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Retro Dance #01 | Como o icônico álbum ‘Purple Rain’ imortalizou o legado de Prince

O mundo da música é recheado de produções lendárias e impecáveis. E, na estreia do nosso novo especial, Retro Dance, analisamos o memorável e revolucionário álbum Purple Rain, do cantor, compositor, produtor e multi-instrumentalista Prince.

Prince é um nome que absolutamente todos já ouviram. O icônico artista serviu de inspiração para diversos nomes do cenário contemporâneo da música, incluindo BeyoncéLady GagaJanelle Monáe. Começando sua carreira em 1978, Prince ascendeu a uma fama meteórica que o transformou num dos nomes mais importantes da história do escopo fonográfico – e, em 1984, lançou o que apenas podemos considerar como o melhor álbum de sua carreira e um dos melhores de todos os tempos: Purple Rain (que entrou como trilha sonora do filme homônimo).

A produção é composta por nove faixas, dentre as quais basicamente todas se transformam em singles e/ou em assinaturas de seu estilo único. Aqui, Prince aproveitou todo seu contato com múltiplos gêneros musicais para arquitetar uma explosão de poprockR&Bfunk, amalgamando-os em uma enérgica aventura sonora que, mesmo nos dias de hoje, serve como padrão para diversos performers. Cada incursão dialoga com a outra, mas não abandona as próprias idiossincrasias – à época, auxiliando na imortalização do artista e, agora, merecendo ainda mais reconhecimento pelo impacto causado na cultura mundial.

Uma das coisas que é quase incompreensível em relação ao disco é o fato de ele não ter levado para casa a estatueta de Álbum do Ano do Grammy Awards. Afinal, diversos críticos e publicações internacionais elegeram-no como a melhor produção de 84, da década de 80, do século XX e da história – como já mencionado. A jornada se inicia com a irretocável e celebratória “Let’s Go Crazy”, guiada pelas notas profundas do órgão e de sintetizadores que fala sobre a vida e sobre o que existe de melhor nela; pouco depois, a premonitória introdução dá espaço à retumbância da guitarra e da bateria, levando o tempo necessário para trazer à tona os vocais de Prince. O que mais nos chama atenção não é só a verborrágica e cirúrgica composição, mas a fluidez com que cada engrenagem se encaixa, desde a potência do funk-rock à multiplicidade de camadas vocais e à natureza upbeat da faixa.

E isso não se restringe apenas à track de abertura, é óbvio: a extática animação proferida pelo cantor se alastra para as outras músicas, como visto em “Computer Blue”, uma das melhores incursões da carreira de Prince e uma das favoritas dos fãs. Apesar do ritmo eufórico, é notável como os elementos experimentais urgem numa mescla de synth-funkindie-rock, sem ao menos nos deixar sentir faltas de versos cantados. A bateria e a guitarra, que tomam as rédeas dessa pequena obra-prima e que se iniciam por volta dos dois minutos, são o suficiente para não querermos sair desse vibrante microcosmos. Em “When Doves Cry”, o simbólico título apenas mascara a natureza irreverente de uma composição consumada no soul e no neo-psych, desenrolando-se em uma dissonante e memorável produção que fala sobre um relacionamento fadado à ruína (e acompanhado de um dos refrões mais espetaculares que você já ouviu).

Diferente dos álbuns anteriores do artista, Purple Rain pode ser considerado como um divisor de águas para sua carreira. Afinal, estamos lidando com o mergulho de cabeça de Prince na música pop e de que forma suas experiências passadas o auxiliaram nessa construção. Não é surpresa, pois, que podemos citar Prince como um dos precursores das diversas tendências que explodiriam no final dos anos 2000 e no começo dos anos 2010: “I Would Die 4 U”, por exemplo, influenciou anos e mais anos de synth-popelectro-pop a partir da primeira década do século XXI (podendo enxergar a influência nos primeiros álbuns de Gaga, por exemplo, ou na espetacular carreira trilhada por Robyn); a dicotômica capacidade intelectual e mercadológica do performer, inclusive, é posta em patamar similar aos de MadonnaMichael Jackson, que também dominavam o cenário mainstream nos anos 80.

Não citar a faixa-título do álbum seria criminoso: Purple Rain não é apenas uma das melhores entradas do gênero rock, mas uma das músicas mais importantes da história – tendo aparecido em diversas listas de veículos midiáticos nacionais e internacionais. A faixa, originalmente, seria uma canção country com direito ao dueto ao lado de Stevie Nicks – mas ganhou uma repaginação que não poderia ser encarnada por ninguém além de Prince. A força da guitarra, aliada aos vocais estrondosos do artista, ganha mais e mais camadas à medida que os minutos passam, apresentando elementos novos em cada refrão e carregando uma atmosfera antêmica que nos emociona do começo ao fim.

O álbum transformou-se em um arauto de representatividade afro-americana, permitindo que Prince honrasse a cultura de seus antepassados de forma vanguardista e nostálgica, ao mesmo tempo. Não só isso, ele aproveitou para usar do status que se imortalizava no cenário mainstream para causar “desconfortos” propositais na parcela mais conservadora da população – quem não se lembra das polêmicas envolvendo a impetuosa “Darling Nikki”, que fala explicitamente sobre sexo e até mesmo sobre masturbação feminina. Não obstante o boicote promovido pelos tradicionalistas, o álbum vendeu mais de 25 milhões de cópias, tornando-se um dos mais bem-sucedidos de todos os tempos.

Purple Rain consegue ser tudo e mais um pouco: com apenas 26 anos, Prince, que agora era perpetuado como um símbolo avant-garde da música, conseguiu reunir cada milímetro de uma criatividade infinita para gerar um álbum que marcou e que continua a marcar gerações. E, se você ainda não teve oportunidade, ouça a esta obra-prima; garanto que você não irá se arrepender.

Crítica | Birth/Rebirth: Terror com atriz de Grey’s Anatomy é um assombroso conto sobre maternidade, moralidade e a incansável busca pela imortalidade

A still from Birth/Rebirth by Laura Moss, an official selection of the MIDNIGHT Section at the 2023 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | Photo by Chananun Chotrungroj. All photos are copyrighted and may be used by the press only for the purpose of news or editorial coverage of Sundance Institute programs. Photos must be accompanied by a credit to the photographer and/or 'Courtesy of Sundance Institute.' Unauthorized use, alteration, reproduction or sale of logos and/or photos is strictly prohibited.

Filme assistido no Festival de Sundance 2023

A mortalidade humana é uma das verdades mais inconcebíveis para o mundo. Diante de uma ciência que constantemente visa driblar a inexorável certeza de que o fim é inevitável, somos testemunhas de uma cultura global que busca retardar o envelhecimento e perpetuar a humanidade, ainda que isso não esteja em nossas mãos. Esse medo, angústia e desejo por controlar o incontrolável é o que faz com que artistas como os roteiristas Laura Moss e Brendan J. O’Brien se desafiem em narrativas como Birth/Rebirth. Aqui, uma apática médica e uma enfermeira que acaba de perder sua filha se veem diante da enorme questão moral tantas vezes levantada entre a comunidade científica, os religiosos e a sociedade mundana: É possível brincar de ser Deus?

No longa dirigido por Moss, essa e tantas outras questões éticas são abordadas, de forma prática e visual. Ao invés de esticar sua 1h30 de filme em profanos debates psicoemocionais sobre a moralidade que contrasta a ciência com a fé, Birth/Rebirth é como um ensaio cinematográfico sobre quem é o ser humano diante da inevitável mortalidade. Fazendo um paralelo entre duas personagens tão moralmente díspares, o terror/thriller é um convite a uma experiência diferente. Instigante e sempre debaixo de uma enorme tensão, a produção explora a determinação assombrosa de uma médica com ares sociopatas, que abre mão de qualquer princípio a fim de descobrir a cura para a imortalidade.

Marin Ireland and Judy Reyes appear in Birth/Rebirth by Laura Moss, an official selection of the MIDNIGHT Section at the 2023 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | Photo by Chananun Chotrungroj. All photos are copyrighted and may be used by the press only for the purpose of news or editorial coverage of Sundance Institute programs. Photos must be accompanied by a credit to the photographer and/or ‘Courtesy of Sundance Institute.’ Unauthorized use, alteration, reproduction or sale of logos and/or photos is strictly prohibited.

Nessa jornada, seu caminho se cruza com o de uma mãe solo, que ao perder sua pequena filha para um severo caso de meningite, é forçada a confrontar suas próprias convicções – conduzida pelo incomensurável instinto materno. Nessa trajetória, somos contemplados por um longa que desafia nossos sentidos, subvertendo sua temática já tão esgotada nos cinema e na TV com uma overdose de originalidade e criatividade. Birth/Rebirth dá vida a um assunto praticamente natimorto de tão exaurido que está e leva a audiência por caminhos pouco explorados. Com um suspense que escalona a partir dos comportamentos questionáveis de suas protagonistas, o filme é capaz de tratar as mesmas problemáticas de sci-fis de altíssimo orçamento com muito mais propriedade, riqueza narrativa e impacto.

Isso se deve à brilhante combinação entre Moss e J. O’Brien, que não se perdem em detalhes enfadonhos, se privam de análises tão eruditas e complicadas, sem perder a complexidade daquela grande pergunta, apresentada logo no primeiro parágrafo. E conduzida pelas poderosas performances de Marin Ireland (A Qualquer Custo) e Judy Reyes (Grey’s Anatomy), o suspense/terror é uma distopia sobre a mortalidade, que mostra até onde uma mãe é capaz de ir para salvar sua prole. E transformando um clássico tema do gênero de terror em um objeto de estudo reimaginado, a dupla criativa alicerça sua história na complexa psique de suas protagonistas.

Marcando a estreia na direção de Laura Moss, o thriller brinca com a linearidade narrativa de forma inteligente, entregando uma reviravolta poderosa que faz seus primeiros 5 minutos de filme ganharem um novo significado. Com um final previsível – mas excelente, Birth/Rebirth é um terror inteligente, não subestima a audiência e nos leva à mesma intensa montanha russa emocional que pauta a espetacular e disfuncional dinâmica relacional entre Ireland e Reyes.

SUCESSO! ‘Avatar 2’ ultrapassa US$ 2 bilhões mundialmente e se torna a 6ª maior bilheteria da história!

Avatar: O Caminho da Água‘ conquistou mais uma impressionante marca nas bilheterias mundiais. Se tornou o sexto filme da história a ultrapassar a marca de US$ 2 bilhões nas bilheterias globais. Também é uma grande vitória para o diretor James Cameron, que é o único cineasta a ter dirigido três filmes que alcançaram a marca.

A Disney anunciou hoje, 22, que a sequência de grande orçamento terminará o fim de semana com um total global de US$ 2,024 bilhões, a maior bilheteria da era pandêmica. O filme arrecadou US$ 598 milhões nos EUA e US$ 1,426 bilhão no mercado

O filme é a sexta maior bilheteria da história.

Confira o Top 6:

1 – Avatar – US$2,89 bilhões
2 – Vingadores: Ultimato – US$2,79 bilhões
3 – Titanic – US% 2,20 bilhões
4 – Star Wars Ep. VII: O Despertar da Força – US$ 2,06 bilhões
5 – Vingadores: Guerra Infinita – US$ 2,04 bilhões
6 -Avatar: O Caminho da Água – US$ 2,02 bilhões

Assista nossa entrevista com Zoe Saldana e Jon Landau:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Fãs estão AMANDO a hilária esquete de ‘Avatar’ em ‘Saturday Night Live’; Confira as reações!

O mais recente episódio do programa humorístico ‘Saturday Night Live’ trouxe aos fãs nada menos que uma paródia de Avatar.

Na esquete, Mikey Day interpretou Jake Sully, enquanto Ego Nwodim apareceu como Neytiri. E isso não foi tudo: Kenan ThompsonAubrey PlazaHeidi Gardner também deram as caras na paródia, interpretando Na’vis que com certeza são humanos disfarçados.

Nas redes sociais, os fãs adoraram a cena em questão e fizeram questão de comentar sobre suas impressões nas redes sociais.

Confira:

“Aubrey Plaza como um Avatar foi muito bom”.

“Depois de assistir a Avatar 2’ nos cinemas, estou vendo uma esquete”.

“Uma esquete de Avatar! SIM!”.

“Fiquei muito impressionado com a atuação de Heidi na esquete de Avatar“.

Lembrando que a sequência já acumulou US$ 1.9 bilhão nas bilheterias mundiais, e está prestes a ultrapassar ‘Homem-Aranha – Sem Volta para Casa‘ (US$ 1.91 bilhão) como a 6ª maior bilheteria da história do cinema.

Assista nossa entrevista com Zoe Saldana e Landau:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

10 curiosidade de Aladdin, uma das MELHORES adaptações em live action da Disney

Lançada em 2019, a versão Live Action do clássico dos anos 90, Aladdin conquistou o público, mas não foi unanimidade dentre a crítica. Entretanto, o longa acabou se consagrando como uma das melhores adaptações da Disney dessa nova fase de clássicos em Live Action. Trazendo uma atuação marcante de Will Smith, o filme ajudou a contar para as novas gerações a história do ladrão de bom coração que tem sua vida mudada ao encontrar uma lâmpada mágica. Confira dez curiosidades sobre o longa!


Dublagem

Na versão brasileira do filme, o Aladdin é dublado por Daniel Garcia. Na infância, Daniel ficou conhecido por dublar o Rico, da série Hannah Montana. No entanto, nos dias de hoje, Daniel é mais conhecido como a rapper Gloria Groove.

 

Terras do Rei

Seguindo a tendência clássica da Disney de referenciar seus próprios filmes em outras franquias, durante a sequência em que Aladdin leva Jasmine para voar no tapete mágico ao som de “Um Mundo Ideal”, um dos lugares por onde eles passam é são justamente as Terras do Rei, o reino de Simba no live action de O Rei Leão (2019).

 

Segunda opção

Apesar de ter dado show no papel, Will Smith não foi a primeira opção para interpretar o Gênio. O favorito da produção era o comediante Jim Carrey. O problema é que ele estava envolvido em uma longa batalha judicial envolvendo o suicídio de sua ex-namorada, o que o impedia de se comprometer com projetos longos. Na época, ele foi acusado de comprar os remédios que ela utilizou para acabar com a própria vida, mas acabou sendo inocentado posteriormente.

 

Medo

Quando foi confirmado no papel do Gênio, Will Smith disse que ficou aterrorizado em interpretar esse personagem tão icônico, imortalizado nos cinemas pelo falecido ator e humorista Robin Williams. No entanto, ele disse que faria de tudo para homenagear e honrar o legado do ator.

 

Homenagem

E acabou que a atuação de Will Smith, que foi super criticado quando foi anunciado no papel por conta do visual estranho do CGI, foi justamente um dos pontos mais elogiados do filme pela crítica e pelo público. Mas, se tratando do Will, era de se esperar que as homenagens não se restringissem à Robin Williams. Então, na sequência de “Nunca Teve Um Amigo Assim”, ele faz uma breve referência a Um Maluco no Pedaço com a famosa dancinha do Carlton (Alfonso Ribeiro).

 

Anos 90

Falando em Um Maluco no Pedaço, Will usou como referência para o papel do Gênio suas obras clássicas dos anos 90, como o Will Smith de Um Maluco no Pedaço, o Agente J de MIB: Homens de Preto, e no policial Mike Lowrey, de Bad Boys. Segundo Will, a ideia foi trazer um pouco da cultura Hip Hop para o mundo Disney.

 

Lugares conhecidos

Uma das sequências mais icônicas do filme é quando ele pede para que o Gênio o transforme em Príncipe Ali. Quando ele conversa com o mágico amigo azul, o Gênio revela para ele o mapa de seu suposto reino: Ababwa. Nele, é possível ver que as terras fronteiriças são atrações famosas do Walt Disney World, como o Magic Kingdom e a Tomorrowland.

 

Professor Jafar 

Quando a Disney anunciou que fariam um Live Action de Aladdin, o lendário Sir Patrick Stewart fez uma campanha on-line para interpretar o Jafar. Isso porque ele teve a oportunidade de dar voz ao personagem na animação dos anos 90, mas precisou recusar por conflitos de agenda. Ele disse se arrepender até os dias de hoje da decisão.

 

Jasmines

Quando chegaram à reta final da escolha do elenco, a atriz favorita para dar vida à princesa Jasmine era a indiana Tara Sutaria. Porém, o diretor Guy Ritchie acabou decidindo dar o papel para Naomi Scott, porque sentiu mais química dela com o protagonista vivido por Mena Massoud.

 

Interessante

Quando teve a reunião com a Disney, Guy Ritchie foi disposto a aceitar o emprego porque queria dirigir um filme infantil para que pudesse assistir com seus filhos. Além disso, ele optou por Aladdin porque seus filmes costumam ser sobre o caos das ruas e pilantras. Segundo ele, o Aladdin ser um trombadinha permitia que ele explorasse mais do seu estilo clássico de personagens.

Aladdin está disponível no Disney+.

‘M3GAN’ ganha HILÁRIA paródia no ‘Saturday Night Live’; Confira!

M3GAN, novo terror da Blumhouse, já se tornou um sucesso de bilheteria e de crítica ao redor do mundo e, agora, o icônico programa humorístico ‘Saturday Night Live’ lançou uma hilária paródia do filme e de sua confirmada sequência.

A esquete em questão traz a icônica atriz Aubrey Plaza como a nova versão da boneca assassina.

Confira:

Lembrando que a sequência se chamará M3GAN 2.0’ e será lançada nos cinemas em 17 de janeiro de 2025.

O longa vai contar com o retorno da roteirista Akela Cooper e das protagonistas Allison Williams e Violet McGraw.

No original, Williams interpreta a roboticista que cria M3GAN (Amie Donald) para sua sobrinha órfã, Cady (McGraw), na tentativa de ajudá-la a superar a morte dos pais.

Williams também será uma das produtoras da sequência, junto com Jason Blum (Blumhouse) e James Wan (Atomic Monster).

No entanto, o diretor Gerard Johnstone, ainda não teve seu retorno confirmado.

A trama acompanha Gemma (Allison Williams), uma brilhante roboticista de uma empresa de brinquedos que usa inteligência artificial para desenvolver uma boneca realista programada para ser a maior companheira de uma criança e a maior aliada dos pais. Quando Cady (Violet McGraw), sua sobrinha órfã, vai morar com ela, Gemma pega um protótipo da boneca para testar e as consequências são aterrorizantes.

O filme é dirigido por Gerard Johnstone.

Ronny Chieng completa o elenco.

‘Willow’ vai ganhar 2ª temporada? Produtor responde!

A série ‘Willow‘, sequência do clássico cult de 1988, chegou em novembro ao catálogo do Disney+ e, agora, os fãs estão se perguntando se a obra ganhará uma segunda temporada.

Em uma recente entrevista ao THR, o produtor executivo Ron Howard, que comandou o longa-metragem original, ofereceu uma breve atualização sobre a renovação da série – mas ainda não confirmou nada oficialmente.

“Bom, sempre há uma esperança e planos para mais temporadas”, ele explicou. “Certamente há mais histórias para contar, mas nada concreto sobre o que posso comentar agora. De um ponto de vista criativo, todos estão energizados. Todos amaram trabalhar em Willow. Parece que [a série] encontrou sua própria voz e seu próprio caminho, então, estamos aguardando”.

Lembrando que todos os episódios da primeira temporada já estão disponíveis na plataforma de streaming.

Jonathan Kasdan e Wendy Mericle entram como showrunners.

A trama introduz novos personagens ao encantado reino de fadas rainhas e monstros de duas cabeças, além de trazer de volta o seu herói, Willow Ufgood.

Warwick Davis retorna como o personagem titular. O elenco ainda conta com Erin Kellyman, Ellie Bamber, Tony Revolori, Ruby Cruz, Amer Chadha-Patel, Dempsey Bryk, Talisa Garcia, Rosabell Laurenti SellersRalph Ineson.

Stephen Woolfenden fica responsável pela direção do episódio piloto.

Crítica | Com ‘Strays’, Margo Price mostra uma melancólica visão do que significa viver

Margo Price fez sua estreia oficial no cenário musical em 2016, com o lançamento do aclamado ‘Midwest Farmer’s Daughter’. Pouco depois, Price foi nomeada com a próxima estrela da música country nos Estados Unidos, apresentando uma nova faceta do gênero ao mainstream e conquistando milhões de fãs ao redor do mundo. Agora, três anos depois de sua última incursão, ela está de volta com o ótimo Strays (o primeiro grande álbum de 2023), que continuou apostando fichas em narrativas pessoais, declamatórias e reflexivas, através de uma agressiva pintura sobre o mundo e sobre sua vivência em uma sociedade que muda drasticamente, dia após dia.

A produção se inicia com a potente “Been To The Mountain”, que nutre de semelhanças estruturais com o recente ‘Run, Rose, Run’, de Dolly Parton, exaltando o country-rock através de uma narrativa pungente e bastante relacionável. Aqui, a cantora e compositora se vale de uma progressão propositalmente repetitiva, que se alastra pelos mais de cinco minutos da faixa, mergulhando em uma espécie de metadiegese em que a cíclica presença da guitarra e do baixo dialogam com os impecáveis versos (“eu conheço o cheiro da morte como um perfume” é uma das melhores construções líricas do ano, e olhe que estamos em janeiro ainda). Price se rende a uma melancólica compreensão da vida, mascarada pelas notas frenéticas, dizendo a plenos pulmões que, mesmo tendo passado por muita coisa, continua a se sentir deslocada.

À medida que Margo se aventura em incursões não exploradas em sua discografia, ela não abandona as raízes do country – como visto na irretocável canção “Radio”, performada ao lado de Sharon Van Etten. A breve track poderia se alongar para vários minutos de duração e, de fato, não sentiríamos o tempo passar. A química vocal de ambas as artistas é invejável e comovente, destilando uma explosão estoica de solidão – algo que é buscado pelo eu-lírico, não imposto. “Eu preciso tirar um tempo de folga” dá início a uma jornada de autodescoberta que presta críticas à efemeridade do tempo e das próprias relações humanas – com detalhes enraizados na crescente ambiguidade dos avanços tecnológicos. Já “Change Of Heart”, mantendo-se fiel ao americana e ao bluegrass, tem um desenrolar críptico e angustiante que fala sobre um relacionamento falido – e que vem acompanhado de uma multiplicidade coesa de camadas, cortesia da produção on point de Jonathan Wilson.

É claro que a temática romântica voltaria a aparecer no exuberante catálogo da artista – mas, diferente das obviedades líricas intrínsecas a histórias desse tipo, Price sabe o que está fazendo e como se respaldar na iconografia literária para passar suas mensagens. Tal temática é associada com força às baladas, como na cândida atemporalidade de “County Road”, cuja simples produção (movida a bateria, violão e baixo), fala sobre amadurecimento e sobre um saudoso amor que pode até não mais voltar, mas deixou memórias inapagáveis; ou “Time Machine”, que já apresenta uma configuração mais animada, com a insurgência da celesta como instrumento quase didático – uma escolha interessante, que conversa com a nostalgia da canção, mas que soa apagada em meio às outras construções.

Margo tem um apreço significativo pelo folk, mesmo que ele não apareça de forma pura no álbum. “Hell In The Heartland”, que traz elementos da discografia de Parton e de Emmylou Harris, deixa o baixo e a bateria como apoios para a sutileza amalgamada da percussão, do tamborim e inclusive de um apaixonante órgão que pormenoriza cada engrenagem da canção – isso sem comentar as bem-vindas dissonâncias que emergem aqui e ali. “Anytime You Call”, performada ao lado de Lucius, nos lança de volta para os anos 1970 e parece pegar páginas emprestadas de ‘Daddy’s Home’, recente produção de St. Vincent, para um country-rock que não perde a mão em nenhum momento e parece nos engolfar em um cosmos único e inescapável.

“Landfill”, track que finaliza a espetacular jornada da artista, é o encerramento perfeito para um melancólico retrato do que significa estar vivo. “Eu poderia construir um aterro de sonhos que abandonei” é apenas o início de uma trágica história que, de certa maneira, finaliza o senso de não-pertencimento discutido pela cantora em “Been To The Mountain”, entendendo que a desistência é, por vezes, o melhor caminho para seguir em frente – por mais que as marcas existem. Aqui, os mesmos instrumentos mencionados nos parágrafos acima aparecem, mas são rearranjados de modo quase metamórfico, garantindo que cada uma das dez música seja distinta e evoque um sentimento diverso.

Strays é um poderoso e sólido álbum que merece lugar na sua playlist e que, a cada revisitação, mostra algo novo. O próprio título, cuja tradução para o português é desgarrados, revela o que esperar do compilado uma montanha-russa efervescente que traduz, por meio da música, a psique humana em si e o fato de que existir não é uma tarefa fácil.

Nota por faixa:

1. Been To The Mountain – 5/5
2. Light Me Up, feat. Mike Campbell – 4/5
3. Radio, feat. Sharon Van Etten – 5/5
4. Change Of Heart – 5/5
5. County Road – 5/5
6. Time Machine – 3/5
7. Hell In The Heartland – 5/5
8. Anytime You Call, feat. Lucius – 5/5
9. Lydia – 5/5
10. Landfill – 5/5

Crítica | L’immensità: Penélope Cruz vive um casamento abusivo em problemático melodrama

Penelope Cruz appears in L’Immensità by Emanuele Crialese, an official selection of the Spotlight program at the 2023 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2023

É impossível assistir L’immensità e não se assustar com a exagerada exposição corporal de uma criança de cinco anos. Inexplicavelmente, Emanuele Crialese faz uso de ângulos e enquadramentos constrangedores, que destacam no centro da tela uma garotinha seminua.

O chocante “detalhe” da direção do cineasta italiano – que aparece em três ocasiões específicas – é desconfortável, desnecessário e compromete até mesmo a premissa original do drama, que é desenhar o escapismo infantil como uma metáfora para a dor de seus protagonistas. Aqui, uma mãe e seus três filhos lutam contra os abusos de um pai e esposo ausente.

Luana Giuliani and Penelope Cruz appear in L’Immensità by Emanuele Crialese, an official selection of the Spotlight program at the 2023 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute

Toda a mensagem de L’immensità se perde nesses três closes específicos – que visam mostrar o cotidiano da relação entre essa mãe dona de casa e seus filhos. Mas ao deliberadamente se furtar da responsabilidade de proteger a integridade de uma atriz mirim, o Crialese evidencia um problema crônico na indústria cinematográfica, que é a exploração e adultização da infância, sob a premissa de se fazer “arte”.

Indignante, os rápidos momentos – estranhamente ignorados por outros membros da imprensa – fazem com que o filme se auto destrua, invalidando todo o seu valor sentimental e o retrato da pureza pueril. E segurando essa batida narrativa de família desestruturada está Penélope Cruz, que faz das tripas coração em um filme que, por ser melodramático demais, ainda beira o piegas e blasé.

Luana Giuliani, Maria Chiara Goretti and Patrizio Francioni appear in L’Immensità by Emanuele Crialese, an official selection of the Spotlight program at the 2023 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute

Em tese, a trama tem seu valor e quando não explora a inocência de uma pequena garota, é capaz de nos cativar a reter nossa atenção. Mas a verdade é que de filmes como L’immensità, Hollywood está cheia. Com um roteiro que abusa dos tropos estereotípicos e tenta trazer uma conversa sensível sobre identidade de gênero – mas falha miseravelmente -, o longa não consegue ser memorável.

Marcado por uma direção duvidosa e por um conceito artístico comum, nada em L’immensità faz a experiência realmente valer a pena – principalmente diante das péssimas escolhas do diretor. Não fosse por Cruz, que emana profundidade em tela, Emanuele e sua pseudo alegoria juvenil seriam apagadas pelos tempo, como de fato merecem. Trazendo referências à cultura italiana e se apoiando em uma estética delicada e em uma belíssima fotografia solar, o longa italiano é uma boa ideia, executada por alguém que eu pensaria duas vezes antes de deixar se aproximar de uma criança novamente.

Artigo | ‘As Aventuras de Tintim’, de Steven Spielberg, é uma ótima e nostálgica aventura para ver em família

Na década de 1920, mais precisamente quando o mundo chegava a um profundo e impactante divisor de águas com a Grande Depressão, o artista belga Hergé firmava o seu nome como um renomado escritor e literário. Além de ter produzido inúmeras obras bastante influenciadas pelos romances urbanos europeus, incluindo os assinados por Daniel Defoe e Alexandre Dumas, o também quadrinista ganhou um público fidedigno a seu trabalho quando lançou, durante quase cinco décadas, a série de jornadas mirabolantes intitulada As Aventuras de Tintim – e tal franquia fez tamanho sucesso que sofreu inúmeras adaptações para a televisão, chamando a atenção de um nome relativamente conhecido dentro da indústria cinematográfica: Steven Spielberg.

Levando em consideração toda o seu extenso currículo e sua inegável paixão por narrativas do gênero – incluindo as franquias de sucesso mundial Jurassic Park’ e Indiana Jones’ -, realizar essa adaptação fílmica seria um prato cheio para o cineasta, e eventualmente ele se entrega de corpo e alma para arquitetar uma das animações mais divertidas e alucinantes dos últimos anos, combinando uma estética emocionante única e que já foi vista em suas investidas mais dramáticas e pesarosas, ao mesmo tempo em que permitiu-se fundir a uma perspectiva inocente e, em sua maior parte, satisfatória. Em suma, Spielberg retorna para uma zona de conforto dentro da qual tem todos os elementos para ousar como bem quiser sem estender-se demais em um caminho caprichoso sem volta e manter-se fiel à sua própria identidade cênica.

A trama principal gira em torno do personagem-título, um jovem jornalista conhecido no mundo inteiro por resolver os mais instigantes crimes envolvendo objetos místicos, tesouros enterrados e uma luta constante pela sobrevivência. Aqui, Tintim (Jamie Bell) acaba acidentalmente mergulhando em uma jornada que cruza os sete mares ao adquirir uma réplica exata do Licorne, galeão escocês que naufragou sob circunstâncias misteriosas e nunca mais foi visto, em um mercado de pulgas. Já com esse breve prólogo, sentimo-nos em um cosmos que recria a sociedade europeia pós-Depressão, com um crescente sentimento de esperança que é ressaltado pela paleta de cores viva e pela fotografia bem iluminada e difusa, e ao mesmo tempo sistematiza uma bolha única para os incríveis personagens que serão apresentados.

Após estranhos acontecimentos que envolvem tentativas incessantes de terceiros em adquirir a relíquia, o jornalista e repórter percebe que está lidado com um mistério secular ao descobrir que aquele navio na verdade carregava uma fortuna inestimável que se perdeu com o tempo e que está sendo procurada por caçadores de recompensas e figuras sórdidas – incluindo o charmoso e misterioso Professor Sakharine (Daniel Craig), um magnata que está disposto a tirar quem for necessário do caminho para atingir seus objetivos. Apesar da atmosfera maniqueísta, os personagens são tratados com uma sublima honra quando pensamos no material original – e Spielberg encontra margens para torná-los sedutores, complexos e obscuros ao mesmo tempo. Sakharine, por exemplo, carrega um semblante mórbido por trás de toda a sua pompa, e é acompanhado por cores mais ambíguas, como o vinho, o vermelho e o preto. Tintim, por sua vez, representando o arquétipo do herói justiceiro, é adornado com a segurança e a audácia do azul e do verde, dialogando com sua personalidade voraz e um tanto quanto rebelde.

A história em si parte de um pré-conceito que traz sua conclusão antes mesmo de começar. Afinal, levando em consideração de que ambas as partes da narrativa estão em busca do mesmo tesouro, as duas tentarão ou se eliminar ou estar um passo à frente da outra – o mesmo do mesmo, colocando em palavras cruas. Mas é o núcleo desse naturalmente desequilibrado roteiro que traz o brilho de originalidade necessário para cativar o público – e digo com toda certeza que esse excessivo capricho parte do storytelling de um dos nomes responsáveis por adaptar os quadrinhos às telonas: Steven Moffat. Em conjunto com Joe Cornish e Edgar Wright, Moffat provavelmente sofreu algumas aparadas necessárias para impedir que seu incrível trabalho em séries como Doctor Who’ e Sherlock’ tivessem uma cópia, mantendo-se nos trilhos para não saturar o trabalho de Hergé além da conta. E mesmo com o escopo aventuresco, não podemos deixar de perceber algumas impossibilidades além da conta no filme.

Ainda que ceda a alguns clichês, não podemos tirar mérito dos incríveis dubladores. Bell e Craig trazem momentos de glória e não passam despercebidos durante o longa, mas é Andy Serkis e toda a sua versatilidade vocal que roubam grande parte das sequências ao encarnar o hilário Capitão Haddock. Partindo de uma linhagem que está relacionada ao Licorne, tal personagem não apenas funciona como uma peça-chave para a compreensão da histórica rixa entre dois dos piratas mais temidos dos sete mares e para o descobrimento da fortuna perdida, mas também insurge como um escape cômico divertidíssimo – e por vezes escatológico – que previne a rendição fílmica de manter-se em constante drama vazio. Serkis é o grande responsável por fazê-lo funcionar, deixando suas marcas e seus trejeitos ao longo do caminho de modo conciso e memorável.

Spielberg conhece muito bem o material com o qual trabalha e aproveita essa inclinação ao impossível para ousar na direção. Além das incríveis transições entre os atos, os flashbacks e a oscilação entre a trama principal e uma subtrama tão adorável e envolvente quanto, o cineasta mostra mais uma vez seu incrível domínio acerca da linguagem cinematográfica e reafirma uma habilidade que já vimos em obras predecessoras: a muito bem-vinda utilização de planos-sequência. E tal construção imagética encontra um ápice magnífico no final do segundo ato, cuja ambientação é levada para as planícies desérticas de Bagghar e mergulhada em uma brincadeira entre as estreitas ruas da cidadela e a fluidez da câmera que as torna praticamente expansivas em grau exponencial.

Ainda que Tintim’ peque no quesito roteiro, essa aventura levada aos cinemas sem dúvida alguma deixa resquícios nostálgicos em quem a assistir, não apenas por representar mais um acerto na carreira de um fantástico diretor, mas também por resgatar pequenos elementos do auge do Cinema e configurá-los com uma roupagem nova e que vale a pena de ser acompanhada.

‘Extraordinária’: Série do Star+ sobre super-heróis ganha novo trailer promocional; Confira!

Star+ divulgou recentemente o novo trailer promocional de Extraordinária, sua nova série sobre super-heróis.

A produção tem estreia marcada para o dia 25 de janeiro na plataforma de streaming.

Confira:

A série foi criada por Emma MoranToby McDonaldJennifer SheridanNadira Amrani entram como diretores.

A trama é ambientada em um mundo onde todos desenvolvem um poder em seu aniversário de 18 anos, menos Jen. Ela está fazendo 25 anos e ainda está esperando conseguir o próprio. Morando em um apartamento compartilhado no leste de Londres com a melhor amiga Carrie, o namorado de Carrie, Kash, e um gato secretamente talentoso chamado Jizzlord, ela se sente incapaz de conseguir grandes coisas, e se vê presa em um emprego sem futuro em uma loja de festas enquanto ocasionalmente sai com Luke, um jovem esquisito que tem a habilidade de voar.

Máiréad Tyers estrela como Jen. Sofia OxenhamBilal HasnaLuke RollasonSiobhan McSweeneyRobbie GeeSafia Oakley-GreenNed Porteous completam o elenco.

‘Godzilla II: Rei dos Monstros’ já está disponível no Prime Video!

A sequência Godzilla II: Rei dos Monstros já está disponível no catálogo do Prime Video.

A produção foi lançada no último dia 20 de janeiro na plataforma de streaming.

Nesta continuação, que se passa cinco anos após Godzilla’, os integrantes da agência Monarch precisam lidar com a súbita aparição de vários monstros, incluindo Mothra, Rodan e Ghidorah. Enquanto buscam uma aliança com o próprio Godzilla a fim de garantir o equilíbrio da Terra, os humanos acabam fazendo parte de uma grande disputa por poder protagonizada por titãs.

Relembre o trailer:

O filme foi dirigido por Michael Dougherty.

O filme trouxe Kyle ChandlerVera FarmigaMillie Bobby BrownBradley WhitfordSally HawkinsCharles DanceThomas Middleditch e outros ao elenco.

‘RuPaul’s Drag Race’: Assista ao ICÔNICO lip-sync do episódio 15×04; Confira!

Cuidado: spoilers à frente.

A WoW e a MTV divulgaram um novo vídeo promocional da 15ª temporada do aclamado reality de competição ‘RuPaul’s Drag Race’, mostrando o icônico lip-sync do 4º episódio.

As irmãs gêmeas SugarSpice ficaram nas piores colocações da semana em virtude do trabalho decepcionante no Jogo das Imitações. Ambas dublaram a canção “You Better Run”, de Pat Benatar, e Sugar foi eliminada.

Confira:

Lembrando que o próximo episódio será exibido no dia 27 de janeiro.

A vencedora do Grammy Ariana Grande é uma das juradas convidadas do novo ciclo, bem como Janelle MonáeHayley KiyokoAmandla StenbergAli WongHarvey GuillénJulia GarnerMaren MorrisMegan StalterOrville Peck também irão aparecer nos episódios.

As novas participantes são: Robin FierceMistress Isabelle BrooksSalina EsTittiesMarcia Marcia MarciaSasha ColbyPrincess PoppySpiceSugarLoosey LaDucaLuxx Noir LondonAnetraAura MayariJaxAmethystIrene Dubois e Malaysia Babydoll Foxx.

Confira os cartazes individuais:

RuPaul retorna como apresentadora do programa.

Além disso, foi divulgado um vídeo apresentando as novas queens.

Assista:

‘Me Assuste’: Terrir com Ava Cash, de ‘The Boys’, já está disponível na HBO Max!

O terror ‘Me Assuste’ (Scare Me), estrelado por ninguém menos que Ava Cash (a Tempesta de ‘The Boys’), chegou ao serviço do Shudder em 2020 e, quase três anos depois, foi lançado no Brasil.

A comédia de terror foi disponibilizada ontem, 21 de janeiro, na plataforma da HBO Max.

Relembre o trailer:

O filme é escrito e dirigido por Josh Ruben.

Durante uma queda de energia, dois estranhos contam histórias de terror um para o outro. Conforme Fred e Fanny se comprometem com seus contos, mas reais as histórias ficam, ganhando vida dentro de uma cabana em Catskills. Os horrores da realidade se manifestam quando Fred confronta seu maior medo: Fanny é uma contadora de histórias melhor que ele.

Ruben, Chris ReddRebecca Drysdale completam o elenco.

‘That ’90s Show’: Vídeo nos leva aos bastidores da nova série da Netflix; Confira!

That ’90s Show‘, sequência da comédia clássica ‘That ’70s Show‘, finalmente chegou ao catálogo da Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo promocional nos levando aos bastidores da série.

Confira:

A nova série começa em 1995, com Leia Forman, filha do Eric e da Donna, visitando seus avós (novamente interpretados por Kurtwood Smith e Debra Jo Rupp) em Point Place, Wisconsin, onde ela amadurece com uma nova geração de adolescentes “sob o olhar atencioso da Kitty e do Red”. Sexo, drogas e rock ’n roll nunca morrem, mas suas roupagens mudam.

Relembre o trailer:

Topher Grace, Laura Prepon, Ashton Kutcher, Mila Kunis e Wilmer Valderrama fazem participações especiais na produção, reprisando seus papéis na série original.

O único membro do elenco principal que não retorna é Danny Masterson, que interpretou Hyde, enquanto se prepara para ser julgado por várias alegações de agressão sexual.

Bonnie Turner e Terry Turner, criadores da série original, são responsáveis pelo roteiro e também entram como produtores executivos.

Gregg Mettler é o showrunner da nova versão.

“Eu não fazia ideia”, diretor de ‘Megan’ revela que ficou surpreso após a dancinha TikTok da boneca viralizar [EXCLUSIVO]

Quando o trailer de ‘M3GAN‘ foi lançado, a cena em que a boneca faz uma dancinha TikTok antes de sair para matar viralizou na internet.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o diretor Gerard Johnstone revelou que ficou surpreso que o icônico momento agradou.

“Tem tantas coisas malucas neste filme. No momento em que aquele número de dança aparece nós já tínhamos tantas coisas loucas e incomuns. E pensei: ‘como podemos levar
isso ainda mais longe?’ E foi por isso que fizemos. Eu não posso falar muito da mecânica de como fizemos, porque queremos fazer um mistério, mas tivemos um artista muito talentoso que fez aquilo para nós e foi um dia muito divertido de filmagem. E você imaginou que aquela cena viralizaria? Eu não fazia ideia. Quando eu fiz… Quando eu tive a ideia de fazer esta dança foi algo que me fez rir, mas eu não tinha certeza se as pessoas achariam estúpido ou se foi uma má ideia. Então ver a cena ser abraçada pelo mundo

Assista as entrevistas e siga o CinePOP no YouTube:

O filme já está em exibição nos cinemas.

A trama acompanha Gemma (Allison Williams), uma brilhante roboticista de uma empresa de brinquedos que usa inteligência artificial para desenvolver uma boneca realista programada para ser a maior companheira de uma criança e a maior aliada dos pais. Quando Cady (Violet McGraw), sua sobrinha órfã, vai morar com ela, Gemma pega um protótipo da boneca para testar e as consequências são aterrorizantes.

O filme é dirigido por Gerard Johnstone.

Jenna Davis e Ronny Chieng completam o elenco.

M3GAN

(M3GAN)

Elenco:

Jenna Davis
Allison Williams
Ronny Chieng

 

Direção:  Gerard Johnstone

Gênero: Terror

Duração: 102 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: R$ 20 milhões

Estreia: 19 de Janeiro de 2023

Sinopse: 

M3GAN‘ segue Gemma, uma brilhante roboticista de uma empresa de brinquedos que usa inteligência artificial para desenvolver uma boneca realista programada para ser a maior companheira de uma criança e a maior aliada dos pais. Quando a sobrinha órfã vai morar com ela, Emma pega um protótipo da boneca para testar e as consequências são aterrorizantes.

Crítica: 

Crítica | ‘MEGAN’ é divertido e perspicaz, mas pode decepcionar quem espera um filme de terror…

Curiosidades: 

‘MEGAN’: Terror da Blumhouse conquista 94% de aprovação no RT; Confira as reações!

» Trailer ASSUSTADOR de ‘M3gan’, terror de James Wan, é exibido na CinemaCon

Entrevistas:

Trailer:

Cartazes: 

 

Fotos: 

Babilônia

(Babylon)

 

Elenco:

Margot Robbie
Brad Pitt
Tobey Maguire
Li Jun Li

 

Direção: Damien Chazelle

Gênero: Drama

Duração: 189 min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: US$ 60 milhões

Estreia: 19 de Janeiro de 2023

Sinopse: 

Babilônia‘ retrata histórias de ambições e excessos desmedidos de figuras do cinema em uma jovem Hollywood no período de transição dos filmes mudos para os falados. Além de Nellie La Roy, acompanhamos também Diego Calva como Manny Torres, um imigrante mexicano que faz pequenos trabalhos em sets e sonha com uma carreira na indústria cinematográfica, e Brad Pitt como o astro do cinema mudo Jack Conrad. Ambos os atores compartilham com Margot Robbie indicações ao Globo de Ouro e ao Critics’ Choice Awards. Além disso, o longa está indicado à categoria de Melhor Filme de Comédia ou Musical.

Crítica: 

Crítica | Babilônia: Dramédia de Damien Chazelle é uma homenagem à opulência frenética da Hollywood dos anos 20

Curiosidades: 

» Margot Robbie substituiu Emma Stone no drama histórico do vencedor do Oscar Damien ChazelleBabylon.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

 

Fervo

 

Elenco:

Felipe Abib
Georgianna Goes
Rita Von Hunty

 

Direção:  Felipe Joffily

Gênero: Comédia

Duração: 96 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: R$ 6 milhões

Estreia: 19 de Janeiro de 2023

Sinopse: 

Três fantasmas irreverentes ficam presos em uma casa e assombram os novos moradores na tentativa de finalizarem sua missão na Terra. Quando um casal de arquitetos se muda para o casarão e decide fazer uma reforma, descobrem que o local havia sido uma casa de festas chamada “Fervo” e passam por uma série de mal-entendidos com os antigos proprietários fantasmas.

Crítica: 

Crítica | ‘Fervo’ é uma divertida e cândida comédia sobre a vida e a morte

Curiosidades: 

» Thiago Gadelha, de ‘Tá no Ar: A TV na TV‘, assina o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Chef Jack – O Cozinheiro Aventureiro

 

Elenco:

Danton Mello

 

Direção: Guilherme Fiúza Zenha

Gênero: Animação

Duração: 80 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 19 de Janeiro de 2023

Sinopse: 

A trama segue o cozinheiro Jack, um cara de bom coração, mas com uma pitada de excesso de confiança. Ele é um dos prodígios da Culinária de Aventura e viaja o mundo todo atrás dos ingredientes mais raros para completar suas receitas únicas. Contudo, as coisas azedam para o lado de Jack após cometer um grave erro em um prato e sua reputação virar uma piada. Para dar a volta por cima e provar para o mundo inteiro que ele ainda é o maior chef aventureiro da atualidade, ele só tem uma saída, participar da maior competição de culinária de aventura do mundo: a Convergência de Sabores! O que Jack pensava ser uma tarefa fácil, acaba se tornando um grande desafio e ele terá que aprender a trabalhar em equipe com o novato pouco confiante, o sonhador Leonard. Será que Jack vai conseguir deixar o orgulho de lado e, junto com Leonard, ganhar a competição?

Crítica: 

Crítica | Chef Jack: O Cozinheiro Aventureiro – Animação 100% Nacional Para a Galerinha Ligada nos Reality

Curiosidades: 

» O filme é uma coprodução com a Pixel Produções e a Ciclus, com codistribuição entre a Sony Pictures e a Cineart;

» Roger Keesse assina o roteiro da produção;

Trailer:

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