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Magia e romance no teaser dos próximos episódios de ‘Alquimia das Almas’; Confira!

A Netflix divulgou o teaser dos próximos episódios série de fantasia ‘Alquimia das Almas‘.

Confira:

A produção retornará com episódios inéditos no dia 21 de janeiro.

Uma feiticeira poderosa no corpo de uma mulher cega encontra um homem de uma família prestigiosa, que quer ajudá-la a mudar o destino dele.

Jung So-MinLee Jae-Wook estrelam a produção. O elenco ainda contará com Hwang Min-hyun, Shin Seung-Ho, Yoo Joon-Sang, Oh Na-ra e Jo Jae-Yoon.

Diretor comenta sobre as sequências finais de ‘Missão Impossível’: “Serão ÉPICAS”

Em entrevista ao Empire Magazine, o diretor Christopher McQuarrie (‘Jack Reacher: O Último Tiro’) comentou sobre os dois últimos filmes da franquia ‘Missão Impossível‘, que irão concluir a história do Ethan Hunt (Tom Cruise).

O cineasta antecipa que os capítulos finais, intitulados ‘Acerto de Contas’ – Parte 1 e 2‘, serão épicos e ainda mais impressionantes que os filmes anteriores da saga.

“Há muitas coisas do passado do Ethan que virão à tona. ‘Acerto de Contas’ é um termo de navegação. Isso significa que você está escolhendo um curso baseado apenas em sua última posição conhecida e isso se torna uma metáfora não apenas para Ethan, mas para vários personagens.”

Ele completa, “A primeira coisa que nós sabíamos sobre o capítulo final era que seria uma aventura dividida em duas partes. Será épico. Terá que ser uma conclusão que irá superar toda a franquia. Não há outro jeito de terminar a história.”

McQuarrie assumiu a direção da franquia em ‘Nação Fantasma‘ (2016), retornou para ‘Efeito Fallout‘ (2018) e está por trás do 7º e do 8º, intitulados ‘Acerto de Contas’ – Parte 1 e 2‘.

Além disso, ele vai colaborar com Cruise em mais um filme fora da franquia ‘Missão Impossível’.

Ainda sem título ou enredo divulgado, “o filme será muito diferente do que você está acostumado a ver Tom fazendo”, disse o cineasta. “Estamos bolando essa ideia há um bom tempo e é o tipo de coisa que eu realmente amo. É um pouco da minha zona de conforto. Mas é sobre fazer filmes cada vez mais sobre emoção e experiências emocionais reais.”

Lembrando que o oitavo capítulo chega aos cinemas em 28 de junho de 2024. O sétimo, intitulado ‘Missão Impossível – Acerto de Contas: Parte 1’, está programado para ser lançado em 14 de julho de 2023.

Confira o teaser:

O elenco do novo filme também conta com o retorno de Rebecca FergusonSimon Pegg, Ving Rhames, Vanessa Kirby e Angela Bassett. Pom Klementieff e Hayley Atwell fazem parte das novas adições, ao lado de Rob Delaney (‘Deadpool 2’), Charles Parnell (‘Top Gun: Maverick’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Mark Gatiss (‘Sherlock’), Nick Offerman (‘Parks and Recreation’) e Janet McTeer (‘Ozark’) e Cary Elwes (‘Stranger Things’).

O ator veterano Henry Czerny também foi confirmado no longa-metragem e reprisará seu papel como Kittridge, 25 anos depois da última aparição na franquia.

Nenhum detalhe sobre a narrativa foi revelada.

Criadores comentam sobre a Christina Ricci em ‘Wandinha’: “É importante HONRAR o legado”

Em entrevista ao TVLine, Al Gough e Miles Millar, criadores de ‘Wandinha‘, comentaram sobre a importância da participação de Christina Ricci na produção.

A atriz, que deu vida à Wandinha Addams nos filmes originais de 1991 e 1993, retorna encarnando uma personagem completamente nova na série da Netflix.

“Não tínhamos certeza se seria possível ter a Christina [Ricci] na série porque ela estava filmando ‘Yellowjackets’ e estava grávida. Nós tivemos que reorganizar nosso cronograma porque ela realmente queria participar do projeto. Ela já havia trabalhado com o Tim [Burton] em ‘A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça’, ama a personagem Wandinha e adorou o conceito da série. Para nós, é muito importante honrar o legado da personagem.”

Eles completam, “É muito importante para os espectadores, que conhecem a obra original, ter essa sensação de nostalgia. Era necessário ter essa noção de introdução de uma nova geração. Tudo isso foi muito importante para nós. Esse é um capítulo da vida da Wandinha que nunca havia sido contado e estávamos tentando humanizar uma personagem que nunca teve esse tratamento anteriormente.”

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.

O elenco também traz Catherine Zeta-Jones como Mortícia, Luiz Gusman como Gomez, Issac Ordonez como Pugsley e Fred Armisen como Tio Chico.

O roteiro é escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.

Para quem não sabe, ‘A Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

‘Ursinho Pooh’ toca o TERROR em novas imagens de ‘Sangue e Mel’; Confira!

O site IGN divulgou novas imagens do terror ‘Winnie the Pooh: Blood and Honey‘, filme bizarro baseado no clássico personagem infantil ‘Ursinho Pooh‘.

Confira:

Nos EUA, o longa será lançado nos cinemas no dia 15 de fevereiro de 2023 – por apenas uma noite antes de chegar em VOD.

No entanto, de acordo com o THR, a produtora Altitude adquiriu os direitos da produção no Reino Unido, México e Canadá, além de planos para o lançamento do terror nos cinemas de diversos outros países.

Infelizmente, o filme ainda não possui previsão de estreia no Brasil.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A trama mostra Pooh e Leitão como vilões famintos depois que Christopher Robin vai para a faculdade e não tem mais tempo de cuidar deles.

Quando a vida dos personagens se torna difícil, eles precisam se virar sozinhos e acabam se voltando às suas raízes animalescas. Eles não são mais bonzinhos, são um urso implacável e um porco que querem sair por aí em busca de presas.

Amber Doig-Thorne, Maria Taylor e Danielle Scott estrelam.

Diferente da divertida animação infantil da Disney, o terror escrito e dirigido pelo estreante Rhys Frake-Waterfield promete cenas sangrentas, violentas e traumáticas.

O longa é uma releitura dos personagens criados por Alan Alexander Milne em 1926.

O projeto independente ganhou forma depois que os direitos dos personagens entraram em domínio público no início deste ano.

Apesar disso, Waterfield fez questão de tomar cuidado para não abusar das referências ao material original ou às animações da Disney, evitando elementos marcantes, como a camiseta vermelha de Pooh, que agora veste uma camisa quadriculada.

‘Aterrorizante 3’: Diretor revela que sequência do terror será ainda mais “SELVAGEM”

O diretor Damien Leone, que comandou ‘Aterrorizante 1 e 2‘ (Terrifier 1 & 2), confirmou que está trabalhando no terceiro filme da franquia que fez pessoas passarem mal com as cenas gore.

Leone divulgou a novidade no Twitter:

“Eu posso te dizer isso… Terrifier 3 vai começar exatamente do final da parte 2 e será loucamente selvagem”, escreveu.

“Eu já tinha uma Parte 3 em mente ao escrever a Parte 2. Levantamos várias questões no segundo filme que não foram respondidas. Eu praticamente tenho toda a história pronta para o terceiro, mas está ficando tão grandioso que podemos ter até um quarto filme”, afirmou à revista Variety.

Após ser ressuscitado por uma entidade sinistra, o palhaço Art retorna à Miles County, onde ele deve caçar e destruir uma adolescente e seu irmão mais novo na noite de Halloween.

O diretor afirma que nunca imaginou que a franquia se tornaria tão bem sucedida.

“É surreal. Foi como uma bola de neve, o marketing boca a boca, as pessoas passando mal e desmaiando na sessão… Nunca imaginei que o filme faria milhões de dólares nos cinemas”.

Leone acha que a franquia pode atrair atenção dos grandes estúdios.

“Ia ser demais conseguir uma empresa de maquiagem real de Hollywood para fazer os efeitos especiais. Isso ajudaria muito o trabalho e deixaria mais realista”, afirmou. 

O longa será lançado nos cinemas nacionais como ‘Terrifier 2‘ dia 29 de Dezembro, enquanto o primeiro está disponível no Amazon Prime Video como ‘Aterrorizante‘.

Foram reportados diversos incidentes de pessoas desmaiando e vomitando durante as sessões do filme – que promete ser extremamente VIOLENTO.

“Meu amigo desmaiou assistindo ‘Aterrorizante 2’ e o cinema teve que chamar uma ambulância. Super recomendo.”

“Enquanto estava assistindo ‘Aterrorizante 2’ com meu amigo, ele vomitou e desmaiou. Já vi cinco pessoas saírem da sala do cinema. Estou amando!”

“Os espectadores estão vomitando nas salas de cinema por causa de algumas cenas em ‘Aterrorizante 2’. Esse é um dos melhores filmes de terror do ano.”

“Acabei de assistir ‘Aterrorizante 2’. Esse filme é extremamente violento. O cara atrás de mim desmaiou e caiu da cadeira; um outro cara saiu porque ele não estava se sentindo bem. Ouvi ele vomitando horrores no banheiro.”

“Caramba! ‘Aterrorizante 2’ é fantástico! Definitivamente não é para os fracos de coração. Alguém desmaiou de verdade durante a minha sessão. O Palhaço Art já é um ícone do terror.”

Confira o trailer:

Damien Leone retorna à direção.

David H. Thornton retorna como o palhaço sádico. Lauren LaVera será a protagonista da continuação.

Aterrorizante‘ foi originalmente lançado em 2016 de forma limitada e acabou conquistando os fãs de terror slasher.

 

Crítica | Os Odiados do Casamento – Uma comédia instável e pouco funcional

A cineasta Claire Scanlon já fez diversas comédias para TV, participando de boas séries como ‘Brooklyn Nine-Nine‘ e ‘Glow‘, além de comandar outras curiosas produções como ‘Unbreakable Kimmy Schmidt‘. A diretora então tenta, de certo modo, repetir a mesma formula neste ‘Os Odiados do Casamento‘, que tem como o seu maior problema a falta de personalidade, clareza naquilo quer focar e um viés, digamos, mais cinematográfico para justificar a sua existência.

A dupla de roteiristas Lizzie Molyneux-Logelin e Wendy Molyneaux foram incumbidas de transformar o livro homônimo de Grant Ginder em um longa-metragem ao menos funcional, no entanto parece que nunca conseguem dominar o conceito da ideia original e transpor o título para o cinema. Entregando assim uma trama disfuncional, que tenta criar momentos tragicômicos, só que ao mesmo tempo se assume como um pastelão que aposta romances rasos e piadas bobas, não sabemos ao certo no que está focando.

Na trama, Alice (Kristen Bell) e Paul (Ben Platt) são irmãos que não querem mais contato com a mãe, Donna (Allison Janney), porém ambos são chamados para uma reunião familiar quando a filha primogênita da matriarca, Eloise (Cynthia Addai-Robinson), vai se casar em Londres, perto de seu pai e o ex-namorado da mãe. Alice e Paul não são lá muito fãs da sua meia-irmã, no entanto concordam em comparecer, carregando todo rancor e certo desconforto por estar ali, além de viverem dilemas pessoais.

Alice, que teve um relacionamento fracassado com o seu chefe (que é casado), encontra um rosto amigo no parceiro de viagem, Dennis (Dustin Mulligan). Paul viaja com o seu namorado, Dominic (Karan Soni), que sempre procura as aventuras sexuais mais ousadas, no intuito de esquentar o relacionamento.

Já Donna volta a se reencontrar com Henrique (Isaach De Bankole), seu ex-namorado, trazendo de volta antigos sentimentos do homem que partiu o seu coração em outro momento. Nesse contexto, enquanto Eloise tenta se casar, todos parecem buscar algum sentido para suas vidas, seja com romances frívolos ou respirando novos ares.

Dessa forma, ‘Os Odiados do Casamento‘ passa a maior parte do tempo, sobretudo em seus primeiros atos, tentando entender os problemas dos seus personagens. Alice é talvez a mais complicada do grupo, tentando trazer normalidade à sua vida, mas também se envolvendo em situações conflituosas, como fazer sexo com o seu chefe que, como falamos, já tem um casamento.

Alice então afoga as mágoas na bebida e nunca tem tempo para sua mãe, o que também acontece com Paul, que trabalha no centro de terapia e começa a sentir desinteresse por parte do seu namorado. Isso porque as taras sexuais de Dominic nunca são saciadas, deixando o sujeito nervoso, além do contato diário com sua mãe piorar as coisas. Para Donna, que agora é viúva, a situação complicada a faz ter um reencontro com Henrique, que continua elegante e charmoso.

São muitos pontos apresentados e diversas confusões que precisam ser resolvidas, porém algumas decisões equivocadas deixam o filme um tanto desinteressante, isso pelo longa nunca possuir uma narrativa envolvente. A diretora tenta fazer uma comédia com um cunho adulto, mas que é pouco eficaz, justamente por trocar algumas cenas cômicas tradicionais apenas por palavrões ou situações mais pesadas, para parecer mais madura.

Também tenta flertar com o humor inglês, mas acaba se tornando exagerado por trazer cenas deslocadas, como o jantar onde vemos cenas de vômito e embaraços dignos de Walcyr Carrasco. ‘Os Odiados do Casamento’ tenta abordar momentos leves e outros mais conflitantes, mas acaba não indo bem em ambas as intenções. Aposta em piadas bobas, mas ao mesmo tempo aborda um caso em que uma personagem é emocionalmente destruída por um aborto espontâneo. Faz humor com vômito e também quer falar sério sobre relações humanas.

O elenco até se esforça para fazer a coisa funcionar como deveria, mas o longa é completamente instável e dificilmente acerta ou funciona, mesmo para o seu público alvo. Talvez Claire Scanlon se saia melhor fazendo as boas comédias ácidas já presentes em seu currículo, do que essa aposta emocional e sem equilíbrio.

‘Sociedade da Justiça’ pode ganhar filme derivado de ‘Adão Negro’, afirma Dwayne Johnson

Através do seu Twitter, o astro Dwayne Johnson indicou que há planos para um filme derivado de ‘Adão Negro‘ focado na Sociedade da Justiça.

“Agora que nós introduzimos o ‘Adão Negro’, também iremos explorar melhor a Sociedade da Justiça, formada pelo Doutor Destino, Ciclone, Gavião Negro e Esmaga-Átomo. E, para aqueles que não sabem – e para todos os fãs dos quadrinhos –, há muitos super-heróis e vilões interessantes no catálogo da DC Universe. Nós planejamos explorar tudo isso.”

Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

Herói também na vida REAL | Conheça as boas ações de Keanu Reeves ao longo dos anos…

Keanu Reeves já viveu diversos personagens no cinema, porém, o papel mais importante de sua vida foi, e continua sendo, interpretado fora das telonas, longe dos holofotes.

Nascido em Beirute, no Líbano, o ator já passou por muitas dificuldades ao longo de seus 58 anos, que ele completou dia 2 de setembro. Quando tinha apenas 3 anos de idade, seu pai deixou sua família. A adolescência também não foi fácil, e enquanto lutava contra a dislexia, mudou de escola quatro vezes.

Felizmente ele se formou, mas perdeu seu melhor amigo aos 23 anos por uma overdose de drogas. Seu primeiro filho nem chegou a vez a luz do dia, pois faleceu num aborto espontâneo. Já o amor de sua vida, morreu num acidente de carro. Quando parecia que as coisas não poderiam piorar para o ator, sua irmã foi diagnosticada com leucemia.

River Phoenix, melhor amigo de Keanu

Para a alegria de Keanu, sua irmã conseguiu se recuperar, e o ator dedicou sua vida a ajudar os outros. Na internet, não é preciso navegar muito para encontrar histórias de boas ações envolvendo-o.

“No final dos anos 90 e recém-saído da faculdade, consegui meu primeiro emprego como assistente de designer no set de ‘Reação em Cadeia’ (Keanu era um ator coadjuvante com Morgan Freeman). Todos os dias, durante as últimas semanas de filmagem, Keanu tratou os assistentes de palco e outros trabalhadores (inclusive eu) nos levando para um café da manhã e almoço gratuitos. Ele era genuinamente um cara muito legal para se trabalhar. Desde então, trabalhei em cerca de 30 sets diferentes e nunca encontrei um ator tão generoso e amigável como ele. A maioria dos atores que vi e com quem trabalhei são totais ***** que sempre pensam que são melhores que nós. Keanu, por outro lado, era socialmente acessível e definitivamente bondoso.”

Tal relato publicado por um usuário do fórum Reddit não é o único. Porém, Keanu não é o tipo de pessoa que transforma sua generosidade em um golpe de relações públicas. Ele não precisa ser reconhecido por sua caridade, como evidenciado em uma revelação de que ele tem secretamente financiado hospitais infantis.

Em entrevista para o Ladies’ Home Journal em 2009, o ator revelou:

“Eu tenho uma fundação privada que funciona há cinco ou seis anos e ajuda alguns hospitais infantis e pesquisas sobre o câncer. Não gosto de anexar meu nome a ele; apenas deixo a fundação fazer o que faz.”

Entre outras boas ações, o ator já realizou doações para a SCORE, uma instituição de caridade fundada depois que a medula espinhal de um jogador de hóquei da UCLA foi esmagada em um jogo de pós-temporada, e participou do teleton Stand Up to Cancer em 2008.

Nos filmes que participou, Reeves também mostrou sua generosidade ao dar uma parcela considerável de seus lucros da trilogia ‘Matrix‘ de volta à franquia para financiar as equipes de roupas e efeitos especiais. Ele também negociou um corte salarial nos filmes ‘Advogado do Diabo‘ e ‘Virando o Jogo‘ para que os projetos pudessem contratar estrelas de renome como Al Pacino e Gene Hackman.

Em entrevista para o The New York Post em 2000, o ator falou:

“Para mim, acho que não conecto o prazer e o dinheiro. Eu trabalho em uma parte e espero realizar um papel e fazer bons filmes. Alguns dos sucessos pelos quais tenho participado sou muito agradecido, porque cria outras oportunidades. [O jeito] que eu vejo isso é que posso agir de novo.”

Por mais Keanu Reeves no mundo!

Obs: Na próxima semana, Keanu chega ao Brasil para divulgar ‘John Wick 4‘, que estreia em março de 2023.

As Melhores Referências Cinematográficas em Videoclipes

Desde a década de 1970, a divisão arbitrárias das artes plásticas, visuais e sonoras começou a cair numa controversa exclusão que simplesmente não fazia mais sentido. Afinal, levando em conta que o cinema surgiu em uma culminação de todas as outras habilidades artísticas do ser humano, os próprios criadores se viram num beco sem saída que trazia consigo uma abertura interessante e metalinguística.

Não é surpresa, pois, que há alguns anos já encontremos uma mistura quase única das indústrias fonográfica e cinematográfica, a partir da qual videoclipes se tornam inegavelmente icônicos por se renderem a belíssimas alusões fílmicas. Seja em sutilezas quase imperceptíveis, seja em emulações claras e nostálgicas, diversos artistas e diretores já colaboraram para dar vida a perspectivas originais e memoráveis como forma de levar seus fãs a revisitar clássicos longas-metragens com um olhar diferenciado.

Por essa razão, separamos vinte vídeos musicais que trazem consigo as melhores referências do cinema. Entretanto, estamos excluindo canções que foram originalmente compostas para filmes – então não espere encontrar “My Heart Will Go On” ou “Skyfall” na nossa lista.

Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual é o seu clipe favorito.

“MATERIAL GIRL” (Madonna, 1984)

Que a videografia de Madonna é impecável, isso já não é novidade para ninguém. E apesar de ter voltado com algumas obras-primas neste ano, são as produções de início de carreira que continuam comovendo e envolvendo diversas gerações.

“Material Girl” talvez seja uma de suas investidas mais icônicas, principalmente por emular a bombshell Marilyn Monroe no filme Os Homens Preferem as Loiras (1953), desde o marcante figurino adornado com joias até sua expressão corporal. Não é à toa que o vídeo levou para casa diversos prêmios, incluindo o VMA de Melhor Vídeo Feminino.

“RADIO GAGA” (Queen, 1984)

O grupo de rock Queen ganhou uma homenagem interessante no ano passado com o lançamento de Bohemian Rhapsody, mas a música-título não é a única bastante conhecida de sua discografia: afinal, “Radio GaGa” é relembrada até hoje como uma pequena joia da indústria fonográfica, inclusive por seu aplaudível clipe.

David Mallet comandou a produção e fez um ótimo uso de referências seculares, trazendo de volta à vida o longa ‘Metrópolis, de Fritz Lang, para compor o cenário da iteração e se entregar com força ao escopo futurista.

“FANCY” (Iggy Azalea feat. Charli XCX, 2014)

O mundo parece ter um apreço imensurável em relação a comédias românticas adolescentes – e a rapper Iggy Azalea não se exclui desse grupo.

Em 2014, Azalea lançou um de seus melhores singles com a colaboração de Charli XCX, intitulado “Fancy”. O clipe, dirigido por Director X, inspirou todo o visual no noventista coming-of-age As Patricinhas de Beverly Hills, não pensando duas vezes em “roubar” o figurino de Alicia Silverstone e transformar a cantora em um remake memorável e muito bem produzido.

“PUT YOURSELF IN MY PLACE” (Kylie Minogue, 1994)

A sétima arte tem uma deliciosa habilidade de se transmutar e referenciar a si mesma com sutileza incrível – ainda mais quando aliada à música. E, enquanto alguns artistas adaptam nua e cruamente filmes clássicos, outras preferem se valer de outras técnicas.

Kylie Minogue optou pela segunda tendência e homenageou com todas as suas forças o cult Barbarella, protagonizado por Jane Fonda. Kier McFarlane ficou responsável pela direção e imprimiu a conhecida característica futurística para a impecável fotografia e a estética visual da cantora.

“ONE MORE TIME” (Daft Punk, 2000)

A dupla electro-music francesa conhecida como Daft Punk não é apenas conhecida por sua estética sonora futurista, como também detém alguns videoclipes extremamente desconcertantes – no sentido positivo da palavra -, e isso não seria diferente com a produção de One More Time”.

Lançado em 2000, a obra é inteiramente feita em anime, emulando as produções das décadas de 1980 e 1990 que até hoje caem no gosto popular. Como se não bastasse, as cenas do vídeo seriam utilizadas no longa ‘Interstella 5555’, de 2003. O design traz um design em 2D bastante onírico e gira em torno de alienígenas de pele azul que se apresentam para um grande público enquanto uma força misteriosa se aproxima.

“BREAKFAST AT TIFFANY’S” (Deep Blue Something, 1995)

Logo de cara, a canção “Breakfast at Tiffany’s” já revela de qual obra sua inspiração viria: a comédia romântica Bonequinha de Luxo, lançada em 1961 e até hoje rememorado como uma das melhores performances de Audrey Hepburn.

Aqui, os membros da banda conhecida como Deep Blue Something chegam em um evento de café da manhã e são servidos por mordomos em frente à loja da Tiffany Co., em Manhattan. Ao longo da produção, uma mulher vestida da mesma forma que Holly Golightly (Hepburn no longa) passa pela calçada e tira seus óculos – e isso é o bastante para sermos arremessados de volta à década de 1960.

 “TELEPHONE” (Lady Gaga feat. Beyoncé)

Uma das maiores colaborações da música contemporânea não poderia falhar no quesito visual: “Telephone”, performado por Lady Gaga e Beyoncé (dois grandes nomes da indústria fonográfica), é continuação da premiada “Paparazzi”, mas situa-se em um ácido e totalmente diferente território.

Comandado por Jonas Åkerlund, o conceito principal gira em torno da nossa Queen B resgatando Gaga da prisão apenas para voltar a um cotidiano criminoso que não pensa duas vezes antes de soltar referências maravilhosas, que oscilam desde Kill Bill: Volume 1’ até o drama Thelma & Louise.

“SPACE ODDITY” (David Bowie, 1969)

A discografia de David Bowie tem um legado gigantesco e inspira diversos artistas contemporâneos. E talvez “Space Oddity” seja uma de suas produções mais pessoais, ainda mais levando em conta que a construção da música e do videoclipe é baseado em um de seus filmes favoritos.

A obra é uma brincadeira linguística proposital com o clássico 2001: Uma Odisseia no Espaço, de Stanley Kubrick, e gira em torno de um astronauta fictício chamado Major Tom que perde comunicação com a Terra e se perde no espaço.

“…READY FOR IT?” (Taylor Swift, 2017)

“…Ready for It?” foi o segundo single do sexto álbum de estúdio de Taylor Swift, Reputation, e logo caiu no gosto popular não apenas pelas marcantes batidas, mas pelo futurista clipe dirigido por Joseph Kahn.

No vídeo, a cantora encarna uma versão ciborgue de si mesma e se lança numa aventura coming-of-age que logo nos chama atenção pela estética de produções sci-fi e animes que drenam inspirações de ‘A Vigilante do Amanhã’ e Blade Runner – principalmente pelas sequências de ação.

“RUSH RUSH” (Paula Abdul, 1991)

Paula Abdul é um nome bastante conhecido da indústria musical. “Rush Rush”, uma de suas músicas mais conhecidas, representou uma grande mudança de sua estética sonora – além de trazer uma releitura interessante do famoso e aclamado Juventude Transviada.

O videoclipe, comandado por Stefan Würnitzer, reimagina o longa protagonizado por James Dean Natalie Wood, trazendo para um novo escopo a icônica locação do Observatório Griffith, um Mercury 1949 preto e a atmosfera de uma corrida de carros.

“DOPE HAT” (Marilyn Manson, 1995)

single promocional de ‘Portrait of an American Family’, álbum de estreia do sempre perturbador Marilyn Manson, traz referências bastante chocantes do encantado A Fantástica Fábrica de Chocolate, protagonizado por Gene Wilder.

Aqui, o diretor Tom Stern traz a banda da qual Manson fez parte dentro de um barco que navega em um túnel psicodélico – cuja inspiração veio da similar e aterrorizante sequência do longa-metragem. E, como se não bastasse, o filme é um dos favoritos do cantor (e que melhor jeito de honrá-lo senão de um modo bizarro e muito competente?).

“BLACK WIDOW” (Iggy Azalea feat. Rita Ora, 2014)

Tarantino não é considerado um dos melhores diretores de sua geração por mera formalidade: seus trabalhos são relembrados até hoje e servem de inspiração para diversos novos cineastas – até mesmo aqueles que se aventuram no mundo da música.

Em agosto de 2014, Director X voltou a trabalhar com Azalea ao dirigir “Black Widow”, um divertido e minimalista conto de vingança que emulou a franquia Kill Bill mais uma vez além de ter se inspirado nas clássicas peças fílmicas de kung-fu dos anos 1970 (principalmente os estrelados por Bruce Lee).

“1999” (Charli XCX & Troye Sivan, 2019)

Assim como diversos outros videoclipes que não pensam duas vezes antes de se inspirar com força em longas-metragens bem conhecidos, a colaboração “1999”, performada por Troye Sivan e Charli XCX, idolatra a década de 1990 múltiplas referências – nem um pouco sutis, diga-se de passagem.

Em seus pouco mais de três minutos, a dupla encarna clássicos personagens de obras como Matrix, Titanic, Beleza Americana, A Bruxa de Blair – isso sem mencionar as propositais cópias que fazem de outros vídeos musicais.

“BLACK MAGIC” (Little Mix, 2015)

Mais uma vez os filmes adolescentes da década de 1990 deixaram sua marca nas produções atuais – e dessa vez com a proeminente girl band Little Mix, vencedora da competição The X Factor.

Em “Black Magic”, as quatro cantoras se aventuram com o inebriante uso da magia para ajudarem seus colegas de escola e se vingarem de certos esnobes que as humilharam. Utilizando o ritmo chiclete do dance-pop, o vídeo faz bom uso das sequências do terror Jovens Bruxas, bem como das séries Charmed e ‘Sabrina – A Aprendiz de Feiticeira’.

“EVERYBODY” (Backstreet Boys, 1997)

A boyband conhecida como Backstreet Boys teve sucesso imenso nos anos 1990, voltando aos holofotes com um revival inesperado nesses últimos tempos. E, sem sombra de dúvida, os novos e antigos fãs ainda se recordam de suas músicas mais antigas, incluindo “Everybody” – uma ode às diversas narrativas de terror do começo do século passado.

Homenageando os vários filmes de horror sobrenatural lançados entre as décadas de 1920 e 1950, a produção foi comandada por Kahn e parodiou longas como A Noiva de Frankenstein, ‘A Maldição da Múmia’ e Drácula, desconstruindo os elementos de suspense e colocando-os num escopo divertido e ambientado numa mansão mal-assombrada.

“THRILLER” (Michael Jackson, 1983)

“Thriller” foi por muito tempo a música mais premiada da história (pelo menos até perder o posto neste ano para “Shallow”). A aclamada música levou para casa inúmeros prêmios e, até hoje, possui uma importância extrema devido ao impacto cultural tanto musical quanto visual.

O clipe, de catorze minutos de duração, faz inúmeras alusões a filmes de terror: o aclamado diretor John Landis recria os elementos da própria década e de sua própria filmografia com paródias de Um Lobisomem Americano em Londres e ‘A Companhia dos Lobos’, além de abraçar a claustrofobia de A Noite dos Mortos-Vivos e aludir a O Fantasma da Ópera das formas mais inesperadas possíveis.

“BAD” (Michael Jackson, 1987)

Quatro anos depois de “Thriller”, o rei do pop voltaria com mais uma icônica entrada de sua videografia com o curta-metragem de 18 minutos intitulado “Bad”.

A narrativa, comandada pelo premiado Martin Scorsese, gira em torno de um adolescente que volta para sua vizinhança natal e se reencontra com velhos amigos, até as coisas ficarem complicadas quando duas gangues cruzam caminho entre si. O arco drena suas homenagens do famoso musical ‘Amor, Sublime Amor’, inclusive a sequência do “moonwalk”.

“BONES” (The Killers, 2006)

Em 2006, a banda The Killers voltava aos holofotes com o lançamento do videoclipe ‘Bones’ – e, diferente de tudo que haviam produzido, a produção trazia uma atmosfera cartunesca própria da carreira de Tim Burton (que ficou responsável pela direção).

Na obra, além de emular às suas próprias obras com uma estética expressionista marcante e um escopo sombrio e teatral, Burton abriu espaço para referenciar obras como LolitaO Monstro da Lagoa Negra, além de trazer sequências explícitas da aventura ‘Jasão e os Argonautas’.

“THANK U, NEXT” (Ariana Grande, 2018)

Em “thank u, next”, Ariana Grande fazia uma ode bastante explícita às diversas comédias adolescentes que até hoje influenciam diversas gerações.

Dirigido por Hannah Lux Davis, o curta-metragem não apenas emula diversas sequências de filmes como Legalmente Loira, Meninas Malvadas e As Apimentadas, mas também traz aparições divertidíssimas da cultura pop para acompanharem-na nessa jornada teen – incluindo Kris Jenner, Jennifer Coolidge e Elizabeth Gillies.

“BAD ROMANCE” (Lady Gaga, 2009)

Gaga é uma das poucas artistas contemporâneas que realmente entendem a importância da música e sabem como conduzir um espetáculo – e obviamente sua estética renovadora e transgressora estaria presente em um de seus melhores videoclipes: “Bad Romance”.

Sendo fã do suspense e do terror desde sua adolescência, Gaga e o diretor Francis Lawrence arquitetaram uma narrativa à la Um Corpo que Cai, citando essa e outras obras-primas do suspense nas próprias lyrics. Como se não bastasse, o tour-de-force apresentado é uma belíssima peça fílmica hitchcockiana com certos elementos artísticos de filmes como Onde Vivem os Monstros.

Não é surpresa que o clipe levou para casa dezenas de prêmios, incluindo Vídeo do Ano, Melhor Direção de Arte e Melhor Direção no VMA. E, como se não bastasse, essa dançante aula de linguagem cinematográfica é considerado até hoje pela Billboard como o melhor videoclipe do século.

‘Doutor Estranho’ iria lutar contra nazistas no ‘Multiverso da Loucura’; Confira a imagem!

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ levou Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) em uma caótica e perigosa aventura através do multiverso da Marvel, colocando-o contra vilões de dimensões alternativas.

E uma imagem inédita divulgada pelo Comic Book mostra uma realidade em que o herói iria enfrentar nazistas em um cenário envolvendo soldados de diferentes períodos de tempo.

Confira:

Não foi revelado porque a cena não foi incluída na versão oficial, mas como o filme passou por reescritas de roteiro, os rumos da narrativa foram alterados, então provavelmente não houve espaço ou contexto para essa realidade.

Lembrando que a sequência está disponível na Disney+.

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‘Patrulha do Destino’ está de volta no cartaz oficial da 4ª temporada; Confira!

Depois do trailer, a HBO Max divulgou o cartaz oficial da 4ª temporada de ‘Patrulha do Destino‘ (Doom Patrol).

Confira:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 8 de dezembro.

Criada por Jeremy Carver (‘The Exorcist’), a série é baseada nos quadrinhos da DC Comics.

Os membros da Doom Patrol sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através de The Chief, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.

O elenco conta com Diane Guerrero, April Bowlby, Matt Bomer, Brendan Fraser, Riley Shanahan, Matthew Zuk, Joivan Wade, Michelle Gomez e Timothy Dalton.

FLOPOU! 10 Grandes FRACASSOS de Bilheterias que Completam 32 Anos em 2022

O revisionismo artístico é um conceito bem interessante. E quando pensamos em cinema, é um exercício saudável e necessário. Afinal, o mundo está o tempo todo em constante mudança, principalmente no que diz respeito a conceitos sociais. O que era regra antes, hoje pode ser a exceção. Mas nada de cancelamentos. O lance é utilizar este estudo antropológico como aprendizado. A cultura evoluiu muito ao longo dos séculos, e não existe melhor cápsula do tempo do que o cinema. O racismo, o preconceito e o machismo inerentes do passado são só alguns dos tópicos que podem ser encontrados em diversas produções, sem que precisemos voltar muito no passado. Tais elementos que descem extremamente “quadrados” hoje, são razões mais que justificáveis para a impopularidade de uma obra quando a visitamos atualmente. Mas existe também o efeito contrário, de filmes que passaram em branco em seu lançamento, e terminam ganhando status de cult a cada nova geração, terminando considerados à frente de seu tempo.

E aqui no CinePOP somos totalmente a favor de segundas, terceiras e até quartas chances para produções cinematográficas incompreendidas em seu tempo. No entanto, na coluna dos Grandes Flops apresentamos somente os fatos (que não podem ser mudados ou apagados) sobre o custo x bilheteria e opinião crítica de tais longas. A ideia é celebrar estes fiascos em sua totalidade, visando uma nova oportunidade a estas produções – que nem todos podem conhecer. Desta forma, vem com a gente lembrar destas obras ambiciosas, cujo resultado, ao menos na época, deixou a desejar. Estes são os Grandes Flops do Cinema que Completam 32 Anos em 2022.

A Fogueira das Vaidades

Começamos a lista com o que é provavelmente o maior fracasso do cinema de 32 anos atrás. E não apenas isso, A Fogueira das Vaidades pode ser considerado um dos maiores fracassos dos anos 1990, e quem sabe da história do cinema. Além disso se tornou uma verdadeira aula de como NÃO adaptar um livro de tremendo sucesso ao cinema. Baseado no best-seller de Tom Wolfe, o filme logo se tornou um baita investimento da Warner, que almejava levar para as telonas em grande estilo a história sobre um magnata e sua amante que atropelam um sem-teto e fogem sem prestar socorro, vendo sua vida de alta classe social ser virada do avesso graças a investigação de jornalista alcoólatra desacreditado.

Dá para ver por esta premissa que um suculento tema sobre luta de classes pode ser espremido daí – algo que não é novidade em Hollywood. A narrativa da obra literária, apesar do assunto trágico e sério, é levado na base da acidez e ironia, acrescentando muitas camadas ao texto. Para a empreitada, o estúdio tirou de seus cofres US$50 milhões para o orçamento e contratou para o comando o veterano prestigiado Brian De Palma – recém saído dos sucessos de Os Intocáveis e Pecados de Guerra, aderindo assim à sua primeira comédia.

Na frente das telas, um verdadeiro time de peso: Tom Hanks, Melanie Griffith e Bruce Willis dividindo as telas pela primeira vez. Além de uma ponta de Morgan Freeman. Uma das maiores críticas que o filme recebeu foi sobre a escalação equivocada de Willis para o papel do jornalista, e seu trabalho ligado no automático. Conclusão: o alto investimento viu o retorno de apenas minguados US$15 milhões em bilheteria, além de um verdadeiro massacre por parte da crítica.

 

Gremlins 2

Falando em continuações cujo resultado ficou bem aquém do original e do esperado em si, aqui temos a sequência de outra fantasia juvenil saída diretamente de 1984. Esta, com leves toques de terror. Gremlins, com produção de Steven Speilberg, roteiro de Chris Columbus (Esqueceram de Mim) e direção de Joe Dante (Meus Vizinhos São um Terror), entraria para a história como um dos filmes mais queridos e famosos dos anos 1980. Outra vez a Warner demorava para arquitetar a continuação, talvez esperando o roteiro certo. Com o mesmo time na frente e atrás das câmeras, Gremlins 2 sairia seis anos depois, abrindo a década de 1990.

A verdade é que alguns filmes, por mais queridos que sejam, terminam de uma forma que se torna um verdadeiro quebra-cabeça para os roteiristas bolarem uma continuação. Isso mostra que no passado, um longa tinha começo, meio e fim, sem a preocupação de planejar com antecedência uma segunda parte. Por mais louvável que fosse, o fato igualmente terminava colocando os envolvidos, muitas vezes, num beco sem saída, a fim de não deixar transparecer que a opção de continuar uma história era meramente financeira – o que em muitos casos é a mais pura verdade. E Gremlins foi um destes casos onde o “The End” significou o fim mesmo.

Ou será? Já que, um tempinho depois, tiraram da cartola um retorno para o fofucho Gizmo e seus irmãozinhos endiabrados que se transformam em monstrinhos escamosos. A opção para esta sequência foi mover a trama para Nova York, mas como filmar lá é caro, a ação se desenrola toda dentro de um prédio altamente hi-tech. Com um orçamento inflado de US$50 milhões, Gremlins 2 não conseguiu sequer se pagar, arrecadando US$41 milhões. O que colocou um ponto final na cultuada franquia. Desde então boatos sobre um terceiro filme circulam e agora podem estar de fato ganhando vida. Gremlins e Goonies são dois dos filmes que os fãs dos anos 1980 mais querem ver continuações atuais.

A História Sem Fim 2

Por mais difícil que seja acreditar, a continuação da querida fantasia alemã foi um fracasso. E sim, eu disse alemã – por mais que seja falada em inglês e tenha atores americanos, o primeiro A História Sem Fim (1984) é uma produção da Alemanha, país de onde saiu o roteirista e diretor do longa Wolfgang Petersen. Mas a verdade é que apenas o filme original é visto e guardado com carinho pelos fãs. E bem que deveriam mesmo, já que é um marco para o cinema de fantasia infantil – reverenciado ainda hoje, como na série Stranger Things, da Netflix. O longa original, com um orçamento de US$27 milhões, arrecadou US$100 milhões mundialmente, se tornando um fenômeno para a época.

Querendo capitalizar no sucesso, mas esperando consideráveis seis anos para tirar a ideia do papel, a Warner (que já havia coproduzido o primeiro e o distribuído na América) confeccionou uma sequência, lançada há exatos 32 anos. Um dos detalhes mais notados pelos fãs foi a mudança do elenco principal, em especial do menino protagonista Bastian e o aventureiro mirim Atreyu – ambos reescalados.

Quase uma refilmagem do original, a continuação custou ainda mais caro para o estúdio, com um orçamento de US$36 milhões. A arrecadação, no entanto, se mostraria insatisfatória com o retorno de apenas US$17 milhões nos EUA. Devido ao sucesso de sua mitologia e sua carreira internacional, a franquia seguiu para um terceira parte (1994), novamente trocando os atores, uma série em animação (1995) e uma série em live-action (2001).

 

Rocky V

Calma, por aqui também amamos a franquia Rocky. Mas mesmo dentre os fãs e aficionados, o quinto episódio é considerado o mais problemático e deslocado. De fato, até o próprio criador da franquia Sylvester Stallone confessa o erro que foi este Rocky V. O gosto amargo do filme deixou o ator inquieto por dezesseis anos, até tirar da cartola Rocky Balboa (2006) – simplesmente para poder ter um “encerramento” adequado para a franquia. A tentativa de voltar às origens aqui se mostrou um tiro no pé, com Rocky de volta ao seu velho bairro depois de ter perdido tudo. Mas o pior é a trama em si.

No quinto filme, Rocky não sobe aos ringues (coisa que poderia muito bem fazer, já que voltaria para lutar com tudo dezesseis anos depois)! A opção por uma “história mais humana”, mostra o protagonista treinando um novo talento promissor, a quem acolhe como um pupilo, enquanto renega o próprio filho e seus problemas. No entanto, seu lutador protegido irá se mostrar fraco de caráter, o traindo. O clímax ocorre com os dois saindo no braço no meio da rua, numa briga sem regras.

O fato faz de Rocky V o ponto fora da curva da franquia. Fracasso de crítica, o longa sequer se pagou em território norte-americano, custando US$42 milhões e arrecadando US$40 milhões. Graças ao mercado internacional, Rocky V conseguiu escapar por completo do desastre, retornando uma boa bilheteria mundial. Mas se levarmos em conta o desempenho do antecessor Rocky IV, que se tornou a segunda maior bilheteria de cinco anos antes, com absurdos US$300 milhões mundiais, e US$130 milhões só nos EUA, fica ainda mais evidente o mau desempenho deste sucessor.

Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus

Por mais que A História Sem Fim e Gremlins tenham demorado a gerar continuações, nada se compara a esta animação da Disney – que criou uma lacuna geracional entre seus fãs. Afinal, qual criança ou adolescente em 1990 lembraria do sucesso Bernardo e Bianca, lançado em… 1977? A dupla que dá nome ao título são dois camundongos parte de uma agência de investigação e resgate, cuja última missão é encontrar uma garotinha sequestrada por caçadores. O filme, que teve US$7.5 milhões de orçamento, arrecadou US$71.2 milhões em bilheteria, algo muito impressionante.

Apesar do sucesso, na época a Disney não era essa máquina de gerar franquias e continuações que é hoje, acreditando muito mais em histórias originais. Pula para 1990, uma época que, como dito, viu uma enxurrada de continuações ser lançadas. Seguindo de perto a tendência, o estúdio do Mickey resolveu dançar conforme a música e orquestrar o retorno de dois outros ratinhos famosos de seu acervo. O problema? Talvez tenham esperado demais, já que a volta de Bernardo e Bianca demorou nada menos que treze anos. Desta vez, a ideia foi leva-los para a Austrália, onde um caso envolvendo um menino desparecido e uma rara águia dourada na mira de caçadores os aguardava. Com um orçamento de US$30 milhões, a animação sequer se pagou, rendendo em bilheteria US$27 milhões. O fato fez do filme uma das produções animadas da Disney mais obscuras de seu acervo.

 

O Predador 2

Mais uma segunda parte estreava nos cinemas há trinta anos. E não será a última da lista. 1990 foi um dos anos com mais continuações na história do cinema, e você achando que era coisa de agora. O Predador (1987), veículo de ação para Arnold Schwarzenegger, embora detonado pela crítica, ganhou ares de cult e fez uma bilheteria decente – com um orçamento de US$15 milhões, recuperando para FOX US$98 milhões mundiais. A premissa era simples: quem enfrentará agora o musculoso protagonista, que já havia descartado tudo quanto era inimigo em seus filmes que exalavam testosterona? E foi assim que algum roteirista teve a ideia de coloca-lo para se digladiar com uma criatura vinda de outro planeta.

Nos anos 1980, filmes com criaturas faziam muito sucesso, com técnicos em efeitos e maquiadores se esbaldando em concretizar alguns personagens que se tornariam icônicos, entrando para sempre no imaginário popular dos fãs e para a história do cinema. Assim, o alienígena humanoide com cara de crustáceo era uma figura interessante demais em seu design para simplesmente desaparecer após um único filme. Ainda mais quando esse filme se mostrou um sucesso. Três anos depois, os executivos da FOX finalmente o tiravam da gaveta para mais uma caçada na Terra.

Porém, se deparavam com o primeiro grande empasse. Schwarzenegger tinha peixes maiores para fritar (como O Exterminador do Futuro 2) e se recusou a voltar. A solução foi mover a ação para uma selva diferente (a Los Angeles do “futuro” de 1997) e escalar Danny Glover (saído do sucesso de dois Máquina Mortífera) para viver o durão e escaldado detetive Harrigan. Embora não tenha o apelo do primeiro, O Predador 2: A Caçada Continua tem seus atrativos e pode ser considerada uma obra subestimada.

Com um orçamento três vezes maior que o original, o filme não se pagou nos EUA, arrecadando apenas US$30 milhões. A salvação do longa foi o mercado internacional, onde juntou outros US$30 milhões, mesmo assim ficando abaixo do esperado. Ah sim, se tornando também uma franquia da qual ninguém sabe o que fazer, já que ao menos outras três investidas – Alien vs. Predador (2004), Predadores (2010) e O Predador (2018) – deram com os burros n’água.

Air America – Loucos Pelo Perigo

Com franquias como Mad Max e Máquina Mortífera em seu currículo, a carreira de Mel Gibson ia de vento em popa. Justamente no período, o ator australiano era alçado ao status de astro de Hollywood, com cada projeto tocado por ele se transformando em ouro imediato. Por outro lado, seu colega mais jovem Robert Downey Jr saía de uma leva de produções adolescentes, onde ele acumulou muito reconhecimento, e agora estava pronto para alçar voos mais altos (com o perdão do trocadilho). A união da dupla era por si só um evento, já que eram dois dos atores mais quentes da época, vindos de gerações diferentes.

E o projeto escolhido para protagonizar juntos foi a adaptação do livro de Christopher Robbins sobre audaciosos pilotos de helicóptero realizando entregas durante a Guerra do Vietnã. A produção ficou a cargo da extinta Carolco, com distribuição da Columbia / Sony. Mesmo com a diversão de termos Gibson e Downey Jr em cena, o filme rendeu abaixo do esperado para o estúdio – já que o público, a este ponto, talvez estivesse cansado de obras sobre o tema (a Guerra do Vietnã havia sido abordada consecutivamente em sucessos como Platoon, Nascido para Matar, Pecados de Guerra e Nascido em 4 de Julho, por exemplo, há pouco tempo). Com um orçamento de US$35 milhões, Air America rendeu US$31 milhões, e mais US$2 milhões internacionalmente, ainda assim sequer se pagando.

Graffiti Bridge

Voltando ao tópico das continuações, não são apenas os filmes de ação, fantasia, terror e animação que geram sequências, dramas musicais igualmente podem render uma franquia. Ou ao menos tentar. O mais curioso de algumas segundas partes de obras não é o fato de serem inferiores aos seus originais, ou sequer não atingir o resultado esperado, mas sim cair tão profundamente na obscuridade, que nem ao menos tomamos conhecimento que tais longas existem. Afinal, você já tinha ouvido falar na continuação de O Mágico de OZ, criada pela própria Disney, ou do cult máximo do cinema noir detetivesco Chinatown? Pois bem, mas saibam que elas existem, basta procurar na internet.

Exatamente no mesmo quesito podemos encontrar a continuação de Purple Rain, coincidentemente lançado seis anos antes de sua sequência – deu pra sentir uma temática aqui, certo? Mas antes, vamos responder à pergunta dos mais novos, que neste momento devem estar comentando: “que diabos é Purple Rain”? Bem, alguns podem até se lembrar da canção de mesmo nome do artista multifacetado e saudoso Prince. Pois a música foi criada pelo cantor para ser o carro-chefe de uma produção cinematográfica de mesmo nome, que fez grande sucesso e vendeu muitos discos de sua trilha sonora. No filme, Prince conta meio que a história de sua vida, como um aspirante a músico vindo de um lar abusivo, que precisa enfrentar o pai, e os desafios para se tornar um astro do rock. Com um orçamento de US$7 milhões, o musical dramático rendeu dez vezes mais, retornando aos cofres da Warner US$70 milhões.

Se deixando dominar por puro ego, como lhe era familiar segundo relatos, Prince não apenas protagoniza, como assina o roteiro e a direção desta dita “sequência não oficial”. Apesar de tal definição, o músico retorna na pele do personagem The Kid, desta vez um pouco mais velho e bem sucedido, dono de um clube noturno – que continua precisando lidar com problemas relacionados ao submundo do crime em sua cidade. Novamente lançado pela Warner, e contando com um disco de mesmo nome ligado ao projeto (que igualmente fez menos sucesso do que o anterior), Graffiti Bridge, o projeto de vaidade de Prince, fez uso de um orçamento mais reduzido em relação ao original, com US$2.4 milhões gastos. Porém, viu retornar igualmente menos dinheiro, apenas conseguindo se pagar com uma bilheteria de US$4.5 milhões – bem abaixo do que era esperado. Quem sabe foi a falta de sua musa Apollonia que lhe trouxe azar?

A Árvore da Maldição

O Exorcista (1973) é considerado por muitos um dos melhores filmes de terror da história do cinema, constantemente citado em listas de especialistas. O sucesso foi tanto que, além de indicações ao Oscar (inclusive de melhor filme, sabia desta?), a produção gerou quatro continuações (com o quarto filme sendo dividido em duas obras de diretores diferentes) e uma série de TV de sucesso. Ou seja, é prestígio para ninguém botar defeito.

Grande parte do sucesso de O Exorcista se deve ao seu diretor, William Friedkin – que igualmente foi indicado ao Oscar na categoria de direção pelo longa. Sendo assim, era somente natural que o retorno do cineasta ao gênero que o consagrou fosse extremamente aguardado. E ele ocorreria 17 anos após ter comandado O Exorcista, com este A Árvore da Maldição. Igualmente baseado num livro, desta vez escrito por Dan Greenburg, a obra fala sobre ocultismo, magia negra, sacrifícios e deuses druidas da natureza.

Na trama, um casal jovem pais de um bebê contratam uma babá para cuidar de sua pequena cria recém-nascida, somente para descobrir que a mulher faz parte de uma sociedade secreta, no melhor estilo A Profecia (1976), que planeja sacrificar a criança para uma árvore-demônio. Detonado pelos críticos, o longa, que teve bastidores problemáticos, subitamente se tornou um “filme maldito” na carreira de Friedkin e dos envolvidos, sobre o qual o cineasta se recusa a falar. Tanto que o diretor utilizou o infame pseudônimo de Alan Von Smithee em uma versão do filme editado para a TV a cabo (e pensar que Sam Raimi, o diretor originalmente vinculado ao projeto, se livrou de uma boa). Embora o orçamento do longa não seja divulgado pela Universal, o filme foi considerado um fracasso financeiro, arrecadando US$17 milhões.

 

Duck Tales – O Filme

Quem ouve falar da Disney hoje, uma mega corporação dona de propriedades como a Fox, a saga Star Wars, a Pixar e a Marvel, só pensa em monopólio e em domínio mundial. A geração atual pode até achar que a entidade multibilionária é perfeita e sem defeitos. Mas estes mesmos não imaginam o perrengue que o estúdio já passou, e para isso nem precisamos voltar muito no tempo, 32 anos no passado já está bom. No mesmo ano do fiasco Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus, a Disney lançava outra produção animada que visava cair no gosto dos pequenos, se tornando o novo fenômeno popular, mas tudo que viu foi despesas e dor de cabeça – já que as crianças da época só queriam saber de Batman e das Tartarugas Ninja: então dois sucessos recentes.

Aqui, falamos de Duck Tales – O Filme, adaptação para as telonas de um famoso desenho animado da casa. Duck Tales: Os Caçadores de Aventuras deu protagonismo nas telinhas pela primeira vez para o avarento Tio Patinhas, o tio ricaço, mas pão duro, do Pato Donald, e seus três sobrinhos: Huguinho, Zezinho e Luizinho (Hewey, Dewey e Louie). O seriado foi uma febre, e durou de 1987 a 1990 – terminando bem na época do lançamento de sua primeira versão em longa-metragem. No cinema, com ares de Indiana Jones, no entanto, ninguém quis pagar para ver os personagens. Apesar das críticas na maioria positivas, a animação não fez o barulho esperado pelo estúdio e mesmo com uma bilheteria de US$18 milhões, gerou um prejuízo de US$2 milhões para a Disney. Mas nem tudo está perdido, já que uma nova série animada com os personagens de Duck Tales foi lançada em 2017, e ainda está no ar.

Bônus: Dick Tracy

Tudo bem, esta adaptação dos famosos quadrinhos de Chester Gould capitaneada por Warrern Beatty (que produziu, dirigiu e estrelou o filme) está anos luz dos fracassos discorridos acima. Mas a verdade é que com o investimento que Dick Tracy recebeu, esperava-se que seu desempenho com o público fosse bem melhor. Com quase US$50 milhões em seu orçamento, a Disney viu o retorno do dobro nas bilheterias norte-americanas, e mais US$62 milhões internacionalmente, totalizando US$162 milhões.

É preciso lembrar que Dick Tracy foi levado às telonas para ser a resposta da Disney para Batman, da Warner, lançado no ano anterior. As semelhanças entre os blockbusters são muitas, incluindo uma direção de arte chamativa, grandes nomes no elenco (em especial interpretando os vilões – com Jack Nicholson em Batman, e Al Pacino em Dick Tracy) e a trilha sonora de Danny Elfman – que trabalhou em ambos os filmes. Batman provou (novamente, após Superman – O Filme) que filmes baseados em quadrinhos poderiam ser uma ideia extremamente rentável, e a Disney quis sua fatia desta torta. Até mesmo um disco com músicas de um artista sensação do pop foram equivalentes para as produções, com Prince em Batman e Madonna (igualmente na frente das câmeras, no papel da corista Breathless Mahoney) em Dick Tracy. O que não fizeram igual foi a bilheteria, já que Batman deixou Tracy e Beatty comendo poeira – com um orçamento de US$35 milhões, arrecadou US$251 milhões somente nos EUA, e US$411 milhões mundiais, elevando os blockbusters a outro patamar.

Versão TERROR de ‘O Grinch’ ganha data de estreia; Confira o cartaz!

O terror ‘The Mean One‘, slasher que vai trazer uma versão assassina do Grinch, finalmente ganhou data de estreia.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 9 de dezembro.

Confira o primeiro cartaz oficial:

Nesta paródia audaciosa, seguimos uma maligna criatura de pele verde, vestida como o Papai Noel, que odeia a temporada natalina. A jovem Cindy, cujos pais foram brutalmente assassinados pelo Grinch há 20 anos, retorna para sua cidade natal em buscar de um encerramento para esse trauma… mas acaba descobrindo que a fúria assassina do Grinch ainda está bastante viva.

Steven LaMorte é responsável pela direção.

O elenco conta com David Howard Thornton, Krystle Martin, Chase Mullins, John Bigham, Erik Baker, Flip Kobler e Amy Schumacher.

Vilão é REVELADO em novas imagens de ‘Transformers 7’

Transformers: O Despertar das Feras‘ (Transformers – Rise of the beasts), novo filme da franquia bilionária, ganhou novas imagens de colecionáveis.

Elas revelam o visual do Battletrap, que será um dos Terrorcons no reboot.

A Paramount Pictures agendou o filme para o dia 8 de Junho de 2023.

O filme teve seu primeiro banner divulgado recentemente no evento Ignite da Hasbro para investidores. A imagem mostra o título do filme em primeiro plano e um antigo símbolo circular ao fundo cercado por vegetação verde, dando à franquia um visual mais primitivo do que antes.

Os símbolos podem sugerir as Feras que aparecerão no filme. Existem representações de figuras que lembram Optimus Primal, Rhinox, Airazor e Scorponok.

Confira a arte, divulgada pelo Movie Web:

Transformers: O Despertar das Feras‘ será o primeiro filme de uma nova trilogia e se passará em 1994, mostrando dois humanos do Brooklyn que entram em um antigo conflito que se relaciona com três facções de Transformers. O filme será dirigido por Steven Caple Jr.

“Queríamos dar ao público muitas novidades. Nós esgotamos, eu diria, a batalha entre os Autobots e os Decepticons. Então encontramos um novo conjunto de vilões e prioridades, salvar o mundo é deixado para os Autobots e, neste caso, os Maximals. Parte das novidades, se você já viu os outros filmes, você verá vilões que nunca viu antes e muitos elementos que nunca fizemos antes.”, explicou o produtor Lorenzo di Bonaventura

As filmagens já foram encerradas no Peru.

Confira a sinopse e fotos:

Voltando à ação e ao espetáculo que capturou pela primeira vez os espectadores ao redor do mundo 14 anos atrás com o ‘Transformers‘ original, ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ levará o público à uma aventura pelo mundo, ambientada nos anos 90, e apresentará os Maximals, Predacons e Terrorcons à batalha existente na Terra entre Autobots e Decepticons.

O grande vilão será o Scourge, que incorpora pedaços de Transformers derrotados em seu corpo. Também teremos o Optimus Primal, o gorila líder dos Maximals, confidente de Optimus Prime.   

A história se passará em Machu Picchu, no Peru, na América do Sul e nos Estados Unidos.

 

Anthony Ramos (‘Em um Bairro de Nova York’) e Dominique Fishback (‘Judas e o Messias Negro’) são os astros do próximo filme da franquia, que teve roteiro escrito por Joby Harold (‘Rei Arthur: A Lenda da Espada’).   

Lançada em 2007, a saga cinematográfica Transformers sempre teve performance considerável nas bilheterias, apesar das duras críticas negativas à grande parte dos filmes. Dirigida por Michael Bay, os cinco primeiros capítulos arrecadaram mais de US$4,3 bilhões, enquanto o spin-off Bumblebee, comandado por Travis Knight, conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou quase US$469 milhões.

Ator de ‘Homem-Aranha’ NÃO SABE se vai retornar no futuro da franquia

Recentemente, fontes revelaram que Tom Holland já assinou um novo contrato com a Marvel Studios e a Sony Pictures para seu retorno como Homem-Aranha em novos filmes da franquia no MCU.

No entanto, ainda não há relatos sobre a participação do restante do elenco nos próximos filmes do herói.

Como é o caso de Tony Revolori, que interpretou Flash Thompson, que passou a última trilogia do Cabeça de Teia fazendo bullying com Peter Parker.

Em entrevista para o Comic Bookele foi questionado sobre um possível retorno, ao que ele respondeu:

“Não tenho certeza. Essa é uma questão para os poderes constituídos. Espero fazer parte disso. Eu adoraria reprisar o papel de qualquer maneira, então estou deixando isso bem claro, que estaria disposto continuar.”

Vale lembrar que Revolori compõe o elenco de ‘Willow‘, vindoura série da Disney inspirada no clássico filme da Lucasfilm, e também estará no elenco do próximo filme da franquia ‘Pânico‘.

Anteriormente, o jornalista Alex Perez, do The Cosmic Circus, revelou que a Marvel e a Sony planejam ‘Homem-Aranha 4‘ para julho de 2024, então as filmagens teriam que começar no início de 2023.

Se a data se confirmar, o filme fará parte da Fase 5 do MCU  – que terá filmes como ‘Capitão América: Nova Ordem Mundial‘ e ‘Deadpool 3‘.

Há alguns meses, a produtora da Sony, Amy Pascal conversou com o The New York Times e disse que o próximo filme do Cabeça de Teia não deve ser focado no “espetáculo” e na adição de grandiosos personagens, como acontece em ‘Sem Volta Para Casa‘.

Em vez disso, o vindouro longa terá como pilares a qualidade e a emoção.

“Nem todo filme do Homem-Aranha terá uma multidão de personagens. Essa abordagem adequada para este filme, mas não podemos esperar isso em todos os outros. Você não pode pensar em se superar em termos de espetáculo. Caso contrário, os filmes ficam cada vez maiores sem motivo e isso não gera bons resultados. O que queremos é superar questões de qualidade e emoção.”

Ela também disse que o principal objetivo do estúdio é explorar o fim da adolescência de Peter Parker e como ele vai lidar com as consequências de ‘Sem Volta Para Casa‘.

“O que Kevin [Feige] e eu não queremos perder de vista é que Peter Parker é um garoto normal. Agora ele está órfão. Como ele vai lidar com isso no fim de sua adolescência? Tudo em sua vida está em alta e o que acontece aqui e agora importa mais do que tudo. Ele está sendo movido pela bondade e pela culpa, se esforçando por uma causa maior e é difamado pela pela imprensa. É muita coisa para lidar ao mesmo tempo e há muito potencial nisso.”

Lembrando que Pascal já revelou que a Sony e a Marvel estão desenvolvendo uma nova trilogia do herói com o retorno de Tom Holland no papel principal.

Você está ansioso para o filme?

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

‘The Last of Us’ ganha cartaz NACIONAL

Depois da 1ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ ter sido finalizada, a HBO lança os holofotes da plataforma agora para a série ‘The Last of Us‘, que ganhou seu cartaz NACIONAL referenciando a capa clássica do game que saiu no PlayStation 3.

A produção será lançada no dia 15 de janeiro na plataforma HBO Max. Confira abaixo o novo pôster:

HBO revelou recentemente que fará um painel especial da vindoura e ambiciosa série The Last of Us na CCXP 2022, que acontece entre os dias 01 e 04 de dezembro em São Paulo.

Agora, a companhia confirmou a presença dos astros Pedro PascalBella Ramsey (que interpretam Joel e Ellie, respectivamente, na produção), bem como de Gabriel Luna (Tommy Miller), Merle Dandridge (Marlene) e os co-criadores e produtores executivos do show, Neil DruckmannCraig Mazin.

O painel acontecerá no dia 03 de dezembro, às 17h, na Arena Thunder by Cinemark.

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda contará com Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Por que ‘1899’ é um dos projetos mais GENIAIS dos últimos anos no universo das séries?

A nossa realidade está dentro da nossa mente. Explorando conceitos filosóficos, bebendo um pouco da fonte de Alice no País das Maravilhas e esbarrando em reflexões vistas no filme A Origem, dentro de uma busca pelo que seriam as falhas da natureza humana, todas as escolhas que de alguma forma são dominadas pelas emoções, 1899 é um seriado imprevisível, usa dos infinitos caminhos da fantasia para trazer à tona debates sobre a mente, o medo, a desconfiança, o inusitado, a fé, o sonho, o pesadelo, a perda, a dor, as escolhas.

Mas qual seria o contexto, os motivos, para tudo que assistimos? Realidade? Simulação? O quebra-cabeça criado pela dupla Baran bo Odar e Jantje Friese (mesmos criadores do sucesso Dark) é instigante, aguçando nossa curiosidade a todo instante. Uma curiosidade bem legal, um dos episódios tem uma mão brasileira, no capítulo cinco, a roteirista Juliana Lima Dehne assina o roteiro ao lado de Jantje Friese.

Abaixo, tentaremos explicar os motivos de1899ser um dos projetos mais geniais dos últimos anos no universo das séries:

 

Uma trama imprevisível

Na complexa história, conhecemos um grupo de pessoas que compram uma passagem de navio saindo de um país da Europa para os Estados Unidos. Nesse grupo de pessoas, de diversos países diferentes, estão, entre outros: Maura (Emily Beecham), Ling Yi (Isabella Wei), Krester (Lucas Lynggaard Tønnesen), Eyk (Andreas Pietschmann), Ángel (Miguel Bernardeau) Ramiro (José Pimentão), Jérome (Yann Gael), Clémence (Mathilde Ollivier), Lucien (Jonas Bloquet) Sra. Wilson (Rosalie Craig), Olek (Maciej Musial), Tove (Clara Rosager), Franz (Isaak Dentler). Parece que esses personagens, que se tornam os principais da história, possuem um elo que são os fortes traumas que viveram em um passado nem tão distante. Ao longo do trajeto dessa viagem, muitas coisas estranhas começam a acontecer e decisões sobre o que fazer colocará todos eles em risco.

 

A comunicação é uma das variáveis mais importantes nessa instigante obra

Existem muitos caminhos para análise dessa primeira temporada de oito impactantes episódios. Como caminhar pelos mistérios sem conseguir entender muitas vezes o que alguém que você precisa quer dizer? Algumas cenas podem até ser um pouco forçadas mas a ideia caminha no como superar essa dificuldade de comunicação. Nada é tão simples por aqui, sabe-se aos poucos que alguns personagens estão dentro de um contexto maior do que imaginam, como se portas para suas lembranças fossem acessadas, até mesmo uma memória falsa algo que pode suprimir a dor. Nessa questão, 1899 encosta muito próximo nos conceitos sobre memórias e sonhos aplicados por Christopher Nolan em A Origem.

 

Estímulos do cérebro causados por realidade ou por conceito?

Há uma indicação para ser um duelo entre o bem e o mal? A fé se torna epicentro de debates profundos. As escolhas que se seguem pelo caminho algumas dominadas por um conservadorismo cedo de alguns, confrontos contra a própria fé, até mesmo as escolhas daqueles que usaram a fé com ferramenta de fuga de situações passadas. Ao mesmo tempo nos deparamos com mais uma imersão de Baran Bo Odar e Jantje Friese pelo Loop infinito (conceito já visto em Dark), isso até é algo óbvio já que o símbolo que domina muitas imagens é um triângulo, uma forma geométrica de começo, meio e fim.

 

Uma Fonte Inesgotável de Criatividade e as portas abertas para respostas de lacunas não preenchidas

Pausas no tempo, teletransporte, controles remotos, besouros que abrem portas, observações da natureza humana ao estilo Big Brother, há uma fonte inesgotável de criatividade dentro de toda narrativa onde enxergamos traços de conceitos do clássico livro de Lewis Carroll, Alice no País das Maravilhas. Aqui nesse link entre a realidade e aberturas de portas para um mundo difícil de entender nos deparamos com reflexões sobre razões de funções correlacionadas consciente e o inconsciente. 1899 deixa muitas lacunas abertas sobre o que veremos nas próximas temporadas com um desfecho que beira ao inacreditável. Baran bo Odar e Jantje Friese se consolidam mais uma vez como duas das mentes mais criativas do universo do entretenimento audiovisual contemporâneo.

‘Pantera Negra 2’: Tenoch Huerta brinca sobre suposta redução em seu ‘volume’ nos shorts

Quando o trailer de Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ foi divulgado, muitos fãs repararam no volume robusto no shorts do Namor, vivido por Tenoch Huerta .

Porém, o “volume” foi supostamente reduzido pela equipe de efeitos visuais quando o filme chegou aos cinemas, o que gerou um alarde entre os fãs.

Em entrevista para a Rolling StoneHuerta foi questionado sobre o assunto e encarou toda a situação com humor, revelando que:

“A única coisa que posso dizer é: A foto da direita é a original. Sem esse [volume]! Essa é a original. Quero dizer, não vou mentir para as pessoas. Todos os homens do mundo, nós temos a masculinidade frágil, mas não tenho problema. Eu direi aqui e agora, a foto verdadeira é essa [sem o volume].”

Nas redes sociais, os fãs piraram com a suposta alteração antes de Huerta desmentir as montagens.

Confira as reações:

Assista as entrevistas e siga o CinePOP no YouTube:

 

Vale lembrar que ‘Pantera Negra 2‘ está em exibição nos cinemas.

Diretor de ‘Os Últimos Jedi’ fala sobre retorno à ‘Star Wars’

O cineasta Rian Johnson, em uma entrevista recente que concedeu à Variety, falou sobre um possível retorno ao universo ‘Star Wars’, após ter comandado o ótimo ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘. E acabou sendo bem esperançoso quanto a isso.

Johnson disse que ainda tem esperança de retornar ao universo Star Wars algum dia, ressaltando que dirigir um longa da franquia foi o ponto alto de sua vida como diretor.

“Fazer Star Wars foi o ponto alto da minha vida e ainda assim, rezo a Deus para voltar lá algum dia”, contou Johnson.

Ele disse que havia sido confirmado para realizar uma trilogia em “um canto da galáxia Star Wars nunca antes explorado”, mas desde então tem se dedicado aos filmes de espionagem da franquia ‘Knives Out‘. Só nos resta aguardar.

Na obra, a tranquila e solitária vida de Luke Skywalker sofre uma reviravolta quando ele conhece Rey, uma jovem que mostra fortes sinais da Força. O desejo dela de aprender o estilo dos Jedi força Luke a tomar uma decisão que mudará sua vida para sempre. Enquanto isso, Kylo Ren e o General Hux lideram a Primeira Ordem para um ataque total contra Leia e a Resistência pela supremacia da galáxia.

‘Duna: A Irmandade’: Começam as gravações da série derivada!

Segundo o ComicBook.com, as gravações de Duna: A Irmandade’ (Dune: The Sisterhood), série derivada da adaptação de Denis Villeneuve, finalmente começaram.

As filmagens tiveram início no último dia 22 de novembro, trazendo o vencedor do Emmy Johan Renck no comando dos dois primeiros episódios.

Emily WatsonShirley Henderson e Indira Varma estrelam a produção. Travis Fimmel (‘Vikings’), Sarah-Sofie Boussnina (‘A Colônia’), Shalom Brune-Franklin (‘O Turista’), Faoileann Cunningham (‘O Homem do Norte’), Aoife Hinds (‘Normal People’) e Chloe Lea (‘Foundation’) também fazem parte do elenco.

Diane Ademu-John entra como criadora, roteirista, co-showrunner e produtora executiva, enquanto Alison Schapker também será co-showrunner e produtora executiva. O vencedor do Emmy Johan Renck irá dirigir os dois primeiros episódios.

A história de ‘Duna: A Irmandade‘ se passa 10 mil anos antes dos eventos do filme, abordando duas irmãs Harkonnen entre os perigos e disputas políticas da saga espacial. A origem da irmandade Bene Gesserit também será explorada.

Por enquanto, a série ainda não tem previsão de lançamento.

Lembrando que o primeiro filme, que já tem a sequência confirmada, está disponível no catálogo da HBO Max!

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?