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Emily Blunt revela que está “CANSADA” de fazer um tipo de papel

A estrela de ‘Um Lugar Silencioso 2’, Emily Blunt, confessa que já está se cansando de viver o mesmo tipo de papel. Em uma entrevista ao The Telegraph, Blunt disse que tem tentado evitar trabalhar na pele de personagens descritas como “forte liderança feminina“, devido a todo desgaste que passa.

A atriz continua dizendo que esse tipo de papel exige que se fique agindo de forma dura o tempo todo, e tenha que falar coisas difíceis, que ela tem tentado evitar comentar a respeito.

“É a pior coisa de todos os tempos quando você abre um roteiro, e lê as palavras ‘forte liderança feminina’. Isso me faz revirar os olhos. Já estou fora, estou entediada. Esses papéis são escritos de forma incrivelmente estoica, você passa o tempo todo agindo de forma dura e dizendo coisas difíceis”, contou Blunt.

Vale lembrar que ‘Um Lugar Silencioso 3‘ já foi CONFIRMADO, com previsão de lançamento para 2025.

Assista nossa crítica do filme:

Dominique Thorne fala dos “sábios conselhos” que ganhou de Robert Downey Jr. para ‘Coração de Ferro’

Riri, a sucessora de Tony Stark (Robert Downey Jr.), é um estudante de engenharia com inteligência acima da média. Ela desenvolve um detector de vibranium como parte de um projeto que ela acreditava ser acadêmico, mas na verdade é destinado à CIA, e esse é o pontapé da trama de ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘.

E não é só Riri tem o dom de fabricar máquinas que ninguém mais consegue, como também a criação de trajes tecnologicamente avançados e conserto de carros antigos, assim como Stark. Mesmo que Riri não tenha uma conexão direta com Tony, ela está seguindo seus passos ao se tornar a Coração de Ferro. Robert Downey Jr. entrou em contato com a atriz durante a produção do filme.

“Eu não consegui falar com RDJ antes de começarmos a filmar [Wakanda Para Sempre] ou algo assim, mas logo na conclusão do filme, eu realmente tive a chance de falar com ele através do FaceTime. Um colega de elenco em Coração de Ferro fez uma série com ele e nos conectou, e ele tinha algumas palavras bonitas para dizer sobre o quanto ele acredita que Riri Williams é e deve sempre ser ela mesma, sua própria pessoa. Que este legado está indo na direção certa e todas as belas coisas encorajadoras que você espera ouvir do próprio Homem de Ferro”, disse Dominique Thorne ao ScreenRant.

A trama de Riri no MCU até agora parece se desviar um pouco dos quadrinhos, onde ela fez engenharia reversa de um traje do Homem de Ferro e mais tarde recebeu a aprovação do próprio Tony para se tornar uma super-heroína. Teremos que esperar para ver se Tony será ressuscitado por meio de Inteligência Artificial, como nos quadrinhos, quando a série ‘Coração de Ferro‘ finalmente chegar ao Disney+ em 2023.

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James Gunn pergunta aos fãs quais personagem eles querem ver nos próximos filmes do DCU

Agora que James Gunn e Peter Safran foram contratados como presidentes da DC Studios, a divisão está passando por uma reestruturação para trazer mais qualidades aos filmes, séries e animações baseados na editora de quadrinhos.

E Gunn já está entrando em contato com os fãs para descobrir quais personagens eles querem ver nos futuros filmes do estúdio.

Em uma publicação no Mastodon, o cineasta perguntou:

“Quais personagens da DC que ainda não tiveram seu próprio filme você mais quer ver na tela grande?”

Entre os comentários, seus seguidores sugeriram o Asa Noturna, Batman do Futuro, o Caçador de Marte, o Homem-Borracha e até mesmo a Poderosa clone da Supergirl.

Confira a publicação:

E aí, qual personagem da DC você gostaria de ver no cinema?

Na semana passada, o The Hollywood Reporter divulgou que Gunn e Safran já estão planejando os próximos 10 anos de produções para o cinema e para a TV.

Como os fãs já sabem, Gunn dirigiu recentemente ‘O Esquadrão Suicida‘ e a série derivada dedicada ao ‘Peacemaker‘.

Enquanto Safran vem produzindo diversos títulos da DC, comoAquamaneShazam!‘ e suas vindouras sequências.

Ao que parece, o presidente da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, quer que a dupla transforme a DC Studios em um setor tão assertivo quanto a Marvel Studios, liderada por Kevin Feige.

Através de um comunicado, Safran disse que a DC agora vai se concentrar em contar uma grande história, justificando o planejamento duradouro.

“Esta foi uma oportunidade única de contar uma grande história abrangente. Uma bela grande história em filmes, jogos, programas de televisão, tudo isso em live-action e animação.”

Gunn observou que:

“Esta é a oportunidade de tornar a DC tão boa quanto possível e como sempre deveria ser – essa é a razão pela qual estou fazendo este trabalho, porque sei que Peter e eu podemos fazer isso. Passamos os últimos dois dias com alguns dos melhores roteiristas da indústria começando a mapear esse plano de oito a 10 anos.”

Quando foi escolhido para dividir a presidência com Safran, Gunn agradeceu a Zaslav pela confiança e disse que está esperançoso sobre a visão do executivod para a DC Studios.

“Eu sei que você está fazendo tudo isso porque você ama esses personagens também, e você ama a possibilidade e a esperança que eles representam. Isso ficou claro para nós desde o início. Nós nunca teríamos considerado isso se não fosse esse o caso, então, obrigado.”

Vale lembrar que Gunn ainda estará ligado à Marvel Studios até o lançamento de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘.

Antes disso, o diretor vai lançar um especial de Natal da equipe.

Abaixo você confere o cartaz e o trailer do especial, que estreia em 25 de novembro, na Disney+:

Artigo | Irreverência, rebeldia e drama: relembrando o clássico ‘Maria Antonieta’

Essencialmente, Maria Antonieta é um filme que se finca muito à sua estética para prover uma quase satisfatória diversão ao público. Dirigido por Sofia Coppola, o drama é focado em uma das figuras histórias mais contraditórias da família real franco-austríaca – a qual empresta seu nome para o título – e sobre seu conturbado reinado como arquiduquesa da Áustria, porém fornecendo uma perspectiva completamente nova para a nobreza europeia, focando em um lado mais descontraído e romântico em detrimento de uma narrativa sólida. 

Estrelado por Kirsten Dunst, o terceiro filme de Coppola traz um tom um tanto quanto duvidoso e dúbio. Iniciando-se com um breve prólogo sobre a passagem da duquesa de suas raízes austríacas para um mundo completamente novo, a atmosfera aflitiva constantemente segue a personagem através de uma jornada crescente e perscrutada com obstáculos. Desde o começo da história, conseguimos identificar alguns traços de sua personalidade que serão definitivos ou para sua ruína, ou para sua ascendência e adoração por parte do povo: influenciada pelos trâmites de sua mãe, Maria Teresa, Antonieta emerge como um peão dentro de um jogo político perigoso e mortal, arquitetado como forma de recuperar a aliança entre duas nações inimigas – Áustria e França – ao casar-se com o delfim francês Luís XVI (Jason Schwartzman) e poder fornecer um fim aos conflitos bélicos. 

É claro que, considerando a época na qual o trama é ambientada, a protagonista não seria bem recebida por um povo acostumado a uma linhagem sangue-puro de repente enfrentando uma mudança em suas estruturas políticas que poderia ditar uma revolução sem precedentes. O interessante aqui não é exatamente como as cenas são conduzidas, visto que cada quadro pode ser previsto (o formulaico jogo do campo-contracampo), mas sim como as cores conversam tanto com os personagens quanto com os espectadores. Antonieta permanece grande parte do primeiro ato embebida em tons frios de azul, cinza e roxo, concomitantes à sua sensação ao cruzar as florestas nórdicas que separam os dois reinos. Quando chega a Versailles, a neutralidade da paleta continua, mas a ambiência mórbida toma conta dos grandes jardins do palácio, principalmente em se tratando do pré-julgamento feito pelos membros da corte à nova alteza. 

Ela não é vista com bons olhos; ao longo de seu reinado, ela foi acusada de perdulária e promíscua, influenciando o marido a favor dos interesses austríacos e colocando-o contra seu próprio povo. Entretanto, como bem passamos a saber ao longo dos 120 minutos de narrativa, Antonieta é na verdade constantemente bombardeada por cartas da matriarca de sua família, além de carregar na consciência o peso da realeza, sentindo-se compelida a gerar um herdeiro para manter a linhagem e garantir a supremacia de sangue. De uma perspectiva verossímil e externa, podemos enxergá-la como uma jovem vítima das circunstâncias, cujo trágico fim a transformou em um ícone de inocência e resistência. 

Coppola, também responsável pelo roteiro, resolve colocar seus próprios maneirismos, resgatando alguns elementos semióticos de filmes predecessores – principalmente As Virgens Suicidas’ -, a cineasta consegue de forma cômica e irreverente, unir presente, passado e futuro em pleno século XVII. Para a compreensão total do que está acontecendo e do porquê das escolhas um tanto quanto estranhas à prima vista, é necessário saber que Antonieta casou-se quando tinha apenas catorze anos, ou seja, no auge de sua adolescência. Traçando um paralelo com a mesma faixa etária do século XXI, Coppola opta pelo hibridismo cinematográfico e busca inspiração em diversas comédias românticas do final da década de 1990 e começo dos anos 2000 para compor sequências animadas e que dialoguem com mais vivacidade e força com um público diferenciado, abrindo o leque de possibilidades interpretativas. 

Em determinado momento, mais precisamente em meados do segundo ato, a nossa protagonista deixa-se levar pelo sentimento de culpa de não conseguir cumprir com suas obrigações, além de ser constantemente atacada por rótulos pejorativos sobre sua condição e seu casamento, emergindo como a principal responsável pela decadência do império austro-franco. Desse modo, ela “abdica” de sua condição social para se permitir a alguns prazeres mundanos, inclinando-se diretamente a ícones do cinema contemporâneo como Regina George (Rachel McAddams) em Meninas Malvadas’ ou Cher (Alicia Silverstone) em As Patricinhas de Beverly Hills’. Parece superficial traçar paralelos entre os três longas-metragens, mas é justamente essa distorção temporal que torna ‘Maria Antonieta um dos marcos da própria diretora. 

Durante a “prova de roupas” – uma metáfora para a prerrogativa de “ir às compras” -, vemos Antonieta e suas damas de companhia dispondo-se de inúmeros vestidos pomposos e perscrutados com cores vibrantes e tecidos esvoaçantes, refletindo a própria frivolidade da sociedade do século XVIII. Não contentando-se com trajes, uma montagem com ritmo mais acelerado adiciona um frenesi sensorial que inclui um jogo de cartas, uma degustação de diversos doces e a escolha de adornos como leques, anéis, gargantilhas e outros. 

Em meio a tanta preocupação com a estética dessa obra – ela não levou o Oscar de Melhor Figurino à toa -, o qual resgata exatamente o que procuramos em um drama histórico, principalmente com um momento decisivo para a manutenção da monarquia europeia, Coppola parece ter se esquecido de um dos elementos mais importantes da narrativa: os personagens. A história está lá, o cenário está lá, e os acontecimentos envolvendo a Antonieta, Luís XVI e todas as figuras deste período são conhecidos, profunda ou superficialmente. Entretanto, a própria heroína da história finca-se muito aos estereótipos adolescentes e não tem seu arco bem desenvolvido. Durante duas horas, a encarnação provida por Dunst é apaixonante por um tempo, mas permanece em uma linearidade construtiva insuportavelmente imutável. Ela começa inocente e termina mais inocente ainda, mesmo sendo alvo de perjúrios, rebeliões e até mesmo um trágico fim – o qual não é mostrado. 

Diferentemente da iteração de 1938, estrelada por Norma Shearer e Tyrone Power, a perspectiva de 2006 prefere muito mais direcionar o espectador para como uma dissertação sobre o passado pode ser extremamente irreverente e ainda sim manter-se fiel a suas raízes. Os elementos contraditórios e “fora de contexto” são inúmeros, desde a trilha sonora voltada para o rock e para o pop até a presença de um par de sapatos All-Star em meio a uma coleção rococó. 

Em suma, Maria Antonieta é uma joia bruta, cuja beleza está expressa de forma muito clara em cena, mas que desliza várias vezes na construção de arcos e no encontro de resoluções. Apesar disso, Coppola e Dunst mais uma vez conseguem entregar uma obra um tanto quanto divertida e satisfatória, principalmente para aqueles que não tinham muitas expectativas. Tudo depende da perspectiva – e, baseando-se na qual você escolher, o longa pode ser muito bom ou um desastre completo. 

Nova imagem revela o jovem Christopher Robin da versão terror do ‘Ursinho Pooh’

Foram divulgadas novas imagens de ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel‘, e nelas foram reveladas finalmente o jovem Christopher Robin nessa nova releitura em terror do clássico livro infantil.

Com ‘Winne-the-Pooh‘ estando agora em domínio público, sem o Walt Disney ter mais os direitos exclusivos sobre os personagens, isso permitiu que o escritor e diretor Rhys Frake-Waterfield desenvolvesse uma releitura demente de AA Milne e EH Shepard. Ursinho Pooh livros.

O novo longa de horror pega os dois amados ícones da infância, Winnie-the-Pooh e Piglet, e os transforma em serial killers sádicos. O filme apresenta uma reviravolta, depois que Christopher Robin os abandona quando ele vai para a faculdade, Pooh e Piglet embarcam em uma fúria assassina em todo o Bosque dos Cem Acres.

Três meses antes do lançamento do filme nos cinemas, a IGN divulga a imagem do jovem Christopher Robin em ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel‘. Além do amigo de infância de Pooh e Piglet, as imagens revelam alguns novos olhares para o ursinho de pelúcia no meio de sua matança, incluindo algumas fotos doces de Pooh em silhueta contra um fundo de fogo.

Confira logo abaixo:

 

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A trama mostra Pooh e Leitão como vilões famintos depois que Christopher Robin vai para a faculdade e não tem mais tempo de cuidar deles.

Quando a vida dos personagens se torna difícil, eles precisam se virar sozinhos e acabam se voltando às suas raízes animalescas. Eles não são mais bonzinhos, são um urso implacável e um porco que querem sair por aí em busca de presas.

Amber Doig-Thorne, Maria Taylor e Danielle Scott estrelam.

Diferente da divertida animação infantil da Disney, o terror escrito e dirigido pelo estreante Rhys Frake-Waterfield promete cenas sangrentas, violentas e traumáticas.

O longa é uma releitura dos personagens criados por Alan Alexander Milne em 1926.

O projeto independente ganhou forma depois que os direitos dos personagens entraram em domínio público no início deste ano.

Apesar disso, Waterfield fez questão de tomar cuidado para não abusar das referências ao material original ou às animações da Disney, evitando elementos marcantes, como a camiseta vermelha de Pooh, que agora veste uma camisa quadriculada.

‘Coração de Ferro’: Dominique Thorne comenta sobre a CONEXÃO entre Riri Williams e Tony Stark

Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ introduz ao MCU a heroína conhecida Coração de Ferro, alter-ego de Riri Williams, vivida por Dominique Thorne.

Nos quadrinhos, Williams é inspirada pelo legado de Tony Stark e também cria sua própria armadura com inteligência artificial, usando partes da tecnologia do herói.

Há alguns dias, o diretor Ryan Coogler confirmou que o filme também traz uma conexão entre Williams e Stark.

Agora Thorne disse ao Comic Book que a série dedicada à personagem vai explorar do que se trata esta conexão.

“Stark e Williams são definitivamente semelhantes, mas representam duas expressões independentes de uma mesmo ideal. Acho que é melhor deixar a resposta para a série, que estreia no ano que vem, então é aí que você terá a verdadeira resposta sobre a ligação entre eles.”

A estrela acrescentou que uma das principais semelhanças entre Williams e Stark é que ambos construíram suas armaduras devido a suas personalidades ambiciosas.

“Eu acho que quando se trata da motivação por trás da criação deste traje de Riri, ou na busca de uma construção como essa, acho que há um reconhecimento inerente do que Tony Stark fez ao criar essa armadura. Acho que para alguém tão ambiciosa quanto Riri Williams, o legado de Stark sem dúvida é algo que a atrai e que chama sua atenção. Como você pode ver no filme, essa ambição a fez criar sua própria armadura.”

Há algumas semanas, Thorne conversou com a Entertainment Weekly e disse que Williams não será uma típica heroína em ‘Pantera Negra 2‘ porque ainda não se enxerga como tal.

“Adoro o fato de ela ser totalmente ela mesma. Ela definitivamente não é a super-heroína típica ou tradicional. Ela é muito… Bem, Riri Williams, ela se acha apenas uma estudante de 19 anos no meio de todo esse negócio de Coração de Ferro, digamos que a ficha ainda não caiu.”

Ela continuou:

“Ela traz um tipo diferente de energia, mas também tem algumas semelhanças com personagens que já vimos neste universo antes. Neste filme, vemos Shuri conhecer alguém que tem algumas coisas em comum com ela, mas também muitas, muitas diferenças.”

Williams apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

Vale lembrar que o filme já está em exibição nos cinemas.

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‘Pantera Negra’: Letitia Wright quer o ‘Homem-Aranha’, ‘Doutor Estranho’ e os ‘Guardiões da Galáxia’ no filme da Shuri

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, a atriz Letitia Wright revelou quais heróis ela gostaria de ter em um filme da Shuri após ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘.

O Homem-Aranha. Doutor Estranho, se nós tivermos alguns problemas, ele pode atravessar vários portais. Nossa, isso é muito difícil. Sabe, eu amo os Guardiões da Galáxia. Então basicamente, vamos juntar todo mundo”, afirmou.

Ela também disse com quais VILÕES gostaria de lutar: “Com certeza queremos ver o Namor de novo. Seria legal ressuscitar o Thanos. Doutor Destino seria legal. Se você entende de quadrinhos, sabe sobre o Doutor Destino. Isso é tudo que posso dizer”, concluiu.

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Crítica | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ é uma incrível aventura da Marvel e uma tocante carta de amor a Chadwick Boseman

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O filme já está em exibição nos cinemas!

 

Neil Gaiman responde comentários racistas e homofóbicos sobre elenco de ‘Sandman’: “Uma tolice estranha”

Sandman‘ é atualmente uma das séries de maior sucesso da Netflix, porém, por escolher um elenco que apostou na diversidade, o show acabou atraindo “críticas” de alguns “nerdolas” racistas, misóginos e homofóbicos. Obviamente, Neil Gaiman, autor da obra original, não ficou por baixo desses comentários e falou algumas verdades sobre tudo isso.

Através de uma entrevista recente ao Inverse, o autor rebateu toda as reações bizarras sobre a escolha do elenco de ‘Sandman‘, sobretudo a presença de Kirby Howell-Baptiste (Morte) e Mason Alexander Park (Desejo).

“Ocasionalmente, você tem pessoas gritando conosco por causa de todos esses personagens gays que não estavam nos quadrinhos. Então, nós dizíamos: ‘Você leu os quadrinhos?’ E respondiam, ‘Não.’ E continuávamos, ‘Eles eram gays nos quadrinhos’. Depois disso, entrava na parte de, ‘Ninguém vai assistir a essa série horrível.’ Acontece que Sandman se tornou a série mais popular do mundo por quatro semanas”, disse Gaiman.

“É uma bobagem (a reação exagerada), algo muito estranho. Esse pequeno grupo que não gosta de gays, pessoas negras ou mulheres. E eles disseram ‘São todos robôs! Nós odiamos você. Você lacrou.’ É uma tolice estranha. Se você olhar para seus perfis, não gostam de vacinas, não gostam de democratas e não gostam de se levantar do sofá para votar”, desabafou o autor.

Relembre o trailer:

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

Lupita N’yongo teve que “redescobrir o propósito da vida” após a morte de Chadwick Boseman [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, a atriz Lupita Nyong’o revelou como foi voltar para ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ após o astro Chadwick Boseman morrer aos 43 anos.

“A morte de Chadwick me afetou muito, ela acabou comigo. Eu fiquei desiludida por um bom tempo. Confusa, sabe? A morte nos pega quando vem de surpresa, é confuso. E demora tempo para você se recalibrar e redescobrir o propósito da vida. Então voltar para Wakanda foi muito difícil, mas eu sabia que eu estava voltando para contar uma história sobre perda.”, afirmou.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

 

Crítica | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ é uma incrível aventura da Marvel e uma tocante carta de amor a Chadwick Boseman

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O filme já está em exibição nos cinemas!

 

5 Filmes Profundos que refletem sobre o Mal de Alzheimer

Uma das mais terríveis doenças existentes em nosso planeta, que destrói lembranças, nossas memórias, o Mal de Alzheimer, já ganhou destaque em alguns filmes profundos que trazem ao público reflexões sob alguns pontos de vistas, principalmente da parte familiar. Buscando em minha memória cinéfila, seguem abaixo alguns ótimos filmes sobre esse tema:

 

Para Sempre Alice

E se todas as lembranças de nossas vidas simplesmente sumissem ou nunca mais conseguíssemos lembrá-las mais? Para falar sobre o terrível Mal de Alzheimer nas telonas, os diretores Richard Glatzer e Wash Westmoreland criam uma história forte, convincente e comovente que envolve problemas existenciais de uma impactante mulher. Para Sempre Alice é muito mais que um drama tocante, é uma lição de vida onde o público presencia uma das grandes atrizes em atividade no auge do seu talento.

 

Meu Pai

Como superar o que para você mesmo é insuperável? Indicado a seis Oscars em 2021, Meu Pai, é uma espécie de um jogo de suposições dentro de um labirinto de situações. Um vai e vem emocional constante, do êxtase à amargura. Um engenheiro aposentado cheio de manias, apreciador de ópera, dentro de um apartamento em Londres com um quebra-cabeça para resolver, um jogo de um jogador apenas, mesmo com personagens surgindo a todo instante, passa seus dias, de alguma forma, bastante solitário. Nossos olhos são Anthony, vamos descobrindo onde cada peça se encaixa junto com ele. Um roteiro primoroso onde não conseguimos tirar os olhos da tela. Magistral atuação de Anthony Hopkins. Roteiro e direção assinados pelo cineasta francês Florian Zeller, seu primeiro longa-metragem como diretor.

 

Viver Duas Vezes

Na trama, conhecemos o mal humorado ex-professor de matemática Emílio (Oscar Martínez), um homem no terço final e sua vida que dedicou grande parte de seu tempo na terra para decifrar os enigmas da famosa ciência mais exata, chegando até a encontrar um desconhecido número primo. Quando essa mente brilhante é diagnosticado com Alzheimer, sua filha Julia (interpretado pela ótima Inma Cuesta) e sua neta Blanca (Mafalda Carbonell em uma atuação marcante e emocionante em muitos momentos) se aproximam dele e juntos partem em uma inusitada aventura em busca do primeiro amor de Emílio.

 

Longe Dela

Dirigido pelo atriz e cineasta canadense Sarah Polley, Longe Dela, baseado em uma história chamada The Bear Came Over the Mountain de canadense vencedora do prêmio Nobel Alice Munro, conta a história de um casal que estão juntos faz muito tempo que precisam lidar com a internação de um deles por conta do Mal de Alzheimer. Indicado em 2008 ao Oscar de Melhor atriz e Roteiro Adaptado.

 

Um Santo Vizinho

Na trama, conhecemos o peculiar ranzinza Vincent (Bill Murray), um homem que leva uma vida sem sentido. Vincent é um homem ex-herói de guerra norte-americano que vive sozinho com seu gato persa passando o dia bebendo e apostando em corridas de cavalo. Dançando bêbado em frente à jukebox, discutindo arduamente com o gerente do banco, maltratando a muitas pessoas gratuitamente, Vincent parece não ter mais solução. Certo dia, novos vizinhos chegam para morar ao lado dele e assim conhece o jovem Oliver com quem logo faz uma grande amizade. O filme basicamente é de um personagem apenas, roubando a cena a cada instante. Sim, estamos falando de Vincent! Seus óculos, escondem um homem triste. O lado sensível do protagonista se prolifera quando ele visita semanalmente sua esposa que mora em um asilo para pacientes com Alzheimer. Vestido de médico, muitas vezes, consegue proporcionar mais segundos inesquecíveis ao lado da única mulher que amou.

‘Terra dos Sonhos’: Jason Momoa e Marlow Berkley se divertem nos bastidores do filme; Confira!

Terra dos Sonhos (Slumberland), novo filme de fantasia estrelado por Jason Momoa (‘Aquaman’), chega em breve à Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional nos levando aos bastidores da produção.

Confira:

O longa chega à plataforma de streaming no dia 18 de novembro.

Relembre o trailer:

O filme é dirigido por Francis Lawrence (‘Jogos Vorazes’, ‘Operação Red Sparrow’), com roteiro assinado por David GuionMichael Handelman.

A história é baseada na série de quadrinhos ‘Little Nemo in Slumberland, de Winsor McCay.

Uma jovem garota descobre um mapa secreto para o mundo dos sonhos chamado Slumberland e, com a ajuda de um excêntrico fora da lei, navega pelos sonhos e foge dos pesadelos, com a esperança de ver seu falecido pai novamente.

O elenco também é formado por Marlow BarkleyWeruche OpiaIndia de BeaufortKyle ChandlerChris O’Dowd.

‘Yellowjackets’: 2ª temporada será ainda mais INSANA, revela Christina Ricci

Em entrevista ao Watch What Happens Live, a icônica atriz Christina Ricci comentou um pouco sobre a 2ª temporada da aclamada série ‘Yellowstone’, dizendo que o próximo ciclo será ainda mais insano que o primeiro.

“Não posso dizer muito sobre a segunda temporada, exceto que é ainda mais insana que a primeira. Eu engasguei lendo os roteiros dos dois primeiros episódios”, ela conta.

Lembrando que, recentemente, o astro Kevin Alves, que interpreta a versão adolescente de Travis Martinez, filho mais velho do falecido Treinador Bill Martinez, foi  promovido ao elenco regular do próximo ciclo.

Confira a primeira imagem de bastidores dos novos capítulos:

Anteriormente, Christina Ricci publicou um vídeo mostrando sua preparação para reprisar seu papel como Misty nos novos episódios.

A perturbadora personagem se tornou um destaque da série, então é muito gratificante ver Ricci abraçando o papel.

Na legenda, a estrela escreveu:

“Ela está de volta.”

Confira:

Lembrando que Elijah Wood, o Frodo de ‘O Senhor dos Anéis‘, se juntou ao elenco da 2ª temporada.

O ator é o mais recente membro do elenco anunciado, junto com Simone Kessell (‘Obi-Wan Kenobi’) e Lauren Ambrose (‘Six Feet Under’, ‘Servant’).

As estrelas darão vida as versões adultas de Lottie e Van, respectivamente.

Wood interpretará um personagem convidado chamado Walter, que é descrito como um “detetive cidadão dedicado que desafiará Misty de maneiras que ela não faz ideia”.

Criada por Ashley LyleBart Nickerson (‘Narcos’), a série é descrita como uma mistura de “sobrevivência épica, terror psicológico e drama”.

Uma equipe de talentosas estudantes se tornam improváveis sobreviventes de um acidente de avião, que cai em uma área remota e isolada. Enquanto acompanhamos a jornada delas de sobrevivência, vemos a vida que elas tentam reconstruir 25 anos após o acontecimento, provando que o passado nunca fica para trás.

O elenco também conta com Christina Ricci, Melanie Lynskey, Tawny Cypress e Juliette Lewis.

Filme de ação com Jennifer Garner no estilo ‘John Wick’ faz sucesso no HBO Max; Mas é bom?

De Repente… Matadora

No cinema de horror existe o subgênero dos filmes de vampiros, onde criaturas sugam o sangue de suas vitimas. No terreno do audiovisual, existem as produções “vampiras”: filmes e séries que apenas sugam de uma fórmula ou gênero sem acrescentar ou entregar ao público nada em troca. Este é exatamente o caso com A Justiceira, filme estrelado pela sempre maravilhosa Jennifer Garner que está no TOP 10 dos filmes mais assistidos da HBO Max.

Existem dois tipos de pensamento ao se produzir uma obra cinematográfica. O primeiro é o pensamento do artista, que deseja uma quantia para o orçamento a fim de criar algo novo, poder usar a sétima arte para uma mensagem, mesmo que ela venha através de imagens num filme de entretenimento. Atuações, direção, roteiro e qualquer outro elemento que compõe o todo podem ser este tal diferencial.

Por outro lado, existe a mentalidade daqueles que apenas querem usar uma produção como meio de faturar uma grana (muitas vezes alta). Neste segmento, entrega-se um filme rápido, totalmente banhado numa fórmula que deu certo no passado, sem acrescentar qualquer novidade ou originalidade naqueles itens citados acima. Aqui, faz-se o básico na esperança de que o público não perceba a diferença – já que para eles ação é ação, terror é terror e comédia é comédia. É, inclusive, uma forma de tripudiar da inteligência do espectador.

Assista ao trailer:

Até mesmo os filmes ruins muitas vezes trazem um elemento que sobressai, o que pode não mudar nossa opinião sobre tal obra (ela continua sendo ruim), mas ao menos existe algo para se admirar. Justamente por isso, na humilde opinião deste que vos fala, o pior tipo de filme é o que tenta se misturar com os demais dentro de um gênero, sem acrescentar nenhum elemento no qual possa ser enaltecido – apenas escorado no fato de “ser um filme de gênero”.

Sim, existe muita ideia maluca por aí para roteiros que não dão certo. Mas estas ao menos ousam, arriscando tudo para que a coisa funcione. E muitas vezes conquistam seu objetivo, isso é algo que o espectador que assiste a muitos filmes sempre busca, um atrativo de frescor. Infelizmente, A Justiceira não tem nada disso a oferecer. Esse é um dos filmes mais genéricos e esquecíveis de 2018.

O roteiro absurdo recicla Desejo de Matar (1974) – que ganhou refilmagem com Bruce Willis no início deste ano – e o anti-herói O Justiceiro, da Marvel, colocando como protagonista uma dona de casa com seus 50 quilos, papel de Jennifer Garner. Em cinco anos ela passa de mãe de família dos subúrbios americanos para assassina letal e imortal, que deixaria Ripley e Nikita no chinelo, após sua família ser assassinada. E aí estão bons exemplos de personagens femininas fortes e duronas que funcionam, através de um pseudo realismo.

Nada é explicado e tudo é jogado para que aceitemos como faríamos em qualquer outro filme de ação. O problema é que aqui também não existe o senso divertido do exagero. Esta é uma obra que se leva mais a sério do que deveria. Em um momento, a mulher amarra três criminosos mortos de ponta cabeça numa roda gigante. Não me pergunte como ela fez isso. Ademais, a falta de expressão no texto é tão grande que no decorrer parecemos estar assistindo a uma sátira de tais filmes, já que o longa perpassa todos os itens da cartilha, com momentos para lá de novelescos e atuações ruins. Até mesmo o título original soa como paródia: Peppermint – algo como hortelã. Não é engraçado dar um título assim a um filme de ação?

A direção é de Pierre Morel, cineasta francês apadrinhado de Luc Besson, que sob a tutela do grande diretor entregou trabalhos mais sólidos, como o primeiro Busca Implacável (2008), e sem ele deu belas escorregadas, como O Franco-Atirador (2015), com Sean Penn. O próprio Besson, inclusive, como mestre incontestável que é, sabe como criar personagens femininas fortes e identificáveis, até em filmes que não dão completamente certo, vide Colombiana (2011 – do qual foi produtor) e Lucy (2014). Já A Justiceira não passa de uma cópia carbono que já perdeu sua legibilidade.

Terroristas invadem a Casa Branca em ação que está fazendo SUCESSO na Netflix; Conheça!

Mais um filme que não fez muito sucesso nos cinemas encontrou seu público na Netflix. Trata-se de ‘Invasão à Casa Branca‘, filme de ação à moda antiga, coisa difícil de se achar, para não dizer rara, dentro do cinema hollywoodiano atual regido por telas verdes e efeitos mil gerados por computadores. O longa entrou para o top 10 dos filmes mais assistidos do streaming, atraindo quem não conseguiu assisti-lo nos cinemas.

‘Invasão à Casa Branca‘ é cru, violento e vai direto ao ponto sem muita embromação. É também um dos filmes mais divertidos dos últimos anos.

Na trama, Gerard Butler é Mike Banning, oficial do serviço secreto trabalhando diretamente com o presidente americano, vivido por Aaron Eckhart. Os dois inclusive treinam boxe juntos, como mostra a abertura do filme. Após um incidente traumatizante envolvendo a primeira-dama, vivida por Ashley Judd, o protagonista resolve se afastar trabalhando em outro departamento. Com a chegada do presidente da Coréia, a Casa Branca é tomada por terroristas infiltrados na comissão do presidente asiático.

Ao mesmo tempo outros membros da equipe terrorista, se fazendo passar por turistas, tomam a frente da Casa Branca a invadindo, e descartando toda a espécie de segurança encontrada no local. Para finalizar a entrada apoteótica dos vilões, digno dos mais megalomaníacos filmes de Schwarzenegger e Stallone em seus dias de glória, um avião adentra o território americano sem interrupção (a força aérea só intervém quando a jamanta voadora já está sobre Washington disparando contra a população, e causando todo tipo de caos).

Obviamente só existe um homem capaz de frustrar os planos dos vilões, o personagem de Butler em busca de redenção. Ele se infiltra na Casa Branca no melhor estilo de Bruce Willis em “Duro de Matar” e o jogo começa.

Assista ao trailer:

Invasão à Casa Branca” é o tipo de filme em que talvez você deva deixar o cérebro na porta (mas não totalmente) para mergulhar de cabeça na diversão aqui. E ela é encontrada a todo instante, seja através de frases de efeito que farão o público gargalhar e gritar, ou em cenas de ação (a maioria fazendo uso de uma violência extrema).

Invasão à Casa Branca” é o tipo de filme que não é feito mais atualmente, e é especialmente recomendado para os nostálgicos de plantão. Nem mesmo Stallone e Schwarzenegger conseguem entregar algo do tipo hoje, já que seus filmes soam mais como paródias deles mesmos.

Aqui, existe aquele sentimento de seriedade, em que tudo é feito sem que o filme fique piscando o tempo inteiro para a plateia para afirmar que não passa de uma brincadeira. É uma brincadeira sim, mas levada a sério.

Temos cenas inquietantes, mortes por execuções filmadas como ameaça para que o terrorista Kang (Rick Yune) tenha o que quer. Assim como quando a secretária de defesa, interpretada pela vencedora do Oscar Melissa Leo, se recusa a dar uma informação valiosa para os vilões, que não hesitam em fazer dela um saco de pancadas humano numa cena incômoda.

Invasão à Casa Branca” é dirigido por Antoine Fuqua, de “Dia de Treinamento”, cujo trabalho anterior foi o morno “Atraídos Pelo Crime”.

O diretor consegue manter a atenção no filme, recheando cada cena com adrenalina suficiente ou risos intencionais ou não. A nova obra de Antoine Fuqua tem tudo o que esperamos do gênero: um herói durão e atormentado, uma crise de urgência máxima, ação de tirar o fôlego, um elenco de primeira (que ainda inclui o veteraníssimo Morgan Freeman), uma reviravolta surpreendente (tirada diretamente de “Duro de Matar”), e situações improváveis o suficiente para transformar a obra num ótimo prazer culposo.

O filme é tudo o que último exemplar da franquia “Duro de Matar” deveria ter sido e não foi.

Esse é o melhor filme e papel do ator Gerard Butler em anos, garantido de fazer sucesso no Brasil também (onde o gênero é muito bem recebido). Como diria o crítico Michael Philllips do Chicago Tribune, “o filme é igual a dois quilos de queijo numa bolacha e às vezes é disso que estamos com fome”.

Chefe da HBO Max revela que série pré-sequência de ‘It: A Coisa’ “Será ASSUSTADORA”

Em entrevista ao Variety, Sarah Aubrey, chefe de conteúdo original da HBO Max, revelou novos detalhes sobre a série ‘Welcome to Derry‘, que servirá de pré-sequência ao longa ‘It: A Coisa‘.

“Nós estamos trabalhando de perto com Jason Fuchs, Brad Caleb Kane, Andy Muschietti e Barbara Muschietti. Eles estão explorando esse universo, com uma visão clara para a história desses personagens. O que eles estão desenvolvendo é assustador. Vocês saberão mais sobre o projeto em breve.”

Ela completa, “[O diretor] Andy está completamente envolvendo [com essa série], então é uma receita certa para o sucesso e para a felicidade dos fãs.”

Jason Fuchs (‘Mulher-Maravilha’) e Brad Caleb Kane (‘Fringe’) servirão como showrunners.

Andy Muschietti, diretor dos filmes, deve comandar o episódio piloto. Ele também será produtor executivo ao lado de sua irmã Barbara Muschietti.

Além da origem de Pennywise, a série contará a história da cidade Derry na década de 1960, anos antes dos eventos de ‘It – A Coisa: Parte 1‘. Não está claro se algum do elenco retornará, mas espera-se que Bill Skarsgård voltará a viver o Palhaço.

Assista nossa visita ao parque do Pennywise:

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Jenna Ortega revela que ‘Pânico 6’ terá cenas de PERSEGUIÇÃO iguais a da Gale no 2º filme

Durante um evento no final de semana, a atriz Jenna Ortega revelou que, ao contrário do quinto filme da franquia, ‘Pânico 6‘ terá muitas sequências de perseguição.

“Eu estou muito animada [com ‘Pânico 6’] porque haverá ótimas cenas de perseguição. Será muito parecido com ‘Pânico 2’, que tem a cena de perseguição entre a Gale e o Ghostface no laboratório. Sinto que temos muitas cenas assim nesse filme.”

Anteriormente, a atriz prometeu que o sexto filme será ainda mais sangrento e assustador.

“O Ghostface fica muito mais intimidante nesse filme, que fica cada vez mais sangrento. Acho que esta é provavelmente a versão mais agressiva e violenta de Ghostface que já vimos”, ela afirmou em entrevista ao Entertainment Tonight. 

Ortega também falou pela primeira vez sobre a saída de Neve Campbell.

“Sinto que realmente não posso falar muito sobre isso só porque não é minha personagem. Mas vou dizer que há tanta coisa acontecendo no sexto filme, que terá tanta ação e tanto sangue, que você não vai sentir tanto sua falta. Mas é claro que há várias referências a Sidney, é claro. Você sabe, é bom porque ainda há uma proteção no roteiro e isso é algo que os atores tinham naturalmente sobre ela porque obviamente a respeitamos e queremos o melhor para ela. Ela sentiu falta e pensou nisso,” afirmou.

Apesar da decepção com a ausência de Campbell, o novo filme vê o retorno de Hayden Panettiere, que volta a viver Kirby.

“Hayden é um amor. Tenho muita sorte que os diretores Matt [Bettinelli-Olpin] e Tyler [Gillett] e Melissa [Barrera] e Jasmin [Savoy Brown] e Mason [Gooding], todos nós temos tanto amor e respeito um pelo outro. Eles são como uma família para mim, então quando você está em um trabalho como esse, é muito gostoso. Está trabalhando com seus amigos. É o melhor cenário possível.”, concluiu.

A Paramount Pictures do Brasil divulgou a sinopse OFICIAL em português de ‘Pânico 6‘, que teve a estreia antecipada no Brasil para 9 de Março de 2023 – uma semana antes da estreia de ‘Shazam! 2‘.

O texto já havia sido divulgado antes em uma versão mais resumida, mas agora ganha mais detalhes.

Confira:

O terror acompanhará os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado. Fazem parte do elenco Courteney Cox, Jenna Ortega, Hayden Panettiere, Mason Gooding, Jasmin Savoy Brown e Melissa Barrera

Vale lembrar que ‘Pânico 6‘ vai levar o Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também retornam para a próxima aventura.

Assista à nossa crítica do último longa:

 

Diretor de ‘Abismo do Medo’ vai comandar nova série de TERROR com lobisomens e demônios

De acordo com o Bloody Disgusting, Neil Marshall (‘Abismo do Medo’) vai dirigir o episódio piloto da série de terror ‘Nightshade‘.

Além disso, Marshall também servirá como showrunner ao lado de Simon Uttley.

A trama será ambientada em uma movimentada cidade portuária inglesa do século XVIII, visitada por uma variedade de comerciantes internacionais, bandidos e vagabundos. Lá, Lizzie Monroe se transforma na vigilante mascarada conhecida como Nightshade, para resgatar o seu irmão James, que foi sacrificado por um culto satânico, do submundo do Véu – um reino onde lobisomens, demônios, bruxas e criaturas malignas existem.

Em suas difíceis jornadas para se reencontrarem, eles irão descobrir que as forças sobrenaturais ao seu redor representam apenas um fração do verdadeiro mal que ameaça iniciar uma guerra entre a humanidade e as forças das trevas.

Seis episódios foram encomendados para a primeira temporada.

O estúdio 108 Media será responsável pelo financiamento, desenvolvimento e produção do projeto.

Em comunicado oficial sobre o projeto, Marshall declarou: “Essa série será assustadora e violenta. As cenas tensas terão impacto e o público sentirá cada osso quebrada e cada espada sendo empunhada.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘O Pálido Olho Azul’: Novo cartaz do suspense faz homenagem ao conto de Edgar Allan Poe

Netflix divulgou o novo cartaz de ‘O Pálido Olho Azul‘ (The Pale Blue Eye), suspense estrelado por Christian Bale (‘Batman Begins’).

A arte traz a tagline: “Todo coração conta uma história”, que é uma referência direta ao clássico conto do mestre Edgar Allan Poe, ‘O Coração Revelador‘.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 6 de janeiro.

Escrito e dirigido por Scott Cooper, o longa é baseado na obra homônima de Louis Bayard.

Em 1830, um detetive é contratado para investigar, com muita discrição, o terrível assassinato de um dos cadetes da Academia Militar de West Point. No entanto, o código de silêncio dos cadetes se mostra um obstáculo incontornável para a investigação, fazendo com que o detetive peça a ajuda de um dos alunos da academia: um jovem que entraria para a história como Edgar Allan Poe.

Harry Melling (O Gambito da Rainha), Gillian Anderson (The Crown), Lucy Boynton (Bohemian Rhapsody), Charlotte Gainsbourg (Antichrist), Toby Jones (Atômica), Harry Lawtey (Industry), Simon McBurney (Carnival Row), Timothy Spall (Mr. Turner), Hadley Robinson (Moxie), Joey Brooks (Molly’s Game), Brennan Cook (Encounter), Gideon Glick (Marvelous Mrs. Maisel), Fred Hechinger (The White Lotus), Matt Helm (Tragedy of Macbeth), Steven Maier (The Plot Against America), Charlie Tahan (Ozark) e Robert Duvall (O Juiz) também estrelam.

Intérprete de Thor em ‘God of War Ragnarok’ revela que se inspirou em outro herói da Marvel

O ator Ryan Hurst que interpreta o Deus do Trovão em ‘God of War Ragnarok‘, em entrevista recente à Variety, revelou que se inspirou em um herói da Marvel para o personagem, mas não foi no Thor de Chris Hemsworth, muito longe disso.

O ator explicou que, na verdade, o Thor de Ragnarok exibe quantidades incontroláveis de fúria e raiva, o que o fizeram pensar em Hulk.

“Há um pouco disso, que chega na forma de dizer ‘Hulk esmaga!’, mas de uma maneira que envolva mais camadas. O jeito que eu interpretei é que precisaria de quantidades sobre-humanas de força, raiva e imprevisibilidade”, disse o ator.

“Ele era um ser poderoso, que manifestava sentimentos de arrependimento através da voz”, contou.

Confira o trailer de lançamento:

God of War Ragnarok’ trará Kratos e Atreus encontrando uma forma de parar o apocalipse nórdico. Enquanto o Fantasma de Esparta está mais cauteloso com tudo o que vem acontecendo, seu filho está cheio de dúvidas sobre sua participação na guerra que se aproxima.

Veja o gameplay:

Em entrevista ao Game Informer, o designer chefe de níveis, James Riding, falou sobre a experiência de criar os pontos de interesse do reino: “Queríamos evoluir o gameplay nos espaços dos cenários — mais variedade e verticalidade. Em Svartalfheim, você terá diversos locais para ir em apenas um reino. É muito conteúdo”.

Lembrando que Svartalfheim é lar dos anões, ou seja, se trata da terra natal de Brok e Sindri, irmãos ferreiros e amigos de Kratos e Atreus. Em God of War (2018), o Fantasma de Esparta não conseguia viajar para lá, pois Odin selou a entrada do local — buscando evitar uma aliança entre anões e os deuses Vanir.

Lembrando que a estreia de ‘God of War Ragnarok’ já vinha sendo alvo de discussões há tempos. No início de junho, o jornalista Jason Schreier, do Bloomberg, relatou que o game estava marcado para novembro.

Logo abaixo você confere as imagens dos principais personagens de ‘God of War Ragnarok‘. Confira:

 

 

 

 

 

 

 

God of War Ragnarok será lançado para PlayStation 4 e PlayStation 5 em algum momento de 2022.

‘Conquest’: Veja FOTOS da série sci-fi da Netflix com Bruna Marquezine e Keanu Reeves

Após encerrar seu contrato com a Globo, Bruna Marquezine assinou contrato com a Netflix e já atuou em duas produções do catálogo.

A primeira delas foi a série brasileira ‘Maldivas‘, que recentemente foi cancelada e deixou os fãs revoltados. 

Mas Bruna, que recentemente terminou as filmagens de ‘Besouro Azul‘, também estará em uma série norte-americana de ficção científica que é considerada uma das mais caras já feitas pelo streaming.

A atriz faz parte do elenco de ‘Conquest, série protagonizada por Keanu Reeves.

Até o momento, maiores detalhes não foram revelados, então não se sabe de que forma Marquezine será apresentada na trama, mas tudo indica que seja um papel importante.

Prevista para 2023, ‘Conquest‘ é uma ficção científica ambientada em um futuro distópico, no qual São Paulo serve como abrigo para refugiados.

Em 2019, a atriz estava em Montevidéu, no Urugaui, participando das gravações da série, que também teve cenas rodadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Budapeste e Berlim.

A direção fica por conta de Carl Erick Rinsch (‘47 Ronins‘), e a brasileira Gabriela Rosés Bentanco é uma das produtoras em conjunto com a O2, agência de produção de Fernando Meirelles (‘Dois Papas’).

Confira as primeiras imagens: