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‘Duna: Parte 2’: Austin Butler revela que seu personagem será um “herói da própria história”

Austin Butler, que recentemente fez um ótimo trabalho na cinebiografia Elvis, foi escalado para o elenco de Duna: Parte Dois’.

Agora, em entrevista ao Backstage, Butler revelou alguns detalhes sobre seu personagem na sequência, Feyd-Rautha Harkonnen, e disse ele será o “herói da própria história”.

“[Nós] realmente tentamos mergulhar na humanidade [do personagem]. É aquela coisa do cara malvado no mundo que não se sente como um cara malvado”, ele contou. “Ele sente como se fosse o herói da própria história. E isso pode ser uma coisa dura com certos personagens; com outros, é mais fácil, mas você não pode julgar o personagem e deve encontrar um jeito de compreender sua motivação. Então, tivemos várias conversas e construímos isso juntos”.

Em outra entrevista, dessa vez à Variety, Butler (‘Elvis) revelou se sentir muito honrado por ter a chance de participar do próximo filme. Além disso, o ator não poupou elogios ao diretor Denis Villeneuve e ao grandioso elenco.

“Eu amei o primeiro filme. Foi uma obra-prima cinematográfica. Então, a ideia de ter a chance de participar da sequência é simplesmente incrível. Denis é uma dos meus diretores favoritos, além de ser um ser humano maravilhoso. Ele é muito bondoso, e eu também sou fã de cada ator no filme, então me sinto honrado.”

Ele completa, “É muito surreal. Eu me sinto como uma criança, admirando os sets [durante as filmagens]. É como participar de ‘Indiana Jones’, sabe? São filmes que realmente nos impactaram enquanto éramos crianças. É assim que eu me sinto.”

Lembrando que a estreia foi adiada para o dia 17 de novembro de 2023, mesmo dia da pré-sequência Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’.

Denis Villeneuve retorna à cadeira de direção.

Duna: Parte Dois‘ contará com o retorno de Timothée Chalamet, Rebecca Ferguson, ZendayaJosh Brolin, além de introduzir Florence Pugh, Austin ButlerChristopher WalkenSouheila Yacoub.

Léa Seydoux (‘007: Sem Tempo Para Morrer’) irá interpretar a Lady Margot, uma aliada da Irmandade.

Lançado simultaneamente nos cinemas e na HBO Max em território norte-americano, o primeiro filme se tornou um sucesso nas bilheterias, arrecadando mais de US$ 400 milhões mundialmente.

Além disso, ‘Duna‘ também foi aclamado pelos críticos, conquistando 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

Artigo | Os 20 anos de ‘Chicago’, aclamado musical estrelado por Renée Zellweger e Catherine Zeta-Jones

Quem ouve o nome de Rob Marshall não tem muitas memórias consideravelmente boas com as quais se deliciar: afinal, o controverso diretor é responsável por alguns dos filmes mais rechaçados tanto pela crítica quanto pelo público, como ‘Nine’, cuja adaptação da vida de Roberto Fellini tornou-se um fracasso total, e, mais recentemente, ‘Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar’, uma improvável e desnecessária “conclusão” para a saga de Jack Sparrow. Entretanto, não podemos nos esquecer de que Marshall também é responsável por levar às telonas algumas releituras interessantes de musicais atemporais, incluindo Caminhos da Floresta e, sem sombra de dúvida, o que podemos chamar de uma das singelas perfeições do cinema contemporâneo com sua obra-prima, Chicago.

Baseado na peça homônima de Maurine Dallas Watkins, a história definitivamente não se assemelha a quase nada que tenhamos visto até hoje, visto que gira em torno de um grupo de mulheres acusadas de homicídio e que agora contemplam as “maravilhas” do Pavilhão Cook County, numa época perscrutada pelos cabarés, pela dança e pelo maravilhoso swing melódico do jazz. E sim, tais informações são de extrema importância por mesclarem-se umas às outras de modo irreverente e dinâmico, mantendo o espectador numa completa imersão fílmica durante suas quase duas horas. E, como centro das atenções, temos a aspirante a vaudevillian Roxie Hart (Renée Zellweger), cujo talento bruto espera apenas pelo momento certo para ser lapidado. Em uma de suas escapadas da vida cotidiana, ela vai com seu amante Fred Casely (Dominic West) até um teatro-bar, pois aparentemente ele possui um amigo que pode colocá-la no centro dos holofotes – mas tudo não passa de uma mentira e, num ímpeto emocional, ela acaba matando-o com dois tiros.

E é exatamente aí onde a verdadeira história começa. Levando em conta que a atmosfera recria a crescente disparidade de gênero da década de 1920 nos Estados Unidos, Roxie tenta alegar legítima defesa. Porém, tentando contrapor-se às palavras da figura masculina da casa, seu marido Amos (John C. Reilly), ela acaba sendo presa e levada para a prisão, dentro da qual irá esperar por um julgamento, o qual nos é premeditado ser contra sua sobrevivência e a favor de uma dura pena de morte – o enforcamento ou a cadeira elétrica. Mas nada disso seria compreendido caso não fosse uma introdução de peso em um dos prólogos mais bem-montados de todos os tempos: a entrada de Velma Kelly.

Catherine Zeta-Jones, em todo seu carisma e talento que resgata de performances predecessoras, dá vida à companheira de cela de Roxie e principal ídolo ao qual a aspirante à dançarina se espelha. Velma é um nome conhecido e, juntamente à sua irmã Veronica, realiza um dos shows mais aguardados da cidade. Quer dizer, isso até ser pega pela polícia e ser acusada de homicídio duplo – mas não antes de nos dar uma pequena palhinha de sua capacidade artística com “All That Jazz”, um dos hinos do musical. O apreço por esse gênero musical alcança novos patamares aqui e, aliado a uma montagem anacrônica e paralela, serve como modo de aproximação de duas personalidades tão diferentes e que, no final das contas, se complementam.

Marshall marca uma de suas primeiras parcerias ao lado do diretor de fotografia Dion Beebe, com o qual trabalharia em produções posteriores, incluindo ‘Memórias de uma Gueixa’. A colaboração entre os dois permite que o filme transforme-se em uma homenagem mimética e de grande respaldo estilístico para a peça original, tornando-se uma construção teatral que não segue os passos do teatro filmado, mas mesmo assim resgata inúmeros elementos que aproximam e distanciam propositalmente o público em um jogo dicotômico necessário para a compreensão da obra como um todo. E não é surpresa que investida em enquadramentos e ângulos mais imóveis venha com o backstory e os desejos psico-inconscientes de cada um dos personagens, sequências durante as quais somos transportados para a ambiência de um cabaré.

A trama tem inúmeros ápices que não deixam a desejar e que permitem que elementos sub-narrativos sejam explorados em prol de um pano de fundo simples, por assim dizer. Afinal, estamos diante do julgamento de Velma Kelly, a queridinha da América, e de, posteriormente, Roxie Hart, tudo arquitetado por um dos advogados mais competentes e conhecidos de todos, o charmoso e egocêntrico Billy Flynn (interpretado pelo incrível Richard Gere). Ele emerge como a única esperança das pobres mulheres, mas não se comporta como o mítico herói que normalmente insurge em histórias do gênero. Billy é complexo, assim como as protagonistas, e tenta roubar a voz de suas clientes como forma de ajudá-las e de endossar sua reputação como o suprassumo do ramo jurídico. Tudo isso é levado na maior irreverência possível, e as coisas ficam mais interessantes quando percebemos que, na verdade, nenhuma das prisioneiras se arrepende do que fez, sentindo-se libertas por finalmente terem se postado frente a seus maridos e amantes abusivos.

O primeiro indício dessa autonomia libertária vem com “Cell Block Tango”, cujo momento é respaldado em uma routine de tirar o fôlego. Aqui, Roxie conhece as outras detentas de Cook County, que foram presas por assassinato injustamente; as histórias nos são contadas em uma mistura de música e diálogo, com o cenário convencional transmutado em um palco, as personagens trajadas em uma versão dominatrix-tango de seus egos, e as luzes vermelhas conversando com a aparência sombriamente neutra da coreografia on-point. Não podemos tirar o incrível poder e cuidado da direção de arte, cujos cuidados ficam às mãos de John Myhre e Colleen Atwood, optando por tonalidades mais sóbrias e lineares em contraposição à personalidade rebelde dos protagonistas e coadjuvantes.

E por falar nos personagens secundários, é aplaudível ver como cada uma das criações tem sua função – e mais aplaudível ainda saber que o responsável pelo roteiro adaptado é ninguém menos que Bill Condon (o mesmo que, mais tarde, dirigia um dos filmes da saga ‘Crepúsculo’). Condon faz um trabalho de exímia cautela para se afastar da unidimensionalidade e, de forma proposital, conferir alguns defeitos para as heroínas de modo a aproximá-las tanto do patamar endeusado quanto do humano. E essa separação logo é amalgamada na figura da matrona Mama Morton (Queen Latifah), a responsável por cuidar das garotas e garantir-lhes alguns mimos em troca de certos favores. Ela é recorrente até mesmo nas situações mais delicadas, quando, por exemplo, uma das prisioneiras estrangeiras é condenada à morte da forma mais cruel possível, conversando com os ideais de guardião.

As dosagens entre drama, humor e música são constantes, e mais uma vez ultrapassam as expectativas com a sequência “We Both Reached for the Gun”, performadas por Billy e Roxy. Ambos estão no centro de toda a atenção, seja na cronologia real, dentro da qual eles vão a público para falar sobre o infortuno incidente, quanto da linha psicológica, a partir da qual a vaudevillian se torna uma marionete, controlada inteiramente pelo titereiro – e que dialoga com a situação real dos dois personagens.

Chicago não deixa a desejar nem mesmo por seus defeitos – muitos podem dizer que a personagem de Zellweger é irritante, mas Roxy é propositalmente desse jeito; a obra de Marshall é uma das poucas que tangencia a perfeição musical e seus elementos são tão originais que fica difícil encontrar alguma saída formulaica ou clichê dentro de um cosmos inesperado e inteiramente envolvente e satisfatório.

‘Star Wars: The Bad Batch’: Hunter é destaque no novo cartaz da 2ª temporada; Confira!

Disney+ divulgou um novo cartaz oficial da 2ª temporada de Star Wars: The Bad Batch, dando destaque ao personagem Hunter.

Hunter é o líder dos “Mau Feitos” (ou bad batch), que terminou o ciclo anterior adicionando Omega à sua equipe.

Lembrando que os novos episódios têm estreia marcada para o dia 04 de janeiro.

Confira:

Criada por Dave Filoni (‘O Mandaloriano’), os capítulos são dirigidos por Bras Rau, com roteiro supervisionado por Jennifer Corbett.

Star Wars: The Bad Batch gira em torno de clones de elite experimentais do “Lote Ruim” (introduzidos originalmente em ‘A Guerra dos Clones’), à medida que encontram um meio de mudar a galáxia imediatamente após os eventos anteriores. Os membros do grupo – um esquadrão único que varia geneticamente de seus irmãos do Exército dos Clones – possui uma habilidade excepcional que os transforma em soldados práticos, extraordinários e formidáveis.

Dee Bradley BakerMing-Na Wen fazem parte do elenco.

Diretor do jogo está envolvido em adaptação para os cinemas de ‘It Takes Two’

A produção da adaptação do game ‘It Takes Two‘ continua firme e forte, até porque o projeto ganhou um reforço de peso, já que o próprio diretor do jogo, Josef Fares, irá auxiliar no roteiro do longa.

Através de uma entrevista ao ComingSoon, os roteiristas Josh Miller e Pat Casey falaram sobre os desafios de transportar o game para a telas de cinema, sem perder a essência do título original, e como ter o criador ao seu lado é importante.

“Passamos muito tempo jogando o game e repetindo diversas partes. É sempre muito divertido. O jogo é incrível e o Josef é legal demais. Ele é um gênio do videogame, queremos fazer justiça a ele”, disseram eles.

Por sinal, Dwayne Johnson pode estrelar o filme, mas ainda não há nada confirmado neste sentido, além de rumores. The Rock já tem experiência em filmes baseados em videogames, e possui no currículo adaptações de ‘Doom: A porta do Inferno‘ e ‘Rampage: Destruição Total‘.

O filme de ‘It Takes Two‘ seguirá a história contada no game que ganhou o prêmio de melhor jogo do ano em 2021. Nele, conhecemos o casal May e Cody, que está passando por um divórcio quando acabam se tornando bonecos construídos pela filha Rose para representá-los. A dupla embarca então numa jornada mágica para tentar recuperar os próprios corpos.

A produção será roteirizada pela dupla Pat Casey e Josh Miller, conhecidos como os roteiristas dos filmes do Sonic. Além disso, Josef Fares, diretor do jogo já possui experiência como cineasta e será produtor executivo do projeto, ainda sem data prevista.

Astro de ‘Punho de Ferro’ quer voltar como Danny Rand: “Vou provar que os críticos estão errados”

Finn Jones, protagonista da sériePunho de Ferro‘, disse que quer mais uma chance para interpretar o herói da Marvel, e assim provar que os críticos estão errados.

Em entrevista ao GeekScape, Jones celebrou a jornada do personagem na série e no crossover ‘Os Defensores‘: “Eu me importo muito com o Danny Rand. Acredito no personagem, e sei que há muita história para contar. Há algo que me atrai nos azarões, adoro essas tramas”.

“Adoro provar que alguém está errado sobre mim, e quero provar que os que duvidam estão errados. Eu sei que consigo, e sei que posso dar aos fãs o Danny Rand que eles querem”, conclui.

Apesar do comentário, ainda não há nem rumores de uma possível volta do astro, mesmo com o retorno de Charlie Cox para uma série própria do ‘Demolidor‘. E você, concorda com a volta de Finn Jones?

Relembre o trailer:

Retornando a Nova Iorque depois de estar desaparecido por anos, Daniel Rand luta contra o elemento criminoso corrompendo a cidade com seu incrível domínio de kung-fu e a habilidade de invocar o fantástico poder do impetuoso Punho de Ferro.

Finn Jones e Jessica Henwick estrelam a produção.

Após ser PRESO duas vezes, criador do Sonic é indiciado por crime financeiro

Yuji Naka, conhecido por ser um dos principais criadores do ‘Sonic‘, foi preso por suspeita de violar as leis financeiras do jogo mobile ‘Dragon Quest Tact‘ no mês passado. Porém, após pagar a fiança e ser solto, o pai do Sonic voltou a ser preso por um motivo similar.

Dessa vez, o criador do Sonic foi formalmente indiciado por crime financeiro no Japão. De acordo com relatório da NHK, o Ministério Público do Distrito de Tóquio determinou que Naka e um ex-funcionário da Square Enix, Taisuke Sasaki, compraram ações antes de um anúncio público sobre ‘Final Fantasy VII The First Soldier‘.

Além disso, de acordo com as acusações, o designer teria comprado ações da ATeam Entertainment, desenvolvedora responsável pelo game, no valor de 144,7 milhões de ienes com o intuito de gerar lucros após o anúncio ser realizado. Além de Naka, um ex-funcionário da Square Enix, Taisuke Sasaki, também foi preso pelo mesmo motivo.

Na acuação anterior, Naka, Taisuke e Fumiaki teriam adquirido ações da Aiming, antes do jogo sair. Segundo a imprensa japonesa, Yuji Naka teria comprado 10 mil ações da Aiming por 2.8 million de yens (cerca de US$ 20 mil). O designer trabalhou na Square Enix entre 2018 e 2021 no desenvolvimento do game ‘Balan Wonderworld‘.

Taisuke e Fumiaki são acusados de adquirirem ações da empresa no valor de 47 milhões de yens (cerca de US$ 336 mil). A compra das ações teria acontecido entre dezembro de 2019 e fevereiro de 2020, pouco antes do lançamento do game.

A Square Enix confirmou a informação sobre a investigação de ex-funcionários acusados de terem informações privilegiadas e disse estar colaborando com as autoridades. “Alguns meios de comunicação informaram que os ex-funcionários da Square Enix estavam sob investigação por suspeita de uso de informações privilegiadas. Como a investigação do Ministério Público do Distrito de Tóquio está em andamento, continuaremos a cooperar totalmente com a investigação”, informou a empresa sobre o caso.

Stephen Greif, cultuado ator britânico e astro de ‘The Crown’, morre aos 78 anos

Stephen Greif, um cultuado ator britânico, faleceu nesta segunda-feira (26) aos 78 anos, segundo informações divulgadas. A causa da morte não foi informada.

Recentemente, ator ficou conhecido pelo papel em ‘The Crown‘, interpretando o presidente da Câmara Sir Bernard Weatherill, na quarta temporada da série em 2020.

“É com enorme tristeza que anunciamos a morte do nosso maravilhoso cliente Stephen Greif. Sua extensa carreira inclui inúmeros papeis nas telas e palcos. Nós vamos sentir sua falta e lembraremos dele com carinho. Nossos pensamentos estão com a família e amigos”, informou um comunicado da conta oficial do ator no Twitter.

Veja o post:

Stephen Greif teve uma longa carreira no cinema, TV e teatro, e iniciou sua trajetória artística no Royal Shakespeare Company da Grã-Bretanha. Participou de filmes como ‘Ataque Terrorista‘ (2007), ‘A Bola da Vez‘ (2006), ‘The Cleopatras‘ (1983), ‘Trair é uma Arte‘ (2009), ‘Doctor Who‘ e ‘Um Golpe Muito Louco‘ (2007).

De acordo com informações da imprensa inglesa, o ator sofria com uma doença no neurônio motor, mas não há confirmações de que foi a enfermidade que causou a morte. Greif deixa dois filhos.

 

‘Bleach’: Segunda parte de ‘A Guerra Sangrenta dos Mil Anos’ ganha trailer e data de estreia

A segunda parte de ‘Bleach: Thousand-Year Blood War‘ está próxima de ser lançada, pois o anime teve um novo teaser divulgado nesta semana, revelando a previsão de lançamento para julho de 2023.

O novo material não traz maiores detalhes da trama, mas antecipa que a pancadaria vai comer solta, com a guerra que dá nome ao arco sequencial.

A trama aborda ‘A Guerra Sangrenta de Mil Anos‘, o último arco do mangá que baseou a produção. Confira abaixo o novo trailer:

A Viz Media já tinha confirmado que a Disney+ será responsável pela distribuição internacional, incluindo no Brasil. Porém, ainda não há previsão de chegada ou detalhes adicionais.

Os episódios do anime original também devem se tornar exclusivos da plataforma de streaming, pois foram removidos dos concorrentes há alguns dias, como Netflix, HBO Max e até mesmo Crunchyroll.

A adaptação do arco final terá um total de 52 episódios, distribuídos em quatro partes (cours). Ou seja, cada cour deve ter 13 episódios.

Veja o trailer:

Produzida pelo Studio Pierrot, sabemos que a adaptação do arco final será dividida em quatro fases, mas sem contagem de episódios por enquanto. Nesse momento, há uma disputa na distribuição internacional entre Crunchyroll e Disney+.

A adaptação em anime de ‘Bleach: A Guerra Sangrenta de Mil Anos‘ é o último arco da série, que estreará em 10 de outubro deste ano.

Segundo comunicado oficial, a produção ficou por conta do Studio Pierrot, com Tomohisa Taguchi na direção. Masashi Kudo irá retornar nos visuais dos personagens, assim como Shiro Sagisu na trilha sonora.

Veja abaixo o trailer anterior:

Vale lembrar que A Guerra dos Mil Anos é a última saga canônica de ‘Bleach‘ e conta o retorno do maléfico rei Quincy, Yhwach. Após ser derrotado pela Sociedade das Almas, o monarca retorna em busca de vingança contra os Ceifeiros da Morte e o Rei das Almas, entidade famosa desde o início da história, mas que nunca teve a aparência revelada na animação.

Escrita por Tite Kubo e publicada entre 2001 e 2016 no Japão, ‘Bleach‘ acompanha Ichigo Kurosaki, um estudante de 15 anos que tem o poder de ver fantasmas. Ele descobre, no dia em que conhece a ceifadora de almas Rukia Kuchiki, que existe uma ordem encarregada de combater os espíritos que se tornaram malignos, os Hollows.

Uma luta com um desses maus espíritos faz com que os poderes de Rukia sejam transferidos para o rapaz, que passa a lidar com Hollows no lugar dela. O mangá teve 74 volumes, e também teve um anime exibido entre 2004 e 2012.

Bleach – A Guerra dos Mil Anos‘ tem estreia marcada para outubro, mas ainda não está definido como o anime chegará ao Brasil.

‘Glass Onion’: Diretor não queria ‘Entre Facas e Segredos’ no título da sequência

Em entrevista ao The Atlantic, o diretor Rian Johnson revelou que não queria que a sequência ‘Glass Onion‘ tivesse um subtítulo que remetesse ao longa original.

O cineasta ressaltou a importância de criar filmes independentes, mas entende que o subtítulo ‘Um Mistério Knives Out‘ – referência direta ao título original de ‘Entre Facas e Segredos‘ – ajuda a orientar os fãs sobre a continuidade da saga.

“Eu tentei fazer com que os filmes da franquia fossem independentes. Sinceramente, eu fiquei um pouco chateado por termos o subtítulo ‘Um Mistério Knives Out’. Eu queria que a sequência tivesse apenas ‘Glass Onion’ como título.”

Ele completa, “Eu entendo. Eu quero que todos que gostaram do primeiro filme saibam que essa é uma sequência da franquia, mas todo o apelo da saga é fazer algo diferente em cada iteração.”

Confira nossa crítica: 

Crítica | Glass Onion: Um Mistério Knives Out: Daniel Craig e Rian Johnson se superam com sequência ainda mais divertida e envolvente

Vale lembrar que a Netflix desembolsou mais de US$ 400 milhões para adquirir os direitos para produzir as sequências de ‘Entre Facas e Segredos‘, que foi uma das grandes surpresas de 2019, faturando diversas indicações e prêmios no circuito de festivais e preparando o terreno para um novo universo de mistério.

As sequências trarão de volta também o roteirista e diretor Rian Johnson.

O filme recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou uma das obras mais aclamadas do ano passado.

Com orçamento de apenas US$40 milhões, o filme arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente.

Oi?! Brasileiro ARMA REDE em sessão de cinema para assistir ‘Avatar 2’

Algo completamente inusitado acabou se tornando um dos assuntos mais comentados do dia nas redes sociais, pois um sujeito resolveu armar uma rede dentro de um cinema no Ceará para assistir ‘Avatar: O Caminho da Água‘, relaxando ao seu modo.

Pelo filme passar das três horas de duração, o cearense resolveu fazer essa brincadeira que ganhou a atenção de muitos.

Confira o momento logo abaixo:

Assista nossa crítica e entrevista:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

FRACASSO de bilheteria com Aaron Eckhart faz sucesso na Netflix…

O suspense criminal intitulado ‘Última Chance‘ (Line of Duty), estrelado por Aaron Eckhart (‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’) e Courtney Eaton (‘Yellowjackets’), está fazendo o maior sucesso na Netflix.

Lançado em 2019, o longa dirigido por Steven C. Miller (‘Arsenal’) não se saiu muito bem nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 640.363 pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 15 milhões.

Além disso, recebeu apenas 59% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

No entanto, o título encontrou redenção na Netflix e está ocupando o 3º lugar entre o TOP 10 da semana na plataforma de streaming.

A trama escrita por Jeremy Drysdale (‘The Other Side’) acompanha o policial Frank Penny (Eckhart), que vê a chance de se promover quando a filha de seu superior é sequestrada, colocando-o no centro de uma possível virada em sua decadente carreira.

Unindo-se à repórter Ava Brooks (Eaton), eles farão de tudo para trazer a menina de volta para casa sã e salva.

Nas redes sociais, o público está elogiando a trama frenética, misturada aos momentos de drama e tensão, enquanto Penny se vê entre a ambição e o heroísmo.

O elenco também conta com Ben McKenzie (‘Gotham’), Giancarlo Esposito (‘The Boys’), Jessica Lu (‘American Horror Story: Hotel’) e Dina Meyer (‘Jogos Mortais V’).

Filme do Homem-Aranha feito por James Cameron tem imagens reveladas

Já faz algum tempo que o aclamado cineasta James Cameron (‘Titanic’) afirma que não é lá um grande fã dos filmes de super-herói que Hollywood tem produzido na última década. Na última semana, aliás, ele chegou a dizer que o seu novo filme, ‘Avatar: O Caminho da Água‘, é diferente dos filmes de heróis porque os seus personagens lidavam com problemas reais, diferente dos encapuzados.

Porém, muito antes desse filão dos super-heróis surgir na indústria, Cameron quase foi o responsável por comandar um filme do Homem-Aranha. Pois, para quem não sabe, o diretor passou um bom tempo nos anos 90 desenvolvendo um filme do Cabeça de Teia, que teria Leonardo DiCaprio como Peter Parker, veja só.

A produção acabou nunca saindo do papel, pois a 21st Century Film Corporation e a Carolco Pictures, que estavam bancando o desenvolvimento, faliram e foram vendidas para a MGM, e por isso projeto nunca andou de verdade.

Mas, felizmente, graças ao livro ‘Tech Noir: The Art of James Cameron‘, compartilhado pelo usuário Chris Evangelista, podemos ver algumas imagens do filme que nunca saiu, que na verdade são artes conceituais do Cabeça de Teia, na visão de James Cameron.

Confira:

Assista nossa crítica e entrevista:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

A Querida Sessão da Tarde Está na HBO MAX! 10 Clássicos dos anos 80 para reviver a época tão especial

A Sessão da Tarde foi um programa formador de apaixonados por cinema, em especial nos anos 1980 e 1990. Para toda uma geração, o programa diurno na Globo (e suas contrapartes no SBT, por exemplo) foi responsável pela introdução de alguns dos maiores sucessos da sétima arte, numa época que precede até mesmo as vídeo locadoras – que fez parte da transição para a adolescência de grande parte do público, afinal era preciso saber mexer no vídeo cassete para alugar as fitas. Sendo assim, as crianças da época simplesmente ligavam a Televisão e assistiam à programação, desta forma conseguindo conhecer alguns dos filmes mais badalados da época. Por isso a Sessão da Tarde é tão especial e querida para quem cresceu nesta época.

Hoje, os mais novos contam com as plataformas de streaming para assistir filmes a qualquer dia e a qualquer hora. E quem sabe o que virá amanhã em termos da relação dos cinéfilos e os filmes. Seguindo por este caminho da nostalgia, reunimos 10 produções clássicas dos anos 80 que marcaram época na Sessão da Tarde e que se encontram disponíveis atualmente para serem assistidas na HBO Max. É a união de dois mundos, passado e futuro dando as mãos em prol da nostalgia. E você não pode perder. Confira abaixo e prepare-se para voltar no tempo.

Leia também: A Querida Sessão da Tarde Está na NETFLIX – 10 Clássicos dos anos 80 para reviver a época tão especial

Batman (1989)

Se hoje temos um dos grandes sucessos de 2022 nas formas do Batman de Robert Pattinson, é preciso olhar para trás e perceber que tudo foi graças ao pioneiro dos pioneiros – a primeira adaptação em grande estilo do Homem Morcego para o cinema. Com Tim Burton como diretor e Michael Keaton protagonizando, Batman foi uma verdadeira febre mundial, dando início a uma nova era de adaptações de quadrinhos e elevando o personagem a uma das propriedades mais quentes da época. O filme deu início a uma verdadeira “Batmania” e o merchandising da produção estava em todo lugar. Mais do que isso, Batman é um filme adulto e sombrio, que mudou para sempre a forma como todos veriam o herói de Gotham.

Os Fantasmas se Divertem (1988)

Por falar em Tim Burton, antes de ser contratado para a direção do mega blockbuster da época, Batman, o cineasta entregou para a mesma Warner esta comédia “de outro mundo”, que fez muito sucesso com sua mistura de trama surreal e alucinada, e efeitos especiais de primeira para a época. De fato, foi este Beetlejuice que chamou atenção para Burton e o fez ser considerado para Batman, o resto é história. Burton deu a volta por cima em sua carreira recentemente, graças ao sucesso absoluto da série Wandinha, na Netflix – e quem quiser conhecer como o estilo do diretor começou, é só conferir este seu primeiro grande sucesso sobrenatural. Há anos fala-se de uma sequência para o filme – que pode estar mais perto de acontecer.

Máquina Mortífera (1987)

Hoje, o subgênero dos buddy cop movies são lugar comum no cinema policial e de ação. Mas foi Máquina Mortífera um dos filmes que ajudaram a consolidar o estilo. No filme temos Danny Glover como o paizão americano, um policial da velha guarda, que gosta de paz e sossego, evitando problemas e se dedicando à sua grande família: esposa, três filhos e um cachorro na grande casa. Para seu desespero, seu novo parceiro na força é um sujeito literalmente louco, o suicida interpretado por Mel Gibson. Hoje, o personagem seria diagnosticado com depressão, já que desistiu da vida após a morte da esposa – e usa este desprezo para realizar seu trabalho policial de uma forma… digamos, não convencional. Durante muito tempo, Máquina Mortífera foi uma das propriedades mais lucrativas da Warner, e gerou três continuações até 1998 (todas contidas na plataforma). A novidade é que foi confirmado para o ano que vem o quinto filme da franquia, com a dupla agora na terceira idade. É ver para crer.

Gremlins (1984)

Deu para ver que a Warner tem algumas das produções mais emblemáticas dos anos 1980 em seu acervo. E muitas delas fazem parte da filmoteca da HBO Max. Uma das mais queridas é esta produção de Steven Spielberg, perfeita para ser assistida nesta época do ano, afinal embora não pareça, trata-se de um filme natalino. A verdade é que facilmente se enquadra também no dia das bruxas, já que mistura comédia, clima família e certo terror. Era comum nos anos 80 misturar gêneros e deixar os espectadores confusos. Aqui, um jovem é presenteado pelo pai com um bichinho incomum da cultura chinesa, chamado Mogwai. A criaturinha possui algumas regras para quem cuida delas, e desrespeitá-las pode se mostrar fatal para todos ao redor. O sucesso foi grande, mas a continuação demorou para vir. Atualmente, fala-se muito em um terceiro filme.

Mad Max 2 – A Caçada Continua (1981)

Aqui temos outra produção estrelada pelo astro Mel Gibson, essa com clima mais cult. Acontece que o primeiro Mad Max (1979) é uma obra australiana pequena mesmo para os padrões de antigamente, mas que caiu nas graças do público brasileiro graças às reprises no SBT. Dois anos depois, chegava a sequência, maior e melhor em todos os sentidos e que não precisava verdadeiramente do anterior, já que recapitula tudo direitinho e rápido em seu prólogo. Da mesma forma, Mad Max 2 se tornou cult, e no Brasil muito famoso graças às exibições na Globo. Os fãs e críticos, no entanto, o elegiam como um dos grandes filmes de ação de todos os tempos – realmente o que o diretor George Miller faz aqui ainda impressiona. Se você nunca assistiu a esta pérola não perca mais tempo e faça esse favor a si mesmo.

A História Sem Fim (1984)

Assim como a franquia Karatê Kid encontrou um novo sopro de popularidade junto às novas gerações graças ao sucesso da série Cobra Kai (e o fato de a Netflix disponibilizar em sua plataforma todos os filmes da franquia do saudoso Sr. Miyagi), esta franquia de aventura e fantasia também recebeu sobrevida para as gerações atuais devido ao sucesso de uma série da mesma plataforma: Stranger Things. A série dos irmãos Duffer é uma verdadeira carta de amor aos anos 80, e em um dos últimos episódios da terceira temporada da série, os produtores prestam uma bela homenagem ao filme A História Sem Fim, quando dois personagens cantam a música tema (numa cena que virou icônica no programa). Na trama desta coprodução entre Alemanha e EUA, o menino Bastian mergulha num mundo de fantasia ao ler de um livro fantástico, repleto de criaturas fascinantes e também muito perigo.

Superman II – A Aventura Continua (1980)

É curioso pensar num mundo onde as adaptações da DC dominavam e a Marvel sequer havia aparecido neste mercado. Este mundo é o nosso, apenas precisamos voltar mais ou menos uns 40 anos no passado. Nesta época, Superman – O Filme (1978) estreava e se tornava o primeiro filme de um personagem de quadrinhos verdadeiramente levado a sério. Ou seja, com a produção de um grande estúdio (a Warner), um grande orçamento e um elenco de primeira, encabeçado por figurões da época como Marlon Brando e Gene Hackman, levando seus papeis a sério, como se estivessem em um drama. Sim, antes da estreia do primeiro filme do Batman, que deu continuidade a esta onda de bons exemplares da DC, Superman já havia estrelado quatro filmes nos cinemas – todos disponíveis na HBO Max. Aqui, no entanto, selecionamos um veterano da Sessão da Tarde, Superman II, a primeira continuação do herói, que muitos consideram inclusive superior ao original – sem dúvidas com mais ação e um desafio à altura.

Cobra (1986)

Até hoje este filme policial é conhecido como “Stallone Cobra” por todos que cresceram nos anos 80 e 90, e assistiram às inúmeras exibições do longa na TV aberta. Acontece que os responsáveis olharam para a capa do filme e viram o nome do ator Sylvester Stallone (constando apenas como Stallone) acima do título Cobra – e decidiram (ou confundiram, esperamos que não) que o título era Stallone Cobra. Muitos podem não saber, mas este thriller de ação barra-pesada surgiu graças a outro ícone da década, a comédia policial Um Tira da Pesada (1984), com Eddie Murphy. Acontece que tal filme iria ser protagonizado por Stallone, mas o ator decidiu pular fora. Assim, Um Tira da Pesada foi remodelado para as piadas de Murphy. Mas Stallone vendo o sucesso que o longa fez, decidiu dar mais uma chance par a tal ideia sobre o policial de Los Angeles, adaptando ele mesmo a história. E assim nascia uma lenda. Pena que nunca gerou uma sequência. Stallone, nunca te pedimos nada.

A Lenda (1985)

Por falar em filmes de aventura e fantasia mirados para toda a família, nos anos 1980 este gênero ainda era muito forte com o grande público. Depois da década, o gênero só seria resgatado novamente com os lançamentos de Harry Potter e O Senhor dos Anéis. Hoje, este tipo de filme vive novo auge de popularidade. Seguindo os passos de A História Sem Fim, quem protagoniza aqui, acredite se quiser, é Tom Cruise, um ano antes de se tornar um astro internacional graças ao sucesso de seu primeiro blockbuster, Top Gun. Essa aventura fantástica é assinada por Ridley Scott – saído dos sucessos cult de Alien – O Oitavo Passageiro (1979) e Blade Runner – O Caçador de Androides (1982). A Lenda também ressurgiu como cult, e guarda um ótimo desempenho de Tim Curry como o vilão do filme, um grande demônio vermelho conhecido como Escuridão. Nessa onda atual de continuações tardias, seria interessante ver Tom Cruise retornando a este universo, com uma superprodução no melhor estilo de O Senhor dos Anéis.

Viagem Insólita (1987)

Finalizando a lista temos mais uma produção assinada por Steven Spielberg. O diretor foi figurinha certa na década e parecia estar em todos os cantos. Quando não estava dirigindo, pegava para si a produção de obras icônicas – como Gremlins e este aqui. Espécie de reimaginação do clássico Viagem Fantástica (1966) em que um submarino é diminuído a um tamanho microscópico e inserido na corrente sanguínea de um brilhante cientista a fim de salvá-lo da morte, Viagem Insólita está completando 35 anos em 2022, e tem direção do mesmo Joe Dante de Gremlins. Na trama, um piloto é reduzido a um tamanho microscópico para um experimento, que termina sabotado e ele é injetado num sujeito amalucado e com sérios problemas de paranoia, que trabalha como caixa de supermercado. Dennis Quaid vive o piloto minúsculo e Martin Short pôde usar muito de seu talento na comédia para o papel do amalucado Jack. Completando o elenco Meg Ryan. Marcou época.

‘Gran Turismo’ completa 25 anos e ganha vídeo INCRÍVEL; Confira!

A Sony Interactive Entertainment junto à Polyphony Digital divulgaram um trailer em comemoração ao 25º aniversário de ‘Gran Turismo‘.

Kazunori Yamauchi, presidente da Polyphony e criador da franquia, agradeceu em comunicado aos milhares de fãs do jogo e a equipe por trás de seu desenvolvimento.

Confira abaixo o vídeo especial:

“Acho que não existem muitas franquias no videogame que continuaram por 25 anos com o mesmo título e com o mesmo tim. Os membros fundadores da empresa ainda estão trabalhando na linha de frente, e estou grato e orgulhoso por todos os 200 funcionários serem uma equipe que tem a mesma motivação e amor com que a empresa começou”, falou Yamauchi.

A adaptação para o cinema de ‘Gran Turismo‘ terá o excelente Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’) em seu elenco principal. Também foram confirmados Geri Halliwell-Horner, ex-integrante das Spice Girls, Daniel Puig (‘Naomi’), Josha Stradowski (‘A Roda do Tempo’) e Thomas Kretschmann (‘O Pianista’), ainda que não temos detalhes de quais serão os seus papéis.

Lembrando que Archie Madekwe (‘See’), David Harbour (‘Stranger Things’) e Orlando Bloom (‘Piratas do Caribe’) já estão definidos como principais protagonistas.

De acordo com o Deadline, a trama deve acompanhar um homem (Harbour) que se torna um ás das pistas após jogar muito ‘Gran Turismo‘ na juventude. Uma proposta bastante simples e inusitada para uma superprodução de Hollywood.

Gran Turismo‘ chega aos cinemas dos EUA em 11 de agosto de 2023. As filmagens estão programadas para começar no próximo mês, na Hungria.

Jason HallZach Baylin assinam o roteiro.

Pra quem não conhece, ‘Gran Turismo‘ tem uma rica história no mundo dos games, sendo criado em 1997 por Kazunori Yamauchi. O jogo é tido como um dos simuladores de direção mais autênticos da categoria, focando em gráficos precisos, física e atenção aos detalhes dos carros, que os próprios jogadores constroem para pilotar. Mais de 85 milhões de jogos da série já foram vendidos mundialmente.

‘Avatar 2’ Já está aí! Conheça 6 Filmes que Tiveram a Mão do Diretor James Cameron e Você NÃO SABIA

Na última quinta-feira, dia 15 de dezembro, estreou em grande circuito pelo Brasil um dos filmes mais aguardados de 2022: Avatar – O Caminho da Água. A sequência do fenômeno de 2009 na realidade significa muito mais. Significa uma nova conquista técnica e visual, que deixou o midas da sétima arte James Cameron trabalhando focado por nada menos que treze anos. O diretor revolucionário não cansa de entregar marcos do cinema, mas para isso se empenha durante anos até lançar uma nova produção, às vezes com janela de décadas entre elas. James Cameron é verdadeiramente um perfeccionista. Quando estreou Titanic no fim de 1997, todos tinham medo de que o longa se tornasse um dos maiores fiascos da história, mas o cineasta provou que os detratores estavam errados e entregou algo sem precedentes. Foram 12 anos até Cameron “quebrar” de novo o cinema – algo cada vez mais difícil. Mas ele está disposto a fazer de novo nestes 13 anos que separam o Avatar original de sua continuação. E a coisa não irá parar por aí, com Avatar 3, Avatar 4 e Avatar 5 já prometidos até 2028.

Apesar de ser um dos diretores mais badalados da atualidade, e de ter em seu currículo alguns dos filmes mais famosos da história da sétima arte, existem algumas produções que talvez nem todos saibam que tiveram a mão de James Cameron em alguma capacidade. E são justamente estas obras o foco desta nova matéria. Confira abaixo seis filmes que você não sabia que tiveram envolvimento do diretor de Avatar: O Caminho da Água.

Rambo II – A Missão (1985)

Pois é, querido leitor, embora quase ninguém saiba a criação do herói de ação Rambo teve envolvimento de James Cameron. O primeiro filme de 1982, Programado para Matar, é baseado num livro escrito como um libelo anti-guerra. O longa foi responsável por uma segunda onda de popularidade na carreira de Sylvester Stallone e fez muito sucesso há 40 anos. Assim, o estúdio logo se prontificou a tirar do papel uma continuação – desta vez um roteiro original e não baseada em qualquer material prévio. Nesta época também, James Cameron já era um nome de sucesso em Hollywood, tendo emplacado o primeiro O Exterminador do Futuro, e preparava Aliens – O Resgate (lançado no ano seguinte). Assim, os produtores e Stallone não tiveram dúvida e escalaram o diretor para escrever o roteiro da segunda aventura do ex-combatente, que voltava às selvas do Vietnã para resgatar prisioneiros americanos. Embora tenha se tornado um símbolo americano da era Reagan, Rambo também possui um discurso político antissistema, com o protagonista sendo traído pelo próprio país. James Cameron hoje afirma que escreveu apenas as cenas de ação (algumas das mais espetaculares dos anos 80) e que Stallone, também creditado como roteirista do filme, foi o responsável pelo discurso político da obra.

Caçadores de Emoção (1991)

Esse foi o primeiro grande sucesso da carreira da diretora Kathryn Bigelow, que anos mais tarde se tornaria a primeira mulher a receber um Oscar na categoria de direção na história da sétima arte. E o elo entre Bigelow e James Cameron é antigo e muito forte. Acontece que os cineastas foram casados de 1989 a 1991. Antes disso, eram colegas e colaboraram em algumas produções. A primeira foi o longa solo de estreia de Bigelow, o terror western sobre vampiros Quando Chega a Escuridão (1987). É só reparar no elenco do filme, de nomes como Bill Paxton, Lance Henriksen e Jenette Goldstein, e perceber que foi “emprestado” de Aliens – O Resgate, assinado por Cameron. O casamento entre os dois terminou em 1991, mas eles seguiram amigos e continuaram a trabalhar juntos. Como neste item, por exemplo, sobre um jovem agente do FBI (Keanu Reeves) infiltrado numa turma de surfistas californianos adepta de esportes radicais (encabeçados por Patrick Swayze), que nas horas vagas se diverte assaltando bancos. O filme de ação repleto de adrenalina foi dirigido por Bigelow, mas teve o ex-maridão James Cameron produzindo.

Estranhos Prazeres (1995)

E James Cameron ainda colaboraria mais uma vez com a ex-companheira Kathryn Bigelow, quatro anos após seu casamento ter acabado. Esse aqui era ainda um projeto mais pessoal, já que Cameron bolou a história, escreveu o roteiro e produziu para a ex dirigir. Uma pena que o filme não vingou da maneira devida, não fez o sucesso esperado, mas rapidamente atingiu status de cult. Ficção científica criada nos moldes que o diretor de Avatar e O Exterminador do Futuro gosta, Strange Days (no original) apresenta um futuro onde uma nova tecnologia virtual é realidade. O que o diretor propõe é um artefato capaz de transformar nossos olhos em câmeras ao ser colocada em nossas cabeças, com a finalidade de registrar tudo o que vemos e gravar nossas lembranças. Assim, não precisamos confiar apenas em nossas recordações de certos fatos, podemos assisti-los com tais gravações. “Isso é muito Black Mirror” antes mesmo de Black Mirror existir.

Santuário (2011)

Esse filme se aproveitou do boom da nova era do 3D criado no pós-Avatar. De fato, após o filme das criaturas azuladas gigantes de James Cameron, uma verdadeira enxurrada de obras produzidas em 3D (ou convertidas) aportaram nos cinemas. Filmes como Fúria de Titãs, Alice no País das Maravilhas e Tron – O Legado, por exemplo, se beneficiaram muito dos ingressos mais caros graças aos óculos de terceira dimensão – seguindo a trilha do filme de Cameron. Assim, enquanto não assinava a direção de um longa só seu, o cineasta resolveu usufruir do filão que tinha revigorado e quis lançar seu próprio filme em 3D. Para isso, foi o produtor de Santuário, produção que veio e foi sem ser muito notada. Com lançamento num dos meses mais mortos para o cinema (fevereiro – onde geralmente toda a atenção está para os filmes do Oscar), nem mesmo a produção de um nome como o de James Cameron estampando seu poster e as peças de marketing foi o suficiente para fazer o filme deslanchar. Na trama, uma equipe de mergulho em cavernas subaquáticas (tema muito caro ao diretor) precisa lutar por sua vida quando decidem se aventurar numa das travessias mais perigosas jamais exploradas.

Alita – Anjo de Combate (2019)

Por vezes os artistas precisam deixar a oportunidade de criar aquela obra dos sonhos passar. Isso é muito verdade quando falamos sobre cineastas. Um realizador com o renome de James Cameron possui uma agenda apertadíssima e muitos projetos que gostaria de tirar do papel. Concretizar tudo o que se sonha é uma tarefa impossível. Assim, é preciso colaborar com outros criadores a fim de ver aquela ideia antiga finalmente ganhar forma. Todos os diretores de cinema do mundo possuem aquela história do “filme que nunca realizaram”, embora fosse algo muito caro e pessoal. São as lendas da sétima arte. Em muitas ocasiões, tais produções chegam até perto de ser concluídas, mas por alguma razão terminaram antes mesmo de começar. É claro que James Cameron tem uma história assim, e uma delas se chama Alita. Baseada na Graphic novel japonesa Gunnm, a história sobre um futuro onde ciborgues (seres meio humanos, meio máquina) são uma realidade e uma jovem chamada Alita precisa descobrir quem verdadeiramente é, encantou o cineasta, que sonhava em adaptar para as telonas. Vendo que as continuações de Avatar iam tirar muitos anos de sua vida, Cameron escreveu o roteiro e produziu, mas deu o projeto para o colega Robert Rodriguez comandar na cadeira de direção.

O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio (2019)

Desde que entregou seu filme derradeiro da franquia que criou, com O Exterminador do Futuro 2 (1991), James Cameron se despediu com chave de ouro desta história, que ele mesmo havia encerrado de maneira esplendorosa, sem a necessidade verdadeira de que ela continuasse. Mas diga isso para os engravatados ambiciosos de Hollywood, que preferem sempre apostar numa ideia já famosa e numa marca pré-estabelecida do que criar algo novo e pagar para ver. O curioso é que muitas destas investidas contínuas em um material querido do grande público podem acabar com gosto azedo, pela sensação de tirar até a última gota de um material saturado. É o caso com a franquia O Exterminador do Futuro, que realmente não vai bem das pernas desde que James Cameron encerrou sua participação como diretor. Acontece que para conseguir realizar o primeiro filme, James Cameron vendeu os direitos da franquia para a produtora Gale Anne Hurd – com quem casaria no ano seguinte – com a promessa de que dirigiria o filme. Desde então a franquia já esteve nas mãos de diferentes estúdios. Mas em 2019, Cameron finalmente retornaria ao universo que criou, bolando a história e produzindo o sexto Exterminador do Futuro.

Bônus 1: Solaris (2002)

Aqui James Cameron também assumiu o cargo de produtor nessa reimaginação da Fox para o clássico da literatura de ficção científica. Como todos os cinéfilos sabem, a história já havia sido levado às telonas na forma de uma produção russa cult de 1972 e 3 horas de projeção, assinada pelo cultuado cineasta Andrei Tarkovsky. A versão americana com o nome de James Cameron como produtor foi escrita e dirigida por Steven Soderbergh, então saído da dupla indicação ao Oscar de direção – por Erin Brockovich e Traffic (seguida de vitória pela segunda) -, e estrelada por George Clooney. A história passada no futuro e no espaço, mostra um astronauta numa base fora da Terra, tendo alucinações muito reais com sua falecida esposa.

Bônus 2: Dark Angel (2000-2002)

A única incursão de James Cameron pela TV (então recém-saído do fenômeno de Titanic) resultou neste programa que já nasceu cult e hoje possui uma legião de fãs, mesmo na época não fazendo o sucesso devido, e durando apenas 2 temporadas. O seriado foi criado por Cameron, produzido, escrito e teve um episódio dirigido por ele. Fora isso, serviu para apresentar ao mundo o talento e a beleza da sumida Jessica Alba, em seu primeiro papel de destaque. A trama passada no futuro, apresenta um grupo de crianças que serve de “ratos de laboratório” em experiências genéticas em uma poderosa empresa. Todas elas conseguem fugir, e anos mais tarde encontramos uma delas nas formas de Max, a protagonista vivida por Alba, que se tornou um membro de uma rebelião contra o governo, e se esconde nos subterrâneos de um mundo à beira do colapso. Ela faz de sua missão encontrar outros iguais a ela.

‘M3GAN’ ganha vídeo com James Wan contando tecnologia por trás da boneca encapetada

O aclamado cineasta James Wan, apareceu em um vídeo de bastidores, mostrando a tecnologia por trás da boneca do capeta ‘M3GAN‘, em um novo clipe do filme que está dando o que falar. E, acredite, a coisa é mais bizarra do que vocês já viram nos trailers.

Wan, que assina parte do roteiro e também a produção, mostra como a boneca foi criada em computação gráfica a partir dos movimentos reais de uma criança no set.

Mais cenas de ‘M3GAN‘ com sede de sangue também farão a festa dos fãs de terror. Incluindo até dancinha de TikTok que todo mundo que viu o filme está fazendo.

Essa é a mais nova aposta da Blumhouse Productions no cenário do terror, estúdio que já foi responsável por filmes como ‘Corra!‘ e o recente ‘O Telefone Preto‘.

Confira o vídeo logo abaixo:

Veja as últimas imagens divulgadas:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de janeiro.

A trama acompanha Gemma (Allison Williams), uma brilhante roboticista de uma empresa de brinquedos que usa inteligência artificial para desenvolver uma boneca realista programada para ser a maior companheira de uma criança e a maior aliada dos pais. Quando Cady (Violet McGraw), sua sobrinha órfã, vai morar com ela, Gemma pega um protótipo da boneca para testar e as consequências são aterrorizantes.

O filme é dirigido por Gerard Johnstone.

Jenna Davis e Ronny Chieng completam o elenco.

Gostou de ‘Matilda’? Aqui estão outras DEZ adaptações musicais para você conferir!

Recentemente, a Netflix lançou em seu catálogo a aguardada adaptação de Matilda: O Musical’.

Baseada no romance homônimo de Roald Dahl e na aclamada peça teatral, a narrativa conta a história de uma garotinha extraordinária e muito criativa, que ousa se impor para mudar sua trajetória de vida e acaba conquistando resultados inacreditáveis.

Estrelada por nomes como Alisha WeirEmma ThompsonLashana LynchAndrea RiseboroughStephen Grahma e tantos outros, a produção já caiu no gosto do público e da crítica e se tornou um ótimo título para conferir neste final de ano.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com outras dez adaptações de peças musicais que você pode conferir caso tenha gostado de Matilda.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

AMOR, SUBLIME AMOR (1961/2021)

Seja no clássico de 1961, seja no aclamado remake de 2021, ‘Amor, Sublime Amor’ não poderia ficar de fora da nossa lista. Ambos os filmes, inspirados na peça homônima de 1957, caíram nas graças do público e da crítica, além de se consagrarem como grandes produções de suas respectivas épocas.

O longa se passa na Nova York da década de 1950 e conta a história de um casal apaixonado tentando salvar seu romance ao mesmo tempo que são divididos pela rivalidade entre as gangues branca e latina das quais fazem parte: Tony é integrante dos Jets e Maria, dos Sharks, tudo inspirado na tragédia ‘Romeu e Julieta’, de William Shakespeare.

A FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATE (1971)

Antes de Johnny Depp encarnar o icônico chocolateiro Willy Wonka, Gene Wilder fez história com a primeira adaptação do clássico romance infantil A Fantástica Fábrica de Chocolate, de Roald Dahl. Por incrível que pareça, o longa-metragem não fez um sucesso grandioso à época do lançamento, tornando-se um clássico cult décadas depois e sendo selecionado para preservação na Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos.

A história é centrada em Charlie Bucket, (Peter Ostrum) um menino pobre que encontra um dos cobiçados “bilhetes dourados” que dão direito a um carregamento vitalício de chocolates Wonka, além de poder conhecer a misteriosa fábrica de chocolates homônima. Ele e mais quatro crianças passeiam pelo lugar, mas Willy Wonka (Wilder), o dono da fábrica, não é uma pessoa bacana e sim uma figura manipuladora. As crianças, ao mesmo tempo em que mergulham de cabeça nos seus desejos, pagam um preço por isso.

CABARET (1972)

Lançado em 1972 e dirigido pelo lendário Bob Fosse, o longa trouxe nomes como Liza MinnelliMichael York e Joel Grey às telonas e apresentou uma nova perspectiva da Alemanha nazista dos anos 1930. Na trama, a cantora de cabaré estadunidense Sally Bowles (Minnelli) conhece o acadêmico britânico Brian Roberts (York), que está terminando seus estudos na universidade. Apesar da confusão de Brian acerca de sua sexualidade, os dois se tornam amantes – mas a chegada de um abastado e decadente jovem, Maximilian von Heune (Helmut Griem) complica as coisas para eles. O triângulo amoroso, então, se desenrola em meio à ascensão do partido nazista e o colapso da República de Weimar.

Aclamado pela crítica especializada e condecorado com inúmeras honrarias, o filme conquistou oito prêmios do Oscar, incluindo Melhor Direção para Fosse, Melhor Atriz para Minnelli e Melhor Ator Coadjuvante para Grey, além de ser selecionado pela Biblioteca do Congresso para preservação nos Estados Unidos, por sua relevância cultura, estética e histórica.

CHICAGO (2002)

São poucos os filmes musicais que conseguiram superar o impacto causado por Chicago. Baseado na peça homônima de 1975, a história explora temas como celebridade, escândalos, corrupção e disparidade de gênero e traz no elenco nomes como Renée ZellwegerCatherine Zeta-JonesRichard Gere e Queen Latifah – além de ter ganhado nada menos que seis estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme.

Na trama, Velma (Zeta-Jones), a sensação de um clube noturno, assassina seu marido mulherengo. Então Billy Flyn (Gere), o advogado mais esperto de Chicago, é o escolhido para defendê-la. A novata cantora Roxie (Zellweger) também acaba na prisão por matar seu namorado, e Billy também pega seu caso, transformando tudo em um circo da mídia. Agora, elas disputam entre si pelo topo do estrelato.

RENT (2005)

Contando com nomes como Idina Menzel e Rosario Dawson, a adaptação do musical homônimo merece ser visto com outros olhos, ainda mais considerando que é uma produção extremamente subestimada.

Na obra, um grupo de amigos vive na boêmia e moderna East Village, bairro da cidade de Nova York. Entre eles está Mark Cohen, um cineasta nerd que ama Maureen Johnson, uma professora pública. Já Maureen sente atração por Joanne Jefferson. Roger Davis é o companheiro de quarto de Mark, sendo viciado em drogas e portador do vírus HIV. Roger é apaixonado por Mimi Marquez, uma dançarina sadomasoquista que mora com o gênio da computação Tom Collins que, por sua vez, gosta da drag queen Angel.

SWEENEY TODD (2007)

Lançada em 2007, a narrativa é adaptada da peça homônima assinada por Stephen Sondheim e Hugh Wheeler, que inclusive conquistou inúmeros Tony Awards após sua estreia, e reconta a história melodramática do personagem titular, um barbeiro inglês e serial killer que assassina seus clientes com uma lâmina afiada, com a ajuda de uma padeira que transforma os corpos das vítimas em tortas de carne.

Estrelado por nomes como Johnny DeppHelena Bonham CarterAlan RickmanTimothy SpallSacha Baron Cohen e muitos outros, o longa foi ovacionado pela crítica especializada por seus elementos fantásticos, as performances do elenco, os números musicais e a fidelidade à obra original, conquistando três indicações ao Oscar (levando o prêmio de Melhor Direção de Arte) e duas estatuetas do Globo de Ouro (Melhor Filme – Musical ou Comédia e Melhor Ator para Depp).

HAIRSPRAY (2007)

A releitura cinematográfica de Hairspray optou pelo caminho do sucesso, tanto comercial quanto crítico. Lançado em 2007, a produção, comandada por Adam Shankman, trouxe elementos tanto do longa original de John Waters quanto da versão teatral de Mark O’Donnell e Thomas Meehan.

A trama é ambientada nos anos 1960 e acompanha Tracy Turnblad, uma adolescente de Baltimore apaixonada por dança que se inscreve para participar de um programa local, chamado The Corny Collins Show, e é aceita. Da noite para o dia, torna-se uma celebridade e eleva seu estilo irreverente de dança no show. O fato de ser popular é suficiente para terminar o reinado de Corny e provocar uma integração racial.

OS MISERÁVEIS (2012)

Os Miseráveis é uma adaptação do musical da Broadway, que por sua vez foi inspirado na clássica obra do escritor Victor Hugo. A história se passa em plena Revolução Francesa do século XIX. Jean Valjean rouba um pão para alimentar a irmã mais nova e acaba sendo preso por isso. Solto tempos depois, ele tentará recomeçar sua vida e se redimir. Ao mesmo tempo em que tenta fugir da perseguição do inspetor Javert.

Com direção de Tom Hooper, o filme se tornou um sucesso gigantesco de crítica e de bilheteria, levando inúmeros prêmios para casa – incluindo o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Anne Hathaway. Além dela, o elenco trouxe nomes como Hugh JackmanEddie RedmayneAmanda SeyfriedGerard ButlerHelena Bonham CarterSacha Baron Cohen e vários outros às telonas.

CAMINHOS DA FLORESTA (2014)

Caminhos da Floresta é uma visão moderna dos adorados contos dos irmãos Grimm, cruzando as tramas de algumas histórias e explorando as consequências dos desejos e das buscas dos personagens. Este musical engraçado e emocionante segue os contos clássicos de Cinderela (Anna Kendrick), Chapeuzinho Vermelho (Lilla Crawford), João e o Pé de Feijão (Daniel Hittlestone) e Rapunzel (Mackenzie Mauzy) – todos reunidos em uma história original envolvendo um padeiro e sua esposa (James Corden e Emily Blunt), seu desejo de formar uma família e a interação com a bruxa (Meryl Streep) que os amaldiçoou.

O longa-metragem é baseado na peça homônima, que estreou na Broadway em 1987 e fez um sucesso gigantesco. Contando com mais de 764 apresentações, a produção levou para casa inúmeros prêmios, incluindo um Tony Award de Melhor Trilha Sonora e de Melhor Livro, bem como um Drama Desk Award de Melhor Musical.

EM UM BAIRRO DE NOVA YORK (2020)

Antes de ‘Hamilton’Lin-Manuel Miranda já havia se aventurado no mundo dos musicais com ‘In the Heights’, peça que começou a eternizar sua carreira recheada de sucessos e que fez um estrondo assim que estreou. Anos depois, Jon M. Chu se reuniu com Miranda para levar a história aos cinemas sob o título de Em um Bairro de Nova York.

A história é centrada em Washington Heights, bairro de Nova York que concentra a diversidade das comunidades latinas, incluindo mexicanos, dominicanos, cubanos, porto-riquenhos e muitos outros. Nessas coloridas e quentes ruas, está Usnavi (Anthony Ramos), um jovem sonhador que guarda cada centavo que ganha para voltar à terra natal – sem perceber que o lar que tanto busca está bem à sua frente.

Artigo | ‘Soul’ é uma profunda celebração da vida e uma ótima pedida para o final do ano

De alguma forma, os estúdios Pixar nutrem de uma originalidade narrativa que não é vista em nenhuma outra grande companhia ocidental. Desde seu surgimento ainda em 1995 até sua compra pela Walt Disney, o competente time criativo trabalha com cautela extrema para entregar ao público obras animadas que fogem do convencionalismo principesco ou da comédia escrachada, por exemplo, valendo-se de profundos temas antropológicos que transformam cada capítulo dessa ainda breve história em uma ode ao próprio ser humano – e em produções destinadas tanto às crianças quanto aos adultos.

Ao longo de vinte e cinco anos (quase a idade do autor por trás desta singela crítica), a Pixar mergulhou nas águas profundas de Procurando Nemo’ e da inesperada sequência Procurando Dory’, viajou a longínquas terras paradisíacas com Up’ e visitou (e revisitou) o mundo dos brinquedos com a aclamada e premiada franquia Toy Story, uma das mais adoradas de todos os tempos. Em suas bodas de prata, a companhia apostou em uma revitalização sequencial que manteve vivo as incursões psicopedagógicas de Divertidamente e as celebrações mnemônicas de Viva – A Vida É uma Festa’ (por mais que este último título tenha cedido às novelescas construções narrativas em prol de um visual espetacular). Enquanto as fichas se restringiam há algum tempo em sequências para levar a nova geração a conhecer as preciosidades cinematográficas do estúdio, estava mais que na hora que um enredo original ganhasse nossos corações novamente.

E então surgiu Soul’. O título, que definitivamente não precisa de uma tradução para o português, visto que pode se referir ao estilo musical homônimo, traz de volta Pete Docter para a cadeira da direção cinco anos depois de sua última investida – e onze depois de ter feito sua estreia com o atemporal Monstros S.A.’. A simplicidade da trama entra como máscara de uma análise interessante sobre a vida após a morte e sobre como somos “programados” para ganhar vida na Terra, unindo diversas mitologias em um lugar só e abrindo espaço para as reflexivas considerações do espiritismo. Aqui, Jamie Foxx dubla Joe Gardner, um pianista frustrado que talvez tenha reencontrado sua vontade de seguir em frente, esmaecida com o passar dos anos e com dezenas de rejeições, ao ensinar jovens sobre o poder da música. No momento em que ele acredita que sua vida está prestes a mudar ao ser chamado para tocar com a lendária Dorothea Williams (Angela Bassett), ele sofre um acidente e morre.

Na verdade, Joe não morre logo de cara; conforme fica claro poucos momentos depois do personagem cair em um bueiro aberto, ele se vê em uma inexplicável situação. Caminhando em direção à luz de um universo minimalista, acompanhado de tantas outras almas que aguardam o descanso eterno, ele faz de tudo para retornar ao corpo que deixou para trás, mas acaba indo para um lugar conhecido como pré-vida. O infinito cenário, que nos chama a atenção pela ausência de detalhes explosivos e por uma comedida utilização artística (algo “estranho” quando comparado com a exuberância de outras entradas do catálogo Pixar), é onde as almas não nascidas ganham suas personalidades e suas pré-disposições antes de finalmente se tornarem parte do mundo material – e onde a rebelde alma chamada 22 (Tina Fey) se recusa a encarnar.

É aí que Joe encontra a brecha para voltar à vida que conhecia e para finalmente transformar seu monótono cotidiano em algo que vale a pena, ansioso por estar beirando a meia-idade e por ser tratado com condescendência crítica pela mãe (Phylicia Rashad). Joe rouba a identidade de um dos “mentores” do pré-vida e é destinado a 22 para prepará-la para o nascimento, buscando nos confins do universo metafísico uma missão. Visto que as coisas não saem como o planejado, ele decide usá-la como canal para recuperar o que perdeu – e talvez seja a partir daqui que os enredos começam a se fundir em um transbordante panorama que, vez ou outra, tropeça em sua própria ambição.

Não se engane: Soul’ é mais uma ótima entrada desse panteão cinematográfico e um sopro de originalidade em meio a produções mainstream que apenas reciclam tramas datadas e formulaicas. É claro que o conceito de destino e do que existe quando passamos para um outro estágio da jornada humana moveu inflexões de diversos artistas ao longo dos séculos, desde os primeiros filósofos greco-romanos até as fusões sci-fi do estilo cyberpunk com as íntimas alegorias do determinismo sociológico. Joe é movido pela simples acepção de que seu propósito é a música; 22, por sua vez, não acredita que tem uma missão e, por essa razão, prefere ficar em um lugar que já conhece a enfrentar os obstáculos mundanos que a humanidade cria e recria dia após dia. A verdade é que ambos não conseguiam enxergar um palmo à frente dos olhos para compreender que essa delegação não existe: o que há, de fato, é a busca por fazer o máximo de algo efêmero e inevitável – o tempo.

Docter começou a trabalhar no longa-metragem ainda em 2016, desenvolvendo conceitos que dialogassem com as entidades abstratas que regem a origem de tudo. Em um lugar para além da prática cronologia que conhecemos, a medição de algo impalpável é nada mais que uma tentativa esdrúxula de ter poder sobre o subjetivo, sobre uma ideia. É por essa razão que o minimalismo imagético é a força-motriz da obra, entrando em conflito espasmódico com o proposital excesso das sequências na Terra – marcando uma profunda quebra entre as produções anteriores do diretor e o que lhe aguarda no futuro.

‘Soul’ pode não ter o melhor filme já criado pela Pixar, mas certamente é um que deixará sua marca criativa para os membros da companhia e até mesmo para o modo como contamos histórias. Entre celebrações do aqui e do agora, a animação é o estandarte do carpe diem que não sabíamos que precisávamos até os créditos finais subirem nas telas.

‘The Irrational’: Ator de ‘The Flash’ estrelará a nova série criminal da NBC

De acordo com o TVLine, Jesse L. Martin (‘The Flash’) vai estrelar ‘The Irrational‘, nova série criminal da NBC.

Na trama…

Alec Baker, um professor renomado da ciência de comportamento, oferece sua ajuda única e inesperada em entender o instinto humano para ajudar a resolver casos importantes envolvendo o governo, aplicação da leia e corporações.

O elenco ainda contará com Maahra Hill, Travina Springer, Molly Kunz e Arash DeMaxi.

Arika Lisanne Mittman (‘Elementary’) assina o roteiro e também servirá como produtora executiva ao lado de Mark Goffman, Samuel Baum e do diretor David Frankel.

A produção é inspirada no livro Predictably Irrational, de Dan Ariely, que servirá de consultante na série da NBC.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Avatar: O Caminho da Água’ ultrapassa US$ 950 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! A sequência ‘Avatar: O Caminho da Água‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 950 milhões nas bilheterias mundiais.

De acordo com o Deadline, o longa de James Cameron deve superar a marca global de US$ 1 bilhão ainda hoje (27).

Em apenas duas semanas, a produção já se tornou a terceira maior bilheteria do ano, e a quarta maior desde o início da pandemia.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 293.2 milhões. Internacionalmente, foram US$ 661.9 milhões. Os maiores mercados incluem a China (US$104.5M), França (US$60.5M), Coreia (US$55.4M), Alemanha (US$41.5M) e Índia (US$39.2M).

No Brasil, ‘Avatar 2′ já vendeu mais de 4.3 milhões de ingressos, arrecadando um total de R$ 92.4 milhões nas bilheterias nacionais.

Ao total, a produção já soma impressionantes US$ 995.1 milhões.

Assista nossa crítica e entrevista:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.