Site Página 2954

De ‘American Pie 2’ a ‘Todo Mundo em Pânico 2’ | 11 ÓTIMAS sequências que completam 22 ANOS em 2023!

Muitos fatores podem nos fazer chegar à conclusão que os anos estão passando para nós. Mas com a idade, vem também a bagagem e a maturidade. Bem, um dos indícios pode ser medido pelas nossas tão queridas produções cinematográficas. Em especial quando notamos que filmes os quais assistimos no cinema “ontem” estão fazendo nada menos do que 22 anos de lançamento. O tempo realmente voa.

Não existe época melhor para celebrar um filme, o revisitando, do que quando completa aniversário. O interessante é notar o quanto ainda segue relevante, ou se envelheceu mal, ficando datado nos efeitos, e ainda pior: em seu discurso. Aqui, nesta nova matéria iremos abordar as 11 continuações de grandes sucessos da sétima arte que há 22 anos lançavam suas continuações tão esperadas. Você lembra de todas elas? Não esqueça de comentar abaixo quais assistiu nas telonas, quais as suas preferidas e quais acha que não envelheceram muito bem. Confira.

O Retorno da Múmia

mummy returns cinepop

Uma das mais bem sucedidas releituras de um clássico, A Múmia (1999) reimaginou o icônico monstro da Universal homônimo (1931) na forma de uma aventura de matinê no estilo Indiana Jones. Brendan Fraser foi o herói da vez no filme de Stephen Sommers, repleto de efeitos visuais e ação. O blockbuster se tornou um filme querido e dois anos depois, a gangue estava de volta para esta sequência – introduzindo aqui um novo vilão ainda mais ameaçador, o Escorpião Rei, nas formas virtuais de Dwayne The Rock Johnson, em seu primeiro filme para o cinema. Pena que a terceira parte (A Tumba do Imperador Dragão) demorou tanto para ser lançada (2008), perdendo grande parte do hype da franquia.

Hannibal

hannibal cinepop

Apesar de vivermos há certo tempo numa era de franquias e marcas pré-estabelecidas, elas ainda não são tão comuns fora do “circuito” blockbuster, terror e comédia. Mas isso não significa que outros gêneros não possam gerar franquias, como o suspense, por exemplo. Uma das mais famosas representantes é esta sobre o psicopata refinado Dr. Hannibal Lecter. O personagem, interpretado por Anthony Hopkins, ficaria imortalizado pelo clássico absoluto O Silêncio dos Inocentes – que completa 32 anos em 2022. Aqui, dez anos depois do citado filme de prestígio, vencedor do Oscar, o personagem retornava novamente nas formas de Hopkins para mais um round de maldades e canibalismo, agora em liberdade. Porém, sua contraparte, a agente do FBI Clarice Starling, se encontra um pouco diferente. Tudo porque a vencedora do Oscar Jodie Foster não aceitou retornar para esta sequência dirigida por Ridley Scott, e foi substituída por Julianne Moore.Jurassic Park III

jurassic park3 cinepop

Por falar em franquia de sucesso, Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros (1993) é um verdadeiro marco não apenas no cinema entretenimento, mas para a sétima arte em geral devido aos mais variados aspectos – muitos técnicos, inclusive. Embora não pedisse uma continuação necessariamente, ela veio mesmo assim com O Mundo Perdido em 1997, dirigida pelo próprio Spielberg. Mais quatro anos e o cineasta retornava apenas na capacidade de produtor aqui, neste que é considerado o escapismo mais brando da “trilogia original”. Numa trama aventuresca descompromissada, o Dr. Alan Grant (Sam Neill) retorna à ilha dos dinossauros para encontrar um menino desaparecido.

 

American Pie 2 – A Segunda Vez é Ainda Melhor

american pie2 cinepop1

Sucesso surpresa do fim da década de 1990, o primeiro American Pie marcaria época como filme adolescente de humor escrachado, escatológico e muito politicamente incorreto. Aqui, temos basicamente uma versão de Porky’s – A Casa do amor e do Riso (1981) da década seguinte. Quem conhece sabe. No entanto, existe certa doçura nestes personagens, mesmo que fique escondida debaixo de sua libido em ebulição. Esta sequência chegava dois anos depois e a seu favor contava com nosso afeto estabelecido pelos personagens.

 

Na Teia da Aranha

spider cinepop

Embora pelo título não deixe claro – afinal aqui não temos o “2” proveniente de todas as continuações – este thriller é a sequência de Beijos que Matam (1997). Ambos são baseados nos livros do autor James Patterson, que usam como protagonista o detetive e psicólogo Dr. Alex Cross. Em ambos os filmes o personagem ganhou toda a imponência do veterano Oscarizado Morgan Freeman. Desta vez, Cross investiga o sequestro de uma menina ocorrido dentro de uma escola exclusiva de elite. Ajudando no caso, desta vez o detetive conta com a parceria de uma agente do FBI (papel da loira Monica Potter). Uma terceira parte ainda foi produzida, com Alex Cross rejuvenescido nas formas de Tyler Perry, no malfadado A Sombra do Inimigo (2012).

 

A Hora do Rush 2

rush hour2 cinepop

É verdade que os buddy cop movies – filmes de parceiros policiais – não eram mais novidade quando o primeiro A Hora do Rush foi lançado em 1998. Mas o que o filme fez com maestria foi apresentar o astro chinês Jackie Chan para os EUA e o mundo através de uma produção de grande abrangência. O ator já havia tentado emplacar neste mercado com suas produções chinesas, mas A Hora do Rush escancarou as portas para sua entrada. E essa continuação é tão divertida quanto o original. Uma pena que demorou um pouquinho para ser lançada. A terceira parte nem se fala. Um dos atrativos da continuação é a presença da gracinha Zhang Ziyi como a vilã lutadora marcial – a atriz havia saído do sucesso O Tigre e o Dragão no ano anterior.

Jason X

jasonx cinepop

Até agora na lista tivemos continuações, e até mesmo uma terceira parte de franquias de variado sucesso. Mas o que dizer quando nos deparamos com a DÉCIMA parte de uma série do cinema. Sim, me refiro ao slasher mais famoso de todos, Sexta-Feira 13. Tudo começou em 1980 e até o fim da década, a Paramount havia lançado nada menos do que oito filmes da franquia do assassino imortal Jason Voorhees. Depois disso, o estúdio finalmente cansou de bancar as “travessuras” do psicopata infernal e passou a bola para a New Line, que prontamente lançou Jason Vai para o Inferno (1993) – já que a venda veio junto de uma batalha judicial pela marca da franquia. Assim, o estúdio tinha Jason, mas não podia usar o título Sexta-Feira 13. Quase dez anos desse impasse, e a New Line finalmente tirava da cartola mais um filme, desta vez levando Jason ao espaço. É sério!

Dr. Dolittle 2

dolittle2 cinepop

Antes do eterno Homem de Ferro, Robert Downey Jr., cometer uma das grandes mancadas de sua carreira ao tentar estabelecer uma nova franquia para toda a família com Dolittle, outro astro caído em desgraça tirava proveito desta marca. O Dolittle original é uma produção musical de 2h30min de duração, de 1967, indicada ao Oscar em 9 categorias, incluindo melhor filme. Algumas décadas depois, Eddie Murphy surfando em sua redescoberta popularidade (graças a O Professor Aloprado), modernizava os livros infantis de Hugh Lofting sobre um médico que fala com os animais, para os novos tempos. E assim, Murphy marcava outro gol, desta vez junto aos pequenos. E com o acerto, uma continuação não tardou. Aqui, de férias em sua casa de campo, um urso entra em cena como a nova missão do médico.

O Império do Besteirol Contra-Ataca

jay silentbob cinepop

Antes da Marvel Studios realizar sua façanha na sétima arte, o diretor Kevin Smith já havia criado seu universo cinematográfico em suas obras. Curiosamente, quase todos os filmes do cineasta estão interligados, demonstrando que todos se passam no mesmo universo. O elo são os personagens Jay e Silent Bob, interpretados por Jason Mewes e pelo próprio Smith. Antes deste filme, os personagens já haviam aparecido em outras quatro produções do diretor e voltariam para mais algumas. Na trama, os maconheiros amalucados descobrem que Hollywood está planejando uma superprodução baseada nos heróis que criaram nos quadrinhos e partem para impedir que o filme seja feito. Em 2019, essa história foi continuada com Jay e Silent Bob Reboot – espécie de Vingadores: Ultimato do universo compartilhado de Smith, o “Smithverso”.

Crocodilo Dundee em Hollywood

crocodile dundee cinepop

Infelizmente, algumas franquias precisam ficar descansando em sua época. Tais marcas parecem não funcionar fora delas, e para tal precisaram passar por uma forte releitura a fim de as incluir na sociedade atual – ou quem sabe brincar com o período ao qual estão presas confeccionando uma história passada em tal tempo. Seja como for, Crocodilo Dundee (1986), a versão Hollywoodiana de nosso eterno trapalhão Didi Mocó, se tornou um dos fenômenos inesperados do fim da década de 80, ao trazer um “caipira australiano” para um choque cultural em uma Nova York peculiarmente dona de “todos os atrativos” do período. A surpresa foi pela inocência e grande coração que o filme possui. Assim, dois anos depois, a continuação tentou capitalizar sem o mesmo resultado. Descansando por toda a década seguinte, algum produtor achou que era a hora de tirar Paul Hogan e seu famoso personagem (que virou símbolo da Austrália) da reclusão para mais um round. O resultado foi aquela velha história da piada contada pela terceira vez…

Todo Mundo em Pânico 2

scary movie2 cinepop

Recentemente, escrevi sobre os filme-paródia, que atingiam seu auge na década de 1990. Dali em diante foi só ladeira abaixo, com algumas produções duvidosas sendo lançadas ainda na década citada. Todo Mundo em Pânico foi um respiro para a nova década, que recebeu elogios e se tornou sucesso de bilheteria, satirizando a onda de slasher ressuscitada com Pânico e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. Uma curiosidade é que Pânico (Scream) tinha como título original planejado justamente Scary Movie – que terminou sendo usado aqui. Na continuação, lançada logo no ano seguinte, o alvo das sátiras foram os filmes de mansões mal assombradas e todo tipo de entidades sobrenaturais.

Assustador! Prelúdio de ‘X – A Marca da Morte’ ganha trailer LEGENDADO e data de estreia no Brasil

O prelúdio de ‘X – A Marca da Morte‘ finalmente ganhou uma data oficial para chegar aos cinemas do Brasil e trailer LEGENDADO.

O ACLAMADO ‘Pearl‘ será lançado no dia 9 de fevereiro pela Cinecolor Films Brasil em parceria com a Universal Pictures.

Assista ao trailer:

Dentre os comentários dos críticos no Rotten Tomatoes, os especialistas rasgaram elogios para a atuação de Mia Goth, que reprisa o papel titular, apesar de dizerem não ser tão original quanto o filme predecessor.

Confira:

Pearl acaba realçando ‘X’ um pouco ao essencialmente narrar toda a repressão e os eventos que deixaram Pearl louca. Mas não sem seus próprios problemas” – Collider.

“Talvez eu não devesse ter gostado tanto de Pearl quanto eu gostei: mas é inteligente, ágil, tenebroso e brutalmente bem atuado. Uma joia” – The Guardian.

“É uma conquista impressionante da arte fílmica, mas uma que não revela nada de novo” – IndieWire.

“Um retrato arrepiante de mais uma jovem cobiçando por uma vida melhor do que a que tem, tornando-se uma companhia divertida a ‘X’” – THR.

Pearl se sustenta por conta própria, uma divertida ‘Imitação da Vida’ cheia de referências internas a clássicos do terror” – Variety.

Lembrando que West já está desenvolvendo o roteiro do terceiro filme, intitulado ‘MaXXXine‘.

Em 1979, um grupo de cineastas viajam até a zona rural do Texas para gravar um filme adulto, mas sua anfitriã reclusa os pega no ato e eles logo precisam lutar desesperadamente por suas vidas.

O elenco conta com Brittany Snow (‘A Morte te Convida para Dançar’), Mia Goth (‘Suspiria’), Jenna Ortega (‘Pânico’), Scott Mescudi (‘Não Olhe para Cima’), Martin Henderson (‘O Chamado’), Owen Campbell (‘Tempos Obscuros’) e Stephen Ure (‘Máquinas Mortais’).

pearl 1 e1661891867958

Ruth Negga se junta a Jake Gyllenhaal no elenco da nova série de J. J. Abrams pela Apple TV+

Segundo a Variety, a atriz Ruth Negga (‘Preacher’) vai estrelar a série ‘Presumed Innocent‘ ao lado do já confirmado Jake Gyllenhaal (‘O Abutre’) para a Apple TV+.

A trama que é baseada no romance de Scott Turow traz Rusty Sabich (Gyllenhaal), um fervoroso promotor de Chicago acusado de matar seu colega. Negga será Barbara Sabich, a esposa de Rusty.

David E. Kelley, de ‘Big Little Lies‘, está adaptando o romance e vai atuar como showrunner e produtor executivo. Abrams está na produção, através de sua produtora Bad Robot Productions, ao lado de Thomason, Sharr White e Gyllenhaal.

A Warner Bros. Television é o estúdio do projeto. Kelley está desenvolvendo a série Avalon, com Neve Campbell estrelando. Gyllenhaal está no elenco de voz do filme animado Mundo Estranho e está no elenco de Road House, série adaptando o filme Matador de Aluguel.

Presumed Innocent‘ ainda não tem data de estreia, mas deve chegar em 2023 pela Apple TV+.

‘Bandida’, filme estrelado pelas ex-BBBs Maria e Natália Lage, encerra suas filmagens

Segundo o TelaViva, foram encerradas as filmagens de ‘Bandida: A Número um da Rocinha‘, novo filme de João Wainer (‘A Jaula).

O longa que é baseado no livro ‘A Número Um‘, de Raquel de Oliveira, acompanha Rebeca, interpretada pela cantora e estreante nos cinemas Maria, que aos nove anos é vendida pela avó para um bicheiro que mandava na comunidade.

Crescendo de perto no mundo do crime, ela se torna companheira do Pará (Jean Amorim), chefe do crime, para depois comandar a quadrilha.

Milhem Cortaz, Wilson Rabelo, MC Marechal, JP Rufino, Natália Lage, Natália Deodato e Thaís Gullin completam o elenco. Michely Gabriely faz sua estreia nos cinemas vivendo Rebeca quando criança.

João Wainer também assina o roteiro ao lado de Patricia Andrade, Cesar Gananian e Thais Nunes.

A produção é da Paris Entretenimento, em coprodução com TX Filmes, Claro, Telecine, e apoio da Riofilme. A Paris Filmes está na distribuição do projeto, com previsão de lançamento nos cinemas para 2023.

Fltm5uKXkAAm8YZ

Nicole Kidman entra para o elenco de ‘Lioness’, nova série do criador de ‘Yellowstone’

De acordo com a Variety, Nicole Kidman entrou para o elenco de ‘Lioness‘, próxima série de Taylor Sheridan (‘Yellowstone’) pela Paramount+.

A série que é inspirada em um programa real da CIA acompanha Cruz Manuelos (Laysla De Oliveira), uma jovem fuzileira recrutada para ajudar a derrubar uma organização terrorista interna. Kidman será Kaitlyn Meade, supervisora ​​sênior do programa da CIA.

Zoe Saldaña, Jill Wagner, Dave Annable, LaMonica Garrett, James Jordan, Austin Hébert, Hannah Love Lanier, Stephanie Nur e Jonah Wharton completam o elenco.

Taylor Sheridan vai atuar como showrunner da série. Saldaña e Kidman também atuam como produtoras executivas do projeto, que está em desenvolvimento ainda.

O autor está com outras novas produções, como 1923, derivado do sucesso ‘Yellowstone‘, e ‘Tulsa King‘, com Sylvester Stallone.

Wagner Moura dubla personagem de ‘Gato de Botas 2’, mas não na versão brasileira

Para quem não sabe, o ator Wagner Moura (‘Tropa de Elite’) participa do elenco de vozes de ‘Gato de Botas 2: O Último Pedido‘, porém, diferente do que muitos imaginam, ele não dubla ninguém na versão em português do Brasil.

Moura dá voz ao Lobo, no entanto interpreta o personagem na versão em inglês da animação, dita como a original do estúdio.

Através de um vídeo promocional que mostra trechos do processo de gravação vocal com Moura vemos o trabalho do ator. Na trama do longa, o Lobo representa a Morte e planeja ceifar a nona vida do Gato, vivido por Antonio Banderas (‘Uncharted: Fora do Mapa’).

Confira abaixo o vídeo:

Lembrando que a franquia completa de ‘Shrek‘ está disponível no catálogo da Netflix.

Pela primeira vez em mais de uma década, a DreamWorks Animation apresenta uma nova aventura no universo Shrek quando o ousado fora-da-lei Gato de Botas descobre que sua paixão pelo perigo e desrespeito pela segurança terão consequências. Gato queimou oito de suas nove vidas, embora tenha perdido a conta ao longo do caminho. Recuperar essas vidas enviará o Gato de Botas em sua maior missão até agora.

O indicado ao Oscar Antonio Banderas retorna como a voz original do notório Gato de Botas enquanto ele embarca em uma jornada épica pela Floresta Negra para encontrar a mítica Estrela dos Desejos e restaurar suas vidas perdidas. Mas com apenas uma vida restante, Gato terá que se humilhar e pedir ajuda à sua ex-parceira e inimiga: a cativante Kitty Soft Paws (a indicada ao Oscar® Salma Hayek na versão original).

O elenco original também conta com Olivia ColmanJohn MulaneyAnthony MendezWagner MouraSamson KayoDa’Vine Joy RandolphRay WinstoneFlorence PughSalma Hayek.

Harvey Guillén (‘What We Do in the Shadows’) fará sua estreia como Perro, associado canino dos protagonistas.

A sequência é dirigida por Joel Crawford e produzida por Mark Swift, que já trabalhou anteriormente no sucesso ‘Os Croods 2‘, da DreamWorks.

o gato de botas 2 poster

gato de botas 2

Ranking | Do Pior ao MELHOR Filme do DCEU – incluindo ‘Aquaman 2 – O Reino Perdido’

O Universo Estendido da DC iniciado por Zack Snyder passou por altos e baixos até chegar ao seu fim, com ‘Aquaman 2 – O Reino Perdido’.

Com muitos filmes controversos, o universo lutou para estabelecer personagens e passou por vários problemas nos bastidores – que respingaram no resultado dos filmes.

Agora que o último filme desse universo já está nos cinemas, o CinePOP decidiu rankear os filmes do DCEU do pior para o melhor, incluindo o Liga da Justiça de Zack Snyder, que mesmo não integrando oficialmente esse universo, foi vendido pela Warner como um grande bônus. Esteja à vontade para discordar nos comentários, contanto que mantenha o respeito. Dito isso, vamos lá!

16. Esquadrão Suicida (2016)

FF29DBD6 2D50 4457 9373 F7434C26E0C4O último lugar da lista não podia ser outro. Dirigido por David Ayer, esse filme é indefensável. Vendido com um primeiro trailer espetacular e com histórias forçadas de bastidores alegando que Jared Leto supostamente teria enlouquecido para viver o Coringa, o resultado dessa produção foi um longa genérico, bagunçado, sem personalidade, sem nada a dizer ou mostrar e com o desperdício de um dos melhores elencos que o DCU já reuniu. Dentre os vários problemas, incluindo a ausência de roteiro, nenhum é tão grande quanto a direção.

David Ayer se perde diante do grande orçamento e abre mão de um elenco fantástico muito talentoso ao reduzir praticamente todos os personagens do filme a secundários em prol de um quase triângulo amoroso inexplicável entre Arlequina, Pistoleiro e Coringa. Fora o uso de câmeras digno dos piores filmes da MTV, de onde ele parece ter tentando copiar a estética de videoclipe.

Essa questão estética, inclusive, era um dos chamarizes do trailer, mas até nisso a execução foi mal feita, já que a linguagem visual não combina com a linguagem narrativa. Existe até um movimento que pede o lançamento da versão estendida desse filme. Os adeptos alegam uma interferência dos executivos na mudança de tom do filme, o que realmente ocorreu. Mas, vendo os materiais excluídos que o diretor vem postando nos últimos tempos, os fãs deveriam apenas esquecer dessa bomba, porque parece mesmo que o que já é ruim pode piorar.

Curiosamente, corroborando com a bagunça contraditória que é esse projeto, Esquadrão Suicida é o único filme do DCU – até agora – a contar com um Oscar no currículo por Melhor Maquiagem.

15.  Mulher Maravilha 1984 (2020)

A4026E13 3363 430B ADC1 32F7FB547432Cercado de muitas expectativas pelo sucesso do primeiro filme, Mulher Maravilha 1984 leva Diana Prince (Gal Gadot) para a década de 1980. Conforme os trailers destacavam, a questão da ambientação e estética oitentista seria parte importante de uma história sobre manipulação midiática e controle mundial. Além disso, foi prometido um controle total da diretora Patty Jenkins sobre a história, que traria o misterioso retorno de Steve Trevor (Chris Pine) e alguns elementos clássicos dos quadrinhos da super-heroína. Infelizmente, não funcionou.

Com uma duração desnecessariamente longa, esse filme se estende em momentos que não acrescentam em nada ao desenvolvimento da trama e resolve de forma muito rápida pontos importantes, como a motivação dos vilões – ridiculamente caricatos – e toda a situação envolvendo o retorno de Steve. Sem contar que Diana toma ações questionáveis, que não apenas não condizem com aquilo que foi mostrado dela anteriormente nesse universo, mas também extrapolam limites éticos e morais de forma assustadora.

Isso sem mencionar que a tal estética anos 80 se resume a uma cena no shopping de 15 minutos de duração. Depois dela, se alguém dissesse que o filme se passa em 2010, não faria a menor diferença. Uma pena, porque tinha um potencial gigante.

14.   The Flash (2023)

the flash jay garrick teddy sears 1

Um filme que sofreu bastante com a estafa de filmes de super-heróis e a expectativa do público. O principal problema são os efeitos visuais; claro que é possível ignorar a artificialidade do CGI caso compremos, por completo, as inclinações noventistas da imagética do filme – mas, em alguns momentos, as construções estéticas são tão falsas que quebram a magia. Mas isso não significa que o resultado não seja positivo, pelo contrário: o conciso roteiro nos ajuda a compreender que a ideia não é reinventar o que já existe, e sim utilizar as fórmulas a favor da obra e garantir que o público saia da sala de cinema realizado e até mesmo com vontade de reassistir.

‘The Flash’ entrega exatamente o que prometia, configurando-se como uma das melhores entradas dessa fase final da DC. Divertido, emocionante e pincelado com reflexões sobre o que significa conviver com a imutabilidade do passado.

13. Liga da Justiça (2017)

CB2C84FE 14BA 4520 B8C9 B334F174FF76Depois dos baldes de água fria que foram BVS e Esquadrão Suicida, Liga da Justiça nasceu em meio ao caos empresarial da Warner. Insatisfeitos com o rumo de críticas negativas e bilheterias abaixo do esperado que esse universo seguia, os executivos queriam algo diferente do que Zack Snyder estava entregando com sua visão sobre a DC. Então, quando uma tragédia pessoal afastou o diretor e produtor de Liga da Justiça, a Warner correu atrás de Joss Whedon para refilmar o longa ao estilo Vingadores. Não tinha como dar certo, né? As duas equipes são completamente diferentes e foram desenvolvidas nos cinemas de formas distintas.

Desse turbilhão de decisões ruins, o filme da Liga chegou como uma colcha de retalhos que tinha momentos do Snyder mesclados com os de Whedon, seguindo passo a passo a estrutura narrativa de Os Vingadores (2012), mas ruim. Sem contar também as inúmeras polêmicas de bastidores que acabaram mostrando uma face bem podre de Joss Whedon para o mundo. Por outro lado, esse filme não consegue ser o pior de todos por conta de um personagem: o Superman.

Depois de duas abordagens controversas do personagem, ele enfim se mostra um símbolo de esperança nesse filme. Seu otimismo e uso de poderes são uma leitura fantástica dos quadrinhos. Só não é perfeita porque foram inventar de remover o bigode dele digitalmente.

12.   Shazam! Fúria dos Deuses (2023)

shazam cinepop 1

Com duas horas e dez de duração e duas cenas pós-créditos, é bem verdade que ‘Shazam! Fúria dos Deuses’ poderia ser bem uns vinte minutos mais curtos, mas esse tempo a mais não interfere na recepção do filme de David F. Sandberg: ao contrário, o roteiro de Henry Gayden e Chris Morgan preenche bem o enredo com todo tipo de brincadeirinha recheada de sarcasmo que embalam o espectador ao longo do trajeto. Inteligentemente, a história acompanhou o crescimento etário de seu público-alvo (quatro anos, quando se é adolescente, é muita coisa!), de modo que tanto as piadas quanto as situações em si ganham um tom levemente mais adulto – o que é um bem-vindo alívio para a galera no cinema com mais de vinte anos.

Shazam! Fúria dos Deuses’ é um produto comercialmente perfeito: tem uma história envolvente tanto para a galera que cresceu quanto para quem está chegando agora; dosa bem o humor com a evolução da trama, sem abusar da paciência do espectador; acompanha o interesse e as queixas de seu público-alvo, inclusive fazendo autocrítica; consegue inserir magistralmente dois patrocinadores com cenas que valorizam suas marcas (Gatorade e Skittles), o que promove a venda e o interesse nos produtos em questão; consegue dialogar com as outras partes do universo criado pela DC sem soar como forçação de barra; e, mais que tudo isso, consegue vender os outros títulos de sucesso da produtora, gerando conexões que atiçam a curiosidade do espectador em ir atrás para (também) consumir esses produtos.

11. Adão Negro (2022)

adao negro poster 1

Poucas pessoas em Hollywood precisaram brigar tanto por um filme do que The Rock e seu xodó, Adão Negro. Ele foi anunciado para o papel do vilão/ anti-herói lá em 2007, há nada menos que 15 anos, e desde então conviveu com uma série de adiamentos e ameaças de cancelamento. Mas ele não se deu por vencido e seguiu atrás de seu sonho de levar seu personagem favorito para as telonas. O projeto foi anunciado há tanto tempo que, na época em que foi escalado para viver Teth-Adam, o ator ainda tinha cabelo.

O grande destaque do longa é mesmo seu protagonista. The Rock sobra em cena e carrega o filme nas costas. O ator é mestre em fazer filmes nos quais seu protagonismo parece ser maior do que a própria história, e aqui não é diferente. Ele corresponde exatamente àquilo que se espera do The Rock vivendo uma criatura superpoderosa.

O roteiro fraquinho segue a estrutura de Shazam!, mas com menos alma, e a direção de Jaume Collet-Serra tenta replicar a estética dos filmes do Zack Snyder, mas também é pouco inspirada e “fora do tempo”. A impressão que dá é que certas cenas foram gravadas seguindo um estilo bem parecido com os longas de 2008. É como se Adão Negro fosse um filme de 2008 (ano que deveria ter sido originalmente lançado) estreando em 2022. E o CGI de alguns momentos realmente não ajuda. O vilão também é bastante apático, mas cumpre seu papel de mostrar que o protagonista é um anti-herói, não apenas um malfeitor. É um filme divertido e grandioso, mas não deixa de ser genérico.

10.   Batman Vs Superman: A Origem da Justiça (2016)

AA7A5F7C 3B96 48D0 86EA 0C178587A9A1Esse aqui vai causar polêmica, mas tudo bem. Talvez o projeto mais ambicioso dos filmes com heróis depois de Os Vingadores (2012), BVS foi o maior tiro no pé que a DC poderia ter cometido no seu suposto planejamento de universo compartilhado. Isso porque esse foi apenas o segundo filme dessa linha do tempo, onde Zack Snyder quis apresentar um novo Batman, uma nova Mulher Maravilha, colocar o Batman recém-introduzido contra um Superman que ainda tentava conquistar o coração do público, dar um pontapé inicial para a Liga da Justiça e ainda linkar pelo menos mais cinco filmes que sequer haviam sido lançados. Tudo isso num longa de duas horas e vinte de duração. Foi um verdadeiro atropelo! E apesar de ter momentos muito bons, como a luta que dá nome ao filme, BVS tropeça nas próprias pernas por não conseguir desenvolver tramas que ele mesmo propôs momentos antes.

Esse foi mais um caso que sofreu com interferência do estúdio, que pediu para que algumas cenas fossem cortadas para reduzir um pouco do tempo de tela. Isso claramente afetou o produto final, que ficou bagunçado e cansativo. O resultado foi o lançamento posterior de uma versão estendida que realmente desenvolve e explica certos furos de roteiro, mas que segue com os mesmos problemas do original, como a falta de um bom ritmo narrativo, a falta de peso nos personagens e a pressa em introduzir várias tramas diferentes, deixando a história principal solta.

9. Liga da Justiça de Zack Snyder (2021)

5717A2E5 482F 44E2 AD8D 7F011B23FDE8Depois do fracasso de crítica e bilheteria que foi Liga da Justiça, os fãs do Snyder se sentiram ofendidos pelo que a Warner fez com o trabalho do ídolo deles, então começaram uma campanha de proporções absurdas para que o estúdio disponibilizasse a versão do diretor, o famoso Snydercut. Foram quatro anos de muita encheção de saco nas redes sociais da Warner do mundo todo, que se recusava a atender os pedidos dos fãs com sua #ReleaseTheSnyderCut.

Então, com a chegada do HBO Max, o estúdio precisava impulsionar as assinaturas de seu novo streaming. Assim, eles deram uma verba para que Zack Snyder finalizasse seu corte inacabado, e os fãs enfim poderiam ver o Snydercut exclusivamente no HBO Max. O produto final foi um filme de 4h de duração que mais parece uma minissérie de exaltação ao diretor em vez dos heróis da Liga da Justiça em si. É claramente muito superior ao filme de 2017, principalmente por desenvolver melhor vários personagens que foram abandonados no corte pro cinema e por trazer a trama de Darkseid, que seria o vilão de Liga da Justiça 2.

O problema é que Snyder perde muito tempo nos seus “maneirismos” e acaba não trazendo a essência da Liga dos quadrinhos e animações. Resumir o maior grupo de heróis das HQs a um filtro escuro, slow motion, violência gráfica e metáforas religiosas é muito abaixo do que eles realmente são e podem render nas telonas. São os maiores, mais famosos e mais poderosos heróis dos quadrinhos. Não dá para se contentar com pouco quando o assunto é a Trindade Superman, Mulher Maravilha e Batman.

8.  Aquaman 2 – O Reino Perdido (2023)

aquaman 2

James Wan volta à cadeira de direção e mantém-se fiel à estética nostálgica do filme anterior: aqui, o cineasta trabalha com inúmeras referências cinematográficas para expandir o cosmos de Aquaman, lembrando-se de que, agora, não lidamos mais com uma história de origem, e sim uma ramificação pautada em um classicismo saudosista que pode ser apreciada por qualquer fã de uma boa narrativa. Não é surpresa que Wan abra seu leque de homenagens nos mais diversos âmbitos da produção, seja com a épica e dissonante trilha sonora de Rupert Gregson-Williams, que mistura sintetizadores com poderosos instrumentos de corda orquestrais, seja com incursões estilísticas que rememoram ícones da sétima arte como ‘O Senhor dos Anéis’. Cada engrenagem é pensada com minúcia para entregar uma sólida experiência aos espectadores, mesmo que nem todas as investidas funcionem.

Os dois primeiros atos de Aquaman 2: O Reino Perdido’ podem não ser livres de falhas, mas com certeza nutrem da habilidade de elevarem nossas expectativas para o ato de encerramento, levando o tempo que precisam para se desenvolverem. E, após nos alimentarem com uma antecipação angustiante, culminam em uma batalha final afoita demais para ser apreciada e que promove uma resolução formulaica e apressada – desperdiçando um vilão aterrorizante que parece não exibir toda a magnitude que deveria. Porém, não podemos deixar de exibir um sorriso ao sair da sala de cinema, aliviados com uma última jornada do DCEU que funciona em quase sua completude – e que nos deixa ávidos para um novo capítulo resguardado pelas mãos de James Gunn Peter Safran.

7. Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa (2020)

9DF7435C 28CE 4DAC A94E 450DE0AA8BB8

Dirigido por Cathy Yan, que comandou o fantástico Dead Pigs, Aves de Rapina veio com a promessa de ser o filme Girl Power que introduziria uma nova equipe composta apenas por mulheres e deveria ocupar o espaço deixado pelo Esquadrão do Ayer. A aventura é divertida, traz caracterizações bem interessantes e aborda esse mundo de super-vilões por uma perspectiva feminina quase inédita até então. Porém, o filme sofre com dois problemas graves. O primeiro deles é não conseguir desenvolver sequências de ação boas o bastante ao longo da história, como se estivesse economizando para despejar tudo no ato final. Tudo bem, é algo válido. No entanto, quando chega ao ato final, no qual a equipe está reunida e descendo a porrada nos vilões, esse clímax dura uns 15 minutos. E quando o público fica querendo ver mais daquilo, o filme acaba. É meio frustrante.

O outro problema é a Arlequina. Como a personagem de Margot Robbie ficou muito popular, ela acabou se tornando quase intocável nos filmes em que participa. Nesse longa em questão, chega a ser irônico que o projeto se chame Aves de Rapina, sendo que 95% do filme é sobre a Arlequina. A dosagem das personagens é muito mal feita, escanteando atrizes fantásticas de personagens interessantíssimas para continuar com os dilemas da Harley. Se eles soubessem trazer esse equilíbrio entre a história da Arlequina com a criação das Aves de Rapina e tivessem mais cenas como a da invasão da delegacia e a luta delas como grupo, seria um filme fantástico. Como tem esses problemas, é um filme “ok”.

6. Besouro Azul (2023)

besouro azul 2

Besouro Azul‘ é comandado por Ángel Manuel Soto e preza pela nostalgia narrativa. Isso quer dizer que Soto se apoia nas fórmulas das histórias de origem para tentar resgatar o motivo pelo qual nos apaixonamos por obras de super-heróis; diferente de outros títulos da companhia e até mesmo de companhias adjacentes, a ambição aqui está em colocar a representatividade latino-americana em contraposição ao domínio cansativo de personagens brancos e estadunidenses (ou até mesmo europeus). Logo, a obra é um convite ao saudosismo e à diversão, abrindo espaço para que sejamos engolfados em uma competente aventura que enche os olhos e nos faz sair das salas de cinema bastante satisfeitos.

O maior trunfo do filme é seu elenco: Maridueña faz um trabalho aplaudível e envolvente, trazendo aspectos já explorados em seu papel como Miguel Diaz na série ‘Cobra Kai’; George Lopez emerge como o principal escape cômico do enredo ao encarnar Rudy, tio de Jaime, um gênio da tecnologia que os ajuda a combater Victoria e seu exército; Adriana Barraza, recém-saída de suas atuações em ‘Penny Dreadful: City of Angels’ e ‘Pequenos Grandes Heróis’, dá vida a Nana, avó de Jaime, uma ex-guerrilheira que remonta seus tempos de luta contra o neoimperialismo norte-americano para salvar o neto do modo mais glorioso e hilário que podemos imaginar. Mas o nosso foco destina-se à Marquezine.
A atriz, que começou sua carreira muito jovem, faz uma excelente estreia em Hollywood, consagrando-o no mesmo patamar de nomes como Wagner Moura e Alice Braga, que também dominaram o circuito cinematográfico internacional. Aqui, Bruna festeja com um papel que lhe permite ser independente, corajosa e empática, além de entrar como lembrete de que todos nós somos latino-americanos e estamos no mesmo barco. Ainda que pertencente ao legado da Kord, ela sabe que as investidas controversas da tia não correspondem ao que ela defende, unindo-se com Jaime para garantir que o povo integre a sociedade da mesma forma que a elite – sem ser obrigado a abandonar suas raízes e suas conquistas por pulsões de um capitalismo predatório e destrutivo. E, como se não bastasse, a química entre Marquezine e Maridueña é um deleite para os olhos.

5. O Homem de Aço (2013)

D4B8D943 BCD8 42AD 847E E35982F937B1O pontapé inicial do DCU nos cinemas foi bem controverso na época. Utilizando cansativamente metáforas cristãs (sério, só falta apontarem pro Super e falarem “você é Jesus”) para descrever o herói, Zack Snyder tenta transformar a origem do Superman (Henry Cavill) em um épico bíblico de super-heróis. E o curioso disso é que funciona em muitos momentos. O uso de planos que engrandecem a figura de um Superman errante cria um ar épico para o longa, assim como as provações pelas quais o Homem de Aço tem de passar antes de assumir o tradicional traje azul, vermelho e amarelo. O problema desse filme é mais no ato final, no qual o diretor perde um pouco da linha e corrompe de forma complicada fatores morais que são intrínsecos ao personagem. Sem contar a lógica dos Power Rangers de calcinar a cidade para salvar a cidade. Sério, pelo estado que fica Metropolis depois do Super “salvá-la”, era melhor ter entregado a chave da cidade pro Zod logo. Ah, vale a pena ressaltar o trabalho maravilhoso que Hans Zimmer faz na trilha sonora desse filme. Trabalhar com o Superman exige um carinho especial na tratativa sonora, já que ele está eternamente atrelado a trilha sonora do filme de 1978, mas ainda assim Zimmer conseguiu ser respeitoso com o passado do herói e trazer scores que combinaram e descreveram as sensações dessa nova abordagem do kryptoniano.

4. Aquaman (2018)

0655912D DAD6 4595 8356 D3662576DAC3Dirigido por James Wan, o Midas de Hollywood, Aquaman conseguiu algo que nenhum outro longa da DC alcançou até hoje: mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias do mundo todo. Ambientado depois dos eventos do filme da Liga, essa aventura anfíbia mudou completamente o tom dos filmes da DC nos cinemas ao esquecer o filtro escuro e a necessidade de introduzir elementos para serem desenvolvidos em filmes de outros heróis. Ou seja, ao focar mais em sua própria trama em vez de tentar desenvolver o UDC de forma ampla, Wan conseguiu com que o público se importasse com a história de origem de um dos heróis mais zoados do primeiro escalão da DC.

Apostando no carisma de Jason Momoa para conduzir a trama, o longa também ganha pontos por trazer uma visual subaquático deslumbrante e por explorar a riqueza desse mundo com muitas cores e iluminações diferentes, proporcionando momentos tipicamente de histórias em quadrinhos, como a batalha dos protagonistas contra o Arraia Negra na Itália, o embate com as criaturas do poço ou a pancadaria final, que apresenta mais animais marinhos que todas as temporadas juntas de Bob Esponja. É um filme despretensioso, divertido e que consegue elevar a moral de um herói que andava meio em baixa por conta das inúmeras piadas que as séries de Cultura Pop faziam com seus poderes.

3. Mulher Maravilha (2017)

8F75BF48 BF55 4A4B A1CD 1716A1F0EA83Também conhecido como o primeiro filme inquestionável do Universo DC, Mulher Maravilha foi trabalhado como uma prequel, o que deu muito certo. Partindo de uma das incontáveis pontas soltas que BVS deixou, Diana conta sua história de origem baseada em uma foto antiga. O trabalho de Patty Jenkins é muito apaixonado nesse filme, até pelo peso que ele trazia. Então, é um longa que honra o legado da super-heroína explorando pontos fascinantes do passado dela, mas também consegue fazer com que ela assumisse um posto que normalmente era do Superman: o símbolo de esperança.

Como o Clark ainda vinha sendo trabalhado como um herói errante, Diana surge com seu otimismo, coragem e persistência para mostrar ao mundo dos homens que eles não devem se entregar aos vilões. Porque ela está ali para ajudá-los e isso os motiva a seguir na luta. A cena mais emblemática do filme é justamente isso, um sopro de esperança. Diante da fronteira tomada pelos inimigos, Diana pega seu escudo e atravessa a Terra de Ninguém, enfrentando sozinha o exército inimigo. Vendo aquilo, os outros soldados se inspiram e avançam junto a ela. É de arrepiar.

Além disso, os personagens de apoio são muito carismáticos e a direção não perde tempo tentando sexualizar a Mulher Maravilha. Na verdade, esse filme é tão bom que só não está na primeira colocação dessa lista por conta de um pequeno deslize no clímax da trama, mas não é nada que atrapalhe o espetáculo que esse longa é.

2. Shazam! (2019)

AF2969FF 7E6A 41E1 93D4 E9708E6D77AEPor fim, chegamos ao primeiro colocado da lista: Shazam!, um dos filmes mais sinceros que a DC já fez. Dirigido por David F. Sandberg, que vinha do mundo dos filmes de terror, esse longa é a adaptação mais fiel já feita na história do Universo DC. Quem já leu as histórias de origem do personagem, seja na versão clássica ou nos Novos 52, com certeza conseguiu identificar cenas, ambientações e até mesmo falas tiradas diretamente das páginas dos quadrinhos. Mas não é por isso que esse filme chegou ao primeiro lugar do nosso ranking. Ele está aqui porque consegue trazer elementos próprios que fazem dele muito mais que uma adaptação exemplar.

É um filme com coração, com alma, sobre um menino órfão que encontra quem ele realmente é em sua nova família. Sem contar que trazer um herói cujos poderes são baseados em magia para a perspectiva de uma criança querendo ser grande é uma premissa maravilhosamente perfeita para um herói de quadrinhos ganhando as telonas. Junte a isso um elenco que compreende bem as motivações de seus personagens e o resultado é uma aventura espetacular sobre família, heroísmo e amadurecimento.

1. O Esquadrão Suicida (2021)

3426A4CF D97E 4A03 8E5E 337A9E9C1C5CDepois do fracasso colossal que foi o primeiro Esquadrão, James Gunn assumiu o roteiro e a direção dessa sequência para provar o efeito que um bom diretor pode ter em um filme. Contando a história de forma sádica, matando personagens a torto e a direito, Gunn não se baseia exatamente em um arco das HQs para escrever esse roteiro repleto de violência, humor e interações humanas sinceras entre os piores vilões do mundo.

Parte importante para esse filme funcionar é que roteiro, direção e elenco entendem que os personagens são a escória da humanidade, mas que até mesmo essa gente tem sentimentos e objetivos. Assim, partindo dessa ótica, o grupo é visto como um bando de bandidos descartáveis sendo mandados para uma ilha da América Latina para resolverem as burradas imperialistas dos EUA, mesmo que isso signifique não voltarem vivos. Adotando uma estética que remete instantaneamente aos quadrinhos, seja pelas cores, diálogos dinâmicos ou até mesmo pelas passagens de capítulos, O Esquadrão Suicida conta ainda com uma trilha sonora maravilhosa e um desenvolvimento de personagens maior que em praticamente todos os outros filmes da casa.

B4D5531A 9D19 45B4 ACAB AB93F31D14BC

Todos os filmes citados estão disponíveis no HBO Max.

‘Gato de Botas 2’: Antonio Banderas conta como experiência de “quase morte” o aproximou do personagem

Antonio Banderas é a voz do Gato de Botas por quase duas décadas, um dos personagens mais queridos da franquia ‘Shrek‘ (2001), animação clássica da DreamWorks. Porém, o ator revelou como uma experiência de ‘quase morte’ o aproximou do personagem.

Em entrevista ao Entertainment Weekly, na campanha de ‘Gato de Botas 2: O Último Pedido‘ (2022), Banderas deu detalhes sobre a conexão pessoal que deram a ele uma nova perspectiva sobre a história do longa.

Na cena em questão, Gato de Botas percebe que queimou oito de suas nove vidas e, por isso, o personagem sai em busca do mítico Último Desejo para a Estrela dos Desejos e passa por uma crise existencial na qual ele deve lidar com sua própria mortalidade, algo que nunca passou.

Depois de sofrer um ataque cardíaco em 25 de janeiro de 2017, Banderas observou que sua emergência médica permitiu que ele se conectasse melhor com o personagem do Gato de Botas para a última sequência, afirmando “sentir, de uma forma muito pessoal, conectado a este filme”.

“Eu faço exercícios, corro, mas costumava fumar, o que provavelmente é a coisa mais estúpida que já fiz na minha vida. Tive a oportunidade de ver a morte bem diante dos meus olhos. E foi muito assustador”, disse Banderas.

Lembrando que a franquia completa de ‘Shrek‘ está disponível no catálogo da Netflix.

Pela primeira vez em mais de uma década, a DreamWorks Animation apresenta uma nova aventura no universo Shrek quando o ousado fora-da-lei Gato de Botas descobre que sua paixão pelo perigo e desrespeito pela segurança terão consequências. Gato queimou oito de suas nove vidas, embora tenha perdido a conta ao longo do caminho. Recuperar essas vidas enviará o Gato de Botas em sua maior missão até agora.

O indicado ao Oscar Antonio Banderas retorna como a voz original do notório Gato de Botas enquanto ele embarca em uma jornada épica pela Floresta Negra para encontrar a mítica Estrela dos Desejos e restaurar suas vidas perdidas. Mas com apenas uma vida restante, Gato terá que se humilhar e pedir ajuda à sua ex-parceira e inimiga: a cativante Kitty Soft Paws (a indicada ao Oscar® Salma Hayek na versão original).

O elenco original também conta com Olivia ColmanJohn MulaneyAnthony MendezWagner MouraSamson KayoDa’Vine Joy RandolphRay WinstoneFlorence PughSalma Hayek.

Harvey Guillén (‘What We Do in the Shadows’) fará sua estreia como Perro, associado canino dos protagonistas.

A sequência é dirigida por Joel Crawford e produzida por Mark Swift, que já trabalhou anteriormente no sucesso ‘Os Croods 2‘, da DreamWorks.

o gato de botas 2 poster

gato de botas 2

‘Avatar 2’ ultrapassa ‘Top Gun: Maverick’ e se torna a maior bilheteria de 2022 e a 11ª da HISTÓRIA

A sequência ‘Avatar: O Caminho da Água‘ continua trilhando sua jornada de sucesso nos cinemas e acaba de ultrapassar os US$ 1.52 bilhão arrecadados mundialmente.

O filme superou a arrecadação total de ‘Top Gun: Maverick‘ (US$ 1.5B), ‘Frozen 2‘ (US$ 1.45B) e ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (US$ 1.4B) e se tornou a 11ª maior bilheteria da história do cinema.

O longa de James Cameron também assumiu oficialmente o posto de maior bilheteria de 2022, que até então pertencia ao filme de Tom Cruise.

A continuação de ‘Avatar‘ (2009) também conseguiu ultrapassar a barreira do US$ 1 bilhão no mercado internacional – que não considera os EUA e Canadá. Apenas dez filmes na história haviam realizado esse feito.

Só no Brasil, o filme já foi visto por mais de 6,4 milhões de espectadores.

Assista nossa entrevista com Zoe Saldana e Jon Landau:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

avatar2 28

avatar2 16

Elegemos os personagens mais EXCÊNTRICOS de Nicolas Cage, o Drácula de ‘Renfield’

Indicado a quase 100 prêmios por suas interpretações ao longo da carreira de altos e baixos, Nicolas Cage ficou marcado por atuações peculiares, excêntricas, que deixam vivas as lembranças nas memórias cinéfilas. Buscando listar alguns desses personagens, separamos uma lista muito legal onde não deixa de contar um pouco da carreira desse polêmico artista.

Antes da lista, vale lembrar: O artista, sobrinho de Francis Ford Coppola, viverá o lendário Conde Drácula no longa-metragem ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, de Chris McKay (que dirigiu recentemente A Guerra do Amanhã). O filme promete mais uma atuação excêntrica e marcante, e o roteiro é assinado pela dupla Robert Kirkman (The Walkind Dead) e Ryan Ridley (Ricky and Morty). O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de maio.

Assista ao trailer e confira a nossa lista:

 

Castor Troy/ Sean Archer em A Outra Face

Com direção do mestre dos filmes de ação (John Woo) Nicolas Cage e John Travolta, por incrível que pareça se completam (muito bem) nesse troca-troca A Outra Face. No longa, uma caçada é posta em ação após uma cirurgia facial entre um cruel assassino e um agente do FBI. Com os papéis invertidos a adrenalina come solta! Castor Troy é um dos personagens mais eletrizantes e competentes de Cage, não tenham dúvidas!

 

Charlie Kaufman / Donald Kaufman em Adaptação

Filme de 2002 que tem na direção o ótimo Spike Jonze. Com um roteiro sensacional feito por Charlie Kaufman e Donald Kaufman (os personagens de Cage), Nicolas nem tem a melhor atuação mas mostra presença no papel de dois personagens. Chris Cooper é quem domina a telona quando em cena.

H.I. McDunnough em Arizona Nunca Mais

Como ser fiel à própria natureza? Quando a distância da realidade encontra a genialidade para criticar pelas entrelinhas. Lançado no ano de 1987, dirigido por Joel Coen com roteiro do mesmo juntamente com seu irmão Ethan (dupla fantástica que sempre nos brindou com ótimos filmes), Arizona Nunca Mais faz parte daquele bolo de filmes inesquecíveis de quando Nicolas Cage escolhia bons papéis. Com um narrador presente, excêntricos personagens, um arco inicial corrido com deixas em forma de críticas a todo instante, o projeto apresenta a saga de um homem em busca de uma longe redenção quando busca ser fiel à própria natureza. No elenco, além de Cage, nomes marcantes como John Goodman, Holly Hunter e Frances McDormand.

 

Rob em Pig

E se você pudesse recriar momentos com sua arte? E se mesmo assim não fosse suficiente para se ter tudo na vida? Afinal, o que é ter tudo na vida? Em seu primeiro longa-metragem (dirigindo e escrevendo), após três curtas e co-dirigir dois seriados, o cineasta Michael Sarnoski consegue encontrar uma fórmula mágica, intimista, mostrando ao público dentro do inusitado universo de um homem atrás de um porco que lhe fora sequestrado. Aos poucos vamos percebendo que há toda uma impactante história por trás, mostrada na tela tecnicamente de forma sublime, dentro de uma fotografia maravilhosa. É a grande atuação da carreira de Nicolas Cage! É uma profundidade impressionante que alcança para seu complexo personagem. Somos testemunhas da ressurreição de sua carreira. Com trabalhos nos últimos anos, em sua maioria, bastante questionáveis, quando Cage acerta vira algo inesquecível.

 

 

Yuri Orlov em O Senhor das Armas

Numa história com muita política e obviamente uma crítica social, Nicolas Cage interpreta Yuri Orlov, um negociante de armas que é bem sucedido na função escolhida. Começa a se questionar um pouco quando o agente da Interpol (interpretado pelo Ethan Hawke) começa a pegar no seu pé. É uma das melhores interpretações da carreira de Cage, sem dúvidas. O filme é dirigido pelo Andrew Niccol, simplesmente o roteirista do aclamado O Show de Truman.

Ronny Cammareri em Feitiço da Lua

Será que é uma questão de tempo alguém abrir os olhos e desistir do sonho da felicidade? Escrito por John Patrick Shanley e dirigido pelo cineasta canadense Norman Jewison (No Calor da Noite) Feitiço da Lua, Moonstruck no original, nos mostra descontrolados impulsos de corações carentes por uma grande paixão. Os ‘poderes da lua’, uma conexão quase cósmica, faz os personagens refletirem e associarem momentos impactantes de suas vidas à presença dessa quase entidade que ilumina nossos céus todas as noites. Cher está maravilhosa no papel principal, de uma sonhadora descendente de italianos que acredita ser uma grande azarada no amor até encontrar a felicidade de uma maneira bem peculiar. Há simbolismos sobre emoções e um combate louvável ao machismo descarado. Nos bons tempos em que Nicolas Cage brindava os cinéfilos com atuações em filmes inesquecíveis.

Rick Santoro em Olhos de Serpente

Em uma trama comandada pelo genial Brian de Palma, conhecemos a saga de um excêntrico policial corrupto que busca ajudar um amigo após um crime ser cometido em uma luta de boxe. Um dos fatores que mais chamam a atenção nesse filme é o figurino do personagem de cage, o figurino do filme é assinado pela figurinista Oette Gadoury.

 

Ben Sanderson em Despedida em Las Vegas

A loucura de viver a vida intensamente pode trazer quando menos se espera algo muito especial. Com um abre alas envolvente, com um poderoso e marcante som de jazz ao fundo, intensos 15 minutos onde não desgrudamos da tela e antes dos créditos iniciais aparecerem, o longa-metragem de meados da década de 90 Despedida em Las Vegas é a obra-prima de Mike Figgis e porque não dizer também que é uma das melhores interpretações da carreira do ganhador do Oscar (por esse papel) Nicolas Cage. Elisabeth Shue também merece um grande destaque, sua personagem é delicada e emocionalmente destruída, um personagem complicado mas brilhantemente interpretado por Shue. Contando a trajetória rumo ao fundo do poço de um alcóolatra que não quer se curar e que acaba descobrindo uma paixão avassaladora por uma prostituta em uma viagem à Las Vegas, o projeto mostra duras realidades de duas almas que se completam à suas maneiras. Um baita filme, inesquecível.

 

Sailor Ripley em Coração Selvagem

No início da década de 90, Nicolas Cage aceitaria um papel emblemático em sua carreira, trabalhando ao lado do diretor David Lynch e da competente atriz Laura Dern, Coração Selvagem, baseada na obra homônima de Barry Gifford conta uma história de amor, uma fuga contra quem não os querem juntos. Filme de abertura do Festival de Cannes em 1990.

Adam Driver enfrenta DINOSSAUROS no trailer do sci-fi ’65 – Ameaça Pré-Histórica’; Confira dublado e legendado!

A Sony Pictures divulgou o trailer nacional do suspense sci-fi ‘65 – Ameaça Pré-Histórica‘, estrelado por Adam Driver (‘Casa Gucci’).

Confira, legendado e dublado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de março.

65 poster

O longa foi escrito e dirigido pela dupla Scott BeckBryan Woods, do aclamado ‘Um Lugar Silencioso‘.

Um astronauta aterrissa acidentalmente em um planeta misterioso e descobre que não está sozinho.

Ariana GreenblattChloe Coleman também foram confirmados ao elenco.

Sam Raimi produz o filme ao lado de Zainab Azizi e Debbie Liebling.

Artigo | ‘Com Amor, Simon’ é uma das melhores rom-com adolescentes da década passada

As comédias românticas adolescentes tiveram uma importância impactante dentro da secularidade do Cinema e o modo como artistas puderam conversar com as novas gerações que passariam a consumir seus produtos. Não é nenhuma surpresa, pois, que tais histórias popularizaram-se na virada da década de 1980 para 1990 com Gatinhas e Gatões’, O Clube dos Cinco’ e 10 Coisas que eu Odeio em Você. Com a virada do século, percebeu-se que críticas ácidas ao modelo escolar norte-americana poderia abandonar alguns trejeitos românticos demais e apostar em uma montagem muito mais contemporânea – e com isso temos outras obras-primas inesquecíveis como Garotas Malvadas’ e, recentemente, os incríveis A Mentira’ e Quase 18’, que não apenas são envolventes, mas também trazem marcas aplaudíveis quanto à estética e à construção narrativa. 

Essa multiplicidade de perspectivas e investidas apenas prova a plasticidade do sub-gênero, o qual talvez seja o mais moldável de todos e que consegue fugir com mais fluidez aos inúmeros convencionalismos. É claro que deslizes sempre serão cometidos, visto que as tramas partem de uma fórmula pronta de juntar os outcasts de uma padronização excessiva, colocando-os em um coming-of-age que essencialmente termina em um final feliz – porém é interessante analisar como a originalidade não está na quebra da estrutura, e sim em como utilizá-la ao seu favor. Partindo desse princípio e levando em conta até mesmo as diversas mudanças socioeconômicas, incluindo a considerável ascensão das minorias, é que Com Amor, Simon’ mais uma vez recuperou essa incrível subjetividade e tornou-se uma agradabilíssima ode ao amor. 

com amor simon 1

Baseado no romance Simon vs. a Agenda Homo Sapiensde Becky Albertalli, a história principal gira em torno da jornada de autoaceitação do personagem-título, o qual, diferente de criações conterrâneas, já sabe de sua orientação sexual, mas não sabe como lidar com isso. Só com esse leve relance da premissa, percebemos que não estamos assistindo a um longa-metragem como qualquer outra, mas sim a uma atmosfera mais leve e definitivamente envolvente. Aqui, não se procura apenas trazer a parte trágica – que é importante, sem sombra de dúvida -, e sim combiná-la de forma equilibrada aos eventuais escapes cômicos e momentos de alegria e descontração de qualquer adolescente gay da contemporaneidade. Entretanto, nada disso seria possível sem o carisma performático de Nick Robinson como o nosso herói, cuja atuação é emocionante e muito palpável. 

Seguindo o padrão arquetípico de Emma Stone e Hailee Steinfeld em suas próprias rendições, o escopo geral parte da perspectiva de Simon. Ele é o narrador-personagem analítico que não nos satura com sua presença “endeusada”, mas serve para compreendermos um ponto de vista que não seria possível entender sem essa quebra da cronologia narrativa – e, nesse quesito, a veracidade da montagem múltipla também contribui para a criação de um cosmos único, ainda que ceda à zona de conforto em sua maior parte. O protagonista tem a família perfeita – “o quarterback gostosão se casou com a oradora da turma”, ele diz -, amigos que levará para a vida inteira e um futuro brilhante à sua frente, exceto pelo fato de continuar escondendo sua sexualidade por medo e por não saber como os outros irão reagir. 

com amor simon 4

Ele se sente sozinho, ainda que não tenha sido o primeiro aluno da escola a se assumir, e as coisas mudam quando uma de suas melhores amigas, Leah (Katherina Langford) o avisa de um certo site que expõe os habitantes da pequena cidade onde moram e que, aparentemente, um outro estudante também lida com esses conflitos de sexualidade. É a partir daí que o duo de roteiristas Isaac Aptaker e Elizabeth Berger busca referências nas narrativas epistolares do século XIX para vesti-las com uma roupagem contemporânea e até mesmo divertida: Simon e o garoto misterioso, apelidado de Blue, começam a se corresponder por e-mail, primeiramente apenas compartilhando sobre as angústias por que passam, mas depois desenvolvendo uma afeição que se transforma em uma crescente paixão. 

Logo, Simon começa a ficar mais atento ao seu redor, tentando descobrir quem pode ser o misterioso rapaz por trás dos belíssimo e poéticos e-mails. E é claro que nem tudo seriam flores: Simon se encontra envolvido no possível relacionamento entre seus outros dois besties, Abby (Alexandra Shipp) e Nick (Jorge Lendeborg Jr.), quando seu segredo é descoberto e ele é chantageado por um “colega” que é desprezível demais para conseguir se dar bem com outras pessoas. Talvez um dos momentos consecutivos desses eventos é a revelação de sua sexualidade de forma abrupta e até mesmo cruel, a qual se espalha pela cidade como água e, ainda que não explorada de forma tão complexa, traz brechas para temas como livre-arbítrio e invasão de privacidade: esse mesmo amigo, agindo com o coração partido, expõe no mesmo site os e-mails que Simon trocava com Blue e ele se sente traído não pelo fato de todos passarem a conhecê-lo de verdade, mas sim por não escolher quando contar. 

com amor simon 3

Um dos momentos mais emocionantes é a mandatória conversa sobre a orientação do protagonista com seus pais. Primeiramente, não podemos deixar de citar a incrível química de Jennifer Garner, que encarna uma psicóloga liberalista chamada Emily, e Josh Duhamel, dando vida ao sensível ex-jogador de futebol americano Jack. A dupla chega a soltar faíscas em qualquer sequência que estrelam, seja pelos diálogos divertidos e fluidos, ou até mesmo pelas expressões faciais que em momento algum inclinam-se para a canastrice. O ápice vem quando Simon e Jack finalmente ficam frente a frente para conversarem sobre a revelação e o pai não consegue impedir de se sentir culpado por não ter percebido isso antes. É claro que isso representa uma pequena parcela do que realmente acontece quando um jovem se abre para seus pais; porém, é adorável ver uma perspectiva original e comovente nas telonas, de vez em quando. 

Apesar da criatividade e da lapidação de seu roteiro, o diretor Greg Berlanti não ousa tanto quanto poderia com o filme. A montagem por vezes anacrônica demonstra uma ínfima parte de seu potencial e faz algumas críticas sarcásticas para toda a ideia de aceitação por parte dos heterossexuais, e mesmo assim reverencia comédias românticas predecessoras. No geral, os planos seguem sua experiência com a televisão, principalmente o jogo campo-contracampo que pode ser visto em produções nas quais trabalhou (Arrow’ e Flash’, por exemplo) e, ainda que seja satisfatória, jazem em uma zona de conforto excessiva. 

com amor simon 2

‘Com Amor, Simon’ trouxe de volta o doce gosto das comédias adolescentes, mantendo uma estrutura conhecida pelo público ao mesmo tempo em que aposta em novas formas de contar histórias de amor. Combine isso com um elenco admirável e inebriante e pronto: temos um produto que não apenas emociona, mas que serve como base para uma nova fase desse sub-gênero cinematográfico. 

Stephen Amell comemora seu retorno como Arqueiro Verde na última temporada de ‘The Flash’

Recentemente foi divulgado que Stephen Amell vai retornar como Oliver Queen, o Arqueiro Verde, em uma participação especial na última temporada de ‘The Flash‘.

E, em seu perfil do Instagram, o astro compartilhou uma imagem ao lado de Grant Gustin, intérprete de Barry Allen, para comemorar a parceria de longa data.

Infelizmente, a imagem não é das gravações dos próximos episódios, e sim da época em que Gustin foi introduzido ao Arrowverse na 2ª temporada de ‘Arrow‘.

Na legenda, Amell escreveu:

“Quando Barry liga… Oliver atende!”

Confira:

O produtor executivo Eric Wallace explicou que o retorno de Amell é uma forma de retribuir o empurrão que ‘Arrow‘ deu para que ‘The Flash‘ pudesse existir e um agradecimento aos fãs, que acompanharam essas séries por anos.

“No fim das contas, foi Oliver quem originalmente lançou Barry Allen (Grant Gustin) em sua jornada heróica. É por isso que todos no Time Flash sentiram que era tão importante criar um momento para fechar o ciclo com o retorno de Oliver na última temporada de Flash. O resultado é um episódio épico e emocional, que torcemos para que agrade aos fãs do Arrowverso”, disse o produtor.

A publicação diz que Amell vai aparecer no nono episódio da temporada. Esse é o mesmo capítulo que contará com participações especiais de David Ramsey, Keiynan Lonsdale e Sendhil Ramamurthy como John Diggle, Wally West e Hemoglobina.

E aí, está ansioso por esse retorno? Essas séries vão deixar saudades? O ciclo final estreará oficialmente no dia 8 de fevereiro de 2023.

Assista ao trailer:

“Depois de derrotar o Flash Reverso de uma vez por todas, a nona temporada de The Flash começa uma semana depois da batalha épica, e Barry Allen (Grant Gustin) e Iris West-Allen (Candice Patton) estão se reconectando e ficando mais próximos do que nunca. Mas quando um grupo mortal de Rogues chega a Central City, liderado por uma nova e poderosa ameaça, Flash e sua equipe – Caitlin Snow (Danielle Panabaker), a meta-empata Cecile Horton (Danielle Nicolet), a meta de luz Allegra Garcia (Kayla Compton), o brilhante nerd da tecnologia Chester P. Runk (Brandon McKnight) e o ladrão de criogenia reformado Mark Blaine (Jon Cor) – devem mais uma vez desafiar probabilidades impossíveis de salvar o dia. Mas quando os Rogues são derrotados, um novo adversário mortal surge para desafiar o legado heróico de Barry Allen. E em sua maior batalha até agora, Barry e o Time Flash serão levados ao limite para salvar Central City pela última vez”.

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

the flash season 8 gold boots 1

‘Superman’: Fan art realista mostra John Boyega como Val-Zod; Confira!

Como a DC Studios está planejando fazer um reboot total nas adaptações baseadas nos quadrinhos da editora, o presidente James Gunn anunciou que Henry Cavill não vai mais retornar como Superman.

Pensando nisso, um artista publicou em seu perfil do Instagram uma imagem imaginando John Boyega (‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’) como Val-Zod.

Para quem nunca ouviu falar, o personagem é o Superman da Terra 2 e um dos últimos Kryptonianos. Sendo o segundo da raça a assumir o título, Val-Zod ficou órfão depois que seus pais foram executados pela alta corte de Krypton, embora ele tenha sido encontrado na Terra 2 por Terry Sloan, que ofereceu abrigo ao jovem alienígena para ‘protegê-lo’ do mundo exterior.

Confira a arte:

John Boyega como Val-Zod. Se eles [da Warner] apresentarem Val Zod no futuro, John Boyega seria uma escolha incrível, na minha opinião.”

Apesar da arte ser bem interessante, o novo filme do herói continuará focando em Clark Kent.

De acordo com o Comic Book, Gunn já está escrevendo o roteiro, que não vai contar com uma história de origem.

Em vez disso, a trama vai se concentrar em no personagem já vivendo em Metrópolis e trabalhando no Planeta Diário.

E, ao responder a pergunta de um fã nas redes sociais, Gunn ofereceu novos detalhes sobre os personagens de apoio, dizendo que:

“Os personagens em torno de Clark não estarão sendo apresentados pela primeira vez, pois ele já convive com eles. Não é uma história de origem, é apenas uma versão mais jovem dele.”

Após a declaração, alguns fãs e perguntaram se o cineasta staria se referindo aos membros da Liga da Justiça.

Mas, considerando que a trama vai explorar os primeiros anos de Clark como herói, tudo indica que esses personagens devem ser Lois Lane, Jimmy Olsen, Perry White e outros colegas de trabalho.

Pelo visto, o filme deve ser parecido com o que Matt Reeves fez em ‘Batman‘.

Quanto a Henry Cavill, embora esteja triste por não poder mais vestir a capa do herói, o astro escreveu em sua publicação que está animado com o futuro de Clark Kent.

“Acabei de me encontrar com James Gunn e Peter Safran e tenho notícias tristes, pessoal. Por fim, não voltarei como Superman. Depois de ser informado pelo estúdio para anunciar meu retorno em outubro, antes de minha contratação, esta notícia não é das mais fáceis, mas é a vida. A troca de atores é algo que acontece. Eu respeito isso. James e Peter têm um universo a construir. Desejo a eles e a todos os envolvidos com o novo universo boa sorte e a mais feliz das fortunas. Para aqueles que estiveram ao meu lado ao longo dos anos… podemos lamentar um pouco, mas depois devemos lembrar… Superman ainda está por aí. Tudo o que ele representa ainda existe, e os exemplos que ele dá para nós ainda estão lá! Minha vez de usar a capa já passou, mas o que Superman representa nunca será.”, afirmou.

Gunn anunciou em sua mídia social que o DCU mudará o foco para um Superman mais jovem e reformulará o papel.

“Peter e eu temos uma nova DC pronta para começar, sobre a qual não poderíamos estar mais entusiasmados; poderemos compartilhar algumas informações interessantes sobre nossos primeiros projetos no início do novo ano. Entre os que estão na lista está o Superman. Nos estágios iniciais, nossa história se concentrará em uma parte anterior da vida do Superman, então o personagem não será interpretado por Henry Cavill.”, afirmou.

Confira:

Você está triste com a saída de Henry Cavill?

Criador de ‘The Last of Us’ quase recusou a proposta de uma série baseada no jogo

A HBO está se preparando para lançar a adaptação live-action do game ‘The Last of Us‘ em formato de uma série estrelada por Pedro Pascal (‘O Mandaloriano’) e Bella Ramsey (‘A Pior das Bruxas’).

Inicialmente, o projeto foi idealizado como um filme antes da contratação do roteirista Craig Mazin (‘Chernobyl’), que deu a ideia de transformá-lo em uma série.

No entanto, Neil Druckman, criador do game e showrunner ao lado de Mazin, quase descartou a proposta porque não conhecia o trabalho do colega.

Durante uma entrevista com o The New Yorker, Druckmann disse que o pegou de surpresa ao dizer que não o conhecia.

A partir daí, eles começaram a perguntar sobre o trabalho um do outro e chegaram à conclusão de que ‘The Last of Us‘ poderia não funcionar como uma série.

Por outro lado, Mazin apostou na ideia e o convenceu de que “a série poderia acabar com a maldição das adaptações de games em live-action”, já que a maioria delas encontra o fracasso.

Para isso, Mazin persistiu em dizer que uma história profunda como ‘The Last of Us‘ merecia mais tempo de tela do que um filme de 120 minutos e que uma série iria explorar os personagens com mais fidelidade.

Druckman lembrou que:

“O coração ‘The Last of Us‘ é sua narrativa e Mazin e sua visão abrangente me convenceram que uma adaptação para a TV faria jus ao que levamos anos para construir com os jogos.”

Para quem não conhece, a trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

Lembrando que a série estreia em 15 de janeiro de 2023.

Pedro Pascal (‘O Mandaloriano’) e Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie. O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

‘Avatar 2’ ultrapassa ‘Frozen 2’ e se torna a 12ª MAIOR bilheteria da história do cinema

Sucesso! Em apenas 20 dias, a sequência ‘Avatar: O Caminho da Água‘ já arrecadou US$ 1.482 bilhão mundialmente, superando a arrecadação total de ‘Frozen 2‘ (US$ 1.45B) e ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (US$ 1.4B) e se tornando a 12ª maior bilheteria da história do cinema.

O longa de James Cameron deve ultrapassar a arrecadação global de ‘Top Gun: Maverick‘ (US$ 1.48B) ainda hoje (5), assumindo oficialmente o posto de maior bilheteria de 2022.

A continuação de ‘Avatar‘ (2009) também conseguiu ultrapassar a barreira do US$ 1 bilhão no mercado internacional – que não considera os EUA e Canadá. Apenas dez filmes na história haviam realizado esse feito.

Só no Brasil, o filme já foi visto por mais de 6,4 milhões de espectadores.

O TOP 5 dos principais mercados internacionais conta com a China (US$162M), França (US$93.7M), Alemanha (US$70.5M) e Reino Unido (US$57.5M).

Assista nossa crítica e entrevista:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

avatar2 28

avatar2 16

‘Beau is Afraid’: Novo filme do diretor de ‘Midsommar’ e ‘Hereditário’ ganha cartaz

Beau is Afraid‘, inicialmente intitulado ‘Disappointment Blvd.‘, ganhou seu novo cartaz.

O primeiro trailer chega terça, 10.

Confira:

beauisafraid 2

beauisafraid 1

A Diamond Films anunciou a aquisição do filme da renomada A24, ainda sem título em português.

A estreia acontece em Abril, no Brasil e EUA.

Phoenix é conhecido por diversos papéis bastante conhecidos tanto no cinema quanto na televisão. Seus principais trabalhos incluem GladiadorWalk the LineO Mestre (recebendo três indicações ao Oscar por sua performance), bem como o recente Coringa que lhe rendeu uma estatueta da Academia, um Globo de Ouro, um BAFTA, um Critics’ Choice Award e um SAG Award de Melhor Ator.

Aster, por sua vez, reviveu o gênero do terror psicológico com o aclamado Hereditário, que marcou sua estreia diretorial. Estrelado por Toni ColletteAlex Wolff, a obra levou para casa diversos prêmios. Midsommar, seu segundo longa-metragem, teve o mesmo sucesso crítico e comercial e foi protagonizado por Florence Pugh.

Nicolas Cage é o DRÁCULA no trailer incrível de ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe’

A Universal Pictures divulgou o primeiro trailer do terror cômico ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, que trará Nicolas Cage como o lendário Conde Drácula.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de maio.

20230105 120759

Dirigido por Chris McKay (‘A Guerra do Amanhã’), a produção é baseada em uma ideia criada por Robert Kirkman (‘The Walking Dead’), que serve como produtor do filme.

Renfield é o sofrido ajudante do chefe mais narcisista da história, Drácula. Ele é forçado a encontrar as vítimas para seu mestre e fazer tudo o que ele lhe pede, qualquer que seja o grau de degradação da ordem recebida. Mas agora, depois de séculos de servidão, Renfield está pronto para descobrir se há vida lá fora, para além da sombra do Príncipe das Trevas. Se pelo menos ele puder descobrir como dar fim à sua dependência dele…

Nicholas Hoult (‘Meu Namorado é um Zumbi’) estrela como o personagem titular, o mordomo de Drácula. O elenco ainda conta com Awkwafina (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), Adrian Martinez (‘Golpe Duplo’), Shohreh Aghdashloo (‘The Expanse’), James Moses Black (’24 Horas: O Legado’) e Ben Schwartz (‘Sonic: O Filme’).

No romance original de Bram Stoker, Renfield era um paciente lunático de um manicômio que foi diagnosticado de insanidade; mas, na verdade, ele era um servo de Drácula. O longa-metragem deve ser ambientado nos dias atuais em vez de ser construído como um filme de época.

Miley Cyrus anuncia ‘Endless Summer Vacation’, seu oitavo álbum de estúdio

popstar Miley Cyrus anunciou hoje (05) a data de lançamento de ‘Endless Summer Vacation‘, seu oitavo álbum de estúdio.

A produção tem estreia marcada para o dia 10 de março.

lead single, intitulado “Flowers”, será lançado no dia 13 de janeiro.

A produção segue o lançamento do bem-sucedido e elogiado Plastic Hearts, de 2020, que trouxe presença de ícones do rock como Joan JettBilly Idol.

Crítica | ‘Plastic Hearts’ é o álbum de Miley Cyrus que estávamos todos esperando

Cyrus ficou mundialmente conhecida ao interpretar a artista Hannah Montana na série homônima do Disney Channel. Em 2013, chocou o mundo com a repaginação completa de sua figura pública com o subestimado Bangerz, que introduziu aos fãs hits como “We Can’t Stop”“Wrecking Ball”.

‘Shazam! 2: Fúria dos Deuses’: Cartazes destacam o novo traje do herói e a família Shazam! Confira!

Um usuário do Twitter divulgou novos cartazes de ‘Shazam! 2: Fúria dos Deuses‘, destacando o novo traje do herói vivido por Zachary Levi.

A outra imagem também apresenta o restante dos membros da família Shazam!

Confira:

Lembrando que a sequência chegará aos cinemas nacionais no dia 16 de Março de 2023, uma semana depois de ‘Pânico 6‘ e uma semana antes de ‘John Wick 4‘.

David F. Sandberg retorna à cadeira de direção.

Além do retorno de Levi no papel principal e a introdução de Mirren, Liu e Zegler, o elenco conta com Adam Brody, Asher AngelJack Dylan Grazer.

Henry Gayden volta como roteirista, enquanto David F. Sandberg assume novamente a cadeira de direção. Peter Safran entra como produtor.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

shazam2 1