Site Página 2896

‘Homem de Aço 2’: Henry Cavill publica vídeo de treinamento e indica seu retorno

O ator Henry Cavill publicou um vídeo de seu treinamento para retornar a um famoso papel, indicando que ele voltará a interpretar o Superman em breve.

“Trabalhando no Super Bumbum! Se você votar em mim no Teen Choice Awards (link na biografia) e eu acabar ganhando, então você pode ou não vê-los em uma roupa apertada azul muito mais cedo! Mas totalmente provavelmente.”, afirmou.

Durante uma entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para promover ‘Missão Impossível – Efeito Fallout‘, o diretor Christopher McQuarrie revelou que toparia dirigir Homem de Aço 2‘… com UMA CONDIÇÃO.

Assista um trecho da entrevista, que será divulgada na íntegra em JULHO:

Novos rumores apurados pelo El Fanboy Podcast, a Warner estaria considerando lançar a sequência Homem de Aço 2’ em 2020. Apesar da informação, tudo ainda é considerado um rumor.

Caso se confirme, a produção deve começar já em meados de 2019.

Tanto Matthew Vaughn quanto Christopher McQuarrie, que trabalharam recentemente com Henry Cavill em ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout’, já demonstraram interesse em dirigir o filme, mas nenhum nome foi confirmado até o momento.

‘Flashpoint’: Repórter sugere que filme solo do Flash está “morto”

Warner Bros. deixa os heróis mais coloridos no Blu-ray de ‘Liga da Justiça’ 

Zumbilândia 2: Atire Duas Vezes

(Zombieland 2: Double Tap)

 

Elenco:

Jesse Eisenberg – Columbus
Emma Stone – Wichita
Bill MurrayBill Murray
Zoey Deutch – Madison
Woody Harrelson – Tallahassee
Abigail Breslin – Little Rock
Dan AykroydDan Aykroyd
Avan Jogia – Berkeley

 

Direção:  Ruben Fleischer

Gênero: Aventura, Suspense

Duração: 100 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 50 milhões

Estreia: 24 de Outubro de 2019

Sinopse: 

Uma década depois de ‘Zumbilândia‘ se transformar em um hit cult, o elenco original (Woody Harrelson, Jesse Eisenberg, Abigail Breslin e Emma Stone) se reúne ao diretor Ruben Fleischer (Venom) e roteiristas Rhett Reese & Paul Wernick (Deadpool) para ‘Zumbilândia: Atire duas vezes‘. Na sequência, esses quatro caçadores devem seguir através do hilário caos que se espalhou desde a Casa Branca até o coração do país, para novamente combater os novos tipos de zumbis que evoluíram desde o primeiro filme; e também lidar com alguns sobreviventes humanos. Mas, acima de tudo, eles devem lidar com os problemas de relacionamento que surgem em seu sarcástico e improvisado núcleo familiar.

Crítica | Zumbilândia 2 é um dos raros casos que a sequência é ainda melhor que o original (Nota: 8.0)

Crítica em Vídeo: 

Curiosidades: 

» O longa é dirigido por Ruben Fleischer, mesmo diretor de ‘Venom‘. O roteiro é assinado pela dupla responsável por ‘Deadpool‘, Rhett Reese e Paul Wernick, além de Dave Callaham. O filme chega aos cinemas do Brasil no dia 24 de outubro

»  ‘Zumbilândia 2‘ conta com a participação de dois dos Caça-Fantasmas originais: Bill Murray e Dan Aykroyd.

 

Trailer:

Cartazes: 

 

Fotos: 

Depois a Louca Sou Eu

 

Elenco:

Débora Falabella

Yara de Novaes

Gustavo Vaz

Duda Batista

Romulo Arantes Neto

Evandro Mesquita

 

Direção: Julia Rezende

Gênero: Comédia Dramática

Duração: 100 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 25 de Fevereiro de 2021

Sinopse: 

Jovem, intensa e autêntica, Dani só queria levar uma vida normal. Mas, desde criança, vive em descompasso com seu mundo. Enquanto encanta a todos com o talento que a torna uma brilhante escritora, ela tenta de todas as formas controlar seus medos e constantes crises de ansiedade.

Crítica | Depois a Louca Sou Eu – Débora Falabella é o destaque em nova comédia dramática (Nota: 7.0)

Curiosidades: 

» O longa foi selecionado para a Mostra Brasil da 43ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo;

» Interpretada por Débora Falabella, a personagem vive em descompasso com o mundo e tenta levar uma vida normal apesar das crises de ansiedade que a acompanham desde a infância.

» O elenco também conta com Yara de Novaes, Gustavo Vaz, Duda Batista, Rômulo Arantes Neto, Evandro Mesquita, Cristina Pereira, Debora Lamm e Beatriz Oblasser;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

 

Emma Watson defende as pessoas trans: “Te amamos por quem você é”

Após J.K. Rowling ser acusada de transfobia nas redes sociais devido a uma série de posts, a atriz Emma Watson, que interpretou Hermione Granger em todos os oito filmes da série ‘Harry Potter‘, veio a publico defender as pessoas trans.

“As pessoas trans são o que dizem ser e merecem viver suas vidas sem serem constantemente questionadas ou informadas de que não são quem dizem ser. Quero que meus seguidores trans saibam que eu e tantas outras pessoas ao redor do mundo te vemos, te respeitamos e te amamos por quem você é.”

Nos últimos dias, Rowling voltou a realizar comentários polêmicos sobre gênero e sexualidade, dizendo com todas as palavras que “se sexo não é real, não há atração pelo mesmo sexo. Se sexo não é real, a realidade das mulheres é apagada. Eu conheço e amo as pessoas trans, mas apagar o conceito de sexo remove a habilidade de muitas pessoas poderem discutir sobre suas vidas. Não é ódio se eu digo a verdade. A ideia de que mulheres como eu, que foram empáticas com as pessoas trans por décadas, odeiam as pessoas trans porque elas acreditam que sexo é real é absurda.”

Não demorou muito para que várias pessoas começassem a se posicionar contra o tóxico comportamento da autora, incluindo os astros da franquia Harry Potter. Agora, em uma tentativa de se defender, Rowling publicou uma carta aberta em seu site oficial.

Confira abaixo a tradução na íntegra:

“Essa não é uma carta fácil de escrever, por razões que logo se mostrarão claras, mas sei que é momento de me explicar acerca de um tema cercado de toxicidade. Eu escrevi isso sem qualquer intenção de acrescentar mais toxicidade.

Para as pessoas que não sabem: em dezembro do ano passado, fiz um tuíte em apoio a Maya Forstater, uma especialista em impostos que havia perdido seu trabalho por postagens ‘transfóbicas’. Ela levou seu caso para um tribunal trabalhista, pedindo para que o juiz julgasse se uma crença filosófica que sexo é determinado pela biologia é protegido pela lei. O Juiz Taylor disse que não.

Meu interesse em temas trans é pré-datado ao caso de Maya por quase dois anos, durante o qual acompanhei os debates sobre conceitos de identidade de gênero de perto. Conheci pessoas trans, li vários livros, blogs, artigos de pessoas trans, especialistas de gênero, pessoas interssexuais, psicólogos, especialistas, trabalhadores sociais e doutores, e segui o discurso online e em mídia tradicional. Em certo nível, meu interesse nesse tema tem sido profissional, pois estou escrevendo uma série criminal, ambientada nos dias de hoje, e minha detetive protagonista é de uma idade que se interessa e que é afetada por isso; mas em um nível pessoal também, como irei explicar.

Durante todo o tempo que vim pesquisando e aprendendo, acusações e ameaças de ativistas trans começaram a aparecer em meu Twitter. Tudo isso foi engatilhado por uma ‘curtida’. Quando comecei a me interessar em identidade de gênero e discussões transgêneras, comecei a tirar fotos de comentários que me interessavam, como modo de me lembrar o que deveria pesquisar mais tarde. Em uma ocasião, eu, sem percebi, apertei o botão de ‘curtir’ em vez de tirar uma foto. Aquela única ‘curtida’ foi evidência de pensamentos errôneos e um persistente baixo nível de assédio começou.

Meses depois, eu aumentei meu crime ao seguir Magdalen Burns no Twitter. Madgalen foi uma jovem e corajosa feminista e lésbica que estava morrendo em virtude de um tumor cerebral. Eu a segui porque gostaria de entrar em contato com ela diretamente, o que consegui. Entretanto, visto que Magdalen foi uma grande credora da importância do sexo biológico e não acreditava que lésbicas deveriam ser chamadas de fanáticas por não namorarem mulheres trans com pênis, os pontos se juntaram nas cabeças das ativistas trans, e o nível de abuso social aumentou.

Eu menciono tudo isso apenas para explicar que eu sabia perfeitamente o que iria acontecer quando eu apoiei Maya. Eu deveria estar no meu quarto ou quinto cancelamento na época. Eu esperava as ameaças de violência, que me diriam que eu ‘estava literalmente matando pessoas trans com meu ódio’, de ser chamada de vadia e, é claro, por meus livros serem chamados, apesar de um homem particularmente abusivo me disse que iria compostá-los.

O que eu não esperava, nas consequências do meu cancelamento, era uma avalanche de e-mails e cartas que choveram em mim, a maioria das respostas positivas, agradecidas e apoiadoras. Eles vieram de uma seção de pessoas gentis, empáticas e inteligentes, algumas trabalhando em campos que lidavam com disforia de gênero e pessoas trans, com preocupações profundas sobre o modo que os conceitos sociopolíticos estão influenciando a política, as práticas médicas e salvaguardas. Eles estão preocupados sobre os perigos para as pessoas jovens, gays e sobre a erosão de direitos de mulheres e garotas. Acima de tudo, estão preocupados sobre um clima de medo que não fará bem a ninguém – principalmente a juventude trans.

Eu havia me afastado do Twitter por vários meses tanto antes quanto depois de tweetar em apoio a Maya, porque eu sabia que não estava fazendo bem para minha saúde mental. Eu apenas retornei, porque queria compartilhar um livro infantil gratuito durante a pandemia. Imediatamente, ativistas que claramente acreditam ser bons, progressistas e gentis, assolaram minha timeline, acreditando no direito de policiar meu discurso, me acusar de ódio, me chamar de misoginia, me insultar e, acima de tudo – como qualquer mulher envolvida nesse debate saberá -, de TERF.

Se você não sabia – e por que deveria? -, ‘TERF’ é um acrônimo criado por ativistas trans que significa Feministas Radicais Trans-Excludentes. Na prática, uma seção considerável e diversa de mulheres estava sendo chamada de TERFs e a grande maioria nunca nem foram feministas radicais. Exemplos das chamadas TERFs variam da mãe de um jovem gay que estava com medo de que seu filho quisesse fazer a transição para escapar do preconceito homofóbico, para uma idosa histérica anti-feminista que jurou nunca mais voltar ao Marks & Spencer porque estavam permitindo que qualquer homem que se identificava como mulher entrar no provador feminino. Ironicamente, feministas radicais nem ao menos são trans-excludentes – elas incluem homens trans em seu feminismo, porque nasceram mulheres.

Mas essas acusações foram o bastante para intimidar muitas pessoas, instituições e organizações que outrora admirava, que se acovardaram ante a táticas infantiloides. ‘Eles irão nos chamar de transfóbicos!’. ‘Eles irão dizer que eu odeio pessoas trans!’. E depois, vão dizer que têm pulgas? Falando como uma mulher biológica, várias pessoas em posições de poder realmente precisam criar coragem”. [aqui, Rowling faz uma piada de mal gosto com a expressão “grow a pair”, dizendo que “é algo literalmente possível, de acordo com as pessoas que dizem que peixes-palhaço provam que humanos não são uma espécie dismórfica”.]

“Então por que estou fazendo isso? Por que falar? Por que não fazer minha pesquisa quietamente e manter minha cabeça abaixada?

Bom, eu tenho cinco razões em ficar preocupada com esse novo ativismo trans, e decidi que preciso falar.

Primeiramente, eu tenho um fundo de caridade focado em aliviar de privações sociais na Escócia, com ênfase em particular em mulheres e crianças. Dentre outras coisas, meu fundo apoia projetos para prisioneiras e para sobreviventes de abusos sexual e doméstico. Eu também financio pesquisas médicas sobre esclerose múltipla que se comporta de maneiras diferentes em homens e mulheres. Ficou claro para mim, há algum tempo, que o novo ativismo trans está tendo (ou deve ter, se todas as demandas forem atendidas) um impacto em várias das causas que apoio, porque está forçando uma erosão da definição legal de sexo e substituindo-o por gênero.

A segunda razão é que sou uma ex-professora e a fundadora de uma caridade para crianças, o que me dá interesse tanto em educação quanto em segurança. Assim como vários, eu tenho preocupações sobre os efeitos do movimento trans em ambos.

A terceira é que, por mais que seja uma autora banida, estou interessada em liberdade de expressão e tenho defendendo-a publicamente, mesmo no tocante a Donald Trump.

A quarta é onde as coisas começam a ficar pessoais. Estou preocupada sobre essa gigantesca explosão em mulheres jovens que querem fazer a transição e também sobre os números crescentes daqueles que des-transicionam (retornam para seu sexo original), porque se arrependem de ter feito algo que, em alguns casos, alteraram seus corpos irrevogavelmente, e tirado sua fertilidade. Alguns dizem que eles decidem transicionar depois de perceberem que têm atração pelo mesmo sexo, e que transicionar é parte movida pela homofobia, seja pela sociedade ou pela família.

A maioria das pessoas provavelmente não estão cientes – eu certamente não estava, até começar a pesquisar sobre isso – que, dez anos atrás, a maioria das pessoas querendo transicionar para o sexo oposto eram homens. A taxa agora foi revertida. O Reino Unido teve um aumento de 4400% de garotas desejando fazer o tratamento. Garotas autistas são fortemente representadas nesses números.

O mesmo fenômeno foi visto nos Estados Unidos. Em 2018, a pesquisadora e médica Lisa Littman foi explorar mais sobre isso. Numa entrevista, ela disse:

‘Pais online estavam descrevendo um padrão bastante incomum de identificação transgênera, na qual vários amigos e até mesmo grupos inteiros de amigos se identificavam como transgêneros ao mesmo tempo. Eu estaria errada se não considerasse contágio social e influências como fatores potenciais’.

Littman mencionou o Tumblr, o Reddit, o Instagram e o YouTube como fatores contribuintes para a Rápida Disforia de Gênero, na qual acredita que, no âmbito da identificação transgênera, ‘a juventude veio crescendo particularmente através de câmaras de eco’.

Seu artigo causou um furor. Ela foi acusada de viés ideológico e de espalhar informações falsas sobre pessoas transgênero, sujeita a um tsunami de abusos e uma campanha para descreditar tanto ela quanto seu trabalho. A revista tirou o artigo da internet e o reviu antes de republicá-o. Entretanto, sua carreira teve uma queda similar à sofrida por Maya Forstater. Lisa Littman ousou desafiar um dos pilares do ativismo trans, que é a concepção de identidade de gênero como inata, assim como a orientação sexual. Ninguém, os ativistas insistiram, poderia ser persuadido em ser trans. 

O argumento de vários ativistas trans é que, se você não deixar um adolescente com disforia de gênero transicionar, eles irão se matar. Em um artigo explicando o motivo de ter saído de Tavistock (clínica de gênero na Inglaterra), o psiquiatra Marcus Evans declarou que a ideia de crianças se matando caso não pudessem transicionar, não se ‘alinham substancialmente com quaisquer dados ou estudos na área. Nem mesmo se alinham com os casos que encontrei ao longo de décadas como psicoterapeuta’.

Os escritos de um jovem homem trans revelam um grupo de pessoas notavelmente sensíveis e sagazes. Quanto mais lia sobre suas declarações acerca de disforia de gênero, com descrições sobre ansiedade, dissociação, transtornos alimentarem, automutilação e ódio, mais me perguntava se, caso eu nascesse trinta anos mais tarde, eu também iria transicionar. A tentação de escapar da feminilidade seria grande. Eu lidei com um severo TOC quando adolescente. Se eu tivesse encontrado uma comunidade online que não conseguia encontrar em meu ambiente imediato, eu acredito que seria persuadida em me transformar no filho de meu pai que ele abertamente dizia que teria preferido.

Quando leio sobre a teoria de identidade de gênero, me lembro o quão mentalmente sem sexo eu me sentia. Eu lembrava das descrições de Colette sobre ser uma ‘hermafrodita mental’, e as palavras de Simone de Beauvoir: ‘é perfeitamente natural para a mulher do futuro se sentir indignada com as limitações impostas sobre seu sexo. A verdadeira questão não é se ela deve rejeitá-los, mas sim entender o motivo de aceitá-los’.

Visto que não tinha uma possibilidade realística de me tornar homem nos anos 1980, foram os livros e a música que me ajudaram a lidar com problemas de saúde mental e escrutínio sexual e julgamento que coloca várias garotas contra seus corpos quando adolescentes. Felizmente, para mim, encontrei meu próprio senso de alteridade, e minha ambivalência sobre ser uma mulher, refletida no trabalho de escritoras mulheres e musicistas que me garantiram que, apesar de tudo o que um mundo sexista tenta falar sobre o corpo feminino, não há problema em não se sentir compatível dentro de sua cabeça; não há problema em se sentir confusa, na escuridão, sexual ou não-sexualmente incerta de quem ou do que você é.

Eu quero ser bastante clara aqui: sei que transicionar será uma solução para alguns casos de disforia de gênero, ainda que eu esteja clara, através de uma extensa pesquisa, que estudos mostraram consistentemente que entre 60% e 90% de adolescentes com disforia de gênero irão crescer fora de sua disforia. De novo, me pediram para ‘apenas conhecer algumas pessoas trans’. Eu fiz isso: além de conhecer vários jovens, todos adoráveis, conheço uma mulher que se descreve como transsexual que é mas velha que eu e maravilhosa. Apesar de ser aberta sobre seu passado como um homem gay, eu sempre achei difícil pensar como ela como qualquer pessoa além de uma mulher, e acredito (e espero) que ela esteja feliz por ter transicionado. Ser mais velha, entretanto, a fez passar por um processo longo e rigoroso de avaliação, psicoterapia e transformação por etapas. A explosão atual do ativismo trans está urgindo por uma remoção de quase todos os sistemas robustos, através dos quais os candidatos a reatribuição de gênero devem passar. Um homem que não pretende passar por cirurgia e não tomar hormônios pode garantir a si mesmo um Certificado de Reconhecimento de Gênero e ser uma mulher respaldada pela lei. Muitas pessoas não têm ciência disso.

Estamos vivendo no período mais misógino que já presenciei. Nos anos 1980, eu imaginava que minhas filhas futuras caso eu tivesse alguma, teriam muito mais do que eu tive, mas entre o backlash feminista e uma cultura saturada de pornografia, acredito que as coisas ficaram piores. Nunca vi uma mulher denegrida e desumanizada como vejo hoje. Do líder de um mundo livre com uma triste história de assédio sexual e seu orgulho em dizer ‘pegá-las pela vagina’, até o movimento dos celibatários involuntários que se volta contra as mulheres que não vão transar com eles, para as ativistas trans que declaram que TERFs merecem apanhar e serem re-educadas, homens nesse espectro político parecem concordar: mulheres estão pedindo por problemas. Em todo lugar, mulheres estão sendo mandadas para calar a boca e sentar.

Eu li todos os argumentos sobre feminilidade não residir no corpo sexual, e as asserções que mulheres biológicas não têm experiências comuns, e eu os vejo, também, como profundamente misóginos e retrógrados. É claro também que um dos objetivos de negar a importância do sexo é erodir que o que alguns parecem enxergar como uma ideia segregacionista e cruel de que as mulheres têm suas próprias realidades biológicas ou – ameaçador do mesmo jeito – realidade unificadoras que as transformam em uma classe política coesa. As centenas de e-mails que recebi nos últimos dias prova que essa erosão preocupa vários outros. Não é o bastante para mulheres serem aliadas ao movimento trans. Mulheres devem aceitar e admitir que não há diferenças entre elas e as mulheres trans.

Mas várias mulheres me disseram antes que ‘mulher’ não é uma fantasia. ‘Mulher’ não é uma ideia na mente de um homem. ‘Mulher’ não é um cérebro cor de rosa, um receptáculo de Jimmy Choos ou qualquer das outras ideias sexistas que agora são ditas como progressistas. Além disso, a linguagem ‘inclusiva’ que chama as mulheres de ‘menstruadoras’ e ‘pessoas com vulvas’ diminui e desumaniza tantas mulheres do mesmo modo. Eu entendo o motivo das ativistas trans considerarem essa linguagem apropriada e gentil, mas para nós que fomos humilhadas por homens violentos, não é neutro, é hostil e alienável.

O que me traz para a quinta razão pela qual estou profundamente preocupada com as consequências do atual ativismo trans.

Estive no olho público por quase vinte anos e nunca falei publicamente sobre ser abusada doméstica e sexualmente. Não é por que tenho vergonha do que aconteceu a mim, mas sim porque é traumático revisitar e relembrar. Eu também me sinto protetora sobe minha filha do primeiro casamento. Não queria custódia completa de uma história que pertence a ela, também. Entretanto, um tempo atrás, eu a perguntei como ela se sentiria caso fosse a público falar sobre essa parte da minha vida, e ela me encorajou a seguir em frente.

Estou mencionando essas coisas agora não numa tentativa de gerar empatia, mas sim de solidariedade quanto ao número gigante de mulheres que têm histórias como a minha, que foram chamadas de intolerantes por tem preocupações sobre espaços de um sexo apenas.

Eu consegui escapar do meu primeiro casamento violento com certa dificuldade, mas agora estou casa com um homem bom e com princípios, segura e protegida de modos que não imaginava nem em um milhão de anos. Entretanto, as cicatrizes deixadas pela violência e pelo abuso sexual não desaparecem, não importa o quão amada você seja, e não importa o quanto de dinheiro você tenha. Meu nervosismo perene é uma piada familiar – e até eu sei que é engraçada -, mas rezo que minhas filhas nunca tenham as mesmas razões que tenho de odiar barulhos altos, ou ser surpreendida por pessoas atrás de mim.

Se você pudesse entrar em minha cabeça e compreender o que eu sinto quando leio sobre uma mulher trans morrendo nas mãos de um homem violento, encontraria solidariedade e afinidade. Eu tive uma sensação visceral do terror pelo qual essas mulheres trans passaram os últimos segundos na Terra, porque tive momentos do mais puro e cego medo, quando percebi que a única coisa me mantendo viva era a hesitação do meu agressor.

Acredito que a maioria das pessoas que se identificam como trans não apenas representem zero ameaça para outros, mas são vulneráveis pelos motivos que escrevi. Pessoas trans precisam e merecem proteção. Como as mulheres, são mais suscetíveis a serem assassinada por parceiros sexuais. Mulheres trans que trabalham na indústria do sexo, particularmente mulheres trans de cor, são um risco em particular. Assim como qualquer outro sobrevivente de abuso doméstico e sexual que conheço, sinto empatia e solidariedade com mulheres trans que foram abusadas por homens.

Então, eu quero que as mulheres trans sejam protegidas. Do mesmo modo, não quero que garotas e mulheres [cisgênero] fiquem menos seguras. Quando você abre as portas dos banheiros e provadores para qualquer homem que acredita ou que se sente como uma mulher – como eu disse, certificados de confirmação de gênero podem ser entregues sem qualquer necessidade de cirurgia ou hormônios -, então você abre as portas para qualquer homem que queira entrar. É a mais pura verdade.

No sábado de manhã, li que o governo escocês está seguindo em frente com seus controversos planos de reconhecimento de gênero, que irão, no geral, significar que tudo do que um homem precisa para ‘se tornar uma mulher’ é dizer que é uma. Para usar uma palavra bastante contemporânea, fui ‘engatilhada’. Presa por ataques impiedosos de ativistas trans nas redes sociais, quando estava apenas tentando dar um feedback para as crianças sobre as imagens que fizeram para meu livro durante a quarentena, eu passei a manhã do sábado em um lugar bastante conturbado na minha cabeça, conforme memórias sobre abusos sexuais que sofri em meus vinte e poucos anos voltavam constantemente. O abuso aconteceu em um lugar e em uma época de pura vulnerabilidade, e um homem se aproveitou da oportunidade. Não consegui me livrar dessas memórias e vi o quão difícil era conter minha raiva e decepção acerca do modo que meu governo está brincando com a segurança das mulheres e das garotas.

Na noite de sábado, olhando as imagens das crianças antes de ir para a cama, esqueci a primeira regra do Twitter – nunca, nunca esperar uma conversa com nuances – e reagi acerca do que senti ser uma linguagem degradante sobre as mulheres. Falei sobre a importância do sexo, e venho pagando o preço desde então. Eu fui transfóbica, fui uma puta, fui uma vadia, uma TERF, eu mereci ser cancelada, apanhar e morrer. ‘Você o próprio Voldemort’, disse uma pessoa, claramente sentindo que essa seria a única linguagem que entenderia.

Seria muito mais fácil tuitar as hashtags aprovadas – porque é claro que os direitos trans são direitos humanos e é claro que vidas trans importam. Há felicidade, alívio e segurança na conformidade. Como Simone de Beauvoir também escreveu, ‘… sem dúvida é mais confortável aguentar uma servidão cega do que trabalhar para a libertação de alguém; os mortos, também, são bem melhor vestidos na Terra do que os vivos’.

Números exorbitantes de mulheres são justificavelmente aterrorizadas pelos ativistas trans; sei disso, porque várias entraram em contato comigo para contar suas histórias. Elas estão com medo de doxxing, de perder seus empregos e meios de subsistência e da violência.

Mas infinitamente desagradável que seja esse alvejamento sobre mim, eu me recuso a abaixar a cabeça para um movimento que acredito que está causando demonstráveis ações para erodir ‘mulher’ como uma classe política e biológica, e oferecendo refúgio para predadores como alguns antes disso. Eu me coloco ao lado de homens e mulheres, gays, héteros e trans, que estão unidos pela liberdade de expressão e pensamento, e pelos direitos e pela segurança dos mais vulneráveis em nossa sociedade: jovens gays, adolescentes frágeis e mulheres que se respaldam em seus espaços de sexo. Votações mostram que essas mulheres são a grande maioria, e excluir apenas os privilegiados e sortudos de nunca terem enfrentando violência sexual dos homens, e que nunca se importaram em se reeducar o quão prevalente é.

A única coisa que me dá esperança é que as mulheres que podem protestar e se organizar estão fazendo isso, e elas têm alguns homens decentes e pessoas trans ao lado delas. Partidos políticos que tentam acalmar as vozes mais altas nesse debate estão ignorando as preocupações das mulheres sobre seus riscos. No Reino Unido, mulheres estão se unindo de lados opostos da mesma moeda, preocupadas sobre a erosão de seus direitos e a intimidação generalizada. Nenhuma das mulheres com as quais conversei odeia pessoas trans; pelo contrário. Muitas delas começaram a se interessar nesses temas por causa da juventude trans, e são bastante compreensivas acerca de adultos trans que querem apenas viver suas vidas, mas estão enfrentando backlash de um tipo de ativismo com o qual não concordam. A ironia suprema é que a tentativa de silenciar as mulheres com a palavra ‘TERF’ podem ter levado mais mulheres jovens em direção ao feminismo radical do que o movimento viu nas últimas décadas.

A última coisa que queria dizer é essa. Eu não escrevi esse artigo na esperança de que alguém toque um violino para mim, nem mesmo um pequenininho. Sou extraordinariamente afortunada; sou uma sobrevivente, certamente não uma vitima. Mencionei meu passado apenas porque, assim com qualquer outro ser humano no planeta, tenho uma história completa, que molda meus medos, meus interesses e minhas opiniões. Nunca esqueço a complexidade interior quando crio um personagem ficcional e eu certamente nunca esquecerei quando falamos de pessoas trans.

Tudo o que peço – tudo o que quero – é uma empatia similar, um entendimento similar, que seja expandido para as milhões de mulheres cujo único crime foi querer que suas preocupações fossem ouvidas, sem receber ameaças e abusos”.

Através do site The Trevor Project, que representa uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de informar e prevenir o suicídio entre jovens LGBTs, o ator Daniel Radcliffe rebateu os comentários transfóbicos que Rowling fez no Twitter, ressaltando a importância de defender e apoiar a comunidade trans.

“Eu percebi que certos portais de notícias provavelmente irão querer indicar uma briga entre eu e a J.K. Rowling, mas esse não é o caso e nem é importante no momento. Enquanto ela é responsável pelos rumos que a minha vida tomou, eu, que tenho sido honrado em trabalhar com o Projeto Trevor na última década, sinto que devo dizer algo. Mulheres transgênero são mulheres. Qualquer declaração contrária a isso apaga a identidade e dignidade das pessoas trans e vai contra o indicado pelos profissionais da saúde que têm muito mais domínio no assunto do que eu e a J.K. Rowling. De acordo com o The Trevor Project, 78% de pessoas transgêneros e não-binárias são discriminadas por causa de sua identidade de gênero. Nós precisamos fazer mais para apoiar essas pessoas, não invalidar suas identidades e não causar mais mal a elas.”

Essa não é a primeira vez que Rowling se envolve em polêmicas do tipo. E apesar de afirmar que não é contra a liberdade de gênero, ela já admitiu que é leitora de sites anti-trans.

Há alguns anos, ela também foi duramente criticada por compartilhar trechos de entrevistas tentando minimizar a luta da comunidade transgênero.

Lembrando que seu novo livro infantil, intituladoO Ickabog, já está disponível oficialmente em português.

Os primeiros cinco capítulos já revelados podem ser lidos em português aqui.

Segundo a autora, a ideia surgiu há muito tempo e foi contada para seus dois filhos mais novos capítulo por capítulo por todas as noites até que ela conseguisse terminá-la. A decisão de finalmente publicá-lo veio com o anúncio do lockdown, como forma de manter as crianças entretidas.

O Ickabog será publicado gratuitamente no site através de iterações e ao longo das próximas sete semanas – de acordo com informações, “um capítulo (ou dois, ou três) por vez. Não é Harry Potter e é uma história totalmente diferente”.

Ao todo, a narrativa é composta por 34 partes, com a versão física programada para lançamento em novembro de 2020.

Além disso, Rowling está promovendo um concurso em que as crianças terão a chance de ilustrar o livro. Os editores ficarão responsável pelo resultado final e 34 dos melhores desenhos (um por capítulo) serão inclusos na versão final.

‘Liga da Justiça’ de Zack Snyder tem um “final inovador”, revela Kevin Smith

Kevin Smith, que trabalhou como consultor e quadrinista da DC, revelou ao podcast do Fatman Beyond que já assistiu a versão de Zack Snyder de ‘Liga da Justiça‘ e não achou que o final do filme é um “beco sem saída”.

“O final do Snyder Cut está bem longe de ser um beco sem saída. Ele vai nos levar para um final inovador, por assim dizer, mas não é um beco sem saída. Pelo que eu vi, a história pode sim continuar”. 

O chefe da DC Films, Walter Hamada, revelou ao The New York Times que a versão de Zack Snyder não faz parte do “novo projeto da DC Films” e os executivos do estúdio descrevem a versão HBO Max da ‘Liga da Justiça‘ “como um beco sem saída, uma rua que não leva a lugar nenhum.”

Em outras palavras, as chances de uma sequência, desdobramentos ou esse corte do filme influenciar outras histórias são mínimas. Isso não é muito surpreendente e pode explicar por que tem havido rumores de um seguimento possivelmente assumindo a forma de uma história em quadrinhos (provavelmente escrita por Snyder com arte da Editora DC Jim Lee).

O Snyder Cut de Liga da Justiça‘ será lançado em março do ano que vem na HBO Max.

A nova versão será um evento dividido em quatro partes e com duração de quatro horas (o que faz com que cada “capítulo” tenha uma hora de exibição).

Conforme Snyder prometeu, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue e a introdução de Iris West (Kiersey Clemons) ao DCEU.

Confira o trailer e as imagens promocionais:

Christian Bale irreconhecível como o vilão Gorr em fotos de ‘Thor: Amor e Trovão’

‘Thor: Amor e Trovão’ ganhou novas imagens dos bastidores, que mostram o visual de Christian Bale como o antagonista Gorr, o Carniceiro dos Deuses.

Confira:

O diretor e roteirista Taika Waititi revelou que o longa-metragem é tão insano que “não deveria ser feito”.

“Bom, entre eu e você e os leitores, eu fiz várias coisas insanas na minha vida. Eu vivi dez vidas diferentes. Mas esse é o filme mais bizarro que eu já fiz. Se você separasse todos os elementos desse filme, não deveria fazer sentido. É como se quase não deveria ser feito. Se você entrasse em um quarto e disesse: ‘eu quero isso e isso e isso’. Quem está nele? Esse tipo de pessoa. Do que vamos chamá-lo? ‘Amor e Trovão’. Digo, você nunca iria trabalhar de novo. Talvez eu não vá, depois disso”.

Lembrando que o filme tem estreia prevista para em 06 de maio de 2022.

O elenco é formado também por Chris Hemsworth (Thor), Tessa Thompson (Valquíria), Natalie Portman (Jane Foster/Poderosa Thor), Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Vale lembrar que Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

‘Venom: Tempo de Carnificina’ ganha data de estreia na HBO Max do Brasil

Venom: Tempo de Carnificina‘ já tem data para estrear no streaming aqui no Brasil.

A HBO Max anunciou que o filme chega no catálogo no dia 23 de Abril.

Confira:

A sequência ultrapassou a bilheteria do primeiro filme nos EUA, apesar da pandemia. O filme alcançou a marca de US$ 213,517 milhões nos EUA. O primeiro filme foi lançado em 2018 e arrecadou US$ 213,515 milhões por lá.

No mercado internacional, foram US$ 289.5 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou impressionantes US$ 502 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica em vídeo:

 

TRETA! Disney DESMENTE a executiva demitida Victoria Alonso e diz que seu posicionamento é “lamentável”

No começo da semana, veio a público a demissão da produtora executiva da Marvel Studios, Victoria Alonso, que deixou a companhia após 17 anos de contribuição.

Deixando claro para Bob Iger, Kevin Feige e todos na Disney que ela não vai ficar quieta, a produtora indicado ao Oscar contratou os serviços da advogada Patty Glaser, que soltou um polêmico comunicado oficial afirmando que Victoria foi demitida por que produziu o filme ‘Argentina, 1985‘ para o Prime Video – quebrando seu contrato com a Disney.

“A ideia de que Victoria foi demitida por causa de um punhado de entrevistas à imprensa relacionadas a um projeto de paixão pessoal sobre direitos humanos e democracia que foi indicado ao Oscar e no qual ela recebeu a bênção da Disney para trabalhar é absolutamente ridícula. Victoria, uma latina gay que teve coragem de criticar a Disney, foi silenciada. Então ela foi demitida quando se recusou a fazer algo que acreditava ser repreensível. A Disney e a Marvel tomaram uma decisão muito ruim que terá sérias consequências. Há muito mais nessa história e Victoria a contará em breve – em um fórum ou outro.”, afirmou o comunicado.

A Disney respondeu o comunicado e desmentiu Victoria.

“É lamentável que Victoria esteja compartilhando uma narrativa que deixa de fora vários fatores importantes sobre sua saída, incluindo uma indiscutível quebra de contrato e uma violação direta da política da empresa”, disse um porta-voz da Disney ao Deadline esta noite. “Continuaremos desejando a ela o melhor para o futuro e agradecendo por suas inúmeras contribuições para o estúdio.” 

Alonso ingressou na Marvel em 2006 como chefe de efeitos visuais e pós-produção,
e esteve envolvida no lançamento do ‘Homem de Ferro‘, como co-produtora. Ela foi promovida a Produtora Executiva em 2012, a partir de ‘Os Vingadores‘.

Seus créditos mais recentes incluem vários filmes e séries incluindo mais recentemente ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, ‘Thor: Amor e Trovão‘ e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, além de séries como ‘Loki‘ e ‘Ms. Marvel‘.

Recentemente, ela esteve envolvida como produtora do filme ‘Argentina, 1985‘, que recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Filme Internacional.

Série de suspense ARREBATADORA com Nicole Kidman no Prime Video; Assista a crítica!

Os dois primeiros episódios de ‘Expats‘, minissérie de suspense estrelada por Nicole Kidman, Sarayu Blue e Ji-young Yoo, já estão disponível no catálogo do Prime Video e o editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo.

Primorosa, a série consegue te conquistar com uma trama densa e poderosa.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

A trama da minissérie se desenrola em 2014, situada em Hong Kong, e segue a vida entrelaçada de três mulheres que se veem conectadas por meio de uma tragédia inesperada. 

Além de Nicole Kidman, o elenco de conta com Jack Huston, Brian Tee, Tiana Gowen, Bodhi del Rosario e Blessing Mokgohloa.

Inspirada no best-seller de sucesso “The Expatriates”, escrito por Janice Y. K. Lee, a minissérie está programada para consistir em seis episódios. A mente criativa por trás da série é Lulu Wang, aclamada diretora conhecida por seu trabalho em ‘A Despedida‘, que não apenas criou a série, mas também estará dirigindo o projeto.

 

Saiba QUANTO Ryan Reynolds e Hugh Jackman ganharam com ‘Deadpool e Wolverine’

O aguardado filme Deadpool & Wolverine arrecadou US$ 1,33 bilhão, trazendo de volta os astros Ryan Reynolds e Hugh Jackman nos icônicos papéis dos heróis. Além de conquistar o público, o longa também revelou números impressionantes sobre os salários dos astros principais.

O ShowBiz Galore divulgou que o filme, com um orçamento de US$ 200 milhões, um dos mais altos da atualidade, gerou lucros milionários para seus protagonistas.

Ryan Reynolds, que retorna como o irreverente mercenário tagarela, embolsou nada menos que US$ 30 milhões.

Hugh Jackman, de volta ao papel de Wolverine após uma breve aposentadoria, recebeu US$ 20 milhões.

Mas não foram apenas os protagonistas que tiveram uma boa remuneração. A atriz brasileira Morena Baccarin, que interpreta a apaixonada Vanessa, recebeu US$ 800 mil. Emma Corrin, a vilã do longa, embolsou US$ 550 mil.

Outros nomes do elenco, como Rob Delaney (US$ 600 mil), Leslie Uggams (US$ 350 mil), Karan Soni (US$ 400 mil) e Matthew Macfadyen (US$ 300 mil), também foram bem remunerados.

Lembrando que com 407 críticas publicadas até o momento, o aguardado ‘Deadpool & Wolverine‘ recebeu 78% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes – a média mais baixa da franquia.

Para termos de comparação, os dois primeiros filmes conquistaram uma média de aprovação de 85% e 84% no site agregador de críticas, respectivamente.

O consenso geral destaca o tom divertido e violento da produção, mas alguns especialistas reclamaram a dependência do filme em nostalgia e participações especiais.

rt

Separamos os trechos das principais críticas:

“Dirigido com entusiasmo por Shawn Levy, este filme é um sonho hiperativo que reúne dois dos melhores personagens da Marvel e um elenco de apoio que deixará os nerds espumando pela boca.” (Times UK)

“Há uma diferença entre se apoiar em referências e fazer um filme que seja genuinamente engraçado, emocionante, enérgico e inovador. Quase sempre, ‘Deadpool e Wolverine’ parece trabalhar em oposição direta em ambos aspectos.” (Globe and Mail)

“‘Deadpool e Wolverine’ faz um trabalho surpreendentemente eficaz ao convencer seu público de que este é um filme sobre nostalgia de personagens amados, quando na verdade é apenas uma ponte entre a produção de uma empresa para a outra.” (Vanity Fair)

“‘Deadpool e Wolverine’ não só entrega a equipe do século, mas também o melhor filme da Marvel em cinco anos.” (Solzy at the Movies)

“Apesar de ser ridícula até mesmo para os padrões dos super-heróis, a história consegue se manter mais ou menos coerente.” (Boston Globe)

“Assim como nos filmes anteriores, aqueles que não suportam o Deadpool ou que não estão familiarizados com a mitologia dos filmes da Marvel irão detestar completamente. O resto estará no céu.” (The Daily Beast

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Shawn Levy e Emma Corrin revelaram como eles acham que ‘Deadpool e Wolverine‘ vai salvar o multiverso da Marvel.

“Agora todo mundo fala sobre o cansaço dos super-heróis. Acho que talvez haja fadiga do multiverso, isso eu acho. E acho que um antídoto é comentar sobre isso. E o verdadeiro presente de um filme como Deadpool é que você conversa com a cultura. Você está contribuindo para a cultura e comentando sobre a cultura. E piadas como a nossa piada
do multiverso, mesmo quando estamos fazendo um filme que utiliza o multiverso. Essa é a diversão de fazer um filme de Deadpool.”, afirmou Levy.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Crítica | ‘Truque de Mestre – O 3º Ato’ devolve a mágica que a franquia pede em uma aventura deliciosa

Quando eu era criança, abriu uma lojinha de mágica na minha cidade. Eu ia todo dia para conhecer cada um dos ítens e ficava encantado, mas perplexo por não conseguir descobrir como aquela mágica era feita. Investigativo desde pequeno, eu tive que desembolsar uma grana para comprar o truque dos três copinhos, aquele que eles fazem um objeto sumir depois de embaralhar os copos. Eles só ensinavam se você comprasse. E claro, eu comprei. Depois que você aprende o truque, ele não tem mais o mesmo impacto, mas você descobriu como funciona a engenhagem.

Com a franquia Truque de Mestre é a mesma coisa. O primeiro filme foi muito inteligente e inventivo, mas o segundo transformou as mágicas em um festival de CGI inexplicável. A mágica perdeu a graça por ser muito surreal, afinal, crescemos com o Mister M explicando os truques e tudo tem que parecer real para encantar.

Eis que esse terceiro filme consegue ser mais pé no chão e trazer mágicas que não pareçam apenas truque de edição, e foi aí que o filme me conquistou. Aí, e com a adição da sempre maravilhosa Rosamund Pike no elenco, nossa ‘Garota Exemplar‘ preferida.

A continuação da franquia desafia os ilusionistas em um truque que vai envolver a joia mais valiosa do mundo. Os Quatro Cavaleiros, interpretados por Eisenberg, Harrelson, Franco e Fisher, estão de volta com uma nova geração de ilusionistas e uma história cheia de reviravoltas, mágicas e surpresas.

Desta vez, eles precisam desmontar um esquema criminoso e antigo de uma família que vende diamantes e tem segundas intenções.

A trama é deliciosa e consegue inserir o telespectador na aventura, coisa que o segundo filme falhou em fazer, na minha opinião.

A direção é de Ruben Fleischer (‘Venom’), um diretor de altos e baixos, mas que entrega filmes incríveis quando está inspirado, como ‘Zumbilândia‘. E ele estava inspirado aqui. Contando com um elenco espetacular, que traz o retorno de Isla Fisher, esquecida no segundo filme, a aventura decola.

Temos ainda os sempre ótimos Jesse Eisenberg, Woody Harrelson, Dave Franco e Morgan Freeman, e a pertinente adição de Ariana Greenblatt, Dominic Sessa e Justice Smith como um novo grupo de jovens mágicos.

Mas como eu disse, é Rosamund Pike que dá o charme para o filme, com uma vilã interessante e cheia de camadas.

O resultado é mágico. Um filme que sabe brincar muito bem com seus truques e criar uma aventura digna de ser assisida nos cinemas. Um diamante raro.

Instinto Materno

A força do amor de uma mãe por seu filho é diferente de qualquer outra coisa no planeta. Ele não obedece lei ou piedade, ele ousa e extermina sem remorso tudo o que ficar em seu caminho. O ganhador do Urso de Prata, no concorrido Festival de Berlim do ano de 2013, Instinto Materno é um daqueles filmes impactantes, inteligentes, nu e cru, que deixarão os cinéfilos instigados do início ao fim. Partindo em uma jornada sentimental profunda, de uma relação nada prazerosa entre mãe e filho, o cineasta Calin Peter Netzer dirige com brilhantismo todas as cenas deste magnífico retrato familiar protagonizado por uma das melhores atrizes do mundo atualmente, Luminita Gheorghiu.

mystique

Na trama, acompanhamos a relação alvorotada entre Cornelia Keneres (Luminita Gheorghiu) e Barbu (Bogdan Dumitrache), mãe e filho que há tempos não se entendem. A rejeição profunda que Barbu tem pela sua mãe fica à prova quando esse é acusado pela morte de um jovem em um acidente de carro. Assim, Cornelia busca evitar a todo custo que ele seja indiciado por homicídio usando sua posição social e suas profundas relações com a alta sociedade romena.

Quem disse que as relações entre mãe e filho são que nem na maioria dos filmes blockbusters norte-americanos onde tudo são flores e os finais felizes se tornam eminentes? O trabalho de Calin Peter Netzer chega maneira avassaladora para mostrar outras verdades por trás desse relacionamento. O ponto principal dessa trama é exatamente o desdém que o filho tem pela sua mãe superprotetora que tenta a todo instante mandar nas ações e escolhas dele. Os árduos diálogos entre os dois, que aparecem constantemente no filme, são tensos e o público se vê envolvido do início ao fim por essa história. Talvez, por mostrar a realidade de muitas famílias e bater duro nas hipocrisias da sociedade, o filme absurdamente quase não teve espaço no minúsculo circuito carioca de cinema.

filmes_8483_Instinto-Materno-6

Pra quem não conhece o cinema romeno, corram para as locadoras urgentemente e aluguem 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias de Cristian Mungiu e A Morte do Sr. Lazarescu de Cristi Puiu. Ambos com participação de Luminita Gheorghiu. Essa, com mais essa espetacular atuação, se torna uma das grandes atrizes de sua geração. A mais Meryl Streep europeia, impressiona como domina cada sequência deste excepcional trabalho. Bravo!

Rio2C 2025 abre espaço para o poder das narrativas no audiovisual

Durante seis dias, o Rio de Janeiro será, mais uma vez, o cenário de um dos eventos mais relevantes da indústria criativa: o Rio2C. Com uma programação que abrange temas como música, mercado editorial, startups e audiovisual, o evento reunirá workshops, painéis, palestras e sessões de pitching com grandes nomes desses setores.

Na edição de 2025, o evento — já considerado por muitos o maior encontro de criatividade e inovação da América Latina — terá como destaque o poder das narrativas no audiovisual. Com a presença de conhecidos nomes do mercado nacional e internacional, o público poderá se aprofundar em debates relevantes sobre o cenário atual do audiovisual no Brasil e no mundo.

Entre as presenças internacionais dessa edição está Esther Garcia, produtora executiva da ‘El Deseo’ e uma das figuras mais influentes do cinema espanhol. Responsável pela produção de todos os filmes de Pedro Almodóvar, ela participará de uma mesa dedicada à força e aos bastidores do cinema autoral.

Já na palestra ‘Caminhos para o Oscar’, o público poderá acompanhar dois renomados produtores argentinos: Axel Kuschevatzky e Muriel Cabeza, responsáveis por sucessos internacionais amplamente reconhecidos pelo público brasileiro — entre eles, o aclamado longa-metragem O Segredo dos Seus Olhos.

Entre outros grandes nomes de fora do país que participarão do Rio2C 2025 estão Mary Livanos, executiva da Marvel Studios; Gandja Monteiro, diretora de episódios das séries Wandinha e The Witcher; Karen Fowler, vencedora de três prêmios Emmy; e Chris Brancato, roteirista e produtor norte-americano, criador da série Narcos.

Os talentos brasileiros também terão destaque e compartilharão suas experiências com o público do evento. Um exemplo é a mesa de debate ‘A Arte de Criar Vilões Inesquecíveis’, que abordará os personagens que amamos odiar e contará com a presença de Raphael Montes, um dos autores mais lidos do país.

No painel ‘Vozes Premiadas no Cinema’ irá ter o encontro entre diretores e diretoras independentes que vêm se destacando no mercado internacional, como Juliana Rojas, Petra Costa, Marianna Brennand e Marcelo Caetano.

O mundo do terror não foi esquecido e também terá espaço. Em ‘Terror: Gênero em Alta’ vai ser abordado o notável potencial criativo nacional e a significativa expansão do mercado brasileiro de terror. Estarão presentes nesse debate nomes como Rodrigo Aragão e Gabriela Amaral Almeida.

 

Pra quem curte saber sobre as novas tendências de mercado, dialogar em busca de soluções e aprender com quem vem conseguindo sucesso no audiovisual, este evento é um prato cheio!

O Rio2C 2025 acontece de 27 de maio a 01 de junho, na cidade das artes, no Rio de Janeiro.

Crítica | Power – Pílula do Superpoder da Netflix é melhor que Cloroquina

Medicamentos mágicos, também na ficção

Mesmo que nem sempre crie obras-primas, o megacolosso do audiovisual Netflix ao menos conta com a melhor das intenções na hora de aprovar seus projetos. De fato, até mesmo grandes nomes da sétima arte afirmam ter ganhado na parceria com o precursor dos streamings total liberdade criativa para confeccionar seus filmes como queriam, o que não estavam mais encontrando nos estúdios em lançamentos nos cinemas. Pelo acervo da Netflix já passaram pesos pesados como Martin Scorsese, os irmãos Coen e Spike Lee, por exemplo.

E com Power (Project Power), seu mais recente lançamento – que aporta na plataforma nesta sexta-feira, dia 14 de agosto – a produtora cria seu próprio universo de super-heróis, pronto para ser consumido pelos aficionados. Mas não apenas isso, na mistura ainda são adicionados elementos do cinema policial – como corrupção, traficantes, oficiais honestos e corruptos, e drama racial, resultando num sabor que mais agrada do que repele. A boa surpresa é que Power se mostra um filme de ação eficiente, repleto de efeitos especiais bem trabalhados e uma estética psicodélica insana que funciona muito a favor de sua narrativa. Ou seja, um prato cheio para quem curte o gênero – mesmo que seu roteiro por vezes se mostre demasiadamente simplista. Ah sim, não podemos esquecer as atuações inspiradíssimas de gente como Jamie Foxx (vencedor do Oscar por Ray), Joseph Gordon-Levitt e do nosso Rodrigo Santoro, que levam a brincadeira muito a sério.

Escrito pelo jovem romeno Mattson Tomlin (que em breve será um grande nome em Hollywood devido ao texto do vindouro The Batman), a trama apresenta uma realidade onde pílulas de “superpoderes” são produzidas e comercializadas clandestinamente. A coisa funciona assim: através do material genético dos mais variados animais exóticos, seus dons (como velocidade, camuflagem, força, e outros milagres da natureza) são inseridos nesta droga, ativando estas capacidades em cada usuário distinto. Ou seja, enquanto uns podem se disfarçar no ambiente como uma camaleão (se tornando invisíveis), outros absorvem fortes impactos como os rinocerontes, por exemplo. Cabe a cada um descobrir seu poder, ou até mesmo morrer ao ingerir a substância – é um jogo perigoso.

É claro que uma substância tão repleta de possibilidades, e incrivelmente perigosa, chama atenção de todo tipo de grupo de pessoas, e o item logo se vê nas ruas, vendido como drogas por traficantes. Assim encontramos nossa protagonista, a menina Robin (Dominique Fishback), que sonha em ser rapper, tem dificuldades com as figuras de autoridade no colégio e ganha a vida vendendo tais produtos ilícitos em becos. Sorte dela que tem a proteção do policial Frank (Joseph Gordon-Levitt), que a trata como uma irmã mais nova, cobrindo seus rastros e infrações. Pela premissa podemos notar que Tomlin usou como molde o livro de Alan Glynn, que virou o filme Sem Limites (2011), sobre uma pílula da “inteligência”, e acrescentou muito mais variáveis quanto ao que o medicamento poderia trazer a seu consumidor.

Completando a equação do elenco, Jamie Foxx é Art, um sujeito bad ass desesperado em descobrir o paradeiro e encontrar sua filha; e Rodrigo Santoro vive um dos baddies como o traficante que comercializa o MacGuffin que todos perseguem. O roteiro de Power é criativo, mas logo se estagna seguindo por um caminho previsível, no qual vemos exatamente aonde vai chegar com bastante antecedência. Mas Power conta mais por sua jornada, onde boas cenas consecutivas sem amontoam, seja através da interação dos personagens, seus relacionamentos críveis, bons diálogos, montagem eletrizante, trilha frenética e uma fotografia de deixar vidrado na tela – dona de cores vibrantes de neon. O design de produção é outro destaque.

Os elementos citados são crédito dos cineastas Henry Just e Ariel Schulman, dupla responsável por Nerve: Um Jogo Sem Regras (2016). Sua idealização para Power consegue sobressair ao que vem sendo feito na plataforma no quesito do escapismo e de entretenimento. Os chamados filmes pipoca. Não tente achar muita substância em Power, e assim você irá se divertir mais. Foxx e Levitt já apostaram no subgênero antes, variando em resultados (O Espetacular Homem-Aranha 2 e O Cavaleiro das Trevas Ressurge, respectivamente), mas aqui realmente mergulham em seus desempenhos, com a intensidade de um drama policial que busca prêmios. Muitos inclusive poderão apontar que seus empenhos são mais satisfatórios que o filme em si. Não seria um disparate. E quanto a nosso conterrâneo Rodrigo Santoro, o brasileiro número 1 em Hollywood na atualidade, entrega sua atuação com o inglês mais impecável da carreira, quase despido do sotaque latino. Além, é claro, de aparentar diversão a cada frame com o retrato de um vilão “Bondiano”.

Power tem como grande atrativo a capacidade de instigar, a cada virada tirando tensão de suas cenas, mesmo que deslize no terceiro ato – almejando a inevitável continuação. Um artifício esperado para este tipo de produção. No meio de uma constante enxurrada de superproduções que parecem cada vez mais massificadas, diferindo muito pouco umas das outras, é sem dúvidas louvável uma proposta que tente trilhar um caminho próprio, mesmo que nem sempre consiga se manter de pé por sua jornada. No fim das contas, como sempre, quem dirá se Power tem a força para um novo round é você, o fiel espectador deste novo expoente mundial, que vem mudando a forma como nos relacionamos com os filmes.

10 Blockbusters que Fracassaram recentemente nas bilheterias, mas são ótimos!

“Todo mundo sabem” que as bilheterias e as críticas de um filme nem sempre caminham juntas. Um filme pode fracassar financeiramente ou ser um fracasso de crítica – ambos são ruins e podem significar o fim de uma franquia, por exemplo, quando falamos de blockbusters. E um pode puxar sim o outro. Por exemplo, um filme que tenha recebido inúmeras críticas ruins, e um boca a boca negativo do público (e dos fãs), pode vir a se tornar um fracasso de bilheteria. Este foi o caso com o segundo ‘Coringa’, por exemplo – depois do filme original de 2019 ter feito mais de US$1 bilhão, e se tornado um sucesso mundial. Mas foi só as críticas do segundo filme começarem a surgir, com os fãs fazendo coro, e o longa se tornou um fiasco, colocando um fim em uma potencial franquia.

É claro que o oposto também ocorre. Vira e mexe temos blockbusters elogiados pela crítica e pelos fãs também, mas que o grande público simplesmente não dá a mínima em sair para apoiar nos cinemas, garantindo assim um fracasso financeiro – o que nos dias de hoje é bem mais letal. Dificilmente os investidores apostam novamente em um produto que não deu resultado financeiro, não importa o quão positivas foram as avaliações em torno dele. Pensando nisso, trazemos nessa nova matéria para você 10 filmes recentes que foram fracasso de bilheteria, mas que na verdade são ótimos. Confira.

Predador: Terras Selvagens

Começamos a lista com um longa bem recente, que esteve há pouco tempo em cartaz nos cinemas (na segunda metade de 2025). Esta é a continuação (de certa forma) de ‘Predador: A Caçada’ (2022), lançado direto para o streaming da Disney+. Foi a forma de o estúdio testar a popularidade da franquia nos novos tempos, e todos foram só elogios ao filme. Assim, os produtores resolveram lançar um novo filme, desta vez nos cinemas, e assim nasceu o ambicioso ‘Terras Selvagens’. Superprodução repleta de efeitos especiais, o longa ousa ao colocar o protagonismo desta vez na própria criatura caçadora. O filme custou US$105 milhões, mas retornou apenas US$184 milhões mundiais. Apesar disso, o novo ‘Predador’ soma 86% de aprovação da crítica, e 95% do público.

Thunderbolts*

Durante muito tempo a Marvel fez segredo em relação ao asterisco no título do longa. Hoje sabemos se tratar dos Novos Vingadores. O longa foi o mais elogiado dentro do subgênero de super-heróis em 2025, mas foi também o que menos retorno financeiro deu. Personagens desconhecidos do grande público em um filme sombrio e, de certa forma, diferente do esperado no gênero. Com orçamento de US$180 milhões, ‘Thunderbolts’ chegou perto, mas não conseguiu fazer sequer US$400 milhões, se comportando da mesma forma que ‘Adão Negro’, considerado um fracasso. A diferença foi a maneira como os críticos e o público viram o filme da Marvel. O longa tem 88% de aprovação dos críticos, e 93% do público. E em breve veremos os personagens novamente em ‘Vingadores: Doutor Destino’.

Furiosa – Uma Saga Mad Max

Mad Max – Estrada da Fúria’ (2015) entrou para a história como um dos melhores blockbusters dos últimos 20 anos. A prova disso foi sua indicação ao Oscar de melhor filme. Mas se formos olhar mais a fundo, apesar de todos os elogios e o prestígio, o filme não foi por assim dizer um fenômeno de bilheteria. Na sequência, o diretor George Miller visava pegar parte deste hype, entregando uma história focada em Furiosa, a personagem que roubou o show no filme anterior. O problema? As pessoas queriam era Charlize Theron no papel. Não rolou. O longa custou US$168 milhões e arrecadou apenas US$174 milhões mundiais. E apesar das críticas positivas (90% de aprovação da crítica e 88% do público), provavelmente não voltaremos a ver o universo de Mad Max nas telas tão cedo.

O Dublê

Os dois filmes mais injustiçados de 2024 foram ‘Furiosa’ e este ‘O Dublê’. Coincidentemente, ambos foram lançados praticamente na mesma época. ‘O Dublê’ merece muito mais atenção e carinho. Primeiro, porque foi o primeiro trabalho de dois astros envolvidos com o fenômeno que foi “Barbenheimer” – ou seja, era parte da estratégia para atrair a atenção do público. Ryan Gosling foi o Ken de ‘Barbie’ e Emily Blunt viveu a esposa escanteada do protagonista em ‘Oppenheimer’. E mais ainda, ambos foram indicados ao Oscar por seus papeis em tais filmes. Só isso já valeria a curiosidade dos fãs.

O filme possui um visual arrojado e é totalmente pop – além de falar dos bastidores do cinema em si (talvez isso tenha afastado um pouco as pessoas). E apesar de ser baseado em uma série dos anos 80, muitos sequer sabiam disso, com até a tradução em português evitando usar o título ‘Duro na Queda’ do original. ‘O Dublê’ (do mesmo diretor de ‘Deadpool 2’) custou US$130 milhões e arrecadou US$U$181 milhões – colocando um fim na potencial franquia, apesar das críticas positivas (82% de aprovação da crítica e 84% do público).

Dungeons & Dragons – Honra Entre Rebeldes

Nem mesmo os fãs de ‘Stranger Things’ e RPG foram o suficiente para gerar boa receita para este divertidíssimo blockbuster. Uma aventura medieval repleta de humor, que não se leva muito a sério, mas capricha na ação e efeitos especiais. Tudo bem, o que os fãs aqui no Brasil queriam mesmo era uma adaptação fiel do desenho ‘Caverna do Dragão’, que leva o título original também. Ao menos ganhamos a participação especial dos personagens em uma ceninha.

A verdade é que as gerações mais novas não conhecem o desenho e ele fez mais sucesso aqui no Brasil mesmo. Seja como for, o novo ‘Dungeons & Dragons’ tinha tudo para ser um sucesso e gerar uma franquia, mas o destino não quis assim. O filme custou US$150 milhões e arrecadou US$205 milhões ao redor do mundo. Os críticos pelo menos gostaram, com uma aprovação de 91%, e podemos dizer que com 92%, o público que se deu ao trabalho de assistir, gostou ainda mais.

A Mulher Rei

Este blockbuster poderia se chamar “empoderamento – o filme”. Quando o primeiro ‘Pantera Negra’ (2018) estreou nos cinemas, a guarda pessoal do rei de Wakanda, inteiramente formada por mulheres muito casca-grossa, roubou as atenções do filme. Assim, os produtores de ‘A Mulher Rei’ não perderam tempo, e resolveram, de certa forma, fazer seu próprio filme sobre essa guarda feminina do rei – mas sem usar Wakanda, é claro.

Comparações à parte, a verdade é que as guerreiras africanas conhecidas como Agojie são bastante reais, e foram elas quem inspiraram a criação na Marvel. Viola Davis comanda um elenco de peso, que ainda traz a sempre ótima Lashana Lynch. O filme é puro suco do bad-ass, mas com um orçamento de US$50 milhões, não conseguiu nem ao menos dobrar o valor nas bilheterias mundiais. Por outro lado, este é um dos filmes que guarda as melhores notas dos últimos anos, com 94% de aprovação da crítica, e 99% do público.

Era uma Vez um Gênio

Acima já falamos de um blockbuster do diretor australiano George Miller, o “pai” da saga Mad Max no cinema. Miller, que quase dirigiu a ‘Liga da Justiça’ nos anos 2000, andou meio sumido, mas voltou em grande estilo com ‘Mad Max – Estrada da Fúria’. No entanto, seus filmes seguintes, apesar de ótimos, elogiados pela crítica e queridos pelos fãs, infelizmente não foram assistidos por muita gente. Não foi só ‘Furiosa’ que flopou recentemente. Isso porque entre um Mad Max e outro, Miller entregou esse ‘Era uma vez um Gênio’ (título pavoroso em português que diminui a obra para algo infantil), uma produção subestimada de fantasia adulta, que fala entre outras coisas sobre desejo, solidão e amor. Idris Elba e Tilda Swinton dão show nesta obra que tem a cara do cinema alternativo. A crítica aprovou com 71% e o público gostou ainda mais com 73%. No entanto, quase ninguém assistiu, já que com orçamento de US$60 milhões, o filme arrecadou apenas US$20 milhões mundiais. Uma pena.

O Beco do Pesadelo

A saída para alguns grandes realizadores, infelizmente, é o streaming. Isso porque o público frequentador do cinema caiu bastante desde a pandemia. Para termos uma ideia, muita gente nunca mais voltou aos cinemas desde então, preferindo ficar em casa para assistir no streaming. Essa é a realidade atual. Assim, pesos-pesados como o mexicano Guillermo del Toro terminaram optando por fechar acordo com plataformas de streaming, para ter suas obras produzidas.

O cineasta fechou com a Netflix, e em 2025 entregou sua terceira obra junto à empresa com o elogiado ‘Frankenstein’. Isso porque seu último trabalho nos cinemas foi o excelente thriller à moda antiga ‘O Beco do Pesadelo’, com um grande elenco, de nomes como Bradley Cooper, Cate Blanchett, Rooney Mara e Willem Dafoe, mas que terminou às moscas. A superprodução adulta custou US$60 milhões e recuperou US$39 milhões mundiais. Esse foi um caso em que os críticos aplaudiram mais, com 80% de aprovação, já o público, apenas 68% de aprovação. O longa foi indicado ao Oscar de melhor filme.

Amor, Sublime Amor

Nem mesmo Steven Spielberg, considerado o maior diretor de todos os tempos, está à salvo do fracasso. Quando anunciou que iria fazer o remake do clássico absoluto do musical ‘West Side Story’, ou ‘Amor, Sublime Amor’, ninguém achou que seria uma boa ideia. O que acontece é que o original é um ícone irretocável, muito querido até hoje, e vencedor do Oscar. A história é uma espécie de ‘Romeu e Julieta’ moderno (para a década de 1960), que fala sobre o amor proibido de um rapaz e uma moça em meio à rivalidade de gangues de rua. O filme foi responsável por descobrir os talentos de Rachel Zegler e Ariana DeBose (que levou um Oscar por seu trabalho). A crítica e os fãs amaram tanto quanto o original, com 91% e 93% de aprovação respectivamente. Mas em matéria financeira, o blockbuster custou US$100 milhões e viu o retorno apenas de US$76 milhões mundiais.

O Último Duelo

Último item da lista, essa foi uma das mais recentes produções de Ridley Scott. O diretor estará para sempre cimentado no panteão dos grandes realizadores, graças a obras primas como ‘Alien’, ‘Blade Runner’ e ‘Gladiador’. Seus detratores, no entanto, dizem que Scott não entrega mais o nível de filmes que fazia no passado, e muitos apontam seu último grande trabalho como sendo ‘Perdido em Marte’, há uma década. Você concorda? Pode até ser, mas muitos colocariam ‘O Último Duelo’ nesse meio. É só olhar os 85% de aprovação dos críticos, e os 81% de aprovação dos fãs. O problema é que NINGUÉM viu o filme, ou melhor, poucas pessoas viram, garantindo assim seu fracasso. Com um orçamento de US$100 milhões, o filme fez ínfimos US$30 milhões mundiais, mesmo tendo Matt Damon e Ben Affleck no elenco (assinando o roteiro também), e Adam Driver e Jodie Comer como coadjuvantes.

Hilário! Michael Myers usa máscara de Donald Trump no trailer da paródia ‘President Evil’

O filme ‘President Evil‘ ganhou um trailer hilário! O longa é uma paródia de ‘Halloween‘, e mostra Michael Myers usando uma máscara de Donald Trump para assassinar as minorias.

Confira:

Dirigido por Richard Lowly, o terror será lançado em VOD no dia 31 de outubro.

Jose Rosete, Christian Hutcherson e Johanna Rae estrelam.

‘Caça-Fantasmas 3’: Paul Rudd está em negociações para se juntar ao elenco

De acordo com o Variety, Paul Rudd (‘Homem-Formiga‘) está em negociações finais para se juntar ao elenco de ‘Caça-Fantasmas 3‘, que servirá como sequência para a franquia original.

Sem muitos detalhes divulgados, o ator interpretará um professor no longa.

O novo filme será dirigido por Jason Reitman, filho do diretor do filme original, lançado em 1984.

Na trama, uma família se muda para uma cidade pequena onde eles descobrem mais sobre quem eles são.

Por enquanto, apenas Finn Wolfhard (‘It: A Coisa‘), Mckenna Grace (‘A Maldição da Residência Hill‘) e Carrie Coon (‘The Sinner‘) foram confirmados no elenco.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 10 de julho de 2020.

A Batida Perfeita

(The High Note)

 

Elenco:

Tracee Ellis Ross

Dakota Johnson

Bill Pullman

June Diane Raphael

 

Direção: Nisha Ganatra

Gênero: Musical

Duração: — min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: Direto em VOD

Sinopse: 

Grace Davis é uma superestrela com talento e ego nas alturas e Maggie é sua sobrecarregada assistente pessoal, que sonha desde pequena em ser uma produtora musical. Quando o agente de Grace faz uma inesperada proposta, Maggie e Grace criam um plano que poderá mudar as suas vidas para sempre.

Curiosidades: 

» O longa originalmente seria dirigido por Wanuri Kahiu;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Space Force’ é renovada para a 2ª temporada, mas passará for ‘mudanças criativas’

A Netflix renovou oficialmente a série ‘Space Force‘ para a 2ª temporada.

De acordo com o The Hollywood Reporter, o novo ciclo passará por uma “renovação criativa”. A produção será transferida de Los Angeles para Vancouver, em um esforço para reduzir os custos.

Além disso, Norm Hiscock (‘Brooklyn Nine-Nine’) se unirá à Greg Daniels como showrunner da série.

Criada por Craig Daniels (‘Upload, ‘The Office), a série é uma sátira ao presidente Donald Trump, que pretende criar uma força espacial como a sexta ramificação militar do país.

Estrelada por Steve Carell, a trama gira em torno do general Mark Naird, um militar que sonha em assumir o comando da Força Aérea dos EUA, mas acaba encarregado da recém-construída Força Espacial Americana. Depois de receber a tarefa, Naird precisa transformar o comando em um serviço respeitado e confiável, mas a missão é mais difícil do que ele esperava.

Além de Carell, o elenco conta com John MalkovichBen SchwartzDiana SilversTawny NewsomeJimmy O. Yang, Alex Sparrow, Noah EmmerichFred Willard, Jessica St. Clair Lisa Kudrow.

‘The Last Rite’: Exorcismo é documentado no teaser do terror; Assista!

O terror sobrenatural ‘The Last Rite‘ ganhou o primeiro teaser trailer.

Confira:

Leroy Kincaide é responsável pela direção.

Uma estudante de medicina que sofre com paralisia do sono se encontra atormentada por uma entidade demoníaca. Com o tempo se esgotando e a força das trevas consumindo-a por dentro, Lucy não tem alternativa a não ser buscar a ajuda de um padre local, mas o padre Roberts tem um dilema – ele obedece às ordens da igreja ou ajuda Lucy conduzindo seu próprio exorcismo contra a vontade da instituição?

Johnny Fleming, Bethan Waller e Tara Hoyos-Martinez estrelam a produção.

O terror está programado para estrear no Arrow Video FrightFest, mas ainda não há previsão de lançamento.

Um Broto Legal

 

Elenco:

Marianna Alexandre

Murilo Armacollo

Danillo Franccesco

 

Direção: Luiz Alberto Pereira

Gênero: Biografia

Duração: 94 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 16 de Junho de 2022

Sinopse: 

No final dos anos 50, Célia Campello é uma jovem de 16 anos em Taubaté, interior de São Paulo. Uma espécie de celebridade local, ela canta na rádio da cidade, onde tem um público cativo. Seu irmão, aspirante a cantor, acaba se mudando para São Paulo, onde é descoberto por um caça-talentos. Depois, será a vez dela. E esse é só começo da carreira daquela que ficou conhecida como Celly Campello, precursora do rock no Brasil, e responsável por hits como Banho de Lua e Estúpido Cupido.

Crítica | Um Broto Legal – O Filme Certo Para Quem Está Ansioso por ‘Elvis’

Curiosidades: 

» A produção conta a história da primeira cantora de rock nacional, Celly Campello;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Dead City’: Maggie e Negan retornam em novas imagens do spin-off de ‘The Walking Dead’; Confira!

A AMC divulgou as novas imagens oficiais da série derivada ‘The Walking Dead: Dead City‘, destacando o retorno de Maggie (Lauren Cohan) e Negan (Jeffrey Dean Morgan).

Confira:

Com previsão de estreia para abril de 2023, a trama vai acompanhar a dupla se aventurando numa Manhattan dominada por zumbis e sobreviventes que fizeram de Nova York um lugar cheio de anarquia, perigo, beleza e terror.

O roteiro fica por conta de Eli Jorné, que também assume as funções de co-produtor executivo e showrunner.

Essa será a quinta série oficial do universo de ‘The Walking Dead‘, seguindo ‘Tales of The Walking Dead‘, ‘Fear the Walking Dead‘ e ‘The Walking Dead: World Beyond‘. Vale lembrar que um spin-off focado no Daryl e na Carol também está em desenvolvimento.

‘Sharktopus’: Criatura monstruosa retorna à vida no trailer do remake chinês; Confira!

O terror ‘Sharktopus‘, remake chinês do filme do SyFy, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Xu Shi-Xing e Hu Dong-Sheng são responsáveis pela direção.

O mar sem fim, luxuosos navios de cruzeiro e as pessoas celebrando em clima de carnaval. O que parece ser uma noite extremamente calma e comum se torna um pesadelo: o monstro sanguinário Sharktopus está de volta e sedento por carne humana…

O elenco conta com Michelle Ye, Luo Li-Qun, Chen Wen-Jun e Lemon Li.

Infelizmente, o terror ainda não possui previsão de lançamento.

‘Enrolados’: Zachary Levi quer Timothée Chalamet como protagonista do live-action

Em entrevista ao ET, Zachary Levi (‘Shazam!’), que dublou o Flynn Rider na clássica animação ‘Enrolados‘, revelou quem ele gostaria de interpretasse o personagem no live-action.

Enquanto admitiu que estava “velho demais” para reprisar o papel, o ator declarou que adoraria ver Timothée Chalamet (‘Duna’) assumindo o personagem.

“Quero dizer, ele provavelmente está ganhando muitos outros papéis, mas eu adoraria ver o Timothée Chalamet [como Flynn Rider]. Infelizmente, eu estou um pouco velho demais – e não conheço todos os atores jovens que poderiam interpretar aquele personagem.”

Ele completa, “Seria divertido se eu e a Mandy Moore pudéssemos interpretar os pais da Rapunzel. Acredito que seria uma participação muito especial.”

Anteriormente, o insider Daniel Ritchman havia revelado que o diretor Baz Luhrmann está em negociações para comandar o projeto. Ele tem um estilo visual único e comandou ‘Moulin Rouge‘, ‘Elvis‘ e ‘O Grande Gatsby‘.

Além disso, um nome de peso estaria no radar para dar vida à icônica personagem Rapunzel: Florence Pugh.

A atriz, cujo talento e presença nas telas têm sido amplamente reconhecidos em Hollywood, emergiu como uma figura requisitada na indústria do entretenimento.

Seus notáveis papéis em filmes como ‘Oppenheimer‘, ‘Viúva Negra’ e sua participação aguardada em ‘Duna: Parte 2‘ a estabeleceram como uma artista versátil e de destaque.

No entanto, é importante frisar que, por enquanto, essas informações devem ser consideradas como meros rumores, e não há confirmação oficial da escolha de Florence Pugh para o papel de Rapunzel no live-action de Enrolados pela Walt Disney Studios.

Ainda sobre o live action, foi dito que o roteiro já sendo escrito por Ashleigh Powell (‘O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos’) sob o título ‘Rapunzel’.

A produção executiva fica a cargo de Jessica Virtue (live-action de ‘Mulan‘) e Zoe Kent (live-action de ‘Lilo & Stitch‘).

Até o momento, maiores detalhes não foram revelados, então não há diretor ou elenco confirmados e nem previsão de estreia.

lançado em 2011, ‘Enrolados‘ tornou-se um grande sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 591.7 milhões mundialmente.

Assista ao trailer:

 

‘Premonição 6’: A morte retorna em novas imagens oficiais da sequência; Confira!

A aguardada sequência ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ ganhou novas imagens oficiais.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de maio.

Na próxima iteração, atormentada por um pesadelo violento e recorrente, a estudante universitária Stefanie volta para casa para rastrear a única pessoa que, talvez, possa ser capaz de quebrar o ciclo fatal anunciado e salvar sua família da morte terrível que inevitavelmente aguarda todos eles.

Zach Lipovsky e Adam B. Stein, de ‘Aberrações‘, são responsáveis pela direção.

Kaitlyn Santa Juana (‘O Jogo da Amizade’), Brec Bassinger (‘Stargirl’) e Teo Briones (‘Chucky’) estrelam. O elenco ainda conta com Richard Harmon (‘The 100’), Anna Lore (‘They/Them – O Acampamento’), Owen Patrick Joyner (‘Julie and the Phantoms’), Max Lloyd-Jones (‘O Livro de Boba Fett’), Rya Kihlstedt (‘Obi-Wan Kenobi’) e Tinpo Lee (‘A Mansão’).

O roteiro é assinado por Lori Evans Taylor (‘O Nascimento do Mal’) e Guy Busick (‘Pânico 6’), com a produção de Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’).

O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.

Série baseada em ‘Os Homens Que Não Amavam as Mulheres’ contrata roteiristas de ‘Justiceiro’

De acordo com o Variety, a britânica Sky está desenvolvendo uma série baseada no clássico ‘Os Homens Que Não Amavam as Mulheres‘ (The Girl with the Dragon Tattoo), adaptação do romance de Stieg Larsson.

Steve LightfootAngela LaManna, que já haviam trabalhado juntos na série ‘Justiceiro‘, serão responsáveis pelo roteiro e produção executiva do projeto.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

O site afirma que a nova versão trará a história clássica para os dias atuais, focada em seus personagens e no DNA investigativo dos romances de Larsson, com temas que possuem relevância ainda maior atualmente.

As filmagens estão programadas para meados de 2026, na Lituânia.

Andy Harries, Charlotte Moore e John Phillips servirão como produtores executivos ao lado de Sam Hoyle, Amy Pascal e Scott Rudin.

Na trama de ‘Os Homens que não Amavam as Mulheres‘, um jornalista investigativo e uma hacker de computador são contratados para desvendar o desaparecimento de uma jovem há 36 anos. À medida que avançam na investigação crescem os riscos, pois a família da jovem não quer ter seus segredos revelados.

Vale lembrar que, além da trilogia sueca estrelada pela Noomi Rapace, o romance também ganhou uma adaptação americana comandada pelo David Fincher. Apesar de ter sido universalmente aclamado, o longa não impressionou nas bilheterias e o estúdio cancelou as vindouras sequências.

Sete anos depois, uma adaptação inédita do quarto livro, ‘Millennium – A Garota na Teia de Aranha‘, foi lançada – resultando em um fracasso de público e crítica.

‘Snatched’: Comédia com Amy Schumer ganha trailer com muita diversão e aventura

A talentosa Amy Schumer vai estrelar a comédia ‘Snatched‘, ao lado de Goldie Hawn, que acaba de ganhar um novo trailer, divulgado pela 20th Century Fox, com muita diversão e aventura.

Confira:

Depois ser deixada pelo namorado na véspera das suas férias exóticas, Emily Middleton (Amy Schumer) convence a mãe super-protetora, Linda (Goldie Hawn), a viajar com ela para um lugar paradisíaco. Porém, Emily e Linda percebem que trabalhar suas diferenças como mãe e filha é a única maneira de escapar da aventura selvagem e perigosa em que acabam se metendo.

O elenco ainda conta com Ike Barinholtz (‘Esquadrão Suicida‘), Wanda Sykes (‘Black-ish‘) e Christopher Meloni (‘Law&Order: SVU‘).

A direção é de Jonathan Levine (‘Meu Namorado é Um Zumbi‘), com roteiro de Katie Dippold (‘As Bem Armadas‘, ‘Caça-Fantasmas‘).

Nos EUA, ‘Snatched‘ tem data estreia marcada para 12 maio de 2017.

 

Produtora fala sobre rumos da saga após ‘Perfeita é a Mãe! 2’

Perfeita é Mãe! 2‘ chega aos cinemas apenas em dezembro, mas a produtora Suzanne Todd já falou sobre a possibilidade da comédia ganhar um terceiro capítulo.

Em uma entrevista ao site Entertainment Weekly, Todd comentou sobre o sucesso que as exibições prévias da produção atingiram, deixando em aberto a possibilidade de mais uma sequência.

Segundo ela:

“Eu não quero estragar o fim do filme, mas posso dizer que quando fizemos as exibições prévias, um grande número de pessoas nos implorou para que fizéssemos um terceiro capítulo o mais rápido possível. Porque há uma espécie de brecha no final do filme para caso façamos mais um outro, mas temos que avaliar. O primeiro estreou no verão norte-americano, este chega aos cinemas na temporada mais tumultuada. E como nós pontuamos na própria trama, as mães estão mais ocupadas que nunca na época do Natal, então contamos com elas para que façam aquilo que precisam fazer, mas que também venham assistir ao filme. Tudo o que posso dizer é: veremos”.

 

O roteiro do filme é assinado por Jon Lucas e Scott Moore, que também assumem a direção da produção.

A produção original foi realizada com US$ 20 milhões e faturou nada menos que US$ 180 milhões no mundo.

A estreia acontece em 7 de Dezembro.

‘Halloween’: Jamie Lee Curtis e Judy Greer correm perigo em nova imagem; Confira!

A sequência do clássico Halloween’ ganhou uma nova imagem, com destaque para as atrizes Jamie Lee Curtis e Judy Greer.

Confira:

 

Recentemente, o órgão de classificação indicativa americano classificou o filme como sendo para maiores de 18 anos, por conter “violência e imagens sanguinárias, linguagem ofensiva, uso de drogas e nudez”.

“Uma equipe britânica de documentaristas vem aos Estados Unidos para visitar Michael Myers na prisão, na intenção de relatar os acontecimentos da noite de terror do maníaco ocorrida há 40 anos, mas seu projeto se torna ainda mais interessante quando Myers escapa, recolhe sua máscara e procura se vingar de Laurie (Jamie Lee Curtis), deixando uma trilha de corpos pelo caminho. Nas décadas que se seguiram, Laurie se preparou para o retorno inevitável de Michael, para proteger principalmente sua filha Karen (Judy Greer) e sua neta Allyson (Andi Matichak).”

O elenco ainda conta com Drew Scheid (‘Stranger Things‘), Miles Robbins (‘Mozart in the Jungle‘), Dylan Arnold (‘Mudbound‘), Virginia Gardner (‘Os Fugitivos‘) e o retorno de Nick Castle, que interpretou Michael Myers em Halloween: A Noite do Terror’, que voltará a vestir a máscara do vilão neste novo filme.

A nova produção é uma parceria da Blumhouse Productions e a Miramax, e tem estreia prevista para 19 de outubro de 2018.

‘Halloween’ irá ignorar TODAS as sequências da franquia; Confira a sinopse!

“Michael e eu vemos vocês no próximo Halloween”, diz Jamie Lee Curtis em foto inédita

‘Dune: The Sisterhood’: Série spin-off do filme ‘Duna’ contrata mulher como showrunner

Após adquirir os direitos de ‘Duna‘ para o cinema e televisão, a Legendary Pictures – que possui um longo acordo de co-produção com a Warner Bros. – tem investido pesado nesse universo. Com o remake de Denis Villeneuve a todo vapor, novos produtos culturais surgirão também, como video games e uma nova série de TV – formando uma franquia multimídia.

E a série spin-off desse universo, intitulada ‘Dune: The Sisterhood‘, ganhou novidades, com a contratação de uma mulher para assumir o cargo de co-showrunner.

Dana Calvo é quem vai compartilhar a função com Jon Spaihts, contribuindo para a condução do projeto. Ela é mais conhecida por seu trabalho como roteirista e produtora das séries ‘Narcos‘, ‘Covert Affairs‘ e ‘Greek‘.

Villeneuve segue como o produtor executivo do projeto, assumindo também a direção do episódio piloto.

A série ‘Dune: The Sisterhood‘ será produzida para o novo streaming da WarnerMedia, intitulado HBO Max.

A produção é baseada no livro de Frank Herbert, além de ser adaptada do mundo literário criado por Brian Herbert e Kevin Anderson. A trama acompanha Bene Gesserit, uma misteriosa e mística ordem composta por mulheres, que unem seus poderes graças à magnitude de seus corpos e mentes.

 

‘Falcão e Soldado Invernal’: Vilão poderoso de ‘Vingadores’ vai voltar na série [SPOILERS]

[SPOILERS]

Os foram surpreendidos com a notícia de que o astro Daniel Brühl retornaria ao MCU como o vilão Barão Zemo, na série ‘Falcão e Soldado Invernal‘. 

Durante uma entrevista ao Collider, o ator compartilhou o seu entusiasmo por poder reviver o personagem, se alegrando por poder reencontrar Anthony Mackie e Sebastian Stan:

“Foi engraçado, porque ‘O Alienista‘ foi a primeira vez que eu revisitei algo que tinha feito, retornei para o mesmo projeto e interpretei o mesmo personagem. E então, enquanto eu filmava a série, eu recebi a notícia de que eles queriam que eu retornasse para filmar ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Eu me lembro que a diretora Kari Skoglan foi para Budapest e gravamos algo no papel do Zemo e eu estava muito feliz e entusiasmado por poder ver a máscara. Estava incrivelmente empolgado por poder voltar, porque eu me lembro que me diverti muito por poder fazer parte disso, participando de algo tão diferente e explorando o MCU. Eu tenho as memórias mais carinhosas do trabalho que fiz com esses atores incríveis e poder rever o Sebastian Stan e o Anthony Mackie dessa vez, podendo voltar a esse trabalho, me trouxe a sensação de algo comum e conhecido, mas também trouxe a sensação de algo completamente novo e revigorante”. 

Brühl ainda falou sobre os atrasos na produção, em virtude do coronavírus. Segundo o ator, algumas cenas ainda precisam ser filmadas:

“Nós fomos afetados pelo coronavírus enquanto ainda gravámos a série, então esperamos poder retornar aos trabalhos em breve. Não conseguimos finalizar as gravações e isso é algo que ainda precisamos fazer. Estamos com os dedos cruzados, na expectativa de que isso aconteça o mais rápido possível”. 

A série deve estrear ainda em 2020, a contar pela nova afirmação feita por um membro da equipe de produção.

Por meio de uma publicação realizada em sua conta do Instagram, a maquiadora da série, Latoya Henderson, comemorou o fato de que – ainda em 2020 – nós teremos o primeiro Capitão América negro.

A postagem, que não está mais disponível em sua conta, foi compartilhada por um usuário do Reddit. Na ocasião, Henderson pediu para que os fãs mantivessem suas esperanças vivas quanto a 2020, afirmando que “nós estamos trazendo um Capitão América negro neste ano, então não cancelem 2020 ainda”

Lembrado que a produção da série ‘Falcão e Soldado Invernal’ deve ser retomada em breve na cidade de Praga. A informação foi revelada pelo Murphy’s Multiverse, que cita como fonte uma recente publicação no Facebook feita por uma agência de casting de atores da República Checa.

Na publicação em questão, a agência anuncia quando os atores poderão se registrar para serem figurantes na produção Tag Team – que é o título de trabalho da série ‘Falcão e Soldado Invernal‘. 

A postagem feita na rede social ainda confirma que as filmagens do projeto em questão têm previsão de serem retomadas entre julho e agosto, embora nenhuma data específica tenha sido revelada.

A Disney não confirmou a informação em questão oficialmente.

Confira a sinopse oficial da série:

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Estrelada por Anthony Mackie e Sebastian Stan, a produção será lançada na primavera norte-americana de 2020 (20 de Março a 20 de Julho). Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Skogland é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

 

SURPRESA! ‘Grace and Frankie’: Netflix libera os 4 primeiros episódios da 7ª e última temporada

A Netflix surpreendeu os fãs da aclamada série de comédia ‘Grace and Frankie‘, ao inesperadamente liberar os quatro primeiros episódios da 7ª e última temporada. Os capítulos foram lançados na madrugada desta sexta-feira (13).

O anúncio foi feito pela dupla de protagonistas Lily Tomlin e Jane Fonda, por meio de um vídeo. “Nós sentimos falta de vocês, mas mais importante, vocês sentiram nossa falta”, ponderou Tomlin.

Fonda complementou sua mensagem, salientando que o restante da temporada ainda está sendo finalizada. “Nós só queríamos dar algo especial para vocês até terminarmos o resto da temporada. Estávamos entre isso e cartões de presente da Del Taco. Eu queria ir com os cartões”, brincou.

A 7ª temporada contará com 16 episódios, fazendo de ‘Grace and Frankie‘ a série mais longeva da história da Netflix, com 94 capítulos no total.

As seis temporadas da série estão disponíveis na plataforma

Confira o trailer da última temporada:

A série foi criada por Marta Kauffman e Howard J. Morris.

“Grace e Frankie estão encarando a temida “3ª idade”, mas não da forma que imaginavam. Quando os seus respectivos maridos revelam que estão apaixonados um pelo outro e planejam se casar, a vida delas é virada de cabeça para baixo. Agora, elas estão eternamente ligadas por esse acontecimento e, já rivais, descobrirão que podem ter que tomar conta uma da outra.”

Jane Fonda e Lily Tomlin estrelam. June Diane Raphael, Sam Waterston, Martin Sheen, Brooklyn Decker, Baron Vaughn e Ethan Embry completam o elenco.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 7ª temporada, que será a última.

‘Burning Rainbow Farm’: Sebastian Stan e Leo Woodall vão estrelar novo drama LGBTQ+ de Justin Kurzel

Sebastian Stan (‘Thunderbolts*’) e Leo Woodall (‘The White Lotus’) foram confirmados como os protagonistas de ‘Burning Rainbow Farm’, novo longa do diretor Justin Kurzel (‘A Ordem‘), que será apresentado a compradores internacionais no Festival de Cannes deste ano. A informação foi revelada inicialmente em dezembro passado e agora ganha novos detalhes com a definição do elenco principal.

Inspirado no livro homônimo de Dean Kuipers, o filme retrata a história verídica de Tom Crosslin e Rollie Rohm, um casal que construiu uma comunidade alternativa e pacífica em Michigan, conhecida como Fazenda do Arco-Íris. Defensores da legalização da maconha e da liberdade civil, os dois acabaram entrando em conflito com as autoridades locais. Quando perdem a guarda do filho adotivo, a situação escala para um impasse dramático que culmina em um dos cercos mais intensos e trágicos da história recente dos Estados Unidos.

O roteiro é assinado por Tommy Murphy (‘Holding the Man‘), e a produção está a cargo de Nicole O’Donohue, Alexandra Taussig e o próprio Kurzel pela Thirdborn, ao lado de Adam Shulman (pela Anonymous Content), Alix Madigan (pela Mad Dog Films), Justin Lothrop e Brent Stiefel (pela Votiv).

Por meio de um comunicado, Kurzel refletiu sobre o novo projeto:

“‘Burning Rainbow’ é uma história de amor sobre dois excluídos que erguem o dedo do meio para o ódio e declaram: ‘É assim que somos, e desafiamos vocês a tirar isso de nós’. Estou animado para criar esse casal corajoso e cativante com Sebastian e Leo — a união deles será inesquecível”. 

A distribuição norte-americana está sendo negociada pela CAA Media Finance, enquanto a Rocket Science cuidará das vendas internacionais.