Site Página 2938

Netflix Crítica | Emily em Paris – Terceira Temporada roda, roda e continua no mesmo Lugar

Emily in Paris. (L to R) Lily Collins as Emily, Lucas Bravo as Gabriel in episode 310 of Emily in Paris. Cr. Courtesy of Netflix © 2022

Com todo o charme da capital parisiense para explorar e todos os aspectos da adaptação em uma nova cultura, a produção de Darren Starr dá as mesmas voltas sem objetivos. A terceira temporada se ancora na enfadonha e sem sex appeal trama romântica — Emily e Gabriel (Lucas Bravo) —, rodeada de roupas extravagantes.  

Desde a primeira temporada, Emily em Paris já apresenta-se ancorada em clichês bobos, mas engraçados. O público não espera profundidade e nem crises existencialistas da personagem título. Apesar de todo encanto aos olhos e de looks exuberantes, a protagonista é a personagem mais insípida de todo o seriado. Apresentada como uma jovem aventureira e esperta, Emily (Lily Collins) sabe apenas ser insistente, fazer lives e usar hashtags. 

Embora acompanhamos sua “aventura” parisiense há três anos, Emily ainda não completou um ano em solo estrangeiro. Sem calendários pontuais no roteiro, a grávidez de Madeline (Kate Walsh)  é a nossa referência temporal. Quando o bebê nasce nesta temporada, é possível imaginar que a jovem executiva de marketing está mais ou menos há nove meses em Paris e não sente um pingo de saudade de casa, família, amigos, etc. 

Aliás, este é um ponto de incômodo para qualquer expatriado. Como um personagem em decisão de voltar ao país de origem e seguir em um estrangeiro não tem o seu momento de reflexão baseado em suas âncoras afetivas? Emily tem amigos além de Mindy Chen (Ashley Park)? Pai, mãe, irmãos? Colega da faculdade? Ela está o tempo todo nas redes sociais, mas não se comunica com ninguém além dos seus novos amigos na França. 

O círculo social da protagonista é de meia dúzia de pessoas e seus seguidores virtual, mas como “workaholic”, ela não se importa, afinal seu trabalho sempre está associado a festas, jantares e viagens. A difícil escolha de Emily no final da segunda temporada não é feita, tanto quanto ao trabalho quanto sua ao relacionamento. A ideia é que não fazer escolhas é também uma escolha, isto é, ela é na vibe “deixa a vida me levar”.  

Durante dois episódios, a protagonista vê-se sem emprego, sem visto e sem perspectivas futuras. Sua resposta a isso? Fazer turismo e lives no Instagram. Os produtores da série já deixaram claro que trata-se de uma comédia alto astral, mas Emily não derramou uma lágrima em 30 episódios. Ou seja, ela torna-se uma personagem sem vida, não conquista empatia e o público se afasta. 

Há coisas boas na nova temporada? Evidentemente. Outros cantos de Paris são apresentados como o parque de La Villette, suas festas e exposições, como o sucesso de público Pop Air — a da piscina de bolinhas para adultos —, além de outros pontos turísticos, como a Basílica de Sacré Coeur, o Muro de Je t’aime e o Museu de la Vie Romantique. Para além da cidade título, o seriado leva os espectadores aos encantadores campos de lavanda em Aix-de-Provence. 

Apesar da falta de desenvolvimento na trama, a comédia ainda tem cenas engraçadas, protagonizadas principalmente por Luc (Bruno Gouery) e sua maneira “sem filtro” de ser. Sem destaque nas duas últimas temporadas, o colega de trabalho ganha mais espaço e até uma utilitária ex-namorada (Laurence Gormezano). Vale pontuar ainda a apresentação de uma versão francesa (comme si, comme ça) de Shallow, da Lady Gaga, por Mindy e a estranha permanência de Alfie (Lucien Laviscount) em Paris, assim como as decisões de Sylvie (Philippine Leroy-Beaulieu) sobre o futuro de sua empresa. 

Em contrapartida, quase todos os personagens parecem ser apenas utilitários para Emily, eles estão sempre dispostos a ajudá-la, a dar mais uma chance e se deixar encantar por ela. Do outro lado da tela, a pergunta continua: será que Emily é talentosa como o roteiro deseja martelar? Não, ela não tem ideias brilhantes. Todas as suas ideias são muletas e sem grande inspiração, porém ela apresenta como se fosse uma descoberta de ouro.

O segredo de Emily é: fazer um bom pitch. Ela é uma executiva de marketing, mas é tratada como sócia da agência, algo que aliás, finalmente causa revolta no seu colega Julien (Samuel Arnold). O mundo de Emily é lúdico. É possível entrar na brincadeira da jovem de manter-se positiva e sem emoções fortes em uma vida filtrada para as redes sociais, caso Emily em Paris fosse uma crítica velada da vida pueril construída pela geração Z, mas não é. 

O problema é que os produtores perderam a mão da comédia e armaram um rocambole novelesco sem fim. Após 10 episódios, o relacionamento de Emily e Alfie é desconstruído em segundos, o rapaz londrino é irreconhecível nos últimos minutos. No fim, tudo volta à dinâmica modorrenta de Gabriel e Emily separados pelo inconveniente dele ter uma namorada (Camille Razat). Sim, mais uma vez, porque a quarta temporada já está confirmada. 

Clássicos dos anos 90 que Foram verdadeiros SUCESSO de Bilheterias

Hoje, os blockbusters estão cada vez maiores e mais caros. As produções megalomaníacas de Hollywood no fundo têm o propósito de entregar uma experiência de um verdadeiro espetáculo para o espectador. Afinal, só assim pode rivalizar com o advento das séries, das plataformas de streaming, das TVs em alta definição de telas gigantes e tudo que faça a audiência preferir permanecer em casa ao invés de ir até as salas de exibição. É bem verdade que o cinema tem recebido pancadas a torto e a direito de todo tipo de competição; sendo assim precisa constantemente se reinventar e ser cada vez maior e melhor. Ou seja, entregar algo que você não terá em casa.

O resultado disso é que temos cada vez mais produtos voltados ao público jovem (os adolescentes e crianças), uma vez entendido que eles são a maior fatia pagante deste tipo de serviço. Mas nem sempre foi assim. E nem precisamos voltar tanto no tempo. Olhando apenas 25 anos no passado, podemos notar um tipo diferente de superprodução. Essa foi uma época em que muitos cresceram e foi responsável pela formação cinéfila de uma geração. Neste passado não tão remoto assim, os filmes de maior sucesso e rentabilidade ainda resistiam como obras de entretenimento voltadas tanto para os mais novos quanto para os adultos. Este tipo de entretenimento mais maduro foi se perdendo com o tempo, abrindo espaço para superproduções de intermináveis coreografias de lutas ou que usem tantos efeitos visuais de computador que se comportam quase como desenhos animados ao invés de filmes com atores reais.

Seja como for, aqui trazemos para você mais uma matéria nostálgica, especialmente destinada para aqueles que acreditam que não se fazem mais filmes como antigamente. Aqui, iremos revisitar os grandes blockbustes de 25 anos atrás, que dominavam as bilheterias norte-americanas e mundiais. Esses foram Os Maiores Sucessos do Cinema que Completam 25 anos em 2021. Não esqueça de comentar e dizer se você lembra de todos eles. Confira.

10) Tempo de Matar

Começando por este primeiro item, podemos notar que o tipo de filme de entretenimento dos anos 90 era bastante diferente dos atuais – dominados pelos super-heróis da Marvel. Aqui tínhamos um outro tipo de herói: um advogado sulista tentando livrar um homem negro, que se vinga dos estupradores de sua pequena filha, da pena de morte numa região ainda muito racista dos EUA. A fonte de adaptação também era outra: um livro do romancista John Grisham, ao invés de quadrinhos. Uma superprodução adulta da Warner, o filme do saudoso Joel Schumacher conta com um elenco renomadíssimo, de nomes como Sandra Bullock e Samuel L. Jackson, e ainda serviria de revelação para o então iniciante Matthew McConaughey – o protagonista. Com um orçamento de US$40 milhões, o filme faturou US$152 milhões mundiais.

09) A Gaiola das Loucas

Sim, essa era a época onde uma comédia com fortes entrelinhas políticas e sociais conseguia figurar entre as 10 maiores bilheterias do ano. Remake de um sucesso francês de 1978, a versão norte-americana é tão boa quanto e fez enorme estrondo quando lançada há 25 anos. Em partes, devido à direção precisa do talentosíssimo Mike Nichols (A Primeira Noite de um Homem). Em partes, devido ao elenco de peso, que acerta de forma precisa o tom dos personagens. Em especial o saudosíssimo Robin Williams na pele de um dono de boate gay de Miami. Seu filho deseja se casar com uma moça. Mas só tem um problema: o pai dela é um político extremamente conservador, vivido pelo grande Gene Hackman. Agora ele precisa “sumir” com seu estilo de vida, o que inclui o companheiro afetado (Nathan Lane), e fingir ser hétero. A comédia da United Artists custou US$31 milhões e arrecadou US$185 milhões mundiais.

08) O Professor Aloprado

Outra comédia de muito sucesso dos anos 90, e outra refilmagem de um clássico. A diferença dos remakes desta época é que tentavam trazer originalidade e diferencial em relação a seus materiais fonte. Veja este caso da reimaginação do clássico com Jerry Lewis da década de 60. No original, Lewis vivia um professor tímido e nerd, que consegue uma fórmula e se transforma num “pegador”, refletindo muito da personalidade do amigo Dean Martin. A repaginada era dada pelo gênio do humor Eddie Murphy, neste filme que marcou seu retorno ao sucesso e às grandes bilheterias. Além da óbvia troca representativa racial, Murphy cria seu professor introvertido com muitos quilos de sobrepeso – e para isso foi feito um soberbo trabalho de maquiagem. A Universal Pictures gastou US$54 milhões na produção, mas viu de volta impressionantes US$273 milhões mundiais.

07) Jerry Maguire – A Grande Virada

Há 25 anos, Tom Cruise estava no topo da cadeia alimentar de Hollywood. Passadas mais de duas décadas e Cruise, embora uma figura polêmica (de certa forma), conseguiu se manter no topo, protagonizando alguns dos filmes mais caros e rentáveis da indústria. Para o astro de Top Gun, pouca coisa mudou (apenas a idade, a aparência nem tanto). Aqui, protagonizava um sucesso de certa forma inesperado. Esse não é um filme de ação, tiros e explosões. Mas sim um drama mais intimista e romântico, sobre um agente esportivo que perde seu emprego e precisa se reinventar. O filme cativou o grande público e com um orçamento de US$50 milhões, fez para a Columbia Pictures (Sony) uma bilheteria de US$273 milhões mundiais.

06) O Preço de um Resgate

Presente no acervo atual da Netflix para todos aqueles que quiserem degustar deste eletrizante thriller que fala sobre o pior pesadelo de qualquer pai: o sequestro de seu filho pequeno. No auge de sua fama, o astro Mel Gibson é quem estrela e explora seu lado humano e dramático como em poucos filmes. O ator se envolve pessoalmente na trama, já que na vida real é pai de nove filhos. Gibson interpreta um milionário que tem o filho sequestrado e começa a viver uma jornada truculenta para recuperar a criança intacta – o que inclui colocar a cabeça dos sequestradores à prêmio. O filme da Touchstone Pictures (subsidiária da Disney) é dirigido pelo vencedor do Oscar Ron Howard, custou US$70 milhões e arrecadou US$309 milhões mundiais.

05) 101 Dálmatas

Esse ano, o filme Cruella fez enorme sucesso ao trazer a estrela Emma Stone no papel título da vilã ainda na juventude, contando como a personagem teve se início e se transformou na icônica caçadora de dálmatas. Mas é só voltarmos 25 anos no tempo para nos depararmos com a primeira versão em live-action do adorado desenho da Disney da década de 60. Neste filme, a escolha da intérprete da vilã foi certeira, com a grande Glenn Close dando tudo de si e se divertindo horrores na pele da personagem. Esse primeiro remake em live-action da Disney custou US$75 milhões ao estúdio e arrecadou em bilheteria US$320 milhões mundiais.

04) A Rocha

Primeiro filme de ação da lista, aqui temos uma aventura no melhor estilo de espiões a la 007. De fato, o filme conta com o primeiro e único James Bond em pessoa, Sean Connery. Se eu te contasse, você provavelmente não acreditaria, mas houve uma época em que Michael Bay verdadeiramente fazia bons filmes. E esse é um deles. Em seu segundo longa para o cinema, Bay entregava para a Hollywood Pictures (subsidiária da Disney) uma história sobre um ex-agente secreto voltando à ativa, papel do veterano Connery, que muito bem poderia ser uma versão de 007. Ao lado de um especialista em armas químicas (Nicolas Cage recém-saído de sua vitória no Oscar), o espião precisa se infiltrar na prisão desativada de Alcatraz (apelidada de A Rocha) e parar um militar de alta patente renegado e sua tropa. A Rocha, num orçamento de US$75 milhões, atingiu a marca de US$335 milhões mundiais.

03) Missão: Impossível

Os blockbusters da década de 90 eram tão diferentes que esta adaptação de um clássico seriado dos anos 60 se comporta mais como um típico filme complexo de espionagem e suspense, do que com um longa de ação repleto de adrenalina. Não me leve a mal, Missão: Impossível ainda tem sua cota de momentos pra lá de eletrizantes e surreais, como a cena final com o trem, o helicóptero e o túnel. Mas é que se comparado com o que viria na franquia, este primeiro episódio é até bem contido. A propriedade foi comprada pelo astro Tom Cruise e já rendeu seis filmes, com o sétimo pronto a estrear no ano que vem. Mas tudo começava aqui há 25 anos, neste longa que carrega no gênero thriller graças à direção do mestre Brian De Palma. O filme da Paramount custou US$80 milhões e arrecadou expressivos US$457 milhões.

02) Twister

O astro Tom Cruise revitalizava a marca Missão: Impossível para os anos 90 e marcava um golaço, realizando um verdadeiro fenômeno de bilheteira. O filme foi um dos maiores sucessos de 25 anos trás, com apenas dois filmes capazes de desbanca-lo financeiramente. Um deles foi essa superprodução da Universal Pictures que contava com um verdadeiro ás na manga: a presença do produtor Steven Spielberg. Então recém-saído do assombroso fenômeno Jurassic Park (1993) que, entre outras coisas, serviu para implementar a técnica dos efeitos especiais gerados por computadores (o chamado CGI), Spielberg ficaria quatro anos sem dirigir um filme, mas usaria as mesmas técnicas de efeitos que criaram os dinossauros, desta vez para criar tornados tão agressivos quanto os seres pré-históricos. Hoje, muitos podem considerar Twister vazio e inconsistente, mas na época o filme foi fortemente vendido por seus efeitos impressionantes e de qualidade extrema, se comportando quase como uma ida a um simulador de parque de diversões. Com um orçamento de US$92 milhões, o filme rendeu US$494 milhões para o estúdio.

01) Independence Day

O grande campeão de bilheteria e popularidade de 25 anos atrás foi Independence Day, filme sobre uma invasão alienígena em grande escala na Terra como nunca havia sido vista antes nas telonas de cinema. Não tem para ninguém. Independence Day, junto com Missão: Impossível e Twister formam a trindade das grandes bilheteiras deste quarto de século passado, ajudando assim a reformular os blockbusters para os novos tempos. Embora utilize efeitos visuais gerados por computadores e telas verde, grande parte da confecção deste longa de Roland Emmerich foi criado da forma tradicional, com miniaturas e explosões reais. Antes, filmes com tal temática eram considerados filmes B do cinema e prosperaram muito na década de 50. O que esta superprodução fez foi trazer essa história para o mainstream, gerando interesse do grande público. Como se não bastasse, o longa serviu para apresentar Will Smith como o próximo astro de Hollywood. Com um orçamento na casa dos US$75 milhões para a Fox, o filme lucrou US$306 milhões só nos EUA, e absurdos US$817 milhões mundiais, quase o dobro do segundo colocado, se tornando assim não apenas um campeão do ano, mas da década e da história da sétima arte.

Crítica | Élite – 6ª Temporada Foca nos Preconceitos, na Disseminação do Ódio e na Identidade de Gênero

A seu modo, a sérieÉlite’ veio se firmando como uma das mais queridinhas séries juvenis dessa última década, misturando um pouco da pegada de ‘Gossip Girl, na qual alunos com alto poder aquisitivo se encontravam em uma escola e possuíam segredos sórdidos por detrás de seus sobrenomes de peso, e ‘Pretty Little Liars’, que também envolvia um grupo de garotas em uma escola só que com um grande crime como o segredo que segurava o grupo de pé. Repaginando e condensando esses universo, ‘Élite’ veio construindo sua carreira de sucesso por trazer dois elementos diferenciais: ser falado em língua espanhola e envolver muitas cenas de sexo entre os personagens. E seguiu assim por anos, estreando agora, no final de 2022, sua sexta temporada na Netflix.

Após a prisão de seu pai e diretor de Las Encinas (Diego Martín) o trio de irmãos Mencía (Martina Cariddi), Patrick (Manu Ríos) e Ari (Carla Díaz) tenta seguir em frente, mas tudo fica mais  complicado pois a vida de seus melhores amigos também anda atribulada. Enquanto Iván (André Lamoglia) assume abertamente sua relação com Patrick, seu pai, o famoso jogador de futebol Cruz (Carloto Cotta), sofre as consequências de admitir publicamente ser homossexual. Ao mesmo tempo, Isadora (Valentina Zenere) têm problemas para se lembrar exatamente o que aconteceu na noite em Ibiza, quando foi sexualmente abusada, e, diante da impunidade de seus agressores, decide tomar a iniciativa de puni-los por sua própria conta. Para tentar superar a perda de Samuel (Itzan Escamilla), Ari passa a se interessar por Nico (Ander Puig), um rapaz transgênero que acaba de passar por todas as cirurgias e assumir sua identidade masculina na escola. Por fim, Mencía começa a prestar atenção na influencer Sara (Carmen Arrufat), cuja vida brilhante parece esconder diversas violências domésticas.

Dividida em oito episódios de cerca de cinquenta minutos cada a nova temporada de ‘Élite’ não traz nada de grande novidade em seu enredo, passando mais a sensação de estar reciclando temas já anteriormente desenvolvidos na série e repaginando-os para o contexto atual. De olho no que é debate entre os jovens nos dias de hoje, Darío Madrona e Carlos Montero dedica boa parte da trama em desenvolver temas de comum interesse ao seu público consumidor: a violência consequência de machismo desde uma idade mais jovem, a disseminação do ódio e a homofobia em diversas instâncias, a impunidade da violência sexual e seu trauma subsequente, e a transexualidade, que hoje está ocorrendo em idades mais jovens que antigamente. Este último tema é desenvolvido de uma maneira interessante, quase imparcial: ao mesmo tempo em que Ari tem barreiras para aceitar e entender a ausência fálica no corpo de Nico, este, por sua vez, mesmo sendo um rapaz trans, também possui seus preconceitos (raciais), o que sinaliza que absolutamente todos os personagens têm suas falhas, mesmo que também tenham suas razões e passem lições uns nos outros. No final, ninguém é perfeito, mesmo sofrendo discriminações.

Funcionando como a ‘Malhação’ brasileira, ‘Élite’ se transformou nesse laboratório de atores, em que os núcleos principais terminam a escola e outros se formam, tomando o lugar. Na história, nada se cria, tudo se recicla, e sempre à base de sexo, drogas e álcool como escapismo e solução para tudo, cerceado por crimes que ocorrem mui naturalmente na boate de Isadora (que basicamente substitui Las Encinas). A sexta temporada ainda deixa uns ganchos beeeem forçados para a próxima, mas tudo indica que, enquanto continuarem a fazer novos capítulos, o público continuará assistindo ‘Élite’.

‘Órfã 2: A Origem’: Terror será lançado no Prime Video em janeiro!

O terror ‘Órfã 2: A Origem‘ finalmente ganhou data de estreia no Prime Video.

O longa será lançado no serviço de streaming no dia 4 de janeiro.

Na sequência, Leena fugia de um asilo e viaja para a América usurpando a identidade da filha desaparecida de uma família. No entanto, a vida como “Esther” a coloca contra uma mãe que fará qualquer coisa para proteger sua família.

Confira o trailer dublado:

O longa surpreendeu o público e se transformou em um sucesso de críticas, com 77% de aprovação da crítica especializada no site Rotten Tomatoes até o momento.

No Brasil, o terror virou um fenômeno de audiência e levou mais de 2 milhões de brasileiros aos cinemas, se tornando um dos 10 filmes mais vistos do ano.

Com o sucesso, o diretor William Brent Bell comentou sobre os planos para ‘Órfã 3‘.

“Há 30 anos da vida dela [que não exploramos]. E há tanta experiência de vida com a qual podemos brincar. E acho que por causa do tom deste filme, podemos ficar cada vez mais claros. Torne-a mais responsável e má, mas também se divirta ainda mais às vezes. Então, é claro que queremos fazer o terceiro filme.”, afirmou.

No primeiro filme, Esther é uma mulher de 33 anos chamada Leena Klammer, que tem hipopituitarismo – um distúrbio hormonal raro que atrapalhou seu crescimento físico e causou nanismo proporcional. Ela passou a maior parte de sua vida se passando por uma garotinha.

Na sequência, Lena Klammer orquestra uma fuga brilhante de uma unidade psiquiátrica russa e viaja para os Estados Unidos representando a filha desaparecida de uma família rica. Mas a nova vida de Lena como Esther vem com um problema inesperado e a coloca contra uma mãe que protegerá sua família a qualquer custo.

 

Ferrari de ‘Curtindo a Vida Adoidado’ é leiloada por preço abaixo do esperado; Confira!

De acordo com a Entertainment Weekly, a Ferrari 250 GT California usada no filme ‘Curtindo a Vida Adoidado‘ (1986) foi leiloada pela Heritage Auctions por apenas US$ 337.500, o equivalente a R$ 1.7 milhão na cotação atual.

Fabricado em 1961, o carro é apenas um item de colecionador, pois não tem motor e nem transmissão, então não é possível dar partida.

Ainda assim, o preço foi considerado abaixo do esperado, já que uma das três réplicas construídas pela produção foi vendida em 2020 a US$ 400.000, aproximadamente R$ 2 milhões.

A descrição do veículo diz que:

“Este ‘carro’ é um acessório e não um automóvel em funcionamento. A produção do filme usou três réplicas de ‘kit car’ da Ferrari 250 GT California feitas pela Modena Design & Development. Este ‘carro de choque’ foi construído e usado exclusivamente para este filme memorável, uma vez que foi arremessado para trás através do vidro da garagem do pai de Cameron caindo no chão abaixo. Após a produção, o carro foi reconstruído como uma peça de exibição. Ele consiste em uma carroceria de fibra de vidro aparafusada a um chassi rolante com acabamento estético interior com assentos de vinil bege, carpete bege, painel de fibra de vidro preto fosco com instrumentação e volante com acabamento em madeira repleto de uma réplica do logotipo ‘cavalo empinado’ no centro. Os pneus são montados em rodas de arame cromado. Não há motor ou sistema de transmissão presente.”

Esperava-se que o valor do carro fosse ainda mais alto depois que foi anunciado um derivado do filme.

Intitulado ‘Sam and Victor’s Day Off‘ (‘O Dia de Folga de Sam e Victor‘, em tradução livre), o projeto vai acompanhar as aventuras da dupla de manobristas do filme de John Hughes.

Na trama do original, eles decidem levar a Ferrari do pai de Cameron (Alan Ruck) para um rolê na cidade, sem saber, é claro, que o veículo é praticamente um outro filho para o coroa.

E o derivado vai explorar como foi essa aventura enquanto Ferris (Matthew Broderick), Cameron (Alan Ruck) e Sloane (Mia Sara) matam aula.

Em entrevista para o Deadline, o criador da ideia, Jon Hurwitz (‘Cobra Kai’) deu alguns detalhes sobre os planos da equipe criativa para o projeto.

“Estamos muito empolgados com o projeto que estamos produzindo. Temos um grande roteirista, que é o Bill Posley. Ele trabalhou conosco em ‘Cobra Kai‘ e amamos o trabalho dele, porque ele uma visão incrível. É emocionante mergulhar no universo de John Hughes, mas ver um lado desse mundo que não vimos com esses personagens, Sam e Victor, que eram os manobristas do filme original.”

Ele continuou, explicando como o projeto vai ajudar a expandir o universo crido por Hughes.

“Personagens secundários em geral são divertidos porque geralmente não sabemos o que está acontecendo em seus mundos, então será divertido quando chegarmos a isso.”

Em ‘Curtindo a Vida Adoidado‘, os manobristas foram interpretados por Richard Edson e Larry Jenkins, que faleceu em 2019.

Mas Edson ainda está trabalhando em Hollywood e foi visto recentemente em ‘Os 3 Infernais‘, de Rob Zombie.

Obviamente, o spin-off irá reformular os papéis com atores mais jovens, considerando que o filme tem mais de 35 anos, mas certamente seria divertido trazer Edson para uma participação especial.

Até o momento, os nomes do elenco ainda não foram anunciados. O trio de ‘Cobra Kai‘, Jon Hurwitz, Hayden Schlossberg e Josh Heald assina a produção.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia para ‘Sam and Victor’s Day Off‘.

Como o projeto está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

‘The Witcher: A Origem’ recebe a nota mais BAIXA da franquia entre os críticos

The Witcher: A Origem‘ chegou ao catálogo da Netflix recentemente. E, apesar de ser bastante aguardada, a produção não agradou críticos e fãs.

Com apenas 38% de aprovação da crítica especializada, a derivada representa a nota mais baixa da franquia no Rotten Tomatoes.

A nota do público é ainda pior, já que recebeu míseros 8% de avaliações positivas dos assinantes da plataforma.

A animação ‘The Witcher: Lenda do Lobo‘ permanece com a maior pontuação entre os críticos, acumulando 100%, enquanto o público deu 83%.

A 2ª temporada da série original, estrelada por Henry Cavill, conquistou 95% de aprovação dos críticos e somente 58% do público.

Já a 1ª conquistou 68% dos críticos e 90% do público.

E aí, qual das produções baseadas nos romances de Andrzej Sapkowski você mais gostou?

Relembre o trailer de ‘The Witcher: A Origem‘:

Laurence O’Fuarain (Fjall), Sophia Brown (Éile) e Michelle Yeoh (Scían) estrelam.

O elenco ainda conta com Jacob Collins Levy (Eredin, Rei da Caçada Selvagem), Mirren Mack (Merwyn), Lenny Henry (Balor), Lizzie Annis (Zacaré), Huw Novelli (Callan “Brother Death”), Francesca Mills (Meldof), Amy Murray (Fenrik), Nathaniel Curtis (Brían), Zach Wyatt (Syndril), Lenny Henry (Balor) e Dylan Moran (Uthrok One-Nut).

Sarah O’Gorman (‘The Last Kingdom’) e Vicky Jewson (‘Born of War’) serão responsáveis pela direção dos episódios.

A produção será ambientada em um mundo elfo, 1200 anos antes dos eventos protagonizados por Geralt de Rivia (Henry Cavill) – e mostrará a criação do primeiro Bruxo.

“A Origem conta uma história perdida no tempo – a origem do primeiro Bruxo, e os eventos que levaram à crucial conjunção das esferas, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se para se converter em um só.”

Andrzej Sapkowski, autor dos livros, servirá como consultor criativo da série.

‘Sandman’: Sonho e Morte são destaque na cena DELETADA da 1ª temporada; Confira!

A primeira temporada de Sandman se tornou um dos grandes sucessos da Netflix em 2022 e já deixou os fãs ansiosos para a próxima iteração.

Enquanto os novos episódios não chegam, a plataforma de streaming aproveitou para divulgar uma cena deletada do ciclo de estreia, dando destaque a Sonho (Tom Sturridge) e a Morte (Kirby Howell-Baptiste).

Confira:

Recentemente, Neil Gaiman, aclamado realizador e romancista responsável pela história, revelou que Delírio irá aparecer nos novos episódios.

Para aqueles que não a conhecem, Delírio é a irmã mais nova do grupo supracitado e cheira a suor, vinho azedo, noites tardias e couro velho. Seu reino é próximo e pode ser facilmente visitado. As mentes humanas, porém, não foram feitas para compreender seu domínio, e os poucos que viajaram até ele conseguiram relatar apenas fragmentos perdidos.

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

Aaron Paul, astro de ‘Breaking Bad’ e ‘Westworld’, muda de nome oficialmente

De acordo com o TMZ, o ator Aaron Paul (‘Breaking Bad’) mudou seu nome de batismo oficialmente para… Aaron Paul.

Para quem não sabe, este era apenas o nome artístico de Aaron Paul Sturtevant, e agora o astro decidiu cortar o sobrenome para ser reconhecido juridicamente como o público o conhece.

A mudança foi aprovada pelos tribunais depois que Paul entrou com uma petição, que se estende também para sua família, incluindo a esposa, Lauren Paul (antes Lauren Parsekian), e seus filhos.

O casal tem uma filha de quatro anos que já nasceu com o sobrenome Paul, além de um filho pequeno; parte do motivo da troca de nome de família é que Aaron e Lauren também queriam mudar o nome inteiro de seu novo filho, de ‘Casper Emerson Paul’ para ‘Ryden Caspian Paul‘.

Lembrando que o trabalho mais recente do ator foi na série ‘Westworld‘, que acabou sendo cancelada pela HBO após a 4ª temporada.

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Thandie Newton, Jeffrey Wright, Tessa Thompson, Aaron Paul, Angela Sarafyan, Luke Hemsworth, Aurora Perrineau, Ariana DeBose, James Marsden e Ed Harris.

‘Gato de Botas 2: O Último Pedido’ conquista NOTA A no CinemaScore; Confira!

Após onze anos desde o filme original, a aguardada sequência ‘Gato de Botas 2: O Último Pedido’ tem estreia marcada para 05 de janeiro de 2023 nos cinemas nacionais.

Além de receber 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a animação está fazendo um tremendo sucesso entre o público e conquistou a nota A, no CinemaScore, a segunda mais alta da plataforma.

A notícia veio direto de uma publicação no perfil oficial do site no Twitter.

Para quem não sabe, a pesquisa do CinemaScore já é tradição e acontece desde 1978.

A votação é feita diretamente nos cinemas da América do Norte, com o público preenchendo os cartões de voto logo depois de terem assistido a um filme e atribuindo notas que vão de ‘A+’ a ‘F’.

Confira, junto com a nossa crítica:

“Nós pesquisamos a aceitação do público e ‘Gato de Botas 2: O Último Pedido‘ conquistou nota A! Parabéns à Dreamworks, a Antonio Banderas, Salma Hayek e todo o elenco e equipe! #CinemaScore”

Crítica | O Gato de Botas 2: O Último Desejo: Aguardada sequência emociona adultos e crianças

O longa traz novamente às telonas o felino mais amado do planeta e mostra que ele está de volta para o que pode ser a sua última aventura. ‘Gato de Botas 2: O Último Pedido‘ narra uma jornada épica pela Floresta Negra para encontrar a mítica Estrela dos Desejos e restaurar suas nove vidas perdidas. No filme, o Gato de Botas conta com apenas uma vida restante e ele terá de pedir ajuda à sua ex-parceira e inimiga, a cativante Kitty Pata Mansa, para continuar vivo.

O time de estrelas que compõem elenco de dublagem nacional conta com Alexandre Moreno, dublador oficial do Gato de Botas desde o primeiro filme; Miriam Ficher, que dá voz a Kitty Pata Mansa; Marcos Veras como o cão Perrito; Giovanna Ewbank que dá voz Cachinhos Dourados e Sérgio Malheiros como Bebê Urso.

 

Assinantes da Netflix DETONAM comédia natalina estrelada pela GKay: “Horrível”

A nova comédia Natalina da Netflix estrelada por Gkay, Sérgio Malheiros e Vera Fischer falhou em conquistar o público.

Nas redes sociais, os assinantes do streaming detonaram ‘Um Natal Cheio de Graça‘.

Separamos as principais reações para você:

 

O longa é ambientado na véspera de Natal, depois que Carlinhos descobre uma traição da ex-namorada e tenta esconder a situação ao levar uma desconhecida chamada Graça para acompanhá-lo na ceia servida tradicionalmente na mansão de sua avó, a ricaça Lady Sofia. Só que a misteriosa convidada se revela capaz de botar a casa abaixo…

Relembre o trailer:

Produzido em parceria com a GLAZ Entretenimento, o filme é dirigido por Pedro Antônio e escrito por Carol Garcia, com e consultoria de Fil Braz.

O elenco também conta com Monique Alfradique, Letícia Isnard, Nando Cunha, Cezar Maracujá, Flavia Reis, Valentina Vieira, Gabriel Louchard, Heitor Martinez, Valéria Vitoriano, Victor Meyniel, Noemia Oliveira, Diogo Defante, Mariana Armellini, entre outros.

 

 

 

 

‘Vikings: Valhalla’: Vídeo nos leva aos bastidores da 2ª temporada; Confira!

A 2ª temporada de Vikings: Valhalla chega em breve ao catálogo da Netflix e, agora, a gigante do streaming divulgou um vídeo nos levando aos bastidores do próximo ciclo.

Confira:

Lembrando que os novos episódios têm lançamento agendado para o dia 12 de janeiro de 2023.

Confira o trailer:

Lembrando que a série já foi renovada para a 3ª temporada.

Crítica | História e drama se fundem na apaixonante série ‘Vikings: Valhalla’

A trama se aprofunda em um novo capítulo da espetacular saga dos Vikings e começará no início do século XI, focando nas aventuras dos Vikings mais lendários que já viveram: Leif Eriksson (Sam Corlett), Freydis Eriksdotter (Frida Gustavsson), Harald Hardrada (Leo Suter) e o Rei William o Conquistador. Esses homens e mulheres construírão seus nomes e lutarão pela sobrevivência em um mundo marcado pela mudança e evolução.

O elenco ainda conta com Jóhannes Jóhannesson como Olaf, irmão mais velho do Harald; Bradley Freegard como o Rei Canute da Dinamarca; Laura Berlin como a ambiciosa e rica Emma da Normandia; David Oakes como Earl Godwin, chefe do conselho do Rei da Inglaterra; e Caroline Henderson como a líder de Categate.

A série original foi criada por Michael Hirst e durou por seis temporadas, sendo exibida pelo canal History.

‘The Last of Us’: Bella Ramsey venceu 100 atrizes na disputa pelo papel principal

Os fãs do game ‘The Last of Us‘ foram pegos de surpresa quando Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) foi escalada como intérprete de Ellie na adaptação live-action da HBO.

Durante uma entrevista para a SFX Magazine (via Games Radar), o criador da série, revelou que a estrela foi escolhida entre nada menos que 100 atrizes na disputa pelo papel.

“A busca por uma atriz que pudesse incorporar Ellie demorou mais porque é um papel difícil. Estávamos buscando uma atriz muito jovem, e atuar é uma coisa incrivelmente difícil de fazer, certo? É uma coisa difícil de fazer bem. No entanto, é uma coisa muito, muito difícil de fazer brilhantemente. E as crianças não tiveram tanta experiência de vida. É difícil encontrar crianças que possam incorporar isso.”

Ele continuou

“Além disso, Ellie precisava ser engraçada, forte, violenta e protetora consigo mesma. Ela também precisava nos fazer acreditar em sua conexão com Joel. Minha maior preocupação envolvendo Bella Ramsey é que vi seu teste antes de Neil Druckmann [o co-criador]. Fiquei em pânico pensando que ele não iria gostar e eu teria que viver sabendo que não poderíamos ter a Ellie perfeita na série. Felizmente, isso não aconteceu. Posso garantir que não poderíamos ter feito uma escolha melhor. Analisamos cerca de 100 atrizes e e ala foi a mais destaca que pudemos encontrar.”

A série é baseada na franquia de jogos homônima do PlayStation e desenvolvida pelo estúdio Naughty Dog, sendo considerada um dos maiores sucessos da Sony.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

Lembrando que a série estreia em 15 de janeiro de 2023.

Pedro Pascal (‘O Mandaloriano’) e Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie. O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

‘Duna: Parte 2’: Austin Butler garante que seu personagem não será um simples vilão

Depois de estrelar a cinebiografia do cantor Elvis Presley, Austin Butler foi adicionado ao elenco de ‘Duna: Parte 2‘, continuação da aclamada adaptação dirigida por Denis Villeneuve (‘Blade Runner: 2049’).

O astro dará vida ao personagem Feyd-Rautha Harkonnen.

No romance escrito por Frank Herbert, ele é o astuto e implacável sobrinho do barão Vladimir Harkonnen (Stellan Skarsgård), que desenvolve uma intensa rivalidade com Paul Atreides (Thimotée Chalamet).

Durante uma entrevista para o Backstage, o astro deu alguns detalhes sobre o personagem e sugeriu que ele não é um completo vilão.

Butler ainda disse que o público precisa entender suas motivações, já que Feyd se considera um herói em seus próprios termos.

“Digamos que ele se sente o herói de sua própria história. Do ponto de vista narrativo, você torce para Paul Atreides porque acompanhamos seu ponto de vista. Mas você não pode julgar Feyd só porque ele está do lado oposto. Você precisa encontrar uma maneira de entender as motivações por trás de suas ações.”

Infelizmente, Butler não desenvolveu sua afirmação, mas tudo indica que o personagem terá bastante camadas para dar ganhar a simpatia a do público em vez de ser retratado como um mero vilão.

Anteriormente, ele conversou com a Variety e disse que se sente muito honrado por ter a chance de participar da sequência. Além disso, o ator não poupou elogios a Villeneuve e ao grandioso elenco.

“Eu amei o primeiro filme. Foi uma obra-prima cinematográfica. Então, a ideia de ter a chance de participar da sequência é simplesmente incrível. Denis é uma dos meus diretores favoritos, além de ser um ser humano maravilhoso. Ele é muito bondoso, e eu também sou fã de cada ator no filme, então me sinto honrado.”

Ele completa, “É muito surreal. Eu me sinto como uma criança, admirando os sets [durante as filmagens]. É como participar de ‘Indiana Jones’, sabe? São filmes que realmente nos impactaram enquanto éramos crianças. É assim que eu me sinto.”

Lembrando que a estreia foi adiada para o dia 17 de novembro de 2023, mesmo dia da pré-sequência ‘Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’.

Denis Villeneuve retorna à cadeira de direção.

Duna: Parte Dois‘ contará com o retorno de Timothée Chalamet, Rebecca Ferguson, ZendayaJosh Brolin, além de introduzir Florence Pugh, Austin ButlerChristopher WalkenSouheila Yacoub.

Léa Seydoux (‘007: Sem Tempo Para Morrer’) irá interpretar a Lady Margot, uma aliada da Irmandade.

Lançado simultaneamente nos cinemas e na HBO Max em território norte-americano, o primeiro filme se tornou um sucesso nas bilheterias, arrecadando mais de US$ 400 milhões mundialmente.

Além disso, ‘Duna‘ também foi aclamado pelos críticos, conquistando 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

Crítica | ‘Matilda: O Musical’ é uma ótima adaptação e uma grata surpresa da Netflix

Assinada por Roald Dahl, Matilda é uma das histórias mais conhecidas de todos os tempos. A trama acompanha uma jovem e inteligente garota apaixonada por livros e com uma visão de mundo única – confinada em uma família que não a compreende e que a trata como uma aberração. Quando começa a estudar em uma escola comandada por uma tirânica diretora, Matilda descobre que tem poderes telecinéticos e que pode usar suas habilidades para colocar um fim nesse reino de caos e desespero e ajudar seus amigos. A narrativa ganhou uma aclamada versão cinematográfica em 1996 e, anos depois, migrou para os palcos londrinos e nova-iorquinos em forma de musical. Agora, está na hora de revisitarmos esse atemporal conto com mais uma adaptação fílmica, lançada recentemente na Netflix.

Considerando o desequilibrado histórico de estreias de uma das maiores plataformas de streaming da atualidade, era apenas normal que ficássemos com um pé atrás com a releitura. Afinal, o longa-metragem original conquistou o coração do público e da crítica, enquanto o musical levou para casa diversos prêmios – incluindo estatuetas do Tony Awards e do Laurence Olivier Awards. Felizmente (e contrariando as expectativas de boa parte do público), o resultado é muito superior ao imaginado, consagrando-se como uma belíssima entrada de final de ano – cortesia de uma equipe muito talentosa, desde os nomes atrás das câmeras a um elenco estelar e explosivo.

Aqui, a estreante Alisha Weir interpreta a protagonista titular, oferecendo não só paralelos óbvios com as atrizes que já viveram Matilda, mas apresentado sua própria perspectiva e tornando o título ainda mais excepcional. Nascida em uma família disfuncional, Matilda não estava nos planos dos supérfluos e coniventes Wormwood (interpretados por Stephen Graham e Andrea Riseborough) – motivo pelo qual é vista como uma “pedra no sapato”. Não é surpresa, pois, que ela tenha mergulhado de cabeça no infinito universo literário, deliciando-se com histórias como ‘Moby Dick’, ‘O Senhor dos Anéis’ e ‘Crime e Castigo’, ajudando-a a formar um caráter de justiça e de enfrentamento do status quo. Mas as coisas mudam quando ela ingressa na Crunchem Hall, uma escola preparatória administrada a rédeas curtas por Agatha Trunchbull (Emma Thompson).

Desiludida com o que o colégio significaria para sua vida, Matilda chama a atenção da cândida Srta. Honey (Lashana Lynch), uma das poucas professoras que tem o gosto de ensinar e que não enxerga as crianças como pirralhas que não devem fazer nada além de obedecer. Juntas, elas começam a perceber as condenáveis atitudes de Trunchbull e a lutar para que as coisas mudem – livrando os alunos de um regime opressor que preza pela subserviência cega. A jovem, inclusive, utiliza seus poderes recém-descobertos para lidar com a nova realidade e com o prospecto de que é diferente dos outros e que não há nada de errado com isso.

O maior mérito do filme é, sem dúvida alguma, o time de mentes contratado para levar a história ao streaming. Matthew Warchus, que comandou a primeira versão do musical, foi escalado para encabeçar o projeto e consegue quebrar as barreiras entre o teatro e o cinema de forma mística, charmosa e bastante peculiar – com certos elementos que podem causar estranhamento nos espectadores. Warchus preza pela obra-prima que criou para os palcos e aposta fichas em uma simetria excessiva em contraste com a personalidade urgente de Matilda, delineando os pontos de conflito que serão explorados ao longo do filme. As coreografias partem de um princípio similar, emulando a marcha incessante de um exército militar e, eventualmente, transmutando-se em uma caótica e vibrante insurgência contra Trunchbull.

E isso não é tudo: Dennis Kelly, responsável pelo roteiro do musical, volta para assinar a história, aliando-se ao compositor Tim Minchin para garantir que nada de importante fosse perdido. Não bastasse o talento já conhecido do trio supracitado, Warchus, Kelly e Minchin conseguem transformar a jornada coming-of-age de Matilda em um tributo aplaudível que se estende por quase duas horas de pura diversão. Desde a minuciosa paleta de cores, regada a cores conflitantes, a uma química espetacular do elenco protagonista e coadjuvante, as engrenagens dessa complexa maquinaria se encaixam com perfeição, mesmo com momentâneos deslizes aqui e ali.

De fato, é Thompson quem rouba os holofotes – não apenas quando dá as caras pela primeira vez, mas em antecipação por aqueles que já conhecem a narrativa. A atriz, que eternizou papéis memoráveis no cinema e na televisão e foi condecorada com dois prêmios do Oscar, está irreconhecível em cena, adotando todas as camadas de uma irascível mulher que não admite indisciplina e trata qualquer um que a enfrente com as mais duras punições. Em destaque, menciono a espetacular e irretocável sequência em que Thompson solta a voz com a antêmica “The Smell of Rebellion”.

Matilda: O Musical’ é uma grata celebração de fim de ano que não se destina apenas às crianças, mas a qualquer um que procure uma boa e inspiradora aventura. Ainda que não seja uma construção perfeita, o saldo é muito positivo e nos deixa prontos para terminar 2022 da melhor maneira possível.

‘Snowfall’: 6ª e ÚLTIMA temporada ganha teaser trailer oficial; Confira!

“SNOWFALL” -- Season 5, Episode 1 -- Pictured: Damson Idris as Franklin Saint. CR: Ray Mickshaw/FX

O canal FX divulgou o teaser trailer oficial da 6ª (e última) temporada de ‘Snowfall‘.

O ciclo final estreará oficialmente no dia 22 de fevereiro.

Confira:

A trama da última temporada começará em outubro de 1986, com a guerra civil que ameaça destruir a família Saint. Franklin (Damson Idris) está desesperado, sendo forçado a roubar sua tia Louie (Angela Lewis) e seu tio Jerome (Amin Joseph). Enquanto isso, Louie a função de Franklin como a única compradora de Teddy, passando por cima de seu sobrinho e criando um novo império de competição no processo.

A série foi criada por Dave AndronEric AmadioJohn Singleton.

Ambientado no verão de 1986, Franklin Saint (Damson Idris) e sua família estão ricos para além do que podiam imaginar, prestes a ter tudo o que sempre quiseram… Até que o chão começa a se desmantelar. A inesperada e trágica morte da lenda do basquete Len Bias coloca a epidemia de cocaína na primeira página dos jornais, tornando-se alvo de legisladores tanto Democratas quanto Republicanos. A justiça está em guerra e a militarização da Polícia de Los Angeles continua, à medida que os oficiais e os políticos decidem que a única forma de lidar com essa escória crescente é através da força. As ruas de Los Angeles nunca estiveram tão perigosas, conforme a família Saint enfrenta a polícia, as gangues locais e a CIA.

O elenco também conta com Isaiah JohnAmin JosephMarcus Henderson, Carter HudsonSergio Peris-MenchetaMichael HyattEmily RiosAngela Lewis.

‘Star Trek: Prodigy’: ÚLTIMO episódio da 1ª temporada ganha imagens oficiais; Confira!

Paramount+ divulgou as imagens oficiais de “Supernova, Part 2”, último episódio da temporada de estreia da animação Star Trek: Prodigy.

O capítulo vai ao ar no dia 29 de dezembro.

Confira:

A série foi criada por KevinDan Hageman e já foi renovada para a 2ª temporada.

A trama gira em torno de um grupo de adolescentes rebeldes que descobrem uma nave abandonada da Frota Estelar. Juntos, eles tomam controle do veículo e o usam para embarcar em aventuras incríveis, buscando o significado da vida e da salvação do universo.

A produção conta com as vozes de Kate Mulgrew, Brett Gray, Ella Purnell, Rylee Alazraqui, Angus Imrie, Jason Mantzoukas, Dee Bradley Baker, John Noble e Jimmi Simpson.

‘Avatar: O Caminho da Água’ já arrecadou quase R$ 100 milhões no Brasil

Em menos de duas semanas, ‘Avatar: O Caminho da Água‘ já arrecadou quase R$ 100 milhões só no Brasil.

Até o momento, a sequência do aclamado longa de James Cameron acumulou R$92,4 milhões nas bilheterias nacionais.

A informação foi publicada na página da Comscore Movies do Brasil.

Confira:

Ao redor do mundo, o filme já fez incríveis US$ 889,3 milhões.

Apesar das severas nevascas que fecharam diversos cinemas nos EUA, o longa registrou US$ 29.5 milhões no dia de Natal, o que representa a quarta melhor arrecadação da história do país na data, atrás apenas de ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ (US$49.3M), ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ (US$32.1M) e ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ (US$31.6M).

Assista nossa crítica e entrevista:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Katya e Trixie Mattel reagem à 1ª temporada de ‘Heartstopper’; Confira!

A adorada série Heartstopper se tornou um dos grandes sucessos da Netflix e, agora, a plataforma de streaming se reuniu com as icônicas drag queens KatyaTrixie Mattel para reagirem à temporada de estreia.

Confira:

Lembrando que as gravações do próximo ciclo já foram finalizadas e que os novos episódios chegam em 2023 ao catálogo da plataforma.

A vindoura iteração apresentará quatro personagens: David Nelson (Jack Barton), irmão mais velho do Nick (Kit Connor); Sahar Zahid (Leila Khan), uma estudante da Escola Higgs; James McEwan (Bradley Riches), um estudante da Escola Truham; e Mr. Farouk (Nima Taleghani), um professor da Truham.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 3ª temporada.

Baseada na graphic novel LGBTQ+ da autora Alice Oseman, que também atua como roteirista, a produção alcançou o TOP 10 da plataforma de streaming em mais de 50 países.

Na trama, o meigo Charlie e o fã de rúgbi Nick se conhecem no colégio. Mas logo essa amizade improvável começa a se transformar em romance. Agora, Charlie, Nick e seu círculo de amigos precisam encarar essa jornada de autodescoberta e aceitação, apoiando uns aos outros e aprendendo a ser eles mesmos.

Heartstopper‘ é sobre amor, amizade, lealdade e saúde mental. O enredo abrange todas as pequenas histórias das vidas de Nick e Charlie que, juntos, formam algo maior.

Joe LockeConnor, William Gao, Yasmin Finney, Corinna BrownKizzy Edgell também fazem parte do elenco.

‘RuPaul’s Drag Race’: Ariana Grande, Janelle Monáe e mais serão juradas convidadas da 15ª temporada

A WoW e a MTV divulgaram recentemente o trailer oficial da 15ª temporada do aclamado reality ‘RuPaul’s Drag Race’ e aproveitaram para revelar quem serão os jurados convidados.

A vencedora do Grammy Ariana Grande irá retornar para o painel depois de ter feito aparição na 7ª temporada, bem como Janelle MonáeHayley KiyokoAmandla StenbergAli WongHarvey GuillénJulia GarnerMaren MorrisMegan StalterOrville Peck também irão aparecer nos episódios.

Lembrando que a produção tem estreia marcada para o dia 06 de janeiro de 2023.

As novas participantes são: Robin FierceMistress Isabelle BrooksSalina EsTittiesMarcia Marcia MarciaSasha ColbyPrincess PoppySpiceSugarLoosey LaDucaLuxx Noir LondonAnetraAura MayariJaxAmethystIrene Dubois e Malaysia Babydoll Foxx.

Confira os cartazes individuais:

RuPaul retorna como apresentadora do programa.

Além disso, foi divulgado um vídeo apresentando as novas queens.

Assista:

‘RuPaul’s Drag Race’: 15ª temporada do reality ganha trailer OFICIAL; Confira!

A WoW e a MTV divulgaram recentemente o trailer oficial da 15ª temporada do aclamado reality ‘RuPaul’s Drag Race’.

A produção tem estreia marcada para o dia 06 de janeiro de 2023.

Confira:

As novas participantes são: Robin FierceMistress Isabelle BrooksSalina EsTittiesMarcia Marcia MarciaSasha ColbyPrincess PoppySpiceSugarLoosey LaDucaLuxx Noir LondonAnetraAura MayariJaxAmethystIrene Dubois e Malaysia Babydoll Foxx.

Confira os cartazes individuais:

RuPaul retorna como apresentadora do programa.

Além disso, foi divulgado um vídeo apresentando as novas queens.

Assista: