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‘O Beijo do Destino’: Série de romance coreana já está disponível no Star+!

A série coreana de romance ‘O Beijo do Destino‘ estreou oficialmente no catálogo brasileiro do Star+.

Todos os 12 episódios já estão disponíveis no serviço de streaming.

Na trama…

Kong Yesool, a melhor executiva de contas da equipe de planejamento 1 da Zeu Ad, tem um segredo: ela consegue ver o futuro quando beija alguém. Um dia, depois que seus lábios acidentalmente tocam os lábios de seu chefe de equipe, Minhoo, ela se vê na cama com ele no futuro.

Confira o trailer:

Criada por An Changhyun, a série é baseada na webtoon homônima.

O elenco conta com Yoon Kyesang, Seo Jihye, Kim Jisuk, Lee Juyeon, Tae Inho e Kim Gaeun.

FLOPOU! Os Maiores Fiascos de Bilheteria do Cinema que Completam 10 Anos em 2022

Ao olharmos de volta 10 anos no passado, alguns filmes ainda permanecem muito vivos na cabeça dos fãs de cinema, guardados com muito carinho, comentados e revisitados pela grande maioria. Afinal, quem poderia esquecer de obras como o primeiro Os Vingadores, Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge, Jogos Vorazes, Django Livre, O Espetacular Homem-Aranha, O Lado Bom da Vida e até mesmo o último exemplar da franquia Crepúsculo, Amanhecer – Parte 2. Goste você ou não, o que importa é que todos esses possuem sim seus fãs e seguem constantemente lembrados e mencionados. Isso é o que define seu sucesso.

Mas para todo sucesso é preciso existir o fracasso. E enquanto essas produções resistem ao teste do tempo, outras tantas esmaeceram rapidamente, algumas logo após serem lançadas inclusive. A arte é assim mesmo, está viva e em movimento. E quando falamos de cinema, enquanto alguns filmes podem ressurgir às vezes depois de anos, sendo redescobertos por novas gerações, outros tantos ficam trancados a sete chaves, esquecidos muitas vezes para sempre. Outros, que até fizeram relativo sucesso em sua estreia, podem igualmente ir perdendo a força com o passar dos anos, e não serem repassados para a geração seguinte. O sucesso de um filme interfere realmente muito nisso, sendo mais fácil fiascos serem varridos para debaixo do tapete.

Aqui falaremos justamente deles, os fracassos de bilheteria que não fizeram jus ao seu orçamento, reflexo do público simplesmente não comparecer para assisti-los. Confira 10 grandes fiascos financeiros do cinema que estão completando uma década em 2022.

Battleship – A Batalha dos Mares

Existem alguns atores que são simplesmente muito azarados e independente de seu talento, parecem não conseguir evitar se envolver em fracassos consecutivos. Saber se o resultado de um filme será positivo ou negativo é uma caixinha de surpresa tão grande quanto o de uma partida de futebol. Assim, o jovem Taylor Kitsch teve algumas chances de se tornar um astro quente de Hollywood protagonizando alguns blockbusters, mas o dedo pobre do sujeito o fez estrelar obras como John Carter e este Battleship. A intenção da Universal Pictures era replicar o sucesso da Paramount com a linha de brinquedos Transformers, que se tornaram uma franquia muito lucrativa nas telonas. Aqui, a investida foi no jogo de tabuleiro Batalha Naval. Com um orçamento de US$209 milhões, o filme que marcou a estreia da cantora Rihanna no cinema fez apenas US$65 milhões nos EUA e US$303 milhões mundiais.

 

John Carter – Entre Dois Mundos

A Disney é o estúdio mais poderoso da atualidade, dono de propriedades como a Marvel, franquias como Star Wars e Indiana Jones e até mesmo toda a biblioteca da Fox. Mas isso não significa que já não tenha visto sua cota de fracassos. E para isso nem é preciso voltar muito no tempo. Olhando dez anos no passado, lembramos do lançamento de uma das apostas mais ambiciosas do ano – que era planejado para ser o novo Avatar (2009). Com o orçamento infladíssimo de US$250 milhões, John Carter rendeu US$73 milhões nos EUA, e US$284 milhões mundiais, chegando muito perto de sequer se pagar; e fazendo cabeças rolarem.

Sombras da Noite

Ter um filme de fracasso no currículo já é ruim o suficiente. Pior ainda é quando se trata de um projeto dos sonhos, que um ator ou diretor tentava tirar do papel durante anos, ou até mesmo décadas, e quando finalmente consegue, se torna o mais novo fiasco da praça. Foi exatamente isso o que aconteceu com a última parceria entre Johnny Depp e o diretor Tim Burton, num total de oito trabalhos juntos. Projeto de paixão do astro, Depp era fã confesso do programa original, uma espécie de novela intitulada Dark Shadows que trazia elementos sobrenaturais e certo terror a uma família e seus dramas. Por exemplo, um dos membros é um vampiro milenar. Depp queria transformar a ideia num blockbuster, e a Warner comprou a ideia e escalou o diretor Tim Burton, amigo do astro. Mas com um orçamento inflado de US$150 milhões, o filme viu o retorno de apenas US$79 milhões aos cofres do estúdio nos EUA. A salvação, em partes, foi a bilheteria mundial de US$245 milhões.

 

Rock of Ages – O Filme

Além de terminar com os sonhos de um ator em se tornar o mais novo astro do pedaço em Hollywood, o fracasso de certos filmes podem também puxar o tapete de grandes ícones estabelecidos no cinema. Foi o sufoco que mega astro Tom Cruise passava há dez anos. Dono do maior sucesso deste ano, com Top Gun – Maverick, Cruise havia lançado o quarto Missão: Impossível no ano anterior e esperava mostrar um lado diferente de sua atuação com esta comédia muito rock n roll baseada num famoso musical dos palcos da Broadway. No filme, Cruise vive uma espécie de Axl Rose (ou qualquer outro roqueiro famoso dos anos 80) e solta a voz de verdade. Apesar disso, o público não se interessou muito, e com orçamento de US$75 milhões, nem mesmo mundialmente a produção da New Line/Warner conseguiu se pagar, com uma bilheteria de US$59 milhões.

Este é o Meu Garoto

Por mais duvidosos que fossem as comédias de Adam Sandler, elas sempre se tornavam sucesso de público também. Afinal, o ator havia conquistado seu público-alvo, em sua maioria meninos adolescentes em busca de comédias escrachadas e politicamente incorretas. Assim, Sandler seguia reinando nas bilheterias. Mas a maré iria mudar para o comediante há exatos 10 anos. Foi nesta época que Adam Sandler lançava Este é o Meu Garoto, filme que desafiava todos os costumes e o bom-gosto, atingindo um novo nível de baixeza até mesmo para o humorista. E isso levando em conta que no ano anterior ele havia feito Cada um Tem a Gêmea que Merece (2011). Resultado, a produção da Columbia/ Sony com um orçamento de US$70 milhões, viu o retorno de US$57 milhões mundiais e sequer viu as telas de cinema em grande parte do mundo, como no Brasil – onde pela primeira vez um filme de Sandler saía direto em vídeo.

 

Esquadrão Red Tails 

A importância do diretor e produtor George Lucas jamais será diminuída. O “pai” dos blockbusters (ao lado de Steven Spielberg), o cineasta foi responsável pela criação da maior franquia de todos os tempos no cinema, com Star Wars – Guerra nas Estrelas, ainda em 1977. O segundo blockbuster da história, atrás de Tubarão (1975), mudaria para sempre a relação dos fãs com o cinema, fazendo um filme transcender das telas para nosso dia a dia em tudo que é forma de produto. Star Wars continua dando frutos até hoje, mas Lucas queria novos sucessos após ter vendido seu bem mais valioso para a Disney. No mesmo ano desse negócio das Arábias, Lucas se voltava para a Fox para produzir o drama de guerra histórico Esquadrão Red Tails, que fala sobre uma divisão de pilotos de elite formada apenas de homens negros durante a Segunda Guerra Mundial. O tópico é digníssimo, mas o filme não convenceu e com orçamento de US$58 milhões, rendeu apenas US$50 milhões mundiais – no Brasil sendo lançado direto em home vídeo.

O Legado Bourne

Em time que está ganhando não se mexe – já diz o ditado. Mas procure falar isso para os engravatados de Hollywood, em busca de uma nova fortuna a todo custo, doa a quem doer. E a quem doeu neste caso foi na Universal Pictures. Acontece que após a trilogia de sucesso Bourne (com A Identidade, a Supremacia e o Ultimato), os produtores queriam dar continuidade a este universo particular de superagentes de uma divisão do governo tão secreta, que seus operativos têm a memória apagada. A trilogia funcionou porque tinha o astro Matt Damon atrelado no papel principal. Assim, foi só o ator deixar a franquia que o público perderia o interesse. E não adiantou nem mesmo o estúdio contratar Jeremy Renner (saído do sucesso de Os Vingadores, da Marvel) como protagonista para uma outra investida neste universo. Com orçamento de US$125 milhões, o filme rendeu US$113 milhões nos EUA e US$276 milhões mundiais.

Amanhecer Violento

Aqui temos um exemplo de jogada de marketing na base da “malandragem” que os atores tanto gostam, para não dizer o contrário. Remake de uma produção cult de 1984, que mostrava os EUA sendo invadidos sem cerimônia por tropas russas em plena Guerra Fria. Quando os cidadãos do país se deram por conta, seus quintais estavam repletos de russos. A sacada desta fantasia na verdade era contar com um elenco de jovens promissores como os heróis da história, vide Patrick Swayze, C. Thomas Howell, Charlie Sheen, Lea Thompson e Jennifer Grey – todos donos de seus próprios sucessos dos anos 80. O remake também seguiria por esse caminho e trouxe nomes como Josh Hutcherson, Adrianne Palicki e Isabel Lucas, por exemplo. Mas o maior astro que esse elenco teria, na época ainda desconhecido, era o ator Chris Hemsworth. O estúdio até engavetou a produção até a estreia de Thor (2011), a fim de surfar no sucesso da Marvel. No entanto não adiantou muito. Com um orçamento de US$65 milhões, o filme somou US$50 milhões mundiais e não viu um lançamento nos cinemas em grande parte do mundo, como no Brasil.

Vizinhos Imediatos de 3º Grau

Ter no elenco de sua comédia nomes como Ben Stiller, Vince Vaughn e Jonah Hill seria um presente para qualquer produtor ou diretor. Mas infelizmente este não foi o resultado deste filme de humor com toques de ficção científica com lançamento da FOX. Acontece que no centro da trama e no título em inglês temos referência às patrulhas de bairros – nos EUA, os próprios moradores criam grupos de segurança para vigiar as redondezas de suas casas dos subúrbios, aquelas mansões de filmes. O problema é que muitos destes vigilantes fazem uso de armas para expulsar qualquer invasor com segundas intenções. E um pouco antes do lançamento deste filme, um jovem inocente foi assassinado por um destes grupos de vigilantes ao ser confundido com um criminoso. Assim, às pressas toda a trama da comédia precisou ser alterada para incluir uma invasão alienígena secreta. O resultado custou caro, já que com US$68 milhões de orçamento, o longa rendeu US$35 milhões nos EUA, e US$68 milhões mundiais.

As Mil Palavras

Poucos astros de Hollywood viveram tantos altos e baixos em suas carreiras quanto Eddie Murphy. Surgido nos anos 80 como a grande sensação do humor, o comediante apareceu em cena no programa Saturday Night Live e logo virou fenômeno. Assim, logo estavam fazendo filmes para o ator estrelar, como 48 Horas (1982) e Trocando as Bolas (1983). O estouro mesmo viria com Um Tira da Pesada (1984) e quatro anos depois um novo estrondo com Um Príncipe em Nova York (1988) – comédias atemporais. Depois disso, a carreira de Murphy viraria uma montanha russa de altos e baixos – para cada sucesso, um novo fracasso. Mas em meados dos anos 2000 em diante era muito difícil achar algo que se salvasse em sua filmografia. Isto é, até Mr. Church e Meu Nome é Dolemite. Mas há 10 anos, Murphy precisava lidar com um de seus pontos mais baixos, com esta comédia infantil de “quinta” da Dreamworks / Paramount, que custou US$40 milhões e rendeu só metade, com US$22 milhões.

Gostou de ‘Dark’ e ‘1899’? 10 ótimas SÉRIES que não foram feitas nos Estados Unidos

Todo mundo sabe que os primeiros grandes sucessos do mundo da televisão, quando pensamos em seriados, vieram dos Estados Unidos e sua indústria poderosa e criativa na arte do entretenimento. Mas o audiovisual foi se desenvolvendo chegando a um presente onde maravilhosas produções são produzidas em todos os cantos do mundo. Pensando nisso, e buscando dar algumas sugestões de ótimos projetos que foram não foram feitos na maior potência do mundo, segue abaixo 10 ótimas séries que não foram feitas nos Estados Unidos:

 

Som na Faixa (Suécia)

A força do algoritmo contra o pensamento obsoleto. Dividido em capítulos que mostram pontos de vistas diferentes sobre a criação e consolidação do serviço de streaming de música, Spotify, Som na Faixa é uma minissérie sueca que causa seu impacto através da profundidade com que consegue gerar reflexões sobre um modelo de negócios à princípio muito contestado mas que acabou sendo algo revolucionário na indústria fonográfica. As interseções da narrativa não deixam de ser grandes embates onde o público recebe bastante informações para tirar suas próprias conclusões.

 

My Name (Coreia do Sul)

As reviravoltas de um crime. Seguindo na linha de Infiltrados mas com um arco bem forte familiar embutido, além de uma vingança óbvia por trás dos atos, o seriado coreano My Name, disponível na líder dos streamings, caminha entre a ação e o drama para mostrar a saga de uma jovem que praticamente abdica de sua vida para encontrar o verdadeiro assassino do pai. Com um roteiro repleto de surpresas e oito episódios eletrizantes, o seriado deve agradar bastante pra quem der uma chance.

 

Gente Ansiosa (Suécia)

As linhas tênues entre a lei e as regras da vida. Baseada no best-seller do escritor sueco Fredrik Backman, Gente Ansiosa atravessa as surpresa de um mistério para refletir sobre a compaixão. Disponível na Netflix, essa minissérie de curtos seis episódios com cerca de 30 minutos em cada um deles mostra um acontecimento que vira um ponto de intercessão de algumas pessoas para entenderem melhor a própria vida que levam. Sem pretensões ou julgamentos o projeto encanta pela simplicidade e pelas ricas entrelinhas quando pensamos nas leis e nas regras de uma sociedade repleta de um conservadorismo exagerado.

 

1899 (Alemanha)

Na curiosa trama, conhecemos um grupo de pessoas que compram uma passagem de navio saindo de um país da Europa para os Estados Unidos. Nesse grupo de pessoas, de diversos países diferentes, estão, entre outros: Maura (Emily Beecham), Ling Yi (Isabella Wei), Krester (Lucas Lynggaard Tønnesen), Eyk (Andreas Pietschmann), Ángel (Miguel Bernardeau) Ramiro (José Pimentão), Jérome (Yann Gael), Clémence (Mathilde Ollivier), Lucien (Jonas Bloquet) Sra. Wilson (Rosalie Craig), Olek (Maciej Musial), Tove (Clara Rosager), Franz (Isaak Dentler). Parece que esses personagens, que se tornam os principais da história, possuem um elo que são os fortes traumas que viveram em um passado nem tão distante. Ao longo do trajeto dessa viagem, muitas coisas estranhas começam a acontecer e decisões sobre o que fazer colocará todos eles em risco.

 

Meu Querido Zelador (Argentina)

Criada pelo trio Mariano Cohn, Gastón Duprat e Martin Bustos, ao longo de onze episódios de cerca de 30 minutos de duração acompanhamos a história de Eliseo (Guillermo Francella), um quase senhor de idade, bastante ativo, que é zelador de um prédio de classe média alta numa região central de uma grande cidade na Argentina. Seus dias são intensos, com muitos afazeres e tentando agradar a todos os moradores a todo instante. Mas o protagonista tem um lado obscuro ligado ao seu egocentrismo marcante buscando levar vantagens em situações do dia a dia.  Seu controle sobre tudo acaba indo por agua abaixo quando um dos moradores, o narcisista Matías Zambrano (Gabriel Goity) resolve colocar em prática uma votação para criar uma piscina no último andar do prédio, exatamente o lugar onde Eliseo mora. Ao mesmo tempo, o projeto prevê a demissão dele. Assim, o intrigante personagem principal dessa história embarcará em uma jornada para convencer a maioria dos moradores do prédio a votarem a seu favor.

 

Dois Verões (Bélgica)

Um crime e as interpretações da impunidade. Chegou ao catálogo da Netflix, uma minissérie belga que busca em seus intensos seis episódios nos mostrar os desenrolares, ao longo de décadas de uma linha temporal, sobre um crime cometido por um grupo de amigos que se reúnem tempos mais tarde onde as verdades são jogadas na mesa. Dois Verões traz para a reflexão do público interpretações dos personagens para a violência cometida e quais seriam as maneiras de punição propostas.

 

Line of Duty (Inglaterra)

Na trama, acompanhamos o superintendente Ted Hastings (Adrian Dunbar), que logo na primeira temporada precisa encontrar mais um integrante para a equipe que chefia, a AC-12, uma unidade anti-corrupção da polícia britânica. Assim chega no nome do sargento Steve Arnott (Martin Compston). Ele se junta a policial Kate Fleming (Vicky McClure) e o trio irá enfrentar histórias complexas onde precisam encontrar as pistas para investigações que envolvem alguém da força policial. Detestados pela maioria dos policiais, eles embarcam em situações de fortes emoções que acabam convergindo, em alguns casos com as suas próprias vidas pessoais.

 

Amor e Anarquia (Suécia)

A vida robótica em contraponto às belezas das imperfeições que existem no mundo. Criado pela cineasta Lisa Langseth, do ótimo filme Hotell (filme com a ganhadora do Oscar, a sueca Alicia Vikander), Amor e Anarquia, seriado sueco disponível na Netflix, é a princípio uma serie despretensiosa que vai crescendo conforme entendemos a caótica e monótona vida de uma mulher na casa dos 40, sonhadora, que vive uma rotina pouco intensa para seus sonhos. A chegada de um jovem estagiário à sua vida, mexe com tudo que estava congelado dentro de seus desejos. Além de uma intensa e provocante história de amor, o seriado tem o mérito de levantar excelentes discussões sobre o complexo mercado editorial e as transações do antigo para o novo: do físico para o digital.

 

Dark (Alemanha)

O tempo sendo associado ao ato de amar em tempos em que o esquecimento é o grande vilão da nossa realidade. Criado pelo cineasta suíço Baran bo Odar e pela cineasta alemã Jantje Friese, Dark chegou ao catálogo do poderoso streaming Netflix sem muito ‘oba oba’, bastou os espectadores irem aos poucos terminando a temporada para o burburinho positivo começar. Muito bem amarrada, com começo meio e fim estrategicamente bem desenvolvidos, com uma produção de arte belíssima, fotografia ótima, trilha impecável e uma montagem de elenco espetacular a produção alemã se tornou um fenômeno cult em pouco tempo, culminando no desfecho da última temporada dentro do período pandêmico que o mundo viveu em 2020. Muito bem ranqueado em diversas listas dos principais sensores de cinema/séries do mundo, Dark é uma série difícil de esquecermos.

 

Normal People (Inglaterra)

Quando o amor traduz as lacunas complexas do vazio existencial. Baseado no livro de grande sucesso da escritora irlandesa Sally Rooney, Normal People, disponível na Lionsgate+, nos apresenta a saga de um platonismo às vezes reverso entre dois jovens, através de um período de tempo importante em suas vidas. Caminhamos junto com os personagens rumo às mágoas, as derrapadas, o pânico, o caos social, a maturidade precoce, a imaturidade tardia, são cerca de 30 minutos divididos em 12 episódios que desejamos que nunca acabem. A minissérie, envolvente, intensa, que conta com uma fabulosa trilha sonora, foi indicada a quatro Emmys, sendo alguns episódios dirigidos pelo competente cineasta Lenny Abrahamson (O Quarto de Jack, Frank).

10 ganhadores de Oscar que já fizeram ótimos filmes de TERROR

Os filmes de terror cada vez mais vem ganhando a preferência de grande parte dos cinéfilos. São aqueles aguardados filmes que mais combinamos de assistir com os amigos e sempre tomamos baitas sustos na cadeira do cinema.  Buscando esse contexto como base e trazendo para essa reflexão grandes nomes da indústria audiovisual mundial, pensamos em criar uma lista muito interessante com 10 ganhadores de Oscar que já fizeram ótimos filmes de terror:

 

Daniel Kaluuya (Corra!)

Na trama, conhecemos o jovem e apaixonado Chris (Daniel Kaluuya) que possui um relacionamento intenso com sua namorada Rose (Allison Williams) e adora fotografia. Certo dia, Rose convida Chris para conhecer sua família em uma cidade do interior. Chegando lá, é apresentado a família da namorada e coisas estranhas começam a chamar sua atenção e aos poucos o protagonista vai percebendo que nada é o que parece nessa família.

 

Jessica Chastain (It – Capítulo Dois)

Baseado na obra do rei do suspense Stephen King, IT – Capítulo Dois nos leva de volta a mesma cidadezinha, agora vinte e sete anos depois dos eventos que chocaram os adolescentes no primeiro filme. Agora mais velhos, não mantiveram contato durante esse hiato mas perceberam a necessidade de se reunirem novamente por Pennywise voltou a atacar e somente o Clube dos Perdedores, como o grupo era conhecido, sabe como combater esse mal. Com um orçamento que beirou aos 80 milhões de dólares e um elenco recheado de nomes conhecidos como Jessica Chastain e James McAvoy, esse novo capítulo embarca em explicações mais detalhadas do passado do palhaço e como a mudança no modo de pensar do grupo de amigos pode ser fundamental para poderem enfrentar seus medos e assim derrotar Pennywise.

 

Kathryn Bigelow (Quando Chega a Escuridão)

Na trama, acompanhamos um jovem Caleb Colton (Adrian Pasdar) que mora com seu pai e sua irmã em uma fazenda no interior dos Estados Unidos. Um dia, acaba conhecendo uma bela jovem chamada Mae (Jenny Wright) por quem logo se apaixona. O problema é que Mae é uma vampira e faz parte de um grupo de perigosos vampiros. Assim Caleb precisará fazer escolhas e lutar para de alguma forma sobreviver em meio aos caóticos dias que vive. Um dos primeiros filmes da carreira da fantástica cineasta Kathryn Bigelow.

 

Ben Kingsley (A Experiência)

Lançado no ano de 1995, dirigido por Roger Donaldson, A Experiência conta a história de uma manipulação genética que acaba criando uma alienígena que se desenvolve mega rápido e tem o objetivo reproduzir sua espécie. O filme tem como protagonista a atriz Natasha Henstridge e o grande Ben Kingsley no elenco. Com um orçamento de 35 milhões de dólares, faturou mais que o triplo só em bilheteria.

 

Lupita Nyong’o (Nós)

Um dos grandes filmes de terror dos últimos anos, Nós conta a história de uma família que embarca em uma viagem para passarem férias e acabam em uma jornada de descobertas impactantes quando um grupo de outras pessoas aparecem. O filme é escrito e dirigido pelo ótimo Jordan Peele. No elenco a ganhadora do Oscar Lupita Nyong’o.

 

Kathy Bates (Louca Obsessão)

Na trama, acompanhamos um pacato escritor de sucesso chamado Paul Sheldon (James Caan) que está prestes a entregar a primeira e única cópia de seu mais novo livro. No seu processo de escrever, ele sempre vai para uma cabana numa região gelada do estado do Colorado. Saindo desse lugar rumo ao encontro com sua editora, ele acaba sofrendo um grave acidente. Ele acorda em uma casa onde mora Annie (Kathy Bates) uma enfermeira super fã do escritor que viu o acidente e o ajudou. Nos primeiros dias de recuperação Paul acha que tirou a sorte grande mas aos poucos vai entendendo que se meteu em uma grande enrascada e precisa encontrar soluções para fugir daquele lugar.

 

Steven Spielberg (Poltergeist)

Um dos grandes clássicos do terror, Poltergeist, lançado no início da década de 80 e com roteiro escrito pelo grande Steven Spielberg, nos mostra a saga de uma família que mora na Califórnia e precisa enfrentar situações aterrorizantes.

 

Danny Boyle (Extermínio)

Em um dos grandes filmes de apocalipse zumbi dos últimos anos, Extermínio nos mostra a luta de um grupo de pessoas que precisam sobreviver em um mundo onde uma praga transformou a maioria da população em perigosos infectados. O projeto é dirigido pelo ganhador do Oscar Danny Boyle.

 

Octavia Spencer (Arraste-Me para o Inferno)

Dirigido pelo grande Sam Raimi, Drag Me to Hell no original, conta a história de uma jovem que é amaldiçoada por um espírito maligno. O elenco é ótimo com nomes como: Alison Lohman, Justin Long (que recentemente esteve em outro excelente filme de terror, Noites Brutais) e a vencedora do Oscar Octavia Spencer.

 

Gary Oldman (Drácula de Bram Stoker)

Dirigido pelo genial Francis Ford Coppola, com um roteiro baseado na obra do escritor irlandês Bram Stoker, em Drácula de Bram Stoker vemos o conde drácula, seu rompimento com a igreja e seu desespero após seu grande amor se matar pensando que ele estava morto em batalha. Muito tempo se passa e ele descobre o que pode ser a reencarnação de sua amada que é noiva de um jovem advogado.

 

 

 

 

 

 

‘Viagem das Loucas’ | Goldie Hawn saía da aposentadoria há 5 anos, num filme que ninguém viu – mas que vale descobrir

Você já ouviu falar de Viagem das Loucas? Pois é, a maioria não ouviu. Há cinco anos estreava sem qualquer alarde esta comédia da 20th Century Fox que marcou por trazer em seu elenco protagonizando uma das atrizes mais queridas de Hollywood. E não me refiro à Amy Schumer. Nada contra. Mas o assunto aqui é a veterana Goldie Hawn.

Antes de Viagem das Loucas, a estrela estava há nada menos do que 15 anos afastada das telas. Vencedora do Oscar pelo filme Flor de Cacto (1969) – um dos longas que inspiraram Quentin Tarantino em Era uma Vez em Hollywood -, Hawn estreou em sua carreira mais ou menos nesta mesma época, no fim dos anos 1960. Foi o que bastou para a atriz causar um grande impacto, afinal poucas são as intérpretes que logo em seu primeiro filme saem laureadas com o prêmio máximo do cinema – algo que todos os profissionais da área almejam. Já é um presente ser indicado, o que dirá sair vitorioso.

Na década de 1970 Goldie Hawn já era a nova namoradinha da América, devido ao jeito ingênuo e doce no qual a maioria de suas personagens eram montadas, além da aparência angelical da atriz. Filmes como Caiu uma Moça na Minha Sopa (1970), com Peter Sellers, A Garota de Petrovka (1975), com Anthony Hopkins, Louca Escapada (1974), de Steven Spielberg, Shampoo (1975), com Warren Beatty, e Golpe Sujo (1978), com Chevy Chase, contribuíram para a construção desta persona de Hawn e para o estrelato da jovem – que iniciou essa jornada aos 25 aninhos.

Uma das atrizes mais queridas das décadas de 70 e 80, Goldie Hawn saía da aposentadoria de 15 anos em ‘Viagem das Loucas

Goldie Hawn adentrava os anos 1980 com nova indicação ao Oscar, desta vez como atriz principal por A Recruta Benjamin (1980), filme sobre uma mulher rica que decide ingressar no exército, mas não imagina a dureza que enfrentará. O filme é uma comédia, gênero nem sempre apreciado pelos votantes da Academia, mas um terreno onde a atriz sempre se sentiu segura para exalar seu charme inocente. Daí seguiram Parece que Foi Ontem (nova parceria com Chevy Chase), Amigos Muito Íntimos (com Burt Reynolds), Segundo Turno (onde conheceu o marido Kurt Russell), Trapalhadas na Casa Branca, Uma Gatinha Boa de Bola e a segunda parceria com o companheiro na comédia cult Um Salto para a Felicidade.

Em sua terceira década de atuação no cinema, os anos 1990, Goldie Hawn perdia a relevância que uma vez teve, e seus filmes não se conectavam tanto assim mais com a audiência. Isso não significa que não tenha tido sucessos na época – como o cult A Morte Lhe Cai Bem (1992) e O Clube das Desquitadas (1996). A recepção ruim de seus últimos projetos, já no fim dos anos 1990 e início dos anos 2000, fez com que Goldie Hawn resolvesse dar um tempo na atuação e se dedicasse à família – com sua filha (um clone seu), Kate Hudson, herdando produções nos mesmos moldes que a mãe costumava fazer. Atualmente, seu filho mais novo, Wyatt Russell, também faz sucesso nas telas e aderiu ao Universo Cinematográfico da Marvel onde vive o personagem John Walker, o Agente Americano.

Amy Schumer, também produtora do filme, foi a responsável por trazer Goldie Hawn a bordo do projeto.

É uma faca de dois gumes quando um ator, ainda mais veterano, resolve se aposentar por motivo de seus filmes não estarem mais rendendo lucro nas bilheterias ou elogios dos críticos. Por um lado, sentimos falta destes astros tão queridos e desejamos vê-los de novo em cena – em especial em bons projetos. Por outro, sempre teremos seus clássicos para revisitar quando quisermos, afinal o cinema os torna imortais. O que é preferível, sair de cena enquanto lembramos deles de forma especial, ou seguirem participando de tranqueiras até se tornarem os “tiozinhos que fazem filmes ruins” para as novas gerações? Este é o caso com lendas como Robert De Niro, Al Pacino, Bruce Willis e até Anthony Hopkins. É claro que vira e mexe conquistam um acerto e conseguem reinventar suas carreiras – como é o caso com Sylvester Stallone.

Grandes atores do passado optaram por se aposentar, indo contra a máxima de que um ator nunca se aposenta verdadeiramente, só na morte. Gente do nível de Sean Connery estava aposentado desde 2003 até seu falecimento em 2020. Assim como o grande comediante Gene Wilder havia saído de cena no fim dos anos 1990, até falecer em 2016. O “monstro” Gene Hackman ainda está vivo, mas não faz um filme desde 2004. Jack Nicholson saiu de cena em 2010, e como protagonista em 2007; e Warren Beatty não estrelava um filme desde 2001, saindo brevemente da aposentadoria em 2016 para Regras Não se Aplicam. Ou seja, existe precedente. E Goldie Hawn era um destes exemplos de atores que simplesmente cansaram.

Amy Schumer se tornou sensação em 2015, e em seu trabalho seguinte realizou um feito louvável: tirar Goldie Hawn da aposentadoria.

Até então o último trabalho de Goldie Hawn como atriz no cinema havia sido Doidas Demais (2002), que está completando 20 anos em 2022, e no qual protagoniza ao lado de Susan Sarandon como duas ex-roqueiras que viviam nas estradas atrás das bandas. Antes disso foi justamente ao lado de Warren Beatty no fiasco Ricos, Bonitos e Infiéis (2001). Quinze anos se passaram e nada de Goldie Hawn. Até que em 2017, há exatos cinco anos, um filme mexeu com a curiosidade da estrela e a fez deixar a aposentadoria e voltar às telonas. Trata-se de Viagem das Loucas (Snatched), veículo para a humorista Amy Schumer – que por sua vez se tornou sensação nos EUA ao protagonizar o sucesso surpresa Descompensada (2015). Schumer faz o estilo da mulher solteira, beberrona e pegadora, cuja vida pessoal e profissional é um trem desgovernado. Esse estilo que apenas replica o comportamento muito criticado dos homens do passado desce cada vez menos redondo nos tempos politicamente corretos de hoje em dia – e fez com que o público rapidamente enjoasse do repertório da comediante, garantindo o fracasso de Viagem das Loucas, logo dois anos depois de seu maior sucesso.

Esta cena terminou deletada do corte que foi aos cinemas de ‘Viagem das Loucas’.

Apesar disso, o que conta a favor de Amy Schumer é sua atitude body positve. Ou seja, Schumer é uma atriz acima do peso, que vai contra os padrões de estética passados – e se tornou uma forte representante do conceito “seja feliz com seu corpo, seja ele como for”. Isso se reflete na maioria de seus filmes. Apesar da esnobada do público em Viagem das Loucas, o filme tem mais atrativos do que se possa imaginar à primeira vista, e pode surpreender os desavisados. Não me leve a mal, a comédia está muito longe de ser um primor, ou sequer original. Na verdade o que conta aqui são as entrelinhas e em especial a química entre Schumer e Hawn como filha e mãe. Os estilos das comediantes se encontram e se balanceiam.

Na trama, escrita pela roteirista Katie Dippold (da série Parks & Recreation e da comédia com Sandra Bullock e Melissa McCarthy, As Bem-Armadas), traz Amy Schumer como Emily, a típica personagem da atriz. Ela é egocêntrica e destrambelhada. Mas o que Schumer retrata na verdade é uma crítica a um estilo de vida fútil, vivido por muitos. Sua personagem vive de aparência e decidiu que uma viagem para um cenário exótico iria alavancar seu status social, priorizada acima até mesmo de ter um emprego. Tudo piora para ela quando seu namorado pede a separação e ela fica sem companhia para a tal viagem que acha que mudaria sua vida. Depois de procurar nos quatro cantos, resolve apelar para a mãe (papel de Goldie Hawn) como colega de viagem, quem ela considera que está se escondendo do mundo, reclusa em sua rotina monótona e que no passado era uma aventureira nata.

Apesar do resultado abaixo do esperado, ‘Viagem das Loucas’ guarda muitos momentos hilários.

Assim, após convencer a mãe, a dupla de “loucas” como diz o título parte para o Equador – embora a produção tenha filmado no Havaí. Existe ainda a questão da polêmica que costuma acometer filmes americanos que retratam culturas da América do Sul ou Central como países repletos de perigos e criminosos. Assim como o último Rambo Até o Fim (2019) mostra o herói de Stallone contra mexicanos – Viagem das Loucas vai além de uma comédia sobre a relação problemática de mãe e filha muito diferentes, se torna uma espécie de thriller (de mentirinha) onde ambas são sequestradas e depois perseguidas por bandidos equatorianos. Talvez isso não tenha feito os espectadores do país citado nada felizes.

Apesar destra controvérsia, da rotina formulaica de filmes do tipo e de momentos que realmente não funcionam (como as personagens de Wanda Sykes e Joan Cusack – apesar de renderem pelo menos uma piada boa ao final), como dito o filme possui seus momentos engraçados, em especial os que dizem respeito ao humor autodepreciativo de Amy Schumer – que faz a trama girar e coloca as duas em risco. É bobo, mas ao mesmo tempo ácido e incorreto – dono de muitas piadas abaixo da linha da cintura e impróprias para menores, como esperado do humor de Schumer. A violência aliás corre solta, aumentando um pouco a censura.

Mas o grande chamariz é realmente a volta de Goldie Hawn às telas. É dito que Amy Schumer precisou lutar para ter a veterana no filme, de quem é fã. O estúdio não queria Hawn, mas Schumer ameaçou deixar a produção caso sua mãe não fosse interpretada por ela. Parte do que funciona em Viagem das Loucas se deve também pela direção dinâmica e enxuta de Jonathan Levine, especialista em mesclar humor com muito coração. Em seu repertório, o cineasta tem obras como 50% (2011) e Casal Improvável (2019). No centro deste filme também temos uma relação mais sincera do que poderíamos imaginar à primeira vista.

Com um orçamento de US$42 milhões, Viagem das Loucas arrecadou US$45 milhões nos EUA, e US$60 milhões mundiais, evitando um prejuízo, mas ficando longe do sucesso. No Brasil, o filme sequer foi lançado nos cinemas. Uma chance de conferi-lo é no acervo da Star+. Talvez o principal objetivo de Viagem das Loucas tenha sido atingido: fazer o bichinho da atuação morder de novo Goldie Hawn, despertando novamente o interesse da estrela pelas telas. Depois do filme, Hawn fez participação ao lado do marido nos dois Crônicas de Natal (2018 e 2020), no qual viveu a esposa do Papai Noel, a Sra. Noel, para a Netflix. Fora isso, Family Jewel está atualmente em fase de pré-produção e promete reunir em tela Goldie Hawn, Bette Midler e Diane Keaton, veteranas de O Clube das Desquitadas, numa história sobre três mulheres forçadas a passar o Natal juntas, ao lado de suas famílias, depois que o homem com quem as três foram casadas morre. Os fãs agradecem.

Ryan Phillippe terá que escapar de culto assassino no thriller ‘One Mile’

De acordo com o Deadline, Ryan Phillippe (‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’) vai estrelar o thriller ‘One Mile‘, onde tentará escapar de um culto assassino.

O site afirma que a sequência do longa já recebeu sinal verde, e será filmada simultaneamente com o filme original.

Na trama…

“Após ser libertado da prisão, um pai (Phillippe) tenta se reconectar com sua filha ao levá-la para uma tour na faculdade, mas acabam se tendo que lutar por suas vidas quando começam a ser perseguidos por um culto assassino.”

John Hlavin (‘Anjos da Noite – O Despertar’) será responsável pelo roteiro, além de também servir como produtor executivo.

Os filmes são baseados em uma ideia de Jaiden Kaplan, filha do produtor Aaron Kaplan.

Vale lembrar que Phillippe e Hlavin já trabalharam juntos na série ‘Shooter‘, do canal USA Network.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Roubo épico no trailer da nova série da Netflix no estilo ‘La Casa de Papel’; Confira!

A Netflix divulgou o trailer completo da série ‘Caleidoscópio‘, que gira em torno de roubos mirabolantes no melhor estilo ‘La Casa de Papel‘.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 1º de janeiro.

Um ladrão e sua equipe tentam um roubo épico e elaborado em busca de US$ 7 bilhões de dólares, mas traição, ganância e outras ameaçam podem destruir seus planos.

O elenco conta com Giancarlo Esposito, Rufus Sewell, Paz Vega, Rosaline Elbay, Jai Courtney, Tati Gabrielle e Peter Mark Kendall.

A série foi criada por Eric Garcia.

Série baseada no filme ‘Ela Dança, Eu Danço’ é CANCELADA após 3 temporadas

O canal Starz cancelou oficialmente a série ‘Step Up‘, baseada no clássico filme ‘Ela Dança, Eu Danço‘, depois de apenas três temporadas.

Vale lembrar que as duas primeiras temporadas da série foram exibidas pelo YouTube Red. Após o fracasso do serviço, que descontinuou todas as suas série originais, o Starz assumiu a produção do terceiro ciclo.

Anteriormente, a emissora também cancelou ‘Dangerous Liaisons‘ após uma temporada, revertendo sua renovação antecipada. Assim como ‘Step Up‘, ‘Dangerous Liaisons‘ também era produzida pela Lionsgate.

Criada por Holly Sorensen, a série baseada no popular filme ‘Ela Dança, Eu Danço‘.

A trama gira em torno de Janelle (McClain), uma ambiciosa dançarina de hip-hop que sai do subúrbio ao lado do irmão gêmeo Tal (Jones) para viver com o tio, Al (Love). Logo ambos conhecem o cenário cultural de Atlanta e lutam para entrar numa cobiçada escola de artes, a High Water Performing Arts School.

O elenco conta com Lauryn McClain, Petrice Jones, Marcus Mitchell, Terrence Green, Carlito Olivero, Jade Chynoweth, Kendra Oyesanya, Eric Graise, Faizon Love e Ne-Yo.

‘Summer of Soul’: Documentário vencedor do Oscar ganha data de estreia no Star+

A still from Summer Of Soul (Or, When The Revolution Could Not Be Televised) by Ahmir "Questlove" Thompson, an official selection of the U.S. Documentary Competition at the 2021 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Mass Distraction Media. All photos are copyrighted and may be used by press only for the purpose of news or editorial coverage of Sundance Institute programs. Photos must be accompanied by a credit to the photographer and/or 'Courtesy of Sundance Institute.' Unauthorized use, alteration, reproduction or sale of logos and/or photos is strictly prohibited.

O aclamado documentário musical Summer of Soul, que marca a estreia diretorial do musicista Ahmir “Questlove” Thompson, ganhou data de estreia no Star+.

A produção, que levou o Oscar de Melhor Documentário, chega à plataforma de streaming no dia 16 de dezembro.

Crítica | Summer of Soul: Documentário resgata festival de black music ignorado pela história americana

O documentário é parte filme musical, parte construção histórica criada através de um épico evento que celebrou a cultura, a moda e a importância da comunidade negra. Ao longo de seis semanas no verão de 1969, apenas a 160 quilômetros de Woodstock, acontecia o Festival Cultural do Harlem, filmado no Monte Morris Park. As gravações nunca tinham sido vistas até o momento. Summer of Soul mostra a importância da história e o testamento do poder curativo da música em tempos de crise, tanto passada quanto presente.

A obra conta com performances de lendas do cenário fonográfico, incluindo Stevie WonderNina SimoneGladys Knight & the PipsB.B. King e muitos outros.

Summer of Soul levou para casa o Prêmio do Júri e o Prêmio do Público no Festival de Sundance.

‘Ginny e Georgia’ estão de volta no trailer OFICIAL da 2ª temporada; Confira!

A Netflix divulgou o trailer oficial da 2ª temporada da adorada série ‘Ginny e Georgia‘.

Os novos episódios têm estreia agendada para o dia 05 de janeiro de 2023 na plataforma de streaming.

Confira:

A série foi criada por Sarah Lampert.

Em busca de um recomeço, a adolescente Ginny e sua mãe Georgia se mudam para uma nova cidade. Mas será que o passado ficará para trás?

O elenco ainda conta com Diesel La Torraca, Jennifer Robertson, Felix Mallard, Sara Waisglass, Scott Porter, Paul Randolph, Raymond Ablack e Mason Temple.

Imagina Quais São? Os Filmes MAIS CAROS do Cinema que Completam 40 Anos em 2022

Quando pensamos nos filmes inesquecíveis de 40 anos atrás no cinema, produções como E.T. – O Extraterrestre, Rambo – Programado para Matar, Rocky III, Poltergeist – O Fenômeno, Jornada nas Estrelas II – A Ira de Khan, Tron – Uma Odisseia Eletrônica e até 48 Horas são os que vêm logo à mente dos cinéfilos. E por esta lógica, da ressonância através dos tempos, poderíamos imaginar que estes filmes ainda muito queridos são também alguns dos maiores sucessos do cinema nos anos 80. E não estaríamos errados. Ainda por essa lógica, poderíamos imaginar que tais obras foram também algumas das mais bem produzidas, tradução: donas de um grande orçamento.

Mas é aí que nos enganamos por completo. Nenhum destes filmes citados no parágrafo acima se encontram entre os mais caros de 40 anos atrás. Acredita? É sério! Pois bem, o cinema tem destas. Nem sempre os filmes mais caros se tornam os maiores sucessos e muitas vezes produções milionárias caem rapidamente no esquecimento. Sendo assim, nesta nova matéria vamos dar uma olhada nos filmes mais caros que foram lançados há 40 anos nos cinemas. Você vai se surpreender. Confira.

10 | O Esquadrão do Terror – US$20 milhões

É preciso levar em conta também que aqui estamos falando de 40 anos atrás, numa época em que muitos de vocês sequer estavam vivos. Ou quem sabe nem mesmo seus pais tinham nascido. Sendo assim, o orçamento para uma superprodução era consideravelmente menor e nem em sonho atingia a marca astronômica de hoje, de US$200 milhões por filme. Veja bem, em décima posição temos um “blockbuster” da época, que custou dez vezes menos do que os maiores da atualidade. Megaforce (no título original), no entanto, falhou miseravelmente. Com distribuição da 20th Century Fox a ideia aqui era uma mistura de Mad Max com Blade Runner mostrando uma super esquadrão de defesa no futuro. Com orçamento de US$20 milhões, o pretenso blockbuster arrecadou apenas US$5.6 milhões em bilheteria e ainda por cima virou piada com indicações no Framboesa de Ouro de seu respectivo ano.

09 | O Rei da Comédia – US$20 milhões

Esse aqui não é uma superprodução, mas sim uma comédia dramática com muito comentário social. Existem muitos elementos que podem aumentar o orçamento de um filme e nem sempre se restringe apenas ao escopo da obra. Esse, por exemplo, é um filme bem urbano, que facilmente poderia ser adaptado a uma peça de teatro. O motivo do orçamento inflado se deve pelo prestígio em volta do longa. Acontece que se trata de um filme do diretor Martin Scorsese, que havia marcado a sétima arte nos anos anteriores com obras como Taxi Driver e Touro Indomável – ambos com Robert De Niro. Aqui, De Niro protagoniza novamente, tendo ganhado o Oscar por Touro Indomável. Assim é natural que o cachê de ambos tenha disparado lá para o céu nesta produção também da Fox. Parte deste orçamento certamente foi para os bolsos de De Niro e Scorsese. O Rei da Comédia, no entanto, que estreou mesmo apenas em 1983 oficialmente, viveu para se tornar um fiasco rendendo em bilheterias dez vezes menos que seu orçamento e somente depois vindo a ressurgir como obra cult.

08 | Conan: O Bárbaro – US$20 milhões

A estreia do fisioculturista Arnold Schwarzenegger como protagonista no cinema foi com o pé direito. Arnold já havia feito participações em filmes dos anos 70, como Hércules em Nova York, O Guarda-Costas e Cacto Jack, mas ao adentrar os anos 1980, seu primeiro filme logo de cara seria uma superprodução, correspondendo ao que viria a ser sua carreira na época, sempre protagonizando blockbusters. Ao ser dada a partida para Arnold nos anos 80, o ator viraria o personagem dos quadrinhos de Robert E. Howard, Conan – O Bárbaro. Com roteiro de Oliver Stone, o filme custou US$20 milhões aos cofres da Universal Pictures, rendendo o dobro nos EUA e quase o triplo pelo mundo, garantindo assim o sucesso (ao contrário dos itens acima) e gerando uma continuação oficial (Conan – O Destruidor) e uma não-oficial (Guerreiros de Fogo).

07 | Tootsie – US$21 milhões

Aqui temos um caso parecido com o do item 09, O Rei da Comédia. Assim como o filme de Scorsese, Tootsie não é uma superprodução, mas uma comédia sobre um ator desempregado, que termina aceitando estrelar uma novela a fim de conseguir pagar as contas. A pegadinha? Todos acham que ele é uma mulher, já que arranjou emprego estando disfarçado de uma. Trocando em miúdos, Tootsie é Uma Babá Quase Perfeita dos anos 80. Ao invés de Robin Williams, quem comandava o show há 40 anos era o multifacetado Dustin Hoffman, que dava vida a Michael Dorsey e também para Dorothy Michaels, seu alter ego. Os mais novos podem até não saber ou lembrar, mas Tootsie foi um dos filmes mais badalados da época, um grande sucesso da Columbia Pictures (hoje Sony), que com orçamento de US$21 milhões, rendeu quase dez vezes mais em bilheterias. Fora isso, essa comédia querida escalaria até o prêmio máximo do cinema chegando até o Oscar com nada menos que 10 indicações, incluindo melhor filme – e a vitória de coadjuvante para Jessica Lange. Tamanho investimento acabou valendo.

06 | Raposa de Fogo – US$21 milhões

Outro astro do cinema de 40 anos atrás que tinha moral para bancar o protagonismo numa superprodução era o veteraníssimo Clint Eastwood. Com produção da Warner, assim como grande parte do acervo do astro, Raposa de Fogo (ou Firefox no original) é uma espécie de Top Gun antes do próprio Top Gun – lançado apenas em 1986. No filme, que custou US$21 milhões ao cofre do estúdio, Eastwood é o Maverick da vez, na pele do audacioso piloto Mitchell Gant, o único que pode roubar um super caça bem debaixo das barbas dos Soviéticos. O blockbuster, embora não muito conhecido hoje, até que se deu bem na época e arrecadou mais do que o dobro de seu orçamento.

05 | Fronteira da Violência – US$22 milhões

Agora temos novamente um caso de filme que não é uma superprodução por assim dizer, mas sim um drama. E o motivo de seu orçamento elevado novamente se deve ao talento atrelado, neste caso Jack Nicholson – um dos maiores e mais respeitados astros da época, tendo saído de sucessos no Oscar como Um Estranho no Ninho (1975) e filmes elogiados como O Iluminado (1980). Com produção da Universal Pictures, Nicholson interpreta um agente de fronteira corrupto, num processo de redenção para proteger uma imigrante e impedir que seu bebê seja vendido. Grande parte do orçamento deve ter ido parar no bolso do astro, mas o filme não se mostrou bem-sucedido, arrecadando apenas US$6 milhões num orçamento de US$22 milhões.

04 | Gandhi – US$22 milhões

Agora sim falamos numa superprodução nos mesmos moldes dos grandes épicos da era de ouro de Hollywood. Um tipo de filme de entretenimento adulto, que também aborda questões sérias. Aqui temos a biografia do líder político de religioso da Índia Mahatma Gandhi – papel do grande Ben Kingsley. Com distribuição da Columbia (Sony), o filme custou US$22 milhões, mas podemos sentir cada centavo investido ao longo de suas mais de 3 horas de projeção. Gandhi foi um dos grandes sucessos de 40 anos atrás, aquele tipo de filme raro que tem um ótimo desempenho nas bilheterias, ao mesmo tempo em que é elogiado pela crítica e chega até o Oscar. Gandhi arrecadou mais do que o dobro de seu orçamento, e no Oscar arrebatou 8 das 11 estatuetas as quais estava indicado, incluindo melhor filme.

03 | Blade Runner: O Caçador de Androides – US$30 milhões

O mundo do cinema dá voltas, afinal a arte é viva. Blade Runner, da Warner, foi considerado por muito tempo um dos maiores fracassos da história do cinema. Acontece que seu orçamento caríssimo, de US$30 milhões, fez balançar as estruturas de Hollywood na época. O longa de ficção científica, sobre a caçada a seres artificiais, contou com um dos maiores orçamentos até então naquela época e viveu para se mostrar uma produção problemática, que os críticos e o público deram de ombros. É incrível hoje acreditar que um dia isso possa ter acontecido, porque Blade Runner hoje é a produção mais querida de 40 anos atrás. O filme ressurgiu como cult total e ainda é estudado até hoje, como uma das melhores direções de arte, fotografias e ambientações da história do cinema – ao retratar uma Los Angeles futurista. O clima melancólico é inesquecível. Apesar disso, Blade Runner deu prejuízo na época, quase não conseguindo se pagar.

02 | A Melhor Casa Suspeita do Texas – US$35 milhões

Subindo ao pódio dos filmes mais caros de 40 anos atrás no cinema está essa comédia musical de ação que fez sucesso na época, mas que hoje se tornou um filme esquecido. É preciso levar em conta que protagonizando tínhamos um dos nomes mais quentes do período: o do durão Burt Reynolds, que rivalizava com Clint Eastwood e Steve McQueen pelo posto de maior astro da ação e de grandes produções. No que diz respeito a Burt Reynolds, o ator fez fama em filmes de carros em alta velocidade em que interpretava sempre um malandro fugindo da polícia. Em anos anteriores havia emplacado em filmes como Agarra-me se Puderes e Quem Não Corre, Voa. Aqui o ator formava dupla com a cantora country Dolly Parton, que havia feito sucesso na comédia Como Eliminar seu Chefe (dois anos antes). Baseado numa peça, o tom incorreto chama atenção e só poderia fazer parte dos anos 80. Só o título já choca – e seria algo como “O Melhor P*teiro do Texas”. A trama traz Reynolds como um xerife que é cliente assíduo do prostíbulo em que Parton é a gerente, e ambos lutam para mantê-lo aberto. Com produção da Universal Pictures, o filme custou US$35 milhões, mas retornou o dobro em bilheteria, garantindo o sucesso.

01 | Annie – US$50 milhões

Os tempos realmente mudaram. Hoje, os filmes mais caros de Hollywood são as produções de super-heróis. Mas há 40 anos no passado, podemos perceber que nos dois primeiros lugares temos musicais. A Melhor Casa Suspeita do Texas não é um musical propriamente dito, embora tenha números musicais. Mas em primeiríssima posição dos mais caros temos um musical declarado, baseado na peça clássica de Thomas Meehan e Martin Charnin sobre uma menininha órfã graciosa, que passa o pão que o diabo amassou ao lado das outras crianças do orfanato graças à vilanesca megera responsável pelo local, até ser finalmente adotada por um milionário e ver sua vida mudar da noite para o dia. O filme da Columbia (Sony) custou nada menos que US$50 milhões, sendo o mais caro de 40 anos atrás. Apesar disso, podemos sentir em cena o escopo e grandiosidade da produção – muito bem cuidada e exuberante. Apesar disso, não se tornou um sucesso, sendo inclusive injustamente nomeado ao Framboesa de ouro – apesar de ter recebido também indicações ao Oscar e ao Globo de Ouro.

‘The Last of Us’: Primeiro episódio da série terá a DURAÇÃO de um filme

Segundo informações do IGN Hungria, o piloto da aguardada série de ‘The Last of Us‘ terá cerca de 90 minutos de duração, possuindo assim a duração de um longa-metragem.

O site também diz que o episódio-filme será exibido em um cinema de Budapeste no dia 11 de janeiro, alguns dias antes da estreia na HBO Max.

Porém, até o momento, não sabemos se este primeiro episódio especial será exibido nos cinemas em outras partes do mundo, mas seria incrível se isso se repetisse por aqui.

HBO Max divulgou também um novo teaser de ‘The Last of Us‘. Confira, junto ao recente trailer:

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Michael B. Jordan diz que estrelar e dirigir ‘Creed 3’ foi o MAIOR desafio da sua carreira

Michael B. Jordan vai dirigir o seu primeiro filme com ‘Creed 3‘, que chega aos cinemas em março, e segundo ele mesmo ter que comandar esse novo longa da franquia foi o maior desafio de sua carreira.

Através de uma entrevista recente à Total Film, Jordan disse que seu trabalho na produção testou todos os seus limites de artista.

“Tive a sorte de trabalhar e aprender com diretores incríveis ao longo dos anos, como Ryan Coogler e Steven Caple Jr., diretor de ‘Creed II’, que me guiaram e ensinaram”, contou o vilão de ‘Pantera Negra‘.

Que continuou: “Lembro dele dizendo no set de Creed: ‘nunca é a hora certa para virar diretor. Você precisa saltar para o fundo e ir com tudo’”.

Denzel Washington também foi citado como mestre e que, diferentemente de Coogler e Caplan Jr., já dirigiu a si mesmo em alguns trabalhos. “Não são muitas as pessoas que já se dirigiram”, conclui Jordan.

Lembrando que a sequência foi adiada de novembro deste ano para 03 de março de 2023.

Confira os cartazes:

 

Creed: Nascido para Lutar‘ (2015) mostrou a jornada de Adonis (B. Jordan), filho de Apollo Creed, ao ser treinado por Rocky (Sylvester Stallone). A sequência foi lançada três anos depois, com Adonis enfrentando um antigo inimigo ligado ao passado de sua família.

Todos os filmes somados arrecadaram mais de US$ 387 milhões nas bilheterias mundiais e apresentaram a franquia Rocky para uma nova geração. O terceiro filme sobre Adonis Creed contará com os retornos de Tessa Thompson e Phylicia Rashad, além de B. Jordan, que desta vez também vai dirigir o título.

No entanto lado, Stallone já havia confirmado que não participaria da nova sequência. A novidade fica a cargo de Jonathan Majors (‘Loki’), que viverá o principal antagonista da trama.

“Bem, é diferente porque na verdade eu recusei. Não sei se havia espaço para mim. Leva em uma direção diferente. Desejo o melhor a eles, que continuem dando socos”, falou Sly.

Anunciada data de estreia da 2ª temporada de ‘How I Met Your Father’

How I Met Your Father‘, série derivada de ‘How I Met Your Mother‘, ganhou a data de estreia da sua 2ª temporada, através da página oficial da série no Instagram.

O retorno da série acontecerá no dia 24 de janeiro de 2023. Confira o anúncio:

Relembre o trailer legendado:

A série foi criada por Isaac Aptaker e Elizabeth Berger (‘This Is Us’).

O elenco conta também com Chris Lowell, Francia Raisa, Tom Ainsley, Tien Tran e Suraj SharmaKim Cattrall é a narradora da produção.

Carter Bays e Craig Thomas, responsáveis pela série original, entram como produtores executivos do spin-off.

James Cameron diz que CGI de ‘Avatar 2’ é MELHOR que o de Thanos no MCU

Em uma recente entrevista ao ComicBook.com (via Variety), o aclamado cineasta James Cameron falou um pouco sobre a aguardada sequência Avatar: O Caminho da Água e disse que tanto os efeitos visuais quanto a captura de movimentos do longa-metragem superam e muito o VFX de Thanos no Universo Cinemático Marvel.

Para aqueles que não sabem, tanto a Marvel quanto a franquia Avatar utilizam tecnologias de captura de movimento para que os atores consigam interpretar seres sobrenaturais ou de outras dimensões. No caso, astros como Sam WorthingtonZoë Saldaña usaram essas tecnologias para viver os Na’vi, enquanto Josh Brolin fez o mesmo para interpretar Thanos.

“Obviamente, as grandes adaptações de quadrinhos têm movimentado boa parte da indústria… A crescente onda de técnicas une todos. Dá a nós artistas de qualidade altíssima, mais ferramentas e plug-ins e códigos [para usar]. Você tem mais pessoas talentosas escrevendo esses códigos”, ele comentou.

Cameron continua: “dito isso, o WETA Effects, como é chamado agora, é o melhor. Certo? A Industrial Light & Magic faz um ótimo trabalho, mas quando falamos de expressões faciais… Thanos? Por favor. Dá um tempo. Você viu [Avatar: O Caminho da Água]. Não chega nem perto. É o que o WETA fez”.

Assista a nossa crítica:

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais no dia 15 de dezembro.

O corte final da sequência tem 3 horas e 10 minutos, sendo 28 minutos mais longo que o primeiro filme.

O primeiro capítulo de Avatar teve nada menos que 162 minutos de duração (isso é, quase duas horas e quarenta minutos) – e o cineasta já havia adiantado que quer ir além na sequência.

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

J. K. Rowling lança plataforma de ajuda para mulheres vítimas de violência sexual

A escritora inglesa J. K. Rowling, que ficou mais conhecida pela saga ‘Harry Potter‘, lançou na última segunda-feira (12) uma plataforma de sua autoria criada para ajudar mulheres vítimas de violência sexual.

A organização Beira’s Place propõe “um serviço de apoio às mulheres administrado por mulheres”.

O principal objetivo da plataforma é oferecer ajuda gratuita na região da capital escocesa, Edimburgo, onde a escritora mora, a qualquer mulher com mais de 16 anos que tenha sofrido violência sexual. O Beira’s Place é financiado por Rowling.

Lembrando que, nos últimos anos, J. K. Rowling se tornou uma firme defensora dos direitos das mulheres. Entretanto, vem sofrendo críticas do público por se opor à causa de ativistas transexuais.

Em 2020, foi acusada de transfobia por ter debochado da expressão “pessoas que menstruam”. Seus comentários no Twitter provocaram uma série de reações e alguns usuários lembraram que homens transgênero podiam menstruar e que as mulheres trans, não. Desde então, a escritora tem sido alvo de ataques regulares e em novembro informou ter sofrido ameaças de morte.

‘RuPaul’s Drag Race’: 15ª temporada anuncia competidoras e ganha data de estreia; Confira!

A WoW e a MTV anunciaram hoje (13) as competidoras da 15ª temporada do aclamado reality ‘RuPaul’s Drag Race’.

Com estreia marcada para o dia 06 de janeiro de 2023, as novas participantes são: Robin FierceMistress Isabelle BrooksSalina EsTittiesMarcia Marcia MarciaSasha ColbyPrincess PoppySpiceSugarLoosey LaDucaLuxx Noir LondonAnetraAura MayariJaxAmethystIrene Dubois e Malaysia Babydoll Foxx.

Confira os cartazes individuais:

RuPaul retorna como apresentadora do programa.

Além disso, foi divulgado um vídeo apresentando as novas queens.

Assista:

Crítica | ‘Avatar: O Caminho da Água’ é mais um POTENTE espetáculo de James Cameron

Cuidado: possíveis spoilers da trama abaixo.

É possível contar nos dedos quantas pessoas nunca ouviram falar de Avatar. O longa-metragem comandado por James Cameron quebrou inúmeros recordes de bilheteria, carregou o título de produção mais bem-sucedido da história e revolucionou o modo de se ver o cinema. Qual foi nossa surpresa quando Cameron anunciou não apenas uma, mas quatro sequências, construindo uma franquia multibilionária que expandiria o incrível universo de Pandora. Agora, estamos prestes a nos maravilhar com o segundo capítulo da saga, Avatar: O Caminho da Água’.

A história se passa mais de uma década depois dos eventos originais, em que os Na’vi, com a ajuda do ex-soldado Jake Sully (Sam Worthington), derrotaram o Povo do Céu (ou seja, os humanos), salvando a fauna, a flora e as múltiplas culturas de Pandora. Agora, as coisas ganham um peso ainda maior, porque a luta não acabou e os principais antagonistas estão de volta com suas ambições desmedidas e seu apreço pelo dinheiro. É claro que a história não parece muito diferente de tantas similares que vemos nos cinemas e na televisão – mas o resultado é muito além do esperado e não apenas honra o legado deixado pelo capítulo anterior, como o supera em diversos momentos, inclusive na delineação do enredo. Eventualmente, a produção se consagra como mais um impecável acerto de Cameron e de seu competente time criativo, nos relembrando do motivo pelo qual adoramos a sétima arte.

Tendo abandonado seu corpo original e se transformando em um Na’vi, Jake forma uma família ao lado da guerreira Neytiri (Zoë Saldaña), crente de que poderá viver em paz depois de protagonizar uma batalha sangrenta e violenta. Mas o que é bom dura pouco e Jake se vê de volta ao campo de guerra com sua esposa e diversos outros aliados para impedir a exploração humana e garantir a soberania do povo local em relação à Pandora. O que eles não esperavam era o retorno do vilanesco e mortal Coronel Miles Quaritch (Stephen Lang): apesar de ter sido morto no capítulo anterior, Miles antecipara uma possível tragédia e criara um clone dele e de seus asseclas na forma de Na’vi, permitindo-os viver como nativos naquele mundo perigoso e dar início a um plano de vingança para destruir Jake e todos os que o enfrentaram. A diferença é que essa versão do Coronel funciona como um clone, provido das mesmas memórias, mas infundido em uma sociopatia cega que o impede de enxergar para além do próprio nariz.

Jake teme que seu povo seja dizimado caso continue vivendo nas florestas e, depois de muito refletir, resolve viajar com Neytiri e os filhos para o longínquo clã dos Metkayina, o povo da água liderado por Tonowari (Cliff Curtis) e Ronal (Kate Winslet). Eles são recebidos com certo receio e desprezo, por não terem as configurações corporais que os permite nadar rápido e se conectar com as criaturas marinhas – e por estarem envolvidos em uma intrincada trama que pode custar a vida de inocentes. Conforme eles se adaptam à nova realidade, mais alianças são formadas, prenunciando o enfrentamento de Jake e Miles e, novamente, dos humanos contra os Na’vi.

Cameron havia anunciado que o longa teria nada menos que três horas e dez minutos de duração – maior que o capítulo de estreia. Dessa forma, ele tem tempo o suficiente para reapresentar Pandora ao público e mostrar que a mitologia desse universo explosivo e vibrante ainda tem muito a oferecer. As sequências debaixo d’água são de tirar o fôlego, pinceladas com cores conflitantes e uma atenção aplaudível aos detalhes, desde o movimento dos animais à expressão facial de cada personagem. Como se não bastasse, o diretor de fotografia Russell Carpenter trabalha com paixão em cada enquadramento, brincando entre a espetacularização imagética dos cenários e a íntima jornada heroica dos protagonistas e coadjuvantes – se em 2009 eles já tinham entregado significativa contribuição à indústria cinematográfica, isso não seria diferente com ‘O Caminho da Água’, lapidando inclusive os breves erros do passado para um realismo tocante e antêmico.

Talvez o único problema da produção seja os breves deslizes de roteiro, consequência do longo tempo de duração. Cameron quer reavivar suas habilidades fílmicas e, por vezes, passa tempo demais exibindo os cenários, quase tangenciando um aspecto panfletário – o que se tornar cansativo quando chegamos no terceiro ato, mesmo que as horas passem em um piscar de olhos. Todavia, a história consegue ofuscar os equívocos, apostando fichas em temáticas importantes e que se afastam dos convencionalismos do filme de 2009: antes, lidávamos com a iminência catastrófica de um conflito ecológico e genocida; agora, tais incursões continuam a aparecer, mas como apoio para a importância da família, a naturalidade do medo e um conflito intergeracional que escala para níveis estratosféricos.

Tais questões são de importância ímpar para o desenrolar da trama. Não é apenas Jake e Neytiri que roubam a atenção dos espectadores, mas também Lo’ak (Britain Dalton), o segundo filho do casal que é constantemente alvo das críticas do pai. Ele vive à sombra do irmão, Neteyam (Jamie Flatters), que é visto como o “filho perfeito”, e se enxerga como um pária, tentando a todo custo provar seu valor, por mais perigoso que isso seja. Como se não bastasse, o núcleo enfrenta as mazelas de uma espécie de xenofobia, forçados a deixar seu lar e aprender a conviver com quem os deprecia. Kiri (Sigourney Weaver), filha adotiva do casal, é peça fundamental para compreender a complexa engrenagem de Pandora e a intrínseca relação entre os Na’vi e o ecossistema que os cercam.

Avatar: O Caminho da Água’ não é apenas um espetáculo majestoso, mas uma carta de amor de Cameron à arte que sempre honrou. Ele aproveita a plataforma que tem para fazer diversas homenagens à clássicos do cinema, incluindo títulos que ele mesmo comandou – como ‘Titanic’ e ‘O Exterminador do Futuro’, seja na composição cênica, seja no impressionante maquinário que ganha vida nas telas. No final das contas, lidamos com mais uma obra-prima de um dos maiores diretores de todos os tempos – e uma história que nos arranca lágrimas e nos faz ansiar por mais.

‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ ganha novo trailer FANTÁSTICO; Confira!

Sony Pictures divulgou hoje (13) o novo trailer fantástico de Homem-Aranha: Através do Aranhaverso, sequência da aclamada animação vencedora do Oscar de 2018.

Confira:

O segundo filme seguirá o Miles Morales (Shameik Moore), que assumiu o manto do amigão da vizinhança do Brooklyn, enquanto ele se reúne com a Gwen Stacy (Hailee Steinfeld) para tentar navegar na complicada teia do multiverso em busca de um novo vilão e uma equipe de pessoas-aranha.

Lembrando que as duas partes da sequência foram ADIADAS pela Sony Pictures.

Inicialmente previsto para 7 de Outubro de 2022, ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso – Parte 1‘ foi adiado para 2 de junho de 2023.

Já a Parte 2, foi adiada de 2023 para 29 de março de 2024.

Miles Morales retorna para o próximo capítulo da saga vencedora do Oscar Aranhaverso, uma aventura épica que transportará o amistoso amigão da vizinhança do Brooklyn, Miles Morales, através do Multiverso para unir forças com Gwen Stacy e uma nova equipe do Povo-Aranha para enfrentar um vilão mais poderoso do que qualquer coisa que eles já encontraram.

Kemp PowersJustin K. Thompson também entram como diretores.

Santos é conhecido por seu trabalho em ‘A Lenda de Korra’‘Avatar: A Lenda de Aang’, enquanto Powers co-dirigiu o aclamado ‘Soul’ ao lado de Peter DocterMike Jones.

Thompson, por sua vez, ficou responsável pelo design de produção do primeiro ‘Aranhaverso’.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

Lançado em 2019, ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ tornou-se um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 375 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 90 milhões.

‘Wandinha’: Netflix divulga vídeo com bastidores das cenas do Mãozinha; Assista!

O Mãozinha tem sido um elemento essencial d’A Família Addams‘ desde que os personagens góticos foram apresentados ao mundo nos quadrinhos de Charles Addams, na década de 1930.

Por conta disso, é claro que ele não poderia ficar de fora da série da ‘Wandinha‘, produção da Netflix estrelada por Jenna Ortega (‘X- A Marca da Morte’).

Através do Instagram, a plataforma de streaming divulgou um vídeo de bastidores revelando como foram feitas as cenas do personagem, vivido por um mágico e dublê.

Confira:

Em entrevista para a Variety, o roteirista Miles Millar deu alguns detalhes sobre o processo de escalação para o personagem.

Para quem não sabe, o escolhido foi o mágico romeno Victor Dorobantu, que impressiononou a equipe devido às suas habilidades com a mão.

“Ele é um mágico romeno que basicamente faz truques de cartas. Então ele tem uma destreza incrível”, disse Millar. “Fizemos muitas audições para escolher o intérprete perfeito. Tim [Burton] estava muito, muito envolvido com isso. Ele é meio que obcecado pelo Mãozinha e gastamos muito tempo ensaiando e trabalhando na linguagem de sinais com nosso supervisor de efeitos visuais.”

Ele continuou:

“Em nosso estúdio, tinha um antigo teatro de fantoches romeno e eles [os candidatos] ensaiavam neste teatro de fantoches enquanto filmávamos o que eles estavam fazendo. Então foi uma tarefa muito intencional em termos de fazer o Mãozinha parecer bizarramente complexo e real.”

Por fim, Millar explicou porque decidiram usar um dublê em vez de efeitos digitais para criar o personagem.

“Acho que a resposta está na cena em que o Mãozinha é esfaqueado, você pode ver toda a naturalidade de seus movimentos enquanto está sendo ‘ressuscitado’. Acho que ficaria muito brega se a cena fosse feita em CGI. Mas, usando uma pessoa real, houve toda aquela conexão entre Jenna e Victor… É um dos poucos momentos que conhecemos as emoções de Wandinha e isso precisa ser perfeito.”

Confira as imagens dos bastidores:

Lembrando que a série registrou impressionantes 341.23 milhões de horas de assistidas. Além disso, a produção alcançou o TOP 1 em 83 países – empatando com o lançamento de ‘Stranger Things 4‘.

Apesar de ainda não ter sido confirmado, a renovação deve ser anunciada em breve.

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.

O elenco também traz Luiz Gusman como Gomez, Issac Ordonez como Pugsley e Fred Armisen como Tio Chico.

O roteiro é escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.

Para quem não sabe, ‘A Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).