantes: “Eu não preciso de amigos, preciso de fãs”.

Fora isso, Williamson e Craven apresentavam-se novamente como dupla harmoniosa, brincando e enchendo o longa de referências – uma das melhores envolve a enxurrada de remakes de terror que àquela altura já havia inundado Hollywood. A cena de abertura é puro ouro, com um loop hilário, fazendo um verdadeiro inception do filme dentro do filme dentro do filme. Ah sim, não podemos esquecer do elenco de nomes pra lá de famosos/promissores que ajudaram a elevar o status do quarto filme. No entanto, com um orçamento igual ao do filme anterior (US$40 milhões), Pânico 4 viu retorno de “apenas” US$97 milhões mundiais – garantindo assim o posto de menos rentável (o que deixa certo receio para o quinto). Com o grande público, no entanto, fica pau a pau com o segundo, e na opinião dos críticos, garantiu o tomate fresco com 60% de aprovação no Rotten Tomatoes.

 

1. Pânico

Apesar de Pânico 4 ser muito querido, é difícil bater o original. Tudo nascia aqui. Nós concordamos e também adoramos aquelas grandes produções de marcas de sucesso pré-estabelecidas, vindas de outras mídias. Mas o gostoso do cinema é mesmo criar verdadeiras lendas a partir do zero. É aquela incógnita de saber se determinada obra cairá na boca do povo e no gosto coletivo, ou será esquecida logo na semana seguinte. Não existem regras, esse é um jogo imprevisível. E justamente por isso muito saboroso. Com Pânico ocorreu justamente isso. Foi um filme que veio do nada para tomar as multidões. Surgia com uma ideia de Kevin Williamson para brincar e homenagear os clássicos slasher saídos das décadas de 1970 e 1980, e terminou revitalizando o subgênero, e demonstrando enorme influência que ecoa até hoje.

De quebra lançou uma franquia milionária e se tornou um dos maiores ícones do terror. Tudo isso para uma pequena e jocosa produção de US$14 milhões, com atores saídos de séries de TV, cujo maior nome no elenco era uma participação de poucos minutos no início do filme de Drew Barrymore. Isso que é marcar um golaço. Fora isso, o filme foi redescoberto por todo um novo e massivo público – até mesmo aqui no Brasil – devido às videolocadoras. Este que vos fala entrou no filme por acidente, e saiu maravilhado do cinema. Pânico arrecadou impressionantes US$173 milhões ao redor do mundo, e na opinião do grande público, claro, é o filme favorito da franquia. Já para os críticos, o tomate fresco é garantido com 79% de aprovação no Rotten Tomatoes.

 

Bônus: Pânico – A Série de TV

Se as franquias Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo tiveram suas séries de TV, porque Pânico não poderia ter? Assim, quatro anos após o resultado, digamos, infelizmente morno de Pânico 4, a MTV em parceria com a Dimension Television e a Netflix lançavam o primeiro derivado deste universo para a telinha. Pegando a mesma estrutura do “whodunit”, e inclusive tendo como vítima inicial um rosto conhecido, Pânico – A Série apresentava uma nova gama de personagens colegiais se deparando com um serial killer mascarado, que os eliminava um a um. As referências estavam lá, assim como o clima espertinho. No entanto, o programa funcionava mais como um reboot, sem qualquer ligação ou conhecimento da franquia original. A máscara do assassino também sofreu reformulação. Apesar das diferenças, um nome original ainda estava lá: o do cultuado Wes Craven, que serviu como produtor executivo do programa.

Com 10 episódios em sua primeira temporada, a série obteve sucesso suficiente para seguir logo no ano seguinte. Seja por esgotamento da trama, ou por baixos números de audiência, em 2016, Pânico apresentava sua segunda e última temporada então. Porém, uma reformulação era apresentada, com um novo elenco, máscara idêntica a dos filmes, e uma quantidade reduzida de somente seis episódios – assim ia ao ar três anos depois, em 2019, a terceira e última  temporada de Pânico. Um dos atrativos aqui eram as presenças de Mary J. Blidge, Keke Palmer (demonstrando mais diversidade racial no elenco) e Paris Jackson, a filha de Michael Jackson. No entanto, devido ao fim do acordo entre a MTV e a Netflix, a terceira temporada do programa não está disponível na plataforma.

Arte revela como seria o visual de Natasha Romanoff em ‘Viúva Negra’ inspirado nas HQs dos anos 90

O artista Andy Park, diretor de desenvolvimento visual da Marvel Studios, divulgou uma arte que mostra como seria o visual da ‘Viúva Negra‘ inspirado nos quadrinhos dos anos 90. A arte mostra Natasha Romanoff com um uniforme minimalista, e quase foi o visual usado no filme solo da ‘Viúva Negra’.

“Eu achei que seria bem legal… Com as linhas, incorporando uma forma sútil de uma viúva negra”.
Confira:

Ele ainda revelou que o filme ‘Thunderbolts‘ será uma espécie de sequência de ‘Viúva Negra‘.

Na legenda, Park brincou que, como vários personagens da Viúva Negra retornarão em Thunderbolts, “é como se fosse uma sequência do longa estrelado por Scarlett Johansson e que os títulos estão conectados, de certa forma.”

A informação faz todo sentido, já que Yelena Belova (Florence Pugh) estará no comando da equipe e é a sucessora de Natasha Romanoff (Johansson) ao título de Viúva Negra.

Confira a publicação:

Anteriormente, o ComicBook.com divulgou que Ayo Edebiri, conhecida por seu trabalho como Sydney Adamu na série ‘O Urso’, foi escalada para o elenco do longa.

Detalhes sobre seu papel não foram revelados. A atriz também é conhecida por suas performance sem ‘Big Mouth’‘Dickinson’.

Edebiri se junta aos previamente confirmados Wyatt Russell como John Walker/Agente Americano, Hannah John-Kamen como Ava Starr/Fantasma, David Harbour como o Guardião Vermelho, Olga Kurylenko como a Treinadora e Sebastian Stan como Bucky Barnes/Soldado Invernal.

Em outra entrevista ao ComicBook.com, Harbour revelou como os heróis irão se reunir para formar o icônico time.

“Este é um dos mistérios iniciais. Eu fiz uma piada sobre ser como ‘Dungeons and Dragons’, onde você entra numa taverna e há um anão bebendo uma cerveja e um elfo no canto, todos nos juntamos e então tem esse fantasma… Não irá acontecer desse jeito, creio eu”, ele disse.

O ator continua: “mas acho que um dos mistérios do filme é a relação deles e, como você diz, há muitas coisas animadoras à medida que terminamos essa próxima fase, em relação ao papel que representam neste universo. Então, sabe, não posso dizer muito por enquanto, mas há uma introdução muito boa de como esse time se reúne, e será muito divertido”.

Jake Schreier‎‎ (Frank e o Robô) está definido como diretor, enquanto Eric Pearson (Viúva Negra) fica responsável pelo roteiro.

Thunderbolts concluirá a Fase 5 do MCU, com a estreia agendada para 26 de julho de 2024.

Cocriador de ‘The Last of Us’ revela como construiu a história de Bill e Frank no terceiro episódio

Cuidado: spoilers abaixo.

HBO exibiu o terceiro episódio de The Last of Us no último domingo, 29 de janeiro, e entregou não apenas o melhor capítulo da temporada até agora, mas uma das melhores iterações televisivas do século.

A trama do episódio é focada na crescente relação amorosa entre Bill (Nick Offerman) e Frank (Murray Bartlett), dois homens de meia idade que encontram paixão em meio ao apocalipse e, percebendo que não podem viver um sem o outro, dão adeus à vida em um trágico estilo shakespeariano.

Em entrevista ao Yahoo!, o cocriador Craig Mazin, que desenvolveu o show ao lado de Neil Druckmann, revelou o que o fez abordar o enredo de maneira tão cândida e humanizada: “eu queria explorar o tema do amor e também dos diferentes tipos de amor”.

Mazin também contou que quis explorar mais a narrativa apresentada nos games originais, permitindo que tanto os fãs dos jogos quanto os novatos ao mundo de The Last of Us pudessem se conectar aos personagens.

“Nós queríamos dar às pessoas mais, se elas tiverem jogado o jogo, e, se não tivessem, queríamos que elas sentissem que isso era algo natural de ocorrer”, ele explica. “Há esses momentos no jogo que Neil e eu pensamos: ‘ah, é aqui que nós nos aventuramos, exploramos e nos divertimos'”.

E você? Gostou do episódio?

Lembrando que o próximo episódio será exibido no dia 05 de fevereiro.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A produção conquistou nada menos que 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 187 críticas publicadas. Dentre os vários elogios, o consenso entre os especialistas internacionais é de que que The Last of Us é uma das melhores releituras de videogames de todos os tempos.

Confira os principais comentários:

“Não é nem remotamente controverso chamar [a série] da melhor adaptação de videogames já feita” – BBC.com.

“Uma adaptação espetacular que deve encantar os novatos e enriquecer aqueles já familiarizados com a jornada de Joel e Ellie” – IGN Movies.

“Facilmente a melhor adaptação de um videogame para live-action” – JVS Media & Production.

The Last of Us se torna tão cativante nos momentos de quietude quanto nos assustadores – e talvez ainda mais quando foca em quem são essas pessoas em vez dos perigos que elas enfrentam” – Rolling Stone.

“Posso apostar que The Last of Us será um dos melhores shows de 2023″ – Decider.

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel LunaBella Ramsey, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’Neill, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Suspense hollywoodiano com Alice Braga é CANCELADO pela Netflix após término das filmagens

Alice Braga em Os Mutantes
Alice Braga em Novos Mutantes

De acordo com o The Hollywood Reporter, um suspense hollywoodiano que tem a brasileira Alice Braga foi CANCELADO pela Netflix mesmo após as filmagens terem sido encerradas.

House/Wife‘, dirigido por Danis Goulet e produzido por Tripp Vinson e Daniel Bekerman, segue uma mãe que se muda para uma casa inteligente com sua família para se recuperar de um acidente brutal, mas acaba descobrindo que a inteligência artificial tem intenções sinistras.

Escrito por Anna Halberg e Spenser Cohen, o longa contava com Alice Braga, Kris Holden-Ried e Sarah Gadon no elenco.

O streaming vai tentar vender o filme para outra empresa.

A Netflix também engavetou ‘The Inheritance‘. Dirigido por Alejandro Brugués, o filme conta a história de um bilionário nas vésperas de seu aniversário de 75 anos, que convida seus filhos distantes ao temer que alguém possa tentar matá-lo. Para conseguir a ajuda que precisa, ele coloca a herança dos seus herdeiros em risco.

O elenco conta com Rachel Nichols, Peyton List, Austin Stowell, Bob Gunton, David Walton, Briana Middleton, Reese Alexander e Chris Wood.

‘O Gambito da Rainha’: Anúncio da 2ª temporada é falso, revela Anya Taylor-Joy

Já faz dois anos desde o lançamento da aclamada minissérie O Gambito da Rainha, estrelada por Anya Taylor-Joy (‘O Homem do Norte’) para a Netflix.

Na tarde de ontem, os fãs foram pegos de surpresa quando a estrela postou em seu perfil do Twitter que uma possível 2ª temporada poderia acontecer.

No entanto, Joy compartilhou um stories no Instagram revelando que sua conta do Twitter foi hackeada. Portanto, não há quaisquer planos para novos episódios de O Gambito da Rainha’.

Na publicação, ela escreveu:

“Meu Twitter foi hackeado. Peço desculpas por todas as inconveniências. Não sou eu.”

Confira:

A trama acompanha Beth Harmon (Anya Taylor-Joy), uma menina órfã que se revela um prodígio do xadrez. Mas agora, aos 22 anos, ela precisa enfrentar seu vício para conseguir se tornar a maior jogadora do mundo. E quanto mais Beth aprimora suas habilidades no tabuleiro, mais a ideia de uma fuga lhe parece tentadora.

Além das sólidas críticas, a produção fez um estrondo de audiência e levou para casa inúmeros prêmios, incluindo o Emmy Award de Melhor Minissérie. Taylor-Joy, que foi ovacionada por sua performance, conquistou um Globo de Ouro, um Critics’ Choice Awards e um SAG Awards.

Para celebrá-la, montamos uma breve lista trazendo algumas curiosidades de bastidores.

Confira:

  • Ao contrário da maioria dos filmes e programas de televisão que os retratam, os tabuleiros de xadrez são sempre configurados corretamente nesta série e os jogos e posições de xadrez são realistas. O Mestre Nacional Bruce Pandolfini e o Grão-Mestre Garry Kasparov atuaram como consultores para a produção.
  • O escritor e produtor Allan Scott levou cerca de trinta anos para colocar o show em produção. Durante esse tempo, ele reescreveu a história nove vezes e abordou vários estúdios. Cada estúdio rejeitou o projeto, pois acreditava que ninguém estaria interessado em xadrez. Ironicamente, este programa se tornou um dos mais vistos na Netflix, atraindo mais de 62 milhões de espectadores em todo o mundo dentro de um mês após sua estreia.

  • No outono de 2020, vários consórcios de comunicação relataram que, devido à popularidade da série, as vendas de conjuntos de xadrez dispararam e o interesse em aprender o jogo aumentou muito.
  • Taylor-Joy afirmou que foi capaz de executar os jogos de xadrez bem rápido em uma única tomada, embora tivesse que repetir os movimentos para obter takes adicionais.
  • Por causa do show, o romance que inspirou a minissérie entrou na lista de best-sellers do The New York Times 37 anos após seu lançamento.

  • À época de sua morte, Heath Ledger foi contratado para dirigir uma adaptação cinematográfica do romance, com Elliot Page atado ao papel principal.
  • Scott adquiriu os direitos do romance de Walter Tevis três anos antes do nascimento de Taylor-Joy.
  • De acordo com um artigo do New York Times, o livro de Tevis retratava Beth Harmon como uma versão feminina de Bobby Fischer. Fischer desprezava muito as jogadoras de xadrez.

  • Na última cena da série, Beth está vestida como emulação da peça da rainha no tabuleiro de xadrez, em um conjunto todo branco. A figurinista Gabriele Binder confirmou a intenção por trás do visual, dizendo: “a ideia, é claro, é deixar claro que ela agora é a rainha no tabuleiro de xadrez e o próprio tabuleiro de xadrez é o mundo”.
  • Em entrevistas diferentes, Taylor-Joy, Thomas Brodie-Sangster (Benny Watts) e Harry Melling (Harry Beltik) revelaram que, antes de participarem da série, não tinham qualquer conhecimento sobre xadrez.

‘Shrinking’: Vídeo nos leva aos bastidores da nova comédia com Jason Segel e Harrison Ford

Shrinking, série de comédia estrelada por Jason SegelHarrison Ford, já chegou ao catálogo da Apple TV+ e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional nos levando aos bastidores da produção.

Confira, junto ao trailer:

James Ponsoldt entra como produtor executivo e diretor.

A produção acompanha Jimmy (Segel), um terapeuta de luto que começa a quebrar as regras e dizer aos seus clientes exatamente o que ele pensa. Ignorando seu treinamento e ética, ele se vê fazendo grandes e tumultuosas mudanças na vida das pessoas… incluindo a sua própria.

A série foi criada por Bill Lawrence e Brett Goldstein, dupla por trás de ‘Ted Lasso‘.

Christa Miller e Jessica Williams também fazem parte do elenco.

A primeira temporada conta com 10 episódios.

‘Apaixonados Outra Vez’: Nova série do criador de ‘Elite’ ganha trailer oficial e data de estreia; Confira!

Netflix divulgou hoje, 31 de janeiro, o trailer oficial de ‘Apaixonados Outra Vez’, sua mais nova série espanhola.

A produção tem estreia marcada para o dia 14 de fevereiro na plataforma de streaming.

Confira:

A série foi criada e roteirizada por Carlos Montero (‘Elite’).

Em setembro de 2003, Irene viaja para Madri para estudar cinema e desbravar o mundo. Lá, ela conhece seus melhores amigos e Julio, o cara perfeito para protagonizar seus filmes… e, francamente, uma história de amor também. Mas a vida tem outros planos. Apaixonados Outra Vez é uma comédia romântica com uma pitada de nostalgia que conta uma história brilhante de amor e amizade nos tempos de faculdade e fala sobre a necessidade de encontrar seu lugar no mundo.

Georgina AmorósFranco Masini estrelam.

Bàrbara FarréMateo GilGinesta GuindalCarlota Pereda entram como diretores.

Falta POUCO! Saiba que horas a DC vai anunciar o “Primeiro Capítulo’ dos seus próximos filmes e séries

James Gunn e Peter Safran reuniram a imprensa nos EUA ontem para apresentar o Primeiro Capítulo da DC Studios, com novos filmes e séries.

O embargo para que a imprensa divulgue o novo slate cai hoje, a partir das 14 horas (horário de Brasília), com todas as novidades.

Confira:

 

Resta saber se os anúncios incluem os que já esperamos, como o novo filme do ‘Superman‘, a 2ª temporada de ‘Peacemaker‘, ou filmes inteiramente novos e séries de TV para a HBO Max.

Também é interessante que ele se refira à primeira parte da lista como um ‘capítulo’, mas teremos que esperar e ver se essa palavra se torna algo oficial daqui para frente, assim como as ‘fases’ da Marvel.

Como os fãs já sabem, Gunn dirigiu ‘O Esquadrão Suicida‘ e a série derivada dedicada ao ‘Peacemaker‘.

Enquanto Safran vem produzindo diversos títulos da DC, como ‘Aquaman’ e ‘Shazam!‘ e suas vindouras sequências.